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Foto de Ana Paula Lima

Deputada · Câmara

Ana Paula Lima

PT · SC

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Ana Paula de Souza Lima · 62 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 91 de 100, Cara Bom0406080100

91/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 87%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 90%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 98%das 773 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 99%das 781 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

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E-mail
dep.anapaulalima@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5206
Gabinete
Gabinete 206, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 377 de 391 sessões

Melhor que 67% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

87%

Registrou voto em 983 de 1.128 votações nominais

Melhor que 68% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 85 projetos apresentados (0%)

7 avançaram · 69 em andamento · 9 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 773 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 97% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

208 discursos na tribuna e 58 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 07/02/2023 a 19/05/2026.

  • 01/10/2025Breves Comunicações

    A Deputada saudou o povo de Jaguaruna (SC), presente na Câmara dos Deputados, e lembrou ter relatado o Projeto de Lei nº 1960, de 2022, que reconheceu a cidade como Capital Nacional da maior onda do Brasil. Ademais, defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, encaminhado pelo Presidente Lula, que isenta do Imposto de Renda salários até 5.000 reais e reduz a tributação para rendimentos até 7.350 reais. Além disso, afirmou que a proposta concretiza antiga reivindicação das centrais sindicais e representa justiça tributária ao povo trabalhador. Destacou ainda os avanços do Governo Lula, como a valorização do salário mínimo, a retomada de políticas públicas e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ao final, criticou a baixa contribuição dos super-ricos.

    Palavras-chave oficiais: Povo,Jaguaruna (SC),Câmara dos Deputados,Relatora,Projeto de lei ordinária,Capital Nacional da Maior Onda do Brasil Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Política fiscal,Central sindical,Justiça tributária,Governo federal,Presidente da República,Salário mínimo,Política pública,Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC),Tributação,População rica

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente Deputado Gilberto. Também cumprimento o povo de Jaguaruna que está neste Plenário. Fui Relatora do projeto que conferiu à cidade de Jaguaruna o título de Capital Nacional da Maior Onda do Brasil. Jaguaruna competia com Vitória, no Espírito Santo, por esse título, mas Santa Catarina saiu na frente e conseguiu avançar na determinação de Jaguaruna como capital da maior onda do Brasil, porque lá o surfe também é muito intenso. Sr. Presidente, Srs. e Sras. Parlamentares, nós estamos contando os dias, as horas e os minutos para dar este presente ao povo brasileiro: Imposto de Renda zero para quem ganha até 5 mil reais. O Presidente Lula, no primeiro ano deste Governo, em 2023, isentou do pagamento do Imposto de Renda quem ganha até dois salários mínimos. Também aumentou o valor do salário mínimo acima da inflação em todos esses anos: 2023, 2024 e 2025. Agora, vamos apreciar o projeto de lei que o Presidente Lula encaminhou a esta Casa para fazermos justiça tributária ao povo pobre, ao povo trabalhador, que paga muito imposto no nosso País. Isenção total do Imposto de Renda, ou Imposto de Renda zero, para quem ganha até 5 mil reais, e isenção parcial do Imposto de Renda para quem ganha entre 5 mil e 7.350 reais, são medias esperadas, há muito tempo pelo povo do nosso Brasil. A luta sindical, travada durante todos esses anos, pela isenção de Imposto de Renda para o trabalhador e pela correção da defasagem da tabela do Imposto de Renda, agora vê resultados. Com o Governo do Presidente Lula, muita coisa está se tornando realidade no nosso País, como a reforma tributária, que aprovamos aqui; as políticas públicas, que voltaram a atender a nossa população; e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento em várias áreas — educação, saúde, infraestrutura, defesa civil —, com os Municípios recebendo esses recursos. Hoje, depois de muito tempo, nós estamos aguardando para, daqui a pouco, dar ao povo brasileiro esse presente do Imposto de Renda zero para quem ganha até 5 mil reais. Quem ganha salário, paga imposto na fonte, mas os super-ricos do nosso País concentram fortunas, lucros, dividendos e, muitas vezes, não contribuem na mesma proporção. Esse projeto revela a inteligência do nosso Presidente, o Presidente Lula, que olha para o Brasil como um todo e que, principalmente, cuida da nossa gente, do povo trabalhador. Isenção do Imposto de Renda é imposto zero para quem ganha até 5 mil reais. Espero que todos os Parlamentares tenham sensibilidade e votem "sim" para a aprovação desse projeto. Obrigada, Sr. Presidente.
  • 18/09/2025Breves Comunicações

    A Deputada registrou a atuação da advogada Renata Dutra na liberação de mais de R$ 300 milhões do PAC para Municípios de Santa Catarina, incluindo um parque inundável voltado à contenção de encostas e drenagem. Defendeu a discussão da isenção do Imposto de Renda para rendas de até R$ 5 mil, da isenção da tarifa de energia e da regulamentação da escala 6x1, citando os 470 mil afastamentos de trabalhadores em 2024. Também reprovou a aprovação da PEC da blindagem e a urgência da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, afirmando que anistiar seria esquecer ataques contra a democracia.

    Palavras-chave oficiais: Proposição legislativa,Senador,Deputado,Imunidade parlamentar,Prerrogativa constitucional,Foro privilegiado,Supremo Tribunal Federal (STF),contrário Proposição legislativa,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),redução,Defesa Proposição legislativa,Jornada de trabalho,redução,regulamentação Santa Catarina,Município,Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),Recursos orçamentários,Advogada,liberação ampliação,Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE),Defesa,Proposição legislativa Proposição legislativa,manifestação,participação,anistia,contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Sem revisão da oradora.) - Muito bom dia, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares. Primeiro, Sr. Presidente, quero fazer um registro nesta Casa sobre a Dra. Renata Dutra, advogada do consórcio que atende vários Municípios do nosso Estado, da região da foz do Rio Itajaí, que, no dia de hoje, vai acompanhar a liberação de recursos do Governo Federal, do Governo do Presidente Lula, do Programa de Aceleração do Crescimento, na ordem de mais de 300 milhões de reais, para vários Municípios catarinenses, inclusive para um projeto grandioso do consórcio, por meio do qual vai ser executado um parque inundável. Este grande projeto, que abrange dois Municípios, trata da contenção de encostas e também da prevenção através de drenagem. Representantes de Santa Catarina, de vários outros Estados e de vários Municípios vão estar hoje, às 15 horas, nesse grande evento do Governo Federal, que tem investido em várias ações, em todos os Estados da nossa Federação, bem como nos Municípios. Nesta Casa, alguns Parlamentares vão na contramão dos investimentos do Governo Federal e colocam em pauta projetos que não representam nenhum interesse do povo brasileiro. Como bem falou aqui o Deputado Helder Salomão, nós deveríamos estar debruçados na discussão da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais, com redução escalonada para quem ganha até 7.500 reais. Nós deveríamos estar aprovando por unanimidade — aí, sim! — a isenção da taxa de energia elétrica para a maioria da nossa gente, que não tem condições de pagar. Houve Parlamentares que votaram contra, porque votam contra o Brasil. Nós deveríamos estar debruçados na discussão da escala 6 por 1. Esse tema está nesta Casa há muito tempo, mas ainda não foi dado o resultado para garantir aos nossos trabalhadores os dias de folga, que são um direito. Isso afeta a saúde mental dos nossos trabalhadores. No ano de 2024, 470 mil trabalhadores foram afastados do serviço por excesso de trabalho, por assédio no local de trabalho. Nós deveríamos estar debruçados nesses temas. Os projetos que foram aprovados nesta semana não dizem respeito ao povo brasileiro. A PEC da blindagem, infelizmente, foi aprovada aqui, bem como a urgência do projeto da anistia para quem cometeu crime. Esqueceram o que eles fizeram aqui em Brasília, quebrando esta Casa, o Senado Federal, o Palácio do Planalto, o STF? Querem dar anistia para essa gente. Naquele domingo, dia 8 de janeiro, deveriam estar em casa, com as suas famílias, mas vieram para cá, financiados por muita gente, para fazer essa bandidagem. Anistiar é esquecer. Nós não podemos esquecer o que aconteceu aqui no Brasil. Muito obrigada, Sr. Presidente.
  • 27/08/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em todo o Brasil, incluindo Santa Catarina, nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e assistência social. Criticou o Prefeito de Blumenau (PL) por negar a construção de uma policlínica de mais de R$ 30 milhões, que atenderia especialidades médicas e exames de média complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, afirmou que há 69 mil pessoas na fila por consultas em Blumenau, mas o Prefeito não viabilizou o terreno para a obra, ao contrário dos Prefeitos de Gaspar (SC) e Indaial (SC), que já ofereceram áreas. Por fim, manifestou repúdio à postura do Prefeito, afirmando que ele não tem compromisso com a saúde da população.

    Palavras-chave oficiais: Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),Saúde,Educação,Infraestrutura,Assistência social,Blumenau (SC),Prefeito,Policlínica,Gaspar (SC),Indaial (SC),Santa Catarina,Sistema Único de Saúde (SUS)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Parlamentares, o Brasil voltou a fazer investimentos em todos os Estados da nossa Federação através das obras do Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal. Falo isso porque, no meu Estado, o Estado de Santa Catarina, agora nós conseguimos visualizar os investimentos do Governo Federal nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, assistência social. Os recursos são depositados na conta de Prefeituras, para fazerem esses investimentos. O que me causa estranheza é que há Prefeitos que estão negando a obra. É o caso do Prefeito da minha cidade, Blumenau, que foi contemplada com uma grande obra na área da saúde, a construção de uma policlínica, com investimento no valor de mais de 30 milhões de reais, para atendimento por especialidades e exames de média complexidade. Todo mundo gostaria de uma policlínica, porque há demanda muito grande da população por especialistas. O Ministério da Saúde tem o Programa Agora tem Especialistas. Seria feita a construção da policlínica, e ela seria equipada para atender a nossa população de uma região metropolitana do Vale do Itajaí. O Prefeito não fez nenhum esforço para viabilizar o terreno para a construção dessa policlínica. Blumenau está prestes a perder a policlínica. Os Prefeitos dos Municípios de Gaspar e Indaial ofereceram o terreno, estão com essa disposição, sabem da necessidade de uma construção desta natureza, e o Prefeito de Blumenau, que é do PL, do PL, está negando esse investimento. Eu digo isso porque agora há uma briga lá na cidade. O Presidente da Câmara de Vereadores disse que vai oferecer o terreno para a construção da policlínica, e o Prefeito não quer esse investimento. A população pede, as comunidades pedem, os Conselhos Regionais de Saúde pedem a policlínica, porque há uma fila imensa, com 69 mil pessoas, em Blumenau, que aguarda a marcação de consultas com especialistas, nas áreas de oftalmologia, ortopedia, cardiologia e ginecologia, e o Prefeito está negando a construção da policlínica, que será financiada, através do Sistema Único de Saúde, de forma tripartite, por Municípios, Estados e a Federação, o Ministério da Saúde. Infelizmente, esse Prefeito que está aí não tem compromisso com a saúde do povo blumenauense, com a população da região, não tem compromisso com uma boa gestão, de interesse da comunidade. Fica registrado, Sr. Presidente, o meu repúdio à atuação de um Prefeito do PL, o Prefeito da cidade de Blumenau, que está negando investimentos do Programa de Aceleração e Crescimento para a construção de uma policlínica, infelizmente. Ela vai ficar na região, porque trabalhamos muito para que ficasse no Vale do Itajaí, nessas duas cidades, de Gaspar e Indaial, que estão reivindicando a construção dessa policlínica. Muito obrigada, Sr. Presidente.
  • 20/08/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou a 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, realizada em Brasília após 10 anos, reunindo representantes de todas as regiões do País. Reforçou a importância do SUS como proteção da vida e da dignidade dos trabalhadores e citou dados da Previdência Social sobre afastamentos por transtornos mentais relacionados ao trabalho, que aumentaram 68% em 2024. Também apresentou projeto de lei que altera a CLT para promover a saúde mental no ambiente laboral, com medidas de prevenção de riscos e apoio psicológico aos trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Brasília (DF),Conferência Nacional de Saúde,Trabalhador,Evento,Sistema Único de Saúde (SUS),atuação Previdência social,Dados,Trabalhador,Transtorno mental,Afastamento do serviço,aumento Proposição legislativa,Ambiente de trabalho,Saúde mental,prevenção,Assistência psicológica,Trabalhador

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Parlamentares, faço uso da tribuna para enaltecer um evento que está acontecendo aqui em Brasília depois de 10 anos, a 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que reúne representantes de todas as regiões do nosso País, como gestores municipais, profissionais da área da saúde, usuários do Sistema Único de Saúde, e a comunidade em geral, que se faz presente por intermédio de delegados pertencentes a cada Estado da nossa Federação. O tema da edição deste ano é Saúde do trabalhador e da trabalhadora como direito humano. E estes serão os eixos: Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora; as novas relações de trabalho; e o fortalecimento da participação popular. A conferência aponta para a urgência de resgatar direitos que foram, infelizmente, desmontados nos últimos anos. Aqui eu reafirmo meu compromisso com o Sistema Único de Saúde, patrimônio do povo brasileiro. O SUS é a principal política de proteção da vida e da dignidade de quem trabalha. Ele acolhe, trata e garante o acesso a serviços fundamentais, mesmo nas regiões mais distantes do nosso País. A conferência também fortalece o controle social, base do Sistema Único de Saúde, que garante que a população possa participar ativamente das decisões que afetam a saúde e sua vida. Em 2024, senhores e senhoras, o Brasil registrou 470 mil afastamentos por causa de transtornos mentais relacionados ao trabalho. O número, certamente, é grande. Houve aumento de 68% em relação ao ano anterior, segundo os dados da Previdência Social. Sofrimento psíquico causado por jornadas exaustivas, assédio moral, insegurança, pressão por metas, falta de acolhimento das empresas, essa é uma realidade cotidiana. Observando isso, apresentamos um projeto de lei que altera a Consolidação das Leis do Trabalho — CLT para instituir medidas de promoção e proteção da saúde mental no ambiente de trabalho. Esse projeto de lei está tramitando nesta Casa. As empresas e os empregadores precisam identificar e reduzir os riscos psicossociais, oferecer apoio psicológico. Esse debate vamos fazer nas Comissões. Eu tenho certeza de que o Plenário desta Casa vai votar esse projeto, que é de grande importância para a proteção da saúde mental dos trabalhadores e das trabalhadoras brasileiras. Era isso, Sr. Presidente.
  • 19/08/2025

    A Deputada manifestou solidariedade à jornalista Amanda Souza de Miranda, alvo de ataques nas redes sociais em Santa Catarina. Ressaltou que Amanda é profissional séria, comprometida com a verdade e com o interesse público, denunciando as contradições do Governador Jorginho Mello, bolsonarista. Ademais, denunciou que os ataques partiram de uma milícia digital financiada para espalhar ódio e mentiras. Por fim, repudiou as intimidações e assegurou que Amanda não está sozinha na defesa da democracia, da liberdade de imprensa e do direito da população a informações verdadeiras.

    Palavras-chave oficiais: solidariedade,Jornalista profissional,Vítima,Ofensa,Rede social digital,Santa Catarina,Governador,Extrema direita,Milícia,Notícia falsa (fake news),intimidação,Democracia,Liberdade de imprensa,Deputada federal,Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Eu quero aqui manifestar solidariedade à jornalista Amanda Souza de Miranda, que é alvo de ataques covardes nas redes sociais no Estado de Santa Catarina. Amanda é uma profissional séria, uma jornalista comprometida com a verdade e com o interesse público. Seu trabalho expõe com clareza a responsabilidade e as falhas e contradições do Governo bolsonarista de Jorginho Mello. Esses ataques, Sr. Presidente, partem de uma milícia digital que recebe recursos para espalhar ódio e mentira. Enquanto isso, a jornalista Amanda exerce a sua função com dedicação, autonomia e amor ao serviço público. Registro nesta Casa o meu repúdio a essas intimidações à jornalista Amanda e digo que Amanda não está sozinha no combate principalmente a essas milícias digitais e na defesa dos interesses do Estado de Santa Catarina, e um deles é o de que se fale a verdade. Isso é liberdade de expressão, é respeito à democracia, à liberdade de imprensa e ao direito da população de receber informações verdadeiras. Muito obrigada, Sr. Presidente.
  • 15/07/2025

    A Deputada destacou a preocupação do Presidente Lula com Parlamentares que não defendem a soberania nacional. Ressaltou a importância do setor pesqueiro de Santa Catarina, que lidera as exportações brasileiras para os Estados Unidos e gera mais de 30 mil empregos diretos em cidades como Itajaí (SC), Navegante (SC), São Francisco do Sul (SC) e Laguna (SC). Alertou que o estado pode sofrer consequências devido à disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos, atribuída à submissão do ex-Presidente Bolsonaro e sua família. Defendeu a união dos Parlamentares para negociar, proteger a indústria nacional, os empregos e a soberania do País, enfatizando o compromisso com os trabalhadores brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Parlamentar,Atuação parlamentar,Soberania nacional,Indústria nacional,negociação,Emprego,Trabalhador,Setor pesqueiro,Santa Catarina,Exportação,Pescado,Estados Unidos,Impacto econômico,Tributação,Brasil,Taxa,Importação,Produto nacional,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Quero dizer que o Presidente Lula defende o povo brasileiro e está muito preocupado com alguns Parlamentares que não fazem a defesa da soberania nacional. Eu falo aqui pelo meu Estado, que é líder nacional da exportação de pescados para os Estados Unidos. O setor pesqueiro catarinense gera mais de 30 mil empregos diretos e movimenta cidades importantes como Itajaí, Navegante, São Francisco do Sul e Laguna. Santa Catarina pode pagar o preço, infelizmente, pela chantagem dos Estados Unidos contra o Brasil, fruto da submissão do Bolsonaro e da sua família. Então, Srs. Parlamentares, nós temos é que nos unir para que possamos fazer esse diálogo de negociação, defender a indústria nacional, defender os empregos do povo brasileiro. O meu Estado, Santa Catarina, não pode pagar essa conta por causa de uma disputa comercial entre os Estados Unidos para proteger a família do ex-Presidente Bolsonaro, mas nós vamos seguir firmes na defesa do Brasil, na defesa da soberania nacional, na defesa da nossa indústria e na defesa dos trabalhadores brasileiros. Muito obrigada.
  • 15/07/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou a aprovação e sanção da Política Nacional de Cuidados, projeto do qual foi coautora, ressaltando sua importância para milhões de mulheres no Brasil. Afirmou que 104 milhões de pessoas cuidam de outras sem remuneração, sendo 64% mulheres, principalmente negras, chefes de família e mães solo, que frequentemente abrem mão de suas carreiras para essa tarefa. Chamou atenção para a condição das trabalhadoras domésticas, maioria negra e com baixos salários, que sustentam o cuidado no País. Informou que a política reconhece o cuidado como um direito, promove o trabalho decente e prioriza quem mais necessita, propondo integração nacional e local. Afirmou que cuidar de quem cuida representa justiça social e a garantia de direitos para os invisibilizados.

    Palavras-chave oficiais: Política Nacional de Cuidados,Projeto de lei ordinária,Autora (proposição legislativa),Mulher,Trabalhador doméstico,direitos

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, a minha fala hoje é sobre um projeto sancionado pelo Presidente Lula, do qual inclusive eu sou coautora, com as demais Parlamentares desta Casa, sobre a Política Nacional de Cuidados, um tema muito atual e relevante, até porque abrange um grande número de mulheres no nosso País. Essa política essencial, a Política Nacional de Cuidados, que garante dignidade a quem cuida e a quem precisa do cuidado, sancionada pelo Presidente Lula, representa, senhoras e senhores, um avanço para nós. Cuidar é um direito de todas as pessoas e deve ser uma responsabilidade compartilhada entre famílias, Estado e sociedade. No Brasil, 104 milhões de pessoas cuidam de outras sem receber qualquer tipo de remuneração. Dessas, 64% são mulheres, que muitas vezes abandonam os seus sonhos, as suas carreiras para se dedicarem exclusivamente ao cuidado de outras pessoas. E qual é o perfil de quem cuida de pessoas? O cuidado tem gênero, tem raça e tem cor: são as mulheres, na sua maioria, negras, chefes de famílias e mães solo que se dedicam ao cuidado, e o fazem sem o devido reconhecimento social e apoio do Estado. A falta de visibilidade, de acesso a direitos e a condições dignas tem levado essas mulheres ao esgotamento físico e emocional. São as trabalhadoras domésticas os pilares do cuidado no nosso País. Elas são quase 6 milhões no Brasil. Dessas trabalhadoras, 90% são mulheres e 66% são negras; 64,5% ganham menos de um salário mínimo; apenas 25% têm a carteira de trabalho assinada. Sete em cada dez mulheres relatam um cansaço crônico. Muitas vezes, fazem faxina extra para sobreviver. A Política Nacional de Cuidados, aprovada nesta Casa e sancionada pelo Presidente Lula, tem várias diretrizes. Ela também considera o cuidado como direito, trata da promoção do trabalho decente, dá prioridade a quem mais precisa e trata da integração nacional e local. Sr. Presidente, cuidar de quem cuida é justiça social, sim. A Política Nacional de Cuidados é um marco e trata de enxergar quem está invisibilizado. É tempo de garantir direitos. Garantir direitos é cuidar de quem cuida. Muito obrigada.
  • 15/07/2025entregue por escrito

    A Deputada destacou a importância da Política Nacional de Cuidados, sancionada em 2024 pelo Presidente Lula, como um avanço civilizatório que reconhece o cuidado como direito e responsabilidade compartilhada entre Estado, famílias e sociedade. Ressaltou que 104 milhões de brasileiros cuidam de outras pessoas sem remuneração, sendo 64% mulheres que enfrentam esgotamento e invisibilidade. Denunciou as condições precárias das trabalhadoras domésticas e celebrou medidas como o programa Mulheres Mil, que ampliará a qualificação profissional. Por fim, dDefendeu o cuidado como política pública efetiva e instrumento de justiça social.

    Palavras-chave oficiais: Política Nacional de Cuidados,Sanção presidencial,Cuidado familiar,Política pública

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELA SRA. DEPUTADA ANA PAULA LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Discurso – Política Nacional de Cuidados Abertura Falo hoje sobre uma política essencial para garantir dignidade a quem cuida e a quem precisa de cuidado: a Política Nacional de Cuidados, sancionada pelo presidente Lula em 2024. Essa política representa um avanço civilizatório. Cuidar é um direito de todas as pessoas — e deve ser uma responsabilidade compartilhada entre famílias, Estado e sociedade. A importância da política No Brasil, 104 milhões de pessoas cuidam de outras sem receber nenhum tipo de remuneração. Dessas, 64% são mulheres, que muitas vezes abandonam seus sonhos e carreiras para se dedicar exclusivamente ao cuidado. O perfil de quem cuida O cuidado tem gênero, cor e classe. São mulheres, em sua maioria negras, chefes de família e mães solo, que se dedicam ao cuidado sem o devido reconhecimento social ou apoio do Estado. A falta de visibilidade, de acesso a direitos e de condições dignas tem levado essas mulheres ao esgotamento físico e emocional. Trabalhadoras domésticas: pilares do cuidado São quase 6 milhões no Brasil. 90% são mulheres, 66% negras. 64,5% ganham menos de um salário mínimo e apenas 25% têm carteira assinada. 7 em cada 10 relatam cansaço crônico. Muitas fazem faxinas extras para sobreviver. Mesmo sendo trabalhadoras do cuidado, muitas não têm tempo ou condições para cuidar de si. Medidas concretas O programa Mulheres Mil: Trabalho Doméstico e de Cuidados já ofertou 900 vagas de qualificação profissional em 2024. Em 2025, serão mais de 900 vagas exclusivas para trabalhadoras domésticas e mais de 10 mil vagas abertas ao público em geral. Diretrizes da Política Nacional de Cuidados O cuidado como direito – responsabilidade compartilhada entre Estado, famílias, homens e mulheres. Promoção do trabalho decente – valorização de quem cuida como profissional. Prioridade a quem mais precisa – foco em crianças, idosos, pessoas com deficiência e nas cuidadoras. Integração nacional e local – plano nacional com metas, orçamento e adesão de estados e municípios. Encerramento Cuidar de quem cuida é justiça social. A Política Nacional de Cuidados é um marco. É sobre enxergar quem sempre foi invisibilizado. É tempo de garantir direitos, reconhecer o trabalho de milhões de mulheres e transformar o cuidado em política pública efetiva.
  • 14/07/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.694, de 2015, que altera a Lei n° 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre a execução indireta de atividades desenvolvidas nos estabelecimentos penais, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto contrário

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, nós do Governo não gostaríamos de debater esse projeto neste momento, mas fomos voto vencido. O Governo orienta "não", mas entende que é preciso que se cumpra o acordo firmado pelo Líder Isnaldo com o PT, o PSOL e o PL, para que a gente possa fazer as modificações necessárias e que já foram salientadas aqui, principalmente no transporte de presos e no monitoramento através da tornozeleira eletrônica. O Governo orienta "não".
  • 14/07/2025

    A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 351, de 2019, que cria a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS), elogiando o ex-Deputado e atual Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, autor da proposta, e a Relatora Ana Pimentel. Ressaltou a importância da Força para garantir atendimento rápido e digno em emergências de saúde, como nas tragédias climáticas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Criticou o desmonte das políticas públicas na saúde durante o Governo Bolsonaro, destacando a negligência na pandemia, a desvalorização dos profissionais e o negacionismo. Por fim, defendeu que a Força Nacional fortalece a integração entre União, Estados, Municípios e instituições, e exaltou o papel fundamental da enfermagem no SUS.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS),Enchente,Desastre ambiental,Santa Catarina,Rio Grande do Sul,Enfermagem,Integração social,Ministro de Estado da Saúde Ex-presidente da República,Política de saúde,Governo federal,Pandemia,Negacionismo,Coronavírus

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Sem revisão da oradora.) - Primeiramente, quero dar os parabéns ao Ministro Alexandre Padilha, que, na época em exercia o mandato de Deputado Federal, construiu este projeto de lei tão importante para todos nós brasileiros. Quero dar os parabéns também à minha amiga Deputada Ana Pimentel, a Relatora do projeto e que fez uma boa fala em defesa da Força Nacional do SUS. A criação da Força Nacional do SUS é uma iniciativa fundamental, senhoras e senhores, para fortalecer a capacidade de resposta do Brasil em situações de emergência em saúde e garantir assistência digna à população em momentos críticos, como bem mencionado aqui pelo Deputado Jorge Solla, em emergências climáticas, como as que aconteceram recentemente no Estado do Rio Grande do Sul e também no Estado de Santa Catarina. Graças à Força Nacional do SUS, a nossa população recebeu atendimento de saúde digno. Este projeto reflete o comprometimento histórico do Governo do Presidente Lula com o Sistema Único de Saúde e com a vida, resgatando a centralidade da saúde pública como direito universal, como direito de todos, após descasos do antigo Presidente e negligência do antigo Governo, que acabou com todas as políticas públicas no setor de saúde, desvalorizou os profissionais da saúde e deixou a população desassistida em plena pandemia da Covid-19, negando a ciência e negando a vacina. Foi pelo desgoverno de Bolsonaro que milhares de brasileiros morreram. A Força Nacional do SUS permitirá a mobilização rápida de equipes profissionais qualificadas e de recursos logísticos em situações de epidemia, de desastres ambientais ou de falta de assistência, assegurando que ninguém fique abandonado. A proposta promove integração entre os entes da nossa Federação — União, Estados e Municípios —, como também entre os hospitais e as Forças Armadas, criando uma rede coesa, eficiente e bem coordenada, corrigindo a falta de articulação vista nos anos anteriores. Falar dos profissionais de saúde é falar dos profissionais que vão compor essa força. E é preciso aqui exaltar a atuação de enfermeiros e enfermeiras, que são a espinha dorsal da assistência em saúde. Foram eles que, mesmo diante do descaso do Governo passado, sustentaram o Sistema Único de Saúde, acolhendo, cuidando e salvando vidas com coragem, competência e humanidade. Por isso é urgente aprovar este projeto de lei de autoria do ex-Deputado Federal e hoje Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, relatado aqui pela Deputada Ana Pimentel. Era isso, Sr. Presidente.
  • 10/07/2025Breves Comunicações

    A Deputada repudiou o apoio de Parlamentares da Oposição à taxação imposta pelos Estados Unidos ao Brasil, afirmando que a medida foi motivada por ações da família Bolsonaro, especialmente de Eduardo Bolsonaro. Criticou a defesa dos interesses norte-americanos dentro do Congresso e destacou que os prejuízos afetarão setores produtivos como o agronegócio, a indústria e empresas brasileiras. Ressaltou avanços do Governo Lula nas áreas social e econômica, incluindo isenção da taxa de luz, aumento do salário mínimo e melhorias no SUS. Encerrou defendendo a soberania nacional e pedindo mais responsabilidade dos opositores.

    Palavras-chave oficiais: Parlamentar,Oposição política,comportamento,Estados Unidos,Tributação,Taxa,Produto nacional,Importação,Prejuízo,Agronegócio,Indústria nacional,Responsabilidade,Família,Ex-presidente da República,Deputado federal Governo federal,Política econômica,Política social,isenção,Tarifa,Energia elétrica,Salário mínimo,aumento,Soberania nacional,Sistema Único de Saúde (SUS)

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Sem revisão da oradora.) - Muito bom dia, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados. Que doideira é essa que está acontecendo aqui, neste Congresso Nacional? Eu vi, durante muito tempo, pessoas carregando a Bandeira do Brasil nas costas, indo para frente de quartéis, defendendo o nosso País, a nossa Pátria, com o lema Deus, Pátria e família. Vi gente que tatuou a Bandeira do Brasil no corpo, gente que defendia ou fazia de conta que defendia o Brasil. Não sei se o mundo está de cabeça para baixo ou — eu me questiono — se estou ficando endoidecida. Nós estamos no Congresso, nós somos Congressistas, e uma coisa que temos que defender é a soberania nacional, é o nosso País. O que aconteceu no dia de ontem é inadmissível. Um Presidente de outra nação aplica um tarifaço aqui para o nosso País, e a justificativa é o Bolsonaro. Estão taxando o Brasil por causa do Bolsonaro. (Pausa.) Educação é bom, e preciso ser respeitada, Sr. Deputado. Eu não comentei nada na sua fala. Então, respeite a minha fala. Quem está responsável por isso é o Deputado Eduardo Bolsonaro, que fugiu da sua tarefa aqui, no Congresso Nacional, e foi para os Estados Unidos, com o dinheiro do povo, porque ele ainda está usando a verba de gabinete, e não trabalha, e essa Carla Zambelli, que fugiu lá para a Europa. E nós da Esquerda estamos aqui defendendo o nosso País. O Brasil nunca exportou tanto. O pobre nunca ganhou tanto. Esta semana houve a isenção da taxa de luz; houve o aumento real do salário mínimo, que vai acontecer agora em janeiro de 2026; houve a correção do Imposto de Renda. Olhem os avanços que tivemos na área da saúde, no SUS, na área da educação, da infraestrutura. Vocês podem ir a qualquer Município deste País que há uma obra do Governo Federal, com 2 anos e meio de Governo do Presidente Lula. Eu não acredito que há Deputados aqui defendendo os Estados Unidos, gente. Quem vai sair lesado somos nós — o trabalho e as empresas brasileiras. É o agro, é a indústria do aço, é a Embraer, é a Petrobras. O meu Estado de Santa Catarina vai sofrer com as tarifas de exportação da carne suína, da madeira, da cerâmica. E nós estamos aqui defendendo uma pessoa, um inelegível, um genocida, o Bolsonaro. Quem tem culpa do tarifaço que os Estados Unidos têm aplicado ao Brasil se chama família Bolsonaro, que não acredita na democracia e não respeita ainda o resultado das urnas. Parem de chorar e vão trabalhar por este País, que é maravilhoso, que tem um povo trabalhador, que é emergente e que agora está no rumo certo! Quem defende o Brasil é contra o tarifaço dos Estados Unidos. E os empresários brasileiros já sentiram de que lado está a defesa do nosso País. Era isso, Sr. Presidente.
  • 03/07/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou o anúncio do Plano Safra 2025–2026, com R$ 89 bilhões destinados à agricultura familiar, considerado o maior volume de recursos da história do programa. Ressaltou também a realização do “Dia E” em 5 de julho, com mutirões de atendimentos nos hospitais universitários do país, incluindo consultas, exames e cirurgias eletivas. Informou que estão previstos 7,8 mil procedimentos em uma ação do Ministério da Saúde para reduzir filas no Sistema Único de Saúde (SUS). Citou ainda o investimento de R$ 10,9 milhões, em Santa Catarina, para atendimento ginecológico especializado, como parte do programa “Agora tem Especialistas”. Enfatizou que os investimentos têm alcançado Municípios de todo o país, ampliando o acesso à saúde pública.

    Palavras-chave oficiais: Plano Safra,Plano Safra da Agricultura Familiar,Agricultura familiar Hospital universitário,Ministério da Saúde,Sistema Único de Saúde (SUS),Santa Catarina,Saúde pública,Município,Ginecologia,Política de saúde,Governo federal

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje, quero falar de novas ações, novos anúncios feitos pelo Presidente Lula, além desse que o Deputado Bohn Gass frisou, o Plano Safra 2025-2026. O maior recurso da história de um Plano Safra foi anunciado pelo Presidente Lula, de 89 bilhões de reais. Isso é comida na mesa dos brasileiros. Mas venho falar de um assunto também importante, que diz respeito à saúde. No próximo dia 5 de julho, vai ocorrer, em todo o País, o Dia E. Nessa data, vão acontecer, simultaneamente, em todos os hospitais universitários do País — em Santa Catarina, será no hospital universitário de Florianópolis —, atendimentos com especialistas. Serão realizados exames, consultas e cirurgias eletivas. Estão previstos 7,8 mil procedimentos neste novo programa do Governo do Presidente Lula, do Ministério da Saúde, através do Ministro Alexandre Padilha, dando continuidade às ações da Pasta que pretendem diminuir o tempo de espera para consultas, cirurgias eletivas e também exames de alta complexidade. Além disso, eu menciono os investimentos que o Governo Federal tem feito em Santa Catarina, em favor da saúde da mulher. Este ano, o Governo encaminhou 10,9 milhões de reais, através do Ministério da Saúde, para o cuidado ginecológico da atenção especializada do Sistema Único de Saúde. Esse recurso integra a oferta de cuidados integrados do Programa Agora tem Especialistas, voltado para agilizar e qualificar o atendimento às mulheres no sistema público. Ações dessa natureza estão acontecendo simultaneamente em todas as áreas, educação, agricultura, desenvolvimento social, também no âmbito do Ministério das Mulheres, no do Ministério dos Povos Indígenas. Falo especificamente de um tema que é muito caro: a saúde. A saúde da população está sendo muito bem cuidada pelo Presidente Lula. Esses investimentos estão acontecendo em todos os Estados da nossa Federação, estão chegando principalmente ao Município, onde a mulher e o homem moram e precisam de atendimento especializado. No próximo dia 5, vai haver essa ação em todo o País, inclusive no meu Estado, Santa Catarina, onde vão ser realizados exames, cirurgias eletivas, consultas especializadas, para que possamos diminuir, Deputada Erika, o tempo de espera. Pessoas estão aguardando há muito tempo esse atendimento. Era isso, Sr. Presidente. Muito obrigada.
  • 02/07/2025

    A Deputada destacou o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2025-2026, anunciado pelo Presidente Lula, que destinou R$ 89 bilhões ao setor, o maior volume de recursos já registrado. Também informou que, do total, R$ 78,2 bilhões foram alocados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Ademais, ressaltou que o plano priorizou a produção de alimentos da cesta básica, como arroz, feijão e leite, com taxa de financiamento mantida em 3% ao ano. Ao finalizar, enfatizou que o Governo reafirmou seu compromisso com investimentos que impactam diretamente a população e fortalecem a agricultura familiar no País.

    Palavras-chave oficiais: Plano Safra da Agricultura Familiar,Investimento público,Agricultura familiar,Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf),Governo federal,Cesta básica,Agricultura

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Só trago notícias boas, até porque o Congresso tem que dar uma resposta à população. Aqui nós estamos dando visibilidade ao Plano Safra da Agricultura Familiar 2025-2026, lançado nesta semana pelo Presidente Lula, que destina ao setor 89 bilhões de reais em recursos, o maior valor na história. Desse total, 78,2 bilhões de reais vão para o Pronaf. É um aumento real, consistente, desde o início do Governo. O Plano Safra vai priorizar a produção de comida de verdade — arroz, feijão, leite, ovos, frutas — ao manter a taxa de 3% ao ano para financiar a produção de alimentos da cesta básica. Então, é assim que o Brasil está acontecendo, de forma que, lá na ponta, as pessoas estão vendo a importância do Governo, principalmente para fazer investimentos. Nesta semana, os investimentos foram destinados para a agricultura familiar com o Plano Safra, no valor de 89 bilhões de reais, o maior recurso na história destinado a esse setor. Muito obrigada.
  • 12/06/2025Breves Comunicações

    A Deputada denunciou duas situações críticas em Santa Catarina: o colapso do sistema de saúde e irregularidades no programa Universidade Gratuita. Criticou a gestão do programa Universidade Gratuita, apontando fraudes e falta de acesso para estudantes de baixa renda. Também informou a baixa cobertura vacinal — apenas 16% contra a gripe — reflete o negacionismo do Governador do Estado, resultando em UTIs lotadas e profissionais da saúde sobrecarregados. Além disso, acusou o Governo estadual de negligência ao descartar mais de 1 milhão de doses de vacinas nos últimos três anos.

    Palavras-chave oficiais: Santa Catarina,Política pública,Universidade,gratuidade,Fraude,Gripe,Cobertura vacinal,Governador,Negligência

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Sem revisão da oradora.) - Bom dia, Sra. Presidenta, Deputada Benedita da Silva, Sras. e Srs. Parlamentares. Hoje, 12 de junho, é o dia em que o amor está no ar. Mas o que me traz à tribuna são dois problemas graves que estão acontecendo no meu Estado, Santa Catarina. Com a chegada do inverno, aumenta a incidência de doenças respiratórias gravíssimas no Estado. Digo isso porque passamos por um período muito difícil no mundo, que foi a pandemia. Infelizmente, o Brasil foi o que mais contabilizou mortes durante a pandemia da Covid, pela negação da ciência, pela negação da vacina. O Governante do País dizia que era uma gripezinha e que ele não era coveiro. E mais de 700 mil vidas foram perdidas por causa disso, desse desgoverno. Todo mundo ficou alarmado, mas, infelizmente, o Chefe da Nação, naquela época, não cuidou das pessoas. Nós estamos passando por outro momento também muito difícil. Sou da área da saúde e sei da importância da vacina, da prevenção que a vacina faz no corpo das pessoas. O Brasil estava livre de muitas doenças, mas, infelizmente, neste período, algumas voltaram. O Ministério da Saúde tem feito todo um levantamento para cuidar do patrimônio que é a vida do ser humano, mas, infelizmente, no nosso Estado, o Governador, que também é negacionista, não está atento para o que está acontecendo. Os leitos de UTI para adultos e pediátricos estão lotados. As pessoas não têm mais onde ficar, porque estão enfrentando crises respiratórias, influência principalmente da gripe. Santa Catarina vive um colapso do sistema de saúde devido ao negacionismo do Governador. Digo isso porque as famílias estão desesperadas. Os profissionais da área da saúde estão esgotados de tanto que trabalham, tentando salvar vidas, socorrer pessoas em função do colapso na área e da baixa cobertura vacinal. Apenas 16% do público-alvo vacinou-se contra a gripe no Estado. É uma cobertura baixíssima. Santa Catarina já foi referência na cobertura vacinal. Eu sou enfermeira. Houve época em que, nas unidades básicas de saúde, quando havia campanhas de vacinação, esse era o momento de as pessoas se encontrarem e ali também cumprirem com sua tarefa, que era vacinar seus parentes, seus filhos. Essa baixa cobertura vacinal é consequência de um Governo Estadual que também não se preocupa com as campanhas de vacinação. Somente nos últimos 3 anos, foram descartadas mais de 1 milhão de doses de vacina. Salas de vacinas foram fechadas durante a pandemia. E o Governador do meu Estado afirmou publicamente que vacina não é obrigatória em Santa Catarina. Por não ser obrigatória, agora nós estamos enfrentando a consequência: UTIs pediátricas e adultas lotadas, pela negação da ciência e da vacina. Não há nada, nenhuma campanha que oriente a nossa população sobre isso. Vacina é proteção, vacina é um direito, vacinas salvam vidas. No entanto, o Governador faz propaganda de outro programa dele, o Universidade Gratuita, que de gratuita pouco tem e é destinada para muitos poucos. O Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina investigou e constatou fraude nesse programa, pois ele beneficia pessoas que não necessitam de uma bolsa do Universidade Gratuita. Por isso, Governador, digo que o senhor faz muita propaganda, mas é de pouca ação. Em diversas cidades do Estado, pais de alunos ficaram felizes com a possibilidade de seus filhos estudarem na universidade, mas eles não conseguiram a vaga. Estudantes que se matricularam em janeiro deste ano, tentando concretizar o sonho de se formar, por exemplo, em Medicina, pagaram as prestações e estão com dívidas com as instituições, porque a bolsa do programa Universidade Gratuita é uma fraude. Eu abordei dois problemas que nós estamos vivenciando no nosso Estado: a falta de incentivo à vacina, e é por isso que as pessoas estão adoecendo, e a fraude do Programa Universidade Gratuita, do Governo do Estado de Santa Catarina. Muito obrigada, Sr. Presidente.
  • 11/06/2025

    A Deputada criticou o ex-Presidente Jair Bolsonaro por ter chamado de “malucos” aqueles que estavam em frente aos quartéis pedindo golpe e questionou o que ele dirá sobre os envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, que agora buscam anistia. Defendeu o Projeto de Lei nº 4.149, de 2004, em discussão, elogiando o Relator, e esclareceu que a proposta trata exclusivamente de posse ou porte ilegal de armas de fogo de uso restrito. Reforçou que não se trata de CACs ou de armas legalizadas, mas sim de combater criminosos que usam essas armas para cometer crimes, defendendo o endurecimento das penas.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,declaração,Pessoa,manifestação,Quartel,Golpe de Estado (crime),Ato antidemocrático,Janeiro,anistia Projeto de lei ordinária,Relator,esclarecimento,Porte ilegal de arma de fogo de uso restrito,CAC (Caçador, Atirador e Colecionador),combate,Criminoso,Aumento da pena

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, ontem, o ex-Presidente Bolsonaro chamou de maluco quem estava na frente dos quartéis, quem estava nas ruas gritando por nova eleição, disse que nem imagina o que estavam fazendo todos na frente desses quartéis. Imaginem o que ele vai dizer daqueles baderneiros que vieram a Brasília no dia 8 de janeiro e que quebraram esta Casa, o Palácio Planalto, o Senado e o STF — agora querem anistia para esses que cometeram o crime. Sobre o projeto — dou os parabéns ao Relator —, não sabem interpretar que nós estamos falando sobre posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito! É somente isso. Nós não estamos falando de CACs, nós não estamos falando de armas legalizadas, não estamos falando de quem tem registro de armas. Estamos falando daquela bandidagem que pega armas e começa a matar pessoas. Eu não quero arma na mão de bandido. Se estiver, nós temos que aumentar a pena.
  • 11/06/2025

    A Deputada defendeu a atuação do Governo Federal, afirmando que o Presidente Lula tem promovido avanços significativos em áreas como saúde e educação. Destacou a importância de restringir o uso de armas a pessoas capacitadas, argumentando que a ampliação do acesso contribui para a insegurança em diversos Estados. Informou que, após acordo com o Relator do Projeto de Lei nº 4.149, de 2004, foi acatado o destaque que aumenta a pena para quem dispara ou utiliza armas em vias públicas. Também ressaltou que medidas mais rígidas são essenciais para enfrentar a violência e proteger vidas inocentes no País.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal,Política pública,Saúde,Educação Projeto de lei ordinária,Sistema Nacional de Armas (Sinarm),Estatuto do Desarmamento (2003),Aumento da pena,Arma de fogo,Via pública,Violência,Segurança pública

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, pelo Governo, quero dizer que nunca um Presidente fez tanto pelo Brasil como o Presidente Lula está fazendo no terceiro mandato. Há investimentos em várias áreas, como as áreas da saúde e da educação. Eu acredito que armas têm que estar na mão de pessoas que saibam usá-las, porque a vida é muito preciosa. Se a gente vê muita falta de segurança em alguns Estados — aqui já mencionados —, é porque estão liberando armas. Não podemos colocar arma na mão de quem não sabe usá-la. Depois de um acordo, de muita conversa com o Relator, foi acatado esse destaque que aumenta a pena para quem atira e utiliza armas em vias públicas. Nós precisamos combater essa violência que está no nosso País, com essas medidas mais pesadas para garantir a segurança e a vida de muitos inocentes que estão morrendo.
  • 11/06/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva oferecida ao Projeto de Lei nº 4.149, de 2004, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas-Sinarm, define crimes e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto favorável

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, nós não podemos naturalizar o uso de armas no nosso País. Armas matam. Nunca se matou tantas mulheres, tantos feminicídios aconteceram. As armas não estão apenas no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, estão também, inclusive, em condomínios de luxo na Barra da Tijuca, onde foram confiscadas várias armas. Então, nós temos que verificar isso. É por isso que a gente defende a vida. Defender a vida é botar armas nas mãos de quem sabe usá-las e de quem faz a segurança no nosso País. O Governo orienta "sim" ao projeto.
  • 28/05/2025

    A Deputada lembrou o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e destacou audiência pública realizada, em que defendeu a reforma obstétrica, reforçando seu compromisso com a defesa das mulheres e das famílias.

    Palavras-chave oficiais: Dia nacional,redução,Mortalidade materna,Audiência pública (processo legislativo),reforma,Obstetrícia,Atuação parlamentar,Mulher,Família,Política de saúde,Saúde pública

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu apenas gostaria de informar que hoje, dia 28 de maio, é o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Nós realizamos uma audiência, nesta semana, em que propusemos uma reforma obstétrica e permanecemos no compromisso de defesa das mulheres, das gestantes, das mães, dos bebês e das famílias. Muito obrigada.
  • 27/05/2025

    A Deputada informou que o Presidente Lula visitará Santa Catarina no dia 29 de maio para entregar o Porto de Itajaí, que recebeu investimento federal de 689 milhões de reais após quatro anos sem aportes no Governo anterior. Destacou a relevância do porto como uma porta de entrada para o comércio internacional e afirmou que os catarinenses receberão o Presidente com entusiasmo.

    Palavras-chave oficiais: Porto,Itajaí (SC),Elogio

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, quero apenas informar a visita do Presidente Lula ao Estado de Santa Catarina no próximo dia 29 de maio, quinta-feira, aonde ele vai ao Porto de Itajaí, que é federalizado, passou 4 anos sem nenhum investimento do antigo Governo Bolsonaro e agora vai novamente receber investimentos do Governo Federal, na ordem de 689 milhões de reais, investimentos do Novo PAC, destinados à construção de dois berços, o Berço 3 e o Berço 4. Esse porto já foi um porto cinco estrelas e é importante para o Estado de Santa Catarina e para o Brasil. Porto é uma porta para o mundo. Os catarinenses vão receber o Presidente Lula de braços abertos na próxima quinta-feira, na cidade de Itajaí. Muito obrigada.
  • 22/05/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou sua participação na 26ª Marcha dos Prefeitos, que reuniu cerca de 13 mil gestores em Brasília (DF). Criticou a ausência do Governador de Santa Catarina no evento e ressaltou a presença e o acolhimento do Presidente Lula, do Vice-Presidente Alckmin e de Ministros. Além disso, comparou os investimentos atuais do Governo Federal com a gestão anterior, mencionando avanços em obras de saúde, educação e infraestrutura no Estado. Ao final, enfatizou o atendimento igualitário a Prefeitos de diferentes partidos e elogiou o curso de Enfermagem do Instituto Federal de Joinville (SC), que obteve nota máxima no Enade.

    Palavras-chave oficiais: Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios,Santa Catarina,ausência,Presidente da República,recepção,Deputada federal,atuação Santa Catarina,Governo federal,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Saúde,Infraestrutura,atuação Joinville (SC),Instituto federal,Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade),Enfermagem,Nota máxima

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    A SRA. ANA PAULA LIMA (Bloco/PT - SC. Sem revisão da oradora.) - Muito bom dia, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares. Bom dia também a quem nos acompanha pela rede de comunicação da Câmara Federal. Dou continuidade a um assunto muito relevante, a 26ª Marcha de Prefeitos em Brasília, onde estivemos presentes quase 13 mil gestores de todo o nosso País: Prefeitos, Prefeitas, Vereadores, Secretários Municipais, Governadores. Infelizmente, o Governador do meu Estado de Santa Catarina nunca vem. Perde a oportunidade, inclusive, de falar com os gestores catarinenses que estavam presentes na marcha, cerca de 130 Prefeitos e Prefeitas, além de membros das Câmaras Legislativas. Tivemos uma abertura de excelência, como sempre, a recepção dada pelo Presidente Lula, pelo Vice-Presidente Geraldo Alckmin, pela equipe dos Ministérios. Ministras e Ministros estiveram presentes, recepcionando esses gestores. Na conclusão de sua fala, o Presidente Lula falou de um evento maravilhoso — de que bem já se falou aqui — neste ano: as reformas e a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida. Quanto às demais demandas dos outros Ministérios, coube aos Ministros e às Ministras atenderem aos gestores municipais. Olhem, fazia muito tempo que isso não acontecia em Brasília, até porque alguns Prefeitos e Prefeitas que estiveram visitando o meu gabinete falaram que, na época do antigo Presidente, mal eram recebidos em Brasília. Investimentos, havia muito poucos, a não ser aquele orçamento secreto, que era duvidoso e acontecia em alguns casos específicos. Eu falo pelo Estado de Santa Catarina. Não vi nenhuma obra do Governo Bolsonaro no Estado de Santa Catarina durante aquela gestão. Em 2 anos do Governo do Presidente Lula, já estamos inaugurando obras, como as da área da saúde, como as da área da educação, como o Programa Caminho da Escola. As BRs continuam a ser duplicadas. Houve investimentos no Governo do Estado, coisas que há muito tempo não vivenciávamos no nosso Estado. Por isso, podem até criticar, e acho que as críticas têm de ser construtivas, mas em 2 anos se fez muito, Deputado Flávio Nogueira. Em 2 anos, reconstruímos o nosso País. Todas as obras da educação e da saúde paralisadas no Governo passado foram concluídas. Este é um modo diferente — diplomático, democrático — de atender aqueles e aquelas que foram eleitas pelas urnas no nosso País. Todos merecem o nosso respeito, independentemente da sigla partidária, até porque quem mora nas cidades são as pessoas, e as pessoas precisam das políticas públicas. Por isso, o Presidente Lula sempre diz que não importa a sigla partidária, temos que atender todos igualitariamente e os investimentos precisam acontecer. Tenho feito isso também no meu gabinete. Recebo Prefeitos do meu Estado, e a maioria dos gestores não é do meu partido. Vêm Prefeitos do PL, do MDB, do PP ou do PT, e atendo todos de forma muito tranquila e democrática, até porque a política tem que ser a arte de melhorar a vida das pessoas. É essa a ciência da política, e é isso que tem conduzido toda a minha vida pública. Portanto, Sr. Presidente, eu não poderia deixar de falar, no dia de hoje, da importância de a Marcha dos Prefeitos estar aqui em Brasília e ser atendida pelo Governo Federal. E os investimentos estão acontecendo, como eu bem disse. Agora mesmo, a nova modalidade na saúde, como disse o Deputado Airton Faleiro, é o Mais Acesso a Especialistas, com mais investimentos para terminar essas filas de cirurgias eletivas. Esses investimentos estão acontecendo em todos os Estados brasileiros, com os quais é preciso atender a nossa população. Eu termino a minha fala, Sr. Presidente, dizendo que, na semana passada, eu visitei o Instituto Federal de Santa Catarina, o campus Joinville. Lá o curso de Enfermagem — sou formada na área da saúde, também sou enfermeira — recebeu a nota 5 do MEC, a nota 5 no Enade — Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes. Portanto, parabéns a toda a equipe de servidores, de professoras e de professores do curso de Enfermagem! É um dos poucos no Estado de Santa Catarina. Temos que enaltecê-lo, porque lá se formam bons profissionais. Muito obrigada, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.