
Nome civil: Ricardo Magnus Osório Galvão · 78 anos
Bananômetro
71/100
período curto: nota baseada em 181 votações
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 31% dos deputados · média do partido: 77
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 95%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 82%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 46%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Governo Lula (3º mandato)
Vota com o governo 83%das 116 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 84%das 129 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Redes oficiais de Ricardo Galvão
Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Governo Lula (3º mandato)
Presença nas sessões
95%
Esteve em 38 de 40 sessões
Votou nas votações
82%
Registrou voto em 148 de 181 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 5 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
83%
Em 116 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
22 discursos na tribuna · de 04/11/2025 a 25/03/2026.
- 11/11/2025
O Deputado afirmou que o debate sobre o uso medicinal da Cannabis tem origem histórica e científica sólida, citando pesquisas desenvolvidas há milênios e avanços recentes liderados por especialistas como Raphael Mechoulam, Elisaldo Carlini e Antônio Zuardi. Destacou que o Brasil possui produção científica de alta qualidade na área de canabinoides e lembrou que o STJ autorizou, em 2023, a importação de sementes e o cultivo de cânhamo industrial, ainda sem regulamentação pela Anvisa. Por fim, defendeu que o tema seja apreciado pelo Congresso, como sugerido pelo Ministro Paulo Teixeira, e afirmou que o País não pode ignorar evidências científicas ao tratar do assunto.
Palavras-chave oficiais: Cannabis (gênero),uso medicinal,Cânhamo,Indústria,Superior Tribunal de Justiça (STJ),autorização Projeto de lei ordinária,Maconha,Canabidiol,Medicamento,comercialização,apreciação
Ler a transcrição oficial
O SR. RICARDO GALVÃO (Bloco/REDE - SP. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu entendo que o Recurso nº 29, de 2021, não vai ser apreciado hoje, mas eu gostaria de fazer um comentário, já nos preparando para a próxima votação. Segundo o Prof. Antônio Zuardi, as tentativas de uso médico ou terapêutico da Cannabis datam de mais de 5.000 anos, começando na China e na Índia. No ocidente, os estudos sobre o uso da Cannabis foram introduzidos muito mais tarde, pelo médico irlandês Sir William O'Shaughnessy, em meados do século XIX. Seus excelentes resultados iniciais incentivaram mais investigação na Europa e nos Estados Unidos. No entanto, no fim do século XIX, os trabalhos arrefeceram substancialmente. Isso foi devido ao fato de os efeitos desses extratos de Cannabis serem dificilmente replicáveis, porque eram obtidos da planta como um todo. Atualmente, sabe-se que a Cannabis tem mais de cem canabinoides e que vários deles têm efeitos diversos e até opostos. No início da década de 1960, o interesse pela utilização da Cannabis retornou, acionado pelo trabalho do bioquímico israelense Raphael Mechoulam, que identificou a estrutura química de seus principais componentes, em particular o canabidiol CBD e o tetrahidrocanabinol THC. Na década de 1960, pensava-se que o CBD, que não produz efeitos psicoativos, não era efetivo como medicamento. Esse conceito começou a mudar no início da década de 1970, quando o Prof. Mechoulam encontrou o pesquisador brasileiro Elisaldo Carlini. Os dois iniciaram uma produtiva colaboração científica por toda a vida. Essa cooperação proporcionou aos grupos brasileiros um notável avanço na pesquisa da Cannabis, sendo os Profs. Elisaldo Carlini e Antônio Zuardi expoentes desse esforço seminal. De fato, a produção científica brasileira em pesquisa de canabinoides é de altíssima qualidade, levando à produção exitosa de fitofármacos. Em novembro do ano passado, o STJ autorizou a importação de sementes e o cultivo de cânhamo industrial, uma variedade da Cannabis com baixo teor de THC. No entanto, 1 ano após a autorização, a Anvisa e os Ministérios ainda não aprovaram sua regulamentação. Citando o projeto de lei do Deputado Fábio Mitidieri, o Ministro Paulo Teixeira argumenta que a matéria deve ser discutida no Congresso, sem mais procrastinação intencional. Em uma nação moderna, que anseia pelo seu merecido protagonismo internacional, a soberba da estultícia não pode estar acima da soberania da ciência. - 04/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento da discussão do Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. RICARDO GALVÃO (Bloco/REDE - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Federação PSOL REDE orienta "sim". Como diz minha colega Jandira Feghali, cultura também é ciência. Nós temos que fortalecer a cultura nacional e defender o investimento na criação cultural do Brasil.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2025 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.