
Nome civil: Otoni Moura de Paulo Junior · 49 anos
Bananômetro
87/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 95% dos deputados · média do partido: 71
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 93%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 80%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 75%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 100%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · 2019
Vota com o governo 94%das 201 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 91%das 182 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.otonidepaula@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5682
- Gabinete
- Gabinete 682, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de 2019
Presença nas sessões
93%
Esteve em 153 de 164 sessões
Votou nas votações
80%
Registrou voto em 254 de 316 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 21 projetos apresentados (5%)
Alinhamento com o governo
94%
Em 201 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.355 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 05/02/2019 a 13/10/2026.
- 01/07/2026
O Deputado apresentou Luiz Filho como pré-candidato a Deputado Estadual pelo Rio de Janeiro e elogiou o trabalho social desenvolvido no projeto Bolsão Social RJ, que recuperou mais de dez mil jovens da criminalidade e os encaminhou ao mercado de trabalho. Além disso, destacou que a iniciativa não utilizava recursos públicos, mas parcerias com o setor privado, e afirmou esperar que o eleitorado fluminense o leve à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro para atuar em favor da juventude e da dignidade dos jovens do Estado.
Palavras-chave oficiais: Pré-candidato a cargo eletivo,Deputado estadual,Rio de Janeiro (Estado),Projeto social,Juventude,Apoio político
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Querido Presidente Messias Donato, é com muita alegria que eu quero apresentar o meu pré-candidato a Deputado Estadual pelo Rio de Janeiro Luiz Filho. Luiz Filho é um orgulho para todos nós, cariocas e fluminenses. Ele desempenha um serviço, um trabalho social lindo, maravilhoso no Rio de Janeiro chamado Bolsão Social RJ. Só para os Srs. Deputados terem uma ideia, através desse lindo trabalho, mais de dez mil jovens já foram recuperados do mundo do crime e, entre eles, vários foram formados para o mercado de trabalho, dando a dignidade, que muitas vezes o Governo não dá. Luiz Filho não usa nenhum recurso público. Tudo é feito em parcerias com o mercado privado. São empresários que conhecem o trabalho dele, a seriedade dele. E ele tem feito essa parceria. Estar ao lado de Luiz Filho é uma alegria muito grande. Eu tenho certeza de que o povo do Estado do Rio de Janeiro vai recompensá-lo e colocá-lo na Alerj, para trabalhar pela juventude do nosso Estado para que nós possamos dar aos nossos jovens maior dignidade. Seja bem-vindo, Luiz Filho. É um orgulho estar ao seu lado. Obrigado, Presidente. - 30/06/2026
O Deputado fez um alerta sobre os efeitos da liberação das bets, afirmando que havia advertido a Casa sobre o alto custo social da medida e rejeitado a promessa de geração de emprego e estímulo econômico. Além disso, apontou o avanço da ludopatia como vício grave, associado a sofrimento, suicídios e destruição de famílias, e defendeu reação contra o lobby das apostas para preservar a dignidade da Nação.
Palavras-chave oficiais: Aposta esportiva,liberação,Ludopatia
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero fazer um alerta. Quando esta Casa estava votando o projeto de liberação das bets, eu subi àquela tribuna e disse que o preço que nós pagaríamos seria muito caro. Eu disse, naquela tribuna ali, que não valeria a pena fazermos aquela liberação por mais empregos ou por mais liberdade econômica. Disseram que giraríamos a economia brasileira. Eu sabia que era tudo balela. Hoje, a Nação brasileira está curvada diante de um vício demoníaco, terrível, a ludopatia, o vício em jogos. Pessoas estão se matando, pessoas estão tirando a própria vida, devido à tristeza que é a armadilha da jogatina. Quando eu subi àquela tribuna, disseram que eu estava dizendo o que disse porque eu era pastor. Não! Eu estava fazendo um alerta, porque eu sabia como nós estaríamos sofrendo hoje enquanto Nação brasileira. Mas não quiseram me ouvir. Agora, estamos pagando um preço terrível por isso. E, se não fizermos alguma coisa contra o lobby das bets, que domina não só as mentes, mas também o império da nossa República, nós estaremos simplesmente enterrando a dignidade da nossa Nação e destruindo as famílias brasileiras. - 30/06/2026
O Deputado afirmou que os interesses da população trabalhadora deste País não poderiam ficar abaixo de disputas políticas e criticou o Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, por barrar a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que trata da redução da jornada de trabalho sem redução salarial. Além disso, sustentou que a medida teve ampla adesão popular e parlamentar, não quebraria o Brasil e deveria ser apreciada em favor do povo trabalhador.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,apreciação,Senado Federal,atraso
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O interesse da população e dos trabalhadores deste País não pode ser rebaixado por interesses políticos outros. Nós não podemos colocar os interesses políticos, as guerras e divergências políticas acima dos interesses do trabalhador. É isso que o Presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, o Senador Davi Alcolumbre, está fazendo quando ele senta em cima daquilo que nós, nesta Casa, demos, por maioria ampla, quando derrubamos aqui a escala 6 por 1: o direito ao trabalhador de mais um descanso, sem que haja diminuição do seu salário. Não é possível que uma votação que fizemos nesta Casa, com uma ampla adesão popular, com uma maciça adesão desta Casa, mais de 80% dos Srs. Deputados e das Sras. Deputadas votando contra a escala seis por um, agora esteja sendo barrada no Senado Federal porque Davi Alcolumbre entende que, se a escala passar lá, se o fim da escala 6x1 passar lá, quem vai ganhar é o Governo Federal, é o Governo Lula. Para mim, pouco me importa quem vai ganhar politicamente. Será que o trabalhador não merece isso este ano, Senador Davi Alcolumbre? Será que V.Exa. colocará interesses seja de V.Exa., seja do mercado, seja da área patronal acima dos interesses do povo trabalhador? Não é possível! Eu quero fazer um apelo ao coração de V.Exa., à consciência de V.Exa.: não tire a alegria do povo trabalhador, que este ano precisa terminar o ano sem o fardo de estar vivendo uma escala que, sem dúvida alguma, é desumana. É desumana! Nós, eu fiz parte do grupo de trabalho da Comissão Especial que tratou desse assunto com profundidade. Não votamos no afogadilho, não. Isso também não vai quebrar o Brasil, não. Portanto, é o apelo que eu faço ao Presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, em nome da massa trabalhadora deste País, que também elegeu V.Exa. - 30/06/2026
O Deputado afirmou que o principal risco do País era fiscal, e não econômico, apontando déficit de 53 bilhões em maio, com gastos públicos acima da arrecadação e avanço mensal das despesas. Além disso, comparou a situação às finanças domésticas para alertar sobre endividamento e defendeu Ronaldo Caiado como exemplo de gestão responsável em Goiás, onde teria havido recuperação fiscal e investimentos sociais. Por fim, advertiu para uma “bomba-relógio” em 2027 e sustentou que apenas um governo competente poderia conter a crise fiscal.
Palavras-chave oficiais: Desequilíbrio fiscal,Contas públicas,Despesa pública,endividamento,Governador,Goiás,gestão,Elogio,Crise fiscal,Pré-candidato,Presidência da República
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sabe quando o perigo não está onde você está, mas está na próxima esquina? É o que está por vir na próxima esquina fiscal do Brasil. O nosso problema não é econômico; na economia estamos indo bem, obrigado. O nosso problema é fiscal. Há um descontrole do Governo no que tange ao compromisso fiscal, esse descontrole é visto claramente com um déficit, no mês de maio, registrado em 53 bilhões. O que é isto? É quando o Governo gasta mais do que arrecada. O Governo arrecadou neste mês de maio 198 bilhões, mas gastou 251 bilhões. É um rombo fiscal que no mês de maio e em todos os meses está sendo puxado por um avanço de mais ou chegando a 10% a cada mês dos gastos governamentais. Então, o Governo gasta mais do que arrecada. É igual à sua casa, minha senhora, meu senhor trabalhador, minha senhora trabalhadora, dona de casa, se você ganha "x", você não pode gastar mais do que "xx", mais do que o "x". Por quê? Porque se você fizer isso, você vai ter que contrair o quê? Empréstimo. Você vai ter que contrair dinheiro fora, além do seu salário. Isso vai fazer uma ciranda financeira de dívidas em que você irá mergulhar. É o que está acontecendo com o nosso País. Por que eu hipotequei o meu apoio a Ronaldo Caiado? Primeiro, porque eu sou um político conservador de direita e entendo que nós não podemos em 2027 votar em quem não foi experimentado em gestão pública. O Governador Ronaldo Caiado pegou Goiás quebrado, quebrado economicamente, fiscalmente. Hoje, Goiás está entre os Estados com a melhor saúde fiscal do Brasil, sem falar o que ele fez em outras áreas como educação, segurança, transporte, inclusive a área social. Aliás, o Governo de Caiado, o Governo de direita de Governador Ronaldo Caiado é o Governo que mais investiu em ações sociais no Brasil, mostrando que é possível equilibrar as contas fiscais sem virar as costas para aqueles que mais necessitam da distribuição de renda. É isso. Nós temos uma economia que vai bem, obrigado, mas o perigo está logo ali na esquina. Há uma bomba-relógio armada em 2027, e só um Governo competente conseguirá desarmar esta bomba fiscal que está para explodir no Brasil. - 30/06/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que o Senador Flávio Bolsonaro permaneceu omisso diante de ataques dirigidos à Michelle Bolsonaro e argumentou que essa postura permitiu ofensas à ex-Primeira-Dama e a mulheres identificadas com a direita. Além disso, questionou a atuação política do Senador, manifestou apoio a Michelle Bolsonaro e sustentou que interesses familiares prevaleceriam sobre a construção de novas lideranças no campo conservador.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Filho,Senador,Direita política,Violência política contra a mulher,Conservadorismo,Mulher,Representatividade feminina,ex-primeira-dama
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Sem revisão do orador.) - Ou está faltando juízo na cabeça de Flávio Bolsonaro ou há algo combinado no ar que nós não sabemos, para Flávio Bolsonaro permitir que os seus comparsas, os seus amiguinhos que estão na América, ataquem de forma leviana a mulher do seu pai, a Michelle Bolsonaro, insinuando que ela é uma mulher infiel, insinuando que ela trai o Presidente Bolsonaro. E eu falo que isso tem o dedo do Senador Flávio Bolsonaro, porque ele poderia passar o risco no chão e dizer "Opa, parou. Já foram longe demais. Aí não, porque estão insinuando algo que atinge meu pai, ou seja, meu pai é um homem traído". Mas, não, ele se cala. E, ao se calar, permitindo o ataque dos seus amiguinhos que estão na América à mulher do seu pai, o Senador Flávio está permitindo um covarde ataque contra as irmãs da igreja, porque Michelle representa as irmãs da igreja. Ele está permitindo um covarde ataque a todas as mulheres de direita deste País. Outra coisa, se não tem nada a ver, se é página virada, se o Senador Flávio foi à casa do pai conversar com o pai, por que não chamou a madrasta, por que não chamou a Michelle Bolsonaro e fizeram ali um pacto de perdão cristão? Não são evangélicos os dois? Bem, ela eu sei que é. Ele é fake. Ele é fake. Até pouco tempo atrás estava fumando o seu "vapezinho", ouvindo música do samba em algum lugar. Voltou para a igreja agora, porque é candidato a Presidente da República. E só otário, só crente otário acredita que o Senador Flávio Bolsonaro é um homem de Deus. Michelle eu sei que é. E aí eu não vou aceitar que Calhordas ataque uma irmã em Cristo, não vou aceitar. Na igreja, eu chamo-os de endemoniados. E é disso que vou chamá-los aqui também, endemoniados, mentirosos. E colocaram agora a máquina de triturar a reputação contra Michelle. Estão tentando destruí-la. E sabem por quê? Porque Michelle é uma ameaça, é uma ameaça. E sabem por que ela é uma ameaça? Porque a família Bolsonaro topa perder para Lula. Já está no pacote perder para Lula. Só não está no pacote permitir uma nova liderança de direita no Brasil. Repito, nunca foi pelo Brasil, sempre foi pelo clã Bolsonaro. Quem quiser se acovardar que se acovarde. Eu sou de direita e não vou me curvar a esse clã maldito, que quer destruir a Nação brasileira e entregar novamente o Governo a Lula. - 30/06/2026
O Deputado defendeu o agravamento das penas para crimes sexuais praticados por líderes religiosos, ao mencionar um caso de violência sexual contra uma idosa ocorrido no interior do Estado de São Paulo. Além disso, informou ter apresentado um projeto de lei que prevê aumento da punição para líderes religiosos condenados por crimes sexuais contra crianças, mulheres e pessoas idosas, ao argumentar que a posição de autoridade e confiança poderia facilitar a prática desses delitos. Por fim, manifestou expectativa de que a Câmara dos Deputados apreciasse a proposta em regime de urgência.
Palavras-chave oficiais: Votação,Regime de urgência,Projeto de lei ordinária,Agravação penal,Crime sexual contra vulnerável,Líder religioso,Criança,Adolescente
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, no interior de São Paulo, um vagabundo um vagabundo, pastor, porque tem pastor vagabundo, tem padre vagabundo, tem pai de santo vagabundo, assim como tem pastor sério, tem padre sério e tem pai de santo sério estava estuprando a sua sogra de 81 anos de idade! Eu tenho um projeto de lei aqui nesta Casa, que vou rogar ao Presidente Hugo Motta seja colocado em regime de urgência, que aumenta as penalidades de crimes sexuais contra crianças, mulheres e pessoas idosas no caso de o criminoso ser um líder religioso, pastor, padre, pai de santo, seja o que for. Por quê? Porque esse elemento, Sr. Presidente, esse líder religioso, muitas vezes, aproveita-se da sua condição de persuasão e de fragilidade da vítima para cometer os seus crimes. Essas pessoas, que se dizem líderes religiosas e que cometem essas barbaridades, têm que sofrer uma pena mais agravada! É isso o que eu quero. E esta Casa vai votar este projeto, em nome de Jesus! - 30/06/2026Breves Comunicações
O Deputado manifestou solidariedade à ex-Primeira-Dama Michelle Bolsonaro e à Senadora Damares Alves, que sofreram ataques e insinuações ofensivas de aliados do Senador Flávio Bolsonaro. Além disso, criticou a condução do clã Bolsonaro, questionou a ausência de controle de Jair Bolsonaro sobre a própria família e sustentou que o grupo teria priorizado interesses familiares em detrimento do País, com o objetivo de impedir o surgimento de novas lideranças na Direita e favorecer a permanência de Lula no Governo.
Palavras-chave oficiais: solidariedade,Ex-,Primeira-dama,Senadora,Ofensa,Senador,Ex-presidente da República,Direita política,Conflito
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Sem revisão do orador.) - Subo a esta tribuna nesta oportunidade para prestar a minha inteira e irrestrita solidariedade à minha irmã em Cristo Jesus, a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro, e também à minha irmã em Cristo Jesus, a Senadora Damares Alves, que têm sido atacadas. As duas têm sido atacadas não pelo PT, não pela Esquerda, mas têm sido atacadas vergonhosamente pelos amigos de Flávio Bolsonaro. Têm sido atacadas de forma tão covarde que um dos amigos de Flávio Bolsonaro insinuou que Michelle Bolsonaro tem casos extraconjugais, que ela trai o Presidente Bolsonaro. A que ponto nós chegamos?! A que ponto de ataque covarde nós chegamos? Outro amigo também de Flávio Bolsonaro disse que Damares tem caso sexual com pastor. Minha gente, o que está acontecendo?! O que está havendo?! Isso é o que sofre qualquer um que ouse discordar do clã Bolsonaro. É isso que sofre quem ousa bater de frente com o clã Bolsonaro, que é hoje o que há de pior na política brasileira. A minha pergunta é: e o Presidente Bolsonaro? Ele não está morto, mas parece que está. Ele está vivo! Como é que ele não controla a própria família? Como é que ele não controla os impulsos loucos e desvairados dos seus filhos? Como é que ele não protege a própria mulher? Como é que ele admite que seus parceiros o chamem de corno? Como? A que ponto chegamos? Se não querem respeitar uma mulher honrada como Michelle Bolsonaro, respeitem o líder que vocês chamam de líder! Onde está Bolsonaro? Onde estava Bolsonaro quando a Michele desabafou naquele vídeo? Onde estava Bolsonaro quando o Flávio disse: "Se ofendi (...)"? "Se ofendi"?! Minha gente, eu vou dizer uma coisa: essa turma está programada para entregar o Governo novamente a Lula. O que eles só não querem é que surja uma nova liderança na Direita. Lula ser reeleito já está no pacote. O que não pode haver é nenhuma nova liderança. E se essa liderança for a mulher do pai deles, eles vão matá-la também. Eles só não podem deixar é que alguém sem o sobrenome Bolsonaro se torne líder da Direita brasileira. Nunca foi pelo Brasil. Sempre foi pela família. - 30/06/2026
O Deputado manifestou solidariedade à Deputada Estadual Renata Souza, do Rio de Janeiro. Em seguida, destacou que, apesar das divergências políticas, a defesa da democracia e da boa política exigia apoio à Parlamentar. Além disso, elogiou sua atuação contra o grupo ligado ao ex-Governador Cláudio Castro e ao Governo que classificou como nefasto, atribuindo a esse contexto a sustentação da família Bolsonaro no Rio de Janeiro. Por fim, afirmou que Renata Souza sofria perseguições e pedidos de cassação por sua postura combativa.
Palavras-chave oficiais: solidariedade,Deputada estadual,Rio de Janeiro (Estado),Democracia,Atuação parlamentar,Ex-governador,Perseguição política
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero me unir ao Deputado Pastor Henrique Vieira e prestar também a minha solidariedade à Deputada Renata Souza. Ela não é do meu campo político, temos profundas divergências de ideias e de cosmovisão política, mas, em nome da democracia e da boa política, quero manifestar toda nossa solidariedade à Deputada Renata Souza, que é uma combativa Deputada, uma Deputada muito correta, de uma lisura de caráter exemplar na política, que combateu com todas as forças a quadrilha do Claudinho Lalau, esse Governo nefasto que teve como sustentação e base política a família Bolsonaro ali no Estado do Rio de Janeiro. Sem o apoio do Senador Flávio Bolsonaro, essa quadrilha não ficaria no poder. E a Deputada Renata Souza foi muito combativa ao denunciar essa quadrilha e agora está sofrendo perseguições e tentativas de destruírem e de perseguirem o seu mandato com vários pedidos de cassação de mandato. Portanto, a nossa solidariedade em nome do bom debate público e da democracia. - 10/06/2026Breves Comunicações
O Deputado defendeu proposição de sua autoria, o Projeto de Lei nº 2.207, de 2026, que altera o Código Penal, e o Estatuto da Criança e do Adolescente, para aumentar a pena dos crimes contra a dignidade sexual e dos crimes sexuais contra criança ou adolescente quando praticados por ministro de confissão religiosa, líder religioso ou pessoa que exerça função equivalente, prevalecendo-se dessa condição. Explicou que casos de abuso sexual envolvendo líderes religiosos têm aumentado e exigem tratamento mais severo pela legislação. Argumentou que esses crimes são particularmente graves porque envolvem a quebra da confiança depositada pelas vítimas, suas famílias e comunidades de fé. Por fim, sustentou que indivíduos que utilizam a religião como instrumento para cometer abusos devem receber punições mais rigorosas e ser responsabilizados de forma exemplar pela Justiça.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Código Penal (1940),Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) (1990),Aumento da pena,Crime contra a dignidade sexual,Criança,Adolescente,Líder religioso,Missionário,Abuso sexual,Religião
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu subo a esta tribuna para apresentar ao povo brasileiro um projeto de lei de nossa autoria: o Projeto de Lei nº 2.207, de 2026, que altera o Código Penal e a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que é o Estatuto da Criança e do Adolescente, com a finalidade de aumentar a pena dos crimes contra a dignidade da criança e do adolescente quando praticados por algum ministro de confissão religiosa, líder religioso ou pessoa que exerça função equivalente, prevalecendo-se dessa condição. Sr. Presidente, estão aumentando os casos de estupro contra crianças e adolescentes praticados por pastores, praticados por padres, praticados por pai de santo, praticados por líderes religiosos. Nós não podemos achar que tais crimes praticados por esses elementos, que se escondem atrás da fé, podem ser tratados como são tratados os crimes cometidos por outros criminosos. Não! Não! Esse líder religioso evangélico, católico, não importa! não importa! se utilizou da roupagem da fé, da carência de apoio espiritual, da confiança que a comunidade tinha nele, da confiança que a criança e o adolescente tinham nele, para cometer desvio de caráter e abuso moral. Alguém pergunta: "Se esse seu projeto de lei for aprovado, o pastor que cometeu violência contra criança, que cometeu violência contra o adolescente, que estuprou será pego?" Mas eu estou fazendo o projeto é para ele ser pego mesmo. Eu estou fazendo o projeto é para esse malando que se chama pastor, que usa terno e gravata, que anda com a Bíblia, mas que não vive o que prega, ir para a cadeia. É para isso mesmo o projeto de lei! O que não pode é nós deixarmos as nossas crianças serem reféns desses vagabundos da fé! - 10/06/2026
O Deputado comentou a aprovação, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), da Proposta de Emenda à Constituição nº 32, de 2015, que altera a redação dos artigos 14 e 228 da Constituição Federal, para estabelecer a plena maioridade civil e penal aos dezesseis anos de idade; e manifestou posição contrária à medida como solução para os problemas de segurança pública. Além disso, argumentou que o debate deveria ocorrer após avanços estruturais em áreas como educação, melhoria dos indicadores educacionais e combate à evasão escolar, de forma a garantir oportunidades efetivas aos jovens. Na continuidade, sustentou que a simples redução da idade para responsabilização penal não resolveria a cooptação de adolescentes pelo crime organizado, podendo apenas deslocar o recrutamento para faixas etárias ainda menores. Por fim, criticou a incapacidade do Estado de assegurar políticas públicas voltadas à juventude e defendeu que o enfrentamento da criminalidade passe por investimentos em educação e inclusão social.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Constituição Federal (1988),Maioridade penal,redução,Idade mínima,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Aprovação,Política educacional,Evasão escolar,Crime organizado,Política pública,Juventude,Criminalidade,Educação,Inclusão social,Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Hoje a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania CCJ, aprovou a redução da maioridade penal, que ainda terá que vir a este Plenário. Bem, claro que o povo brasileiro, na grande maioria, vê a redução da maioridade penal como a solução para a segurança pública. Na verdade, isso é uma grande ilusão. Eu queria muito que hoje nós estivéssemos debatendo a redução da maioridade penal depois de termos melhorado o IDEB, depois de termos acabado com a evasão escolar. Aí, nós, o Estado brasileiro, poderíamos dizer: Demos todas as oportunidades aos jovens. Aqueles que quiserem se enveredar pelo mundo do crime terão depagar, porque há escola de qualidade, porque acabamos com a evasão escolar. Mas não. O Brasil simplesmente vira as costas para a juventude, não lhe dando oportunidade, e apresenta como solução apenas a redução da maioridade penal. Vamos ter que reduzir até que idade? Agora, até 16 anos. Aí o tráfico vai cooptar quem tem 14 anos. Amanhã serão 14 anos, depois 12 anos, e assim sucessivamente. Bendita incompetência do Estado brasileiro. - 09/06/2026Breves Comunicações
O Deputado elogiou o Prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá, do Partido dos Trabalhadores (PT), por ter impedido operações do Banco Master envolvendo recursos do Fundo Soberano do Município. Ademais, criticou a aplicação de recursos do Rioprevidência no Banco Master pelo então Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, do Partido Liberal (PL). Por fim, defendeu que honestidade e caráter independem de ideologia partidária.
Palavras-chave oficiais: Prefeito,Partido dos Trabalhadores (PT),Maricá (RJ),Banco Master,Fundo soberano,Município,Fundo previdenciário,Governo estadual,Rio de Janeiro (Estado),Ex-governador,Partido Liberal (PL),Corrupção,Ideologia política,Gestão pública
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Sem revisão do orador.) - Povo brasileiro, entenda algo: honestidade e caráter não têm ideologia; honestidade e caráter têm berço. Deixem-me contar uma história aqui para vocês que aconteceu na cidade de Maricá, uma cidade governada por Washington Quaquá, que já foi Presidente Estadual do Partido dos Trabalhadores e é uma grande liderança nacional e Vice-Presidente Nacional do partido. A Polícia Federal encontrou no celular de Vorcaro registro da cidade de "Maricá", e ele perguntava: "E aí, conseguimos Maricá?" Alguém diz para ele: "Olhe, deu ruim em Maricá. A coisa travou em Maricá". Quando Vorcaro foi questionar por que travou o "esquema" do Banco Master, já que eles estavam de olho no Fundo Soberano de Maricá, que tinha 2 bilhões de reais, eles falaram: "Olhe, o novo Prefeito chegou e travou". O esquema do Banco Master funcionou em vários Estados, em vários Municípios, mas, em Maricá, Quaquá travou-o. Por quê? Porque ele sentiu cheirinho de corrupção. Olhem que ironia: isso significa, portanto, que, se Quaquá, que é do PT e de Lula, fosse Governador do Rio de Janeiro, nós não teríamos colocado 3 bilhões de reais do Rioprevidência no Banco Master. Mas, porque o Governador era Cláudio Castro, do PL de Bolsonaro, nós colocamos lá os 3 bilhões de reais. Por que isso acontece? Porque caráter não tem ideologia, caráter tem berço. Então, não acredite que Deus está na Direita e que o diabo está na Esquerda. Não seja otário! Não acredito nisso! Há bandido na Esquerda e há um montão de bandido na Direita. Há bandido que vota em Lula e há bandido que vota em Bolsonaro. Esquece! Existe esqueminha do lado bolsonarista e existe esqueminha do lado lulista. E você aí, igual a um bobão, fica brigando com a família, brigando na sua igreja, por causa de fulano e de beltrano. Enquanto isso, a turma toda, independentemente de ideologia, vai metendo a mão. Sabe quem não mete? Não é quem não é desse ou daquele partido, é quem tem princípio, é quem tem caráter. Basta aprender com Washington Quaquá. - 09/06/2026
O Deputado defendeu a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter o Desembargador Ricardo Couto no Governo interino do Estado do Rio de Janeiro. Além disso, rejeitou o Presidente eleito da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), Douglas Ruas, como sucessor no Governo estadual.
Palavras-chave oficiais: Decisão judicial,Supremo Tribunal Federal (STF),Desembargador,Tribunal de Justiça,Governo estadual,Rio de Janeiro (Estado),Presidente,Assembleia Legislativa
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, enquanto o novo Presidente Cabo Gilberto Silva assume, eu quero fazer um registro. Eu achei até muito estranho, porque ele é paraibano, terra da minha mulher, e ele está preocupado com o que está acontecendo no Rio de Janeiro. Ele quer que o Douglas Ruas, o Presidente da Alerj, assuma o Governo do Estado. O que ele não sabe é que o partido dele e eu tenho muitos colegas aqui que eu respeito é o responsável pela quadrilha que tomou o Rio de Janeiro, que assaltou o Rio de Janeiro. Portanto, nós queremos agradecer à Suprema Corte por manter o Desembargador Ricardo Couto governando o Estado do Rio de Janeiro. Aliás, eles querem voltar ao poder, porque não sabem ganhar a eleição se não estiverem sentados na cadeira. O Ricardo Couto já fez uma limpa! Se Douglas Ruas sentar de novo meu Deus! , vão voltar os fantasminhas todinhos, o Ceperj, os esqueminhas. Ô, meu Deus! Cabo Gilberto, fique na Paraíba e deixe o Rio com a gente, cabo. - 09/06/2026
O Deputado criticou o Governo Lula pelo déficit nas estatais e apontou má gestão em comparação ao Governo Bolsonaro. Ademais, alertou para risco de agravamento do descontrole fiscal no próximo ano. Além disso, defendeu responsabilidade fiscal para evitar prejuízos à população brasileira.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Deficit,Empresa estatal,Prejuízo,Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Gestão pública,Política fiscal,Responsabilidade fiscal
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Governo está batendo um novo recorde, mas, infelizmente, não é um recorde positivo, é um recorde vergonhoso. O Governo está batendo um recorde de déficit nas estatais. No ano de 2025, o déficit foi de 5,1 bilhões de reais. Este ano, chega a 5,94 bilhões de reais. Isso é vergonhoso. Isso é vergonhoso porque mostra má gestão do Governo com as estatais. E, obviamente, quando se compara ao outro Governo, ou seja, ao Governo de Bolsonaro lá atrás, você vê nitidamente que o que está acontecendo nesse Governo é simplesmente má gestão. Ano que vem, nós vamos ter um ano muito difícil. É um ano em que nós teremos um descontrole fiscal imenso no País. E se não controlarmos isso, a partir deste ano, se o Governo não tiver responsabilidade fiscal, quem vai pagar é todo o povo brasileiro. - 09/06/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que sua atuação política é orientada pelo compromisso com aquilo que considera verdadeiro, independentemente de posicionamentos da esquerda ou da direita. Além disso, reconheceu iniciativas adotadas durante os Governos do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva relacionadas à liberdade religiosa, à proteção tributária de entidades religiosas e filantrópicas, bem como ao reconhecimento de eventos ligados ao segmento evangélico. Também argumentou que a resistência de parte significativa do eleitorado evangélico ao Governo Federal não estaria relacionada a benefícios concedidos às igrejas, mas a divergências em temas morais e comportamentais. Por fim, sustentou que o voto evangélico seria fortemente influenciado por princípios cristãos e afirmou que o apoio desse segmento depende da convergência entre políticas públicas e valores que considera fundamentais para a comunidade religiosa.
Palavras-chave oficiais: Liberdade de religião,Política fiscal,Igreja evangélica,Eleitorado,Governo federal,Benefício fiscal,Comportamento humano,Cristianismo,Política pública,Religião,Política,Atuação parlamentar,Ideologia política
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Sem revisão do orador.) - Há muito tempo eu decidi andar na verdade, como todo cristão deve fazer. Se eu vejo verdade em algum movimento vindo da Esquerda, eu vou defender. Se eu vejo verdade em movimentos vindos da Direita, à qual eu pertenço, eu vou defender. Eu não sou daqueles que propagam mentira para, assim, combater o adversário político. Eu não vou fazer isso. É verdade que Lula nunca fechou igrejas. É verdade. É verdade que Lula nunca perseguiu pastores. É verdade. É verdade que Lula aprovou a Lei da Liberdade Religiosa. É verdade. É verdade também que Lula sancionou leis que beneficiam a Igreja na questão tributária, não somente a Igreja, mas qualquer entidade religiosa e filantrópica. É verdade que Lula sancionou o Dia da Música Gospel, a Marcha para Jesus. Agora, a pergunta é: por que, então, há tanta resistência da Igreja com Lula? Fizeram agora um movimento de evangélicos do PT, um movimento pequeno. Por que isso? Porque o voto evangélico não é um voto baseado nas benesses do Governo, não é um voto baseado naquilo que o Governo pode promover de resultados positivos para a Igreja, como isenção tributária por exemplo. O nosso voto é baseado em princípios. Trata-se de um voto moral. Portanto, não adianta o Governo Lula querer ser abraçado pelos evangélicos, que são a favor da vida, enquanto setores do Governo Lula abraçam o aborto. Não adianta o Governo Lula querer ser abraçado pela comunidade evangélica, de uma maneira geral, se setores do Governo Lula apoiam a pauta identitária LGBTQIA+, que é um movimento que tem a família tradicional como seu maior adversário a ser destruído. Não adianta o Governo Lula querer o apoio da grande massa evangélica se estiver comprometido com pautas que, na verdade, ofendem os princípios cristãos e bíblicos. É por isso que o PT, o Governo Lula, embora fazendo tantas sinalizações para a comunidade evangélica, tem essa resistência. Portanto, não dá para acender vela... O SR. PRESIDENTE (Hildo Rocha. Bloco/MDB - MA) - Conclua, Deputado. O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ) - Só mais 30 segundos. Portanto, eu vou dizer ao Governo Lula: não há como acender vela para dois santos. Eu uso as palavras de Jesus: "Não dá para servir a dois senhores". Com isso, eu não estou falando que estou demonizando o Governo Lula. Não, não é isso. Eu só subo a esta tribuna para explicar como é o voto evangélico. É um voto baseado em princípios morais e cristãos. - 09/06/2026Breves Comunicações
O Deputado declarou apoio a Ronaldo Caiado para a Presidência da República, afirmou nunca ter votado em Lula ou no PT e criticou o Senador Flávio Bolsonaro por tentar impedir o surgimento de outra liderança da Direita política. Além disso, mencionou documentos divulgados pelo Intercept sobre transações financeiras entre Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro, e questionou a origem do dinheiro. Ao finalizar, criticou a moral seletiva no debate político.
Palavras-chave oficiais: Direita política,Conservadorismo,Senador,Candidato a cargo eletivo,Presidência da República,Banco Master,Rio de Janeiro (Estado),Transação financeira,Eleição,Denúncia
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Sem revisão do orador.) - Meu candidato à Presidência da República chama-se Governador Ronaldo Caiado. Nunca votei em Lula, nunca votei no PT. Bolsonaro já votou em Lula e no PT. Eu nunca votei, porque Lula sempre foi Lula, PT sempre foi PT, e eu sempre fui um conservador de direita. E por que eu não posso votar no Flávio Bolsonaro? Porque o Senador Flávio Bolsonaro, para mim, tornou-se o maior traidor da Direita brasileira. E eu digo por que: mesmo sabendo que o celular de Vorcaro já estava com a Polícia Federal e mesmo sabendo que as conversas de Daniel Vorcaro poderiam vazar, assim mesmo, o 01 resolve se lançar pré-candidato à Presidência da República com a única intenção: não permitir que a Direita tenha uma outra opção que não seja um consanguíneo do Presidente Bolsonaro. É só isso é só isso! E eu já afirmo mais: perder para Lula já está no cálculo da família Bolsonaro. Ele só não pode permitir é que se levante uma outra liderança na Direita. Agora está piorando ainda mais, porque as transações financeiras entre Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro, sobre as quais antes alguns diziam: "Mas não tem prova, não tem documento", agora têm documento. O Intercept acabou de divulgar dois documentos de controle financeiro, de cronograma financeiro de pagamento a Flávio Bolsonaro. O primeiro arquivo registra uma operação de quase 24 milhões de reais aqueles 134 milhões que foi pedido , mas o filme só custou 69 milhões. Ora, se o filme só custou 69 milhões, como é que ele pede 134 milhões? O outro documento que agora aparece mostra que já tinham sido pagos 10,6 milhões de dólares, cerca de 61 milhões de reais, que entraram na conta para o advogado do Eduardo Bolsonaro. Enfim, a lama agora está se oficializando. Alguém diz: "Não, mas é dinheiro privado!" Dinheiro do Vorcaro privado? Vai falar para o servidor do Rio de Janeiro, para o aposentado e pensionista do Rio de Janeiro, que, por causa do amigo do Senador Flávio Bolsonaro, o Sr. Cláudio Lalau, colocou 3 bilhões de reais na conta do Master! Onde tem dinheiro privado nessa transação, minha gente? É só colocar o seguinte: tire o Senador Flávio Bolsonaro e coloque o Lulinha. Vamos aqui fazer um exercício de imaginação. Tire o Senador Flávio Bolsonaro e coloque o Lulinha, fazendo contato com Daniel Vorcaro, o maior fraudador do sistema bancário brasileiro, pedindo a ele 134 milhões de reais para pagar o filme do Lula! E aí? Nós temos moral seletiva. Viramos a Esquerda. Nós agora temos moral seletiva. Se é o nosso, a gente esconde; se é o deles, a gente acusa. - 09/06/2026Breves Comunicações
O Deputado prestou homenagem ao Sargento Adriano Pereira de Souza, policial militar morto com dois tiros na cabeça na Comunidade do Faz Quem Quer , no Rio de Janeiro (RJ), descrito como pai de duas crianças e marido exemplar. Criticou a política de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, classificando-a como ineficiente e insensível, por transformar a morte de policiais em meras estatísticas. Também conclamou o Parlamento a exigir políticas públicas de segurança mais eficientes, baseadas em inteligência, e solicitou ao Presidente da sessão que fosse concedido um minuto de silêncio em homenagem ao Sargento Adriano.
Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (RJ),Policial militar,Homicídio,Vítima,Homenagem,Política de segurança pública,Crítica,Congresso Nacional,atuação
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Sem revisão do orador.) - É com imensa emoção que eu subo a esta tribuna, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, uma semana após a morte do bravo sargento Adriano Pereira de Souza, mais uma vítima da errônea política de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro. O sargento Adriano era um amigo, pai de duas crianças, marido exemplar. Foi morto com dois tiros na cabeça na Comunidade do Faz Quem Quer, próximo à igreja em que nós pastoreamos, num colégio próximo a Rocha Miranda, no Rio de Janeiro. A pergunta é: quantos sargentos Adrianos terão que morrer nesta guerra insana que nós vivemos no Rio de Janeiro, nessas operações sem eficiência que nosso Estado propõe para enfraquecer os ratos do crime organizado, os ratos do tráfico de drogas? Quantos sargentos Adrianos precisarão morrer por causa desta política de "enxugar gelo", esta política que transformou a morte de bravos policiais em apenas números e estatísticas? Até quando nós teremos um Estado tão insensível diante do tombamento, no campo de batalha, desses soldados que saem de casa, beijam seus filhos, abraçam suas esposas como se aquela fosse a última vez? Nós não podemos ficar de braços cruzados como políticos que somos deste Parlamento. Nós não podemos ficar assistindo de camarote à manipulação dos soldados e da nossa polícia por quem está nos palácios e nos gabinetes apenas dando ordens insanas. Nós precisamos de uma política pública de segurança com maior seriedade, com maior eficiência, com maior qualidade, com mais inteligência. Se nós queremos matar traficantes, precisamos entender que esta mesma lógica mata os nossos policiais. Portanto, desta tribuna, eu faço a minha homenagem ao sargento Adriano, não somente a ele, mas também a toda a sua família enlutada; não somente à família dele enlutada, mas também à família de vários e vários, dezenas e dezenas de policiais que todos os anos morrem por causa de uma política de segurança pública de "enxugar gelo", que não retoma território algum, permitindo que, no outro dia, esses policiais sejam apenas números, números e números. Sr. Presidente, eu quero, com todo o respeito e carinho, pedir que V.Exa. conceda a este Plenário 1 minuto de silêncio em homenagem ao sargento Adriano Pereira de Souza, mais um bravo soldado da nossa Polícia Militar que tombou no campo de batalha. O SR. PRESIDENTE (Hildo Rocha. Bloco/MDB - MA) - Concedido 1 minuto de silêncio, a pedido Deputado Otoni de Paula, em homenagem ao sargento Adriano. (O Plenário presta a homenagem solicitada.) - 27/05/2026
O Deputado defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho. Além disso, rejeitou o argumento de que a medida deveria ser analisada sob a ótica eleitoral, afirmando que disputas políticas devem ocorrer por meio de propostas e ideias, e não pela restrição de direitos dos trabalhadores. Também comparou o debate atual à votação do aumento do Bolsa Família em 2022, questionando a classificação de determinadas medidas como eleitoreiras. Ademais, sustentou que a redução da jornada de trabalho favoreceria a convivência familiar, a participação religiosa e a qualidade de vida dos trabalhadores. Por fim, destacou a convergência entre Parlamentares de diferentes correntes políticas em defesa da pauta trabalhista, homenageou Deputadas constituintes e manifestou apoio à classe trabalhadora brasileira.
Palavras-chave oficiais: Aprovação,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Trabalhador,Convivência familiar,Qualidade de vida,Religião,Ideologia política,Suprapartidarismo,Homenagem,Deputada federal,Assembleia Nacional Constituinte
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - "Se não aprovarmos a escala 6 por 1, Lula ganhará as eleições", disse o Presidente Valdemar Costa Neto. É por esta razão que o PL está votando "sim" no painel: para que Lula não ganhe as eleições. Quer dizer que, para Lula não ganhar as eleições, eu, que não voto em Lula, terei que esfaquear o trabalhador brasileiro? Não! Se a Direita, a que pertenço, quiser ganhar de Lula, ganhe na proposta, ganhe nas ideias. Não ganhe esfaqueando o trabalhador brasileiro. Aos que dizem que esta proposta é eleitoreira, às vésperas de uma eleição, eu quero lembrar que, em 2022, no mês de agosto, faltando dias para o início das eleições, votamos nesta Casa o aumento do bolsa-família, proposta que foi enviada pelo Presidente Bolsonaro. Por que o nosso voto é eleitoreiro agora e não foi eleitoreiro em 2022? Senhoras e senhores, há um contrassenso em se dizer a favor da defesa da família e em se posicionar contra o fim da escala 6 por 1. Como ser contra uma proposta que dará ao pai mais tempo com seu filho, à mãe solo mais tempo com seus filhos? Que cristão é esse que vota contra a escala 6 por 1, impedindo que o irmão esteja no domingo na igreja ou na missa? Que orgulho ser da direita que está ao lado do trabalhador! Que orgulho dividir esta tribuna com o Deputado Túlio Gadêlha. Podemos ter divergências de pensamento e de cosmovisão, mas estamos unidos pelos trabalhadores do Brasil! Antes de concluir, eu recito Geraldo Vandré e quero, ao recitá-lo, homenagear as duas mulheres Constituintes que estão neste plenário: a Deputada Lídice da Mata e a Deputada Benedita da Silva. (Palmas.) Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Nas escolas, nas ruas Campos, construções Caminhando e cantando E seguindo a canção Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer Vivam os trabalhadores do Brasil. Vivam! - 27/05/2026Breves Comunicações
O Deputado alertou os moradores de Seropédica (RJ) sobre a cassação e a inelegibilidade do Prefeito Lucas Lalau, apontado como responsável pelo desaparecimento de recursos públicos, abandono de servidores e ausência de investimentos em saúde e educação no Município. Além disso, assinalou que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal já atuam no caso e comparou a situação à queda do ex-Governador Wilson Witzel. Por fim, advertiu que a distribuição de cargos pelo Estado do Rio não impediria o fim das irregularidades em Seropédica (RJ).
Palavras-chave oficiais: cassação,Inelegibilidade,Prefeito,Seropédica (RJ),desvio,Recursos públicos,ausência,Investimento,Educação,Saúde,Polícia Federal (PF),Ministério Público Federal (MPF),investigação,comparação,Ex-governador,Rio de Janeiro (Estado),distribuição,Cargo público
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Sem revisão do orador.) - Desta tribuna, eu quero me dirigir ao povo da minha querida Seropédica. Seropédica acordou esta semana com outros ares, ares de esperança. Finalmente, a justiça começa a ser feita ao nosso povo. Luquinhas "Lalau" agora está cassado e inelegível. É claro que ele pode recorrer, claro que pode, mas já sofreu um duro golpe. Eu não tenho dúvida nenhuma de que as instâncias superiores vão confirmar a cassação e a inelegibilidade de Luquinhas "Lalau", que aprendeu com seu professor Claudinho "Lalau". Aliás, o dinheiro em Seropédica sumiu depois que Lucas, o Luquinhas "Lalau", assumiu a Prefeitura de Seropédica. Até o cheque de mais de 200 milhões de reais da venda da Cedae e ele tirou foto ao lado do seu padrinho Claudinho "Lalau" sumiu. Lucas virou um Mandrake, o Mandrake da corrupção. As emendas sumiram, não se construiu hospital, não se construíram clínicas, servidores estão abandonados, a educação está abandonada, a saúde está abandonada. E hoje nenhum político, nenhum Parlamentar quer colocar recursos em Seropédica. Por quê? Porque sabe que Luquinhas "Lalau" é goela grande, gosta de um dinheirinho e faz qualquer orçamento da cidade evaporar. Agora eu quero lhe avisar, Lucas e eu quero fazer isto olhando nos seus olhos, porque não tenho medo de ameaças , preste atenção, a Polícia Federal vai bater em Seropédica. Eu sei do que estou falando. Não vai ser apenas a Justiça Eleitoral, vai ser a Polícia Federal. Você já está sendo denunciado no Ministério Público Federal. Assim como um dia eu denunciei o Wilson Witzel e ele caiu, você vai cair. E Seropédica ficará livre das suas roubalheiras. Não adianta sair pelo Estado do Rio distribuindo cargo para lotear a Prefeitura de Seropédica. A sua farra vai acabar! - 27/05/2026
O Deputado celebrou a cassação e a declaração de inelegibilidade do Prefeito Lucas, de Seropédica (RJ), a quem apontou como responsável por corrupção e pelo colapso dos serviços de saúde e educação do Município. Além disso, associou o Prefeito ao ex-Governador Claudio Castro e manifestou confiança de que as instâncias superiores confirmarão a decisão.
Palavras-chave oficiais: Perda de mandato eletivo,Inelegibilidade,Prefeito,Seropédica (RJ),Corrupção,Ex-governador
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o povo de Seropédica, esta semana, recebeu um grande presente. O Lucas "Larápio", ou Professor Lucas, de Seropédica, aquele que deu aula de corrupção e de como quebrar uma cidade, está agora cassado e inelegível. É claro que ele pode recorrer, mas nós acreditamos que as próximas instâncias da Justiça confirmarão que ele será cassado e ficará inelegível! Chega de roubalheira, de saúde quebrada, de educação quebrada, de profissionais de saúde e de educação desvalorizados! Lucas "Larápio" roubou tudo o que podia roubar! Aprendeu com o Claudinho "Lalau", o seu padrinho, o seu chefe. Mas agora... (Desligamento do microfone.) O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ) - Peço mais 30 segundos, Sr. Presidente. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Daqui a pouquinho eu darei mais 1 minuto a V.Exa., nobre Deputado, porque há muitos Deputados inscritos, e nós vamos começar a Ordem do Dia mais cedo. Eu estou pedindo a colaboração de todos em relação ao tempo. O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ) - Está bem. - 26/05/2026
O Deputado destacou a pauta do Senador Flávio Bolsonaro em encontro com o Presidente Donald Trump sobre a classificação do Comando Vermelho e do Primeiro Comando da Capital (PCC) como grupos terroristas. Ademais, defendeu a inclusão das milícias nessa reclassificação, por considerar que esses grupos são igualmente nocivos, especialmente no Rio de Janeiro. Ao final, sustentou que não se pode ter relações com traficantes nem com milicianos.
Palavras-chave oficiais: Senador,Partido Liberal (PL),Reunião,Presidente da República,Estados Unidos,Terrorismo,Organização criminosa,Milícia privada,Rio de Janeiro (Estado),Política de segurança pública
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O SR. OTONI DE PAULA (Bloco/PSD - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o presidenciável Flávio Bolsonaro declarou que a sua principal pauta nesse encontro com o Presidente Donald Trump foi classificar tanto o Comando Vermelho quanto o PCC como grupos terroristas. Isso é muito importante. Eu espero que o Senador também coloque a milícia nesse grupo. Isso é muito importante porque a milícia, principalmente para o Rio de Janeiro, é tão perniciosa quanto o Comando Vermelho. Então, é muito importante que o Senador Flávio Bolsonaro também coloque a milícia nessa reclassificação, porque tão triste quanto ser dominado pelo Comando Vermelho é ser dominado pela milícia. Nós não podemos ter amigos traficantes e nem amigos milicianos.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.