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Detector de Bananada
Foto de Abilio Brunini

Deputado · Câmara

Abilio Brunini

PL · MT

Direitapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Abilio Jacques Brunini Moumer · 42 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 68 de 100, Tá no Caminho0406080100

68/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 22% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 86%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 71%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 90%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 25%das 325 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 89%das 327 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

86%

Esteve em 171 de 198 sessões

Melhor que 15% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

71%

Registrou voto em 405 de 573 votações nominais

Melhor que 21% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 18 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 14 em andamento · 4 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

25%

Em 325 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 8% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

202 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 17/12/2024.

  • 13/09/2023Breves Comunicações

    O Parlamentar manifestou solidariedade à Deputada Daniela do Waguinho por ter sido demitida do cargo de Ministra do Turismo pelo Presidente Lula. O orador criticou a Esquerda por silenciar quanto ao desrespeito às mulheres pelo Governo Lula.

    Palavras-chave oficiais: Deputada federal,Ex-ministra de Estado,Ministério do Turismo,Demissão,Presidente da República,solidariedade Esquerda política,declaração,Presidente da República,Demissão,Mulher,Ministra de Estado

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero apenas registrar meus sentimentos à ex-Ministra de Turismo, que, infelizmente, acreditou no Governo Lula, o qual tirou mais uma mulher do Governo. Recentemente, o Governo tirou também Ana Moser, para colocar um homem; tirou, também, a Deputada Daniela, para colocar um homem. Até o momento, eu não vi ninguém da Esquerda se manifestar. A Deputada Daniela retorna à Casa, e eu não vi nenhuma das mulheres militantes da Esquerda nem de qualquer outro movimento se manifestar em apoio a ela, ao contrário, em solidariedade a este Governo, que tem atuado contra as mulheres. O Governo Lula tem se posicionado contra a presença das mulheres no poder — retirou duas mulheres —, o que as prejudica em sua representação nos Ministérios. Qual será a próxima? Simone Tebet? Marina? Guajajara? Vai colocar quem no lugar? O Governo Lula não respeita as mulheres. É este o registro. Muito obrigado.
  • 12/09/2023

    O Deputado criticou os gastos excessivos do governo petista com aeronaves de luxo e fez uma comparação com os com os recursos enviados às vítimas da tragédia no Rio Grande do Sul. Instou os Deputados a fiscalizarem a distribuição adequada dos recursos, expressando sua desconfiança no governo.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Aeronave,Aquisição,Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,Câmara dos Deputados,fiscalização

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero fazer um breve comunicado sobre a situação do Rio Grande do Sul. Só com o "Aerojanja", Presidente, o Lula vai gastar mais da metade da ajuda que está mandando para o Rio Grande do Sul. Num único dia, Presidente, aqui na Câmara, quando eles querem aprovar um projeto, eles gastam 5,7 bilhões de reais para conseguir apoio dos Deputados — em um único dia. E pretendem gastar mais da metade do valor da ajuda do Rio Grande do Sul no "Aerojanja", para ficar passeando pelo mundo, e a Janja vai dançar na Índia. Eu quero dizer ao Governo Federal para prestar atenção ao Rio Grande do Sul e às vítimas da tragédia. E dizer aos Deputados para fiscalizarem, para verem se a ajuda vai chegar mesmo ao seu destino. Eu não confio neste Governo.
  • 12/09/2023Breves Comunicações

    O Deputado pediu ao Governador de Mato Grosso a remoção imediata dos blocos de concreto no entorno da obra do BRT, destacando que esses blocos representam riscos à segurança e já causaram acidentes fatais. Em seguida, alertou sobre políticos que distribuem benefícios, como doações para eventos e ajuda financeira, mas na verdade, estão envolvidos em corrupção por meio de contratos com a Prefeitura e empresas de obras públicas, transporte público e saúde. O orador solicitou mais atenção das pessoas aos políticos que se passam por generosos, corriqueiros nos períodos eleitorais.

    Palavras-chave oficiais: solicitação,Governador,Mato Grosso,Obra pública,Transporte rápido por ônibus (BRT),Sinalização de trânsito,Acidente de trânsito Pré-candidato a cargo eletivo,Prefeito,Vereador,Compra de voto,Corrupção,Setor público,Contrato administrativo,Prefeitura,Clientelismo político,Eleições,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu tenho duas mensagens para passar. A mensagem número um é um pedido ao Governador do Estado de Mato Grosso: retire imediatamente todos os blocos de concreto no entorno da obra do BRT. Esses blocos de sinalização, blocos de concreto, são assassinos, já ceifaram milhares de vidas. Existem métodos e alternativas, como pinos de borracha, pinos de plásticos, outras formas de sinalização de segurança, mas os blocos de concreto não podem permanecer no entorno da obra do BRT. A mensagem número dois é sobre os pretensos candidatos a Prefeitos e Vereadores, que parecem tão bonzinhos e mãos-abertas nesse momento. O cara vai lá e dá o dinheiro para você comprar o jogo de camisa do time de futebol; o cara vai lá e dá para você o dinheiro para a festa, para o pula-pula, para o som, para a tenda, para o banheiro químico. Ele é mão-aberta, ele dá o dinheiro para você comprar o remédio, ele dá a cesta básica. Ele é mão-aberta. É o político corrupto que tem contrato com a Prefeitura, com empresas que fazem obras públicas, com empresas que cuidam do transporte público, com empresas que cuidam da saúde, dos hospitais, das UTIs. Ele está roubando você! Esse político muito mão-aberta, que tem contrato com a Prefeitura, está roubando você para depois devolver migalhas, para passar migalhas e parecer que é bonzinho, mão-aberta. Esse político que fica pagando mesadinha para presidente de bairro, que fica dando dinheiro e vaga para a irmã, irmão de Vereador, que fica ali cuidando de fazer um apadrinhamento político, que às vezes está ali como Deputado, que às vezes está ali com um cargo especial... Abre o olho! Esse mão-aberta, bonzinho, está roubando no serviço público, nos serviços do transporte público, da saúde, das obras. Ele rouba de você e lhe devolve migalhas. Não caia nisso. Fique esperto com os políticos bonzinhos e mãos-abertas que estão aparecendo por aí. Geralmente, próximo dos períodos eleitorais, esses caras aparecem. Comigo não vai ter isso não. Meu nome é Abilio.
  • 05/09/2023

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de destaque para votação em separado do art. 18 do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 4.172, de 2023, que institui o Pacto Nacional pela Retomada de Obras e de Serviços de Engenharia Destinados à Educação Básica e Profissionalizante e à Saúde; e altera a Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de destaque de votação em separado,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário Acusação,Esquerda política,Comunismo,Maconha,Recursos públicos,Cultura (artes),Política cultural,Governo federal

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nem se nós fôssemos descrever descreveríamos tão bem como o Deputado Chico Alencar descreveu. O que não queremos é a droga na cultura, Sr. Presidente, não queremos a maconha na cultura, o maconheiro falando que faz cultura, o drogado, o "noiado", os maconheiros petistas, comunistas, esquerdistas drogados, "noiados". É isso o que não queremos. Isso não é cultura. V.Exa. falou muito bem. Se fuma maconha, não faz cultura. Se usa droga, não faz cultura. Pegar dinheiro da cultura para comprar baseado? Não dá, irmão! É isso o que estamos querendo. Agora, se vocês estão querendo dinheiro da cultura para comprar droga, eu acho que deviam buscar outros meios, não precisam de dinheiro das outras leis... O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Sr. Presidente, está havendo um desrespeito incrível aqui na fala desse Deputado. O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT) - Não, não. Isso não é desrespeito, não. Desrespeito é vocês falarem que a cultura voltou e quererem defender o uso do baseado, o uso da droga. Esse é o grande problema. A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ) - Pare de falar para o eleitor mentira, Deputado Brunini. Pelo amor de Deus! O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT) - A Minoria orienta o voto "não", contra o baseado.
  • 04/09/2023

    O Parlamentar prestou solidariedade ao Deputado Tarcísio Motta em face dos 2 mil dias sem a elucidação sobre os mandantes do assassinato da Vereadora Marielle Franco. O orador pediu investigação policial de uma possível identificação de bicheiro do Rio de Janeiro que estaria usando camiseta com a imagem da ex-Presidente Dilma Rousseff.

    Palavras-chave oficiais: Homicídio,Vereadora,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Rio de Janeiro (RJ),Crime político,investigação

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero me solidarizar com o Deputado Tarcísio Motta. São 2 mil dias e mais de 180 dias do Governo Lula: eu quero saber quem mandou matar Marielle. Parece que foram identificadas algumas pessoas, parece inclusive que uma dessas pessoas estava vestindo uma camiseta com a imagem da Dilma, parece que era um bicheiro do Rio de Janeiro. Sr. Presidente, isso precisa ser investigado. A polícia do Rio de Janeiro precisa investigar, a Polícia Federal precisa investigar. Precisamos de respostas para isto: se foram bicheiros, se foram eleitores da Dilma. Precisamos saber quem mandou matar Marielle, Sr. Presidente.
  • 04/09/2023

    O Deputado exaltou o orgulho do Mato Grosso pelo 7 de Setembro, apesar das tensões nacionais. Enfatizou a vitalidade do patriotismo no Estado, com crescente apoio a escolas militares e respeito à Polícia Militar. Celebrou o desfile da União de Mocidade das Assembleias de Deus de Cuiabá e Região - UMADECRE, levando a mensagem de Cristo, e o orgulho dos mato-grossenses ao verem seus filhos e filhas servindo nas Forças Armadas e desfilando como professores honrados. Para ele, em Mato Grosso, o Dia da Independência do Brasil é motivo de júbilo, não por causa do Governo Federal, mas pelo compromisso da próxima geração com a Pátria.

    Palavras-chave oficiais: Dia da Independência do Brasil,Mato Grosso,Homenagem,Escola militar,Polícia militar,valorização,Assembleia de Deus,Cuiabá (MT),Evento

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, ainda que as cores da Bandeira Nacional estejam desbotadas, ainda que as cores das fardas estejam manchadas, ainda que tentem desonrar as Forças Armadas por causa de alguns generais paus-mandados, melancias, ainda que queiram destruir o patriotismo, ainda que queiram nos fazer ter vergonha do dia 7 de Setembro, ainda que queiram fazer tudo isso, isso não é motivo para desanimarmos. Eu quero dizer que, no Estado de Mato Grosso, a história é diferente. Lá o PT não brota, a Esquerda não prospera, e as suas mensagens não encontram fôlego. Em Mato Grosso, aumenta significativamente o número de escolas militares. Em Mato Grosso, a Polícia Militar é respeitada. Em Mato Grosso, se as cores da Bandeira Nacional estiverem meio apagadas, as cores da Bandeira de Mato Grosso estarão vívidas, florescentes, chamando a atenção. Em Mato Grosso, no dia 7 de Setembro, o maior desfile que ocorre é o da UMADECRE — União de Mocidade das Assembleias de Deus de Cuiabá e Região, que leva a mensagem de Cristo pelas ruas da cidade de Cuiabá. Em Mato Grosso, o povo se reúne no dia 7 de Setembro de todos os anos para ver as suas crianças desfilar. Em Mato Grosso, o povo se reúne para ver aquele filho que entrou na Polícia Militar, para ver aquela filha que está no Corpo de Bombeiros, para ver aquele filho ou a filha, o pai ou a mãe que está servindo às Forças Armadas desfilar, para ver os professores que estão ali, de forma honrada, desfilando pelas ruas da cidade. Em Mato Grosso, nós temos orgulho do dia 7 de Setembro, não por causa do Governo Federal, não por causa do discurso de esquerda, não porque estão fazendo o que estão fazendo com o nosso País, mas porque sabemos que a próxima geração de mato-grossenses, de cuiabanos, está desfilando naquelas ruas, segurando a nossa bandeira, carregando o orgulho da nossa Pátria. Em Mato Grosso, as coisas são diferentes. Em Mato Grosso, nós cantamos pelas ruas: "Eu quero estar com Cristo onde a luta se travar". Em Mato Grosso, nós não temos vergonha do Evangelho. Em nome do Joel Cerqueira, maestro que todo dia 7 de Setembro comemora o seu aniversário desfilando pelas ruas da cidade, eu prestigiarei o desfile da UMADECRE, das crianças e dos jovens, neste dia 7 de Setembro, junto com Mato Grosso. O meu nome é Abilio.
  • 04/09/2023Breves Comunicações

    O Deputado acusou parlamentares do PT e da esquerda de focarem críticas apenas em Jair Bolsonaro, evitando discutir o legado de Lula. Segundo o Parlamentar, essa estratégia serve para escapar de questões como programas sociais, educação e saúde.

    Palavras-chave oficiais: Contestação,Discurso parlamentar,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Esquerda política,Crítica,Governo federal,Presidente da República,Prefeitura,Região Nordeste,Prefeito,Recursos públicos,Defesa,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu gostaria de registrar que até hoje — eu não sei se alguns dos Deputados aqui viram — eu não vi nenhum Deputado do PT ou da esquerda falar alguma coisa boa que o Lula fez. Ele não fez nada de bom. Só se lembram do Bolsonaro. Os caras só falam do Bolsonaro. O desespero dos caras é tanto que só sabem dizer que o Bolsonaro é isso, o Bolsonaro é aquilo, o Bolsonaro é aquilo outro. E se começarem a falar do Lula, eles vão ter que dar resposta para o Nordeste — para os Prefeitos que estão querendo saber do Lula —, eles vão ter que dar resposta para os programas sociais que estão faltando; para o dinheiro da educação, que foi cortado; para o dinheiro da saúde, que foi cortado. Então, é mais fácil falar do Bolsonaro do que falar a realidade. Esses petistas estão perdidos. Até agora, nada de bom, só o "Aerojanja". Um abraço para vocês.
  • 30/08/2023Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, por sua informação de que as imagens das câmaras do Palácio da Justiça do dia 8 de janeiro de 2023 foram apagadas após 15 dias dos eventos relacionados à data e sobre os quais se debruça a CPMI destinada à investigação dos atos de vandalismo ocorridos nas sedes dos Poderes da República no dia 8 de janeiro de 2023 (CPMI do 8 de Janeiro). Defendeu a quebra dos sigilos telefônico e bancário do Ministro Flávio Dino pela CPMI, além da sua convocação para prestar esclarecimentos. Para o orador, há clareza pelo povo brasileiro de que o próprio Governo Lula organizou as invasões, não havendo lógica em se acreditar que o ex-presidente Bolsonaro planejaria um golpe oito dias após encerrar seu mandato.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Imagem,Vídeo,Ato antidemocrático,invasão,Edifício público,Vandalismo,Manifestação pública,Ministério da Justiça e Segurança Pública,Obstrução da Justiça,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Governo federal,Quebra de sigilo bancário,Sigilo telefônico,Defesa,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, olha só esta situação: no início do mandato do Lula, lá para o dia 8, dia 10, Flávio Dino era protagonista do Governo Lula, era o cara que estava aparecendo o tempo todo, ao falar que queria punir, queria justiça em cima dos atos do dia 8. Só que agora, Sr. Presidente, parece que o Flávio Dino está querendo é esconder o jogo, esconder o que aconteceu. Não faz o menor sentido essa justificativa fiada de que as imagens foram apagadas depois de 15 dias. Não faz o menor sentido! Elas são objeto de investigação. Isso tudo está caracterizando obstrução à Justiça, obstrução à investigação, está caracterizando que ele está tirando proveito de uma desculpa fiada para enganar o povo brasileiro, para enganar a CPMI. A CPMI precisa, urgentemente, decretar a quebra do sigilo telefônico, a quebra do sigilo bancário do Flávio Dino, precisa ter uma posição urgente sobre isso, precisa convocá-lo à CPMI. Não é possível que esse cara fique obstruindo a fiscalização da CPMI, fazendo chacota com a CPMI! Isso não é possível! Nós precisamos de um posicionamento sério sobre isso. Está claro — o povo brasileiro entendeu; não há mais como esconder isso —, está claro que estamos chegando ao problema principal, que aparenta ser que o próprio Governo Lula organizou tudo para que houvesse as invasões. Está claro isso! O povo brasileiro já está entendendo. Bolsonaro teve 4 anos de mandato. Em nenhum dos 4 anos, ele deu o golpe. Depois da eleição, passaram-se mais de 60 dias até o fim do Governo dele, e ele não deu o golpe. Ele iria fazer isso 8 dias depois de seu Governo ter se encerrado e já no Governo do Lula? Dizer isso é brincar com a nossa cara — é brincar com a nossa cara! Depois o cara vai lá e some com as imagens! Está de sacanagem! Precisamos que a CPMI quebre o sigilo telefônico e bancário e traga Flávio Dino à Comissão. Não podemos aceitar que isso continue desse jeito. Obrigado, Presidente.
  • 29/08/2023

    O Deputado usou a palavra como Líder para criticar descumprimento de acordo de procedimento para votação de matérias e defendeu a suspensão da sessão no caso de não manutenção do voto simbólico previamente combinado pelas Lideranças partidárias. O orador esclareceu que pediu a palavra para fazer a defesa de projetos de interesse da população, não para fazer ataques políticos, e pediu agilidade na votação e avaliação da situação.

    Palavras-chave oficiais: reclamação,descumprimento,acordo,Votação simbólica,Pauta (processo legislativo),Colégio de líderes,Obstrução parlamentar,Partido Liberal (PL)

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, é importante que a Casa entenda, mais ou menos, quais são os acordos feitos aqui na própria Casa. Só para V.Exa. ter ideia, hoje nós votamos favoravelmente a diversos projetos que foram pautados por diversas Lideranças políticas. Não fizemos muita objeção porque todos foram colaborativos. Nós podemos contribuir, nós podemos ajustar as pautas de vários projetos apresentados, e assim os demais Parlamentares também podem fazê-lo. O que não se pode, em momento algum, é tirar proveito de um acordo de Plenário, para conduzir a sessão de outra forma. Eu vou pedir até a suspensão da pauta. Nós vamos começar a falar de obstrução de toda a pauta. Nós vamos entrar em contato com nossos Parlamentares, nós vamos entrar em contato com o Presidente Arthur Lira e vamos pedir a suspensão da pauta. Se for essa a condução de uma parcela dos Parlamentares, nós temos que tomar cuidado com aquilo que está sendo pautado, porque podem tirar proveito da situação para derrubar matérias em que já temos acordo para aprovar. Eu me preocupo muito com isso, porque não durou nem 2 minutos... Num minuto estávamos na mesma matéria perguntando se poderíamos votar nominalmente, se poderíamos votar simbolicamente. Em menos de 2 minutos, já pediram votação nominal, sendo que boa parte dos Deputados está em deslocamento para os seus gabinetes. E, às vezes, o sinal da Internet não está bom, o aplicativo não está funcionando de forma correta. O Infoleg mesmo — tentem votar aí — está travando. Vários Deputados, em diversas atividades, estão votando por meio do aplicativo com dificuldade. Então, eu quero fazer um apelo a V.Exas. Se há acordo sobre a pauta, a pauta é votada. Se não há acordo sobre a pauta, eu, pelo PL, vou pedir obstrução da votação. Nós vamos pedir a suspensão da pauta, porque o acordo com o Presidente da Câmara era que só entrariam em votação hoje os projetos em que havia acordo. Não há acordo? Então, que se suspenda a votação de todos os projetos, e vamos para o dia seguinte. Nós não temos — eu aqui, Vice-Líder do PL — interesse nenhum em encaminhar projetos em que vai haver divergência em cada voto. Isso porque nós vamos ter que ficar o tempo todo mobilizando, voto a voto, gastando energia, gastando o nosso tempo aqui com pautas que poderiam ser aprovadas de maneira sucinta, eficaz, com resultado para a população. Portanto, eu quero pedir aqui aos demais Líderes e Vice-Líderes presentes que seja feita uma reavaliação do acordo de Plenário. Se não formos cumprir o acordo de Plenário, vamos suspender a pauta. Se não formos cumprir o acordo de Plenário, vamos suspender a pauta. Se formos cumprir o acordo, vamos votar de forma simbólica, conforme o que foi previamente combinado. Lembro que a maior beneficiária é a população. São pautas positivas, são projetos interessantes para a população, mas não podemos deixar que uma minoria de Parlamentares tire proveito da situação na última hora, na ausência de boa parte dos Deputados, querendo mudar o acordo que foi feito aqui. Dessa forma, Presidente, eu peço que haja até atenção quando for solicitada uma votação nominal. Há um tempo disponível para a votação. Lembro que existem 513 Deputados e, se não me engano, entre 70% e 75% estão votando de seus gabinetes via aplicativo. A Internet não está com boa qualidade, não está compatível. Nós precisamos avaliar toda essa situação. Além disso, quero pontuar que eu não solicitei tempo de Liderança para ficar atacando A ou B, eu não solicitei tempo de Liderança para ficar atacando Parlamentar, para ficar atacando o Governo. Eu solicitei esse tempo simplesmente para defender o interesse da população nos projetos que estão pautados. Dessa forma, tomando o máximo de tempo possível para que todos os Parlamentares possam votar, peço a compreensão de todos. Entendo que não há necessidade de mais delongas para que possamos fazer essa votação. O Líder do PP solicitou o tempo de Liderança. Vou ceder o tempo para que o Líder do PP possa fazer uso da palavra.
  • 29/08/2023

    O Deputado protestou contra descumprimento de acordo de procedimento para realização de votação simbólica, e não nominal, de matérias sem divergências. O orador solicitou à Presidência a concessão do uso da palavra como Líder.

    Palavras-chave oficiais: reclamação,descumprimento,acordo,Colégio de líderes,Votação simbólica,Comunicação de liderança,Bancada parlamentar,Partido Liberal (PL)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Peço a palavra pela ordem para falar sobre o acordo de Líderes. Sra. Presidente, foi feito um acordo de Líderes, recentemente aprovado aqui, um acordo entre os colegas Parlamentares sobre o método de votação, que seria a votação simbólica, e não nominal. Acabamos de liberar uma parcela da nossa bancada para que tenha liberdade de votar via aplicativo, se necessário, que está em trânsito inclusive, e há um desacordo no último momento. A nossa preocupação, Presidente, é que todas as pautas que estão registradas aí são pautas de acordo, não são pautas de divergência. Não se pode aproveitar o momento em que estamos agora de votação para prejudicar a pauta em si. Eu até peço, se for de responsabilidade, que me dê o tempo de Líder do PL enquanto os nossos Deputados estão em trânsito, porque acabamos de liberá-los da votação nominal, para que possamos registrar o voto da forma correta. Isso é o mínimo, Presidente. Acabamos de liberar parcela da bancada, e já vem uma mudança de comportamento em plenário? A SRA. PRESIDENTE (Maria do Rosário. Bloco/PT - RS) - Por incrível que pareça, eu faço das palavras do Deputado Abilio as minhas palavras. Eu havia encaminhado aqui no sentido de um acordo. Nenhuma Liderança reclamou ou levantou a mão naquele momento. A Deputada Jack disse que levantou, mas eu, verdadeiramente, não registrei qualquer senão ao acordo que foi produzido no plenário. No entanto, ao longo da votação, fiquei sabendo que haveria o pedido de votação nominal e quis justamente adiantar. Quanto ao acordo, o Deputado Abilio nisso tem toda razão, pois, em que pese ele ter sido feito, não retira o direito do partido de revogá-lo, mas o partido precisa explicar. Eu concordo com V.Exa. e lamento que tenha havido um retrocesso no acordo feito minutos antes, dentro do plenário. Pediria maior atenção nesse sentido, para que a Mesa não fique com dificuldade. Mas, para adiantar, sabendo do pedido de votação nominal, pedi que já adiantássemos. Deputado, eu lhe tranquilizo numa coisa: não há prejuízo ao voto porque o voto também está sendo colhido remotamente, pelo Infoleg Parlamentar. Então, não há prejuízo ao voto. Certo? Se houvesse prejuízo ao voto, aí eu teria que acolher uma questão de ordem de V.Exa. Inclusive peço a sua compreensão. O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT) - Presidente, há prejuízo ao voto, tanto que, no painel, percebe-se que há uma defasagem de votos. A SRA. PRESIDENTE (Maria do Rosário. Bloco/PT - RS) - Nós ainda temos 402 votos. Não há prejuízo ao voto. O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT) - Então, eu peço o tempo da Liderança. A SRA. PRESIDENTE (Maria do Rosário. Bloco/PT - RS) - Deputado, eu não vou dialogar com V.Exa. Prejuízo ao voto não há porque, onde quer que o Parlamentar esteja, se ele deu presença neste plenário, o Infoleg Parlamentar colherá o voto dele. O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT) - Então, eu lhe peço o tempo de Liderança agora, Presidente. A SRA. PRESIDENTE (Maria do Rosário. Bloco/PT - RS) - Se V.Exa. quer o tempo de Liderança, terá o tempo de Liderança. O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT) - Quero o tempo de Liderança antes do resultado da votação.
  • 29/08/2023Breves Comunicações

    O Deputado contestou discursos na tribuna sobre a absolvição da ex-Presidente Dilma Rousseff e de que a petista teria sofrido um golpe. O orador esclareceu que o impeachment de Dilma Rousseff respeitou a Constituição Federal e o devido processo legal. Por fim, pediu aos Presidente da Casa e aos seus pares que defendem o Parlamento das entidades que não respeitam a separação entre os Poderes da República e usurpam a competência legislativa.

    Palavras-chave oficiais: Impeachment,Golpe de Estado (crime),Ex-presidenta da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Devido processo legal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Presidente, eu vou (risos) tentar fazer uma fala aqui sem rir, mas já começo com dificuldade. É cada narrativa que nós ouvimos aqui! Ouvimos hoje, na sessão da tarde aqui da Câmara, que a Dilma foi inocentada (risos) e que ela sofreu um golpe (risos.). Estou tentando não rir, estou tentando. Gente, é tanta mentira! Eles criam fake news na cabeça deles. Quero até perguntar ao Presidente se a água que estão servindo aqui é diferente da água servida para a Esquerda. Vai ver tem alguma coisa na água deles. Não é possível... Porque a decisão, em nenhum momento, inocentou a Dilma. Ela não foi inocentada! Simplesmente se disse que já havia uma penalidade aplicada. Ela já havia sido condenada. A situação já estava resolvida. Ela não poderia ser condenada duas vezes pela mesma causa. Mas alguém que vem tomando uma água estragada, sei lá, alguma coisa, sai gritando aqui: "A Dilma foi inocentada! Agora ela está no BRICS!" (Risos.) Coitado do BRICS! Coitado! A Dilma está ganhando dinheiro demais, que nenhum comunista jamais ganhou como salário! A Dilma sofreu um impeachment depois de um processo que respeitou a Constituição e todo o devido processo legal. Dizer que a Dilma levou um golpe é atacar o Congresso, é dizer que o Congresso não respeitou a Constituição e a democracia e aplicou um golpe na Dilma. É isso? É um ataque do Lula ao Congresso, dos Deputados ao Congresso? Cadê a democracia? Que ato antidemocrático dizer que a Dilma levou um golpe! Gente, a Dilma não levou um golpe. A Dilma, com o PT, deu um golpe no País, e esse golpe que eles deram no País foi devidamente respondido pelo Congresso com o impeachment. É isso! Ponto. Outra questão importante. É um ataque à democracia o que estamos vivendo hoje, quando tentam, de todas as formas, penalizar e desarticular as funções do Congresso. Outras instituições estão legislando, e o Congresso, de braços cruzados, está assistindo a tudo. Isto é um golpe na democracia, outras entidades não respeitarem a separação dos Poderes. Eu peço ao Presidente da Câmara e aos demais pares que façam valer a democracia e a Constituição.
  • 24/08/2023Breves Comunicações

    O Deputado criticou o discurso do deputado Bohn Gass (PT - RS), questionando a postura do parlamentar em comemorar o Presidente Lula e acusar o ex-presidente Bolsonaro de envolvimento em escândalos de corrupção. Alegou que o Governo Lula enfrentou casos de corrupção, mencionando a Lava-Jato e o petrolão.

    Palavras-chave oficiais: Contestação,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Discurso parlamentar,Crítica,Corrupção,Presidente da República,Defesa,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL)

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero só fazer um posicionamento sobre a última fala dita aqui em Plenário. O Deputado... Como é o nome do senhor mesmo, Deputado? O SR. PRESIDENTE (Pompeo de Mattos. Bloco/PDT - RS) - Bohn Gass. O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT) - Deputado Bohn Gass, o senhor realmente... Não sei se eu entendi, mas o senhor falou que o Bolsonaro está envolvido em escândalo de corrupção e comemorou o Lula? É isso? O senhor não acha um pouco hipócrita e demagogo isso, não? Parece brincadeira, sério! Lula, escândalo de corrupção é o que não falta no seu Governo! Filhos do Lula envolvidos com corrupção não faltam. Falta o mínimo de coerência da parte do senhor. Eu acho que, se o senhor olhar bem, limpar os óculos, der uma olhadinha, olhar bem, olhar bem, é o Lula: Lava-Jato, petrolão. É o Lula! Não acredito que o senhor está querendo... (Desligamento do microfone.)
  • 23/08/2023Breves Comunicações

    O Deputado repudiou o discurso da Esquerda sobre as joias do ex-Presidente Bolsonaro, comparando o tema com as acusações mais graves enfrentadas pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Argumentou que as joias eram presentes pessoais. Além disso, criticou o silêncio dos governistas com os gastos das viagens presidenciais. O Parlamentar enfatizou a importância de questões mais relevantes, como problemas da Região Nordeste e as dificuldades enfrentadas pelo povo brasileiro. Por último, desaprovou a tentativa do Governo petista de controlar a pauta da imprensa.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Corrupção,Esquerda política,Governo federal,Presidente da República,Defesa,Joia,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Presentes Crítica,Governo federal,Transposição de Águas do Rio São Francisco,Região Nordeste,Caminhão-pipa,Vereador,Deputado,Relações diplomáticas,Venezuela,Jornalista,Viagem oficial

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Um relógio, uma caneta, um terço de reza, essas são as joias. Um relógio, uma caneta, um terço, abotoadura de terno, essas são as joias. A Esquerda é muito louca. Vou falar um negócio para vocês, a Esquerda é muito louca, não é possível! O Lula fala de 11 contêineres — 11 contêineres —, e aí eu vejo os Deputados de esquerda pirados da vida, usando a tribuna para falar das joias do Bolsonaro. Repito: 11 contêineres. Sítio de Atibaia, tríplex, corrupção, foi preso. Aí, o cara quer acusar o Bolsonaro por um relógio, uma caneta, um terço. E essas joias nem ficaram com o cara. Irmão, ainda que ficasse, ainda que ficasse, um relógio, uma caneta, um terço, isso é personalíssimo. É óbvio que isso é um presente pessoal. Se o cara colocasse no pulso, no bolso, estava resolvido. O Lula, meu irmão, tomou o nosso País. São 26 milhões de reais gastos só em viagem no "Aerojanja" — 26 milhões de reais no "Aerojanja"! Está passeando para tudo quanto é lugar do mundo, e vêm uns Deputadozinhos, desculpem o termo diminutivo, defender o Lula, fazer vista grossa e querer achar joia de Bolsonaro. Ah, pelo amor de Deus! Tomem vergonha na cara! Só podem estar de brincadeira. É como aquele versículo do cara que não tira a trave do olho para querer acusar uma outra coisa. Irmão, vou falar um trem para vocês: o Nordeste foi roubado, é roubado diariamente, e eu não vejo um Deputado defender o Nordeste. Acabaram com a transposição do Rio São Francisco, quebraram-na, prejudicaram-na, para favorecer a máfia dos caminhões-pipa de Vereador e de Deputado no Nordeste. E os caras vêm falar de um relógio, uma caneta? Estão de brincadeira! É muita, muita maldade com o povo brasileiro. É um desrespeito sem tamanho mandar dinheiro para a Venezuela, mandar dinheiro para ditador. E vêm falar de relógio, caneta? Tome vergonha na cara, rapaz! Tome vergonha na cara! O povo está morrendo, passando fome, dificuldades. Esse Governo está acabando com o dinheiro do povo mais pobre e ainda está aí com esse discursinho? É narrativa atrás de narrativa, e não cola. E agora, por fim, está tentando mandar em jornalista da Globo, dizendo qual é a pauta de que ele tem que falar. Diz para o jornalista que a pauta de que ele tem que falar é hacker que come picanha e joia de Bolsonaro. Tome vergonha! Meu nome é Abílio.
  • 16/08/2023Breves Comunicações

    Crítica à divulgação de números mentirosos em relação à quantidade de participantes da Marcha das Margaridas, em Brasília, Distrito Federal. Incompatibilidade entre o cristianismo e o posicionamento político de esquerda.

    Palavras-chave oficiais: Contestação,Pronunciamento,Deputado federal,Marcha das Margaridas,Notícia falsa (fake news)

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero só 1 minuto para dizer o seguinte: a causa das Margaridas é uma causa importante, é uma causa nobre, mas não justifica tamanha mentira! Cem mil pessoas aqui? Vá mentir lá no PT, lá na sua casa! Outra coisa: se o senhor está dizendo que é padre, não dá para ser de esquerda, porque, se é de esquerda, não é padre. O cristianismo não combina com esquerda, e a mentira não combina com padre. Padre mentindo? Isso não é coisa de padre, rapaz! Respeite a categoria dos padres! Respeite a classe dos padres e pare de mentir, porque 100 mil pessoas ali não havia. Pare de ser mentiroso! Vamos falar a verdade para o Brasil. Uma causa nobre como essa não pode servir para uma causa como a mentira. Muito obrigado, Presidente, pelo tempo. Acredito que a pessoa vai ter direito de resposta, mas ela mentiu, mesmo que peça direito de resposta.
  • 15/08/2023Breves Comunicações

    Defesa de inclusão no rol de investigados de repórter fotográfico ouvido como testemunha pela CPMI destinada à investigação dos atos de vandalismo ocorridos nas sedes dos Poderes da República no dia 8 de janeiro de 2023 (CPMI do 8 de Janeiro). Estratégia da Esquerda para perturbação da ordem das reuniões da CPI destinada à investigação da atuação do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra - MST, do seu real propósito, assim como dos seus financiadores (CPI do MST). Inadmissibilidade de mudanças na composição de membros da CPI do MST. Luta da Direita para o êxito dos resultados da CPMI do 8 de Janeiro e da CPI do MST. Expectativa de desestruturação do Governo Luiz Inácio Lula da Silva e divisão da Esquerda.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Repórter fotográfico,investigação Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Esquerda política

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu não sei quem a Esquerda pensa que vai conseguir enganar, eu não sei quem o Governo Lula pensa que vai conseguir enganar. Um repórter fotográfico foi à CPMI. Ele falou que não teve dificuldade de entrar no Palácio. Ele estacionou o carro dele ao lado do Ministério da Justiça, e, quando ele chegou, já estava acontecendo. O cara conseguiu entrar de carro lá perto, estacionou do lado, e já estava acontecendo. Aí ele vem à CPMI e fala que não conseguiu ir aos acampamentos em frente ao QG porque ele era hostilizado. Mas ali dentro do Palácio ele foi bem recebido, sendo cumprimentado, tirando foto, ensaiando, organizando. Quem esse cara está pensando que ele vai conseguir enganar? E hoje ele veio falar: "Eu sou testemunha". Nós temos que colocar esse cara como investigado, temos que quebrar o sigilo telefônico dele, temos que quebrar o sigilo bancário dele. Ele teve muita facilidade. E aquele pessoal que estava ali do lado dele parecia que estava ensaiado, organizado. Não podemos deixar isso passar em branco na CPMI, não. Outra coisa muito importante é que temos que lutar pela CPI do MST. Não podemos aceitar esse golpe que foi dado lá. A estratégia da Esquerda é perturbar a ordem ali, é essa a estratégia. Eles escalam as pessoas para ficarem de bonezinho do MST ali na linha de frente. Nós também temos que saber usar estratégias. Nós temos que pressionar aqui para que essas vagas que foram retiradas sejam realocadas. Não podemos aceitar isso. A CPI do MST não vai acabar em pizza, e a CPMI do 8 de Janeiro também não. O que nós vamos precisar fazer para não acabarem em pizza? Estar lá, lutar. Venho pedir a todos os Deputados de direita: estejam presentes! Venho pedir até aos que não são membros e aos suplentes: estejam presentes! Não vamos deixar só um membro lá! Vamos todos! Vamos participar, vamos nos envolver. Não vamos deixar o povo brasileiro assistir ao que está acontecendo sem a expectativa de um resultado positivo. Finalizando, quero ainda dizer que o Governo Lula já se perdeu. Lula não tem mais o domínio do seu Governo. O Governo Lula é da Câmara e é do Senado. O Lula não comanda mais os Ministérios. A nossa melhor estratégia em relação ao Governo Lula é deixar o tempo passar. Ele vai cair sozinho, podem apostar. Ele vai cair sozinho. Eles mesmos vão se matar. A própria Esquerda vai se dividir, brigar entre si. Eles mesmos vão se matar. O que nós precisamos fazer é não ser o inimigo direto deles, é deixar que eles morram sozinhos. Meu nome? Meu nome é Abilio.
  • 10/08/2023Breves Comunicações

    Não manifestação da Esquerda sobre o contingenciamento de recursos das áreas educação e saúde e a não implementação do piso salarial nacional dos profissionais da enfermagem. Vínculo entre a concentração de poderes pelo Presidente Arthur Lira e a aprovação de pautas do governo petista. Desprestígio do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Piso salarial,Enfermagem,Emenda,Reforma tributária,Ministério,atuação,Crítica

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sra. Presidente. Obrigado, Deputado Cabo Gilberto, amigo do Deputado Wellington Roberto. Muito me surpreende vir a Esquerda aqui atacar políticos e Deputados de direita, reclamando de seus direitos. Muito me surpreende isso. O Lula bloqueou 1,5 bilhão de reais da saúde e da educação, e não vi nenhum Deputado de esquerda se manifestando sobre isso. Cadê os Deputados de esquerda se manifestando sobre o piso da enfermagem? Parece que acabou o problema do piso da enfermagem. Não vejo mais nenhum Deputado da Esquerda, do PT, do PSOL, defendendo a enfermagem. O Lula perdeu o domínio de seu Governo, loteou praticamente tudo. Não vejo a Esquerda reclamando dos seus fatores ideológicos. Eu vou falar mais ou menos como está o Congresso. Existem aproximadamente 120 Deputados de direita e 120 Deputados de esquerda, e existe o Centro, que é composto por mais de 200 Deputados. Quando a pauta é de governo, quando a pauta é de gestão ou aumento de arrecadação, o Governo faz um trabalho com as emendas, que antes era chamado de orçamento secreto, conquista esse Centro mais à Esquerda e aprova a reforma tributária, o arcabouço fiscal, a retirada de poderes da Marina Silva e da Ministra dos Povos Indígenas, passando esses poderes para o Fávaro. Quando a pauta é moral, conservadora, não adianta mandar Pix, o Centro vota com a Direita. Nenhuma pauta de valor moral passa. Mas não conseguimos frear as pautas de gestão. Contudo, é importante, você brasileiro, prestar atenção. Não se sinta ameaçado, não abaixe a cabeça, porque eles também não venceram. Quem venceu? O Centro. O Congresso, hoje, manda praticamente no País. A Câmara Federal manda nos Ministérios, arranca o Ministro do Lula, traz quem quiser, e o Presidente Arthur Lira tem mais poder hoje do que já teve. O Lula não... (Desligamento do microfone.) A SRA. PRESIDENTE (Erika Kokay. Bloco/PT - DF) - Peço que conclua, Deputado. O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT) - O Lula não comanda o País. O Lula não comanda seus Ministérios. O Lula não tem mais o poder de decisão. O Lula é uma figura folclórica no cenário brasileiro, que pega o dinheiro do povo para fazer turismo com a sua esposa, da forma mais cara possível, no AeroJanja.
  • 08/08/2023

    Pedido à Polícia Militar e ao Ministério Público de investigação da prática de abuso de autoridade na condução de missionária religiosa à delegacia de polícia, determinada pela Prefeitura Municipal de Tangará da Serra, Estado do Mato Grosso.

    Palavras-chave oficiais: Tangará da Serra (MT),Delegacia de polícia,Missionário,Igreja,Lei do Silêncio,Ministério público,investigação

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, é similar a nossa capilaridade, mas quero fazer só um alerta: aqui é Mato Grosso. Aqui não temos essa confusão, não. Aqui é Mato Grosso, é MT. A nossa fala hoje aqui é uma fala muito séria. Nós tivemos um caso em Tangará da Serra, cidade do Estado de Mato Grosso, em que o sistema de fiscalização da Prefeitura, acompanhado da Polícia Militar, esteve em uma igreja e conduziu à delegacia de polícia a missionária responsável pela igreja. Justificativa: som alto. A legislação municipal estabelece que o limite é 60 decibéis. Sob a justificativa de 60 decibéis, foram lá, fizeram medição ao redor da igreja e encontraram 73 decibéis. Sob essa justificativa, adentraram a igreja, pressionaram a missionária e a conduziram até a delegacia. Primeiro, eu quero dizer que o choro de uma criança ultrapassa facilmente 73 decibéis. Não é nada razoável, observando templos religiosos e atividades comemorativas, que o parâmetro de medição seja de 60 decibéis. Segundo, no laudo apontado, não foi em nada demarcado qual era a distância do ponto emissor e como foi feita a aferição. Não foi nada razoável levar até uma delegacia a missionária. Poderiam ter lavrado um auto de infração, poderiam ter dado uma advertência, poderiam ter feito diversas medidas, mas conduziram a missionária, durante o período de culto, até uma delegacia. Isso é um claro desrespeito e aparenta abuso de autoridade. Dessa forma, nós vamos pedir à Polícia Militar do Estado de Mato Grosso que apure se houve abuso de autoridade e, ao Ministério Público, que apure se houve abuso de autoridade por parte da Prefeitura. Não vamos aceitar medidas que transpareçam intolerância religiosa a templos religiosos, a igrejas, porque nos bares de Tangará da Serra, em todos os lugares, há som alto, e nós não vemos essas medidas serem aplicadas. Eu me solidarizo com a igreja e com a comunidade religiosa local e peço que a justiça seja feita e que a investigação seja justa. Muito obrigado.
  • 02/08/2023

    Antipatia da grande imprensa pelo ex-Presidente Jair Bolsonaro. Liderança do orador em pesquisas de intenção de voto à Prefeitura Municipal de Cuiabá, Estado do Mato Grosso, não obstante os ataques de setores da mídia.

    Palavras-chave oficiais: Imprensa,Política,atuação

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Eu estou tentando me lembrar do dia em que a grande imprensa falou bem do Bolsonaro. Vocês se lembram de algum dia em que a imprensa falou bem do Bolsonaro? A economia melhorou. Mas a imprensa falou bem do Bolsonaro? Nós passamos pela pandemia como um dos países que mais conseguiu se recuperar. A imprensa falou bem do Bolsonaro? Vocês se lembram de alguma vez em que o UOL falou bem do Bolsonaro? Vocês se lembram de alguma vez algum em que algum desses sites de notícias de grande repercussão falou bem do Bolsonaro? Vocês se lembram de alguma vez em que o Jornal Nacional falou bem do Bolsonaro? Vocês se lembram de alguma vez em que eles falaram bem do Enéas? Eu também não me lembro. É muito normal a imprensa não falar bem da Direita, é natural. Mas vocês já viram a imprensa falar mal do Boulos? Vocês já viram a imprensa falar mal da Sâmia? Vocês já viram a imprensa falar mal do Lula? Eu também não vi. A mesma imprensa que só fala mal da Direita nunca vi falar mal da Esquerda. Eu nunca vi. Recentemente, parece até ter sido feito um acordo de paz entre a Globo e o Lula. É natural: aumentaram em 55 milhões de reais a receita da Globo. É natural. Trata-se de dinheiro, trata-se de poder. Em Cuiabá, em Mato Grosso, não é muito diferente. Trata-se de dinheiro, trata-se de poder. Há quatro máquinas no Estado de Mato Grosso: o Governo Federal, loteado entre os Deputados; o Governo Estadual; a Prefeitura; e a Assembleia Legislativa. Cada uma dessas máquinas tem pré-candidatos a Prefeitos, e, para o arrepio desses pré-candidatos a Prefeitos, esta é a quinta pesquisa seguida em que eu estou em primeiro lugar, com todo mundo batendo em mim, sendo ridicularizado pelo UOL, pela Globo, pelo Metrópoles, pelo que quiserem. Não importa. Parece que a Esquerda ainda não entendeu que pode bater no Bolsonaro, que ele ainda vai ficar em alta, pode bater no Abilio, pode bater em todos os Deputados da Direita. Vocês não entenderam: os jornalistas doutrinados não mais influenciam. Os jornalistas doutrinados não mais mudam a opinião pública. Vocês não têm credibilidade. Meu nome é Abilio.
  • 01/08/2023

    Repúdio ao governo petista.

    Palavras-chave oficiais: Governo,Partido dos Trabalhadores (PT),avaliação negativa

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Eles riem da nossa cara, Deputado Cabo Gilberto. Eles riem da nossa cara. Eles gritam: "Perdeu, Mané!". Eles riem da nossa cara. Eles riem da democracia. Eles riem da Constituição. Eles soltam o corrupto. Eles prendem o inocente. Nós, brasileiros, somos motivo de chacota no mundo todo. Quando vamos a outro país, eles perguntam: "Vocês elegeram aquele cara que estava preso, aquele dos escândalos de corrupção?". Somos motivo de piada. Somos motivo de deboche. Aqui, quando um Deputado tem a rede social bloqueada, é motivo de risada. Eles tiram sarro do Parlamento. Eles tiram sarro quando Bolsonaro fica inelegível. Eles tiram sarro quando pessoas morrem num submarino. Eles tiram sarro do trabalhador que pega dois, três ônibus lotados. Eles tiram sarro daqueles que estão esperando atendimento em UPA. Eles tiram sarro do povo trabalhador. Eles cortam 1,5 bilhão de reais da saúde e da educação, mas, no dia em que têm que aprovar um projeto, eles descartam, eles dispensam 5,7 bilhões de reais, para ter voto. Nós somos motivo de piada. Riem de nós. Os grandes sites de notícias, os que mais recebem dinheiro do Governo Federal, Estadual, Municipal, tiram sarro de nós. É como se o bolsonarismo tivesse acabado. Eles comemoram. E aí, quando nós usamos de humor, de deboche, de risada, de ironia, eles se mordem de ódio, eles se mordem de raiva. Eles não toleram que, apesar de tanta vontade de que eles têm de nos humilhar, ainda estejamos de cabeça erguida e rindo da cara deles. Pode ser que estejamos rindo de raiva, pode ser que estejamos rindo de tristeza, mas uma coisa é certa: não desistimos. Somos brasileiros. Temos orgulho da nossa bandeira. Quando eles estiverem rindo da morte de um policial, eles vão estar sofrendo, porque nós estaremos rindo da morte de dez bandidos. Estamos rindo deles. Estamos rindo da Esquerda. Quando eles fazem todo tipo de articulação possível para prejudicar a Direita, e acabam aprovando projetos que passam poderes do Ministério da Ministra Marina Silva e do Ministério da Guajajara para o Ministério do Fávaro, o Ministério da Agricultura, nós rimos deles. Eles veem a Simone Tebet dizer que aceita ser coadjuvante do Haddad, e eu não vejo nenhuma Deputada, nenhuma mulher da Esquerda defender a Simone Tebet, a Marina Silva, a Guajajara. Eu não vejo! É só hipocrisia, é só falácia. Então, é natural que eles fiquem irritados, que percam a paciência, porque eles estão falando, e nós estamos lá fazendo sinalzinho com a mão: não, não concordamos. Quando perguntam quem é o culpado, nós estamos ali, apontando com o dedinho: esse é o culpado. Quando eles estão falando, nós estamos do lado deles, rindo: não, não é assim. É com humor, com ironia, com deboche que nós respondemos. E, como não nos enquadramos no perfil deles, eles nos chamam de quinta série, criam apelidos para nós, como "Os Três Patetas". E, nos grandes sites de notícias: "Olha lá o Abilio, personagem de Os Três Patetas. Olha lá o Shrek. Olha lá o Kuririn. Olha lá o Gru, do Meu Malvado Favorito". Tiram sarro. Acham que nos ofendem. Mas eu não os vejo ofendidos quando o Lula pega dinheiro do FGTS, que está no BNDES, e manda lá para fora, para países que não nos pagam de volta o dinheiro do trabalhador. Não vejo eles se sentirem ofendidos. Não os vejo ofendidos quando o Lula diz que tem orgulho de ser comunista. Não vejo. Mas eles se ofendem quando eu faço graça da cara deles. Então, eu quero dizer a V.Exas. que, se a Esquerda está ofendida porque estamos rindo, nós vamos rir mais ainda; se a Esquerda está ofendida porque estamos fazendo graça, vamos fazer mais graça ainda; se a Esquerda acha que isso é vergonha para o Parlamento, eu digo que vergonha para o Parlamento é o Líder do Governo ser o cara que colocava dinheiro na cueca. Isto é vergonha para o Parlamento! Vergonha para o Parlamento é você pegar um cara que estava na cadeia e colocá-lo na Presidência da República. Isto é vergonha para o Parlamento! Isto é vergonha! Vergonha é ver, todo dia, o Lula pressionar uma empresa privada para nomear como presidente um cara que estava sendo processado por diversos escândalos de má gestão. Vergonha é ver a Polícia Federal ter que devolver dinheiro apreendido de corrupção, devolver droga para traficante. Isto é vergonha! Vergonha é ver Deputados da Esquerda defender o bandido que fez um vídeo depois de assassinar um policial pai de família. Se a única coisa que podemos fazer é rir da cara deles, nós vamos rir todos os dias, até eles entenderem que a vergonha são eles.
  • 01/08/2023

    Encaminhamento da votação do requerimento de apreciação em regime de urgência do Projeto de Lei nº 2.530, de 2023, sobre a alteração da Lei nº 10.820, de 2003, para disciplinamento de empréstimos consignados no caso de contratação à revelia do beneficiário.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária

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    O SR. ABILIO BRUNINI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Presidente, existe uma situação para a qual precisamos nos atentar no País. Eu não consigo entender como é que a pessoa acaba de se aposentar, e o INSS já informa isso aos bancos, que já começam a ligar para aquela pessoa oferecendo consignado. Muitas vezes, isso é uma armadilha: não se explica da forma adequada, não se fala como vai ser, e já se fecha o contrato por telefone, e já se manda o dinheiro na conta da pessoa, e já está se desconta o salário daquela pessoa, que depois fica, por anos, pagando parcelas altíssimas, com juros altíssimos. Quando aquela pessoa vai reclamar, fala que teve o contrato aprovado por uma ligação telefônica. Existe um golpe no nosso País, prejudicando os idosos. São pessoas e empresas oportunistas, que ficam como urubus, sondando as informações que o INSS passa publicamente e colocando em risco a sobrevivência econômica e alimentar dos idosos, que, muitas vezes, com a sua aposentadoria, não conseguem pagar sequer os medicamentos necessários para cuidar da sua saúde. Eu não posso admitir que, com tanta burocracia, com a LGPD — Lei Geral de Proteção de Dados, os bancos e essas empresas tenham acesso fácil à informação dessas aposentadorias. Eu quero dizer que é, sim, necessário aumentar a burocracia e dificultar o acesso do aposentado ao consignado, com o objetivo muito claro de protegê-lo, até que haja medidas e soluções eficientes para defender a sua aposentadoria. Eu sei que muita gente diz que temos que ser liberais e deixar acontecer o que tiver de acontecer, mas há casos e casos. Muitas pessoas que não têm instrução e estão se aposentando acabam sendo vítimas de golpes.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 01/04/2024 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.