
Nome civil: Acácio da Silva Favacho Neto · 43 anos
Bananômetro
73/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 38% dos deputados · média do partido: 71
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 86%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 75%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 41%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 82%das 659 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 95%das 349 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Fale com Acácio Favacho
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.acaciofavacho@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5414
- Gabinete
- Gabinete 414, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
86%
Esteve em 335 de 391 sessões
Votou nas votações
75%
Registrou voto em 848 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 33 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
82%
Em 659 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
80 discursos na tribuna e 42 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 07/08/2019 a 02/09/2026.
- 10/09/2019entregue por escrito
Dados do 13º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Necessidade da adoção de providências a respeito do elevado número de mortes violentas no Estado do Amapá.
Palavras-chave oficiais: VIOLÊNCIA, DADOS, RELATÓRIO (DOCUMENTO ADMINISTRATIVO), SEGURANÇA PÚBLICA. AMAPÁ, VIOLÊNCIA, PROVIDÊNCIA, COMBATE.
Ler a transcrição oficial
DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ACÁCIO FAVACHO. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, caros telespectadores do sistema Câmara de comunicação, boa tarde! Venho a esta tribuna hoje, após a leitura matinal que faço das notícias sobre o País e, em especial, o meu Estado, o Amapá. Uma das noticias que me chamou mais a atenção no dia de hoje, nobres colegas, trata dos dados do 13º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o mais recente relatório elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado na manhã desta terça-feira. Esta importante organização coleta informações das Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), além de manter números próprios. Segundo o relatório, o ano de 2018 experimentou um alívio nos índices de violência no Brasil. Após saltar de 47.215 para 64.021 entre 2011 e 2017, o número de mortes violentas intencionais (MVI) teve queda de 10,4% no ano passado, caindo para 57.341, soma próxima à registrada 3 anos antes. A categoria compreende situações de homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Os índices gerais do País nos trazem noticias alvissareiras, não há dúvida, Sr. Presidente e nobres colegas. Mas, como disse no inicio deste pronunciamento, fico atento especialmente às notícias do meu Estado e, neste caso, as notícias se tornam estarrecedoras! Amapá, Roraima, Tocantins e Pará viram este tipo de crime saltar em 2018, enquanto todas as outras unidades da Federação tiveram queda. O caso mais surpreendente é exatamente meu Estado, Amapá, que teve apenas 26 casos de mortes violentas intencionais em 2011, mas viu o número subir para 480 no ano passado, uma variação de 1,423%. A taxa, que era de 3,8 crimes deste tipo a cada 100 mil habitantes, disparou para 57,9, um dos índices mais altos no País. Em 2017, o número absoluto era de 434, e a taxa, de 54,4. Portanto, Sr. Presidente, isso mostra para nós da bancada federal do Amapá que devemos, nesta Legislatura, somar todos os esforços e nos unir para trabalhar com nossas armas legislativas, seja através de emendas ao Orçamento da União, seja nas ações com o Governo Federal, para que sejam tomadas medidas efetivas para atingirmos o que vem acontecendo com os índices gerais no País, que demonstram reduções consideráveis. Era o que tinha a dizer. Muito obrigado. - 07/08/2019entregue por escrito
Transcurso do 13º aniversário de promulgação da Lei nº 11.340, de 2006, a Lei Maria da Penha, destinada ao combate à violência doméstica contra a mulher. Elevação das solicitações de medidas protetivas apresentadas perante o Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher na Comarca de Macapá, Estado do Amapá.
Palavras-chave oficiais: LEI MARIA DA PENHA, ANIVERSARIO, PROMULGAÇÃO, COMBATE, VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, VIOLENCIA CONTRA A MULHER, MACAPA (AP).
Ler a transcrição oficial
DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ACÁCIO FAVACHO. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados e caros telespectadores do sistema Câmara de comunicações, boa tarde! Venho a esta tribuna hoje com o sentimento de alegria e, ao mesmo tempo, de tristeza e de apreensão. O que me dá alegria diz respeito à Lei nº 11.340, de 2006, batizada como Lei Maria da Penha, que completa hoje 13 anos de criação. Não há como não reconhecer os inúmeros benefícios por ela alcançados no combate aos crimes contra as mulheres em nosso País. Dados divulgados pelo Monitor da Violência mostraram uma redução de 6,7% no número de homicídios femininos entre 2017 e 2018, passando de 4.558 para 4.254 vítimas. Estes números ainda são vergonhosos, não há muito a comemorarmos. No entanto, já percebemos que a lei vem, sim, causando efeitos positivos na luta contra esses criminosos agressores. Já o sentimento de tristeza e apreensão, Sr. Presidente e caros colegas, toma conta de mim quando verifico os dados da violência contra as mulheres no meu Estado, o Amapá. Em recente levantamento realizado em Macapá, o número de medidas protetivas concedidas pela Justiça vem aumentando ao longo dos anos. Até ontem, a terça-feira 6, 1.243 pedidos foram concedidos pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Macapá. O número é mais que a metade, se comparado com todo o ano de 2018, quando foram registradas 1.692 medidas protetivas. Portanto, ainda há muito a se conquistar na luta pelo combate à violência contra as mulheres no meu Estado. Quero colocar meu mandato, que tive a honra de conquistar com os votos de milhares de mulheres amapaenses, à disposição desta guerra, que, tenho certeza, será, sim, vencida contra esta mazela que envergonha nosso País. Era o que tinha a dizer. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.