
Nome civil: Dionilso Mateus Marcon · 62 anos
Bananômetro
82/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 67% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 93%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 87%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 95%das 770 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 97%das 771 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Telefone
- (61) 3215-5196
- Gabinete
- Gabinete 196, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
93%
Esteve em 365 de 391 sessões
Votou nas votações
87%
Registrou voto em 977 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 7 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
95%
Em 770 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
671 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 01/09/2026.
- 03/12/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o atual Governo Federal, destacando o prejuízo de mais de 2 bilhões de reais registrado pelos Correios, estatal que apresentou lucro de 3 bilhões durante a gestão anterior. Afirmou que as políticas econômicas atuais têm levado o País a dificuldades financeiras, como o aumento dos juros para 14%, a alta do dólar e o aumento do preço da carne. Ainda apontou cortes em programas sociais, como BPC e Bolsa Família, contrastando com os gastos supérfluos do Governo. Comparou a situação econômica atual com a recessão vivida entre 2014 e 2015, atribuindo a crise à repetição de erros de gestões anteriores. Ao concluir, alertou empresários sobre os riscos de investir no cenário atual.
Palavras-chave oficiais: Economia,Governo federal,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Prejuízo,Taxa de juros,Dólar,Benefício de Prestação Continuada (BPC),Bolsa Família,Recessão econômica
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Gilberto Nascimento. Hoje eu quero fazer um questionamento aos brasileiros: por que a maioria do povo odeia tanto o próprio País? É inacreditável que nós tenhamos novamente eleito e trazido de volta um incompetente e corrupto como Luiz Inácio Lula da Silva! Quem poderia imaginar que a tragédia vivida nos anos 2014 e 2015 com o Governo do PT se repetiria, já que foram colocadas as mesmas pessoas para cometerem os mesmos erros que cometeram lá atrás! Nós temos hoje uma notícia estarrecedora, colega Deputado Luiz Lima. Os Correios, empresa na qual o Presidente Bolsonaro deixou um lucro de mais de 3 bilhões de reais, dinheiro que poderia ser destinado à saúde e à educação, hoje são objeto de uma notícia que choca: em menos de 2 anos, Lula e sua turma conseguiram destruir mais uma estatal. Hoje os Correios registram o pior momento de sua história, com um prejuízo de mais de 2 bilhões de reais. Dentro dos Correios se diz que a instituição pode ficar insolvente, ou seja, pode não conseguir pagar as próprias contas. Nós temos um Governo que mente para o povo. Nós vimos, na última quarta-feira, Haddad prometer que viria um pacote para esta Casa para isentar de Imposto de Renda quem ganha até 5 mil reais. Mentira! O pacote não chegou. Aliás, o único pacote que chegou foi aquele que corta o BPC, que corta o Bolsa Família, que corta investimentos em educação. Esse chegou e chegou rápido. Os gastos da Janja, os gastos com a cascata feita aqui em Brasília para ela contemplar a natureza, os gastos com o sofá de meio milhão de reais que eles compraram, esses gastos ninguém corta. No entanto, na educação, na saúde, no BPC, vai haver corte de gastos. O brasileiro, por algum motivo, decidiu colocar esse inconsequente de volta na Presidência. Aí, veio toda a turma. O dólar, na última sexta-feira, passou de 6 reais. Qual foi a desculpa da "petezada"? "É feriado nos Estados Unidos. Por isso, passou de 6 reais." Na sexta-feira, o dólar continuou subindo. Qual foi a desculpa? "É Black Friday nos Estados Unidos. Por isso, o dólar continuou subido." Ontem, o dólar bateu um novo recorde de fechamento. Aí eles não tiveram mais desculpa. A culpa é de alguém que não sabemos quem é. Enquanto isso, o preço da carne, no último mês, subiu 7,5%. A picanha acabou! Essa era mais uma mentira. Temos estatais dando os maiores prejuízos, o dólar nas alturas, o pacote de maldades. O País caminha, mais uma vez, para o precipício. Afirmo categoricamente aqui, Presidente: em 2013, quando se vendia que o desemprego era pequeno, que a economia crescia, nós dizíamos que os juros indicavam que o precipício estava próximo. Em 2014 e 2015, nós tivemos a maior recessão que este País já viu em toda a sua história. Infelizmente, como copiaram o que deu errado lá atrás, o resultado vai ser o mesmo agora. Você que é empresário e que está pensando em investir, abra o seu olho! Os juros vão a 14% agora, por causa da incompetência deste Governo. Infelizmente, todo o povo vai se ferrar. Obrigado, Sr. Presidente. - 28/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o discurso do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em rede nacional, alegando que o Ministro pintou um cenário fictício de progresso e estabilidade econômica no Brasil. Destacou a desvalorização do real, com o dólar atingindo 6 reais, a queda na bolsa de valores e a alta dos juros futuros, comparando o atual momento aos piores dias do Governo Dilma Rousseff. Acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) de mentir para enganar o povo. Por fim, elogiou o Governo de Javier Milei na Argentina como exemplo de recuperação econômica.
Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Fazenda,Discurso político,Política econômica,Estabilidade econômica,Dólar,Bolsa de valores,Mercado financeiro,Partido dos Trabalhadores (PT),Economia Argentina,Presidente,Economia,Recuperação econômica
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Gilberto, bom dia. Presidente Gilberto, se há uma coisa que eu admiro no PT é a capacidade de mentir. Os bichos velhos são bons na mentira. É impressionante como eles sabem pegar algo que é terrível e transformar em algo positivo. Ontem, durante 7 minutos, em horário nobre, o Ministro Fernando Haddad, certamente um dos piores Ministros se não for o pior que já exerceu o cargo, vendeu um Brasil para os brasileiros que simplesmente não existe. Disse ele que o País progride, a inflação está controlada, o futuro é brilhante. No entanto, o resultado, a realidade acaba sendo contrária ao que pregam o Ministro e o Governo do PT. Talvez quando esse vídeo subir para as minhas redes, a situação já seja pior, porque, se existe uma certeza neste País, neste momento, é que hoje estamos melhores do que estaremos amanhã. O desastre vem se avolumando de uma forma muito intensa. Neste momento, o dólar está a 6 reais, o maior patamar da história do País. Desde 1994, ninguém conseguiu, em tão pouco tempo, destruir a nossa moeda nessa velocidade. Mas não é só isso, Presidente. A bolsa desaba. A perspectiva real futura é de um desastre. Os juros futuros, aqueles que muitos Parlamentares do PSOL e do PT sobem ali para criticar mas eles têm dinheiro aplicado em fundos DI , disparam sem precedentes. Nós nos aproximamos, neste momento, brasileiros, dos números de Dilma Rousseff antes do seu impeachment. Não existe milagre. O PT mente porque ele tem uma certeza: o povo acredita em suas mentiras. E, quando as pessoas querem o impossível, somente os mentirosos as satisfazem. Nós temos uma fórmula para fazer este País dar certo. O "PT da Argentina", com Alberto Fernández, quebrou o País. Agora, em menos de 1 ano, o Governo Javier Milei já diminui a miséria, aumenta o salário médio, produz investimentos e projeta um futuro verdadeiramente bom. Haddad deveria estar no "Ministério da mentira", porque ele é craque em mentir. Muito obrigado. - 27/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o recente ataque a bomba ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Câmara dos Deputados por indivíduo vinculado a determinada sigla partidária. Ademais, condenou aqueles que, autodenominados "patriotas", elaboraram um golpe de Estado, que incluía os assassinatos do Presidente Lula, do Vice-Presidente Alckmin e de um Ministro do STF. Além disso, ressaltou que, ao recusarem o resultado das urnas eletrônicas, os golpistas recorreram à violência, com destaque para os eventos de 8 de janeiro de 2023. Ao final, defendeu a prisão do ex-Presidente Jair Bolsonaro, do General Walter Braga Netto e de outros envolvidos, exigindo que a Justiça tome providências contra aqueles que atentam contra a Constituição e o povo brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Explosão,Supremo Tribunal Federal (STF),Câmara dos Deputados,Ataque violento,Partido político,Golpe de Estado,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),General de exército,Ato antidemocrático,Urna eletrônica,Eleições,Prisão
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu acompanhei, 15 dias atrás, essa era que o Brasil está vivendo, com pessoas vindo a Brasília largar bombas, inclusive aqui no Congresso e no Supremo. E, quando fomos ver, o cidadão tinha uma sigla partidária. Nessa sigla, vários se chamam de patriotas. Que patriota é esse que vem estourar bomba e trazer morte a Brasília? Semana passada, depois de um trabalho rígido da Polícia Federal, soubemos que já havia conversa nos corredores de um plano de golpe contra a democracia, contra o povo brasileiro, contra o Lula e contra o nosso Vice-Presidente Geraldo Alckmin. Essa é a democracia? Esses são os que se dizem patriotas brasileiros, querendo planejar a morte do Presidente da República eleito em 2022, o Presidente Lula; do Vice-Presidente da República Geraldo Alckmin; e de um Ministro do Supremo? Isso é porque eles queriam ficar no poder. Tentaram com a questão das urnas, e não conseguiram, porque o povo brasileiro elegeu o Lula Presidente da República; tentaram pela morte do Lula; tentaram na questão do caminhão com 40 mil litros de querosene, lá no aeroporto; e, depois, tentaram com as ações de 8 de janeiro. Eu tenho certeza de que está na hora de dar um basta a esses que se dizem patriotas, mas que nunca respeitaram a Constituição brasileira. Está na hora de a Justiça declarar a prisão do capitão e coordenador de atos contra a democracia, o ex-Presidente da República Jair Bolsonaro; e, da mesma forma, do Braga Netto, que foi o candidato a Vice-Presidente na chapa de Bolsonaro. O Brasil está cansado de ver tanto ódio! O Brasil está cansado de ver tantas tentativas contra a Constituição Federal! Prisão já do ex-Presidente da República que é contra o povo brasileiro: Jair Bolsonaro! - 27/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou a insistência de Parlamentares da Esquerda em falar sobre o ex-Presidente Jair Bolsonaro, classificando o comportamento como um "fetiche" ou obsessão. Ironizou os discursos focados em temas como "golpe" e mencionou o desempenho de Bolsonaro em pesquisas eleitorais recentes, nas quais aparece à frente do atual Presidente Lula. Também destacou questões como a alta do dólar, o impacto disso no custo de vida, e criticou a postura do Governo Federal em decisões internacionais, como a abstenção na ONU sobre a condenação ao Irã, um país que, segundo ele, oprime mulheres.
Palavras-chave oficiais: Parlamentar,Esquerda política,fixação,Ex-presidente da República,Discurso parlamentar,Golpe de Estado,Pesquisa eleitoral,Presidente da República,Irã,Opressão,Mulher,incoerência Situação econômica,Custo de vida,Organização das Nações Unidas (ONU),Abstenção (voto),Condenação,Irã,Opressão,Mulher,incoerência,Governo,Presidente da República
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, meu amigo Pompeo de Mattos. Presidente Pompeo, para quem está concluindo o curso de psicologia e precisa fazer um estudo de caso, eu sugiro estudar os petistas e a extrema esquerda nesta Casa. O fetiche, normalmente, é uma coisa individual de uma pessoa, mas a extrema esquerda tem um fetiche com o Bolsonaro que não dá para entender. Eles não sabem falar de outra coisa. Faz 1 mês que sobem à tribuna e falam: "Golpe, golpe, Bolsonaro, golpe, cadeia, Bolsonaro, golpe, golpe, golpe..." É só isso. Deve ser algum desvio de esquerdista quando os neurônios se conectam, porque eles não conseguem avançar, mas começamos a entender por que, Presidente Pompeo. Hoje uma pesquisa saiu, e, para surpresa de zero pessoas, com o Governo horrível que aí está, Bolsonaro está quatro pontos à frente do ex-condenado e eterno ladrão Luiz Inácio Lula da Silva. Talvez eles tenham que falar tanto de Bolsonaro porque, neste momento, o dólar quebra recorde, a 5 reais e 90 centavos, e, ao contrário do que o ex-condenado fala, que ninguém come dólar, as pessoas comem arroz, feijão, farinha, e isso vai aumentar. Talvez só falem de Bolsonaro porque tenham vergonha da abstenção do Brasil na ONU para condenar o Irã, parceiro da "esquerdalha", que mutila e mata mulheres. Na ONU, o Brasil se absteve, Sr. Presidente, da condenação a um país que mata mulheres por não cobrirem seus rostos, e eles vêm se fazer de bons moços que defendem as mulheres. Eles defendem tanto as mulheres que o "taradão da Esplanada", o antigo Ministro dos Direitos Humanos, foi absolvido na Comissão de Ética da Presidência da República. Ora, é muito engraçado! Podem ter certeza de que o próximo Deputado que vai subir à tribuna vai falar do Bolsonaro. É um fetiche, é uma doença. Na realidade, Presidente Bolsonaro, eles têm medo de que o senhor volte à Presidência, têm medo de que liberte este País desses impostos infinitos que estão cobrando, têm medo de que devolva a honra a esta Nação. Vamos acompanhar o próximo Parlamentar. É do PT e vai falar de Bolsonaro. Obrigado, Sr. Presidente. - 26/11/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 2.840, de 2023, que acrescenta o § 3º ao art. 650 e acrescenta o art. 23-A à Lei n. 8.038, de 28 de maio de 1990, para assegurar, por meio de habeas corpus, proteção contra atos abusivos ou ilegais. Também criticou o indiciamento dos Deputados Marcel van Hattem e Cabo Gilberto Silva pela Polícia Federal, atribuindo o fato a uma interferência do Governo e do Judiciário. Enfatizou a inviolabilidade parlamentar prevista no art. 53 da Constituição, alertando para os riscos de um aumento no cerceamento à liberdade de expressão no Legislativo. Questionou a inércia da Casa diante do ocorrido e lamentou a postura de Parlamentares que contribuem para a desvalorização do Parlamento.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável indiciamento,Deputado federal,Polícia federal,interferência,Governo federal,Poder Judiciário,Imunidade material,Liberdade de expressão,Parlamento
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição orienta "sim", obviamente, Presidente, mas temos que fazer uma reflexão se vale a pena nós estarmos aqui ainda. Em 40 anos de Parlamento, de democracia, nunca um Parlamentar foi indiciado por uma Polícia Federal de um Presidente. Nós temos dois casos nesta Casa agora. O Deputado Marcel van Hattem e o Deputado Cabo Gilberto Silva estão sendo indiciados, Presidente, por falas proferidas daquela tribuna! A lei é muito clara! Pelo art. 53, nós somos invioláveis, Presidente, para falarmos o que bem entendermos. Até onde vai a ditadura do Judiciário neste País? Amanhã ou depois, colega Deputado Luiz Lima, haverá Deputado saindo algemado da tribuna por uma opinião que deu. A Casa parece que se mantém estática diante de tal absurdo! E ainda, para terminar, há Deputado comunista que sobe à tribuna para falar! Esta Casa está virada mesmo num chapéu velho! Obrigado, Presidente. - 19/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Lula ao comentar um relatório da Receita Federal que apontou isenções fiscais para empresas de apoiadores do Governo. Mencionou o influenciador digital Felipe Neto, indicando que sua empresa recebeu R$ 14 milhões em incentivos fiscais, enquanto defendia medidas como a taxação de compras internacionais em plataformas como Shein e Shopee. Comparou essas políticas às ações do novo Governo argentino, liderado por Javier Milei, que isentou compras externas de até 18 mil reais. Denunciou o aumento de impostos no Brasil e ironizou o chamado "Governo do amor", afirmando que seus custos recaem sobre os cidadãos.
Palavras-chave oficiais: Relatório (documento administrativo),Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil,Isenção tributária,Empresa,Apoio político,Governo federal,Influenciador digital,Argentina,Imposto de Importação,Carga tributária,Brasil,Taxa das Blusinhas (2024)
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Ismael! É uma alegria receber de V.Exa. um elogio. Infelizmente, ainda estamos com 118 assinaturas. O povo gosta de mágica. Há quem goste de resolver os problemas no canetaço e ache que as coisas se resolvem assim, mas Parlamentares como V.Exa., que pensam na prosperidade do País, já assinaram a nossa PEC. Presidente, hoje subo a esta tribuna para repercutir um relatório da Receita Federal que trouxe, ontem, um número estarrecedor. Esse relatório mostrou, segundo a Revista Oeste, uma série de empresas de apoiadores do Governo Lula beneficiadas com isenção fiscal. Ora, que surpresa! Quem poderia imaginar que alguém, em sã consciência, sem ganhar nada, apoiaria um Governo como este do Lula? Segundo a Revista Oeste, entre esses apoiadores está Felipe Neto. Talvez, as pessoas não se recordem de quem é Felipe Neto. É aquele sem noção que ficou famoso por imitar uma foca. É mais ou menos assim: rã! rã! rã! (Orador bate palmas e imita o som produzido pela foca.) Esse é o Felipe Neto, que recebeu incentivo fiscal de 14 milhões de reais para defender o Governo Lula. Sabe o que chama a atenção da população que está em casa? Esse mesmo Felipe Neto, que sabe imitar uma foca essa é a coisa que ele mais sabe fazer, além de falar bobagem na Internet , influenciador, defensor do Governo, defendeu o imposto das blusinhas da China. Temos aqui, reportagem da Crusoé, com o título Influenciador governista defende taxação de Shein e Shopee. Ele quer os 14 milhões de reais no bolso, mas para ele ter os 14 milhões de reais no bolso, a mulherada que comprava blusinha da China teve que começar a pagar imposto, para o Governo arrecadar e dar dinheiro para esse sem noção. Enquanto o chamado Governo do amor aumenta impostos, cria taxas e tributa até o ar deste País, temos na Argentina, segundo a imprensa, o Governo do ódio, com Javier Milei, que, no último domingo, isentou compras feitas do exterior, inclusive na Shein e na Shopee, de até 3 mil dólares. Ou seja, a pessoa que importava blusinha da China e era taxada como sonegadora fiscal pelo Ministro Fernando Haddad, na Argentina, pode importar até 18 mil reais em produtos sem pagar imposto nenhum. Sabe por que isso acontece, Sr. Presidente? Talvez porque, na Argentina, o Governo não tenha que pagar influenciador abobado como esse Felipe Neto, pago para defender um Governo sujo, que só cobra imposto, como o de Luiz Inácio Lula da Silva. A escolha foi feita. Nós escolhemos o Governo do amor. Ah, mas custa muito caro esse amor! Obrigado, Sr. Presidente. - 18/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou a Primeira-dama Janja da Silva por ofender Elon Musk, e pela forma como se referiu ao criminoso que cometeu suicídio após explodir bombas na Praça dos Três Poderes. Ademais, condenou o patrocínio de empresas estatais a músicos, com o intuito de promover o Governo Federal. Por fim, lamentou que tivessesido gastos 83 milhões de reais em evento musical para combater a fome em vez de comprar mais de 150 mil cestas básicas para a população vulnerável.
Palavras-chave oficiais: Primeira-dama,Ofensa,Empresário,Estados Unidos,declaração,Criminoso,Suicídio,Atentado,Supremo Tribunal Federal (STF),Câmara dos Deputados Primeira-dama,Patrocínio,Empresa estatal,Músico profissional,Evento musical,Fome
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, no Rio Grande do Sul nós usamos uma expressão que é "chinelagem". Tenho certeza de que o colega Deputado Osmar Terra sabe o que é isso, porque ele é gaúcho. O colega Deputado Carlos Jordy, o colega Deputado Luiz Lima e o colega Deputado Sargento Fahur não sabem o que é chinelagem. No dicionário, é algo de baixo nível, sem noção ou de gosto duvidoso. Quem faz chinelagem é chinelo ou chinela, lá no Rio Grande do Sul. Nós temos no Brasil uma amostra clássica do que é uma chinela: Janja da Silva, talvez a maior chinela da história deste País. Como se não bastasse todo o seu histórico de servir em penitenciária mas não vamos entrar neste mérito , ela agora foi além, Presidente, e xingou um gênio da humanidade, de quem somos contemporâneos, o Elon Musk. Ela o mandou se "fu". Se eu dissesse a palavra aqui, o senhor iria mandar retirar a expressão das notas taquigráficas, e estaria certo, porque é coisa de chinelo fazer isso. E ela ainda riu e disse que era uma bestialidade o que infelizmente vimos acontecer na Praça dos Três Poderes. Ora, sabemos que depressão é algo muito sério. Foi como chamar de besta alguém que tem câncer! Doença psicológica não é bestialidade, é algo sério. Mas agora vamos falar do Lollapalooza, aliás, do "Janjapalooza". Ela contratou meia dúzia de músicos fracassados e encheu os bolsos deles, para que falassem bem do Governo. Tivemos cinco patrocínios de estatais. Apenas duas revelaram o valor que deram a esse evento: a PETROBRAS, que deu 18 milhões e meio de reais, e a Itaipu, que deu outros 15 milhões. Se nós fizermos uma média para as outras empresas que deram dinheiro Caixa Econômica, BNDES e Banco do Brasil , chegaremos, pasmem, a um investimento de mais de 83 milhões de reais nesse evento, e num momento em que as estatais estão enfrentando o maior déficit da história. Ela disse, Presidente, aquela chinela, que esse evento era para combater a fome. Pois nós conseguiríamos comprar, com valores de Salvador, na Bahia, mais de 150 mil cestas básicas com esse dinheiro. Isto, sim, combateria a fome, não a chinela contratar meia dúzia de incapazes para ir cantar. Obrigado, Presidente. - 13/11/2024
O Deputado destacou que a ANTT e o Governo Federal decidiram não prolongar os contratos de pedágio da BR-116, especificamente nas estradas próximas a Pelotas (RS), cujo vencimento ocorrerá em 2026. Criticou os altos valores cobrados atualmente e celebrou a decisão como uma vitória para a população local.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT),Decisão,encerramento,Pedágio,Rodovia,Pelotas (RS)
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu queria registrar um fato acontecido hoje no Governo Federal, na ANTT. Nossa Deputada Maria do Rosário, a ECOSUL apresentou a proposta de prolongação dos contratos de pedágio da BR-116. Hoje, eles cobram, por um carro pequeno, quase R$20,00. Para prolongar o contrato, eles queriam reduzir o valor, e a ANTT, com o Governo Federal, não vai prolongar os contratos de pedágio de estradas em torno da cidade de Pelotas que vencem em 2026. Tenho certeza de que o Prefeito Marroni, eleito no último domingo de outubro, está comemorando essa vitória. Fernando Henrique Cardoso colocou os pedágios, e o Presidente Lula, em 2026, não... (Desligamento do microfone.) - 13/11/2024
O Deputado criticou o afastamento de Pablo Melo, filho do Prefeito de Porto Alegre (RS), por suspeitas de irregularidades na Secretaria Municipal de Educação, envolvendo R$ 43 milhões. Questionou o momento da ação, realizada apenas após o segundo turno das eleições, levantando dúvidas sobre possível interferência política. Classificou a situação como vergonhosa e cobrou esclarecimentos sobre o caso.
Palavras-chave oficiais: Porto Alegre (RS),Vereador,Afastamento da função,Secretaria de Município,irregularidade,Eleição,Segundo turno
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em junho de 2023, ano passado, houve uma denúncia contra a Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre que envolvia 43 milhões de reais. Um ano e meio depois, hoje, a Polícia Civil afastou Pablo Melo. Pasmem, meus Deputados, Pablo Melo é filho do Prefeito reeleito, e isso só aconteceu depois do segundo turno! Será que não há algo que não esteja bem esclarecido? Será que não houve alguma coisa política para que não acontecesse essa ação? O Pablo Melo, que era Vereador, foi suspenso dos serviços públicos por 180 dias. E isso só aconteceu depois do segundo turno. Isso é uma vergonha, Sr. Presidente. Sr. Presidente, eu gostaria que ficasse registrado no programa A Voz do Brasil o meu repúdio, porque há manipulação política no Município de Porto Alegre por parte da Polícia Civil. - 13/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou os Parlamentares que assinaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1, condenando a proposição como um projeto estapafúrdio e insano. Ademais, destacou que a PEC contém erros e causará, caso seja aprovada, redução salarial e aumento de preços. Por último, afirmou que os Parlamentares precisam atuar de forma responsável com o País.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,Política trabalhista,Direito do trabalho,Política salarial,Atuação parlamentar,Inflação
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, meu amigo e Presidente Pompeo de Mattos. Presidente, a que ponto chega a insanidade neste Parlamento? Até concordo que uma Parlamentar do PSOL propor um projeto estapafúrdio seja algo comum, natural e corriqueiro nesta Casa. Agora, conceber que quase 200 Parlamentares tenham feito parte de uma insanidade dessas? Aí eu já começo a ficar preocupado com a forma como esta Casa se comporta perante desafios do nosso tempo. No projeto da Parlamentar, nem uma conta de terceira série ela conseguiu acertar. Ela diz que o inciso XIII só poderia ser 13 passa a vigorar com a seguinte redação: "duração do trabalho normal não superior a 8 horas diárias e 36 horas semanais, com jornada de trabalho de 4 dias por semana". Jesus, Maria e José! Quatro vezes oito parece-me, parece-me, colega Deputado Luiz, que dá trinta e dois. Eu não sei como as outras horas serão preenchidas. Talvez sejam através de mágica, como ela quer resolver os problemas. Mas eu pergunto ao brasileiro que está concordando com essa maluquice: o que você vai fazer com 20% a menos no salário? Isso porque o seu salário vai ser reduzido. "Não, Marcon, a proposta diz que não." Ai, meu Deus! Não parou de acreditar em Papai Noel? Vai fazer o que com seu filho, que só vai poder estudar de segunda-feira a quinta-feira? Sexta-feira o professor não vai poder dar aula. Ao mercado você não vai poder ir, porque estará fechado, à farmácia, a mesma coisa. "Ah, não, mas eles vão contratar mais pessoas." Pois é. E isso vai ocasionar o quê? Aumento de preço. Aí você vai receber menos. Cidadão brasileiro, o senhor ou a senhora que me acompanha de casa, se quiser trabalhar de segunda-feira a sexta-feira, estará proibido. Será um criminoso. Está escrito na proposta: criminoso. A Deputada vai pagar o que vai faltar do seu salário? Obviamente, não. Mas daí o senhor se vire, porque ela está preocupada em fazer proselitismo político. Vou concluir, Presidente. Eu apresentei a PEC da alforria, que libera a pessoa a trabalhar 1 dia por semana, 2 dias, 4 dias, 5 dias, 6 dias por semana, o quanto quiser. Você faz o que você quiser da sua vida. Não vai ser um Deputado, não vão ser 200 Deputados ou um Presidente que vão dizer o que fazer. É muito bonito apresentar coisas mirabolantes, mas aqui nós, que usamos este broche, que fomos eleitos, temos que ter responsabilidade com o País. Eu não vou vir aqui mentir para o povo e dizer que posso fazer mágica. Obrigado, Presidente. - 12/11/2024Breves Comunicações
O Deputado celebrou a geração de empregos pelo Governo Lula, contrastando-a com as elevadas taxas de desemprego durante o Governo Bolsonaro. Ademais, manifestou apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho, extinguindo a jornada de seis dias de trabalho por um de folga.
Palavras-chave oficiais: Geração de emprego,Governo federal,Presidente da República,Desemprego,Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL) Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,Direito do trabalho,Política trabalhista,Política salarial,redução
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero registrar a geração de empregos que o Governo do Presidente Lula está construindo no Brasil. No tempo do Bolsonaro, 13,8% dos trabalhadores e trabalhadoras que poderiam estar trabalhando estavam desempregados. Com menos de 2 anos de Governo do Presidente Lula, esse número cai pela metade: 6,4%. Isso mostra que o plano do Presidente Lula para gerar empregos está dando certo. Nós precisamos avançar, inclusive com o fim da escala de 6 por 1. Nós temos que terminar com essa jornada. Temos que respeitar os trabalhadores e as trabalhadoras, também pagando-lhes salário digno. Eu gostaria que minha fala fosse divulgada no programa A Voz do Brasil, Sr. Presidente. - 12/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou a proposta do PSOL de reduzir a jornada de trabalho, apontando erros técnicos e falta de soluções. Destacou que experiências semelhantes no exterior são limitadas ou subsidiadas, como nos Emirados Árabes, Bélgica e Islândia. Propôs adotar o modelo americano, que permite ao trabalhador decidir sua jornada e remunerações por hora. Defendeu maior liberdade e modernização da CLT, criticando propostas que considera populistas e impraticáveis.
Palavras-chave oficiais: Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Proposição legislativa,Jornada de trabalho,redução,Crítica,Estados Unidos,Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) (1943),modernização
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Gilberto Nascimento. Eu começo a minha fala fazendo menção, com deferência, ao nosso Líder Carlos Jordy, que está voltando a esta Casa. S.Exa. é sempre muito bem-vindo. Sou muito feliz por ser liderado pelo amigo. Presidente, nos últimos dias, o Brasil foi tomado pela discussão sobre uma diminuição da jornada de trabalho de forma mágica. A Deputada do PSOL que apresentou a proposta não conseguiu sequer fazer a conta 4 vezes 8. Na PEC, ela colocou 36 como resultado, quando deveria ser 32, pelas contas dela. Colega Deputado Delegado Paulo Bilynskyj, como nós podemos levar a sério uma PEC se quem a escreve não sabe fazer uma conta básica de matemática? Isso beira o ridículo, mas o brasileiro gosta de acreditar em esquerdista! Vejam o tipo de promessa dessa turma durante a campanha! Lula disse: "Vamos abrasileirar o preço da gasolina". Alguém se lembra disso? Pois bem, no Governo do ódio, a gasolina custava menos de 5 reais; no Governo do amor, já está custando quase 6 reais. No Governo do ódio, o dólar valia 4,70 reais; no Governo do conto de fadas, está valendo quase 6 reais. O gás de cozinha, que Lula dizia que iria baratear, custava menos de 100 reais. Agora está custando mais de 150 reais. Agora, uma Deputada que nunca gerou um emprego no Brasil vem dizer que, de forma mágica, é possível diminuir os dias de trabalho e manter a mesma remuneração. Pois bem, a fórmula que a tal Deputada apresenta foi testada, até agora, em quatro países do mundo. Nos Emirados Árabes, vale somente para o funcionalismo público. Na Bélgica, que tem uma jornada de 38 horas a 45 horas, o funcionário pode fazer até 10 horas, 12 horas por dia para cumprir a jornada e, aí, sim, trabalhar 4 dias. No Brasil, isso não é possível, porque a jornada diária pode ter, no máximo, 8 horas. Na Islândia, o Governo está tentando implementar essa medida para 1% da população. V.Exas. sabem quanto é 1% da população da Islândia? São 3 mil pessoas. Na Escócia, o Governo também está tentando implementar essa medida, mas com subsídios estatais, ou seja, tirando dinheiro dos impostos para subsidiar essa diferença de horas e dias de trabalho. Eu poderia apresentar aqui uma PEC para criar o 14º salário, o 15º salário, o 16º salário. Eu poderia apresentar aqui uma PEC para determinar que o Governo colocasse 1 milhão de reais na conta de cada trabalhador. Lugar de palhaço e mágico é no circo, não no Parlamento! Apresentar coisas que não deram certo em lugar nenhum do mundo não passa de proselitismo político. Hoje, eu apresentei uma PEC, junto com colegas da Oposição, para que nós copiemos o que dá certo no mundo. O sistema americano permite que o trabalhador trabalhe até 1 dia por semana, se assim quiser, e descanse os outros 6 dias; que ele ganhe por hora trabalhada. Ele tem essa liberdade. Nem Deputado do PSOL nem o Governo vai dizer quantos dias o trabalhador tem que estar presente no trabalho. Ele decide! "Marcon, assim é ruim." O engraçado é que nós vemos muita gente tentando atravessar a fronteira dos Estados Unidos para trabalhar assim. O que nós precisamos é dar liberdade para as pessoas trabalharem o quanto quiserem, sem terem que ficar presas em um sistema lá de 1940, que é a nossa CLT. Vamos parar de ser palhaços aqui! Isto aqui não é circo para criar PECs que não funcionaram e não funcionam em lugar nenhum do mundo. Vamos copiar o que dá certo. Lugar de palhaço e mágico é no picadeiro, não na Câmara dos Deputados. Obrigado, Sr. Presidente. - 05/11/2024
O Deputado respondeu a críticas do PSOL sobre as emendas de Comissão, acusando o Governo de usá-las para obter apoio de Parlamentares. Ressaltou que nunca recebeu tais emendas e que atua por princípios e valores. Além disso, criticou a prisão de pessoas que participaram do ato de 8 de janeiro, citando o caso de três mulheres — D. Vildete, D. Iraci e D. Débora — que, segundo ele, foram presas sem provas de participação em atividades criminosas. Comparou esses casos com a liberdade de condenados por corrupção, como José Dirceu e Sérgio Cabral, afirmando que a justiça brasileira é injusta ao manter essas mulheres presas enquanto criminosos condenados estão soltos.
Palavras-chave oficiais: Emenda de comissão,Recursos orçamentários,Lei Orçamentária Anual (LOA),Governo federal,interesse,Discurso parlamentar manifestação,Brasília (DF),participante,Prisão,Crítica,Ex-ministro de Estado,Partido dos Trabalhadores (PT),anulação,Condenação criminal
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Agradeço, mais uma vez, Presidente, pela sempre ótima condução. Só respondendo ao colega do PSOL que me antecedeu, as emendas de Comissão são usadas pelo partido dele, pelo Governo dele, para cooptar Parlamentar vendível nesta Casa, para que vote com o Governo as pautas que o Governo quer. Eu nunca recebi uma emenda de Comissão, porque estou aqui por ideologia, por valores e princípios. E o Deputado que sobe ali para bostejar um monte de coisas sabe como são usadas as emendas de Comissão. Que ele seja honesto e sincero e que diga que é o Governo dele que usa essas emendas para comprar Parlamentares que têm preço aqui, e não têm valor. Dito isso, Sr. Presidente, para restabelecer a verdade neste Parlamento e para que as pessoas de casa, que pagam o nosso salário, saibam o que acontece aqui, eu quero falar sobre os assuntos que teremos hoje. Nós teremos vários assuntos, colega Deputado Reinhold Stephanes: a eleição nos Estados Unidos e a estourada do dólar, mas nada é mais urgente que anistiar pessoas que estão presas injustamente. Há 4 mil anos, os sumérios criaram o chamado Código de Hamurabi, sobre o qual talvez alguns colegas já tenham ouvido falar. Esse código tirava a civilização humana da barbárie e a colocava como uma civilização propriamente dita, em que, conforme o crime que as pessoas cometiam, os juízes da época estabeleciam penalidades. Pois bem, 4 mil anos se passaram, e nós, aqui no Brasil, estamos regredindo. Senão, vejamos, de uma forma muito simples. Nós temos a D. Vildete Ferreira, com 73 anos de idade, presa pelo Supremo Tribunal Federal por estar no ato do dia 8 de janeiro cometendo sabe-se lá o que nada, provavelmente, como muitos não cometeram. Não há nenhuma prova contra ela, mas está presa pelo STF. Já o mesmo STF soltou o André do Rap, Líder do PCC, condenado a mais de 15 anos e, pasmem, foragido há 4 anos. O STF também condenou a D. Iraci, de 71 anos de idade, que está presa. Crime? Nenhum. Só porque talvez estivesse na grama no dia 8 de janeiro presa, D. Iraci, 71 anos. Já o Sr. José Dirceu, condenado em três instâncias por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa, com uma pena de mais de 23 anos de cadeia, está onde? Livre, leve e solto pronto para roubar de novo! Nós temos ainda a D. Débora, com 38 anos de idade, mãe de dois meninos menores de idade. O crime dela, colegas? Ter vindo dar um golpe de Estado com um batom na bolsa e ter escrito em uma imagem de concreto: "Perdeu, mané". Ela está presa desde março de 2023 e condenada a 17 anos. Enquanto isso, Sérgio Cabral, ex-Governador do Rio de Janeiro, condenado a mais de 430 anos de prisão, está solto, inclusive pleiteando junto ao Ministro Dias Toffoli que todas as suas condenações sejam esquecidas. Sr. Presidente, nada é mais desumano que prender mulheres, mães, avós, inocentes, sem crime nenhum, enquanto marginais condenados em várias instâncias, que roubaram o dinheiro do povo, que traficaram drogas, estão nas ruas. Muito me admira o lado de lá, o lado da Esquerda, que se diz defensor dos direitos humanos, sempre defender os bandidos. Mas a D. Débora, a D. Iraci e a D. Vildete, estas eles querem que apodreçam na cadeia. É vergonhoso ser de esquerda! Obrigado, Sr. Presidente. - 05/11/2024Breves Comunicações
O Deputado saudou a presença na Câmara dos Deputados do Prefeito Jadir Kovaleski e de Vereadores, todos do Município de Ametista do Sul (RS).
Palavras-chave oficiais: Comitiva,Ametista do Sul (RS),Prefeito,Vereador,Câmara dos Deputados
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Gilberto, eu gostaria apenas de fazer uma menção aos nossos amigos do Rio Grande do Sul, do Município de Ametista do Sul, que estão em comitiva nos visitando em Brasília: o Prefeito Jadir Kovaleski e alguns Vereadores. Trata-se de uma bela visita que a Câmara dos Deputados recebe hoje. Muito obrigado. - 04/11/2024Breves Comunicações
O Deputado comparou as diferenças de gestão entre Esquerda e Direita, referindo-se às escolhas políticas do Brasil e da Argentina. Argumentou que o Brasil, sob um governo de Esquerda, enfrenta retrocessos econômicos, enquanto a Argentina, com a chegada de Javier Milei, alcança progresso com reduções de inflação e juros, superávit financeiro e queda do risco país. Apontou, ainda, dados que comparam o desempenho das bolsas e a inflação de ambos os países, destacando como esses indicadores afetam o custo de vida e criticando o impacto das políticas de importação do governo brasileiro.
Palavras-chave oficiais: gestão,Governo federal,Brasil,Argentina,Esquerda política,Direita política,Economia,Inflação,Indicador econômico,Custo de vida,Política econômica,Importação
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Gilberto. Sempre é uma satisfação falar desta tribuna com o senhor presidindo a sessão. Presidente, hoje eu quero falar sobre troca de casais, popularmente conhecido como swing. Mas calma, Sr. Presidente! É uma anedota ou, como dizemos lá no Rio Grande do Sul, um "causo", uma história para contextualizar algo que está acontecendo em nosso País. Seu Brasil era amigo do Seu Argentino. Os dois eram casados, Sr. Presidente. O Seu Argentino era casado com a D. Esquerda, e o Seu Brasil estava muito bem com a D. Direita. Dona Esquerda era aquele tipo de mulher que gostava muito de aparecer, não era de produzir muito e tinha um relacionamento com o Seu Argentino mais ou menos tóxico. Já o Seu Brasil tinha um casamento muito produtivo, tinha um futuro brilhante, estava trilhando um caminho de sucesso. No entanto, o Seu Brasil tinha um problema: ele era daqueles homens que acham que a grama do vizinho é sempre mais verde. Pois bem. O que aconteceu? Os amigos acabaram trocando de casal. Seu Brasil, quando viu que Seu Argentino tinha se separado, ficou com a D. Esquerda; e Seu Argentino acabou casando com a D. Direita, que estava no Brasil. O resultado nós já podemos ver no nosso País. Esse "causo" é contado para mostrar para as pessoas como uma escolha errada pode produzir consequências graves. O Brasil vinha trilhando um caminho de sucesso com Jair Messias Bolsonaro. A Argentina, com muitos anos de esquerda, em um relacionamento tóxico, vinha cada vez mais empobrecendo. Mas eles decidiram dar um basta nisso e trocaram a esquerda por Javier Milei. E nós, no Brasil, que tínhamos um caminho de sucesso, decidimos pegar a problemática Esquerda para nos administrar. O resultado trago aqui para vocês. Segundo reportagem, Bolsa da Argentina lidera ranking de ganhos em 2024; IBOVESPA está em penúltimo. "Ah, Marcon, mas eu não como bolsa!" Ninguém come bolsa. A bolsa é uma perspectiva de como a economia vai se desenvolver. Para vocês terem uma ideia, a bolsa da Argentina em 2024 subiu 63%, e a bolsa do Brasil caiu 19%. Essa situação não fica restrita à bolsa, Presidente. Risco-país da Argentina cai para o menor nível em mais de 5 anos. "Ah, Marcon, mas eu não como risco!" Talvez você não saiba, mas o risco de um país se reflete na taxa de juros que você vai pagar através dos seus impostos. Ou seja, há menos dinheiro quando o risco está alto e mais dinheiro quando o risco está baixo, e falo de dinheiro para educação, saúde e segurança. Mas isso não para por aí. A Revista Oeste traz a seguinte matéria: Com Milei, Argentina tem menor inflação desde setembro de 2021. O relatório Focus de hoje, do Banco Central, aponta que o Brasil vai estourar a meta de inflação, que já está sendo projetada em 4,59%, ou seja, a picanha vai ficar mais cara, a cervejinha vai ficar mais cara, a cenoura, o tomate e a alface vão ficar mais caros. Por quê? Porque nós casamos com a Esquerda, que é péssima em administrar, enquanto a Argentina está saindo do buraco. Vamos para mais uma matéria: BC da Argentina faz o 7º corte de juros no governo Milei. O Governo de esquerda da Argentina entregou o país pasmem! com 133% de taxa básica de juros. Milei já a reduziu para 35%. Logo, nós no Brasil estaremos com taxas maiores do que as da Argentina, graças à Esquerda que Governa este País. Mas não para por aí. Argentina registra oitavo mês de superávit primário consecutivo em agosto. Outra: Argentina obtém 1º superávit financeiro semestral desde 2008. Ou seja, descontando juros, ainda assim sobrou dinheiro para investimentos. A última e que mais impacta quem não dá muita bola para a política é esta reportagem do Valor: Argentina reduz o imposto de importação para tentar conter inflação. Ou seja, sabe aquele produtinho da Shein que você comprava? Pois é, na Argentina o imposto foi baixado. No Brasil, que é o Governo do amor, aquele Governo de esquerda que promete milagres, como o cara que quer pular a cerca para ficar com a mulher do vizinho, pois é, aqui estamos pagando muito mais caro, 100% de imposto sobre os produtos importados, enquanto na Argentina é 17%. Sr. Presidente, muitos brasileiros talvez não aprendam no amor, não aprendam vendo que a Esquerda é uma desgraça. Infelizmente, nós teremos que aprender na dor. Enquanto a Argentina dispara, o Brasil afunda. É triste ser brasileiro e ver essa situação. Obrigado, Sr. Presidente. - 30/10/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo do Presidente Lula, acusando-o de nomear Ministros incompetentes para áreas estratégicas. Enfatizou que o Presidente escolheu “o que existe de pior” para compor o seu Governo. Destacou os Ministros Silvio Almeida, Marina Silva e Fernando Haddad, afirmando que suas gestões resultaram em problemas como aumento de desmatamento, inflação e crescimento da dívida pública. Pediu a substituição urgente de Haddad para evitar danos maiores para o País.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Ministério,Desmatamento,Inflação,Dívida pública,atuação,Crítica,Ministro de Estado
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Parabéns, mais uma vez, pela condução dos trabalhos! Quando um time de futebol decide montar o seu elenco de jogadores que vão participar do próximo campeonato, sempre busca pegar o que existe de melhor no mercado. Às vezes, acontecem alguns erros, é verdade, mas ele sempre busca o que há de melhor, para ter uma vitória e a sua torcida ficar feliz. No Brasil, quando o Lula foi eleito, ele buscou pegar o que existia de pior em cada setor. Nos direitos humanos, ele botou Silvio Almeida, um taradão que abusava das mulheres do seu Ministério. No meio ambiente, ele botou uma incompetente chamada Marina Silva. Os resultados estão aí: recordes e mais recordes de desgraças na natureza. Tentaram vender a ideia de que essa era uma pauta do Governo, mas os recordes são quebrados a cada semestre, com mais queimadas, mais desmatamentos, e por aí vai. Na economia, ele pegou o camisa 10 da ruindade: Haddad. Eu, há 1 ano, subi a esta tribuna e disse: "Haddad, se você ama o seu País, renuncie! Pelo amor de Deus, pare de fazer o que você está fazendo! A economia não vai aguentar". Lula insiste no que há de pior. Os resultados estão aí. Ontem, o dólar bateu recorde de preço. A nossa moeda, cada vez mais, não vale nada. Hoje, o recorde foi quebrado e, mais uma vez, o dólar está estourando. Essas desgraças vêm se acumulando. Nós temos aqui uma matéria da Agência Senado: "Dívida pública chegará a 80% do PIB em 2024". Uma desgraça! Outra matéria: "Boletim Focus: analistas projetam estouro da meta de inflação em 2024". Os produtos e os alimentos ficarão mais caros para o pobre, para o brasileiro, por causa desse Ministro incompetente. Por fim, cito outra matéria: "Tesouro IPCA+ atinge maior taxa do ano após nova alta de projeções para inflação". Nós estamos pagando mais juros, e está sobrando menos dinheiro para a saúde, para a educação. Se o Haddad não for retirado às pressas do Ministério que ocupa, levará o nosso País à bancarrota. É isso que dá colocar incompetentes para administrar não um time, mas o País. Obrigado, Presidente. - 29/10/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou o trabalho do Governo do Presidente Lula em destinar recursos para o Rio Grande do Sul, incluindo a restauração de infraestrutura e auxílio financeiro para famílias e agricultores. Elogiou o financiamento do BNDES para a quitação de dívidas rurais, mencionando que essas questões foram abordadas pelo Ministro Pimenta em um momento em que não eram discutidas. Ressaltou o crescimento do PT em eleições municipais, parabenizando o novo Prefeito de Pelotas (RS), Fernando Marroni. Também fez menção a um caso de corrupção envolvendo um líder do PL em Canoas (RS), enfatizando a importância da justiça nesse contexto.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Auxílio financeiro,Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,Infraestrutura,Agricultor,Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),Dívida agrária Eleição municipal,Partido dos Trabalhadores (PT),Prefeito,Pelotas (RS),Corrupção,Partido Liberal (PL),Canoas (RS)
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Pompeo de Mattos, estava ouvindo aqui um Deputado gaúcho e, em primeiro lugar, quero dizer que o Governo do Presidente Lula tem encaminhado recursos para tudo o que é possível no Rio Grande do Sul: restaurações das BRs, das escolas, dos postos de saúde, dos hospitais; salvamentos de pessoas; auxílios financeiros para as empresas; o auxílio de 5 mil e 200 reais por família para a compra daquilo que se precisa dentro de casa; as dívidas dos agricultores; o PRONAF Emergencial para os Municípios que foram atingidos pela calamidade pública; as dívidas de terceiros. Srs. Deputados e Sras. Deputadas, o BNDES vai abrir um financiamento para que os agricultores que devem para cooperativas, para cerealistas ou para pecuaristas paguem essas dívidas, coisa que nunca aconteceu antes. No tempo do Bolsonaro, nunca se ouviu falar nesse assunto de dívida dos colonos do Rio Grande do Sul. E ainda há gente que tem coragem de dizer que o Presidente Lula não está fazendo nada. Foi levantada essa questão da dívida dos agricultores para o nosso Ministro Pimenta quando ninguém falava disso, quando ninguém citava isso. Eu já vi, na mesa, movimento dos sem-terra, representação dos pequenos agricultores da FETAG, da FETRAF Brasil e da FARSUL, no Rio Grande do Sul. E o Presidente da FARSUL disse o seguinte: "Ministros, muito obrigado pela forma como vocês nos estão tratando". Algumas entidades negociam; outras fazem baixaria no Rio Grande do Sul. Eu sei que nós não vamos resolver tudo, eu sei que a dificuldade é grande, mas nós estamos fazendo, nós estamos olhando e tratando com carinho. Nós temos que olhar para os gerentes do Banco do Brasil que, muitas vezes, não querem receber as regras no nível nacional. A outra questão é que a democracia fez com que nós pudéssemos ir às urnas no primeiro turno e no segundo turno. No ano passado, o PT venceu em 170 Municípios no nível nacional. Neste ano, venceu em 250 aumentamos. No Rio Grande do Sul, o número de eleitos para a Prefeitura do PT é muito maior que aquele que está encerrando o mandato agora. Eu quero aqui parabenizar o Prefeito de Pelotas, onde deu para perceber que a democracia é boa, que é bom ter democracia e exercê-la. O próximo Prefeito de Pelotas, ex-Deputado Federal e ex-Deputado Estadual, é Fernando Marroni. Fala-se que o Líder do PL no Rio Grande do Sul, do Município de Canoas, eleito pelo PL, foi pego com dinheiro na cueca. Está sobrando dinheiro que nem mais nos bolsos consegue colocá-lo! É na cueca que estão colocando dinheiro! Eu espero que a justiça seja feita e que esse Prefeito eleito tenha que se explicar para a Justiça Eleitoral no Rio Grande do Sul sobre o dinheiro na cueca. Eu solicito a divulgação deste discurso pelos meios de comunicação social da Casa e no programa A Voz do Brasil. - 29/10/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou decisões judiciais que considera injustas, destacando a inelegibilidade do ex-Presidente Jair Bolsonaro em contraste com a elegibilidade do ex-Ministro Chefe da Casa Civil, José Dirceu, condenado por corrupção. Também denunciou a prisão de Débora Rodrigues dos Santos por envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília (DF), afirmando que o Congresso adiou projetos de justiça em favor de acordos políticos. Por fim, reiterou seu compromisso com a ética e a defesa do povo.
Palavras-chave oficiais: Ato antidemocrático,Brasília (DF),Ex-presidente da República,Inelegibilidade,Elegibilidade,Corrupção,Prisão,Casa Civil da Presidência da República,Ex-ministro de Estado,Ministro-Chefe,Poder Judiciário,Congresso Nacional,Acordo político
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, findado o segundo turno das eleições municipais, voltamos à tribuna da Casa. Correu nas redes sociais, nas últimas semanas, um meme de uma menina indignada que dizia assim, abre aspas: "Que show da Xuxa é esse?", fecha aspas. Agora nós temos na tribuna da Casa um Deputado perguntando, com a mesma indignação: que Justiça é essa? Hoje no Brasil o Ministro Gilmar Mendes, o decano do STF, permitiu que o líder do mensalão e do petrolão, condenado em três instâncias, com robustas provas, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, o José Dirceu, fosse considerado alguém propício, elegível a estar nesta Casa para defender os interesses daqueles a quem roubou por tantos anos neste País. Como se isso não bastasse, o José Dirceu, amigo do sistema, está elegível, Presidente, mas Jair Bolsonaro, ex-Presidente do Brasil, que fez uma reunião com embaixadores, por uma legislação criada na cabeça daqueles que querem persegui-lo, segue inelegível. Que Justiça é essa? E nós podemos ir mais longe. Débora Rodrigues dos Santos, mãe de dois menores, por uma infelicidade do destino, estava na Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 e escreveu uma frase dita por um Ministro do Supremo, "Perdeu, mané!", com batom, se não me falha a memória, na estátua da Justiça. Esse foi o crime dela. Ela está, desde março do ano passado, atrás das grades pelo crime gravíssimo de ter feito uma peripécia de adolescente aqui na Praça dos Três Poderes. Pergunto novamente, Presidente: que Justiça é essa? E nós, nesta Casa Legislativa, quando temos a oportunidade de fazer justiça a essas pessoas presas indevidamente, usamos a vida delas como moeda de troca na disputa pela Presidência do ano que vem. Que políticos são esses que se esquecem de uma mãe que tem em casa dois menores abandonados e trocam isso por alguns apoios para conseguirem a Presidência desta Casa? A honra, a dignidade, a nobreza, que deveriam ser pressupostos de todos os homens públicos, parecem cada vez mais se afastar desta Casa. Nós hoje, neste horário, estaríamos na CCJ votando para que inocentes fossem para casa cuidar de suas vidas. No entanto, por acordos do submundo da política que emporcalham esta Casa, esse projeto foi enterrado. Eu me sinto envergonhado, Presidente, de estar aqui lutando e nadando contra a maré. Mas, como diria Madre Teresa, sem a gota no oceano que nós representamos, o oceano seria menor. Por isso, seguimos lutando pelo certo, pelo digno e pelo correto. Não há nada mais nobre do que sair na rua e ter o reconhecimento das pessoas pelo trabalho que fazemos. Enquanto uns se vendem por cadeiras e por poder, o meu compromisso é com o povo. Obrigado, Presidente. - 08/10/2024Breves Comunicações
O Deputado comemorou o avanço da Direita nas eleições municipais. Também criticou a gestão pública em Caxias do Sul (RS), apontando casos de negligência, como o monopólio funerário mantido pelo Prefeito, e escândalos envolvendo desvios de materiais e uso indevido de caminhões públicos. Destacou a falta de assistência na área da saúde, relatando o caso de Marina da Silva de Souza, que esperou quase uma semana para ser atendida na UPA devido a acúmulo de líquido no cérebro. Ao encerrar, questionou as motivações de quem entra na vida pública, defendendo que deveriam priorizar o bem-estar da população.
Palavras-chave oficiais: Eleição municipal,Direita política,Resultado eleitoral Gestão pública,Prefeito,Caxias do Sul (RS),Monopólio,Funerária,Saúde
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente, Deputado Charles Fernandes. Bom, depois de um longo inverno, quando ficamos afastados do Congresso Nacional por conta das eleições municipais, não temos como não comemorar o avanço da Direita no Brasil. Aliás, a Esquerda só consegue ter sucesso quando a eleição é presidencial. Fora isso, ela costuma perder. Sabe-se lá por quê. Sr. Presidente, subo a esta tribuna hoje para fazer um questionamento à população brasileira: o que move um homem e uma mulher a resolver entrar na vida pública? No meu entender, o que deveria mover um homem e uma mulher a entrar na vida pública seria a melhoria da vida do seu próximo, a melhoria da vida do povo, e não se perpetuar no poder ou ganhar algo por estar no poder. Em Caxias do Sul, a minha cidade, Sr. Presidente, onde o monopólio funerário extorque as pessoas há mais de 20 anos, o Prefeito, nos dias próximos à eleição e com viés de derrota lançou edital para manter esse monopólio por mais 10 anos, edital que a Justiça acertadamente derrubou. O Prefeito também esteve envolvido em escândalo e o Ministério Público está investigando o caso sobre construção de casa na praia para um funcionário que tem função gratificada, sobre desvio de materiais e uso de caminhão público para a construção da casa na praia, enquanto o povo de Caxias e da região perdeu muito com as enchentes, como todo o mundo sabe. Mas nada, Sr. Presidente, é mais desumano do que o esquecimento por um homem público da saúde das pessoas. Em Caxias do Sul, avolumam-se as denúncias de pessoas que ficam dias na UPA Unidade de Pronto Atendimento esperando ser atendidas. Trouxe o caso da Marina da Silva de Souza. A amiga dela me mandou um áudio em que relata que ela estava, Sr. Presidente, há quase 1 semana esperando por atendimento para tratar de acúmulo de líquido no cérebro, o que a estava deixando cega. (Reprodução de áudio.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Deputado, isso não é permitido, infelizmente. O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS) - Sr. Presidente, peço desculpas, então. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço a V.Exa. que entenda. O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS) - Nós vemos no Senado colegas fazerem isso. Acho que a Deputada Jandira Feghali o alertou sobre mim, mas sobre os colegas do Senado, não. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Não foi a Deputada Jandira Feghali, Deputado. O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS) - É estranho, Sr. Presidente, porque vemos colegas fazerem isso no Senado, mas tudo bem. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Deputado, não foi a Deputada Jandira, foi o pessoal da Mesa que me alertou. Gostaria que V.Exa. entendesse. Muito obrigado. Pode concluir. Acrescentarei mais tempo para V.Exa. O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS) - Então, desculpe-me, Deputada Jandira. Sr. Presidente, no áudio, em resumo, a amiga relata que a Marina, de 29 anos de idade, mãe de 3 filhos, esperou por praticamente 1 semana até conseguir leito. Enquanto isso, o Prefeito, que ficou adormecido por 3 anos e meio, agora mandou passarem uma camadinha de asfalto nas ruas da cidade, para tentar ganhar a eleição, mas abandona quem está sofrendo na área da saúde. Então, eu volto à pergunta que fiz no começo: o que move um homem e uma mulher a entrar no serviço público? Mentir e explorar o povo, para se perpetuar no poder ou trabalhar para o bem do povo? Minha opinião é de que é o trabalho pelo bem do povo, o que não temos visto na nossa Caxias do Sul. Obrigado, Sr. Presidente, e mais uma vez desculpe-me pelo inconveniente. - 11/09/2024Breves Comunicações
O Deputado concordou com as declarações do Presidente Lula sobre a maior transparência das eleições com o uso de um comprovante impresso, mencionando o sistema eleitoral da Venezuela. Criticou o Governo atual em temas como indicações ministeriais, abandono das florestas e defesa de pautas como a legalização das drogas. Também questionou a falta de transparência no processo eleitoral brasileiro e a decisão de um Ministro da Suprema Corte de barrar o voto impresso no País. Ressaltou a ausência de público no desfile de 7 de setembro em Brasília, contrastando com o apoio popular ao ex-Presidente Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Voto impresso,transparência,Presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF),Sistema eleitoral,Venezuela,Brasil,Democracia,Desfile cívico-militar,Dia da Independência do Brasil,popularidade,Ex-presidente da República
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Gilberto, colega Deputado Luiz, hoje inicio as Breves Comunicações e subo a esta tribuna até de forma envergonhada, porque, pela primeira vez, preciso dizer que concordo com o Lula. Sim, é duro dizer isso, mas concordo com ele. Mas, eleitores brasileiros, não se apavorem. Não estou concordando com o Lula em cobrir o taradão dos Ministérios; não estou concordando com o Lula em indicar uma Ministra sob suspeita e ré por desvio de recursos das crianças quando Secretária de Educação, em Minas Gerais; não estou concordando com o Lula em abandonar as nossas florestas, que estão sendo queimadas como nunca antes na história do nosso País; não estou concordando com o Lula na defesa que a Esquerda faz da liberação do assassinato de bebês no ventre de suas mães; não estou concordando com o Lula na liberação das drogas, nem na defesa da ditadura de Maduro. Mas, ontem, o Presidente Bolsonaro compartilhou um vídeo de uma entrevista do Lula, caro colega Deputado Luiz, e todos nós precisamos concordar com o Lula, quando ele falou nessa entrevista como é o processo eleitoral na Venezuela e fez uma defesa clara do voto impresso que existe no país vizinho, hoje governado por um ditador. Na entrevista, Lula afirmou aspas : "As urnas, na Venezuela, quando você vota em uma máquina eletrônica como aqui, tem um ticket". O ticket a que Lula se refere nada mais é do que o voto impresso, aquele que vai na urna, com o qual, depois, é possível checar se os dados batem, ver se a urna teve algum problema na transmissão dos dados, como são enviados ao TSE, aqui no Brasil. Lá na Venezuela, em uma ditadura, existe tal segurança para que a eleição não tenha nenhum indício de fraude. Na sequência, o repórter questiona o Presidente Lula: "Então, o senhor não reconhece que Maduro seja o Presidente eleito?" E Lula categoricamente afirma: "Tem que apresentar os dados agora. Os dados têm que ser apresentados por algo que seja confiável". Quando nós lutamos nesta Casa para defender maior confiabilidade para o processo democrático brasileiro era justamente isso que nós estávamos defendendo, algo que tire qualquer tipo de dúvida sobre uma eleição. Quem defende o voto impresso, Sr. Presidente, é que defende verdadeiramente a democracia. Este Congresso Nacional já aprovou, em duas oportunidades, o voto impresso e auditável, mas, infelizmente, de forma monocrática, um Ministro do Supremo derrubou essa decisão que o Congresso, eleito pelo voto popular, havia tomado. Fica sempre a pergunta: qual é o interesse de um Ministro da Suprema Corte ou de pares desta Casa ao não defender mais transparência na nossa democracia como uma bandeira prioritária? O próprio Presidente Lula, em entrevista, afirmou que, com o papel, com as atas, com a comprovação material, é possível comprovar a vitória ou a derrota em uma eleição. Então, fica uma dúvida na cabeça dos brasileiros. No último dia 7, em Brasília para quem não sabe, Brasília tem 3 milhões de habitantes , colega Deputado Luiz Lima, nem as moscas compareceram ao 7 de Setembro de Lula. Se desconsiderarmos os convidados, o Ministro Alexandre de Moraes, a segurança que estava defendendo o ar e quem desfilou, o público não chegava a 50 pessoas. Onde está o apoio do Presidente? Onde estão os eleitores que deram a ele seus votos? Nada melhor para tirar qualquer dúvida do que fazer o que o Presidente Lula propôs: o voto impresso, bandeira do meu mandato. Nós, amantes da democracia, temos que defender maior transparência e confiabilidade ao voto. Eu me comprometo com o povo brasileiro a fazer isso até o fim do meu mandato. Fica a dúvida: de um lado do País, milhares de pessoas nas ruas ovacionaram o candidato derrotado; na Capital Federal, nem as moscas vieram aplaudir o candidato vencedor. É muito estranho, Sr. Presidente! Obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.