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Detector de Bananada
Foto de Chico Alencar

Deputado · Câmara

Chico Alencar

PSOL · RJ

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Francisco Rodrigues de Alencar Filho · 77 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 96 de 100, Cara Bom0406080100

96/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 99% dos deputados · média do partido: 82

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 97%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 100%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 84%das 853 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 99%das 923 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.chicoalencar@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5970
Gabinete
Gabinete 970, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 388 de 391 sessões

Melhor que 89% dos deputadosMédia do partido: 91%

Votou nas votações

97%

Registrou voto em 1.097 de 1.128 votações nominais

Melhor que 98% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 53 projetos apresentados (0%)

7 avançaram · 44 em andamento · 2 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

84%

Em 853 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 62% dos deputadosMédia do partido: 85%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.112 discursos na tribuna · de 01/02/2023 a 02/09/2026.

  • 15/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 3.839, de 2023, que autoriza o uso de fotografia de identificação com elemento de indumentária tradicional que exprime a identidade da pessoa, bem como altera as leis nº 7.116, de 29 de agosto de 1983, nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro) e o Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós somos o que o mundo em que vivemos faz de nós. Nós somos a nossa cultura. Nós nascemos, nós nos vestimos, nós nos adornamos de acordo com ela. Então, o projeto é absolutamente correto, assim como a própria Câmara dos Deputados já admite. Deputada quer usar uma tiara, isso é legítimo, e está lá com essa foto. Deputado quer usar um chapéu ou uma touca, e está lá com essa foto. Isso não descaracteriza ninguém, muito ao contrário. Os indianos têm uma pinta mais redonda ou mais alongada, que representaria o sexto chakra, e isso é reconhecido pela sociedade indiana como um sinal característico. Então, eu entendo que essa polêmica aqui não cabe muito, não. Ela é legítima, é claro, podemos e devemos divergir, mas eu creio que é cristalino que as populações indígenas, as diferentes comunidades étnicas do Brasil e culturais devam ter a possibilidade da sua representação legal e da sua expressão fisionômica mais autêntica. Isso é muito bom para a nossa sociedade.
  • 15/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado elogiou a atuação da Polícia Federal no escândalo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), destacando o indiciamento de 48 pessoas, entre elas o ex-presidente do INSS Stefanutto, do atual Governo, e José Carlos Oliveira, do Governo Bolsonaro. Ressaltou que mais de 3 bilhões de reais foram devolvidos aos lesados e criticou entidades que usaram nomes virtuosos para fraudar aposentados. Além disso, condenou o modelo atual de emendas parlamentares, apontando os 61 bilhões de reais previstos no Orçamento como fator de fragmentação do planejamento nacional e de práticas fisiológicas. Por fim, classificou como deplorável a atuação do ex-Deputado Eduardo Cunha na oferta de emendas a funcionários da Casa.

    Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Ex-,Presidente,indiciamento,Polícia Federal (PF),atuação,Elogio Emenda,Orçamento federal,Despesa,Ex-deputado federal,Servidor público,gestão,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni de Paula. Colegas de Representação, quero, mais uma vez, aplaudir a Polícia Federal. Eu que a tinha, na minha juventude, como grande algoz, na época trevosa da ditadura empresarial militar, quero aplaudi-la, porque tem agido com profundidade e sem discriminar ninguém. Vejam o caso do primeiro indiciamento do escândalo do INSS: 48 pessoas. Há gente do atual Governo, como o ex-Presidente do INSS Sr. Stefanutto. Há outro ex-Presidente do INSS, com quem, parece-nos, tudo começou ou, pelo menos, ganhou tração, o Sr. José Carlos Oliveira, do Governo Bolsonaro. Ela não tem que perseguir nem proteger ninguém. Ela tem que ir fundo na apuração desse crime contra os nossos aposentados, que o Governo Federal, além de abrir, permitir, como é seu dever, essa investigação, tratou de ressarcir. Mais de 3 bilhões de reais foram devolvidos aos lesados. O que espanta é existirem entidades que usam nomes virtuosos, como Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais, para fazer essa fraude, esse roubo, essa — perdoem-me a expressão — sacanagem com os aposentados do Brasil. Mas que bom que o tumor está lancetado e que se vai avançar nessa direção! Outro tumor a ser lancetado, como já abordou aqui o Deputado Glauber Braga em tantas vezes, são as emendas parlamentares, o continuado orçamento secreto. Quero reiterar isso, discordando do Presidente da Casa, que insiste em dizer que está tudo legal, que é tudo certo, que é direito dos Parlamentares apresentar as emendas, e isso é, está na lei. Aliás, emenda parlamentar não devia existir ou, pelo menos, tinha que ser como no passado que eu vivenciei aqui como Parlamentar, quando se apresentava uma indicação e o Governo examinava se cabia ou não dentro de políticas mais amplas, políticas nacionais. Se não for assim, você faz do Orçamento da União uma colcha de retalhos, e, com os 61 bilhões de reais previstos no Orçamento deste ano, você acaba desconstituindo possibilidades de planejamento de política mais geral. Fica esse fisiologismo, coronelismo, emenda e voto — para fazer uma ilação com a obra clássica de Victor Nunes Leal —, e corrupção também. Outro dia, o Presidente Valdemar Costa Neto disse que todo Presidente de partido apresenta emendas através dos seus interpostos Deputados. É mentira! Pelo menos no nosso caso, no PSOL, isso não acontece. O ex-Deputado Eduardo Cunha, que, segundo o Deputado Glauber Braga, onde andava recendia a enxofre, tratou, agora, no seu trem-fantasma, de aportar em Minas Gerais e ofereceu emendas, falando com altos funcionários da Casa. Isso é absolutamente deplorável e tem que terminar!
  • 14/07/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.085, de 2026, que regulamenta o regime de relevância das questões de direito federal infraconstitucional para admissão dos recursos especiais no Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências. Além disso, criticou a apresentação de emendas parlamentares por quem não exerce mandato, classificando a prática como distorção do Orçamento da União com intuito eleitoreiro.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário Emenda,Ex-deputado federal,Eleições,Orçamento federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta e colegas, quero assinalar uma preliminar. Nós do PSOL e da REDE somos contra o fato de que quem não é Deputado apresente emenda parlamentar, inclusive dialogando com os servidores da Casa. Isso apequena o instituto, já questionável do ponto de vista das políticas públicas mais gerais, do Orçamento da União. Isso é uma distorção, uma aberração. E, nesse caso que lemos, vimos, por decisão do Ministro Flávio Dino, no caso do ex-Deputado Eduardo Cunha, é um claro intuito eleitoreiro, baixo, pequeno. Isso é muito errado. Mas vamos continuar falando da Justiça. Por que nós questionamos esse projeto? Em primeiro lugar, a urgência impede o bom debate, a realização de audiências públicas, a discussão. O filtro de admissibilidade reduz os recursos dos comuns. Na verdade, há uma exigência de que o recorrente demonstre, de forma preliminar e fundamentada, a relevância social, política, jurídica e econômica da questão debatida. Isso favorece as grandes bancas, e não o cidadão comum, os litigantes de menor status social. Outro elemento que também nos preocupa nesse projeto é que, ainda que regulamentemos e reconheçamos um comando constitucional, ele trabalha para restringir o acesso à Justiça, a função constitucional do STJ e a democratização social dos efeitos que esse novo filtro, um adendo, pode trazer a uma etapa adicional para o conhecimento dos recursos. Pode-se cair na seguinte situação: vai-se ficar discutindo se cabe ou não o recurso, uma tecnicalidade, e o mérito da questão será prejudicado. A Defensoria Pública vai sofrer muito caso esse projeto seja aprovado como foi apresentado. A restrição do número de recursos apreciados pelo STJ, que é o que se pretende, pode produzir desigualdade na aplicação do direito, que é um elemento fundamental da democracia. Pode também fazer com que as divergências entre os tribunais locais e a Corte Superior sejam minimizadas ou até atropeladas. Outro elemento importante é que a demonstração da relevância da questão federal tem como finalidade, ou, pelo menos, como efeito, uma nova carga argumentativa. Isso, em tese, está aplicado a todos os litigantes, mas é evidente que aqueles de menor poder aquisitivo, de menor expressão social, de menor amparo jurídico — o Deputado Patrus é um operador do Direito, um grande advogado —, aqueles que não têm recursos para contratar grandes bancas vão ficar prejudicados. Isso não é justiça para os pobres. Os direitos sociais, previdenciários, consumistas dos pequenos, políticas públicas em geral podem ter dificuldade nesses recursos. Portanto, entendemos que esse projeto, tal como está apresentado, é prejudicial à fruição da Justiça pelos mais pobres, pelos pequenos, pelas demandas coletivas dos de baixo.
  • 14/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.085, de 2026, que regulamenta o regime de relevância das questões de direito federal infraconstitucional para admissão dos recursos especiais no Superior Tribunal de Justiça e altera o Código de Processo Civil.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. A Federação PSOL REDE também traz essas considerações. Regime de urgência significa fazer com que o projeto, e este é de 2026, não passe por nenhuma Comissão, venha direto ao plenário, como se pretende fazer hoje. Em nossa leitura, o Senador Davi Alcolumbre está devendo muito à sociedade brasileira. Espero que mitigue essa dívida nestes dias que restam antes do recesso. O projeto que vem do Senado limita o acesso de muita gente à Justiça, faz com que processos de quem não é grande litigante, que se beneficia, pelo que pudemos entender, do projeto, fiquem para as calendas. Então, isso é injusto. Isso indica que não é sábio nem ponderado nem equilibrado votar esta urgência. Justiça para todos! Não é o que o projeto garante.
  • 14/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o crescimento do volume de emendas parlamentares no orçamento federal, afirmando que a prática comprometeria o planejamento das políticas públicas e o equilíbrio entre os Poderes. Além disso, questionou a indicação de emendas por pessoas sem mandato parlamentar, mencionando Valdemar Costa Neto e Eduardo Cunha. Por fim, associou as emendas de Comissão e de Relator ao orçamento secreto, apontou falta de transparência e rastreabilidade e defendeu que os recursos públicos fossem direcionados ao interesse coletivo, em vez de atender a interesses locais e eleitorais.

    Palavras-chave oficiais: Orçamento federal,Emenda,Política pública,Princípio do equilíbrio orçamentário,Princípio da harmonia entre os Poderes,Mandato parlamentar,Emenda de comissão,Emenda de relator,Orçamento secreto,Transparência pública,rastreabilidade,Recursos públicos,Interesse coletivo,Interesse econômico,Eleições

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hildo Rocha. O Brasil tem um título mundial: é o país que tem mais valor em emenda Parlamentar do Legislativo em relação a qualquer outro do planeta. Isso significa que essas emendas parlamentares que, no orçamento de 2026, chegam à casa dos 61 bilhões de reais estão desafinando o soneto da República Federativa, da articulação entre Poderes e das políticas públicas nacionais. Não bastasse essa aberração em si, agora o que se vê é emenda parlamentar sendo indicada por quem não é Parlamentar, seja o Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, notório político sem mandato, seja Eduardo Cunha, que já presidiu esta Casa, foi condenado e preso por corrupção, depois o STF anulou a sua condenação, como a de vários outros. No entanto, ele também agora indica emendas — inclusive, definindo em diálogo com servidores desta Casa, ele próprio, Eduardo Cunha — para diversos Municípios de Minas Gerais, onde pretende ser candidato a Deputado, ele que já foi do Rio de Janeiro, já tentou por São Paulo. Então, isso é um apequenamento do orçamento público. É a continuidade, inclusive, com as emendas de Comissão e de Relator do orçamento secreto. Rastreabilidade e transparência parecem não existir mais. Nos anos 40, um grande jurista, Victor Nunes Leal, escreveu uma obra-prima chamada Coronelismo, enxada e voto. Hoje, ouvi o cientista político Carlos Alberto Furtado de Melo lembrando que, no Brasil de hoje, pode-se falar em coronelismo, emenda e voto. As emendas não são integradas a políticas públicas mais gerais, mas, sim, vinculadas a interesses paroquiais particulares de cada Parlamentar, Deputado ou Senador. Fica uma colcha de retalhos em matéria de recursos públicos para fidelizar currais eleitorais. Muitas vezes, alguns de nós, pelo menos, fazemos faixas de autoelogio pela verba que foi destinada à obra "x" ou "y". E, olhe, muitas vezes com desvios, com corrupção, com licitações orientadas. Isso significa apequenamento do orçamento público, do planejamento, de toda a política de que este País precisa para superar suas mazelas de precariedade de serviços de saúde, de educação, de mobilidade urbana, de infraestrutura. Estão matando o orçamento público e fazendo dessas emendas algo apequenado, baixo, menor. Isso não pode continuar. Nós temos que ter essa profunda consciência, em defesa dos interesses públicos, não dos interesses paroquiais, particulares. Deputado fantasma também não cabe entre nós — pelo menos, não deveria caber. Obrigado, Presidente.
  • 01/07/2026

    O Deputado afirmou que textos religiosos devem ser lidos à luz de seu contexto histórico e criticou a interpretação literal da passagem atribuída a Paulo Apóstolo sobre submissão das mulheres, por reforçar visões patriarcais e machistas. Além disso, citou outra epístola para lembrar a igualdade de dignidade entre pessoas e reprovou declarações de Paulo Figueiredo sobre o voto feminino, consideradas absurdas. Por fim, defendeu o requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre crimes praticados em razão de misoginia.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Crime,Misoginia Voto da mulher,Defesa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, como sabemos, hoje mais do que ontem, qualquer texto, mesmo de livros considerados sagrados por qualquer religião, é datado. É o escritor, o escriba, e sua circunstância. Paulo Apóstolo viveu em um mundo muito patriarcal, muito machista. É óbvio que a interpretação que se dá a essa famosa frase dele, numa das epístolas — "Mulheres, sede submissas aos seus maridos, como a igreja deve ser a Cristo", que uma interpretação literal é completamente anacrônica hoje. Ela parte de uma realidade daquele momento. Isso não pode ser usado em púlpito, no Plenário, na bancada, em qualquer lugar, na rua, como inferiorização das mulheres. O mesmo Paulo disse: "Já não há judeus, nem escravos, nem livres. Todos e todas, acrescento, são dignos diante do Senhor". Portanto, a gente tem que ter cautela mesmo em relação a determinadas interpretações que podem reforçar o caráter ainda muito patriarcal, machista, vide o que falou Paulo Figueiredo, lá nos Estados Unidos, que mulher não sabe votar, casada é um pouco menos pior porque o marido orienta. Isso é um absurdo!
  • 01/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a expansão das apostas esportivas e alertou para os prejuízos sociais provocados pela disseminação da jogatina entre as famílias. Além disso, repudiou declarações atribuídas a Paulo Figueiredo sobre o papel das mulheres na política, ao classificá-las como expressão de machismo e patriarcalismo, e defendeu o fortalecimento da participação feminina na vida pública. Também abordou operações da Polícia Federal que encontraram dinheiro em espécie na residência de investigados e sustentou a necessidade de aperfeiçoar a legislação para restringir a guarda de grandes quantias em dinheiro vivo por agentes públicos, como forma de prevenir corrupção e crimes eleitorais.

    Palavras-chave oficiais: Aposta esportiva,Jogo de azar,Impacto social declaração,Machismo,Patriarcalismo,Ex-,Primeira-dama,Partido Liberal (PL),Violência política de gênero,Representatividade feminina operação,Polícia Federal (PF),Agente público,Dinheiro,Corrupção,Crime eleitoral

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Paulo Soares, colegas de representação, servidores da Casa que viabilizam esta sessão e quem nos acompanha, em meio a tantos jogos da Copa do Mundo e a essa indução permanente à jogatina, que não é feita no gramado, entra nas famílias e as leva a muitos problemas, como já se enfatizou aqui. Eu, ontem, ouvi uma frase que me parecia vir do século XIX ou do início do século XX. Paulo Figueiredo, que mora nos Estados Unidos, é unha e carne com Eduardo Bolsonaro, neto do ex-Presidente e último ditador do ciclo militar João Baptista Figueiredo, disse: "Mulher não sabe votar, sobretudo as solteiras. As casadas, pelo menos, podem seguir a orientação dos maridos". Isso é uma pérola falsa, uma joia podre do pensamento machista, patriarcal, em que o mandonismo do macho há de prevalecer. Isso está na base de toda essa última, mas não definitiva, desavença dentro do clã Bolsonaro. A Michelle, esposa de Jair Bolsonaro, deve saber bem, por experiência própria, o que é o mandonismo, o machismo, o patriarcalismo. Mas agora ela deu lá um grito de alerta contra esse tipo de opressão doméstica e pública, inclusive deixando a liderança do PL Mulher, pelo que li. O importante é o combate a essa visão deformada, a essa visão que não tem mais lugar no século XXI. O protagonismo crescente das mulheres no mundo inteiro é alvissareiro, é muito importante, inclusive aqui dentro do Parlamento Nacional. Outro ponto, sobre o qual imagino que todos estejamos de acordo, é o que tem acontecido seguidamente em cada operação da importante Polícia Federal brasileira, que tem encontrado dinheiro vivo dentro das casas dos investigados, em qualquer operação de busca e apreensão. Isso vale para o Senador Jaques Wagner, que, em boa hora, se afastou da Liderança do Governo no Senado, vale para o Deputado Sóstenes Cavalcante e, agora, hoje, para os seus assessores. Eu li uma notícia, com a ajuda da Deputada Sâmia Bomfim, que é impressionante. A Polícia Federal ainda não revelou o valor do que foi encontrado em livros falsos para guardar dinheiro. Livro, que é depositário de sabedoria, de filosofia, de ciência, de esperança para a humanidade, está sendo usado, com um fundo falso, para esconder dinheiro. Mas a Polícia Federal disse que não conseguiu ainda contabilizar esse montante. Quem é agente público, sobretudo, deve ter alguma limitação — e isso cabe à própria legislação, já estamos estudando isso — para esse tipo de procedimento. Hoje, no mundo digitalizado, com um sistema bancário que existe no mundo inteiro e formas on-line de transferência, guardar dinheiro dentro de casa, tentando explicar a origem de maneira totalmente insuficiente, ainda mais num período eleitoral, cheira muito mal e cheira a compra de votos, esquemas criminosos, em desacordo com a legislação eleitoral. Isso é uma aberração. E, é claro, sempre que atinge um político, um agente público notadamente do Legislativo, como tem acontecido, sobra para todos nós. Lembro-me do Deputado Geddel Vieira Lima, que tinha um apartamento só para guardar dinheiro vivo. Essas coisas absurdas, os sonhos de Tio Patinhas, da nossa infância, de mergulhar numa piscina cheia de dinheiro, isso é vergonhoso; isso é baixo; isso é vil; e isso precisa ser combatido com todas as nossas forças, inclusive no plano da legislação. Não se pode guardar dinheiro vivo, a não ser que haja uma comprovação de que aquilo foi declarado e está ali momentaneamente. Ficar como depositário é corrupção, é roubo, é ladroagem. Chega!
  • 30/06/2026

    O Deputado chamou atenção para dado de pesquisa do Datafolha segundo o qual 74% dos eleitores não se lembram em quem votaram para Deputado Federal, apontando esse índice como sintoma de uma crise permanente de representatividade. Defendeu a necessidade de aproximar a sociedade da política e dos parlamentos, criticando a percepção popular de que a política se resume a interesses pessoais e corrupção, exemplificada pelo que chamou de "caso rumoroso Vorcaro". Por fim, associou o avanço dos grupos econômicos ligados às bets à deterioração da democracia e da República, reforçando o alerta feito anteriormente pelo Deputado Tarcísio Motta sobre os impactos das apostas na sociedade brasileira.

    Palavras-chave oficiais: Pesquisa de opinião,Deputado federal,Eleitor,esquecimento,Política,Interesse individual Aposta esportiva,aumento,Democracia,Prejuízo

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Nós não comentamos aqui algo muito grave. Segundo pesquisa do Datafolha publicada ontem, 74% dos eleitores e eleitoras não se lembram em quem votaram para Deputado Federal. Portanto, a gente vive numa crise permanente de representatividade. Isso nos exorta a tentar diminuir, pelo menos, o profundo abismo que existe entre a sociedade e os parlamentos, entre a sociedade e a política. Muitas vezes — e o caso rumoroso Vorcaro revela isso —, a população entende política como politicalha, politicagem, "toma lá, dá cá", roubalheira, interesse pessoal próprio. E os partidos são legendas, muitas vezes, de aluguel, de fantasia. É preciso mudar esse quadro, em defesa da democracia e da República! República sem participação popular permanente deixa de sê-lo, frequentemente. República dominada pelos grandes grupos econômicos, como esse das bets, que ganha muito dinheiro e não gera trabalho, não gera renda, que é jogatina pura... Isso, sim, está destruindo a nossa civilização.
  • 30/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado manifestou solidariedade às vítimas de um terremoto na Venezuela, destacou o elevado número de mortos, feridos, desaparecidos e desabrigados e defendeu ampla mobilização internacional para prestar assistência humanitária. Por fim, comentou divergências na família Bolsonaro, ao afirmar que o conflito refletiria disputas internas por poder e lealdade, sem conteúdo programático.

    Palavras-chave oficiais: Terremoto,Venezuela,Assistência humanitária internacional Ex-presidente da República,Família,divergência,Eleições

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, Colegas de representação, quem não sente a dor do outro está perdendo a sua condição humana. Por isso, eu estou aqui nessa tribuna para falar de um povo vizinho que está vivendo a maior tragédia do último século da Venezuela. Neste momento, os últimos sobreviventes, sob escombros, ainda gemem, ainda gritam, ainda pedem por socorro. E os números agora são mínimos em relação ao que ainda falta apurar, o que ainda falta saber. Neste último dia de junho, agora, nós temos em números oficiais 1.943 mortos — muitas crianças entre esses —, 3.150 feridos, 12.721 desabrigados, 50 mil pessoas desaparecidas, segundo a ONU. Foram 774 prédios que caíram, que desabaram. Isso é uma tragédia incalculável. A Venezuela, que já viveu o terremoto, entre aspas, da invasão norte-americana e uma crise política de longa data, agora precisa do apoio internacional, que está começando a acontecer neste momento. Neste dia, o nosso Ministro da Defesa, José Múcio, nosso Colega aqui na Câmara em tempos idos, está lá para oferecer todo o tipo de apoio que o Brasil puder trazer. A China destinou bilhões de dólares. Até Donald Trump alguma coisa está mandando para lá, mas todas as nações do mundo com condições de ajudar têm que se mobilizar, e cada um de nós também. Fundamental para quem prega o amor ao semelhante, o amor ao próximo, é saber sentir na sua própria carne a dor do outro. E nós todos temos que ser hoje povo venezuelano para superar essa tragédia que ficará marcada para sempre na vida de milhares e milhares de famílias de lá. Saindo da Venezuela, volto ao Brasil. Eu entendo que essa desavença no clã Bolsonaro é reveladora, sobretudo, do nível político rebaixado que há ali. No fim das contas, o que se disputa é a fidelidade ao chefe e aos espaços de poder. Não há um conteúdo programático, político, propriamente dito, ideológico nessa briga. É claro que, como há uma cultura patriarcal secular, quando Michelle fala da agressividade, do desrespeito do Senador Flávio Bolsonaro em relação a ela, ela deve ter sentido isso muito, mas o grande machista ali é o pai e marido dela. Enfim, tudo errado, tudo baixo, tudo pequeno. E logo virá uma reconciliação, não tenham dúvida, com lágrimas de crocodilo.
  • 17/06/2026

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência para o Projeto de Decreto Legislativo nº 717, de 2024, que susta o art. 2º do Decreto nº 1.775, de 1996, que “dispõe sobre o procedimento administrativo de demarcação das terras indígenas e dá outras providências”, o Decreto nº 12.289, de 2024, que “homologa a demarcação administrativa da terra indígena Toldo Imbu, localizada no Município de Abelardo Luz, Estado de Santa Catarina”, e o Decreto nº 12.290, de 2024, que “homologa a demarcação administrativa da terra indígena Morro dos Cavalos, localizada no Município de Palhoça, Estado de Santa Catarina”.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, colegas, nós não representamos apenas os nossos eleitores; nós representamos toda a população brasileira e, nela, existem 1.695.000 indígenas. Nós temos que respeitar 391 povos indígenas, são brasileiros originários, 295 línguas pelas quais se buscam o entendimento, o respeito e a dignidade, 651 terras indígenas demarcadas e, mais ainda, 163 terras em vias de demarcação. Esse projeto de decreto legislativo não revoga apenas uma terra indígena decretada, ouvidos todos os interessados pelo Presidente Lula, Morro dos Cavalos, em Santa Catarina. Ele também revoga outra terra indígena decretada pelo Presidente Lula, Toldo Imbu, e, mais grave ainda, há um somatório de agressões inconstitucionais. Ele susta o art. 2º do Decreto nº 1.775, de 1996 — 1996 —, que estabelece todos os passos da demarcação de terras indígenas, etapas cruciais para a identificação das terras e sua delimitação. Isso traria uma insegurança jurídica absoluta! O Congresso Nacional, seja o Senado, que aprovou essa aberração, seja a Câmara dos Deputados, não pode ter urgência para uma matéria desse tipo, que merece audiência pública, oitiva dos povos indígenas e sua representação. Aliás, neste momento a chamada "Bancada do Cocar" não está aqui, por compromissos em outros Estados. Elas não serão sequer ouvidas presencialmente. Esta urgência fere o art. 231 da Constituição Federal, que reconhece os direitos dos povos indígenas sobre as terras tradicionalmente ocupadas. A terra e o direito à vida e à cultura são elementos preexistentes à própria Constituição, diria, à própria Constituição do Brasil tal como ele se encontra hoje. Portanto, nós achamos que esta urgência é incabível e indevida, equivocada! Não dá para... (Desligamento do microfone.)
  • 17/06/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação das emendas do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 2.119, de 2019, que cria o Título de "Cidade Amiga do Idoso", a ser conferido às cidades que se destacarem na adoção de políticas e iniciativas que visam assegurar um tratamento mais digno as pessoas idosas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Por uma cidade que corresponda às necessidades dos seus habitantes e que tenha um cuidado especial com os idosos, nós obviamente votamos "sim".
  • 17/06/2026

    O Deputado defendeu a apuração de crimes e tentativas de violência, independentemente de motivação política, e citou Gandhi para reforçar que a violência é sempre destrutiva. Em seguida, apoiou o Projeto de Lei nº 2.119, de 2019, chamado Cidade dos Idosos, apresentando-o como iniciativa de interesse coletivo e instrumento de combate ao etarismo. Também comentou declarações do Presidente norte-americano Donald Trump na França, que teria confundido pessoas e situações relacionadas ao Brasil, atribuindo os equívocos não à idade, mas a dificuldades cognitivas preexistentes. Por fim, defendeu cidades mais justas e saudáveis para todos os habitantes, criticando a devastação de árvores no Rio de Janeiro em favor da especulação imobiliária.

    Palavras-chave oficiais: Crime,motivação política,apuração,Defesa Projeto de lei ordinária,Programa Cidade Amiga do Idoso Projeto de lei ordinária,Título de Cidade Amiga do Idoso,Título de topônimo França,Grupo dos Sete (G7),Estados Unidos,Presidente,declaração,Ex-deputado federal,Partido Liberal (PL),Senador,Cognição,dificuldade Rio de Janeiro (RJ),Corte de árvore,Imobiliária,interesse

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Hildo Rocha, Deputado Cabo Gilberto Silva, todo crime tem que ser apurado, toda tentativa de crime, eivada por iniciativa política ou não, precisa ser elucidada e os responsáveis inteiramente punidos. Nós não podemos deixar que a gangsterização da política prossiga e, ao invés de se trabalhar com a força dos argumentos, se utilize o argumento da força, se esse for o caso. Independente da situação, a violência só destrói. Gandhi dizia que, na linha do "olho por olho", em breve tempo estaremos todos cegos. Cidade dos Idosos. Não julguem porque estou aqui advogando em causa própria, mas por um bem comum, do interesse de todos — até o jovem Deputado Paulo pode se beneficiar disso —, para todas as idades. Uma sociedade que maltrata seus idosos e desrespeita suas crianças está fadada ao fracasso como civilização. Entendo que esse projeto, que há de ser consensual, soma, inclusive, no combate ao etarismo, que é algo muito recorrente. Hoje mesmo fomos tentados a praticar etarismo. Ouvi alguém dizendo que o Donald Trump está em um processo de "joebidenização". Ora, não é por aí. Ele estabeleceu aquela tremenda confusão dizendo que Bolsonaro Júnior foi preso. Vocês souberam disso, que ele falou lá na França? E que, ou se não foi preso, vai ser. Ele, que está bem nas pesquisas de opinião, querem eliminá-lo. Ou seja, fez uma confusão danada entre pessoas, entre Bananinha e Rachadinha, até compreensível para um norte-americano que, talvez, não saiba exatamente onde fica o Brasil. Disse que conversou longamente com o Lula agora — não temos notícias disso —, que o Brasil está mal, que é perigoso. Enfim, um conjunto de sandices, mas nada a ver com os 80 anos que S.Exa. completou na semana passada. Na verdade, isso é fruto das suas dificuldades cognitivas, do seu raciocínio. Isso vem desde o tempo em que participava daquelas farras com Epstein, em que praticava toda a sorte de crimes, inclusive contra crianças. Então, não vamos atribuir isso à idade. Vamos trabalhar, sim, pela Cidade dos Idosos no Brasil, por cidades habitáveis para o bem viver, cidades mais justas, cidades mais saudáveis. O Rio de Janeiro, tão lindo, vive um processo de devastação de árvores para a especulação imobiliária — até no Aterro do Flamengo. Isso tudo é cidade contra os seus habitantes. Obrigado, Presidente.
  • 17/06/2026

    O Deputado defendeu a necessidade de transparência e prestação de contas por parte dos agentes públicos diante de informações divulgadas no âmbito das investigações relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro. Mencionou revelações atribuídas à Polícia Federal, autorizadas pelo Ministro André Mendonça, que teriam citado o Senador Ciro Nogueira e o Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. Segundo o Deputado, os fatos mencionados precisavam ser esclarecidos para evitar impactos sobre a imagem do Congresso Nacional.

    Palavras-chave oficiais: Banco Master,Fraude,Polícia Federal (PF),Senador,Presidente da Câmara dos Deputados,envolvimento,esclarecimento,Defesa

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é dever de todo agente público prestar contas permanentemente à sociedade. Nós estamos no ambiente terrível das delações de Vorcaro, esse gângster que apontam como o maior fraudador da nossa história. E vimos agora, ontem, que há apontamentos dele — que a Polícia Federal, com autorização do Ministro André Mendonça, revelou — que citam o Senador Ciro Nogueira, o nosso próprio Presidente da Casa, Hugo Motta, recebendo favores desse sujeito aí. Isso precisa ser amplamente esclarecido, explicado, sob pena de o desgaste não ser só das pessoas eventualmente arroladas, mas do próprio Parlamento. E o Congresso já não está bem na fita. Portanto, esclarecimentos urgentes! Obrigado.
  • 16/06/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a apreciação do Projeto de Lei Complementar nº 230, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, para vedar a limitação de empenho e movimentação financeira das despesas relativas ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, e a Lei nº 9.998, de 17 de agosto de 2000, para os fins que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Federação PSOL REDE,Voto contrário

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós entendemos que a subexecução dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações é um fato real, e o seu reforço é também necessário. Entretanto, estamos discutindo aqui a urgência. Isso não passar por Comissões, por audiências públicas, ouvindo os Municípios mais desassistidos, é absolutamente temerário. Veja, o contexto em que vivemos é de restrição fiscal autoimposta pelo próprio Governo, e a despesa protegida acaba deslocando outras de saúde, saneamento, educação, assistência social. Além do mais, a redução para as operadoras, com dedução de até 50% da sua contribuição por investimentos diretos, não vincula isso às áreas mais necessitadas. Então, é muito temerário. Vamos discutir bem, sem urgência e com eficiência legislativa e de debate. Nosso voto é "não".
  • 16/06/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de regime de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 2.994, de 2020, que altera a Lei nº 11.771, de 17 de setembro de 2008, para dispor sobre o turismo colaborativo. Afirmou que o chamado turismo colaborativo poderia ampliar a precarização do trabalho e, por conseguinte, manifestou preocupação com os efeitos da proposta.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,Federação PSOL REDE Projeto de lei ordinária,Turismo colaborativo,Precarização do trabalho

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós entendemos que o chamado turismo colaborativo, nesse caso, pode significar mais precarização do trabalho. Isso, para nós, é preocupante. Por isso, o nosso voto contrário.
  • 16/06/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva oferecida ao Projeto de Lei Complementar nº 337, de 2017, que altera a Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, que institui a Lei Orgânica da Advocacia-Geral da União.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei complementar,Federação PSOL REDE,Voto favorável

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, colegas, a Federação PSOL REDE orienta o voto "sim", entendendo que essa atualização estrutural da Advocacia-Geral da União é muito importante. Claro, há um aspecto da Procuradoria do Banco Central vinculado à AGU que gera uma tensão, algum tipo de tensão institucional, mas nós entendemos que a autonomia do Banco Central não pode significar um aval para agir completamente distante das estruturas do Estado brasileiro, da ideia da justiça, da igualdade e, evidentemente, da absoluta transparência que a Advocacia-Geral da União tem, de alguma maneira, assegurado. Portanto, o voto da Federação PSOL REDE é favorável ao projeto, parabenizando o Relator.
  • 16/06/2026

    O Deputado registrou o incêndio ocorrido no tradicional restaurante Café Lamas, no Rio de Janeiro, ressaltando a relevância histórica e cultural do estabelecimento e informando que não houve feridos. Em seguida, celebrou os 80 anos de vida do cantor e compositor Ivan Lins, destacando sua trajetória artística e sua contribuição para a cultura brasileira. Por fim, homenageou o artista por meio de referência a uma de suas composições e manifestou votos de reconhecimento e celebração pela data.

    Palavras-chave oficiais: Incêndio,Rio de Janeiro (RJ),Café,Estabelecimento comercial,Patrimônio cultural,Restaurante Cantor,Aniversário de nascimento,Pessoa homenageada,Música brasileira,Homenagem

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Trago uma notícia triste do Rio de Janeiro: o restaurante mais antigo, Café Lamas, 151 anos, pegou fogo. Está se fazendo rescaldo, felizmente nenhum ferido, mas é digno de nota. Ele faz parte do patrimônio cultural e histórico do Rio de Janeiro. Por outro lado, uma notícia boa, nosso querido Ivan Lins — meu amigo pessoal da Tijuca, da juventude, grande compositor e cantor — completa hoje 80 aninhos de vida. Viva o Ivan! Como ele diz, junto com seu parceiro Vitor Martins: "A nossa esperança seja mais que vingança, seja sempre o caminho que se deixa de herança". Viva o Ivan!
  • 16/06/2026

    O Deputado comentou a condenação do ex-Deputado Eduardo Bolsonaro pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal por coação no curso de processo judicial e afirmou que a decisão representou o funcionamento regular da Justiça. Além disso, criticou a atuação do ex-Parlamentar nos Estados Unidos e associou suas ações a tentativas de interferência em processos judiciais brasileiros e nas relações entre Brasil e Estados Unidos. Em seguida, defendeu a soberania nacional e avaliou que medidas econômicas adotadas pelo Governo norte-americano não prejudicariam o País. Por fim, manifestou pesar pela morte de uma jovem em Limeira (SP) e pelas vítimas de um acidente com helicópteros no Rio de Janeiro (RJ), cobrando regulação das redes sociais e criticando a espetacularização de tragédias.

    Palavras-chave oficiais: Condenação,Ex-deputado federal,Supremo Tribunal Federal (STF),Coação,Processo judicial,Estados Unidos,Soberania nacional Vítima,Acidente,Limeira (SP),Rio de Janeiro (RJ),regulação,Rede social digital,Exploração midiática

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a justiça no Brasil costuma tardar e falhar. Na época da ditadura que alguns aqui defendem, e da qual têm saudades, ela fardava e talhava. Independentemente do juízo ou da avaliação que se faça de qualquer magistrado ou de Ministros do Supremo Tribunal Federal, hoje, a Primeira Turma do STF operou no sentido da justiça e condenou por unanimidade o ex-Deputado Eduardo Bolsonaro, cassado por faltas e residente nos Estados Unidos numa mansão suntuosa. Não sei de onde vem o dinheiro para pagar esse luxo no Texas, se não me engano. Aliás, o Senador Mourão, aliado de Bolsonaro, o chamou de "Bananinha". De qualquer maneira, ele foi condenado por coação no curso do processo O que significa isso? Um réu agir de maneira que a fruição da justiça fique atrapalhada. Não tem nada a ver com qualquer um dos cinco membros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal nesse julgamento. O que se julgava é se houve ou não coação no curso do processo, e, pela unanimidade dos Ministros, houve. Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, já defendeu, inclusive, que o Zelle — aplicativo de transações financeiras que poderia rivalizar com o nosso Pix — seja levado para a mesa de negociação com os Estados Unidos. Isso não vai acontecer, até porque Trump conversa com Lula uma série de coisas e, logo em seguida, estabelece-se o segundo tarifaço, que tem gerado muitos desgastes para o Senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República. Aliás, a hashtag "tariflávio" ganhou muita relevância. Assim não dá. Hoje, no encontro do G7, o Lula não fez questão de ficar conversando com o Trump ou abraçando-o na hora da foto oficial. Pelo que vi nas imagens, o Trump é que ficou meio isolado lá, porque a guerra no Oriente Médio contra o Irã, da qual ele tenta se safar agora com esse propalado acordo de paz, gerou muitos prejuízos à economia norte-americana, à economia da Europa e não resolveu nenhum problema lá no Oriente, nem sequer destituiu o regime dos aiatolás. Portanto, ficou atolado nessa guerra. A guerra da Ucrânia também não se resolve. O chamado defensor da paz mundial, que anunciou que, tão logo tomasse posse, acabaria com todas as guerras no mundo, não só não acabou, como promoveu outras, fora o estrangulamento neocolonialista contra Cuba, contra Venezuela, contra Colômbia Ao tentar fazer esse estrangulamento contra o Brasil, que não vai dar certo, não vai prosperar, ele acaba fazendo, contra a sua própria vontade, campanha antecipada para a reeleição do Presidente Lula, que, na opinião da população, tem muito mais apreço, dedicação e pujança na defesa da soberania nacional do que outros. Isso é elementar. Independentemente do Governo, do partido, do momento histórico que se vive, o Brasil, desde 1822, tenta construir a sua independência. Superou escravidão, monocultura, violência e toda sorte de atrocidades da nossa estrutura social e vai se construindo como um país. Isso demora, leva tempo, mas é um desafio absolutamente necessário. Em relação à morte daquela menina em Limeira, interior de São Paulo, eu ouvi comentários na Internet que, sinceramente, me chocaram muito. A insensibilidade que a Internet propaga, através de postagens covardes, doentias, é algo impressionante. Então, é preciso, sim, critérios, regulação das redes, para que esses bandidos criminosos instigadores de violência sexual, desprezo pela vida humana não fiquem impunes. Não dá para aturar aquilo. É chocante, merece todo o nosso repúdio, com muita força, com muita veemência. No Rio de Janeiro, Deputado Luiz, na Barra da Tijuca, houve aquele acidente terrível, que é raro. É preciso entender por que dois helicópteros se chocaram numa manhã de domingo sem chuva, sem tempo instável. É curioso como as pessoas se interessam mais pelo choque dos aviões, dos helicópteros, pelo acidente em si, que atrai, dá mais likes, do que pelas vidas que foram perdidas. Em ambos os casos, seja o da menina lá de Limeira, seja o desses rapazes — o piloto tinha 60 anos de idade, e os demais eram todos muito jovens —, nós temos que ter solidariedade nesse momento e não ficar na visão superficial da indiferença e do valor do espetáculo em si. Esse tipo de espetacularização da tragédia não pode continuar. Obrigado, Presidente Charles.
  • 16/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado analisou o possível acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã, alertando para os interesses do complexo industrial militar norte-americano e para a recusa de Israel em aderir ao cessar-fogo. Apresentou os principais pontos do memorando, como o compromisso de não interferência nos assuntos internos do Irã, o fim do bloqueio naval e a liberação de 24 bilhões de dólares em ativos iranianos congelados. Também criticou as ações da polícia de migração dos Estados Unidos durante a Copa do Mundo e apontou o declínio de aprovação do Governo Trump, citando pesquisa Quaest que indicou apenas 22% de aprovação entre os brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Irã,Paz,acordo,Israel,recusa Estados Unidos,Copa do Mundo,Polícia,atuação,Crítica,Presidente,Pesquisa de opinião

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Viva São João! Viva o povo de Campina Grande e seus estudantes, mais do que estudantes de Direito, operadores de um Brasil mais justo, igualitário e soberano. Bem-vindos! Sr. Presidente, Donald Trump anuncia, junto com as autoridades do Irã, um possível acordo de paz. É bom a gente sempre ter cautela quando fala disso, porque o complexo industrial militar, notadamente nos Estados Unidos, precisa das guerras para se alimentar. Então, na verdade, Trump enfrenta problemas internos sérios: tende a perder as eleições parlamentares de novembro, está com aprovação em franco declínio, muito contestado inclusive pela sua aventura expansionista no Irã. A maioria da população norte-americana não aceita isso e, obviamente, as atrocidades e truculências da polícia de migração sob seu comando, inclusive com várias delegações da Copa do Mundo. Essa noite mesmo vi a revista dos jogadores do Uruguai com cães farejadores. Uma coisa absurda! Não tem nada a ver com o espírito esportivo preconizado pela Copa do Mundo e desprezado não só por Trump, mas muitas vezes pela própria FIFA. Pois bem, eles anunciam no memorando que Benjamin Netanyahu, de Israel, faz questão de dizer que não assinou e vai continuar bombardeando e ocupando o Líbano. Ele diz, entre outros pontos, nesse memorando a ser assinado em Genebra na sexta-feira que vem: "Cessar-fogo imediato e permanente em todas as frentes" — incluindo o Líbano, não é o que o Governo de Israel está fazendo; "compromisso norte-americano de não interferir nos assuntos internos do Irã", curiosamente, ele classifica o Irã como Estado terrorista, isso não vale para a Venezuela, não vale para Cuba, não vale para Groenlândia, não vale para lugar nenhum do mundo; "fim do bloqueio naval e reabertura total do estreito de Hormuz em 30 dias; saída militar dos Estados Unidos das áreas ao redor do Irã, sem envio de novas tropas e sanções ao país persa — incluindo seu petróleo, por óbvio —; "300 milhões de dólares em financiamento reconstrutivo pelos Estados Unidos e seus aliados para o Irã; 60 dias de negociações para um acordo final focado na revisão do programa nuclear do Irã e no amplo alívio das sanções; relançamento de 24 bilhões de dólares em ativos iranianos congelados". Ora, o resultado disso, o Irã vai emergir mais forte, mantido como poderoso influenciador regional. Seu regime não se alterou, vem o Ayatollah 1, 2, 3, tem um forte viés autoritário. O que não autoriza um país a 10 mil quilômetros de lá invadir, matar dirigentes, matar crianças numa escola. Isso é drástico. Então, por outro lado, os Estados Unidos — que alguns aqui veneram e seu atual incumbente — mostram-se um tigre de papel, Deputado Glauber. Os arroubos de Trump contra o Brasil não vão prosperar. Hoje, na pesquisa Quaest desta semana, só 22% da população brasileira — e ainda é muito — veem com positividade o Governo Trump. Será que são esses 22% que a extrema direita pretende ver representada? Não dá! Soberania nacional, justiça, igualdade, democracia, sempre.
  • 10/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado prestou homenagem à atuação de Heloísa Helena, destacando sua trajetória política, combatividade, ética e compromisso social, em razão de sua saída temporária da Câmara com o retorno do Deputado Glauber Braga. Em seguida, relatou ter recebido dois ativistas ambientais da região da Serra da Chapadinha, na Bahia, que estariam sofrendo ameaças por defender a preservação ambiental contra interesses ligados à especulação imobiliária e à mineração. Explicou que os moradores tiveram a residência invadida, sofreram intimidações armadas e atualmente vivem sob proteção estatal. Cobrou providências das autoridades municipais, estaduais e federais para garantir a segurança dos defensores ambientais e a preservação da área. Por fim, criticou a condução política dos Estados Unidos às vésperas da Copa do Mundo, afirmando que práticas de discriminação, deportações e arbitrariedades estariam comprometendo os valores de integração e convivência entre os povos tradicionalmente associados ao esporte. Por fim, afirmou que tais atitudes prejudicam o espírito esportivo e o caráter de confraternização do evento.

    Palavras-chave oficiais: Atuação parlamentar,Legado,Deputada federal Militante ambiental,Bahia,Preservação ambiental,Conflito fundiário,Mineração,Ameaça,especulação,Invasão de propriedade,intimidação Copa do Mundo,Estados Unidos,Discriminação,Deportação,Esporte,Esportista,Evento desportivo

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    O SR. CHICO ALENCAR (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hildo Rocha, irmão de paixão clubística. Preferência na vida se conquista. Por exemplo, a Deputada Heloísa Helena, que daqui a pouco subirá a esta tribuna, infelizmente nos deixará semana que vem em função da volta, que é bem comemorada, do Deputado Glauber Braga. A Deputada Heloísa é uma lutadora. Eu tenho a alegria de conviver há muito tempo com ela. Foi nossa candidata à Presidência da República em 2006. É uma presença combativa, guerreira, com ética e com sensibilidade social, que tanto falta no nosso mundo político. Sr. Presidente, colegas, hoje, eu estive com Marcos e Alcione, duas pessoas dignas marcadas para morrer na Bahia. Eles vivem na Serra da Chapadinha, alvo da cobiça, da especulação imobiliária e da mineração predatória, que fica próxima à Chapada Diamantina, aquele parque nacional no coração da Bahia. Lá esses dois e muitos outros lutam pela preservação do meio ambiente, para que ali se transforme num refúgio da vida silvestre. E, nessa batalha, em que inclusive há assentamentos de trabalhadores sem terra, eles são acossados pelo poder econômico, pelo poder político rebaixado. Tiveram sua casinha lá nos contrafortes da Chapada invadida, com tudo destruído, de madrugada. Eles foram ameaçados por um grupo de seis pessoas encapuzadas com armas de fogo. Estão sob proteção, num programa de proteção a testemunha, mas vivendo esse drama. E o Governo da Bahia, o nosso Governo da Bahia, tem sido, em parte, omisso em relação a isso, não tem feito a ação necessária, para coibir esse tipo de barbaridade. Estou denunciando isso aqui na tribuna, para que a responsabilidade pela vida dessas pessoas, como de todos os lutadores sociais, seja assumida pelas autoridades públicas do Governo da Bahia, do Município de lá, de todos nós no Parlamento. Isso já chegou até o Presidente Lula. E nós vamos prosseguir lutando e batalhando, para que as vidas e os direitos da população e a Serra da Chapadinha sejam preservados de maneira absoluta. Por fim, Sr. Presidente, amanhã, começará o que se chama de a maior Copa do Mundo de futebol. Pela postura de uma das sedes, a principal, que terá mais jogos, Estados Unidos da América do Norte, de discriminação, desmando, revista, deportação, escândalos de arbitrariedade absurdos, está se prenunciando como a pior Copa do Mundo em matéria arbítrio, violência e atitude antidesportiva por parte do Governo dos Estados Unidos, não do México e do Canadá, que também são sedes. Ali está um horror que desestimula, inclusive, nossa vontade de ver o espetáculo, a arte, o congraçamento entre povos. Trump não permite isso, mas ele vai cair do seu cavalinho também.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 18/12/2003 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.