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Foto de Bibo Nunes

Deputado · Câmara

Bibo Nunes

PL · RS

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Alcibio Mesquita Bibo Nunes · 69 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 97 de 100, Cara Bom0406080100

97/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 99% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 94%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 97%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 99%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 27%das 822 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 96%das 673 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.bibonunes@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5518
Gabinete
Gabinete 518, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 386 de 391 sessões

Melhor que 85% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

94%

Registrou voto em 1.061 de 1.128 votações nominais

Melhor que 93% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

1

de 72 projetos apresentados (1%)

18 avançaram · 50 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

27%

Em 822 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 10% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.527 discursos na tribuna · de 13/02/2019 a 27/05/2026.

  • 15/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou os Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, destacando o pedido de indiciamento deles no âmbito da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do crime organizado. Lamentou que o indiciamento não tenha prosperado na CPI e classificou o episódio como grave, defendendo que os Ministros sob suspeita deveriam deixar os cargos. Ademais, defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 48, de 2024, de sua autoria, que altera o art. 53 da Constituição Federal para deixar explícito que a imunidade material de Deputados e Senadores se aplica independentemente do local em que forem proferidas opiniões, palavras e votos, e para determinar ao Ministro do Supremo Tribunal Federal que, no exercício de suas funções, contrariar esta disposição, a pena de perda do cargo, sem vencimentos e com inabilitação, por até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública. Por fim, enfatizou que já protocolou seis pedidos de impeachments contra Ministros do STF.

    Palavras-chave oficiais: Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal,indiciamento,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Crime organizado,Proposta de Emenda à Constituição,Liberdade de expressão,Imunidade material,Deputado federal,Senador,punição,Supremo Tribunal Federal (STF),Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Nobres colegas, é uma honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil! A CPI do Crime Organizado pediu o indiciamento — o que nunca havia acontecido na história —, o indiciamento de três Ministros do STF. Que vergonha! Que Ministros são esses? Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e "Noites Toffoli" — aliás, Dias Toffoli. Como? Para quem vive na escuridão em que ele vive, Dias Toffoli é "Noites Toffoli". A sua vida virou escuridão. O que acontece? Numa jogada de politicalha pura, fizeram com que não passasse esse pedido na Comissão, na CPI do Crime Organizado. Vejam que vergonha! Que vergonha! Eu, se sou um desses três Ministros, peço para sair. Aperto o eject e vou embora. Que vergonha, Srs. Ministros! E quem está falando aqui, Srs. Ministros, é o Deputado Federal Bibo Nunes, gaúcho bagual. Algo a contestar? Algo errado? Eu lembro o art. 53, da imunidade parlamentar. Eu tenho uma PEC punindo o juiz, ou o desembargador, ou o Ministro que não obedecer ao nosso direito de falar em qualquer lugar e com quaisquer palavras. É o mínimo que um Parlamentar tem que ter: o direito de usar a palavra. Agora, que vergonha! Que vergonha, senhores três Ministros! Os Três Mosqueteiros estão envergonhados desses "Três Ministros" suspeitos de crime! Quando existe indiciamento, existe suspeita de crime. Não quer dizer que eles tenham cometido crime, mas há suspeita. Suspeita há. Que vergonha! Isso nunca tinha acontecido. Ou estou dizendo algo errado aqui? Estou dizendo algo errado? Não pediram? Não foi pedido o indiciamento? Foi pedido. Foi pedido o indiciamento dos três, e, por uma jogada, isso não foi aprovado. Mas, a partir do momento em que se pede o indiciamento, há suspeita de crime. Ministro do STF, vá embora! Retire-se! Eu mesmo já apresentei seis pedidos de impeachment, todos muito bem fundamentados. Mas calma, que a hora vai chegar! Queremos uma Justiça verdadeira e não um STF que julgue politicamente e envergonhe o Brasil e envergonhe a magistratura deste País!
  • 15/04/2026

    O Deputado celebrou a aprovação do evento Garibaldi Vintage no Calendário Turístico Oficial do Brasil, sob gestão do Ministério do Turismo. Em seguida, destacou a relevância do evento para a economia da Serra Gaúcha e sua proposta cultural inspirada nas décadas de 1920 a 1960. Também mencionou a participação dos Vereadores Cássio, Lívio e Giovan, além da Secretária Municipal de Turismo e Cultura de Garibladi (RS), Lina Berto, na articulação da iniciativa. Por fim, ressaltou a importância do reconhecimento nacional para o fortalecimento do turismo regional e valorização das tradições locais.

    Palavras-chave oficiais: Turismo,Garibaldi (RS),Evento turístico,Calendário Turístico Oficial do Brasil,Ministério do Turismo,Rio Grande do Sul,Serra Gaúcha,Vereador,Secretaria de Município,Tradição cultural

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Eu quero dizer, com muita alegria, que acabamos de aprovar, na Comissão de Turismo, o evento Garibaldi Vintage no Calendário Turístico Oficial do Brasil, gerido pelo Ministério do Turismo. Esse evento movimenta toda a economia da Serra Gaúcha e lembra os anos de 1920 a 1960. É um evento belíssimo. Fiquei muito honrado porque o temos agora oficialmente no calendário nacional do turismo. Junto comigo estavam os Vereadores Cássio e Lívio. Esse pedido foi feito pelo Vereador Giovan, do nosso PL de Garibaldi, e também pela nossa Secretária Municipal de Turismo, Lina Berto. Nobre Presidente, eu fico muito feliz quando podemos vir aqui dizer de um grande feito, principalmente um que impulsiona o turismo na Serra Gaúcha. Parabéns, Garibaldi! E viva o Garibaldi Vintage!
  • 14/04/2026

    O Deputado afirmou que acompanhava votação no Senado no âmbito da CPI do Crime Organizado, relacionada a investigações sobre o crime organizado, mencionando a possibilidade de indiciamento de Ministros do Supremo Tribunal Federal. Defendeu a responsabilização de autoridades em casos de crime de responsabilidade e citou exemplos internacionais ao tratar de punições a integrantes de cortes superiores. Também declarou que a medida representaria resposta a demandas por justiça no País. Ao final, afirmou a necessidade de decisões judiciais baseadas no ordenamento jurídico, sem influência política, segundo sua avaliação.

    Palavras-chave oficiais: Senado Federal,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Crime organizado,Ministro do Supremo Tribunal Federal,indiciamento,Crime de responsabilidade,Decisão,Ordenamento jurídico,Defesa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Digníssimo Presidente Charles Fernandes, o Senado está votando neste momento, na CPI do Crime Organizado, um relatório que pede o indiciamento, por suspeita de crime, de três Ministros do STF — para quem não sabe, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e "Noites" Toffoli. Esses três têm que ser impichados. Depois, tornozeleira neles e, de preferência, prisão. O Brasil precisa de uma justificativa, de uma explicação. Esses Ministros envergonham o STF, e a CPI do Crime Organizado vai dar-lhes a punição que merecem. O Brasil é um dos poucos países do mundo que nunca puniu um Ministro da Suprema Corte. Eu cito, digníssimo Presidente, o Chile, onde três Ministros foram cassados e um Ministro foi preso, 2 meses atrás. A punição é por terem cometido crime de responsabilidade. Brasil, você que está desesperançoso, tenha calma, porque teremos o indiciamento de três Ministros do STF! Queremos uma Justiça que não vote politicamente, que vote de acordo com o que manda o Judiciário. Estamos aí! Acreditem no Brasil!
  • 08/04/2026

    O Deputado manifestou preocupação com a proposta de extinguir a escala 6 por 1, afirmando que isso causaria impacto negativo no turismo e assinalou que a medida teria sido sugerida por uma Deputada sem experiência trabalhista. Declarou que dados apresentados pelo Governo estariam equivocados, ressaltou que 62% dos trabalhadores atuavam na escala 5 por 2 e um terço preferia manter a escala 6 por 1. Ademais, enfatizou que o progresso dependia do trabalho e criticou comparações inadequadas com modelos estrangeiros.

    Palavras-chave oficiais: redução,impacto adverso,Jornada de trabalho,Turismo,Governo federal,Dados,Proposição legislativa,Deputada federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Eu estava presidindo agora uma audiência pública na Comissão de Turismo sobre o fim da escala 6 por 1, o que será um caos para o setor do turismo, um caos. Aliás, essa proposta do fim da escala 6 por 1 veio de uma Deputada que nunca assinou uma carteira de trabalho. Acho que nunca teve carteira de trabalho assinada. Não sabe o que é empreendedorismo. O representante do Governo que esteve na audiência pública apresentou dados totalmente deturpados, que deram a ideia, por exemplo, de que vários países já adotaram a escala 6 por 1. Adotaram, mas em alguns setores! Aqui, querem em todos, o que é um grande absurdo. É um absurdo que um país queira proibir que se trabalhe na escala 6 por 1. Digo mais: no Brasil, 62% dos trabalhadores já estão na escala 5 por 2. Um terço está na escala 6 por 1. Lembro que os que fazem a jornada 6 por 1, que são um terço dos brasileiros, quando questionados, responderam que querem continuar trabalhando na escala 6 por 1. Na vida se vence é com trabalho! Seria bom se houvesse o pagamento pela hora trabalhada. Quer trabalhar pouco? Ganha pouco. Quer trabalhar muito? Ganha muito. Os Estados Unidos não têm lei trabalhista, mulher grávida é demitida, e querem ir trabalhar lá, mas no Brasil se diz: "Meus direitos! Meus direitos!" Assim, não vai.
  • 07/04/2026

    O Deputado criticou o Governo Lula, afirmando que adota políticas assistencialistas que considera prejudiciais ao País. Destacou o programa Pé-de-Meia, que concede auxílios financeiros a estudantes, e questionou a gestão do projeto, alegando que o número de beneficiários supera o número de alunos inscritos, incluindo mortos. Comparou a situação com dados do IBGE, citando a controvérsia envolvendo o ex-Presidente do órgão, Marcio Pochmann, e afirmou que os programas e dados do Governo refletem um desgoverno. Reforçou sua crítica ao modelo de políticas sociais do Executivo, defendendo que a educação e a frequência escolar deveriam ocorrer naturalmente, sem a necessidade de incentivos financeiros.

    Palavras-chave oficiais: Programa Pé-de-Meia,Dados,Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),Política social,Crítica

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Icaro de Valmir. Eu quero destacar que o Governo Lula, que é totalmente assistencialista e tóxico, está destruindo o nosso País. Vejam o projeto Pé-de-Meia! Esse projeto dá dinheiro para os alunos irem à escola, quando isso é algo natural. Quem vai à escola quer aprender. São 200 reais por mês; 1.000 reais quando passam de ano. Só que há um detalhe: há mais alunos recebendo o Pé-de-Meia do que alunos inscritos. Que matemática é essa?! É só olhar! Isso está em todas as redes, em todos os lugares. Há mais alunos inscritos recebendo o Pé-de-Meia, inclusive mortos, do que alunos estudando. Que matemática é essa?! É a mesma matemática do IBGE?! Lembro que já pediram a expulsão do Presidente Marcio Pochmann, que só manipula dados. Esse é o desgoverno Lula. Grato, Presidente.
  • 18/03/2026

    O Deputado homenageou a Prefeita Viviane Albuquerque, o Vice-Prefeito José Cresco e a Vereadora Ana Helena, do Município de Pedras Altas, no Rio Grande do Sul. Destacou a garra e a seriedade dos políticos gaúchos e assinalou a qualidade da representação regional no País. Ademais evidenciou o orgulho pela atuação dos representantes locais e também solicitou o reconhecimento da excelência política estadual.

    Palavras-chave oficiais: Prefeito,Vice-prefeito,Vereadora,Pedras Altas (RS),Atuação parlamentar,Administração pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Eu gosto muito quando venho a esta Casa para destacar a garra, a pujança e a seriedade de políticos gaúchos. Nós temos aqui a nobre Prefeita Viviane Albuquerque; o Vice-Prefeito, José Crespo, do querido PL; e a Vereadora Ana Helena, que está no seu primeiro mandato, da cidade de Pedras Altas, praticamente na fronteira com o Uruguai. Presidente, o que eu gosto de enfatizar é que o gaúcho, com todo o respeito, com todo o respeito — é oposição, mas está me olhando, nobre Deputado Marcon — é o melhor político do Brasil. É ou não é, nobre Deputado Marcon? Balançou? Se não, vai ser despejado do Rio Grande! (Risos.) É brincadeira! É bom destacar políticos como vocês. Parabéns, Pedras Altas, por ter políticos dessa qualidade, desse nível, desse quilate! Muito obrigado, digníssimo Presidente.
  • 18/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado manifestou insatisfação com a delação de Mauro Cid e assinalou que as declarações contra Jair Messias Bolsonaro foram injustas. Destacou a declaração premiada de Vorcaro, que envolveria supostos pagamentos a políticos e Ministros do Supremo Tribunal Federal, mencionando contratos de 129 milhões com a esposa e dois filhos de Alexandre de Moraes e apontou irregularidades de Dias Toffoli. Por fim, defendeu a verdade para combater a corrupção.

    Palavras-chave oficiais: Delação premiada,Empresa,comprometimento,Ministro do Supremo Tribunal Federal,combate,Corrupção Delação premiada,comprometimento,Ex-presidente da República

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Nobres colegas, é uma honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil! Eu não sou muito a favor de delação premiada. Normalmente, trata-se de um dedo-duro, como foi o caso do Mauro Cid, que entregou o Bolsonaro, sem prova alguma, só com ilações falsas, que resultaram nessa condenação totalmente injusta. Mas há uma delação premiada que está me chamando a atenção — estou atento —, e o Brasil vai saber a verdade, porque ele não é um político. Ele usa e compra políticos, mas ele não é do mundo político como era o Mauro Cid, o delator. Estou falando do que vem aí. Vai tremer a base, e não importa para que lado vá — não importa. Não importa a cor do gato, contanto que pegue o rato. O jogo vai ser pesado. Estou falando da delação premiada do Vorcaro. Ele vem com muita raiva. Imagine você o Vorcaro, que tinha contrato de 129 milhões de reais com a esposa e dois filhos de Alexandre de Moraes, que, no dia em que ia ser preso pela primeira vez, ligou: "Oi, Alexandre. Eu estou aqui. Me libera, me libera". Deu em nada. Deu em nada. Não adiantou o compromisso, toda a grana: está preso. Na delação dele, não vai sobrar para ninguém. E dois Ministros do STF estão na lista, linha de tiro: Alexandre de Moraes, que ritos jurídicos não respeita, e Dias Toffoli, a quem, pela escuridão em que vive hoje, eu chamo hoje de "Noites Toffoli". O Ministro "Noites Toffoli" também está na linha de tiro, porque as denúncias virão com muita força. Quanto ao Vorcaro, que algum agente dele lhe diga: "Tenha coragem, já que sua vida está acabada. Roubou bastante, mas acabou sua vida. Então tenha a honra, a dignidade de entregar na sua delação premiada. Fale a verdade: Esse aqui eu comprei. Esse eu comprei". Se é de tal partido, não me interessa, de qualquer partido que seja. É preciso delatar, porque temos que acabar com essa compra de políticos, compra de Ministros, o que é mais grave ainda. Portanto, eu é que não tenho rabo preso, porque para vir aqui não pode estar sangrando. Quem nada entre tubarões não pode estar sangrando, nem tampouco pode ter furo. E Bibo Nunes é infurável. Portanto, quero aguardar a delação de Vorcaro, que o mundo vai acabar.
  • 18/03/2026

    O Deputado informou ter protocolado pedido de audiência pública na Comissão de Turismo para discutir a proposta de redução da escala 6 por 1. Afirmou que a mudança poderia impactar setores como o turismo e outras atividades econômicas, gerando dificuldades para empresas. Também criticou a autoria da proposta, atribuída à Deputada Erika Hilton, e questionou sua participação no debate. Além disso, abordou ainda o tema de programas sociais, mencionando o Bolsa Família, e defendeu que benefícios assistenciais tenham caráter temporário. Por fim, citou dificuldades relatadas por setores produtivos na contratação de trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Comissão de Turismo (CTUR),Audiência pública Bolsa Família,Programa social,caráter temporário,Defesa,Trabalhador,contratação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Eu acabei de protocolar um pedido de audiência pública na Comissão de Turismo para debatermos o absurdo da redução da escala 6 por 1. Se não houver a escala 6 por 1, o turismo acaba, como as demais profissões, as demais atividades. Isso não tem fundamento! Não sei como nós chegamos ao ponto de termos que discutir o fim da tabela 6 por 1, quando quem o propôs jamais assinou uma carteira de trabalho para ninguém. A Deputada Erika Hilton, autora deste projeto, não participa sequer de audiência pública sobre o assunto, porque ela não sabe debater, ela não sabe de que trata o assunto. Esta é a gravidade que nós vivemos quando se discute o caos em que as empresas estão vivendo e quebrando. Elas não têm como se sustentar. O que as pessoas querem hoje no Brasil? Simplesmente querem seus direitos, mas esquecem seus deveres. O ideal para a Esquerda seria uma tabela zero por 7, como é o Bolsa Família. Aliás, eu não sou contra o Bolsa Família, mas ele tem que ser um auxílio, e auxílio tem que ser por um tempo, e não o tempo todo. Há pessoas que recebem Bolsa Família há 15 anos. E aí? Hoje eu fui a um evento de panificadoras do Brasil. Elas têm 140 mil vagas de emprego, e não conseguem ninguém. Por quê? Porque muitos vivem do salário-família, que se confunde com o Bolsa Família. Eu não sou contra auxílio, mas auxílio é por tempo determinado, e não o tempo todo. Grato, digníssimo Presidente.
  • 17/03/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 6.674, de 2025, que institui o programa Antes que Aconteça. Elogiou o programa e destacou a atuação da autora, Senadora Daniella Ribeiro, e da Deputada Soraya Santos. Ainda, afirmou que muitas mulheres agredidas deixam de procurar a delegacia por não acreditarem que haveria resposta efetiva do Estado, e ressaltou que a proposta busca proteger mulheres em situação de vulnerabilidade e fortalecer sua confiança nas instituições de Justiça e de segurança pública. Ainda, defendeu maior rigor na punição de agressores e feminicidas, além de ampla divulgação do programa em todo o País. Por fim, declarou voto favorável à matéria, reiterou repúdio aos agressores de mulheres e afirmou que a defesa das mulheres deve unir a sociedade brasileira.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Programa Antes que Aconteça,proteção,prevenção,Violência contra a mulher,Feminicídio,Sala lilás,Atendimento humanizado,Violência de gênero,Tornozeleira eletrônica,Política pública,Lei Maria da Penha (2006) Repúdio,Feminicídio,Feminicida,Violência de gênero Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Digníssimo Presidente Hugo Motta, nobres colegas, é uma honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil. Aqui está um dos mais belos e nobres projetos: o projeto de lei que institui o programa Antes que Aconteça. A que ponto nós chegamos? Um projeto pela lógica, pela defesa das mulheres vulneráveis, protegendo-as de não seres humanos, porque quem ataca mulheres covardemente não são homens. São monstros que nós temos, covardes que não enfrentam homens e se dizem homens perante mulheres. Este projeto, além de tudo, faz com que as mulheres voltem a acreditar na justiça, porque muita mulher apanha, sai quebrada e não vai à delegacia porque não acredita na justiça, na delegacia ou que algo possa acontecer com esses monstros. O que nós temos que também fazer, digníssima autora, Senadora Daniella Ribeiro — também dou aqui um destaque especial à minha colega, a Deputada Soraya Santos, que é uma das maiores defensoras entusiastas do mundo feminino nesta Casa —, é lutar por mais punição. Não adianta notícia a todo momento, feminicídio aqui e ali. Eu quero ver, na imprensa, feminicida recebendo punição máxima. Não tem que dar moleza. Quem ataca mulher não é só covarde, é um monstro. E o pior: esses covardes ficam machões perante as mulheres, mas desandam perante um homem, porque são falsos, são pessoas que não dignificam a raça humana. Então, esses covardes que atacam mulheres, nós temos que atacar o quanto antes, antes que aconteça. É isso que nós temos que fazer. Parabéns por esse projeto! Que a sua divulgação seja em todo o Brasil. E estão nos ouvindo aqui em rede nacional. E você, covarde, covarde que bate em mulher, se estiver me ouvindo aqui, calma, porque a sua hora vai chegar. Não tem que dar moleza. Homens são uma coisa; covardes, monstros, são outras coisas. Portanto, quem ataca mulher não tem o meu respeito, não tem honra, não tem dignidade. E parabéns! Voto "sim" mil vezes a esse projeto que institui o programa Antes que Aconteça, porque não vai mais acontecer, porque o Brasil está unido, lutando pelo melhor: a defesa da mulher. O mundo deve ser comandado, deve ser liderado pelas mulheres. Portanto, quem ataca mulheres tem o meu total repúdio. O meu repúdio total a esses covardes. O meu voto é dez vezes "sim"!
  • 17/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Supremo Tribunal Federal (STF), apontando o caráter político de suas decisões e sua falta de imparcialidade. Ademais, recriminou os Ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, atribuindo ao primeiro atuação motivada por ódio e perseguição ao ex-Presidente Bolsonaro e ao segundo conduta incompatível com a função. Além disso, defendeu a adoção de critérios técnicos para a escolha de Ministros do STF em substituição a indicações políticas. Por fim, sustentou que o ex-Presidente não deveria estar preso ou, ao menos, deveria cumprir prisão domiciliar.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Perseguição política,imparcialidade,Política,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Prisão domiciliar,escolha,critério técnico,indicação,Ministro do Supremo Tribunal Federal

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Nobres colegas, é uma honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil. Hoje, o destaque negativo no Brasil entre os poderes é o Poder Judiciário através do STF. Não é opinião, é constatação. Pergunte, em qualquer lugar do Brasil, qual é o poder mais maculado, se não é o STF. Por quê? Pela atuação de seus Ministros. Há dois Ministros que não têm como virar o ano sem serem "impichados", presos ou, no mínimo, terem uma tornozeleira eletrônica pelos comportamentos. Falo aqui de Alexandre de Moraes, que destila ódio, raiva, vingança pelas veias, pelos poros contra Bolsonaro. E o outro Ministro é o Dias Toffoli, que agora mudou, passou para Noites Toffoli, porque a vida dele é uma escuridão — Dias não, Noites Toffoli. Essa é a situação. O que mais me intriga, deixa-me indignado é que o STF, que deveria ser um exemplo para o Brasil, fazer uma votação jurídica imparcial, com parcimônia, com conhecimento, com isenção, hoje, é totalmente politizado. Não existe voto jurídico no STF hoje. Basta ver as votações: 9 a 2 ou 8 a 3. Por quê? São votos políticos. E o STF é Poder Judiciário, julga. Por isso, temos que acabar com a forma de escolha. Não pode um Presidente da República colocar lá alguém indicado com compromisso político — nem Bolsonaro, nem Lula. Eu sou coerente. Ministro do STF tem que ser indicado tecnicamente e não politicamente. O que acontece? Ministro destilando ódio, raiva, vingança. Alexandre de Moraes disse "Bolsonaro acabou com a minha vida". Ele falou isso. E olha o ódio que ele destila contra Bolsonaro, que tinha que estar em prisão domiciliar. Qualquer criança sabe disso. Quem mexe num band-aid sabe que Bolsonaro tinha que estar em casa. E o pior de tudo isso é que eu estou aqui dizendo para ir para prisão domiciliar quando ele não poderia estar sequer preso. Que crime cometeu Bolsonaro? Qual é a corrupção? Simplesmente, esse STF, totalmente politizado, colocou o Bolsonaro nessa situação. Para encerrar, Presidente, eu venho aqui como um gaúcho bagual, independente, que não tenho rabo preso, não tenho culpa no cartório, não tenho furo, porque Bibo Nunes é "infurável". É por isso que eu enfrento, não ofendo honra e dignidade de ninguém, mas a verdade eu digo. O Ministro Alexandre de Moraes, destilando esse ódio, essa raiva e essa vingança contra Bolsonaro, só comprova a sua atuação totalmente politizada contra a saúde e, acima de tudo, contra o Brasil.
  • 17/03/2026

    O Deputado criticou decisões judiciais envolvendo o ex-Presidente Jair Bolsonaro e questionou a atuação do Ministro Alexandre de Moraes. Afirmou que há excesso de julgamentos e contestou os fundamentos das decisões, apontando ausência de critérios jurídicos. Também mencionou novo pedido de prisão domiciliar e defendeu que Bolsonaro não deveria estar preso. Ao final, fez um apelo para que a decisão sobre o caso considere critérios que, segundo ele, respeitem o devido processo legal.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Prisão,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Decisão,Crítica,Prisão domiciliar,solicitação,Devido processo legal,critério

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo, Presidente Charles Fernandes. Eu quero ver qual será a nova decisão de Ministro Alexandre de Moraes com o novo pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro. Chega! Ninguém aguenta mais tanto julgamento, tanta decisão baseada em ódio, em vingança! Não existe o mínimo de raciocínio jurídico na cabeça do Sr. Ministro Alexandre de Moraes. Ele julga, determina por ódio. Ele diz que Bolsonaro é culpado, acabou com a vida dele, quando o que acabou com a vida dele foram as decisões extemporâneas e fora do rito judicial. Então, fica aqui um apelo para que o Brasil veja se esse cidadão, o nobre Ministro Alexandre de Moraes, vai deixar o ódio, a raiva, de lado e dar prisão domiciliar a quem não deveria sequer estar preso.
  • 03/03/2026

    O Deputado criticou a Proposta de Emenda à Constituição nº 8, de 2025, que dá nova redação ao inciso XIII, do artigo 7° da Constituição Federal para dispor sobre a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana no Brasil, a denominada PEC da escala 6x1, defendendo que a matéria não seja pautada para votação. Argumentou que a mudança representaria um retrocesso nas relações de trabalho e poderia desestimular a produtividade. Além disso, afirmou que o trabalho é elemento essencial para o desenvolvimento individual e econômico e mencionou declarações do empresário Elon Musk sobre a importância de jornadas mais longas de trabalho. Também fez referência a programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, defendendo que esse tipo de auxílio deve ter caráter temporário. Por fim, reiterou sua posição contrária à proposta que altera a escala de trabalho 6 por 1.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,alteração,Constituição Federal (1988),Pauta (processo legislativo),Vínculo empregatício,Produtividade Bolsa Família,Programa de transferência de renda

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Altineu Côrtes. Eu quero conclamar a Presidência desta Casa para não colocar em pauta a votação desse absurdo fim da escala 6 por 1. É um absurdo isso. Deus, quando fez o mundo, trabalhou 6 dias e descansou 1 dia. As pessoas querem vencer na vida sem trabalhar. O ideal para a Esquerda é zero por 7, tipo Bolsa Família. Não sou contra o Bolsa Família, mas auxilio é por um tempo e não o tempo todo. Então, isso não tem sentido algum em ano eleitoral, porque muitos políticos que olham só o seu umbigo pensam: "Mas, em ano eleitoral, não posso me queimar". Eu perco a eleição, mas não me queimo com o Brasil. Esse fim da escala 6 por 1 é o maior absurdo, é um retrocesso. Elon Musk, o homem mais rico do mundo, já disse: "Quem trabalhar menos de 60 horas por semana tende a ser um fracasso". Vamos trabalhar. Isso engrandece. Fora, fim da escala 6 por 1!
  • 03/03/2026

    O Deputado destacou a presença do Vereador Tássilo Weber, do Município de Portão (RS), ressaltando que ele foi o candidato mais votado da cidade. Também mencionou o Prefeito Kiko Hoff, elogiando a gestão local. Por fim, apresentou o Vereador como exemplo de jovem liderança política e incentivou outros jovens a participarem da vida pública com compromisso com o país, defendendo que a política deve ser exercida com espírito de serviço à sociedade.

    Palavras-chave oficiais: Vereador,Portão (RS),Prefeito,Administração municipal,Jovem,Juventude,Vida pública,Participação política

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes! Eu gosto de vir a este plenário destacar bons políticos, jovens políticos, políticos sérios, políticos que têm o sangue verde e amarelo na veia. Isso é exemplo para o Brasil. De raposa felpuda chega! Queremos quem faz um bom trabalho pelo País. Tenho aqui o Vereador Tássilo Weber, o mais votado na cidade de Portão, onde é Prefeito meu grande amigo Kiko Hoff. O Vereador Tássilo é um jovem promissor, digníssimo Presidente, que eu tenho a honra de enaltecer e de apresentar ao Brasil. Você, jovem que está nos acompanhando de qualquer lugar do Brasil pela TV Câmara, inspire-se no Tássilo e também venha defender o Brasil. Mas não queira tirar vantagens do Brasil. O Brasil é que tem que tirar vantagens de você. Temos que servir ao nosso País. O Tássilo, Vereador de Portão, é um exemplo disso. Grato, Presidente!
  • 03/03/2026

    O Deputado comentou pesquisas recentes que indicaram queda na popularidade do Presidente Lula e aumento da aprovação do pré-candidato Flávio Bolsonaro. Criticou comparações feitas entre os filhos dos dois políticos, destacando que acusações sobre Flávio Bolsonaro não se confirmaram. Contrastou a trajetória financeira dos filhos, afirmando que o filho de Lula teria enriquecido rapidamente enquanto trabalhava com animais em zoológico, enquanto Flávio Bolsonaro não teve irregularidades. Usou o episódio para diferenciar, segundo ele, a postura da Esquerda e da Direita em relação a fatos e condutas, e reforçou que a comparação feita durante o debate não refletia a realidade sobre desvio de recursos.

    Palavras-chave oficiais: Disputa eleitoral,Presidente da República,Pré-candidato,Partido Liberal (PL),Filho,Esquerda política,Direita política

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes. Estou feliz com as várias pesquisas que demonstram a queda de popularidade de Lula e o aumento de popularidade de Flávio Bolsonaro. Agora o que chama atenção é o Lulinha, que cuidava de chocolatinho de elefante em zoológico, que ficou milionário de uma hora para a outra. E eu, num debate da TV Pampa, em Porto Alegre, ontem, um esquerdista disse o seguinte: "É, o chocolatinho de elefante, ele cuidava bem. E o chocolate do filho do Bolsonaro, daí ele dava um jeitinho de desviar dinheiro". Não houve desvio nenhum de dinheiro, e o chocolatinho do filho do Lula é um chocolate de esterco, enquanto o chocolatinho do Flávio Bolsonaro é de cacau. Aí está uma diferença entre Esquerda e Direita, de como tratam as coisas, sejam elas em qualquer nível, em qualquer lugar, em qualquer espaço. Grato, digníssimo.
  • 24/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado afirmou que o Brasil vive cenário de distopia política e jurídica e criticou a política assistencial do Governo Lula, ao sustentar que programas de transferência de renda ampliaram a dependência da população em relação ao Estado. Declarou que, em Estados das Regiões Norte e Nordeste, o número de beneficiários do Bolsa Família supera o de trabalhadores com emprego formal, e mencionou benefícios como vale-gás, vale-luz e Pé-de-Meia, argumentando que a ampliação desses programas aumentou a dependência social. Além disso, associou o crescimento do Bolsa Família e de outros auxílios à elevação de despesas públicas e questionou a sustentabilidade dessas políticas, defendendo que o Estado deveria priorizar emprego e educação como instrumentos de ascensão social. Ainda, sustentou que a manutenção prolongada de benefícios pode influenciar o processo eleitoral e informou ter apresentado proposta de emenda à Constituição para impedir o voto de pessoas que recebem auxílio governamental por mais de 2 anos. Por fim, manifestou posicionamento contrário ao modelo de assistência adotado e declarou apoio a Flávio Bolsonaro nas próximas eleições.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Transferência de renda,Dependência econômica,Programa Social do Gás de Cozinha,Bolsa Família,Programa Pé-de-Meia,Auxílio-gás,Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica (Programa Luz para Todos),Assistência social,Política econômica,Emprego,Trabalho Proposta de Emenda à Constituição,proibição,Bolsa Família,Compra de voto Apoio político,Eleição geral,Presidente da República,Partido Liberal (PL)

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sou grato, digníssimo Presidente, Deputado Charles Fernandes. Nobres colegas, é uma honra estar neste ringue, onde luto pelo Brasil! Estamos vivendo momentos de distopia no Brasil, tanto de distopia política quanto de distopia jurídica. Agora um dos maiores absurdos é o que faz este desgoverno Lula: assistencialismo puro. Pessoas que não trabalham e que não produzem estão recebendo. De quem? De quem trabalha e produz. Só nas Regiões Norte e Nordeste, em treze Estados — esse número fatídico! — há mais pessoas que recebem o benefício do Programa Bolsa Família do que pessoas que recebem salário formal. Assim começa a ruína de uma nação. É muito assistencialismo! Cito exemplo: hoje, mais de 50% da população brasileira tem algum tipo de dependência assistencial do Governo, recebe Bolsa Família, vale-gás, vale-luz, benefício do Programa Pé-de-Meia. Cito o exemplo do Auxílio Gás dos Brasileiros. Quando foi lançado, 5 milhões de pessoas recebiam o benefício para solucionar o problema da pobreza. Algum tempo depois, com o Programa Gás do Povo, aumentou para 15 milhões o número de pessoas que precisam dele, triplicou o número de pessoas! Isso comprova que ajutório, esmola para o povo não funciona. Outro exemplo: vale-luz e 8% de aumento na taxa de luz. Por quê? Muitas pessoas, milhões, estão recebendo energia elétrica de graça. Não existe almoço grátis. O que o Governo tem que fazer é dar condições para as pessoas de progredirem na vida, com estudo, com emprego, não é só dar o peixe e não ensinar a pescar, sendo bem simplório, para entenderem. A Esquerda gosta tanto de pobre, mas gosta tanto de pobre o S. Lula, que por onde passa multiplica a pobreza. Ou alguém vai me contestar? O Programa Bolsa Família, quando começou a ser executado, tinha "x" beneficiários e hoje tem cinco "x" beneficiários — só aumenta o número de beneficiários. E o pior: o Governo, que não tem noção do que é a gestão de um país, fica feliz quando mais pessoas dependem do Bolsa Família. Um governo eficiente faz com que os cidadãos não dependam dele, mas o que faz este Governo é assistencialismo, para que, na eleição, simplesmente votem no Presidente que lhes dá o sustento. Isso é compra de votos. Para encerrar, Presidente — e peço mais 30 segundos —, quero explicar o que é compra de votos. Eu dei entrada a uma proposta de emenda à Constituição sobre isso. Quem recebe auxílio do Governo há mais de 2 anos não pode votar, porque isso é compra de votos. Eu quero saber de você o seguinte: se recebesse todo o seu sustento do Governo, você votaria contra ele? É claro que não, é claro que não! Isso é compra indireta e direta de votos. Dois anos é tempo de sobra para dar um auxílio, mas o Governo Lula transformou o auxílio em salário-família. Não concordo. É o caos! Assim começa a ruína de uma nação. O Presidente pega o povo dando-lhe pouco, que é tudo para ele. É pouco para você, mas para quem recebe é tudo. E quem recebe tudo vai fazer o quê? Vai votar contra o Governo? Você votaria contra ele? É evidente que não! Isso é compra de votos. Eu sou contrário a isso, farei campanha contra isso, e vamos vencer a eleição com Flávio Bolsonaro. Sou grato, nobre Presidente.
  • 24/02/2026

    O Deputado destacou a presença de lideranças municipais do Rio Grande do Sul e defendeu a valorização de gestores locais que são referência de atuação política. Citou Renato Silveira e Fabricio Zambra, respectivamente Vice-Prefeito e Secretário de Segurança de Capão da Canoa (RS); David Luciano Rosa de Moura e Cristiano Evaldo Keller, Vice-Prefeito e Vereador de Paverama (RS); e Maxwel de Matos, Vereador de Igrejinha (RS). Por fim, afirmou que representantes comprometidos com suas cidades contribuíram para fortalecer a política gaúcha e servir de exemplo ao País, ressaltando o papel do municipalismo na construção de resultados.

    Palavras-chave oficiais: Saudação,Vice-prefeito,Vereador,Secretário de Município,Capão da Canoa (RS),Paverama (RS),Igrejinha (RS),Participação política

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Charles Fernandes! Eu quero mostrar exemplos de políticos que o Rio Grande do Sul oferece ao Brasil. Temos aqui o Vice-Prefeito de uma das mais belas praias do Brasil, Capão da Canoa; temos meu amigo o Vereador Fabricio Zambra, nosso Secretário de Segurança Pública de Capão; temos o nosso Vice-Prefeito de Paverama; temos o Vereador Cristiano Keller, de Paverama; e temos, da cidade de Igrejinha, o Vereador Maxwel de Matos. Nós temos que valorizar políticos como estes, verdadeiros amantes de sua cidade, de seu Estado, de seu País. Pessoas como eles é que fazem a melhor política do Rio Grande do Sul, exemplo para o Brasil. Aqui está a tropa de elite da política gaúcha, para nossa imensa honra! Um abraço ao nosso Deputado Sidney Leite!
  • 11/02/2026

    O Deputado registrou a presença de três Vereadores do Município de Ijuí (RS) na Câmara, identificando-os como Daniel, Almiro e Giovani, e destacou suas trajetórias políticas locais. Mencionou vínculos familiares e desempenho eleitoral, apontando Giovani como o mais votado. Elogiou a atuação dos Vereadores e afirmou que eles representavam lideranças comprometidas com a cidade e com a política municipal. Também associou a visita ao fortalecimento do Partido Liberal (PL) no Rio Grande do Sul e defendeu valores ligados à família e ao patriotismo. Ao final, fez críticas ao Governo Federal e declarou que o grupo atuaria para construir uma alternativa política no país.

    Palavras-chave oficiais: Ijuí (RS),Vereador,Câmara dos Deputados,Partido Liberal (PL),Rio Grande do Sul,Família,Patriotismo,Governo federal

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, digníssimo Presidente Otoni de Paula. Com muita honra, eu trago aqui três Vereadores de Ijuí: o Vereador Daniel, que é sobrinho do ex-Deputado Darcísio Perondi, que fez história nesta Casa; o Vereador Almiro, grande liderança; e o Vereador Giovani, o mais votado. Esses três Vereadores representam o que há de melhor na política gaúcha. São Parlamentares que lutam com o sangue gaúcho na veia, que querem o melhor para sua cidade, que lutam pela causa política, aquela política séria e verdadeira, amigo Deputado Girão, pela qual nós do PL tanto lutamos. Eles são patriotas, respeitam a família e querem resgatar este País desse ex-presidiário que está acabando com o Brasil. Nós vamos resgatar o Brasil. Esses três Parlamentares são fundamentais para a nossa vitória. Grato, digníssimo Presidente Otoni de Paula.
  • 11/02/2026

    O Deputado utilizou a tribuna para apresentar representantes políticos da cidade de Parobé (RS). Mencionou os Vereadores Bora e Belchior, além do assessor Inácio Knecht, conhecido como Alemão, e destacou a atuação deles na política municipal. Também afirmou que os convidados representavam exemplos de dedicação às suas comunidades e ressaltou características da cidade, descrita como progressista e hospitaleira.

    Palavras-chave oficiais: Parobé (RS),Vereador,Plenário,Saudação

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Otoni de Paula. É uma imensa honra falar neste momento. Eu me orgulho quando posso apresentar aqui Parlamentares que fazem política da melhor qualidade, políticos que lutam por uma causa, que lutam pelas suas cidades. Engrandece-me apresentar ao Brasil meu grande amigo Vereador Bora, nosso Vereador Belchior e o assessor Inácio Knecht, o Alemão. Ambos os Vereadores são do Município de Parobé, uma cidade progressista, hospitaleira, de que eu sou um grande apoiador. Sinto imensa honra, Presidente Otoni, porque não é todo dia que se mostram políticos da qualidade e do quilate destes que aqui estão, políticos que, com muita honra, eu mostro para todo o Brasil como exemplos de políticos que honram nosso bravo Rio Grande do Sul. Grato, digníssimo Presidente Otoni.
  • 10/02/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 6.132, de 2025, que cria a Universidade Federal Indígena.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Digníssimo Presidente Charles Fernandes, nobres colegas, é uma honra estar neste ringue onde luto pelo Brasil! Admiro demais e respeito os indígenas. Os indígenas são muito respeitados, têm espaço no Brasil. A população indígena é menos de 1% da população brasileira e tem 15% das terras. O que acontece é que a Esquerda está querendo segregar, como sempre segrega. Universidade é para todos. Todos têm direito à universidade. Não tem por que haver universidade para índio. Tem universidade para mameluco? Sabem o que é mameluco? Tem universidade para outros tipos? Tem universidade para cafuzo? Eu quero universidade para cafuzo, para mameluco! Nada contra o indígena. Respeito o índio, mas eles estão sendo feitos de massa de manobra da Esquerda, porque a Esquerda sabe fazer massa de manobra, assim como faz com os pobres. "Vamos solucionar a pobreza", mas a cada dia mais pobres há no Brasil. A Esquerda gosta tanto de pobre, que, por onde passa, multiplica a pobreza! Foi uma vergonha na semana passada! Votaram aqui o vale-gás: do Gás do Brasil para o Gás do Povo. Iria solucionar o Gás do Brasil, com 5 milhões de pessoas, agora foi para 15 milhões o Gás do Povo. Daqui a pouco vai para 30 milhões! Não é com ajutório, com esmola, que se soluciona o País. É por isso que o PT está quebrando esta Nação. Nada contra indígena, mas faça o seu curso em qualquer universidade. Universidade é para todos. Se não é, quero universidade para mameluco. Conhece mameluco? Conhece cafuzo? Todos têm que ter espaço. Então, por indígenas, eu tenho o maior carinho e admiração. Há esse papo, demagógico também, de que nós temos uma dívida desde 1500. Eu quero saber quantos do Plenário, quantos aqui têm parentes que estavam no Brasil em 1500? De novo, quantos que estão aqui ou em casa têm parentes que estavam no Brasil em 1500? Quantos? Nenhum! Chega de demagogia barata! Chega de enrolação! Vamos tratar a política com seriedade. Dá para entender? Ninguém estava aqui e nenhum parente estava aqui em 1500. E todos têm direito à universidade. Universidade é para todos. Tenho o maior respeito pelos indígenas, pelos mamelucos, pelos cafuzos, por todas as raças, mas essa demagogia da Esquerda, do PT, não dá mais! Estão quebrando o País e estão segregando, dividindo-o cada vez mais. Eu sou contra. O meu respeito aos indígenas, mas o meu voto é contra.
  • 10/02/2026

    O Deputado justificou seu voto favorável ao Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução das alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica e altera a Lei nº 11.196, de 2005, e a Lei nº 10.865, de 2004. Ademais, apontou a incoerência de um Parlamentar da Esquerda apresentar proposição que estabelece incentivo fiscal a empresas quando o Governo do Partido dos Trabalhadores (PT) aumenta impostos reiteradamente. Ao final, reafirmou sua posição contrária ao aumento de tributos e favorável às empresas.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Benefício fiscal,Indústria química,Indústria petroquímica,Política fiscal,Política industrial,justificativa,Voto favorável,Atuação parlamentar,redução,Tributo,Empresa,Deputado federal,Autor (proposição legislativa),Esquerda política,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal,Carga tributária

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    O SR. BIBO NUNES (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Grato, digníssimo Presidente Hugo Motta. Coerência! Eu sou coerente: eu defendo as empresas, eu defendo a redução de impostos. Defendo que não se cobrem tantos impostos. Agora, qual é o sentido de um Parlamentar da Esquerda fazer um projeto que beneficia empresas, se eles cobram impostos o tempo inteiro? O PT só sabe cobrar impostos! Eu fico pensando: qual é o objetivo desse projeto? Qual é o sentido? Não tem coerência alguma! Não tem coerência nenhuma! Eu votei "sim" porque sou coerente. Eu beneficio as empresas e sou contra aumento de impostos. Mas o que houve aqui foi um destempero, um absurdo que o Brasil viu.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.