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Detector de Bananada
Foto de Clarissa Tércio

Deputada · Câmara

Clarissa Tércio

PP · PE

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Erica Clarissa Borba Cordeiro de Moura · 41 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 83 de 100, Cara Bom0406080100

83/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 74% dos deputados · média do partido: 73

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 88%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 53%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 28%das 704 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 55%das 568 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

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E-mail
dep.clarissatercio@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5506
Gabinete
Gabinete 506, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 353 de 366 sessões

Melhor que 69% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

88%

Registrou voto em 912 de 1.041 votações nominais

Melhor que 71% dos deputadosMédia do partido: 77%

Iniciativas que viraram lei

0

de 52 projetos apresentados (0%)

3 avançaram · 43 em andamento · 6 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

28%

Em 704 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 12% dos deputadosMédia do partido: 69%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

29 discursos na tribuna · de 14/02/2023 a 14/07/2026.

  • 14/07/2026

    A Deputada criticou Parlamentares da Esquerda, afirmando que atribuíram informações falsas aos adversários durante o debate sobre o Projeto de Lei nº 896, de 2023, que dispõe sobre crimes praticados em razão de misoginia. Além disso, citou o art. 20-C da proposta para sustentar que o texto poderia considerar discriminatórias situações que causassem constrangimento, humilhação ou vergonha às mulheres. Por fim, defendeu a leitura integral do projeto antes da continuidade das discussões.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Violência contra a mulher,Discriminação religiosa,Misoginia,Mulher,Religião,Esquerda política,Constrangimento,Dispositivo legal,Humilhação

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada. A Esquerda é especialista em mentiras, mas não só é especialista em mentiras, como também em acusar os seus adversários de mentir. Isso me leva a crer que realmente não leram o projeto. Art. 20-C: "Na interpretação desta lei, o juiz deve considerar como discriminatória qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou a grupos minoritários que cause constrangimento, humilhação, vergonha (...)" Está no projeto, minha gente, é só ler! Qualquer pessoa, qualquer mulher que se sentir constrangida, humilhada, envergonhada... Por exemplo, se alguém falar que mulher não sabe jogar futebol, que mulher não sabe fazer política, que mulher não sabe dirigir — a gente ouve isso o tempo todo —, é constrangimento, é humilhação, de acordo com o art. 20-C. Vamos ler o projeto, vamos estudar para parar de ficar acusando os outros de mentiras.
  • 14/07/2026Breves Comunicações

    A Deputada contestou a tramitação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que dispõe sobre crimes praticados em razão de misoginia, afirmando que a proposta não protegeria as mulheres e contestando declaração de que o relatório teria sido aprovado por unanimidade no grupo de trabalho. Além disso, assinalou que votou contra o texto, juntamente com outras Parlamentares, e atribuiu à Deputada Tabata Amaral informação incorreta sobre a votação. Por fim, manifestou preocupação com possíveis impactos do projeto sobre a liberdade religiosa, a liberdade de expressão e a empregabilidade das mulheres, além de defender a preservação dessas garantias.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Violência contra a mulher,Discriminação religiosa,Misoginia,Relatório (processo legislativo),Grupo de trabalho,Liberdade de religião,Liberdade de expressão,Mulher,empregabilidade

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Obrigada. Boa tarde, Sr. Presidente. Presidente, eu já quero começar falando sobre o projeto da misoginia. Estamos vendo uma urgência tão grande; o projeto está sendo tão falado, com uma necessidade tão grande de ser votado, mas é um projeto que o Brasil, na verdade, já entendeu que em nada contribui, que em nada protege as mulheres. Antes de tudo, antes de falar sobre o projeto, eu queria aqui restabelecer uma verdade sobre uma mentira que foi contada nesta tribuna sobre o projeto e sobre o grupo de trabalho, por meio da Deputada Tabata Amaral. Foi falado que o projeto foi avaliado no grupo de trabalho e que foi votado por unanimidade. Mentira! Mentira! Nós estávamos lá, e eu estou aqui, em mãos, com a Ata, a última Ata do grupo de trabalho, na qual está registrado que nos manifestamos contra o relatório: a Deputada Clarissa Técio, a Deputada Julia Zanatta, que está aqui no Plenário, a Deputada Chris Tonietto e a Deputada Adriana Ventura. O interessante, colegas Deputados, o interessante, Brasil, é que a Deputada Tabata Amaral está falando tanto de misoginia e, no projeto da misoginia, Deputada Julia, fala-se sobre restrição ao pleno exercício de direitos. A Deputada Tabata está restringindo o nosso direito — o meu e o da Deputada Julia Zanatta — de votar! Ela está afirmando que nós votamos a favor, mas está registrado que nós votamos contra. A Deputada Tabata Amaral está sendo misógina, está querendo calar as mulheres, está restringindo o nosso direito de votar. Fica aqui a verdade. Embora eu tenha discutido e me colocado à disposição para defender as nossas liberdades, eu nunca iria votar a favor de um projeto que cala pastores, que cala padres, que cala cristãos, que cala humoristas, que ameaça a empregabilidade da mulher, que censura homens e mulheres. Eu ouço até as Deputadas da Esquerda dizendo que este projeto vai calar os homens. Não, este projeto não tem sujeito ativo. Ele se aplica a homens e a mulheres. A minha maior preocupação é quanto à minha liberdade religiosa — eu tenho falado isso o tempo todo —, embora muitas Deputadas e Deputados de esquerda se façam de desentendidos, dizendo que o projeto não trata disso. Eles próprios são contra a liberdade religiosa quando nós citamos, por exemplo, Efésios 5; quando nós falamos que a mulher deve ser submissa ao marido. Não se sabe o que é submissão, mas se entende que quem fala sobre ela e a fomenta é misógino. Com isso, a nossa liberdade fica completamente ameaçada. Brasil, é um grande perigo o que está acontecendo nesta Casa! Fiquemos atentos! Que Deus abençoe o nosso Brasil! Muito obrigada.
  • 09/06/2026Breves Comunicações

    A Deputada criticou a realização da Parada do Orgulho LGBTQIA+, especialmente a presença de crianças no evento, argumentando que manifestações dessa natureza seriam inadequadas para menores de idade. Além disso, contestou a utilização da expressão “crianças trans”, defendendo que a identidade de gênero não estaria consolidada na infância e manifestando preocupação com a atuação de organizações e iniciativas voltadas ao tema. Também afirmou que recursos públicos estariam sendo destinados a entidades ligadas a essa pauta. Por fim, acusou a Deputada Erika Hilton de realizar propaganda eleitoral antecipada em favor do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o evento e informou que apresentaria representação à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) para apuração do caso.

    Palavras-chave oficiais: Parada do Orgulho LGBT,Criança,Evento,Menor de idade,Transgênero,Identidade de gênero,Infância,recursos,Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE),Propaganda eleitoral,Presidente da República,Deputada federal,Representação criminal,Crime eleitoral

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde a todos. Neste último domingo, nós assistimos a cenas assombrosas, cenas que já são esperadas, sabendo de onde vêm, mas que continuam chocando o nosso Brasil. Eu falo da Parada Gay, com muita nudez, muita pornografia, muitas drogas, exposição total e confusão. Dentre isso tudo, eu gostaria de destacar a marcha Crianças Trans Existem. Beira ao ridículo, Sr. Presidente, usar crianças, levar crianças para um lugar em que elas nunca deveriam estar! Levaram crianças para um lugar em que elas nunca deveriam estar, usando-as como instrumento de militância político-ideológica! Crianças estiveram presentes numa parada que a gente sabe que é um evento destinado ao público adulto, com performance para o público adulto, com fantasia para o público adulto, um lugar absolutamente inapropriado para menores. Mas ali estava a marcha da criança trans. E a gente sabe que a Esquerda fala em criança trans como se isso fosse um fato estabelecido. Mas criança não tem identidade de gênero consolidada! Criança trans não existe! É simples assim! E o que acontece é que a gente vê ONGs e patrocínios, inclusive através de emendas de Deputados desta Casa, usando dinheiro público, investindo em ONGs para transicionar crianças, para estimular crianças a se colocar nessa posição de exposição, influenciadas, muitas vezes, de uma maneira completamente inadequada. Mas o que realmente me chamou a atenção na Parada Gay deste ano foi a Deputada Erika Hilton. A Deputada subiu no trio elétrico para pedir voto para o Presidente Lula num ato de campanha eleitoral antecipada. Pedindo voto para o Presidente Lula, ela gritou: "Ocupando lugares que são nossos por direito e afrontando essa cisheteronormatividade escrota" — perdão da palavra, eu não ia ler esta parte, mas é típico dela —, "cafona" — outro palavrão —, ela diz assim: "Vamos conclamar, porque a rua chama e a urna confirma. Vamos reeleger o Presidente Lula..." (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Hildo Rocha. Bloco/MDB - MA) - Eu peço a V.Exa. que conclua, Deputada. A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE) - Presidente, eu agradeço e continuo: "...muito bem votado". Então, nós estamos entrando com uma representação, na Procuradoria-Geral Eleitoral, contra a Deputada Federal Erika Hilton por propaganda eleitoral antecipada, porque a lei vale para todos, inclusive para quem acha que está acima dela. Obrigada, Sr. Presidente. Que Deus abençoe o nosso Brasil!
  • 19/05/2026Breves Comunicações

    A Deputada criticou a condenação criminal de casal do interior de São Paulo por educar as filhas em casa e defendeu o direito das famílias ao ensino domiciliar. Apontou ainda que as crianças tinham rotina intensa de leitura e estudos, além de formação em disciplinas escolares, idiomas e música. Ademais, recriminou o Poder Judiciário pela punição aos pais por não submeterem as filhas à tutela ideológica do Estado e repudiou conteúdos de gênero, sexualidade e linguagem neutra nas escolas. Ao final, cobrou a votação, pelo Senado, do Projeto de Lei nº 3.179, de 2012, que dispõe sobre a possibilidade de oferta domiciliar da educação básica.

    Palavras-chave oficiais: Condenação criminal,Poder Judiciário,Pais,São Paulo (Estado),Educação domiciliar,Ideologia política,Estado brasileiro,Política educacional,Senado Federal,Votação,Projeto de lei ordinária

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Muito boa tarde a todos. Senhores, o Brasil chegou a um ponto assustador: um casal do interior de São Paulo foi condenado a 50 dias de detenção apenas por educar suas duas filhas em casa. Eles foram condenados por abandono intelectual. E eu quero falar aqui sobre essas meninas consideradas abandonadas pela Justiça. São duas crianças que leem cerca de 30 livros por ano, enquanto a média anual do brasileiro é de apenas 5 livros. As meninas "abandonadas intelectualmente" são duas meninas que estudam matemática, ciências, história, geografia, português, inglês, latim, piano, teoria musical e canto. Uma delas concluiu o curso de inglês com anos de antecedência e, por isso, recebeu uma premiação acadêmica. A mãe, muito dedicada, desdobrou-se para aprender matemática, foi estudar pedagogia para garantir um melhor ensino, uma melhor educação para as suas filhas, manteve uma biblioteca enorme dentro de casa, incentiva pesquisas, leituras, cultura, conhecimento, ou seja, os pais oferecem o que há de melhor para educar as suas filhas. Só que nada disso importou, porque nós sabemos que o problema não era a educação das meninas. O problema é que essa família ou esses pais não se submeteram, esses pais ousaram educar as suas filhas sem a tutela ideológica do Estado. Aí o juiz citou uma coisa absurda. Ele disse na sentença que as meninas não gostam de funk, que as meninas não gostam de sertanejo, insinuando que os pais estão ensinando dentro de casa um ensino preconceituoso. Então, veja só, os nossos filhos agora são obrigados a gostar de funk e de sertanejo! Criticou também o fato de as meninas não aprenderem ensino de gênero, sexualidade, enfim, todos esses conteúdos ideológicos, senhores, que são considerados obrigatórios. Então, vejam a que nível nós chegamos. Nós precisamos entender que no Brasil existem homens e mulheres, existem famílias que querem ensinar os seus filhos em casa, que não querem submeter aos seus filhos chegarem à escola e verem uma placa lá, como aconteceu no meu Estado de Pernambuco, em uma das escolas: "Sejam bem-vindes", na linguagem neutra, onde os professores colocam no quadro a escrita em linguagem neutra, onde crianças chegam para preencher uma ficha e está escrito "nome social", "qual a sua identidade de gênero?", se você é mulher cisgênero, homem cisgênero, mulher transgênero, você é não binário, o que é que você é. Para finalizar, Sr. Presidente, o projeto de ensino domiciliar já foi aprovado aqui nesta Casa, na Câmara dos Deputados, e agora está no Senado, está na Comissão de Educação desde 2022. Fica aqui o nosso apelo para as famílias terem o direito de ensinarem seus filhos em casa. Muito obrigada. Que Deus abençoe o nosso Brasil!
  • 13/05/2026

    A Deputada elogiou a Governadora Raquel Lyra pelo investimento na segurança pública de Pernambuco, com a incorporação de 5.500 novos policiais às ruas. Destacou ainda, como Parlamentar, sua ligação pessoal com a Polícia Militar, por ser filha de policial militar e ter estudado no Colégio da Polícia Militar. Ao final, homenageou os policiais militares pernambucanos que atuam no combate à criminalidade.

    Palavras-chave oficiais: Governadora,Pernambuco,Política de segurança pública,Investimento público,Policial militar,Deputada federal,Polícia militar,Efetivo militar,Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. O meu Pernambuco está cada vez mais seguro. São 5.500 novos policiais na rua, os nossos queridos laranjinhas. Nunca se investiu tanto na segurança do nosso Estado. Isso se dá pela sensibilidade da nossa Governadora Raquel Lyra, que tem se mostrado muito empenhada, entendendo a necessidade da população pernambucana. Hoje, nós vemos pelas ruas, por onde nós vamos, este boné aqui que eu estou usando, e eu o uso com muito orgulho, porque a família pernambucana está sendo verdadeiramente cuidada. Ontem, eu participei com muito orgulho do lançamento de uma parte desse efetivo. Sou filha de policial militar, estudei no colégio da Polícia Militar e ver esses investimentos na Polícia Militar de Pernambuco me traz sempre muita alegria. E é com muita honra que eu venho anunciar esse grande investimento da nossa Governadora Raquel Lyra. Que Deus abençoe cada policial militar de Pernambuco que está nas ruas combatendo a bandidagem.
  • 13/05/2026Breves Comunicações

    A Deputada relatou ter sido alvo de ofensas durante reunião na Comissão da Mulher na Câmara dos Deputados, quando foi chamada de “feia” e “horrorosa” por um participante. Afirmou que a Polícia Legislativa Federal analisou imagens e testemunhas e concluiu pela ocorrência de injúria com caráter de misoginia e violência política de gênero, com intenção de humilhação. Destacou que o caso teve ampla divulgação nas redes sociais e foi tratado como agravado no relatório. Informou que o Ministério Público Federal arquivou o caso ao considerar que as falas estariam protegidas pela liberdade de expressão. Contestou a decisão, apontou divergência entre instituições e informou que pretende recorrer.

    Palavras-chave oficiais: Deputada federal,Ofensa,Violência política contra a mulher,Violência política de gênero

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Muito boa tarde, Sr. Presidente. Boa tarde a todos os presentes e também aos que nos acompanham. Saúdo a todos. Eu fui chamada de "feia" e de "horrorosa", e não foi numa briga de rua, foi dentro desta Casa, na Comissão que defende as mulheres. No meu momento de fala, quando eu defendia as mulheres, fui atacada verbalmente por um militante de esquerda que estava participando da reunião — dentro, eu repito, da Comissão da Mulher. A Polícia Legislativa Federal estava presente naquele momento e investigou o episódio. Quero aproveitar e parabenizar o excelente trabalho da Polícia Legislativa, do Diretor Rocha e de todos que nos acolheram naquele momento. A Polícia Legislativa analisou as imagens, ouviu as testemunhas e chegou a uma conclusão clara: aquilo não foi uma simples crítica política, houve a intenção clara, explícita, de me humilhar, de me constranger. Isso foi reconhecido pela Polícia Legislativa, que entendeu que aquelas palavras não tinham nenhuma relação com o debate político, não eram críticas a projetos que estavam sendo discutidos no momento, eram ataques pessoais, simplesmente ataques pessoais dirigidos à aparência de uma mulher — "feia" e "horrorosa". O relatório da PLF fala expressamente — estou com ele aqui — em misoginia e violência política de gênero. A Polícia Legislativa afirmou que houve intenção de ofender, de humilhar e de atingir a honra pessoal — a minha honra. E houve divulgação ampla das imagens. Os vídeos viralizaram. Isso a Polícia Legislativa entendeu como agravante, previsto no Código Penal. Pois bem, depois de toda essa fundamentação, depois de todo esse entendimento, a gente chega ao posicionamento do Ministério Público Federal, que é completamente diferente. Simplesmente, o Ministério Público decide arquivar o caso. Sabem qual foi a justificativa, senhores e senhoras? A justificativa foi que aquela afronta, ou seja, a afronta a uma mulher no seu espaço de trabalho, estaria protegida pela liberdade de expressão. E, mais, disseram que figuras públicas estão sujeitas a esse tipo de crítica. Portanto, você, Deputada mulher, acostume-se com isso, acostume-se que o militante pode chegar enquanto você fala aqui na Câmara e xingá-la. Isso não tem problema, é liberdade de expressão, e ponto final. A Polícia Legislativa participou do processo, analisou as imagens, fez um relatório, disse que aquilo era injúria, um ato de humilhação, mas o Ministério Público disse que não, enxergou apenas liberdade de expressão. Gente, isso é revoltante! É exatamente aqui que nasce a minha indignação, não por ser criticada e exposta dessa forma, porque eu posso dizer que a gente começa até a se acostumar. Mas, se alguém chegar a um espaço deste e chamar uma Deputada de feia, de horrorosa, não é passar do limite, então fica a pergunta: qual é o limite? Quando convém, a opinião vira crime; quando convém, é liberdade de expressão; mas passar batom na estátua não é liberdade de expressão, é ataque à democracia. Então, meus queridos — eu quero pedir só mais 30 segundos, para finalizar, Sr. Presidente —, fica muito claro que, quando uma mulher de direita é humilhada publicamente com ataque a sua aparência física, isso não é simplesmente tolerar o debate político. Digo isso, porque a gente sabe que, quando Alexandre de Moraes foi xingado ali no aeroporto e foi, de certa forma, atacado, o Ministério Público acatou a denúncia, mas, com a gente, é diferente. Então eu peço a todos... O SR. PRESIDENTE (Hildo Rocha. Bloco/MDB - MA) - Peço que conclua, Deputada. A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE) - Sr. Presidente, são dois pesos e duas medidas. Fica aqui registrada a minha indignação. E quero dizer que nós vamos recorrer. Muito obrigada, Sr. Presidente.
  • 17/03/2026Breves Comunicações

    A Deputada destacou a criação do sistema de segurança “Protec Vaquejada”, desenvolvido pelo vaqueiro Gel Medeiros, que utiliza colchões amortecedores para reduzir acidentes nas pistas. Ressaltou a importância da inovação para prevenir lesões e mencionou a morte do vaqueiro Mãozinha como exemplo da necessidade de mais segurança. Informou ainda que apresentou requerimentos ao Ministério do Esporte e à Associação Brasileira de Vaquejada para incentivar a adoção da tecnologia em todo o País.

    Palavras-chave oficiais: Vaquejada,Sistema de segurança,Colchão,redução,Acidente,Esporte,Vaqueiro,requerimento,Ministério do Esporte,recursos,Tecnologia

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, querido Presidente. Boa tarde a todos. Hoje eu quero, aqui desta tribuna, destacar uma iniciativa muito importante na vaquejada pernambucana, que merece todo o nosso reconhecimento, também todo o nosso respeito e, acima de tudo, nosso apoio. O vaqueiro Gel Medeiros desenvolveu recentemente o Protec Vaquejada, um sistema de colchões amortecedores, que é instalado na área da faixa, exatamente no ponto das pistas onde os vaqueiros e também as vaqueiras costumam se machucar enquanto praticam o esporte. Quem conhece a vaquejada sabe que é um esporte que exige muita coragem, muita força, muita determinação e que faz parte da nossa cultura nordestina. Também, nós sabemos que praticando o esporte, correndo boi, muitos vaqueiros e vaqueiras se machucam no fim, na derrubada, e essa tecnologia simples pode fazer toda a diferença, reduzindo impactos, evitando lesões graves e salvando vidas. Infelizmente, em setembro de 2025, fim do ano passado, nós perdemos um querido amigo, o vaqueiro Mãozinha, numa vaquejada histórica em Surubim, Pernambuco. Hoje, eu tenho uma filha de 16 anos correndo vaquejada. Hoje, eu tenho também o meu esposo, Deputado Estadual por Pernambuco, Pastor Júnior Tércio, que é vaqueiro desde menino. Ao conhecer essa importantíssima ferramenta de segurança para as pistas de vaquejada, a minha preocupação se torna ainda maior em cobrar. Por isso, eu apresentei um requerimento de informação ao Ministério do Esporte, solicitando que o Governo avalie a possibilidade de apoiar, mas também de destinar recursos para que essa iniciativa possa chegar às pistas de vaquejada de todo o Brasil. Eu também encaminhei um requerimento à Associação Brasileira de Vaquejada — Abvaq, para que os parques de vaquejada sejam comunicados sobre a importância dessa inovação e sejam comunicados também sobre a necessidade de adotar essa inovação. Então, eu quero aqui parabenizar os parques que já estão reconhecendo essa importante iniciativa, as últimas vaquejadas que fui, Haras Pacita, Haras WM, o Parque Rufina Borba. É muito importante que cada vaqueiro, cada vaqueira, cada criador, todos que são envolvidos no esporte possam também cobrar a instalação dessa proteção. Que a vaquejada continue ainda mais forte, trazendo ainda mais alegria. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Conclua, Deputada. A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE) - Obrigada, Presidente. Então, que a vaquejada continue ainda mais forte, trazendo mais alegria para a gente e fortalecendo ainda mais a nossa cultura. Muito obrigada, Presidente. Deus abençoe o Brasil.
  • 04/03/2026

    A Deputada denunciou a falta de acompanhamento pedagógico para crianças com autismo no Município de Jaboatão dos Guararapes (PE). Explicou que a ausência desse suporte tem impedido que muitas crianças frequentem regularmente as salas de aula, o que compromete seu processo de aprendizagem. Além disso, relatou que mães de crianças com transtorno do espectro autista estão preocupadas com a situação e afirmou que a responsabilidade recai sobre a administração municipal. Por fim, fez cobrança direta ao Prefeito Mano Medeiros, pedindo providências para garantir o acesso dessas crianças à educação com o acompanhamento adequado.

    Palavras-chave oficiais: Criança,Pedagogia,Autismo,Atendimento pedagógico,Jaboatão dos Guararapes (PE),Transtorno do Espectro Autista (TEA),Mãe,Administração municipal,Prefeito

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Centenas de crianças com autismo, em Jaboatão dos Guararapes, ainda continuam sem acesso às salas de aula porque falta acompanhamento pedagógico. Sem este suporte, estas crianças ficam privadas do processo de aprendizagem. Enquanto isso, as mães de crianças atípicas estão angustiadas porque seus filhos continuam em casa por causa da omissão da Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes. Fica, portanto, nossa cobrança: Prefeito Mano Medeiros, que disse que autismo é moda, as crianças atípicas de Jaboatão não podem continuar esperando e pagando um preço em função da omissão da Prefeitura. Muito obrigada.
  • 03/03/2026Breves Comunicações

    A Deputada afirmou que pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data indicaria 51% de desaprovação ao Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, interpretando o resultado como sinal de insatisfação popular. Argumentou que manifestações recentes nas ruas também refletiriam críticas da população à condução do Governo Federal. Além disso, criticou declaração atribuída à Deputada Tabata Amaral e mencionou o Prefeito do Recife, João Campos. Em resposta à fala citada, defendeu o conservadorismo político e religioso, afirmando que esse conjunto de valores estaria ligado à defesa da família, da liberdade e de princípios morais. Por fim, dirigiu-se a eleitores e lideranças religiosas, pedindo atenção às posições políticas de candidatos e defendendo a mobilização de setores conservadores no debate público.

    Palavras-chave oficiais: Instituto de pesquisa,Presidente da República,Governo federal,desaprovação,Opinião pública Prefeito,Recife (PE),declaração,Deputada federal,Conservadorismo,Família,Líder religioso,Eleitorado

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente Charles Fernandes. Boa tarde a todos os colegas Parlamentares e a todos que nos acompanham. Mais um recorde do Governo Lula: 51% de desaprovação é o que aponta a nova pesquisa, divulgada nessa terça-feira, em levantamento feito pela Real Time Big Data. Portanto, 51% do povo brasileiro desaprova o Governo. E a desaprovação não está apenas em um número. Quem esteve nas ruas nesse domingo viu que o nosso Brasil acordou, viu o nosso povo se mobilizar e mostrar que não aguenta mais tanta injustiça em nossa Nação. O povo foi para a rua expressar insatisfação, cobrar mudanças, cobrar responsabilidade. A gente vê que o nosso povo não está inerte. O povo está se mobilizando, o povo está reagindo, o povo está cansado de escândalos. Os conservadores, o povo conservador, não vão entregar o nosso Brasil desse jeito. Por falar em conservadorismo, eu quero, em nome dos conservadores brasileiros, repudiar a fala da Deputada Tabata Amaral, esposa do Prefeito João Campos, de Recife, Pernambuco. Ela disse exatamente isto: "O conservadorismo é discurso para esconder safadeza. Qual é a onda do momento? A onda do momento é ser conservador". Eu gostaria de repudiar esse ataque inaceitável aos conservadores. Pergunto o que eles vão fazer numa igreja cheia de conservadores, se eles pensam assim sobre nós. O que eles vão fazer numa igreja cheia de conservadores, se eles não só pensam isso sobre nós, como expressam o que pensam sobre nós? Conservadores de Pernambuco, em especial padres e pastores de Pernambuco, abram os olhos! Os que pensam dessa forma e militam contra nós conservadores estão se assentando nos bancos das igrejas apenas para pedir o nosso voto, olhando para nós como massa de manobra, para captar voto em período eleitoral. Esse tipo de gente tem se revelado em nosso meio. Nós precisamos estar atentos neste ano eleitoral. Para finalizar, Presidente, eu quero dizer que conservadorismo não é onda do momento. Onda é modinha. Onda passa. Conservadorismo é fundamento, é convicção, é defesa da vida, da família, dos valores, da liberdade e da nossa Nação. Obrigada, Presidente Charles. Deus abençoe o nosso Brasil!
  • 03/03/2026

    A Deputada informou que a Polícia Militar de Pernambuco recebeu novas viaturas e equipamentos para reforçar a segurança pública no Estado. Afirmou que foram destinados cerca de 2,3 milhões de reais em recursos, em parceria com o Deputado Estadual Júnior Tércio, com o objetivo de fortalecer a atuação da corporação. Por fim, destacou que a pauta é prioridade em seu mandato, prestando ainda homenagem aos policiais militares pernambucanos, chamados de “laranjinhas”.

    Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Polícia militar,Pernambuco,Veículo de segurança pública,Recursos públicos,Deputado estadual,Homenagem,Policial militar

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Quero informar que a Polícia Militar de Pernambuco, esta semana, recebeu viaturas e também equipamentos para a segurança da nossa população. E eu, junto com o Deputado Estadual Pastor Júnior Tércio, meu esposo, destinamos 2.300.000 reais para a Polícia Militar de Pernambuco, para fortalecer a segurança da nossa população. Eu sou filha de militar. Eu cresci conhecendo o peso da farda, cresci conhecendo o que é dar a vida pela segurança da população. E a pauta da segurança no meu Estado é prioritária no nosso mandato. Quero aqui abraçar de uma maneira toda especial os "laranjinhas", que estão lá nas ruas todos os dias protegendo o nosso povo pernambucano. Que Deus abençoe a Polícia Militar de Pernambuco!
  • 25/02/2026

    A Deputada registrou a aprovação, por Comissões da Casa, de requerimento que concedeu moção de apoio e louvor à cientista Tatiana Sampaio, em reconhecimento pelas pesquisas sobre polilaminina e aos avanços no tratamento de lesões medulares. Além disso, destacou que a iniciativa das Comissões valorizou o trabalho desenvolvido na área científica e apontou que o Parlamento demonstrou incentivo à continuidade de estudos voltados à transformação de vidas. Por fim, indicou que a homenagem representou estímulo à produção científica e ao desenvolvimento de soluções na saúde.

    Palavras-chave oficiais: Moção de louvor,Cientista,Polilaminina,Lesão medular,reconhecimento,Produção científica,Saúde,Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família (CPASF),Comissão de Saúde (CSAUDE)

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu gostaria de fazer um registro. Nós acabamos de aprovar na CPASF, na Comissão de Família — e soube que também foi aprovado na Comissão de Saúde um requerimento do Deputado Eduardo da Fonte —, uma moção de apoio, uma moção de louvor à grande cientista e médica Dra. Tatiana Sampaio, que tem estudado com muito afinco a polilaminina. E nós temos tido muitos avanços no tratamento de lesões medulares. Esta Casa, por meio das Comissões e das moções de louvor, reconhece o trabalho, reconhece o empenho da Dra. Tatiana Sampaio — e eu, como mulher, me sinto muito bem representada pela sua pessoa. Isso é um incentivo desta Casa, por meio das Comissões, para que continue transformando vidas. Obrigada, Presidente.
  • 24/02/2026Breves Comunicações

    A Deputada criticou desfile de carnaval, na Sapucaí, da escola Acadêmicos de Niterói, que homenageou o Presidente da República, e afirmou que houve uso de recursos públicos e campanha antecipada. Declarou que conservadores e evangélicos foram retratados de forma depreciativa durante a apresentação, o que considerou desrespeito a parcela significativa da população. Mencionou ainda a atuação de igrejas e comunidades terapêuticas e questionou como outras religiões seriam tratadas em situação semelhante. Afirmou, por fim, que o episódio marcou o debate público em ano eleitoral e disse que o resultado das urnas refletiria a reação desse segmento da sociedade.

    Palavras-chave oficiais: Escola de samba,Homenagem,Presidente da República,Rio de Janeiro (RJ),Ano eleitoral,Crítica,Campanha eleitoral

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Boa tarde. Boa tarde a todos os colegas Deputados. Boa tarde aos brasileiros que nos acompanham. O Brasil assistiu a um dos maiores absurdos da nossa história, na Sapucaí, com a Acadêmicos de Niterói homenageando o pior Presidente da história do Brasil! O Brasil assistiu àquilo, e eu confesso que foi difícil acreditar no que eu estava vendo. Como se não bastasse a campanha antecipada explícita, como se não bastasse o uso do dinheiro público para patrocinar essa comédia, essa piada pronta que aconteceu naquele dia, naquele desfile, ainda por cima, no meio do espetáculo, o que é que aparece? Conservadores e evangélicos sendo alvo de zombaria, com a Bíblia na mão, retratados dentro de latas de conserva, como se milhões de brasileiros fossem um atraso, fossem motivo de deboche, como se a minha fé fosse motivo de deboche. Nós estamos falando de 30% da população do nosso Brasil, de milhões de pessoas que trabalham, pagam impostos, pessoas que estão envolvidas no serviço da igreja, por exemplo, com comunidades terapêuticas, que prestam um grande serviço à nossa sociedade. E o que eles recebem em troca? Um desfile para ridicularizá-los, e com recursos públicos. A gente vai sempre se lembrar disso. Eu pergunto, Brasil: se fosse um movimento conservador que estivesse fazendo um desfile e colocasse, no meio dele, uma ala com outra religião, como o candomblé, a umbanda, usando uma galinha morta, usando farofa, usando vela, usando pipoca, zombando do candomblé, zombando da umbanda, a Esquerda, que grita tanto aqui, o que estaria fazendo? Com certeza, eles estariam gritando que é discurso de ódio, estariam entrando com investigação. Mas, como é contra conservadores, como é contra evangélicos, então está tudo bem. Eu já finalizo as minhas palavras. É ano eleitoral, Brasil. Cristãos do nosso Brasil, é ano eleitoral. E este ano é decisivo. Outubro está chegando, e o povo da latinha de conserva é quem vai decidir o futuro do Brasil. O povo da latinha de conserva é quem vai dar a resposta nas urnas contra a Esquerda e contra o... (Desligamento do microfone.)
  • 11/02/2026Breves Comunicações

    A Deputada criticou a homenagem prevista ao Presidente Lula no Carnaval da Sapucaí, apontando uso de recursos públicos em ano eleitoral. Afirmou que a iniciativa ocorreu em meio a filas no SUS, aumento de impostos e problemas na educação, citando 45 mil alunos cegos que teriam ficado sem livros em braille. Informou que a promoção de Governo com dinheiro do contribuinte contrariou a legislação e os princípios da impessoalidade. Solicitou esclarecimentos ao Ministério da Cultura sobre edital e critérios adotados e acionou o Tribunal de Contas da União para apurar possíveis irregularidades. Também parabenizou a atuação conjunta da Câmara e do Senado na fiscalização do caso.

    Palavras-chave oficiais: Carnaval,Rio de Janeiro (RJ),Escola de samba,Homenagem,Presidente da República,Propaganda eleitoral,Crítica

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Deputado Otoni de Paula, Presidente. Boa tarde. Boa tarde a todos, no dia de hoje. Neste ano, o atual Presidente do nosso Brasil vai ser homenageado. Ele vai ser homenageado na Sapucaí, e isso com o patrocínio do pagador de impostos. É absurdo ouvir isso, no momento que nós estamos vivendo no nosso Brasil: com o dinheiro do pagador, do contribuinte, daquele que acorda às 5 horas da manhã para levar comida para casa; com o dinheiro de quem está na fila, há meses, esperando um exame, e não consegue; com o dinheiro de quem está sofrendo na fila do SUS. Isto é um retrato fiel do que está acontecendo no Brasil: o Presidente Lula, o Governo Lula sambando na cara dos brasileiros. A gente sabe que carnaval é cultura. Sim, o povo gosta de carnaval, o brasileiro comemora essa festa. Mas falar de festa com o dinheiro suado do trabalhador, do cidadão, falar de festa para promover político e, ainda mais, para promover o pior Presidente da história do Brasil, é vergonhoso! Homenagear o Governo enquanto o Brasil, o nosso País, enfrenta recordes e recordes ruins, como, por exemplo, o recorde de arrecadação, o recorde de hospitais lotados? Homenagear um Governo ou um Presidente, por exemplo, quando, em 40 anos da história do Brasil, pela primeira vez, 45 mil alunos ficarão sem os seus livros, 45 mil alunos deficientes visuais — alunos cegos — ficarão sem os seus livros em braile? Homenagear um Governo que bate recorde de impostos, de aumento de impostos? Sr. Presidente, nós estamos num ano eleitoral, e a lei proíbe o uso de dinheiro público para promoção pessoal. Diante de indícios de que isso possa estar acontecendo, eu solicitei esclarecimento ao Ministério da Cultura sobre a existência de um edital público, sobre os critérios e a justificativa das escolhas e se foram respeitados os princípios da impessoalidade, da igualdade de disputa e da proibição do uso da máquina pública para fins eleitorais. Também fiz uma solicitação ao Tribunal de Contas da União para que atue para impedir qualquer irregularidade, porque usar o dinheiro do contribuinte para bancar campanha eleitoral antecipada é ilegal; não é só ilegal, é injusto. Desde já, quero parabenizar a força-tarefa desta Casa e do Senado pelo trabalho para que essa aberração seja impedida. Esperamos que as providências sejam tomadas com rapidez, para proteger o dinheiro público e também para proteger a nossa democracia. É isso, Sr. Presidente. Muito obrigada.
  • 20/08/2025Breves Comunicações

    A Deputada defendeu o Pastor Silas Malafaia, afirmando que ele está sendo alvo de perseguição política e religiosa por parte do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, ao ser incluído em um inquérito com acusações de crimes como coação, obstrução de investigação e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Afirmou que essas acusações seriam apenas uma forma de criminalizar opiniões e posicionamentos religiosos, lembrando perseguições ocorridas em países como a Nicarágua. Além disso, destacou o papel de Malafaia como voz forte contra o aborto, as drogas, o ativismo LGBT e ataques à fé cristã. Por fim, fez um alerta aos fiéis de que a perseguição ao pastor representa uma ameaça a todos os cristãos e pediu que a Câmara não seja omissa diante do que considera um ataque à liberdade de expressão e de religião no Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Perseguição política,Pastor evangélico,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Coação,Obstrução da Justiça,Estado Democrático de Direito,Tentativa (crime),Abolição violenta do Estado Democrático de Direito,Liberdade de expressão,Liberdade de religião,População LGBT,Aborto,Entorpecente,Igreja evangélica

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Boa tarde, Sr. Presidente. Boa tarde a todos os demais presentes. O que nós estamos vendo no Brasil hoje é uma cena que jamais poderíamos imaginar em um País que, pelo menos, se diz democrático: um pastor, um grande líder religioso, o Pastor Silas Malafaia, pastor respeitado, está sendo investigado, perseguido, e foi incluído agora em um inquérito, um inquérito político-ideológico, que está sendo conduzido de forma arbitrária por Ministro Alexandre de Moraes. Eu gostaria de registrar que nós estamos falando de uma das vozes mais importantes do segmento evangélico. Eu sou evangélica, sou cristã. Nasci praticamente num lar evangélico e cresci vendo o Pastor Silas Malafaia pregando a palavra de Deus, sempre com posicionamentos muito fortes contra o aborto, contra a legalização das drogas, contra a militância LGBT, contra o ativismo gay. E ele tem-se levantando muito firmemente também contra o vilipêndio religioso, contra os ataques à nossa fé. Conheci um homem que nunca foi covarde, nunca se calou. Nesses últimos tempos, devido às aberrações que têm acontecido na nossa Nação, ele tem se posicionado firme ao lado da liberdade e do Presidente Bolsonaro. Agora, ele está sendo investigado no inquérito pelos seguintes crimes: coação no curso do processo, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Isto aqui é uma vergonha, isto aqui não existe! Inventar rótulos, criar expressões para transformar a opinião de um pastor em crime? A verdade, senhores, nós sabemos muito bem o crime que ele cometeu. O crime que o Pastor Silas Malafaia cometeu foi discordar do sistema, foi ter coragem de enfrentar Alexandre de Moraes, um Ministro que age se achando dono do Brasil, rasgando a nossa Constituição todos os dias. Esta perseguição lembra muito o que acontece hoje na Nicarágua, onde estão se fechando igrejas e emissoras de rádio, onde cristãos estão sendo perseguidos, ameaçados e presos. Prendem-se padres e pastores, por conta da sua fé. Estamos falando de Daniel Ortega, amigo do Presidente Lula. Lamentavelmente, o nosso Brasil está trilhando o mesmo caminho. Portanto, hoje eu venho a esta tribuna, como cristã, externar minha indignação, mas não apenas isso, colegas. Eu venho a esta tribuna fazer um alerta aos cristãos do Brasil: meus irmãos, não se enganem, quando um pastor é perseguido por sua opinião, pelo que prega, são os cristãos do mundo inteiro, são os cristãos do Brasil que estão também na mira dessa perseguição. Vou concluir, Sr. Presidente. Eu mesma fui alvo de um inquérito, recentemente. Podem pensar assim: "Ah, mas você é Deputada!" Não, o Pastor Silas Malafaia é um pastor, nem é político e nem pretende ser político, como ele sempre diz, e hoje está sendo perseguido. E a caça continua, porque Alexandre Moraes quer calar um por um. E você, cristão do Brasil, é o próximo. Eu espero muito que esta Casa, a Câmara dos Deputados, não seja omissa ao que está acontecendo na nossa Nação. Muito obrigada, Sr. Presidente.
  • 01/07/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou a presença da filha na tribuna e enfatizou a educação conservadora e os valores patrióticos que transmite a ela. Relatou participação em manifestação pacífica na Avenida Paulista, onde esteve ao lado de familiares de presos políticos dos eventos de 8 de janeiro de 2023, classificando como injustiça as condenações e prisões. Nesse sentido, criticou a perseguição a quem defende fé, família e liberdade. Além disso, denunciou a insegurança causada por bailes conhecidos como “inferninho” em Pernambuco, apresentando projeto de lei para coibir esses eventos. Também falou sobre o projeto de lei que regulamenta a criação de cães de grande porte, especialmente pit bulls, para evitar ataques e proteger vidas humanas. Finalizou abordando a urgência no atendimento a autistas e pediu agilidade na tramitação do projeto que define prazo para o atendimento pós-diagnóstico.

    Palavras-chave oficiais: Filha,Patriotismo,Direitos humanos,Preso político,Manifestação pública,Conservadorismo,Prisão,Pena injusta,Perseguição política Projeto de lei ordinária,proibição,Evento,Via pública,Equipamento de som,ausência,Autorização (administração pública) Projeto de lei ordinária,criação,Cachorro,Animal feroz,Animal doméstico,Ataque animal,diretrizes Projeto de lei ordinária,fixação,Prazo,Tratamento de saúde,Paciente,Transtorno do Espectro Autista (TEA),Pessoa com transtorno do espectro autista,Autismo

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Muito boa tarde a todos os colegas Deputados. Boa tarde a todos que nos acompanham. Hoje eu quero iniciar já destacando desta tribuna uma pessoa muito especial que está me acompanhando, a minha filha Clara, que está ali, de 15 anos. Filha, eu quero lhe dizer, desta tribuna tão importante e diante do Brasil inteiro, que eu tenho muito orgulho de você, orgulho de quem você está se tornando, uma mulher com valores sólidos, firmes. Eu tenho lhe ensinado, com muito amor, a amar sua família, a amar a sua Nação. Você tem se tornado uma grande patriota, que valoriza a fé, a verdade. Eu digo sempre que não tem sido difícil ensinar minha filha a ser conservadora, a ser de direita. Sabem por quê? Como eu sempre digo a ela, basta olhar para a Esquerda, basta olhar para tudo o que eles defendem, como a legalização das drogas, o assassinato de bebês no ventre da mãe, enfim, defendem tudo o que não presta. Então, eu tenho orgulho de dizer que não é difícil ensinar minha filha a ser conservadora, a ser de direita. É só olhar e ver o que eles pensam e o que eles defendem. O resto acontece naturalmente. Então, filha, em razão de tudo o que eu tenho lhe ensinado, você está se tornando uma mulher forte, uma mulher decidida, uma mulher firme e, acima de tudo, feminina, não feminista. Você é feminina, é diferente daquelas mulheres que gritam, que esbravejam, que odeiam os homens, que odeiam a fé, que odeiam a verdade, aquelas mulheres militantes que não raspam o sovaco. Está aqui uma mulher decidida, feminina e não feminista. O conselho que eu tenho para dar a você, minha filha, é que continue firme, porque a nova geração precisa de mulheres fortes, decididas e posicionadas como você. Eu amo muito você e não poderia deixar de fazer esta fala aqui para marcar este momento ao seu lado. Colegas Deputados, nesse último domingo, eu vivi um dos momentos mais marcantes da minha vida pública. Eu estive na Avenida Paulista, ao lado da minha filha, participando de uma grande manifestação. Que privilégio foi poder segurar a mão dela e falar um pouco sobre a situação tão difícil que o nosso País está vivendo e ensiná-la o que é defender aquilo em que a gente crê, mesmo quando o preço é muito alto. E ela sabe que esse preço é muito alto. Ela sabe das perseguições que nós passamos, das ameaças de morte que recebemos. E, quando eu digo "nós", eu falo de mim, Deputada Clarissa Tércio, de Pernambuco, e falo dos diversos Deputados que estão aqui e que defendem Deus, Pátria, família e liberdade. Naquele momento, na Avenida Paulista, milhares de pessoas se reuniram de forma ordeira, de maneira pacífica, para defender aquilo em que acreditam, porque o Brasil está gritando por socorro. E esse é um grito contra a censura, um grito contra a perseguição política, um grito para defender aqueles que estão tentando calar quem pensa de modo diferente, como eu e milhares de brasileiros. Naquela manifestação, nesse último domingo, também tive a oportunidade de estar com alguns familiares de presos políticos. E ressalto aqui, ao lado da minha filha, que tivemos a oportunidade de conversar com aqueles familiares, adolescentes como ela que estão com suas mães presas. Uma adolescente conversou com a gente ali e chorou, ao falar sobre a dor de ter a sua mãe presa, encarcerada injustamente. Estive ali também com mães, irmãs, avós, enfim, de uma maneira geral, com familiares de presos políticos por ocasião dos eventos do dia 8 de janeiro de 2023, pessoas que estão sendo condenadas a 13 anos, 14 anos, 15 anos, 17 anos de prisão, como se fossem terroristas, criminosos. É muita injustiça o que está acontecendo no nosso Brasil. Eu quero enfatizar aqui um trecho do discurso forte que fez o nosso Presidente Jair Bolsonaro. Ele disse assim: "Nós podemos mudar o destino do Brasil. Pessoas inocentes e humildes estão olhando para cima e vendo um teto de concreto numa penitenciária. Isso é um crime que não terá perdão no juízo final". E disse mais — e muito me marcou essa fala do nosso capitão —: "Alguns acham que são imortais, mas o dia de todos nós chegará". Eu quero aqui endossar a fala do meu Presidente e dizer, como cristã também, que, assim como a história — porque a história vai cobrar essas injustiças que foram cometidas —, o Todo-Poderoso, o soberano Deus, o Deus de toda justiça, irá cobrar cada injustiça cometida contra os seus. A palavra de Deus nos diz que havia um povo no Egito subjugado por faraó. E aprendemos que Deus, até por um tempo, permite que o seu povo seja subjugado — e é o que estamos vendo no dia de hoje —, mas é só por um tempo. A palavra de Deus e a história nos mostram que Deus está com os seus olhos atentos àqueles que estão sendo injustiçados. E, assim como Bolsonaro falou naquela manifestação, eu reitero aqui: a conta vai chegar diante de toda a injustiça praticada. Assim será com o nosso Brasil. Deus está atento. Nenhum poder humano é maior do que a justiça divina. Então, haverá justiça para os que estão presos. Aqui abraço cada família, abraço cada mãe, cada pai, cada irmã, cada filha, cada filho e digo, mais uma vez, o que eu disse lá na Avenida Paulista: vocês não estão sozinhos. Existe um povo forte. Existe uma voz, aqui, nesta Câmara, falando por cada um de vocês, porque nós sabemos que a injustiça está acontecendo. Estão sendo julgados e foram condenados, por exemplo, por tentativa armada contra o Estado Democrático de Direito, e sabemos que nenhuma arma foi apreendida no dia 8. Parece brincadeira, mas a única coisa que apareceu foi um estilingue com bolinhas de gude. Gente, isso é uma vergonha! Nenhuma arma foi apreendida. Que golpe é esse? Um golpe cometido por idosos, por mulheres segurando Bíblia, segurando bandeira do Brasil. Isso é uma vergonha. Isso é abuso. Isso é uma injustiça. Nós estamos vivendo, aqui no nosso Brasil, tempos sombrios. Nós estamos assistindo a, vamos dizer assim, uma perseguição cruel contra quem defende a fé, contra quem defende a família, a vida e a liberdade. Enquanto isso, o narcotráfico, a bandidagem e a criminalidade avançam nas ruas da nossa Nação. E eu quero também enfatizar um projeto de lei que trata de um tema que tem sido muito repercutido no meu Estado, Pernambuco, que são os famosos bailes conhecidos como inferninho, muvucão, pancadão ou como queiram chamá-los. Esses bailes têm causado um verdadeiro transtorno na vida dos cidadãos de bem de muitas comunidades do meu Estado, Pernambuco. E esse projeto de lei, o Projeto de Lei nº 2.711, de 2025, visa coibir os chamados bailes do inferninho. Esses eventos estão invadindo as comunidades, promovendo drogas, erotização, violência, orgias, abuso sexual, tudo isso em plena rua. Meu esposo, o Deputado Pastor Júnior Tércio, também apresentou o mesmo projeto na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Por quê? Porque nós somos cobrados diariamente por isso. O povo de Pernambuco não aguenta mais tanta bagunça, tanto desassossego. É um baile cujo nome já diz tudo, inferninho, que começa às 8 horas, 9 horas, 10 horas da noite e acaba às 5 horas da manhã. É droga rolando solta. É gente se prostituindo na rua, urinando na rua, usando droga na rua. As casas ficam travadas, as pessoas não podem transitar no meio da rua. Então, isso é uma perversidade, é uma destruição do sossego das famílias de bem. Portanto, este PL coíbe esses "eventos" — entre aspas — e não criminaliza, de forma alguma, a periferia. Pelo contrário, como muitos têm dito, ele está protegendo as pessoas da comunidade, as pessoas da periferia. É como eu sempre digo: quem quiser fazer barulho faça no horário permitido por lei, faça com alvará, faça com todas as permissões e com toda a legalidade devida, mas não do jeito que está acontecendo. Diante das nossas denúncias constantes, a Polícia Militar de Pernambuco já interveio e tem proibido esses bailes de acontecer em algumas localidades, mas nós não vamos parar de denunciar, porque nós estamos sendo cobrados por esses cidadãos de bem, que têm vivido maus dias por conta desses eventos. Também gostaria de ressaltar aqui, neste tempo que tenho no dia de hoje, outro projeto muito importante. O Brasil todos os dias tem recebido imagens muito fortes de ataques de pit bull. É outro tema que eu gostaria de enfatizar devido a sua importância e urgência. A respeito do tema, temos o Projeto de Lei nº 417, de 2025, que trata de algo que tem se tornado cada vez mais frequente e assustador: o ataque de cães da raça pit bull. O meu projeto trata não só da raça pit bull, obviamente, mas de cães de grande porte. Recentemente, em Pernambuco, uma criança de apenas 5 anos foi atacada dentro de sua própria casa. Em São Paulo, uma senhora de 83 anos foi morta por um pit bull solto na rua enquanto voltava da igreja. Ontem nós vimos um vídeo de um lutador de muay thai que conseguiu imobilizar dois cães da raça pit bull que tentaram atacar seu amigo e ele no meio da rua. Nós vemos cenas terríveis todos os dias, por exemplo, cenas de crianças subindo em brinquedos em parquinhos, e o pit bull tentando matar aquelas crianças, crianças subindo no teto de um carro, também fugindo do ataque feroz desses animais de grande porte. Eu quero fazer aqui um apelo. O projeto está parado na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Eu tenho conversado com os Deputados na Comissão, mas alguns estão receosos de relatar este projeto, de pegá-lo para dar continuidade à relatoria dele e, consequentemente, à sua aprovação. Por quê? Porque se dizem defensores dos animais, porque dizem que são contra a proibição. Eu quero dizer que eu também sou defensora dos animais. Eu sou até criadora de pit bull, tenho três pit bulls, que eu crio no meu sítio. Sou apaixonada pela raça. Sou apaixonada por animais de grande porte. Não tenho só pit bull, tenho também outras raças. Tenho um pastor malinois, que é o cão usado hoje na Polícia Militar de Pernambuco, e sou defensora dos animais, mas eu defendo ainda mais a vida do ser humano. Este projeto está evitando que se proíba alguma raça, por exemplo, mas está regulamentando o tema. Para se criar um pit bull, é preciso ter responsabilidade. Para se criar um cachorro de grande porte, é preciso ter regras, é preciso segurança, porque a vida do animal não pode estar acima da vida de um ser humano, da vida de uma criança. Esta semana eu estava com a minha família na praia, e havia um jovem com um pit bull. Confesso que, mesmo sendo criadora da raça, eu me senti insegura. Então, nós precisamos regulamentar a criação de animais de grande porte, de cachorros de grande porte. Falamos de pit bull porque são com eles que mais acontecem esses casos. Nós precisamos regulamentar para que mais mortes sejam evitadas, para que crianças não continuem sendo atacadas nas ruas e dentro das suas próprias casas também. Somente criadores realmente conscientes e responsáveis poderiam ter cães que tenham um potencial muito grande de matar uma pessoa. Por fim, Sr. Presidente, eu quero encerrar falando sobre uma causa que tem tocado profundamente o meu coração, que é a luta pela inclusão dos autistas, e também sobre um projeto que visa definir um prazo de 60 dias para o atendimento do autista após o diagnóstico. Acontece que, na minha cidade, Jaboatão dos Guararapes, por exemplo, nós temos uma fila de mais de... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - V.Exa. tem 30 segundos para finalizar, nobre Deputada. A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE) - Obrigada, Sr. Presidente. Nós temos uma fila de mais de 2 mil crianças, já com o diagnóstico em mãos, esperando o tratamento. Isso é algo que acontece em todo o Estado de Pernambuco também. Sabemos que é importantíssimo o atendimento e todo o acompanhamento após o diagnóstico, e nós precisamos definir um prazo para isso. Também faço este apelo à Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, para que seja rápida a tramitação do projeto e as famílias atípicas do Brasil sejam atendidas.
  • 10/06/2025Breves Comunicações

    A Deputada denunciou a realização dos chamados “bailes do inferninho” em comunidades do Recife (PE), como a UR-1, e relatou denúncias da população sobre tráfico de drogas, prostituição, uso de armas e perturbação do sossego durante essas festas clandestinas. Afirmou que moradores têm abandonado suas casas diante da insegurança e cobrou providências do Estado. Destacou a atuação da Polícia Militar de Pernambuco, que impediu a realização de um desses eventos, e reiterou que manifestações culturais devem respeitar a lei e os direitos da população. Informouestar sofrendo ameaças, mas reafirmou sua disposição de continuar cobrando segurança.

    Palavras-chave oficiais: Baile,Recife (PE),Evento clandestino,Violência

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Boa tarde, Presidente Lula da Fonte, meu amigo e meu irmão. Boa tarde a todos os nossos colegas presentes e a quem acompanha esta sessão. Eu venho a esta tribuna mais uma vez para dar voz ao povo trabalhador e honesto do meu Estado de Pernambuco, do meu Recife, que está sofrendo por causa de um verdadeiro tormento que se espalha pelas madrugadas: os chamados bailes do inferninho. O nome é bem apropriado. O que está acontecendo na nossa cidade é um absurdo. Não é cultura, não é arte, não é liberdade de expressão, é o retrato da bagunça e da perturbação do sossego público. Essas festas clandestinas, que têm acontecido na UR-1 e em outras comunidades do Recife, viraram um território de crime, de drogas, de tráfico e de desrespeito total a quem quer dormir e precisa acordar cedo para trabalhar. Enquanto a baderna corre solta durante a madrugada, quem sofre é o pai de família, quem sofre é o bebê recém-nascido, quem sofre é a criança que precisa acordar cedo para ir à escola no outro dia, quem sofre é a pessoa com autismo. Quero ler este recado de uma pessoa, uma entre os milhares de pessoas que nos fizeram denúncias sobre esses acontecidos: Uma facção está dominando os nossos bairros e se organizando através desses bailes para lucrar. Espero que esse baile de rua acabe logo. Os moradores não aguentam mais a zoada, não aguentam mais o mau cheiro de urina, a catinga de maconha, as garrafas quebradas, as pessoas usando pó ao ar livre, prostituição, menores de idade usando drogas e sendo abusadas, organizadores do evento armados a todo instante, mostrando armas para intimidar outras pessoas e até para fazer a segurança, devido ao intenso tráfico de drogas. Isso é um recado. Há moradores que estão vendendo suas casas porque não aguentam mais ver o lugar sendo dominado pelo tráfico. Há usuários furtando na localidade. Muitos estão pelas ruas, dormindo na frente da casa de trabalhadores ou diante de estabelecimentos de trabalhadores. Estão cobrando pedágio para os comerciantes venderem seus produtos. Isso é o que essa pessoa diz na mensagem e pede que o Estado interfira quanto antes. Não estou aqui para combater manifestações culturais, até porque sou nordestina, sou filha do Recife, conheço e respeito a cultura. Mas quem quiser fazer barulho que o faça dentro da lei, porque cultura de verdade tem hora para começar e tem hora para terminar. Isso não pode ser desculpa para perturbar o sossego do povo. Houve um clamor popular. O povo de bem se levantou e disse basta a essa perturbação. Começaram a nos procurar para exigir providências. O meu esposo, o Deputado Júnior Tércio, fez essa denúncia. Nós cobramos das autoridades policiais providências. Nesta semana, a Polícia Militar de Pernambuco esteve no local e não permitiu que aquela baderna acontecesse novamente. Eu quero parabenizar aqui a nossa gloriosa Polícia Militar de Pernambuco, que cumpriu seu papel. Mesmo com todas as dificuldades, homens e mulheres de bem cumpriram o seu dever. Para homenageá-la, quero citar um trecho da letra do seu hino: Polícia Militar de Pernambuco! Bravura e lealdade varonil Jamais deixaram de cingir-te a fronte Na guarda e na defesa do Brasil. Foi isso que eles fizeram. Fizeram cumprir a ordem no nosso Estado. Parabéns, Polícia Militar de Pernambuco! Estamos sendo ameaçados de morte, mas não vamos aceitar baderna no nosso Estado. Muito obrigada. Que Deus abençoe o Brasil! Que Deus abençoe Pernambuco!
  • 08/04/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou a manifestação ocorrida no último domingo na Avenida Paulista, caracterizando-a como um clamor pacífico por justiça, liberdade e respeito à Constituição. Disse que milhares de brasileiros pediram anistia aos presos do 8 de Janeiro, que, em sua visão, foram detidos injustamente, sem julgamento adequado e tratados como criminosos por expressarem opiniões contrárias. Também elogiou a presença de Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro no ato, ressaltando a liderança e coragem de ambos. Criticou ainda a prioridade legislativa dada a projetos ligados ao Judiciário, em contraste com a falta de urgência na tramitação da proposta de anistia. Por fim, afirmou que continuará lutando pela liberdade e contra o que considera injustiças cometidas no país.

    Palavras-chave oficiais: anistia,Avenida,São Paulo (SP),Constituição,Direito de manifestação,Ex-presidente da República,Pauta (processo legislativo),Poder Judiciário

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada e muito boa tarde, Presidente, Deputado Charles Fernandes. Boa tarde a todos os colegas Parlamentares presentes. Boa tarde a todos os que nos acompanham. Neste último domingo, o povo brasileiro fez história. Não ocorreu apenas uma manifestação, mas um verdadeiro clamor por justiça, por liberdade, por respeito à Constituição e pelos direitos fundamentais. Milhares de pessoas lotaram a Avenida Paulista e fizeram isso pacificamente, com bandeira, vestindo a camisa verde-amarela. Fizeram isso com orações e pedindo justiça. A multidão estava unida pedindo anistia para os presos do 8 de Janeiro. Estamos falando aqui de pessoas que foram injustiçadas, pessoas que foram jogadas em celas sem julgamento, sem o devido processo legal. Muitas pessoas foram presas arbitrariamente, tratadas como criminosas, como perigosas. Estamos falando aqui de injustiça. Eram pessoas que tinham nas mãos não armas, mas bíblias e bandeiras, e acima de tudo um desejo muito forte de serem ouvidas. Muitos estão pagando com a sua liberdade pelo fato de pensar diferente. Presidente, quero ressaltar que também estava lá, como sempre, do início ao fim, junto com o povo, o nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro, um verdadeiro líder, que, mesmo perseguido, não se esconde, não foge da luta e continua sendo a voz maior do povo de bem do Brasil, esse povo que se cansou de ser humilhado. Ao lado dele, estava a sua esposa, a Michelle Bolsonaro, que também, com muita coragem, ergueu a sua voz e lembrou algo que deveria envergonhar qualquer cidadão: ela disse que, no Brasil, o pichador pega de 3 meses a 1 ano de prisão, mas que quem gritou por liberdade está há mais de 1 ano preso, sofrendo essas injustiças. Então, que justiça é essa em que a balança da lei pesa mais de um lado ou pesa de um lado só? O que estamos vendo nesta Casa? Estamos vendo urgência para votar projetos de interesse de Cortes Superiores. Há projeto, por exemplo, para aumentar o número de cargos comissionados, mais estrutura, mais poder, mais regalias. Aí há urgência, mas e a anistia aos presos políticos, que é o clamor do Brasil? Cadê a urgência para isso? Cadê a mesma disposição para reparar essa injustiça que foi cometida e que envergonha o nosso País? É por isto que o povo está nas ruas, porque sabe que há dois pesos e duas medidas no Brasil. O povo não aguenta mais ficar calado diante de tanta injustiça. Nós não vamos nos calar. Vamos continuar pressionando, porque a liberdade é um direito de todos, e a injustiça contra um é uma ameaça contra todos nós. A nossa bandeira jamais será vermelha! Muito obrigada, Sr. Presidente. Anistia já!
  • 11/03/2025Breves Comunicações

    A Deputada defendeu a liberdade religiosa e de expressão, criticando a perseguição a líderes religiosos, como o Frei Gilson e o Pastor Waldemir Farias, por pregarem a Bíblia. Afirmou que a Esquerda estaria incomodada com o crescimento da fé cristã e rejeitou qualquer tentativa de censura a discursos religiosos. Encorajou pastores e padres a não se intimidarem e reforçou que a pregação do Evangelho deve ser mantida sem adaptações para agradar determinadas ideologias.

    Palavras-chave oficiais: Liberdade de religião,Perseguição política,Frei,Pastor evangélico,Esquerda política,Liberdade de expressão

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, nobres Parlamentares e todos que nos acompanham, hoje eu subo a esta tribuna para defender um dos pilares mais sagrados da nossa Constituição, que é a nossa liberdade de crença e de expressão religiosa. Eu sou evangélica e reconheço que nós estamos vivendo tempos perigosos aqui no nosso Brasil, pois pastores e padres que pregam a palavra de Deus dentro das suas igrejas estão sendo perseguidos simplesmente por citarem as escrituras. Dessa vez, o alvo é o Frei Gilson, que tem levado a mensagem de Cristo para milhões de pessoas. Ele faz umas lives às 4 horas da manhã, e milhares de pessoas acordam cedo para ouvir a palavra. Isso tem incomodado muito, isso incomoda. A Esquerda não suporta ver o povo se levantando de madrugada para adorar a Deus. A Esquerda não gosta disso, porque sabe que um povo que adora a Deus não se curva a esse sistema. Por que estão atacando o Frei Gilson? Porque ele está pregando a Bíblia. A Bíblia é a palavra do Senhor. É simples assim, é porque ele tem repetido o que o Senhor Jesus disse milênios atrás. Quero também falar sobre um irmão meu na fé, um pastor da Assembleia de Deus, muito respeitado em Pernambuco, o Pastor Waldemir Farias. Ele também tem sido severamente atacado apenas por pregar aquilo que a palavra de Deus ensina. Eu quero fazer aqui um alerta. O que está em jogo não é apenas a defesa de um frei, ou a defesa de um pastor, ou a defesa de um líder religioso. Está em jogo a liberdade de todos os cristãos e de qualquer pessoa que tenha fé. Ele pregou a palavra de Deus, em 1 Coríntios, capítulo 6, versículos 9 e 10, e está sendo perseguido. Passo a ler: "Ou vocês não sabem que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não se enganem: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem afeminados, nem homossexuais, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus." Foi simplesmente isso o que foi pregado. O papel de um pastor, de um padre, ou de qualquer outro líder religioso é guiar o seu rebanho, Deputado Pastor Sargento Isidório, e não ficar moldando a sua pregação para agradar quem não gosta. Quem não gosta das Sagradas Escrituras que não ouça a palavra pregada, que vá viver o evangelho da Xuxa! O SR. PRESIDENTE (Cabo Gilberto Silva. Bloco/PL - PB) - Peço que conclua, Deputada. A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE) - Que vá ouvir a palavra da Xuxa, porque ela disse que é preciso reescrever as Sagradas Escrituras. Então, vá lá. Desse evangelho que não incomoda, muita gente gosta, principalmente a Esquerda. Eu quero aqui mandar esta mensagem ao Frei Gilson, ao Pastor Waldemir Farias e a todos os líderes religiosos: não se curvem, não se intimidem, não tenham medo de pregar o Evangelho. Se o mundo os odeia, se o mundo os persegue, é porque vocês estão no caminho certo. Nenhum governo, nenhuma ideologia, nenhum supremo tribunal federal pode calar a voz de um profeta que foi chamado para pregar a palavra do Senhor, calar a voz de um profeta chamado por Deus. Que Deus abençoe o Brasil! Vamos continuar lutando pela liberdade de crença e de expressão e para falarmos de nossa fé. Muito obrigada, Presidente.
  • 25/02/2025

    A Deputada registrou a presença do seu pai e do seu esposo no plenário da Casa. Além disso, discutiu o Projeto de Lei nº 4.187, de 2024, que institui o dia 17 de fevereiro como Dia Nacional da Axé-Music.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário Presença,Câmara dos Deputados,Pai,Marido,Deputada federal

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Saúdo o Presidente, meu amigo, meu irmão Deputado Lula da Fonte, e todos os colegas presentes. Antes de falar sobre o projeto, eu só queria aqui fazer o registro da presença dos dois homens da minha vida que estão ali. Primeiro, o meu pai, o Coronel e Pastor Francisco Tércio, que é hoje Presidente da Assembleia de Deus Ministério Novas de Paz e também é diretor da rádio mais ouvida do Estado de Pernambuco, onde é conhecido como o coronel que construiu uma igreja dentro do quartel. Segundo, o meu esposo, que também está ali, o amor da minha vida, o Deputado Estadual mais votado lá em Pernambuco. Deus os abençoe! Eu queria registrar que hoje, dia 25 de fevereiro de 2025, é mais um dia em que o pai de família se levanta cedo para levar o sustento para sua Casa, levanta-se para trabalhar preocupado com o preço do café, o preço do ovo, o preço da carne, preocupado também com o preço da gasolina, que são itens fundamentais para a sobrevivência da sua família. Na semana retrasada, nós passamos o dia discutindo a instituição do Dia Nacional para a Ação Climática e agora nós nos deparamos com outra proposta inútil: a criação do Dia da Axé-Music. Afinal, se houver música para dançar, ninguém vai sentir fome. Se houver música boa, se tivermos um bom carnaval, ninguém vai ficar preocupado com a escalada dos preços. Então, o que eu vejo é que isso é pão e circo, e é com isso que muitos estão preocupados nesta Casa. Eu pergunto por que o Congresso não está tão preocupado, por que não temos essa mesma preocupação, essa mesma motivação para derrubar os vetos, por exemplo, à indenização para crianças com microcefalia. Estamos vendo a mobilização e o sofrimento das mães que estão transitando pelos corredores desta Casa. Não podemos aceitar que, num momento de crise como o que nós estamos vivendo, a prioridade desta Casa seja modinhas musicais. Lembro que essas são músicas que não representam a maioria dos brasileiros. Muitas dessas músicas carregam letras que, se eu pudesse reproduzir nesta tribuna, muitos dos que estão aqui ficariam envergonhados. Músicas com a letra podre são cantadas e decoradas pelas nossas crianças e adolescentes. A axé-music não representa a maioria dos brasileiros. A maioria dos sucessos desse gênero carrega letras indecentes. Fica aqui o meu registro: eu sou contra este projeto, contra essa inversão de prioridades. Muito obrigada, Presidente. Que Deus abençoe o Brasil!
  • 25/02/2025Breves Comunicações

    A Deputada celebrou a recepção calorosa ao ex-Presidente Bolsonaro durante sua visita a Pernambuco, ressaltando a irritação da Esquerda com seu apoio popular. Ademais, destacou que o povo sente saudade do Governo Bolsonaro porque naquela época os preços dos alimentos eram mais baratos. Por fim, enalteceu a união e o fortalecimento da Direita e lembrou a manifestação da Oposição prevista para o dia 16 de março, em Copacabana.

    Palavras-chave oficiais: Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Pernambuco,Apoio político,Esquerda política,Inflação,Preço,Alimento,Manifestação pública,Direita política,Rio de Janeiro (RJ)

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    A SRA. CLARISSA TÉRCIO (Bloco/PP - PE. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente Altineu Côrtes. Ontem durante a visita do Presidente Bolsonaro a Pernambuco ficou ainda mais claro por que desejam tanto vê-lo longe das urnas e até preso. Eu pude ver em todos os pernambucanos que foram recebê-lo a recepção calorosa, o entusiasmo das pessoas e aquela energia muito forte, como sempre, nas ruas. Houve até Deputado pernambucano de esquerda que ficou irritadinho e fez um vídeo dentro do carro, no trânsito congestionado que se deu por conta do povo que parou as ruas para receber o Presidente Bolsonaro. Nós sabemos que essa irritação toda, essa perturbação, essa agonia da Esquerda, é porque eles estão simplesmente percebendo que o povo brasileiro está com saudade do Bolsonaro, está com saudade do preço da bandeja de ovos, que era 10 reais, do arroz, do café, da picanha. Quero aqui, Sr. Presidente, meus colegas Parlamentares, apenas fazer este registro de como a Direita está se unindo cada vez mais, estamos cada vez mais fortes. No dia 16 de março estaremos nas ruas, em Copacabana. Que Deus abençoe o nosso Brasil! Muito obrigada, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.