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Detector de Bananada
Foto de Bohn Gass

Deputado · Câmara

Bohn Gass

PT · RS

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Elvino José Bohn Gass · 64 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 82 de 100, Cara Bom0406080100

82/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 68% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 92%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 99%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 98%das 804 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 99%das 833 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.bohngass@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5873
Gabinete
Gabinete 873, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 387 de 391 sessões

Melhor que 87% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

92%

Registrou voto em 1.035 de 1.128 votações nominais

Melhor que 86% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 2 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 2 em andamento · 0 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 804 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 94% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.287 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 13/10/2026.

  • 15/04/2026

    O Deputado elogiou o Presidente Lula pela proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com escala 5 por 2 e dois dias consecutivos de descanso, sem perda salarial, assim gerando mais empregos e dignidade aos trabalhadores. Dessa forma, criticou a atual escala 6 por 1 e pediu aprovação urgente do projeto, com apoio das centrais sindicais.

    Palavras-chave oficiais: redução,Jornada de trabalho,Defesa,Projeto de lei ordinária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Obrigado, nosso querido Deputado Tadeu Veneri. O Presidente Lula, realmente, é um homem do povo. Além de apresentar uma proposta de redução da jornada de trabalho para acabar com a jornada 6 por 1, que concede só 1 dia de descanso para os trabalhadores, o Lula diz: "Não. Os trabalhadores precisam de 2 dias de descanso, para ficarem com a família, para poderem estudar, passear, viver com dignidade". Esta é uma opção: redução da jornada para 40 horas, com 2 dias contínuos de descanso, com escala 5 por 2 — não a 6 por 1 de hoje —, mantendo o salário, gerando mais emprego no Brasil, dando ao povo mais dignidade. Seria muito fácil, para não desagradar os empresários, ele ficar numa boa e não apresentar esse projeto, mas o Presidente Lula tem lado: o lado de quem precisa, de quem trabalha. Isso é necessário para que tenhamos mais empregos e mais produção. Parabéns, Lula, pelo fim da escala 6 por 1! Esperamos que seja aprovado o projeto, que veio com urgência, a pedido do Presidente Lula, para que tenhamos ao menos a escala 5 por 2, com 2 dias de folga consecutivos, sem redução do salário. Parabéns, Presidente Lula! Estamos contigo. Nesta Casa, vamos fazer o debate com todo o movimento social das centrais sindicais, que esteve aqui hoje reforçando esse pedido, que, com certeza, esta Casa aprovará. Muito obrigado.
  • 14/04/2026

    O Deputado afirmou que críticas da Oposição sobre miséria utilizaram imagens do Governo anterior. Destacou que, durante o Governo do Presidente Lula, o Brasil saiu do Mapa da Fome e implementou políticas voltadas à população vulnerável. Acrescentou também que houve reajuste do salário mínimo acima da inflação, em contraste com períodos anteriores. Ademais, defendeu que essas medidas contribuíram para o crescimento econômico e para o reconhecimento internacional do País. Concluiu com avaliação positiva das ações do Governo Federal e de seus resultados sociais.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Oposição política,Fome,Mapa da Fome,Governo federal,Ex-presidente da República,População em situação de vulnerabilidade social,Salário mínimo,Inflação,Política social,Crescimento econômico

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. O Senador Flávio Bolsonaro reconheceu algo que, depois da fala do Líder, fica mais fácil explicar para o povo entender. O Senador Flávio Bolsonaro começou a dizer que tem que combater a miséria. Quando ele falou que tem que combater a miséria, ele mostrou fotografias. Sabem de quando? De 2021, quando o Bolsonaro era Governo, quando as pessoas iam pegar comida num caminhão de lixo! Então, o Senador Flávio Bolsonaro quis dizer que tem que combater a miséria, mas não teve fotografia do tempo do Lula, porque nós tiramos o Brasil do Mapa da Fome. Ele teve que mostrar uma fotografia do tempo deles, porque eles não olham para o povo. Eles não reajustaram o salário mínimo acima da inflação — deram só a inflação. Nós reajustamos o salário acima da inflação. Por isso, o Brasil cresce. Por isso, o Lula é respeitado. Por isso, o Lula vai para o tetra.
  • 14/04/2026

    O Deputado comentou declaração de Flávio Bolsonaro sobre combate à pobreza e afirmou que imagens divulgadas pelo Senador retratavam o período em que Jair Bolsonaro ocupava a Presidência. Associou o cenário à presença do Brasil no Mapa da Fome e mencionou situações de insegurança alimentar, como pessoas buscando comida no lixo. Defendeu que as políticas públicas voltadas à redução da pobreza deveriam ser prioridade e citou ações do atual Governo, como o PAC, como instrumentos para promover melhores condições de vida à população. Concluiu ao destacar a necessidade de garantir dignidade às famílias brasileiras.

    Palavras-chave oficiais: Senador,Candidato,Presidente da República,Mapa da Fome,Pobreza

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Flávio Bolsonaro confessa que Jair Bolsonaro não combateu a miséria quando era Presidente. Foi bizarra a manifestação do Flávio Bolsonaro esse final de semana. Na tentativa de se apresentar como alguém que ajudaria o povo brasileiro a combater a pobreza, mostrou imagens — pasmem — de pessoas pegando comida no lixo. De quando eram essas imagens? Do tempo em que o pai dele era Presidente da República. No tempo do Bolsonaro, era fila do osso, era o Brasil no Mapa da Fome, eram pessoas pegando comida no lixo. Quem mostrou essas imagens para o mundo foi o Flávio Bolsonaro, que é candidato! Ele mostrou o péssimo Governo deles. Então, para combater a fome, é Lula, é o PAC, é ajudar o nosso povo, é dar vida digna para o nosso povo. Era isso, Presidente. Obrigado.
  • 08/04/2026

    O Deputado levantou Questão de Ordem para contestar a abertura de espaço no plenário para defesa de candidatura ao Tribunal de Contas da União (TCU). Afirmou que o Regimento da Câmara dos Deputados não prevê esse tipo de manifestação naquele momento e defendeu isonomia no tratamento entre os candidatos. Por fim, sugeriu que, caso seja concedido espaço, ele deve ser garantido a todos os concorrentes ou a nenhum, para assegurar igualdade de condições dentro das regras da Casa.

    Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Candidatura,Tribunal de Contas da União (TCU),Princípio da isonomia,Regimento Interno da Câmara dos Deputados

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Quero fazer uma questão de ordem, Presidente. Eu sei que nós teremos, na próxima terça-feira, o cumprimento da decisão soberana desta Casa em relação aos candidatos a Ministro do Tribunal de Contas da União. Regimentalmente, não há oportunidade, não há espaço, neste momento, para a defesa das candidaturas. Para nós — e esta é a sugestão que eu quero deixar para a Mesa —, se a Mesa abriu espaço para a fala de uma candidata, tem que abrir espaço para todas as candidaturas ou para ninguém. Então, é uma questão regimental a isonomia de tratamento interno. Isso é o que nos unifica, o regramento interno. Sugiro, Presidente, que consideremos em separado isso, porque, a partir de agora, todos vão querer falar. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Deputado Bohn Gass, eu respeito a colocação de V.Exa. A Deputada Soraya Santos, assim como todos os outros candidatos que foram inscritos, já que o prazo foi encerrado às 16 horas, desejou que fosse comunicada sua inscrição. Eles estão oficialmente inscritos. É claro que ainda temos a etapa da Comissão de Finanças e Tributação, em que teremos a sabatina, após a apresentação dos candidatos, para que, a partir daí, os nomes possam vir ao plenário. Acredito que todos os inscritos deverão ser aprovados na Comissão. Nós estamos apenas dando a palavra àqueles candidatos inscritos que desejam comunicar sua inscrição. Da mesma forma que eu dei a palavra à Deputada Soraya, darei a todos aqueles que solicitarem. Concordo com V.Exa. de que o momento propício para a fala é a próxima terça-feira, a data marcada por esta Presidência para a eleição do membro da Câmara dos Deputados que a representará como Ministro no Tribunal de Contas da União. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - Obrigado, Presidente.
  • 08/04/2026

    O Deputado informou que o partido orientaria voto contrário ao pedido de urgência ao Projeto de Lei nº 1123, de 2025, que altera a Lei nº 8.080, de 1990, para determinar a aceitação, pelas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), de exames realizados em serviços privados. Explicou que a posição se deve à avaliação de que a proposta poderia representar uma forma de privatização e criar um “fura fila” no Sistema Único de Saúde (SUS). Por fim, esclareceu que o partido não solicitou votação nominal, apenas registrou a orientação contrária.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,alteração,Lei Orgânica da Saúde (1990),obrigatoriedade,Sistema Único de Saúde (SUS),recebimento,Exame médico,Rede privada de saúde,esclarecimento,Privatização,análise,Votação nominal,Orientação de bancada,Partido dos Trabalhadores (PT)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, se o nosso Líder concordou com este encaminhamento, está dada a palavra; foi acordado. Agora, o que nós, do PT, estaríamos a fazer é não pedir votação nominal, mas orientar a nossa posição contra a urgência, porque aqui nós estamos tratando de uma certa privatização e de um fura-fila no SUS. Nesse sentido, nós não solicitaremos a verificação, mas orientaremos contrariamente.
  • 08/04/2026

    O Deputado afirmou que declarações atribuídas ao Senador Flávio Bolsonaro, feitas durante agenda nos Estados Unidos, indicavam que o Brasil seria estratégico na disputa por minerais críticos, especialmente terras raras. Criticou a interpretação apresentada e associou o posicionamento a riscos de exploração de recursos naturais do País. Mencionou ainda debates sobre privatizações e políticas econômicas relacionadas a Governos anteriores e atuais, citando a Petrobras e a BR Distribuidora. Defendeu a soberania sobre recursos estratégicos e afirmou que o tema deveria ser tratado como prioridade nacional no contexto das relações internacionais e da política de desenvolvimento.

    Palavras-chave oficiais: Senador,entrega,Terras raras,Estados Unidos,Repúdio Privatização,Petrobras Distribuidora S.A,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, Flávio Bolsonaro acaba de confirmar que não é patriota brasileiro. Ouça o que ele disse nos Estados Unidos: "O Brasil será o 'campo de batalha', onde o futuro do hemisfério será disputado, porque o Brasil é a solução dos Estados Unidos para quebrar a dependência com a China em relação a minerais críticos, especialmente elementos de terras raras". O que ele está fazendo aqui é entregar as terras raras do Brasil para os Estados Unidos. O bolsonarismo já entregou a Petrobras, já privatizou a BR Distribuidora, estamos pagando e sofrendo por causa da guerra do Trump, que ele apoia, e, agora, ainda quer entregar as terras raras. Gente, é para ele ser o candidato de vocês a Presidente da República! Entregar nosso patrimônio? Isso é uma vergonha. Flávio Bolsonaro mostra que ele não é patriota. E o que faz o Lula? Defende as terras raras, defende o Brasil... (Desligamento do microfone.)
  • 07/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou políticas de preços de combustíveis adotadas nos Governos anteriores, afirmando que medidas como o Preço de Paridade de Importação (PPI) e a privatização da BR Distribuidora contribuíram para aumento de custos e falta de regulação no setor. Defendeu que a intervenção do Estado é necessária para controlar os preços e destacou ações do Governo atual para reduzir impactos da guerra internacional e da alta de insumos, como fertilizantes, sobre a população e o agronegócio. Ressaltou que a retomada de políticas públicas voltadas à produção e à regulação ajudou a limitar a elevação dos preços no País. Concluiu afirmando que a reestatização dos postos BR é uma medida essencial para proteger consumidores e produtores.

    Palavras-chave oficiais: Preço,Combustível,Preços de Paridade de Importação (PPI),Privatização,Petrobras Distribuidora S.A,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Colegas Deputados, Sr. Presidente Ribeiro Neto, eu quero refletir aqui com os colegas Deputados e com o Brasil sobre o fato de que nós, neste País, não precisaríamos enfrentar falta de combustível nem aumento no preço dos combustíveis. Nós somos contra a guerra. Vejo muitas pessoas aqui apoiando o Trump por causa da guerra, mas ela destrói a economia do mundo, destrói a nossa economia. O que eu quero dizer é que, se não fosse a política nefasta de Bolsonaro e do Temer, aquele do golpe, se eles não tivessem adotado o PPI — Preço de Paridade de Importação, se não tivessem enfraquecido a Petrobras, se não tivessem vendido a BR Distribuidora, nós não teríamos, mesmo com a guerra que eles defendem — à qual nós somos contrários, pois queremos a paz —, falta de combustível, nem seria necessária a elevação de preços. Por que isso está acontecendo? Porque a privatização da BR Distribuidora fez com que não houvesse mais regulação de preços. Então, quando aumenta o preço do combustível, esse aumento é repassado imediatamente nos postos. Mas, quando o preço diminui na refinaria, as distribuidoras que existem hoje, sem a atuação da BR Distribuidora, não reduzem os preços e mantêm essa política infeliz contra o povo trabalhador. Portanto, está na hora de trabalharmos, sim, pela reestatização da BR Distribuidora. O Estado brasileiro precisa ter mecanismos de intervenção para garantir o controle de preços, porque, se o livre mercado atua sem essa regulação, dá no que deu. No Chile, agora, o preço dos combustíveis aumentou 85%. Lá, é a extrema direita que manda no mercado. Não há preocupação com a população. No Brasil, pelo fato de o Presidente Lula ter dificultado as exportações, ter destinado recursos a ações voltadas à diminuição do preço dos combustíveis, ter estimulado o refino do petróleo no País, nós estamos tendo uma elevação nos preços dos combustíveis de 18%, e não de 85%, como aconteceu no Chile. Essa é a diferença. E nós precisamos da reestatização da BR Distribuidora, porque não queremos nem esse aumento que houve. Se o preço dos combustíveis aumentasse como no tempo do Bolsonaro, já seria de mais de 8 reais o preço da gasolina; já estaria em mais de 10 reais ou, talvez, em 12 reais, porque é o mercado que rege isso. Se nós não fizermos uma política de reestatização na distribuição de combustíveis, a grande distribuidora beneficiada por essa política do Bolsonaro continuará cobrando da população e transferindo os aumentos diretamente para o preço, sem uma política pública de proteção ao povo, como o nosso Presidente Lula está fazendo. A mesma coisa o Bolsonaro fez com os fertilizantes. Eu subi nesta tribuna para dizer: "Vocês do agro saibam que o Bolsonaro vai vender as fábricas de fertilizantes. O adubo, a ureia vão ficar mais caros. E vocês apoiaram o Bolsonaro, que destruiu a economia do agricultor, aumentando os preços dos insumos, o que, com a guerra, só fez aumentar mais". Nós estamos retomando, com o Presidente Lula, as fábricas de fertilizantes, porque o Presidente Lula pensa em quem produz no campo, em quem produz alimento, em quem trabalha na lavoura, e pensa em todos os consumidores. Essa é a diferença. Por isso, neste momento, eu afirmo aqui: mesmo com a guerra — e vocês defendem o Trump, que está destruindo muitas economias e muitas pessoas com essa guerra —, nós não precisaríamos aumentar o preço dos combustíveis no Brasil e não faltaria combustível. Nós temos condições de autossuficiência, mas destruíram o refino, permitiram a atuação das empresas de importação e exportação, e nós pagamos a conta. Não há mais a BR Distribuidora como empresa pública, então, a consequência é ter o mercado mandando, e o mercado obedece ao bolso dos ricaços, com a população pagando a conta. Sorte que o povo brasileiro tem um Governo que pensa no povo e fez uma política de apoio para os preços não se elevarem. E agora nós estamos trabalhando com força no novo Plano Safra. Isso é uma preocupação por causa dos fertilizantes caros, do juro alto, para que a gente possa reduzir os preços e estimular quem produz alimento e comida neste País. Essa é exatamente a proposta do Presidente Lula. Sigamos na luta pela reestatização da BR Distribuidora. Obrigado, Presidente.
  • 07/04/2026

    O Deputado orientou a votação do Projeto de Lei nº 4.768, de 2016, que dispões sobre o ofício de profissional da dança. Além disso, afirmou não compreender a oposição de Partido Liberal (PL) e do NOVO à proposição, acusando-os de deixarem crianças nas ruas sem espaços de dança.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável Partido Liberal (PL),Partido Novo (NOVO),contrário,Projeto de lei ordinária,Regulamentação profissional,Dança,Dançarino

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, dias atrás, eu tive o relato de uma mãe e de um pai, muito felizes com a participação do filho no grupo de danças de um CTG — Centro de Tradições Gaúchas e pelo que aquele grupo de danças fez com ele, que estava na droga, estava no vício. O jovem envolveu-se com a cultura, com a dança e saiu do vício na droga. Dança é cultura, é renda para quem é professor. Ela valoriza as nossas atividades. Atenção, Rio Grande do Sul! Atenção, CTGs! Eu não consigo compreender como o PL e o NOVO são contra este projeto, se uma mãe elogiou a dança e disse que ir a uma dança tirou seu filho do vício na droga! Então, o PL e o NOVO são a favor de que essas crianças continuem na rua, sem um espaço de dança?! Não é possível que eles votem "não"! Nós votamos "sim" ao projeto.
  • 18/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 6.894, de 2013, que dispõe sobre a vinculação de bolsistas de iniciação científica para ensino superior e médio, estudantes de escolas técnicas federais e prestadores de serviço militar obrigatório, ao Regime Geral de Previdência Social e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Maioria parlamentar

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, é importante dizer o seguinte. No então governo de quem está falando contra o projeto, reclamando dos valores, um doutorando tinha uma bolsa de 2.200 reais. Quando Lula assumiu, ela passou a ser de 3.100 reais. A bolsa de mestrado era de 1.500 reais, e nós elevamos o seu valor, passou a ser de 2.200 reais. Há anos não havia reajuste. E agora estão reclamando? Nós estamos pagando mais e ainda temos o compromisso de melhorar o valor da bolsa. O segundo aspecto é sobre a Previdência. É claro que se pode contribuir hoje, mas com 20%, Deputado. Vinte por cento! O que estamos dizendo é que a contribuição vai ser de 11% sobre o salário mínimo. Isso é um benefício para o nosso bolsista. Eu sou coautor do projeto relativo a quem faz doutorado, a quem faz mestrado, a quem faz pós-graduação, para que possam aprender e não ficar sem direitos previdenciários e seja contado aquele período de trabalho, para que, no futuro, tenham o benefício. Trata-se de pensar na ciência, de pensar no País, de não ser negacionista, de não ser retrógrado! Por isso, a orientação é "sim".
  • 18/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado abordou a sanção do ECA Digital, destacando a ampliação da proteção do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente virtual. Afirmou que a medida estabeleceu responsabilidades para plataformas digitais, como remoção de conteúdos nocivos, criação de canais de denúncia e proteção de dados de menores. Também ressaltou a responsabilização dos pais, que passam a ter dever de acompanhar o uso da Internet pelos filhos, orientar sobre riscos e adotar mecanismos de controle.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Ambiente virtual,Aplicação de internet,Criança,Adolescente,proteção,Sanção presidencial,ECA Digital (2025)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Deputado Charles Fernandes, colegas Deputados: ECA Digital. O Governo Lula corretamente entendeu que a proteção do Estatuto da Criança e do Adolescente precisava ser estendida à Internet. Infelizmente, esta Casa não votou ainda a regulamentação das redes, então a Internet continua sendo terra sem lei. O ECA Digital é um avanço. Ao menos protege crianças e adolescentes. Com essa medida, para crianças e adolescentes no Brasil, a Internet não vai mais ser terra sem lei, porque responsabilidades são criadas para as plataformas e — atenção! — também para os pais. Nenhum pai pode fingir que não vê o que seu filho está vendo. Para as plataformas, as obrigações são: agir rápido e remover posts que explorem, gerem violência ou exponham crianças e adolescentes; ter canais fáceis de denúncia — se o caso envolver criança, não pode ficar na fila —; identificar e rastrear quem cometeu o crime. E fica terminantemente proibido expor, coletar ou usar dados de crianças sem consentimento adequado. Por isso, as plataformas devem criar filtros de controle e mecanismos para impedir acesso a conteúdos impróprios. Quanto aos pais, o ECA Digital diz que é responsabilidade deles saber com quem os filhos interagem, que conteúdos acessam e como se comportam on-line. Eles devem ainda orientar as crianças a não compartilhar dados pessoais, a não falar com desconhecidos e a não enviar fotos íntimas. São os pais que devem definir tempo de uso, horários e que aplicativos seus filhos podem acessar. Os pais também devem instalar mecanismos de controle parental, filtros de controle e configurações de privacidade. Se houver negligência grave, os pais também podem ser responsabilizados. Nesta data, o Presidente Lula sanciona a lei do ECA Digital, par a proteção das nossas crianças e adolescentes. Eu gostaria, Presidente, que este pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação da Casa. Obrigado.
  • 17/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado atribuiu a alta dos combustíveis e fertilizantes a conflitos internacionais, criticando líderes como Donald Trump e Benjamin Netanyahu, e defendeu medidas do Governo Lula para conter os preços, como a redução de tributos. Cobrou também fiscalização da ANP contra abusos e criticou políticas de privatização de governos anteriores, propondo maior controle estatal, fortalecimento da Petrobras e até reestatização de ativos para garantir preços mais baixos e soberania energética.

    Palavras-chave oficiais: Combustível,Fertilizante,aumento,Preço,Conflito,Guerra,Estados Unidos,Israel,Governo federal,Isenção tributária,Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP),fiscalização,Preço abusivo,Privatização,Controle estatal,fortalecimento,Petróleo Brasileiro (Petrobras)

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, colegas Deputados, os combustíveis e os fertilizantes estão mais caros. A culpa é do Trump, do Netanyahu, que estão fazendo a guerra, matando gente e prejudicando a economia mundial. Nós repudiamos essa guerra. O Presidente Lula tem se manifestado pela paz, contra a guerra, mas, mais do que isso, o Presidente Lula tomou uma atitude imediata de defender os nossos consumidores no Brasil. Retirou o PIS/COFINS, o imposto. Nós desejamos que os governos estaduais — no caso do Rio do Sul, atenção, Governador Leite! — façam isso também no ICMS, para ajudar a não elevar tanto o preço dos combustíveis. Porém, há mais do que isso. Temos combustível no Brasil, e há a especulação em cima dessa crise para repassar o preço para o consumidor. É importante que a ANP haja, fiscalize. E é isso que nós estamos cobrando da agência, que a Polícia Federal vá em cima, para não acontecer esse desastre de aumentar os preços, havendo combustível no Brasil. Todo o mecanismo de controle precisa ser feito. O que é importante se perguntar: precisaria, no Brasil, termos tanta interferência, por causa de uma guerra lá nos países árabes? Não, não precisaria. E aqui nós precisamos dizer o que o Governo passado fez ao defender a regra do mercado, fazendo a paridade internacional, dependendo do mercado dos preços do exterior, e, ao mesmo tempo, vendendo os postos BR. É isso que os governos passados fizeram, o do Bolsonaro e o do Temer. Venderam os postos BR! Obedeceram a leis de mercado e venderam refinarias — pasmem! —, empresas de fertilizantes, as FAFENS, e, ao mesmo tempo, enfraqueceram a nossa Petrobras. Na época, a gasolina já estava a oito reais. Se fosse o Bolsonaro a continuar, com certeza, estaria a mais de dez reais, agora. Porém, o Presidente Lula entrou, trabalhou para reduzir os preços, mas nós poderíamos reduzir mais e ter o controle, se não fosse essa privatização feita no governo passado, só obedecendo o mercado. Então, está na hora do Brasil ter força política e ação conjunta. Essa tem que ser a nossa linha: reestatizar os postos BR, para influenciarem na manutenção de preços mais baixos, regular mercado, fortalecer a Petrobras, ter produção soberana, sustentável, autossuficiente no Brasil, para não sermos, como o bolsonarismo quer, reféns da guerra do Trump e dos preços internacionais. Obrigado, Presidente.
  • 16/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 2.841, de 2024, que institui o Programa Nacional de Fomento às Escolas Resilientes e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero testemunhar o que aconteceu no Rio Grande do Sul. Deputado Tarcísio Motta, as escolas que não estavam soterradas ou debaixo de água nas enchentes do Rio Grande do Sul foram espaços utilizados pela Defesa Civil para abrigo, distribuição de materiais, estrutura para reuniões comunitárias. Viraram espaços de reconstrução os educandários. Diante da emergência climática que nós enfrentamos, preparar os educandários para essa resiliência — é a terminologia que V.Exa. usa — é fundamental, e é educativo. Não é possível que vamos ser negacionistas também nisso e vamos impedir que os nossos educandários estejam apropriados para ter resistência, resiliência diante das alterações climáticas. Orientamos "sim".
  • 16/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 759, de 2026, que altera a redação do § 9º do artigo 26 da Lei n° 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Defendeu a importância de discutir temas como machismo e misoginia nas escolas e afirmou que a ausência desse debate educacional contribui para a reprodução da violência contra as mulheres na sociedade. Ressaltou ainda que a escola deve ser um espaço de formação para o respeito, sem preconceitos, contribuindo para uma sociedade menos violenta.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável Machismo,Misoginia,Debate,Escola,combate,Violência contra a mulher,Preconceito,Educação,respeito

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, esse tema é muito importante. A gente quer, mas a extrema direita não quer fazer um debate educacional sobre temas importantes como o machismo, a misoginia. Se a gente não faz esse debate em escolas, para criar uma luta de igualdade de gênero e de tratamento, as pessoas vão aprender fora da escola. E aprender fora da escola dá no que dá, até estupro coletivo. Estimular a violência contra a mulher defendendo o machismo e não querer debater isso em sala de aula significa abençoar a violência que acontece na sociedade. Nós queremos uma sociedade sem esses atos violentos. Então, nada mais justo do que fazer esse debate onde? Na escola, na educação. E esse discurso de que não se pode falar em gênero? Gente, até outro dia, falando em alimentos, eles queriam tirar a palavra "gênero" da expressão "gênero alimentício". Eles estão obcecados com alguma terminologia da ideologia cultural, que é altamente prejudicial ao debate plural, respeitoso, que defende que não tenha nenhuma criminalização e violência. É por isso que nós queremos que a educação trate desses temas sem tabu, sem preconceito, para que realmente possamos viver sem tanto ódio, sem tanta violência.
  • 16/03/2026

    O Deputado criticou o Projeto de Lei nº 2.564, de 2025, que altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório. Ademais, alertou que a proposição proíbe o uso da tecnologia de leitura por satélite para identificação de áreas desmatadas e incendiadas ao vedar a imposição de embargo baseado em detecção remota.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Medida cautelar,Ato administrativo,Direito à ampla defesa,Garantia ao contraditório,Fiscalização ambiental,Política ambiental,Tecnologia,Satélite artificial,identificação,Desmatamento,Incêndio,Dispositivo legal,Embargo ambiental

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o que nós alertamos aqui — por isso, queremos debater e aprofundar melhor este tema — é que nós não concordamos que, em caso de supressão de vegetação... Atenção, Brasil: nós estamos falando de alguém que vai derrubar mato, alguém que vai agira fora da lei, sem a devida autorização. Há um mecanismo de leitura por satélite que identifica estas ocorrências. Hoje a leitura por satélite é que permite a identificação de incêndios e de desmatamentos. Este é o controle que deve ser feito. Vejam o que o projeto diz: “Fica vedada a imposição do embargo baseado em detecção remota”. Ora, os mecanismos de tecnologia existem para identificar e, quando identificarem uma área em que houve desmatamento, área que foi identificada, não vai poder ser usado o mecanismo de leitura por satélite. Isso está totalmente fora de qualquer... (Desligamento do microfone.)
  • 16/03/2026

    O Deputado solicitou ao Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, a não apreciação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 2.564, de 2025, que altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório. Ademais, justificou a posição contrária da Liderança do Partido dos Trabalhadores (PT) à proposição, tendo em vista o prejuízo à fiscalização ambiental com a possibilidade de aumento do desmatamento ilegal.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da Câmara dos Deputados,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Medida cautelar,Ato administrativo,Política ambiental,Fiscalização ambiental,Direito à ampla defesa,Garantia ao contraditório,Liderança partidária,Partido dos Trabalhadores (PT),Desmatamento ilegal

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu gostaria de fazer uma observação. Pela construção feita aqui, após a reunião da Liderança, nós compreendemos a apresentação de V.Exa. da pauta para esta votação, mas nossa assessoria nos alerta que nós temos realmente muitas contrariedades em relação a este projeto. Pelos efeitos drásticos que isso vai ocasionar, principalmente na fiscalização ambiental, com a possibilidade de aumento do desmatamento ilegal, neste caso eu faria uma solicitação, Presidente, humildemente. Como nós vamos votar outros nove requerimentos, peço que tenhamos concordância para não apreciar a urgência deste ponto. Eu sei que a urgência tem seus desdobramentos depois, no mérito, que nós vamos apreciar em outro momento. Mas, se pudéssemos ter a compreensão da Mesa neste sentido, nós gostaríamos de fazer esta solicitação.
  • 16/03/2026

    O Deputado manifestou o voto favorável do Partido dos Trabalhadores, do Governo e da Federação Brasil da Esperança ao requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 2.736, de 2019, que inclui na exigência para a transferência do veículo a certidão negativa dos crimes de estelionato e apropriação indébita.

    Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,transferência,Veículo,Certidão negativa,Estelionato,Apropriação indébita,Governo,Base de apoio político

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PT e a federação também votam "sim", Presidente. O Governo também vota "sim", porque esta matéria é importante. Quando se passa um carro para outra pessoa, ela tem que saber se o carro não é roubado, se na ficha existe algum problema. Enfim, é preciso estar na legalidade, é preciso que tudo esteja tranquilo na hora de passar um bem para alguém. É preciso ter essa segurança.
  • 03/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado afirmou que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro demonstra o desempenho positivo da economia na gestão do Presidente Lula. Atribuiu tal resultado às políticas econômicas do Governo, com destaque para as ações conduzidas pelo Ministro da Fazenda Fernando Haddad e pelo Vice-Presidente Geraldo Alckmin. Criticou, porém, opositores e analistas de mercado por previsões que não se confirmaram, como estimativas mais altas de inflação, dólar e desemprego, defendendo que as medidas adotadas pelo Governo estimularam a economia, o consumo e a indústria no País.

    Palavras-chave oficiais: Crescimento econômico,Produto Interno Bruto (PIB),aumento,gestão,Governo federal,Ministro de Estado da Fazenda,Vice-presidente da República,Política econômica,Oposição política,Analista,previsão,Inflação,Desemprego,Dólar,Consumo,Indústria nacional

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Atenção, Brasil! Vejam que notícia boa! O PIB cresceu de novo, o Produto Interno Brasileiro cresceu. Para a tristeza dos que torcem contra o Brasil, o PIB cresceu 2,3% agora em 2025. Aliás, o Presidente Lula governa bem este País, contra o desmando que os bolsonaristas deixaram. Eles colocaram o País na miséria, deixaram com fome o nosso povo; o Brasil ficou desrespeitado no exterior, internamente os salários estavam achatados e as empresas sem estímulo. Foi isso que o bolsonarismo provocou neste País. O Lula, não. Com o Lula na Presidência do Brasil, o PIB cresceu 3,2% em 2023, 3,4% em 2024 e 2,3% agora em 2025. Só cresce! E isso com a taxa de juros alta. Imagine se essa taxa de juros, que deve cair, estivesse mais baixa?! Iria crescer mais. Mas as mídias e o discurso da Oposição não querem reconhecer isso. É um crescimento contínuo, mas eles falam em desaceleração, para confundir a população, no negacionismo que eles têm, que é como o dos analistas de mercado, que erraram e erraram feio. Eles diziam que a inflação chegaria a 5,7%. Mentiram: a inflação chegou a 4,4%. Também disseram que o dólar chegaria a 6 reais. Mentiram: o dólar está em 5,4 reais. Previram um desemprego de 6,5%, e nós estamos com 5,4%, o menor índice de desemprego de todo esse período. Isso se deve fundamentalmente à política do Presidente Lula. Nós aprovamos estímulos para as nossas indústrias, demos conteúdo nacional para as nossas indústrias, fizemos a economia girar aumentando o poder de consumo, concedemos financiamentos e créditos e crescemos acima da média mundial. É isso que incomoda os bolsonaristas, porque o Governo deles levou o Brasil à fome e ao decréscimo, ao não crescimento. E o nosso Brasil vai continuar crescendo. Então, nós precisamos aqui realmente valorizar as ações do Ministro Haddad, do Presidente Lula e do Ministro Alckmin, que fizeram com que os nossos índices ficassem acima da média mundial e internamente muito superiores ao estrago que o bolsonarismo fez. Por isso, o povo está com o Lula. Por isso, a Sapucaí homenageou o Lula, o filho da Dona Lindu. Esta é a verdade que precisa chegar a todos os rincões. O resto é fake news, é invenção. É isso que eles sabem fazer, incorporados por esse grande momento de divulgação de mentiras, que nós precisamos regulamentar. Eles não querem regulamentar, porque, se eles não mentem, se eles não usam muito dinheiro, como estão usando, e se não usam a violência, eles não têm aonde chegar. Com o Lula, o Brasil vai continuar crescendo. Peço a divulgação do meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil.
  • 02/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação e altera a Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012; a Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999; e a Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A federação orienta "sim". O projeto é muito importante para o País. Estimula nossas empresas, gera empregos, continua abrindo mercados. Vamos ter competitividade internacional. Trata-se de defender o Brasil, de defender o emprego, de podermos vender mais, além de termos a qualificação interna nessas empresas e o financiamento que o BNDES e a Apex oferecem para nossos produtos de exportação. Então, nossa orientação é "sim", para o bem do Brasil, das nossas empresas e também dos nossos empregos.
  • 02/03/2026

    O Deputado encaminhou a votação do Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação e altera a Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012; a Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999; e a Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, está no projeto o regramento que impede de fato — essa é uma dúvida que apareceu — que qualquer inadimplente tenha novo crédito. Ele vai ter que se colocar em dia primeiro, e ele vai passar por uma avaliação mais criteriosa, uma vez que todos os dados são expostos, para todo mundo acompanhar. O único questionamento levantado foi esse. Acho que o Brasil se prepara cada vez mais para ter competitividade nas exportações. Num momento em que nós abrimos muito os mercados e em que outros países estimulam, sim, as suas empresas a competir com as nossas, é justo que nós preparemos as nossas empresas. E o BNDES voltou a financiar. Se hoje a economia cresce, se nós abrimos mercados, se nós geramos empregos, é sinal de que alguma coisa está dando certo. Então, ampliar o Proex para dar mais espaço, mais oportunidade para quem se prepara para exportar, e gerando emprego aqui, isso é pensar no Brasil! Se nós não apoiamos os nossos exportadores, nós nos submetemos a comprar de fora. E, comprando de fora, de quem compete conosco, nós geramos emprego lá, eles crescem lá, eles agregam valor lá, fora do País. Eu quero agregar valor para o nosso Brasil. Então, querer o bem do Brasil é apostar em quem produz aqui e estimulá-lo. Hoje nós temos um banco que financia as nossas empresas, nós temos a Apex que faz a logística de levá-las para mercados exportadores, para fazer seus negócios, e fazemos capacitação interna, através de vários mecanismos, para garantir emprego. Acho que essa é a grande questão. Por isso, a nossa orientação é favorável, é "sim".
  • 02/03/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação e altera a Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012, a Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999, e a Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001. Na oportunidade, ressaltou o papel da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) na promoção de produtos brasileiros no exterior e mencionou o fortalecimento do Programa de Financiamento às Exportações (PROEX) como instrumento de apoio às empresas, inclusive com ampliação de prazos de financiamento para operações de exportação.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável,Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil),Programa de Financiamento às Exportações (PROEX)

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Deputado Icaro de Valmir, colegas Deputados, nobre Relator Arlindo Chinaglia, que neste debate a gente possa dizer que o Brasil precisa preparar bem as suas indústrias, suas empresas, para nós estarmos qualificados para termos competitividade no processo de exportação. Antes de falar diretamente disso, eu gostaria de dizer que o Governo do Presidente Lula buscou, junto com seus Ministérios, principalmente pela Apex, estímulos para colocar a nossa produção brasileira no mercado internacional. Nesse período do Governo do Presidente Lula, nós abrimos no mundo mais de quinhentos mercados novos a partir de políticas de incentivo, de busca de divulgação. Isso foi feito intencionalmente pelo nosso Governo, pelos Ministros e pela Apex no mundo inteiro. O que acontece com as grandes potências que exportam para nós? Estimulam as empresas, no período preparatório ante-exportação, a financiar com tecnologia, com créditos, com preparação para essa exportação. O que esse projeto propõe — o Deputado Arlindo Chinaglia fez o relatório — é exatamente ampliar o espaço de estímulo para que principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras se capacitem e se preparem para terem acompanhamento de expertise e ao mesmo tempo créditos para disputarem com competitividade nas exportações. Esse processo é muito, muito importante. No programa que o Governo possui, o Proex — Programa de Financiamento às Exportações, nós estamos permitindo que as exportações tenham uma fruição de maior tempo, por exemplo de 180 dias para 750 dias, na preparação, quando há pedidos feitos, de outros países, que vão colocar no mundo as nossas empresas, que, além de terem o seu estímulo, vão gerar empregos no Brasil. Se hoje nós estamos com a condição da melhor empregabilidade do último período a partir de políticas públicas para esse processo, nós queremos ampliar isso com empregos qualificados nesse processo de preparação das nossas empresas para a exportação. Em todos os sentidos, eu acredito que nós devemos votar favoravelmente ao relatório apresentado pelo nosso querido Deputado Arlindo Chinaglia sobre a política do Governo de estimular e apoiar quem exporta.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.