
Nome civil: Elvino José Bohn Gass · 64 anos
Bananômetro
82/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 68% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 92%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 99%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 804 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 833 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.bohngass@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5873
- Gabinete
- Gabinete 873, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 387 de 391 sessões
Votou nas votações
92%
Registrou voto em 1.035 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 2 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 804 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.287 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 13/10/2026.
- 13/05/2026
O Deputado encaminhou a votação do Artigo 9 da Lei 14.193/2021, contido no art. 2 do texto do Senado apresentado ao Projeto de lei nº 2.978, de 2023, que altera a Lei nº 14.193, de 6 de agosto de 2021, a fim de aperfeiçoar a governança das Sociedades Anônimas do Futebol, resguardar os investidores e preservar os direitos dos clubes, dos profissionais do futebol e dos atletas em formação. Também fez registro político, contrastando a extinção do Ministério do Esporte no Governo Bolsonaro com a sua recriação e a criação da Universidade Federal do Esporte no Governo Lula, além de mencionar os áudios envolvendo o Senador Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,favorável Governo federal,Ministério do Esporte,Universidade Federal do Esporte (UFEsporte),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),gestão,Crítica Senador,Partido Liberal (PL),Banco Master,Proprietário,envolvimento,Filme,Financiamento
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Deputado Hildo Rocha, colegas Deputados, eu pediria atenção para este destaque que nós estamos fazendo. O Relator, Deputado Fred, concordou e votou favoravelmente ao conjunto dos elementos do projeto, que dá uma gestão mais eficaz para a SAF, Sociedade Autônoma do Futebol, que é muito importante. Já defendemos aqui a necessidade do esporte e registramos o estímulo que o Governo do Presidente Lula dá a ele. Lembro que o Governo passado até acabou com o Ministério do Esporte. O Governo Bolsonaro acabou com o Ministério dos Esportes. Nós não só retomamos o Ministério dos Esportes, como criamos a Universidade Federal do Esporte. Quero só fazer esse registro, para mostrar a nossa diferença. Aliás, tantos outros aspectos são diferentes. Flávio Bolsonaro passará a explicar agora uma outra grande diferença: Vorcaro patrocinar um filme para o seu pai. O que eu quero destacar aqui? Vocês imaginem a seguinte situação: o jogador de futebol não recebeu integralmente a sua remuneração trabalhista, então, entra na Justiça. Deputada Erika Kokay, era clube, e agora é SAF. O que diz a lei atual? Ela garante que a SAF passe a ter responsabilidade por indenizar aquele trabalhador treinador ou qualquer um que tenha vínculo com o objeto social da SAF, por garantir esse direito do atleta, do trabalhador aqui eu falo da situação trabalhista ou previdenciária. Agora, o que diz o novo projeto e é este o destaque que nós estamos fazendo, especificamente este é o seguinte: a sociedade anônima de futebol não responde pelas obrigações, exceto quando estas lhe forem expressamente transferidas. Então, se um clube anterior não transferiu expressamente a situação de delito que tinha em relação a um jogador de futebol que, por exemplo, não recebeu seu pagamento devido, a SAF não tem responsabilidade nisso. Mas isso nós não podemos aceitar. Isso é ignorar, é burlar uma situação de uma lei trabalhista desse atleta que trabalhou, ou o técnico, o organizador de uma atividade-fim. Isso está dito claramente. Então, nós queremos, sim, que volte o texto original, porque nele existe compromisso com as funções trabalhistas que não sejam expressamente anotadas no contrato. Esse é o destaque, e eu peço aprovação por parte dos colegas Deputados. - 13/05/2026
O Deputado criticou o Governo anterior por extinguir Ministérios como os de Esportes, Cultura, Planejamento e Desenvolvimento Agrário, associando essas decisões ao retorno do País ao mapa da fome. Além disso, destacou que o Governo atual restituiu o Ministério dos Esportes, ampliou o programa bolsa-atleta, estimulou diversas atividades esportivas e criou a Universidade do Esporte, apresentando essas medidas como evidência do apoio do Presidente Lula ao setor.
Palavras-chave oficiais: Bolsa-Atleta,ampliação,Ministério do Esporte,Universidade Federal do Esporte (UFEsporte) Governo federal,Bolsa-Atleta,ampliação,Ministério do Esporte,Universidade Federal do Esporte (UFEsporte),Defesa,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),gestão,Crítica
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós já fizemos um comentário anterior sobre o apoio necessário do Presidente Lula ao esporte quando definiu que deveria haver Ministério do Esporte. Quero enfatizar que o Governo passado acabou com o Ministério do Esporte. E o Governo passado também acabou com o Ministério da Cultura! O Governo passado também acabou com o Ministério do Planejamento, porque não fazia planejamento. O Governo passado também acabou com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, porque não estava preocupado com a produção de alimentos no País, e por isso nós voltamos ao Mapa da Fome. Bem, mas estamos tratando de esporte, então repito que ele acabou com o Ministério do Esporte. Foi isso que a turma do Bolsonaro fez. Nós, além de restituirmos o Ministério do Esporte, demos mais bolsa-atleta, estimulamos várias atividades e criamos a Universidade do Esporte. Essa é uma demonstração concreta do apoio do Presidente Lula para que o esporte esteja em alta. - 13/05/2026
O Deputado defendeu o incentivo ao esporte como instrumento de promoção da saúde, da cultura e do desenvolvimento econômico. Ademais, exaltou o Presidente Lula pela recriação do Ministério do Esporte e pela criação da Universidade Federal do Esporte (UFEsporte). Destacou ainda a ampliação do Programa Bolsa Atleta, com mais de 10 mil bolsas concedidas em 2025 para preparação de atletas em competições nacionais e internacionais. Ao final, afirmou que o Governo Lula apoia o fortalecimento do esporte brasileiro e a conquista de títulos internacionais.
Palavras-chave oficiais: incentivo,Esporte,Governo federal,Presidente da República,Política pública,Ministério do Esporte,Universidade Federal do Esporte (UFEsporte),Bolsa-Atleta,Competição esportiva,Esporte nacional,Competição esportiva internacional
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, toda vez que praticamos algum esporte, toda vez que se pratica o atletismo, nota-se que é algo a ser estimulado, para que mais gente incorpore atividade física à rotina, porque o esporte promove saúde e cultura, projeta o País, gera resultados econômicos. Em todos os sentidos, aplicar recursos em esportes e atividades recreativas e de integração é fundamental. O Governo do Presidente Lula recriou pasmem, defensores do futebol! o Ministério do Esporte. Havia sido extinto no Governo passado o Ministério dos Esportes, havia sido extinto! O Presidente Lula recriou o Ministério dos Esportes. O Governo do Presidente Lula criou agora uma Universidade do Esporte. Também estimulamos, e muito, o Programa Bolsa Atleta. Só em 2025, foram mais de 10 mil bolsas para atletas, para estes poderem se preparar e participar em disputas nacionais e internacionais, a fim de projetar o nosso País e o nosso esporte. Recentemente, tivemos a aprovação da Copa do Mundo Feminina, com apoio aos eventos e solenidades esportivas. Nós queremos dizer que o Presidente Lula, além de ter recriado o que o Governo passado destruiu, o Ministério dos Esporte, está dando todo o apoio para estimularmos o esporte no Brasil e para que o País possa continuar brilhando com títulos nacionais e internacionais. Era o que eu tinha a dizer, Sr. Presidente. Obrigado. - 13/05/2026Breves Comunicações
O Deputado exaltou o Governo Lula pela ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que recebem até 5 mil reais. Ademais, afirmou que a redução da tributação aumentou a renda disponível da população e estimulou a economia. Criticou ainda o ex-Presidente Bolsonaro pela ausência de reajuste da tabela do Imposto de Renda durante seu Governo. Ao final, defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 1.838, de 2026, de autoria do Presidente Lula, que extingue a escala 6x1, com adoção de jornada de cinco dias de trabalho e dois de descanso sem redução salarial.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Lei federal,Benefício fiscal,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Presidente da República,Autor (proposição legislativa),Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Política fiscal Governo federal,Presidente da República,Projeto de lei ordinária,redução,Jornada de trabalho,Repouso semanal,Política trabalhista,Direito do trabalho
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Ricardo Maia, colegas Deputados e Deputadas, ouçam este diálogo que eu tive com uma senhora. "O senhor é Deputado, não é?" "Sim, eu sou." "É do Lula?" "Sim, do Lula." "Ainda bem. O Lula precisa ter mais força." Eu pergunto: "Por que a senhora diz isso?" E ela responde: "Eu levei anos para ganhar 5 mil reais, mas não adiantava muito, por causa do Imposto de Renda. Aí, ele tirou isso, e eu vou dizer para o senhor, foi muito certo". Eu faço o resumo dessa conversa que eu tive com a D. Vera, professora que encontrei quando estava vindo agora para a Câmara. Ela fez a conta, já faz 5 meses que o Lula propôs e nós aprovamos a isenção do Imposto de Renda, mas talvez só agora as pessoas estejam sentindo o resultado disso. Um trabalhador que ganha até 5 mil reais pagava 312 reais de imposto por mês. Eu repito: 312 reais de Imposto de Renda por mês. Nesses 5 meses, a renda já aumentou 1.500 reais, valor que se deixou de pagar por causa do Lula. O Lula mandou esse projeto para nós e nós o aprovamos aqui. É bom lembrar que esse dinheiro vai para o mercado, vai para a padaria, vai para a loja. Ele aquece a economia. As pessoas gastam esse dinheiro, o que contribui enormemente para a economia. Então, eu agradeço a D. Vera, porque ela me abordou, conversou comigo sobre isso, e hoje nós estamos vendo como de fato essas medidas do Presidente Lula fazem bem ao povo brasileiro. E, quando a gente fala do Imposto de Renda, a gente tem que dizer: o Bolsonaro não reajustou a tabela do Imposto de Renda foram 7 anos sem o reajuste, sem atualização. Com 1.900 reais de renda, o trabalhador pagava Imposto de Renda, o que é um absurdo. Isso é salário. O Lula imediatamente aumentou a isenção para 2 salários mínimos, e agora a isenção, zero de pagamento, é para quem ganha até 5 mil reais; e quem ganha até 7.350 reais tem desconto na tabela, o que é outra ajuda importante. São essas medidas que fazem com que o povo queira, sim, a continuidade de um Governo do Presidente Lula. Eu quero concluir aqui, Presidente, a minha fala, dizendo que no ano passado nós entregamos para o povo brasileiro a isenção do Imposto de Renda a pedido do Lula, que mandou esse projeto para nós aprovarmos. Neste ano, nós queremos entregar outra proposta importante para o Brasil, que é um projeto também do Presidente Lula: acabar com a escala 6 por 1. São 5 dias trabalhados, 2 dias de descanso, de preferência consecutivos, sem redução de salário. Isso é muito importante. Então, Presidente, eu quero fazer esses dois registros, principalmente, para a D. Vera, que me abordou e está feliz porque a cada mês ela deixa de pagar 312 reais que o Leão comia, que era o Imposto de Renda, e que por causa do Lula ela não paga mais. Gostaria que fosse divulgada essa mensagem no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado, Presidente. - 13/05/2026
O Deputado homenageou o ex-Presidente do Uruguai José Mujica pelo primeiro ano de sua morte. Ademais, relatou visita realizada pouco antes do falecimento do líder uruguaio e destacou a simplicidade com que foi recebido em sua residência. Relembrou ainda a prisão e a tortura sofridas pelo ex-Presidente, afirmando que ele manteve a defesa da dignidade humana, da honestidade e da justiça social, sem ceder às exigências do mercado. Ao final, citou frase de José Mujica sobre a perseverança na luta enquanto existirem causas sociais.
Palavras-chave oficiais: Homenagem póstuma,Ex-presidente da República,Uruguai
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Não é só uma data, é memória viva, 1 ano sem Pepe Mujica. Eu tive o privilégio de estar com ele pouco antes da sua morte. Fui recebido na sua casa, de forma simples, como ele sempre foi. Ali, mais do que uma visita, foi uma aula. Ouvir Mujica era entender que política exige coragem, coerência e compromisso com o povo trabalhador. Mujica foi um homem que enfrentou a prisão, a tortura, saiu sem ódio, mas com uma convicção inabalável, a de que a política precisa servir à dignidade humana e não aos lucros de poucos. Enquanto muitos se ajoelham diante do mercado, ele mostrou que é possível governar com honestidade, simplicidade e justiça social, sem se vender, sem trair. Como diz o próprio Mujica: "Enquanto houver causas, estaremos na luta". Por isso, eu faço esta homenagem hoje a este grande líder internacionalista, Pepe Mujica. Pepe Mujica, presente! - 12/05/2026
O Deputado destacou duas medidas do Governo Federal: a edição da Medida Provisória nº 1.357, de 2026, que retira a taxa de importação sobre compras internacionais de até 50 dólares, conhecida como "taxa das blusinhas"; e um conjunto de ações contra o crime organizado, com foco no corte do financiamento das organizações criminosas, no controle de armas e na retomada da gestão dos presídios pelo poder público.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Medida provisória,Taxa das Blusinhas (2024),Tributação,Remessa postal internacional,Segurança pública,Organização criminosa,Presídio,Arma de fogo
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, há duas notícias que eu gostaria de destacar. A primeira notícia é que o Presidente Lula hoje edita uma medida provisória para a famosa questão das taxas das blusinhas. Todos estão lembrados aqui. O Presidente Lula está retirando, através dessa medida provisória, o imposto das blusinhas, como ficou conhecido, cobrado naquela compra de até 50 dólares que você faz no exterior. Então, o Presidente Lula está retirando essa taxa de importação. A medida provisória foi anunciada neste momento. A segunda notícia importante do dia é todo um conjunto de medidas contra o crime organizado, para, com inteligência, atacar e asfixiar o crime na origem, onde sai o dinheiro para os criminosos. Haverá um cuidado para que não haja tanta arma e para que os presídios não estejam no controle dos bandidos, mas no controle do ente público. Parabéns, Presidente Lula! - 12/05/2026
O Deputado defendeu a instalação de uma CPI para investigar o Banco Master e associou integrantes da Extrema Direita a decisões envolvendo a instituição financeira. Afirmou que o registro do banco ocorreu durante a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central e atribuiu ao atual presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, medidas de intervenção na instituição. Também citou relações entre políticos ligados ao bolsonarismo e operações do banco, mencionando viagens em aeronaves do empresário Daniel Vorcaro e financiamentos concedidos pela instituição. Rebateu acusações envolvendo familiares do Presidente Lula e afirmou que investigações apontaram irregularidades relacionadas a aliados da Oposição, incluindo o Senador Ciro Nogueira.
Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Banco Master,instalação,Defesa,investigação,Senador
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Luiz Lima, eu fiz referência ao Presidente da Casa, nosso querido Deputado Hugo Motta, porque nós queremos que ele encaminhe essa CPI que nós já assinamos. Então esse assunto já está superado. O que é importante dizer do Banco Master? O Banco Master não podia ter recebido o seu registo. Sabe quem registrou? Campos Neto, bolsonarista. Sabe quem fez a interdição para extinguir o banco? Galípolo, indicado pelo Lula. Quem tentou socorrer o Banco Master? O BRB, aqui de Brasília, o Ibaneis, bolsonarista. Quem colocou dinheiro no Banco Master? O Castro, do Rio de Janeiro, bolsonarista. Quem viajou com os aviões do Vorcaro? Isso incomoda eles, porque foi o colega deles que viajou nos aviões, de forma criminosa. Quem financiou sua mansão pelo banco? o Presidente está preso. Foi também o Senador que eles estão defendendo para candidato à Presidente da República. Em todos os sentidos, todas as digitais estão ligadas à extrema direita. Nós queremos essa apuração, nós precisamos dessa apuração. Quando falam do Lulinha, perdoe-me, o Lulinha, o Lulinha, o Lulinha, não apareceu nada do Lulinha, mas os 500 mil reais da mesada apareceram para quem? Para o Ciro Nogueira. Está confirmado, provado. Na verdade, a extrema direita perdeu o seu discurso. Aqui, eles levantam uma coisa, não conferem nada. Falam do Lulinha quantas vezes? Nada, nada provado. Agora dos amigos deles, muita prova. É isso. - 12/05/2026Breves Comunicações
O Deputado rebateu declaração de Flávio Bolsonaro e afirmou que o PT havia apoiado, desde novembro do ano passado, a criação da CPI para investigar fraudes financeiras na relação entre o Banco Master e o Banco Regional de Brasília, além de citar assinaturas de diversos integrantes da bancada. Ademais, associou o caso a aliados bolsonaristas, mencionou suspeitas sobre repasses, emendas, viagens e uso de recursos públicos. Por fim, cobrou do Presidente Motta a instalação da comissão, que classificou como necessária diante de grave fraude no sistema financeiro.
Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Banco Master,Banco de Brasília (BRB),instalação,Defesa
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Luiz Lima, colegas Deputados, Deputada Benedita, demais Parlamentares, o Senador Flávio Bolsonaro herdou do pai a cara de pau para espalhar mentiras, mas venho aqui hoje para responder a uma das muitas mentiras do Senador Flávio. Este é um pedido de criação da CPI do Banco Master, com as assinaturas. "Requer a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as fraudes financeiras ocorridas na relação entre o Banco Master e o Banco Regional de Brasília." Foi apresentado pelo Deputado Rodrigo Rollemberg. Houve conferência de assinaturas. Em novembro do ano passado foi apresentado pedido de CPI, e o Senador Flávio foi para a Internet dizer que o PT é contra a CPI. Isso é mentira. Além de mim, também assinaram esse requerimento o Líder Uczai, os Parlamentares Lindbergh, Rui Falcão, Lenir, Denise, Maria do Rosário, Welter, Solla, Otoni, João Daniel, Couto, Dandara, Patrus, Lindenmeyer, Erika, Reimont, Rogério, Zeca, Zé Neto, Chinaglia, Adriana, Monteiro, Waldenor, Nogueira, Juliana, Faleiro, Camila, Ivoneide, Celeguim, Dimas, Tatto, Benedita. Peço desculpas se esqueci alguém do PT. Nós assinamos este documento para criação da CPI do Master. E o Senador Flávio diz que não o assinamos. Mente descaradamente! O povo brasileiro tem que saber. Desde o ano passado, o PT já queria a CPI do Master. E nem sabíamos que a investigação pegaria tantos bolsonaristas metidos nessa máfia. Agora nós a queremos ainda mais, porque milhões de reais foram para a campanha de Bolsonaro e de Tarcísio, existem a emenda do Senador Ciro Nogueira, a mesada, as viagens, o triplex e os restaurantes do Senador Ciro Nogueira. Há outra emenda de outro bolsonarista da Câmara, que é igual às que o Senador Ciro apresentou no Senado. Há a mansão financiada para o Senador Flávio, as viagens de colegas bolsonaristas de forma criminosa caixa dois no aviãozinho do Vorcaro. E ainda há o Ibaneis botando dinheiro do BRB no Banco Master e o Cláudio Castro torrando dinheiro dos funcionários, dos trabalhadores lá do Rio de Janeiro, Deputada Benedita, colocando dinheiro no Master. Vamos à CPI, senhores! Ou os bolsonaristas não querem mais a CPI? Para concluir, Presidente Motta, eu peço que faça acontecer esta CPI. Nós do PT já assinamos e queremos que saia esta CPI, porque se trata da maior fraude contra o sistema financeiro do Brasil e com todas as digitais dos bolsonaristas neste escândalo. Presidente, peço que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação da Casa. Obrigado. - 06/05/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 2.780, de 2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), o Comitê de Minerais Críticos e Estratégicos (CMCE), vinculado ao Conselho Nacional de Política Mineral, e dá outras providências. Ademais, criticou o acordo firmado pela mineradora Serra Verde para exportação da produção aos Estados Unidos. Além disso, destacou que a ausência de legislação específica favoreceu a entrega de riquezas nacionais ao exterior e associou o episódio ao entreguismo defendido pelo Senador Flávio Bolsonaro. Ressaltou ainda que a bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) apresentou o Projeto de Lei nº 1.754, de 2026, que institui a TerraBras, empresa pública destinada à defesa da soberania nacional e ao aproveitamento dos minerais críticos ou estratégicos, além de estabelecer o regime de partilha da produção mineral. Ao final, sustentou que o debate sobre soberania nacional deve prosseguir.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável Mineradora,acordo,Estados Unidos,Exportação Legislação,Terras raras,Senador,Partido Liberal (PL),Política mineral,Comércio exterior Bancada parlamentar,Partido dos Trabalhadores (PT),Terras Raras Brasileiras (TERRABRAS),Soberania nacional,Projeto de lei ordinária,Autor (proposição legislativa)
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Calil. Quero saudar os colegas Deputados e dizer do absurdo que aconteceu no Brasil. A mineradora Serra Verde fez um acordo durante 15 anos segundo o qual 100% da exploração de minérios críticos e estratégicos vão para os Estados Unidos, porque nós não temos uma legislação que dê regra, como nós estamos construindo aqui agora. É claro que nós da bancada do PT, Deputado Pedro Uczai, assinamos um projeto para que, assim como o petróleo tem a Petrobras, as terras raras tenham a TerraBras. Eu vou continuar lutando por isso. Agora, nós estamos numa situação de não haver nenhuma legislação que este Congresso aprove para haver outras mineradoras entregando nossos bens. Aliás, o Flávio Bolsonaro disse para o Trump: "Trump, pega nossas terras raras". Ia entregar tudo, como já entregaram nossa BR Distribuidora também. Esse é o entreguismo. Então, não há nada; essa mineradora, não havendo legislação, entregou. Não! Nós queremos o que diz o projeto, cujo Relator Jardim, que debateu conosco, quero saudar. Claro que não foram incorporadas todas as nossas reivindicações, mas parte delas está incorporada. Por exemplo, a criação de um conselho, e o Governo vai traçar políticas para esse conselho. Entre essas diretrizes está o estabelecimento de parâmetros condicionantes, requisitos técnicos e compromissos de agregação de valor vinculados à exportação. Outro artigo fala de estímulo à produção interna das nossas empresas, para gerar emprego em ciência e tecnologia aqui. Nós vamos ter, Deputado Pedro Uczai, um conselho, nós vamos ter um fundo, essas empresas que ganham apoio têm que contribuir para esse fundo, haverá um comitê gestor sobre essa parte. Esse é o avanço que nós estamos construindo agora, para que a exploração que for feita tenha agregação de valor, traga desenvolvimento para o Brasil, aqui. Isso que é importante. Agora, nós queremos mais. Por isso, nós não vamos encerrar o debate. Agora, nós ficarmos sem uma legislação, para continuar entregando tudo para os Estados Unidos, como o Flávio Bolsonaro quer, nós não vamos permitir. Então, o avanço de hoje é nós termos uma legislação que permita esse regramento, que crie um fundo, um conselho, um comitê. Nós vamos votá-la sabendo que o debate sobre a soberania vai mais longe. Para isso, inclusive, nós temos que ter outra correlação neste Congresso, para podermos ter um dia uma TerraBras para administrar os bens da nossa terra. - 06/05/2026
O Deputado informou que o Rio Grande do Sul receberá apoio do Governo Federal e destacou a visita de três Ministros ao Estado. Disse que a Ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, fará a prestação de contas sobre a reconstrução; o Ministro da Educação, Leonardo Barchini, entregará o Centro Tecnológico do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), em Viamão (RS); e o Ministro André de Paula, do Ministério da Agricultura e Pecuária, também participará da agenda. Por fim, afirmou que o Estado passará a ter 98 estações meteorológicas, o que dará mais precisão aos alertas climáticos e ajudará no planejamento da produção agrícola.
Palavras-chave oficiais: reconstrução,Rio Grande do Sul,Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS),Viamão (RS),Ministério da Educação,Ministra-Chefe,Casa Civil da Presidência da República,Prestação de contas,Ministério da Agricultura e Pecuária,Estação meteorológica,Produção agrícola,Clima,Mudança climática,Desastre ambiental,Recupera Rio Grande
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Rio Grande do Sul novamente terá apoio, como sempre, do Presidente Lula. Nessa quinta-feira, nós teremos três Ministros no Rio Grande do Sul a Ministra Miriam Belchior, que fará a prestação de contas de todo o tema da reconstrução, dos bilhões de reais que foram para o Rio Grande do Sul; o Ministro da Educação, Leonardo Barchini, que fará a entrega do nosso Centro Tecnológico no Instituto Federal do Rio Grande do Sul, lá em Viamão; e o Ministro André de Paula, do Mapa. O Rio Grande do Sul tem hoje cinquenta estações meteorológicas e, frente à crise ambiental, nós precisamos ter informação precisa, em tempo real, para fazer os alertas sobre o tema clima e, ao mesmo tempo, preparar a nossa produção e plantio agrícola no Rio Grande do Sul. Nós teremos não mais cinquenta estações meteorológicas, mas, sim, 98 estações meteorológicas. Nós teremos 98 estações meteorológicas, com precisão, tempo real e informações seguras, para que possamos produzir alertas não só para a população frente às sinistralidades, mas também planejamento da produção agrícola. Se nós temos um planejamento de produção agrícola, de maneira que as águas possam penetrar mais os solos, as enchentes serão menores. E, se nós tivermos solos com água, também a estiagem será menor. Teremos tudo isso no dia de amanhã, quando estarei acompanhando estes três Ministros do Presidente Lula. Obrigado, Presidente. - 05/05/2026
O Deputado anunciou a realização de audiência pública do Parlasul (Parlamento do Mercosul) na Fenasoja, em Santa Rosa (RS), com o tema migração laboral, mobilidade humana e integração fronteiriça. Destacou a importância de flexibilizar regras para facilitar o deslocamento de pessoas que realizam comércio, turismo ou estudos nos países do bloco, com vistas ao fortalecimento do Mercosul. Informou que o evento foi agendado para a sexta-feira, a partir das 8h30, com a presença de outros Parlamentares e representantes do Governo.
Palavras-chave oficiais: Audiência pública,Parlamento do Mercado Comum do Sul (Parlasul),Feira (evento),Santa Rosa (RS),Mobilidade urbana,integração,Fronteira
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Migração laboral, mobilidade humana e integração fronteiriça. Esse é o chamado para a nossa reunião do Parlamento do Mercosul Parlasul, na Fenasoja. Aproveito para parabenizar o Servat, Presidente da Fenasoja, em Santa Rosa. Essa feira está em pleno funcionamento. Eu propus realizarmos, no Parlasul, uma audiência pública em Santa Rosa com essa temática. Nós somos fronteira. Queremos que as regras sejam cumpridas, mas também flexibilizadas, para facilitar o deslocamento de pessoas quem faz comércio, quem faz turismo, quem estuda em outros países do Mercosul, para torná-lo cada vez mais forte. Esse encontro será agora, sexta-feira, a partir das 8h30min, na Fenasoja. Estarei lá junto com vários outros Parlamentares e com a representação do Governo. Participem! Muito obrigado. - 05/05/2026
O Deputado destacou a visita do Ministro dos Transportes e do Presidente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) às obras da BR-290, entre Porto Alegre (RS) e Uruguaiana (RS). Elogiou a retomada das duplicações iniciadas no Governo Dilma, com novos avanços no Governo Lula por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ademais, apontou obras de mobilidade na região de São Leopoldo (RS), especialmente no bairro Scharlau, e de Novo Hamburgo (RS). Ao final, celebrou a retomada das alças da segunda ponte do Guaíba, em Porto Alegre (RS).
Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado,Ministério dos Transportes,Presidente,Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT),Obra pública,Rodovia federal,Porto Alegre (RS),Uruguaiana (RS),duplicação,Governo,Ex-presidenta da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente da República,Governo federal,Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC),Mobilidade urbana,São Leopoldo (RS),Novo Hamburgo (RS),Ponte,Rio Guaíba
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu tive a alegria de acompanhar o Ministro dos Transportes do Governo do Presidente Lula, bem como o Presidente do DNIT, Dr. Hiratan, no Rio Grande do Sul, em visita à BR-290, a nossa BR do Mercosul, que vai de Porto Alegre a Uruguaiana. O primeiro trecho, que abrange os 115 quilômetros entre Porto Alegre e Pantano Grande, está dividido em quatro lotes. A obra desses quatro lotes, Deputado Pimenta V.Exa. acompanhou esse processo, esteve conosco e foi nosso Ministro Extraordinário de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul , teve início ainda no Governo da Presidenta Dilma. Contudo, veio o golpe, e essa obra foi totalmente interrompida. Foram necessários o retorno do Presidente Lula e a retomada do PAC para que hoje estivéssemos entregando duplicações com asfalto à nossa comunidade. Houve a retomada da obra do lote entre Arroio dos Ratos e Butiá, bem como a realização de estudos de viabilidade para a continuidade do projeto, com recursos já alocados. Ao mesmo tempo, registra-se que o Ministro George Santoro, além de ter estado presente na BR-290, também esteve na região de São Leopoldo e Novo Hamburgo, especialmente no entorno da Scharlau, onde há uma infraestrutura muito bem estruturada, voltada à melhoria da mobilidade regional. Por fim, Sr. Presidente, solicito mais 30 segundos para destacar a importância da segunda ponte do Guaíba. Essa obra, necessária à conclusão das alças da segunda ponte do Guaíba, que também foi iniciada no Governo da Presidenta Dilma e interrompida durante os Governos do golpe, agora, com o Presidente Lula, foi reiniciada, para ajudar o Rio Grande do Sul e Porto Alegre a resolverem a questão habitacional. A presença do Ministro Santoro nos orgulhou, porque ele veio, em nome do Presidente Lula, ajudar, mais uma vez, o Rio Grande do Sul em obras estruturantes de grande relevância: na Scharlau, na BR-290 e na segunda ponte do Guaíba, em Porto Alegre. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/05/2026
O Deputado celebrou o encontro com estudantes universitários do Programa Estágio-Visita da Câmara dos Deputados, no qual debateu igualdade, combate ao feminicídio, salários iguais para trabalhos iguais, entre outros assuntos. Ademais, parabenizou a Deputada Soraya Santos pela participação no evento.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Aluno universitário,Programa do Estágio-Visita de Curta Duração,Deputada federal,participação,Equiparação salarial,Igualdade entre os sexos,Feminicídio
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu quero só registrar esse encontro, no qual estivemos juntos debatendo temas centrais como igualdade, luta contra o feminicídio, presença da mulher e salários iguais para trabalhos iguais. Houve vários debates, e tenho certeza de que a contribuição deles também foi importante. Obrigado pela oportunidade deste registro. Também deixo meus parabéns à Deputada Soraya, com quem interagi nesse diálogo. - 05/05/2026
O Deputado elogiou o debate da Câmara dos Deputados com estudantes do Programa Estágio-Visita, parabenizou a equipe organizadora e destacou que a iniciativa aproxima o Parlamento dos debates nacionais.
Palavras-chave oficiais: Debate,Câmara dos Deputados,Programa do Estágio-Visita de Curta Duração,Parlamento,Estudante
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós estivemos juntos hoje em um debate. A Casa promoveu, Deputado Charles Fernandes, um debate com estudantes que vêm de todo o Brasil para participar desses cursos no Programa Estágio-Visita. Nós recebemos várias perguntas, interagimos, e isso foi transmitido ao vivo pela estrutura da Casa. Então, eu quero parabenizar a equipe que organizou esse debate, porque faz o Parlamento estar sintonizado com os debates. Acredito que a participação de vocês foi importante. - 05/05/2026
O Deputado acusou a extrema direita de tentar atribuir ao PT o caso do Banco Master, que estaria vinculado ao próprio bolsonarismo, ironizando a situação com o termo “Bolsomaster”. Ademais, ressaltou que figuras ligadas ao bolsonarismo teriam conexões diretas com o banco, citando financiamentos envolvendo Tarcísio de Freitas e Jair Bolsonaro, além de mencionar o Governador Cláudio Castro e o Governador Ibaneis Rocha como atores ligados a decisões financeiras relacionadas ao banco.
Palavras-chave oficiais: Extrema direita,Partido dos Trabalhadores (PT),Banco Master,Oposição política,Financiamento eleitoral,Ex-presidente da República,Governador,São Paulo (Estado),Rio de Janeiro (Estado),Distrito Federal (Brasil)
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu ouvi os Deputados da extrema direita falarem do caso do Banco Master como se esse fosse um problema do Lula. Gente, é "Bolsomaster"! Quem deveria ter agido é Roberto Campos Neto, que sabia, que conhecia aqueles problemas. Nada fez. Quem interditou o banco foi o Galípolo. Então, foi um bolsonarista que permitiu. Quem foi financiado pelo Banco Master? O Zettel financiou o Tarcísio, e o Bolsonaro ganhou dinheiro do Vorcaro. No PT, ninguém ganhou. Quem colocou aí o dinheiro dos fundos de previdência dos trabalhadores do Rio de Janeiro? Cláudio Castro, também um aliado do Bolsonaro. Qual foi o banco, no Brasil, que tentou socorrer o Banco Master? O BRB, do bolsonarista Ibaneis Rocha. Quem foi que andou, de forma criminosa, com caixa dois, em aviãozinho do Banco Master, do Vorcaro? Quem andou? Um colega Deputado bolsonarista. Pessoal, vocês estão querendo jogar para o PT uma coisa que é de vocês! É "Bolsomaster" o nome da maior corrupção em que a extrema direita está envolvida. Ela tem nome e tem sobrenome. Como dizia o velho Brizola: "Tem cor de jacaré, tem cara de jacaré, tem pé de jacaré, jacaré é!" O "Bolsomaster" está com vocês! - 05/05/2026
O Deputado destacou o lançamento do programa Desenrola 2.0 pelo Governo Federal e afirmou que a iniciativa buscou oferecer alívio financeiro a pessoas endividadas e ampliar o acesso à renegociação de débitos. Explicou que o programa contemplou modalidades voltadas a famílias de baixa renda, estudantes com dívidas do Fies, micro e pequenas empresas e agricultores familiares, com possibilidade de descontos de até 90% e condições facilitadas de pagamento. Também ressaltou medidas como uso parcial do FGTS, limitação de juros e restrições ao uso de recursos em plataformas de apostas. Por fim, defendeu o programa como instrumento de recuperação econômica e citou a necessidade de debate sobre juros e endividamento das famílias brasileiras.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Programa Extraordinário de Reequilíbrio Financeiro das Famílias (Novo Desenrola Brasil),renegociação,Dívida,Família de baixa renda,Estudante,Fundo de Financiamento Estudantil (Fies),Microempresa,Pequena empresa,Agricultor familiar,Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS),Juros,Aposta
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Saúdo o Deputado Charles Fernandes e os demais colegas Deputados. O Lula, mais uma vez, traz uma boa notícia ao povo brasileiro, um alívio para quem está endividado. É isso que significa o Desenrola 2, que o Lula lançou para ajudar as pessoas a quitar dívidas de cartão do crédito, de cheque especial, do Fies, para os nossos estudantes, e do crédito rural. Há o Desenrola Família, para quem tem renda de até 5 salários mínimos; o Desenrola Fies, para estudantes do ensino superior; o Desenrola Empreendedor, para micro e pequenas empresas; e o Desenrola Rural, para agricultores familiares assentados. Os descontos podem chegar a até 90% para quem tem dívida nos bancos, nesses casos. Quem deve até 100 reais tem o seu nome limpo automaticamente. No caso das famílias, o programa permite o uso de até 20% do Fundo de Garantia. O limite da nova dívida será de até 15 mil reais por pessoa, com os menores juros possíveis: 1,99%. Diferentemente de outros governantes, Lula não tira o corpo fora. Ele vê o problema e bota a sua equipe para encontrar soluções. E quem entra no Desenrola 2 fica bloqueado nas casas de apostas, ou seja, nada para gastar com as bets. O programa inclui, ainda, quem tem empréstimos consignados, como aposentados, pensionistas, servidores e também estudantes com dívidas no Fies. As regras ficam mais fáceis e os valores, mais baixos. Microempresas que faturam até 360 mil reais e até empresas maiores, com faturamento de até 4,8 milhões de reais, vão ter mais crédito e mais tempo para pagar. E atenção: o Desenrola 2 amplia o Desenrola Rural, que já ajudou mais de 500 mil produtores e que, com as novas regras, vai beneficiar até 1,3 milhão de agricultores familiares do País. Como diz o próprio Lula, o Governo age para que as pessoas não precisem recorrer à agiotagem. O que Lula quer é o povo tranquilo, com renda e dignidade. Este projeto é chamado agora Desenrola 2 porque nós já fizemos esse processo. Há dois aspectos, e este é o debate que a sociedade brasileira tem que fazer: a autonomia do Banco Central, que não faz os juros ficarem mais baixos e nós vamos continuar lutando para que eles fiquem mais baixos; e os jogos das bets, que fazem com que as famílias fiquem tão altamente endividadas. Por isso, parabéns, Lula, por apresentar mais este projeto para ajudar o nosso povo, o Desenrola 2! - 05/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a derrubada do veto presidencial ao projeto da dosimetria, ao afirmar que a medida resultou em um texto juridicamente inválido. Assim, sustentou que houve irregularidade no procedimento adotado pelo Congresso, com alteração indevida do conteúdo durante a análise do veto. Além disso, declarou que o PT acionou a Justiça para contestar a decisão, sob o argumento de inconstitucionalidade. Por fim, associou o projeto a riscos de impunidade e afirmou que a proposta não se sustentaria no ordenamento jurídico.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,motivação política,participante,anistia,Derrubada de veto,Inconstitucionalidade,Crítica,Partido dos Trabalhadores (PT),Contestação
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, colegas Deputados, eu preciso voltar ao tema da tal dosimetria, que para mim é só impunidade. A extrema direita derrubou o veto de Lula e vibrou. Mas eu vou dizer: aquele resto de texto que vocês aplaudiram é juridicamente imprestável. E nós vamos provar isso na Justiça, em ação que o PT está movendo, por razões muito simples: no mérito, a dosimetria é inconstitucional e, da forma como V.Exas. votaram o veto, é nitidamente ilegal. Não existe fatiamento de veto daquele jeito que V.Exas. fizeram. Imaginem se, na hora de decidir se vetava ou sancionava, Lula tivesse modificado o texto original. Seria um berreiro. Ele não pode fazer isso, mas nós também não podemos aqui, nesta Casa. No entanto, foi exatamente isto o que o Congresso fez na hora errada: mudou o texto na hora de analisar o veto. Mas é importante que o povo saiba por que resolveram mudar na última hora, é porque, para tentar reduzir os 27 anos de cadeia de Bolsonaro, a dosimetria tirava da cadeia até estupradores e traficantes. Sim, foi isto o que V.Exas. aprovaram: um projeto podre! E, para que o povo não percebesse, inventaram tirar uns pedaços na hora final, na hora do veto. Lamento informar, mas a manobra não vai parar em pé, porque o resto que sobrou do projeto seria de fato um novo projeto. E este nós nunca votamos aqui. Então, o fim desse Frankenstein jurídico será o lixo, sem falar que mesmo a parte aprovada da dosimetria para os golpistas já era francamente inconstitucional, porque a Constituição não permite que se tente anular um bem jurídico fundamental, como o Estado de Direito. Quem faz isso é golpista, e golpe é crime que não tem perdão! Gostaria que meu pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil e nos registros da Casa. Muito obrigado, Presidente. - 29/04/2026
O Deputado destacou a realização de reunião do Parlamento do Mercado Comum do Sul (Parlasul) no dia 8 de maio, em Santa Rosa (RS), durante a Fenasoja. Informou ainda que propôs, na Comissão de Fronteira, debate sobre o mundo do trabalho no âmbito do Mercado Comum do Sul (Mercosul). Em seguida, apontou a necessidade de reduzir burocracias para circulação de trabalhadores entre países, com garantia de direitos e segurança para empregados e contratantes. Além disso, registrou a participação de representantes do Itamaraty, de Ministérios e de países membros. Ao final, agradeceu a aprovação unânime da iniciativa entre Parlamentares e defendeu a construção de legislação adequada para regiões de fronteira.
Palavras-chave oficiais: Parlamento do Mercado Comum do Sul (Parlasul),Mercado Comum do Sul (Mercosul),Santa Rosa (RS),Evento agropecuário,Soja,Trabalhador,Fronteira,Legislação,Burocracia,Ministério das Relações Exteriores
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Charles Fernandes. No dia 8 de maio agora, em Santa Rosa, durante as comemorações da Fenasoja, uma reunião muito importante do PARLASUL. Eu integro a comitiva brasileira dos Parlamentares, Deputados e Senadores, e propus na Comissão de Fronteira, dentro do PARLASUL do nosso MERCOSUL, um debate sobre a questão do mundo do trabalho. Muitas pessoas vem da Argentina, principalmente para o Brasil, mas também acontece de trabalhadores irem para outro país dentro do MERCOSUL. E há muita burocracia a ser superada para facilitar de forma segura para quem vai ser contratado e para quem contrata. Essa mão de obra precisa ter garantia dos seus direitos e segurança. Nós teremos a presença do Itamaraty, de vários Ministérios, de representações de vários países. Essa reunião acontecerá no dia 8, no PARLASUL, dentro da Comissão de Fronteira, em Santa Rosa, também homenageando Santa Rosa e a Fenasoja. Eu quero agradecer a nossa direção do (ininteligível), que é o nosso Presidente, pela aprovação, por unanimidade, dos meus colegas Parlamentares do PARLASUL, da Comissão Fronteiriça, a qual eu presido. Faremos esse debate em Santa Rosa, no dia 8, para termos uma legislação adequada que ofereça segurança, principalmente nas áreas de fronteira, nas comunidades vinculadas, como já foi aprovado inclusive neste Congresso. - 28/04/2026Breves Comunicações
O Deputado defendeu a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1, com a adoção da jornada 5 por 2, sem redução salarial. Além disso, destacou relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que associa o excesso de jornada a mais de 840 mil mortes anuais por transtornos mentais e doenças cardíacas. Ademais, apontou o aumento dos afastamentos de trabalhadores no Brasil e a adoção de programas empresariais para enfrentar riscos psicossociais. Por fim, argumentou que a redução da jornada melhora a vida dos trabalhadores e diminui os gastos empresariais.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Direito do trabalho,Política trabalhista,Saúde do trabalhador,Saúde mental,Organização Internacional do Trabalho (OIT),Falecimento,Transtorno mental,Doença do sistema circulatório,Afastamento ao trabalhador celetista,Qualidade de vida,Custo,Empresa
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, a jornada 5 por 2 não é um privilégio; é mais do que um direito. Trata-se de uma medida para garantir a saúde mental dos trabalhadores e das trabalhadoras. Isso não é uma tese; é uma constatação comprovada pela Organização Internacional do Trabalho. Em abril de cada ano é divulgado o relatório da OIT. E o relatório de 2026 traz uma notícia estarrecedora. Colegas Deputados, mais de 840 mil trabalhadores morrem por ano pela combinação de transtornos mentais e doenças cardíacas. E a principal causa, pasmem, é a longa jornada de trabalho. As empresas brasileiras sabem disso. No País, os pedidos de afastamento do trabalho explodiram nos últimos anos: saltaram de 280 mil em 2023 para mais de 500 mil em 2025. Por isso, 11% das empresas já têm programas para ajudar as pessoas a enfrentarem os riscos psicossociais do trabalho, Deputado Afonso Florence, que foi nosso Ministro. Essas são empresas modernas. O problema existe e é grave, e já entenderam que tratar isso, além de valorizar o ser humano, é mais vantajoso também para a empresa, porque reduz faltas e afastamentos nas empresas. Portanto, quando alguém disser que o fim da escala 6 por 1 e a redução da carga horária vão custar mais caro, a gente tem que perguntar: as faltas, os atestados, os afastamentos estão nessa conta? A verdade é que muitas empresas já mudaram essa mentalidade, e essas empresas confirmam: reduzir a jornada melhora a vida de quem trabalha e, sim, diminui gastos das empresas. Então, está correta a nossa luta aqui: a jornada é 5 por 2, com 2 dias consecutivos de descanso para os trabalhadores estarem com a família, cuidarem da saúde, sem redução de salário. Essa é a nossa luta. No ano passado, o Lula entregou para o País a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. Neste ano, nós vamos entregar o fim da escala 6 por 1. A escala é 5 por 2! - 28/04/2026
O Deputado destacou a renegociação de dívidas da população, mencionando a preparação de um novo programa de apoio financeiro em articulação com o Ministro Dario Durigan e o Presidente Lula. Afirmou que ações anteriores do Programa Desenrola contribuíram para a redução do endividamento. Também citou medidas econômicas adotadas diante de crises internacionais, como tarifas externas e conflitos geopolíticos, além de políticas para conter o impacto nos combustíveis. Ressaltou reajustes salariais acima da inflação e associou essas iniciativas ao crescimento econômico e à geração de empregos no País.
Palavras-chave oficiais: Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes (Desenrola Brasil),renegociação,endividamento,Política econômica
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, muito obrigado. Parabéns ao Ministro Dario Durigan, que, com o Presidente Lula, tem feito esforços, por meio do novo Desenrola, para renegociar as dívidas da população brasileira. Programas anteriores ajudaram muito aqueles que tinham dívidas. O Ministro está, com o Presidente Lula, preparando esta medida, que será anunciada nos próximos dias pelo Presidente. Parabéns, Ministro Dario, pelo esforço! Mais do que isso, quando houve o "tarifaço" de Trump contra nós, o Governo brasileiro se preparou para os impactos sobre nossa economia não serem tão grandes. Quando se iniciou a guerra no Irã, nós nos posicionamos contra ela e, ao mesmo tempo, estabelecemos apoio para que os custos dos combustíveis não fossem tão altos, diante das privatizações que houve no Governo passado, o que nos deixou reféns dos preços internacionais. Reajustamos o salário acima da inflação, para que o povo possa ter renda e poder de compra, para que a economia continue crescendo e gerando empregos. Este é um país que está dando certo e, neste momento, olhar pelas pessoas que têm dívidas é muito importante. Por isso, nossa saudação e nossa homenagem ao Ministro Dario Durigan, que, com Lula, vai proporcionar mais um benefício para nossa população. Sr. Presidente, peço que meu discurso seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.