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Detector de Bananada

Presidência

Comparar presidentes

Dois governos lado a lado, com os mesmos números e as mesmas regras. Sem nota, sem ranking: cada linha tem fonte e link para a página completa.

PT · ver a ficha

PSL/PL · ver a ficha

O que o governo mandou ao Congresso

editadas

24354 viraram lei, 146 , 0 rejeitadasDas 200 com desfecho, 73% caducaram ou foram rejeitadas
284165 viraram lei, 113 , 2 rejeitadasDas 280 com desfecho, 41% caducaram ou foram rejeitadas

Projetos de lei e PECs do Executivo

68%aprovação · 43 aprovados de 63 já decididos (104 apresentados, 41 em andamento)
52%aprovação · 22 aprovados de 42 já decididos (86 apresentados, 44 em andamento)

Vetos

20521 derrubados inteiros e 25 em parte; 43 mantidos; 111 aguardandoDos 89 já votados, 52% foram derrubados no todo ou em parte
25971 derrubados inteiros e 43 em parte; 141 mantidos; 1 aguardandoDos 255 já votados, 45% foram derrubados no todo ou em parte

Leis assinadas

1.049176 com veto parcial
761195 com veto parcial

Decretos

1.814numerados (+ 0 não numerados)
1.665numerados (+ 1 não numerados)

Congresso

Alinhamento dos partidos com o governo

como é calculado
  • Câmara: 75% (média de 20 partidos)
  • Senado: 77% (média de 10 partidos)
  • Câmara: 70% (média de 23 partidos)
  • Senado: 78% (média de 11 partidos)

Dinâmica do poder

ver Quem manda
  • No governo Lula 3, o lado que o governo orientou (Sim ou Não) venceu em 86% das 721 votações em que ele orientou na Câmara.
  • No governo Lula 3, o lado que o governo orientou (Sim ou Não) venceu em 87% das 129 votações em que ele orientou no Senado.
  • No governo Lula 3, o Congresso derrubou, no todo ou em parte, 52% dos 89 vetos que já votou (111 ainda sem votação).
  • No governo Bolsonaro, o lado que o governo orientou (Sim ou Não) venceu em 95% das 1.224 votações em que ele orientou na Câmara.
  • No governo Bolsonaro, o lado que o governo orientou (Sim ou Não) venceu em 88% das 146 votações em que ele orientou no Senado.
  • No governo Bolsonaro, o Congresso derrubou, no todo ou em parte, 45% dos 255 vetos que já votou (1 ainda sem votação).

O país no período (contexto, não causa)

Poder de compra

ver Poder de compra
+4,7%ganho real do salário mínimo (R$ 1.302 → R$ 1.621; IPCA +18,9%). Gasolina: 257,8 → 247,9 litros por salário.
-4,3%ganho real do salário mínimo (R$ 998 → R$ 1.212; IPCA +26,9%). Gasolina: 233,8 → 243,9 litros por salário.

Termômetro do Brasil (valor nacional)

ver Termômetro
  • Desemprego (%): 8,8 (2023-T1) → 5,4 (2026-T2)
  • Trabalho informal (%): 39 (2023-T1) → 37,4 (2026-T2)
  • Mortalidade infantil (por mil nascidos vivos): 12,5 (2023) → 12 (2025)
  • Mortes por agressão (por 100 mil habitantes): 20,5 (2023) → 18,8 (2024)
  • Desemprego (%): 12,8 (2019-T1) → 7,9 (2022-T4)
  • Trabalho informal (%): 40,5 (2019-T1) → 38,9 (2022-T4)
  • Mortalidade infantil (por mil nascidos vivos): 12,1 (2019) → 12,4 (2022)
  • Mortes por agressão (por 100 mil habitantes): 21,2 (2019) → 21 (2022)

Crises e choques no período

Eleição

Votos na eleição vencida

  • 2022 (2º turno): 60.345.999 votos (50,9%)
  • 2018 (2º turno): 57.797.847 votos (55,1%)

Contexto lado a lado, sem nota nem ranking. Indicadores do país (Termômetro, poder de compra, crises) mudam por muitas causas; aparecem aqui como contexto do período, não como resultado de um governo.

Por que não há “faltas” de presidente?

O Presidente da República não tem lista de presença: a Constituição não fixa sessões em que ele deva estar, e o trabalho do cargo (despachos, reuniões, viagens, assinaturas) não é registrado num controle de comparecimento público. Deputados e senadores têm presença porque votam em sessões marcadas, com registro nominal. Por isso não existe, para presidente, uma medida de "faltas" comparável à dos parlamentares, e não inventamos uma.