
Nome civil: André Fernandes de Moura · 28 anos
Bananômetro
82/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 71% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 82%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 87%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 24%das 636 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 93%das 524 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.andrefernandes@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5981
- Gabinete
- Gabinete 981, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 345 de 361 sessões
Votou nas votações
82%
Registrou voto em 830 de 1.014 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 99 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
24%
Em 636 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
157 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 27/05/2026.
- 27/05/2026
O Deputado criticou a condução da votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, sobre a redução da jornada de trabalho, e acusou o Governo Federal e partidos de Esquerda de utilizarem a pauta com finalidade eleitoral. Além disso, afirmou que houve manobra regimental para impedir a votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 8, de 2025, que propunha a escala de quatro dias de trabalho por três de descanso. Também alegou que Parlamentares que antes defendiam a proposta recuaram após a manifestação favorável da Oposição. Ademais, defendeu uma transição mais rápida para mudanças na jornada de trabalho e sustentou que o Partido Liberal apoiaria medidas voltadas à ampliação do descanso dos trabalhadores. Por fim, reiterou críticas ao Governo Federal, à Presidência da Câmara e à estratégia adotada durante a votação.
Palavras-chave oficiais: Ordem do Dia do Plenário,Votação,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Presidente da Câmara dos Deputados,Governo federal,Populismo,motivação política,Eleição,Oposição política,transição,Partido Liberal (PL),Direitos do trabalhador,Esquerda política
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sra. Presidente. Que interessante! Bastou falarem a verdade que toda a Esquerda hipócrita e (expressão retirada por determinação da Presidência) começou a se remoer de dor. Eu gostaria de cumprimentar, em primeiro lugar, todos os Deputados aqui presentes e todos os trabalhadores que trabalham pela escala 6 por 1, mas que estão aqui desde às 3 horas da tarde, em plena quarta-feira, acompanhando esta sessão importante. Sra. Presidente, que dia para a gente expor a hipocrisia do PT e do Governo! Que dia que fica marcado na nossa história! O Governo pensou que mais uma vez usaria de uma proposta populista para derrubar a Oposição, para tentar se beneficiar, para tentar fazer isso sem repercussão financeira até as eleições que se avizinham. Mas, no final das contas, tudo ficou exposto. Eu conto aqui todo o histórico. Isso começou lá no final de 2024. Eu estou falando dessas PECs e dessa discussão, por mais que tenhamos várias PECs anteriores. A primeira exposição dos Parlamentares desta legislatura começou a acontecer no final de 2024. Começaram a expor os Parlamentares que não assinaram a PEC da Deputada Erika Hilton, que está aqui em cima, ao lado da mesa. Começaram a expor um por um, dizendo que aqueles que não assinaram são contra os trabalhadores; que aqueles que não assinaram não querem a sua aprovação. Portanto, se não querem a sua aprovação, querem prejudicar a classe operária, a classe trabalhadora no Brasil. Vejam só como o tempo é o senhor da verdade. Passaram-se quase 2 anos e nós vimos hoje acontecer um negócio muito, mas muito lindo aqui. Eu deixo aqui a minha solidariedade lindo pela hipocrisia exposta à Deputada Erika Hilton. Deputada Erika Hilton, V.Exa. foi humilhada, V.Exa. foi humilhada pelos seus colegas, pelo seu partido, pelo seu Governo, pelo PT. Deputada Erika Hilton, V.Exa. estava propondo uma escala de 4 por 3 e estava dizendo que quem não assinasse seria contra o povo trabalhador. Sabe o que seu Governo fez? Sabe o que o Deputado Paulo Pimenta, em nome do PT, juntamente com todo o Governo, fez? Colocou aqui uma emenda aglutinativa para prejudicar o nosso destaque de preferência, que colocaria em votação a PEC da Deputada Erika Hilton em que ela propôs a escala 4 por 3. Está bem caladinha, está pianinha, humilhada pelo Lula, pelo PT, pelo PSOL, pelo PCdoB, pelo Governo. Mas eu, do Partido Liberal, deixo aqui a minha solidariedade. O que é isso? É violência política de gênero? O que fez o Governo? Humilhou, tratorou. E, por não terem coragem de colocar a digital em uma PEC que a Deputada Erika Hilton propôs... É engraçado, porque, a partir do momento que o PL disse que votaria a favor dessa PEC, eles começaram a dizer que era uma PEC irresponsável. Deputada Erika Hilton, estão dizendo que V.Exa. foi irresponsável por ter proposto uma PEC sem estudar os impactos financeiros, sem se preocupar com a economia do Brasil, sem fazer nenhum estudo fiscal. Estão dizendo, infelizmente, que V.Exa. é incapaz de propor algo decente para o povo brasileiro. Era sua PEC que o PL estava querendo votar, mas foi sua PEC que foi atropelada pelo Governo. Foi sua PEC que foi atropelada pelo Presidente desta Casa, que, infelizmente, se vendeu ao Governo Lula e agora, na hora da votação, simplesmente fugiu. Como a gente fala lá no Ceará, pegou o beco. Está alinhadinho com o Governo, com o PT, com o PCdoB, com o PSOL, com todos que desrespeitaram a Deputada Erika Hilton. Eles fizeram essa manobra, senhores. Você, trabalhador que está me assistindo, eu faço um apelo a você, nordestino do meu Nordeste. Eles passaram quase 2 anos... Eles começam a gritar aqui, porque é isso mesmo que (expressão retirada por determinação da Presidência) faz. Quando se toca na ferida desses (expressão retirada por determinação da Presidência), hipócritas, demagogos, mentirosos eles ficam com raivinha. Passaram 1 ano e 6 meses dizendo que votariam... Vejam como é bonito, estão mostrando o dedão. Beleza, irmão, não tem problema. Essa é a educação. Show. Pode mostrar o dedão do meio, não tem problema. Vejam, começaram a gritar. Não tem problema. Também são (expressão retirada por determinação da Presidência). Vocês são (expressão retirada por determinação da Presidência). Vocês estão desde as 2 horas da tarde aqui. São (expressão retirada por determinação da Presidência). Não tem problema. Olha só! Olha só! A SRA. PRESIDENTE (Laura Carneiro. Bloco/PSD - RJ) - Srs. Deputados, antes de continuar, eu cortei o som e determino que as palavras sejam retiradas das notas taquigráficas. Este é o Plenário da Câmara dos Deputados. Expressões injuriosas e descorteses não devem ser utilizadas. Vou devolver a palavra ao Deputado André e peço a ele que se contenha nas suas palavras. Obrigada a V.Exa. O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE) - Sra. Presidente, que de forma obtusa interrompeu o meu tempo, eu entendo perfeitamente tudo que está sendo feito neste momento. Mas não tem problema, isto aqui está sendo exposto a todo o Brasil. Eles passaram 1 ano e 6 meses criticando todos os Parlamentares que não assinaram a PEC da jornada 4 por 3. Porém agora, quando nós dissemos publicamente que votaríamos a favor, eles atropelaram, enganaram, fizeram uma manobra regimental para que não houvesse a votação da 4 por 3. Pior: a própria Deputada que propôs isso hoje disse que é contra. Simplesmente mudou! Enquanto o PL e a Oposição estavam dizendo que seriam contra, ou que não assinariam, ou que queriam debater antes de votar, diziam: "Não, vamos aprovar porque esta é a prioridade, para o benefício do povo trabalhador". No final das contas, quando a gente disse: "Tudo bem, a gente topa", V.Exas. deram para trás. Essa é a comprovação de que era mentira, de que era uma ação politiqueira, eleitoreira! No final das contas, o que está sendo votado neste exato momento, pela manobra de V.Exas., é a escala 5 por 2, que vai reduzir de 44 para 40 horas. Depois de 2 meses, vão reduzir apenas 2 horas. Nós estamos falando de uma transição de 14 meses. Ei, você trabalhador, nós do PL gostaríamos de votar aqui uma transição imediata e vamos votar daqui a pouco esse destaque, e eles vão deixar a digitalzinha nisso. Olhe só que interessante: nós gostaríamos de votar uma transição direta, mas o Governo, que não se preocupa com você, trabalhador que está me assistindo e eu estou falando com você trabalhador mesmo, não esses que ficam aqui em plena quarta-feira desde as 2 horas da tarde batendo palmas para o PT e sindicalista , você trabalhador, que merece o seu descanso digno; você nordestino que sofre muitas vezes porque tem que pegar um ônibus desgraçado lá no Nordeste do PT e enfrentar a maior burocracia do mundo para ter um tempo com sua família. Por você, o PL gostaria, sim, de votar uma escala justa, de votar algo justo, a PEC 40/2025, que, mais uma vez, por uma manobra da Presidência desta Casa, evitou que fosse votada, ou seja, está sim, em 100% em conluio com o Governo Lula, mas não em benefício do povo. Eu repito. Se você não ouviu, eu repito: eles passaram 1 ano e 6 meses criticando quem não assinou e agora fizeram a manobra para não votar a jornada 4 por 3. Foi humilhada a Deputada Erika Hilton, que estava fazendo o cardzinho no Instagram colocando o rosto de todo mundo. Eu faço um desafio: coloque lá o rosto dos colegas de V.Exa. que a atropelaram, que não a respeitaram, que não deixaram votar a sua PEC, que simplesmente disseram que V.Exa. era irresponsável por não fazer um estudo financeiro de impacto fiscal no Brasil. Faça isso. Eu tenho certeza que não vai fazer. Sabe por quê? Porque não tem coragem. Quando é para gritar na rede social e caçar like, faz, mas quando é para enfrentar um debate justo e íntegro no plenário desta Casa, simplesmente foge com medo. Obrigado, Sra. Presidente. - 27/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerrramento de discussão da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o Art. 7º inciso XII da Constituição Federal, para reduzir a duração máxima semanal do trabalho.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Proposta de Emenda à Constituição,Oposição política,Partido Liberal (PL),Voto contrário
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição, o Partido Liberal, nós que estamos aqui somos, sim, favoráveis ao fim da escala 6 por 1. Mas é sempre bom deixar registrada aqui a hipocrisia da Esquerda, do Governo, do PT e do PSOL, que, até pouco tempo, estavam expondo a cara dos Parlamentares que não assinaram a tal da PEC que trata da escala 4 por 3, dizendo que eram contra os trabalhadores. Mas, hoje mesmo, a pessoa que propôs essa PEC da escala 4 por 3 estava discutindo e sendo contra a própria PEC. Bastou que o PL e a Oposição se posicionassem a favor, ou seja, deixando registrado que eles não queriam isso para os trabalhadores. Eles queriam isso para uso eleitoral, eleitoreiro, em cima dessa classe tão sofrida e tão trabalhadora. E eu falo aqui em nome do meu Nordeste. Nós orientamos "não", queremos discutir, mas expondo que o Governo é contra o trabalhador. - 27/05/2026
O Deputado acusou a Esquerda de hipocrisia, argumentando que partidos como o PT defendiam o fim da escala 6 por 1 e a adoção da escala 4 por 3, mas passaram a criticar o PL ao ver o partido apoiar essa mesma proposta. Afirmou ainda que o PL votará a favor da escala 4 por 3 antes de votar a escala 5 por 2 com o objetivo de expor a contradição dos adversários, e negou qualquer intenção de obstrução ou tumulto.
Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Hipocrisia,Partido dos Trabalhadores (PT),Votação,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Partido Liberal (PL),Voto favorável,ausência,Obstrução parlamentar,Tumulto,contradição,Adversário político
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Infelizmente, mais uma vez, quem está querendo tumultuar é a própria Esquerda. Até poucos dias atrás, eles estavam defendendo o fim da escala 6 por 1 e defendendo a escala 4 por 3. E hoje nós vimos a própria pessoa que propôs a PEC da 4 por 3 sendo contra e dizendo que o PL está querendo tumultuar. Digo ao povo brasileiro que está nos acompanhando que fiquem cientes de uma coisa: não estamos querendo obstruir, não estamos querendo tumultuar. Antes da votação da escala 5 por 2, nós votaremos a escala 4 por 3, e o PL será favorável. Pelo que ouvimos, o PT será contrário. Isso servirá para expor a hipocrisia e a mentira deles até o dia de hoje. Depois, votaremos pela escala 5 por 2 e votaremos mais uma vez a favor, desde que a transição seja de forma imediata. Não é para tumultuar, mas o PT foi exposto. - 27/05/2026
O Deputado criticou a postura do PT em relação à escala de trabalho 4 por 3, apontando contradição entre o discurso anterior do partido, favorável ao fim da escala 6 por 1, e a resistência apresentada após a Oposição também se declarar favorável à mudança. Além disso, assinalou que a proposta de postergar a transição para após as eleições revela descompromisso com a classe trabalhadora e motivação eleitoreira.
Palavras-chave oficiais: Demagogia,Partido dos Trabalhadores (PT),Debate,redução,Jornada de trabalho,contradição,Oposição política,motivação política,Eleição
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Demorou menos de 24 horas para que a máscara dos petistas viesse a cair. Até ontem, eles esbravejavam pedindo o fim da escala 6 por 1 e até defendendo a escala 4 por 3. E bastou que nós, da Oposição, nos posicionássemos também favoráveis à escala 4 por 3 para, agora, eles "tirarem o deles da reta", dizendo que isso não pode passar, que é irresponsabilidade. Isso é pura vagabundagem! Estão se expondo ao povo brasileiro e não se preocupam com a classe trabalhadora. Estão querendo, inclusive, que a transição só seja concluída no ano que vem, para que os efeitos só sejam sentidos após a eleição. Isso é pura demagogia, é mentira, é vagabundagem! Estão aqui dizendo que não são a favor dos trabalhadores e que votarão contra a escala 4 por 3. Eles querem que a transição só se conclua ano que vem. - 26/05/2026
O Deputado ironizou o desempenho do PT na área de segurança pública, citando o Atlas da Violência para apontar que as dez cidades mais violentas do Brasil estão no Nordeste, sendo quatro delas no Ceará. Dessa forma, questionou a credibilidade do partido para, nas próximas eleições, apresentar propostas de segurança à população nordestina.
Palavras-chave oficiais: Região Nordeste,Cidade,Violência,Partido dos Trabalhadores (PT),Administração pública,Eleição,Segurança pública,Plataforma política,Crítica
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. É inegável, Sr. Presidente, o trabalho que o PT faz pelo Brasil. Acabou de ser divulgado o Atlas da Violência. Isso, inclusive, foi publicado há pouco tempo pelo Metrópoles: das dez cidades mais violentas do Brasil, as dez estão no Nordeste, o meu Ceará sendo reconhecido mundialmente. Parabéns ao Ceará! Das cinco cidades mais violentas do Brasil, quatro são do Ceará. Esse é o Governo do PT, que, daqui a alguns meses, vai mais uma vez bater à porta do povo cearense, do povo nordestino, dizendo: "Nós vamos trazer segurança". Das dez cidades mais violentas do Brasil, as dez são do Nordeste. - 26/05/2026
O Deputado criticou o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Governo Lula por defenderem a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1, de forma eleitoreira e sem responsabilidade fiscal. Ademais, destacou que o Partido Liberal (PL) defende a PEC nº 40, de 2025, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, permitindo ao trabalhador escolher a distribuição das suas horas trabalhadas. Além disso, sustentou a adoção imediata da escala 4 por 3 ou, alternativamente, da escala 5 por 2, sem período de transição. Ao final, afirmou que o Partido Liberal (PL) votará pelo fim da escala 6 por 1.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Eleições,Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Política trabalhista,Direito do trabalho,Responsabilidade fiscal,Partido Liberal (PL),Atuação parlamentar
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, peço permissão para falar aqui de baixo mesmo. Sr. Presidente, olha como é interessante: parece que o PT sentiu. Todas as vezes que esse desgoverno Lula tenta colocar alguma proposta oportunista, eleitoreira, para jogar para a plateia, todas as vezes, nós do Partido Liberal, a Oposição, preocupados com a economia brasileira, com a responsabilidade fiscal, sempre preferimos debater, discutir, antes de chegar aqui simplesmente e jogar para a plateia ou fazer populismo. Todas as vezes, o PT cria o problema para depois chegar com a solução. Todas as vezes, o PT gera a crise para depois chegar dizendo que está resolvendo o problema. A taxa das blusinhas, que o Lula revogou recentemente, foi ele mesmo que criou. Todas as vezes que o PT gerou inflação, eles chegaram dizendo: "Olha, nós precisamos resolver esse problema". Recentemente, nós vimos uma entrevista do, até pouco tempo atrás, Ministro da Educação Camilo Santana, dizendo que daria nota seis para a educação no Brasil, porque, para resolver a educação, leva muito tempo ele que é do PT e que está há 20 anos governando e comandando o nosso País. De quanto tempo mais o PT precisa para de fato resolver a vida do povo brasileiro? E, agora, faltando poucos meses para a eleição, eles aparecem posando de preocupados com a classe trabalhadora no Brasil. Aliás, se estivessem mesmo preocupados com o povo trabalhador, eles não aceitariam, por exemplo, que fossem retidos na fonte os encargos sobre FGTS, 13º salário, férias. O empresário tem que deixar ali dentro da conta ou pagar para o Governo, em vez de o assalariado, que recebe 1.700 reais, receber diretamente 2.400 reais. Esse é o valor que o empresário paga, esse é o custo de um funcionário que recebe salário mínimo. Eles preferem todos esses encargos trabalhistas, tudo isso, mas não querem dar ao trabalhador o poder de decidir se recebe agora os 1.600 reais, 1.700 reais, ou se recebe de uma vez os 2.400 reais. Não! Eles querem tirar o poder do trabalhador de decidir para que, no final, ele dependa cada vez mais do Estado. Agora eles aparecem com essa proposta, dizendo que estão preocupados com a escala do povo trabalhador, dizendo que vão lutar pelo fim da escala 6 por 1. Eles colocam propostas de emenda à Constituição sem ouvir a classe trabalhadora. Aliás, a proposta que estão querendo votar proíbe o trabalhador de trabalhar no sexto dia. Se você, que é mãe de família, ao invés de aumentar sua carga horária de segunda à sexta, quiser reduzir a sua jornada diária, ir para casa mais cedo, ter mais tempo com sua filha e colocá-la para dormir, você não vai poder porque eles estão obrigando essa escala. Nós temos uma proposta, sim, que partiu do PL, a PEC 40/2025, que propõe o pagamento pela hora trabalhada, pelo fim da escala 6 por 1. E nós somos favoráveis, sim, ao fim da escala 6 por 1, desde que se faça com responsabilidade. O que o Governo fez? Está querendo que esta Casa aprove o fim da escala 6 por 1 e que a transição seja feita daqui a 2 meses, reduzindo 2 horas e, daqui a 1 ano, reduzindo mais 2 horas. Eu faço uma pergunta sincera: por que essa transição não é feita de forma imediata, já após a aprovação? Eu digo aqui, Presidente, o porquê. Eles sabem muito bem o problema e o impacto que essa proposta pode gerar no Brasil, mas eles não estão preocupados com isso. Eles querem jogar para a plateia, dizendo que o Governo é favorável ao trabalhador, mas o Partido Liberal e a Oposição não são. Por isso, nós pedimos a compreensão dos MEIs, dos microempresários, dos empresários, do povo brasileiro. Pela primeira vez, nós teremos a oportunidade de provar que o PT mente, que o PT engana, que o PT é demagogo, que o PT não está trabalhando a favor do povo. Eles estão apenas fazendo algo eleitoreiro. É por isso, sim, que nós vamos propor que a PEC votada, amanhã, seja a que trata da escala 4 por 3 e que, de forma imediata, passe a vigorar. Sabe por quê, Sr. Presidente? Nós vamos provar que o Governo não quer que isso aconteça. Nós vamos provar que o Governo tem medo de que isso aconteça. Nós vamos provar que eles querem jogar isso para depois da eleição, para posarem agora de bonzinhos, preocupados com a classe trabalhadora, mas, no final, querem deixar a transição somente para daqui a 1 ano. E vão fazer aqui a seguinte pergunta ou questionamento: "Estão falando da escala 4 por 3? Por que não votam, então, a escala 5 por 2?" Tudo bem, vamos apresentar um requerimento para que seja votada a escala 4 por 3. Se vocês do Governo, se vocês do PT negarem... O PL vai votar a favor da escala 4 por 3. Repito: nós somos, sim, favoráveis ao fim da escala 6 por 1. Quem trabalha em supermercado, em shopping center, tem direito, sim, ao descanso. Mas nós tínhamos e temos uma proposta, a PEC 40/2025, que propõe a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, podendo o trabalhador escolher a distribuição das suas horas trabalhadas. Mesmo que o Governo, o PT e esses Parlamentares, que pisam em cima dos trabalhadores a vida toda, deixando-os pobres e miseráveis para utilizá-los durante a campanha eleitoral, derrubem a votação da escala 4 por 3, nós também votaremos a favor da escala 5 por 2. (Palmas.) Nós também votaremos a favor da escala 5 por 2! E aqui faço uma observação importante: na escala 5 por 2, vamos exigir que não haja transição de 2 horas daqui a 2 meses e depois mais 2 horas daqui a 1 ano. Não! A adoção tem que ser imediata. Então, se o PT e o Governo não aprovarem a escala 4 por 3, comprovando, segundo entendemos, que não se preocupam com a classe trabalhadora, nós votaremos a favor da escala 5 por 2 e pediremos que ela seja feita de forma imediata. Assim, daqui a alguns meses, o povo terá a oportunidade de ver tudo o que está acontecendo na economia brasileira e, se desejar alguma mudança, as eleições estão se aproximando para que possamos resolver, pela primeira vez, um problema que o Governo está querendo criar, mas que, desta vez, não tentaremos barrar. Nós vamos aprovar e vamos comprovar, segundo a nossa avaliação, que o Governo não se preocupa com o povo. Trata-se de uma ação puramente eleitoreira. Obrigado, Sr. Presidente. - 24/03/2026Breves Comunicações
O Deputado anunciou novos investimentos para a segurança pública do Ceará por meio de emendas parlamentares. Informou a destinação de 6 milhões de reais, incluindo a aquisição de 779 fuzis calibre 5,56 para unidades da Polícia Militar e equipamentos para a Polícia Civil. Citou também recursos para academias de treinamento de batalhões e a entrega de veículo de resgate para o Corpo de Bombeiros. Afirmou que os investimentos somaram cerca de 7,9 milhões de reais em dois anos e defendeu maior apoio às forças de segurança.
Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Ceará,destinação,Recursos públicos,Emenda,Arma,Fuzil,Polícia militar,Polícia civil,treinamento,Veículo,Corpo de bombeiros militar,Órgão de segurança pública
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. No ano passado, eu anunciei quase 2 milhões de reais, por meio das nossas emendas parlamentares, para as Forças de Segurança do Estado do Ceará. Com esses recursos, houve a compra de 162 fuzis de calibre 5,56. Foi um estardalhaço lá no Estado do Ceará, até porque o Governador Elmano, em todo o seu mandato atual, só mandou 82 fuzis para a Polícia Militar. Mas estou aqui para fazer um novo anúncio: são 6 milhões de reais, através de minhas emendas parlamentares, para as forças de segurança do Estado do Ceará. Atenção, Polícia Civil, Polícia Militar e Corpos de Bombeiros Militares do Estado do Ceará! Se acharam que 162 fuzis era muito, eu estou anunciando agora a compra de mais 779 fuzis de calibre 5,56 para as forças de segurança do Estado do Ceará. Esses fuzis serão assim destinados: BPRE, 26 fuzis; BPTur, 10; BPMA, 8; BPGEP, 4; CPChoque, 100; BEP, 100; Copac, 100; CPRaio, 100; Batalhão de Polícia Militar de Russas, 10; batalhão de Juazeiro do Norte, 25; Sobral, 15; Canindé, 10; Centro de Fortaleza, 10; Parangaba, Fortaleza, 10; Crateús, 15; Aldeota, Fortaleza, 10; Quixadá, 10; Iguatu, 10; Itapipoca, 10; Caucaia, 10; Tauá, 10; Maracanaú, 10; Eusébio, 10; Messejana, Fortaleza, 10; Conjunto Ceará, Fortaleza, 10; Antônio Bezerra, Fortaleza, 10; Tancredo Neves, Fortaleza, 10; Cristo Redentor, Fortaleza, 10; Conjunto Esperança, Fortaleza, 8; Papicu, Fortaleza, 8; Paracuru, 8; Maranguape, 10; Horizonte, 10; Caucaia, Jurema, 10; Tianguá, 8; Camocim, 8; Baturité, 8; Aracati, 8; Jaguaribe,10; Brejo Santo, 8; Campos Sales, 8; Icó, 10. São mais de 3,7 milhões de reais para a compra de fuzis calibre 5,56 para os policiais militares do Estado do Ceará, além dos 162 fuzis que eu anunciei no ano passado, que estão em processo de compra. Todos os batalhões da Polícia Militar do Estado do Ceará, todas as companhias, todas as unidades terão fuzil 5,56 para enfrentar o crime e os bandidos, que cada vez estão com melhor e mais forte armamento. Além disso, estamos colocando também 79 fuzis para a Delegacia-Geral de Polícia Civil do Estado do Ceará, para que o próprio Delegado-Geral faça a distribuição. Somente para a Polícia Civil, meio milhão de reais para a compra de fuzis. Além disso tudo, estamos também anunciando aqui recursos para equipar as academias dos seguintes batalhões: CPRaio, Russas, Sobral, Bepi, Canindé, Crateús, Quixadá, Iguatu, Itapipoca, Maracanaú, Caucaia, Tianguá, Camocim, Campos Sales, Pirambu, Comando-Geral e Cogeic. É 1,3 milhão de reais para equipar as academias desses batalhões que eu acabei de listar. Além disso, Sr. Presidente, também estamos enviando um veículo do tipo furgão, no valor de 580 mil reais, caracterizado como unidade de resgate e salvamento, para o Corpo de Bombeiros do Estado do Ceará. Nós estamos aqui anunciando recursos para a segurança pública, que serão utilizados para o enfrentamento do crime organizado, o enfrentamento da bandidagem, mas também para salvar vidas e cuidar do bem-estar do ser humano, do policial militar do Estado do Ceará. Somando os recursos do ano passado e as emendas deste ano, nós estamos hoje com 7,9 milhões de reais investidos na segurança pública do Estado do Ceará, somente através do meu mandato. Ocupo hoje o primeiro lugar no ranking de Deputado Federal que mais destina recursos para a segurança pública do Estado do Ceará. Esse é o papel de um Parlamentar. Já que o Governador está sendo ausente, não está valorizando nossos policiais militares e civis e bombeiros, eu estou aqui para dizer que vocês podem contar comigo. E esse tipo de disputa é a disputa saudável. Governador, faça melhor, veja este meu pronunciamento e anuncie mais recursos e mais atenção aos policiais do Estado do Ceará. Meu Ceará, vocês podem contar comigo! Muito obrigado, Sr. Presidente. - 29/10/2025
O Deputado manifestou apoio à megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro (RJ), que resultou na morte de integrantes de facções criminosas. Criticou a posição de um Deputado do PT da Bahia que havia questionado a ação e afirmou que a população apoia medidas de enfrentamento ao crime organizado. Parabenizou o Governador do Rio de Janeiro, além das polícias militar e civil, pela condução da operação. Destacou que entre os mortos estavam chefes de facções responsáveis por crimes cometidos também no Ceará, e reiterou seu apoio às forças de segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Rio de Janeiro (RJ),Crime organizado,Governador,Polícia
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a gente viu um Deputado do PT da Bahia usar o microfone para dizer que é um absurdo a megaoperação que aconteceu no Rio de Janeiro e matou mais de cem bandidos. Ele tem essa preocupação porque esses traficantes todos são eleitores do PT. Está pouco! Está pouco! Que venham a ser duzentos, trezentos, quatrocentos, quinhentos, mil, 2 mil. Enquanto estiverem matando traficante, bandido, homicida, a população estará aplaudindo. Estou aqui mais uma vez dando parabéns ao Governador, aos policiais militares, aos policiais civis. Parabéns por essa megaoperação que está matando aqueles que já mataram muitos inocentes, não só no Rio de Janeiro. Chefes de facções que mataram cidadãos do Ceará também amanheceram mortos no Rio de Janeiro. Meus parabéns ao Governador! - 29/10/2025
O Deputado prestou homenagem aos quatro policiais mortos durante a megaoperação no Rio de Janeiro, classificando a ação como quase perfeita, não fosse pelas mortes dos agentes. Pediu que a Câmara realizasse “1 minuto de aplausos” pelos mais de cem criminosos mortos na operação, afirmando desejar que esse número aumente.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Rio de Janeiro (Estado),Homicídio,Policial,Criminoso,Aplauso
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Agora há pouco, foi dado aqui 1 minuto de silêncio aos quatro policiais, aqueles quatro guerreiros que, infelizmente, foram abatidos nessa megaoperação, uma perfeita operação só não foi perfeita por causa desses homicídios dos nossos guerreiros policiais. Contudo, como já foi concedido 1 minuto de silêncio aos quatro policiais militares e civis do Rio de Janeiro, eu gostaria de pedir que esta Casa fizesse, neste exato momento, 1 minuto de aplausos aos mais de cem bandidos assassinados no Rio de Janeiro. Eu peço 1 minuto de aplausos para que esse número possa chegar a duzentos, a trezentos, a quantos forem necessário. - 15/10/2025
O Deputado anunciou que enviou, para a Polícia Militar do Ceará, por meio de emendas parlamentares, fuzis Sig Sauer, munições para pistolas e kits APH com Torniquete Tático. Ademais, declarou que seu desejo é que a polícia faça bom uso desse material matando muitos bandidos, e comprometeu-se a condecorar o policial militar que mais matar traficante e faccionado no Estado, os quais oprimem a população e expulsam o povo de sua casa.
Palavras-chave oficiais: Emenda,Recursos orçamentários,Polícia militar,Ceará,Armamento,Fuzil,Munição,Pistola Sig Sauer Condecoração,Homicídio,Traficante,Organização criminosa
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Cento e cinquenta e dois fuzis Sig Sauer 5,56; mais de 100 mil munições operacionais para pistolas 9mm e.40; e 200 kits APH com Torniquete Tático são o que eu, Deputado Federal André Fernandes, estou enviando, neste exato momento, através das nossas emendas parlamentares, para a Polícia Militar do Estado do Ceará. O meu desejo é um só: que a polícia faça bom uso desse equipamento matando muitos bandidos. E fica aqui o meu compromisso: vou condecorar o policial militar que mais matar traficante e faccionado no Estado do Ceará, que está oprimindo a população e expulsando o povo de sua casa. Obrigado, Sr. Presidente. - 15/10/2025
O Deputado anunciou que destinou, por meio de emendas parlamentares, 152 fuzis Sig Sauer 556, mais de cem mil munições operacionais para pistolas 9mm e .40 e 200 kits APH táticos com torniquete à Polícia Militar do Ceará para reforçar o combate ao crime. Afirmou que desejava que a corporação fizesse bom uso do armamento e declarou que condecoraria, na Câmara dos Deputados, o policial militar que mais matasse criminosos, traficantes e faccionados no Ceará.
Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Emenda,Armamento,Polícia militar,Ceará,Criminalidade,Condecoração,Câmara dos Deputados
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Cento e cinquenta e dois fuzis Sig Sauer 556, mais de 100 mil munições operacionais para pistolas 9mm e .40 e duzentos kits APH tático com torniquete é o que eu, Deputado Federal André Fernandes, estou destinando neste exato momento, através de nossas emendas parlamentares, para a Polícia Militar do Estado do Ceará combater o crime. O meu desejo é um só: que a Polícia Militar faça bom uso desse armamento, matando muitos bandidos. Aqui fica o meu compromisso: condecorarei, na Câmara dos Deputados, o policial militar que mais matar bandido, traficante e faccionado no meu Ceará. Obrigado, Sr. Presidente. - 08/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória (MP) nº 1.303, de 2025, que dispõe sobre a tributação de aplicações financeiras e ativos virtuais no País e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é incrível o que faz este Governo. Infelizmente, quando não está roubando, está mentindo. Quando não está mentindo, está tentando aumentar imposto. Mas nós estamos aqui no Congresso Nacional para dizer: nós não aceitamos aumento de impostos! Vamos dar um "não" ao Lula e um "sim" ao povo brasileiro! Portanto, representando o povo brasileiro, representando o meu Nordeste, que tem um povo tão sofrido, que não merece mais pagar imposto, nós orientamos pela retirada. Nós orientamos "sim", Sr. Presidente. - 23/09/2025
O Deputado apresentou um novo grupo de Oposição do Ceará, formado por Deputados Estaduais e Vereadores de Fortaleza (CE) e Caucaia (CE), incluindo seu pai, Deputado Alcides Fernandes. Afirmou que a união do grupo envia uma mensagem clara ao Estado e ao País: o fim da era do PT no Ceará, associada por ele à criminalidade e à corrupção. Ademais, declarou que a nova liderança será responsável por salvar o Ceará, consolidando a imagem do grupo como alternativa política na região.
Palavras-chave oficiais: Política,Ceará,Oposição política,Vereador,Deputado federal,Caucaia (CE),Fortaleza (CE),Partido dos Trabalhadores (PT),Criminalidade,Corrupção
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Gostaria de fazer um registro histórico. Estou aqui ao lado de uma pequena fração de um novo grupo que surge hoje no Estado de Ceará, um grupo de oposição. Estão ao meu lado e eu vou começar a sequência do lado de lá para o de cá o Deputado Estadual David Vasconcelos; o Vereador Inspetor Alberto, de Fortaleza; o Vereador Tancredo dos Santos, de Caucaia; o Deputado Estadual Antônio Henrique da Silva; o Deputado Estadual Lucinildo Frota; o nosso Vereador PP Cell, de Fortaleza; o Deputado Estadual Pedro Matos e o Deputado Estadual Alcides Fernandes, que é o meu pai. Ao ver aqui uma parte dessa turma unida, de Deputados Estaduais, de Vereadores de Fortaleza outra turma já teve que retornar ao Ceará , só em mostrar isto aqui, a gente já está deixando um recado bem claro para todo o Estado de Ceará e para todo o Brasil: a era do PT no Estado do Ceará está acabando. A era da facção criminosa, a era da criminalidade e da corrupção está acabando. É esta turma aqui que vai salvar o Ceará! Obrigado, Sr. Presidente. - 13/08/2025
O Deputado prestou solidariedade a Parlamentares intimados pela Corregedoria após manifestação no plenário. Afirmou que atos semelhantes já haviam sido realizados pela oposição em legislaturas anteriores. Recitou um cordel no qual abordou temas como liberdade de expressão, proteção da infância, políticas do Governo federal e discussões sobre censura nas redes sociais. Também citou episódios de repercussão nacional envolvendo influenciadores digitais e mencionou o homeschooling, criminalidade juvenil e combate à pedofilia. Destacou o papel do Parlamento nos debates sobre direitos de crianças e adolescentes e expressou preocupação com propostas que, segundo ele, poderiam restringir a atuação política e social da oposição.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Oposição política,Perseguição política Adultização de crianças e adolescentes,Influenciador digital,Pedofilia
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Cumprimento os nobres Parlamentares e o Brasil, que nos acompanha neste momento. Antes de falar o que eu vim dizer, quero só deixar aqui a minha solidariedade a todos os Parlamentares que hoje foram intimados em seus gabinetes pela Corregedoria desta Casa por, simplesmente, terem feito o mesmo ato que a Esquerda fez anos atrás, ao ocupar aqui o lugar do Presidente. Inclusive, a Deputada mais experiente eu falo em tempo desta Casa estava aí segurando uma placa pelo fim do foro privilegiado. Nós fizemos a mesma coisa. A questão é que sempre é assim: a régua é um pouco diferente quando se trata da Direita, quando se trata da Oposição. Mas, Sr. Presidente, hoje estou no clima de paz, eu não vim aqui para brigar. Eu decidi escrever mais um cordel. Eu venho lá do Ceará, do Nordeste. Certa vez, escrevi um cordel, vim aqui e o recitei. Vendo a situação do momento, eu escrevi mais um cordel, e peço licença aqui para poder recitar. É difícil um influenciador digital usar a sua influência pro bem Eu não tô criticando, calma, eu já fui influenciador também Só que esse é diferente, sem precisar derramar uma gota de suor Virou herói pro povo enaltecer, Loiro, cabeludo, mas sem martelo e sem poder Tô falando do Felca, e não do Thor Graças a ele todo Brasil tá debatendo a inocência da criançada Até uns que, dias atrás, coincidentemente por essa pauta não faziam nada Mas não tem problema, é hora da união Já foram favoráveis ao Champinha, Isso é passado, hoje defendem as criancinhas Calma, é que próximo ano tem eleição Um homem pelado no museu, por crianças sendo tocado em toda parte Não significa nada demais, isso é apenas mais uma forma de arte Chega de discurso de ódio, está na hora da paz Ainda bem que esse governo do PT, Através da AGU pediu ao STF pra defender Que criança participe de parada LGTVHD+ E o cadastro nacional de pedófilos que ainda bem que o Lula não criou 120 mil reais pra pesquisa sobre 'criança trans' o governo Lula liberou Combater criminoso nem é tão eficiente Um menor infrator preso, jamais Esse pobre inocente não sabe o que faz Viva a mudança de sexo pra criança e adolescente Ainda bem que o PT foi contra o projeto que pune estuprador com castração química Defende que até nos presídios o menor de idade faça visita íntima Isso é amor, mané, vê se não amola Homeschooling, ou seja, a aula em casa É uma coisa ultrapassada Melhor é a ideologia de gênero na escola E o vice-presidente do PT do DF preso por suspeita de pedofilia Xiiii, é só uma suspeita, não tem pra que fazer gritaria O problema de tudo é ultra direita radical A esquerda só é contra a CPI do abuso infantil em Marajó Porque é muito melhor Regulamentar a rede social Ei Brasil, eu peço que nesse momento você preste muita atenção Estão querendo impor censura alegando ser um combate à adultização O vídeo do Felca foi a desculpa perfeita que o governo queria Se o projeto do governo este Congresso aprovar Nem sei por quanto empo este meu cordel vai ficar no ar E tudo isso é em nome da democracia Obrigado, Sr. Presidente. - 08/07/2025
O Deputado apresentou questão de ordem com base no art. 7º, § 4º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, alegando descumprimento do princípio da publicidade durante a tramitação do Projeto de Lei nº 769, de 2024, que prevê criação de cargos no Supremo Tribunal Federal (STF). Argumentou que a votação de proposições com impacto orçamentário exige, por regra regimental, o uso obrigatório da galeria do público, o que não teria sido cumprido. Requereu a suspensão da deliberação e retirada da pauta até que se garantisse acesso e visibilidade à sociedade civil, como determina a norma interna. Ao final, solicitou o registro integral da manifestação em ata, alertando para possível nulidade da votação e para a adoção de medidas legais.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Regimento Interno da Câmara dos Deputados,descumprimento,Princípio da publicidade,Projeto de lei ordinária,criação,Cargo público,Supremo Tribunal Federal (STF)
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Com amparo no art. 7º, § 4º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, formulo a presente questão de ordem, considerando o princípio da publicidade, que rege os atos do Poder Legislativo, bem como a necessidade de garantir a plena transparência nas deliberações que implicam aumento de despesas e criação de cargos públicos, especialmente quando envolvem o Poder Judiciário. O citado dispositivo estabelece textualmente que a publicidade das sessões é condição de sua validade e eficácia, sendo assegurado, no recinto do Plenário, amplo acesso ao público, observado o limite de sua capacidade e as restrições de segurança. E o § 4º diz que as sessões em que se realizarem votações de proposições que importem aumento de despesas ou criação de cargos no serviço público serão obrigatoriamente realizadas com o uso da galeria destinada ao público. Sr. Presidente, este projeto de lei vai, sim, criar novos cargos no Poder Judiciário. Portanto, vai haver, sim, impacto financeiro, impacto orçamentário, o qual sequer está registrado no projeto. Apesar de o projeto falar do número de cargos e de valores, não fala do impacto direto. Trata-se de importante matéria que não se limita a questões de organização administrativa interna e tem impacto direto e expressivo no Erário, afetando a sociedade em geral. O Constituinte derivado e o legislador ordinário foram rigorosos ao estabelecer exigências de publicidade reforçada. Assim sendo, a ausência de utilização efetiva da galeria destinada ao público, com sua abertura e acessibilidade, além de comprometer a validade formal da sessão deliberativa, afronta diretamente o dispositivo regimental, podendo ensejar, caso isso não seja corrigido, a nulidade da votação e, por consequência, a nulidade dos atos dela decorrentes. Ademais, reitera-se que a publicidade não é apenas requisito formal, é também um princípio constitucional (art. 37, caput, da Constituição Federal) que vincula toda a administração pública e o processo legislativo. Diante do exposto, requeiro a V.Exa. o imediato cumprimento do disposto no art. 7º, § 4º, do Regimento Interno, determinando a abertura da galeria destinada ao público, assegurando amplo acesso e visibilidade à sociedade civil, durante o processamento e a votação da matéria, que, volto a dizer, terá, com a criação de cargos no Poder Judiciário, impacto financeiro, Sr. Presidente. Caso não seja possível assegurar, neste momento, o cumprimento da regra regimental, que possa ser suspensa a deliberação e retirada da pauta a proposição é justamente disso que trata esta votação até que se garanta o cumprimento integral da publicidade exigida. Peço que conste em ata a íntegra da presente questão de ordem, para eventual controle de legalidade e eventuais medidas judiciais cabíveis, caso o Plenário venha a deliberar em desconformidade com o Regimento Interno da Câmara dos Deputados, Sr. Presidente. Nesses termos, aguardo o pronunciamento de V.Exa. O SR. PRESIDENTE (Carlos Veras. Bloco/PT - PE) - Todos os atos estão sendo amplamente divulgados. Para a sociedade e para quem tiver interesse, os espaços da galeria estão franqueados. Isso é de interesse da população e foram bastante divulgados todos os atos. Como todos nós sabemos, hoje é terça-feira, dia em que não há obrigatoriedade de as Sras. Parlamentares e os Srs. Parlamentares estarem no plenário. Então, isso é de livre vontade e interesse dos Parlamentares. Eu dou por respondida a questão de ordem de V.Exa. O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu gostaria de recorrer. Eu recorro, Sr. Presidente. - 08/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Requerimento de retirada da Ordem do Dia do Projeto de Lei nº 769, de 2024, que dispõe sobre a criação de funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Supremo Tribunal Federal. Além disso, rebateu acusações da Esquerda sobre o aumento do número de Deputados, destacando que a maioria do Partido dos Trabalhadores (PT) apoiou essa medida, enquanto ele e seus aliados votaram contra. Acusou o PT de usar demagogia e divulgar informações falsas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Minoria parlamentar Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto favorável,Projeto de lei complementar,aumento,quantidade,Parlamentar,Notícia falsa (fake news)
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero só deixar claro que a Minoria, obviamente, vai votar pela retirada do projeto da pauta. Ele é muito ruim e vem num momento inoportuno. Estamos querendo aqui enxugar a máquina pública. Em contrapartida, o Judiciário, que hoje é o mais caro do mundo, ainda vem querer aumentar os seus custos. Ouvi o Parlamentar do PT, a Esquerda dizer que nós votamos para aumentar o número de Deputados. Lembro que 75% da bancada deles votou a favor do aumento do número de Deputados. E eles vêm falar besteira aqui? Fique registrado, só por questão de transparência, que votei contra o aumento do número de Deputados. A maioria dos Deputados que estão aqui do nosso lado votaram contra esse aumento. Na verdade, não estou vendo nenhum Deputado daqui que tenha votado a favor disso. Todos que estão aqui votaram contra o aumento do número de Deputados. E o PT vem aqui fazer demagogia, mentir, propagar fake news. Aliás, chega a ser pleonasmo usar as palavras "petista" e "mentira" na mesma frase. Sr. Presidente, nós orientamos pela retirada do projeto da pauta. - 08/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do art. 26 do substitutivo ao Projeto de Lei (PL) nº 2.583, de 2020, que institui a Estratégia Nacional de Saúde objetivando estabelecer uma estratégia nacional para incentivo às indústrias nacionais que produzam itens essenciais ao sistema de saúde nacional, bem como a pesquisa e desenvolvimento de produtos, insumos, medicamentos e materiais, com vistas a dar autonomia ao nosso País quanto a produção destes itens. Além disso, criticou o Governo Lula, afirmando que, apesar do discurso em defesa dos mais pobres, os banqueiros estariam lucrando como nunca. Questionou por que o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não propôs o debate sobre a taxação dos super-ricos no Parlamento. Acusou ainda o Governo de perdoar envolvidos na Operação Lava-Jato e beneficiar figuras como os irmãos Batista, ao mesmo tempo em que penaliza os mais pobres.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário Governo,Política fiscal,Tributação,População rica,Operação Lava Jato
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "não". Há algo estranho. Eles vêm aqui dizer que não entendem por que não se debate a taxação dos super-ricos, por que não se debate isso e aquilo. Ora, o Ministro da Fazenda é Fernando Haddad! Por que ele não traz esta pauta para cá? Por que ele não fala sobre isto aqui? O pior, Sr. Presidente, é que eles fazem esse discursinho para o povo, mas os bancos, no Governo Lula, estão tendo recorde de lucros! Os banqueiros estão ganhando dinheiro com o Lula! (Pausa.) Esperem aí! Não vão me deixar falar? Parece que está doendo lá. Sr. Presidente, peço que mantenha a ordem. Os banqueiros, no Governo Lula, estão ganhando dinheiro como nunca! E eles vêm dizer que são contra os ricos e a favor dos pobres? Eles é que estão perdoando os envolvidos na Operação Lava-Jato. Eles é que estão perdoando os banqueiros, os irmãos Batista. Eles é que defendem o super-ricos e estão taxando os pobres. Que isso fique registrado, Sr. Presidente! - 08/07/2025
O Deputado defendeu o Parlamentar Nikolas Ferreira, afirmando que o Parlamentar está sendo alvo de perseguição por parte do Ministério Público Eleitoral por ter exposto fatos durante a última eleição. Relatou tratar-se de uma tentativa de cassação injusta motivada pelo papel de destaque do Deputado Nikolas na Oposição ao Governo. Também destacou que a atuação do Deputado tem repercussão nacional e criticou a censura. Ao finalizar, defendeu que a Câmara se posicione em favor das prerrogativas parlamentares e do mandato do Deputado Nikolas Ferreira.
Palavras-chave oficiais: Perda de mandato parlamentar,Deputado federal,Minas Gerais,Denúncia,Oposição política,Perseguição política,Atuação parlamentar,Censura,Ministério Público Eleitoral (MPE),Câmara dos Deputados
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero deixar registrado aqui, em defesa do nosso Parlamento, que o Deputado Nikolas Ferreira, de forma assertiva, na última eleição, fez uma exposição de fatos em Belo Horizonte. Agora o Ministério Público eleitoral está querendo cassar os direitos políticos do Deputado Nikolas Ferreira por expor verdades. Isso é um absurdo! O Deputado Nikolas Ferreira tem sido, sim, o porta-voz da Oposição ao Governo esse desgoverno e a voz do Brasil. Assim tem feito em suas redes sociais, assim tem feito no dia a dia em todo o Brasil, percorrendo todos os Estados. Agora o sistema sentiu. Estão querendo cassar o mandato do Deputado Nikolas Ferreira por ser a voz do Brasil. Então, em respeito ao Parlamento, em respeito às prerrogativas dos Deputados Federais, esta Câmara tem que se posicionar a favor do Deputado Nikolas Ferreira. Sem censura! Avante, Nikolas Ferreira! - 02/07/2025
O Deputado defendeu o colega Carlos Jordy, argumentando que suas declarações ofensivas contra o Presidente Lula estão protegidas pela liberdade de expressão e imunidade parlamentar. Afirmou que, diante de condenações judiciais passadas, Lula pode sim ser chamado de "marginal" e outros adjetivos. Criticou o que chamou de “hipocrisia” da esquerda, ao lembrar que Jair Bolsonaro foi chamado de "genocida" sem sofrer censura. Por fim, reafirmou os termos usados por Jordy e ainda os ampliou, insistindo em ataques pessoais ao Presidente.
Palavras-chave oficiais: Liberdade de expressão,Imunidade parlamentar,Expressão textual,Ofensa,Presidente da República,Decoro parlamentar
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero deixar claro que o nobre Deputado Carlos Jordy apenas usou de sua liberdade de expressão e imunidade parlamentar na tribuna desta Casa para falar verdades. Ora, se há facção criminosa dizendo que tinha diálogo cabuloso com o PT, onde está o erro em dizer que Lula é marginal, se foi preso, condenado em duas instâncias, também nas instâncias superiores, se há diversas testemunhas, provas documentais? O fato aconteceu. É um marginal, é um ex-presidiário, é um descondenado. Uma Parlamentar de esquerda vem aqui dizer que o que o Deputado disse na tribuna não pode ser dito. É um absurdo! Eles passaram 4 anos chamando Jair Bolsonaro de genocida por causa de uma pandemia que aconteceu no mundo todo, mas Lula, um ladrão, um bandido, um genocida, um marginal, um criminoso, não pode ser chamado daquilo que ele é. Então, reitero tudo o que o Deputado Jordy disse e ainda digo mais. - 18/06/2025
O Deputado criticou o Presidente Lula por ter acionado o Supremo Tribunal Federal para suspender ações judiciais de aposentados contra o INSS. Informou que muitos idosos foram vítimas de empréstimos consignados não autorizados e, ao tentar buscar reparação na Justiça, enfrentaram nova barreira com a iniciativa do Governo Federal. Acusou o Executivo de impedir que aposentados lesados pudessem processar o Estado e questionou o silêncio de Parlamentares do PT sobre o tema. Afirmou que os discursos da base governista omitiam essas ações e reiterou que os aposentados estariam sendo prejudicados duplamente: pelo golpe e pela falta de amparo judicial.
Palavras-chave oficiais: Governo,Ação judicial,Aposentado,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
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O SR. ANDRÉ FERNANDES (Bloco/PL - CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Obrigado, Líder Cabo Gilberto, nosso Deputado Federal da Paraíba. A gente até escuta atentamente os discursos dos Parlamentares do PT. É claro que eles mentem bastante, inventam números, coisas que não acontecem e não estão na nossa realidade. No entanto, eu venho lamentar que nenhum deles tem a coragem de subir à tribuna e contrariar Lula, que pediu ao Supremo Tribunal Federal a suspensão das ações de vítimas do INSS contra o Governo. Prestem atenção: os aposentados, os velhinhos foram roubados. E, em vez de o Presidente Lula se dispor a ajudá-los, ele recorreu ao Supremo Tribunal Federal, para que o Supremo Tribunal Federal cancele os processos das vítimas. Ou seja, Sr. Presidente, o velhinho, o aposentado está sofrendo dois golpes. O primeiro aconteceu quando ele foi roubado, quando ele teve um consignado aprovado sem nem sequer ter ciência disso, e pagou por algo que ele não queria. Esse foi o primeiro golpe. O segundo golpe acabou de acontecer: o Presidente da República foi ao Supremo Tribunal Federal dizer: "Ei, você que foi roubado não pode pedir indenização, não pode processar o Governo!" Esse é o Lula que os Parlamentares do PT e a Esquerda ignoram e sobre o qual nem sequer falam. Obrigado, Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.