
Nome civil: Alexandre Duarte Lindenmeyer · 62 anos
Bananômetro
83/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 73% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 78%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 74%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
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- dep.alexandrelindenmeyer@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5452
- Gabinete
- Gabinete 452, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 369 de 391 sessões
Votou nas votações
78%
Registrou voto em 883 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 43 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 697 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
67 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 16/06/2026.
- 16/06/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado alertou para a gravidade da violência contra as mulheres, citando dados sobre feminicídios no Brasil e no Rio Grande do Sul. Defendeu que o enfrentamento do problema exige mudança cultural, especialmente entre os homens, e lembrou a Campanha Eles por Elas, da Organização das Nações Unidas (ONU). Ademais, destacou o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios e o Programa Mulher Viver sem Violência, do Governo Federal. Por fim, defendeu a mobilização da sociedade e dos entes federados para combater a violência contra as mulheres.
Palavras-chave oficiais: Violência contra a mulher,Dados,Feminicídio,Brasil,Rio Grande do Sul,Campanha educativa,Organização das Nações Unidas (ONU),Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios,Programa Mulher Viver sem Violência,Governo federal,mobilização,Movimento social,Ente federado
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, não há dúvida de que o nosso mundo ainda é um mundo extremamente violento para as mulheres, um lugar perigoso para as mulheres. E quero aqui fundamentar essa declaração: no nosso País, somente no ano de 2025, nós tivemos o registro de 1.470 feminicídios, o que corresponde a uma média de quatro mulheres assassinadas por dia aqui no nosso País. Nós ainda podemos considerar que há provável subnotificação em relação aos números registrados, porque muitas vezes não há uma investigação adequada, e, por vezes, aquilo que seria caracterizado como feminicídio não o é por falta de investigação. Quero ainda trazer como outro exemplo o Estado do Rio Grande do Sul, que tão somente neste ano de 2026 já registra oficialmente pela Secretaria de Segurança do Estado 39 feminicídios, sendo que dados, pesquisas feitas pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul apontam a probabilidade de 49 mortes que tenham sido casos de feminicídio. Quero ainda, Sr. Presidente, conversar neste momento principalmente com os homens. Nós podemos dizer que o enfrentamento da violência contra as mulheres passa principalmente por uma mudança de cultura, uma mudança de postura dos homens. Quero mencionar que, quando fui Deputado Estadual no Rio Grande do Sul, lá em 2011 e 2012, sob a coordenação do meu amigo Deputado Estadual, à época, Edegar Pretto, coordenou-se já naquela época uma campanha,que é da ONU, He for She Eles por Elas, porque esta luta não é somente das mulheres. Essa luta tem que ser principalmente dos homens com uma mudança de cultura. Quero aqui também dizer, Sr. Presidente, que é por isso que o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, instituído em 2023 pelo Presidente Lula, traz uma reflexão tão importante ao afirmar que o feminicídio não começa com o crime. Ele começa com a violência tolerada, com a ameaça ignorada e com a desigualdade naturalizada. Nenhum homem nasce feminicida, mas muitos aprendem ao longo da vida que controlar, humilhar, perseguir ou violentar mulheres seria algo aceitável. E é justamente essa cultura que precisamos enfrentar. Toda mulher tem o direito de viver sem medo, sem medo de andar na rua, sem medo de voltar para casa, sem medo dentro da sua própria casa. Ela merece esse direito não por ser filha, mãe ou esposa de alguém; merece por ser uma pessoa, um humano que merece ter respeito. Então, para concluir, Sr. Presidente, nesse sentido, o Governo do Presidente Lula retomou e ampliou políticas públicas fundamentais através do programa Mulher Viver Sem Violência, coordenado pelo Ministério das Mulheres, que integra serviços de saúde, segurança pública, justiça, assistência social e promoção da autonomia econômica das mulheres em situação de violência. Enquanto houver uma mulher que sofra violência, nós não podemos nos calar, a sociedade não pode se calar. E essa é uma responsabilidade de mobilização para toda a sociedade, e de forma transversal, em todas as ações, todos os espaços de governo, seja no âmbito do Governo Federal, dos Municípios e também no âmbito estadual. Por isso, "não" à violência contra as mulheres! Sr. Presidente, peço que meu discurso seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 10/06/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado defendeu a soberania nacional ao criticar a decisão dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas, associando essa postura a setores que buscaram entregar terras raras brasileiras e negociar o PICS. Além disso, sustentou que a definição jurídica sobre terrorismo já estava prevista na Lei 13.260 de 2016, na Convenção de Palermo, no Decreto 5.015 de 2004 e na jurisprudência do STJ e do STF, e rejeitou qualquer submissão do País a normas ou interesses estrangeiros.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,classificação,Organização criminosa,Terrorista,Crítica
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas , hoje eu quero falar sobre soberania nacional. Alguns dias atrás, nós vimos uma ação dos Estados Unidos classificando o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas. Esta ação do Governo americano não é fruto do acaso. É fruto de uma ação daqueles que se dizem patriotas e que vão aos Estados Unidos para entregar as terras raras brasileiras; para negociar o Pix, que é um patrimônio nosso; e se colocar ao lado do Presidente Trump, como um bons moços, pedindo intervenção em nosso País. Não vou dar aqui uma opinião pessoal. Vou resgatar para aqueles que nos acompanham pela TV Câmara os fundamentos legais que nos dizem que é um equívoco equiparar o PCC e o Comando Vermelho a organizações terroristas. Não vou dar, como já disse, uma opinião pessoal, mas sim uma posição jurídica fundamentada na Lei nº 13.260, de 2016; também na Convenção de Palermo, o Decreto nº 5.015, de 2004, inclusive com jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal sobre distinção entre crime organizado e terrorismo. Não há nada que nos faça entender que há uma similitude entre eles. Há uma posição clara, soberana e tecnicamente sustentada que merece ser respeitada. Nós não podemos querer que o nosso País adote o ato de imigração e nacionalidade dos Estados Unidos. Isso seria colocar uma norma americana acima da jurisdição brasileira. Nós não podemos nos curvar diante de interesses de outro país, em detrimento dos interesses do Brasil. Por isso, a gente precisa ter gestores que sejam efetivamente patriotas, que defendam a soberania brasileira e não se coloquem, na condição de bons moços, ao lado de Presidente americano que olha o Brasil com interesse de exploração, que defende o seu interesse. Para eles, a América é os Estados Unidos. Para eles, em primeiro lugar está o interesse deles e não o interesse do Brasil. Por isso, defendamos a soberania nacional. Sr. Presidente, se o meu pronunciamento puder ser divulgado no programa A Voz do Brasil, eu agradeço. - 09/06/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado celebrou a aprovação, pela Câmara dos Deputados, da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o Art. 7º inciso XII da constituição Federal, reduzindo a jornada de trabalho a 36 horas semanais em 10 anos; prevendo o fim da escala 6 por 1 e a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. Além disso, destacou que a medida representaria um avanço nas condições de trabalho e na qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros. Por outro lado, manifestou preocupação com a Proposta de Emenda à Constituição nº 12, de 2026, apresentada pelo Senador Rogerio Marinho, que flexibilizaria as relações de trabalho ao vincular a remuneração às horas efetivamente trabalhadas, reduzindo a previsibilidade da jornada e dos rendimentos. Por fim, conclamou trabalhadores, entidades sindicais e apoiadores da mudança a manterem a mobilização em defesa do fim da escala 6 por 1 e contra iniciativas que, em sua avaliação, possam representar retrocessos nos direitos trabalhistas.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,alteração,Constituição Federal (1988),Direitos sociais,redução,Jornada de trabalho,Aprovação,Condições de trabalho,Direito do trabalho,Qualidade de vida,mobilização,Sindicato Proposta de Emenda à Constituição,Flexibilização do trabalho,Senado Federal,Vínculo empregatício
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, aqueles que nos acompanham, nós temos que resgatar na memória a grande conquista que os trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil tiveram, há duas semanas, nesta Casa: a aprovação, por quase a unanimidade, do fim da escala 6 por 1. Tivemos em torno de 22 votos contra o fim da escala 6 por 1. Depois de 38 anos, em que o Brasil trabalhou com uma jornada de 44 horas, nós damos avanços importantes com a perspectiva da redução da jornada para 40 horas semanais, com dois dias de descanso, sem perda de remuneração. Eu quero aproveitar esta oportunidade, Sr. Presidente, para chamar a atenção dos brasileiros e brasileiras, todos aqueles e todas aquelas que comemoraram esse momento histórico nesta Casa Legislativa, porque nós vemos na outra Casa, no Senado Federal, movimentos que vão contra a aprovação que tivemos aqui Foi apresentado pelo Senador Rogerio Marinho, o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, uma PEC que propõe uma flexibilização tal que os trabalhadores passarão a receber pelo número de horas trabalhadas. Isso é efetivamente o que já está sendo carimbado como a PEC da escravidão. É a desregulamentação generalizada, em que os trabalhadores não vão ter previsibilidade da jornada de trabalho que vão exercer nem do salário que vão receber. Nós temos que nos atentar, principalmente neste momento da história, para que nós não tenhamos um retrocesso no Senado Federal. Então, Sr. Presidente, fica aqui o nosso chamado de atenção, de mobilização das centrais, dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros, dos Deputados e Deputadas que aqui estiveram, que votaram e que defenderam, desde o início, o fim dessa escala, que escraviza, que distancia as pessoas do direito à convivência com a família, estudo, acesso à cultura, lazer, mais tempo de vida, mais qualidade de vida. Por isso, chamamos a atenção do povo brasileiro, para que digamos não à continuidade da escala 6 por 1, digamos sim ao fim da escala 6 por 1 e digamos sim à mobilização em relação a essa PEC que estão tentando impor dentro do Senado Federal. Não à escala 6 por 1, sim à qualidade de vida dos trabalhadores e das trabalhadoras brasileiras. Sr. Presidente, se possível, peço que faça constar o meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. Obrigado pela oportunidade. - 26/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado defendeu o fim da escala 6 por 1, classificando a votação prevista como um momento histórico no Parlamento. Argumentou que, desde a Constituição de 1988, a automação e a inteligência artificial tornaram essa jornada injustificável, além de criticar a reforma trabalhista do Governo Temer por aprofundar a precarização. Também rejeitou propostas de jornadas de 52 horas semanais ou remuneração por hora, apontando-as como formas de exploração. Por fim, associou a mudança aos indicadores positivos do Governo Lula, como o crescimento da renda e a menor taxa de desemprego da série histórica.
Palavras-chave oficiais: Apoio político,redução,Jornada de trabalho,automação,Inteligência artificial,Reforma trabalhista,Economia,Indicador econômico,Governo federal
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, nós estamos numa semana na qual nós vamos ter um momento histórico neste Parlamento, que será a votação do fim da escala 6 por 1. Nós temos clareza de que da Constituição de 1988 para cá já se vão décadas, e, ao mesmo tempo, de lá para cá, nós vivenciamos um trabalho com automação, com inteligência artificial, e, por conta disso, não há mais motivo para se dizer que as pessoas têm que trabalhar numa escala tão nefasta à vida, que é essa escala que explora, que maltrata os trabalhadores e as trabalhadoras. Há muitos que falam na família, que temos que defender a família, mas não traduzem isso na defesa do direito desses trabalhadores ao convívio com seus familiares. Eles não têm folga no domingo, têm folga escalonada. Houve, nesse período, muito pelo contrário, a precarização das relações de trabalho, principalmente com a reforma trabalhista ou "deforma" trabalhista, que foi imposta no Governo Temer, de forma açodada, acelerada. O que nós estamos discutindo hoje aqui, na questão da escala 6 por 1, é um tema que vem da década passada, proposto pelo Senador Paim, depois pelo Deputado Reginaldo Lopes, e, na sequência, também pela Deputada Erika Hilton. Nós tivemos, nos últimos 2 anos, aproximadamente, amplo debate nesta Casa e também nos mais variados Estados brasileiros. Não há que se dizer que nós temos pouca discussão sobre o tema, que há um processo acelerado. Muito pelo contrário, nós temos que dar um basta nessa escala que simplesmente explora e adoece os trabalhadores. Não tenho dúvida nenhuma de que é um passo importante e, somando-se aos indicadores do Governo Lula, que é a menor taxa de desemprego da série histórica, com crescimento da renda salarial dos trabalhadores, crescimento da economia brasileira, isso vai se somar à ideia de fortalecimento do nosso Brasil. Não podemos conviver com a ideia daqueles que querem 52 horas semanais ou que querem pagar os trabalhadores por hora trabalhada. Isso é a cara da exploração. E Deputados do PL têm feito esta defesa. "Não" à escala 6 por 1! Vamos defender os trabalhadores e trabalhadoras que têm gerado a força do nosso Brasil. Fim à escala 6 por 1! Uma semana histórica para os brasileiros e brasileiras! Peço que conste meu discurso no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 12/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado enalteceu o Presidente Lula e o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César, pelo lançamento do Programa Nacional de Combate ao Crime Organizado. Destacou os quatro eixos da iniciativa: ataque ao financiamento e à lavagem de dinheiro, enfrentamento do mercado ilegal de armas, redução da violência letal e combate ao comando de crimes a partir dos presídios. Ademais, ressaltou a previsão de que 138 presídios adotem critérios semelhantes aos dos presídios federais. Ao final, defendeu a recuperação dos espaços ocupados pelo crime organizado e a articulação entre União, Estados e Municípios na segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Política de segurança pública,Financiamento,Lavagem de dinheiro,Violência policial,Arma de fogo,Presídio,Estabelecimento penal federal,articulação,Ente federado,Programa Brasil Contra o Crime Organizado
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, aqueles que nos assistem e que nos ouvem, quero dizer que hoje é um dia histórico para o Brasil. O Programa Nacional de Combate ao Crime Organizado, que foi lançado no dia de hoje, não tem precedentes em termos da estratégia, dos volumes de recurso e das articulações que foram feitas entre os mais variados segmentos das áreas de segurança consideradas no Brasil, e também aproveita experiências acumuladas fora mesmo do nosso País. Quero aqui enaltecer o Presidente Lula e, ao mesmo tempo, o Ministro Wellington César, que fizeram explanações na manhã de hoje, quando apresentaram os quatro eixos que foram construídos, ouvindo os Secretários de Seguranças dos Estados e considerando aquilo que se tem visualizado em todos os Estados. Ao mesmo tempo, também faço referência aos quatro pilares desse programa, que passam pelo ataque ao fluxo de financiamentos e lavagens. Já tivemos experiências que deram certo aqui no nosso País recentemente, e esta é a questão fundamental: cortar o fluxo do financiamento do crime. Também há a questão do mercado ilegal de armas, outra ação que foi consensuada entre os entes federados, entre os Estados, a União, olhando ainda os próprios Municípios. A violência letal, os homicídios sem resposta, isso nós temos também que ver estancado do nosso País. Além disso, a questão das lideranças que ordenam de dentro dos presídios, verdadeiros escritórios do crime, nós precisamos estancar. A ideia do Programa Nacional de Combate ao Crime Organizado é que pelo menos 138 presídios estaduais passem a adotar os mesmos critérios e rigores hoje dos presídios federais, ou seja, o controle efetivo para que seja estancado o comando dos criminosos de dentro dos presídios sobre ações lá fora. O que nós precisamos, Sr. Presidente, é recuperar o espaço que se perdeu para o crime organizado nas nossas comunidades ou mesmo na Vieira Souto, na Paulista e assim por diante. Precisamos dar um basta a esta realidade que nós estamos encontrando na segurança pública. Por isso, foi um grande programa veiculado pelo Presidente Lula no dia de hoje, o qual, certamente, com articulação entre União, Estados e Municípios, terá resultados muito efetivos. Obrigado, Sr. Presidente. Se puder, peço o registro do meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. - 12/05/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado saudou a presença, na Câmara dos Deputados, da Vereadora Marisa, do Município de Pelotas (RS), grande defensora da causa dos animais, acompanhada por Maria Eduarda e Renan.
Palavras-chave oficiais: Vereadora,Pelotas (RS),Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar,Direitos animais
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é uma satisfação receber nesta Casa Legislativa a Vereadora Marisa, do Município de Pelotas, a Maria Eduarda e também o Renan. Ressalto que a Vereadora Marisa, além de defender outras tantas pautas, é uma grande defensora da causa das políticas públicas para os animais. Seja muito bem-vinda à Câmara Federal. Obrigado, Sr. Presidente. - 08/10/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado destacou investimentos estratégicos na indústria naval brasileira, ressaltando a inauguração da fábrica da BYD em Camaçari pelo Presidente Lula e a aplicação de 3 bilhões de reais da Petrobras para a construção de seis navios no estaleiro da Enseada, em Maragogipe. Mencionou ainda projetos em Natal, Itajaí, Navegantes e Rio Grande, totalizando bilhões em novos contratos e geração de empregos. Enfatizou que os investimentos fortalecem a cadeia de suprimentos nacional, agregam tecnologia e contribuem para a soberania do País ao garantir embarcações próprias para transporte de combustíveis. Classificou o momento como uma retomada da indústria naval, que gera emprego, promove desenvolvimento tecnológico e fortalece a indústria nacional, destacando a importância do Governo federal na execução desses projetos.
Palavras-chave oficiais: Indústria naval,Crescimento econômico
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, quero aproveitar esta oportunidade para enaltecer o fato de que amanhã o Presidente Lula estará em Camaçari, na Bahia, para inaugurar uma fábrica da BYD. Ele também fará uma visita ao estaleiro da Enseada, em Maragogipe, para anunciar o investimento de 3 bilhões de reais da Petrobras para a construção de seis embarcações, seis navios. Há 5 meses, foi feito um investimento na casa de 4 bilhões de reais, com lançamento em Natal, para a construção de quatrocentas barcaças e quinze navios empurradores, o que representa o maior investimento da história brasileira na construção naval para as hidrovias do nosso País. Uma semana atrás, foi anunciado um investimento de 4 bilhões do BNDES em Itajaí e Navegantes, no Estado de Santa Catarina, para a construção naval no nosso País. Na minha cidade, Rio Grande, nós estamos com contratos de quatro navios Handy com capacidade entre 15 mil a 19 mil toneladas. Há uma disputa da Transpetro para a produção de navios gaseiros que está em curso, da qual o estaleiro do Rio Grande também participa. Tudo isso significa geração de emprego e de renda, investimento no Brasil e a não exportação de empregos para fora do País. Trata-se de investir nos estaleiros nacionais, para gerar emprego nos estaleiros e na cadeia de suprimentos, e de agregar tecnologia nacional. Tudo isso se soma a uma palavra: soberania. É soberania, igualmente, o Brasil ter indústria e embarcações próprias para o transporte de combustíveis, para não se tornar dependente de terceiros. Portanto, temos que enaltecer este momento, que é, sim, de retomada deste setor estratégico da indústria nacional brasileira, que, como eu disse, gera milhares e milhares de postos de trabalho, agrega tecnologia nacional e, ainda, fortalece a indústria de suprimentos. Isso tem nome: Governo Lula, reconstrução, Nova Indústria Brasil, política que dialoga com os interesses nacionais e reafirma a soberania do nosso País. Sr. Presidente, peço que minhas palavras sejam divulgadas pelo programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 23/09/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado afirmou que a semana anterior foi difícil para a Câmara, com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021 e do debate sobre anistia. Criticou tentativas de tornar líder um Deputado Federal que está nos Estados Unidos e acusou a extrema direita de planejar o atentado à democracia desde 2021, inclusive ataques a autoridades. Destacou que a anistia é inconstitucional e que a mobilização popular contra a chamada PEC da blindagem mostrou resistência. Concluiu defendendo a democracia e a soberania ressaltadas no discurso do Presidente Lula na ONU e cobrando que a Câmara retome pautas de interesse real do povo, como a isenção do Imposto de Renda e o fim da escala seis por um.
Palavras-chave oficiais: Câmara dos Deputados,Aprovação,Proposta de Emenda à Constituição,blindagem,Parlamentar,anistia,Projeto de lei ordinária,Deputado federal,Estados Unidos,Líder da minoria,Extrema direita,planejamento,Ato antidemocrático,Homicídio,Autoridade,Constitucionalidade,mobilização,População,Democracia,Soberania nacional,Discurso político,Presidente da República,Organização das Nações Unidas (ONU),Pauta (processo legislativo),Interesse social,Isenção tributária,alteração,Jornada de trabalho
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, aqueles que assistem a esta sessão, inicialmente, nós temos que dizer que a semana passada foi uma semana extremamente difícil para esta Casa Legislativa, pelas matérias aqui aprovadas: a PEC da blindagem e a urgência do PL da Anistia. Além disso, nós vimos uma tentativa de manter nesta Casa uma pessoa que está nos Estados Unidos trabalhando contra a Pátria, atuando contra a economia brasileira e contra o povo brasileiro. Houve a tentativa de que ele viesse a se tornar Líder nesta Casa, mesmo a distância. Por outro lado, também na semana passada, nós vimos uma grande mobilização nacional dizendo "basta", dizendo "não" à PEC da blindagem ou PEC da bandidagem. Resgataram-se na memória casos como o de Hildebrando Pascoal, Deputado criminoso que passou muitos e muitos anos impune. Queriam repetir isso nesta Casa. Aliás, ainda querem repetir isso nesta Casa. Ao mesmo tempo, querem uma anistia que, do nosso ponto de vista está muito claro , é inconstitucional. Querem que a gente passe uma borracha, que haja um apagão em relação ao que aconteceu no dia 8 de janeiro, mas não foi um ato isolado; foi um ato trabalhado desde 2021, construído para que se atentasse contra a democracia. Caso o então Presidente ganhasse a eleição, a extrema direita derrubaria a democracia e assim eles tentaram. Mais do que isso: planejaram até mesmo o assassinato do atual Presidente, do Vice-Presidente e também de um Ministro do STF. Diante dessas tentativas, dessas ações criminosas houve condenação; a primeira de outras tantas , nós devemos ter uma certeza: o que o Presidente Lula falou hoje na ONU merece ser comemorado, pois a democracia e a soberania brasileiras estão, sim, sendo consolidadas. Por isso, eu peço aqui um grande "viva" ao povo brasileiro, que se mobilizou e disse "não" à anistia e "não" à PEC da bandidagem, à PEC da blindagem. Mais do que isso, Sr. Presidente, devemos comemorar a retomada dos trabalhos, para que esta Casa vote aquilo que interessa, que é, sim, a questão da isenção do Imposto de Renda. Espero, também, a votação do fim da escala 6 por 1 e de outros tantos temas que realmente interessam ao povo brasileiro. Sr. Presidente, peço que este pronunciamento seja registrado no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 18/09/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado manifestou vergonha com os temas da semana tratados na Câmara. Condenou a tramitação da PEC da blindagem (Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021), a qual denominou de PEC da bandidagem, da sacanagem, por favorecer a impunidade. Além disso, afirmou que a proposta de anistia (Projeto de Lei nº 2.162, de 2023) representa a legitimação da tentativa de continuidade de um golpe de derrubada da democracia. Ademais, nomeou de traidores da Pátria os que estão se alinhando aos interesses estrangeiros, e defendeu a soberania nacional. Outrossim, lamentou que, ao invés de pautas importantes para a sociedade, a Câmara tenha se dedicado a projetos que ameaçam a democracia. Por fim, convocou a população e entidades democráticas a se manifestarem nas ruas e redes sociais contra o avanço do fascismo, do negacionismo, da anistia, além de cobrar do Senado a rejeição das medidas.
Palavras-chave oficiais: Câmara dos Deputados,tramitação,Pauta (processo legislativo),Proposta de Emenda à Constituição,blindagem,Prerrogativa constitucional,Projeto de lei ordinária,anistia,Impunidade,Golpe de Estado,Democracia,Soberania nacional,Fascismo,Parlamentar
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, esta semana, dentro deste Parlamento, o que nós temos que dizer como palavra-chave é vergonha. É a vergonha dentro de uma Casa Legislativa que viveu momentos de grandeza, principalmente com a Constituição Federativa de 1988, com a luta pelas Diretas e tantas outras conquistas que tivemos aqui, dentro deste Parlamento, em defesa do interesse do povo brasileiro. Agora, o que se viu nesta semana, nesta Casa Legislativa, foi exatamente essa PEC da bandidagem, da blindagem, da sacanagem. É inadmissível que nós tenhamos uma legislação que venha a trabalhar na proteção daqueles que praticam crimes e na defesa da impunidade. Mais do que isso, Sr. Presidente, nós tivemos, nesta semana, outra ação trágica, que atenta não só contra a democracia, mas também contra o direito do povo brasileiro de ter um processo democrático seguro. Se nós considerarmos a anistia, estaremos defendendo aqueles que patrocinaram a tentativa de golpe, aqueles que defenderam e patrocinaram a quebradeira do patrimônio público, aqueles que planejaram um atentado contra a vida do Presidente Lula, contra a vida do Vice-Presidente Alckmin, contra a vida de um membro do Supremo Tribunal Federal. É inadmissível que, em uma só semana, a gente trate de matérias que mostram para a população brasileira que esta Casa não defende aquilo que realmente interessa: o término da jornada 6 por 1; a isenção do Imposto de Renda para aqueles que ganham até 5 mil reais, com redução escalonada para aqueles que ganham até 7.350 reais; além de políticas outras que foram mencionadas aqui em relação à educação, a investimentos na saúde. Há tantas pautas importantes, e o que a gente viu aqui foi a legitimação de uma tentativa de golpe para derrubar a democracia brasileira. Aqueles que comemoraram ontem são os mesmos que se ajoelham no milho e batem continência para a bandeira americana, que atentam contra a soberania do nosso País. São quintas-colunas, traidores da Pátria! Nós precisamos dar um basta nesse tipo de movimento. Por isso, faço um chamamento importante ao povo brasileiro, àqueles que estão vendo da rua o absurdo que aconteceu neste Parlamento. Manifestações nas redes sociais e manifestações nas ruas é o que a gente precisa. Também precisa haver uma mobilização de todas as entidades que defendem a democracia, que dizem "não" à ditadura, que dizem "não" à tortura. Nós não podemos voltar a um processo em que esses que defendem o fascismo e a ditadura tenham espaço no nosso País. Sr. Presidente, nós precisamos mudar o cenário, a condução do que a gente viu nesta semana. Nós esperamos, sim, que o Senado faça a parte dele. Nós esperamos que esses golpistas e fascistas não tenham espaço na nossa sociedade. Eles batem continência para a bandeira americana. Eles usam a bandeira daquela pátria, defendendo a ideia de que o Brasil é um país-colônia, um país-satélite, que não defende a sua autoridade, a sua autonomia, como o país grande que é. Por isso, Sr. Presidente, faço este chamamento ao povo brasileiro, para que fique não só atento, mas também mobilizado, a fim de que nós possamos dizer "não" às situações como a que a gente viu, para que a gente barre a continuidade desse processo que anistia financiadores, que anistia aqueles que depredaram o patrimônio público, que anistia o ex-Presidente querem alcançá-lo, sim! , que é genocida, que matou mais de 700 mil pessoas com o seu negacionismo. Viva o Parlamento mas não o que a gente viu nesta semana. Que nós possamos resgatar na memória ações de Ulysses Guimarães e outros tantos que por aqui passaram! Em defesa da democracia brasileira, em defesa do Brasil, continuamos firmes, dizendo "não" ao negacionismo, dizendo "não" à ditadura, dizendo "não" à anistia. Obrigado, Sr. Presidente. - 02/09/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado afirmou que setembro ficará marcado na história do País, destacando a comemoração da independência e a expectativa de aprovação do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que promove reforma tributária, com isenção do Imposto de Renda para quem recebe até 5 mil reais e isenção escalonada até 7.350 reais. Ressaltou também o julgamento dos responsáveis por atentar contra a democracia e a soberania nacional, ao convocarem embaixadores estrangeiros para questionar o processo eleitoral, incentivarem atos contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e promoverem ataques em Brasília (DF), incluindo o 8 de Janeiro de 2023. Lembrou ainda as quase 700 mil mortes durante a pandemia e condenou os adversários por articularem a taxação americana contra a economia brasileira. Por fim, celebrou o julgamento do STF, que fará justiça em defesa da independência e da soberania nacional.
Palavras-chave oficiais: Setembro,Dia da Independência do Brasil,Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Reforma tributária,julgamento,Processo penal,Golpe de Estado (crime),Tentativa (crime),Supremo Tribunal Federal (STF),Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Brasília (DF),Processo eleitoral,Democracia,Soberania nacional Pessoa falecida,Vítima,Pandemia do Coronavírus,Desenvolvimento econômico,Oposição política,articulação,Estados Unidos,Tributação,Taxa,Produto nacional,Importação
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, o mês de setembro vai ficar na história. É neste mês que comemoramos nossa independência. Nós queremos ver, nesta Casa do Parlamento, a aprovação do projeto de lei que vai ser a maior ação de reforma e justiça tributária para o povo brasileiro, com a isenção do Imposto de Renda para todos os que recebem até 5 mil reais, e a isenção escalonada para quem recebe até 7.350 reais. Além disso, ainda setembro, haverá um julgamento que vai estabelecer, sim, a sentença para aqueles que tentaram derrubar a democracia brasileira; aqueles que quiseram afrontar a soberania nacional, chamando embaixadores estrangeiros a dizer que nós tínhamos um processo eleitoral fraudulento em 2021; aqueles que fizeram uma mobilização para desestruturar e atacar instituições nacionais como o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral. A articulação teve como consequência o quebra-quebra patrocinado por eles em Brasília, durante a diplomação do Presidente Lula, bem como o caminhão-bomba que colocaram nas imediações do Aeroporto de Brasília. O dia 8 de Janeiro não foi uma festa, mas, sim, um atentado às três grandes estruturas democráticas do Brasil: o Poder Judiciário, o Poder Executivo e este Parlamento. As pessoas que estão respondendo a processo são as mesmas que, no passado, eram negacionistas, eram contra a vacina. De outro lado, nós vimos quase 700 mil vidas serem perdidas neste País em nome do desenvolvimento econômico. Agora, em defesa dos interesses de suas famílias, eles atacam a economia brasileira ao articular a taxação americana contra os interesses da economia do nosso País. Por isso, setembro vai ficar, sim, na história e na defesa da nossa independência e da nossa soberania. A sentença, que virá do Supremo, fará justiça. Sim à Justiça brasileira! - 01/07/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado destacou a redução da taxa de desocupação no Brasil, que atingiu 6,2% no trimestre encerrado em abril, o menor índice para o período desde 2012. Ressaltou que o número de pessoas desocupadas caiu para 6,83 milhões, representando 445 mil a menos do que no mês anterior e 955 mil a menos em relação a maio de 2024 — uma queda de 12% em um ano. Ao final, comemorou os dados, que apontam para mais trabalhadores em atividade, crescimento da formalidade e aumento da renda da população, reforçando sinais de recuperação econômica no País.
Palavras-chave oficiais: Brasil,Recuperação econômica,Taxa de desocupação,Trabalhador informal,redução
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero aproveitar esta oportunidade. Para aqueles que são céticos e que dizem que o Brasil não melhorou, eu trago dados que foram colhidos no dia 27 de junho. Faço referência e comemoro isto à taxa de desocupação no Brasil no trimestre encerrado em abril, 6,2%, no piso das expectativas, ou seja, abaixo da de maio de 2024, que foi 7,1%. E é a menor taxa para um trimestre desde 2012. O número de desocupados caiu para 6,83 milhões. Isso representa uma queda de 445 mil em relação a abril e 955 mil a menos do que em maio de 2024, ou seja, uma importante queda de 12% em 1 ano. Está diminuindo o desemprego no País. E a inflação está diminuindo. Estes são indicadores que nós temos que comemorar: mais gente trabalhando, mais gente na formalidade, mais renda para o povo brasileiro, e assim por diante. Obrigado, Sr. Presidente. - 12/06/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado fez um resgate histórico de sua participação nas lutas pela redemocratização do Brasil, destacando a importância da Constituição de 1988 e das eleições diretas como conquistas fundamentais da cidadania. Manifestou preocupação com o avanço dos discursos de ódio e intolerância no Parlamento, ressaltando que atitudes como as dirigidas ao Deputado Ivan Valente representam uma ameaça à democracia. Também defendeu o respeito à pluralidade de ideias e ao papel das instituições, afirmando que ataques aos Poderes da República fragilizam o Estado Democrático de Direito. Ao final, conclamou o Congresso a preservar o diálogo e o compromisso com o povo brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Plenário,Extrema direita,intolerância,Vítima,solidariedade,pluralidade,Poderes da União,valorização,Congresso Nacional,atuação Deputado federal,Democracia,histórico,participação
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, Sras. e Srs. Deputados, aqueles que nos assistem, quero aproveitar essa oportunidade para fazer uma referência histórica. Ao longo dos meus 61 anos de vida, eu tive a oportunidade de participar, logo após a abertura política, com a anistia, em 1979, do momento histórico de início de luta pelas eleições diretas no País. Ao mesmo tempo, nós lutávamos pela Assembleia Nacional Constituinte, que culminou com a Constituição Cidadã de 1988. Participei da luta pelas eleições diretas, do Movimento Diretas Já, em 1984, e nós tivemos a primeira eleição para a Presidência da República em 1989. Sou filho de uma cidade no Estado do Rio Grande do Sul, Rio Grande, que naquela época não tinha o direito de eleger o Prefeito municipal. Nós éramos considerados área de intervenção, área de segurança nacional. Nós tínhamos Prefeitos impostos. A primeira eleição direta para Prefeito em nosso Município, assim como nos demais que eram considerados de área de segurança nacional, ocorreu em 1985. Por que faço referência a essa história? Faço-o pela importância de nós valorizarmos a reconquista da democracia no País, o direito das pessoas de poderem divergir, convergir, debater, respeitando a diversidade de ideias, de partidos, de posições. Dessa maneira, com o debate, com o diálogo, com o enfrentamento de ideias, nós poderemos construir pontos comuns e avançar no processo do voto, naquilo que precisa ser aprimorado na legislação nacional. Fico muito feliz por termos conseguido, em determinado período significativo, apesar das diferenças de ideias, alcançar o espaço do bom debate dentre as posições diversas dos partidos brasileiros. Contudo, nos últimos anos, vejo o aumento dos discursos de ódio, dos discursos de intolerância, do discurso de querer ver eliminado o outro. Isso não é compatível com todo o processo de luta que aconteceu nesta Casa, na defesa da construção de uma nova Constituição, em 1988, e com tantos outros debates que nós tivemos neste Parlamento. Quando presenciamos, neste espaço, essa narrativa do discurso de ódio, trabalhando principalmente com a ideia de criar fake news, mentiras, ou de ganhar likes para jogar para a galera sem ter a responsabilidade de dialogar com a verdade dos fatos, essa não é a boa política. Nós temos que resgatar o respeito a este Parlamento. O que nós vimos acontecer ontem aqui em relação ao Deputado Ivan Valente é inadmissível. E outras tantas situações têm se repetido neste plenário. Nós precisamos dar um basta a essa política de intolerância, de ódio, de não convivência com as diferenças. E, quando faço referência à nossa Constituição Cidadã, ela nos garante a pluralidade de ideias, ela garante os direitos fundamentais das pessoas. Ela tem por si só algo que nós precisamos valorizar, que é, sim, a nossa democracia. Ali estão esses pilares. Quando o Poder Judiciário, o Poder Executivo e o Poder Legislativo são atacados, quem perde é a nossa democracia. Estão querendo rasgar a nossa Constituição. Por conta disso, estou aqui hoje para dizer: punam-se aqueles criminosos que estão tentando e aqueles que tentaram, não só no dia 8 de janeiro, mas também com o acúmulo de fatos que culminaram no dia 8 de janeiro, abalar a estrutura da democracia brasileira. Por isso, viva o nosso Parlamento! Espero que nós Deputados e Deputadas, que aqui estamos, e, ao mesmo tempo, os Parlamentares do Senado tenhamos a capacidade de conviver com as posições diferentes e de valorizar, acima de tudo, o bem do povo brasileiro. Obrigado, Sra. Presidenta. - 10/06/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado prestou homenagem ao Deputado Luiz Couto, destacando sua trajetória marcada pela defesa dos direitos humanos e da dignidade. Ressaltou o combate de Couto ao etarismo sofrido na Câmara. Informou que Luiz Couto foi lembrado como um parlamentar comprometido com ações concretas, como a presidência da CPI do Tráfico de Pessoas, a luta contra o trabalho escravo e a defesa do Estatuto da Criança e do Adolescente. Destacou ainda a generosidade e o espírito acolhedor de Couto, que o recebeu com conselhos e apoio ao chegar ao Parlamento. Finalizou destacando o papel exemplar de Luiz Couto na promoção da justiça social e na garantia de recursos para políticas públicas.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Homenagem
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, quero me reportar a uma fala feita pelo Deputado Luiz Couto há aproximadamente 2 semanas. Fala essa que me impactou demais, principalmente pelo fato de que ali ele denunciava o crime de etarismo praticado em relação a ele na sua atividade como Deputado Federal no Estado da Paraíba. Diante disso, como faço parte da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, compartilhando com ele a mesma atividade e sendo testemunha do trabalho que é feito por esse Deputado dentro desta Casa Legislativa, tomei a liberdade de fazer uma digressão no tempo para conhecer um pouco da história do Deputado Luiz Couto dentro do Parlamento federal brasileiro. E é justamente com essa referência de homem de fé, de Parlamentar e de defensor incansável dos direitos humanos que me sinto honrado em prestar hoje a minha homenagem a essa pessoa extraordinária. Luiz Couto é de fato um servo de Deus e um ilustre Parlamentar cuja trajetória sacerdotal e legislativa se confunde com a história de lutas em favor da vida e da dignidade. Padre Couto, como é chamado aqui nesta Casa, não apenas fala em defesa dos direitos humanos, mas também os construiu com ações concretas nesta Casa Legislativa. Defensor de direitos humanos, foi Vice-Presidente da CPI do Tráfico de Pessoas no Brasil, que resultou em políticas públicas de combate à exploração de seres humanos. Voz da igualdade, lutou incansavelmente contra o trabalho escravo e a discriminação, sendo um dos grandes nomes na aprovação da PEC do Trabalho Escravo. Protetor da infância e da juventude, Presidente por três vezes e membro da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial, atuou na defesa do Estatuto da Criança e do Adolescente ECA e no combate à violência infantil. Promotor da justiça social, suas emendas e projetos sempre priorizam os mais vulneráveis garantindo recurso para as políticas de assistência social e saúde pública. A velhice é a aurora da eternidade. E é com essa sabedoria que devemos olhar para os nossos anciões, não como um peso, mas com um alvorecer de uma graça que nos precede. Lembro-me perfeitamente do dia em que cheguei a esta Casa. Fui recebido pelo Deputado Luiz Couto com um sorriso fácil e com a sua mansidão. Ofereceu-me 5 minutos de conselhos divinos com bom humor. Esse é o Deputado Luiz Couto. "Alexandre, estou sempre à disposição para servir." É com essas palavras, Sr. Presidente, que me reporto ao Deputado Luiz Couto, essa pessoa com uma baita generosidade. Por isso, fica aqui a minha manifestação de muito carinho a essa grande pessoa que é o Deputado Luiz Couto, que tanto nos presenteia com a sua presença dentro do Parlamento federal brasileiro. Obrigado, Sr. Presidente. - 20/05/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado destacou as ações do Governo Federal no combate a crimes contra aposentados. Informou que operações realizadas entre 2023 e 2025, em parceria com a Controladoria-Geral da União e a Polícia Federal, resultaram em 211 mandados de busca, seis prisões e investigações que remontam a 2019. Defendeu a continuidade das apurações e a punição dos responsáveis. Ressaltou ainda a presença de milhares de Prefeitas e Prefeitos em Brasília (DF) e afirmou que, a partir de 2023, houve retomada do respeito federativo e do protagonismo municipal, com o lançamento de políticas públicas como os Programas de Aceleração do Crescimento (PAC), em contraste com a ausência de diálogo que relatou ter vivido quando foi Prefeito do Rio Grande (RS).
Palavras-chave oficiais: Crime,contra,Aposentado,Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Corrupção Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),Município,Pacto federativo,Cooperação federativa,Prefeito,Rio Grande do Sul
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, quero aproveitar esta oportunidade para enaltecer a ação do Governo Federal, a ação do Governo Lula, que, através da Controladoria-Geral da União, juntamente com a Polícia Federal, toma todas as medidas necessárias no sentido de investigar situações de crimes praticados por determinadas pessoas contra aposentados deste País. Penso que são extremamente importantes as investigações que ocorreram em 2023, 2024 e 2025, que já geraram 211 mandados de busca e apreensão, seis prisões e que nos trazem o entendimento de que o Governo atual não varre a sujeira para baixo do tapete, ele busca investigação. O relatório feito pela Controladoria-Geral da União traz situações que remontam a 2019. Eu penso que essa investigação precisa continuar e, mais do que qualquer outra coisa, precisa penalizar aqueles que efetivamente praticaram crimes. É preciso fazer a separação entre aqueles que autorizaram desconto e aqueles que não autorizaram desconto. Precisamos penalizar efetivamente os criminosos. Aproveito ainda esta oportunidade, Sr. Presidente, para registrar que hoje milhares de Prefeitas e Prefeitos do nosso País estão aqui em Brasília. Com a presença do Presidente Lula, do Vice-Presidente Alckmin e também do seu Ministério, vivenciamos um momento diferente. A partir de 2023, houve um resgate da efetiva participação dos Municípios, através de um processo republicano de respeito aos entes federados, aos Estados, aos Municípios, do qual participa diretamente o Governo Federal. Exemplo disso é o surgimento dos Programas de Aceleração do Crescimento, que retomam políticas e incorporam novas, que surgem em favor dos Municípios brasileiros. Os Prefeitos e as Prefeitas estão sendo respeitados. A situação era diferente no período em que fui Prefeito do Município de Rio Grande. Durante 8 anos, o cenário era de deserto no Governo Federal, em Brasília, onde mal éramos recebidos. Não havia política para as Prefeituras. Hoje, temos programas como o PAC. Isso é uma evidência. Viva o Governo Lula! Viva a democracia! Viva o Estado republicano! Sr. Presidente, peço que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 24/04/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado elogiou o envio, pelo Governo Lula, de projeto de lei que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês, beneficiando mais de 10 milhões de brasileiros. Informou que a proposta promoverá maior justiça tributária e aliviará o orçamento de famílias de baixa renda. Ressaltou ainda que a compensação da arrecadação virá da cobrança adicional sobre 141 mil contribuintes com rendas superiores a R$ 600 mil anuais. Por fim, destacou que com a medida, até 2026, cerca de 26 milhões de pessoas estarão isentas, o que representará 65% dos declarantes.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tributação,isenção,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Base de cálculo,Rendimento tributável
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, quero aproveitar esta oportunidade para resgatar na memória de todos nós que o Brasil, muito embora seja uma grande economia mundial, é um país que se destaca negativamente por ser um país de injustiça na distribuição da sua riqueza. Poucos ganham muito, poucos têm riquezas absurdas, e grande parte da população tem renda baixa. Nós queremos aproveitar este dia para enaltecer a ação do Governo Federal, do Governo Lula, que encaminha a esta Casa Legislativa um projeto de lei que, do nosso ponto de vista, tem, sim, uma intenção muito clara de justiça tributária. Ele propõe é a ideia de apresentarmos a este Parlamento um projeto de lei e que venha a ser aprovado sobre a possibilidade de isenção de Imposto de Renda para brasileiros e brasileiras que tenham renda de até 5 mil reais. Ao mesmo tempo, para aqueles que ganham entre 5.001 reais e 7 mil reais, a isenção terá índices menores, de forma escalonada. Isso tudo alcança mais de 10 milhões de brasileiros e possibilitará, a partir de 2026, que pelo menos 26 milhões de brasileiros deixem de pagar Imposto de Renda. Isso representa, sim, a certeza de que sobrarão mais recursos no bolso das famílias, para que possam investir em alimentação, vestuário, cultura, esporte. Ao mesmo tempo, em contraposição àqueles que dizem que o País vai quebrar e assim por diante, esclareço de onde virá o recurso para cobrir a redução de arrecadação gerada a partir dessa isenção: da contribuição de 141 mil brasileiros e brasileiras que ganham mais de 600 mil reais por ano ou mais de 50 mil reais por mês. A variação do índice de contribuição será de 1% a 10%. Do nosso ponto de vista, isso significa dizer, Sr. Presidente, que a isenção para quem recebe até 5 mil reais vai gerar para ele uma economia anual de 4.356 reais; para quem recebe 5.500 reais, o desconto será de 75%, e a economia anual será de 3.367 reais; para quem recebe 6 mil reais, o desconto será de 50%, e a economia anual será de 2.350 reais; para quem recebe 6.500 reais, o desconto será de 25%; para quem recebe acima de 7 mil reais, as alíquotas progressivas de 7,5% a 15%, de 22,5% a 27,5% permanecem, conforme o que já é hoje praticado. Como mencionei, 10 milhões de brasileiros vão deixar de pagar Imposto de Renda. Somando-se aos 10 milhões de brasileiros que ficaram isentos em 2023 e 2024, no total, 20 milhões de brasileiros, trabalhadores e trabalhadoras, deixarão de pagar Imposto de Renda. Nove em cada dez brasileiros que pagam Imposto de Renda terão isenção total ou parcial. Como mencionei, dos declarantes do Imposto de Renda, 26 milhões de brasileiros, 65% não pagarão nada de Imposto de Renda. Então, eu quero dar ênfase a isso, Sr. Presidente, Srs. Deputados e Deputadas, fazer uma fala firme e forte e dizer que este projeto de lei é, sem precedentes nas últimas décadas, a maior ação efetiva de distribuição de justiça tributária para o nosso povo brasileiro. Estou feliz com essa notícia. Peço que o meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação desta Casa. Obrigado, Sr. Presidente. - 22/04/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado expressou tristeza pelo falecimento do Papa Francisco, destacando sua atuação incansável em defesa da paz, contra a guerra entre a Ucrânia e a Rússia, e contra o genocídio na Palestina. Ressaltou ainda o trabalho do Papa em promover o respeito à diversidade e ao diálogo entre diferentes religiões. Por fim, deixou registrada sua homenagem e lamento pela perda do líder religioso.
Palavras-chave oficiais: Papa,Igreja católica,Homenagem póstuma
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu só queria me somar a todos aqueles que na Câmara dos Deputados já externaram sua tristeza pelo falecimento do Papa Francisco, um cidadão que, ao longo da sua caminhada como Papa, sempre fez voz firme na defesa da paz, contra a guerra da Ucrânia contra a Rússia, contra o genocídio na Palestina. Foi uma pessoa que sempre trabalhou na defesa do respeito à diversidade e das mais variadas religiões, defendendo o diálogo acima de tudo. Então, fica daqui registrada a nossa tristeza pelo falecimento do Papa Francisco. Obrigado, Sr. Presidente. - 22/04/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado abordou a questão da anistia e a tentativa de relativizar os eventos de 8 de janeiro, quando ocorreu a invasão das sedes dos Três Poderes. Ressaltou que o ataque à democracia já vinha sendo arquitetado desde 2021, com ações contra a Polícia Federal e o plano de assassinato de líderes políticos, incluindo o Presidente Lula e o Ministro Alexandre de Moraes. Criticou também a tentativa de influenciar o voto nas eleições de 2022, mencionando ações da Polícia Rodoviária Federal. Por fim, manifestou-se contrário à anistia e reafirmou seu compromisso com a defesa da democracia e das instituições.
Palavras-chave oficiais: anistia,Ato antidemocrático,Democracia,Homicídio,Presidente da República,Ministro do Supremo Tribunal Federal,atuação,Polícia Rodoviária Federal (PRF),Eleição,Presidência da República
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, quero aproveitar este momento para fazer referência, principalmente, a algumas manifestações que temos visto nesta Casa e neste plenário, gritos, manifestações múltiplas sobre anistia, sobre o que aconteceu no dia 8 de janeiro, sobre o que aconteceu no Brasil a partir de 2021, quando, antes mesmo das eleições, já se começava a arquitetar um atentado contra a democracia, não só contra o Poder Legislativo, mas também contra o Poder Executivo e o Poder Judiciário. Isso culminou sim, no dia 8 de janeiro, mas também antecedeu várias ações, entre as quais, no dia da diplomação do Presidente Lula, em 14 de dezembro, aquele quebra-quebra aqui em Brasília e a tentativa de invasão da sede da Polícia Federal. Depois, resgatando na memória, lembrei que algumas outras questões surgiram no transcorrer das investigações, principalmente o plano Punhal Verde e Amarelo. Foi comprovado que foi impresso dentro do Palácio do Planalto, no Governo Bolsonaro, o plano que previa o uso de veneno e explosivos para matar o Lula, para matar o Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin, e o Ministro Alexandre de Moraes. Dizem: "Isso? Ah, é brincadeira! Isso é coisa simples". Fico feliz porque hoje nós vemos que mais de 53% da população é contra a anistia, e apenas 18% dizem "sim" a essa anistia que quer passar uma borracha, afrontando tudo aquilo que seria razoável, em termos de defesa das instituições, de defesa da democracia. Ao mesmo tempo, lembramos também que a Polícia Rodoviária Federal tentou impedir eleitores de votar em 2022. Numa troca de conversas, ex-Subsecretário do Distrito Federal teria sugerido colocar equipes nos redutos lulistas, para impedir as pessoas de exercerem o seu direito de voto. E mais: Bolsonaro editou a versão final do decreto golpista e pressionou militares. Aí vão me dizer que isso tudo foi fruto do acaso. Por conta disso tudo, nós temos que dizer "não" à anistia e "não" à tentativa de acelerar, nesta Casa, a votação de um requerimento de regime de urgência, quando há mais de 2 mil pedidos de urgência aguardando análise. "Não" à anistia e "sim" à democracia. - 19/03/2025como líderBreves Comunicações
O Deputado destacou o impacto negativo do golpe de 2016 sobre o Brasil, com o impeachment da ex-Presidente Dilma Rousseff, que resultou na perda da qualidade de vida da população. Ademais, ressaltou os avanços após a posse do Presidente Lula em 2023, incluindo a retomada dos investimentos, a queda da inflação e a saída de mais de 24 milhões de brasileiros do Mapa da Fome. Além disso, elogiou medidas do Governo Federal como o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda e a criação de crédito consignado a juros baixos. Adicionalmente, criticou o aumento da taxa de juros e defendeu políticas de geração de emprego e renda. Por fim, reafirmou a importância de fortalecer a democracia e repudiou tentativas de minar as instituições do País.
Palavras-chave oficiais: Golpe de Estado,Impeachment,Ex-presidenta da República,Desemprego,Mapa da Fome,Presidente da República,Investimento,Inflação,Qualidade de vida,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Crédito consignado,Taxa de juros,Governo federal,Geração de emprego,Democracia
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, quero aqui usar esta tribuna principalmente para aproveitar este momento e resgatar, na memória, o que aconteceu com este País depois do golpe que ocorreu em 2016, quando retiraram a Presidenta Dilma da Presidência da República. Nós sabemos que o povo teve desemprego de novo e que o Brasil voltou ao Mapa da Fome. E isso tudo implicou o quê? Implicou perda de qualidade de vida da nossa gente, gerada pelo desemprego e pela fome. Voltamos a reverter esse cenário a partir da posse do Presidente Lula em 2023. De lá para cá, o que nós vemos? Nós vemos a retomada de investimentos no Brasil na área de infraestrutura; vemos a retomada da geração de emprego, de renda e de oportunidades; vemos a queda da inflação; vemos voltar a queda dos índices da fome. Ainda não chegamos à erradicação da fome, mas já foram mais de 24 milhões de brasileiros que saíram do Mapa da Fome, comparativamente aos 33 milhões de brasileiros que voltaram ao Mapa da Fome no Governo Bolsonaro. Nós precisamos ter a clareza de que hoje temos um governo que está reconstruindo uma estrutura de país em que nós não somos negacionistas, nós valorizamos a saúde pública, nós dizemos "sim" à saúde e dizemos "sim" também à vacina. Nós temos a certeza de que estamos no caminho certo. Quero aproveitar esta oportunidade para enaltecer duas grandes medidas voltadas ao combate à injustiça social e à má distribuição de renda neste País. Primeiro, enfatizamos a medida que foi lançada pelo Governo Federal na semana passada, criando crédito consignado para os trabalhadores, com juros muito baixos. Isso é uma oportunidade para aqueles que não tinham acesso ao crédito consignado com juros muito baixos. Temos que ressaltar também que o Governo anterior criou uma narrativa, mas não cumpriu seu compromisso. Eu faço referência à isenção do Imposto de Renda para quem tem renda até 5 mil reais e às taxas menores para aqueles com renda entre 5 mil e 7 mil reais. Resgato na memória que Bolsonaro prometeu aumento da faixa de isenção, mas não cumpriu. Durante a campanha presidencial em 2018, Jair Bolsonaro prometeu isenção de Imposto de Renda para quem recebesse até 5 salários mínimos. A promessa ficou no ar, nunca foi cumprida. Bolsonaro foi o primeiro Presidente eleito a não corrigir a tabela do Imposto de Renda desde 1989. Isso significa menos dinheiro no bolso dos trabalhadores, menos dinheiro no bolso das pessoas para poderem investir em educação, investir em comida, investir em moradia, investir em cultura, investir em vestuário e assim por diante. Bolsonaro não reajustou essa tabela do Imposto de Renda. Com isso, a tabela acumulou uma defasagem de mais de 30% com a disparada da inflação durante a sua gestão. A última correção da tabela do Imposto de Renda antes de 2023 havia ocorrido em 2015. Quanto isso representa para aqueles que tiveram que pagar, estancando a correção na tabela, que ficou congelada para milhões e milhões de brasileiros? Em 2022, Bolsonaro prometeu novamente aumentar a faixa de isenção. O que ele fez? Não fez. Voltou a prometer aumento da isenção, mas não fez isso. Na campanha, no seu plano de governo, Bolsonaro disse que havia tentado subir a isenção para 2.500 reais dentro de uma possível reforma tributária, que acabou não sendo aprovada. No entanto, isso não era necessário. Tanto é que o Governo Lula fez a redução, fez o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda por meio de uma medida provisória. O Governo Lula fez isso. O Presidente Lula se comprometeu em sua candidatura. E nós vimos, de forma escalonada, em 2023, que ampliou a isenção da faixa, voltou a ser corrigida a tabela, e aumentou a isenção para 2.824 reais, um aumento de quase 50%. Com o novo reajuste de agora, de 2025, a isenção vai para 3.036 reais, alcançando um acréscimo de quase 60%. Isso significa mais dinheiro no bolso dos trabalhadores. Agora, com a proposta que está sendo feita, além dos 10 milhões de brasileiros e brasileiras que já haviam sido beneficiados em 2023, nós acrescentamos, entre o ano passado e este ano, em torno de 20 milhões de brasileiros. Em 2026, nós vamos ter um volume de quase 90% de brasileiros nas faixas abaixo de 7 mil reais com isenção parcial ou integral. Fora isso, nós temos ainda que fazer referência à justiça tributária, porque hoje os assalariados que recebem menos de 7 mil reais pagam mais Imposto de Renda, proporcionalmente, em relação àqueles que são ricos, àqueles que estão recebendo acima de 50 mil reais por mês. O que se pretende agora? É taxar, sim, para que esses que recebem mais de 50 mil reais por mês tenham a possibilidade de contribuir com o País com 1% a 10% em relação a sua arrecadação. Isso se chama, sim, justiça tributária distributiva, tributando mais quem ganha mais, para poder isentar quem ganha menos, para que possa sobrar mais dinheiro no bolso das pessoas, para poderem exercer o seu direito de ter acesso a comida de qualidade, a cultura, a lazer, a educação e assim por diante. Nós temos que dizer que o Governo Lula resgata um conjunto de políticas públicas nas mais variadas áreas, com o intuito de alcançar as pessoas que menos têm, as pessoas que menos ganham, para dessa forma nós distribuirmos justiça, diminuirmos as desigualdades sociais neste Brasil. Nós temos que nos orgulhar em dizer que nós estamos no caminho certo. Quero dizer, com relação ao aumento da taxa de juros, que somos daqueles que entendem que não é compatível o aumento da taxa de juros a partir do momento que nós vemos a diminuição da inflação, que nós vemos a diminuição do desemprego. Não podemos alinhar o aumento da taxa de juros em função de o povo estar consumindo mais. Nós temos que ter, sim, a garantia de longevidade, multiplicando e fortalecendo a geração de emprego e renda, e não aumentando a taxa de juros, que acaba dificultando o crescimento econômico que todos nós queremos, porque o aumento dessa taxa de juros dificulta o acesso ao crédito. Dessa forma, Sr. Presidente, nós dizemos "não" ao aumento da taxa de juros e "sim" à política de geração de emprego, geração de oportunidades, geração de mais dignidade para o povo brasileiro. Nós não queremos que, por situações pontuais, ocorra aumento de preços, como no caso do café e do ovo, mas os preços dos alimentos já estão caindo. Então, é dessa forma... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Icaro de Valmir. Bloco/PL - SE) - Deputado, peço que conclua, por favor. O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS) - Por gentileza, Sr. Presidente, se puder acrescentar os meus 3 minutos da inscrição... O SR. PRESIDENTE (Icaro de Valmir. Bloco/PL - SE) - Eu já havia acrescentado. V.Exa. falou pelo tempo de Liderança e pelos 3 minutos. O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS) - Obrigado. Nós queremos ver a oportunidade, sim, de nós termos uma vida melhor para a nossa gente. E quero aqui aproveitar este momento para dizer que nós temos que fortalecer a nossa democracia. Há aqueles que vêm a esta tribuna falar do que aconteceu no Brasil nos últimos anos, desde 2021, desde 2022, que culminou no 8 de Janeiro, com a tentativa de derrubada das instituições, derrubada dos três Poderes. Isso é inadmissível, isso é retrocesso, isso é voltarmos a uma ideia de constituição de ditadura. Eu não teria tido a oportunidade, nem mesmo aqueles que estão do outro lado, de hoje estar aqui falando neste Congresso. Isso porque, na visão deles, fora da versão única deles não há democracia, não há possibilidade de divergência de ideias. Então, o que se precisa hoje é, com muita serenidade, fazermos o acompanhamento de todos os processos que estão tramitando, que estão sendo apurados, da denúncia da Advocacia-Geral da União, dos processos que estão tramitando para se apurarem os fatos, dando, sim, o direito ao contraditório, à ampla defesa, coisa que no período da ditadura não se podia fazer. (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Icaro de Valmir. Bloco/PL - SE) - Deputado Alexandre, V.Exa. falou pelo tempo de Liderança e pelo tempo de 3 minutos. Vou dar mais 30 segundos para V.Exa. concluir. O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS) - Peço que meu pronunciamento seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 11/03/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado destacou os avanços sociais nos Governos Lula e Dilma, citando a erradicação da fome e o pleno emprego. Por outro lado, criticou o período após o impeachment de Dilma, mencionando o retorno do Brasil ao Mapa da Fome. Ressaltou medidas do atual Governo para combater a pobreza, incluindo a isenção de impostos sobre alimentos e o fortalecimento dos estoques reguladores da CONAB. Além disso, alertou para tentativas de golpe contra a democracia, chamando atenção para articulações externas que configura uma ameaça à soberania nacional.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Desenvolvimento socioeconômico,Insegurança alimentar e nutricional,Emprego,Mapa da Fome,Isenção tributária,Alimento,Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) Democracia,Soberania nacional,Golpe de Estado (crime)
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Minha saudação, Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas. Quero aproveitar esta oportunidade para dar ênfase ao fato de que, nos Governos Lula e Dilma, nós vivenciamos no nosso País um período em que houve a erradicação da fome e, também, chegamos ao pleno emprego. Infelizmente, o que se sucedeu após o golpe imposto em relação à Presidenta Dilma foi a volta do povo brasileiro ao Mapa da Fome e também quanto à questão do desemprego. O que nós estamos vendo, a partir do novo Governo do Presidente Lula, é o compromisso do Presidente de voltarmos a ver a erradicação da fome. E isso se reflete no fato de nós termos já menos 24 milhões de pessoas que saem da condição de extrema pobreza, dos 33 milhões de brasileiros e brasileiras que estavam na extrema pobreza no início do Governo Lula. Agora, com o Presidente Lula reafirmando o seu compromisso, o que nós vemos é a questão desta nova política. Além de vemos no ano passado o maior Plano Safra da história do Brasil, com mais de 400 bilhões de reais de investimento na agricultura extensivista e mais de 87 bilhões de reais investidos na agricultura familiar que são os maiores números da história de Planos Safra , nós vemos agora, neste ano, em que vamos ter safras recordes na história deste País, mais uma medida tomada pelo Governo Lula no sentido de combater a fome no Brasil. Essas medidas se refletem principalmente na questão do zeramento da tributação do azeite, do milho, do óleo de girassol, da sardinha, dos biscoitos, das massas alimentícias, do café, das carnes e do açúcar também. Isso merece ser comemorado, também com o intuito de nós podermos dizer que a CONAB volta a ter estoques reguladores. Por fim, Sr. Presidente, quero aqui abrir um parêntese: que esta Casa Legislativa esteja muito atenta àqueles que continuam fazendo um crime continuado, que é a tentativa de impor um golpe à nossa democracia, um atentado à soberania nacional, ainda mais quando articulam com países fora da nossa realidade, atentando contra a soberania do nosso País, que tem, sim, autonomia. Essas articulações que têm sido feitas e declaradas, inclusive pelo ex-Presidente, merecem a atenção desta Casa, porque elas se reportam e se refletem, sim, como uma confissão de uma atividade golpista. Mais do que isso, é traição ao povo brasileiro, é traição ao Brasil. Nós não podemos tolerar isso! Sr. Presidente, peço a V.Exa. que a minha fala seja registrada nos Anais e divulgada pelos meios de comunicação da Casa. Obrigado. - 26/02/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado destacou avanços socioeconômicos ocorridos nos Governos Lula e Dilma, como a geração de empregos, a inclusão social e a erradicação da fome. Criticou a interrupção dessas políticas após o impeachment de Dilma Rousseff e o Governo de Michel Temer, mencionando o retorno do Brasil ao Mapa da Fome e o aumento do desemprego durante a gestão de Jair Bolsonaro. Além disso, comemorou a retomada da indústria naval no Governo Lula, com investimentos bilionários na construção de embarcações e geração de empregos, ressaltando a importância estratégica do setor para a soberania nacional.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Desenvolvimento socioeconômico,Segurança alimentar e nutricional,Geração de emprego,Indústria naval,Petróleo Brasileiro (Petrobras),Soberania nacional
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O SR. ALEXANDRE LINDENMEYER (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Minha saudação, Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas. Quero dizer que hoje nós temos que comemorar muitas coisas, entre elas, o fato de que, nos períodos do Governo do Presidente Lula e do Governo da Presidenta Dilma, nós tivemos um processo virtuoso de geração de emprego, de renda, de oportunidades de trabalho para nossa gente. Nós chegamos a um cenário em que tivemos, principalmente, a erradicação da fome no Brasil, segundo dados da ONU. Foi criado um conjunto de políticas públicas que melhoraram o acesso à saúde, à cultura, à educação, ao ensino superior, ao ensino técnico, ou seja, houve oportunidades para milhões e milhões de brasileiros, além de políticas de construção habitacional e políticas de inclusão efetiva do nosso povo. Isso tudo, no entanto, foi interrompido, principalmente quando nós nos deparamos com o golpe imposto na época do ex-Vice-Presidente Michel Temer e, depois, acumulando-se a esta perda, a volta do Brasil ao Mapa da Fome e ao desemprego no Governo Bolsonaro. Com o Governo Lula, de 2023 para cá, nós já tivemos uma queda significativa do desemprego no nosso País, com as melhores taxas. Desde 2014, temos a menor taxa de desemprego no País. Nós temos a queda da inflação e, ao mesmo tempo, a volta do crescimento da riqueza da economia nacional através do Produto Interno Bruto. Isso tudo temos que comemorar! Isso, porém, não é fruto do acaso, mas, sim, fruto de muitas políticas que estão sendo retomadas, entre as quais, devemos comemorar, a retomada da indústria do setor naval, que tem um poder extraordinário acumulado, em termos de grandes estaleiros instalados, mas que, nos últimos anos, estava praticamente, quando muito, fazendo a manutenção de embarcações ou exportando minério, cavaco, e assim por diante. Comemoro a retomada da indústria naval através do maior investimento em hidrovia, com 4 bilhões de reais investidos na construção de 400 barcaças e mais 15 navios empurradores. Comemoro a indústria naval e a construção de várias embarcações, dezenas de embarcações de apoio à PETROBRAS e estaleiros nacionais, entre os quais os de Itajaí e Navegantes. Comemoro a assinatura, pelo Presidente Lula, juntamente com a Presidenta da TRANSPETRO e com a Presidenta da PETROBRAS, do contrato para a construção de quatro navios handy no Estaleiro Rio Grande, no Município de Rio Grande, que gerarão em torno de 1.500 postos de trabalho, um investimento na casa de 1 bilhão e 600 milhões de reais, mediante contratos de 3 anos. Comemoro o momento desta assinatura. Quem ganha com tudo isso? Quem ganha com isso é o povo brasileiro, que está multiplicando a retomada da indústria naval, que gera muitos empregos, gera muitas oportunidades de riqueza, de investimento, com tecnologia nacional, e, acima de tudo, dialoga com a soberania nacional, na medida em que constrói embarcações para o transporte de combustíveis, que são estratégicas para o melhor funcionamento do País, que dialoga com a construção da indústria naval de defesa. Isso tudo é o Brasil, que volta a fortalecer sua indústria nacional. Viva a indústria brasileira! Viva a retomada do setor naval, pelo que ele representa para o povo brasileiro! Sr. Presidente, peço a V.Exa. que este pronunciamento seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil, por gentileza. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 22/12/2023. Como calculamos: metodologia.