
Nome civil: Rodrigo Lugli · 50 anos
Bananômetro
84/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 78% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 86%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 26%das 372 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 95%das 214 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Telefone
- (61) 3215-5648
- Gabinete
- Gabinete 648, Anexo IV, 6º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 181 de 193 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 501 de 555 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 14 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
26%
Em 372 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
139 discursos na tribuna · de 05/02/2025 a 01/09/2026.
- 15/10/2025Breves Comunicações
O Deputado expressou preocupação com a situação financeira dos Correios, que pediram um empréstimo de 20 bilhões de reais para equilibrar as contas. Em seguida, apresentou levantamento dos últimos dez anos e afirmou que a empresa registrou prejuízos nos Governos do PT, superávit no Governo Temer e lucros no Governo Bolsonaro. Criticou a atual gestão por acumular perdas de 5,5 bilhões de reais e afirmou que a dívida será paga pela população, já sobrecarregada por novos impostos. Concluiu associando os prejuízos à má administração e cobrou responsabilidade na condução da estatal.
Palavras-chave oficiais: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Prejuízo,Empréstimo,Partido dos Trabalhadores (PT),Gestão pública,Finanças públicas
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado pela oportunidade. Hoje eu venho aqui manifestar minha preocupação com os Correios, os mesmos que estão pedindo um empréstimo de 20 bilhões de reais são bilhões mesmo, com b, não são milhões para equalizar as contas da empresa. Eu fico me perguntando: Desde quando vem esse buraco? Fiz uma pesquisa dos últimos 10 anos. Em 2015 e 2016, no Governo Dilma, do PT, houve um rombo de 3,5 bilhões de reais nos Correios. Em 2017 e 2018, no Governo Temer, registrou-se um superávit de 821 milhões de reais ou seja, 3,5 bilhões de reais de débitos e depois 800 milhões de reais de superávit. No Governo Bolsonaro, de 2019 a 2022, os Correios tiveram 3,141 bilhões de reais de lucro. Neste Governo, de 2023 a 2025, o prejuízo já chega a 5,5 bilhões de reais, mas o ano nem terminou e o prejuízo ainda pode aumentar. O pior é que ainda há mais 1 ano pela frente para saquearem os cofres dos Correios. Por que os Correios só dão prejuízo com o PT? Só dão prejuízo quando a companheirada está lá, administrando. Quando há outro governo, temos o exemplo: MDB teve superávit de 821 milhões de reais; Governo Bolsonaro, 3,1 bilhões de reais. Governo do PT, com Dilma, prejuízo de 3,5 bilhões de reais; e, ainda com 1 ano e meio para correr do Governo Lula, 5,5 bilhões de reais de prejuízo. Agora, os Correios precisam de 20 bilhões de reais para equalizar a casa. É preciso que o PT seja exterminado do mapa do Brasil, pois é o partido que dá prejuízo aos Correios. Sabem o que é interessante? Quem vai pagar essa conta. Somos todos nós, porque os bancos querem de garantia o próprio Governo, senão não haverá recuperação. E quem vai pagar? Não se enganem, somos nós. Com essa administração do PT, os Correios nunca vão dar lucro para poderem pagar o empréstimo. Quem vai pagar são os próprios brasileiros, que já estão pagando mais de trinta novos impostos com esse Governo, e, agora, um prejuízo de 20 bilhões de reais. Podemos entender a sede de arrecadar desse Governo. É para tapar os buracos que eles fazem, com as péssimas administrações que colocam, que dão prejuízo. Mas nós entendemos, até mesmo porque estamos vendo, com a CPMI, o que está acontecendo com o INSS, onde ia parar o dinheiro do roubo dos velhinhos: em mão da companheirada do PT. Então, esse partido faz um desfavor à nossa Nação desde o dia que existiu. Sr. Presidente, peço a divulgação do meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 14/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Decreto Legislativo nº 242, de 2025, que aprova o texto de adesão da República Federativa do Brasil ao Convênio Constitutivo do Fundo Multilateral de Investimentos IV – FUMIN IV e ao Convênio de Administração do Fundo Multilateral de Investimento IV – FUMIN IV, assinada em Punta Cana, República Dominicana, em 10 de março de 2024. Em seguida, criticou o Decreto nº 12.604/2025, que autoriza a Primeira-Dama a ter cargos e assessores oficiais. Afirmou que a medida é injustificável, já que a Primeira-Dama não exerce cargo público, e serve apenas para aumentar gastos e legitimar despesas indevidas, como os R$ 400 milhões em viagens. Concluiu dizendo que o Governo Lula “gasta muito e gasta mal”.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de decreto legislativo,Minoria parlamentar,liberação Despesa pública,Governo federal,Decreto presidencial,Primeira-dama,Recursos públicos
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria libera a bancada, Sr. Presidente. Vale relembrar o Decreto nº 12.604, de 2025, que liberou atividades da Primeira-Dama, para ela poder ter cargos, ter assessores; para ela, cônjuge do Presidente, poder atuar com todos os privilégios do próprio Presidente da República. Na defesa da estrutura funcional do Governo, eu não vejo por que devemos ter uma estrutura funcional para a Primeira-Dama. Ela não ocupa cargo público a não ser que assuma Ministério , mas traz mais despesa. Talvez isso seja para justificar despesas já existentes, como os 400 milhões de reais já gastos com viagens por gente sem função pública que viaja junto com o Governo. Este Governo gasta muito e gasta mal. - 14/10/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o Decreto Presidencial nº 12.604, de 2025, que autorizou o uso da estrutura de gabinete presidencial pela Primeira-Dama para atividades de interesse público. Afirmou ter solicitado ao Tribunal de Contas da União (TCU) investigação sobre gastos de aproximadamente 400 milhões de reais em viagens de pessoas sem função pública que acompanharam o Presidente. Também declarou que o Governo, supostamente, gastou mais de 4,5 bilhões de reais em viagens presidenciais e questionou os resultados trazidos ao País, afirmando que a medida representa desperdício de recursos públicos.
Palavras-chave oficiais: Decreto presidencial,Presidência. Gabinete (GAB/PRESI),Primeira-dama,utilização,Crítica Presidência da República,Viagem,Despesa,Tribunal de Contas da União (TCU),investigação
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nós recebemos a notícia há 2 dias, pelos sites e pelos jornais, do Decreto Presidencial nº 12.604, de 2025. O que diz esse decreto? Dá poderes ao cônjuge do Presidente, nesse caso à Janja, a Primeira-Dama, para usar a estrutura do dito gabinete do Presidente para si própria, com a finalidade de atender às atividades de interesse público. Eu pergunto a vocês: quais são os interesses públicos na vida da Primeira-Dama, a não ser os gastos que ela vem fazendo, as viagens que ela vem fazendo? Vou ressaltar só um detalhe: nós fizemos um ofício, um requerimento ao TCU para que investigue os 400 milhões de reais que foram gastos em viagens de pessoas que não têm função pública, junto com a comitiva presidencial. Se não têm função pública, o que estavam fazendo lá? Acompanhando alguém? Fazendo que tipo de trabalho? Agora nós começamos a entender o porquê desse decreto. Para dar uma função pública, para dar cargos a quem vai a uma viagens sem nenhum interesse público, que gastam o nosso recurso, e agora com autorização presidencial, com o Decreto nº 12.604, de 2025. Foram quase 400 milhões de reais gastos com esse pessoal, que não deveria estar lá, não tem função pública nenhuma. Só para lembrar, já foram gastos neste Governo mais de 4,5 bilhões de reais em viagens presidenciais. O que eles trouxeram de volta ao nosso País? Mataram a fome de quem com essas viagens? Melhoraram a vida de que empresário com uma viagem dessas? Salvaram o meio ambiente com uma viagem dessas? Só ficaram gastando pelo mundo, e não trouxeram resultado efetivo para o nosso País. E infelizmente nós estamos bancando essa conta. Agora eles arrumaram um jeitinho de legalizar essas viagens, para que a Primeira-Dama possa viajar com função pública. Agora ela vai poder levar todo o staff presidencial para resolver as atividades de interesse público. É uma vergonha o que este Governo vem fazendo com o nosso dinheiro! Na semana passada, ele queria aumentar mais oito novos impostos. Para quê? Para dar mais possibilidades de viagem?! Janja já viajou mais de 140 dias nesses 2,5 anos. É quase meio ano viajando com o nosso dinheiro, com o seu dinheiro, que não consegue pagar a conta de água, a conta de energia. Enquanto a Primeira-Dama está viajando, você está ralando para poder pagar a sua conta de água e a sua conta de luz. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 30/09/2025Breves Comunicações
O Deputado abordou a votação do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, afirmando que a proposta de isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais, embora positiva, deveria alcançar valores superiores, caso a tabela tivesse sido devidamente atualizada. Criticou o Governo Federal por transferir a conta dessa medida para os super-ricos e para os pequenos empresários, que repassarão os custos adicionais aos consumidores. Ainda, assinalou que metade da arrecadação do Imposto de Renda é destinada a Estados e Municípios, mas o Governo Federal resistirá a redistribuir recursos de forma a evitar perdas para essas esferas. Por fim, destacou que, apesar do aumento da arrecadação nos últimos anos, o problema do País é de má gestão e corrupção, associando desvios ao Partido dos Trabalhadores.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Crítica,Governo federal,Benefício fiscal,Arrecadação tributária,Corrupção,Partido dos Trabalhadores (PT),Tribuna,Contribuinte de alta renda,Pequeno empresário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente Charles Fernandes. Nós vamos votar, nesta Casa, amanhã, o PL que trata do Imposto de Renda. É interessante que a promessa de campanha é da Esquerda. Também era do Presidente Bolsonaro, mas, como a Esquerda ganhou, vai ter que cumpri-la. E vão cumpri-la no último ano, porque é mais conveniente. O problema é que para eles cumprirem a isenção de até 5 mil reais eu acho pouco, porque se fosse atualizada a tabela desde quando não houve atualização, ela deveria ser de mais de 7 mil reais , vão ter que taxar alguém, vão ter colocar alguém para pagar essa conta, porque o PT não é capaz de economizar suficientemente para que ninguém pague a conta da sua promessa de campanha. Se ele prometeu, por que outros vão ter que pagar? Essa é a triste realidade que trabalha o PT neste País: promete e faz cortesia com o chapéu alheio. Você que vai ter isenção de Imposto de Renda, que ganha até 5 mil reais, vai dizer: "Para mim, está bom, eu não vou pagar. Quem vai pagar são os super-ricos". Esses super-ricos já pagam impostos e vão pagar agora, além dos impostos de todo o arcabouço fiscal para produzir, o imposto sobre o lucro. Com o lucro líquido, a pessoa física vai pagar uma taxa de até 10%. Agora, vocês que são pequenos empresários, quando há um custo que vai ser colocado na sua cadeia de produção, vão absorver esse custo ou colocar no produto? Ele vai ser colocado no produto! Não se enganem, vocês vão ter uma isenção de Imposto de Renda, mas, quando adquirirem qualquer bem de consumo, vão pagar mais caro. Este Governo Lula é assim: dá com uma mão e tira com a outra. Com isso, ainda vai aumentar a arrecadação para poder gastar com as viagens da Janja. Lógico! Ou vocês acham que não? Para concluir, existe um segundo problema nisso, porque 50% do recurso do Imposto de Renda vai para os Estados e Municípios. Agora vão dizer que eles têm que majorar, botar imposto para quem ganha mais, para os Municípios e os Estados não terem prejuízo. Mas redistribuir, para que o Governo Federal fique com a parte menor do bolo e mantenha o recurso dos Estados e Municípios, isso eles não querem. Vão dar um benefício para a população pagar. Já arrecadamos 9% em 2024, além de 2026, a maior arrecadação da história. Em 2025, já está no valor real, quase 4% a mais que em 2024. Para concluir, Sr. Presidente, peço 30 segundinhos. Então, não venham me dizer que é falta de dinheiro. É má administração, é quebrar os Correios, é quebrar todas as estatais, é dar um furo no INSS, roubar os aposentados. Todos aqueles esquemas de corrupção que nós víamos antes de 2019 estão voltando à tona. E os personagens são os mesmos. O bando é o mesmo, aquele que tem duas siglas, um P e um T. Então, nobres amigos que vão ter isenção até 5 mil reais, não vai ficar... - 30/09/2025
O Deputado defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política, ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei. Sustentou que os condenados pelos atos de 8 de janeiro não praticaram terrorismo nem tentativa de golpe, mas participaram de uma manifestação que saiu do controle. Ademais, anunciou a realização, em 7 de outubro, de uma caminhada pacífica com familiares de condenados e exilados. Ao final, criticou a proposta de dosimetria das penas e enfatizou que a única medida justa é a anistia ampla, geral e irrestrita.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático,Condenado,Terrorismo,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Manifestação pública,Dosimetria da pena
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado. Nós estamos numa luta pelo PL da Anistia, o projeto de lei que vai trazer justiça às pessoas que estão sendo condenadas pelo ato do dia 8 de janeiro, um ato que não teve nada de terrorismo, que não teve nada de golpe. Foi apenas uma manifestação. Saiu um pouco de controle, sim, mas não houve nada além disso. No dia 9, um dia depois, as pessoas foram embora, e os Poderes puderam trabalhar normalmente. Cadê a tentativa de golpe de Estado? No próximo dia 7 de outubro, vamos fazer uma caminhada pacífica com as famílias das pessoas que foram condenadas e estão exiladas. Não adianta diminuir as penas e considerá-las condenadas pelos crimes. Temos é que apagar da história deste País esse julgamento político e não jurídico. Não à dosimetria da pena e sim à anistia ampla, geral e irrestrita! - 24/09/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei Complementar nº 163, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 2023, para excluir do cômputo dos limites de despesas primárias as despesas temporárias com educação pública e saúde de que trata o art. 6º da Lei nº 15.164, de 2025, e as despesas financiadas com recursos oriundos de empréstimos internacionais e suas respectivas contrapartidas, bem como excluir as referidas despesas com educação pública e saúde das metas fiscais, ressalvados os destaques. Na oportunidade, criticou o Governo Lula por, segundo ele, gastar mais do que arrecada e usar “palavrinhas mágicas” como educação e saúde para justificar furos no arcabouço fiscal. Além disso, acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) de priorizar gastos para aliados, citando recursos em viagens internacionais, e de deixar a conta para as futuras gerações.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar Despesa pública,Governo federal,Arcabouço fiscal,Partido dos Trabalhadores (PT)
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria vê a criatividade que tem o PT. Toda vez que é para furar o arcabouço, ele tem umas palavrinhas mágicas, educação e saúde, e não economiza com a Lei Rouanet, não economiza com a companheirada toda que gasta dinheiro e viaja pelo Brasil todo. Quando quer furar o teto, é para a educação, é para a saúde. Diante de toda essa argumentação que eles usam, só há uma explicação: gastaram mais do que arrecadaram e deixaram a conta para as gerações futuras. Para eles, não interessa o que vai acontecer amanhã; interessa o que podem gastar com a companheirada hoje. Quanto mais puderem gastar hoje, melhor. Toda vez que há um furo no teto orçamentário, surgem as palavrinhas mágicas: "Ah, é para a saúde, é para a educação". Mas não economizam em outras coisas. Foram 4 bilhões de reais em viagens internacionais, sendo 400 milhões de reais gastos apenas em viagens de quem não tem função pública, para os amigos viajarem com a Janja, com o Lula, com os companheiros. É para isso que nós estamos furando o teto toda vez. Eles põem as palavrinhas mágicas "educação" e "saúde" para comover a sociedade especialmente quem não lê e não têm informação , e, assim, passar os projetos e, às vezes, influenciar alguns Deputados. Obrigado, Sr. Presidente. - 24/09/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a atuação do Relator do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política, ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei, e dá outras providências, Paulinho da Força, por manter interlocução com o Ministro Alexandre de Moraes durante a elaboração do relatório. Destacou que a medida beneficiaria pessoas presas há dois anos com penas superiores a de estupradores e sequestradores. Afirmou que a comunicação do Relator com o Judiciário compromete a autonomia do Parlamento e gera desconfiança sobre o processo de discussão interna. Apontou que essa situação reforça a percepção de que o Legislativo tem se subordinado ao Judiciário em decisões importantes, prejudicando a independência institucional. Expressou preocupação com os impactos dessa postura sobre a confiança da população nas decisões do Congresso.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,anistia,Golpe de Estado,Relator,Crítica,Poder Judiciário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Acabamos de ver uma notícia no Metrópoles que nos deixa cada vez mais perplexos com o que acontece nesta Casa. O Deputado Paulinho da Força, Relator da PEC da Anistia, reuniu-se com os partidos, o que é natural. Reuniu-se com o PL, com a Oposição. Jantou ontem, no fim da noite, com Líderes do PT, o que é natural. E vemos uma matéria agora do Metrópoles, dizendo que, durante a reunião com o PT, ele ligou para um interlocutor do Ministro Moraes, que está condenando, julgando todas as pessoas do processo do 8 de Janeiro. Aí eu fico pensando: o que a população, o povo, que mantém esta Casa de pé, que vota nos Parlamentares que estão aqui, vai pensar da gente? Nós estamos aqui para fazer uma discussão na Casa sobre o que este Parlamento acha que é importante nesse projeto de anistia, e o Relator vai conversar com quem está do outro lado, em outro Poder, justamente com quem está ligado de maneira direta a todos os processos, que é o Ministro Alexandre de Moraes. Falando com o interlocutor dele, está falando diretamente com ele. Então, ficamos mais uma vez desanimados quanto ao rumo que esse projeto vai seguir. O relatório sobre essa proposta de anistia, tão esperada por quem está há 2 anos preso, cumprindo penas enormes, de 15, 16, 17 anos, maiores que as de estupradores, maiores que as de sequestradores, vai ser feito com a colaboração de quem está os julgando e condenando. Ficamos muito tristes ao sabermos que o Relator está realizando essa interlocução com o Ministro. Mas não é de se achar isso estranho, porque o Judiciário vem comandando, de certa forma, os passos deste Parlamento, através do Governo. Já aprovamos aqui diversas pautas, e, quando chegaram ao Supremo, caíram, a pedido de um ou outro Parlamentar. Então, é com tristeza que vemos, mais uma vez, este Parlamento se diminuir diante do Poder Judiciário. Em um momento em que deveríamos mostrar força, independência e autonomia, vamos buscar conselhos com quem está injustamente condenando pessoas que nem estavam no local no dia 8 de janeiro. É essa a triste realidade deste Parlamento. - 23/09/2025
O Deputado criticou o Ministro Alexandre de Moraes, afirmando que a aplicação da Lei Magnitsky à sua esposa e empresas associadas evidencia a percepção internacional sobre a situação da democracia no Brasil. Em seguida, questionou a coerência do Ministro, que sancionou bloqueios de contas de terceiros, incluindo o Deputado Eduardo Bolsonaro e sua esposa, mas reagiu diferentemente quando a medida atingiu familiares próprios. Por fim, indicou que o episódio demonstra tratamento desigual e reforçou críticas à atuação do Ministro no contexto político brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Lei Magnitsky (2012),Esposa,Democracia,Estado (ente federado),sanção,Deputado federal
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, o cerco está se fechando em cima do Ministro Alexandre de Moraes. A aplicação da Lei Magnitsky em sua esposa e nas empresas a ela associadas é um símbolo importante de como os Estados Unidos estão vendo aonde a nossa democracia brasileira está chegando: pessoas estão sendo condenadas por processos que, em qualquer país democrático do mundo, nem existiriam. Mas o interessante foi o depoimento do Ministro Alexandre, dizendo que sancionar sua esposa não era coerente. Vamos lembrar que o Ministro Alexandre, além de congelar e bloquear as contas de um Deputado desta Casa, o Eduardo Bolsonaro, também bloqueou as contas da esposa do Deputado. Então, é o mesmo peso e a mesma medida, no meu modo de ver. Contudo, quando é com o Ministro, ele acha que não, que poderia... (Desligamento do microfone.) - 17/09/2025outros
O Deputado encaminhou a votação da expressão "situados nas regiões abrangidas pela SUDAM e SUDENE, conforme diretrizes da ANEEL", contida no § 8°do art. 4° da emenda aglutinativa de plenário, com fins de supressão, apresentada à Medida Provisória nº 1.300, de 2025, que trata da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), liberdade da escolha dos consumidores e da divisão de custos.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Expressão textual,Dispositivo legal,Emenda aglutinativa,Medida provisória,contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - O destaque é para que se deixe os anos de 2025 e 2026, mas que se coloque, então, para a Sudam e para a Sudene, para dividir por todo o País. E isso não é bom para o PT. Para o PT, é bom deixar 2025, mas só para os Estados que eles preferem. Aí, nesse período eleitoral, a conta de ninguém vai subir, pois vai ser subsidiada por recursos que virão futuramente. Então, esse destaque não é bom para o PT. Eu peço aqui aos nobres colegas que forem favoráveis ao Partido dos Trabalhadores que votem contra o destaque, para a população entender que tudo que é feito aqui nesta Casa não é para agradar o povo ou para beneficiar o povo, é para agradar parte do eleitorado, que é o curral eleitoral deles, e para acabar com o resto do Brasil. Com seis mandatos de Presidente dois da Dilma, dois do Lula, mais um do Lula e pode ser que venha outro , não vão resolver. Já não resolveram com cinco. Eles precisam que a população não entenda o que está vendo pela televisão. Tivemos agora há pouco o Ministro da Secretaria de Comunicação Social falando um monte de mentiras, descendo o pau nas redes sociais, dizendo que o problema do Brasil agora são as transgressões que acontecem via redes sociais na Internet. Nós já temos leis para que isso não aconteça, mas é melhor não fiscalizar, não punir e colocar a censura em ação, porque assim as coisas boas também não vão sair. O único golpe que pode ser dado neste País não vai ser mais pelas redes sociais. O golpe que pode ser dado neste País é na aposentadoria dos velhinhos. Aí está liberado o golpe. Temos sindicatos, grupos de empresários, irmão de Presidente, todo mundo envolvido. Então, quem vê esse destaque já imagina: "Se eu votar favoravelmente ao destaque, eu estou prejudicando o PT. Não vou deixar que a conta de energia elétrica..." Quem vai pagar a conta de quem vai ganhar energia de graça? Alguém vai pagar, porque não está nesse projeto uma economia em algum lugar para a receita vir para cá. Quem vai pagar é a própria geração futura de receita, para que até 2026 não suba a conta de ninguém. E ai se dá aquela falsa sensação de que está beneficiando uma parcela da sociedade e ninguém está pagando nada a mais por isso, mas vai pagar dobrado em 2027. Então, quem quiser ajudar o Partido dos Trabalhadores vote contra o destaque. Obrigado, Sr. Presidente. - 17/09/2025outros
O Deputado encaminhou a votação da expressão para os anos de 2025 e 2026, constante no § 8º do inciso IV do art. 7º do Projeto de Lei de Conversão nº 4, de 2025, ou texto que venha a substituí-lo apresentado à Medida Provisória nº 1.300, de 2025, que altera a Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, a Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, a Lei nº 10.438, de 26 de abril de 2002, a Lei nº 10.848, de 15 de março de 2004, a Lei nº 12.111, de 9 de dezembro de 2009, a Lei nº 12.212, de 20 de janeiro de 2010, a Lei nº 13.203, de 8 de dezembro de 2015, e a Lei nº 14.300, de 6 de janeiro de 2022 para reformular o setor elétrico.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Expressão textual,Dispositivo legal,Medida provisória,contrário,Projeto de lei de conversão
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado pela oportunidade e paciência, pois eu estava sentado um pouco longe. O que o Governo quer? O Governo quer antecipar o recebimento futuro de uma suposta geração de renda, com a energia, e gastar nos anos de 2025 e 2026, ou seja, neste ano e no ano que vem, que coincidentemente é um ano eleitoral. Essa mania e essa política de dar benefício esperando que o voto venha de volta é uma prática recorrente desse Governo desde o primeiro mandato do PT. Mais uma vez, o Governo gasta o que não tem, quer gastar e gasta mal; não faz uma política de economicidade; não assume as responsabilidades de uma boa gestão pública, uma gestão coerente com seu orçamento; gasta muitos recursos acima do teto e eu nem sei se isso vai para o teto ou não, porque é um recebimento que seria futuro, mas já quer antecipar para gastar agora. Portanto, este destaque apenas tira expressão "para os anos de 2025 e 2026", para que, se esses recebimentos forem realmente antecipados, não sejam gastos efetivamente em ano eleitoral, como está claro e notório no projeto. É uma coisa absurda. É mais um cheque em branco para que este Governo faça campanha. Se com tantos anos de Governo do PT, há necessidade ainda de aumentar o auxílio, o subsídio, isso quer dizer que nada foi feito para que as famílias pudessem evoluir, para que as pessoas pudessem crescer na vida. Muito pelo contrário, transformam as famílias de baixa renda brasileiras em reféns de programas do Governo o tempo todo. No mercado de trabalho, dizem que o desemprego é o menor da história. É lógico que é, porque eles fazem o cálculo por quem está procurando emprego. E quem é que está procurando emprego neste País? Poucos são os que têm a consciência de que é necessário evoluir pelo suor do trabalho, o restante não está procurando emprego, está recebendo benefício. Muito pelo contrário, eles ficam procurando bico. E aí, quando sai uma pesquisa, perguntam: "Está procurando emprego?" Se a resposta for "não", então não é desempregado. Essa é a realidade. Mais uma vez, nós temos uma política de Estado sendo uma política de mandato, para fazer com que esse subsídio pague a tarifa de energia elétrica. Alguém vai ter de pagar, não é? O Governo não economiza para dar alguma coisa para alguém, mas continua gastando, gastando mal e gastando muito, pondo mais uma vez a sociedade para pagar a conta. - 17/09/2025
O Deputado criticou a Medida Provisória nº 1.300, de 2025, afirmando que beneficia uma parcela da população às custas de outra e encarece ainda mais o sistema de energia elétrica, desestimulando fontes limpas e renováveis. Argumentou que o Governo não resolveu problemas estruturais como fome e desigualdade, usando subsídios como solução temporária. Além disso, fez críticas ao modelo educacional, acusando o PT de incentivar a pobreza e limitar o acesso à cultura e conhecimento para manter poder político.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,benefício,População,Pobre,Energia elétrica,desestímulo,Fonte alternativa de energia,Governo federal,Fome,Desigualdade social,Subsídio,Partido dos Trabalhadores (PT),incentivo,Pobreza,Poder político,Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE)
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, este é um projeto que vai beneficiar uma parcela da sociedade e vai mandar a conta para outra parcela da sociedade. Nosso sistema de energia elétrica já é caríssimo, e nós estamos desestimulando a geração de energia limpa e renovável, com a pequena desculpa de que isso vai beneficiar uma parcela sociedade. Essa parcela realmente tem que ser beneficiada, até mesmo porque desde 2002 este Governo está no poder e não conseguiu resolver o problema da fome e a crise da falta de dinheiro. Só resolve dando mais subsídio. Eu gostaria de ver um país onde as pessoas quisessem trabalhar e começassem a aprender isso na escola, que só sexualiza as crianças, que só ensina que, nas faculdades, fazer militância de esquerda é bacana e fumar maconha nos corredores é legal. Então, à sociedade o PT quer dizer que gosta dos pobres, mas ele não gosta dos pobres que têm cultura, conhecimento e querem evoluir. Ele precisa do povo cada vez mais pobre, cada vez mais sem cultura, cada vez mais sem conhecimento, cada vez com menos acesso a informação para se manter no poder. Porque uma ideologia de crescimento cultural e desenvolvimento humano o PT não... (Desligamento do microfone.) - 17/09/2025
O Deputado informou ter protocolado na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado uma moção de repúdio ao Senado Federal pela manutenção do historiador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha. Afirmou que o historiador, que já teria comemorado um assassinato nas redes sociais, não teria moral nem escrúpulo para ocupar cargos ou receber recursos do Governo e seria um "garoto-propaganda dos esquerdistas".
Palavras-chave oficiais: Moção de repúdio,Senado Federal,Historiador,Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO),Esquerda política,Rede social,Comemoração,Homicídio
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, nós protocolamos na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado desta maravilhosa Câmara uma moção de repúdio ao Senado Federal por manter como historiador daquela Casa Eduardo Rômulo Bueno, o famoso Peninha "famoso", porque está agora em todas as redes sociais. É um cidadão que não tem moral para deter qualquer título, nem desta Casa nem do Senado. Garoto-propaganda dos esquerdistas, é uma pessoa que comemorou um assassinato nas redes sociais como se fosse um título mundial do seu clube de futebol; alguém sem escrúpulo. Colocamos abaixo do nível da humanidade esse comentário que ele fez. Isso nos deixa muito tristes. E, quando vamos pesquisar, ele é um historiador do Senado. Se fosse Senador, eu já teria falado com o Presidente do Senado que excluísse imediatamente esse cidadão. E há notícias de que ele ainda recebe, por trabalhos apresentados como historiador e como pesquisador, deste Governo. É uma pessoa que não tem moral para estar ao lado de qualquer um, a não ser dos próprios pares, que pensam igual a ele Então, é lá no PT que ele tem que ficar mesmo. - 17/09/2025
O Deputado concluiu sua questão de ordem, afirmando que, apesar do conteúdo semelhante ao apresentado pelo Deputado Coronel Chrisóstomo, o parágrafo era diferente e merecia ser apreciado. Destacou que a Medida Provisória (MP) nº 1.300, de 2025, estava sendo votada em cima da hora, prejudicando a apreciação pelo Senado, e alertou que a MP reduziria o valor da energia gerada por pequenos produtores, dificultando a redução da conta de luz para a população mais humilde.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Pauta (processo legislativo),Prazo,apreciação,Medida provisória,Energia elétrica,Pequeno produtor rural
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, primeiramente, quero dizer que eu gostaria de ter concluído a minha questão de ordem. Apesar de ser o mesmo o conteúdo, o parágrafo era diferente do que tinha lido o nosso querido Coronel Chrisóstomo. Dessa forma a gente não cresce nesta Câmara. A gente não respeita o próprio colega, não o deixa concluir a fala. Se eu tivesse terminado de fazer a minha questão de ordem e V.Exa. dissesse que eu estava errado, que eu tinha repetido o conteúdo, eu lhe daria razão. Mas até parece que a Presidência tem lado nesta discussão. Acho que quem preside esta Casa, mesmo que não seja o Presidente eleito, o Deputado Hugo Motta, mesmo que seja o Presidente em exercício, tem que cumprir as mesmas prerrogativas do cargo. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Deputado Rodrigo, V.Exa. tem a palavra para encaminhar o requerimento, não para fazer uma questão de ordem que não existe. O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT) - Eu vou encaminhar o requerimento, Sr. Presidente. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Então, por favor, V.Exa. prossiga. O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT) - Eu tenho 3 minutos para fazer o discurso. Todos sobem aqui e fazem o discurso que querem, falam de coisas que nem sequer estão no projeto, encaminham de qualquer forma. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Esta Presidência está seguindo o Regimento, Deputado Rodrigo. O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT) - Eu tenho o direito de usar os 3 minutos para colocar os meus esclarecimento e vou fazer o meu encaminhamento no final. Não preciso começar encaminhando e depois dizer por que eu estou encaminhando. Eu posso falar o que eu quiser aqui, como todo Deputado, ou aqui já é igual ao Supremo Tribunal Federal, e nós nem podemos falar o que nós queremos? Esta MP já poderia ter sido apreciada por esta Câmara há muito tempo, o que daria ao Senado prazo suficiente para a sua apreciação, não esse prazo em cima da hora, faltando menos de 8 horas para se encerrar. A medida é ruim para o nosso País. Vai fazer com que se reduza o valor comercial da energia elétrica gerada pelos pequenos produtores, principalmente energia fotovoltaica, porque eles não vão poder aproveitar os 100% da geração de energia. Já não aproveitam, porque geram 1 real e só aproveitam 80 centavos, por exemplo, e agora vão aproveitar praticamente 30 centavos. Isso inviabiliza todo o projeto. Um Governo que diz que defende o mais humilde dificulta para o mais humilde uma redução na conta de energia. Temos um Governo que diz que defende os humildes, mas, na hora de votar, ele vota com as grandes corporações, com os grandes bancos, com as multinacionais. É assim que a gente vê a situação neste plenário. Sr. Presidente, como tenho muito apreço pela sua pessoa até digo que V.Exa. é o Lula do bem, porque o outro Lula eu nem cito mais , eu lhe pediria que tivesse paciência e deixasse todos os Parlamentares fazerem a sua fala. - 17/09/2025
O Deputado apresentou questão de ordem durante a análise da Medida Provisória (MP) nº 1.300, de 2025, citando a Resolução nº 1, de 2002, do Congresso Nacional. Argumentou que o art. 7º, § 4º, estabelece um prazo de três dias que estaria sendo descumprido, já que a MP era votada no último dia de vigência.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Pauta (processo legislativo),Prazo,apreciação,Medida provisória
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu gosto da cordialidade do Presidente Lula da Fonte, o Lula do bem. Com a permissão da Presidência, levanto questão de ordem com base na Resolução nº 1, de 2002, do Congresso Nacional. A Medida Provisória nº 1.300, de 2025, está sendo votada no último dia do seu prazo de vigência. No entanto, o art. 7º, § 4º, da resolução em questão, estabelece prazo de 3 dias... O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Deputado Rodrigo, V.Exa. sabe da estima, do respeito, do carinho que eu tenho por V.Exa., mas V.Exa. está impetrando exatamente a mesma questão de ordem do Deputado Coronel Chrisóstomo. O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT) - Não é o mesmo artigo. É o mesmo sentido, Sr. Presidente, mas não é o mesmo artigo. Não é a mesma questão de ordem. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - V.Exa. vai me desculpar, mas esta Presidência vai seguir o ritmo regimental da presente sessão. O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT) - Sr. Presidente, eu preciso concluir a questão de ordem. V.Exa. nem me deixou concluí-la. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - V.Exa. sabe da estima, do carinho que eu tenho por V.Exa., mas nós vamos seguir a pauta. O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT) - Não é a mesma, Sr. Presidente. - 16/09/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da expressão "secreta" contida no § 3º do art. 53 da Constituição Federal, incluído pelo art. 1º do substitutivo da Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, que altera os arts. 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Substitutivo,Proposta de Emenda à Constituição,Minoria parlamentar
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria vota "sim". Se vivêssemos num País onde a democracia fosse realmente efetiva, onde os Parlamentares não fossem perseguidos só por pensar nem precisa falar mais, porque, por um suposto pensamento, já é perseguido , teríamos coragem de enfrentar alguns Ministros do Supremo, de votar contra o que eles querem. Deputados desta Casa não seriam perseguidos, Senadores também não seriam perseguidos. Mas isso não acontece. Não se admite que pessoas pensem de maneira diferente, que ousem discordar do pensamento deles. Eles sabem os crimes e os erros que eles cometem. Quanto mais pressionarem esta Casa, quanto mais ligarem para Deputados, como já fizeram, mais vão conseguir que injustiças passem aqui dentro. E eu quero nivelar por cima, aqui ninguém vai aprovar... (Desligamento do microfone.) - 16/09/2025
O Deputado criticou discursos da Esquerda e questionou a veracidade das pesquisas que indicam 61% da população contrária à anistia a Bolsonaro, afirmando que esses números refletem apenas uma “bolha do PT”. Acusou adversários de seguirem orientações do Presidente Lula para propagar mentiras. Afirmou que não há argumento para que o Supremo Tribunal venha intervir nas decisões do Congresso e ironizou a alegação de que estariam tentando invadir a autoridade do Judiciário, concluindo que cada Poder deve agir dentro de sua esfera, sem interferir no outro.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),anistia,Pesquisa de opinião,Crítica,Presidente da República,Notícia falsa (fake news) Congresso Nacional,Supremo Tribunal Federal (STF),Princípio da separação dos Poderes,competência,Defesa
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é até engraçado ouvir aqui o pessoal da Esquerda falar. Mentem à vontade porque o próprio Presidente Lula já ensinou a vocês: "Vamos mentir bastante porque, de repente, essa mentira vira verdade". E vocês acreditam piamente nisso porque mentem o tempo todo. Como dizer que 61% da população brasileira estão contra a anistia? Só se for dentro da própria bolha do PT e olhe lá. Digo isso porque, mesmo lá dentro, há pessoas que acreditam, sim, que aquilo não foi um golpe de Estado. Estamos aqui todos os dias ouvindo bem, ainda bem que Deus nos deu dois ouvidos para ouvirmos bem. Mas o interessante é o seguinte: não existe mais argumento para dizer que o Supremo pode vir a esta Casa e desfazer o que fazemos. Agora estão dizendo que nós queremos entrar na autoridade do Supremo. Então, tudo bem, vamos empatar o jogo. Que eles fiquem lá, e nós ficamos aqui, cada um mexe no bolo do outro! - 16/09/2025
O Deputado destacou que a Esquerda não se preocupa com prerrogativas parlamentares porque seus Parlamentares não estão sofrendo ações judiciais no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), que tem perseguido a Direita Política. Ademais, criticou a Esquerda por votar contrariamente a proposições que endurecem as penas, por se associar a pessoas criminosas e por defender práticas ligadas à corrupção.
Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Discurso parlamentar,Prerrogativa constitucional,Parlamentar,Ação judicial,Supremo Tribunal Federal (STF),Perseguição política,Direita política,Atuação parlamentar,Proposição legislativa,Aumento da pena,Crime,Criminoso,Corrupção
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Está claro aqui, Sr. Presidente, que a Esquerda não se preocupa com prerrogativa porque eles não têm ninguém acionado pelo Supremo. Esse Supremo tem um lado e é contra o nosso lado, o lado da Direita, de pessoas que não cometem crime nenhum e que são julgadas por supostas tentativas. É difícil, porque eles votam contra os projetos que vêm aqui para endurecer a pena de quem comete crime. Eles têm orgulho de sair em imagens ao lado de pessoas criminosas. Eles defendem quem meteu a mão no dinheiro dos aposentados. Eles querem esconder uma prática de ajuda à corrupção, de ajuda a quem comete crime, e o fazem em cima de uma falácia, de uma narrativa que eles vivem repetindo para ver se cola. Mas aqui não há nenhum bobo, aqui não vai colar. Nós sabemos que eles não querem porque justamente não precisam se preocupar com o Supremo. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 10/09/2025outros
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 1.312, de 2025, que autoriza a criação da Fundação CAIXA. Na oportunidade, criticou projetos sociais do Governo por “letras miúdas” que esconderiam problemas, citando o Mais Médicos e o Pé-de-Meia, e defendeu elevar a isenção do imposto de renda para R$10 mil sem compensações fiscais.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário Programa social,Programa Mais Médicos,Programa Pé-de-Meia,Isenção tributária
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, meus colegas Deputados, quanto a esses projetos sociais que o PT sempre apresenta, eles nunca leem as letras miúdas do contrato, só leem o que está em caixa-alta, em letras maiúsculas. Vamos falar do Mais Médicos. Vinte por cento da remuneração ficava com o profissional. Oitenta por cento do resultado do suor dos médicos cubanos ia para quem? Para Cuba, para a companheirada. Vamos falar do Pé-de-Meia. Enchem a boca para falar do Programa Pé-de-Meia. Tudo acima do teto! Foi até apelidado de "Pedalada-de-Meia". Acabamos de aprovar aqui mais de 1,5 bilhão de reais para investimento em educação e ação social, fora a questão dos juros acima do teto. Agora falo da Fundação Caixa, uma fundação que vai criar vários cargos para administrar recursos oriundos de lucros da Caixa, que poderiam voltar para o cofre da União e se tornar investimento. Vão criar cargos para a companheirada. Ou vocês acham que quem vai ocupar a Presidência, a Vice-Presidência, as centenas de cargos espalhados pelo Brasil serão pessoas da Direita, pessoas que têm uma noção financeira? Não! Os cargos serão ocupados pela companheirada do PT. Eles vão ter autonomia para fazer seu estatuto. E, nesse estatuto, será que eles vão abrir espaço para concurso público? É lógico que não! Vão colocar lá a companheirada que é mais ligada a tudo que eles defendem e em que eles acreditam, que é aumentar imposto. Por falar em imposto, vamos falar sobre esse projeto que visa elevar o teto de isenção do Imposto de Renda a 5 mil reais. O PT tem razão, o PL é contra isso, mas é a favor de que esse teto passe a ser de 10 mil reais. Vamos, então, elevar o teto para 10 mil reais. E que não haja compensação, que a compensação seja feita por meio da economia de recursos públicos, para que o peso não recaia, mais uma vez, em cima do povo brasileiro. Eles gostam de falar do que está no enunciado, mas o que está nas letras miúdas de cada projeto que eles mandam para cá fica bem escondido. Essa vai ser mais uma fundação para criar cargos para a companheirada, para pegar dinheiro oriundo de lucros da Caixa para investir em ação social que não vai acontecer. Vai ser, mais uma vez, nesta Casa, motivo de escândalo de corrupção. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 10/09/2025outros
O Deputado encaminhou a votação do Projeto de Lei nº 2.874, de 2019, que institui a Política Nacional de Combate à Perda e ao Desperdício de Alimentos (PNCPDA), cria o Selo Doador de Alimentos, altera a Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, e revoga a Lei nº 14.016, de 23 de junho de 2020.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós somos favoráveis a este projeto. Eu sou comerciante, minha profissão é vendedor. Frequentamos supermercados, restaurantes e constantemente vemos serem jogados fora produtos que poderiam ser utilizados por algumas associações, igrejas, entidades que aproveitariam esses produtos com pequenos defeitos, vamos dizer assim, principalmente hortifrutigranjeiros. Os comerciantes, sem ter um embasamento legal, acabam desperdiçando esses produtos, jogando-os fora, com medo de uma implicação judicial posteriormente. Esse projeto eleva a situação, de modo que as entidades possam receber esses produtos de forma legal, dando segurança jurídica aos comerciantes. Esse projeto importa ainda mais em um país como o Brasil. O Governo disse que tirou milhões de pessoas da pobreza, mas ele as colocou na extrema pobreza. As pessoas estão passando fome. Elas precisam das entidades que fazem serviços de caridade para suprir a fome da população brasileira. Se não houvesse ninguém na pobreza, não precisaríamos dessas medidas. Na rua, o que acontece no dia a dia das pessoas pobres do Brasil não é a realidade que esses Congressistas do PT estão vendo. Esse projeto é importante por mostrar que nós precisamos olhar com mais carinho essa realidade e não desperdiçar os alimentos que ainda têm condições de uso. Nós encaminhamos a favor do projeto, sempre lembrando que precisamos mais do que isso. Há necessidade de políticas públicas que economizem recursos públicos, que não furem o teto de gastos. Furar o teto é usar um cartão para pagar outro. Realmente, nunca acaba essa bolha de dívida do Brasil. Então, nós precisamos de uma economia que realmente economize recurso público para poder sobrar na ponta, e não fazer caridade com chapéu alheio. Produtos de supermercados, de quitandas, de frutarias serão reaproveitados por entidades que fazem serviços voluntários. É importante lembrar que as entidades são voluntárias. Se não forem voluntárias, não podem ser beneficiários desses produtos. É nesse sentido que caminha o País. Vamos, sim, aprovar o projeto, que é importante para atender os mais necessitados. Porém, o maior problema do Brasil não está aí, mas nas políticas públicas que gastam mais do que arrecadam, e colocam sempre o brasileiro para pagar a conta, com mais tributos, com mais impostos. É uma carga tributária que ninguém aguenta mais. Daí, fazem pequenos gestos de ação social para compensar o escândalo de corrupção, como a quebradeira das estatais que nós estamos tendo no Brasil. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 10/09/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei Complementar nº 163, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para excluir do cômputo dos limites de despesas primárias as despesas temporárias com educação pública e saúde de que trata o art. 6º da Lei nº 15.164, de 14 de julho de 2025, e as despesas financiadas com recursos oriundos de empréstimos internacionais e suas respectivas contrapartidas, bem como excluir as referidas despesas com educação pública e saúde das metas fiscais, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Partido Liberal (PL),Voto contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL orienta "não" a esta urgência, até mesmo porque, com essa PEC fura teto, eles querem mais recursos para gastar fora do teto, sendo que eles já gastam mal. Isso não se justifica. Há um piso de gastos com a educação. Nós não podemos incentivar que essa gastança do Governo seja regulamentada por esta Casa, querendo retirar do teto também os juros internacionais, sendo que o orçamento de qualquer cidadão comum tem que ter equilíbrio. O Governo vive a realidade de uma ilha que não tem fundo. Então, ele precisa de uma regulamentação de economicidade do sistema público, e não de uma lei para furar o teto, para depois dizer que está dentro teto, que gasta o que é previsto. Na verdade, ele está gastando fora do teto, endividando o País e fazendo com que a população fique cada vez mais pobre, num País que gasta o que não pode, com o dinheiro que não tem.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2025 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.