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Detector de Bananada
Foto de André Fernandes

Deputado · Câmara

André Fernandes

PL · CE

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: André Fernandes de Moura · 28 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 82 de 100, Cara Bom0406080100

82/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 71% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 82%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 87%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 24%das 636 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 93%das 524 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.andrefernandes@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5981
Gabinete
Gabinete 981, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 345 de 361 sessões

Melhor que 60% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

82%

Registrou voto em 830 de 1.014 votações nominais

Melhor que 51% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 99 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 82 em andamento · 15 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

24%

Em 636 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 7% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

157 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 27/05/2026.

  • 25/04/2023

    Narrativa falaciosa de Deputado da Esquerda a respeito do posicionamento do orador sobre os atos de vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República. Não assinatura pelo Parlamentar esquerdista do requerimento de criação da CPMI para investigação do caso.

    Palavras-chave oficiais: Ato antidemocrático,Vandalismo,manifestação,Brasília (DF),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Deputado federal,Esquerda política Ativismo judicial

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu fui acusado aqui injustamente, Sra. Presidente, e tive meu nome citado pelo Deputado que me antecedeu, que disse que eu estava incitando os atos do dia 8 de janeiro. No dia 5 de janeiro, saiu reportagem em toda a imprensa dizendo que, naquele fim de semana, aconteceria o primeiro ato contra o Governo Lula. Eu participo de atos desde 2014, atos que, até então, sempre tinham sido pacíficos. Sim, eu disse que haveria ato contra o Governo Lula, assim como, no começo do ano, eu disse que seria oposição e que estaria assumindo em fevereiro para fazer oposição ao Governo Lula, o que é legítimo. É pena que o Deputado suba à tribuna para criar uma narrativa falaciosa e mentirosa, ao dizer que eu fiz chacota daqueles atos de vandalismo! O que fiz e faço novamente aqui quantas vezes forem necessárias foi uma crítica ao ativismo judicial no Brasil. Eu disse: "Quem rir vai preso", até porque não é preciso mais tipificação penal para prender um opositor. Deputado, por que V.Exa. ainda não assinou o pedido de criação da CPMI? (Desligamento automático do microfone.)
  • 25/04/2023

    Alerta à comunidade cristã sobre as consequências da eventual aprovação do Projeto de Lei nº 2.630, de 2020, acerca da instituição da Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet (projeto de lei das fake news).

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Notícia falsa (fake news),Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet,Censura,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sra. Presidente. Muito me preocupa esse PL que está prestes a ser votado nesta Casa. Meus amigos — eu falo agora com meus amigos em Cristo, meus irmãos em Cristo, povo cristão do nosso Brasil —, hoje nós temos a liberdade de dizer o que está na Bíblia, de pregar o que está na Bíblia, sem ter nenhuma agência reguladora atravessando o nosso caminho e nos proibindo. Hoje, eu posso dizer que aborto é um crime, é um absurdo. Mas uma agência, composta por pessoas escolhidas a dedo pelo Governo Lula, poderão repetir o que o próprio Lula diz: que é questão de saúde. Ou eu posso dizer que é um absurdo o uso de drogas, a venda de drogas, mas alguém do Governo Lula pode dizer que isso não é caso de polícia. Hoje, eu posso ir às redes sociais e dizer que não herdarão o Reino dos Céus os imorais, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os homossexuais, mas, daqui a pouco, eu não vou mais poder pregar a palavra de Deus nas redes sociais. Muito cuidado!
  • 25/04/2023

    Contrariedade à votação de requerimento de apreciação em regime de urgência do Projeto de Lei nº 2.630, de 2020, sobre a instituição da Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet (projeto de lei das fake news).

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Notícia falsa (fake news),Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nobres Parlamentares, volto a pedir 1 minuto de reflexão de V.Exas. que aqui estão para que pensem em por que estão nesta Casa. V.Exas. estão aqui para representar o povo, estão aqui para representar todos aqueles que votaram em V.Exas., e eles esperam posicionamentos aqui que sejam vinculados às ideias deles, que representem os princípios deles e a religião deles. Este Parlamento — pasmem, senhores! — está prestes a votar uma matéria, um requerimento de urgência para um projeto do qual nem sequer o texto tivemos acesso ainda. Repito: nós nem sequer tivemos acesso ao texto do projeto ainda! Eu estou falando aqui do PL da censura. É muito bonito alguém dizer que é contra fake news, que é contra mentiras. Ora, eu sou contra mentiras. O meu Deus é contra mentiras. Aliás, está na Bíblia que não herdarão o reino dos céus os mentirosos. Mas quem vai julgar o que é e o que não é mentira? Um possível texto do projeto que ainda não é o oficial diz que o Governo é quem irá criar um conselho para fiscalizar as redes sociais. Aí é muito bonito, Deputado Giovani Cherini, Deputado Luiz Lima, do Rio de Janeiro, Deputado Delegado Caveira, Deputado Marcon. Coloquem nas redes sociais: "Vamos fazer o impeachment do Lula", sendo que o Lula está, Brasil afora, dizendo que o impeachment da Dilma foi um golpe. Hoje, existe, digamos assim, uma regra binária dentro das redes sociais. Se você postar uma foto com seu filho ou sua filha de 1 ano ou 2 anos de idade pelados, as redes sociais não querem saber se é sua filha, se é sua amiga, se é uma vizinha ou seja lá o que for. É proibido postar criança mostrando nudez, então a rede social derruba a postagem. Por quê? Ou está com roupa ou não está com roupa. Existe também hoje a questão dos direitos autorais. Se eu subo um vídeo ou um áudio cujos direitos autorais pertencem a alguém, a plataforma vai detectar. Tem direito autoral, derruba. Não tem direito autoral, é conteúdo original, então elas mantêm. Agora, quem é que vai julgar, quando o Deputado André Ferreira, em Pernambuco, for a algum lugar e disser: "Pessoal, é inadmissível que um corrupto continue gerindo o Brasil. Vamos votar a favor do impeachment?" É o Governo Lula que vai julgar se o que o Deputado André Ferreira estava falando lá sobre o impeachment que tem previsão constitucional ou sobre um golpe, como o Governo tem dito, inclusive nas plataformas oficiais do próprio Governo. Senhores, V.Exas. têm que entender que este é um assunto sério. E é tão sério, tão sério, que é inadmissível que votemos hoje este requerimento de urgência sem nem sequer termos tido acesso ainda ao texto. É isso, Sr. Presidente. Muito obrigado.
  • 25/04/2023Breves Comunicações

    Contrariedade à votação de requerimento de tramitação em regime de urgência de projeto de lei constante na pauta.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Notícia falsa (fake news),contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Faço um apelo a todos os Deputados que estão neste momento em seus gabinetes, para uma rápida reflexão. Estamos prestes a votar o requerimento de urgência de um projeto a que sequer tivemos acesso, um projeto debatido desde a legislatura passada. Eu fui eleito na última eleição, não tive tempo de debater o projeto. Mesmo que se trate, digamos assim, de uma mera urgência, para que serviria este Parlamento, se nós não vamos debater a matéria? Como eu vou votar a urgência de uma matéria cujo texto eu não vi ainda? Povo brasileiro, veja como isso é absurdo! Este Parlamento não pode se submeter a isso, Sr. Presidente. O que eu peço é uma rápida reflexão. Não votemos algo que não foi estudado e debatido. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 19/04/2023Breves Comunicações

    Vinculação direta entre o posicionamento do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contrário à abertura da CPMI destinada à investigação de atos antidemocráticos praticados contra as sedes dos Poderes da República, e a facilitação do acesso de manifestantes às instalações do Palácio do Planalto pelo Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Marco Edson Gonçalves Dias. Defesa da abertura de processo de impeachment contra o Presidente da República.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Governo federal,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Sigilo,Imagem,Vídeo,invasão,Palácio do Planalto (Brasília, DF),Vandalismo,Manifestação pública,participação,Ministro-Chefe,Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI-PR),Apoio político,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Impeachment,Presidente da República

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. São estarrecedoras as imagens que hoje circulam nas redes sociais e na TV brasileira. Tudo aquilo que suspeitávamos virou realidade, fato comprovado. Não se trata apenas de um Ministro do Lula — diga-se de passagem, é amigo pessoal do Lula — facilitando a entrada dos vândalos no Palácio do Planalto. Não é só isso! Há um contexto: no dia anterior, 7 de janeiro, a ABIN emitiu alertas a pelo menos 48 órgãos do Governo Federal sobre prováveis ataques que aconteceriam naquele fim de semana. A Polícia Federal, através do seu Diretor-Geral, emitiu um ofício destinado ao Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, que tomou conhecimento e encaminhou o ofício ao Governo do Distrito Federal no dia anterior aos ataques. Portanto, ele sabia de tudo que aconteceria. Na Comissão de Constituição e Justiça desta Casa, Flávio Dino disse que nada fazia sem antes deixar o Presidente Lula ciente de cada passo que ele tomava. Se Flávio Dino disse isso e oficiou o Governo do Distrito Federal, Lula estava ciente. Inclusive, Flávio Dino chegou a ir às redes sociais para dizer que a Força Nacional estaria à disposição. Entramos no dia 8 de janeiro e Lula faz uma viagem que não estava programada de manhã. Ele, em cima da hora, faz uma viagem para, na hora do crime, não estar em Brasília. O GSI, que sabia de tudo, facilita a entrada dos criminosos. Passados os dias, Lula decreta sigilo das imagens do dia 8 de janeiro. Portanto, não foi só o General Gonçalves Dias que cometeu crime, mas também Lula, pois o estava acobertando. Agora, senhores, eu estou entendendo o motivo de o Governo estar desesperado para que a nossa CPMI do 8 de janeiro não aconteça. Eu sou muito ingênuo, Sr. Presidente. Eu sou muito inocente. Eu pensei que o Governo estava querendo mais 1 semana para retirar assinaturas. Não é isso. Houve crime. O Governo sabe que houve crime. Talvez estejam tentando esconder as provas. Por que Lula decretou sigilo das imagens? Eu sempre perguntei isso nesta tribuna. Hoje, senhores, a resposta veio à tona. Brasil, não basta o Ministro-Chefe do GSI, escolhido a dedo por Lula, pedir para sair! Não basta! Não basta ele ser preso, porque, além do criminoso, havia um criminoso maior acobertando todo o crime, tentando escondê-lo. Acabou o Governo Lula! Ele tem que ser impeachmado para ontem!
  • 13/04/2023

    Presença na Câmara dos Deputados do conterrâneo do orador, Francisco Aramici, do Município de Maranguape, Estado do Ceará.

    Palavras-chave oficiais: Cidadão,Maranguape (CE),Plenário,Saudação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sra. Presidente. Quero fazer o registro da presença aqui, do meu lado, do meu grande amigo Francisco Aramici, um cearense, um patriota, um homem de bem, também conhecido lá no nosso Ceará, em todo o Estado do Ceará, como "Arasom". Francisco Aramici é um cara do bem, é trabalhador, batalhador e muito conhecido na cidade de Maranguape e em toda a região. Eu faço, com muita alegria, o registro de sua presença aqui. Meu amigo Ara, seja bem-vindo e volte sempre. Estamos juntos. Parabéns, povo cearense, por ter ao seu lado um cara como Aramici! Obrigado, Sra. Presidente.
  • 13/04/2023Breves Comunicações

    Anúncio da data da sessão do Congresso Nacional destinada à leitura do requerimento de criação da CPMI de investigação dos atos de vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República. Oferecimento, pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de emendas e cargos a Parlamentares para retirada de assinaturas do requerimento de abertura da CPMI. Promessa de divulgação dos nomes dos Parlamentares optantes pela retirada de suas assinaturas do requerimento.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),manifestação,Brasília (DF),Poderes da União,Vandalismo,criação,Defesa,Governo,retirada,Assinatura

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sra. Presidente. Nobres Parlamentares que compõem esta Casa, ouvintes da Rádio Câmara, telespectadores da TV Câmara, todos que nos acompanham nas redes sociais, foi convocada sessão conjunta do Congresso Nacional para o próximo dia 18, ao meio-dia. Como todos aqui bem sabem, sou o autor do requerimento que pede a criação da CPMI do dia 8 de janeiro, CPMI esta que tem como foco investigar todos os atos de ação e todos os atos de omissão ocorridos no último 8 de janeiro. De lá para cá, desde que protocolamos esse pedido, o Governo fez uma força-tarefa contra essa CPMI. Foi notícia em toda a grande imprensa, inclusive saiu na TV Globo, diga-se de passagem, que o Governo estaria negociando emendas e cargos de segundo escalão para Parlamentares retirarem a sua assinatura do requerimento que pede a criação dessa CPMI. E por qual motivo? Cada vez mais, com o passar do tempo, cria-se mais curiosidade no povo brasileiro. Este Parlamento fica mais curioso ainda para saber o que o Governo está querendo esconder. E, agora que a sessão foi convocada para o próximo dia 18, está rolando nos bastidores uma força-tarefa para retirar em massa assinaturas na véspera da leitura do requerimento de instalação da CPMI, ou seja, talvez ali no final da noite do dia 17. Parlamentares estão se organizando e buscando pessoas para fazer uma retirada em bloco no dia 17, para não termos mais tempo de adicionar novas assinaturas. Que fique registrado que traremos o nome desses Parlamentares, um por um, nome, partido e Estado. Vamos saber quem são os Parlamentares que estão se acovardando diante do povo brasileiro, quem são os Parlamentares que estão pedindo a benção desse Governo que está querendo sigilo, que não quer investigação e transparência dos fatos! Divulgaremos de forma individual os nomes dos Parlamentares cujos que constaram na lista por 2 meses, mas, na véspera, de forma sorrateira, covarde e canalha, retiraram suas assinaturas. Não permitiremos isso. Vamos continuar coletando assinaturas até o dia 17, e, se Deus quiser, a transparência virá à tona. Lula e Flávio Dino, preparem-se!
  • 12/04/2023Breves Comunicações

    Solidariedade à Deputada Julia Zanatta diante do assédio sexual praticado por Deputado do PCdoB do Maranhão, durante audiência realizada pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.

    Palavras-chave oficiais: Deputada federal,Vítima,Assédio sexual,Deputado federal,Violência de gênero,solidariedade,Esquerda política,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Estou triste. Parece que depois de tomarmos conhecimento do imposto do bem, do ódio do bem, do sigilo do bem, dos gastos do bem, agora surge uma nova modalidade: o assédio do bem. Senhores, o que aconteceu ontem nesta Casa, em uma Comissão que se passava ali com a presença do Ministro Flávio Dino? Um Parlamentar do Partido Comunista, PCdoB, do Maranhão, chega por trás da Deputada Julia Zanatta, "encoxando-a", como dizemos no Ceará. Eu não entendo qual a necessidade de um Parlamentar chegar colocando a cabeça dentro dos cabelos, bem pertinho. Com certeza, ele descobriu até qual era a essência do xampu e do condicionador da Deputada. Ele diz que é porque estava uma gritaria. Eu passei ontem o dia todo na Comissão. Eu vi todo o mundo gritando com todo o mundo, mas não vi ninguém falando no cangote de ninguém. Eu vi todo o mundo gritando com todo o mundo, mas não houve um ser, um cristão para chegar perto do pescoço do Cabo Gilberto Silva, do pescoço do Carlos Jordy. Não houve. Por que fez isso com a Parlamentar Julia Zanatta? Para não ficar nas palavras — esta Casa proibiu repassarmos áudios e vídeos, mas pelo menos fotos ainda são permitidas —, senhores, prestem atenção em para o que a Esquerda está passando pano! (Exibe documento.) A Esquerda está dizendo que essa atitude do Deputado comunista lá do Maranhão, aliado de Flávio Dino, de chegar à Deputada Julia Zanatta dessa maneira não é assédio. Está dizendo que não é assédio porque ele chegou para falar isso, chegou para falar aquilo. Eu vivi para ver a Esquerda e as feministas dizendo que, se for para falar um assunto aleatório, pode chegar assim, encostando por trás da mulher, enfiando a cabeça nos cabelos dela! Pode chegar falando assim, que não é assédio. É o que a Esquerda está dizendo, Sr. Presidente. Senão, vejamos: "Jandira defende que Deputada que se diz assediada seja investigada". Não é o Deputado que cometeu assédio, mas a Deputada que foi assediada que tem que ser investigada? Eu fico imaginando se fosse o Deputado Nikolas Ferreira chegando e falando assim atrás da Deputada Tabata Amaral. Já imaginou se fosse o Deputado Eduardo Bolsonaro chegando desse jeito por trás da Deputada Maria do Rosário? Estaríamos hoje contando aqui com um Deputado a menos, veríamos a imprensa fazendo um estardalhaço, com briga, com zoada. Mas chega o Deputado do PCdoB por trás, nitidamente, enfiando a cabeça nos cabelos dela, "encoxando-a". Deixo minha solidariedade à Deputada Julia e a todas as mulheres brasileiras que enfrentam esse problema diariamente. Peço também muita calma ao marido da minha amiga Julia Zanatta, muita calma e paciência nesta hora. Não consigo nem imaginar o que se passa na cabeça dele, mas imaginem, senhores, um Deputado desses, que cometeu assédio, chegando desse jeito na esposa de V.Exas. Imaginem isso! Repugnante!
  • 11/04/2023Breves Comunicações

    Regozijo com o alcance do nível máximo de águas nos Açudes Araras, Orós e Castanhão, no Estado do Ceará.

    Palavras-chave oficiais: Açude,Ceará,Comemoração,Chuva,Abastecimento de água,Crítica,Governo federal,Transposição de Águas do Rio São Francisco

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nem vou usar esse 1 minuto todo. Eu só gostaria de fazer um registro com muita felicidade. Um dos maiores açudes do nosso querido Ceará, o Açude Araras, acaba de chegar à capacidade máxima de água, 100%. Assim também está acontecendo em Orós, com 60% — é muita água —, e já chegou à capacidade máxima. O Açude Castanhão, que tem capacidade de 6,7 bilhões de metros cúbicos de água, está chegando a 30% de seu volume máximo. Quer dizer, milagres estão acontecendo no Ceará. O mês de março registrou o maior quadro chuvoso dos últimos 15 anos. Eu estou aqui para falar sobre isso de forma muito feliz. O diabo fechou o canal da transposição, mas Deus abriu as comportas do céu. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 29/03/2023

    Repúdio às mentiras e insultos do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, durante audiência na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Defesa de criação da CPMI destinada à investigação de atos de vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),esclarecimento,manifestação,Brasília (DF),Poderes da União,Vandalismo,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Parlamentares, todos os presentes na Câmara dos Deputados, minha saudação a todos. Ontem, vimos um show de pirotecnia. O Ministro Flávio Dino, em diálogo e por um acordo com a Oposição da Casa, em vez de convocado, foi convidado a vir para a CCJ. A Oposição achava que o Ministro viria aqui para agir de boa fé, e não o fez. Quando o Deputado Alfredo Gaspar fazia questionamentos, o Ministro agia com insultos. Quando os Parlamentares faziam perguntas, ele dizia: "Eu respondo se eu quiser". Ontem, na CCJ, ele veio para mentir. Bom, pelo menos é o que parece, já que o Ministro afirmou, primeiro, que não tinha sido informado de que aqueles ataques aconteceriam no dia 8 de janeiro. Ele não sabia até então. Foi o que ele afirmou, ontem, categoricamente. "Eu não sabia. E se alguém souber quem foi que me avisou, que prove". Inclusive, isso é público. Hoje, matérias em toda a imprensa mostram que no dia anterior aos ataques do dia 8 de janeiro, ou seja, no dia 7 de janeiro, o Delegado Andrei Augusto Passos Rodrigues, Diretor-Geral da Polícia Federal, encaminhou ao Ministro um ofício dizendo que havia ameaça, pessoas armadas, pessoas falando em tomar o poder, e, obviamente, pedindo para o Ministro agir. O Ministro, dentro de 2 horas, encaminhou ao Governador do Distrito Federal tudo o que o delegado lhe tinha repassado, ou seja, ele tomou conhecimento. Não só isso, vamos ser um pouco mais práticos. No dia 7 de janeiro, o Ministro publicou no Twitter, às 19h08min, um dia antes dos ataques, o seguinte: "Além de todas as forças federais disponíveis em Brasília, e da atuação constitucional do Governo do Distrito Federal, teremos nos próximos dias o auxílio da Força Nacional. Assinei agora Portaria autorizando a atuação, em face de ameaças veiculadas contra a democracia". Essa foi uma postagem do Ministro da Justiça um dia antes dos ataques. Sr. Presidente, eu vou pedir só 30 segundos para concluir. Agora, é muito estranho o Ministro vir à CCJ e dizer que não sabia, quando, ele mesmo, no dia anterior aos ataques, disse que sabia. Ele está confuso, ele está mentindo diante deste Parlamento. Como autor do requerimento que pede uma CPMI para investigar todos os atos de ação e omissão do 8 de janeiro, a cada dia que passa, mostra-se mais necessário ainda que, na primeira sessão conjunta, que, inclusive deveria ser antecipada, seja instaurada a CPMI do 8 de janeiro. Nós estamos de olho para que nenhum Deputado Federal ou Senador da República retire sua assinatura. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 29/03/2023

    Solidariedade ao Deputado Coronel Telhada diante de ameaças da facção criminosa Primeiro Comando da Capital - PCC. Defesa de responsabilização do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, por atos de vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Pronunciamento,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),ausência,Informação,manifestação,Vandalismo,Edifício público,Rede social digital,autorização,Força Nacional de Segurança Pública (FNSP),Brasília (DF),Crime de responsabilidade

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Parabenizo aqui o Deputado Coronel Telhada, que me antecedeu, pela excelente fala. Quero inclusive me solidarizar com S.Exa., que é uma das vítimas dos planos criminosos da facção criminosa no Brasil denominada PCC. Só corroborando as palavras que o Deputado Coronel Telhada acabou de dizer neste Parlamento, ontem, na Comissão, Flávio Dino disse que não sabia, que não foi avisado, que só soube depois. No dia 14, ele postou nas redes sociais, no Twitter dele: "Não tinha como intervir, pois não sou profeta". Mas, se formos um pouco além, no dia 7 de janeiro, um dia antes dos ataques, no próprio Twitter do Ministro Flávio Dino, está assim: "Além de todas as forças federais disponíveis em Brasília, e da atuação constitucional do Governo do Distrito Federal, teremos nos próximos dias o auxílio da Força Nacional. Assinei agora portaria autorizando a atuação, em face de ameaças veiculadas contra a democracia". Ou seja, no dia anterior aos ataques, o Ministro já tinha ciência de que tudo aquilo poderia acontecer. Ele mentiu ontem? Cometeu crime de responsabilidade? Ou ele realmente sabia, avisou a Força Nacional e omitiu-se diante dos ataques? São questionamentos sérios e eu espero que ele seja responsabilizado por isso. Parabéns, Deputado Coronel Telhada!
  • 29/03/2023Breves Comunicações

    Presença do Vereador Inspetor Alberto, de Fortaleza, e de lideranças políticas cearenses na Câmara dos Deputados.

    Palavras-chave oficiais: Vereador,Fortaleza (CE),Apoio político,Ex-presidente da República,Direita política,Líder,Ceará,Presença,Câmara dos Deputados

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Obrigado, Deputada Silvia Cristina, também, pela compreensão. Agradeço aos nobres Parlamentares que se encontram aqui. Deputado Gilberto, que acabou de chegar da nossa vizinha Paraíba, fico muito feliz quando eu vejo V.Exa. sentado nessa cadeira presidindo a sessão, sempre com muita coerência, sempre de forma isenta, mas séria ao mesmo tempo. O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSC - SP) - Que bom! Obrigado. O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE) - Então, parabéns! Fico muito feliz, sinto-me bem. Eu gostaria de registrar a presença do meu amigo lá de Fortaleza o Vereador Inspetor Alberto, que está aqui ao meu lado, um dos Vereadores mais votados da capital cearense, combativo, conservador, de direita, aliado também do nosso eterno Presidente Jair Messias Bolsonaro. Tenho orgulho de dizer que fiz campanha, estive e estou ao lado dele nessa luta, nessa batalha. Também aqui estão as nossas lideranças políticas lá do Ceará: Tancredo, um grande amigo que está aqui; e também a nossa grande liderança lá do Município de Aquiraz, no interior do Ceará, o perito Sérgio. Estamos juntos! Um abraço! E um abraço aos meus amigos de Fortaleza e de todo o Ceará. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 28/03/2023

    Indignação com deboche do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, por ocasião do seu comparecimento à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, diante de questionamentos do orador a respeito da ligação do PT com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital - PCC, e das razões do seu imobilismo frente aos atos de vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República. Posicionamento do Ministro da Justiça contrário à criação de CPMI para investigação do caso.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),comportamento,questionamento,comprometimento,Partido dos Trabalhadores (PT),Organização criminosa,conhecimento,manifestação,Ato antidemocrático,Brasília (DF),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI)

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    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nobres Parlamentares, subo a esta tribuna com muita tristeza pelo espetáculo que acompanhamos na CCJ, protagonizado pelo Ministro da Justiça Flávio Dino. O Ministro, que, até em forma de respeito, primeiro foi convidado, deveria comparecer à Comissão e responder aos questionamentos que lhe foram feitos. Mas nada disso ele fez. Aos Deputados que faziam questionamentos o Ministro simplesmente respondia com deboche, com zombação. Durante 6 minutos da minha fala pelo tempo da Liderança da Oposição fiz alguns questionamentos, Sr. Presidente, ao Ministro da Justiça Flávio Dino. Mas ele não respondeu a nenhum. Pelo contrário, o Ministro se ateve a um detalhe: dentre os 277 processos nos quais aparece o nome do Ministro no site Jusbrasil, em nem todos ele está como réu. Ele se ateve a esse detalhe para zombação a este Parlamento, acusações e, inclusive, ameaças — como fez quando apontou o dedo para mim e disse: "Você está sendo investigado no STF". Bom, a diferença entre mim e o Ministro é que eu quero que essas investigações aconteçam, diferente do Ministro Flávio Dino, que está agindo para que a CPMI do dia 8 de janeiro não prossiga, não vá em frente. E por qual motivo? Eu fiz dois simples questionamentos ao Ministro da Justiça. Primeiro, falei sobre a relação do PCC com o PT. Narrei fatos, desde 2002, onde contador, advogado, delação, e-mails e várias outras coisas ligam o PCC com o PT. Perguntei ao Ministro se não era melhor que ele investigasse mais a fundo essas ligações, em vez de simplesmente tentar cercear a palavra dos Parlamentares, chamando de "canalhice" e ameaçando aqueles que venham dizer o que estou dizendo. Esse foi o meu primeiro questionamento. Ele não respondeu. O segundo questionamento foi: "Sr. Ministro, o senhor disse que não sabia de nada, de nenhum daqueles ataques que aconteceriam no dia 8 de janeiro". Por que, então, o Ministro, no dia 7 de janeiro, um dia antes dos ataques, postou no seu Twitter que estava ciente de que poderia haver atos antidemocráticos e que, inclusive, estaria colocando nas ruas a Força Nacional, para evitar que isso acontecesse? Isso ocorreu no dia anterior. Ainda está no Twitter dele. Por que ele fez isso? Afinal, cadê a Força Nacional no dia 8 de janeiro? Fiz esse questionamento; o Ministro da Justiça também dele se esquivou. Sr. Presidente, para concluir — e vou ser bem breve —, solicito mais 30 segundos. Fiz esses dois simples questionamentos, assim como outros Parlamentares também fizeram questionamentos ao Ministro da Justiça, mas S.Exa. não respondeu, se esquivou, fez zombação, chegou com carinha de deboche. E deixo registrado, inclusive, o meu recado a nós Parlamentares da Oposição: com comunista não tem acordo. A partir de hoje, não se convida mais Ministro, convoca-se! E se convoca para que respondam questionamentos. Era isso, Sr. Presidente.
  • 23/03/2023Breves Comunicações

    Desconexão entre o pronunciamento de Deputado do PT contrário ao ódio e à violência na política, e a sua omissão sobre a declaração de vingança do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o Senador Sergio Moro. Não manifestação de Parlamentares petistas sobre a ação de sindicalistas contra o Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

    Palavras-chave oficiais: Contestação,Discurso parlamentar,Discurso de ódio,Presidente da República,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),retaliação,Senador,Ex-juiz,Operação Lava Jato,Crítica,Central Única dos Trabalhadores (CUT),Movimento sindical,Manifestação pública,Fogo,Imagem,Presidente,Banco Central do Brasil (Bacen)

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    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nobres Parlamentares e todos os que nos escutam e que nos assistem através dos meios de comunicação da Câmara dos Deputados, o Deputado que há pouco falou, que é do PT, por coincidência, subiu à tribuna e disse: "A política não se faz com ódio. A política não se faz com xingamentos. A política se faz com diálogo". Eu não ouvi o mesmo Deputado falar um "a" sequer sobre uma frase do Lula, em que disse que o objetivo dele era — e me desculpe, Sr. Presidente — (expressão retirada por determinação da Presidência) com o Sergio Moro. Meu Deus! Que absurdo! Por que nenhum Deputado do PT sobe à tribuna para falar disso? O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSC - SP) - Deputado, lamentavelmente — e aqui ninguém quer cercear a palavra de V.Exa. —, essa não é uma palavra que deve constar dos Anais desta Casa. O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE) - Sr. Presidente, é uma fala do Presidente da República. Eu estou aqui para repudiar esta fala. É tão feio! O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSC - SP) - Aguarde 1 minutinho, Deputado. Respeito V.Exa. na tribuna e inclusive vou repor o seu tempo, mas essa não é uma palavra que deve estar num discurso nesta Casa. Então, eu vou pedir que ela seja retirada. (Manifestação no plenário.) O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE) - Espere aí! O PT não tem moral para falar, não! O Presidente eu escuto, você, não. O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSC - SP) - Srs. Deputados, há um orador na tribuna, e a Presidência está com a palavra neste momento. Vou retirar essa palavra do discurso de V.Exa., Deputado André Fernandes. O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE) - Então vou usar outro termo, vou falar "xingamento". Pronto. Ele quer fazer coisas feias. Está bom assim, Sr. Presidente? Melhorou? Ele quer "f" com o Sergio Moro. Isso é tão feio que serviu de exemplo. Não se pode nem falar isso nesta Casa, mas o Presidente da República fala, e os Deputados do PT não repudiam. Eles falam da política do diálogo e do repúdio ao ódio. Eu não vi um Deputado do Partido dos Trabalhadores subir a esta tribuna para repudiar a CUT e outros movimentos sindicalistas, que ontem atearam fogo numa imagem de Roberto Campos Neto — atearam fogo numa imagem de Campos Neto! Para eles, isso é uma manifestação, é liberdade. Eles podem. É isso o que o Partido dos Trabalhadores apoia? A frase que o Partido dos Trabalhadores apoia é uma frase deste tipo: "Eu quero 'f' com Sergio Moro ou com quem quer que seja". São essas as atitudes que vocês chamam de atitudes de amor e de diálogo? Subo a esta tribuna para dizer que, todas as vezes que eu vir um petista subir ali para falar de amor e de combate ao ódio, vou subir a esta tribuna e vou falar a verdade que eles tentam esconder do mundo, mas que não vão conseguir. Essa é a minha palavra de hoje, Sr. Presidente. Eu peço desculpas pela palavra que usei, mas é uma palavra usada inclusive pelo Presidente da República. É muito feia, é muito baixa. Sei lá, às vezes até colocando mais lenha na fogueira, no dia seguinte, o que nós vimos foi triste — e ainda bem que a Polícia Federal, que nada tem a ver com o Governo, agiu: quiseram inclusive matar o Moro. O que dizia o Lula no dia anterior? "Eu quero 'f' com o Sergio Moro." Não é a política do diálogo, não é a política do amor, não é a política da paz. Não adianta fingirem, Deputados do PT, que não estão me escutando. Estão me escutando, mas não têm moral nenhuma para subir ali e debater ou retrucar o que estou falando. Era só isso o que tinha a dizer, Sr. Presidente. Muito obrigado.
  • 22/03/2023

    Reunião de Parlamentares com o Presidente do Congresso Nacional, Senador Rodrigo Pacheco, para debate da abertura da CPMI destinada à investigação de atos de vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República.

    Palavras-chave oficiais: Congresso Nacional,Presidente,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),manifestação,Brasília (DF),Vandalismo

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    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje é um dia muito importante. Fomos recebidos pelo Presidente do Congresso Nacional, o Senador Rodrigo Pacheco, que nos atendeu muito bem. Ali tratamos sobre a instauração da CPMI do 8 de janeiro. Ora, até agora, o que falta para que seja instaurada é uma sessão conjunta. Pois bem, de forma rápida e eficiente, o Presidente do Congresso Nacional fez um acordo de palavra conosco de convocar uma sessão conjunta para a primeira quinzena de abril. Consequentemente, será lido o requerimento. Vale constar que até hoje 193 Deputados Federais e 37 Senadores assinaram o pedido da CPMI do 8 de janeiro. Há 230 Congressistas desta Casa que querem investigar a fundo cada detalhe de todos os atos de ação e omissão ocorridos no último 8 de janeiro. Por coincidência que seja, não há nenhuma assinatura de Deputados do PT. Obrigado, Presidente.
  • 21/03/2023

    Descompasso entre o discurso do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a favor do diálogo e da paz e o modus operandi do seu governo. Protesto contra a abertura pelo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, de processo contra Parlamentares junto ao Supremo Tribunal Federal, em face de questionamentos sobre a sua visita, sem escolta armada, a comunidade dominada pelo narcotráfico no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,gestão,Crítica Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Processo judicial,Supremo Tribunal Federal (STF),Pronunciamento parlamentar,Presença,Favela,Comunidade,Rio de Janeiro (RJ)

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    O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sra. Presidente. Nobres Parlamentares que aqui se encontram, eu não consigo entender: como é que o Governo diz que vai ser o governo da paz, o governo do amor, o governo do diálogo, e age do jeito que está agindo, num verdadeiro estado de exceção? Vejam que interessante: quando cortaram uma fala do Presidente Jair Bolsonaro em uma live, em uma entrevista, em que ele falava sobre umas jovens venezuelanas refugiadas, Deputados da Esquerda desta Casa subiram àquela tribuna ali para chamar Bolsonaro de pedófilo; quando Bolsonaro vai para os Estados Unidos, Deputados da Esquerda sobem ali e chamam Bolsonaro de fugitivo; quando Bolsonaro falava a opinião dele sobre a pandemia e o que acontecia naquele momento, Deputados da Esquerda subiam àquela tribuna ali e chamavam Bolsonaro de genocida; quando se criou uma narrativa a respeito de presentes que o Presidente até então teria recebido, subiram àquela tribuna ali e chamaram Jair Bolsonaro de ladrão. Aí vem, Sra. Presidente, o Ministro da Justiça e entra em um dos lugares mais perigosos do Brasil, comandado inclusive pelo tráfico, e Parlamentares sobem a esta tribuna para perguntar e questionar: o que o Ministro da Justiça fez para conseguir entrar em um lugar tão perigoso sem escolta, sem segurança, de forma natural, como se ali morasse? Os Parlamentares questionaram isso nesta tribuna, usando e usufruindo inclusive o art. 53 da Constituição Federal, que diz que o Deputado tem prerrogativa para falar, tem imunidade parlamentar. Vem o nobre Ministro da Justiça do governo do amor, do governo do diálogo, do governo do respeito, do governo da paz e processa Deputados que subiram a esta tribuna para discursar e fazer questionamentos sérios e precisos; processa Parlamentares — Deputados e até Senadores da República — no STF, querendo intimidá-los. Quer dizer que, agora, se eu disser que o Governo Lula tem Ministra miliciana, eu vou para o STF? Se eu disser que tem Secretário número 1 na lista do COAF, eu vou para o STF? Se eu disser que Flávio Dino pode entrar em qualquer lugar, eu vou para o STF? Para que serve esta tribuna?!
  • 16/03/2023Breves Comunicações

    Leitura do poema O amor venceu, de autoria do orador.

    Palavras-chave oficiais: Poesia,Leitura,Governo,Partido dos Trabalhadores (PT),Crítica

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    O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Hoje, eu não estou a fim de discutir, de brigar. Lá no nosso Nordeste, é cultura a poesia, o repente, o poema. Então, como bom nordestino, eu decidi escrever um poema que eu gostaria aqui de recitar. O nome do poema é O amor venceu. Quem diria que, em tão pouco tempo, o Brasil tanto iria mudar, Artistas voltando a sorrir, ONGs voltando a faturar. Se o Lula não cumpriu o que na campanha prometeu E o desmatamento está batendo recorde E o MST batendo à sua porta, nada disso importa Pois o amor venceu. Nesse Governo, a família é sagrada. É tanto amor entre mulher e marido, que, nos tribunais dos Estados dos seus Ministros, Arrumam-se até cargos vitalícios. E por mais que o emprego formal tenha caído em 50%, O pobre vai se sentir rico declarando Imposto de Renda E é bom que ele aprenda Que 18 reais é a melhor coisa do momento. Com um belo time de especialistas, as redes sociais quer regulamentar Não é censura, é democracia, e ai de você se discordar! Tem Felipe Neto e Manuela d'Ávila para o ódio combater. E já que não tem dinheiro para o piso da enfermagem, Não tem problema, na camaradagem, A gente encaixa os enfermeiros na Lei Rouanet. Ideologia de gênero e aborto faz quem quer, deixem de egocentrismo! Para vacinar, o que vale é a ciência. Para entrar no banheiro feminino, o que vale é o achismo. É bom lembrar da primeira-dama e sua postura, Michelle pulando no culto evangélico: horror. Janja pulando no carnaval durante tragédia: cultura. Com tanto amor nesse Governo, fica impossível desapegar. Freixo foi Relator da CPI das Milícias E sobre milícias gostou de tratar. É crime? Calma, vamos tratar de forma republicana. O amor vai além das leis em todo o mundo. Freixo gostou tanto do assunto, que hoje é chefiado por uma Ministra miliciana. Um Governo que é top 1 ser coerente se faz necessário Escolheu o número 1 da lista do COAF para ser seu Secretário. Como assim, rachadinha? Respeite o Governo do rachadão. Esqueça as narrativas do passado. E se Ministro quiser ir para leilão de cavalo, Basta passar na FAB e buscar um avião. O preço da carne caiu, e vimos toda a imprensa noticiar. Caiu só 1%? Psiu! Os detalhes nem precisa comentar. Se a gasolina está mais cara, e o custo de vida aumentou, Para que reclamar? Aproveita! Por mais que venha o imposto da cerveja, Faça seu churrasco de metáfora com muito amor. A tentativa de golpe de Estado que aconteceu aqui, A prioridade era investigar, ou estão cagando de medo da CPMI. Até orçamento secreto estão usando, e eu não sei o que aconteceu. Prazer, meu nome é André. Para nós restou o "perdeu, mané!". Ainda bem que o amor venceu. Obrigado, Sr. Presidente. (Palmas.)
  • 14/03/2023Breves Comunicações

    Envolvimento de Ministra de Estado do Governo Luiz Inácio Lula da Silva com milicianos. Aliciamento de Parlamentares, pelo Presidente da República, para retirada de assinaturas do requerimento de criação da CPMI destinada à investigação de atos antidemocráticos praticados contra as sedes dos Poderes da República. Imediata instalação do órgão pelo Presidente do Congresso Nacional, Senador Rodrigo Pacheco.

    Palavras-chave oficiais: Ministra de Estado,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Milícia privada,Rio de Janeiro (Estado),Crítica Governo federal,distribuição,Cargo público,Emenda,Recursos orçamentários,Parlamentar,retirada,Assinatura,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Manifestação pública,Vandalismo,invasão,Supremo Tribunal Federal (STF),Palácio do Planalto (Brasília, DF),Presidente do Congresso Nacional

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    O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nobres Parlamentares, quero me associar à fala do Deputado que me antecedeu. É triste, depois de tanto tempo, saber que ainda não se encontrou uma solução para um problema tão grave como a milícia, em específico a milícia do Rio de Janeiro, a mesma milícia que a imprensa, de forma notória, vem dizendo que tem ligação com a Ministra do Governo Lula, a qual tem ligação com pelo menos cinco milicianos. Esse problema merece ser resolvido. É triste saber que hoje existe no Governo Lula uma Ministra da milícia. Mas, Sr. Presidente, a minha fala de hoje é sobre matérias que estão surgindo e sobre falas que estão me preocupando aqui dentro deste Congresso, a respeito da ação, da investida do Governo Federal para pressionar, chantagear Parlamentares a retirar a assinatura do pedido de criação da CPMI do 8 de janeiro. Primeiro, foi dito abertamente que os novos Parlamentares que assinaram a CPMI do 8 de janeiro não teriam suas emendas parlamentares liberadas, emendas no valor de pelo menos 13 milhões de reais. Depois disso, a GloboNews, a Record e todos os jornais e veículos de imprensa disseram abertamente: o Governo Federal começa a negociar cargos de segundo e terceiro escalões para que Deputados retirem as suas assinaturas. Hoje, pasmem, senhores, começou a sair, na Revista Oeste, em O Antagonista e em todos os outros veículos de imprensa, que o Governo Lula já começou a distribuir cargos em troca de os Parlamentares retirarem as suas assinaturas da CPMI do 8 de janeiro. Por que essa investida? Saibam, senhores que nos assistem, que é uma queda de braço muito pesada, muito pesada. Mas até hoje — e eu digo isso com muito orgulho — o Governo conseguiu retirar quatro assinaturas. Protocolamos com 189 Deputados Federais e 33 Senadores. Eles conseguiram retirar quatro assinaturas. Pois bem, Sr. Presidente, nobres Parlamentares, conseguimos adicionar sete novas assinaturas ao nosso pedido de CPMI, além das de mais dois Senadores. Então, hoje, atualizando o número, há 192 Deputados Federais e 35 Senadores da República querendo as investigações dos atos de ação e omissão do dia 8 de janeiro. Pacheco, o que V.Exa. está esperando para convocar uma sessão conjunta específica para ler o requerimento da CPMI do 8 de janeiro?
  • 09/03/2023Breves Comunicações

    Apoio ao discurso proferido pelo Deputado Nikolas Ferreira, a respeito da perda de espaços pelas mulheres diante do transexualismo.

    Palavras-chave oficiais: Pronunciamento parlamentar,Deputado federal,Dia Internacional da Mulher,Homenagem,Transexual,Transexualidade,Esporte,Prejuízo,Mulher

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    O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Muito me preocupam as narrativas criadas em torno do pronunciamento do Deputado Federal Nikolas Ferreira. Com muito cuidado, fui pesquisar o que é uma mulher trans, e achei: designa uma pessoa em que o sexo foi identificado como masculino no nascimento, mas que, em determinado momento, identificou-se como feminino. Tudo bem, mas vamos aos fatos. Escolhem trans para propaganda do Dia Internacional da Mulher. Acabei de falar o que é uma mulher trans: nasceu homem E se identifica como mulher. E, no Dia Internacional da Mulher, o trans é quem assume o protagonismo. Uma revista elege Pabllo Vittar como a 13ª mulher mais sexy em 2018. Mas cadê as mulheres? Bem, sabem o que é estranho? Dois anos após, Pabllo Vittar ganhou o prêmio de homem do ano. Eu não estou discutindo sexo ou gênero, mas o que o Deputado Nikolas trouxe foi que as mulheres estão perdendo os seus espaços. "Lutadora trans vence disputa contra mulheres em estreia no MMA". Há um detalhe: esse trans, que surrou uma mulher no MMA, era um ex-combatente do exército americano. A Tifanny, atleta trans que se destaca na Superliga Feminina, é um assunto já batido, de que todo mundo tem conhecimento. Em 2019, um velocista trans venceu um campeonato feminino universitário de atletismo nos Estados Unidos, mas há um detalhe: em 2018, um ano antes, o velocista competia no campeonato masculino. As mulheres estão perdendo os seus espaços. O grupo Save Women's Sport — ou "salvem os esportes femininos" — lançou um manifesto, assinado por mais de 30 atletas e ex-atletas, no qual se pedia que não houvesse trans participando de campeonatos femininos. E há o caso do estuprador que se declarou transgênero, na Inglaterra, após ter estuprado duas mulheres. Quando se declarou trans, foi para um presídio feminino e abusou de mais quatro detentas. As mulheres estão perdendo os seus espaços! Em fevereiro deste ano, o Tribunal de Birmingham julgou e condenou um homem que entrou em um banheiro feminino em uma estação de trem e abusou de uma mulher. Após preso, ele disse que se sentia mulher. As mulheres estão perdendo os seus espaços, e isso é grave! Agora eu pergunto: cadê a esquerda defendendo banheiro para trans? Cadê a esquerda defendendo o esporte exclusivo para o trans? Cadê as feministas reclamando que as mulheres estão perdendo seus espaços? O Deputado é inviolável civil e penalmente. Parabéns, Deputado Nikolas Ferreira!
  • 08/03/2023

    Pedido à Presidência de determinação da retirada das notas taquigráficas do termo moleque, contido em discurso proferido por Parlamentar contra o Deputado Nikolas Ferreira.

    Palavras-chave oficiais: Decoro parlamentar,quebra,retirada,Expressão textual,Nota taquigráfica

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    O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, obrigado. Isto não é um direito de resposta, obviamente; não fui citado nominalmente. Mas aqui faço e levanto uma questão de ordem, de fato. A Deputada que há pouco me antecedeu abriu a palavra dizendo que iria fazer uma questão de ordem. Não citou nenhum artigo, não tratou sobre o Regimento Interno e fez apenas um informativo, ou seja, sem fazer alguma inscrição sequer, atropelou o Regimento desta Casa. Mas a minha questão de ordem é simples. O art. 5º, inciso III, do Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, fala que é considerado quebra de decoro parlamentar praticar ofensas físicas ou morais nas dependências da Câmara dos Deputados ou desacatar, por atos ou palavras, outro Parlamentar. Sem fazer qualquer tipo de prejulgamento, se quer entrar com o processo, que entre, ou se quer representar no Conselho de Ética, que represente, mas é um absurdo vermos aqui uma Deputada subir à tribuna e chamar um Deputado — como, por exemplo, o Deputado Nikolas, que a antecedeu — de "moleque" nesta Casa. Então, eu peço que isso também seja retirado das notas taquigráficas.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.