
Nome civil: Amália Scudeler de Barros Santos
Bananômetro
88/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 87% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 93%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 80%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 50%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 25%das 264 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 97%das 267 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
Redes oficiais de Amália Barros
Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 132 de 137 sessões
Votou nas votações
93%
Registrou voto em 337 de 364 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 9 projetos apresentados (11%)
Alinhamento com o governo
25%
Em 264 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
26 discursos na tribuna · de 14/02/2023 a 16/04/2024.
- 28/03/2023Breves Comunicações
Expectativa quanto ao esclarecimento de relevantes temas perante a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, pelo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.
Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,esclarecimento,Presença,Favela,Rio de Janeiro (RJ),Crime organizado,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)
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A SRA. AMÁLIA BARROS (PL - MT. Sem revisão da oradora.) - Boa tarde, Sr. Presidente, colegas Deputados. Hoje recebemos, aqui na Casa, o Ministro da Justiça, Flávio Dino, que foi chamado para dar explicações para a sociedade. Para quem ainda não se inteirou dos fatos, o Ministro ainda não explicou, de forma convincente, quatro assuntos, inclusive o que fez, de fato, durante esses quase 100 dias que está à frente do Ministério, enquanto a sensação de insegurança voltou a pairar sobre o País, após uma Presidência que foi entregue com a menor taxa de homicídios em 10 anos, segundo o 16º Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. As pessoas voltaram a ter medo, Sr. Presidente. O Ministro também tem que dar explicações sobre a ligação, sugerida em áudios por membros da facção do PCC, entre o Partido dos Trabalhadores e o crime organizado, em vez de se ocupar em atacar Parlamentares que o questionam. Nesses últimos dias, vimos uma entrevista em que ele disse que nossa imunidade parlamentar, entre aspas, "não protege canalhice". O que é canalhice, Sr. Ministro? Estamos fazendo nosso trabalho! É prestando minha solidariedade à Deputada Rosângela Moro e à sua família que eu questiono por que Flávio Dino não fala sobre as declarações de Lula que colocaram em xeque a seriedade das investigações da própria Polícia Federal no caso da ameaça ao Senador Sergio Moro. Ao contrário, quis descredenciar todo o trabalho investigativo, após manifestar um desejo de vingança, quebrando o decoro presidencial eu não vou repetir o que ele disse e chamando toda esta lamentável ameaça de armação. Ademais, entendemos que quase a totalidade dos moradores do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, são pessoas de bem, trabalhadoras e honestas, mas também sabemos que há um comando criminoso de traficantes e milicianos que, infelizmente, se apoderou da comunidade. Diante disso, pedimos uma explicação ao Ministro Flávio Dino em relação a como ele conseguiu entrar lá, em 13 de março, para o encontro de uma ONG, sem aparato especial de escolta para protegê-lo. Por fim, eu pergunto sobre o 8 de janeiro: Ministro, por que seu Presidente e seu Ministério simplesmente querem abafar nossa CPMI, chegando a oferecer, segundo a imprensa, barganhas de cargos e emendas a nós Deputados? O que vocês têm a esconder? Eu espero mesmo que todas essas perguntas sejam respondidas hoje na CCJ, ou será que nossas questões, que representam os anseios da população brasileira e, no meu caso, da população de Mato Grosso, também são canalhices? Muito obrigada. (Palmas.) - 15/03/2023Breves Comunicações
Apresentação do Projeto de Lei nº 1.126, de 2023, sobre a alteração da Lei nº 9.656, de 1998, acerca dos planos privados de assistência à saúde, com vista à cobertura dos procedimentos clínicos ou cirúrgicos relacionados ao implante, ao ajuste ou ao explante de lentes esclerais ou próteses oculares para o olho atrófico, bem como do fornecimento desses produtos. Questionamento sobre as razões do posicionamento do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contrário à criação da CPMI destinada à investigação de atos de vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República. Apoio da oradora à instalação do órgão.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Plano de saúde,Prótese oftalmológica,Lente óptica Ato antidemocrático,manifestação,Brasília (DF),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) Lei Amália Barros,Sistema Único de Saúde (SUS)
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A SRA. AMÁLIA BARROS (Bloco/PL - MT. Sem revisão da oradora.) - Boa tarde, Sr. Presidente e colegas Deputados. É com muita alegria que venho a esta tribuna comunicar a todos os presentes, principalmente às pessoas que, como eu, têm visão monocular, que protocolei o meu primeiro projeto como Deputada Federal. Ele diz respeito exatamente à luta pela inclusão. O PL 1.126/23 deve garantir a todos os monoculares que utilizam planos de saúde a cobertura integral dos custos clínicos ou cirúrgicos relacionados a implantes, a ajustes ou a explante de lentes esclerais ou próteses oculares. O projeto prevê, também, o custeio desses produtos pelas operadoras de saúde. Protocolei esse projeto, porque não faz sentido somente o SUS ser obrigado a proporcionar esses serviços e produtos, e as operadoras não terem o mesmo dever. Hoje as operadoras alegam que, por determinação legal, não são obrigadas a fornecer próteses com fins estéticos, somente aquelas relacionadas a ato cirúrgico; mas isso cai por terra, porque, uma vez que uma criança não coloca uma prótese ocular, o rosto dela não se desenvolve direito. E, mesmo no caso adulto, com a formação óssea já completa, os prejuízos à saúde mental dos que não têm condição de adquirir as lentes e próteses oculares são incontáveis. Hoje o SUS já é obrigado a conceder as próteses e lentes esclerais aos monoculares, graças à Lei Amália Barros, aprovada nesta Casa há 2 anos e sancionada pelo Presidente Bolsonaro. E vale ressaltar que, em 2008, o Presidente Lula tinha vetado essa lei. Eu quero agradecer o apoio e a coautoria dos meus amigos, o Deputado Abilio e também o Deputado Marcos Pollon, que abraçaram essa causa tão importante. Eu tenho certeza de que os colegas Parlamentares também abraçarão esse projeto e estarão dispostos a lutar comigo. Aproveitando o meu tempo, eu quero seguir com outro assunto, dando continuidade ao que já falei na tribuna na outra semana, que é o seguinte: onde tem fumaça, com certeza tem fogo. Há uma semana aqui, eu falei sobre os 60 milhões de reais que o Lula ofereceu em emendas para quem retirasse assinatura pedindo a CPMI de 8 de janeiro. Todos os colegas da oposição comprometidos com o fim da corrupção já se posicionaram de forma muito dura sobre isso. O Congresso não é balcão de negócios. E aí ficamos sabendo pela imprensa que o Presidente descondenado começou a oferecer cargos de segundo escalão para Deputados com o mesmo objetivo é o famoso toma lá, dá cá, a que já estamos acostumados nos Governos petistas. E aí fica o questionamento: o que o Sr. Presidente quer tanto esconder? O que ele quer tanto abafar para acabar com a investigação, que é uma função deste Congresso? Nós queremos a CPMI de 8 de janeiro, sim! Nós vamos seguir na luta para punirmos os condenados e culpados de 8 de janeiro e fazermos justiça com todos os inocentes que foram presos. Muito obrigada. - 08/03/2023
Associação do pronunciamento do Deputado Nikolas Ferreira sobre a perda de espaços da mulher na sociedade em face do transexualismo. Indignação com o cancelamento de empréstimos vinculados ao Benefício da Prestação Continuada - BPC.
Palavras-chave oficiais: Representatividade feminina,redução Benefício de Prestação Continuada (BPC),Consignado,cancelamento Pronunciamento parlamentar,Deputado federal,Transexualidade
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A SRA. AMÁLIA BARROS (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Boa tarde, Presidente. Boa tarde a todos os colegas. Antes de falar do assunto principal que me trouxe aqui, eu quero dizer que a única coisa que o meu colega Deputado Nikolas disse foi que mulheres estão perdendo espaço para homens que se sentem mulheres. Como mulher, eu concordo com ele. (Palmas.) Vocês vão querer cassar a todos que têm a mesma opinião? Isso não está certo. Temos que respeitar a opinião de todos. Falo sobre o que me trouxe aqui. Com muita indignação, eu venho até esta tribuna falar que é uma verdadeira crueldade o que o Presidente Lula está fazendo com o povo brasileiro, em especial com quem mais necessita. O cancelamento de empréstimos consignados para quem recebe o BPC é uma maldade sem precedentes. Com essa medida provisória que reestrutura o Bolsa Família, milhões de brasileiros com deficiência, como eu, ou com mais de 65 anos que se encontram em situação miséria não poderão mais conseguir empréstimos para pagar as contas, financiar as casas e até mesmo adquirir eletrodomésticos básicos para a sua sobrevivência. A medida praticamente invalida uma lei sancionada pelo Presidente Bolsonaro, um direito adquirido, e não podemos aceitar isso. E eu me sinto particularmente atingida, pois sou uma pessoa com deficiência, defendo pautas sociais nesse sentido e tenho recebido verdadeiros pedidos de socorro por parte de eleitores de Mato Grosso. Para se ter uma ideia, quase 5 milhões de brasileiros recebem hoje o BPC. E esses empréstimos poderiam representar um adiantamento de até 40% das suas rendas, aliviando as contas e solucionando as dívidas mais pesadas. Isso simplesmente acabou, com uma canetada do nosso Presidente Lula. Eu não aceito, nós não aceitaremos esse absurdo! Por isso, eu peço a todos os meus companheiros de bancada e de partido e também a todos os colegas de Parlamento que façamos o nosso papel enquanto fiscalizadores do Poder Executivo. Vamos nos empenhar para mudar essa situação. É o nosso dever como Parlamentar eleito. E eu farei o meu papel por todos aqueles que, infelizmente, foram prejudicados por essa canetada e só tem o nosso gabinete e esta Casa para se defender. Muito obrigada. - 08/03/2023Breves Comunicações
Contrariedade à determinação da Presidência de uso da palavra nos microfones de apartes somente pelas Deputadas.
Palavras-chave oficiais: Aparte,Aparteante,Deputada federal,Deputado federal,Uso da palavra
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A SRA. AMÁLIA BARROS (Bloco/PL - MT. Sem revisão da oradora.) - Eu peço licença para fazer este aparte. V.Exa. disse que abriria o microfone de aparte para as mulheres e não para homens, o que não acho correto. Esse é o meu posicionamento como mulher. Estamos aqui lutando por democracia. Nós não estamos numa sessão solene, estamos numa sessão deliberativa. Então, deixo a minha posição de que não acho isso correto, uma vez que todos os Deputados devem exercer o seu poder de fala. - 02/03/2023
Transcurso da Dia Mundial das Doenças Raras. Apoio da oradora às demandas dos portadores de tais enfermidades e aos defensores da causa. Apresentação de requerimento de convocação do Ministro das Comunicações, Juscelino Filho, para esclarecimento à Casa de denúncias de malversação de recursos públicos.
Palavras-chave oficiais: Dia Mundial,Doença rara,Deputado federal,Atuação parlamentar Requerimento de convocação,Ministro de Estado das Comunicações,Aeronave,Força Aérea Brasileira (FAB),Diária,Recursos públicos,Declaração de bens e rendimentos,Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Improbidade administrativa
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A SRA. AMÁLIA BARROS (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde, colegas Deputados. Eu quero, neste tempo, fazer duas falas. A primeira diz respeito à Semana Mundial das Doenças Raras, deficiência que atinge 65 em cada 100 mil pessoas. Elas não são uma maioria quantitativa e, por isso, têm pouca ou nenhuma visibilidade nem a atenção da sociedade ou do poder público. As políticas públicas simplesmente não chegam a elas. Eu quero deixar abertas as portas do nosso gabinete para todos os raros, PCDs e associações, a fim de recebermos sugestões legislativas e trabalharmos no empenho de emendas e na defesa desta pauta perante o Poder Executivo, já que este é meu papel como Deputada Federal. O Parlamento precisa estar comprometido com esta pauta nas Comissões, nas Subcomissões e nas Frentes Parlamentares. Todas elas terão, com certeza, não somente a minha assinatura, mas também a minha participação. Falo também sobre um assunto muito sério, que atinge toda a população brasileira. Eu protocolei um requerimento ao Presidente Arthur Lira, assim como fez o Deputado Carlos Jordy, do meu partido, para convocar, o quanto antes, o Ministro das Comunicações, o Sr. Juscelino Filho, a prestar esclarecimentos nesta Casa sobre tudo o que foi feito por ele. Meus colegas já falaram exaustivamente sobre este assunto, que está sendo divulgado pela imprensa. Ele é suspeito. É aquela história: quem não deve não teme. Estou falando do voo de 140 mil reais em um jato da FAB, para visitar um leilão. O pior são as justificativas dadas por ele, que não se sustentam. Isso é um absurdo, uma afronta ao cidadão que paga impostos! O cidadão de bem quer saber por que o gasto público está sendo feito de uma maneira tão irresponsável. Respeitando os interesses do meu Estado, do Brasil e de toda a população brasileira, que é contra a corrupção e a improbidade, eu quero reiterar meu pedido para a convocação do Ministro das Comunicações o quanto antes, para explicar os deslocamentos, as diárias que foram concedidas e até mesmo as declarações de renda e bens que ele deu ao TSE. Tudo isso foi divulgado pela imprensa como passível de improbidade. É claro que ele tem o direito de apresentar provas, contraprovas, documentos, o que ele bem quiser. Nós do Partido Liberal nada mais estamos fazendo do que nosso dever de fiscalizar e responder à população do meu Estado e do nosso País. Muito obrigada. - 14/02/2023Breves Comunicações
Realização de campanhas pela oradora para a doação de próteses a portadores de deficiência. Agradecimentos ao Congresso Nacional pela rápida aprovação de projeto de lei em prol das pessoas com visão monocular. Elogios à ex-Primeira-Dama Michelle Bolsonaro. Compromisso da oradora com o combate à corrupção e com a defesa dos interesses da população mato-grossense.
Palavras-chave oficiais: Pessoa com deficiência,Visão monocular,Atuação parlamentar,Deputada federal,Mato Grosso,Oposição política,combate,Corrupção Homenagem,Primeira-dama,Ex-presidente da República,Política pública,Pessoa com deficiência
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A SRA. AMÁLIA BARROS (Bloco/PL - MT. Sem revisão da oradora.) - Boa tarde, Sr. Presidente, colegas Deputados. Sou Amália Barros, Deputada Federal de Campo Novo do Parecis, no Estado de Mato Grosso. A minha audiodescrição é que eu sou uma mulher de pele clara, cabelo castanho nos ombros, meu olho é castanho, um dos meus olhos é uma prótese ocular, mas neste momento eu me encontro sem ela, visto um conjunto de terno rosa e o meu sinal em LIBRAS é a mão esquerda na frente de um dos olhos. Há 17 anos eu me tornei uma pessoa com deficiência. Eu passei por 12 cirurgias para tentar voltar a enxergar e hoje eu uso uma prótese ocular. Também tive a infelicidade de retirar um dos rins. Tantas perdas, posso dizer que achei o meu propósito e o que realmente dá sentido à minha vida. Criei um instituto e faço campanhas para doação de próteses a outras pessoas. Também lutei por uma lei que garante à pessoa com visão monocular os mesmos direitos e benefícios previstos para a pessoa com deficiência. Agradeço a este Congresso pela rápida aprovação dessa lei. Quero dizer que vou representar todos os mato-grossenses, porque eles esperam que a minha voz e ações os tragam para esta Câmara dos Deputados em apoio às causas humanitárias, às pessoas com deficiência, ao desenvolvimento da Nação. Representarei também o Mato Grosso pelo fim da corrupção. Isso se fará no combate incansável a qualquer autoridade ilegítima, transgressora e essencialmente corrupta, em uma oposição pontual e intensa, mas sempre fiel aos princípios constitucionais. Sr. Presidente, quero homenagear agora uma das mulheres mais valiosas e fortes que conheço: a eterna Primeira-Dama Michelle Bolsonaro. Se eu estou aqui hoje, se eu estou onde estou eu devo muito a Michelle, que sempre atuou pelas pessoas com deficiência, pelos raros, pelos autistas e por este País como poucos. Enfim, senhoras e senhores, eu sou Amália Barros, única Deputada Federal dessa legislatura com deficiência, uma jovem com visão monocular, filha da D. Marilena e do Albino e esposa do Tiago. Sou brasileira, mulher e cristã. E tenho ao meu lado uma equipe escolhida com muito amor. Trabalharei pelos 70 mil eleitores que acreditaram em meu potencial e também por todos que não votaram em mim. Vou honrar o seu voto, honrar o Estado e lutar por um País mais justo, um Mato Grosso mais forte e um povo mais valorizado. Contem comigo! Muito obrigada, Sr. Presidente. Peço que a minha fala seja divulgada no programa A Voz do Brasil.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.