
Nome civil: João Alberto Fraga Silva · 70 anos
Bananômetro
95/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 98% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 93%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 93%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 29%das 807 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 95%das 666 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Fale com Alberto Fraga
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.albertofraga@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5816
- Gabinete
- Gabinete 816, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 377 de 391 sessões
Votou nas votações
93%
Registrou voto em 1.044 de 1.119 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 181 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
29%
Em 807 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
450 discursos na tribuna · de 03/07/2019 a 14/10/2026.
- 28/04/2026
O Deputado criticou a atuação do Partido dos Trabalhadores (PT), ao citar reunião com lideranças e profissionais de comunicação para tratar de estratégias políticas relacionadas ao Senador Flávio Bolsonaro. Em seguida, afirmou que teriam sido criadas narrativas e declarações inverídicas contra o Parlamentar, e associou a situação a possíveis desdobramentos judiciais. Acrescentou ainda que o Governo deveria apresentar resultados de gestão, em vez de adotar esse tipo de estratégia. Também declarou que não havia processos contra o Senador relacionados à rachadinha ou compra de imóveis. Por fim, indicou que medidas judiciais poderiam ser adotadas para contestar as alegações.
Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Senador,Campanha eleitoral,Falsa acusação,Notícia falsa (fake news),Poder Judiciário
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero dizer que é vergonhosa a atitude do Partido dos Trabalhadores, quando se reúne em local público um auditório , com vários marqueteiros e diversas lideranças, para tratar de campanha contra Flávio Bolsonaro. Criam-se, inclusive, narrativas mentirosas. Isso, com certeza, vai gerar problema na Justiça. Eu acho que o PT tem que mostrar o que fez. É bem verdade que não fez nada. Por isso, inventa frases mentirosas. Com certeza, o Flávio e a equipe do PL vão entrar na Justiça para barrar os impropérios que estão sendo ditos. Flávio Bolsonaro não enfrenta um processo sequer que trate de rachadinha ou de compra de imóveis. Portanto, o PT, que se reuniu para fazer essa maldade, vai pagar caro por essas calúnias. Muito obrigado. - 28/04/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou decisão do Ministro do Supremo Tribunal Federal que resultou na exclusão de coronéis da Polícia Militar do Distrito Federal, argumentando que a medida contrariou dispositivos da Constituição Federal. Afirmou que o art. 42 determina a aplicação de regras do art. 142 aos militares estaduais, incluindo a exigência de decisão de tribunal militar para perda de posto e patente. Também argumentou que a decisão não teria seguido esse procedimento e tratou de forma distinta militares estaduais e federais. Por fim, informou que entidades representativas dos militares pretendiam adotar medidas judiciais para contestar o ato e solicitar sua revisão com base na interpretação constitucional apresentada.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Distrito Federal (Brasil),Coronel da polícia militar,exclusão,Crítica,Constituição Federal,contrariedade,revisão
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero aqui dizer que, lamentavelmente, o Ministro Alexandre de Moraes ou é mal-intencionado, ou não conhece a Constituição. Acredito que a Constituição ele conheça. Mas, com relação à decisão que tomou recentemente, ao condenar de forma injusta cinco coronéis da Polícia Militar do Distrito Federal ele excluiu da Polícia Militar os coronéis , ele esqueceu o que está previsto no art. 42 da Constituição Federal. O artigo é muito claro quando determina que se aplique o § 3º do art. 142 para os militares estaduais. Como todos sabem, o art. 42 da Constituição Federal trata dos militares estaduais, e o art. 142 trata dos militares federais. Aí, o Ministro Alexandre de Moraes ditador excluiu a seu bel prazer os coronéis da Polícia Militar. Na verdade, ele esquece o que está previsto no inciso VI, que diz: "O oficial o oficial, Ministro! só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra". E V.Exa., simplesmente porque não gosta ou é mal-intencionado, os exclui. Não aplicou o mesmo procedimento para os militares federais, para os generais. Então, eu pergunto: existe o militar de primeira e de segunda categoria, Ministro? Pelo amor de Deus, Ministro Alexandre de Moraes, o senhor está ultrapassando todos os limites, está rasgando a Constituição! Reveja o seu ato! O art. 42 da Constituição é muito claro e manda aplicar o que está previsto no art. 142. E o senhor simplesmente ignorou, aplicou o seu RDD, o regulamento disciplinar que o senhor quer. A Associação dos Militares Estaduais vai entrar com uma ação para que seja revista essa sua posição, porque ela está errada, está equivocada, à luz da Constituição Federal, a qual o senhor está aí para defender e não rasgar. Peço que meu pronunciamento conste nos Anais da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado, Presidente. - 28/04/2026
O Deputado afirmou ter recebido informação sobre a transferência do ex-Presidente do BRB em razão de delação premiada e declarou expectativa de que o conteúdo atinja o ex-Governador Ibaneis Rocha. Associou o nome do ex-Governador a denúncias envolvendo o BRB e o Banco Master e defendeu atuação da Justiça no caso. Também mencionou deslocamentos de Ibaneis Rocha e fez críticas à sua conduta diante das acusações. Declarou confiar na Justiça e citou a possibilidade de desdobramentos a partir da delação, incluindo eventual responsabilização de envolvidos.
Palavras-chave oficiais: Ex-governador,Distrito Federal (Brasil),Banco Master,Banco de Brasília (BRB),Corrupção,Delação premiada,Ex-,Presidente
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, temos notícia de que o ex-Presidente do BRB está sendo movimentado de presídio porque tem delação premiada. Eu espero que ele faça a delação premiada. A delação premiada do Paulo Henrique, com certeza, atinge em cheio o ex-Governador Ibaneis Rocha. Este, sim, é o dono de todo esse escândalo. E eu espero que a Justiça não se acovarde e prenda o mais rápido possível o Ibaneis Rocha. Não há um escândalo aqui no Distrito Federal, com relação ao Banco Master e o BRB, que não tenha a digital do Ibaneis Rocha. E esse Ibaneis é tão covarde que ele, diante de tanta denúncia, disse que foi para Portugal. Mentira! Ele estava no Ceará, num resort chamado Gran Marquise, não sei se o nome é este, ele estava lá escondido, mostrando que está com medo, sim, com medo de que ocorra a sua prisão. A prisão do Ibaneis Rocha é uma questão de tempo. Eu confio na Justiça e espero que o assessor dele, Gustavo Rocha, que é quem manipula a opinião do Ministro Alexandre de Moraes, não interfira para evitar a prisão desse salafrário e picareta chamado Ibaneis Rocha. Muito obrigado. - 15/04/2026
O Deputado criticou o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes por violar os dispositivos constitucionais sobre a perda de patente de oficiais das Forças Armadas condenados. Sustentou que, conforme o art. 142 da Constituição Federal, a perda da patente depende de decisão do Superior Tribunal Militar (STM), e não de decisão de Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Oficial das Forças Armadas,perda,Patente,Inconstitucionalidade,Decisão judicial,Superior Tribunal Militar (STM),Dispositivo constitucional,Constituição Federal (1988),Condenação criminal
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu vou ler um texto aqui da Constituição que mostra e prova que o Ministro Alexandre de Moraes não conhece nada da Constituição: Art. 142.......................... § 3º................................ VI - o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra; VII - o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos, por sentença transitada em julgado, será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior. O Ministro Alexandre de Moraes simplesmente aplicou aos cinco coronéis que ele condenou injustamente, como se fosse praças... Ele não tem essa competência para tirar a patente dos oficiais. Quem tem que tirar a patente desses coronéis é o Superior Tribunal Militar, e não como o Ministro Alexandre de Moraes fez. Isso mostra claramente que ele é mal-intencionado, mau caráter, ao tirar o oficiais da carreira, quando, na verdade, eles devem ser julgados indignos do oficialato por um conselho de justificação. Muito obrigado, Presidente. - 14/04/2026
O Deputado manifestou preocupação com a situação do Banco Regional de Brasília, ao mencionar operações financeiras envolvendo a instituição. Criticou decisões relacionadas à aplicação de recursos e questionou propostas de recomposição financeira, apontando possíveis prejuízos. Afirmou que o caso demandaria apuração por parte da Justiça. Ao final, defendeu responsabilização de autoridades envolvidas nas medidas citadas.
Palavras-chave oficiais: Brasília (DF),Governador,Banco de Brasília (BRB),Banco Master,Operação financeira,recomposição,Crítica,responsabilização,Defesa
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. Eu quero externar mais uma vez a minha preocupação com o Banco de Brasília, um banco que era sadio, consolidado, banco de 5 mil funcionários na ativa, mais outros milhares aposentados, banco de 60 anos de idade. Um Governador picareta, bandido, ladrão, pega 30 bilhões de reais desse banco e joga em títulos podres do Banco Master. A Justiça, até agora, não tomou uma providência. Eu acho que o Governador Ibaneis não pode ficar impune a esse rombo, a esse roubo ao Banco de Brasília. A solução que estão apresentando é no mínimo hilária, é uma piada. Compraram os títulos por 30 bilhões de reais e agora querem recomprá-los por 15 bilhões. Quem é que vai pagar os 15 bilhões de reais restantes? Por isso, eu peço cadeia para Ibaneis Rocha. Obrigado. - 08/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação, em primeiro turno, da Emenda Aglutinativa nº 2 apresentada à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Ademais, criticou o Governo Lula por recorrer a medidas dessa natureza para financiar a assistência social. Além disso, apontou contradição no discurso governamental sobre redução da pobreza e alertou para o impacto fiscal da proposta.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Primeiro turno,Emenda aglutinativa,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Liberal (PL),Voto favorável Governo federal,Proposta de Emenda à Constituição,Financiamento,Pobreza,Impacto fiscal,Sistema Único de Assistência Social (SUAS)
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o PL vota a favor desta matéria. No entanto, é lamentável que o Governo precise recorrer a projetos como este para ajudar a assistência social. Fica vomitando que está tirando gente da pobreza e tal, mas está sempre recorrendo ao social. Nós não podemos nos esquecer do impacto disso nós teremos impactos! O Governo que vai suceder ao Presidente Lula vai precisar de cautela para saber como nós vamos fazer. Por isso, eu acredito que o Governo de depois não vai concordar com a quebra do interstício, porque nós precisamos saber, com responsabilidade, qual será o impacto disso. O PL vota favoravelmente à matéria. - 08/04/2026
O Deputado afirmou que a população brasileira já não sabe a quem recorrer diante dos sucessivos escândalos. Mencionou corrupção no Supremo Tribunal Federal, com Ministros envolvidos na fraude do Banco Master, bem como o envolvimento, também, do ex-Governador do Distrito Federal. Ainda, citou contrato de 129 milhões de reais firmado entre a esposa de Ministro do Supremo e o Banco Master, e criticou o fato de nada ser feito em relação a isso. Ademais, assinalou omissão institucional diante desses fatos e manifestou inconformismo com a relação entre Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal, ao sustentar que o Parlamento está submetido às decisões da Corte. Além disso, mencionou que o Presidente do Senado se recusa a pautar o projeto sobre dosimetria. Por fim, afirmou que a Casa perdeu capacidade de representar o povo e registrou sentimento de vergonha diante da situação política e institucional do País.
Palavras-chave oficiais: Crítica,Corrupção,Fraude,Supremo Tribunal Federal (STF),Ministro do Supremo Tribunal Federal,Banco Master,Ex-governador,Distrito Federal (Brasil),Contrato,omissão,Congresso Nacional,Crise institucional,Poder Legislativo,Poder Judiciário Crítica,Presidente do Senado Federal,recusa,Pauta (processo legislativo),Projeto de lei ordinária,Dosimetria da pena
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, na verdade, o brasileiro não sabe mais o que fazer ou a quem reclamar. Estamos convivendo com um Supremo Tribunal Federal com altos índices de corrupção, com Ministros envolvidos no escândalo do Banco Master, mas nada acontece. O ex-Governador do Distrito Federal está enrolado até a tampa, e não acontece absolutamente nada! E o povo vai ficando descrente. Temos um projeto para ser votado, um veto ao projeto da dosimetria, que o Presidente do Senado se recusa a pautar. Eu não sei como vamos conviver com um Congresso de cócoras, porque a gente só faz o que o Supremo manda fazer ou, quando a gente faz, o Supremo desfaz, e vamos empurrando com a barriga isto aqui. Na verdade, perdeu-se o objetivo de vir para esta Casa representar o povo. Hoje, a gente não representa absolutamente ninguém. Convivemos com escândalos atrás de escândalos. Nós ficamos atônitos com o que está acontecendo no País. Quando iríamos imaginar que um Ministro do Supremo permitiria que a esposa tivesse um contrato de 129 milhões de reais? E não acontece nada! As notícias que têm chegado é de enriquecimento ilícito, de que comprou não sei quantos imóveis, mas parece que nós estamos vivendo no "país das mil maravilhas". Isso é lamentável e eu me envergonho muito de estar nessa situação. Muito obrigado. - 07/04/2026
O Deputado informou que permaneceu no PL após o encerramento da janela partidária, destacando acordo com a direção da legenda para apoiar a candidatura de José Roberto Arruda ao Governo do Distrito Federal. Citou obras realizadas em gestões anteriores como justificativa para o apoio. Também criticou a condução de obras públicas atuais e mencionou investigações envolvendo o Banco Master e o BRB, apontando aumento no valor do rombo divulgado. Afirmou esperar apuração dos fatos e cobrou atuação da Justiça, além de comentar a ausência de investigado em sessão de CPI realizada naquele dia.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Partido Liberal (PL),Distrito Federal (Brasil),Apoio político,Ex-governador,Candidato Banco Master,Banco de Brasília (BRB),investigação,Defesa
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Icaro de Valmir. Presidente, a janela partidária se fechou no dia 4. Permaneci no PL, um partido grande, com 97 Deputados, mas com o compromisso do meu Presidente Valdemar Costa Neto de apoiar a candidatura de José Roberto Arruda ao Governo do Distrito Federal. Vou apoiá-lo porque ele foi um grande Governador. Basta dizer que o último hospital na cidade quem construiu foi ele e que as últimas pistas para melhorar o sistema viário de Brasília foi ele que concluiu. Lamentavelmente, o atual Governador, que está enrolado aí com o Banco Master, demora tanto para terminar uma obra, que está levando mais tempo para construir um viaduto do que Juscelino levou para construir Brasília. Isso mostra que o caso do Banco Master verdadeiramente precisa ser esclarecido. Tenho certeza absoluta de que, se formos um País sério, vamos ter um ex-Governador preso pelos crimes que cometeu. Eu disse ainda há pouco, já escandalizado, que o rombo do BRB era de 12,2 bilhões de reais. Não! Esse número já evoluiu: passa de 30 bilhões! E esse cara continua solto. Ele se acovardou e não foi hoje para a CPI, com medo, porque sabia que ficaria preso. Espero que a Justiça tome as devidas providências. Obrigado. - 26/03/2026
O Deputado parabenizou o Deputado Rafael Prudente pelo relatório da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos. Ademais, elogiou o acolhimento pelo Relator de emendas e conquistas como o "posto acima" para policiais militares e bombeiros, a exigência de curso de Direito para ingresso como oficial e critérios de idade e altura. Além disso, agradeceu à Senadora Leila Barros e ao Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, ressaltando a articulação para viabilizar a votação antes do prazo de caducidade. Adicionalmente, explicou que propostas como a equiparação da Polícia Civil com a Polícia Federal não foram atendidas em razão de posição contrária do Governo. Por fim, enalteceu a atuação conjunta da bancada do Distrito Federal em defesa da segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Relator,Medida provisória,Reajuste salarial,Remuneração,Política salarial,Política de segurança pública,Governo do Distrito Federal,Polícia militar,Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF),Relatório (processo legislativo),Senadora,Presidente da Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar,Equiparação salarial,Policial civil,Polícia Federal (PF),Governo,Bancada parlamentar,Distrito Federal (Brasil)
Ler a transcrição oficial
O SR. PRESIDENTE (Alberto Fraga. PL - DF) - Muito obrigado, Deputado. Antes de passar a palavra ao Deputado Sargento Fahur, que falará pelo tempo de Liderança, eu quero fazer alguns agradecimentos. Agradeço, especialmente, à Senadora Leila, uma guerreira nessa luta das emendas. Lamentavelmente, nós não pudemos atender a todos. A Senadora queria estabelecer a equiparação da Polícia Civil com a Polícia Federal. Infelizmente, o Governo sinalizou contrariamente ao pleito, e nós não iríamos perder o texto por causa dessa questão. Parabenizo, especialmente, o Relator, o Deputado Rafael Prudente, que foi muito sensível ao acatar as emendas que poderia acatar. O posto acima para os policiais militares e bombeiros é muito importante. O curso de Direito para ser oficial da Polícia Militar, para ingressar na academia, foi muito importante. A idade mínima e a altura mínima também são muito importantes. Obtivemos uma série de vitórias. Sabemos que não conseguimos agradar a todos, mas fizemos o que foi possível fazer, o que foi possível construir. Quero agradecer também ao Presidente Hugo Motta. Ontem à noite liguei para ele, preocupado com essa questão do prazo do dia 7 de abril, que é o prazo do defeso eleitoral. Se essa MP não fosse votada hoje, ou amanhã, ou semana que vem, ela caducaria, o que prejudicaria todos os policiais miliares. Eu sempre digo que a bancada do Distrito Federal, quando os interesses são comuns, quando os interesses são das instituições Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, ela sempre se une e mostra um trabalho produtivo em prol da segurança pública do Distrito Federal. Tem a palavra o Deputado Rodrigo Rollemberg, por 1 minuto. - 26/03/2026
O Presidente da Sessão anunciou a rejeição do requerimento de retirada da Ordem do Dia da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, em discussão. Em seguida, respondeu à questão de ordem apresentada pela Deputada Adriana Ventura, que apontava possível inclusão de conteúdo estranho na Medida Provisória nº 1.326, de 2025. Esclareceu que a questão de ordem não era instrumento adequado para discutir constitucionalidade ou mérito da proposição, atribuindo essa análise à Comissão Mista responsável. Também destacou que a verificação de pertinência temática e técnica legislativa cabia às instâncias próprias do processo legislativo.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Distrito Federal (Brasil),Polícia militar,Remuneração,reajuste,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Rejeição,Questão de ordem,Processo legislativo
Ler a transcrição oficial
O SR. PRESIDENTE (Alberto Fraga. PL - DF) - Muito obrigado, Deputada. Podemos colocar "não" para todos, exceto para o NOVO? (Pausa.) Em votação. Aqueles que forem pela aprovação do requerimento permaneçam como se acham. (Pausa.) REJEITADO. Passa-se à discussão. Antes, vou responder à questão de ordem feita pelo NOVO. "Decisão da Presidência. Trata-se de questão de ordem formulada pela Deputada Adriana Ventura, por meio da qual S.Exa. alega a existência de matéria estranha no texto da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, em afronta ao art. 125 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, ao § 4º do art. 4º da Resolução nº 1, de 2002, do Congresso Nacional, e à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, notadamente na ADI 5.127. É o breve relatório. Passo a decidir. Conforme já assentado em diversas decisões de questão de ordem proferidas por esta Presidência, esclareço mais uma vez que, nos termos regimentais, a questão de ordem não é o instrumento adequado para se arguir questões referentes ao conteúdo da proposição em apreciação pelo Plenário, seja quanto à sua constitucionalidade, seja quanto ao seu mérito. Outrossim, reafirmo que compete à Comissão Mista a análise sobre a constitucionalidade da proposição, inclusive acerca do tema específico apontado pelo autor da presente questão de ordem. A verificação da pertinência temática das emendas apresentadas à medida provisória, bem como a identificação de eventual inclusão de matéria estranha ao seu objeto, insere-se no âmbito da análise de constitucionalidade e de técnica legislativa, cuja competência é atribuída às instâncias próprias do processo legislativo, notadamente à Comissão Mista constituída para a análise da Medida Provisória nº 1.326, de 2025. Ademais, a apreciação da conformidade da proposição com os parâmetros estabelecidos na Constituição e na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, inclusive quanto à vedação de inserção da matéria estranha, demanda exame de natureza técnica e substancial, incompatível com o rito próprio das questões de ordem. Ante o exposto, dou por respondida a presente questão de ordem. Publique-se. Sala das Sessões, em 26 de março de 2026." A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP) - Presidente, eu vou recorrer, o.k.? - 25/03/2026
O Deputado tratou da Medida Provisória 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos, aprovada no Senado. Afirmou que a proposta reposiciona a remuneração de policiais e bombeiros entre as mais altas do País e destacou que essas corporações são mantidas pela União. Elogiou o relator Rafael Prudente e citou avanços como promoção com posto acima na reserva, ampliação do tempo de serviço e definição de critérios para ingresso. Também defendeu mudanças no texto para tornar obrigatória a promoção quando houver vaga, a fim de evitar interferência política. Por fim, solicitou ao presidente Hugo Motta a inclusão da matéria na pauta da Câmara antes do prazo eleitoral.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Reajuste salarial,Subsídio (remuneração),Profissional da segurança pública,Distrito Federal (Brasil),Militar,Senado Federal,Ex-Território,tramitação,Câmara dos Deputados
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Peço desculpas aos colegas, mas eu preciso falar sobre a medida provisória que nós aprovamos, ainda há pouco, no Senado Federal. A medida provisória trata do reajuste para as forças de segurança pública do Distrito Federal. Como todos sabem, Brasília já teve o maior salário da segurança pública do Brasil. Infelizmente, perdemos há muito tempo, ao longo dos anos, essa condição. Agora, com esse reajuste que está sendo concedido para as forças de segurança pública do Distrito Federal, nós voltamos a ocupar um lugar de destaque. Aqui a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Polícia Penal e o Corpo de Bombeiros são organizados e mantidos pela União. Cuidam da União, cuidam da segurança da União, cuidam da segurança do Congresso. Portanto, merecem realmente um bom salário. Quero parabenizar o Relator dessa medida provisória, o Deputado Rafael Prudente, e dizer que ele realmente construiu alguns avanços que nós pleiteamos, como, por exemplo, um posto acima, a partir da sanção da lei da organização básica das Polícias Militares de todo o Brasil. É uma conquista. O militar, quando vai para a reserva, não leva absolutamente nada. Então, nada mais justo do que ele ganhar um posto acima para ter esse benefício na sua inatividade. Outra conquista que nós conseguimos essa é para a instituição é a altura mínima de 1,65 metro. Eu vi, esses dias, um Ministro do STF pedir à Polícia Civil que refizesse o teste de aptidão física para um anão que fez o concurso para a Polícia Civil e, evidentemente, não tinha condições de atingir os índices necessários para ser um policial. Aqui para nós, não é nenhum demérito, não estou aqui também praticando nenhum tipo de discriminação, mas imaginem os senhores um anão nas ruas, fardado, para combater o crime. E o Ministro, da cabeça dele, determinou que fosse feito um teste de aptidão física voltado para aquele anão. Evidentemente, ele deve entrar para funções administrativas. Não há como compartilharmos com esse tipo de entendimento. A idade também foi abordada, é uma questão muito simples. Outro aspecto também que foi muito correto: um militar, quando se elege, não pode mais retornar para a sua corporação, ao contrário dos ocupantes da Polícia Civil e da Polícia Federal, que, ao se elegerem Deputados ou Vereadores, na próxima campanha, se perderem a eleição, podem voltar para a sua instituição. O militar não pode. Aqui em Brasília vou citar o exemplo de três Parlamentares. Com 26 anos de serviço, eu cheguei ao posto de coronel e tive que ir para a reserva. Evidentemente, como tive cinco mandatos de Deputado Federal, faltaram 4 anos para completar o meu tempo na Polícia Militar. Essa medida provisória ratifica o que foi aprovado na Lei Orgânica. Portanto, com meus 26 anos de serviço, 20 anos de Deputado Federal, eu poderia completar o meu tempo de serviço na Polícia Militar. Apenas para três Parlamentares do Distrito Federal vai ser possível isso. Está na Lei Orgânica e, evidentemente, vai valer para todo o Brasil para corrigir esta injustiça: o militar, quando se elege, não pode retornar para a sua corporação. Outra medida que foi aprovada com relação aos militares é sobre a idade. Eu acho isso bom para o Estado. Hoje existem idades determinadas para o militar se aposentar e ir para a reserva. Agora, esse limite foi estendido em 5 anos, ou seja, um militar que se aposenta cedo agora poderá ficar 5 anos mais no posto para depois ir para a reserva. Depois que nós aprovamos esse projeto no Senado, eu pedi ao Presidente Hugo Motta que pautasse essa medida provisória hoje aqui. Nós precisamos, de qualquer forma, votar isso por causa do defeso eleitoral, que é até o dia 7 de abril. Se nós não votarmos essa medida provisória hoje ou na próxima semana, correremos o risco de perder tudo que foi aprovado lá no Senado Federal e que será, com certeza, aprovado aqui, na Câmara dos Deputados. Portanto, Sr. Presidente, mais uma vez, faço esse apelo ao Presidente Hugo Motta para que paute essa medida provisória hoje. Acho que o Governo está de acordo, porque não há nada que possa trazer qualquer tipo de transtorno para o Governo Federal e vai melhorar a vida dos policiais de Brasília. Outra questão muito importante que foi aprovada me fugiu agora... A questão da Previdência, aliás, é o tempo de serviço, mas essa é outra história. Então, Sr. Presidente, já conversamos com a Deputada Erika Kokay. Ah, lembrei. Existe um dispositivo na lei, na medida provisória, que diz o seguinte: se houver vaga para promoção, o Governo poderá reduzir o interstício. Nós não queremos a palavra "poderá", entendeu, Deputado Fahur? Se houver vaga, a palavra tem que ser alterada para "deverá" haver a promoção, "deverá" reduzir o interstício. Isso é para tirar da mão do Governador ou da mão de qualquer Deputado a possibilidade de fazer politicagem. "Veja, eu vou reduzir o interstício de vocês, mas, para isso, eu preciso do voto de vocês." Não! Se há vaga, se está disponível a vaga, a redução do interstício tem que ser obrigatória, para evitar que a gente fique com um pires na mão, atrás de Governador, implorando por promoção. E isso melhora a vida do policial. Portanto, Presidente, mais uma vez, faço esse pedido ao Presidente Hugo Motta. Já falei com S.Exa., que ficou de estudar e de ver com o Governo a necessidade de colocar em pauta a Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que é importante para os militares do Distrito Federal. Muito obrigado, Presidente. - 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PL, Presidente, pelas razões já discutidas aqui, vai orientar o voto "não", tendo em vista as despesas que serão provocadas com a criação dessas varas. O País não está em condições de ficar gastando tanto dinheiro assim, ainda mais com um Poder Judiciário que está sempre remanejando verba. Quer dizer, está sobrando dinheiro lá! Então, o PL vai orientar "não". - 25/03/2026
O Deputado manifestou a posição contrária da Oposição ao Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul. Ademais, destacou a importância da interiorização da Justiça de primeiro grau e do enfrentamento do crime organizado, mas afirmou que a criação de cargos não resolverá o problema e implicará elevado gasto público. Além disso, declarou descrença na efetiva utilização dos recursos pelo Poder Judiciário para o combate ao crime organizado.
Palavras-chave oficiais: Oposição política,contrário,Projeto de lei ordinária,criação,Vara Federal,Amazonas,Mato Grosso do Sul,Interiorização,Poder Judiciário,Justiça federal,Crime organizado,Despesa pública,Segurança pública
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o objetivo principal desse projeto é a interiorização da Justiça de primeiro grau. Nós entendemos que isso é necessário na situação em que o País vive, para combater o crime organizado. Acontece que quando se cria essa quantidade de cargos, oito de juízes federais, a gente sabe que isso não vai resolver muito o problema, e a despesa é muito alta. É por isso que a gente tem que se posicionar contra, em virtude da despesa. Mas eu, de uma certa forma, não tiro o mérito do projeto. Se verdadeiramente o Poder Judiciário utilizasse esses recursos para trabalhar, tudo bem, mas eles não estão fazendo isso. A gente sabe muito bem que essas varas serão criadas e que vai continuar tudo como está. Porém, como existe despesa, e para manter a coerência da Oposição, nós vamos nos posicionar contrários ao projeto. - 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição vai votar pela retirada, pelo adiamento da discussão, por uma única razão. Infelizmente, estão criando mais cargos. O impacto é de 90 milhões de reais. A Oposição não pode colocar sua digital num projeto como este. Portanto, a Oposição vai orientar pelo adiamento da discussão. - 24/03/2026
O Deputado denunciou supostas irregularidades envolvendo o Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Citou informações sobre um possível repasse financeiro da empresa J&F Investimentos a escritório ligado ao Governador, após contrato da PicPay com o Governo do Distrito Federal. Também afirmou que pretende acompanhar o caso e cobrou apuração dos órgãos competentes, defendendo responsabilização diante das suspeitas levantadas.
Palavras-chave oficiais: Distrito Federal (Brasil),Governador,Escritório,Empresa,favorecimento,Denúncia
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Presidente, eu acabei de falar de um escândalo do Governador Ibaneis Rocha e, mal cheguei ao Salão Verde, já há outro escândalo. Dizem que a empresa J&F pagou 1 milhão de reais para o escritório de Ibaneis Rocha após a PicPay, que é da J&F, fazer um contrato com o Governo do Distrito Federal. É muita roubalheira! Vai se comprovar o que eu venho dizendo há anos nesta Casa. O Governador Ibaneis montou dez escritórios de advocacia para fazer maracutaia, para fazer falcatrua, para roubar o povo do Distrito Federal. Este Governador Ibaneis Rocha é um advogado bem renomado no Poder Judiciário. É por isso que ele, até agora, conseguiu isenção. Eu tenho certeza de que agora o povo descobriu verdadeiramente qual é o caráter deste Governador, qual é a intenção deste Governador, que já é um homem rico. Ele não precisava roubar, Presidente. Já é um homem rico e não precisava roubar da maneira como vem roubando. Ele vem dilapidando o Distrito Federal. Muito obrigado, Presidente. - 24/03/2026Breves Comunicações
O Deputado denunciou supostas irregularidades na Gestão do Governo do Distrito Federal envolvendo o Banco de Brasília. Afirmou que imóveis públicos teriam sido usados como garantia para cobrir prejuízos do banco, destacando a subavaliação de um terreno pertencente à Companhia Energética de Brasília. Também criticou decisões do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios e pediu investigação por parte da Comissão de Valores Mobiliários. Por fim, informou que ingressou com ação popular e cobrou responsabilização do Governador Ibaneis Rocha.
Palavras-chave oficiais: Distrito Federal (Brasil),Governador,Banco de Brasília (BRB),Fraude,Terreno público,garantia,Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT),Decisão,Crítica,Deputado federal,Ação popular
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Eu queria fazer uma denúncia muito grave. Espero que o Ministério Público entenda a nossa preocupação. Nós sabemos que o GDF colocou alguns imóveis como garantia para cobrir o rombo que o Ibaneis Rocha provocou no BRB, o Banco de Brasília. Ele selecionou alguns imóveis, alguns terrenos, para cobrir o rombo do BRB. Um dos terrenos que ele escolheu está avaliado pelo GDF em 3 milhões de reais. Esse terreno de 160 mil metros quadrados pertence à Companhia Energética de Brasília, a CEB, e está localizado numa área muito nobre, ali no Park Sul. Vejam onde está o golpe nesse rolo do Ibaneis! O Ibaneis, muito esperto, aprovou uma lei sob medida porque ele compra Deputados para que esses terrenos servissem de garantia para o BRB. Um desses terrenos foi avaliado pelo GDF em 3 milhões de reais em 2026. No entanto, em 2022, Deputada Heloísa Helena, esse terreno foi avaliado em 200 milhões de reais. E, com a destinação de finalidade desse terreno, o Governo hoje o avalia em 1 bilhão de reais, ou seja, o enrolão, o malandro Ibaneis Rocha está avaliando um terreno, para inglês ver, em 3 milhões de reais, só que esse terreno vai ser vendido depois por 1 bilhão de reais. É isto que o Ibaneis sabe fazer: rolo! Eu espero que a Comissão de Valores Mobiliários CVM entre nessa briga, porque está lesionando alguns milhares de acionistas da Companhia Energética de Brasília CEB. Esse terreno pertence à CEB. Eu espero, então, que haja uma ação. E lamento profundamente a atitude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que revogou uma liminar que suspendia essa falcatrua do Governador Ibaneis Rocha. É lamentável que alguns Deputados Distritais tenham sujado as suas mãos prejudicando o povo do Distrito Federal, mas isso não vai ficar assim, não. Eu já entrei com uma ação popular e espero que o Tribunal de Justiça atente para esse grande roubo que está acontecendo na questão dos imóveis do Distrito Federal. O Distrito Federal não pode, mais uma vez, ser roubado pelo Governador Ibaneis Rocha, como fez no BRB. No BRB, o rombo foi de 12,2 bilhões de reais. Este Governador precisa ser preso. Se este País for um país sério e o Judiciário não tiver rabo preso, este Governador será colocado na cadeia. O rombo que ele causou e o prejuízo que ele está dando ao Distrito Federal vão entrar para a história. Por isso, eu encerro dizendo: Ibaneis, sua hora chegou! É cadeia já! - 18/03/2026
O Deputado manifestou preocupação com a situação do Distrito Federal e criticou decisão do Tribunal de Justiça relacionada ao uso de terrenos públicos como garantia ao BRB. Afirmou que houve prejuízo bilionário na instituição e atribuiu responsabilidade ao Governador Ibaneis Rocha. Também questionou a ausência de medidas judiciais contra o gestor, como bloqueio de bens ou prisão. Por fim, cobrou providências da Justiça e declarou que a população do Distrito Federal teria sido prejudicada, defendendo a apuração dos fatos e responsabilização dos envolvidos.
Palavras-chave oficiais: Distrito Federal (Brasil),Governador,Banco de Brasília (BRB),Prejuízo,Terreno público,Tribunal de Justiça,Crítica,responsabilização,Defesa,Decisão judicial
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, muito obrigado. Eu estou preocupado com a situação em que se encontra o Distrito Federal. Ainda ontem, uma decisão absurda do Tribunal de Justiça cassou a decisão que proibia o GDF de utilizar terrenos públicos, terrenos do próprio GDF, que seriam dados como garantia para o BRB. O mais interessante disso tudo é que a decisão do juiz diz que é um risco que não foi publicado, mas não fala sobre a responsabilidade de quem causou o rombo ao BRB, que foi exatamente o Governador Ibaneis Rocha. É lamentável que tenhamos que conviver com esse tipo de coisa. Fizeram um rombo de 12,2 bilhões de reais, e para o responsável por esse rombo, o Ibaneis Rocha, não se cogita prisão nem mesmo o bloqueio de seus bens. Ele tem muitos bens, é rico, não precisava roubar, mas roubou dinheiro do povo de Brasília, do povo brasileiro. Por isso, mais uma vez, eu peço à Justiça que dê vazão ao pedido de prisão do Governador Ibaneis Rocha. Não podemos ficar assim. O povo de Brasília não merece ter um Governador que enricou à custa do povo do Distrito Federal. Volto a dizer: Ibaneis já é um homem rico, não precisava meter a mão no dinheiro do povo do Distrito Federal. Agora nós estamos aguardando que a Justiça coloque, de uma vez por todas, esse malfeitor na cadeia. Aí, sim, nós vamos ter de volta aquilo que foi retirado, de forma injusta, do povo do Distrito Federal. Obrigado. - 17/03/2026
O Deputado apelou ao Ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça para que defira os pedidos de prisão contra o Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, em razão de escândalos relacionados ao Banco Master.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Prisão,Governador,Distrito Federal (Brasil),Corrupção,Banco Master
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu queria fazer um apelo para o Poder Judiciário, especialmente para o Ministro André Mendonça. A gente sabe que existem dois pedidos de prisão contra o Governador do Distrito Federal. É preciso que ele libere esses pedidos de prisão. O povo de Brasília não aguenta mais conviver com tantos escândalos envolvendo o Banco Master e o Governador Ibaneis Rocha. A gente sabe que ele tem muita força no Poder Judiciário, mas a situação está tão escancarada, absurda, que não tem como ele fugir. É bem verdade que todos os finais de semana ele vai dormir no hospital porque está com medo de ser preso. Ele vai ser preso! Não tem como fugir da prisão. Por isso, Ministro André Mendonça, abra essa gaveta e coloque esse pedido de prisão para ir para frente, porque o povo de Brasília está sofrendo demais com os escândalos do Banco Master. Muito obrigado, Presidente. - 17/03/2026
O Deputado manifestou preocupação com denúncias envolvendo o Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Citou notícias que associariam o chefe do Executivo local a relações com o Banco Master e mencionou suspeitas sobre contratos e aquisição de bens. Também cobrou atuação de órgãos como a Polícia Federal e do sistema de Justiça para apurar os fatos.
Palavras-chave oficiais: Distrito Federal (Brasil),Governador,Banco Master,Fraude,envolvimento,Polícia Federal (PF),apuração
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, como Deputado do Distrito Federal, estou muito preocupado com os escândalos. Cada dia acontece um novo escândalo. Com relação ao Governador Ibaneis Rocha, agora, saiu a notícia de que ele tem esquema, que ele já trabalha com o Banco Master desde 2019. Ou seja, ele já vem roubando o dinheiro do povo do Distrito Federal há muito tempo. Denunciei aqui que o filho dele comprou um apartamento de 10 milhões de reais. Ele tinha um contrato advocatício de honorários de 38 milhões de reais. Como é que esse Governador não tem que ir para a cadeia? Tem que ir para a cadeia! Não faz sentido a Justiça e a Polícia Federal, até agora, não pedirem a prisão desse larápio que está aqui no Governo já há dois mandatos, roubando o dinheiro do povo do Distrito Federal. Cadeia já! Governador, respeite o povo! - 11/03/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a gestão do Governador Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, e mencionou notícias sobre contratos de escritórios de advocacia ligados ao Governador e operações financeiras envolvendo familiares. Também apontou suspeitas relacionadas a empréstimo realizado junto ao Banco de Brasília (BRB) para aquisição de imóvel de alto valor e afirmou que as denúncias indicariam irregularidades na administração local. Em seguida, relembrou disputa eleitoral de 2018 e alegou que decisões judiciais teriam influenciado o resultado do pleito. Também citou investigações e mencionou valores que representariam prejuízos aos cofres públicos. Por fim, informou que apresentou ação popular contra legislação distrital sobre lotes públicos, argumentando que a medida poderia gerar perdas patrimoniais ao Distrito Federal.
Palavras-chave oficiais: irregularidade,Gestão administrativa,Governador,Distrito Federal (Brasil),Banco de Brasília (BRB),Contrato,Denúncia,Ação popular,Patrimônio público,Disputa eleitoral
Ler a transcrição oficial
O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. A situação do Governador Ibaneis Rocha se complica a cada dia. A notícia de ontem é que os escritórios de advocacia do Ibaneis Rocha receberam 38 milhões num contrato com aquela corretora Reag a mesma que é vinculada ao PCC. Como se isso não bastasse, a notícia mais quente de hoje é que o filho do Ibaneis Rocha comprou um apartamento de 10 milhões de reais no Noroeste, uma área muito valorizada aqui em Brasília, mas, antes um pouco de concretizar o negócio, tomou no BRB, banco em que é acionista majoritário o Governo do Distrito Federal, governado pelo seu pai, um empréstimo de 5,9 milhões de reais. Está tudo esquematizado! A roubalheira no Distrito Federal está estampada. Eu quando eu falo que o Ibaneis vai para a cadeia não estou brincando, não. Com os crimes que ele já cometeu, ele verdadeiramente vai para a cadeia. Deixe o cargo de Governador e você verá, Ibaneis, que o seu dinheiro não compra tudo! Já comprou muita coisa. Eu me lembro de 2018, quando eu disputava o Governo com você. Você não era ninguém na vida pública, tinha 1,5% na pesquisa, enquanto eu tinha 18%, em primeiro lugar. Faltando 4 dias para a eleição, você comprou um juiz mau-caráter e me condenou. É bem verdade que depois eu fui absolvido por unanimidade, mas então a campanha já tinha passado. Você ganhou de mim no tapetão! Mas, como eu sempre acreditei em Deus, sei que o mundo dá voltas. Agora está aí a Justiça atrás de você. Você vai ter que comprar é muita gente, vai ter que gastar é muito dinheiro. E talvez você compre, porque você roubou demais. Se Dubai falasse, ia falar numa quantia de 900 milhões! Se Dubai falasse, você ia pegar era prisão perpétua! Outra coisa, um aviso para o Sr. Gustavo Rocha. Nós sabemos das suas ligações com o Alexandre de Moraes e com um amigo meu, o Michel Temer, que não se presta a esse tipo de coisa. Nós sabemos, Gustavo Rocha, que você foi indicado Vice-Governador na chapa da Celina Leão exatamente para blindar essas ladroagens que está havendo no Governo do Distrito Federal. Eu acredito que você vai ter muito trabalho. Em vez de tentar atrapalhar a campanha de José Roberto Arruda, trabalhe para evitar que seu chefe vá para a cadeia, porque a lei que nós aprovamos aqui, a nova Lei da Ficha Limpa, é muito clara: o prazo da inelegibilidade começa a contar a partir da segunda instância. Arruda foi condenado em segunda instância, no dia 9 de junho de 2014. Basta saber matemática! Nós estamos atentos. Eu tenho certeza absoluta de que neste País ainda existem juízes e Ministros do Supremo que não se vendem. Você, que deu um prejuízo de 12 bilhões e 200 milhões de reais aos cofres de Brasília, vai ter que se explicar. Ah, eu estava me esquecendo, eu acabei de ingressar com uma ação popular contra a lei que você sancionou, com relação aos lotes em Brasília. Você disse que era para salvar o BRB, gastando 6 milhões de reais, mas os lotes estão avaliados em mais de 30 bilhões de reais! Mais uma vez, você quer roubar o dinheiro do povo do Distrito Federal. Por isso, eu entrei com uma ação popular e espero ter vitória, porque você já dilapidou, mas não vai continuar dilapidando o patrimônio do povo do Distrito Federal! Cadeia para Ibaneis já!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 18/12/2003 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.