
Nome civil: Elvino José Bohn Gass · 64 anos
Bananômetro
82/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 68% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 92%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 99%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 804 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 833 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.bohngass@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5873
- Gabinete
- Gabinete 873, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 387 de 391 sessões
Votou nas votações
92%
Registrou voto em 1.035 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 2 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 804 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.287 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 13/10/2026.
- 26/05/2026
O Deputado criticou o Presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, e o Senador Flávio Bolsonaro por declarações contraditórias envolvendo relações suspeitas com o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master. Ademais, comparou a mudança de posição do Partido Liberal (PL) sobre a escala 4 por 3 à atuação da legenda no debate sobre a isenção do Imposto de Renda, destacando que o partido passou a defender proposta mais ampla após perceber risco de derrota política na votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1. Ao final, condenou a hipocrisia dos Deputados do Partido Liberal (PL) ao tentarem enganar empresários e trabalhadores.
Palavras-chave oficiais: Presidente,Partido Liberal (PL),Senador,Empresário,Banco Master Partido Liberal (PL),Votação,Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Política trabalhista,Direito do trabalho,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Atuação parlamentar
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, com o debate que está sendo feito aqui, a gente tem que fazer a seguinte pergunta: em quem do PL eu acredito? Flávio Bolsonaro se encontrou com o mafioso do Master, o Vorcaro, e disse assim: "Não, eu fui lá para acertar, não tem mais nada dele". E o Valdemar Costa Neto foi lá e disse o seguinte: "Não, ele foi lá para pedir dinheiro". Então, em quem eu posso confiar? No Flávio, que disse que não pegou dinheiro, ou no Presidente do PL? Eu não confio em nenhum dos dois. Agora eu vou dar um exemplo. Houve aqui o debate para a isenção de Imposto de Renda. No Governo de Jair Bolsonaro, do PL, o povo trabalhador que recebia até 1.900 reais pagava Imposto de Renda. O Lula apresentou a isenção para quem ganha até 5 mil reais. Eles eram contra. Quando viram que iam perder, apresentaram uma emenda com isenção para quem ganhava até 10 mil reais. Como eles estão vendo que vão perder a votação de 5 por 2, eles estão falando que querem 4 por 3. Atenção, empresários do Brasil! Eles querem 4 por 3! Que hipocrisia! Já que eles mentem, eu não confio em nenhum dos dois. - 26/05/2026
O Deputado criticou o bolsonarismo por defender a escala 4 por 3 após apresentar emenda para que o fim da escala 6 por 1 entrasse em vigor em 10 anos. Ademais, afirmou que a Oposição será derrotada e que a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1, será aprovada com vigência imediata. Ao final, condenou a demagogia dos bolsonaristas e desafiou-os a votar primeiro pela escala 5 por 2, para depois discutirem a escala 4 por 3.
Palavras-chave oficiais: Oposição política,Emenda,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Direito do trabalho,Política trabalhista,Extrema direita
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu fiquei estupefato aqui: o bolsonarismo está defendendo a escala de trabalho 4 por 3. Mas isso é uma revolução! Eles acabaram de fazer uma emenda para que o fim da escala 6 por 1 entrasse em vigor em 10 anos em 10 anos! Agora eu acho que eles já sentiram o gostinho da derrota porque eles vão perder, e nós vamos aprovar o fim da escala 6 por 1, que vai entrar em vigor logo , e vêm com demagogia, brincando com assunto sério. Se eles realmente querem a redução da escala para 4 por 3, eu desafio eles a votarem conosco primeiro, pela escala 5 por 2, para depois nós votarmos com eles, pela escalara 4 por 3. - 26/05/2026
O Deputado afirmou que surgiu uma “nova bomba” envolvendo o caso do Banco Master, alegando que o Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, teria repassado R$ 3 bilhões ao banco — incluindo recursos do Rioprevidência e da Cedae — e associou politicamente o caso ao Senador Flávio Bolsonaro. Citou também o Deputado Rodrigo Bacellar e o Deputado TH Jóias, mencionando investigações e supostas ligações com o crime organizado. Concluiu que, embora não seja possível afirmar diretamente que Flávio Bolsonaro tem vínculos com o Comando Vermelho, suas relações políticas estariam perigosamente próximas dessa facção criminosa.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Governador,Rio de Janeiro (Estado),repasse,Companhia Estadual de Águas e Esgotos (RJ) (CEDAE),Previdência complementar,Senador,Deputado federal,associação,Crime organizado,Organização criminosa,investigação,relação,caráter político
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Surge uma nova bomba! O bolsonarista Cláudio Castro não repassou para a máfia do Master 1,5 bilhão de reais, como se imaginava, mas sim 3 bilhões de reais, dinheiro público do Rio de Janeiro. E não foi só dinheiro dos 235 mil aposentados e pensionistas do Rioprevidência não; repassou também dinheiro da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro Cedae. Todo mundo sabe que quem mandava e desmandava no Governo Castro era Flávio Bolsonaro. E o homem forte do Flávio não era o Governador, mas o Deputado Estadual Rodrigo Bacellar, do PL bolsonarista, tanto é que Bacellar e isso é público era a pessoa que a família Bolsonaro tinha escolhido para suceder Castro. O Deputado Estadual Rodrigo Bacellar só não virou candidato porque foi preso. E por que foi preso? Porque a polícia descobriu ligações dele com o crime organizado. Foi ele quem vazou informações para outro Deputado do PL bolsonarista, o tal TH Jóias, ligado ao Comando Vermelho. Então, vejam, Castro é bolsonarista, Bacellar é bolsonarista, TH Jóias é bolsonarista. E todos são amigos do Flávio, correligionários dele. Não dá para afirmar, ao menos ainda, que o Flávio está ligado ao Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do País, mas as suas relações políticas estão próximas do Comando Vermelho. Obrigado. - 20/05/2026
O Deputado parabenizou o Presidente da Sessão, Deputado Joaquim Passarinho, pela correção feita durante a votação da Emenda de Plenário nº 2 apresentada ao Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999; e afirmou que o gesto contribuiu para a boa convivência e o respeito entre os Parlamentares. Além disso, rebateu críticas de que a Esquerda teria votado sem conhecimento do projeto e sustentou que a proposta buscava criar instrumentos para punir práticas de preços abusivos. Ademais, defendeu a aplicação de multas e penas de reclusão contra responsáveis por aumentos considerados injustificados, argumentando que trabalhadores e consumidores não poderiam ser prejudicados por cobranças excessivas.
Palavras-chave oficiais: Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,alteração,Lei dos Crimes contra a Ordem Tributária (1990),Preço,Combustível,Bens,Utilidade pública,Abuso do poder econômico,Multa,Reclusão,Votação,Esquerda política
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Deputado Passarinho, eu quero parabenizá-lo pela sua postura, por nos ter alertado. Isso indica uma correção que deve ser feita. Repetimos o voto. É importante esse gesto para o nosso respeito e a boa convivência aqui. Então, quero parabenizá-lo. Sobre o que o colega Deputado diz, que nós votamos sem saber, não colou em nós em nós da Esquerda não colou , porque nós sabemos o que nós votamos. Talvez ele possa ter feito uma manifestação sobre a sua posição, porque parece que não leu o projeto. Nós lemos. O que nós estamos fazendo aqui é oferecendo para o Brasil um instrumento para que aqueles que tenham abusivos preços é disto que nós estamos falando: abusivos preços , sobre esses recaia uma punição, multa e punição, inclusive de reclusão. Não é possível que um cidadão que trabalha, que quer ajudar o Brasil, tenha preços abusivos praticados injustamente. Então, é essa a nossa posição. - 20/05/2026
O Deputado defendeu a atuação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na fiscalização de práticas anticoncorrenciais e argumentou que a legislação já prevê mecanismos para apurar aumentos arbitrários de lucros. Além disso, afirmou que caberia ao órgão analisar diferenças entre preços de compra e venda de combustíveis para verificar eventual abuso econômico. Por fim, criticou tentativas de retirar competências do Cade e sustentou que não seria adequado estabelecer valores fixos em lei para caracterizar aumento abusivo de preços.
Palavras-chave oficiais: Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade),fiscalização,aumento,Lucro,Legislação,Combustível,Abuso do poder econômico,Concorrência desleal
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu fui instigado muitas vezes a responder uma questão. A Lei Anticoncorrencial diz claramente, no art. 36, III, que constitui infração "aumentar arbitrariamente os lucros". Vejam bem, é tão simples... O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - O que é? O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - O que é aumentar arbitrariamente os lucros? O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Peço que me explique. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - Vamos lá. Não sou eu nem V.Exa., vai ser o Cade. Nós queremos vincular o Cade. Agora, eles estão tirando o Cade. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Não há isso no projeto. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - O Cade é o órgão responsável por isso. O Cade vai ser acionado para que ele veja lá. Então, ele vai pegar uma nota, por exemplo, e vai ver que cara pagou "x" por um combustível, mas, quando for checar, verá que o cara comprou esse combustível por um valor bem menor. Então, há uma diferença clara, arbitrária. E um órgão responsável, conforme está na lei e V.Exas. querem tirá-lo agora , não vai poder ver isso. Está claro, está citado na lei. Estou lendo o artigo. Estou fazendo um esforço aqui para ler, porque alguns colegas não leram. Têm que ler. Agora, não vai estar previsto na lei aumento de 2 centavos. Querem que esteja previsto na lei aumento de 3 centavos, 5 centavos, 10 centavos? É isso que V.Exa. está pedindo? Isso é um absurdo! Isso não existe na lei. A lei dá a orientação, existe o órgão responsável, e vai haver o mecanismo para se fazer algo. Então, essa pergunta é desnecessária. Tenta-se provocar uma situação que não esclarece a questão às pessoas. Ou quer que eu fixe um valor? Isso eu não posso fazer em lei. - 20/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 2, apresentada ao Projeto de lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto contrário
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, mais uma vez, como é bom ter o texto para ler. O texto diz o seguinte: "Para fins de apuração do delito previsto neste artigo, o Ministério Público deverá firmar acordos de cooperação com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica Cade". O Cade precisa ser provocado. Ele não pode simplesmente fazer qualquer intervenção. Isso nós estamos garantindo, para que fique dentro da legislação. Esse aspecto é muito importante. Se nós aceitarmos esta emenda, o projeto não vai ter sentido algum. Eu quero parabenizar o nosso querido Relator, o Deputado Merlong, que inicialmente previa 5 anos de pena, mas dialogou com a Oposição, conversou com os Deputados, e a reduziu para 4 anos. Nós, inclusive, achávamos que, com essa concordância do Relator, tão sensível ao diálogo, teríamos a aprovação por unanimidade. Agora vimos que, mesmo tendo havido conversa, não há unanimidade. Mas isso também faz parte da decisão política. Mas eu só queria registrar, então, se este destaque passar, que se perde o foco, se perde o sentido. Não se perde a exigência de controlar preço abusivo. É disso que nós estamos falando dentro da lei, provocando o Cade para fazer essa fiscalização. E é muito fácil identificar: se alguém compra, mediante nota fiscal, por um preço muito baixo e vende por um preço muito mais alto, essa diferença será vista. É óbvio, qualquer um pode ver isso. Então, nós precisamos dizer "não" aqui para que o texto faça sentido. - 20/05/2026
O Deputado defendeu a regulação estatal como instrumento legítimo de combate a abusos, argumentando que o Projeto de lei nº 1.625, de 2026, em discussão não representa intervenção indevida, mas sim regulação prevista em lei. Além disso, traçou paralelo com outras formas de regulação já aceitas pela sociedade, como a proteção de crianças, adolescentes e mulheres. Também criticou os opositores ao associá-los aos ataques de 8 de janeiro, questionando a coerência de quem defende a democracia e, ao mesmo tempo, teria apoiado ações contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Palavras-chave oficiais: Combustível,Projeto de lei ordinária,Utilidade pública,Preço,aumento,proibição,Controle estatal,Defesa Brasília (DF),manifestação,Golpe de Estado,Deputado federal,associação
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Não é nenhuma intervenção. Nós queremos, exatamente, que haja regulação quando alguém abusa. Quando alguém abusa e não há um Estado para fazer essa regulação, aí, sim, fica ao deus-dará. Aliás, quem não quer democracia quer fazer o que bem entende. Foi o que tentaram fazer ao quebrar esta Casa. Falam em democracia, e vieram quebrar o Senado. Falam em democracia, e quebraram o STF. Falam em democracia, e vieram quebrar esta Casa, onde os Deputados trabalham. Talvez, se tivesse acontecido o que vocês queriam, nós nem estaríamos falando aqui, porque vocês defenderam o golpe. Então, leiam os textos. Tudo está dentro da lei, sem intervenção, mas com regulação quando houver abuso. Quando há abuso contra crianças e adolescentes, regulamos; quando há abuso contra mulheres, regulamos. É para isto que existe o Estado: para regular preço. Parabéns, Lula, por regular preço! - 20/05/2026
O Deputado defendeu a aprovação da proposta em debate e rebateu críticas da oposição, afirmando que o texto prevê punições apenas em casos de aumentos de preços considerados abusivos e dissociados de fundamentos econômicos verificáveis. Afirmou que a medida busca coibir práticas que prejudiquem os consumidores, com base em critérios técnicos e no uso de dados do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Também argumentou que o Projeto de lei nº 1.625, de 2026, em discussão, fortalece a proteção ao consumidor diante de eventuais aumentos considerados injustificados e ressaltou que a iniciativa reflete o compromisso do Governo Federal com a defesa do poder de compra da população.
Palavras-chave oficiais: Combustível,Projeto de lei ordinária,Utilidade pública,Preço,aumento,proibição,Defesa
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, se o colega tivesse lido o projeto, não diria essa mentira. Está claro aqui que só haverá essa punição se a elevação de preços resultar em aumento dissociado de fundamentos econômicos verificados. É só isso. Então, tudo o que eles dizem é mentira. Leiam o projeto, por favor! Os dados do Cade vão ser usados para isso. Pode aumentar preço, mas não aumentar criminosamente. E quando aumentar criminosamente é preciso punir para defender o consumidor. O que eles estão dizendo é que, mesmo aumentando criminosamente, tem que deixar aumentar, o que pode prejudicar o consumidor. Não dá! Então, nós queremos que o projeto seja aprovado, porque Lula é responsável e está pensando no povo brasileiro. Agora, se alguém não leu o projeto e está falando mentiras... (Desligamento do microfone.) - 20/05/2026
O Deputado defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que tipifica a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999, e dá outras providências (criminaliza o aumento abusivo do preço dos combustíveis). Além disso, destacou que a proposta busca punir distribuidoras que prejudicam postos e consumidores. Ademais, responsabilizou o Governo Bolsonaro e a Extrema Direita pela elevação dos preços dos combustíveis em decorrência da privatização da BR Distribuidora, da interrupção da ampliação do refino nacional, da venda de fábricas de fertilizantes e da política de paridade de preços internacionais (PPI). Ao final, defendeu o fortalecimento da Petrobras, a retomada de estaleiros no Rio Grande (RS) e a soberania nacional.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tipificação de conduta,criminalização,aumento,Preço,Combustível,Crime contra a ordem econômica,Distribuidor de combustível,Posto de combustível,Consumidor,Petróleo Brasileiro (Petrobras),Estaleiro,Rio Grande (RS),Soberania nacional,Governo federal Governo,Extrema direita,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Preço,Combustível,Privatização,Petrobras Distribuidora S.A,refinação,Venda,Fábrica,Fertilizante,Preços de Paridade de Importação (PPI)
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, aqui se diz muito que nós estamos elegendo os postos como vilões. Não é verdade. Aqui ninguém disse isso. O que nós estamos dizendo é que as distribuidoras, essas sim, prejudicam inclusive os postos e, através dos postos, os consumidores. Essa é a questão. O fato de nós estarmos aqui regulamentando e punindo quem faz esse exagero de preços é exatamente para defender o consumidor. E as regras são claríssimas. Portanto, é muito importante que esse projeto seja aprovado. E, mais do que isso, é bom que se diga o que nós tínhamos no Brasil, antes do golpe. Vejam quem defendeu o golpe: a extrema direita. Nós estávamos com um programa de mais refino no Brasil, e houve dois problemas: as empresas que estavam fazendo refino foram privatizadas, e o programa de ampliação do refino foi interrompido. Essa é a consequência do golpe. A interferência da venda dos postos BR nos preços é evidente. Foi anunciado à noite: "Vai reduzir o preço na refinaria". No dia seguinte, os postos BR da Petrobras baixavam o preço. Os outros postos que queriam vender tinham que baixar, senão a concorrência ia prejudicá-los, porque os postos da Petrobras baixaram. Depois que vocês venderam, com o Bolsonaro, que gosta muito do Vorcaro e de fazer filme, o que aconteceu? Essa foi a maior corrupção que se deu no Brasil: venderam os postos BR. Agora baixam o preço, e os postos BR não baixam. Todos os postos ficam com o preço alto, consequência da política do Bolsonaro, que ainda quer ser candidato à Presidência da República para prejudicar mais o Brasil. Eu não consigo entender. Isso é outro elemento. Assim fizeram com as fábricas de fertilizantes, pessoal. Atenção, agro brasileiro! Enquanto nós estamos lutando pela renegociação da dívida de vocês inclusive, hoje, estive com o Ministro Dario Durigan para fazermos uma renegociação , os insumos da agricultura aumentaram. E nós tínhamos no Brasil fábrica de fertilizantes. Pasme, Brasil! O Governo brasileiro do Bolsonaro vendeu as fábricas de fertilizantes, e o preço aumentou. Veio a guerra, e isso piorou ainda mais. Então, a culpa de nós termos preços tão altos é dessa política que vocês defendem. E agora que o Lula quer ter dureza com quem faz abuso do preço para defender o consumidor, vocês são contra? De que lado vocês estão? Só do filme do Vorcaro? Não é possível. Nós estamos aqui para defender que o Brasil possa retomar com força, por exemplo, os estaleiros que nós estamos fazendo no Rio Grande do Sul, em Rio Grande, e que a gente possa ter a Petrobras cada vez mais forte. Um plano foi anunciado pela nossa Presidente Petrobras para termos a autossuficiência. Estamos trabalhando para isso, para ter refino no Brasil. E vocês fizeram o Preço de Paridade de Importação, o PPI: aumenta lá fora, aumenta aqui. Não! Temos que ter o controle da soberania brasileira. É por isso que o Lula está certo em defender a soberania. Mas enquanto vocês batem continência para o Trump, dá nisso. - 20/05/2026
O Deputado defendeu o Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que tipifica a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999, e dá outras providências (criminaliza o aumento abusivo do preço dos combustíveis), alegando que o Governo Lula busca proteger a população. Ademais, criticou Parlamentares da Oposição por estarem preocupados com a melhora do Presidente Lula nas pesquisas eleitorais e com a queda do Senador Flávio Bolsonaro, envolvido em denúncias a respeito do empresário Daniel Vorcaro. Ao final, responsabilizou o Governo Bolsonaro pela elevação do preço do óleo diesel.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tipificação de conduta,criminalização,aumento,Preço,Combustível,Bens,Utilidade pública,Crime contra a ordem econômica,Governo federal Oposição política,Pesquisa eleitoral,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Senador,Partido Liberal (PL),Pré-candidato a cargo eletivo,Denúncia,Banco Master,Empresário Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Preço,Óleo diesel
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, só quero lembrar uma frase que, talvez, todos já escutaram: "Ladrão roubando dinheiro roubado". Isso é coisa de filme. Essa turma está preocupada com o que aconteceu com o Vorcaro, com o Flávio Bolsonaro, que está despencando na pesquisas, e com o Lula, que está subindo. Então, eu compreendo a preocupação de vocês. Mas é coisa de filme: "Ladrão roubando dinheiro roubado". Nós estamos pensando no País. E o País, com o Presidente Lula, apresentou um projeto com dados objetivos. Nós estamos sendo lesados. O povo brasileiro está pagando mais caro pelo combustível. Não precisava ter aumentado 1 centavo nem faltar 1 litro de diesel, se não fosse o PL do Bolsonaro fazer o golpe, entregar a Petrobras, não fazer refino, fazer o PPI e dificultar a produção brasileira. É sobre isso que eles têm que responder. Agora, que nós queremos punir quem aumenta o preço do combustível para o povo, eles querem defender os caras que aumentam o preço para o povo. É desse lado que eles estão. Eles estão do lado que destrói o Brasil, beneficia as grandes refinadoras, passa o dinheiro para fora do Brasil. Agora, quando nós queremos cobrar, multar, para defender o povo brasileiro, como o Lula está fazendo, eles são contra isso. De que lado eles estão? É coisa de cinema: "Ladrão roubando dinheiro roubado". Expliquem essa situação que envolve Flávio Bolsonaro. Muito obrigado. - 20/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.564, de 2025, que altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei dos Crimes Ambientais), para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Maioria precisa liberar a bancada, por causa de partidos com posições diferentes. Mas eu quero manifestar a argumentação da nossa Ministra Marina. Nós reduzimos os impactos dos desmatamentos do País. Em boa parte, a razão é exatamente a fiscalização remota que foi feita. Só é identificado quem comete algo fora da regra, fora da lei. Senão, não vai ser autuado. Então, nós precisamos pensar no desenvolvimento do País e nos afirmar mundialmente. E, para nos afirmarmos na transição energética também, em que estamos ponteando no mundo, é fundamental preservar bem. Produzir e preservar; preservar e produzir esse binômio tem que caminhar junto nesse processo. É fundamental que nós rejeitemos esse projeto. Portanto, a minha posição é "não". Obviamente, pela Maioria, nós precisamos liberar a bancada. - 20/05/2026
O Deputado celebrou o anúncio do Presidente Lula de R$ 30 bilhões em crédito para motoristas de aplicativo e taxistas financiarem carros novos. Ademais, elogiou o Governo pela simplificação de regras para mototaxistas e motoboys e defendeu legislação que garanta segurança e estrutura a esses trabalhadores.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal,Crédito,Motorista de aplicativo,Taxista,Veículo novo,simplificação,Legislação,segurança
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Deputado Charles Fernandes, olhe que notícia boa: Lula lança crédito de até 30 bilhões de reais para motoristas de aplicativos e taxistas financiarem carros novos, 30 bilhões de reais! A cerimônia foi em São Paulo. Nós já tínhamos um programa importante sobre isso. E Lula, além de criar esse financiamento, simplifica as regras para o trabalho de mototaxistas e motoboys. Eu quero registrar aqui, Presidente Charles, o que disse o Presidente Lula: "Há espaço para todo mundo neste País. E qual é o papel do Governo? É facilitar a vida de vocês e não criar confusão. É por isso que nós estamos fazendo isso, para dizer para vocês: neste País, ninguém mais será visto como invisível. Todas as pessoas têm que ser vistas como seres humanos, não importa a escolaridade, não importa a religião, não importa o time por que torce e não importa a cor". Deputados, essa é a visão do Lula. O pessoal dos aplicativos, os motoboys, eles colocam a vida deles em risco para poderem sobreviver e sustentar suas famílias. Eles precisam de uma legislação adequada que lhes dê segurança e estrutura. E o Presidente Lula anuncia 30 bilhões de reais para viabilizar isso e melhorar a vida deles. Eu quero, de coração, fazer esse reconhecimento mais um, entre tantos ao Presidente Lula e dizer a esses irmãos que estão trabalhando no dia a dia que realmente possam usufruir desse belo programa que o nosso querido Presidente Lula anuncia. Gostaria que o meu pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado, Presidente. - 19/05/2026
O Deputado orientou a bancada da votação da subemenda substitutiva do Projeto de Lei nº 3.066, de 2025, que institui medidas de enfrentamento e repressão aos crimes de pornografia de crianças e adolescentes relacionados ao uso de inteligência artificial e de técnicas de mascaramento de endereço de IP empregadas para viabilizar a prática de crimes relacionados à pornografia infantil na internet. Defendeu uma política transversal do Governo que combina punição e educação no enfrentamento à violência sexual. Citou declaração de um ex-Deputado, que chegou à Presidência do País, como exemplo de discurso que induz ao estupro, e ressaltou a necessidade de educação como instrumento de prevenção. Além disso, destacou a operação Caminhos Seguros, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com ações em todos os Estados brasileiros contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Base de apoio político,Governo Governo,Política pública,Educação,combate,Violência sexual,Ex-presidente da República,Estupro Operação policial,Ministério da Justiça e Segurança Pública,combate,Exploração sexual,Criança,Adolescente
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, o Governo tem uma política transversal, que bate não só na punição, mas também na educação. Inclusive, eu ouvi aqui um Deputado, que virou figura máxima da Presidência do País, dizer a uma colega Deputada "Eu não te estupro" e algo mais. São frases de pessoas que induzem ao estupro, à violência. E é bom que a gente diga isso, porque a educação precisa ser feita também. O Ministério da Justiça e Segurança Pública coordenou o Dia D da Operação Caminhos Seguros, "com ações intensificadas em todos os estados brasileiros no enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes". Então, eu quero orientar "sim" pelo Governo, para que haja punição e estrutura para impedir que ocorram essas ações nefastas e também haja educação. - 19/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva ao Projeto de Lei nº 3.066, de 2025, que institui medidas de enfrentamento e repressão aos crimes de pornografia de crianças e adolescentes relacionados ao uso de inteligência artificial e de técnicas de mascaramento de endereço de IP empregadas para viabilizar a prática de crimes relacionados à pornografia infantil na internet, altera a Lei nº 8.069, de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos) e a Lei nº 12.850/2013 (Lei das Organizações Criminosas) para recrudescer o tratamento penal aos criminosos sexuais. Além disso, defendeu o fortalecimento de mecanismos de investigação e punição contra redes criminosas e ressaltou iniciativas do Governo Federal, como a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente e operações conduzidas pelo Ministério da Justiça e pela Polícia Federal (PF).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto favorável Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente,Ministério da Justiça e Segurança Pública,Polícia Federal (PF),Governo federal
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sim, Presidente. Quero parabenizar o Deputado Osmar Terra, a Relatora, todas as pessoas que se envolveram neste projeto tão importante, porque nós precisamos desarticular as redes de pedofilia que, infelizmente, estão presentes na sociedade e lucram ou fazem negócios violentando crianças e adolescentes. Isso é muito importante, e o Presidente Lula, em toda a regulamentação do ECA Digital, foi muito enfático nesse aspecto de termos uma regulamentação de proteção. E hoje aqui avançamos no sentido de termos mecanismos de investigação e punição para aqueles que praticam e agridem as crianças e nossos adolescentes. Queria pedir, se for possível, 30 segundos mais, porque tenho divulgações importantes para a sociedade brasileira, para criarmos uma consciência de amor e de carinho contra esse desrespeito que, infelizmente, existe. O Governo do Brasil instituiu a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente. Trinta por cento das operações da Polícia Federal são contra o abuso e a exploração sexual infantil, e o Ministério da Justiça tem operações fortíssimas, combinadas com a Polícia Federal e outros setores, para realmente fazer esse combate, eu diria, com muita força, para desarticular as redes dos pedófilos que, infelizmente, existem. Tem que ser banido e punido quem praticar essa ação. "Tudo que puderes fazer a um desses pequeninos é a mim o fazes." Isso é até bíblico, Jesus Cristo disse. Então, quero parabenizar a todos. Acredito que esta votação vai ser unânime aqui. Damos o voto favorável: "sim" a esse empenho que esta Casa faz para evitar a violência contra crianças e adolescentes. - 19/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do artigo 14-B da Lei nº 5.889, de 1973, contido no artigo primeiro do Substitutivo do Senado Federal oferecido ao Projeto de Lei nº 715, de 2023, que dispõe sobre a compatibilidade entre o contrato de trabalho por safra e a condição de titular de benefícios sociais. Na oportunidade, defendeu a manutenção do Bolsa Família para trabalhadores safristas por até 3 meses e criticou as condicionantes incluídas pelo Senado, sob o argumento de que dificultariam o acesso ao benefício. Além disso, afirmou que o relatório apoiado pelo grupo buscava preservar a renda dessas famílias e ressaltou que as políticas públicas de transferência de renda contribuíram para a saída do Brasil do Mapa da Fome.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL) Bolsa Família,Mapa da Fome,Política pública,Transferência de renda,Justiça social
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero deixar bem esclarecido que, quando o safrista trabalha em até 3 meses, e é beneficiário do Bolsa Família, nós votamos pela manutenção do programa. O que o Senado fez foi colocar um conjunto de condicionantes que vão dificultar para este safrista que tem o Bolsa Família continuar mantendo esse benefício. Portanto, nós concordamos com o Relator, para que este safrista, em até 3 meses sendo safrista, possa continuar a receber o Bolsa Família. Nós votamos "não" ao projeto do Senado, para que o nosso relatório seja aprovado, e, em até 3 meses, as pessoas possam manter o Bolsa Família, que é uma renda importante. Aliás, diga-se de passagem, o Brasil saiu do Mapa da Fome, o Brasil tem política... (Desligamento do microfone.) A SRA. PRESIDENTE (Geovania de Sá. Bloco/REPUBLICANOS - SC) - Deputado Bohn Gass, V.Exa. tem mais 30 segundos. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - O Brasil tem política pública correta para ajudar aqueles que mais precisam, e isso efetivamente nos fez sair novamente do Mapa da Fome e ter um projeto amplo de renda social. Isso faz parte da manutenção dessas pessoas. Obrigado, Presidente. - 19/05/2026
O Deputado fez uma ressalva à Lei de Proteção de Cultivares e defendeu que pequenos e médios agricultores preservem o direito de produzir sementes e mudas. Também manifestou voto favorável ao acordo para votação dos requerimentos e, por fim, destacou a necessidade de que a análise do mérito do Projeto de Lei nº 2.143, de 2025, em discussão, preserve a autonomia produtiva desses agricultores e proteja suas condições de permanência e desenvolvimento no campo.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Cultivo agrícola,Prazo,proteção,aumento,acordo
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Nós queremos fazer uma ressalva importante à Lei de Proteção de Cultivares. Nosso pequeno e nosso médio agricultor não podem ficar alheios à possibilidade de produção de sementes e de mudas na agricultura. É esta a ressalva que nós queremos fazer, no momento em que há um acordo para a votação de requerimentos na data de hoje. Nós queremos manifestar nossa votação favorável ao acordo construído, mas, quanto ao mérito, nós queremos que o agricultor familiar e o médio produtor não tenham prejuízo nenhum em relação às suas sementes, à sua produção própria, e sim que eles possam ter continuidade em suas propriedades. Este é o registro. Muito obrigado. - 19/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.220, de 2019, que dispõe sobre o compartilhamento de infraestrutura física aérea de titularidade de prestadoras de serviços de distribuição de energia elétrica com prestadoras de serviços de telecomunicações, altera a Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, a Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, e a Lei nº 14.947, de 2 de agosto de 2024, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, houve um acordo entre os Líderes, sob a presidência de V.Exa., quando da votação do requerimento de urgência. Eu quero apenas antecipar uma ressalva quanto ao mérito: votar na urgência não significa votar a favor do mérito, porque, no momento em que se faz o compartilhamento e uso do cabeamento e do posteamento para uso coletivo, ele pode ser utilizado prioritariamente, no fundo, para áreas sociais. O que nós queremos ressalvar é que o Governo tem uma consulta para impedir que talvez estes recursos sejam direcionados para outras infraestruturas, e não sejam destinados ao que será o fundo, em prol das áreas sociais. É preciso fazer apenas esta adequação. Nós queremos conversar posteriormente sobre este ponto, mas o voto é favorável ao requerimento de urgência. - 19/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei Complementar nº 262, de 2019, que altera a Medida Provisória nº 2.156-5, de 24 de agosto de 2001, a Medida Provisória nº 2.157-5, de 24 de agosto de 2001, e a Lei Complementar nº 129, de 8 de janeiro de 2009, para permitir que as cooperativas sejam beneficiárias dos recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo também aprova este projeto porque ele estende esses repasses também para as cooperativas. É muito importante que elas também possam ser alcançadas e que isso esteja explícito na lei. Esses recursos são muito importantes. Nós votaremos a favor. - 19/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou uma emenda apresentada por Parlamentares da Oposição à Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que propõe o fim da escala de trabalho 6 por 1. Afirmou que a emenda da Direita bolsonarista descaracteriza o objetivo original do projeto ao permitir jornadas de até 52 horas semanais e ao prever que as mudanças só entrem em vigor após 10 anos. Ressaltou também que a emenda flexibiliza direitos trabalhistas, criticando possíveis reduções de intervalos e pausas na jornada. Por fim, defendeu a redução imediata da jornada semanal de 48 para 40 horas, com adoção da escala 5 por 2 e sem redução salarial, além de destacar apoio do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a propostas voltadas à redução da jornada de trabalho e ampliação da qualidade de vida dos trabalhadores.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Emenda,Oposição política,Direita política,descaracterização,Proposição legislativa,flexibilização,Direito do trabalho,Presidente da República,Qualidade de vida,Trabalhador
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputados e Deputadas, atenção, povo brasileiro, trabalhadores e trabalhadoras, eu denuncio aqui uma tramoia, um golpe dentro do projeto que acaba com a escala 6 por 1. A Direita bolsonarista fez uma emenda nesse projeto que acaba com a ideia central do próprio projeto. Eu vou dizer por quê. Porque essa emenda diz que o povo brasileiro poderá ter que trabalhar até 52 horas por semana. Isso mesmo: 52 horas por semana! Pior, a emenda joga o fim da escala 6 por 1 para daqui a 10 anos. Essa é a emenda apresentada pelos bolsonaristas, que destrói o projeto. Quero dizer mais. Há coisas nessa emenda que parecem inspiradas na escravidão. Sim: escravidão. Porque tira, por exemplo, pausas e intervalos no cálculo da jornada. Gente, isso é querer que o trabalhador more dentro da fábrica e não receba por isso. E voltam a coisa do negociado sobre o legislado daquela fatídica reforma trabalhista. Na prática, se houver uma negociação, a jornada pode ser qualquer uma. Ora, nós sabemos que as condições dessas "negociações", entre aspas, é a seguinte, para o trabalhador: aceita ou perde o emprego, reduz o salário ou é rebaixado. Isto é uma baita hipocrisia! Mas claro que, vindo da Direita bolsonarista, a emenda bota a conta no Governo. Se houver alguma ameaça à margem de lucro do patrão, o Estado que pague, porque, para essa gente, patrão nunca perde, é o trabalhador que deve perder. O Fundo de Garantia e o imposto da empresa são tirados. Tiram o custo da empresa e tiram o couro do trabalhador. Eu tenho aqui a Emenda nº 1. Está escrito no art. 4º que esta proposta de emenda à Constituição do fim da escala 6 por 1 entrará em vigor 10 anos após a sua publicação, e colocam um conjunto de condicionantes ainda. Serão avaliadas as condições para ver se ela entra em vigor, ou seja, poderá durar mais de 10 anos. A nossa política é clara: redução da jornada de 48 horas para 40 horas, é 5 por 2, sem redução do salário e com entrada em vigor imediatamente. Nós temos um grande aliado, que é o Presidente Lula. O Lula também mandou um projeto para cá neste sentido, que é para a sociedade e pela cidadania. Existe vida além do trabalho, para estar com a família, estudar, passear. É isso que nós queremos para o nosso povo. Portanto, é importante que a gente aprove o projeto do fim da escala 6 por 1, sem essa emenda nociva, que é a emenda dos bolsonaristas. - 13/05/2026
O Deputado contestou o argumento de segurança jurídica apresentado pelo Relator, distinguindo as dívidas transferíveis à Sociedade Anônima do Futebol (SAF) como restritas ao objeto social do clube. Argumentou que a nova redação proposta ao Projeto de lei nº 2.978, de 2023, em discussão, ao limitar a responsabilidade apenas ao que for expressamente acordado, deixaria atletas e técnicos sem respaldo jurídico para cobrar direitos trabalhistas, uma vez que o clube original deixa de existir como interlocutor. Por fim, defendeu a redação anterior como mais adequada à proteção dos trabalhadores do esporte.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Sociedade anônima do futebol (SAF),Governança,Defesa,Segurança jurídica,Discurso parlamentar,Contestação
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O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Bem objetivamente, nobre Relator, quando V.Exa. fala da segurança jurídica, precisamos localizar bem. Não é qualquer dívida que vai passar posteriormente para a SAF. Aqui diz claramente, dívidas específicas do seu objeto social.Na verdade, é o que nós estamos tratando aqui. V.Exa. fala em segurança jurídica. Só que eu estou colocando a segurança jurídica do jogador de futebol. O jogador de futebol, de um time de futebol, não tem mais o time de futebol, o clube, ele tem agora uma SAF. Então, a segurança jurídica do objeto, do atleta, do clube, tem uma situação trabalhista. É do objeto, não é qualquer dívida. Então, em nome da segurança jurídica para a SAF, vai-se deixar inseguro o atleta. Nós estamos defendendo uma situação trabalhista. Esse atleta não tem mais o clube a quem recorrer, porque agora é a SAF. Ele não tem a quem cobrar. Vai cobrar de quem? Sem o direito que ele tem. Nesse sentido, o projeto anterior estava correto, porque ele diz claramente que não responderá por situações anteriores, exceto específica atividade do seu objeto social. E o que diz o projeto agora? Que só são daquilo que for expressamente escrito, acordado. Então, o clube anterior acordou que tal situação... Bom, talvez ele nem sabia se o cidadão esportista ou o técnico recorreu à Justiça e existe uma determinação judicial. De quem ele vai cobrar? Da SAF?
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.