
Nome civil: Rodrigo Lugli · 50 anos
Bananômetro
84/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 78% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 86%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 26%das 372 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 95%das 214 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.rodrigodazaeli@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5648
- Gabinete
- Gabinete 648, Anexo IV, 6º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 181 de 193 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 501 de 555 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 14 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
26%
Em 372 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
139 discursos na tribuna · de 05/02/2025 a 01/09/2026.
- 25/02/2026
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Pedi 1 minuto de atenção para registrar a presença aqui de dois Vereadores de Conquista D'Oeste, em Mato Grosso, a Vereadora Vanderlaine Soares e o Vereador Natanael Alvares. Trata-se de um Município produtor rural, agrícola, agropecuário, atividades que impulsionam Mato Grosso. Quero mandar também um abraço ao Prefeito Odair Vargas, do PL. Parabéns, Vereadores que estão aqui presentes! Sintam-se em casa. Voltem sempre aqui, porque é daqui de Brasília, realmente, que nós podemos levar recurso para os nossos Municípios de Mato Grosso. Parabéns e sejam sempre bem-vindos! - 24/02/2026
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de encerramento de discussão e encaminhamento da votação do Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que trata do Marco Legal de Combate ao Crime Organizado e altera a Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País. Criticou o PT por não apoiar a criação da CPMI do Banco Master. Disse que não viu integrantes do partido assinarem o requerimento para instalação da comissão e questionou a coerência entre discurso e prática. Também afirmou que o PT não apoiou a convocação de “Lulinha” para depor na CPMI do INSS e acusou o partido de blindar investigados. Informou que a sociedade arcou com prejuízos causados a aposentados, enquanto responsáveis não ressarciram os valores. Declarou que o ano eleitoral motivou mudança de postura e cobrou ações concretas em vez de discursos na tribuna.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de encerramento de discussão,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,favorável,Senado Federal Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Banco Master,Falta,Apoio político,Partido dos Trabalhadores (PT),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Filho,Presidente da República
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, mais uma vez a gente vê o PT subir a esta tribuna e falar que combate o crime organizado, que é a favor da investigação do Banco Master, mas eu não vi nenhum petista assinar o requerimento para a criação da CPMI do Banco Master. Não vi ninguém assinar. Discurso aqui na tribuna é bonito, porque o microfone aceita qualquer coisa. Eu quero ver botarem a assinatura no papel, Deputados do PT. Aí, eu acredito que vocês realmente querem combater a corrupção, o crime organizado, esses cânceres que estão entranhados na nossa sociedade. É muito fácil vir com essa falácia de combater o crime organizado e agora dizer que vai votar favoravelmente ao projeto. Mas vão votar favoravelmente ao projeto porque vocês não têm mais para onde ir. Está tão escancarada a parceria de vocês com o crime organizado, com a bandidagem, que agora vocês, em ano eleitoral, têm que começar a passar um pano quente: "Vamos aprovar o projeto antifacção para ver se nos escondemos um pouquinho da bandidagem, da corrupção, do crime eleitoral que aconteceu no Carnaval". O caminho de vocês agora é este: começar a falar um pouco mais na tribuna de combate ao crime organizado. Mas eu quero ver as ações. Quem de vocês assinou a CPMI? Eu não vi ninguém do PT assinar. Não vi. Eu não vi ninguém do PT aprovar que o Lulinha vá à CPMI do INSS dar a sua declaração, o seu depoimento. Eu não vi. Muito pelo contrário, vêm escondendo a turma toda, para que ninguém possa ir lá falar mais do que a boca, falar mais do que pode, mostrar mais do que deve. Esse é o grande medo de vocês na hora em que estão blindando todos que são convocados ou que precisam dar depoimento, para que a CPMI do INSS possa ter dados mais robustos e buscar os recursos que ainda estão nas mãos dos malandros. Quem está pagando aos aposentados que tiveram suas aposentadorias roubadas não é quem roubou. É toda a sociedade brasileira que está pagando o roubo dessa turma que vocês estão escondendo. Então, vão lá e comecem a ter ação igualzinha ao discurso. Se formos perseguir o discurso de vocês toda vez que sobem à tribuna, vemos que mentem e produzem meme para a sociedade dar risada. As ações vocês não fazem, mas o discurso vocês querem pregar com narrativas para enganar a sociedade. Obrigado, Sr. Presidente. - 24/02/2026Breves Comunicações
O Deputado relatou reunião realizada na Casa da Indústria de Rondonópolis (MT), com representantes de entidades industriais e empresariais, como a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), sindicatos patronais e associações comerciais, para discutir o andamento da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 8, de 2025, que propõe o fim da escala 6 por 1. Informou que o setor produtivo manifestou preocupação com a ausência de estudos técnicos apresentados pelo Governo ou pelos autores da proposta e argumentou que a redução da jornada elevará os custos de produção e os preços de bens e serviços e afetará o poder de compra da população. Além disso, questionou os efeitos da medida sobre trabalhadores remunerados por comissão ou produtividade e indagou como será mantida a renda nesses casos. Por fim, criticou o fato de a PEC se tratar de uma proposta populista e sem base técnica do Presidente e afirmou que o setor produtivo defende debate aprofundado antes de qualquer alteração nas regras trabalhistas.
Palavras-chave oficiais: Reunião,Casa,Indústria,Sindicato,Associação comercial,Federação,Mato Grosso,Rondonópolis (MT),Proposta de Emenda à Constituição,Escala de revezamento de trabalho,redução,Jornada de trabalho,Direito do trabalho,Trabalho por comissão
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado pela oportunidade. Quero destacar que nesta semana, em que nós estivemos em Mato Grosso, nós fomos convidados a participar de uma reunião na Casa da Indústria de Rondonópolis, que abriga três dos principais fomentos da nossa região: o Sindicato das Indústrias da Alimentação da Região Sul do Estado de Mato Grosso, o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e o Sindicato das Indústrias da Construção Civil. Nessa reunião, nós estávamos com diversos presidentes e ex-presidentes desses sindicatos. A pauta principal era saber como está o andamento do projeto do fim da escala 6 por 1. Nós estávamos lá com: Wagner, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso, a Fiemt; Leonardo, Presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo, a CDL; Marília, Presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico da Região Sul do Estado de Mato Grosso, o Sindimec; Giovane, do sindicato patronal; Denise, da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis, a Acir; Alberto Torremocha, Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis; Flávio, do Observatório Social do Brasil; Rafael, ex-Presidente da CDL; Victor, Presidente do Sindicato das Indústrias da Construção da Região Sul do Estado de Mato Grosso, o Sinduscon; Hélio, do Sindicato das Indústrias da Alimentação da Região Sul do Estado de Mato Grosso, o Siar; e o Sr. Lindomar. Infelizmente, a gente chega para discutir esse projeto e não tem sequer um estudo do Governo ou de quem propôs esse projeto à sociedade. É uma falta de responsabilidade incrível jogar para a galera, jogar para a plateia a falsa ideia de que vai haver ganho em ficar 2,5 dias parado em casa, de que não vai haver aumento do custo da produção, de que não vai haver aumento do preço da produtividade, do preço da mão de obra. O que vai acontecer com o preço final dos produtos ou dos serviços? Vai aumentar. Mesmo que não haja redução de salário, haverá claramente aumento de preço. E o poder de compra do brasileiro vai sucumbir mais uma vez. Eu pergunto aos idealizadores desse projeto: como é que ficam aqueles trabalhadores que ganham por comissão, não podendo trabalhar 3 dias por semana? Vão ganhar de que forma? Vai-se manter o salário como, se eles ganham por comissão, por produtividade? Existe um grave problema entre aqueles que vendem uma mentira e aqueles que querem encarar a realidade. Nós acreditamos que todo projeto que vende essa forma de narrativa para poder levantar a popularidade de um Presidente que só faz cobrar mais impostos não vai dar certo. Nunca deu, e não será dessa vez que nós veremos um projeto populista dar certo neste País. Sr. Presidente, obrigado pela oportunidade. Solicito, se possível, que o nosso pronunciamento seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil. - 11/02/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou o uso de recursos públicos no carnaval do Rio de Janeiro, alegando que haveria promoção política do Presidente Lula por meio de um enredo carnavalesco. Também mencionou acusações e escândalos associados a governos do PT, questionando a narrativa apresentada e afirmando que se trataria de propaganda eleitoral antecipada custeada pelo dinheiro público.
Palavras-chave oficiais: Recursos públicos,Carnaval,Rio de Janeiro (Estado),Escola de samba,Presidente da República,Propaganda eleitoral,Partido dos Trabalhadores (PT),Promoção,caráter político
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero fazer um pronunciamento a todo o povo brasileiro. Estão todos convidados a assistir ao carnaval do Rio de Janeiro, porque todos estão pagando. São 12 milhões de reais investidos no carnaval do Rio de Janeiro para fazer uma propaganda eleitoral extemporânea do Presidente Lula, que conta a história de um rapaz que saiu lá do Nordeste, veio para São Paulo e virou Presidente do Brasil. Uma fábula, um conto de fadas que só tem mentiras. Será que nesse enredo falam o nome dos personagens do mensalão, que fizeram parte da história deste País, em um Governo administrado pelo Lula? Será que faz parte dessa história o nome de quem estava envolvido no petrolão, na Lava-Jato? Ou vão falar somente dos mais recentes? Vão falar do roubo dos aposentados, do rombo do INSS? Podem até mencionar familiares, o irmão do Presidente, o filho do Presidente, que foram citados na CPMI do INSS. Ou vamos falar também do rombo do Banco Master, do roubo das pessoas lá no Banco Master, que hoje fez até chover dinheiro? Nós estamos nos esquecendo dessas passagens, do que passou este País nessa Presidência? Ou nesse samba-enredo só vão aparecer coisas mentirosas, fábulas, de uma pessoa que está afundando este País mas que está mandando dinheiro lá para a escola de samba, a Acadêmicos de Niterói, para que possa fazer o seu enredo? É uma vergonha e uma propaganda eleitoral antecipada. Bolsonaro não podia falar da reunião que teve com embaixadores. Bolsonaro não podia, na campanha, chamar o Lula de descondenado. Até as redes sociais de grande parte da Direita foram censuradas. Agora, nesse desgoverno, tudo pode, até um samba-enredo contando a história de uma pessoa que fez este País afundar. Mas é de uma forma diferente, porque ele está pagando a conta, nós estamos pagando a conta, o povo brasileiro está pagando a conta para ouvir mentiras, em vez de ouvir coisas alegres na Marquês de Sapucaí. Infelizmente, esta é a dura realidade da política brasileira: usa o dinheiro de todos nós para pagar luxo de alguns, e esses alguns sempre estão envolvidos com o PT. Obrigado, Sr. Presidente. - 11/02/2026
O Deputado comentou uma operação policial relacionada ao Banco Master em Balneário Camboriú (SC), citando a apreensão de dinheiro arremessado pela janela e criticando supostos casos de corrupção. Defendeu a atuação da Polícia Federal, afirmou que recursos desviados pertencem à população e fez críticas ao Governo, acusando-o de proteger pessoas envolvidas em irregularidades.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Polícia Federal (PF),Banco Master,Balneário Camboriú (SC),apreensão,Dinheiro,Arremesso,Janela,Corrupção,Governo
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Pedi a palavra só para falar nesta Casa sobre o que aconteceu em Balneário Camboriú: chuva de dinheiro. Mais de 450 mil reais foram jogados pela janela quando se realizava uma operação policial relacionada às investigações a respeito do Banco Master. Vejam que, quando a Polícia Federal aperta, aparecem os ratos que estão roubando o nosso País. Trata-se, no caso, da Operação Barco de Papel. Em Balneário Camboriú, um cara jogou pela janela do banheiro de um apartamento do trigésimo andar mais de 400 mil reais. Choveu dinheiro. Mas esse dinheiro não é dele, não. Esse dinheiro é nosso. Nós, todos os dias, pagamos nossos impostos, que compõem as finanças que sustentam este País. Enquanto alguns roubam, outros têm que trabalhar. Infelizmente, esse Governo só defende quem rouba. - 10/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 6.132, de 2025, que cria a Universidade Federal Indígena.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Pela Oposição, nós também indicamos "não", tendo em vista que este é mais um projeto de segregação, não vai melhorar a questão de ensino em nosso País, pelo contrário, é mais despesa para uma casa que está desarrumada. As universidades, muitas delas, já têm cota para indígenas e, às vezes, essas cotas nem são preenchidas. E trazer o público indígena ou o aluno indígena para Brasília para fazer um curso aqui... Nós vamos ter que locar o quê, próximo a essa universidade, para abrigar todas essas pessoas? Segundo a própria Esquerda, são mais 28 mil alunos. Vamos ter que fazer uma cidade só de indígena aqui para abrigar esse pessoal, porque mais da metade das cidades de Mato Grosso não têm esse número de habitantes. O PL também orienta "não". - 10/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 6.132, de 2025, que cria a Universidade Federal Indígena.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria orienta "não", Sr. Presidente, até mesmo porque esta proposta é eleitoreira e de difícil execução. É muito bonito se dizer que se vai criar uma universidade indígena. Mas, hoje, os indígenas já têm vaga garantida em várias universidades federais por meio das cotas, e, lá na minha cidade de Rondonópolis, eles não conseguem preencher as vagas relativas às cotas de estudantes indígenas. Vamos agora criar uma universidade só para indígenas? Será que o branco vai ter cota nessa universidade ou não? Os indígenas de todas as universidades que têm sistema de cotas vão deixar de usar as cotas para terem a própria universidade? Este é um projeto que vem num ano eleitoral, só para buscar voto e promover mais uma vez a luta do pobre contra o rico, do branco contra o negro e, agora, do branco contra o indígena. É um Governo que só promove desunião. Eles mentem bonito, mas infelizmente não trazem nada de progresso para o nosso País. E os índios estão lá passando fome nas aldeias de Mato Grosso. Nós sabemos muito bem o que acontece lá. - 10/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 6.133, de 2025, que cria a Universidade Federal do Esporte.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "sim", e eu quero detalhar nossa posição. Esse Governo diz tanto que gosta de universidades, mas todas as universidades federais do nosso País tiveram corte orçamentário em 2025 todas! Cadê essa paixão pelas universidades federais? Com cortes orçamentários, os recursos não chegaram à ponta, alunos tiveram contingenciamento até de merenda. E agora eles vêm falar em criar mais uma universidade para reforçar sua militância e manter o discurso de que gostam de universidade. Na verdade, recursos para as universidades não são prioridade. Recursos para outras coisas são prioridade, principalmente para Banco Master, INSS. Aí há bastante recurso, para bancar a corrupção que essa corja mantém no nosso País. Quem gosta de universidade mantém o orçamento das universidades, e não retira recursos de todas as instituições universitárias federais do nosso País. - 16/12/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou as manifestações públicas da Esquerda contrárias à anistia, afirmando que seus militantes priorizam narrativas em detrimento do debate político. Ademais, defendeu a Deputada Carla Zambelli, declarando que seu mandato havia sido garantido pela Casa e que a renúncia foi um gesto voluntário para preservar a paz institucional. Além disso, condenou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), questionando decisões monocráticas, a decretação de sigilo no caso do Banco Master que envolve denúncias de corrupção e contratos milionários, e a participação de Ministros em eventos de cunho político. Por fim, repudiou a recorrente judicialização de decisões do Congresso Nacional pela Esquerda que enfraquece o Poder Legislativo, compromete o equilíbrio entre os Poderes e pode levar à perda de legitimidade do Parlamento perante a sociedade.
Palavras-chave oficiais: Manifestação pública,Esquerda política,anistia,Militante político,Debate renúncia,Mandato parlamentar,Deputada federal Supremo Tribunal Federal (STF),Decisão monocrática,Sigilo,Processo judicial,Corrupção,Banco,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Evento,Política Judicialização da política,Decisão,Congresso Nacional,Poder Legislativo,Princípio da harmonia entre os Poderes,Parlamento,legitimidade,Esquerda política
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente, Deputado Icaro de Valmir. Eu escutei atentamente o discurso. Venho escutando os discursos dessa turma de esquerda, que, quando vai às ruas, mostra exatamente como é guiada. Está circulando o vídeo de uma manifestação da Esquerda, na qual o povo grita: "Sem anestesia!". Deveria dizer "sem anistia!", mas dizem "sem anestesia!". É assim que pensa o esquerdista. Ele não quer saber qual é a discussão, ele quer saber da narrativa. Carla Zambelli teve o seu mandato garantido por esta Casa, no voto, mas o Ministro, de forma monocrática, exigiu sua cassação. Ela teve um dom: ela pediu afastamento, renunciou ao mandato, para trazer paz a esta Casa, o que a Esquerda nunca faz. A Esquerda só traz guerra. Mas agora vai ser uma guerra sem anestesia, vai ser mais dolorida um pouco. Vemos essa militância da Esquerda ultrapassar os limites da política quando um Ministro vai ao evento de inauguração de um órgão de imprensa e faz um discurso político sobre a preservação das prerrogativas do Estado Democrático de Direito. Quais são as prerrogativas no Estado Democrático de Direito para um juiz, para um juiz do Supremo Tribunal Federal, para um Ministro? Ele tem que julgar um caso do qual ele não faça parte, ele tem que julgar um caso em que ele não seja réu, em que ele não seja o promotor. Ele não pode pôr sigilo em casos de corrupção, em escândalos, no caso do rombo de um banco com o qual a esposa dele tem um contrato de 129 milhões de reais. É assim que o nosso Supremo hoje está. Tudo o que é um pouco mais sem justificativa tem sigilo de justiça ninguém pode mexer, ninguém pode perguntar. Se perguntar e mexer, é contra o Estado Democrático de Direito. Vai ser assim até quando? Vocês da Esquerda, que gostam de arrotar que não perdem nenhuma discussão no Supremo Tribunal aliás, quando perdem aqui no voto, recorrem a ele , estão diminuindo esta Casa cada vez que colocam um processo que já foi votado aqui para ser julgado lá. Amanhã ou depois, a população vai entender que não precisa mais desta Casa, porque as decisões que são tomadas aqui não são levadas à frente. Aí, sim, o Supremo vai ter toda a autonomia para fechar o Congresso Nacional, com legitimidade popular para isso. É isso o que nós queremos, esse desequilíbrio entre os Poderes, em que o Legislativo não tem mais sua autonomia porque tudo o que vota, tanto a Câmara quanto o Senado, o Poder Judiciário faz voltar atrás, cancela? Infelizmente, é esse o caminho que o nosso País está tomando, Sr. Presidente. Muito obrigado. - 16/12/2025
O Deputado saudou a presença, no plenário da Câmara dos Deputados, do influenciador da Direita, Pretinho, do Mato Grosso do Sul, e de Francisco Mello, de Barra do Corda (MA). Ademais, parabenizou o cantor Zezé Di Camargo pela postura coerente e corajosa ao confrontar uma emissora de televisão que atua alinhada à Esquerda e utiliza recursos públicos para fins políticos.
Palavras-chave oficiais: Influenciador digital,Mato Grosso do Sul,Direita política,Barra do Corda (MA) Artista,Cantor,Emissora de televisão,Esquerda política,Recursos públicos,Ideologia política
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Pedi a palavra para agradecer a presença do Pretinho, do Mato Grosso do Sul, que faz vídeos entrevistando pessoas. Ele é bem polêmico e da Direita. Também está presente nosso Francisco Mello, lá de Barra do Corda, no Maranhão. Parabéns pela visita aqui, com a qual nos prestigiam! Também uso o resto do tempo, Sr. Presidente, para parabenizar o Zezé Di Camargo pela coerência que teve quando encarou uma emissora de televisão que já nasce com o rótulo da Esquerda, já nasce para pegar os recursos públicos para fazer campanha para a Esquerda. Parabéns pela coragem, Zezé Di Camargo! Obrigado, Sr. Presidente. - 03/12/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a decisão do Ministro Gilmar Mendes que suspendeu a prerrogativa do Senado de propor processos de impeachment contra integrantes do Supremo Tribunal Federal. Afirmou que o tema ainda seria analisado pelo Plenário da Corte entre os dias 12 e 19 e expressou preocupação sobre possíveis impactos em outras atribuições do Senado. Declarou que a medida representava autoblindagem do Judiciário e mencionou pedidos de impeachment de Ministros que não avançaram na Casa Alta. Também mencionou decisões recentes que, em sua avaliação, limitaram prerrogativas do Parlamento e geraram insegurança constitucional. Concluiu alertando para riscos institucionais e para a necessidade de preservar competências previstas na Constituição.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Impeachment,alteração
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Hoje a pauta não poderia ser outra a não ser a decisão do Ministro Gilmar Mendes de tirar a prerrogativa do Senado Federal de abrir processo de impeachment contra qualquer membro do Supremo Tribunal Federal. Mas tenhamos calma, porque, na própria decisão, o Ministro diz que a questão vai ser avaliada pelo Plenário da Corte entre os dias 12 e 19 de dezembro. Então, não vai parar por aí. Como o Senado ainda não votou a indicação do Presidente Lula para o Supremo e, na cabeça dos Ministros, só quem pode tirar Ministro é a Procuradoria-Geral da República , entre os dias 12 e 19 de dezembro vamos colocar também que só quem pode votar a indicação é a PGR. Isso vai tirar mais uma prerrogativa do Senado. Será que alguém desta Casa tem dúvida da audácia e da coragem que os Ministros têm? Isso é autoblindagem. Foi falado muito aqui sobre blindagem de Deputados e Senadores no mês passado. Hoje eu não estou ouvindo a Esquerda falar de blindagem. Fugiu essa palavra do vocabulário da Esquerda. A autoblindagem do Supremo sumiu do vocabulário dos petistas, mas o que não vai sumir da história da Esquerda é a injustiça que estão cometendo, a falta de prerrogativa constitucional de todos os atos que esses Ministros vêm fazendo neste último ano, muitos deles contra pessoas inocentes, que, a partir de uma narrativa de prender Bolsonaro, que é o maior líder da Oposição, estão punindo milhares de brasileiros de bem, que não tiveram nenhuma iniciativa de dar ou tentar dar um golpe de Estado. A Esquerda se cala, porque lhe é conveniente. Na Venezuela, começou assim. Hoje, quem vocês estão achando que são aliados no Supremo amanhã serão aqueles que vão tratar vocês como inimigos, porque não existe limite para a fome de quem quer, de quem anseia, de quem faz tudo pelo poder. Nobres colegas, meus nobres Deputados, o Senado já está mostrando, ou melhor, já está experimentando o próprio veneno. Foram omissos ao não fazer a abertura do processo de impeachment de Ministros. Há mais de vinte pedidos de abertura, pedidos com mais de 41 assinaturas. Mais da metade do Senado acha prudente abrir uma investigação ou um processo de impeachment, mas não o fizeram. Depois do Senado, vão querer calar esta Casa, acabando com as nossas prerrogativas. Já prenderam Deputados pelas suas falas, desconsiderando o que diz a Constituição, porque agora a Constituição é o Supremo. O que eles antigamente falavam, hoje, falam de forma diferente, mudaram de opinião, sem ter mudado uma linha ou uma vírgula na nossa Constituição. Estamos à mercê de interpretações momentâneas e partidárias. Quando a política entra pela porta do Supremo Tribunal Federal, a Justiça sai pela janela. Então, nós vamos ter momentos negros no nosso Judiciário. E, do dia 12 ao 19, eles vão aprovar... A PGR vai ter a autonomia para aprovar o Messias como o novo tripulante do Supremo Tribunal Federal. Obrigado, Sr. Presidente. - 02/12/2025
O Deputado discutiu a Medida Provisória nº 1.308, de 2025, que dispõe sobre o licenciamento ambiental especial, visando à consecução eficiente e eficaz de atividades e empreendimentos estratégicos, nos termos que especifica.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Medida provisória,favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é muito fácil a gente ouvir agora a Esquerda dizendo que o projeto vai ser votado a toque de caixa, com duas, três, quatro, seis mudanças no relatório, mas a gente vê todo dia isso acontecer com projetos relatados pela própria Esquerda. O belo relatório do Deputado Zé Vitor neste projeto de licenciamento ambiental demonstra a maturidade que esse Relator tem sobre o tema, desburocratizando, fazendo com que essas licenças especiais sejam propositivas e pontuais. Não quer dizer que vai generalizar ou banalizar as licenças ambientais, mas vai desburocratizar, vai fazer com que quem produz neste País, com quem quer empreender neste País porque não é só licença ambiental para produção agrícola, mas licença ambiental também para obras possa fazer isso com facilidade, com segurança jurídica, com um olhar de trazer desenvolvimento. Mas não é isso que a Esquerda quer. A Esquerda quer dificultar tudo neste País, quer parar o País, quer pará-lo na licença ambiental, nos juros, nas taxas que estão inventando, nos novos impostos que estão cobrando. Então, para tudo que vem para facilitar a geração de emprego, a produção, a facilidade do empreendimento, eles têm uma desculpa, e geralmente a desculpa é porque vai favorecer sempre os mais ricos, vai acabar com a Floresta Amazônica ou vai ter um impacto ambiental fenomenal. O importante é dizer que eles querem a população pobre do nosso País cada vez mais pobre. Não é porque eles gostam de pobre para que eles possam transformar as vidas deles, para saírem de subempregos ou saírem do Mapa da Fome, faz mais de 20 anos que eles estão no Mapa da Fome, são quase 20 anos de Governo PT. Mas esta é a visão deles: manter a população carente mais carente. Então, parabéns ao Relator Zé Vitor, que fez um ótimo relatório! Este relatório vai fazer com que quem quer produzir, quem quer levar desenvolvimento, quem quer fazer com que Estados e Municípios possam ter velocidade em suas obras e quem quer produzir no campo também, porque outra parte do licenciamento ambiental pega a questão da agricultura, possa fazer isso com eficiência e rapidez. Quem quer trabalhar, quem quer produzir tem pressa. Agora, quem não tem pressa é quem quer prejudicar as vidas das pessoas, como sempre a Esquerda faz. Obrigado, Sr. Presidente. - 02/12/2025
O Deputado registrou a presença de Vereadores de Poxoréu (MT) na Câmara dos Deputados. Relatou que a cidade era conhecida pela produção de diamantes e que a visita dos Parlamentares municipais a Brasília reforçava a parceria com o Estado. Ademais, afirmou que, quando um Vereador buscava diálogo na Capital, havia o compromisso de retorno em benefícios ao Município. Ao concluir, parabenizou os visitantes pela iniciativa e afirmou que a presença deles motivava o trabalho em defesa de Mato Grosso.
Palavras-chave oficiais: Saudação,Vereador,Poxoréu (MT)
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Queria registrar aqui a presença de dois Vereadores de Mato Grosso, da cidade de Poxoréu, a capital do diamante em nosso Estado. O Vereador Buguinho e a Vereadora Zilma estão fazendo uma visita à Câmara. Também estão aqui em Brasília o Vereador Valim e a Vereadora Prof.ª Gisa, andando pelos gabinetes. É importante a visita desses Vereadores. Toda vez que um Vereador vem nos prestigiar, nós de Mato Grosso sabemos da nossa obrigação de dar um retorno para o Município. Parabéns, Zilma, e parabéns Buguinho, por estarem conosco aqui em Brasília! A motivação de vocês quando vêm a esta Casa faz com que nós trabalhemos cada vez mais para levar resultado para o nosso querido Estado de Mato Grosso. Obrigado pelas presenças. - 26/11/2025
O Deputado encaminhou a votação do Projeto de Lei Complementar nº 453, de 2017, que altera a Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, atribuindo ao Exército a execução de obras e serviços de engenharia sem necessidade de licitação pública nos casos que especifica.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de lei complementar
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu já encaminhei na propositura. Agora, no mérito, vou reforçar a minha opinião. Nós temos um corpo técnico de engenheiros em vários Batalhões de Engenharia do Exército distribuídos em todo o País. Trata-se de pessoas que estão capacitadas, que têm uma conduta ilibada, preparadas para assumir obras que já estão paralisadas, obras que já receberam investimento público, obras que as empreiteiras particulares pegaram e desistiram, ou por ter feito uma planilha errada, na hora de assumir a licitação, ou por uma licitação mal feita que, no fim, não teve como ser concluída dentro dos valores da licitação, ou por qualquer outro motivo. Às vezes, mergulham no preço de uma obra, e, depois não conseguem entregar. Assim, fica esperando o aditivo: "vamos aditivar". Eu tenho certeza de que isso não vai acontecer. E nós só estamos aqui falando da dispersa da licitação, para que eles possam assumir as obras e concluir. Ninguém está dizendo aqui que não vai ter fiscalização, que as obras podem ser feitas de qualquer maneira, sem nenhum tipo de controle, tanto financeiro quanto da própria obra, da qualidade dessa obra. Nós temos que prestar bem atenção: não é bicho de sete cabeças; é coisa simples. Nós já temos profissionais, nós já temos todo o corpo do Exército. A União já está pagando esses profissionais, já está na folha de pagamento da União. Então, vamos aproveitar esses engenheiros militares do Exército para que possam concluir essas obras. São obras que já foram licitadas, já foram começadas e estão abandonadas. O Brasil não tem muito a perder nisso, não. Vamos pegar novas obras e obras de grande volume para que possam ser concluídas dentro do prazo que a população espera. O pior de tudo, para o cidadão, é ver começar uma obra, ter o sonho de que em um ano, dois anos, três anos essa obra estará concluída, e logo depois ela é abandonada por uma licitação malfeita, por incapacidade técnica da empresa que a assumiu. Eu tenho certeza, e pode acontecer também de o Exército ter dificuldade de execução. Isso pode acontecer, mas será muito menos do que o que vemos hoje no Brasil afora, espalhado por diversas e inúmeras obras inacabadas, obras de grande estrutura que o País precisa que sejam concluídas. Obrigado, Sr. Presidente. - 26/11/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 453, de 2017, que altera a Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, atribuindo ao Exército a execução de obras e serviços de engenharia sem necessidade de licitação pública nos casos que especifica.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nós estamos aqui para fazer um relato favorável a este projeto. É um projeto que coloca os batalhões, os BECs Batalhões de Engenharia de Construção do Exército, para fazerem esses grandes projetos que estão parados, inacabados, já que realmente a iniciativa privada não deu conta de conclui-los. Eu não vejo ponto negativo nisso. Até ouvi alguns Parlamentares ali falando que pode haver uma politização dentro da engenharia do Exército nessas obras, mas isso a gente já vê acontecer na vida privada, com empreiteiras que são muito ligadas a políticos, como aconteceu na Lava-Jato, com a Odebrecht, em todo processo. Então, eu não tenho medo disso. Não podemos deixar este País com obra inacabada, se há toda essa infraestrutura humana, técnica, do Exército para concluir essas obras. Eu tenho uma experiência própria. Quando eu fui Secretário do meu Município e Presidente da Companhia de Desenvolvimento, o meu diretor técnico era um engenheiro aposentado do Exército, que trabalhou lá na ANUBEC, em Cuiabá. Ele era uma pessoa de moral ilibada, centrada e técnica, que me ajudou muito. Então, eu confio muito na parte de engenharia do Exército. Eu acho que é um projeto que vem somar com o que Brasil precisa para terminar as obras grandiosas de mais de 150 milhões de reais. Esse corpo técnico da equipe de engenharia que nós temos dentro do Exército pode ajudar. Eu quero parabenizar o autor do projeto, Deputado Gonzaga Patriota, e o Relator Lula da Fonte, que fez o relatório. Eu estou aqui para apoiar o projeto, Sr. Presidente. Muito obrigado. - 26/11/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 4.333, de 2025, que altera o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal para dar mais celeridade e eficiência aos processos penais decorrentes de prisão em flagrante. Na oportunidade, criticou o Partido dos Trabalhadores (PT), dizendo que o Partido não costuma apoiar medidas mais rígidas. Por fim, defendeu penas mais duras para proteger a população.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável Partido dos Trabalhadores (PT),Segurança pública
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, este projeto vai endurecer um pouco mais a pena dos criminosos e facilitar o trabalho da polícia. Hoje, a polícia prende, e é obrigada a soltar. Pessoas são presas trinta vezes por causa do mesmo crime, e são soltas trinta vezes. Estes são alguns dos principais pontos que vão melhorar o trabalho da polícia e endurecer a pena dos bandidos: encurtamento de prazo no inquérito policial; criação de nova hipótese de prisão em flagrante; prisão temporária mais curta; regressão do regime por novo crime; celeridade processual; maior controle sobre os criminosos perigosos. Esse pacote de medidas vai fortalecer a segurança pública. Ultimamente, tudo nesta Casa que vem do Governo ou da Esquerda é aumento de impostos ou facilitação da vida de bandidos, relaxamento de prisões, relaxamento de processos judiciais contra os bandidos. Quando chegamos com um projeto como este, que endurece penas, fortalece as unidades policiais, isso nos dá orgulho de votar e nos dá vontade de subir a esta tribuna e defendê-lo, porque poucos projetos como este chegam aqui. Com certeza não terá o voto do PT, porque a ideologia deles não é endurecer, é enfraquecer, facilitar, considerar que o traficante é vítima do usuário, como disse o líder deles. Nós temos que defender este projeto e dizer que somos totalmente a favor de penas mais duras para quem comete crime, para quem não respeita a legislação, para quem não respeita as famílias, para quem vai às ruas com maldade no coração para fazer com que a sociedade sofra a cada dia mais. Isto é para ajudar a população de bem. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera o art. 2º da Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993 para garantir que não será possível a desapropriação por interesse social, para fim da reforma agrária, da propriedade produtiva que não cumprir sua função social de terras produtivas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "sim". Não é difícil, para quem tem um pouco de noção de produção rural, ver que as coisas não acontecem da noite para o dia. Existe planejamento, existe investimento, existe todo um ciclo de produção no mínimo, de 6 meses a 1 ano. Agora, se qualquer tipo de irregularidade for achada, em qualquer propriedade, automaticamente essas pessoas já vão perder o direito à sua terra? Cadê o transitado em julgado? Neste País, terroristas, traficantes e corruptos respondem a processos que duram 10 anos. Há Deputados neste plenário que já estão há 2 anos esperando o julgamento de uma liminar. A liminar não é julgada, e eles continuam aqui, entre nós, mesmo condenados por corrupção. Agora querem tirar da terra produtiva, de imediato, as pessoas que estão lá. O que mais vemos hoje são pessoas de má índole, que defendem bandido e às vezes fazem o mesmo procedimento. Então, nós pedimos que votem "sim". - 05/11/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera a Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993, para delimitar os critérios de verificação do cumprimento da função social da propriedade produtiva.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é fácil votar a favor deste projeto por causa do seguinte: acabamos de ouvir o Deputado da Esquerda dizer que, desde 2002, estão fazendo reforma agrária. Nós estamos em 2025, e não terminaram ainda?! Tiveram quase 20 anos de poder na mão com o PT, e ainda existe gente dizendo que está precisando de reforma agrária. Vamos chegar a 2222, e não vai haver reforma agrária com esse pessoal. Eles não estão preocupados em fazer reforma agrária, estão preocupados em manter o povo lá como curral eleitoral. Estão dizendo que gostam de pobre. Não, eles gostam de pobreza. Querem que as pessoas continuem pobres. O Lula já disse que, se essas pessoas ganham um dinheirinho a mais, já não votam mais neles. Eles conhecem o outro lado, o lado do desenvolvimento. Então, só por isso nós votamos favoráveis ao projeto. Parabéns, Deputado Rodolfo Nogueira! - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada da ordem do dia do Projeto de lei nº 4.357, de 2023, que altera o art. 2º da Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993, visando impedir que terras produtivas sejam desapropriadas para a realização da reforma agrária.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição orienta "não". Nós sabemos da importância do agro no País, que é o fiel da balança comercial. Essa insegurança quer de toda forma destruir a propriedade rural, quer acabar com os nossos produtores, quer fazer com que a gente produza cada vez menos. Essa é a visão da Esquerda. Querem que o Brasil fique parecido com a Venezuela ou Cuba. É esse tipo de agricultura, é esse tipo de insegurança que eles querem para o nosso País. Como eles sempre criam uma narrativa, agora dizem que não vão tomar a terra de quem produz maconha, vamos dizer assim. Quem produz vai ter as sanções legais do mesmo jeito. O que não pode é criar insegurança, por qualquer coisa tirar a terra produtiva de quem produz e passar para o MST. Obrigado, Sr. Presidente. - 05/11/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Decreto Legislativo nº 3, de 2025, que susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de decreto legislativo,favorável
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O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Altineu Côrtes, do PL, é uma honra ter V.Exa. presidindo a sessão nesta Casa hoje. É muito simples essa resolução do Conanda. Toda vez que a Situação, o Governo, vem falar da resolução, não cita parágrafo nenhum. Eles só dizem que é para defender as crianças, mas não têm coragem de ler a resolução, porque é bem claro o que as pessoas entendem quando a leem. Então, eles não falam a verdade para a população brasileira. É clara a resolução. Hoje é permitido o aborto para quem foi estuprada é permitido. O que tem que acontecer é identificar quem estuprou. A resolução permite que se faça o aborto sem boletim de ocorrência, sem nenhum tipo de informação. Foi citado ali que 80% dos casos de estupro de menores de 13 anos ocorrem dentro da própria família. Eu vou dizer para vocês o que vai acontecer no ano que vem: vai ser 0%, porque não vai haver informação. As famílias más vão levar as crianças para fazer o aborto e não vão informar nada, porque não são obrigadas. E ainda vão fazer a criança participar desse conluio. É isto que eles estão defendendo: que quem comete esse tipo de crime continue impune, não consiga ser identificado. É isto que defende a Esquerda do nosso País: a destruição das famílias e dos sonhos das crianças. Crimes acontecem. Vão continuar acontecendo estupros dentro das famílias, mas é preciso identificar para corrigir. Não existe essa questão de a criança ficar acuada. Nós temos o direito e o dever de cuidar das famílias que não têm condições de se cuidar. Nós temos que derrubar essa resolução. Por isso, nós temos que votar "sim" ao PDL que extingue essa resolução do aborto, essa resolução contra a vida. Obrigado, Sr. Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2025 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.