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Foto de Bibo Nunes

Deputado · Câmara

Bibo Nunes

PL · RS

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Alcibio Mesquita Bibo Nunes · 69 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 97 de 100, Cara Bom0406080100

97/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 99% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 94%

    Vota quando precisa?

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 97%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 99%

    discursos na tribuna (percentil)

Fale com Bibo Nunes

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.bibonunes@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5518
Gabinete
Gabinete 518, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 386 de 391 sessões

Melhor que 85% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

94%

Registrou voto em 1.061 de 1.128 votações nominais

Melhor que 93% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

1

de 72 projetos apresentados (1%)

18 avançaram · 50 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

27%

Em 822 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 10% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.527 discursos na tribuna · de 13/02/2019 a 27/05/2026.

  • 27/05/2026discussãoOrdem do Dia

    O Deputado discutiu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1. Ademais, recriminou a exploração política da PEC em ano eleitoral e criticou o Presidente Lula, o Partido dos Trabalhadores (PT) e a Esquerda por políticas assistencialistas.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Proposta de Emenda à Constituição,contrário Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Esquerda política,Eleições,Política social,Pobreza

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Hugo Motta. Nobres colegas, é uma honra estar neste ringue onde luto pelo Brasil. Quando vi a proposta, eu disse: "Isso é piada, isso é brincadeira". A Parlamentar que apresentou uma das PECs nunca trabalhou na vida, nunca assinou ou teve assinada uma carteira de trabalho, e vem aqui falar em fim da escala 6 por 1. Que absurdo! O que me surpreende é que pessoas acreditaram que, trabalhando menos, vão ganhar o mesmo ou mais do que ganham hoje. Eu tenho pena dos trabalhadores que estão acreditando nessa falácia. Muitos deles estarão desempregados, porque esta é a lógica: não existe no mundo quem trabalhe menos e ganhe a mesma coisa. Não entenderam essa lógica? Como o próprio Presidente Lula já disse, quem ganha acima de 5 mil reais não vota nele, porque ele é o pai dos pobres. Eu concordo. Pai dos pobres por quê? Lula gosta tanto de pobre que, por onde passa, multiplica a pobreza. Vocês não veem isso? Bolsa Família, Luz do Povo, Vale Gás, Pé-de-Meia — é só assistencialismo! Na vida se vence é com trabalho. O trabalho dignifica, honra. Dizem — que vergonha! — o seguinte: "O pai de família vai ter mais 1 dia para lazer, vai ficar em casa mais 1 dia para cuidar dos filhos". Quero ver quem é que vai ter lazer e cuidar da família ganhando menos. Não se tocaram disso? É tão óbvio o absurdo do que vamos votar hoje. Mas é ano eleitoral — eu entendo. Atenção! Eu respeito quem venceu na vida. O homem mais rico do mundo, Elon Musk, disse que quem trabalha menos de 60 horas por semana jamais terá prosperidade além do normal. Vocês querem ser normais: trabalhar pouco e ganhar pouco. Essa é a verdade. Trago um dado. Eu falo com verdade, porque luto pelo trabalhador e pelo empresário. Eu quero o melhor para o Brasil e não me importa se haverá ou não eleição. A Califórnia, com 39 milhões de habitantes, tem um PIB que faz daquele Estado norte-americano a quarta maior economia do mundo. Por quê? Sabem vocês que na Califórnia há a escala 6 por 1? Vocês sabem como é a escala 6 por 1 na Califórnia? Das 9 horas da manhã às 9 horas da noite. E estão todos felizes, porque, ao chegarem em casa, o lazer é com mais dinheiro, com mais renda. Vocês estão caindo numa falácia, num engano, assim como o Lula já os enganou com a taxa das blusinhas, da qual lutei a favor aqui, porque eu queria o melhor para o Brasil, queria proteger as empresas nacionais. O que fez o Lula pela eleição? Ele acabou com a taxa das blusinhas e vai quebrar muitas empresas. E agora o que faz? Ele vem com essa ideia absurda de trabalhar igual ou menos e ganhar a mesma coisa. Eu chamo a atenção para isso, pessoal, porque é um grande absurdo o que estamos votando hoje aqui. E eu luto pelo meu País, eu luto de fato pelo trabalhador. Eu estou preocupado com vocês, porque vão perder empregos. Um colega meu aqui de Santa Catarina tem setecentos empregados, em três turnos de 8 horas. Ele vai ter que demitir e vai produzir menos. Esta é uma lógica que não dá para questionar. É lamentável! Trata-se de ano eleitoral? Sim, mas eu estou pela causa, eu estou pela minha ideologia, pelo meu País. Se não forem votar em mim, passem bem, que eu seguirei lutando pelo Brasil. Mas quem conhece Bibo Nunes sabe como eu ajo e sabe que quero o melhor para todos. E me cobrem: alguns de vocês, ou muitos, ficarão desempregados e ganharão menos por mais esse engodo da Esquerda, do PT e de sua trupe. Grato, digníssimo Presidente.
  • 27/05/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.951, de 2024, que altera a Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, a Lei nº 10.823, de 19 de dezembro de 2003, e a Lei Complementar nº 137, de 26 de agosto de 2010, para aperfeiçoar os marcos legais do seguro rural. Também criticou a Proposta de Emenda à Constituição nº 221., de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho. Ademais, condenou a Esquerda por, segundo o orador, iludir trabalhadores com promessas de menor jornada sem redução salarial, e manifestou expectativa de que a proposta seja rejeitada pelo Senado.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PL, digníssimo Presidente Hugo Motta, orienta "sim", porque visa proteger o produtor contra essas quebras de safra, além de modernizar o marco legal do seguro rural. Mas eu quero deixar bem claro que nós estamos atentos. Você, brasileiro, saiba que hoje estamos votando uma PEC tóxica. Quem a propôs, simplesmente, nunca na vida, teve uma carteira assinada ou assinou a carteira para alguém. A Esquerda não tem noção do que é empreender, enganando trabalhadores com a ideia de que se vai trabalhar menos e ganhar igual ou mais. É um absurdo! Uma vergonha! Espero que, no Senado, pelo menos, isso não passe. Mas a minha posição eu tenho que deixar aqui.
  • 27/05/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 699, de 2023, que institui o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert), altera as Leis nº 10.925, de 23 de julho de 2004, nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, e nº 12.431, de 24 de junho de 2011, e dá outras providências. Além disso, registrou protesto contra a PEC que propõe o fim da escala 6 por 1, classificando-a como "tóxica e demagógica", e questionou a viabilidade econômica da proposta, argumentando que a redução da jornada sem redução salarial não encontra respaldo na realidade, uma vez que trabalhadores com menor renda não teriam condições de usufruir do tempo livre com tranquilidade.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Salário,Trabalhador

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PL orienta o voto "sim", porque nós queremos reduzir a dependência externa de fertilizantes e, acima de tudo, assegurar o desenvolvimento e o progresso para a indústria nacional, valorizando a nossa soberania. Aproveito para deixar aqui o meu protesto por votarmos hoje uma PEC tóxica, que quer o fim da escala 6 por 1. A Esquerda, como sempre, enganou e iludiu os trabalhadores, dizendo que eles ficarão mais dias em casa, usufruindo de lazer. Eu quero saber qual é o trabalhador que vai ficar tranquilo, descansando em casa, ganhando menos? Quem é que fica tranquilo em casa ganhando pouco? Quem? Como se vence na vida? É por meio do trabalho! Querem que se trabalhe pouco e se ganhe a mesma coisa. Isso não existe no mundo! E eu, como tenho as minhas convicções, estou pela causa e vou votar contra esta PEC tóxica e demagógica, de ano eleitoral.
  • 27/05/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado questionou o conteúdo da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, em votação, argumentando que a proposta representa um equívoco para a classe trabalhadora, pois resultaria na redução de salários.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Trabalhador,Salário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Com relação à PEC, digníssimo Presidente Hugo Motta, nós temos que esclarecer o Brasil sobre o que estamos votando hoje: é um grande engano com a classe trabalhadora. Estão dizendo que vão ficar em casa, descansando, em lazer, ganhando menos. Vão baixar os salários. É interessante um pai de família ficar em casa descansando, ganhando menos! O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Deputado Bibo, permita-me. Nós queremos de V.Exa. que se atenha ao que nós falamos. Não está no momento de fazer discurso. V.Exa. terá tempo para discutir a matéria. Estou falando sobre o encaminhamento. O PL topa o encaminhamento de podemos ir para a PEC, não obstruir, e avançarmos sem discussão nas outras matérias? Eu quero a resposta do partido nesse sentido. O SR. BIBO NUNES (PL - RS) - Discussão o PL quer.
  • 27/05/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado criticou a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho, classificando-a como enganosa para o trabalhador brasileiro. Também questionou a eficácia das políticas sociais do Governo Lula, como o Bolsa Família e o Valegas, argumentando que tais medidas não reduzem a pobreza. Por fim, declarou defender os trabalhadores contra o que chamou de engodo.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Eu ouvi há pouco um Parlamentar da Esquerda dizer que não tem como enganar o povo brasileiro sobre trabalhar menos e ganhar a mesma coisa. Qual é a matemática? Qual é o empregador que vai aceitar esse tipo de coisa? Isso é enganar o trabalhador brasileiro. Essa é a especialidade da Esquerda, que só promete e nada cumpre, só enrola. É por isso que se diz isto, com que eu concordo. Lula é o pai dos pobres? É. Lula gosta tanto de pobre que, por onde passa, multiplica a pobreza. Aumenta o bolsa-família, o vale-gás, e a pobreza só aumenta. Agora vem este engodo: trabalhe menos e ganhe igual. Alguns acreditam que vão trabalhar menos e ganhar mais. Isso é um crime contra o trabalhador! É um crime da Esquerda contra o trabalhador! Eu defendo de verdade o trabalhador. Não defendo engodo.
  • 27/05/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado classificou como um dos maiores absurdos da história a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho, em votação na Casa. Citou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) para sustentar que nenhum País no mundo adota tal restrição e criticou a autoria da proposta, atribuída a uma Parlamentar sem experiência no mercado de trabalho formal. Por fim, apelou ao bom senso dos colegas para rejeitar a matéria.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Eu quero dizer que, hoje, nesta Casa, votaremos um dos maiores absurdos da história da humanidade no que diz respeito ao trabalho. A Organização Internacional do Trabalho estabelece que não existe país no mundo onde seja proibido trabalhar. Estão querendo proibir o trabalho no País! Não existe lugar no mundo em que seja proibido trabalhar. Isso prova o quê? Que a Esquerda apresenta uma proposta que veio de uma Parlamentar que nunca teve carteira assinada e que nunca assinou a carteira de ninguém. Que exemplo é esse? A Esquerda só sabe viver de bocas e tetas! É com trabalho que se vive! Trabalho e honra dignificam! Espero que haja uma faísca de bom senso e que votemos pela continuidade do trabalho no País! O absurdo vem aí!
  • 26/05/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva apresentada ao Projeto de Lei nº 1.384, de 2011, que dispõe sobre critérios complementares para a execução da política de estoques públicos vinculados ao programa de garantia dos preços mínimos e dá outras providências. Além disso, defendeu o Senador Flávio Bolsonaro contra denúncias de corrupção e sustentou que a Esquerda é corrupta e levanta acusações infundadas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Minoria parlamentar,Voto favorável Senador,Partido Liberal (PL),Direita política,Corrupção,Esquerda política,Denúncia

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição orienta "sim", digníssio Presidente. Eu quero deixar bem claro aqui o que acontece quando acusam Flávio Bolsonaro. A Esquerda tem uma máxima que diz o seguinte: chame-os do que você é acuse-os do que você faz. São corruptos que querem acusar de corruptos. Como a Direita tem que andar sempre certinha, não pode ter corrupção, tem que estar dentro da lei, em tudo eles querem fazer um estardalhaço. Agora, sair uma denúncia de corrupção, de que não cumpriu a lei, da Esquerda é normal; afinal de contas, até o Presidente é ex-presidiário. Deixo bem claro para população que não há nada de errado com Senador Flávio Bolsonaro, não há corrupção. Ele nunca pediu dinheiro, apenas cobrou o caloteiro que não estava pagando o contrato. Quero deixar bem claro isso, porque é muito fácil. "Chame-os do que você é, acuse-os do que você faz". Essa máxima acabou, e com Bibo Nunes é assim: não vem que não tem. Minoria, "sim".
  • 26/05/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado declarou apoio à manutenção da escala 6 por 1, argumentando que a Organização Internacional do Trabalho não proíbe que trabalhadores atuem seis dias por semana. Além disso, alertou para os riscos de desemprego e as dificuldades enfrentadas pelos empresários, posicionando-se contrário à mudança da escala. Por fim, reafirmou coerência com sua posição, mesmo diante da mudança de voto de outros Parlamentares.

    Palavras-chave oficiais: contrariedade,redução,Jornada de trabalho

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Quero deixar aqui bem clara a minha posição com relação à escala 6 por 1. Eu sei que centenas... está todo mundo mudando de posição. A minha posição é de coerência. Eu sou a favor da continuidade da escala 6 por 1, porque a Organização Internacional do Trabalho disse que país algum do mundo impede alguém de trabalhar. Impedir trabalhar seis dias por semana, isso é um absurdo; não existe no mundo. Além disso, vem muito desemprego, empresários numa situação muito difícil, e eu quero defender o trabalhador sem demagogia. Gostou, gostou; não gostou... Eu sou do lado do empresário e do trabalhador, sem demagogia, sem existencialismo. Eu sei que a maioria mudou de voto, mas eu continuo com a minha coerência, porque eu tenho lado, e quem tem lado é sempre respeitado. Minha posição é essa: de muita coerência. E continua 6 por 1.
  • 20/05/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de lei de conversão nº 4, de 2026, que altera a Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, para dispor sobre o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, e o Decreto-Lei nº 9.760, de 5 de setembro de 1946, que dispõe sobre os bens imóveis da União e dá outras providências. Além disso, anunciou a apresentação de uma representação junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o Presidente Lula, alegando a ocorrência de crime eleitoral em razão de manifestação pública que, segundo o Parlamentar, configuraria pedido de voto em favor das Ministras Marina Silva e Simone Tebet.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei de conversão,Partido Liberal (PL),Voto favorável Presidente da República,Crime eleitoral,Ministra de Estado,Candidato,Voto,Deputado federal,Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Representação criminal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Digníssimo Presidente Hugo Motta, o PL orienta "sim". Eu quero dizer que entrei hoje com uma representação contra o Presidente Lula, porque ele cometeu crime eleitoral. Ontem, em São Paulo, o Presidente Lula pediu descaradamente voto para Marina Silva e para Simone Tebet — há vídeo sobre isso. Como se trata de crime eleitoral, pedi ao TSE uma punição — ou acreditamos na Justiça do País ou termina a Justiça. Já chega a politização do STF. Espero que o TSE puna o Presidente Lula, porque, como disse, ontem ele pediu votos para Marina Silva e Simone Tebet! Isso está em todas as redes sociais. Ou se tem Justiça ou não se tem. Punição já para esse crime eleitoral do Presidente Lula!
  • 19/05/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado afirmou que a Esquerda adota a tática de atribuir aos adversários os próprios defeitos, citando como exemplo as acusações contra Flávio Bolsonaro, que estaria em ascensão nas pesquisas. Além disso, associou escândalos como o petrolão e o mensalão à Esquerda e concluiu que o Brasil já reconhece essa estratégia, declarando que tal tática socialista e comunista perdeu força.

    Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Acusação,Senador,Pré-candidato,Presidência da República,Ascensão,Pesquisa eleitoral,Corrupção,defeito

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Icaro de Valmir. A Esquerda tem uma estratégia: ela vê o que fazem os adversários, age de modo contrário ao que viu e tenta acusar os adversários de que fazerem aquilo que ela mesma costuma fazer. Dessa estratégia surgiu a seguinte máxima: "Chame-os do que você é; acuse-os do que você faz". É isso que estão tentando fazer o tempo todo com o Senador Flávio Bolsonaro, que está disparando nas pesquisas. Quem é que tem fama de corrupção? Normalmente é a Esquerda. Então qual é a tática que ela usa? A de chamar os outros do que ela é. E, como há acusações — petrolão, mensalão e por aí afora —, a máxima progride deste jeito: acuse-os do que você faz. É isso que eles fazem o tempo todo. Porém, o Brasil sabe quem é quem, e essa máxima socialista, comunista, já foi para o espaço. Portanto, estamos firmes.
  • 29/04/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do recurso contra a tramitação conclusiva do Projeto de Lei nº 580, de 2023, que submete a desconstituição da coisa julgada tributária, contrária à decisão proferida em controle concentrado ou em sede de repercussão geral, à ação rescisória. Destacou a importância da votação no Congresso sobre o Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que trata da dosimetria da pena, e defendeu a revisão de condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro. Afirmou que houve punições desproporcionais, citando casos de pessoas condenadas a 14 anos de prisão por atos como pichação e contribuição financeira. Também mencionou jovens do Rio Grande do Sul que, segundo ele, não estavam presentes nos ???, mas foram detidos e permaneceram sob medidas restritivas. Criticou o Supremo Tribunal Federal, apontando motivação política nas decisões. Ao final, declarou que o Congresso deveria derrubar o veto presidencial para reduzir o que classificou como injustiças no País.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Recurso (proposição legislativa),contra,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,Partido Liberal (PL) Projeto de lei ordinária,Dosimetria da pena,Derrubada de veto,Supremo Tribunal Federal (STF),Ativismo judicial

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Digníssima Presidente Laura Carneiro, o PL orienta "não". Eu quero dizer da importância da votação de amanhã, na sessão do Congresso — dosimetria. Temos que dar liberdade a esses patriotas injustamente condenados. Verdadeiros absurdos. Alguém pichando, que nem é pichar, riscando com batom a pedra — é pedra aquilo ali —, pega 14 anos de prisão. Alguém que dá 500 reais para colaborar com uma excursão pega 14 anos de prisão. Trata-se de absurdos que só se justificam com um STF totalmente politizado. Eu vejo jovens do Rio Grande do Sul, de Santa Maria, que nem estavam no local no dia 8, mas que foram presos no dia 9 e estão usando por 2 anos ou mais uma tornozeleira. Chega de injustiça no Brasil. Amanhã, vamos derrubar o veto de Lula, para que façamos menos injustiça, menos injustiça.
  • 29/04/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado abordou a votação sobre dosimetria de penas relacionada aos atos de 8 de janeiro, mencionando a intenção de revisar condenações aplicadas a envolvidos. Criticou decisões do Supremo Tribunal Federal, questionando critérios adotados nas sentenças e defendendo mudanças no modelo de escolha de ministros da Corte. Também fez referência à análise de veto presidencial sobre o tema e indicou que a matéria seria apreciada pelo Congresso Nacional, no contexto do debate sobre penas e responsabilização.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,motivação política,participante,anistia,Derrubada de veto,Defesa,Dosimetria da pena Ministro do Supremo Tribunal Federal,Presidente da República,indicação,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Eu quero destacar que amanhã vamos votar o veto da dosimetria, para corrigir a imensa injustiça feita com patriotas deste País. Essas pessoas não fizeram nada — nada! — e foram acusadas de serem terroristas, golpistas de Estado, sem terem usado uma faca, um canivete, sem um tanque ou um soldado na rua. Foram condenadas por um STF totalmente politizado! Nós vamos terminar com essa politização do STF em breve. Vamos mudar a forma de escolha. Hoje essa escolha é feita pelo Presidente, que pode ter compromisso político com o Ministro. Isso vai acabar. Hoje o STF está totalmente politizado. Basta ver as votações: 9 a 1 ou 8 a 3. Amanhã, vamos derrubar o veto de Lula, para diminuir essa injustiça — ainda assim, não é nada bom. Há pessoas condenadas a 14 anos por riscar uma pedra com batom. Isso tem cabimento?! Pergunto a qualquer um, por mais radical que seja: tem cabimento 14 anos de prisão? O cidadão que deu 500 reais para fretar um ônibus merece 14 anos de prisão? Isso é resultado de um STF totalmente politizado. Nós vamos terminar com isso em breve, para o bem do Brasil, nobre Presidente.
  • 28/04/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei Complementar nº 265, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 2023, para excluir da base de cálculo e dos limites individualizados para o montante global das dotações orçamentárias relativas a despesas primárias do Poder Executivo federal os valores correspondentes às despesas realizadas no âmbito do Programa Nacional de Infraestrutura Escolar, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Partido Liberal (PL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Digníssimo Presidente Hugo Motta, o PL orienta "não", porque existe um aumento velado, indireto, para estourar o teto de gastos públicos, e nós somos contra estourar o teto de gastos públicos. Precisamos colocar ordem, disciplina e respeito aos gastos públicos. Muito obrigado, nobre Presidente.
  • 28/04/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado defendeu a derrubada do Veto nº 3, de 2026, aposto ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre dosimetria das penas, reduzindo a sanção penal aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Argumentou que havia patriotas inocentes condenados e destacou casos de penas elevadas e desproporcionais. Ao final, condenou a politização do Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu justiça, ordem e dignidade para o País.

    Palavras-chave oficiais: Derrubada de veto,Projeto de lei ordinária,Dosimetria da pena,Condenação criminal,Ato antidemocrático,Supremo Tribunal Federal (STF),Política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Hugo Motta. Eu só quero lembrar a todos a importância da votação desta quinta-feira, pois temos que derrubar o veto do Presidente Lula, porque nós temos muitos patriotas inocentes condenados e precisamos fazer justiça. Chega de injustiça neste País! Tem cabimento alguém riscar com um batom um pedaço de pedra e ser condenado a 14 anos? Ou, então, alguém colaborar com 500 reais, sem maldade alguma, e pegar 14 anos de prisão? Está tudo errado. Nós temos uma Justiça, um STF totalmente politizado. Precisamos resgatar a ordem, dignidade, justiça e política justa neste Brasil. Portanto, nesta quinta-feira, vamos derrubar o veto do Presidente Lula para o bem do Brasil e para o bem da Justiça.
  • 28/04/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) por investigar o Deputado Federal Marcel van Hattem e pedir seu depoimento à Polícia Federal. Ademais, prestou solidariedade ao Parlamentar e anunciou a apresentação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 48, de 2024, de sua autoria, que altera o art. 53 da Constituição Federal para deixar explícito que a imunidade material de Deputados e Senadores se aplica independentemente do local em que forem proferidas opiniões, palavras e votos, e para determinar ao Ministro do Supremo Tribunal Federal que, no exercício de suas funções, contrariar esta disposição, a pena de perda do cargo, sem vencimentos e com inabilitação, por até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Investigação criminal,Deputado federal,Depoimento,Polícia Federal (PF),Imunidade parlamentar,Proposta de Emenda à Constituição,Autor (proposição legislativa),Ministro do Supremo Tribunal Federal,punição,perda,Cargo público,Suspensão (penalidade),Remuneração,Impedimento,Função pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Mais uma vez, o STF comete uma afronta, um desaforo a esta Casa. O STF está investigando o Deputado Marcel. E o pior: está pedindo ao Deputado Marcel que deponha na Polícia Federal. Deputado Marcel, jamais faça isso! O senhor tem imunidade parlamentar, conforme o art. 53. Eu apresentei a PEC 48/2024, para dizer que o Ministro que não respeitar o art. 53, por quaisquer palavras e em qualquer lugar, perderá o seu cargo, não terá remuneração e ficará 5 anos sem poder exercer qualquer função pública. É um desaforo! O mínimo que tem um Parlamentar é o poder de fala. Deputado Marcel, V.Exa. tem minha solidariedade. V.Exa. é imune. No mínimo, temos o direito à fala.
  • 28/04/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à investigação envolvendo Parlamentar, apontando questionamentos sobre a aplicação da imunidade parlamentar prevista na Constituição. Na continuidade, mencionou a apresentação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 48, de 2024, que altera o art. 53 da Constituição Federal para deixar explícito que a imunidade material de Deputados e Senadores se aplica independentemente do local em que forem proferidas opiniões, palavras e votos, e para determinar ao Ministro do Supremo Tribunal Federal que, no exercício de suas funções, contrariar esta disposição, a pena de perda do cargo, sem vencimentos e com inabilitação, por até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública. Argumentou que a PEC tem o objetivo de ampliar a proteção a manifestações de congressistas, incluindo declarações em redes sociais. Por fim, defendeu maior delimitação das competências entre os Poderes e indicou articulação política para aprovação da proposta no Congresso Nacional.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Imunidade parlamentar,Constituição Federal (1988),Deputado federal,investigação,Princípio da separação dos Poderes,Princípio da independência dos Poderes,Congresso Nacional Proposta de Emenda à Constituição,alteração,Constituição Federal (1988),Imunidade material,Imunidade parlamentar,Rede social digital,Liberdade de expressão

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Nobres colegas, é uma honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil! Mais um deboche e desrespeito do STF contra esta Casa: o STF está investigando o Deputado Marcel, mandou a Polícia Federal intimá-lo por uma fala no ano de 2024, em que ele destacou um erro da Polícia Federal. Ninguém, ninguém... Está na Constituição, art. 53, o Parlamentar é imune por quaisquer palavras que fale. E vem o STF... Sr. STF, chega, chega, chega de desrespeito! É muito desaforo! Fiquem no seu quadrado! Já protocolei — aqui está protocolada com número de assinantes suficiente — a Proposta de Emenda à Constituição nº 48, de 2024, que diz mais: não só por quaisquer palavras, como em qualquer lugar que fale, inclusive nas redes sociais. E atenção STF: nós vamos aprovar essa PEC! O magistrado, o Senador ou o Ministro do STF que não respeitarem o art. 53 — está aqui — serão simplesmente punidos com a perda do cargo. Perdem o cargo, sem vencimentos e com inabilitação, por até 5 anos, para o exercício de qualquer função pública. Chega, chega, STF! Chega de desrespeito! Nós vamos em breve impichar no mínimo dois de vocês, dois que estão pedindo e merecem ser impichados. Falo de Alexandre de Moraes e do Sr. "Noites" Toffoli — que antigamente era Dias Toffoli, mas, com a escuridão da sua vida, eu o chamo de "Noites" Toffoli. Portanto, STF, aprendam a respeitar a Constituição, porque vem aí a aprovação da PEC 48 para vocês. Que absurdo: vocês, do STF, que têm que respeitar a Constituição, não a respeitam! Só que, como não a respeitam, serão punidos, perdendo seu cargo, seu emprego, seu vencimento, ficando até 5 anos sem qualquer função pública para ser exercida. Que vergonha! Que vergonha ter que punir o STF por não cumprir a Constituição! E me admira se um Deputado desta Casa não concordar em punir algum Ministro do STF que não respeitar a própria Constituição. Vergonha! Vergonha, STF!
  • 28/04/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado defendeu a derrubada de veto presidencial ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei, relacionada à dosimetria de penas aplicadas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023. Questionou condenações judiciais, citando casos que envolveriam condutas sem violência, e contestou a caracterização dos participantes como responsáveis por tentativa de golpe. Além disso, argumentou que houve desproporcionalidade nas penas impostas, afirmando que os envolvidos participavam de manifestação que classificou como pacífica. Aproveitou para também fazer críticas a posicionamentos de adversários políticos em temas ligados ao trabalho e à economia. Por fim, ressaltou sua expectativa na derrubada do veto.

    Palavras-chave oficiais: Veto presidencial,Projeto de lei ordinária,concessão,anistia,participante,Patrocinador,Manifestação pública,motivação política,Ato antidemocrático,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Derrubada de veto

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente João Daniel. Precisamos urgentemente derrubar o veto do Presidente Lula contra a dosimetria. São patriotas inocentes, condenados politicamente. Tem cabimento a pessoa, por riscar com um batom uma estátua, receber a pena de 14 anos de prisão? Quem defende isso? Qual é o sentimento? Tem cabimento a pessoa, por dar 500 reais para ajudar num ônibus, receber pena de 14 anos de prisão? São patriotas que estavam ali num movimento pacífico — pacífico! Não houve sangue, não houve violência, não houve canivete, não houve uma faca, para serem chamados de golpistas, de terroristas. E dizem aqui que querem emprego e renda. Querem emprego e renda? Querem votar a escala 6 por 1? Querem moleza! Querem boca e teta! Não querem trabalhar! A Esquerda gosta simplesmente de direitos, e nada de cumprir deveres. Amanhã derrubaremos o veto!
  • 15/04/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado criticou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), defendendo que cabe ao Congresso Nacional a prerrogativa de legislar. Além disso, informou sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 48, de 2024, que altera o art. 53 da Constituição Federal para deixar explícito que a imunidade material de Deputados e Senadores se aplica independentemente do local em que forem proferidas opiniões, palavras e votos, e para determinar ao Ministro do Supremo Tribunal Federal que, no exercício de suas funções, contrariar esta disposição, a pena de perda do cargo, sem vencimentos e com inabilitação, por até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública. Por fim, voltou a questionar a atuação do STF, classificando-a como politizada, e mencionou a recente indicação de Ministro à Corte, associando-a ao Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Palavras-chave oficiais: Decisão judicial,Supremo Tribunal Federal (STF),Princípio da separação dos Poderes,Judicialização da política Constituição Federal (1988),alteração,Imunidade material,penalidade,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Proposta de Emenda à Constituição

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Atenção, STF! Eu quero dizer ao STF que eles não entenderam ou não sabem que quem faz as leis somos nós desta Casa do Congresso! Nós fazemos as leis. E eu tenho uma PEC para punir, pasmem, juiz, desembargador e Ministro do STF que não cumpra a Constituição, que não respeite o art. 53, da imunidade parlamentar! Ficam com essa história: depende do local em que fala, de qual é palavra. Somos imunes por quaisquer palavras, e estou colocando também, e em qualquer lugar! — "e", "e"! O Ministro do STF que não cumprir a Constituição, que não respeitar o art. 53, vai perder o seu cargo! E agora perde o cargo sem salário! Vai embora e, conforme o caso, será até preso. Esse é o futuro que nós estamos vendo. Portanto, o STF é totalmente politizado. Ou alguém vai me contestar? Basta ver a votação: é sempre 9 a 2, ou 8 a 3. Vem mais um agora, o Messias, que não tinham como indicar. Compraram, compraram os Senadores, compraram, deram cargos para colocar o Sr. Messias, que vem aí para votar de acordo com o desgoverno Lula e a serviço de um STF totalmente politizado.
  • 15/04/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado criticou a proposta de extinção da escala de trabalho 6 por 1, argumentando que a medida prejudicaria setores que dependem desse modelo, como serviços e turismo. Afirmou que parte significativa da população já trabalha em regime 5 por 2, mas que há atividades que exigem jornadas diferenciadas. Também contestou comparações internacionais e defendeu que o trabalho mais intenso está associado ao desenvolvimento econômico, citando exemplos de outros países e empresas. Por fim, fez críticas à atuação da esquerda em temas trabalhistas e mencionou divergências políticas relacionadas a investigações, como as da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do crime organizado, e decisões no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Palavras-chave oficiais: Jornada de trabalho,Setor terciário,Turismo,Desenvolvimento econômico,Esquerda política,Direito do trabalho Supremo Tribunal Federal (STF),investigação,atuação,Decisão judicial,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Crime organizado

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Sr. Presidente, nobres colegas, é uma honra estar neste ringue onde luto pelo Brasil. Jornada 6 por 1. Não sei como chegamos a esse ponto de discutir tamanho absurdo. Já começa com quem propôs esta extinção: uma Parlamentar que jamais assinou carteira de trabalho para qualquer pessoa, e acredito que jamais tenha tido carteira de trabalho assinada, porque acredito que nunca tenha trabalhado. Ela nunca empreendeu, aliás, a Esquerda não sabe o que é empreender. Por isso, acha que é tão simples. O que a Esquerda adora dizer é: "Meus direitos, meus direitos!" Deveres? Nem pensar. Só quer direitos, bocas e tetas. Onde está o compromisso, o dever com a sua cidade, com o seu Estado, com o seu País? É no trabalho que se vence. Eu, na semana passada, fiz uma audiência pública com vários segmentos da sociedade, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes — Abrasel, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis — Abih, e chegamos à seguinte conclusão: dois terços da população já trabalham na escala 5 por 2. Entenderam? Dois terços já trabalham! Mas esse um terço depende totalmente da escala 6 por 1. E alguns, com fake news de esquerda, vêm dizer que vários países do mundo adotaram a jornada 6 por 1. É fake news! O que acontece é que alguns segmentos, em poucos países, adotaram a escala 6 por 1. Aqui não! No Brasil, querem criminalizar isso. Não se pode trabalhar na escala 6 por 1. Querem impedir isso. Por quê? A Esquerda acha que o ideal é zero por 7: trabalhar zero e ganhar 7, mais o Bolsa Família. Eu não sou contra auxílio, mas auxilio é por um tempo e não o tempo todo. Agora vejam que vergonha! E eu me admiro que tenhamos chegado ao ponto de se comprar Parlamentares. E eu digo aqui que compram com emendas, com cargos. Vejam a vergonha que aconteceu agora na CPI do Crime Organizado, onde estava certo o indiciamento de três Ministros do STF. Que vergonha! Existe a possibilidade de terem cometido crimes. E aí, com a politicalha, suspenderam. Mas vão pagar, porque a hora vai chegar. E essa escala 6 por 1 é um absurdo. E digo mais: querem vencer na vida? Eu pego o exemplo do homem mais rico do mundo. Elon Musk disse que ninguém que trabalhe menos de 60 horas por semana será diferenciado. E cito: lá na Califórnia, no Vale do Silício, as pessoas trabalham na escala 6 por 1. É uma potência a Califórnia. É maior que o de oito países do mundo o seu PIB. E sabe como trabalham na escala 6 por 1 na Califórnia, no Vale do Silício? Trabalham das 9 horas da manhã às 9 horas da noite. São 12 horas por dia! E não caiu pedaço nenhum de ninguém! Quer moleza? Vá empurrar bêbado na lomba, sente no pudim, vá trabalhar!
  • 15/04/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado criticou o Ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal, afirmando que haveria perseguição a apoiadores da Direita no País. Mencionou a abertura de inquérito envolvendo o senador Flávio Bolsonaro por suposta calúnia relacionada a publicações em redes sociais. Também questionou decisões judiciais e afirmou que investigações estariam sendo conduzidas de forma politizada. Declarou que considera haver restrições à atuação de opositores e defendeu mudanças no sistema de Justiça. Ao final, afirmou confiança de que “a Justiça verdadeira” prevaleceria e reforçou críticas ao STF.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Ativismo judicial,Perseguição política,Direita política

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, Digníssimo Presidente Charles Fernandes, começou a perseguição barata do STF contra patriotas. Depois de ser indiciado pela CPI do Crime Organizado, Alexandre de Moraes, com uma jogada, com politicália toda, fez com que não fosse indiciado. Mas que vergonha, hein, um Ministro do STF sendo indiciado por suspeita de crime! Ministro do STF. E agora vem com aquela de descontar. Quer abrir inquérito contra Flávio Bolsonaro porque colocou uma foto contra o Maduro, dizendo que isso é difamação. Pura hermenêutica. Que vergonha, Sr. Alexandre de Moraes, querendo começar outra perseguição. Só lhe digo o seguinte: calma que a hora vai chegar. Calma que a hora vai chegar. Nós de direita estamos preparados e queremos uma Justiça que honre o poder Judiciário, e não uma Justiça politizada, uma Justiça de raiva, de ódio. É isso o que o senhor faz aí. Porém, calma, porque no fim o bem sempre vence o mal. Se não venceu ainda, é porque ainda não chegou o fim. Cuidado, porque vem aí a verdadeira Justiça, punindo quem merece ser punido, Sr. Alexandre de Moraes.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 17/12/2019. Como calculamos: metodologia.