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Detector de Bananada
Foto de Bibo Nunes

Deputado · Câmara

Bibo Nunes

PL · RS

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Alcibio Mesquita Bibo Nunes · 69 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 97 de 100, Cara Bom0406080100

97/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 99% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 94%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 97%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 99%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 27%das 822 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 96%das 673 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.bibonunes@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5518
Gabinete
Gabinete 518, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 386 de 391 sessões

Melhor que 85% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

94%

Registrou voto em 1.061 de 1.128 votações nominais

Melhor que 93% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

1

de 72 projetos apresentados (1%)

18 avançaram · 50 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

27%

Em 822 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 10% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.527 discursos na tribuna · de 13/02/2019 a 27/05/2026.

  • 02/09/2025

    O Deputado contestou as declarações de que o ex-Presidente Jair Bolsonaro e aliados deveriam ser punidos por tentativa de golpe de Estado. Argumentou que os acontecimentos de 8 de janeiro não caracterizaram um golpe, já que não houve armas, tanques ou presença de militares nas ruas. Por fim, classificou a acusação de golpe como um “absurdo político-jurídico” e disse acreditar que a “justiça divina” prevaleceria.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Golpe de Estado,Arma,Veículo militar,ausência,Contestação,punição,contrário

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Eu ouvi Parlamentares de oposição dizer que hoje é o dia de punir Bolsonaro e mais sete pessoas pelos seus atos de golpe de Estado. Sabem o que é golpe de Estado? Vão ler um pouco! Golpe de Estado, sem uma faca, sem um revólver? Isso é golpe de Estado? Em que mundo vocês vivem? O que havia naquele 8 de janeiro, no gramado, para ser considerado golpe de Estado? Pipoca, algodão-doce, Bíblia e um temível, terrível batom vermelho. Com todo o respeito, dizer que houve tentativa de golpe de Estado! Todos os comandantes, o da Marinha, o da Aeronáutica e o do Exército, foram escolhidos por Lula. Golpe contra ele? Não havia sequer um militar na rua, um tanque de guerra. Por favor, chamar o que aconteceu de golpe de Estado! Vão ler um pouquinho qualquer dicionário do mundo e saber o que é golpe de Estado. Só havia pipoca, algodão-doce, Bíblia e o terrível, temível batom vermelho. Isso vai ficar na história como um absurdo político jurídico que comanda o Brasil, mas nós vamos vencer. Aguardem a justiça divina!
  • 02/09/2025

    O Deputado destacou a relevância do turismo e prestou homenagem ao empresário Regis Azevedo, Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH). Ressaltou a contribuição de Azevedo para o setor hoteleiro e para o desenvolvimento do turismo no Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, onde a Serra Gaúcha se consolidou como o segundo maior polo turístico do País.

    Palavras-chave oficiais: Turismo,Homenagem,Empresário,Setor hoteleiro,Rio Grande do Sul,Serra Gaúcha

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Icaro de Valmir. Eu sou o mais antigo membro da Comissão de Turismo desta Casa, sou membro da Comissão Nacional de Turismo e quero aqui destacar a importância para o turismo, para o mundo hoteleiro e para o agronegócio, do Sr. Regis Azevedo, aqui presente, que, além de empresário, é Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis — ABIH, um exemplo para o Rio Grande do Sul, para o Brasil, por seu empenho no desenvolvimento do turismo, porque o turismo é a indústria sem chaminé. E eu, como adepto do turismo, incentivo muito o turismo na Serra Gaúcha, que é o segundo maior polo turístico do Brasil, perdendo apenas para o Rio Grande do Sul. E o mundo hoteleiro gaúcho tem aqui, em Regis Azevedo, um exemplo, um orgulho para todos os brasileiros. Nós, como gaúchos, ficamos cada vez mais orgulhosos. Imensa honra! Grato, digníssimo Presidente.
  • 02/09/2025

    O Deputado criticou o julgamento de Jair Bolsonaro, classificando-o como uma “inquisição” e um processo kafkiano, com 10 mil páginas sem provas concretas, apenas hipóteses. Rebateu fala anterior de um Parlamentar que mencionou suposta tentativa de morte de Lula e Alckmin, exigindo provas como fotos ou vídeos, e acusou-o de pecar ao levantar acusações sem evidências. Por fim, afirmou que Bolsonaro e seus apoiadores estão sendo alvo de um julgamento injusto e arbitrário.

    Palavras-chave oficiais: julgamento,Perseguição política,Ex-presidente da República,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Atentado,Autoridade

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Começou a inquisição de Bolsonaro. Será um julgamento sumário, num processo kafkiano no qual não há provas cabais, apenas hipóteses, em 10 mil páginas. Há pouco foi dito aqui por um Deputado que usa no nome parlamentar a palavra "padre" que houve tentativa de morte de Lula e de Alckmin. Mostre-me uma foto, um vídeo disso! Como usa "padre" no nome, ele tem obrigação de mostrar isso. É pecado, senhor padre, acusar sem provas! Acusar inocentes é pecado, nobre padre! Esse é o nível das pessoas que acusam Bolsonaro e seus patriotas, que estão sofrendo um processo kafkiano.
  • 28/08/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou a decisão monocrática de manter o ex-Presidente Jair Bolsonaro preso, afirmando que outros Ministros do STF não haviam confirmado a medida. Classificou como “vergonha” a solicitação da Polícia Federal para instalar policiamento interno na residência de Bolsonaro, comparando a hipótese a uma operação de resgate internacional. Afirmo que o ex-Presidente poderia ter buscado asilo político, mas não o fez, e acusou a Justiça brasileira de estar politizada, destacando votações no Supremo frequentemente decididas por ampla maioria. Por fim, defendeu que a situação representava uma distopia e concluiu que os patriotas deveriam resgatar a dignidade nacional nas próximas eleições, reiterando a convicção de que “o bem sempre vence o mal”.

    Palavras-chave oficiais: Prisão domiciliar,Ex-presidente da República,Polícia Federal (PF),monitoramento,Decisão judicial,Supremo Tribunal Federal (STF)

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Sargento Gilberto — de Cabo para Sargento agora, tenho que destacar. Eu quero dizer da minha indignação com os desmandos, com a distopia que está imperando neste País. A Polícia Federal pede que haja policiamento interno na casa de Bolsonaro, que, pasmem, está preso por uma decisão monocrática. Até hoje, os outros quatro Ministros não corroboraram essa decisão, e ele continua preso devido a essa decisão monocrática. Isso é uma vergonha para este País! Temos que acabar com esse tipo de decisão. É isso que vivemos. Pedir policiamento interno por quê? Na concepção desse diretor — de quem eu já pedi o afastamento, pedi que saia, porque não tem competência para estar onde está —, estão pensando em um resgate Entebbe, em que forças israelenses conseguiram, com maestria, resgatar reféns. Estão imaginando que helicópteros norte-americanos, tropa de elite vão baixar na casa de Bolsonaro e o resgatar. Se Bolsonaro quisesse, já teria fugido do Brasil há muito tempo, já estaria em asilo político há muito tempo, o que é um direito dele, porque o próprio preso tem direito à fuga. O preso tem direito à fuga e não pode sequer ter direito a pensar em asilo. É distopia, nobres colegas Deputados José Medeiros e Sargento Fahur, o que vivemos hoje no Brasil. São momentos de vergonha, em que a nossa Justiça está totalmente politizada. Basta ver as decisões. São onze Ministros: 9 a 2, ou 8 a 3, no máximo. Eu digo que, quando a política invade os tribunais, a Justiça foge pela janela. Essa é a dura, crua e vergonhosa realidade que vivemos no Brasil. E nós patriotas, com o sangue verde e amarelo na veia, vamos resgatar a honra e a dignidade deste País na próxima eleição. Como eu digo, no fim, o bem sempre vence o mal. Se não venceu ainda, é porque ainda não chegou o fim. Grato, digníssimo Presidente. É uma honra estar nesta sessão. Brasileiros, patriotas, se os bons ficam quietos, os maus tomam conta.
  • 28/08/2025

    O Deputado protestou contra a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que Ministros cometeram crime de responsabilidade ao participar de atos político-partidários, e citou exemplos envolvendo os Ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes. Relatou que já apresentou oito pedidos de impeachment de Ministros do STF, mas que tais pedidos não avançaram devido à resistência do Senado, especialmente de seu Presidente, Davi Alcolumbre, que recusou pautar os processos, desrespeitando a vontade da maioria. Ademais, sustentou que o referido Presidente tem de sofrer impeachment, mas lamentou a impossibilidade de o processo evoluir, devido a acordos dentro do Senado e com o STF. Ainda, alertou a população para observar o perfil de candidatos ao Senado nas próximas eleições, pois o Senado é vital para punir o STF, e hoje, um grande número de Senadores está envolvido em corrupção, sendo incapazes de agir com independência. Além disso, destacou pesquisa da Quaest, que constatou que o Judiciário perdeu a credibilidade e hoje é o Poder menos respeitado. Por fim, declarou ser necessário combater práticas de corrupção e privilégios dos Parlamentares, e afirmou que apenas Parlamentares sem "rabo preso" poderiam enfrentar o sistema.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Impeachment,Crime de responsabilidade,Presidente do Senado Federal,Corrupção,Acordo político,Poder Judiciário,credibilidade,Militância política,Eleição,Senador

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssima Presidente Erika Kokay. Nobres colegas, é uma honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil. Eu vou aqui falar sobre a difícil realidade que vivemos hoje no mundo jurídico e político no Brasil. O único Poder que nunca teve alguém "impeachmado", alguém que perdeu o seu cargo, é o Poder Judiciário. Já houve impeachment de Presidente da República, de Governador de Estado. Já perdeu o cargo Deputado Federal, Prefeito, Vereador. Eu mesmo já pedi aqui impeachment de oito Ministros do Supremo Tribunal Federal. E os pedidos foram muito bem fundamentados. A principal alegação foi o cometimento de crime de responsabilidade por alguns Ministros. Por quê? Comete crime de responsabilidade qualquer Ministro do STF que participe de vida político-partidária. Houve inúmeros exemplos, nos quais baseei meus pedidos. O próprio Presidente do STF, que lá está, o Sr. Barroso, participou ativamente de ato político-partidário. Dois anos atrás, se não me engano, ele participou de um ato político-partidário de esquerda — também não poderia ser de direita — na UNE. Ele estava no palco em um movimento partidário, politizado. Ele não se conteve, subiu a esse palco, onde não poderia estar. Trata-se de crime de responsabilidade. Ele não se conteve, foi ao microfone e disse: "Vencemos o bolsonarismo". Isso é motivo de sobra para impeachment. Há outros exemplos nesse mesmo sentido. Nesta semana, pedi o impeachment de Gilmar Mendes, porque ele disse o seguinte: "Todos sabem que eu participo politicamente de todos os lados, segmentos, há muito tempo". Juiz, Desembargador, Ministro não podem participar de vida político-partidária! Isso é crime de responsabilidade! Portanto, quem o pratica é passível de punição imediata, com perda do cargo. Que Justiça temos no Brasil? Isto é importante. Quem pode punir Ministros do STF? É o Senado. Nesse caso, quem pode punir é o Senado. Mas quem quer nadar entre tubarões não pode estar sangrando. O que acontece é que, infelizmente, um grande número de Senadores não pode nadar entre tubarões porque está sangrando, tem culpa no cartório, está envolvido em problema de corrupção. É difícil. Então, não haverá punição enquanto tivermos um Senado como esse. O próprio Presidente atual, o Presidente Davi Alcolumbre, disse, em bom tom, em voz alta: "Mesmo que tenha 81 assinaturas o pedido de impeachment, eu não pauto impeachment de Ministro algum". Oitenta e uma assinaturas, inclusive a dele! Que tipo de Presidente é esse? Qual é a seriedade do cargo? Não respeita a maioria, e há inclusive a assinatura dele. No Rio Grande do Sul, chama-se isso de capacho, que está ali para ser pisado, tem culpa no cartório, tem medo. Sinto muito. Não é nada pessoal, mas não pode ocupar o cargo de Presidente do Senado ou da Câmara quem diz publicamente que, ainda que a maioria esteja pedindo impeachment, jamais pautará o pedido. É muito rabo preso! Essa é a conclusão a que se chega. Não estou afirmando, mas, quem se recusa a aceitar a assinatura de todos — de todos, inclusive a dele — e se nega a pautar o pedido dá direito a se pensar o quê? Eu penso o seguinte: esse Presidente, esse Presidente do Senado, esse tem que sofrer impeachment! E como vamos fazer o impeachment? Como se tira, como se cassa um Presidente do Senado? Aqui, no caso, não há nada pessoal contra o Senador Alcolumbre, nada pessoal! Mas a atitude dele requer a sua saída. Fazer o quê? Vai o pedido para a Comissão de Constituição e Justiça. Um Senador pede o impeachment do Presidente, pelas atitudes dele. O que acontece? Na CCJ, a Esquerda, o Governo têm maioria. O pedido não vai andar! Não vai andar. Outra possibilidade é mandar o caso para o STF. (Riso.) Pedir o impeachment ao STF? Imaginem se o STF vai querer que seja punido, que sofra impeachment o Presidente do Senado, que diz que, mesmo com 81 assinaturas, não pautará o impeachment de qualquer Ministro. Em que mundo vivemos? Digo isso para que, na próxima eleição, você, eleitor, olhe muito bem o perfil de cada Senador. Olhe o dos Deputados também, evidentemente, mas o Senador é vital para punir o STF. Até hoje, não houve nenhum impeachment de Ministro do Supremo — nenhum! —, e há motivo de sobra. Portanto, eleitor, quando for escolher o seu candidato, simplesmente olhe antes o perfil dele. Quem quer nadar entre tubarões não pode estar sangrando. Senadores sangrando são devorados facilmente. Por isso, há medo: "Eu estou sangrando. Fico no meu cantinho. Não posso me manifestar". Isso não é compatível com um Parlamentar que tenha seriedade, tenha obrigação e respeito com a população brasileira. Isso é motivo de extrema vergonha, na potência treze! É lamentável. Mas eu, como Parlamentar, nado entre tubarões! Eu nado entre tubarões porque não estou sangrando. Eu não tenho rabo preso, não aceito corrupção na minha vida, não tenho nada que permita que me questionem. Você, eleitor que está me ouvindo, quando for votar, não vote em quem está sangrando, porque jamais vai nadar entre tubarões. E nós temos que acabar com tubarões antidemocráticos, tubarões despóticos, tubarões que contribuem para a distopia neste nosso Brasil. Hoje, pessoas sérias sentem vergonha de serem sérias. Que momento vivemos! Eu sou um democrata, respeito a Esquerda, o Centro, qualquer Parlamentar, mas, acima de tudo, eu respeito é o Brasil! Parlamentares "umbigoides", que só olham para o próprio umbigo, que só olham para a sua árvore, não olham para a floresta, esses Parlamentares têm que ser banidos. Quem vem para esta Casa, para o Congresso para ser Parlamentar tem que vir para ser útil, útil à população brasileira. Acabou, não há mais espaço para "umbigoides", não há mais espaço para quem vem para Brasília para se locupletar. "Tenho lá minhas vantagens, tenho meu salário." Não! Parlamentar não pode ter vantagem nenhuma! Tem que ser tratado como cidadão. Eu propus, na legislatura passada, que o vale-alimentação do Parlamentar, por exemplo — o Parlamentar pode gastar o que quiser com alimentação —, fosse igual ao do funcionário. Tem que ser igual. Eu disse isso à Mesa. Ou alguém come mais ou não pode sobreviver com o que ganha o funcionário da Casa? Isso é simplesmente injustiça. São seres humanos. Todos têm condições de viver com a mesma cota de alimentação. Há muitos erros neste Brasil que nós temos que corrigir. E só vamos corrigir esses erros quando tivermos Parlamentares que não estejam sangrando, porque quem está sangrando não pode nadar entre tubarões. Hoje, os tubarões estão aí. Não existe mais respeito. Olhem o que é hoje o STF, que todos respeitavam. O Judiciário era o Poder mais respeitado. De acordo com pesquisa da Quaest, hoje o Poder menos respeitado é o Judiciário. Digníssima Presidente, aqui fica o meu protesto, um protesto de quem ama o Brasil.
  • 28/08/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.865, de 2025, que institui, no âmbito do território nacional, o Dia de São Miguel Arcanjo, a ser celebrado anualmente no dia 29 de setembro.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Discussão,favorável

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Hugo Motta. Somos favoráveis. O Brasil é uma nação em que a maioria é de fé católica apostólica romana. São Miguel Arcanjo é um dos mais importantes arcanjos da Igreja Católica, assim como os outros. Neste momento tão difícil pelo qual passamos no Brasil, em que a fé é deixada de lado, em que a espiritualidade e a religião não recebem a devida atenção, é muito importante a aprovação deste projeto. Eu saliento que quem não tem fé não existe. A fé é fundamental para qualquer ser humano que queira seguir em frente com muita honra, dignidade e respeito aos demais membros da sociedade. Portanto, o respeito à religião, aos seus santos, arcanjos e querubins faz com que a fé do povo brasileiro seja reacendida. Acima de tudo, deve ser valorizado quem tem fé, porque quem tem fé, quem tem religião respeita os seus irmãos, respeita as instituições. É muito bom ter fé. Eu respeito quem tem fé, respeito quem respeita anjos, arcanjos e querubins. Então, o meu voto é "sim". Grato, digníssimo Presidente.
  • 28/08/2025

    O Deputado proferiu parecer ao Projeto de Lei nº 3.865, de 2025, que institui, no âmbito do território nacional, o Dia de São Miguel Arcanjo, a ser celebrado anualmente no dia 29 de setembro.

    Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,criação,Dia de São Miguel Arcanjo,Data comemorativa,Setembro,Homenagem

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Hugo Motta. Vamos ao relatório. "I - Relatório O Projeto de Lei nº 3.865, de 2025, da Sra. Deputada Simone Marquetto, institui, no âmbito do território nacional, o Dia de São Miguel Arcanjo, a ser celebrado anualmente no dia 29 de setembro. Esse é o teor da ementa. De acordo com o art. 1º, 'fica instituído, no calendário oficial do Brasil, o Dia de São Miguel Arcanjo, a ser celebrado anualmente no dia 29 de setembro'. Pelo art. 2º, 'a data ora instituída tem por objetivo homenagear São Miguel Arcanjo, reconhecendo sua importância histórica e sua relevância para a fé católica do povo brasileiro'. O art. 3º contém a cláusula de vigência imediata. A proposição foi distribuída para as Comissões de Cultura (CCULT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), com apreciação conclusiva nesses colegiados e regime prioritário de tramitação. Foi aprovado requerimento de urgência, estando a matéria pronta para apreciação em Plenário. É o relatório. II. Voto da Relatora II.1. Constitucionalidade e juridicidade Não vislumbramos qualquer objeção quanto aos pressupostos de constitucionalidade do Projeto de Lei nº 3.865, de 2025. A proposição cumpre os requisitos formais e materiais exigidos pela ordem constitucional. No aspecto da constitucionalidade formal, a proposição atende aos preceitos que regem o processo legislativo. Compete à União legislar sobre cultura, nos termos do art. 24, IX, da Carta Cidadã de 1988. A iniciativa parlamentar, exercida pela ilustre Deputada Simone Marquetto, encontra amparo no art. 61 da Carta Magna, não havendo, no caso, vício de iniciativa, pois a matéria não se insere no rol de competências privativas do Presidente da República. No que respeita à constitucionalidade material, não há qualquer desarmonia com as disposições da Lei Maior, na qual o § 2º do art. 215 estabelece que 'a lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de alta significação para os diferentes segmentos étnicos nacionais'. De acordo com a Lei nº 12.345, de 9 de dezembro de 2010 (que regula o dispositivo constitucional em questão), 'a definição do critério de alta significação será dada, em cada caso, por meio de consultas e audiências públicas realizadas, devidamente documentadas, com organizações e associações legalmente reconhecidas e vinculadas aos segmentos interessados' (art. 2º). Pela mesma lei, 'a proposição de data comemorativa será objeto de projeto de lei, acompanhado de comprovação da realização de consultas e/ou audiências públicas a amplos setores da população, conforme estabelecido no art. 2º desta Lei' (art. 4º). No entanto, no que se refere ao atendimento do disposto na Lei nº 12.345, de 2010, cabe ressaltar o entendimento firmado nas recentes Questões de Ordem nº 260, de 2025, e nº 262, de 5 de maio de 2025, de que os requisitos exigidos pela referida lei, especialmente a realização de audiências públicas (art. 4º), 'devem ser satisfeitos ao longo da tramitação legislativa bicameral, não necessariamente no momento da apresentação da proposição'. Conforme decidido pela Presidência desta Casa, 'a audiência pública, como mecanismo essencial de participação popular e de embasamento da discussão parlamentar, pode ser realizada durante as fases subsequentes da tramitação'. Desse modo, sua ausência, neste momento, não configura impedimento para a continuidade da tramitação e apreciação desta matéria aqui no plenário. Com relação à juridicidade, o projeto revela-se adequado. O respectivo conteúdo possui generalidade e abstração, mostrando-se harmônico com os princípios gerais do Direito. Finalmente, no tocante à técnica legislativa, a proposição amolda-se aos preceitos da Lei Complementar nº 95, de 1998, que dispõe sobre a elaboração, a redação, a alteração e a consolidação das leis. O texto é claro, a articulação é lógica e a alteração legislativa é apresentada de forma expressa, indicando precisamente o dispositivo legal a ser modificado, em linha com os imperativos da segurança jurídica e da clareza da norma jurídica. II.2 Mérito O Projeto de Lei nº 3.865, de 2025, da Sra. Deputada Simone Marquetto, institui, no âmbito do território nacional, o Dia de São Miguel Arcanjo, a ser celebrado anualmente no dia 29 de setembro, com sua inclusão 'no calendário oficial do Brasil' (art. 1º). Pelo art. 2º, 'a data ora instituída tem por objetivo homenagear São Miguel Arcanjo, reconhecendo sua importância histórica e sua relevância para a fé católica do povo brasileiro'. No mérito cultural, o Dia de São Miguel Arcanjo já é reconhecido pela tradição da Igreja Católica Apostólica Romana em todo o mundo. Portanto, é uma data bastante consolidada. Ao mesmo tempo, a proposição busca, conforme a justificação apresentada pela autora, 'reconhecer a devoção a São Miguel Arcanjo como parte da tradição e identidade de milhões de brasileiros católicos, sem interferir na separação entre Igreja e Estado'. É, inegavelmente, a comemoração dessa data um sentimento amplamente afirmado e tradicional no Brasil, sendo expressão própria de nossa identidade nacional. Por essas razões, somos favoráveis, no mérito, ao projeto de lei em discussão. II.3 Conclusão do voto Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Cultura, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 3.865, de 2025. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 3.865, de 2025." Esse é o parecer da Deputada Gisela Simona, a Relatora. Grato, digníssimo Presidente. PARECER ESCRITO ENCAMINHADO À MESA PELA SRA. DEPUTADA GISELA SIMONA. [[CONTEÚDO DO DISCURSO ENCAMINHADO NÃO ENCONTRADO]]
  • 27/08/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Senado Federal, afirmando que a Casa não enfrenta o Supremo Tribunal Federal (STF) porque muitos Senadores estariam “sangrando”, ou seja, comprometidos por corrupção ou fragilidades políticas. Disse que só Senadores sérios e sem máculas poderiam ter coragem de enfrentar os Ministros da Corte. Relembrou que protocolou diversos pedidos de impeachment contra Gilmar Mendes e outros Ministros, mas lamentou a falta de ação. Criticou ainda o Presidente do Senado, por declarar que não pautaria nenhum pedido de impeachment, mesmo com apoio unânime. Concluiu defendendo que “no fim, o bem sempre vence o mal” e reafirmou sua confiança na vitória dos patriotas contra o que chama de injustiças.

    Palavras-chave oficiais: Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Senado Federal,Corrupção,Pauta (processo legislativo)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Digníssimo Presidente, Deputado Charles Fernandes, nobres colegas, é uma honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil! Quem quer nadar entre tubarões não pode sangrar! De novo, para entenderem: quem quer nadar entre tubarões não pode sangrar. Estou falando de quem? Do Senado Federal. Como enfrentar o Supremo Tribunal Federal, se estão sangrando? A maioria praticamente do Senado está sangrando. Como enfrentar os tubarões do STF? De jeito nenhum. O Senado precisa, na próxima eleição, de Senadores sérios, corretos, que não tenham culpa no cartório, que não tenham viés de corrupção, que acima de tudo não tenham furo na sua vida política. Quem não tem furo é infurável, e infurável precisa ser quem quer combater o STF. Por quê? Ontem mesmo pedi mais uma vez o impeachment de Gilmar Mendes, além dos outros dos quais pedi. Acontece o quê? "Presidente, olha: mais um pedido". Mas eu estou fazendo a minha função, a minha função. Uma luz na escuridão significa que a escuridão já não é mais eterna. Portanto, faça a sua parte! E, repito, para que entendam: por que não puniram até hoje o Ministro do STF? Porque estão sangrando! O Senado está sangrando. Quem quer nadar entre tubarões não pode sangrar. E é isso que acontece. Estou dando a real. Depois que eu ouvi o Presidente do Senado dizer que, mesmo com 81 assinaturas — todas, inclusive a dele —, não pautaria o impeachment de nenhum Ministro, eu pergunto: que tipo de Presidente é esse? Serve a quê? Serve a que Poder? O que é isso? O mínimo seria impichar também o Presidente do Senado, porque não merece representar os Senadores quem diz assim: "Eu estou entregue. Eu estou sangrando e não posso nadar entre tubarões". Que vergonha! Para quem está aqui pela causa, isso é vergonha. No fim, o bem sempre vence o mal. Se não venceu ainda, é porque ainda não chegou ao fim. Vitória! Vitória para todos os patriotas deste País, porque essa injustiça vai acabar!
  • 27/08/2025

    O Deputado informou ter protocolado seu oitavo pedido de impeachment contra Ministros do Supremo Tribunal Federal, desta vez contra Gilmar Mendes, acusando-o de crime de responsabilidade por envolvimento político-partidário. Por fim, criticou a politização do Judiciário e afirmou que, quando isso ocorre, “a justiça foge pela janela”, prometendo continuar atuando contra o que considera abusos da Corte.

    Palavras-chave oficiais: Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Protocolo,Abuso de poder,Crime de responsabilidade

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sou grato, digníssimo Presidente, Deputado Alberto Fraga. Eu ontem protocolei meu oitavo pedido de impeachment de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Oitavo! Desta vez, eu pedi o impeachment de Gilmar Mendes. Por quê? Por crime de responsabilidade. Diz a Constituição Federal, diz a Lei do Impeachment, que um Ministro, um desembargador, um juiz não pode exercer função político-partidária. Isso é crime de responsabilidade! O próprio Ministro, que já não tem mais respeito por ninguém, que está na situação "entra quem quer, sai quem pode", disse o seguinte: "Todos sabem há muito tempo que eu tenho trânsito com todas as correntes políticas". Ministro não tem que se envolver em política! Srs. Ministros do STF e radioescutas de vocês, vocês não têm que discutir política, vocês não têm que se envolver em política! Vocês têm, simplesmente, nobres Ministros, que se empenhar na justiça, no Poder Judiciário. Vocês se envolverem em política faz com que eu diga a seguinte frase: "Quando a política invade os tribunais, a justiça foge pela janela". É isto o que nós temos hoje no Brasil: uma justiça que envergonha, uma justiça que não julga, uma justiça que faz política totalmente parcial. Isso nós não vamos admitir! Enquanto existir um patriota — atenção, vocês que não respeitam a Justiça —, vocês irão sofrer as consequências, dentro da lei que vocês não respeitam!
  • 27/08/2025

    O Deputado protestou contra a situação jurídica e política absurda no País. Relatou o caso de um homem preso nos atos de 8 de janeiro de 2023 que, ao comparecer ao velório da avó, foi escoltado por 35 policiais armados com metralhadoras. Afirmou que o detido, advogado conhecido como “Brasileiro”, estaria em Brasília (DF) para realizar concurso e não teria conseguido sequer abraçar a mãe. Ademais, questionou o tratamento diferenciado em relação a criminosos como estupradores e assaltantes e denunciou perseguição à Direita. Por fim, condenou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Palavras-chave oficiais: Preso,Ato antidemocrático,Escolta armada,Cerimônia funerária,Avó,Advogado,Brasília (DF),Concurso público,Criminoso,Perseguição política,Direita política,Supremo Tribunal Federal (STF)

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Eu quero deixar aqui meu protesto, pela milésima vez, com relação à situação jurídica política que vivemos no Brasil, que é o maior absurdo! O Brasil, estupefato, apavorado, não entende, não compreende como um patriota preso injustamente em 8 de janeiro vai ao velório de sua avó e colocam lá 35 policiais, com metralhadora, para acompanhá-lo. E o Brasileiro — é esse o nome dele —, que é um advogado, estava passando por aqui para fazer um concurso no dia 8, foi abraçar a mãe, e não o deixaram abraçá-la Foi uma confusão! Lá estavam 35 policiais com metralhadora. O que fazem com estupradores, com assaltantes, com esse pessoal que roubou as velhinhas? Fazem o quê? Só perseguição à Direita? Onde estão a honra e a dignidade? Ministros do STF, chega de tanto jurídico político do Brasil!
  • 20/08/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 2.628, de 2022, que dispõe sobre a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Hugo Motta. Nobres colegas, é uma honra estar neste ringue onde luto pelo Brasil! "Cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça". É isso que me fez estar contra esse projeto. Por quê? O que vem do Governo tem não só jabuti, como tem porco-espinho, sempre tentando fazer com que seja tolhida a liberdade de expressão. Por isso, o meu receio. Mas, depois, vendo a atuação de colegas mudando o texto e em muito, eu mudei para a favor, mas sempre destacando que havia nesse projeto a hipótese de denúncia constante com a máfia digital da Esquerda. A máfia digital da Esquerda é implacável. Ficam denunciando a torto e a direito, usando a rede social de forma péssima. Eu, por exemplo, estou aqui. Eu não tenho mais WhatsApp. Eu não falo mais com 20 mil pessoas. Por quê? Porque a máfia digital me bloqueou. Eu não tenho mais, futuro Senador gaúcho Sanderson, WhatsApp. Entrei na Justiça, mas como acreditar na Justiça que temos hoje, politizada pelo STF? Vou acreditar como? Eu entrei na Justiça contra uma influencer que disse para os seus milhões de seguidores que o sonho dela era ver fuzilados todos os Deputados Federais do PL. Ela queria botar Deputados Federais do PL no porta-malas e fuzilar todos. O que aconteceu? Eu perdi a ação. Eu perdi um absurdo desses. Queria fuzilar Deputados do PL. Que Justiça nós temos hoje? É por isso que eu digo: "Cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça". Mesmo assim, vou dar um voto de credibilidade, porque não existe censura; o que existe é a proteção à criança e ao adolescente contra esses facínoras, esses monstros, esses crápulas que abusam e usam crianças na rede social, de forma pervertida, sexualmente. Mas, hoje, parabéns, digníssimo Presidente! Esse acordo vai fazer com que as crianças sejam respeitadas — mas sempre dizendo "não" à censura da rede social. Grato, digníssimo Presidente.
  • 20/08/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou duramente o Governo federal e ministros do STF, apontando que o País enfrentava caos político e econômico. Responsabilizou o ministro Alexandre de Moraes pela morte de Clezão, preso que não recebeu o devido atendimento médico, e reiterou pedidos de impeachment contra o magistrado. Também questionou a manutenção da decisão monocrática que manteve o ex-Presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar, sem votação completa da Turma do STF. Afirmou que a situação representava uma desqualificação da Justiça brasileira e acusou o Governo de Lula de se orgulhar da nomeação de um ministro comunista, em referência a Flávio Dino, cujas medidas geraram prejuízos bilionários à economia. Encerrou destacando que continuaria lutando contra o que classificou como abusos institucionais.

    Palavras-chave oficiais: Crise política,Crise econômica,Governo federal Ministro do Supremo Tribunal Federal,Prisão domiciliar,Ex-presidente da República

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Pompeo de Mattos. Nobres colegas, é uma honra estar neste ringue onde luto pelo Brasil. Não basta a incompetência do desgoverno Lula com sua torre de Babel instalada no Palácio do Planalto, levando o País ao caos, à miséria, à discórdia e à desunião. Agora é a vez de o STF tentar empurrar de vez para baixo o País. Refiro-me ao Ministro Alexandre de Moraes, com seus métodos altamente questionados pela Justiça brasileira e mundial — entre outras tantas, eu pedi três vezes o impeachment dele. Clezão está morto. Por cinco vezes pediu-se a liberdade de Clezão: "Ele precisa de auxílio médico". Moraes não deu a mínima, e Clezão morreu. Quem vai pagar por isso, entre tantos outros problemas? Vejam que absurdo, que caos faz um membro, um instrumento da Justiça brasileira: Bolsonaro, com uma decisão monocrática, está condenado à prisão domiciliar. Os senhores sabiam que essa decisão monocrática continua monocrática até hoje? Os outros quatro Ministros não votaram, corroborando a decisão da Primeira Turma do STF. Que caos, que vergonha, que absurdo, que desqualificação do STF! E o pior, a sociedade brasileira e mundial vê um ex-Presidente preso injustamente, sem que a Turma de cinco Ministros encare isso com a mínima seriedade, e ele está preso até hoje. Nós patriotas não vamos aceitar isso. Vamos combater, vamos lutar, porque, além do Ministro Alexandre de Moraes, agora vem aquele comunista que governou o Maranhão. Lula orgulhou-se de nomeá-lo, quase chorando, por ter no Brasil um Ministro comunista. Que vergonha! Agora, ele também, picado pela mosca azul, está desafiando o poderio econômico dos Estados Unidos, a Lei Magnitsky e a economia. Quem tem nos Estados Unidos uma propriedade, com o sistema Swift, que controla toda a economia mundial, acha que o comunista sabe disso, para tentar questionar o poderio americano na economia mundial? Só ontem, o prejuízo foi de 42 bilhões de reais! Não bastasse a torre de Babel que nós temos no Palácio do Planalto, agora vêm dois Ministros do STF tentar extirpar o País! Mas nós vamos vencer!
  • 20/08/2025

    O Deputado elogiou a aprovação do voto impresso pela CCJ do Senado, defendendo a medida como uma garantia adicional à democracia e ao eleitorado. Rebateu alegações de inconstitucionalidade e ressaltou que, mesmo sem casos comprovados de fraude, o voto impresso oferece maior transparência e tranquilidade aos eleitores, reforçando o pleno exercício da democracia.

    Palavras-chave oficiais: Senado Federal (SF). Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ),Aprovação,Voto impresso,Eleições,transparência,Democracia

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Pompeo de Mattos. Quero aqui cumprimentar a CCJ do Senado, que aprovou o voto impresso para a próxima eleição. Alguns dizem que é inconstitucional — e como considerar 2015? —, que nunca houve problema comprovado de fraude. Não é o caso! Se é para melhorar, dar mais garantia, dar tranquilidade ao eleitorado, por que não colocar o voto impresso? É uma garantia. Em toda democracia, com mais garantia, o eleitorado fica mais tranquilo. É a liberdade, é o pleno exercício da democracia. Então, meus cumprimentos à CCJ do Senado, que aprovou o voto impresso. Espero que vá ao plenário, que seja aprovado. Não venham dizer que é inconstitucional. É aprimorar a democracia. Viva o voto impresso!
  • 20/08/2025

    O Deputado contestou a narrativa da Esquerda em relação ao golpe de Estado ocorrido em 8 de Janeiro de 2023, argumentando que tal caracterização exigiria a participação das Forças Armadas, o que não ocorreu. Enfatizou que não houve uso de armas nem derramamento de sangue, mas, mesmo assim, quase 2 mil pessoas foram presas, com 141 ainda detidas. Ademais, explicou que a pena prevista para depredação de patrimônio público é de três a seis meses, já cumprida por todos. Por fim, criticou o Ministro Alexandre de Moraes, acusando-o de desonrar o Supremo Tribunal Federal (STF).

    Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Discurso político,Golpe de Estado (crime),Forças Armadas,Arma de fogo,Violência,Prisão,depredação,Pena,Ministro do Supremo Tribunal Federal

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sou grato, digníssimo. Digníssimo Presidente, Deputado Charles Fernandes, eu vou explicar para essa Esquerda, que não sabe e não entende, o que é golpe de Estado. Em golpe de Estado, no mínimo, têm que estar as Forças Armadas. Eles chamam de golpe de Estado o 8 de Janeiro, quando não foi usada uma faca, não foi usado um revólver, não se viu uma gota de sangue! Acusam isso de golpe de Estado. Quase 2 mil pessoas foram presas. Ainda há 141 pessoas presas! Houve depredação? Houve. Sabe qual é a condenação para depredação, em primeiro grau? De 3 meses a 6 meses! Todo mundo já cumpriu essa pena. Então, Sr. Alexandre de Moraes, tão bem falado aqui, o senhor não passa de um Ministro que envergonha na 13ª potência o Supremo Tribunal Federal!
  • 20/08/2025

    O Deputado criticou o Presidente Lula e o Ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Afirmou que Lula busca isolar o Brasil internacionalmente e mencionou a suspensão da Operação Formosa, tradicional exercício militar conjunto entre Marinha brasileira e norte-americana. Ademais, acusou o STF de apoiar o Governo e afirmou que o Ministro Flávio Dino, ao atuar de forma hostil aos Estados Unidos, prejudicava a economia mundial e, consequentemente, a brasileira. Também destacou que a postura do Ministro teria causado reflexos no sistema financeiro, citando prejuízo bilionário para bancos, e alertou para os riscos do afastamento do Brasil da maior potência mundial.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Ministro do Supremo Tribunal Federal,Relações internacionais,Brasil,Estados Unidos,Exercício militar,Economia,Banco,Marinha do Brasil

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. O ex-presidiário Lula quer, de fato, acabar com o Brasil, e é apoiado pelo STF. Vocês viram? Agora, a Operação Formosa, que é feita todos os anos com a Marinha brasileira e a Marinha norte-americana, foi suspensa. O Brasil quer se isolar de vez. Também o ex-Governador comunista do Maranhão, Flávio Dino, atualmente Ministro do STF, nomeado por Lula, também está provocando a economia dos Estados Unidos. Ele não tem noção da importância da economia, principalmente com os bancos no mundo, o que interfere em quem comanda os Estados Unidos. Ontem houve 42 bilhões de reais de prejuízos para os bancos. Então, não basta Lula, temos agora Flávio Dino ajudando a separar o Brasil da maior potência mundial, que são os Estados Unidos.
  • 20/08/2025

    O Deputado registrou a presença no plenário de Marcio Patussi, suplente de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul. Destacou o caráter sério e conservador de Patussi, ressaltando sua garra e fibra como político gaúcho. Também expressou satisfação com a visita, enfatizando que ela abrilhantou os trabalhos da Casa, e deu as boas-vindas ao convidado.

    Palavras-chave oficiais: Saudação,Suplente,Deputado estadual,Rio Grande do Sul

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Com muita honra, Brasil, quero apresentar aqui um dos Parlamentares mais sérios, um Parlamentar de direita que orgulha a todos nós. Ele concorreu a Prefeito de Passo Fundo, terra de gaúcho bagual. Também está presente o nosso suplente de Deputado Estadual, que, com certeza, chegará lá: Marcio Patussi, que honrará o plenário com a garra e a fibra do político gaúcho. É uma imensa honra tê-lo neste plenário. Seja sempre bem-vindo e aplaudido pelo Exmo. Deputado General Girão. Muito obrigado, nobre Presidente.
  • 19/08/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.181, de 2025, que dispõe sobre a criação de funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Superior Tribunal de Justiça.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Digníssimo Presidente, nobres colegas, é uma imensa honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil! Eu não estou entendendo, estão me fazendo de bobo, querem me fazer de bobo ou querem me fazer até, quem sabe, de capacho, porque tudo que vem do Poder Judiciário vem com um olhar todo especial para esta Casa. Eu quase morri de vergonha quando aprovamos aqui, vergonha máxima, a prisão do Daniel Silveira. Foi aí que esta Casa começou a ser capacho do Poder Judiciário. A Quaest, há cerca de 15 dias, fez uma pesquisa sobre qual era o Poder com menor credibilidade? Qual foi o Poder com menor credibilidade? O Poder Judiciário, embora tenha sido a vida toda o Poder que teve mais respeito, mais credibilidade. Hoje o que ele é? É aquela ideia de um Poder ganancioso, que quer tetinha, que quer penduricalho o tempo inteiro. Agora vem aqui pedir 17 milhões de reais por ano de aumento para 330 cargos em Comissão. O Poder que mais recebe é o Poder Judiciário. Este é o momento, Srs. Juízes, Srs. Desembargadores, Srs. Ministros, nem falo do STF, de acreditarmos na Justiça. Eu acredito na Justiça. No dia em que eu não acreditar na Justiça, acabou o Brasil, acabou o País. Para mim, 95% dos juízes são corretos, julgam com isenção, são imparciais, mas nós temos 5% puxados pelo STF, porque o STF hoje julga politicamente. E quando a política invade os tribunais, a justiça foge pela janela. É isto que nós temos hoje no Brasil: uma Justiça que não tem mais o respeito da população. Olhem quanto ganha um juiz, um desembargador. Nada contra ganhar muito. Eu quero que todos ganhem muito, mas nós temos um limite. Nós, da Câmara, nós, do Senado, temos um limite respeitado. Vejam que existem juízes que recebem 100 mil reais por mês, 150 mil reais, com umas alavancadas, 500 mil reais por mês. Isso é um desrespeito, é um deboche com a população brasileira. Portanto, Parlamentar que não tem rabo preso com a Justiça, que não tem furo, Parlamentar que é "infurável" não vota a favor de mais essa discrepância. Meu voto é um rotundo "não". E que a Justiça aprenda. Eu alerto: quando a política invade os tribunais, a justiça foge pela janela. Essa é a vergonha que nós temos hoje no Brasil.
  • 14/08/2025

    O Deputado declarou surpresa com a notícia de que o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, teria patrocinado uma iniciativa para reunir 26 influenciadores digitais em uma imersão destinada a promover uma imagem positiva da Corte. Criticou o fato de o STF recorrer à mesma prática que atribui aos seus opositores e destacou que os participantes seriam apenas apoiadores da Esquerda. Ao final, afirmou que a prioridade do STF deveria ser julgar com imparcialidade e não a autopromoção.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Influenciador digital,Reunião,Promoção,Supremo Tribunal Federal (STF),Rede social digital,Esquerda política,julgamento,imparcialidade

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Helder Salomão. Com esta notícia eu me surpreendi! Olhem só: Barroso recruta "milícia digital" para falar bem do STF Sob patrocínio de Luís Roberto Barroso, 26 influenciadores digitais que reúnem milhões de seguidores participam hoje de uma "imersão" no STF para impulsionar artificialmente uma "imagem positiva" da Corte, exatamente como o STF acusa seus críticos de fazer. A ideia é "esclarecer como se dá o funcionamento do Judiciário brasileiro e do Estado Democrático de Direito". Que coisa, hein? Agora estão partindo para o que a Direita faz democraticamente. Só que os influenciadores que lá estão são todos bajuladores da Esquerda. STF, preocupe-se em julgar com isenção, que é muito mais sério!
  • 14/08/2025

    O Deputado contestou as acusações de tentativa de golpe de Estado, questionando a possibilidade de um movimento dessa natureza ocorrer sem o uso de armas. Ademais, afirmou que, no futuro, os livros de história registrarão como absurdo o fato de centenas de pessoas terem sido presas em 2025 sob essa acusação.

    Palavras-chave oficiais: Acusação,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Arma,Manifestação pública,Ato antidemocrático,Prisão

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssima Presidente Benedita da Silva. Eu quero usar este 1 minuto para deixar algo bem claro. Vá a Guiné-Bissau, à Tanzânia ou a qualquer outro país e olhe no dicionário o que é um golpe de Estado! Vá a qualquer lugar do mundo e olhe isso no dicionário! Diga, então, se é possível dar um golpe de Estado em um país do tamanho do Brasil sem usar uma faca, sem usar um revólver! É um golpe de Estado com pipoca, algodão-doce e batom? Vamos parar com essa hipocrisia! Daqui a algum tempo, todos os livros de história vão contar este absurdo: em 2025, centenas de pessoas foram presas, acusadas de tentativa de golpe de Estado, baseado em quê? Em pipoca, algodão-doce e batom vermelho. Que vergonha, Brasil!
  • 14/08/2025Breves Comunicações

    O Deputado contestou um discurso feito na tribuna da Casa sobre postura de Cuba, ressaltando que a crise da Baía dos Porcos em 1962 quase levou a uma guerra mundial. Além disso, criticou a mitomania da Esquerda e defendeu o Deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, destacando sua recepção com honras na Casa Branca pelo Presidente Trump. Em seguida, relativizou o impacto da taxação americana sobre produtos brasileiros, afirmando que atingiu apenas 0,13% do PIB. Afirmou que Trump ama o Brasil e que futuras políticas poderiam beneficiar o País com taxas zero. Também criticou a politização do Judiciário brasileiro, acusando-o de interferir na governabilidade e de comprometer a Justiça.

    Palavras-chave oficiais: Cuba,Esquerda política,Taxa,Estados Unidos,Importação,Produto nacional,Produto Interno Bruto (PIB),Deputado federal licenciado,Poder Judiciário,Política

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    O SR. BIBO NUNES (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssima Presidente Benedita da Silva. Nobres colegas, é uma honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil! Quero esclarecer algo ao colega que me antecedeu aqui e disse que Cuba nunca participou de um incidente ou de um ataque a outro país. Eu digo ao colega que Cuba quase foi responsável pela terceira guerra mundial, em 1962, na crise da Baía dos Porcos. Na ocasião, Cuba permitiu a instalação de mísseis nucleares russos para atacar os Estados Unidos. Ali, o relógio da meia-noite, que marca a chance de uma guerra mundial, chegou a 2 minutos. É preciso deixar bem claro que Cuba quase foi responsável pela terceira guerra mundial. É bom saber um pouco do que se fala antes de falar e de acusar a Direita de ter mentirosos. Eu não uso o termo "mentiroso", mas é bom saber que a imensa maioria da Esquerda é formada por mitômanos. Mitômano é aquele que mente compulsivamente e acredita na própria mentira. Essa é a Esquerda. Não generalizo, mas é a maioria, que vem sempre com aquela história do comunismo: "Chame-os do que você é e acuse-os do que você faz". Isso é passado. Isso acabou. Por que acabou? Porque hoje nós temos a rede social, que desmascara qualquer tipo de inverdade. Eu gosto de contestar aqueles que dizem coisas que não têm fundamento. Disseram que Eduardo Bolsonaro é um lambe-botas. Sabem o que é lambe-botas? Também falam em vira-latas. Quando um vira-lata chama o outro de vira-lata, ele sabe que ele é o vira-lata. Quem não é vira-lata jamais usa um termo desse baixo calão. Vira-lata? Eu sei muito bem quem é vira-lata. É aquele que não sabe se impor, que não tem expressão, que não tem representatividade. Lembro que Eduardo Bolsonaro foi recebido com honras e pompas na Casa Branca pelo maior Presidente do mundo, o maior democrata do mundo, do país mais rico do mundo, do país belicamente mais poderoso do mundo. Trump deve ter dito novamente a Eduardo Bolsonaro: "Eu amo o Brasil. Eu amo o Brasil". Trump ama o Brasil! "Ah, mas taxou o Brasil em 50%." Taxou por quê? Porque queria chamar a atenção do mundo para o difícil momento, o caos, a distopia que nós vivemos neste País. Foi para isso. Tanto é que, antes de começar a sanção, 694 produtos foram aliviados, o imposto não subiu. Sabem qual é o impacto no PIB desses 50%? É 0,13% do PIB apenas! E a importação norte-americana não chega a 1% no Brasil. Em breve, Trump vai aliviar isso. Ele fez isso para chamar a atenção, porque Trump ama o Brasil, como ama a Argentina. Sabem qual é a taxação da Argentina? Sabem qual é a taxação de Trump à Argentina? Para 80% dos produtos argentinos, a taxação é zero! Zero! Está bem assim? Por quê? Para um governo de direita, patriota, que respeita a família, que respeita a religião, a taxa de um país democrático é zero. Quando nós recuperarmos o governo — vamos recuperá-lo —, Trump, com certeza, vai dar taxa zero para o Brasil. Em poucos dias, em pouco tempo, ele aliviará, porque a intenção foi chamar a atenção do mundo para o que vivemos aqui no Brasil, principalmente no Judiciário, que é totalmente politizado. Sabem o que ocorre quando a Justiça não é respeitada? Quando a política invade os tribunais, a justiça foge pela janela. É isto o que nós temos no Brasil: um Judiciário totalmente politizado. O próprio Chefe do Executivo disse que, para governar, precisa do STF. Eu falo e comprovo. As minhas afirmativas não são hipotéticas. Por isso, alguns ficam mastigando caco de vidro com vinagre.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.