
Nome civil: Rodrigo Lugli · 50 anos
Bananômetro
84/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 78% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 86%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 26%das 372 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 95%das 214 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.rodrigodazaeli@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5648
- Gabinete
- Gabinete 648, Anexo IV, 6º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 181 de 193 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 501 de 555 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 14 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
26%
Em 372 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
139 discursos na tribuna · de 05/02/2025 a 01/09/2026.
- 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Decreto Legislativo nº 3 de 2025, que susta os efeitos da Resolução nº 258, de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de decreto legislativo,Oposição política,Voto contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição orienta "não", porque é importante nós debatermos hoje este assunto. A sociedade já espera há quase 1 ano a derrubada dessa resolução, que é muito simples para quem está em casa nos acompanhando agora entender. O estupro já tem previsão legal para aborto. E a lei pune quem cometeu o crime e garante a integridade da criança. Agora, o que eles querem é que a violação sexual, sobre o que eles dizem que nós estamos defendendo alguma coisa, seja tratada às cegas, longe da Justiça. A pessoa abusa da criança, explora sexualmente a criança, engravida a criança e a convence a ir sozinha ao hospital e dizer que foi estuprada. Ela não precisa nem dizer quem foi. E a família e a Justiça não precisam ficar sabendo. Isso é defender a criança ou é incentivar o crime, incentivar que o estupro continue acontecendo dentro da família? Se ocorreu dentro da família, o autor também tem que ser punido. Se se chegar a precisar de um aborto por causa de um estupro, a Justiça já concede isso, já existe essa previsão. O que eles querem é que ninguém fique sabendo do ato que aconteceu, nem mesmo a família, muito menos a Justiça, para que a pessoa não seja punida. Então, eles estão defendendo que o estupro aconteça e que os culpados sigam no anonimato. Nem a família precisa intervir. Depois vocês vêm dizer que são a favor da vida, a favor da família, contra criminosos, mas as ações e os votos são diferentes. E, principalmente, os discursos que vocês fazem aqui não condizem com a realidade do voto que aparece naquele telão. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/11/2025
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, apesar de a nossa orientação ser sim, eu não consigo ficar quieto aqui ouvindo uma Deputada da direita dizer que quem paga imposto é a empresa, é a plataforma. Quem paga imposto é quem consome. O imposto faz parte do preço do custo da mercadoria, do serviço ou do filme que se vai assistir. V.Exas. acham que eles não cobram o imposto no valor final do produto? "O valor do imposto é de 10 reais, se cobrar 5 reais, como vou pagar 10 reais?" Toda hora utilizam uma narrativa falsa, mentirosa para população. Não conseguem discutir um texto verdadeiro: "Nós vamos aumentar o imposto, ele vai subir, pouquinho, mas dá para pagar". Essa é a fala verdadeira, real. Dizer que quem paga imposto são empresas e não consumidores é uma ignorância que não tem tamanho. A orientação é "sim", Presidente. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda Aglutinativa nº 1, apresentada ao Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda aglutinativa,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL reconhece o esforço feito pelo Relator, Deputado Doutor Luizinho, para que a gente pudesse chegar a um texto, ainda que não seja ideal. Essa lei, na minha opinião, nem deveria ser discutida nesta Casa, porque vai onerar todos os serviços de streaming, vai trazer uma cobrança maior ao usuário na ponta final, vai incentivar o comércio ilegal, como o Sky gato, os aplicativos que existem. E a reserva de mercado, que estabelece a obrigação de essas empresas terem produções nacionais, também vai fazer com que o preço suba, o serviço encareça. A gente entende que esta emenda aglutinativa melhorou o texto e atendeu à demanda de vários partidos. Então, nós orientamos "sim" à emenda. - 05/11/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Decreto Legislativo nº 934, de 2025, oriundo da Mensagem nº 209, de 2023, do Poder Executivo, que submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo Regional sobre Acesso à Informação, Participação Pública e Acesso à Justiça em Assuntos Ambientais na América Latina e no Caribe (“Acordo de Escazú”), assinado em Nova York, em 27 de setembro de 2018.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de decreto legislativo,contrário,Mensagem do Poder Executivo
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Acordo de Escazú é um absurdo! Nós somos o maior país da América Latina e do Caribe. Todos estão de olho na nossa biodiversidade, nas nossas matas, em tudo o que nós temos em se tratando de meio ambiente. Estão todos de olho no Brasil. Agora nós vamos compartilhar tudo isso com o resto da América Latina e com o Caribe?! No mínimo, isso é uma burrice, porque nenhuma empresa de grande porte abre seus segredos para uma empresinha de uma porta, e nós estamos fazendo isso com todo o bioma nacional, com todo o nosso meio ambiente, com a nossa Floresta Amazônica, com tudo o que nós temos de bom, coisas em que todos os países estão de olho. Nós entendemos o porquê disto: é porque na América Latina estão alguns companheiros de militância da Esquerda que querem levar vantagem naquilo que nós ainda temos enterrado nas nossas matas. Portanto, este projeto, a meu ver, significa entregar o ouro para o bandido. Está certo que fizeram um acordo e protegeram um pouco das informações do agronegócio, porque o projeto até podia ser pior. Nós somos campeões em produção agrícola porque nós temos tecnologia. Nós passamos muitos anos estudando, trabalhando, melhorando. Agora, por causa de um acordo como este só sendo doido para assiná-lo , vamos entregar tudo de mão aberta a quem não tem nada significativo para nos dar em troca? Nós estamos votando a homologação de um acordo que coloca o País, que poderia ser protagonista neste momento, na condição de mero coadjuvante. Sr. Presidente, o PL e a FPA fizeram um acordo para proteger, pelo menos, a nossa agricultura. No entanto, esta matéria não deveria nem estar nesta Casa. Nós somos representantes do nosso País, do nosso povo brasileiro; não de países ditadores que não têm mais nenhum tipo de proteção climática, mas querem saber o que nós estamos fazendo com a nossa terra, com a nossa floresta. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/11/2025
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nós estamos aqui colocando mais uma obrigação para as empresas do nosso País, tornando mais uma vez os nossos produtos e serviços mais caros e menos competitivos com o restante do mundo. Parece que esse pessoal da Esquerda só sabe dar obrigação para as empresas e taxar as empresas, onerando o nosso sistema produtivo. Eu acho que não existe nenhum empresário desse lado que saiba como funciona e o quanto é caro produzir neste País. Agora, nós vamos incrementar a CIPA com mais obrigações. Eu acabei de ouvir um Deputado, que eu acho que nunca teve uma empresa ou foi responsável por alguma coisa nesse sentido, por gerenciar alguma coisa, dizer que isso não vai custar nada. Como não vai custar nada se você vai quase dobrar o tempo de treinamento dos funcionários? Você vai onerar esse treinamento, porque você vai colocar outros treinamentos. Em muitas partes do País, a gente nem tem esse tipo de desastre ambiental, mas vai ter que fazer, porque vai estar na CIPA, que é nacional, para atender pontos casuais. E muitas empresas que estão em regiões de risco já fazem isso e vão atrás dos ISOs para se tornarem competitivas em âmbito mundial. Nós vamos onerar o País inteiro por, no meu modo de ver, excesso de zelo. Mas é assim que trabalha a Esquerda no nosso País, sempre onerando aquele que quer produzir e dando mais privilégios àqueles que cometem crimes no nosso País. Se usassem toda essa energia para taxar as empresas brasileiras e onerar o nosso custo de produção, gerando mais uma obrigação para quem produz, para combater crime, combater as facções, nós seríamos o País mais seguro do mundo, mas não. Agora, nós sabemos que quem produz é vítima de quem não produz neste País. Nós somos vítimas de quem não produz. É complicado ver a inversão de valores de forma tão clara neste Governo. Então, vai ser mais uma obrigação para as empresas, com um custo maior, deixando o nosso produto mais caro e menos competitivo nacionalmente. Aí nós vamos reclamar de que países aqui do lado produzem mais barato, taxando os produtos deles ao entrar no nosso País, porque toda vez que a gente faz isso, lógico, é para proteger o mercado interno, mas o nosso mercado interno está cada dia mais caro para o pobre que trabalha neste País. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 04/11/2025
O Deputado criticou a aprovação de novo imposto sobre empresas de streaming (Projeto de Lei nº 8.889, de 2017), caracterizando-a como retrocesso que afetaria o cidadão comum. Refutou o argumento de que essas empresas não pagavam impostos, apontando que operam regularizadas e contribuem na cadeia produtiva nacional. Contestou também a alegação de que o novo tributo não impactaria os custos operacionais, afirmando que aumentaria as mensalidades dos serviços. Além disso, questionou a obrigatoriedade de cotas de 20% para filmes nacionais, considerando que tal medida deveria resultar de investimento privado natural e não de imposição legal. Por fim, criticou a destinação da arrecadação a fundos para artistas que já recebem recursos da Lei Rouanet e Lei Aldir Blanc, apontando concentração de benefícios em grupos específicos ligados ao Partido dos Trabalhadores (PT) e exclusão de outros setores culturais.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tributação,Imposto,Plataforma de streaming,aumento,Pagamento mensal,obrigatoriedade,Produção nacional,Filme,Recursos financeiros,Artista
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, hoje votamos nesta Casa um retrocesso ao criarmos mais um imposto para o cidadão comum pagar. Aumentamos os impostos das empresas de streaming Netflix, Amazon, Disney, enfim, de todas essas TVs por assinatura , e o discurso da Esquerda é que essa turma não pagava imposto. Como é que opera neste País uma empresa regularizada sem pagar os impostos cobrados em toda a cadeia produtiva nacional? Então, essa já é uma primeira mentira. A segunda mentira é que esse novo imposto não vai impactar a questão do custo operacional das empresas. É lógico que vai impactar, pois vai aumentar o valor pago nas mensalidades. O pior é que esse projeto obriga as operadoras de streaming a terem cotas de filmes nacionais 20% dos filmes devem ser nacionais. Isso é algo que deveria ser natural, pois há investimento privado para que isso ocorra, investimento feito por pessoas que acreditam que fazer filme no País vai dar dinheiro. E ainda há algo pior: tudo o que for arrecadado será revertido a um fundo para ajudar os artistas que já estão ganhando com a Lei Rouanet, a Lei Aldir Blanc. Essa é a turma do PT, que não deixa ninguém além deles ganhar. Obrigado, Sra. Presidente. - 04/11/2025
O Deputado criticou a postura do Governo Federal e do Partido dos Trabalhadores (PT) em relação à segurança pública, apontando incoerências nas políticas de indenização de vítimas de confrontos policiais. Ressaltou que, enquanto o Estado do Rio de Janeiro seria responsabilizado pelas indenizações às famílias de policiais falecidos, o Governo Federal buscaria indenizar famílias de traficantes. Ademais, questionou o PL Antifacção (Projeto de Lei nº 5.582, de 2025), afirmando que, apesar da narrativa de endurecimento contra facções criminosas, o texto reduziria penas de traficantes, exceto para líderes de organizações criminosas. Além disso, criticou a PEC da Segurança Pública (Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025) por concentrar o controle das polícias no Governo Federal. Por fim, declarou que o Governo carece de credibilidade para tratar de segurança pública, uma vez que privilegiaria criminosos em detrimento de cidadãos e trabalhadores, deixando o País sob domínio de facções.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Indenização,Vítima,Operação policial,responsabilização,Governo estadual,Rio de Janeiro (Estado),Família,Policial Projeto de lei ordinária,combate,Crime organizado,Organização criminosa,Pena,Traficante Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,concentração,controle,Polícia
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Chris Tonietto, agradeço a oportunidade de falar. Eu quero ressaltar a fala do Deputado do PT que nos antecedeu, que disse que vai esperar baixar a poeira para cobrar do Estado do Rio de Janeiro que indenize as famílias dos policiais. E o Governo Federal, o Presidente da República, do PT, quer indenizar a família dos bandidos. Olhem como é que gosta de bandido este Governo! Vai jogar lá para o Estado do Rio de Janeiro a indenização das famílias dos policiais trabalhadores, que morreram no seu ofício, mas vai indenizar as famílias dos queridos eleitores do PT que morreram no confronto com a polícia. É assim que o PT trabalha, aliado a facções criminosas. Eles têm uma solução para tudo. Agora tem o PL Antifacção, que, no discurso, na narrativa, é para endurecer o combate às facções criminosas, mas, no texto, diminui pena de traficante. É isso que está no texto, que aumenta a pena, mas dá o benefício da redução de pena a todos, a não ser que se trate do cabeça da facção ou de quem financia o crime organizado. O restante pode ser aliviado. É o que quer o PT, aliviar as penas de quem já está preso e de quem vier a ser preso. Esse é o PL Antifacção é antifacção do bem, porque o bem está sendo prejudicado, e o mal continua levando vantagem. O surpreendente é que eles voltam a falar da PEC da Segurança Pública, que quer deixar todo o controle e toda a organização da polícia do Brasil inteiro na mão do Governo Federal. É a mesma coisa de deixar o lobo cuidar das ovelhas. Será que vai sobrar alguma viva? Não vai! Este Governo não tem um pingo de escrúpulo para falar de segurança pública, porque só fica do lado do bandido, nunca fica do lado do cidadão de bem. Vai cobrar do Estado do Rio de Janeiro a indenização às famílias dos policiais que foram abatidos pelos traficantes, mas, para as famílias dos traficantes, eles mesmos do Governo dão um jeito, resolvem em casa, que é tudo por ali mesmo. Essa é a visão de segurança pública que tem esse Governo Federal. E segurança pública não pega só o andar de cima, não. Muito pelo contrário, pega o pobre, o trabalhador que está todo dia na rua ganhando seu dinheiro com seu suor. É esse povo que está sendo prejudicado por essa insegurança, neste País que o Governo mentiroso do PT deixa sob domínio das facções. - 04/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 4.750, de 2025, que altera a Lei n° 11.416, de 2006, que dispõe sobre as Carreiras dos Servidores do Poder Judiciário da União.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "não", até mesmo porque nós estamos vendo duas coisas bem claras neste Governo: o aumento de impostos e o aumento de vantagens para o Poder Judiciário. Mais uma vez, nós estamos votando aumento dos salários de quem trabalha no Judiciário. Tudo bem que não vai alcançar os Ministros, mas vai beneficiar todos aqueles que prestam serviços a eles. É difícil a gente só levar para o povo brasileiro mensagem de benefício a servidores públicos, que estão distante da realidade do dia a dia, que vivem em uma bolha e que estão lá para prestar serviços, na sua grande parte, a este desgoverno. Então, nós orientamos "não", para que possamos ter um Judiciário mais leve, para que possamos parar de cobrar tanto imposto do povo brasileiro. E vamos, provavelmente hoje, apreciar nesta Casa a proposta de cobrança de mais um imposto, que vai gerar mais de 20 bilhões de reais só para artistas da Globo. - 29/10/2025
O Deputado destacou a relevância do Projeto de Lei nº 1.721, de 2023, que declara a cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, como Capital Nacional do Skate, lembrando a tradição da cidade na modalidade desde os anos 1980 e seu papel no incentivo à juventude. Defendeu o esporte como instrumento social e de prevenção ao crime. Além disso, afirmou que Rio de Janeiro está no caminho certo ao combater o tráfico de drogas, embora tenha lamentado a morte de quatro policiais. Criticou o Presidente Lula por minimizar delitos e adotar uma postura conivente com o crime, além de impor mais impostos e aumentar o custo de vida da população.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável Operação policial,Rio de Janeiro (RJ),Crime organizado,Política de segurança pública,Governo federal
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Cabo Gilberto Silva, quero parabenizá-lo por estar presidindo esta sessão de maneira brilhante. V.Exa. conduziu sabiamente a votação do último projeto. Eu ia até discuti-lo, porque acho importante a participação de Porto Alegre na vida ativa dos skatistas. A cidade se destaca no skate desde 1980. É uma das pioneiras na atividade skatista e já revelou vários talentos reconhecidos nacional e internacionalmente. Também tem destaque em infraestrutura. São três grandes pistas, dentre elas a da Iapi, de skateboarding, a da Marina, que fazem com que o skate seja um esporte urbano, um esporte de grande população, um esporte de pessoas que têm baixa renda, tornando-se um esporte popular. Isso traz incentivo para a juventude, para que ela possa praticar o esporte e sair da linha do crime. Ao falar em linha do crime, não podemos deixar de comentar os relatos de hoje sobre o aumento do número de traficantes e bandidos que foram mortos pelos policiais do Rio de Janeiro, mas também lamentar a morte de quatro policiais. Nós estamos no caminho certo. O Rio de Janeiro está no caminho certo em combater com firmeza o tráfico de drogas, porque é isso que destrói as nossas famílias. É isso que faz com que o jovem, o adolescente, veja o bandidinho empinando moto ou num carro novo e não saiba que, por trás daquilo, foram destruídas algumas famílias, foram tiradas algumas vidas, para que eles possam estar ali ostentando, inclusive nas redes sociais. Mas, infelizmente, nós temos um Presidente que pensa diferente: acha que roubar um celular pode, desde que seja para tomar uma cervejinha; que praticar um pequeno delito serve para tomar uma cervejinha; que o traficante é vítima do usuário. Coitado do traficante: fica ali oferecendo droga para o usuário, vendendo droga para o usuário, porque é vítima do usuário. O usuário vai bater nele se ele não fizer isso. É uma falta de respeito com a população brasileira este Presidente do tráfico, que defende o traficante, que vai contra a família, que vai contra quem produz. Temos um Estado que só cria novos impostos, prejudica a população, deixa mais caro o custo de vida, mas depois dá um benefício dá com uma mão e tira com a outra. Infelizmente, a população não vê o quanto está presa, o quanto está viciada. Mas o viciado é o responsável pelo traficante. Então, Sr. Presidente Cabo Gilberto Silva, agradecemos a V.Exa. pela condução dos trabalhos. Parabéns, Presidente! - 29/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 1, apresentada ao Projeto de Lei nº 458, de 2021, que institui o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp) para atualização, por pessoa física, do valor de bens móveis e imóveis adquiridos com recursos de origem lícita e localizados no território nacional, e regularização, por pessoa física ou jurídica, de bens ou direitos de origem lícita que não tenham sido declarados ou tenham sido declarados com omissão ou incorreção em relação a dados essenciais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria orienta "sim", Sr. Presidente, porque esta emenda destaca no texto uma oportunidade para as pessoas que há muitos anos adquiriram um imóvel e viram esse imóvel se valorizar por si só. Não é que elas tenham tido ganho de capital, que tenham ganhado mais dinheiro, que tenham ficado mais ricas, o imóvel é que se valorizou. Na hora da venda desse imóvel, a pessoa vai ter que pagar imposto por toda essa valorização? Isso acaba apertando justamente o bolso do mais pobre, do mais humilde, que, quando vende o imóvel, imagina que vai ficar com o dinheiro todo para ele, mas, na hora de informar a venda desse imóvel na declaração de Imposto de Renda, vê que boa parte do que recebeu vai para os cofres públicos. Mais uma vez, este Governo faz o discurso de que ajuda, de que quer proteger o mais pobre, mas na verdade quer é que o pobre continue pobre. Este é o momento de dar um alívio para as famílias que vendem seu imóvel. - 29/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do artigo 37 do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 458, de 2021, que institui o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp) para atualização, por pessoa física, do valor de bens móveis e imóveis adquiridos com recursos de origem lícita e localizados no território nacional, e regularização, por pessoa física ou jurídica, de bens ou direitos de origem lícita que não tenham sido declarados ou tenham sido declarados com omissão ou incorreção em relação a dados essenciais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, pela Minoria, orientamos "não". Entendemos que essa questão de dar transparência com a redução de benefícios significa, na verdade, o aumento de impostos. Teremos mais um imposto colocado na conta do brasileiro para ele pagar. Esse partido amigo dos traficantes, que está sendo até apelidado de "Lulinha do Tráfico", é complicado: todo dia está querendo retirar um benefício, agora com a ilusão de que vai dar transparência maior, que haverá um melhor controle, punindo quem sonega. Eles não fazem isso. Eles querem punir quem trabalha, porque, toda vez que aumentam impostos ou retiram algum benefício, o custo de vida fica mais caro para o consumidor final. Disso nós não temos dúvida. Então, antes de concluir, Sr. Presidente, registro que nossa orientação é "não", para que possamos manter os direitos de quem já os tem. Se o Governo está dizendo que há fraude, vá fiscalizar, Lulinha! - 29/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 5, apresentada ao Projeto de Lei nº 458, de 2021, que institui o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp) e dispõe sobre a tributação das operações de empréstimo de títulos ou valores mobiliários no País, a tributação das operações de cobertura de riscos (hedge) e alterações nas Leis nº 14.818, de 16 de janeiro de 2024, nº 9.796, de 5 de maio de 1999, nº 10.779, de 25 de novembro de 2003, nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, nº 8.213, de 24 de julho de 1991, nº 10.150, de 21 de dezembro de 2000, e nº 9.481, de 13 de agosto de 1997.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria, Sr. Presidente, orienta "sim", até mesmo porque nós não podemos dificultar o acesso a quem tem direito olhando só para as fraudes que estão acontecendo. Se as fraudes estão acontecendo, é porque o Governo está sendo convivente com isso. O pescador de fato tem direito, e nós não queremos tirar direito de ninguém. Nós temos que fazer o combate à fraude neste Governo é preciso, é necessário , mas não é neste Parlamento, restringindo os direitos dos pescadores, que nós vamos combater fraude. O combate à fraude deve ser feito lá dentro do Governo do Lula, que só sabe roubar ou mentir. Agora também é o "Lulinha dos traficantes", o que passa a mão nos traficantes. Nós não vamos restringir ou dificultar o acesso ao seguro-defeso para os pescadores que têm direito ao benefício. - 29/10/2025
O Deputado respondeu a críticas feitas por Parlamentares de esquerda sobre a operação policial no Rio de Janeiro. Afirmou não sentir vergonha, mas orgulho da polícia e das famílias dos quatro agentes mortos em serviço, que, segundo ele, “deram a vida para combater o crime”. Explicou que os traficantes estavam fortemente armados, usando fuzis e drones com explosivos, e que, se fossem pacíficos, teriam se rendido às autoridades. Na continuidade, lamentou a fala do Presidente Lula, que responsabilizou o usuário de drogas pela existência do tráfico. Por fim, reforçou seu apoio às forças de segurança e condenou o que considera inversão de valores no debate público sobre o combate ao crime organizado.
Palavras-chave oficiais: Organização criminosa,Esquerda política,Operação policial,Favela,Polícia,Órgão de segurança pública,Violência,Armamento,Tráfico de droga,Dependente químico,Crime organizado,Governo federal,Política de segurança pública
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Deputado da Esquerda disse que tem vergonha de a gente estar comemorando a morte de assassinos, de terroristas, de faccionados. Eu não tenho vergonha, não. Eu tenho orgulho da polícia do Rio de Janeiro e mais orgulho ainda das famílias dos quatro policiais que perderam suas vidas, pois se dedicaram a combater o crime. Porque os traficantes estavam lá! Se fossem pacíficos, teriam largado as armas e se entregado, iriam responder à Justiça. Mas, não, e as imagens são claras: estavam lá com fuzil na mão, esperando a polícia, extremamente armados, jogando bombas por meio de drones. Só tenho vergonha de uma coisa: o Presidente do meu País, que diz que o usuário o usuário! é responsável pelo traficante. É uma vergonha mesmo viver em um país onde... (Desligamento do microfone.) - 29/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da votação do Projeto de Lei nº 3.899, de 2012, que institui a Política Nacional de Estímulo à Produção e ao Consumo Sustentáveis.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição orienta o voto "sim", pelo adiamento da votação. Nós entendemos que um projeto que tem o seu substitutivo mudado por duas vezes somente hoje não está pronto para ser votado, não foi suficientemente discutido, para que tenhamos uma ideia de texto que venha a atender a tudo que esperamos. É um projeto que vem colocar novos rótulos, novas obrigações para toda a classe empresarial, então eu acho que nós temos que fazer isso com bastante cautela. Defendemos o adiamento da votação, pelo menos por mais uma sessão, para que possamos ter a oportunidade de estudar o texto e melhorá-lo. Foi colocado há poucas horas, menos de 2 horas, um projeto de quarenta páginas. É difícil, Sr. Presidente. O voto é "sim", pela retirada. - 29/10/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.899, de 2012, que institui a Política Nacional de Estímulo à Produção e ao Consumo Sustentáveis.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Fraga. Este projeto nós nem deveríamos estar votando hoje, porque chegou um substitutivo às 13 horas e outro às 14 horas. Nós estamos há quase 2 horas, estamos há 1 hora e meia debatendo o projeto. É preciso ler quarenta páginas para saber o que ele está dizendo, e é quase impossível fazer esse raciocínio de pesquisa para ver o quanto muda a legislação. A ideia já não era boa, porque ela burocratiza o sistema, cria mais obrigações para as empresas, funções a mais. Talvez, as multinacionais vão colocar alguns centavinhos no custo dos seus produtos para cumprir todas essas burocracias, mas as pequenas e médias empresas vão ter um custo alto, porque elas não têm todo esse poder de fogo, todo esse poder financeiro para fazer essas mudanças. Toda vez que a gente quer agradar uma minoria, a maioria paga a conta. Nós queremos uma agenda sustentável, produtos orgânicos, com selo de qualidade, biossustentáveis nem sei mais que termos eles usam , mas só criam mais atribuição para o empresário, mais custo, e, na verdade, nem é o empresário quem paga esse aumento, quem paga é o consumidor, porque aumenta o custo da cadeia produtiva e isso reverte no preço. Então, este é mais um projeto que vem ao desencontro do que nós prezamos, que é a simplicidade e a desburocratização, que podem transformar o Brasil num país mais competitivo. Nós estamos brigando lá na Frente Parlamentar da Agricultura, porque paisezinhos produzem leite mais barato que o Brasil. Vejam o plantel que nós temos de matrizes produtoras de leite! E não conseguimos produzir com eficiência financeira, por causa de tanta burocracia, de tanto impedimento ambiental. É tanta coisa que nós temos que cumprir, que os outros países, que produzem com simplicidade, oferecem seus produtos e serviços muito mais barato do que nós. O que nós temos que fazer, então? Taxar o produto que vem de fora, para podermos vender o produto interno. Essa é a regra deste Governo, quando deveria, isto sim, simplificar o sistema, para aumentar a eficiência e tornar os nossos produtos mais competitivos dentro e fora do Brasil. Este é mais um projeto que cria um selinho para dificultar aqui e ali e fazer com que a vida de quem quer produzir neste País seja muito, muito mais complicada. Obrigado, Sr. Presidente. - 29/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 3.899, de 2012, que institui a Política Nacional de Economia Circular, estabelece mecanismos de estímulo, parâmetros e instrumentos de fortalecimento da responsabilidade na gestão corporativa, a produção e o consumo sustentáveis, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, vamos orientar o voto "sim", pela retirada de pauta. Até quem está orientando "não" já disse que são tantos apensados ao texto, que nem sabe qual que é o texto que vai ser, posteriormente, analisado por esta Casa. Além do mais, essas regrinhas, essas obrigações disfarçadas de sustentabilidade só trazem, para quem quer produzir, para quem quer empreender, mais dificuldades e burocracia. Nós somos contra todo tipo de dificuldade e burocracia que possa existir. Esse é até um discurso bonito lá para fora, para o exterior, onde as pessoas gostam de falar em meio ambiente, sustentabilidade e tudo isso, mas significa burocracia para o nosso sistema produtivo. Essa conta vai chegar aos produtos, lá na ponta. Mais uma vez, é a população mais carente, mais pobre, quem vai pagar. Eles não se preocupam com isso. A intenção é fazer bonito para o mercado exterior, para ter narrativa de meio ambiente e sustentabilidade. A orientação é "sim", pela retirada de pauta. - 29/10/2025Breves Comunicações
O Deputado lamentou a morte de quatro policiais durante operação das polícias Civil e Militar no Rio de Janeiro (RJ), que resultou em mais de sessenta mortes de criminosos, apreensão de drogas e armamentos e mobilização de 2.500 policiais. Criticou o Governo Federal por não apoiar ações anteriores do Estado, incluindo a negativa de blindados, e questionou a cobertura internacional e nacional sobre violência e segurança pública. Destacou o uso de drones por facções criminosas e contestou projetos de Deputados de Esquerda que restringiam a atuação policial. Afirmou que a violência organizada é financiada por grandes recursos e criticou narrativas que protegem criminosos, defendendo o apoio incondicional às forças de segurança na proteção da população.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Rio de Janeiro (RJ),Crime organizado,Falecimento,Policial,Favela
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado pela oportunidade. Nobres colegas Deputados aqui presentes e todos que nos acompanham pela TV Câmara, hoje é um dia em que nós amanhecemos de luto pelos quatro policiais que foram mortos ontem na ação das Polícias Civil e Militar no Rio de Janeiro. Esse tipo de operação a polícia precisa constantemente fazer, mas neste País essas operações não são feitas, e, quando são feitas, aterrorizam esse Governo, um Governo que, em vez de apoiar as forças policiais do Estado do Rio de Janeiro, vem agora criticar suas ações. Já são mais de sessenta mortos, pela contabilidade de ontem, e parece que esse número ainda vai aumentar. Além dos criminosos, morreram esses quatro policiais. Mais de meia tonelada de drogas e mais de 70 fuzis foram apreendidos fuzil não é qualquer arma , numa operação que moveu mais de 2.500 policiais. Para quê? Para manter a segurança do Estado do Rio de Janeiro. Interessante, agora o Governo vem questionar as ações da polícia do Rio de Janeiro, ações que não apoiou em outras oportunidades. Em outras oportunidades, negou ao Estado do Rio de Janeiro até carros-tanques, os blindados, para que as forças policiais pudessem atuar com mais segurança. Eu ouvi uma fala do Governador: ele nem teria pedido apoio desta vez, porque já sabia o resultado. Esse Governo não ajuda quem quer preservar a segurança. Interessante, o discurso hoje é que todas as vidas são válidas. Interessante discurso. Em nota, o Conselho de Direitos Humanos da ONU se diz aterrorizado com o que aconteceu no Rio de Janeiro. Eu queria saber se a ONU emitiu alguma nota sobre as prisões arbitrárias do 8 de Janeiro, se emitiu alguma nota sobre a morte do Clezão, ocorrida quando ele estava sob os cuidados do Estado e porque seu pedido de atendimento médico foi negado, ou melhor, não foi sequer analisado. Cadê as 24 horas que o Supremo gosta de colocar para que outros órgãos cumpram o seu papel? Ele mesmo não tem pressa, a não ser quando o processo é contra o Bolsonaro. Esta Casa, há poucos dias, estava apreciando na Comissão de Segurança Pública projetos de Deputados de esquerda que queriam proibir nós derrubamos que os policiais pudessem atuar armados dentro de helicópteros, porque eles iriam atirar para baixo e isso não daria vantagem de reação aos criminosos. Agora os criminosos estão operando com drone, bombardeando a população! É assim que age a esquerda no País: apologia ao crime não tem nada a ver, mas há perseguição a religiosos. É muito complicado viver num País onde os critérios de virtude são manipulados pela imprensa, que gasta bilhões numa narrativa que diz que está tudo bem. Nós sabemos que não está. Essa ação do Governo do Rio de Janeiro não foi feita à toa. O Comando Vermelho, como está sendo investigado e já foi divulgado em várias mídias, manipula mais de 6 bilhões de reais por ano. É esse dinheiro que financia o tráfico de droga e o armamento dos traficantes, mas, para alguns da Justiça e deste Governo, o armamento dos traficantes vem dos CACs, dos atiradores esportivos, que têm as suas armas eventualmente roubadas. Os boletins de ocorrência de roubo desse tipo de arma não somam nem meio por cento de todo o arsenal que têm os traficantes em nosso País. Nós temos que acabar com essa narrativa da Esquerda de proteger bandido. Esta é a hora de separar o joio do trigo, de ver de que lado os Parlamentares vão ficar, se do lado do traficante ou do lado do usuário. O Presidente já escolheu, e o lado dele é o do traficante, que é "vítima" do usuário. Este é o nosso Brasil. Sr. Presidente, solicito que o meu pronunciamento conste no programa A Voz do Brasil. - 28/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do art.7º, com fins de supressão, do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.307, de 2007, que inclui o inciso VIII na Lei dos Crimes Hediondos, Lei nº 8.072, de 25 de julho 1990, classificando como crime hediondo a adulteração de alimentos como especifica. Em seguida, acusou a Esquerda e o Governo de defenderem a bandidagem. Relatou operação das Polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro em que 60 criminosos e 5 policiais morreram. Também comentou que a Esquerda não se referiu às mortes dos policiais porque valorizava votos da criminalidade. Alertou para risco de que cidadãos de bem passassem a ser considerados como opressores dos bandidos e afirmou ser insustentável conviver com essa situação.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Oposição política Segurança pública,Rio de Janeiro (Estado),Esquerda política,Governo federal,Operação policial,Vítima,Policial,Criminoso
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição orienta o voto "sim". Mas vale ressaltar a defesa que a Esquerda e este Governo estão fazendo da bandidagem neste País. Testemunhamos uma ação das Polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro em que os bandidos estavam muito mais equipados, mas a Polícia estava mais preparada. Houve sessenta bandidos mortos. Infelizmente, cinco policiais também perderam suas vidas. Mas, sobre esses cinco policiais, a Esquerda aqui não comenta, porque, para ela, o que vale são os votos que a bandidagem dá para essa Esquerda imunda. Infelizmente, é isto o que a gente vê aqui: a defesa dos bandidos, sob o argumento de que o traficante é vítima do usuário. Daqui a uns dias, nós, cidadãos de bem, seremos opressores dessa bandidagem. É impossível convivermos em um mundo onde isso acontece. - 21/10/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a divulgação feita pelo Governo Federal de um final de novela que retratava um Brasil idealizado, apontando que a obra apresenta uma realidade fictícia e distante da vida real da população. Afirmou que o Governo mantém a narrativa de que a pobreza foi superada, quando, na prática, muitas pessoas continuam em situação de vulnerabilidade e dependência de benefícios, sem acesso efetivo a educação, cultura e oportunidades de desenvolvimento. Por fim, acusou a Esquerda de viver numa bolha, desconectada da realidade social do País.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Novela,divulgação,realidade,Pobreza,vulnerabilidade,População,Esquerda política,Discurso político
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Nesta semana, nas redes sociais oficiais do Presidente da República, nós vimos um chamamento às pessoas para assistirem ao capítulo final de uma novela. Coincidentemente, no último capítulo dessa novela, dois personagens dialogaram sobre como é viver no Brasil. Tudo que a Esquerda defende aconteceu na novela. É lógico que isso é ficção, é cultura; não é realidade. Pelo debate que esses dois personagens fizeram, era como se eles vivessem na Suíça, mas gastassem em real; era como se eles tivessem uma educação de primeiro mundo, mas vivessem na favela. O Governo, mais uma vez, noticiou na imprensa oficial que não pagou pela divulgação. Com isso, confessou que houve uma divulgação praticamente eleitoral em uma novela, em uma obra de ficção, para retratar um Brasil que não existe. Aquele Brasil não é o país que a gente vê nas ruas. Aquele serviço de saúde não corresponde à realidade do PSF Programa Saúde da Família e dos hospitais regionais do nosso País. A novela não retrata a realidade das pessoas que passam fome e vivem na pobreza. Este Governo vende a ideia de que não existe mais pobreza, mas, 20 anos depois, continua visitando as mesmas casas dos mesmos pobres. Por que esse pessoal não saiu da pobreza, então? Essas pessoas continuam lá! É uma falácia essa narrativa deste Governo falido, que defende o "quanto pior, melhor", que quer ver o pobre escravo dos benefícios, que não acabam mais. Essas pessoas se acostumaram com os benefícios. Para o Governo ter o voto dessas pessoas novamente, terá que aumentar os benefícios. Essas pessoas não conseguem sair desse círculo vicioso, não conseguem deixar de depender do Estado, não conseguem deixar de depender de benefício, de ajuda, de qualquer tipo de coisa que o Governo dê. O Governo deveria dar informação, dar educação, dar cultura, dar oportunidade de desenvolvimento, mas não vemos isso acontecer. Enquanto isso, aqui, vários Parlamentares da Esquerda continuam com esta narrativa de que está tudo bem. Eu acho que eles não estão saindo da bolha em que vivem com o iPhone 17 que eles usam e com os carros importados nos quais eles andam. Eles não vão para as bases e não veem a pobreza que existe neste País, que é muito diferente do que eles falam aqui nesta tribuna. Obrigado, Sr. Presidente. - 21/10/2025
O Deputado registrou e parabenizou a presença do Vereador Léo, de Iporã (PR), reconhecido como o Vereador mais jovem do Brasil. Destacou a importância da participação de jovens na política e incentivou o Vereador a continuar frequentando Brasília, ressaltando que “as grandes decisões do País são tomadas aqui” e que é fundamental a contribuição de todos os representantes do Legislativo.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Iporã (PR),Jovem,Brasília (DF),Contribuição,Representante,Poder Legislativo
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Quero agradecer a presença aqui do Vereador Léo, o Vereador mais jovem do País. Na legislatura passada, ele pôde registrar sua candidatura por 1 dia de diferença do aniversário e foi eleito o Vereador mais jovem do Brasil. Ele é Vereador de Iporã, ao lado da minha cidade natal, Umuarama, desse Paraná que tanto amamos. Parabéns Léo! Continue vindo a esta Casa, prestigiando Brasília, porque as grandes decisões estão sendo tomadas aqui, e é importante a opinião de todos que fazem parte do Legislativo do nosso País. Obrigado, Sr. Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2025 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.