
Nome civil: Rodrigo Lugli · 50 anos
Bananômetro
84/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 78% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 86%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 26%das 372 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 95%das 214 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.rodrigodazaeli@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5648
- Gabinete
- Gabinete 648, Anexo IV, 6º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 181 de 193 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 501 de 555 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 14 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
26%
Em 372 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
139 discursos na tribuna · de 05/02/2025 a 01/09/2026.
- 10/09/2025
O Deputado parabenizou e agradeceu a presença de quatro Vereadores de Boa Esperança do Norte (MT), Município mais novo de Mato Grosso. Destacou que Daniely, Sidiney, Izaqueu e Joana são os primeiros Parlamentares eleitos da cidade e, por isso, farão parte da sua história. Por fim, reforçou seu apoio à cidade e colocou seu mandato à disposição para contribuir com o desenvolvimento local.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Mato Grosso,Município,criação,Desenvolvimento regional,Eleições,Boa Esperança do Norte (MT)
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Gilson Daniel, eu pedi a palavra aqui para parabenizar e agradecer a presença dos quatro Vereadores de Boa Esperança do Norte, a cidade caçula de Mato Grosso, recém-fundada. Eles estão no primeiro mandado da cidade e vão ficar na história como os primeiros Vereadores: Vereadora Daniely, Vereador Sidiney, Vereador Izaqueu e Vereadora Joana. Eles vieram aqui a Brasília, sabem da importância de participar da vida deste Congresso Nacional, porque aqui estão a maior parte dos recursos federais. E Municípios que estão começando precisam muito do apoio do Estado e da União. Parabéns a vocês! Levem a nossa mensagem a Boa Esperança do Norte de que pode contar com o Deputado Rodrigo da Zaeli para que possamos transformar a vida das pessoas daquela cidade. Obrigado pela presença. Contem conosco! Sr. Presidente, obrigado pela oportunidade. - 09/09/2025
O Deputado registrou a visita de 40 alunos do Colégio Adventista de Rondonópolis (MT) e destacou que os estudantes do 2º e 3º anos do ensino médio estão conhecendo de perto o funcionamento do Congresso Nacional, experiência que considera importante para a formação política e cidadã das novas gerações. Elogiou ainda o esforço do grupo, que percorreu mais de mil quilômetros de ônibus até Brasília, e parabenizou alunos e professores pela iniciativa. Saudou também o pré-candidato ao Senado José Medeiros, presente na comitiva.
Palavras-chave oficiais: Estudante,Rondonópolis (MT),Aluno de ensino médio,Presença,Congresso Nacional,Educação política,Cidadania,Pré-candidato,Senado Federal,Saudação
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente Deputado Carlos Veras. Nós estamos aqui com quarenta alunos do Colégio Adventista de Rondonópolis, o Prof. Anderson da Luz e a Profa. Salisa de Macedo. É uma alegria receber aqui alunos do segundo e terceiro anos, que estão conhecendo um pouco como funciona o Congresso Nacional. Essas crianças são o futuro do nosso País e terão aqui noções de política, de economia, preparando-se para o futuro. É uma alegria ter vocês aqui! Sintam-se em casa! Já estão quase terminando o tour aqui. Obrigado pela presença. São mais de mil quilômetros daqui a Rondonópolis, e eles vieram de ônibus. Foram guerreiros realmente. Parabéns, meninos! Parabéns, professores! Quero dar um abraço também no pré-candidato ao Senado, o Deputado José Medeiros, que está conosco aqui nessa comitiva também. Obrigado, Presidente, pela oportunidade. - 27/08/2025Breves Comunicações
O Deputado destacou o início dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), criada para apurar o roubo de recursos diretamente das contas de aposentados, praticado por quadrilhas travestidas de sindicatos. Ressaltou ainda que o Governo Federal vem devolvendo valores, mas alertou que a conta recai sobre todos os brasileiros, inclusive os próprios aposentados. Criticou também a Polícia Federal por vigiar o ex-Presidente Bolsonaro em prisão domiciliar em vez de investigar os responsáveis pelos desvios. Ademais, denunciou a concentração de poderes do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e afirmou que apenas o Senado pode conter os abusos do STF. Por fim, cobrou o avanço dos pedidos de impeachment do Ministro e conclamou os eleitores a escolherem Senadores comprometidos com um Poder Judiciário imparcial nas eleições de 2026.
Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Aposentado,Organização criminosa,Sindicato,Governo federal,ressarcimento Polícia Federal (PF),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Investigação criminal,Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Aposentado Ministro do Supremo Tribunal Federal,Impeachment,Senado Federal,Abuso de autoridade,Eleições,Senador,Poder Judiciário,imparcialidade
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. É com bastante orgulho que eu subo a esta tribuna hoje para falar do dia de ontem, quando realmente começaram os trabalhos da CPMI que trata do roubo dos aposentados, a CPMI do INSS. Tiraram dinheiro diretamente da conta dos aposentados, de pessoas que trabalharam a vida inteira e, quando chega o seu momento da aposentadoria, têm seus recursos roubados por quadrilhas que se travestiram em sindicatos. Agora, há uma luz no fim do túnel. Nós estamos apostando no bom senso do Relator e do Presidente da Comissão, para que tudo venha à tona, a fim de mostrarmos quem realmente colocou a mão nesse dinheiro. O Governo Federal está devolvendo o dinheiro aos velhinhos. No entanto, quem está pagando essa conta? Não é quem roubou, mas todos nós brasileiros que pagamos os impostos, inclusive os próprios aposentados, porque eles continuam contribuindo com os impostos pagos no consumo do dia a dia. Essa resposta é importante não só para colocar na cadeia quem precisa estar lá, mas também para fecharmos a torneira desses sindicatos que roubam as pessoas. E há pessoas importantes por trás disso. Até irmão de Presidente estava fazendo isso com a população brasileira. E pasmem, senhores! A Polícia Federal, em vez de investigar isso, pede ao Alexandre de Moraes para vigiar o Presidente, que está em prisão domiciliar, dentro da casa dele. Para que possa fazer um trabalho mais efetivo, a Polícia Federal precisa estar dentro da casa do Presidente. A Polícia Federal já esteve dentro da casa de um traficante, de um estuprador ou de um corrupto que cumpria prisão domiciliar? Nunca! O que eles querem não é fazer justiça, mas prender Bolsonaro, para que ele esteja na mesma situação do Presidente deles, a de já ter sido preso. Mas o Presidente deles foi preso após ser julgado por três instâncias da Justiça, não só pelo Supremo, que julga de forma autocrática. Sr. Presidente, nós precisamos que este País volte aos trilhos da moralidade, principalmente da moralidade jurídica. O Supremo não está lá para julgar o processo em si, para decidir quem tem ou não tem razão, mas para dizer se o processo foi feito dentro das normas jurídicas. Hoje, nós temos um Ministro que é réu, é promotor, é juiz, é tudo no processo. E todos os processos têm que passar pela mão dele. Infelizmente, vivemos essa insegurança jurídica na nossa institucionalidade. Por isso, pedimos que os brasileiros prestem atenção, porque só quem pode barrar o Supremo é o Senado Federal. Os Senadores têm essa oportunidade. Vários pedidos de impeachment do Ministro Alexandre já estão lá. Por que não saem da mesa do Presidente do Senado? Em 2026 haverá eleição para dois Senadores em cada Estado. Então, se você, como eu, acredita que podemos ter um Judiciário imparcial neste País, vote em Senadores com consciência, pessoas que não tenham rabo preso com a Justiça brasileira, com processos a serem julgados no Supremo, porque é assim que seguram os Senadores hoje. Obrigado, Sr. Presidente. - 20/08/2025
O Deputado registrou a presença de Geovane Reis Sales, de Rondonópolis (MT), durante a Semana de Gastronomia Regional mato-grossense promovida pelo Senac nos restaurantes da Câmara e do Senado. Destacou que o evento levou à Casa pratos típicos do Estado e ressaltou a trajetória de Geovane, que é Vice-Presidente da Fecomércio em Mato Grosso e Presidente do Sindicato Patronal do Comércio Varejista de Rondonópolis. Afirmou ainda que o convidado tem contribuído ativamente para o fortalecimento do comércio e da economia local. Por fim, agradeceu a visita e deu boas-vindas ao representante do setor empresarial.
Palavras-chave oficiais: Saudação,Vice-presidente,Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (FECOMÉRCIO),Mato Grosso,Sindicato,Comércio varejista,Rondonópolis (MT),Economia,Evento,Gastronomia,Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac),Câmara dos Deputados,Senado Federal
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado. Estou hoje aqui com o Geovane Reis Sales, um amigo de Rondonópolis. Ele veio hoje participar de um evento do Senac, que atende o restaurante desta Casa, na Semana de Gastronomia Regional mato-grossense. Portanto, nos restaurantes do Senado e da Câmara, o Senac estará servindo comida típica de Mato Grosso. Geovane também é Vice-Presidente da Fecomércio em Mato Grosso e também Presidente do Sindicato Patronal do Comércio Varejista de Rondonópolis. É uma alegria tê-lo aqui. Ele é uma pessoa que trabalha ativamente no comércio de Mato Grosso, fomentando as atividades econômicas e hoje aqui nos visita para participar não só da Semana de Gastronomia Regional mato-grossense, mas também para acompanhar os nossos trabalhos no plenário e nas Comissões. Obrigado, meu amigo. Seja bem-vindo. - 19/08/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei (PL) nº 41, de 2025, que autoriza a criação da Carteira Nacional de Docente no Brasil (CNDB). Ademais, criticou a Esquerda por tentar atribuir problemas do Governo Lula à Oposição e alertou para o perigo da regulamentação das redes sociais, que busca estabelecer censura ao impor limites ao que pode ser dito contra o Presidente da República e o Supremo Tribunal Federal (STF). Por fim, condenou o PL nº 3.181, de 2025, que dispõe sobre a criação de mais de 330 cargos no Superior Tribunal de Justiça (STJ), com custo anual de 18 milhões de reais, ressaltando que se trata de nomeações sem concurso.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável Esquerda política,Atuação parlamentar,Governo federal,Presidente da República,Oposição política,Proposição legislativa,regulamentação,Rede social digital,Censura,Supremo Tribunal Federal (STF) Pauta (processo legislativo),Proposição legislativa,regulamentação,Rede social digital,Censura,Supremo Tribunal Federal (STF),Projeto de lei ordinária,Cargo em comissão,Superior Tribunal de Justiça (STJ)
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, na verdade, nada mais justo do que os professores terem uma carteirinha de identificação, até mesmo porque têm alguns direitos já adquiridos, mas, com a apresentação da carteirinha, podem muito mais facilmente ser identificados, com a meia-entrada em cinema e em alguns eventos culturais. Então, já facilita a vida do professor uma carteirinha de identificação, como também a dos alunos. Mas o interessante é que, até quando nós estamos aqui falando a favor dos professores, a Esquerda quer colocar alguma coisa em nossas costas, quer colocar algum problema que está acontecendo no Governo Lula nas contas da Oposição. E hoje nós vimos bem claro a vontade deste Governo de colocar nas costas da Oposição a ditadura no Brasil. Provavelmente amanhã, teremos a votação da regulamentação das redes sociais, que vai ser a censura em nosso País. Teremos aqui regras para o uso das redes sociais. Se não falarmos o que eles querem ouvir, o que o Supremo quer ouvir e o que o Presidente quer ouvir, seremos censurados. Essa é a nossa preocupação, Sr. Presidente. Estamos discutindo aqui hoje projetos relevantes para o País. Um dos mais importantes foi o aumento de 330 cargos para o Supremo. (Pausa.) Para o Supremo, não. Não vamos fazer injustiça, porque para o Supremo foi votado um dia desses o aumento de 200 cargos. O aumento agora foi para o STJ. Então, esta é a importância dos projetos aqui discutidos hoje: censurar as redes sociais e aumentar em mais de 330 cargos o STJ, para que possa colocar lá mais 18 milhões de reais por ano só para os amigos de quem já tem muito dinheiro no tribunal e isso é só para nomeados, não é para concursado, não. O único projeto interessante que nós vemos hoje é realmente o que faz justiça aos professores. Mas até nisso eles querem dizer que nós somos contra. Obrigado, Sr. Presidente. - 19/08/2025
O Deputado discutiu a Mensagem nº 914, de 2025, que submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, do Protocolo de Quioto e do Acordo de Paris sobre a Trigésima Sessão da Conferência das Partes na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a Vigésima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Protocolo de Quioto, a Sétima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Acordo de Paris, das Sessões dos Órgãos Subsidiários e Outras Reuniões da UNFCCC, também chamado de Acordo de Sede da COP30, assinado em Bonn, Alemanha, em 20 de junho de 2025.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Mensagem do Poder Executivo,Projeto de decreto legislativo,contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a mensagem é simples: regulamentar os compromissos que o Brasil tem que pagar para que aconteça a COP 30. E são pesados: mais de 5 bilhões de reais! O legado já está acontecendo: escândalo de corrupção de quase 1 bilhão de reais já está sendo investigado; quase 500 milhões de reais somente para os organizadores, sem nenhum tipo de licitação; crimes ambientais acontecendo descaradamente. A COP 30 já está deixando seu legado um legado de desorganização, de corrupção e de crimes ambientais. Mas o pior legado vão ser os compromissos que a Esquerda assumirá nessa COP 30, os quais vão pesar para o agronegócio brasileiro. Isso já está acontecendo. O Plano Clima, que a Ministra Marina coloca em ação, que nem o Ministro da Agricultura conhece, penaliza ainda mais os produtores nacionais. Essa é uma autossabotagem que o próprio Governo faz aos produtores brasileiros. Nós iremos a um evento sobre o clima, ambiental, para falar mal do Brasil, para falar mal dos nossos produtores, para colocar em xeque a nossa produção. Por quê? Será que quem consome nossos produtos vai continuar a fazê-lo quando o próprio Governo diz que eles são produzidos cometendo-se crimes ambientais? Essa agenda coloca o produtor rural como o maior desmatador do Brasil, mas se esquece de que o maior desmatamento ocorre dentro de áreas do próprio Governo e em áreas de assentamentos. Esse vai ser o legado dessa COP 30, meus nobres colegas. Nós vamos sofrer amargamente por ter pagado bilhões para realizar um evento no Brasil e depois ver os próprios países que vieram aqui falarem mal de nós quando voltarem. Nosso Governo faz questão disto: quanto pior, melhor. Se nós tivermos uma produção pequena, se nós não produzirmos nada, se nosso povo ficar mais pobre, será mais fácil de manipular por essa Esquerda, que só pensa nos votos do ano que vem. - 19/08/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 3.181, de 2025, que dispõe sobre a criação de funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Superior Tribunal de Justiça. Em seguida, acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) de só gerar despesas e impostos e defendeu o Deputado Luiz Lima, dizendo que suas palavras foram distorcidas pela esquerda de forma desleal.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário Partido dos Trabalhadores (PT),Despesa pública,Governo federal Deputado federal,argumentação,Discurso parlamentar,Esquerda política
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição orienta "não" ao projeto. Este projeto não faz nada de bom para o nosso País. Aumentar em mais 18 milhões de reais por ano as despesas de custeio para ter 330 servidores comissionados no STJ contribui em que com o nosso País? Em nada! Isso só cria mais despesas. Aliás, as únicas coisas que o PT sabe fazer são: criar despesa, criar imposto, aumentar tributo, mentir e ser desleal. Há pouco, eu vi um Deputado aqui distorcer o que disse o Deputado Luiz Lima, usando de maldade, de má-fé. É assim que atua essa Esquerda em nosso País. O Deputado deu um exemplo, e a Esquerda distorceu o que ele disse, criando a narrativa de que o Deputado estava apoiando estuprador. É complicado este Plenário, quando há cidadãos aqui que não jogam com a verdade. - 19/08/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Art. 4º apresentado ao Projeto de lei nº 3.181, de 2025, que "Dispõe sobre a criação de funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Superior Tribunal de Justiça".
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "não". Mais uma vez, a gente vem aqui mostrar como essa Esquerda trabalha contra o nosso País. Houve um prejuízo de 41 bilhões de reais na Bolsa de Valores hoje, uma queda de 2,1%, e alta do dólar. As ações do Banco do Brasil derreteram, porque um Ministro quis fazer política internacional. Infelizmente, é assim que trabalha a Esquerda neste País. Ela não sabe fazer política internacional. O que ela sabe é mentir, mentir e roubar. Eu acho que eles pensam que a sociedade não está vendo isso. Eles acham que estão vivendo há 10 anos, porque acham que as redes sociais não têm força para mostrar a verdade. Os projetos para os quais aprovaram urgência hoje são justamente para reter força das redes sociais de revelar a verdade, para que eles possam voltar àquela situação em que divulgavam a mentirada, quando só havia a Rede Globo para pautar a imprensa. - 19/08/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da expressão "no exercício financeiro do ano de 2025 e seguintes", constante no parágrafo único do artigo 2º apresentado ao Projeto de lei nº 3.181, de 2025, que "Dispõe sobre a criação de funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Superior Tribunal de Justiça".
Palavras-chave oficiais: Expressão textual,Dispositivo legal,Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário Partido dos Trabalhadores (PT),atuação,Proposição legislativa,Criança,proteção
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição orienta "não", Sr. Presidente. A fala do nosso querido Deputado General Girão reflete o que a gente sempre ouve do PT: quando não está roubando, está mentindo. Dizer que o PT aqui defende as crianças, que é ingenuidade, quando se leva criança para eventos LGBTs, quando se coloca criança para passar a mão em um adulto nu em uma exposição, quando uma resolução do Conanda estabelece que menores de 14 anos podem fazer aborto sem o consentimento dos pais, isso é defender as crianças? É lógico que não. Nós sabemos que esse projeto não tem nada a ver com a defesa das crianças, mas é para regular as redes sociais. Se fosse para defender as crianças, já poderiam ter feito isso antes, sem precisar desse projeto. Esse projeto está tramitando aqui desde 2022, ou seja, faz 3 anos que está na Casa. Agora, com a comoção social, acharam a oportunidade de colocar essa regulamentação e essa censura no País. - 13/08/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o PT, acusando o partido de propagar mentiras sobre tributos e tarifas internacionais, como a taxação dos Estados Unidos ao Brasil. Apontou que o PT poderia ter reduzido ou eliminado diversos tributos internos, mas apenas aumentou impostos, como PIS/Cofins, IPI de produtos industrializados e IOF. Acusou o Governo de agir como um “anão diplomático” por não negociar com Trump e afirmou que a esquerda usa essas situações para discurso político. Também criticou a COP 30, alegando que os recursos poderiam ser investidos em educação e saúde, em vez de criar obstáculos para o setor produtivo e o agronegócio.
Palavras-chave oficiais: Produto nacional,Governo federal,Estados Unidos,Imposto,Importação,aumento,Taxa,Diplomacia,Tributação,Crítica,Notícia falsa (fake news) Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança de Clima (COP),Belém (PA),Agronegócio,Prejuízo,Recursos orçamentários,Educação,Saúde
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente Icaro de Valmir. Ainda bem que eu tenho dois ouvidos que funcionam bem, porque escutar mentira do PT o dia inteiro não é fácil, não. Agora, eles só falam dos tributos em que eles não podem mexer. A tarifa que os Estados Unidos estão colocando para o Brasil, outros países também receberam. Pelo discurso do PT, parece que só o Brasil foi taxado, e a pedido de um Deputado. Vejam que mentira, que arrogância! Eles acham que o brasileiro hoje não tem Internet em casa e não sabe pesquisar no Google. Eu quero só lembrar aos petistas as tarifas que eles poderiam diminuir estas eles poderiam diminuir. É só pesquisar, e vão achar rapidamente 25 tributos ou tarifas que eles subiram ou criaram. Eu vou citar algumas, porque o meu tempo aqui não é suficiente. Aumento do PIS/Cofins em 2023. Esse eles poderiam diminuir. A taxação das offshores. Esse eles poderiam diminuir. O IPI de produtos industrializados, como armas, cartuchos e munições, saiu de 29% para 55%! Esse eles poderiam diminuir. A cobrança integral do PIS/Cofins dos combustíveis. Esse eles poderiam diminuir. A taxa das blusinhas. Esse eles não precisariam nem ter criado, mas criaram. O IOF de 5% em cima dos aportes de seguros de vida. Esse eles poderiam diminuir. Há ainda a proposta recente de aumento do IOF, que aqui não conseguiram aprovar e foram judicializar. Então, isso é falácia ou narrativa, é o discurso de esquerda, e eles não têm mais o que falar, não têm o que propor de bom para o País. Só aumentam impostos, só criam tributos e ficam discursando sobre um tributo que os Estados Unidos já anunciaram. Esse anão diplomático que nós temos hoje na Presidência nem sequer fez questão de tentar negociar, porque é bom para o discurso da Esquerda. Eles não têm o que falar. Já pensaram se o Trump resolve voltar ao normal? Eles vão falar o que nesta Casa? Vão voltar a falar do Bolsonaro, porque, de dez discursos aqui, onze deles têm o Bolsonaro. É uma paixão pelo Bolsonaro! Para finalizar a minha fala, quero dizer que a COP 30 será mais uma vergonha para o nosso País. Em vez de empregarem um recurso que poderia estar sendo investido na educação e na saúde, estão promovendo um evento que só vai colocar mais agenda ambiental no nosso País, mais dificuldade para quem quer produzir, mais empecilho para o nosso agro. Esse recurso poderia estar sendo investido para gerar emprego e renda, e não para bater lata para ambientalista. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 16/07/2025
O Deputado ironizou as críticas da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) à taxação imposta pelos Estados Unidos, afirmando que o partido é o que mais cria e aumenta impostos no Brasil. Criticou o Governo por não reduzir impostos sob sua responsabilidade — como os que incidem sobre gasolina, Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF)e letras de crédito — e apontou fragilidade na política internacional brasileira.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Tributação,Taxa,Produto nacional,Importação,Partido dos Trabalhadores (PT),Imposto,Crítica Governo federal,Imposto,redução,Política externa,Crítica
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Bom, nós estamos ouvindo, mais uma vez, a Esquerda falar da taxação que o Presidente dos Estados Unidos impôs ao nosso País. Isso é um desrespeito ao próprio PT, porque, neste País, só quem pode aumentar imposto é o PT; ninguém mais pode aumentar imposto. Nós já tivemos aqui 24 novos impostos ou aumento de impostos feitos pelo PT, e agora a gente vê toda a bancada petista falando em reduzir imposto, mas não os impostos que eles podem reduzir, as reduções que eles têm autonomia para fazer. Aumentaram, logo quando entraram, o imposto sobre a gasolina. Agora querem aumentar o IOF, taxar as letras de crédito. Esses impostos, nobres Deputados, V.Exas. podem diminuir; vocês podem ajudar a produção brasileira. Agora, impostos que vocês não podem diminuir, ou não conseguem, porque têm uma política internacional muito fraca, vocês ficam aqui, subindo. - 16/07/2025
O Deputado criticou a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro, rejeitando as acusações de liderança de organização criminosa, tentativa de golpe de Estado, abolição do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e grave ameaça ao patrimônio da União. Argumentou que não houve qualquer ato concreto que justificasse tais acusações e que o objetivo da denúncia seria impedir a candidatura de Bolsonaro nas eleições de 2026. Por fim, classificou a ação como uma tentativa de golpe à democracia e acusou setores da Esquerda de atuarem de forma coordenada ao manipular o sistema para beneficiar o Presidente Lula e prejudicar o ex-Presidente.
Palavras-chave oficiais: Procuradoria-Geral da República (PGR),Ex-presidente da República,Estado Democrático de Direito,Golpe de Estado,Denúncia,Impedimento,Candidatura,Eleição geral,Democracia
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, ontem assistimos à entrevista do nosso querido Jair Messias Bolsonaro, que comentou sobre a denúncia que a PGR está fazendo para a prisão do nosso Presidente. Eu vou dizer aos nobres Parlamentares os crimes pelos quais ele foi denunciado. Liderança de organização criminosa. Que organização criminosa o Presidente Bolsonaro liderou? Nenhuma, não existia! Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático e Direito. Qual foi a tentativa? Que ato foi consolidado? Nada, isso não existe! Golpe de Estado. Golpe de Estado sem nenhum ato, sem nenhum evento, sem nada ter acontecido?! Dano qualificado por violência. O que Bolsonaro fez no dia 8 de janeiro? Ele estava naquele ato? Estava no Brasil? Ele nem estava aqui! Grave ameaça contra o patrimônio da União. Que ameaça ele fez? O que ele corrompeu? O que ele quebrou? Onde ele esteve? Nós estamos vendo uma forma de tirar Bolsonaro da disputa eleitoral de 2026. Isso é um golpe à democracia. Eles não têm o que falar do nosso ex-Presidente. Estão colocando isso para que eles possam tentar ganhar a eleição no ano que vem. Eu vou dizer uma coisa: eles não vão ganhar, porque o povo está atento. Esta orquestra da Esquerda está tentando fazer o que ela fez há 4 anos: manipular todos os órgãos, manipular o sistema para tirar Lula da cadeia. Lula estava na cadeia, preso, e o sonho de alguns Deputados é ver o Presidente Bolsonaro preso, para ver se empata com o ex-presidiário, o queridinho. Quem tem bandido de estimação não somos nós. Muito obrigado. - 15/07/2025Breves Comunicações
O Deputado voltou a criticar o aumento de impostos no Brasil e rejeitou a taxação de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Acusou o Governo Lula e o PT de serem responsáveis pela alta carga tributária, afirmando que a gestão da Esquerda criou ou elevou impostos a cada 37 dias. Afirmou que a falta de autonomia para reduzir tributos agrava a situação econômica e contestou a ideia de que o tarifaço beneficiaria o mercado interno. Também relacionou a medida americana a uma retaliação política, mencionando a perseguição a empresas estrangeiras e a restrições à liberdade de imprensa no Brasil. Por fim, alertou para o risco de avanço de autoritarismo no País, criticando a postura do Governo federal.
Palavras-chave oficiais: Tributação,Carga tributária,aumento,Tributo,Política fiscal,Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Esquerda política Estados Unidos,Tributação,Brasil,Taxa,Importação,Produto nacional,perseguição,Empresa estrangeira,Liberdade de imprensa,Autoritarismo,Governo federal,Política externa
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Venho mais uma vez a esta tribuna para dizer "não" ao aumento de imposto, para dizer "não" ao aumento de taxação, para dizer "não" à criação de novos tributos. Surpreendentemente, eu estou vendo hoje o PT dizer "não" ao aumento de taxação. Eu achei que ia passar por aqui sem ouvir a Situação, o Governo, dizer "não" a uma taxação. Para este Governo, só quem pode taxar o povo brasileiro são eles. Foram feitos por eles 24 novos impostos ou aumentos de impostos. Agora vão dizer que o Trump não deve taxar o Brasil. Não é dizer, é trabalhar, é colocar os seus diplomatas para trabalhar. Isso não acontece. Parece que não querem que aconteça mesmo. Mas, para taxar os brasileiros, o Lula e a Esquerda foram primordiais. A cada 37 dias, um novo imposto foi colocado em vigor neste País, porque, para a Esquerda, só eles podem taxar o brasileiro. Nós vamos continuar aqui lutando. Não queremos a taxação de 50% dos Estados Unidos, porque isso vai afetar drasticamente a economia brasileira. Eu já escutei um Deputado dizer no seu pronunciamento que isso é bom, porque vai baixar o preço do café, porque não vão ter para quem vender café, vão ter que vender no mercado interno, e isso vai fazer baixar o preço. Sabem o que eu digo para ele? "Você tem razão, vai baixar. E no ano que vem? Será que vão plantar café de novo? Será que vão gastar para não terem lucro na sua safra?". Eu digo que não vão plantar. Aí nós não vamos ter café e vamos ter um dos preços mais caros da história. A economia tem que girar. Se você não planta, a economia não gira. Então, isso é uma falácia de esquerdistas. Primeiro que esquerdistas não sabem de economia. Olhem o Ministro deles: já confessou que fez um cursinho à distância de 3 meses só e colocam o cara para controlar a economia do País. Resumindo, meus caros colegas: é um absurdo que o PT só saiba lutar contra redução de imposto quando eles não têm autonomia para baixar imposto. Os impostos que eles têm autonomia para baixar eles aumentam. Vamos continuar lutando nesta Casa para derrubar, para negociar, para que a economia brasileira não pague por essa falta de diplomacia do Governo Lula. Para concluir, Sr. Presidente, quero dizer que este é um governo que se alia a ditaduras, e só alguns brasileiros não estão vendo o porquê dessa taxação. Não tem nada a ver com a família Bolsonaro, tem a ver com a perseguição a empresas americanas dentro do nosso País, tem a ver com a falta de liberdade de imprensa neste nosso País, tem a ver com o fato de que não se pode discutir a legislação eleitoral neste nosso País. Para qual caminho nós estamos indo? Os Estados Unidos estão vendo. Não é o caminho da democracia, é o caminho de uma ditadura. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 09/07/2025
O Deputado registrou a visita da Vereadora Mariana, de Primavera do Leste (MT), destacando seu protagonismo como uma das mais jovens parlamentares do Estado e sua atuação voltada à tecnologia. Ressaltou a parceria da Vereadora com o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) no desenvolvimento de um sistema tecnológico já em implantação no Município.
Palavras-chave oficiais: Primavera do Leste (MT),Vereadora,Plenário,Saudação
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu queria apresentar aqui a Vereadora Mariana, de Primavera do Leste, uma importante cidade em desenvolvimento lá no nosso Estado. Ela está no seu primeiro mandato. É uma das mais jovens Vereadoras de Mato Grosso. Veio a Brasília nos fazer essa visita. É uma Vereadora que trabalha muito na área de tecnologia. Vem trabalhando em parceria com o IFMT Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, para que se desenvolva um sistema que já está sendo implantado em toda a cidade. Parabéns, Mariana, pelo seu trabalho. Aproveito a oportunidade para mandar um abraço ao nosso Prefeito Sérgio, de Primavera, à Vereadora Gislaine, também do PL. As mulheres de Primavera do Leste estão dominando lá. (Riso.) Aliás, as mulheres estão dominando em vários lugares. Mariana, obrigado pela visita. Sinta-se em casa. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 08/07/2025
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de adiamento da votação do Projeto de Lei nº 769, de 2024, que dispõe sobre a criação de funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Supremo Tribunal Federal. Na oportunidade, criticou a ideia de que empresários não pagam impostos, listando diversas tributações incidentes sobre empresas no Brasil. Além disso, reprovou o discurso de que apenas os ricos deveriam ser taxados, sugerindo que a discussão inclua quem recebe acima de R$ 45 mil, como os próprios Parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,favorável Justiça tributária,População rica,Imposto,Parlamentar
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu acho que, pelo número de Deputados presentes no plenário, já caberia o adiamento da votação, sem a necessidade de requerimento. Eu acho, portanto, que o Presidente já poderia acatar o pedido de adiamento da votação do projeto. Caso contrário, nós vamos colocar a decisão nas costas de quem não está aqui. Quem está fora desta Casa, recebendo orientação pelo Infoleg, não sabe o calor da discussão que está ocorrendo aqui acerca da importância para a economia e para os cofres públicos de a gente não aprovar esta matéria hoje e poderá votar favoravelmente a ela. Nós temos que dar aos Deputados que não estão presentes a oportunidade de assumirem a responsabilidade de participar do debate e, assim, definirem o seu voto. É importante adiar esta discussão, até mesmo porque este projeto, mais uma vez, dá benefício só para quem já ganha muito bem, e não para quem está na classe ou no andar de baixo. A gente ouviu Deputados dizerem aqui que não incide imposto sobre o lucro líquido da empresa. Eu acho que esses Deputados nunca tiveram uma empresa; não sabem o que é abrir uma empresa, trabalhar, gerar emprego e renda, pagar alvará, pagar taxa de bombeiro, pagar licença sanitária, pagar ICMS, pagar INSS, pagar PIS, Cofins, FGTS, IPI, IOF, CSLL, Imposto de Renda de Pessoa Jurídica. Como tudo isso não é imposto? Isso é pago ao Governo antes de se aferir o resultado final, e vêm falar para mim que sobre esse resultado final não incide imposto? Se o empresário comprou por cinco e vendeu por dez, ele pôs tudo no bolso? Ele não teve custo nenhum com a máquina chamada Brasil? Então, Sr. Presidente, o adiamento desta discussão é mais do que preciso, porque não é a classe trabalhadora que nós estamos aqui atendendo; é só o andar de cima, que, teoricamente, não paga imposto neste País. "Quem produz aqui não paga imposto". Há ocupantes deste plenário que vivem no mundo da fantasia. Aqui a gente escuta Parlamentar dizer que quem ganha mais de 50 mil reais por mês neste País não paga imposto. O interessante é que não falam de quem ganha 45 mil reais, porque isso pegaria todos nós Parlamentares, Deputados, Senadores, Ministros. Vamos cortar na carne, Sr. Presidente, e baixar, então, para 45 mil reais esse limite! Esta é uma sugestão aos Parlamentares. Vamos contribuir cada um com mais um pouquinho. Aí, sim, o discurso estará certo: vamos cada um contribuir com um pouquinho mais. Não se trata de dizer que ninguém paga nada. Então, nós pedimos o adiamento da votação, para que possamos discutir isso com mais clareza amanhã, com o plenário cheio. Obrigado, Sr. Presidente. - 08/07/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 769, de 2024, que dispõe sobre a criação de funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Supremo Tribunal Federal. Também denunciou a incoerência entre o discurso de austeridade e a prática de ampliar gastos públicos. Acusou o Supremo de invadir competências do Legislativo e da Presidência, e rejeitou a ideia de que os mais ricos não pagam impostos, chamando essa narrativa de falaciosa. Defendeu a redução de despesas e mais responsabilidade com o dinheiro público.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário Supremo Tribunal Federal (STF),Recursos públicos,Princípio da separação dos Poderes,População rica,Imposto
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Parlamentares, nós estamos aqui às 22h58min para falar de aumento de gastos no STF, aumento de cargos, aumento de salário para quem já ganha muito. Nós estamos ouvindo aqui todo dia falarem de andar de cima, de andar de baixo, e, mais uma vez, quem está tomando os privilégios não é o andar de baixo, é o andar de cima, quem já ganha muito. Quem já ganha mais de 10 mil, 15 mil, 20 mil reais por mês vai ganhar de brinde mais dois salários mínimos, em torno de dois salários mínimos, mais de 3 mil reais. Será que essa é a justiça que o povo, que está no andar de baixo, está esperando? Será que é para isto que eles votam em nós, Parlamentares, para a gente ficar aqui discutindo, no calar da noite, aumento de cargos e aumento de salários para os servidores do STF? São servidores que já ganham muito. Não é para isso não é para isso. Mas, vamos lá! Eu não quero criticar o Supremo pelo que ele está fazendo para mim, assim como para vários aqui, isso é um absurdo , querendo legislar em nosso lugar, abaixando o valor desta Casa. Alguns Deputados acreditam que isso não é um rebaixamento; que as leis que nós fazemos aqui são inconstitucionais e que o Supremo tem que agir, de toda forma. Mas agora o Supremo rebaixou a Presidência da República também: disse que é inconstitucional um decreto do Presidente. Nós estamos aqui, nesta Casa, mais uma vez, discutindo o que o Judiciário quer, e não o que nós queremos. Nós queremos redução de imposto, enxugamento da máquina pública, efetividade do sistema, e não isso que nós estamos vendo aqui todo dia: só aumento de tributo, aumento de imposto, aumento de cargo e não é a primeira vez que aumentamos cargo aqui, não. Já aumentamos cargo para o Judiciário de São Paulo e de outros Estados, como Minas Gerais, se não me engano. E agora, mais cargos para o STF. É uma incoerência nós falarmos de enxugar os gastos públicos e aumentarmos os gastos públicos; falarmos de ajudar quem está no andar de baixo, mas só haver benefícios para quem está no andar de cima. "Vamos taxar, porque quem ganha mais de 50 mil reais não paga imposto." Onde não se paga imposto neste País? Se há atividade com uma carteira assinada, já se está pagando seu Imposto de Renda. Se há distribuição de lucro de uma empresa, esse lucro não foi tributado pelo Governo nas suas formas constitucionais? Então, é uma falácia dizer que quem ganha muito não paga imposto. Digam a verdade: "Vocês já pagam imposto, mas vamos contribuir com um pouquinho mais, vamos ajudar com um pouquinho mais, porque vocês ganham um pouco mais!" Isso seria atacar com a realidade, e não com aquele jogo de rico contra pobre, de quem está no andar de cima contra quem está no andar de baixo. Todo dia há uma falácia nova aqui porque não conseguem justificar os atos de gastança desse Governo e agora também do Supremo. - 08/07/2025
O Deputado orientou a votação do Requerimento de retirada da Ordem do Dia do Projeto de Lei nº 6.020, de 2023, que estabelece que a aproximação voluntária do agressor, mesmo que ocorra com o consentimento expresso da vítima, configura crime de descumprimento de medida protetiva.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós votamos "sim" à retirada de pauta. Este projeto já foi discutido aqui neste Plenário até às 3 horas da manhã. O que nós estamos fazendo com esse projeto é nivelando todas as mulheres por baixo, como se todas as mulheres fossem submissas, não pudessem expressar a sua voz, a sua vontade. Nós estamos tirando aqui o direito de a Justiça julgar. Nós estamos simplesmente colocando todos os homens como agressores, por causa da defesa de uma narrativa, de um discurso fácil de quem quer de toda forma separar nós e eles. Nós estamos fazendo uma injustiça com as mulheres que são capazes de definir a sua própria vida. Sabemos que existe, sim, agressão existe, sim , mas não é na maioria dos casos. Nós estamos nivelando isso muito por baixo. A retirada de pauta é importante. Nós orientamos para que a bancada vote "sim" à retirada de pauta, porque não podemos igualar todo mundo por baixo, mas, sim, pela vontade de cada mulher. - 03/07/2025Breves Comunicações
O Deputado fez um balanço dos primeiros seis meses de mandato, reafirmando sua postura de oposição ao Governo Lula e criticando o que classificou como excessos tributários e narrativas ideológicas da Esquerda. Destacou sua atuação em diversas comissões da Câmara, incluindo a de Agricultura, Finanças e Desenvolvimento Econômico, além de sua participação no Conselho de Ética. Também rejeitou o aumento do IOF e defendeu maior honestidade nos debates legislativos. Por fim, criticou o que chamou de perseguição a manifestantes do 8 de janeiro e acusou o Governo de adotar medidas que penalizam os mais pobres com aumento da carga tributária.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Balanço,Oposição política,Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),sustação Brasília (DF),manifestação,Ato antidemocrático,Golpe de Estado,participação,Perseguição política Governo federal,Política fiscal,Pobreza,Prejuízo
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Bom dia, Sr. Presidente. Obrigado pela oportunidade de mais uma vez estar com V.Exas. aqui numa quinta-feira de manhã, uma quinta-feira fresca em Brasília, abençoada. Meus amigos, hoje eu subo aqui nesta tribuna para falar sobre os seis primeiros meses de mandato que tenho nesta Casa. O que ninguém fala sobre o mandato de Deputado Federal, aqui em Brasília, é que, se a gente não levantar a voz, a gente acaba sendo engolido pelo sistema, mas eu não vim aqui para ser engolido. Muito pelo contrário, eu vim aqui para enfrentar esse sistema. São 6 meses de luta, 6 meses enfrentando o desgoverno Lula, 6 meses defendendo você que trabalha arduamente neste Brasil, que não aguenta mais ser passado para trás por este desgoverno. Desde o primeiro dia, fui oposição nesta Casa: votei contra o aumento de IOF, fui um dos primeiros a assinar a CPMI para colocar na cadeia quem roubou os aposentados deste País, estive em todas as manifestações do Presidente Bolsonaro de cabeça erguida, defendendo a sua bandeira, defendendo a verdade, defendendo a justiça, defendendo a nossa liberdade. Não abaixo a cabeça para esse sistema corrupto que está havendo hoje em nosso País. Faço questão de estar presente em todas as sessões da Câmara, porque é aqui que as coisas acontecem, em respeito aos votos que tive do meu querido Mato Grosso, votos de pessoas que confiaram no trabalho do Deputado Rodrigo da Zaeli. Faço parte de várias Comissões desta Casa: sou Vice-Presidente da Comissão de Agricultura, Agropecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; sou membro da Comissão de Desenvolvimento Econômico; sou membro da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; sou membro da Comissão de Finanças e Tributação; faço parte também do Conselho de Ética desta Casa. Penso que o mandato é uma oportunidade única que uma pessoa tem para representar o seu País e o seu Estado. Usá-lo com sabedoria em busca dos princípios e valores que a pessoa carrega no coração é o que nós temos que fazer aqui. Nós não ganhamos voto levando asfalto, criando prédios. Nós ganhamos voto e confiança colocando o coração na ponta da língua, falando para as pessoas o que você sente, o que você quer fazer, o que você espera realizar no mandato que a população nos oportuniza. Tenho orgulho de estar aqui, como muitos aqui têm. Infelizmente, a gente vê que alguns sobem aqui e não falam a verdade. Sobem aqui para defender o que sabem ser mentira. Defendem uma narrativa de golpe, por exemplo, que foi tentado dar sem um canivete sequer. Estão punindo pessoas que estavam lá assistindo a um ato no qual nem se envolveram, nem entraram no Palácio, com anos de cadeia, de prisão preventiva, passando por cima de todos e da nossa Constituição. Isso nos deixa tristes porque queremos que os nossos Parlamentares defendam aqui o que realmente acontece no nosso País, não essa questão de golpe, de que são terroristas. Não cabe mais essa discussão. Infelizmente, a Esquerda só sobe neste palanque para dizer isto. Só há três coisas que eles falam aqui: golpe, Punhal Verde e Amarelo e Bolsonaro. E olha que Bolsonaro nem é mais Governo! Bolsonaro não está mais no poder. Não é igual ao atual Presidente. Nós estamos aqui falando do Governo. Mas todos os Parlamentares da Esquerda que sobem aqui falam: "Bolsonaro, Bolsonaro, Bolsonaro", porque não têm o que falar de bom deste Governo. O que têm para falar de bom é dizer que pagar imposto é bom. "Vamos aumentar a carga tributária, mas isso é bom para você, trabalhador, que está pagando". "Vamos aumentar o IOF, mas é bom para você, porque só rico paga". Eu quero saber aqui se você, cidadão que está me ouvindo, entra no seu limite do cheque especial e, se entra, se no começo do mês, no primeiro dia do mês, não vai estar lá descontado na sua conta corrente o IOF. Vai estar descontado! Aí eu te pergunto: quem usa mais cheque especial? É o 1% mais rico que está lá no andar de cima agora virou moda dizer que é andar de cima, andar de baixo, porque eles têm que inventar toda semana uma nova narrativa, porque não têm coisas boas para dizer do Governo. Quem está lá no andar de cima só paga IOF porque faz aquela comprinha no exterior, aí vai pagar o IOF no cartão. Ah, que legal, que bonito! Mas o trabalhador, a classe produtiva deste País, sabe que é uma mentira. Quem paga somos todos nós, são os 99% mais pobres que estão lá na classe baixa. "Ah, mas nós vamos, então, aumentar o imposto de renda para quem ganha acima de 50 mil reais". Que número bonito, hein, Esquerda? Cinquenta mil reais! Por que não colocar, então, 45 mil reais? Porque aí vai pegar todos os Parlamentares: Senadores, Deputados, Ministros. Mas aí, cortar na carne, não. A Esquerda não quer cortar na carne. São socialistas do dinheiro alheio. Querem que você contribua, mas eles não. Abaixa, então, para 45 mil reais, vamos todo mundo contribuir aqui nesta Casa também, porque aí pega todo mundo. É bonito falar 50 mil, mas baixa mais cinco, só 5 mil reais. E também é imposto progressivo, nós não vamos pagar tanto, não. Estou disposto a colaborar. Mas não, vamos taxar os outros, vamos cobrar dos outros, porque a Esquerda não tem coragem de cortar na própria carne, como nós da Direita fazemos. Melhor do que falar seria dar o exemplo. Nós damos o exemplo. Abaixamos a tributação neste País, de forma ainda simples e modesta, porque nós não tivemos 20 anos de poder como teve o PT. Tivemos só quatro, mas vamos ter mais quatro e vamos tirar esses impostos que vocês colocaram e reduzir o que vocês aumentaram. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 17/06/2025
O Deputado celebrou a abertura da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar o desvio de recursos de aposentados, afirmando que a apuração revelará os responsáveis pelos crimes, incluindo integrantes de sindicatos e aliados do Partido dos Trabalhadores (PT). Criticou a interferência do Supremo Tribunal Federal (STF) nos trabalhos do Congresso Nacional, alertando para o risco de que decisões da CPMI sejam judicializadas e anuladas. Ao final, defendeu a autonomia do Parlamento.
Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Fraude,Aposentado,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Crime,Sindicato,Partido dos Trabalhadores (PT),Supremo Tribunal Federal (STF),interferência,Congresso Nacional,Parlamento,autonomia,Atuação parlamentar
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, viemos aqui também comemorar a abertura dessa CPMI, que vai trazer às claras quem meteu a mão no dinheiro dos velhinhos, quem roubou os aposentados do nosso País. Tenho certeza de que vai vir à tona toda aquela turma da petezada, do sindicato, a companheirada toda. Porém, nós só ficamos com uma dúvida, porque, depois de a CPMI do Congresso ser instalada e estar em funcionamento, nós ainda teremos que passar por um "Congresso Supremo", pois talvez judicializem a questão, e tudo que nós fizermos aqui seja cancelado já estão acostumados a cancelar os atos da Câmara Federal, então, também, quem sabe, vão cancelar os atos do Congresso. Nós vamos trabalhar, e esse órgão supremo pode cancelar tudo que for feito aqui, porque é prática desse órgão agir diretamente contra a autonomia do Congresso. Obrigado, Sr. Presidente. - 17/06/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Resolução do Congresso Nacional nº 2, de 2023, que altera o Regimento Comum do Congresso Nacional para instituir a Liderança da Oposição no Congresso Nacional. Além disso, celebrou a derrubada do Veto nº 2, de 2025, que garantiu indenização e contribuição previdenciária para mães e crianças afetadas pelo zika vírus. Mencionou nominalmente quatro mães de diferentes Estados que estiveram em Brasília acompanhando a votação, ressaltando a importância do apoio às famílias que enfrentam essa condição. Também criticou o Veto nº 38, de 2024, considerando injustificável a negação de direitos a pessoas com deficiência e aposentados, que agora terão cadastro permanente após a sua derrubada. Além disso, reforçou a expectativa pela rejeição do Veto nº4, de 2025, relacionado ao tratamento da diabetes tipo 1, e ironizou a ausência do Ministro da Fazenda, associando-a a um alívio temporário contra novos impostos.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de resolução do Congresso Nacional,favorável Derrubada de veto,Zika vírus,Vítima,Pensão especial,Mãe,Família,Projeto de lei ordinária Derrubada de veto,Pessoa com deficiência,Incapacidade permanente,Perícia médica,Aposentado,Projeto de lei ordinária Veto presidencial,Projeto de lei ordinária,Diabetes tipo 1,classificação,Pessoa com deficiência,Efeito legal
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Para discutir. Sem revisão do orador.) Sr. Presidente, sei da vontade de dar uma velocidade à sessão, mas eu já estava inscrito desde a... para comentar a matéria dos vetos e não tive a oportunidade de falar. É importante esse projeto, quero ser bem rápido, para equalizar as forças no Congresso Nacional entre a oposição e a situação. Eu quero falar aqui, Sr. Presidente, do Veto nº 2, que foi derrubado, e que fala sobre mães e crianças para receberem a indenização e também a contribuição que foram afetadas pelo zica vírus. Quero falar, em especial, à Fernanda, mãe do Murilo, de Mato Grosso; à Taíse, mãe da Sofia, de Tocantins, à Adalgisa, mãe da Emilly, do Rio Grande do Norte; e à Glaucilene, mãe da Helena, do Espírito Santo. Essas quatro mães estão hospedadas lá no nosso apartamento, no apartamento funcional da Câmara. Pediram, para que pudessem vir a Brasília, que tivessem uma contribuição para que pudessem participar deste momento histórico, que não vai retroceder às mães que não tiveram, que já perderam os seus filhos por um motivo, talvez, de um recurso, de uma assistência, mas vai melhorar a vida dessas famílias que estão sofrendo e que podem dar um melhor tratamento a seus filhos. O que me deixa muito indignado é ter tido um veto para uma coisa tão sublime, tão importante, que é cuidar das famílias que têm essa enfermidade. E também o veto... Vetar.... Nós derrubamos aqui o Veto 38 para que as pessoas que tivessem... Os aposentados têm que fazer recadastramento, pessoas que têm deficiência têm que fazer recadastramento. Agora é um cadastro permanente. Eu não sei nem por que foi vetado por este Governo. Então, nós estamos aqui, neste Plenário, corrigindo um veto importante. Vamos esperar, então, a derrubada também do Veto 4, que fala da diabete tipo 1, porque é necessário o tratamento, que é caro, e que precisa de um olhar mais carinhoso do poder público. Não vou sair daqui sem falar que, graças a Deus, o "Ministro Taxade" está de férias. Espero que ele não tenha lançado um desafio aos seus assessores de que, enquanto ele estiver de férias, alguém tenha uma ideia mirabolante para aumentar mais algum imposto deste país. Tomara que esses assessores que tenham essa criatividade também estejam de férias. Obrigado, Sr. Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2025 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.