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Detector de Bananada
Foto de Marcon

Deputado · Câmara

Marcon

PT · RS

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Dionilso Mateus Marcon · 62 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 82 de 100, Cara Bom0406080100

82/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 67% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 93%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 87%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 97%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 95%das 770 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 97%das 771 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.marcon@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5196
Gabinete
Gabinete 196, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

93%

Esteve em 365 de 391 sessões

Melhor que 44% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

87%

Registrou voto em 977 de 1.128 votações nominais

Melhor que 67% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 7 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 6 em andamento · 0 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

95%

Em 770 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 85% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

671 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 01/09/2026.

  • 26/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou os números de pesquisas recentes, que indicaram grande reprovação do Presidente Lula em diversas regiões do Brasil. Ademais, ressaltou os índices elevados de reprovação em Estados como Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Goiás. Além disso, apontou vários fatores que justificam essa desaprovação, tais como déficits nas empresas estatais, aumento da dívida pública e de impostos, incêndios florestais, feminicídios, estouro da meta de inflação, entre outros. Por fim, manifestou sua expectativa de derrota do Presidente Lula nas eleições de 2026.

    Palavras-chave oficiais: Pesquisa,reprovação,popularidade,Governo federal,Presidente da República,Eleições,Pesquisa de opinião,avaliação negativa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, meu amigo e Presidente Pompeo de Mattos. Presidente, Lula derrete em todo o Brasil. Quem diz isso não é o Deputado Mauricio Marcon, mas os números da pesquisa Quest, divulgada hoje. Aliás, não são números só da Quest, mas também do Datafolha, do Paraná Pesquisas, da CNT/MDA, divulgada ontem. Todos os números não deixam dúvidas. Lula virou um pária no Brasil. Quando pegamos os números de reprovação do descondenado, observamos o seguinte: na Bahia, reprovado por mais da metade do povo; em Pernambuco, 50% o detestam; em Minas Gerais, 63% de reprovação; no Rio de Janeiro, 64%; no Rio Grande do Sul, 66% querem Lula fora; no Paraná, 68%; em São Paulo, 69%; e em Goiás, 70%. Vejo muito petista subir à tribuna e não entender — parecem moscas tontas — por que Lula está sendo reprovado em todo o Brasil. Sr. Presidente, decidi fazer uma pequena lista de alguns dos motivos que levam o Lula a ser reprovado. Lerei os motivos: déficit recorde nas estatais; recorde nos repasses da Lei Rouanet, enquanto as pessoas contam as moedas para comprar ovo; recorde de incêndio na Amazônia; recorde de incêndio no Pantanal; recorde de mortes de ianomâmis; recorde de feminicídios; recorde de arrecadação de impostos; recorde no rombo fiscal; recorde da dívida pública; recorde no rombo da Previ; recorde em número de viagens internacionais; recorde de gastos de viagens internacionais; recorde de mortes por dengue, que, ontem, derrubou a Ministra, incompetente; recorde do dólar; inflação estourada no teto da meta; gasolina nas alturas; recorde no preço da picanha — vai faltar até para o Presidente; aumento do preço dos alimentos; cobrança de taxa das blusinhas para o mais pobre; tentativa de cobrar imposto sobre transação de Pix. Eu não vou conseguir terminar tudo, mas se algum petista quiser a lista, eu posso passar para eles, a fim de os nortearem por que o Presidente deles é odiado em todo o Brasil e vai levar uma sova nas eleições do ano que vem. Eu espero que Lula chegue com saúde para que ele perca de forma humilhante as eleições de 2026, e desafio qualquer petista a vir à tribuna e dar metade dos motivos que eu dei positivos do Governo. Não há e não haverá. Fora, Lula!
  • 25/02/2025

    O Deputado defendeu a atuação do Governo Lula e do Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacando que o Ministro abriu mais de 200 mercados no exterior e ampliou o Plano Safra. Ademais, ressaltou que os críticos ao Ministro são os mesmos que defenderam o plano para matar o Presidente Lula, o Vice-Presidente, Geraldo Alckmin, e o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Por fim, elogiou o Presidente Lula pela geração de empregos e a retomada da construção de navios e condenou a fome, o desemprego e a miséria causados pelo Governo Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Ministro de Estado,Ministério da Agricultura e Pecuária,Plano Safra,Mercado internacional,Política agrícola,Geração de emprego,construção,Navio,Indústria naval Oposição política,Golpe de Estado,planejamento,Homicídio,Presidente da República,Vice-presidente da República,Ministro do Supremo Tribunal Federal Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Fome,Pobreza,Desemprego

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em primeiro lugar, eu quero dizer que o Ministro Carlos Fávaro abriu mais de 200 mercados no exterior e, junto com o Presidente Lula, ampliou o Plano Safra. Qualquer Parlamentar aqui sabe que não foi aprovada ainda a LDO e o Orçamento. O Governo bota dinheiro no Plano Safra para atender quem produz neste País, seja a turma do agronegócio, seja a agricultura familiar, sejam os assentados. Para falar aqui do Ministro da Agricultura e do Presidente Lula, paciência, é preciso entender um pouco de agricultura. O time que fala do Fávaro é o mesmo time que queria matar Lula, Geraldo Alckmin e o Ministro do Supremo Tribunal Federal. O Brasil está gerando emprego. Ontem eu estive com o Lula no Município de Rio Grande, para retomar a construção de navios via PETROBRAS, coisa que Bolsonaro destruiu! A turma do Bolsonaro quer que volte a fila do osso, a fila do desemprego, a fila da miséria. Eu gostaria, Presidente, que a minha fala saísse no programa A Voz do Brasil.
  • 25/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou os gastos públicos com a viagem da Primeira-dama Janja à Itália, alegando que o custo de 34 mil reais em passagem de classe executiva, somado a despesas adicionais de 300 mil reais, representou um desperdício de recursos. Expressou indignação com o uso do dinheiro público para financiar viagens luxuosas, enquanto muitos brasileiros enfrentam dificuldades financeiras e destacou que o valor poderia ter sido utilizado para a compra de 420 cestas básicas.

    Palavras-chave oficiais: Despesa pública,Recursos públicos,Viagem internacional,Itália,Primeira-dama,Cesta básica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Estadão divulgou reportagem, há poucos instantes, que comprova que o País virou literalmente a casa da mãe joana, ou melhor, a casa da mãe Janja. Foram gastos 34 mil reais, Sr. Presidente, do Erário público para que Janja pudesse desfrutar de uma viagem à Itália, em classe executiva, com menu gourmet, bebida liberada e assento reclinável. Quem pagou por isso, obviamente, foi o pobre trabalhador brasileiro que hoje conta as moedas para conseguir comprar uma dúzia de ovos. O pior disso: essa viagem, esse gasto é irregular. Segundo o Decreto nº 10.934, de 2022, só podem viajar em classe executiva Ministros de Estado do Brasil. Janja, obviamente, como mãe joana, não foi sozinha, afinal a viagem era para discutir e conversar sobre a fome no mundo. Ela levou toda a turma, paga, obviamente, também com dinheiro público. Até agora o Estadão apurou que foram gastos 300 mil reais para ir à Itália conversar sobre a fome. O resultado, colega Deputado Rodolfo, ninguém sabe. Foram lá bater um papo, e, provavelmente, o resultado seja um suvenir do Coliseu, uma foto com o Papa. E quem paga é o trouxa do contribuinte brasileiro. Esse valor de 300 mil reais vai aumentar. O Estadão deixa claro que vai aumentar porque nem todos os gastos foram divulgados ainda. Esse valor seria suficiente para comprar 420 cestas básicas. Pergunte ao contribuinte brasileiro que pagou pela viagem da Janja de 34 mil reais de avião: o que seria melhor para combater a fome, 420 cestas básicas ou a casa da mãe Janja inteira na Itália gastando o nosso dinheiro? O Brasil, onde uma pessoa gasta hoje 5 reais para comprar um cacetinho, como a gente fala no Rio Grande do Sul, um pãozinho com ovo e uma fatia de queijo, está tendo que pagar as viagens da "Esbanja". Este País, literalmente, virou uma vergonha! Obrigado, Sr. Presidente.
  • 19/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Ministro Alexandre de Moraes, mencionando uma ação legal movida contra ele por uma empresa americana e a Rumble, uma rede social, destacando a suposta censura imposta por Moraes. Sugeriu que o Ministro só pode visitar países com regimes semelhantes ao de Cuba e Coreia do Norte. Também mencionou que Moraes teria extorquido dinheiro de empresas como o Twitter. Por fim, expressou o desejo de que, no futuro, Moraes enfrente consequências legais severas.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Ação judicial,Empresa estrangeira,Estados Unidos,Rede social,Censura,Autoritarismo,Extorsão,Twitter

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, ao que tudo indica, o sonho de Alexandre de Moraes, o "alecrim dourado" do Supremo Tribunal Federal, de andar na roda gigante do Magic Kingdom, na Disney, terminou. Hoje, pela manhã, em ação realmente embasada em fatos concretos — não aquilo que a PGR apresentou ontem, que vai virar uma piada nos próximos anos —, a empresa do Presidente americano, junto à Rumble, uma rede social americana, entraram na Justiça contra o "alecrim dourado" do Supremo Tribunal Federal. Dias atrás, assessores de Lula avisaram ao seu parceiro no Supremo para abrir o olho, porque, se pisar nos Estados Unidos, "a jiripoca vai piar" e o "alecrim" vai ser preso. Vejam vocês que Alexandre de Moraes, do alto de todo o poder que tem, hoje, pode visitar apenas grandes democracias, como a cubana, a venezuelana e a norte-coreana, e estar aqui, na nossa democracia, em que a censura não é permitida. Nos últimos anos, Sr. Presidente, o Ministro Alexandre de Moraes não descumpriu somente a lei brasileira, censurando previamente a imprensa, banindo perfis, rasgando a nossa Constituição. Ele também extorquiu dinheiro de empresas americanas, como foi o caso do Twitter, de Elon Musk — aliás, Elon Musk prometeu ver Alexandre de Moraes atrás das grades. A respeito da denúncia de hoje, o CEO da Rumble, Chris Pavlovski, diz o seguinte em um post: "Oi @alexandre. A Rumble não cumprirá suas ordens ilegais. Em vez disso, nos veremos no tribunal". Fica a tristeza por Alexandre não poder visitar a Disney, mas ainda lhe restará o Beto Carrero. Um dia, eu espero que lhe reste somente as grades. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 18/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou a gestão do Presidente Lula e afirmou que figuras públicas e veículos de comunicação estariam se distanciando do Governo. Citou pesquisas de opinião e comparou a avaliação do atual Presidente com a de outros Governantes no mesmo período de mandato. Além disso, mencionou questões como o aumento dos casos de dengue e a ampliação da fila de cirurgias no SUS. Por fim, declarou que a população estaria insatisfeita e sugeriu que o Presidente renunciasse ao cargo.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,perda,popularidade,Pesquisa de opinião,Dengue,aumento,Fila de atendimento,Cirurgia,Sistema Único de Saúde (SUS)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Quando um navio afunda, os ratos são os primeiros a abandoná-lo. Pois bem. Nos últimos dias, vimos Felipe Neto abandonando Luiz Inácio e vimos a Globo News abandonando Luiz Inácio. Ontem, vimos Kakay, famoso advogado de marginal em Brasília, abandonando Luiz Inácio. Mas, infelizmente, Sr. Presidente, esse barco está afundando a todos. Pesquisa do Datafolha — vejam só, até a Folha de S.Paulo parece que abandonou Luiz Inácio — mostrou que o apoio a esse desgoverno simplesmente terminou. Sr. Presidente, quando comparamos a avaliação de comandantes do País, percebemos que nunca antes na história desta Nação um Presidente da República, em seu segundo ano de mandato, iniciando o terceiro ano, esteve tão mal avaliado quanto Luiz Inácio. E quando olhamos as perspectivas para 2026, vemos que Lula leva uma surra de Jair Bolsonaro. Sabe por que, Sr. Presidente? Porque o povo tem saudade de pagar barato pela comida e tem saudade de ter saúde. Para se ter uma noção, o número de casos de dengue é o maior da história deste País. O número de pessoas na fila para cirurgia, para conseguir se operar pelo SUS, subiu 26%. Ou seja, Lula está matando a própria população, e o povo está cansado de Luiz Inácio. Sugiro ao Presidente que renuncie. Não espere as milhares de pessoas irem às ruas no dia 16 de março. As pessoas estão sem dinheiro, Presidente, para comprar comida. Para comprar café, não têm mais dinheiro. Lula, já do alto dos seus 80 anos, que vá aproveitar a vida, colega Osmar, no seu tríplex, que vá aproveitar a vida no seu sítio, que vá aproveitar a vida no raio que o parta, mas que deixe este País em paz. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 18/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado declarou ser contrário à anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, afirmando que todos os que cometeram crimes deveriam permanecer presos. Criticou Parlamentares que pediam punição para criminosos enquanto defendiam anistia para esses detidos. Também destacou investimentos do Governo Federal na educação e na saúde, citando ações dos Ministros Camilo Santana e Nísia Trindade. Além disso, mencionou que o novo PAC contemplaria recursos para expansão dos institutos federais, transporte escolar e ampliação de unidades de saúde. Por fim, informou que o Governo Lula prioriza o bem-estar da população, diferentemente da gestão anterior.

    Palavras-chave oficiais: anistia,Golpe de Estado,contrário,Ato antidemocrático Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC),Investimento,Política pública,Educação,Saúde

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, eu estava aqui ouvindo alguns Deputados. Se eu não estivesse neste plenário, eu não ia acreditar. Alguns bolsonaristas dizem que os bandidos têm que estar presos. Também defendo, como integrante da Esquerda, como petista, que os bandidos têm que ser presos. É por isso que nós somos contra a anistia. Eles falam dos bandidos, mas estão pedindo anistia para os que estão presos por terem agido contra a Constituição no dia 8 de janeiro. É por isso que nós somos contra a anistia. Bandido tem que estar preso, inclusive aqueles da Papuda. Portanto, não à anistia! Abordo agora outra questão. O Governo do Presidente Lula está preocupado com o Brasil, está preocupado com o povo brasileiro, é um Governo que investe fortemente na educação, na saúde. Tanto Camilo Santana, Ministro da Educação, quanto Nisia Trindade, Ministra da Saúde, olham com carinho para o nosso Estado do Rio Grande do Sul e para o nosso País. Digo isso porque vai haver no próximo PAC, como houve no anterior, recursos do Governo Federal para investir na educação, para estender os institutos federais, para que mais jovens possam ser qualificados tanto no curso técnico quanto também no superior, par ampliar as escolas infantis, para ampliar as escolas nos Municípios, para o transporte e para a área da saúde, da mesma forma, ajudando os Municípios, ajudando os hospitais. Haverá programas de especialização com 5 especialidades para os quais o Governo Federal está colocando recursos extras, a fim de ajudar o povo do Brasil inteiro, seja para consulta, seja para exame, seja para cirurgia. Este é o Governo que olha para os seres humanos. Não é igual ao Bolsonaro, que, na pandemia, fazia micagem, imitava as pessoas que não conseguiam respirar. Gostaria que os meus dois discursos fossem divulgados no programa A Voz do Brasil, Sr. Presidente.
  • 13/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado reafirmou sua identidade como católico e de esquerda, criticando aqueles que se escondem atrás da religião para fazer política. Em seguida, destacou o Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas em Brasília (DF), ressaltando que o Governo Lula está atendendo gestores municipais independentemente de partidos, ao contrário do Governo anterior. Elogiou os investimentos de quase R$ 50 bilhões no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as políticas sociais do atual Governo, que retiraram milhões da miséria e reduziram o desemprego. Criticou a gestão do ex-Presidente Bolsonaro, mencionando cenas de pessoas disputando ossos para se alimentar. Concluiu defendeu a necessidade de políticas para fortalecer a produção de alimentos e reduzir preços.

    Palavras-chave oficiais: Catolicismo,Esquerda política,Religião,Atuação parlamentar,Política,Igreja católica Prefeito,Prefeita,Encontro (evento),Brasília (DF),Administração municipal,Municipalismo,Município,Governo federal Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),Política social,Investimento público,Desemprego,Pobreza,Governo federal Ex-presidente da República,Fome,Alimento,Inflação,Preço,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente Paulo Folletto. É um prazer ver V.Exa. presidindo a Mesa no dia de hoje. V.Exa. teve meu voto para a Mesa Diretora. Sou Deputado Federal da Esquerda e católico. Se eu estou aqui é porque eu devo à Igreja Católica. E tenho ânsia de vômito quando vejo seres humanos se esconderem atrás da Bíblia e atrás da imagem de Deus. Sei que, quando Deus botou no mundo os seres humanos, não queria ver uns passando fome e outros tendo comida em abundância, uns andando de carro e outros não conseguindo nem andar à pé. Deus não quer isso. E há muitos que falam de política se escondendo atrás de Deus. Eu sou católico e sou da Esquerda. Sei que Deus não botou as pessoas no mundo para que remedassem quem está morrendo. Então, quero dizer que sou da Esquerda e sou católico. E, se eu estou aqui, é porque eu fui militante da Pastoral da Juventude da Diocese de Passo Fundo e da Paróquia de Ronda Alta, com muito orgulho. Outra questão que me traz à tribuna é o encontro de Prefeitos que está acontecendo esta semana em Brasília. O Encontro dos Novos Prefeitos e Prefeitas é feito para se discutirem os programas do Governo, os programas dos Ministérios, para mostrar como as Prefeituras podem se cadastrar e colocar em dia a documentação para que os recursos possam chegar lá na ponta para atender às pessoas. No tempo do Bolsonaro, só era atendido quem tinha a sigla do Governo Federal na época, do Bolsonaro. O Lula está fazendo esse encontro com todos os Prefeitos. Mais de 3 mil Prefeitos novos estão aqui com as suas equipes participando das oficinas, participando das reuniões, participando dos encontros, para que eles possam entender a questão, disputar os programas e, depois, levá-los à ponta, ao Município. Eu vi aqui vários Prefeitos, inclusive do meu Estado, que são do PL, que são contra o Presidente Lula. Presidente, eles estão aqui porque foram eleitos em suas cidades, o que não acontecia na época do fascista Jair Messias Bolsonaro. E agora os caras falam... Ontem o Lula disse que vai ter quase 50 bilhões de reais para o PAC. E nós precisamos disputar esse dinheiro para melhorar a vida do nosso povo, seja na saúde, seja na educação, seja na mobilidade urbana. Nós precisamos garantir ao povo mobilidade urbana, moradia popular, rodovias. E é por isso que há esse encontro. Meus parabéns, Presidente Lula! Ontem o Líder da Minoria fez um teatro aqui falando da fome. No nosso Governo não tem ninguém distribuindo osso. No nosso Governo, do Presidente Lula, mais de 20 milhões de brasileiros já saíram da fila da miséria. No Governo Lula, 3 milhões e 200 mil pessoas assinaram carteira e saíram do Bolsa Família. Não tem essa de generalizar, de dizer que todo mundo do Bolsa Família não quer trabalhar. Tem que dar oportunidade, tem que valorizar, tem que dar um salário digno. E o Governo tem feito isso, o Presidente Lula. Nós precisamos olhar com carinho para isso. E aqueles que falam aqui é porque no passado não fizeram nada para combater o desemprego, a miséria, a fome. Havia uma fila, num Estado do Brasil, com pessoas disputando um osso para levar para casa e fazer uma sopa. Não existe marca mais triste do que isso. A cultura do Governo passado não foi a cultura de produzir comida, foi a cultura de deixar à revelia. Para produzir comida, precisamos ter política, juro zero, crédito, assistência técnica. Precisamos fazer com que as pessoas voltem a ter cultura de produzir comida, porque, nos últimos anos, não tivemos isso. O Presidente Lula está preocupado, está incentivando, e vai haver política para que o povo possa ter comida mais barata na mesa. Mas o preço de hoje não chega perto do que era no Governo Bolsonaro. Sr. Presidente, gostaria que os meus dois discursos fossem divulgados no programa A Voz do Brasil.
  • 12/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Jornal Nacional por afirmar que a inflação de janeiro foi a mais baixa da história, acusando a emissora de desinformação. Explicou que o Governo Lula utilizou um "bônus de Itaipu" para subsidiar temporariamente a conta de energia elétrica e mascarar os números da inflação. Destacou que, sem esse artifício, a inflação teria sido superior a 0,7% e apontou aumentos expressivos nos preços de alimentos, como batata (90%) e carne moída (50%). Concluiu acusando o Governo de tentar enganar a população e sugerindo que as pessoas parem de assistir à Globo.

    Palavras-chave oficiais: Telejornal,Rede Globo de Televisão,Notícia,Inflação,Janeiro,Desinformação,Governo federal,Energia elétrica,Subsídio,Preço

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado pela gentileza, Presidente. Ontem, o maior veículo de desinformação, custeado com o dinheiro público deste País, deu uma notícia, tendo a certeza de que o povo é burro. O Jornal Nacional, chefiado pelo seu âncora, William Bonner, trouxe a seguinte manchete: "Nunca houve uma inflação tão baixa em um mês de janeiro (...)". Pois bem, a notícia é ambígua, porque ele não a explicou. Mas nós, com o compromisso de falar a verdade, vamos esmiuçar esses dados. No mês de janeiro, o Governo Lula utilizou-se de algo chamado bônus de Itaipu. "Como assim, Marcon, o que é esse bônus de Itaipu?" Esse bônus nada mais é, caros colegas, que o dinheiro que sobrou na empresa, na segunda maior hidrelétrica do mundo, e que é usado corriqueiramente para manutenção e investimento na própria Itaipu. Pegou-se esse dinheiro e deu-se um subsídio momentâneo na conta de energia elétrica, e com qual intuito? Obviamente, mentir para o povo brasileiro que a inflação está controlada. Esse bônus gerou em torno de 14 reais em cada conta de luz. Mas os números não mentem, Sr. Presidente. Quando o Bonner faz essa propaganda, certamente paga com os nossos impostos, a realidade bate à porta. Quando esmiuçamos os números, percebemos que o índice de inflação dos alimentos, por exemplo, subiu quase 1% em janeiro. E é bom que se diga que, se não tivesse havido essa maquiagem nos números, a inflação de janeiro teria sido de mais de 0,7%, uma das maiores desde que o índice começou a ser medido há 31 anos. Eu tenho em minhas mãos um e-mail de uma empresa que presta serviço para uma transportadora que repassou alguns custos dos alimentos lá no restaurante da empresa. Peço mais 30 segundos para concluir, Presidente. Aqui nesse e-mail, ele faz uma comparação entre os preços de janeiro de 2024 e os preços de janeiro de 2025. O leite subiu apenas 19%; a batata inglesa subiu 90%, Presidente; e a carne moída, ou guisado, como chamamos no Rio Grande do Sul, subiu quase 50%. Então, eu aviso à Presidência da República: não adianta pagar o Bonner para mentir para o povo que a inflação está baixa, porque o povo vai ao mercado e faz compra. Parem de assistir à Globo!
  • 11/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou a compra de uma gravata de R$ 1.600 pelo Presidente Lula, contrastando o gasto com a realidade econômica da população. Também ironizou a eleição de Lula, afirmando que um condenado foi libertado e colocado na Presidência, enquanto o País enfrenta retrocessos na transparência e na gestão de recursos públicos. Além disso, mencionou um suposto esquema de desvio de R$ 5 milhões por uma ONG ligada a um ex-assessor do PT, que teria recebido recursos para fornecer quentinhas a pessoas em vulnerabilidade, mas não realizou as entregas. Por fim, citou dados da Transparência Internacional que colocam o Brasil na pior posição histórica no ranking de corrupção.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Vestuário,Recursos orçamentários,gestão,Corrupção,ranking,Transparência pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Paulo. Muita gente confunde, mas eu sou Marcon, até porque Macron é de esquerda. Deus me livre! Deus me livre e guarde! Presidente, estou estreando gravata nova hoje, comprada ali na Feira dos Importados, meio xadrez, de festa de São João. Colega Luiz, paguei 39 reais e 90 centavos pela gravata. Aliás, muito me surpreende que uma pessoa que ganha a mesma coisa que eu consiga comprar uma gravata de 1.600 reais, como o Presidente Lula comprou na semana passada, quando disse ao povo, principalmente ao mais pobre, que, caso não consiga comprar comida no mercado, caso a comida esteja muito cara, o negócio é não comprar. Enquanto o líder da Nação cospe na cara do povo, utilizando um artefato de luxo que o salário com certeza não pode comprar, o pobre, cada vez que vai comprar um macarrão, tem que tomar uma decisão de vida ou morte e ver se vai sobrar dinheiro no fim do mês. Certamente a gravata, Presidente, pelo histórico que Lula tem, não foi comprada de forma republicana, assim como é o Governo dele. Foi divulgado um escândalo, semana passada, sobre uma ONG — para a qual inclusive um colega nosso, o Boulos, conhecido nacionalmente, mandou uma emenda — que teria desviado mais de 5 milhões do bolso do trabalhador brasileiro, pagos através de impostos. Esse dinheiro, que deveria ser usado para comprar quentinhas, marmitas, enfim, e distribuir para os mais pobres, era coordenado, obviamente, por um ex-assessor do PT, e, obviamente, as quentinhas não foram entregues, e, obviamente, o dinheiro foi parar no bolso, com certeza, de algum petista. Não é por nada que hoje a Transparência Internacional divulgou números que mostram que o Brasil, quebrando mais um recorde, está no seu pior patamar quando o assunto é corrupção. Voilà, tiramos um corrupto da cadeia, colocaram-no na Presidência. Quem poderia imaginar que o Brasil estaria em 107º lugar quando a questão é corrupção? O Brasil, Sr. Presidente, tem na liderança da Nação um homem que manda o pobre não comprar comida, mas usa uma gravata de 1.600 reais; um homem que manda 5 milhões de reais para uma ONG para lavar dinheiro e os petistas o botarem no bolso. Este País é uma vergonha! Obrigado, Sr. Presidente.
  • 04/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Lula, afirmando que o atual Presidente "rouba a esperança do povo brasileiro". Mencionou o aumento dos preços da cesta básica, dos combustíveis e dos alimentos, argumentando que a população está desesperada com a inflação. Também apontou o aumento do número de mortes por dengue, problemas na gestão das estatais, prejuízos nos Correios e a possibilidade de recessão econômica em 2025. Questionou a troca do Ministro da Comunicação em vez de mudanças em pastas-chave, como Fazenda e Meio Ambiente. Finalizou dizendo que o povo aguarda ansiosamente 2026 para votar novamente em Jair Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Inflação,Combustível,Alimento,Dengue,gestão,Empresa estatal,Prejuízo,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Recessão econômica,Eleições,retorno,Ex-presidente da República

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Paulo Folletto, quero parabenizá-lo pela condução dos trabalhos. Eu uso bastante esta tribuna. Vamos nos ver muito ao longo dos próximos 2 anos, se Deus assim permitir. Presidente, 2025 mal começou, e o brasileiro conta os minutos para que termine. Governando o País, mesmo sendo um ex-condenado por roubar dinheiro público em 13 instâncias, Lula agora rouba o que há de mais caro a um povo: a esperança. Senão, vejamos: o Deputado do PT que me antecedeu disse que a oposição está nervosa. Ora, caro colega, não é só a Oposição que está nervosa; o povo brasileiro está desesperado com este Governo. Segundo números do DIEESE, caso o colega não saiba, a cesta básica, no ano passado, subiu mais de 14%. Prometeram que iríamos comer picanha, e não estamos conseguindo nem sequer tomar café, cujo preço do quilo já passa de 60 reais. Não é só em relação ao preço da alimentação que o povo está nervoso. No último sábado, os combustíveis subiram de preço novamente. Aliás, atingiram o preço da pandemia, só que sem estarmos enfrentando uma pandemia! Fica a pergunta, Sr. Presidente: o que seria deste País, se fosse administrado pelo corrupto Lula durante a pandemia, se os preços já estão explodindo hoje, sem nenhuma pandemia? Não para por aí. Tivemos número recorde de mortes por dengue — não vejo a imprensa chamar Lula de genocida —; a Amazônia pegou fogo; estatais estão no prejuízo. Os Correios, Sr. Presidente, não entregam mais nem as cartas. Nem as cartas conseguem entregar, pelo prejuízo de 3 bilhões de reais. O Bradesco hoje sinalizou que o Brasil deve entrar em recessão ainda em 2025. Ou seja, além de carestia e de pobreza teremos também desemprego. O que qualquer um faria? Trocaria os Ministros, obviamente. Haddad é um sabido incompetente. Maria Silva é incompetente. Nísia Trindade é incompetente. Mas qual foi o Ministro que o ladrão da esperança trocou? O Ministro da propaganda, porque, segundo Lula, o problema do seu Governo é a propaganda. Então, o brasileiro agora, além de pagar mais no mercado, está pagando mais imposto, Sr. Presidente, para sustentar o novo marqueteiro do Governo para enganar o povo. Este é o Governo de Lula, e o brasileiro segue contando os minutos para, em 2026, votar em Jair Bolsonaro e poder comer e ser feliz novamente. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 19/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou Parlamentares que dizem defender os pobres, mas, durante o Governo Bolsonaro, defenderam reformas que prejudicaram os trabalhadores e a população mais carente, como a reforma trabalhista e previdenciária. Elogiou o Governo Lula pela queda do desemprego e a criação de novos mercados para a produção agrícola, além do retorno do Programa Minha Casa, Minha Vida e o aumento dos investimentos na área de saúde. Agradeceu ao Presidente Lula pelo apoio ao Rio Grande do Sul. Enalteceu a inauguração da ponte em Caxias do Sul (RS), na BR-116, que foi reconstruída graças ao Governo Federal. Ao final, fez um apelo por mais respeito na política e pela punição de responsáveis pelo planejamento do assassinato do Presidente Lula, do Vice-Presidente Geraldo Alckmin e do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

    Palavras-chave oficiais: Parlamentar,Governo,Ex-presidente da República,Reforma Previdenciária (2019),Reforma trabalhista Governo,Presidente da República,Política econômica,Política social,Agricultura,Saúde Presidente da República,Auxílio financeiro,Rio Grande do Sul,Ponte,Caxias do Sul (RS),Rodovia punição,Autor (direito penal),Tentativa (crime),Homicídio,Presidente da República,Vice-presidente da República

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    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, esses que fazem discursos na Câmara defendendo os pobres são aqueles que criaram o almoço do osso no Governo passado; são aqueles que criaram uma reforma trabalhista que retirou direitos dos trabalhadores; são aqueles que criaram a reforma da Previdência. Agora, eles vêm com um discurso de defesa dos pobres, mas só acredita nisso quem não conhece esses Parlamentares. Eles vêm aqui com um discurso de agradecimento, com um discurso baixo, um discurso de deboche. Eu tenho certeza de que milhares de brasileiros agradecem ao Presidente Lula o ano passado e este ano. Em 2022, Srs. Deputados, meu companheiro e Líder Bohn Gass, 13,8% dos trabalhadores que poderiam trabalhar estavam desempregados. Agora, este percentual baixou: mais da metade já tem carteira assinada. O Governo passado, o Governo do fascismo, fechou a exportação para vendermos nossas mercadorias. Nesses 2 anos, só para a produção agrícola, foram abertos em torno de 200 novos mercados para ajudar a produção interna no Brasil. Lula voltou, e com ele voltou o Programa Minha Casa, Minha Vida. Lula voltou, e voltaram os investimentos na área da saúde. Eu quero, sim, fazer um agradecimento ao Governo do Presidente Lula, que não foi andar de barquinho, como aconteceu durante o Governo Bolsonaro, quando o povo da Bahia estava sofrendo uma enchente, uma tragédia. Lula esteve no Rio Grande do Sul. Alguns que estão aqui não querem que o representante do Governo Federal fique no Rio Grande do Sul para dar continuidade às obras que estão sendo feitas lá. Eu quero agradecer ao Presidente Lula toda a ajuda que nós temos recebido no Rio Grande do Sul ao longo deste ano. Eu quero agradecer a todos os que ajudaram: o povo de todos os Estados, o mundo inteiro, nosso povo gaúcho. Para fechar o ano, eu vou estar, no sábado, na Serra, em Caxias do Sul, junto com o Ministro Renan Calheiros Filho e o Ministro Pimenta, para entregar uma ponte. Se fosse o outro, com certeza isso não iria acontecer de jeito nenhum. A ponte anterior foi levada embora com as enchentes, e foi reconstruída uma ponte provisória, que também foi levada embora. O Ministro foi lá, em nome do Presidente Lula, e, no sábado, às 11 horas, nós vamos entregar a ponte, que é muito esperada, na BR-116, na região de Caxias. Quero desejar um feliz Natal a todos. Que 2025 venha para nós reconstruirmos o respeito na política brasileira, e sem perseguição! Cadeia para aqueles que queriam matar Lula, Geraldo Alckmin e o Ministro Alexandre Moraes! Cadeia para eles! Muito obrigado.
  • 18/12/2024

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de encerramento de discussão da Proposta de Emenda à Constituição nº 31, de 2007, que altera o Sistema Tributário Nacional, unifica a legislação do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, dentre outras providências. Além disso, acusou o Governo de irresponsabilidade fiscal e de priorizar gastos questionáveis, como viagens presidenciais e a ampliação de Ministérios. Também comparou os Governos Lula e Bolsonaro, afirmando que a Gestão atual enfrenta inflação elevada, aumento do dólar e preços altos de combustíveis e alimentos.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de encerramento de discussão,Proposta de Emenda à Constituição,contrário Responsabilidade fiscal,Inflação,Combustível,Alimento,Dólar,Governo federal

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Já estou na tribuna, Sr. Presidente. Presidente, chama a atenção o desespero do Governo, hein? Meu Deus, eu quero ver se o PSOL vai se vender ao Governo e votar contra o BPC, contra o FUNDEB. Chama-me a atenção que há muita gente ganhando dinheiro com a valorização do dólar. Afinal, outrora, havia gente transportando dólar na cueca, Deputada Bia Kicis. E essa valorização deve ter deixado um Deputado muito mais poderoso. Quero chamar a atenção do povo brasileiro para o seguinte: quem votar a favor dessa PEC votará contra a educação, aliás, quanto menos educação, mais eleitor o PT tem. É só analisarem as pesquisas. Quanto menos educação, maior a tendência de votar no PT. Quem votar a favor dessa PEC votará contra o abono salarial, que terá diminuição de dois salários para um e meio. Quem votar a favor desta PEC votará contra os mais pobres, contra o BPC. Quem votar a favor dessa PEC dará ao Lula a prerrogativa de cortar subsídios do Minha Casa, Minha Vida, da agricultura familiar e de mais de 50 programas. Temos a lista dos programas para quem quiser conferir. Dizer que o Governo Bolsonaro quebrou o Brasil é muita sem-vergonhice, Presidente Arthur Lira. O Presidente Bolsonaro deixou este País com 54 bilhões de superávit, enquanto o Haddad já o deixa com mais de 150 bilhões de déficit. Tem que ser profissional para quebrar o País nessa velocidade com que o PT vem fazendo isso. Cobram responsabilidade fiscal dos mais pobres enquanto a Janja inaugurou uma cascata na Granja do Torto com dinheiro público. Cobram responsabilidade dos pobres enquanto o Governo Lula tem 39 Ministérios para colocar a companheirada. Cobram responsabilidade fiscal enquanto o Lula e a Janja viajam para a Europa e gastam milhões do Erário para ficar em quartos com diária de 20 mil euros. Ora, vão criar vergonha na cara! Com Bolsonaro, o dólar não estava a 6,30 reais; com Bolsonaro, o gás de cozinha não custava 150 reais; com Bolsonaro, a gasolina não estava a 6,12 reais. Parem de mentir! A dona de casa, o cidadão comum vai ao mercado e vê que a picanha que vocês prometeram não está a 20 reais, está a 120 reais. Chega de mentir! Em favor dos mais pobres, vamos derrubar essa PEC.
  • 18/12/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 210, de 2024, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, que institui regime fiscal sustentável para garantir a estabilidade macroeconômica do País e criar as condições adequadas ao crescimento socioeconômico, e dá outras providências. Além disso, pediu que Haddad fosse demitido ou renunciasse, acusando-o de "quebrar o País" e alertando que a situação econômica brasileira pode se tornar motivo de escárnio por parte de países como Argentina e Venezuela.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar,Voto favorável Demissão,Ministro de Estado da Fazenda

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria, Presidente, orienta "sim", junto com a Oposição. Presidente, eu quero ler um tuíte em que o Deputado José Guimarães, Líder do Governo, em 2020, disse: "Dólar bate 5 reais pela primeira vez na história! Mas eles disseram que seria Haddad que faria um estrago". Quero comunicar ao Líder do Governo que o dólar hoje bateu 6 reais e 31 centavos. Sim, nós estávamos certos, Líder Altineu Côrtes. O Fernando Haddad quebrou o País. Quebrou! Nós precisamos, Presidente Lira, imediatamente, que Haddad seja demitido ou renuncie, sob pena de os argentinos e venezuelanos darem risada da nossa situação econômica.
  • 18/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado fez um discurso crítico ao Governo Federal, mencionando a crise econômica e o aumento do dólar. Acusou o Ministro Paulo Pimenta de desinformação sobre a alta do dólar e criticou cortes no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e no Bolsa Família. Também comentou gastos excessivos, como a inauguração de uma cascata pela primeira-dama Janja, e criticou a criação de 39 Ministérios. Previu uma crise econômica ainda maior se o Governo não fizer cortes significativos e afirmou que o dólar pode chegar a R$7.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Crise econômica,aumento,Dólar,corte,Benefício de Prestação Continuada (BPC),Bolsa Família,Despesa pública,Primeira-dama,Ministério

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Neste último discurso do ano, Sr. Presidente, quero reiterar algo que falei cerca de 1 ano atrás. Subi a esta tribuna e disse: "Haddad, renuncie antes que seja tarde demais". Obviamente, aquele economista que diz ter colado na prova para ser aprovado se manteve no cargo. Neste momento, 1 ano depois, não caminhamos mais para o abismo, nós já caímos no abismo. Agora, às 2h54min, a Bolsa de Valores caiu mais de 2%, e o dólar bateu nos R$6,20. Se há uma dica que eu posso dar para todo adolescente é esta: estude, estude para não virar um petista. Há poucos instantes, o Ministro Paulo Pimenta foi às redes sociais dizer que a alta do dólar é decorrente de uma fake news. Então, quero reforçar a minha dica: estude, para não virar Paulo Pimenta. Deve ser uma desgraça para o pai, para a mãe criar o filho e vê-lo se tornar um cidadão que vai para a rede social contar algo que qualquer um que tenha a 3ª série ou a 4ª série sabe que não tem como ser verdade. Mas as desgraças deste Governo, Sr. Presidente, não param por aí. Hoje a Câmara dos Deputados vai votar um projeto sobre cortes no Benefício de Prestação Continuada dos mais pobres, no Bolsa Família dos mais pobres e, é claro, em investimentos na educação, afinal, povo educado não vota em petista. Enquanto o Governo não dá exemplo, Sr. Presidente, a Janja, 1 mês atrás, inaugurou uma cascata na Granja do Torto, construída com dinheiro do povo, com dinheiro que deveria ser destinado para o BPC. O Brasil hoje tem 39 Ministérios, dinheiro jogado no lixo; tem viagens para Paris com estadia em quartos de 20 mil euros a diária. Enquanto isso, o Governo do cara que se diz do povo, do mais pobre, vai cortar recursos do BPC. Quero dizer que o meu voto não vão ter. Eu não voto com essa turma que diz uma coisa e faz outra. Eu quero terminar o último discurso do ano com uma previsão, Sr. Presidente: se o Governo não fizer cortes verdadeiros em itens supérfluos que criou, porque pegaram o País com superávit de mais de 50 bilhões e estão com 150 bilhões de déficit, nós teremos o dólar a 7 reais e um desastre econômico sem precedentes. Quem fala aqui é um economista que não colou na prova. As crises de 2014 e 2015 vão deixar saudades, porque o que se avizinha é muito pior. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 10/12/2024

    O Deputado discutiu o Projeto de lei nº 651, de 2023, que altera os arts. 155 e 157 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre os crimes de furto, furto qualificado e de roubo praticados durante calamidade pública ou de emergência social.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Arthur Lira, caros colegas, hoje é um dia muito importante para este Parlamentar que vos fala. Este projeto, ao qual tenho um projeto de lei apensado, faz jus ao voto que recebi do povo para que eu estivesse aqui. Aumenta-se a pena de vagabundo, de ladrão, que merece apodrecer na cadeia. Os crimes de corrupção ativa e todas as desgraças praticadas por essas pessoas terão as penas aumentadas quando forem cometidos em tempo de calamidade pública. No Rio Grande do Sul, Presidente, neste ano, nós vivemos a maior tragédia climática que o nosso Estado já viu. E, para nossa surpresa, no meio de toda aquela tragédia, marginais entravam em casas, assaltavam pessoas, faziam todo tipo de desgraça inimaginável, enquanto muitos choravam a perda de parentes e de seus bens construídos ao longo de toda uma vida. Ver esse projeto ser aprovado — que vai, por exemplo, dobrar a pena de furto, que, de 1 ano a 4 anos, vai passar a ser de 2 anos a 8 anos; a pena de roubo, que, de 4 anos a 10 anos, vai passar a ser de 8 anos a 20 anos; e a pena por corrupção ativa, que, de 2 anos a 12 anos, vai passar a ser de 4 anos a 24 anos — causa-me uma alegria imensa. No fundo, quem rouba as pessoas, no caso de desastres, deveria passar o resto da vida na cadeia. Mas, como isso no Brasil não é possível, temos que hoje comemorar o fato de que quem faz o mal ao próximo, no meio de uma calamidade, vai apodrecer o dobro de tempo na prisão. Vamos aprovar esse projeto. Essa vai ser uma grande vitória para o povo de bem do País. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 10/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado denunciou os altos preços das passagens aéreas no Rio Grande do Sul, citando como exemplo o trajeto entre Passo Fundo (RS) e Brasília (DF), que pode custar cerca de R$ 4 mil. Destacou que os valores inviabilizam o turismo e os negócios no Estado, prejudicando a economia local. Cobrou ações da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e do Ministério de Portos e Aeroportos para regular a situação, enfatizando que os preços praticados são insustentáveis para os cidadãos.

    Palavras-chave oficiais: Passagem aérea,Rio Grande do Sul,Passo Fundo (RS),Brasília (DF),Turismo,Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC),Ministério de Portos e Aeroportos

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    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, em primeiro lugar, eu gostaria que V.Exa. retirasse das atas da Câmara... Lá no Palácio não tem corja nem ladrão. Gostaria que isso fosse retirado. Eu estou aqui, Sr. Presidente, para denunciar a questão das empresas aéreas. Ninguém mais aguenta o preço das passagens. De Passo Fundo, no norte do Estado, para chegar a Brasília e voltar, o custo é de 4 mil reais, dados de hoje, de um cidadão que esteve no meu gabinete. E isso não é só lá em Porto Alegre, é em todos os locais do Rio Grande do Sul. Espero que não seja assim em outros Estados. Se nós quisermos que o Rio Grande do Sul saia melhor dessa crise, as empresas aéreas têm que contribuir para o turismo, para as pessoas chegarem ao Rio Grande do Sul, para as pessoas irem fazer negócio, porque, da maneira como está, é impossível sair do Rio Grande do Sul e para lá voltar. As passagens são um absurdo, um absurdo. Espero que a ANAC tome posição sobre isso, da mesma forma o Ministério de Portos e Aeroportos, porque ninguém aguenta. Eu gostaria que a minha fala fosse divulgada no programa A Voz do Brasil.
  • 09/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Federal, acusando-o de promessas não cumpridas, como a isenção de imposto de renda para quem ganha até cinco salários mínimos. Apontou aumentos no preço de itens como gasolina, passagens aéreas e picanha, contrastando com promessas feitas durante a campanha. Citou também a desvalorização do real e ironizou a imprensa, especialmente a jornalista Daniela Lima. Finalizou afirmando que a economia brasileira está em declínio e que as condições devem piorar.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,descumprimento,Plataforma política,Campanha eleitoral,isenção,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Inflação,desvalorização,Real (Moeda),Imprensa,Jornalista,Crítica,Economia,Situação econômica

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu acompanhei o discurso do colega do PT do Paraná. Ele criticou o Governador do seu partido, Presidente Gilberto Nascimento! Porém, o Governador do seu partido, colega Deputado Fahur, é o mais bem avaliado do Brasil — ele tem 80% de aprovação. O Deputado não conseguiu criticar o Governo Federal, do qual ele faz parte, Governo que tem 35% de aprovação. Vejam bem a que ponto nós chegamos! Tudo bem! Vamos lá. Se esta tribuna fosse a Rede Globo, neste momento entraria aquela chamadinha urgente, notícia urgente. Acabou de sair na Globo News, com a Daniela Lima, assessora de imprensa do Governo na Globo, que é a imprensa oficial do Governo, que a isenção de 5 mil reais do Imposto de Renda subiu no telhado: não vai mais acontecer! Tratou-se de uma mentira contada a você, brasileiro, para que, quando o Governo fosse à TV, com Haddad, anunciar corte no BPC, corte no Bolsa Família, corte na educação, eles dessem uma amenizada, com uma mentira. Pois bem, comento e comprovo para todos os brasileiros que nos acompanham neste momento que o Governo nem sequer protocolou nesta Casa a isenção do Imposto de Renda. E Daniela Lima acabou de dizer, na Globo News, que não vai protocolar, que não vai acontecer. Esqueçam! Foi uma grande mentira. Passaram uma vaselina com uma mentira para dar um "cravasso" com esses cortes que eles querem fazer! Presidente, lá no Rio Grande do Sul, chamamos quem mente de tratante. Não sei se é assim no Paraná também, colega Deputado Fahur. Nós temos o Papai Noel tratante, o Presidente Lula, que mente descaradamente. A própria Daniela Lima, após a eleição nacional, fez uma das coisas mais constrangedoras que este País já viu. Na Globo News, empresa em que trabalha, ela falou: "O pobre vai voltar a comer picanha!" Isso foi lá em 2022. Pois bem, acabaram de sair os números do preço da picanha, Presidente. O preço da picanha, durante o Governo Lula, já subiu mais de 100%. Portanto, o pobre não vai comer picanha. Na última sexta-feira, inclusive, correu na Internet um vídeo lá de Fortaleza, colega Deputado Fahur — não sei se o amigo viu —, da fila do osso, da ossada, mostrando uma fila enorme de pessoas esperando a entrega de carcaças de animais, para fazerem sopa com essa carcaça. Nem picanha, nem coxão duro; ossada é o que há para o povo mais pobre. Não para por aí. Ela também disse o seguinte: "Pobre gosta de se vestir bem, gosta de coisa boa". Pois é! Lembram-se do imposto da Shein, da Shopee? Caíram drasticamente as compras de blusinhas da China. Presidente, V.Exa. deve se lembrar de quando o Felipe Neto disse que o Lula iria vetar a taxa das blusinhas se o Congresso a aprovasse. Foi mais uma mentira do foquinha que não colou. Mas não para por aí. "O aeroporto vai voltar a ficar cheio, que nem rodoviária", disse Daniela Lima, a assessora de imprensa de Lula. O que temos visto? Só em 2023, as passagens subiram 47%. Nós comentávamos há pouco, Presidente, que uma viagem do Sul para São Paulo, ida e volta, está custando 4 mil reais. Saindo da Daniela Lima, vamos pegar outros exemplos, como a gasolina. O Governo Bolsonaro terminou com a gasolina custando 4 reais e 96 centavos. Se você verificar na PETROBRAS agora, verá que a média de preço do País está em 6 reais e 12 centavos, uma alta de 23%. Alguns podem dizer: "Mas o petróleo subiu, o petróleo que é matéria-prima". Pelo contrário, no último dia do Governo Bolsonaro, o preço internacional do petróleo estava em 88 dólares; hoje está em 72 dólares. Houve uma queda de 22%. Portanto, é incompetência mesmo. Para finalizar, Presidente, peço só mais 30 segundos para falar do dólar. No último dia do Governo Bolsonaro, o dólar custava 5 reais e 21 centavos. O dólar, neste exato momento, está custando 6 reais e 9 centavos. Houve uma alta de 17%. Resumo da ópera: obviamente, todos esses aumentos de preço não são culpa do Lula; são culpa do mercado, dos agentes internacionais, do Papai Noel, da Míriam Leitão, do velho do saco, do tripé sem cabeça e por aí vai. Nunca a culpa é do Governo! Na época do Bolsonaro, colega Deputado Fahur, tudo era culpa do Bolsonaro. Agora, nada é culpa do Lula. Neste Natal, o que nós vamos ter, Presidente, é um Papai Noel bem mentiroso, que engana. Quem ainda quer ser enganado por este Presidente, neste Governo, que destrói a economia? A notícia ruim é a seguinte, Presidente: hoje nós estamos melhor do que estaremos amanhã, porque a coisa vai piorar. Obrigado.
  • 04/12/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do  inciso III do artigo 15 do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 8.184, de 2017, que altera a Lei nº 12.414, de 9 de junho de 2011, para permitir a adesão automática ao cadastro positivo. Além disso, criticou a postura do Diretor-Geral da Polícia Federal, que desconsiderou declarações do Presidente da Câmara, Arthur Lira, e afirmou que continuará investigando Parlamentares caso ache necessário. Destacou o descrédito do Legislativo e classificou as ações como arbitrárias, comparando-as a práticas de regimes autoritários. Também manifestou apoio ao Deputado Cabo Gilberto Silva, que enfrenta um processo injusto e inconstitucional, e alertou para possíveis abusos contra Parlamentares no futuro.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar Presidente da Câmara dos Deputados,Diretor-Geral,Polícia federal,investigação,Parlamentar,Imunidade material,Autoritarismo solidariedade,Deputado federal,Processo judicial

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria, Presidente, orienta "sim". Eu quero chamar a atenção do Congresso, da Câmara dos Deputados. Durante a tarde, o Diretor da Polícia Federal fez pouco caso do nosso Presidente Lira. Ele disse que não está nem aí para o que Lira disse, que vai continuar investigando os Parlamentares que ele achar necessário e que disseram que ele não gosta de subir à tribuna. Nós chegamos ao ponto de o poste estar mijando nos cachorros! É bom nós termos noção do descrédito desta Casa hoje, Deputado Cabo Gilberto Silva, e V.Exa. está sofrendo um processo injusto e inconstitucional. O Diretor-Geral da Polícia Federal tem a audácia, a pachorra de dizer que ele vai continuar investigando-o, porque é assim que ele quer, e o que o Presidente disser não importa. Isso só é visto em tiranias, Presidente. Vamos abrir o olho, porque logo, logo vai haver um policial prendendo Parlamentar aqui, quando não disser o que eles acham que está certo. Era isso, Presidente.
  • 04/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado fez um pronunciamento de indignação em relação à intervenção do ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski, que, ao se referir ao artigo 53 da Constituição, afirmou que a imunidade parlamentar não se aplica a todas as falas feitas na tribuna. Criticou essa interpretação e alertou que, se o Parlamentar não está protegido para se expressar, isso também afeta a liberdade de expressão das pessoas comuns. Também denunciou a interferência do Supremo Tribunal Federal na censura das redes sociais e defendeu que a criação de leis é prerrogativa do Congresso Nacional. Expressou seu descontentamento com a liderança do Congresso, e concluiu com um apelo por mais respeito à liberdade de expressão.

    Palavras-chave oficiais: Ex-ministro do Supremo Tribunal Federal,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,declaração,Artigo (texto legislativo),Constituição Federal,Imunidade material,Liberdade de expressão,Supremo Tribunal Federal (STF),interferência,Rede social,Censura,Congresso Nacional,Presidência,Crítica,Usurpação de competência

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje eu subo a esta tribuna com a certeza de que é uma das últimas vezes que o farei. É óbvio que nesta Casa todos os Parlamentares, hoje, quando sobem aqui para falar, colega Deputado Padovani, têm medo, porque a nossa Constituição virou papel higiênico, não serve mais para nada. Ontem, o ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que teve a incumbência de defender Lula na Lava-Jato e virou o Ministro da Justiça e Segurança Pública, teve a pachorra de vir a esta Casa e dizer que o art. 53, que diz claramente que somos protegidos pela Constituição para falarmos o que quisermos daqui de cima, não nos protege bem assim. À palavra "quaisquer", que está escrita no art. 53, ele deu outra interpretação e disse: "Veja bem, dependendo do que você falar, o artigo não vale". Ora, Sr. Presidente, se um artigo que protege um Parlamentar em uma democracia para que possa falar o que bem entende daqui de cima não vale, o que podemos dizer do pai e da mãe que estão em casa acompanhando esse discurso quando vão a algum lugar emitir uma opinião? Se nós aqui não estamos protegidos para poder falar o que bem entendermos, imagine uma pessoa comum no nosso País! Neste momento, colega Deputado Gilson, o Supremo Tribunal Federal está roubando nossas prerrogativas ao tratar sobre a censura na rede social. Quem faz lei neste País é a Câmara e o Senado, e ninguém mais! Infelizmente, enquanto tivermos um (expressão retirada por determinação da Presidência) na Presidência do Congresso Nacional, nós continuaremos (expressão retirada por determinação da Presidência) para um ex-Ministro que vem a esta Casa e humilha Parlamentares que estão sendo processados por denúncia feita nesta tribuna em que eu estou. Onde vamos parar, Sr. Presidente? Onde termina esse absurdo do Judiciário? Qual é o limitador? Quando nós teremos um policial aqui do lado, da polícia do Lula, controlando o que nós falamos para ver se saímos algemados daqui ou se podemos ir para casa? O Supremo Tribunal Federal agora está decidindo o que eu posso falar aqui e o que eu vou poder postar na rede, colega Deputado Bibo. É isso o que nós vivemos no nosso País. E o nosso colega Pachecão, tranquilo, deve ter cargo no Governo, um monte de emenda, e o Parlamento que se lasque. O Pacheco vai entrar nas páginas da história da República como a maior vergonha que presidiu o Congresso Nacional. É triste o que vivemos, Sr. Presidente! Muito obrigado.
  • 04/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado parabenizou o Vereador Dari da Silva, de Parobé (RS), pelo trabalho realizado na cidade, destacando sua atuação nas áreas de geração de emprego, saúde, educação e apoio aos pequenos empresários. Elogiou seu desempenho democrático e seu compromisso com a comunidade, reafirmando o apoio contínuo ao seu trabalho.

    Palavras-chave oficiais: Vereador,Parobé (RS),Atuação parlamentar,Homenagem,Candidato não eleito

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    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Gilberto. Estou aqui com o nosso Vereador da cidade de Parobé, no Rio Grande do Sul, o Dari da Silva. Ele é um Vereador que cumpriu o seu mandato, que tem feito um trabalho voltado à comunidade, defendendo a questão da geração de emprego, da saúde, da educação, dos pequenos empresários. Agora, na última eleição, ele concorreu a Prefeito. Não foi vitorioso nos votos, mas foi vitorioso na função que desempenhou nesse ato democrático, representando o nosso Partido dos Trabalhadores. E ele está aqui em Brasília para tocar as pautas que está fazendo. Eu quero aqui dar a ele os parabéns pelo trabalho que fez. É nosso apoiador. Queremos dizer a ele que estamos juntos. Mesmo não sendo Vereador, ele vai continuar a luta dele no Município de Parobé, no Rio Grande do Sul. Gostaria que fosse divulgado no programa A Voz do Brasil o meu discurso sobre a visita do Vereador. Obrigado, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.