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Foto de Bia Kicis

Deputada · Câmara

Bia Kicis

PL · DF

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Beatriz Kicis Torrents de Sordi · 65 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 93 de 100, Cara Bom0406080100

93/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 96% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 87%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 95%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 98%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 23%das 748 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 92%das 626 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

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E-mail
dep.biakicis@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5309
Gabinete
Gabinete 309, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 377 de 391 sessões

Melhor que 67% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

87%

Registrou voto em 975 de 1.126 votações nominais

Melhor que 67% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

2

de 40 projetos apresentados (5%)

11 avançaram · 23 em andamento · 4 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

23%

Em 748 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 6% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

832 discursos na tribuna · de 07/02/2019 a 03/09/2026.

  • 07/08/2025

    A Deputada celebrou vitórias obtidas na Câmara e no Senado, destacando a mobilização popular em defesa da liberdade e contra censura e perseguições políticas. Defendeu o impeachment do Ministro Alexandre de Moraes, acusando-o de violar direitos humanos, e criticou processos contra cidadãos por postagens em redes sociais. Também relatou depoimentos que, segundo ela, apontaram interferência externa nas eleições de 2022, envolvendo o Governo dos EUA e o TSE, com impacto no resultado eleitoral. Por fim, anunciou como prioridade a votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 333, de 2017, que extingue o foro privilegiado, chamada de “PEC da alforria do Congresso”, e afirmou que, após sua aprovação, a Oposição avançará com pautas como anistia e impeachment.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Impeachment,anistia,Defesa Eleição,Estados Unidos,Tribunal Superior Eleitoral (TSE),interferência Proposta de Emenda à Constituição,Foro privilegiado,Crime comum,extinção,Defesa

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente, colegas. Deputado Sóstenes Cavalcante, nosso Líder, eu quero dizer a V.Exa. que cada um é o que é. Não adianta querer alterar a natureza do escorpião, por exemplo. O escorpião sempre vai ser um escorpião. Uma águia sempre vai ser uma águia. V.Exa. falou desta tribuna com um espírito de pacificação e generosidade. Recebe de volta pedradas, ódio, socos, que é o que vem do lado de lá. Está valendo até soco no saco. Mas nós estamos aqui, colegas, porque hoje é dia de celebrarmos uma grande vitória que tivemos ontem neste Parlamento, na Câmara dos Deputados, e, hoje, outra vitória no Senado, um trabalho conjunto da Oposição na Câmara e no Senado, nas duas Casas. Daí vem o êxito do nosso trabalho, feito com estratégia, com diálogo e com o apoio maciço da população brasileira, que foi às ruas no domingo — mais de 1 milhão de pessoas pelo Brasil —, que mostrou o que quer, que não se conforma com ditadura, tirania, censura, cala-boca. O povo clama por liberdade. E para que a liberdade possa voltar neste Brasil, precisamos do impeachment de Alexandre de Moraes, este homem que é um violador de direitos humanos, um violador reconhecido e sancionado internacionalmente. Não adianta querer fingir que nada está acontecendo. O mundo já sabe aquilo que nós sabemos há muito tempo. O povo quer anistia. O povo não vai se conformar com processos injustos, perseguições políticas, mulheres, senhorinhas, pessoas sendo condenadas ou presas por postagens nas redes sociais. O povo já mostrou o que quer e o povo está com a Oposição. Ontem, enquanto estávamos aqui obstruindo, sim, usando de uma ferramenta legítima, o povo estava fazendo buzinaço na porta deste Congresso, em apoio aos Parlamentares. Agradeço ao povo brasileiro, porque estamos juntos, nós Parlamentares da Oposição, aqui neste Congresso, Câmara e Senado, e nas ruas com vocês, nas redes com vocês. Estamos juntos. E o povo está vibrante, esperançoso depois de tanto tempo de escuridão, sem ver a luz no fim do túnel. O povo está esperançoso de novo. É claro que a Lei Magnitsky, bem direcionada àqueles que estão oprimindo o povo e roubando a liberdade, inclusive de Parlamentares, de se expressarem livremente, além de jornalistas e outros, é muito bem-vinda, sim, no CPF daqueles que querem subjugar uma Nação. Ontem, nós tivemos um ex-agente do Estado americano simplesmente contando tudo o que aconteceu durante as eleições. Ele esteve conosco, o Mike Pence, contando a influência direta do Estado americano sob o Governo Biden, que, por intermédio de ONGs e instituições, para fazer de conta que não era o próprio Estado, que era a própria CIA que estava interferindo, jorrou dinheiro aqui para o TSE, ensinou o TSE, influencers, jornalistas brasileiros que fizeram fake news à vontade e perseguiram os conservadores e a Direita. Ensinou a fazer censura, fingindo que estavam lutando pela democracia, combatendo a desinformação. Meus amigos, quem não assistiu ao depoimento do Mike Pence, ontem, na CREDN, assista, porque está nas redes sociais, e vários veículos repercutiram. A influência, a interferência das eleições torna as eleições de 2022, a meu modo de ver, nulas. E eu não estou falando aqui de urna, não, eu estou falando de toda a interferência de outro Estado nas eleições brasileiras. O Mike Pence afirmou que, se não fosse essa interferência tão engendrada, o Lula não teria ganhado as eleições. Está lá, está dito por ele e provado, provado! E hoje, na Comissão de Segurança, nós teremos Michael Shellenberger, esse jornalista corajoso que junto com outros jornalistas está denunciando tudo o que aconteceu no Supremo e no TSE, esse conluio, a "vaza-toga", esse conluio para acabar com a Oposição deste País, para tirar do pleito eleitoral candidatos conservadores, para censurar. Está tudo aí, está tudo às claras, está tudo vindo à tona, mas a Esquerda vai fingir que isso não está acontecendo. Olhem lá: estão fingindo que não está acontecendo, que nós somos os golpistas. Houve golpe, sim! Houve golpe neste País! Não foi tentativa, não. Houve golpe efetivo e foi dado contra o Bolsonaro, contra a Direita, a favor do Lula! E esse golpe, esse golpe juntou TSE, Supremo Tribunal Federal, jornalistas, influencers, todos muito bem pagos, regiamente pagos e treinados pelos Estados Unidos de Biden. Está tudo às claras. Quem tem olhos veja! Quem tem ouvidos ouça! E quem quiser fingir que não tem nada acontecendo enfie a cabeça onde quiser, dentro da areia, no buraco, onde quiser, mas o povo brasileiro está conosco, com a Oposição. Ontem tivemos uma grande vitória, e o acordo sempre foi dito. Não foi com o Presidente Hugo Motta, foi com os Líderes. Eu declarei isso em entrevista. A Band, o Líder Deputado Sóstenes Cavalcante falou isso. Não venham mentir e dizer que nós falamos outra coisa, não. Nosso acordo foi com os Líderes. E será pautada a PEC da alforria do Congresso, o fim do foro privilegiado. (Palmas.) Será a PEC da alforria, porque aqueles que têm medo terão a coragem de fazer o seu papel sem a chantagem dos togados, que ameaçam com inquéritos, processos, ações. E, para quem é amigo, prescreve tudo, tudo paradinho. Vamos acabar com esse câncer que é o foro privilegiado. Depois disso, votaremos anistia, impeachment e tudo o mais, porque este Parlamento será livre, livre, alforriado. Alforria para o Parlamento já!
  • 07/08/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do parecer da Comissão Mista, na parte em que manifesta opinião favorável quanto ao atendimento dos pressupostos constitucionais de relevância e urgência e da adequação financeira e orçamentária da Medida Provisória nº 1.296, de 2025, que institui o Programa de Gerenciamento de Benefícios no âmbito do Instituto Nacional do Seguro Social e do Departamento de Perícia Médica Federal da Secretaria de Regime Geral de Previdência Social do Ministério da Previdência Social.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Parecer (proposição legislativa),Comissão mista,Relevância (pressuposto constitucional),Urgência (pressuposto constitucional),Adequação orçamentária,Medida provisória,Partido Liberal (PL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, o PL orienta o voto "sim". Essa medida provisória vem em boa hora. São inúmeros os problemas que existem com relação a peritos, que não recebem pagamento. As perícias ficam atrasadas. Há filas intermináveis, sofrimento do povo brasileiro, que depende do INSS. Nossa medida provisória vai ajudar a corrigir esses problemas. Nós temos que ficar de olho, porque as fraudes são em todas as instâncias. Estamos vendo a questão das pensões, que são roubadas, fraudadas. CPMI já! Nós temos que apurar, punir os culpados e aprovar essa MP.
  • 07/08/2025

    A Deputada declarou apoio à aprovação da Medida Provisória nº 1.296, de 2025, afirmando que os requerimentos apresentados faziam parte de uma obstrução considerada necessária, mas superada após acordo entre Líderes para pautar a proposta de emenda à Constituição que extingue o foro privilegiado e, na sequência, a proposta de anistia. Também comemorou a obtenção de 41 assinaturas para o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes e reforçou a importância da matéria em votação. Ademais, defendeu a instalação da CPMI do roubo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), informando que integrará a comissão.

    Palavras-chave oficiais: Apoio político,Medida provisória,Obstrução parlamentar,Acordo de lideranças,Proposta de Emenda à Constituição,extinção,Foro privilegiado,anistia,Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, como eu já afirmei aqui, a nossa intenção é a aprovação dessa medida provisória. Os requerimentos eram devidos a uma obstrução necessária, no entanto superada pela grande vitória que tivemos aqui na Câmara com o acordo feito entre os Líderes para que se paute a PEC do fim do foro privilegiado e em seguida a anistia, além da vitória de termos alcançado 41 assinaturas para o impeachment de Alexandre de Moraes. Nós queremos que seja votada a matéria, porque ela é muito importante. Nós queremos também a instalação da CPMI do roubo do INSS, da qual eu farei parte.
  • 17/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação da subemenda de redação apresentada às emendas do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental; regulamenta o inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição Federal; altera as Leis nºs 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e 9.985, de 18 de julho de 2000; revoga dispositivo da Lei nº 7.661, de 16 de maio de 1988; e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda,Emenda de redação,Redação legislativa,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. A Minoria vota favoravelmente à redação final. A Minoria está aqui acompanhando a bancada do roubo do INSS, do lado de lá. A única coisa que está sendo derrotada hoje é a narrativa deles, pois o projeto é muito bom. Eles dizem, por exemplo, em relação ao último destaque, que se está tirando o IBAMA, como se os órgãos estaduais, os órgãos locais de fiscalização de meio ambiente não servissem para nada. Vamos lembrar que nós temos que fazer cada vez mais com que o poder, o dinheiro, os recursos vão para as cidades, para os Municípios, onde estão as pessoas. O projeto é muito bom. Parabéns ao Relator! E parabéns a V.Exa. pela condução, até esta hora, mantendo-nos aqui firmes, votando projetos importantes para o País!
  • 17/07/2025

    A Deputada defendeu o projeto de flexibilização do licenciamento ambiental, Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, afirmando que o problema atual não está na lei, mas na má aplicação por agentes públicos. Afirmou que responsabilizações que não ocorrem não se devem à legislação vigente, e sim à ineficiência na sua execução. Ressaltou que a nova proposta não beneficia grandes mineradoras com autodeclaração e elogiou a atuação da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado por incluir essas empresas no texto da lei. Concluiu a nova legislação vai contribuir positivamente para o desenvolvimento do País.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Licenciamento ambiental,regulamentação,Obra pública,Licença prévia,Defesa

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, muitas vezes, é melhor você ter uma boa lei aplicada por excelentes pessoas, por pessoas bem-intencionadas, por bons agentes públicos, do que ter uma ótima lei aplicada por pessoas ruins. O que foi colocado agora da tribuna, opondo-se a essa mudança, mostra que simplesmente a legislação tem sido mal aplicada. Se as pessoas estão escapando das suas responsabilidades, não é por conta da lei, é por conta da má aplicação da lei. Essa lei que estamos votando hoje em nada muda a questão das grandes mineradoras, que não vão fazer autodeclaração. Eu quero parabenizar a Frente Parlamentar pelo Livre Mercado, que muito trabalhou para trazer as mineradoras para o texto, para que nenhum empreendimento ficasse fora dessa nova legislação que muito vai ajudar... (Desligamento do microfone.)
  • 17/07/2025

    A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental, regulamenta o inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição Federal; altera as Leis nºs 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e 9.985, de 18 de julho de 2000; revoga dispositivo da Lei nº 7.661, de 16 de maio de 1988; e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, como Presidente interina da Frente Parlamentar Mista pelo Livre Mercado, quero dizer que negociamos muito com o Relator, inclusive para a inclusão do setor de óleo, gás e mineração. Nós precisamos votar este projeto. Somos favoráveis a ele.
  • 16/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo do Projeto de Lei nº 1.872, de 2025, que cria e estrutura o Fundo de Fortalecimento da Cidadania e Aperfeiçoamento do Ministério Público da União e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Minoria orienta "não". Nós não podemos, de forma alguma, votar em criação de fundo, em aumento de fundo, num momento em que estamos sendo completamente violados nas nossas prerrogativas. A gente não tem que fortalecer outros Poderes. A nossa obrigação é fortalecer este Poder aqui, que é o Poder que representa o povo brasileiro. Então, o voto é "não".
  • 16/07/2025

    A Deputada declarou que o Congresso sofreu um golpe com decisões do Supremo Tribunal Federal que invadiram prerrogativas do Parlamento. Citou casos como a anulação do marco temporal das terras indígenas, a suspensão de um decreto sobre o IOF e a manutenção de ação contra o Deputado Ramagem como exemplos de interferência do Judiciário. Criticou o Ministro Alexandre de Moraes por ações que desrespeitaram a Constituição e silenciaram o Legislativo. Defendeu a instalação da CPI do abuso de autoridade e o fim do foro privilegiado. Afirmou que é preciso dar uma resposta institucional, sem ataques pessoais, e pediu união entre os parlamentares para reagir. Por fim, cobrou o Senado e defendeu o impeachment do Ministro Alexandre de Moraes.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),interferência,competência,Poder Legislativo,Abuso de autoridade,Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Presidente. E eu quero começar exatamente me dirigindo a V.Exa., Presidente desta Casa, homem que ocupa a terceira cadeira na linha presidencial. Ser Chefe de Poder, realmente, é uma honra e traz muita responsabilidade. E nós, como membros deste Parlamento, esperamos que V.Exa. tome providências junto com o Presidente do Congresso, o Senador Davi Alcolumbre, para bem representarem aqueles que aqui representam o povo brasileiro. Esta Casa tomou um golpe hoje. O povo brasileiro tomou um golpe, um golpe terrível que faz a gente lembrar que, na Venezuela, o Supremo de lá fechou o Congresso até que eles aprendessem a legislar de forma civilizada, de forma democrática. E o Supremo ocupou, Deputado Osmar Terra, as funções do Parlamento. Não é diferente do que está acontecendo aqui: a Casa só não está fechada fisicamente, mas votamos o marco temporal e ganhamos por uma margem gigantesca na Câmara e no Senado; o Presidente Lula derrubou a nossa lei; nós derrubamos o veto, mas o Supremo catou a bola e disse: "Está comigo!" E o Supremo está até hoje fazendo audiência pública, chamando índio, fazendo de conta que pode legislar. Agora ocorreu o mesmo com o IOF: nós suspendemos o decreto do Executivo, que extrapolava suas funções, com base no art. 49 da Constituição. Porém, no Supremo, o Ministro Alexandre catou a bola do jogo e mandou o Executivo e o Legislativo irem lá: "Vamos fazer uma audiência. Venham aqui se explicar para mim". A audiência não deu em nada. Só serviu para o Ministro Alexandre mostrar que é ele que manda. Com uma canetada, ele calou o Congresso Nacional. Isso é uma vergonha! Lembro também o caso do nosso colega Deputado Ramagem. Nós mandamos cumprir a Constituição. É prerrogativa da Câmara sustar ação contra um Deputado Federal. E a ação é una, é uma só. Quem está na ação vai ter o mesmo destino. O Supremo fez o quê? Ignorou a prerrogativa do Parlamento em relação ao Parlamentar. E, assim, de violação em violação, a gente acorda e vem para cá fingir que vive em uma democracia. É hora de darmos uma resposta institucional a isso. A gente não quer ficar aqui xingando Ministro. A gente quer uma resposta institucional. Os colegas que me antecederam citaram aqui algumas medidas que podemos tomar, como a CPI do abuso da autoridade. Há muito tempo, o requerimento de criação dessa CPI está pronto para ser lido, para que a CPI possa ser instalada. Vamos fazer essa CPI! Enquanto nós não a fazemos, outros estão agindo. A Sessão 301, lá dos Estados Unidos, está sendo aplicada agora ao Brasil. Instituições que não combatem a corrupção e que não respeitam as garantias e os direitos fundamentais serão, sim, fiscalizadas por aqueles que defendem as garantias fundamentais e que combatem a corrupção. Há outra coisa urgentíssima que, para mim, é a primeira da lista: o fim do foro privilegiado. A PEC que trata desse tema já veio do Senado, Deputada Adriana Ventura. Ela está aqui há quanto tempo, esperando para ser votada? O que falta para que ela seja votada? É sério: falta o quê? Essa PEC vai retirar a arma mais forte que os Ministros têm contra os Senadores e os Deputados, que morrem de medo de serem investigados, condenados... Vamos retirar deles a competência para nos julgar. Vamos ser julgados pelos juízes de primeira instância. Se essa PEC não está perfeita, porque muitos acham que o julgamento não deveria começar na primeira instância, mas na segunda ou numa corte superior, tudo bem! A gente vota a PEC e depois corrige, arruma o que precisa ser arrumado, com outra PEC. Deputado Sanderson, Deputado Rodolfo Nogueira, o que não dá é para esta Casa ficar de joelhos, como tem ficado, permitir que as nossas prerrogativas sejam jogadas na lata do lixo e consentir que o povo brasileiro não tenha um Congresso para representá-lo. Nós não temos que brincar de democracia. Nós temos que exercer a democracia. Nós temos que exercer o nosso papel, o que, hoje, o Supremo está nos impedindo de fazer, por meio do Ministro Alexandre de Moraes. Ele promove uma violação atrás da outra. Cala advogado, que está lá exercendo a sua função. Eu, como advogada, pergunto: "OAB, cadê você?" O Dr. Chiquini foi calado, durante o interrogatório, na defesa do seu constituinte, o Filipe Martins, um verdadeiro herói brasileiro, que não cedeu à tortura, à prisão, para delatar coisa inventada. Ele tem resistido a tudo bravamente. O que está acontecendo, então, com o Presidente Bolsonaro, com o General Braga Netto, com o General Heleno? Essas pessoas honradas estão sendo julgadas com total desrespeito à lei e à Constituição. Elas nem tinham que estar no Supremo, porque elas não têm foro privilegiado, esse foro que eu quero que acabe para todo mundo. Chega! Alguém aqui votou no Ministro Alexandre de Moraes para ele ser imperador do Brasil? Meus amigos, não dá para ficarmos calados, omissos, ou ficarmos reclamando, murmurando pelos cantos! A resposta tem que ser institucional. Vamos nos unir! Vamos dar essa resposta! O Senado tem que parar de se acovardar. Impeachment de Alexandre de Moraes já! Impeachment já!
  • 16/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.872, de 2025, que cria e estrutura o Fundo de Fortalecimento da Cidadania e Aperfeiçoamento do Ministério Público da União e dá outras providências. Além disso, criticou a decisão do Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que suspendeu a revogação do decreto presidencial sobre o aumento do IOF, aprovada por ampla maioria no Congresso. Conclamou os Presidentes da Câmara e do Senado a reagirem em defesa do Congresso Nacional.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Minoria parlamentar Ministro do Supremo Tribunal Federal,Decisão,Congresso Nacional,Revogação,Decreto presidencial

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Minoria é totalmente favorável à retirada de pauta. Já éramos contra este projeto e agora nós temos um motivo muito maior para ser a favor da retirada de pauta de um projeto que cria cargos, que aumenta funções no Superior Tribunal de Justiça, quando o Supremo Tribunal Federal acabou de nos dar um golpe. Eu quero dizer que, sim, houve um golpe, que está havendo um golpe, um golpe contra o povo brasileiro, um golpe contra a democracia, um golpe contra este Congresso. Eu pergunto: o que nós estamos fazendo aqui? Mais de 380 Deputados votam pela suspensão do decreto do IOF, o Senado vota, e aí, com uma canetada, o Ministro Alexandre de Moraes simplesmente faz com que o decreto volte a valer, suspende, cancela, anula, joga na lata do lixo a decisão deste Congresso! Nós esperamos que V.Exa., como Presidente da Câmara, e o Senador Davi Alcolumbre, o Presidente do Senado, representem este Congresso. Nós estamos aqui para apoiá-los, ao representarem o Congresso.
  • 16/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 8.262, de 2017, que dispõe sobre a retirada de invasores de propriedade privada.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PL orienta "sim". Esse projeto representa o respeito a um princípio basilar que está, inclusive, garantido pela nossa Constituição, que é a propriedade privada. Nós não aguentamos mais ver as invasões e o apoio que os invasores têm recebido desse Governo. Esse Governo apoia invasor de terra. Ele não ajuda em nada. Ele coloca dificuldade para o proprietário. Está na hora de este Congresso dar uma resposta firme, forte e coerente com o direito à propriedade. O voto é "sim"!
  • 16/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 3.935, de 2008, que acrescenta arts. 473-A a 473-C à Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para regulamentar a licença-paternidade a que se refere o inciso XIX do art. 7º da Constituição Federal.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Minoria é favorável a este projeto. Nós realmente achamos que é muito importante o aumento do prazo da licença-paternidade. É fundamental que o pai esteja, principalmente ao lado mãe, ajudando, contribuindo nos primeiros dias, e o vínculo com a criança é muito importante. Então, nós somos favoráveis a essa ampliação. Sabemos que o prazo ainda será discutido na votação do projeto, mas somos favoráveis à urgência.
  • 16/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 785, de 2024, que altera a Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, para instituir o Exame Nacional de Proficiência em Medicina, a ser regulamentado em provimento do Conselho Federal de Medicina, como requisito para o registro de médicos nos Conselhos Regionais de Medicina e para o exercício da profissão médica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Minoria orienta "sim". Nós achamos que é muito importante, esse é um clamor dos médicos, do CFM, para que possa haver realmente essa proficiência médica. Um número imenso de universidades, de faculdades de Medicina foi criado sem que a qualidade fosse averiguada. Esse exame vai trazer segurança para os pacientes, vai trazer segurança para a população. O voto é "sim".
  • 16/07/2025Breves Comunicações

    A Deputada criticou a anulação das condenações do doleiro Alberto Youssef pelo Ministro Dias Toffoli, afirmando que isso representa o desmonte da Lava Jato e o retorno dos corruptos ao cenário político. Denunciou que o Brasil corre risco de sofrer sanções dos Estados Unidos por omissão no combate à corrupção, via Seção 301. Por fim, disse que enquanto Bolsonaro é perseguido, corruptos saem impunes, e o país se torna "pária internacional".

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Operação Lava Jato,Preso,Condenação criminal,anulação,Crítica Estados Unidos,Tributação,Taxa,Produto nacional,Importação,Brasil,Corrupção,omissão

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    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Hoje, o que me traz a esta tribuna é a decisão do Ministro Dias Toffoli de anular — anular! — toda a condenação, todo o processo do doleiro Alberto Youssef na Operação Lava-Jato. Anulou tudo, tudo. Um a um, os condenados, os corruptos, aqueles réus confessos que roubaram, desviaram milhões, bilhões, que deram dinheiro a partidos políticos, a políticos, ao petrolão, ao mensalão... Tudo está sendo desmanchado pelo Ministro Dias Toffoli. Agora, se alguém acha que isso vai ficar assim, que vai ficar barato, é bom saber que os Estados Unidos lançaram mão, agora, da Seção 301, que é uma ferramenta que eles utilizam contra países cujas instituições deixam de combater a corrupção. Isso afeta, obviamente, também os contratos feitos com empresas americanas. Com essa Seção nº 301, Sr. Presidente, eles poderão fiscalizar contratos, fiscalizar as próprias instituições, fiscalizar aquilo que elas estão fazendo aqui e que geram efeitos lá fora. O Brasil, deixando de fiscalizar e de punir a corrupção, será considerado cúmplice da corrupção e é o Brasil que será investigado. Nós estamos sendo jogados no fundo do poço e nos tornando internacionalmente verdadeiros párias. Meu Deus, que tristeza que isso dá na gente! Se, de fato, houve excessos na Lava-Jato, eles poderiam ter sido corrigidos. O que estão fazendo é destruir o movimento que deu ao brasileiro, Deputado Dr. Frederico, a ilusão e a esperança de que os corruptos seriam julgados, seriam condenados e presos neste País. Mas hoje a gente sabe que isso não acontece mais. Enquanto o Presidente Bolsonaro está sendo vítima de linchamento — ele não está sendo processado ou julgado, como ele mesmo diz —, os corruptos estão saindo pela porta da frente do tribunal, tudo ficha limpa, tudo voltando, inclusive, a concorrer na vida pública. Eles querem ocupar mais cadeiras neste Parlamento. A corrupção está assolando este País, destruindo a esperança do povo brasileiro, jogando o Brasil no fundo do poço, trazendo essa vergonha para nós que amamos o Brasil e que não concordamos em passar um pano para a corrupção. É lamentável! Sr. Presidente, eu peço que as minhas palavras possam reverberar no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigada.
  • 16/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do Art. 165, contido no Art.1º do substitutivo apresentado à Proposta de Emenda à Constituição nº 66, de 2023, que institui limite para o pagamento de precatórios pelos Municípios, abre novo prazo de parcelamento especial de débitos dos Municípios com seus regimes próprios de previdência social e com o Regime Geral de Previdência Social e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Proposta de Emenda à Constituição,Minoria parlamentar,liberação

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    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, nós do PL respeitamos o povo brasileiro e somos contra essa gastança desenfreada. Nós tentamos "despiorar" o texto da PEC e impedir que o Lula e o PT tivessem mais dinheiro para gastar sem transparência, sem limite, sem compromisso com a austeridade fiscal. Nós também respeitamos os servidores públicos. Eu estou ouvindo o PT nos atacar. Eles dizem tanto que cuidam dos servidores, que protegem os servidores, mas hoje estão enfiando a faca nas costas dos servidores públicos, os servidores municipais e estaduais, servidores que receberiam seus precatórios e que agora ficarão a ver navios, chupando o dedo, pois só Deus sabe quando receberão esses precatórios. Tudo isso está sendo feito para cuidar dos Municípios, dos Prefeitos. O.k. É preciso fazer uma opção. Alguns optaram por resolver questões de contas de gestões fracassadas, caóticas, ou de Prefeitos que receberam uma herança maldita. Nós optamos por cuidar dos mais vulneráveis, dos servidores, dos idosos, dos pensionistas, pessoas que nunca recebem seus precatórios. A Minoria libera a bancada, Presidente.
  • 15/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do Art. 165 contido, no Art.1º do substitutivo apresentado à Proposta de Emenda à Constituição nº 66, de 2023, que institui limite para o pagamento de precatórios pelos Municípios, abre novo prazo de parcelamento especial de débitos dos Municípios com seus regimes próprios de previdência social e com o Regime Geral de Previdência Social e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Proposta de Emenda à Constituição,Oposição política,Voto contrário

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    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Oposição, Presidente, orienta o voto "não". Este destaque do Partido Novo é muito importante, pois contempla parte daquele nosso destaque que foi retirado. Ele vai impedir um cheque em branco para o Governo, que nunca corta gastos, que nunca explica em que está gastando, que coloca sigilo em todas as suas despesas. Este destaque vai impedir que o Governo, em ano eleitoral, tenha mais de 12 bilhões para gastar livremente, sem nenhum compromisso com o Fisco, com a economia, com o corte de gastos e com a austeridade fiscal. Zero compromisso! Nós não podemos concordar com isso. É por isso que nós precisamos aprovar este destaque do NOVO, que é muito importante. Quem não quer Lula e PT com dinheiro a rodo para gastar fora do arcabouço, sem ter que dar explicação alguma, aprove este destaque do NOVO. Os Municípios já se resolveram hoje. Os Prefeitos já resolveram seus problemas. Se você é municipalista, o.k., isso já está resolvido. Porém, para que dar este "dinheirinho" — 12 bilhões — para Lula gastar ao seu bel-prazer, sem transparência, sem austeridade? Orientamos o voto "não".
  • 15/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação da expressão "considerados os créditos suplementares e especiais incorporados ao limite de despesa de 2025, e", do § 18-A, art. 165, da CF/88, constante no art. 1º do substitutivo apresentado à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 66, de 2023, que institui limite para o pagamento de precatórios pelos Municípios, abre novo prazo de parcelamento especial de débitos dos Municípios com seus regimes próprios de previdência social e com o Regime Geral de Previdência Social e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Substitutivo,Proposta de Emenda à Constituição,Minoria parlamentar,Voto contrário

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    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Minoria, Presidente, orienta "não". Ficou muito claro que estão querendo entregar de bandeja para o Governo, sem nenhuma justificativa, um aumento de limite. Estão aumentando o limite e entregando 12 bilhões de reais para o Governo, para ele gastar como bem entender, sem nenhuma justificativa, mais uma vez criando possibilidade de ferir, ultrapassar, ignorar o arcabouço. Então, a Minoria orienta "não".
  • 15/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação da emenda de comissão apresentado à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 66, de 2023, que institui limite para o pagamento de precatórios pelos Municípios, abre novo prazo de parcelamento especial de débitos dos Municípios com seus regimes próprios de previdência social e com o Regime Geral de Previdência Social e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de comissão,Proposta de Emenda à Constituição,Minoria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar

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    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Minoria libera a bancada. Eu quero dizer que voto "não" pelo fato de que, na CCJ, nós entendemos pela inconstitucionalidade deste dispositivo. Nós o retiramos do texto e vamos liberar a bancada porque compreendemos que parte dela é favorável à matéria.
  • 15/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação, em primeiro turno, do Substitutivo à Proposta de Emenda à Constituição nº 66, de 2023, que institui limite para o pagamento de precatórios pelos Municípios, abre novo prazo de parcelamento especial de débitos dos Municípios com seus regimes próprios de previdência social e com o Regime Geral de Previdência Social e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Primeiro turno,Proposta de Emenda à Constituição,Minoria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar

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    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. A Minoria vai liberar a bancada, que realmente está dividida. Eu, pessoalmente, voto contra porque entendo que não podemos, para arrumar as contas dos Municípios, mais uma vez, colocar o ônus sobre os ombros dos servidores, daquelas pessoas que lutaram anos, décadas, às vezes, para conseguir uma decisão judicial favorável, ter direito a um precatório e que agora, mais uma vez, serão prejudicadas. Muitos Parlamentares estão focados na reorganização das contas dos Municípios, e nós temos que respeitar esse ponto de vista. Por isso, Presidente, a Minoria libera a bancada.
  • 14/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.694, de 2015, que altera a Lei n° 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre a execução indireta de atividades desenvolvidas nos estabelecimentos penais, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,PL (partido político),Minoria parlamentar,Voto favorável

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    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu gostaria, inicialmente, de ressaltar que, quando esse projeto passou pela CCJ, o Deputado Capitão Alberto Neto levantou algumas inconstitucionalidades quanto ao que seriam atividades típicas do Estado. Do jeito que veio o substitutivo, com a redução que houve, ele não tem nenhuma inconstitucionalidade, não oferece nenhuma afronta a essa questão de atividade típica do Estado. Então, o que ficou aqui foram serviços de assistência material, assistência em saúde, assistência jurídica, educacional, social e religiosa, apoio na movimentação interna de presos e apoio no serviço de monitoramento e rastreamento de presos por dispositivo eletrônico autorizado por lei, que são as tornozeleiras eletrônicas. Quero dizer também que é claro que, se algo vai mal, a gente tem que tentar mudar, para ver se o resultado pode ser melhor do que aquilo que a gente tem hoje. E existe, inclusive em Minas Gerais, o exemplo do Complexo Penitenciário de Ribeirão das Neves, que é um modelo de parceria público-privada. Eu não conheço esse complexo diretamente, mas sempre ouço falar muito bem dele, que é um dos melhores complexos penitenciários do País e está sob um modelo de construção e gestão de sistema penitenciário diferente do modelo público. Então, nós somos favoráveis a esse projeto. É por isso que o PL e a Minoria orientam "sim". Obrigada.
  • 14/07/2025

    A Deputada criticou a condução do Presidente Lula diante do tarifaço anunciado por Donald Trump. Afirmou que, ao contrário de outros líderes, Lula não buscou diálogo com os Estados Unidos, optando por uma postura ideológica que prejudica o agronegócio, as exportações e o emprego no Brasil. Também acusou o Presidente de isolar o País internacionalmente e adotar alianças com regimes autoritários. Além disso, reprovou ainda o veto ao projeto que criava o Dia da Amizade Brasil-Israel e afirmou que o Governo ignora os interesses do povo em nome de sua agenda política.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Política externa,Estados Unidos,Tarifa,Tributação,Importação,Produto nacional,Diálogo,Ideologia política,Autoritarismo,Agronegócio,Economia,Soberania nacional,Israel

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    A SRA. BIA KICIS (Bloco/PL - DF. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Srs. colegas, desde que o Presidente Donald Trump baixou o tarifaço na semana passada, o Presidente Lula é o único governante do mundo — talvez fosse melhor o chamarmos de desgovernante do mundo — que não abriu nenhum canal de diálogo, nenhum canal de conversa com o Presidente Trump, com os Estados Unidos, nem diretamente, nem por meio da sua diplomacia. Nada, nada! O Presidente Lula prefere "lacrar" junto da Esquerda, junto do PT, seu partido, numa atitude que mais parece de grêmio estudantil, em vez de se preocupar como isso vai afetar o povo brasileiro, o agronegócio, a exportação, a questão do desemprego, entre tantas outras coisas. O povo brasileiro, com toda a razão, está assustado, porque se vê completamente à deriva, sem ninguém que tome as rédeas desta situação. Se fosse no Governo Bolsonaro, obviamente Bolsonaro estaria conversando nos moldes do Presidente da Argentina, Milei, que conseguiu zerar a taxa de importação de praticamente 80% dos produtos argentinos. Lula, não! Lula prefere ficar afrontando, "lacrando", fazendo gracinha, coisa que não tem a menor graça, contra o Presidente americano, contra a moeda americana no BRICS, querendo conclamar os parceiros do BRICS a contratarem e a negociarem utilizando outra moeda que não seja o dólar, enquanto, por outro lado, envia seu Vice-Presidente, Geraldo Alckmin, para negociar. Esse duplo padrão é para enganar os tontos. Ele fica "lacrando" aqui e coloca o Vice para negociar debaixo dos panos. Como é que um país desses pode ter o mínimo de credibilidade?! Está nos bastidores: Geraldo Alckmin tenta negociar, e Lula, por cima, continua "lacrando", já que ele não faz outra coisa a não ser "lacrar" e acusar Bolsonaro. Imaginem se o culpado por esse tarifaço fosse alguém que não está no Governo do Brasil! Isso é muito absurdo, muito bizarro, muito ridículo! Nós precisamos mostrar que a grama é verde, pois a Esquerda, infelizmente, não tem nenhuma conexão com a realidade nem com os fatos. Nós realmente precisamos colocar os pingos nos is e mostrar que estamos preocupados com o povo brasileiro. Nós, representantes do povo, estamos extremamente preocupados. O Brasil está à deriva, e Lula continua se unindo aos piores ditadores, ao que há de pior, lançando o Brasil no fundo do poço. Este é um comportamento de grêmio estudantil! Lula se une ao Irã, à Venezuela, à Coreia do Norte, à Nicarágua, à China, ao pior que existe, apenas modelos de ditadura, países que não respeitam a liberdade de expressão. Ele quer o quê? Ele quer que uma democracia como os Estados Unidos, de Donald Trump, diga-se de passagem, ache bonito, concorde? É claro que não vai concordar! O Lula precisaria se desculpar por todos os ataques que fez ao Donald Trump, aos Estados Unidos, chamando-o de fascista, chamando-o de nazista. Ele abriu o Brasil para receber navio iraniano, apesar da posição contrária dos Estados Unidos. Sabe-se lá o que esse navio veio fazer aqui! Estão com a suspeita de que levou urânio daqui. Infelizmente, o Brasil se tornou um anão diplomático. Isso é uma vergonha e nos causa muita tristeza. Recentemente, o Lula foi orientado — e assim procedeu — a vetar o projeto de lei que cria o Dia de Celebração da Amizade Brasil-Israel. Deputado Cabo Gilberto, o Lula vetou. Lá atrás, a Dilma vetou o nome de um indicado para assumir a Embaixada de Israel no Brasil, dizendo que não concordava com sua política de assentamentos. Sabem qual foi o castigo desse embaixador que não foi acreditado aqui? Virou embaixador em Washington. Esse foi o castigo dele. Caiu para cima, graças a Deus! Agora o Lula quer falar em lei de reciprocidade? Ele gosta tanto de falar em vira-lata. Então, eu vou dizer aqui: é um vira-latinha que está querendo desafiar um pitbull. É tão absurdo isso! Qual será a reciprocidade que nós aplicaremos contra os Estados Unidos? Ele não tem noção do ridículo? Não tem noção do seu tamanho? Não adianta vir falar em soberania, não. Vamos lembrar que o Lula sempre defendeu a Pátria Grande, sempre defendeu que o Brasil se curvasse à Pátria Grande, às normas, às regras, aos ditames da Pátria Grande, ignorando e passando por cima da soberania do Brasil. Será que ele mudou de ideia? Ele é um dos fundadores, inclusive, do Foro de São Paulo. Tudo que eles querem é a Pátria Grande. Então, é papo furado essa história de que eles estão preocupados com a soberania. Eles não estão preocupados com a soberania. Eles não estão preocupados nem com o Brasil nem com o povo brasileiro — querem que ele se exploda! O que o Lula quer mesmo é uma taxação cada vez maior, para depois dizer que o Brasil derreteu e que a economia acabou por culpa do tarifaço do Trump, sendo que o Brasil já está acabado, destruído, derretido agora. Vejam as contas públicas! Vejam o débito do Brasil! Sr. Presidente, eu encerro aqui. Antes, peço a V.Exa. que as minhas palavras sejam reverberadas no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação da Casa, para ficar muito claro de quem é a culpa desse tarifaço: é do Lula, do seu desgoverno e da sua incapacidade de negociar. Pelo amor de Deus, coitado do pobre povo brasileiro!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.