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Detector de Bananada
Foto de Bohn Gass

Deputado · Câmara

Bohn Gass

PT · RS

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Elvino José Bohn Gass · 64 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 82 de 100, Cara Bom0406080100

82/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 68% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 92%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 99%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 98%das 804 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 99%das 833 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.bohngass@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5873
Gabinete
Gabinete 873, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 387 de 391 sessões

Melhor que 87% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

92%

Registrou voto em 1.035 de 1.128 votações nominais

Melhor que 86% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 2 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 2 em andamento · 0 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 804 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 94% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.287 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 13/10/2026.

  • 02/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado destacou a regulamentação do FNDE que fortalece a alimentação escolar ao ampliar de 30% para 45% a exigência de compra direta da agricultura familiar para a merenda. Afirmou que a regra garante mercado para agricultores, cooperativas e associações, ao mesmo tempo em que prioriza a qualidade da alimentação dos estudantes, determinando que 85% dos recursos sejam destinados a alimentos in natura ou minimamente processados, reduzindo ultraprocessados. Também ressaltou o reajuste de 36% nos valores da merenda escolar e citou que, no Rio Grande do Sul, 1,9 milhão de estudantes foram beneficiados, com R$ 746 milhões destinados à agricultura familiar.

    Palavras-chave oficiais: Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE),fortalecimento,Alimentação escolar,Compra direta,Agricultura familiar,Merenda escolar,Estudante,Alimento in natura,Alimento minimamente processado,Rio Grande do Sul

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Deputado Icaro de Valmir, parabéns pela condução dos trabalhos. Saúdo os colegas Deputados. Os agricultores do Brasil, que produzem comida, e os nossos estudantes têm uma boa notícia: o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação — FNDE atualizou regras da alimentação escolar para fortalecer a oferta de refeições saudáveis em escolas públicas. Quem ganha? Os estudantes, que vão ter comida boa, e os agricultores. Eu quero chamar a atenção para o que votamos no ano passado, projeto do Presidente Lula. O mínimo exigido de compra direta da agricultura familiar para a merenda escolar era de 30%, e nós votamos aqui que aumentasse de 30% para 45% a exigência de compra da agricultura familiar. Pelo fato de o FNDE determinar, conforme regulamentação, em apoio ao desenvolvimento sustentável, que pelo menos 45% dos recursos federais repassados aos Estados e Municípios sejam investidos na compra direta de produtos da agricultura familiar, isso vai fazer com que os agricultores, suas associações, suas cooperativas e a produção direta sejam estimulados, pois haverá a garantia de compra desse alimento. Eles serão os grandes beneficiados dessa política pública. Em relação aos nossos estudantes, pelo fato de se exigir, nessa regulamentação, o consumo de alimentos in natura ou minimamente processados, esses alimentos passarão a ter prioridade. Assim, 85% dos recursos federais serão destinados à compra deles. Com isso, nós vamos estar também promovendo a qualidade alimentar, porque os ultraprocessados são exatamente os alimentos que mais prejudicam a saúde das pessoas, principalmente as crianças em idade escolar. Essa é outra questão fundamental que, para além do ganho para o agricultor, também representa grande vantagem para os nossos estudantes. Além disso, o Governo do Presidente Lula também reajustou — vejam bem, durante todo o tempo de Temer, depois do golpe, e todo o tempo de Bolsonaro, não houve reajuste do valor da merenda escolar — em 36% os repasses para a merenda escolar. Portanto, é mais dinheiro para esse programa tão importante. Vou apresentar um dado: no Rio Grande do Sul, Lula beneficiou, já neste Governo, 1,9 milhão estudantes com esse programa, destinando 746 milhões de reais para a compra direta da agricultura familiar, levando qualidade para o agricultor e para os nossos estudantes. Portanto, quero parabenizar o Ministro Camilo Santana, da Educação, e o FNDE pela publicação da norma e, obviamente, o Brasil por essas vantagens. Presidente, gostaria que fosse divulgada no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação da Casa a importante notícia para o Brasil sobre a regulamentação, pela qual nós lutamos, do aumento de 30% para 45% dos recursos direcionados para a compra direta da agricultura familiar no País. Obrigado.
  • 25/02/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Decreto Legislativo nº 41, de 2026, que aprova o texto do Acordo Provisório de Comércio entre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e seus Estados-Partes, de um lado, e a União Europeia (UE), de outro, assinado em Assunção, Paraguai, em 17 de janeiro de 2026.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de decreto legislativo,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Hugo Motta, colegas Deputados e Deputadas, várias são as razões pelas quais nós vamos defender a ratificação desse acordo entre o Mercosul e a União Europeia, mas quero ressaltar que, na conjuntura mundial, na geopolítica, há um significado importante. No momento em que os Estados Unidos impõem tarifas no mundo, querendo manter a sua força como império — obviamente, enfraquecidos, na desvalorização que está acontecendo —, no momento em que a Ásia cresce fortemente, em que a Europa, como bloco, faz acordo com outro bloco e em que nós do Brasil, dentro do Mercosul, fazemos acordo de bloco, passa a ser na geopolítica mundial um fator muito importante. Há 26 anos o Mercosul e a União Europeia estão debatendo para chegar a um acordo. A ideia de livre mercado, que interessa só aos mais fracos — "E danem-se os outros!" —, era o que vigia no Governo anterior. Paulo Guedes era assim: é livre mercado, os mais fortes vão ganhar, e não há salvaguardas de Estado, de política pública. Quando o Presidente Lula entrou, a primeira questão que ele colocou nas negociações do Itamaraty, na nossa bancada de negociações do Brasil, era exatamente um mecanismo de reequilíbrio do acordo para evitar medidas unilaterais que comprometessem os nossos Estados integrantes do Mercosul. E isso fez com que se alterasse um critério fundamental. Vou dar um exemplo concreto, o tema das compras públicas. Qualquer país do Mercosul... Se o Brasil, Deputado Helder Salomão, abrisse edital para uma compra pública em qualquer área, a Europa participaria desses editais com os mesmos critérios e condições, sem nenhuma salvaguarda para um conteúdo nacional brasileiro. Sob orientação do Presidente Lula, nas negociações, com esse novo mecanismo de reequilíbrio, passou a haver uma proteção de salvaguardas para a nossa economia, para a nossa indústria, principalmente em áreas estratégicas. Nós estamos trabalhando em um complexo industrial na área da saúde. Ficará exclusivamente para o Brasil quando abrirem mecanismos na área da saúde. Então, essa é uma proteção. Obviamente, nós temos frente à agricultura demandas importantes que também, com cotas negociadas e com salvaguardas feitas, vão garantir a expressão da nossa comercialização para fora, mas o que é importante? Que possamos colocar no Brasil mecanismos concretos para que a nossa indústria e a nossa tecnologia — votamos ontem o Redata e outros elementos aqui — possam continuar crescendo, com o Brasil se afirmando. Presidente, eu concluo com a orientação favorável. Será uma grande medida. No Parlasul, o qual integro, já acertamos entre Senadores e Deputados uma comissão de acompanhamento para que realmente o Brasil se prepare e possa ser protagonista no desenvolvimento industrial e tecnológico e nessas negociações de salvaguardas, quando houver uma tentativa de intervenção sobre a nossa economia. O Brasil vai se proteger. Parabéns, Lula, por coordenar esse acordo!
  • 25/02/2026

    O Deputado afirmou que, embora haja pontos a discutir sobre o funcionamento da Câmara, não procede a ideia de que o Projeto de Lei nº 278, de 2026, do Governo, desconsidere a indústria nacional. Afirmou que a proposta já contempla estímulos ao setor industrial, podendo ser aprimorada, e o Relator teria atendido a essa preocupação no texto apresentado.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (REDATA),Indústria nacional,Governo,Texto legislativo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero trazer apenas um elemento. Eu concordo com vários aspectos sobre o funcionamento daqui da Câmara, mas não dá para passar a ideia de que o projeto do Governo não trata da preocupação da indústria nacional. Quero apenas registrar isso. Passa-se a ideia: "Ah, não. É preciso que essa emenda seja contemplada". O projeto é para que haja indústria nacional, é para que haja estímulo. Tem que ser aprimorado, obviamente, mas isso já está no projeto. O Relator foi feliz em contemplar isso.
  • 25/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 68, apresentada ao Projeto de Lei nº 278, de 2026, que altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, para instituir o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter – REDATA, e a Lei nº 15.211, de 17 de setembro de 2025.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o PT também orienta o voto "sim". O Relator foi muito feliz ao dizer que o projeto do Governo contemplava já a preocupação da transparência e a preocupação ambiental, mas concordamos com o que o PSOL colocou: reforçar esse aspecto é fundamental. Então, o PT orienta "sim" também.
  • 24/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 278, de 2026, que altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, para instituir o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter – REDATA, e a Lei nº 15.211, de 17 de setembro de 2025.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Esta é a concentração hoje dos data centers no mundo: 45% estão nos Estados Unidos; 25%, na China; 15%, na Europa. O Brasil tem 63% dos seus dados, inclusive governamentais, armazenados nos Estados Unidos. Quem tem esses armazenamentos fora do País tem controle, tem poder, maneja dados, informações e tem controle de criar outras iniciativas de domínio da inteligência no mundo. O que nós estamos fazendo aqui? Iniciando um processo de reversão, tendo data centers no Brasil, pensando na indústria nacional. Projetos serão ainda aprimorados com contrapartidas, onde as empresas terão que investir em tecnologia brasileira, com salvaguardas ambientais. O projeto é importante também porque pensa na indústria e em salvaguardas ambientais. Este debate continuará na ideia da soberania do nosso Brasil, ainda em outros projetos sobre inteligência artificial. Então, nós somos a favor deste projeto. "Sim"!
  • 24/02/2026

    O Deputado discutiu o Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei (PL) nº 5.582, de 2025, que dispõe sobre o combate às organizações criminosas no País (PL Antifacção).

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados, está em debate o parecer do Relator, que, quando me inscrevi, estava na sétima edição. Agora, já estamos na oitava. Houve seis versões anteriores apresentadas pelo Relator aqui na Câmara. O projeto tinha sido melhorado, ficando mais próximo do texto encaminhado pelo Governo Lula — porque o projeto é de iniciativa do Poder Executivo. De fato, a proposição inicial do Presidente Lula destinava-se a combater as facções e o crime organizado no País, mas também a alcançar o chamado “andar de cima”. Ocorre que o Relator, nas seis versões anteriores e também na sétima — já depois do retorno do Senado, quando deveria apenas acatar ou rejeitar as alterações feitas por aquela Casa, como determina o Regimento — apresentou um novo relatório que, na prática, retomava o conteúdo das seis versões anteriores. E o que havia nessas seis versões? O enfraquecimento da Polícia Federal. E quem quer enfraquecer a Polícia Federal está, na prática, favorecendo o crime. Portanto, a extrema direita havia construído aqui, nas versões anteriores, um pacote pró-facção, e não antifacção. O texto era pró-facção. Era exatamente o que os bandidos queriam: enfraquecer a polícia. Para combater o crime, precisamos de duas medidas. A primeira é que as estruturas do Estado possam estar fortes para atacar o crime. O perdimento de bens, o enfraquecimento da polícia, tudo isso estava contra o nosso projeto. A segunda parte para quem quer combater o crime é asfixiar o andar de cima da bandidagem, é exatamente ir atrás de quem tem dinheiro, de quem faz corrupção, de quem faz lavagem do dinheiro, de quem patrocina o verdadeiro escândalo de corrupção, do PCC, do crime organizado no País e suas conexões internacionais. Isso não estava no parecer do Relator. O Senado melhorou o projeto, e nós queríamos votar o projeto do Senado. Agora, depois de muita discussão, com o Governo participando e tensionando o Relator, nós conseguimos incluir que houvesse o perdimento dos bens apreendidos dos criminosos, e que houvesse a cobrança das bets para termos mais recursos sobre os jogos e combatermos o crime. Eu já quero alertar aqui: vai surgir depois um destaque para as bets serem retiradas do texto. Tirar a taxação das bets é favorecer o crime. Precisamos ter estrutura para combater o crime e asfixiar os poderosos e os criminosos de colarinho branco do andar de cima. Nós aqui aplaudimos o Governo do Presidente Lula, que mandou o projeto. Precisamos votar a favor desse projeto.
  • 24/02/2026

    O Deputado defendeu que a principal mensagem do desfile na Sapucaí foi a homenagem à trajetória de Dona Lindu e do Presidente Lula, cuja biografia foi retratada pela escola de samba, destacando sua condição de retirante nordestino que viajou para São Paulo, tornou-se metalúrgico, presidiu sindicato, foi Deputado Constituinte e chegou à Presidência da República. Ao final, sustentou que a homenagem foi reconhecida pelo público, com aplausos de pé ao Presidente Lula.

    Palavras-chave oficiais: Escola de samba,Carnaval,Rio de Janeiro (RJ),Homenagem,Presidente da República,Mãe,Biografia

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. Eu acho que a grande mensagem da Sapucaí é que foi homenageada a história de um grande líder da Nação brasileira, a história da Dona Lindu, que criou um filho que veio durante 13 dias e 13 noites para São Paulo, na dificuldade que é a vida do nordestino, num pau-de-arara, que fez um curso de técnico, virou metalúrgico, virou Presidente de um sindicato, virou Deputado Constituinte, virou Presidente da Nação, ganhou a eleição. Só foi tirado com golpe, e vai voltar novamente a construir e reconstruir o Brasil. Essa foi uma homenagem para o Lula, Presidente da Nação, homenageado na Sapucaí. Esta é a mensagem. É isso que o mundo inteiro viu, que o Brasil reconheceu e aplaudiu. As pessoas aplaudiram de pé o Presidente Lula sendo homenageado.
  • 24/02/2026

    O Deputado destacou a Campanha da Fraternidade promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cujo tema foi Fraternidade e moradia, e afirmou que a iniciativa trouxe reflexão sobre o déficit habitacional e a importância da moradia para a dignidade das famílias. Sustentou que políticas habitacionais também impulsionam a construção civil, a geração de emprego e a economia. Além disso, mencionou a retomada do Programa Minha Casa, Minha Vida pelo Governo Lula, em substituição ao Casa Verde e Amarela do Governo anterior, e afirmou que o programa tem ampliado o acesso à habitação, inclusive com a entrega de dez mil moradias no Rio Grande do Sul. Por fim, associou a política pública de habitação à promoção de dignidade social e desenvolvimento econômico e elogiou a CNBB pela escolha do tema.

    Palavras-chave oficiais: Elogio,Campanha da Fraternidade,Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB),Habitação,Política habitacional,Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Deficit habitacional,Igreja católica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o tema da Campanha da Fraternidade deste ano é Fraternidade e moradia. Eu quero parabenizar a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil — CNBB e todas as pastorais que fazem, neste período da quaresma, uma reflexão sempre sobre um tema importante. E esse tema foi escolhido na hora certa, quando as pessoas precisam de moradia. Moradia dá dignidade às famílias. Moradia ajuda a aquecer a construção civil, a geração de emprego, a economia e dá dignidade às pessoas. Nós temos ainda um déficit muito grande. Mas o Governo do Presidente Lula tem um programa fundamental que vinha sendo trabalhado e foi substituído por um programa que não construiu casas, que foi o Casa Verde e Amarela, do Governo anterior. Nós retomamos o Programa Minha Casa, Minha Vida, que voltou e está oportunizando a milhares de famílias de brasileiros um teto digno. No Rio Grande do Sul mesmo, nós inauguramos o Casa 10 mil: são 10 mil casas para pessoas do Rio Grande do Sul. E, assim, nós vamos continuar a trabalhar para que as pessoas tenham dignidade, possam ter sua moradia, aquecendo a economia, comprando, mobiliando, dando condições ao comércio de também vender e gerar emprego. Eu quero dizer que essa reflexão se faz a cada ano com um tema muito específico da vida do nosso povo. Este ano foi escolhido o tema Fraternidade e moradia, com o lema e Ele veio morar entre nós. Então, moradia com qualidade é algo muito importante. Eu gostaria que fosse divulgado pelo programa A Voz do Brasil o meu registro, que faz essa reflexão e homenageia a CNBB. Fraternidade e moradia!
  • 24/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado avaliou os efeitos de medidas tarifárias dos Estados Unidos sobre a economia brasileira e afirmou que decisão da Suprema Corte norte-americana que considerou ilegal o chamado “tarifaço” reforçou a atuação do Governo Federal. Defendeu que a resposta diplomática adotada pelo Brasil priorizou diálogo e preservação de interesses econômicos. Também destacou indicadores econômicos, como crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), superávit da balança comercial, controle da inflação e aumento do emprego e da renda. Mencionou iniciativas de ampliação de parcerias internacionais, com viagens presidenciais e abertura de mercados. Por fim, citou o avanço do acordo entre Mercado Comum do Sul (Mercosul) e União Europeia (UE) como etapa relevante para inserção do país no comércio global e fortalecimento da economia.

    Palavras-chave oficiais: Política tarifária,Estados Unidos,Diplomacia,Interesse econômico,Indicador econômico,Produto Interno Bruto (PIB),Balança comercial,Superavit financeiro,Inflação,Emprego,Acordo comercial,Mercado Comum do Sul (Mercosul),União Europeia (UE),Política externa,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente dos trabalhos, Deputado Charles Fernandes, colegas Deputados e Deputadas. O tarifaço absurdo do Trump prejudicou empresas e empregos no Brasil. Mas agora foi declarado ilegal pela Suprema Corte dos Estados Unidos. Ninguém me contou. Eu vi aqui, na Câmara, Deputados da Direita, bolsonaristas, batendo palmas para o terror econômico de Trump. Isso, agora, importa pouco. O certo é que a condenação do tarifaço prova que a postura do Governo Lula foi absolutamente correta. O Brasil teve vergonha na cara, não baixou a cabeça. Como grande estadista que Lula é, ele denunciou a falta de critérios do tarifaço — exatamente o mesmo argumento da Justiça americana. Lula foi sereno, honrou nossa melhor tradição diplomática, que é o diálogo. Mostrou ao Trump que aquilo não fazia sentido e foi fazendo com que os Estados Unidos revissem os absurdos tarifários impostos. Não se sabe o que virá, mas Trump perdeu uma arma poderosa: o controle econômico sobre os parceiros comerciais. Ao povo brasileiro, interessa saber que a nossa economia resistiu — e resistiu muito bem. Lula protegeu as empresas. A nossa balança comercial fechou, em 2025, com superávit; nosso PIB cresceu; a inflação ficou controlada; o emprego bateu recordes; e a renda dos trabalhadores melhorou. Com a experiência de quem sabe o que faz, Lula conduziu o Brasil e atravessou com segurança esses tempos revoltos da economia. Temos um Governo, temos um Presidente, e, mais uma vez, fica provado que o Brasil de Lula está no rumo certo. Além desta negociação com soberania para o Brasil com altivez, o Presidente Lula, agora, foi para a Índia, foi para a Coreia do Sul, abrindo novos mercados, fazendo parcerias com tecnologias para serem apropriadas pelo Brasil, agregando renda e mais tecnologias ao Brasil para continuar gerando emprego com qualidade, puxando indústrias para o nosso País. E mais: no dia de hoje, nós vamos votar — porque já votamos na Comissão dos integrantes do Parlasul, Senado e Câmara, e eu pude participar dessas reuniões e votações — o Acordo do Mercosul com a União Europeia, que é mais um avanço com o protagonismo importante do Brasil para que a gente possa expandir, e o Brasil se relacione com o mundo inteiro, o que é bom para o País e para o desenvolvimento da nossa economia. Muito obrigado, Presidente.
  • 10/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 6.132, de 2025, que cria a Universidade Federal Indígena.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A LDB estabelece, no art. 52, que as universidades são instituições pluridisciplinares de formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano, que é caracterizado exatamente por respeitar as especialidades. Nós estamos aqui fazendo uma reparação histórica. Nós estamos aqui respeitando a territorialidade, a ancestralidade, culturas diferenciadas. Esse é um direito que as comunidades tradicionais indígenas têm. Estamos, portanto, cumprindo a Constituição. Negar esse direito é segregar, é marginalizar. Nós queremos que todos estejam emancipados e tenham direitos iguais. Esse é um debate que foi feito no Brasil com todas as entidades da área da educação. E, hoje, o Governo do Presidente Lula apresenta essa proposta, que nós queremos sim aprovar. A nossa orientação, portanto, é "sim".
  • 10/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 6.133, de 2025, que cria a Universidade Federal do Esporte.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o voto é "não". É importante que a gente faça este debate com o País. Quem é contra ter universidade? Imaginem um pai, uma mãe, ver o seu filho cursando uma faculdade. Alguns aqui são contra faculdade. Os negacionistas, no tempo deles, fechavam universidades e não queriam que o povo estudasse — só quem tinha dinheiro para pagar podia estudar. Nós queremos que o povo brasileiro vire doutor, tenha uma profissão. O atletismo e o esporte em geral promovem o País, promovem famílias, promovem economias. Não é possível ser contra o Brasil, ser contra uma universidade! Gente, querem ser contra uma universidade? Não é possível! Nós somos contra o adiamento da discussão. O projeto está maduro para o debatermos. Queremos ampliar o número de universidades, e o povo também quer isso. Este Congresso tem que corresponder ao povo, que quer a universidade. Somos contra o adiamento da discussão.
  • 09/02/2026

    O Deputado registrou o resultado das eleições em Portugal, afirmando que o eleitorado rejeitou partido classificado por ele como de extrema direita. Afirmou que a eleição contribuiu para a aproximação política entre Brasil e Portugal e mencionou o Presidente Lula como liderança eleita pelo voto popular. Também destacou críticas ao discurso antissistema e apontou posicionamentos que considerou discriminatórios contra imigrantes, relacionando o cenário internacional ao debate político brasileiro e à defesa das instituições democráticas.

    Palavras-chave oficiais: Portugal,Eleição,Extrema direita,Rejeição,Brasil,Relação internacional

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero fazer o registro de que o povo português, neste domingo, deu um "chega pra lá" no Chega! O Chega é o partido da extrema direita, fascista e xenófobo de Portugal que perdeu a eleição. Eles fazem de conta que são contra o sistema, como se fossem antissistema, mas se sustentam no sistema, negando as instituições, sendo autoritários e, inclusive, muito discriminatórios com os imigrantes. Aliás, o candidato do partido — que perdeu a eleição para o Partido Socialista, do Dr. Seguro — falou uma frase que dizia que, se ele ganhasse a eleição, não deixaria o Lula entrar em Portugal. Pois saibam que o Lula vai entrar em Portugal e vai melhorar as relações com aquele país, porque lá e aqui se elegeram presidentes democráticos. E o Lula, com esta democracia que ganhou pelo voto popular, voltará, sim, e continuará sendo o nosso Presidente democrático.
  • 09/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Recurso nº 2, de 2026, contra parecer terminativo da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania referente à Emenda de Plenário nº 3 oferecida ao Projeto de Lei nº 1.743, de 2024, que altera o artigo 55 da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994 - que dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, para fins de alterar a nomenclatura da Secretaria-Geral Adjunta, bem como a composição da Diretoria do Conselho Federal da OAB, e acrescenta o parágrafo único ao artigo 57.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Recurso (proposição legislativa),Orientação de bancada,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Orienta "não", Presidente. A OAB não é uma entidade estatal e não está vinculada às regras de uma instituição privada. O STF já tem decisão clara sobre isso. Ela tem sua autonomia. O TCU investiga entidades que são têm outra característica. A OAB tem uma característica específica. Isso é sempre reconhecido nesta Casa e já existem definições claríssimas do STF também sobre isso. Nossa orientação é "não" a essa emenda.
  • 09/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei de Conversão nº 13, de 2025, referente à Medida Provisória nº 1.317, de 2025, que altera a Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, para tratar da Agência Nacional de Proteção de Dados, a Lei nº 10.871, de 20 de maio de 2004, para criar a Carreira de Regulação e Fiscalização de Proteção de Dados, transforma cargos no âmbito do Poder Executivo federal, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, é fundamental prestarmos atenção a esta orientação. Quando a turma do Bolsonaro diz que agora vai haver manipulação dos dados é porque eles já os manipulavam. Chegaram a criar uma Abin paralela para manipular informações pessoais, para concentrar poder e fazer perseguição política. E agora vêm falar em democracia? Gente, eles fizeram isso para perseguir, mas nós estamos criando essa agência para democratizar, para dar segurança, para não manipular dados contra pessoas, para não induzir à sexualização de crianças, que são usadas. Eles não querem controle, porque eles querem ódio, querem violência, querem morte. Nós queremos democracia. Essa é a diferença. Que bom que a gente pode se expressar e ver a grande contradição deles. Lula quer a democracia contra essa barbárie.
  • 09/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória nº 1.317, de 2025, que altera a Lei nº 13.709, de 2018, para tratar da Agência Nacional de Proteção de Dados, a Lei nº 10.871, de 2004, para criar a Carreira de Regulação e Fiscalização de Proteção de Dados, transforma cargos no âmbito do Poder Executivo federal, e dá outras providências. Ademais, defendeu o Governo Lula diante das críticas da Oposição, destacando a geração de empregos, o controle da inflação, o crescimento da economia e a volta dos programas sociais.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário Presidente da República,Governo federal,Oposição política,Geração de emprego,Inflação,Crescimento econômico,Política econômica,Programa social,Política social

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, isto é para o bem do País. Precisamos de uma agência que regulamente um setor em que há desinformação, malversação de dados das big techs, fake news. É fundamental que a gente tenha uma agência que faça esse controle. Além disso, não se cria nenhum cargo. É importante que a gente possa votar a matéria. Nós somos contra o requerimento de retirada de pauta, pois precisa haver essa transparência, esse controle. Quanto ao que a Oposição fala em relação ao Governo do Presidente Lula, eu quero dizer que realmente o Governo deve incomodar muito a Oposição. O Brasil tem a melhor empregabilidade. A inflação está controlada. O Brasil é respeitado no mundo. A economia cresce. Os programas sociais que eles destruíram estão voltando. O Brasil está crescendo. Isso realmente os incomoda, porque eles não querem o bem do Brasil. Eles não amam o Brasil. É pura hipocrisia! Por isso, deve incomodar muito. Viva o Lula!
  • 09/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 6.601, de 2025, que dispõe sobre a regulamentação da profissão de Trabalhador em Refeições Coletivas e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós temos contrariedade a qualquer alteração na legislação trabalhista. Isso já foi feito outras vezes e sempre foi prejudicial aos trabalhadores. Nós solicitamos que não houvesse a entrada deste ponto na pauta de hoje, mesmo que fosse só a votação da urgência, porque nós queremos debater melhor o conteúdo. A nossa orientação, neste caso, seria contrária. Diante do apelo que V.Exa. fez, de que não vai entrar na votação do mérito, porque não foi designado ainda o Relator e teremos participação nesse processo, a nossa bancada, em função de outros acordos que as Lideranças construíram para a pauta de hoje, vai orientar favoravelmente, mas deixamos bem registrada a nossa contrariedade ao mérito da forma como está sendo apresentado e exigimos um debate mais profundo sobre isso. Quero apenas deixar bem registrado isso, em concordância com o apelo que V.Exa. também fez. Obrigado, Presidente.
  • 09/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução de alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica, e altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, e a Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Maioria parlamentar,Voto favorável

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o debate sobre a reforma tributária já foi feito, e a matéria já foi aprovada. O que nós estamos solicitando agora é a aprovação desta matéria para este ano apenas, porque há outras legislações já em curso, exatamente para que a indústria nacional possa se adequar num aspecto em que o Brasil é pioneiro no mundo, o da transição ecológica, o da transição para tecnologias verdes, apropriadas, que respeitam o meio ambiente. Para essa transição, há inclusive recursos alocados neste projeto. Portanto, é fundamental que isso seja aprovado, pensando-se na indústria nacional, pensando-se nas tecnologias de transição verde, pensando-se no emprego no nosso País. Por isso, nós orientamos favoravelmente à matéria.
  • 09/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.278, de 2021, que institui o marco legal do transporte público coletivo urbano e altera a Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001 (Estatuto da Cidade), a Lei nº 10.336, de 19 de dezembro de 2001, a Lei nº 10.636, de 30 de dezembro de 2002, e a Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012 (Lei de Mobilidade Urbana). Além disso, destacou a importância de ampliar a discussão para incluir a proposta de tarifa zero, apresentada como uma demanda social para garantir acesso gratuito ao transporte para quem mais precisa.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável Debate,Programa Nacional de Transporte Público Coletivo de Passageiros com Tarifa Zero (Programa Tarifa Zero),gratuidade,População,Pobre

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós orientamos "sim" ao debate sobre o marco legal do transporte público coletivo, para nós termos uma mobilidade urbana planejada, bem organizada e de acesso para a população que mais precisa do transporte público. Para isso, nós precisamos fazer um debate além desse processo do marco legal. Nós estamos introduzindo o debate sobre a tarifa zero, que é uma exigência da sociedade, para que a gente possa, de fato, ofertar para aqueles que precisam se deslocar um serviço de qualidade com custo zero. Então, nós queremos, sim, além de fazer o debate sobre o marco legal, iniciar esse debate. Por parte do Partido dos Trabalhadores, há a definição de, neste ano, levarmos adiante o debate desse tema. O Deputado Jilmar Tatto está na coordenação desse trabalho para que a gente possa fazer também um debate sobre a tarifa zero.
  • 09/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 646, de 2025, que altera a Lei nº 12.340, de 1º de dezembro de 2010, que dispõe obre as transferências de recursos da União aos órgãos e entidades dos Estados, Distrito Federal e Municípios para a execução de ações de prevenção em áreas de risco de desastres e de resposta e de recuperação em áreas atingidas por desastres e sobre o Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil; e dá outras providências, para prever a utilização do Fundo em programas de apoio a mitigação dos efeitos da seca, como a Operação Carro-Pipa.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nesse tema dos carros-pipa, nós estamos falando de todos os temas de sinistralidades que temos no País — enchentes, secas, preparação da Defesa Civil para realmente ajudar. O Governo do Presidente Lula tem feito isso no Sul, Norte, Nordeste, Sudeste, em todos os lugares onde houve problemas, colocando uma equipe estruturada da Defesa Civil para, de fato, junto com políticas dos Governos Estaduais e Municipais, poder ajudar aqueles que precisam, por causa das sinistralidades. E essa preocupação que nós temos é porque estamos no pior momento da crise climática. Nós vamos sofrer mais ainda, porque, infelizmente, o meio ambiente está sendo desrespeitado. E as consequências estão aí. Temos cada vez mais sinistros. Então, é importante termos amparo legal para podermos socorrer, efetivamente, as comunidades que são atingidas por sinistralidades. A nossa orientação é "sim", Presidente.
  • 03/02/2026

    O Deputado avaliou o cenário econômico e social ao início do ano legislativo, citando inflação sob controle, crescimento do emprego, reajustes do salário mínimo e estabilidade do País no cenário internacional durante o Governo do Presidente Lula. Destacou que janeiro marcou a ampliação de isenção ou redução do Imposto de Renda para cerca de 25 milhões de brasileiros. Mencionou a aprovação do Programa Gás do Povo, voltado ao acesso ao gás de cozinha.

    Palavras-chave oficiais: Política econômica,Política social,Governo federal,Elogio,Auxílio Gás do Povo

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero saudar, neste retorno, todos os colegas e dizer que nós encerramos o ano com uma inflação controlada pelo Presidente Lula, com um crescimento cada vez maior do emprego, com reajustes do salário mínimo, com uma estabilidade, do ponto de vista da afirmação do nosso País em nível internacional, superando os tarifaços, as imposições impostas. E janeiro foi o primeiro mês em que 25 milhões de brasileiros foram beneficiados com o imposto zero ou a redução do Imposto de Renda. Isso é muito importante. Agora já votamos aqui um projeto do Lula, o Programa Gás do Povo, para exatamente as pessoas poderem ter a sua comida, da mesma forma como tiramos o Brasil no mapa da fome, agora também para elas terem recursos para comprarem o seu gás. E o desafio para este ano: PEC da Segurança, projeto anti-facção, para o combate ao crime organizado, e, ao mesmo tempo, fim da escala 6x1. Já há tempo que nós defendemos a redução da jornada de trabalho, e é fundamental que votemos essa escala 6x1 aqui, além da tarifa zero para o transporte público. Então, nós vamos fazer esse debate, votar esses projetos num momento tão bom para o Brasil. Viva o Presidente Lula!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.