
Nome civil: Dionilso Mateus Marcon · 62 anos
Bananômetro
82/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 67% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 93%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 87%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 95%das 770 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 97%das 771 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Fale com Marcon
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.marcon@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5196
- Gabinete
- Gabinete 196, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
93%
Esteve em 365 de 391 sessões
Votou nas votações
87%
Registrou voto em 977 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 7 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
95%
Em 770 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
671 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 01/09/2026.
- 27/05/2025
O Deputado registrou a aprovação do Plano Nacional de Juventude e Sucessão Rural no Plenário da Câmara dos Deputados. Explicou que o plano estabelece diretrizes para garantir educação, acompanhamento técnico e qualificação de jovens para ampliar a produção no meio rural. Também destacou que a proposta busca evitar o êxodo rural, promovendo uma política que apoie a permanência dos jovens no campo, abordando tanto a formação educacional quanto a técnica e a diversificação produtiva.
Palavras-chave oficiais: Aprovação,Projeto de lei ordinária,criação,Política Nacional de Juventude e Sucessão Rural,Educação,Educação e formação profissional,Jovem,Área rural
Ler a transcrição oficial
O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, registro que ontem nós aprovamos, no Plenário da Câmara dos Deputados, o Plano Nacional de Juventude e Sucessão Rural, que trata de diretrizes gerais para garantir educação, acompanhamento técnico e qualificação de profissionais em prol da ampliação da produção. Esta proposta visa impedir que o jovem do meio rural saia deste ambiente. Hoje em dia, nós precisamos de uma política clara para que o jovem permaneça no meio rural, uma política que trate não só da educação, como também da questão técnica e da diversificação da produção. Este projeto, ao ser apresentado, contou com a presença dos Deputados Valmir Assunção, João Daniel, Patrus Ananias, Nilto Tatto e Luiz Couto. Presidente, peço a V.Exa. que minha fala sobre a vitória da juventude rural seja divulgada pelo programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 27/05/2025
O Deputado registrou a presença, em Brasília, das Vereadoras Karina Camillo, do Município de São Leopoldo (RS) e Karina Rocha, do Município de Rio Grande (RS), além do Vereador Leandro Ferreira, do Município de Santana do Livramento (RS), todos ligados ao Movimento Nacional da Luta pela Moradia. Além disso, destacou o engajamento do grupo na defesa do direito à moradia, transporte, saúde e demais pautas sociais. Ressaltou ainda o orgulho de compartilhar as mesmas lutas e o mesmo partido com os visitantes, que cumprem agenda em diversos Ministérios.
Palavras-chave oficiais: Saudação,Vereador,Vereadora,São Leopoldo (RS),Rio Grande (RS),Sant'Ana do Livramento (RS),Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM),Atuação parlamentar,Brasília (DF),Ministério
Ler a transcrição oficial
O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente Paulo Folletto. Quero registrar a presença de três Vereadores: a Karina Camillo, de São Leopoldo; a Karina Rocha, de Rio Grande; e o Leandro Ferreira, de Santana do Livramento. As duas Vereadoras e o Vereador são ligados ao Movimento Nacional de Luta pela Moradia. Nos seus Municípios, lutam por quem mais precisa, lutam pelo direito à moradia, pelo direito ao transporte, pelo direito à saúde e também pelas questões sociais. Aqui em Brasília, eles têm várias audiências nos Ministérios, Sr. Presidente. E eu tenho orgulho de ser companheiro de luta, companheiro de partido e parceiro das mesmas causas deles. Estou muito feliz de estar aqui com este trio, estas duas mulheres de luta e o companheiro Leandro, que estão em Brasília nesta semana. Gostaria que o meu pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil, Sr. Presidente. Muito obrigado. - 26/05/2025
O Deputado pediu desculpas à população, aos seus eleitores e ao Deputado Sanderson por ter votado em Hugo Motta para presidir a Câmara. Criticou o Presidente da Casa por não cumprir acordos com a Oposição, especialmente em relação à pauta da anistia dos presos do 8 de Janeiro e à abertura de uma CPI para investigar fraudes contra aposentados. Também questionou a atuação do Supremo, as alterações no Marco Civil da Internet e o aumento de impostos como o IOF. Acusou ainda o Governo de tentar censurar opositores nas redes e apontou perseguição ao Deputado licenciado Eduardo Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Presidente da Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar,Crítica,Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático,Preso Governo federal,Perseguição política,Oposição política,Marco Civil da Internet (2014),Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF)
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente, subo a esta tribuna hoje, de uma forma muito humilde, para registrar nos Anais desta Casa o meu pedido de desculpas à população brasileira, em especial ao colega Deputado Sanderson e aos eleitores que em mim votaram em 2022. No começo deste ano, Presidente, cometi o que considero um erro grave na minha trajetória política, ao votar, para presidir esta Casa, em uma pessoa que dizia que iria cumprir, no mínimo, os acordos que fez com a Oposição. Passaram-se quase 6 meses daquelas reuniões cheias de pompa, nas quais o Presidente atual prometia que iria ter uma postura embasada na Constituição, que iria defender quem não tem ninguém que o defenda, e até agora a gente não viu absolutamente nada disso. Trago aqui alguns exemplos disso. Sr. Presidente, o Presidente Hugo Motta se comprometeu com a Oposição a pautar o projeto da anistia para os presos do 8 de Janeiro. Até agora, nós tivemos somente enrolação e mentiras. Ele diz, por exemplo: "Olha, não adianta nós aprovarmos isso, porque, quando chegar ao Supremo, eles vão barrar". Ora! Então, feche-se o Congresso. Fechem-se as portas desta (expressão retirada por determinação da Presidência), se nada que é votado aqui tem valor, se o Presidente do Congresso ou o Presidente da Câmara dos Deputados tem que temer meia dúzia de togados que trabalho do outro lado da rua. Se a nossa voz, que representa milhares, não tem mais valor, que se feche este Poder e se economize o dinheiro gasto aqui. Mas não para por aí, Presidente. Nós votamos nesta Casa a suspensão desse inquérito patético de golpe no Supremo Tribunal Federal. A maioria dos Parlamentares, por larga margem, disse que aquilo deveria ser parado. O que o Supremo fez de forma relâmpago? Suspendeu a nossa decisão. O que o Presidente desta Casa fez? Tomou uma atitude teatral: entrou com um nada lá para ganhar tempo. E eles, colega Deputado Fahur, não estão nem aí para nós, como se nós não importássemos nada. E não importamos mesmo, pela postura que o Presidente tem. Morreu o assunto. Votamos, fomos atropelados, feitos de palhaços, e morreu o assunto. Não para por aí. Hoje, o Governo afirmou que o máximo de ressarcimento que os aposentados terão será de 2 bilhões de reais. Ora, 2 bilhões de reais não são um terço do que se projeta como total do roubo. O que o Governo está dizendo? Que, se você aposentado ou pensionista teve 6 mil reais descontados, eles vão te devolver 2 mil reais. E para o Presidente está tudo bem, porque ele inventou uma mentira reafirmo aqui: uma mentira! de que não pode abrir uma CPI para investigar essas organizações criminosas travestidas de sindicato, porque há outras CPIs na fila. Quantas CPIs foram abertas este ano, colega Deputado Sanderson? Nenhuma! O problema não é a fila. O problema é que deve haver interesses que nós não sabemos quais são para não se abrir a CPI e investigar os ladrões de dinheiro dos aposentados. Não para por aí. Hoje, o "Bessias", o motobói da Dilma, entrou no Supremo Tribunal Federal, via AGU, com ação para que a censura seja implementada de vez no nosso País. Como? Eles querem, caros eleitores, cidadãos brasileiros, retirar um trecho do Marco Civil da Internet lei aprovada por esta Casa e pela Casa aqui ao lado, o Senado, e sancionada pelo Presidente que diz que as plataformas não têm responsabilidade sobre o que eu e você dizemos, e sim você e eu somos os responsáveis. Sabe qual é o intuito disso? Eu explico para você que está em casa. O que eles querem fazer? Eles querem pegar discursos como este, que vocês não verão mais em rede social, um discurso em que falo verdades, e vão dizer que isto aqui é discurso de ódio. Então, vão avisar a plataforma, para que ela retire esse tipo de discurso da Internet, sob pena de terem de pagar severas multas. O que eles vão fazer? Banir das redes sociais Deputados como o Deputado Mauricio Marcon, o Deputado Sargento Fahur, o Deputado Sanderson, para que só as verdades deles apareçam. E o que o Presidente Hugo Motta fez até agora? Absolutamente nada! E não fará nada! Tenho certeza de que ele não fará nada. Mas não para por aí, contribuinte brasileiro. Há poucos instantes, nós vimos, mais uma vez, um Parlamentar do PT subir à tribuna e falar do que, colega Deputado Sanderson? Golpe, golpe, golpe, golpe! No entanto, eles aumentaram de novo o imposto. Toda semana tem aumento de imposto. Agora, foi a vez do Imposto sobre Operações Financeiras IOF. Eles disseram para você, contribuinte, que você não vai pagar nada. Mentira! Mentira deslavada! Por exemplo, as comprinhas que você fazia na China e que eles já taxaram em quase 100% vão aumentar mais um pouco por causa da elevação desse imposto. Se você é microempresário e vai pegar dinheiro emprestado para gerar renda e emprego no nosso País, o Governo não está nem aí para você. Vai aumentar o imposto. O que o Presidente Hugo Motta fez? Foi ao Twitter, disse que isso é inadmissível, que não se constrói nada assim. Por que não faz algo concreto? Paute o PDL protocolado por diversos Parlamentares oposicionistas para derrubar esse absurdo! Ele vai fazer isso? Duvido! Duvido! E o povo vai se danar de novo, pagando mais imposto. Por fim, nós não podemos nos esquecer, é claro, de Eduardo Bolsonaro, Deputado licenciado a respeito de quem, há 2 meses, a PGR disse "não" à intenção de retirada de seu passaporte, pedido que o PT havia feito. O que disse a PGR então? "Está cumprindo atividade parlamentar nos Estados Unidos." Quem disse isso não foi o Deputado Marcon. Quem disse isso foi a mesma PGR que, hoje, entrou no Supremo Tribunal Federal pasmem! , com ação que terá Alexandre de Moraes como Relator, para incriminar um Deputado que está nos Estados Unidos lutando pela liberdade deste País. Repito: foi essa mesma PGR, o mesmo Gonet, 60 dias atrás, que disse que era tudo lícito. Mudou de opinião por quê? Está com medinho de ter os seus recursos congelados? Está com medinho de não poder usar rede social? Está com medinho de virar um pária internacional? É por isso que vocês mudaram de discurso. E, até agora, essa perseguição contra um Deputado não mereceu nem sequer tuíte do Presidente desta Casa, o Deputado Hugo Motta. O que a gente mais vê nas redes sociais são pessoas dizendo: "Vocês estão lá fazendo o que, se nada do que vocês decidem vale, se nada do que vocês fazem vale?" E eu concordo 100% com quem diz isso na Internet. Nós não fazemos nada aqui. Aliás, a grande medida de Hugo Motta até aqui qual foi? Aumentar o número dos que nada farão nesta Casa. Ele aprovou o aumento do número de Deputados. Para quê? Para onerar ainda mais o bolso do trabalhador. O povo não aguenta mais! Termino este discurso pedindo, mais uma vez, desculpas por ter votado no Deputado Hugo Motta. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Deputado Mauricio Marcon, V.Exa. sabe do respeito que eu tenho por V.Exa., no entanto, tenho que lhe dizer que há certas expressões que esta Mesa Diretora não vai permitir aqui. V.Exa. tem a imunidade parlamentar, tem a prerrogativa de ir à tribuna para dizer o que quiser, mas a palavra ofensiva utilizada por V.Exa. para se referir a esta Casa eu vou solicitar à Taquigrafia que retire das notas taquigráficas, porque, embora V.Exa. tenha legitimidade para expressar suas opiniões, nós não vamos permitir o uso de palavra de baixo calão aqui. Esta é uma Casa de decoro, de respeito. V.Exa. sabe o respeito que eu tenho por V.Exa., mas isso nós não vamos permitir, nem eu, nem o Presidente Hugo Motta. Como disse o filósofo Voltaire, eu posso não concordar com uma palavra que V.Exa. disse, mas vou defender sempre o seu direito se expressar. Então, V.Exa. é livre para dizer o que quiser, mas há certas coisas que ferem o decoro da Câmara dos Deputados, e isso aqui nem eu, nem o Presidente Hugo Motta, nem nenhum outro membro da Mesa Diretora que estiver no exercício da Presidência vai permitir nesta Casa. Tem a palavra a Deputada Benedita da Silva, do PT do Rio de Janeiro. - 21/05/2025
O Deputado destacou uma declaração do Senador norte-americano Marco Rubio segundo a qual, diante da suposta omissão do Senado brasileiro em relação ao Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, os Estados Unidos poderiam agir impondo sanções ao Magistrado. Além disso, referiu-se a Moraes como alguém que perseguiria opositores políticos utilizando o Supremo Tribunal Federal (STF), e disse que o Ministro seria tratado como "um párea" perante a comunidade internacional. Por fim, afirmou que essa seria a posição adequada para autoridades com condutas ditatoriais.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,País estrangeiro,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Supremo Tribunal Federal (STF),Perseguição política,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Política externa,Soberania nacional,Direito internacional público,Ditadura,Democracia,Princípio constitucional,Princípio da soberania nacional
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Agradeço, Presidente, e o cumprimento pela condução dos trabalhos, sempre muito boa. Poucos minutos atrás, uma notícia que talvez sacuda o Brasil acabou de acontecer no Plenário do Congresso americano. O Ministro de Estado Marco Rubio acabou de confirmar que, se o Senado brasileiro não faz seu serviço, os Estados Unidos nos ajudarão a nos livrar de um párea, que é Alexandre de Moraes, que persegue inimigos políticos, utilizando-se de uma instituição como o Supremo Tribunal Federal. O "alecrim dourado" do Supremo, disse Marco Rubio há poucos instantes, sofrerá sanções americanas e virará um zero à esquerda perante o mundo, lugar em que ditadores como ele devem estar. Obrigado. - 21/05/2025Breves Comunicações
O Deputado relatou audiência com o Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, entidades sindicais e Parlamentares gaúchos para discutir o restabelecimento do Proagro Mais e o endividamento de agricultores do Rio Grande do Sul. Explicou que o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), importante instrumento de proteção para a agricultura familiar, foi desmontado por gestões anteriores, mas será retomado pelo Governo Lula. Destacou ainda a necessidade de medidas estruturantes para enfrentar as frequentes secas e enchentes no Estado, criticou a inação do Governo Estadual de Eduardo Leite e defendeu políticas permanentes de assistência técnica, recuperação de solo, agroindústria familiar e diversificação da produção.
Palavras-chave oficiais: Agricultura,Agricultura familiar,Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf),Agronegócio,Rio Grande do Sul,Dívida agrária,endividamento,Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro),renegociação,Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar,Governo estadual,Audiência pública (processo legislativo),Governo federal,Política agrícola
Ler a transcrição oficial
O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu subo à tribuna para fazer o registro da audiência que tivemos, no dia de ontem, com o Ministro Paulo Teixeira, com entidades e com uma comissão de Deputados gaúchos. A pauta tratava de dois temas que envolvem a nossa agricultura brasileira, e um deles é a questão do Proagro, que foi uma conquista histórica do movimento popular e do movimento sindical há muitos anos. O Governo passado acabou com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, acabou com o Pronaf. E, em 2023 e 2024, o ex-Presidente do Banco Central, que era do time do Bolsonaro, quis acabar com o Proagro e dar um golpe. Ontem, nessa reunião, junto com a Fetag-RS, a Fetraf Brasil e a Comissão de Agricultura, da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, discutimos a política do Proagro Mais para a agricultura familiar. E o compromisso do Governo Lula é em restabelecer o Proagro, para que dê garantia à nossa agricultura familiar, aos nossos assentados. É esse o compromisso do Presidente Lula e do Ministro Paulo Teixeira, do MDA, que é o nosso colega Deputado Federal aqui desta Casa. O outro tema que tratamos foi a questão do endividamento. O Rio Grande do Sul passou por cinco secas e a tragédia da enchente no ano passado. Em primeiro lugar, é preciso reconhecer aquilo que o Governo Federal fez e está fazendo para o nosso Estado, para a agricultura familiar e para o agronegócio. O Governo vai prolongar a renegociação das dívidas com os agricultores que perderam sua safra com a seca, nesse ano, no Rio Grande do Sul. Porém, precisamos também discutir sobre uma política de enfrentamento e outra linha de produção, porque o Rio Grande do Sul não está isento de sofrer com as intempéries, seja seca, seja enchente. Então, nós precisamos começar a discutir alternativas. Esse é o papel também do Governo do Estado. O Governador Eduardo Leite tem feito pouco ou quase nada para a agricultura familiar no Rio Grande do Sul. E esse não pode ser um programa eleitoreiro. Nós precisamos fazer um programa dê condições aos agricultores e suas famílias para permanecerem nas suas propriedades. É isso que o Governo do Estado tem de fazer, por meio da assistência técnica e de um programa massivo de recuperação de solo, de agroindústria familiar, de estímulo à produção de alimentos. Nos últimos anos só houve plantio de grãos, e isso está levando à falência os nossos agricultores no Estado do Rio Grande do Sul. Não importa se são pequenos, grandes ou assentados, todos eles estão tendo prejuízo. E é por isso que nós precisamos ter uma assistência técnica e uma política de Estado para mudar a linha de produção no Rio Grande do Sul e, principalmente, diversificar a produção, incluindo a de alimentos. Porém, precisamos ter um Estado forte, uma Emater forte para o nosso agricultor. Eu gostaria, Sr. Presidente, que o meu discurso fosse divulgado pelas mídias da Casa e pelo programa A Voz do Brasil. Muito obrigado, Presidente Paulo Folletto. - 20/05/2025
O Deputado Marcon registrou a visita do Prefeito Andrezinho, de Vacaria, no Rio Grande do Sul. Destacou o trabalho desenvolvido pelo gestor, que está em seu primeiro mandato à frente da cidade, conhecida como a porteira do Rio Grande. Desejou sucesso ao Prefeito no cumprimento de sua gestão e destacou a importância da aproximação entre os gestores municipais e o Parlamento Federal.
Palavras-chave oficiais: Prefeito,Vacaria (RS),Saudação,gestão
Ler a transcrição oficial
O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Eu quero fazer uma menção hoje ao Prefeito Andrezinho, do PL, da porteira do Rio Grande, Presidente, da cidade de Vacaria. O Prefeito nos visita aqui, no plenário da Câmara dos Deputados. É um Prefeito de primeiro mandato que vem realizando um trabalho muito bonito na cidade de Vacaria, a porteira do Rio Grande, como mencionado. Seja muito bem-vindo a esta Casa, Prefeito Andrezinho! Que Deus abençoe o seu mandato lá no Rio Grande do Sul! Obrigado, Presidente Charles Fernandes. - 20/05/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a demora do Governo em devolver valores descontados indevidamente de aposentados por sindicatos, denunciando um suposto esquema de desvios milionários e sugerindo que o irmão do Presidente Lula, vice de um grande sindicato, estaria envolvido. Acusou o Governo de proteger aliados, evitar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ignorar os aposentados, que seguem sem solução.
Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Aposentado,Fraude,Governo federal,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Corrupção
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Charles. Enquanto alguns brasileiros estão preocupados em discutir sobre bebê reborn, eu subo a esta tribuna para fazer mais um alerta aos aposentados deste Brasil. O Governo, depois de descobrir esta grande barbárie, que foi o desvio, via sindicatos, do dinheiro dos aposentados, há mais de 30 dias promete devolver o dinheiro dos nossos pobres aposentados, e até agora absolutamente nada foi feito. Roubavam à velocidade da luz, roubavam como nunca antes no Brasil. Filiavam milhares e milhares de pobres aposentados por dia, e agora, na hora de devolverem o dinheiro, a velocidade é a mesma de uma lesma, ou coisa pior. Nós temos algumas perguntas a serem respondidas, caros colegas. O irmão do Presidente Lula, por exemplo, é Vice-Presidente do maior sindicato da América Latina. Só em 2024, o sindicato do irmão do Lula é acusado de desviar pasmem! quase 155 milhões de reais dos pobres aposentados. Pergunto a esta Nação: qual é o salário do irmão do Lula na associação que desviava dinheiro dos aposentados? Quanto Frei Chico levava do dinheiro desviado? Ninguém sabe! Sabem por quê? Porque a Polícia Federal decidiu não investigar o irmão do Lula. Por quê? É alguma coincidência? Será que ele ganha, colega Deputado Sargento Fahur, 1.500 reais, como nossos aposentados? Garanto que não. Deve ser algo por volta dos 3, 4, 5 ou 6 dígitos o salário do irmãozinho do Lula, que logo vai dizer que não é irmão dele também. Presidente, há um motivo para o PT não assinar a CPI do INSS nesta Casa. Há um motivo claríssimo para o PT não assiná-la. Imaginem o irmão do Lula sentado numa CPI para ter que explicar os milhares de reais que ele recebe desviados dos aposentados! Para onde iam, o que fazia e por que recebia? Enquanto o Governo perde tempo com Janja e outros absurdos, os aposentados contam as moedas para pagar suas contas, sem a perspectiva de receberem de volta seu dinheiro roubado. Este é o Governo do PT. Muito obrigado. - 07/05/2025
O Deputado criticou o Governo Lula após a alta da taxa de juros, responsabilizando o Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Ironizou a ausência de justificativas do Partido dos Trabalhadores (PT) e afirmou que o Governo está quebrando o país, encerrando com um pedido de “Fora, Lula”.
Palavras-chave oficiais: Juros,Política monetária,Política econômica,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Banco Central do Brasil (Bacen),Presidente da República
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, agradeço. Hoje não usei os 3 minutos. Se V.Exa. puder me dar um minutinho e meio, eu agradeço. Atenção, Congresso Nacional! Atenção, Brasil! Acaba de sair a informação pasmem de que Galípolo, indicado por Lula, acaba de colocar os juros do País no maior patamar pasmem desde 2006. Até agora, ninguém da petezada subiu à tribuna para culpar o Bolsonaro pela alta de juros. Qual vai ser a desculpa agora, petezada? Repito: é a maior taxa em quase 20 anos. Lula está quebrando o País, Presidente. Isso vai trazer sérias consequências para a economia. Todos aguardam agora a ata de Gleisi Hoffmann justificando essa nova alta. Fora, Lula! - 06/05/2025
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei Complementar nº 177, de 2023, que fixa o número de Deputados Federais; estabelece normas para a distribuição das vagas da Câmara dos Deputados entre os Estados e o Distrito Federal; e revoga a Lei Complementar nº 78, de 30 de dezembro de 1993.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,contrário
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Colegas, semanas atrás, a Presidência desta Casa fez um pronunciamento dizendo que as prioridades para votação, Deputado Gilson, seriam segurança, educação e saúde. De lá para cá, nós votamos aumento de cargos no Supremo Tribunal Federal e também o dia que não é dos direitos humanos, mas de quem ajuda os direitos humanos, porque o dia dos direitos humanos já existe. E, neste momento, o Plenário desta Casa vota uma medida a que, eu garanto, 100% da população brasileira é contrária, que é o aumento do número de Deputados Federais. Já há Deputados demais. A gente nem pode trabalhar. A maioria assinou o projeto da anistia. E o que foi feito? Foi enterrado. Já há número suficiente agora para abrir a CPI do roubo dos aposentados. E o que está sendo feito? Está sendo dito que não se pode abrir porque há onze CPIs na frente. Pergunto ao Presidente Hugo Motta: quando nós abriremos as cinco primeiras, então? Se há onze CPIs, se há onze na fila, vamos começar a abrir CPIs para investigar. A nossa prerrogativa parlamentar é legislar e fiscalizar o Executivo. Há, por exemplo, uma CPI na fila, do nosso colega Deputado Marcel van Hattem, para investigar os abusos de autoridade. Então, se nós, nesta Casa, não podemos aprovar projeto porque o Supremo não quer, se não podemos abrir CPI porque o Executivo, o Lula não quer, vamos aumentar Deputados para quê? Para fingir que isso aqui vale alguma coisa? A realidade do que nós temos visto é que tudo que votamos aqui e discutimos, muitas vezes, se é relevante e aprovado, algum Parlamentar da extrema esquerda entra no Supremo Tribunal Federal e consegue uma liminar para derrubar. Antes de pensarmos em aumentar o número de Deputados, temos que devolver as prerrogativas deste Parlamento, e uma delas é legislar. Se há assinatura para a anistia, vamos colocar em votação; se há assinatura para CPI, vamos colocar em votação. Chega de fingir que a gente manda em alguma coisa. Nossos poderes foram usurpados pelo Executivo e pelo Judiciário. O meu Estado, Presidente, perderá duas vagas. Que perdesse quinze ou que diminuísse o número de Deputados, mas que esse dinheiro fosse aplicado em segurança, saúde e educação. Obrigado. - 06/05/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a pauta do plenário da Câmara, que priorizou o Projeto de Lei nº 6.366, de 2019, que institui o Dia Nacional das Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, e o Projeto de Lei complementar nº 177, de 2023, que altera a redação da Lei Complementar nº 78, de 30 de dezembro de 1993, fixando novo número de Deputados, em vez de questões ligadas à saúde, educação, segurança e à investigação do desvio de aposentadorias. Comparou o Brasil aos Estados Unidos, ressaltando que o País já tem mais Deputados que a maior potência mundial, e destacou que a população deseja a redução, e não o aumento, de Parlamentares. Afirmou que o adiamento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o esquema de corrupção no INSS indica interesses ocultos e afirmou que não votaria a favor do aumento, reforçando seu compromisso com a vontade popular.
Palavras-chave oficiais: Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Corrupção,Aposentado,Pensionista,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Projeto de lei complementar,aumento,número,Deputado federal,Deputada federal Projeto de lei ordinária,Dia Nacional das Defensoras e Defensores de Direitos Humanos
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Semanas atrás, o nosso Presidente Hugo Motta afirmou numa declaração: "Nós vamos dar prioridade nesta Casa à votação de coisas ligadas à melhoria da saúde, da educação e da segurança". Pois bem, caros brasileiros, de lá para cá nós já tivemos pautados no plenário projetos como o que aumenta o número de assessores dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. Ontem nós votamos pasmem , durante horas, a criação do dia dos defensores dos direitos humanos. Já existe dia dos direitos humanos, e ontem o Presidente Hugo Motta colocou em votação nesta Casa a criação do dia dos defensores dos direitos humanos. Quando a gente acha que não dá para piorar, o Brasil vem e surpreende. Hoje não deve ser votado aqui nada ligado à segurança, ao bem-estar da população, ao rolo das aposentadorias desviadas por sindicalistas. Nada disso! Hoje, esta Casa vai votar pasmem o aumento do número de Deputados Federais do Brasil. Eu fico imaginando o que pode ser menos urgente do que o aumento do número de Deputados Federais do Brasil! Os Estados Unidos, maior potência do mundo, com mais de 300 milhões de habitantes, têm pouco mais de quatrocentos Deputados. Nós temos 513! Se for feita uma pesquisa nas redes sociais de qualquer Parlamentar, a resposta do povo vai ser: "Não é que eu não quero aumentar, eu quero diminuir o número de Deputados". Mas a Câmara dos Deputados, que poderia estar trabalhando para melhorar a vida das pessoas, vai votar hoje, ao custo de milhões e milhões do Erário, o aumento do número de Deputados. Enquanto isso, Presidente Icaro de Valmir, ganha-se tempo para tentar empurrar com a barriga a abertura da CPI, que vai investigar o roubo de dinheiro dos mais pobres. Aliás, quem não assinou o requerimento da CPI só pode ter se movido por dois motivos: ou ganhou algo, ou vai ganhar algo para não investigar o maior esquema de corrupção da história deste País. É triste, Sr. Presidente! Quero reafirmar a cada brasileiro: eu estou aqui para representar a vontade do povo, e tenho certeza de que a vontade do povo é contra o aumento do número de Deputados. Por isso, não contem com o meu voto para mais essa palhaçada. Obrigado, Presidente Icaro de Valmir. - 06/05/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o desmonte das políticas voltadas à agricultura familiar durante o Governo Bolsonaro, destacando o fim do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e mudanças no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) que prejudicaram pequenos produtores. Defendeu o retorno ao modelo original do Proagro, com regras viáveis e fiscalização adequada para garantir segurança aos agricultores familiares. Além disso, apoiou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala de trabalho 6x1, ressaltando a importância de garantir descanso, convívio familiar e lazer aos trabalhadores, com salários justos e condições dignas.
Palavras-chave oficiais: Agricultura familiar,Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf),Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro),Pequeno produtor rural,Política pública,Governo,Ex-presidente da República Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Qualidade de vida,Trabalhador
Ler a transcrição oficial
O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente e Srs. Deputados, eu venho à tribuna no dia de hoje falar sobre o Proagro, que é o programa do Governo Federal de apoio à agricultura familiar, que assegura principalmente a produção aos pequenos agricultores. Nós percebemos que, no tempo do Governo Bolsonaro, foram terminando as políticas voltadas à agricultura familiar. Terminou o Pronaf, que era um programa de financiamento e apoio à agricultura. No ano passado, o Presidente do Banco Central terminou com o Proagro, aumentando a contribuição que os agricultores têm que fazer, botando critério inviável para uma família, caso more em um local em que, na mesma escritura, morem duas ou três famílias. É inviável. Por isso é que nós estamos trabalhando, para que volte o antigo Proagro, para que dê segurança ao nosso agricultor que produz, principalmente o da produção familiar, seja pequena produção, seja produção de alimentação e assim por diante. Estamos debatendo com o Governo. É importante que se volte o programa como era na sua origem e também que haja fiscalização. A fiscalização é importante para botar seriedade nesse programa. Venho aqui também falar de outro tema. No dia 1º de Maio, o nosso Presidente da República falou ao povo brasileiro sobre algo que nós defendemos aqui na Câmara, que nós apoiamos. Refiro-me à PEC da Deputada Erika e também do nosso Senador Paim, que acaba com a escala de trabalho 6x1. Nós precisamos que os trabalhadores trabalhem, que sejam qualificados, que sejam bem remunerados. Há alguém que diga que o trabalhador não quer trabalhar, mas o salário é pífio muitas vezes. Então, nós precisamos que o nosso trabalhador tenha, sim, o seu tempo de descanso, que tenha o seu tempo de ficar com a família, que tenha o seu tempo para lazer, para diversão. Por isso é que nós somos contra a escala 6x1. O Plenário tem que votar urgentemente esta matéria, à qual nós vamos votar favoravelmente. Gostaria que fossem divulgados pelo programa A Voz do Brasil os meus dois discursos, Sr. Presidente. - 05/05/2025
O Deputado criticou o escândalo envolvendo fraudes em empréstimos consignados a aposentados, acusando sindicatos ligados ao Governo de lesarem os mais pobres. Afirmou que cerca de R$ 90 bilhões podem ter sido desviados apenas em 2023, atingindo especialmente idosos acamados e vulneráveis. Reclamou da omissão de partidos da base governista por não assinarem o pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Por fim, informou ter elaborado um projeto de lei que exige autorização presencial para descontos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e cobrou que a Câmara cumpra seu dever de fiscalizar o Executivo.
Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Aposentado,Fraude,Governo federal,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Projeto de lei ordinária,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Desconto,Atuação parlamentar
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Se, eventualmente, o meu tempo terminar, eu peço a V.Exa. que o aumente com o tempo dos breves comunicados. Presidente Charles, nem bandido concorda com o que tem sido feito contra os aposentados do Brasil! O tribunal do crime proíbe que marginais façam atos contra crianças, mulheres e, muitas vezes, idosos e acamados, mas os sindicalistas/bandidos que roubam o pão de cada dia dos aposentados brasileiros não têm empatia nenhuma por aqueles que deixam de comer para sustentar as benesses dos aliados petistas aqui em Brasília. Quero chamar a atenção de aposentados do Brasil para o fato de que o valor de sua aposentadoria, cerca de 1.500 reais, muitas vezes é gasto em um almoço aqui em Brasília por Parlamentares que, pasmem, não assinaram o requerimento de CPI para investigar para onde foi o dinheiro roubado do seu bolso. Nenhum nenhum! Parlamentar do PT, do PCdoB, do PSOL, do PDT e do PSB assinou o pedido de investigação. Sabem por que não assinaram? Porque é óbvio que, se em uma investigação, ainda rasa, já se chegou ao nome do irmão mais velho de Lula, é muito provável que cheguemos também ao ex-líder sindical, condenado em três instâncias, que já pegou uns bons dias de cadeia. Presidente, hoje se trouxe uma nova informação para o cenário. Aquilo que já parecia nefasto pode ser muito pior. Somente em 2023 e me parece que, em 2023, o Presidente não era Bolsonaro, era Lula , cerca de 90 bilhões em empréstimos consignados podem ter sido fraudados. Esse dinheiro foi tirado dos mais humildes, tirado do pão dos mais pobres! As investigações já apuraram que pessoas do interior, muitas delas acamadas, foram as mais prejudicadas. Este é o Governo de Lula! O que ele fez até agora? Mandou seus Parlamentares não assinarem a CPI, porque sabe que vai ser pego em mais um esquema de corrupção. Para que isso não aconteça de novo, Presidente, apresentei um projeto, há poucos instantes, estabelecendo a obrigatoriedade de que o aposentado, no caso de qualquer desconto em sua conta, vá a uma agência do INSS autorizá-lo. Brasileiros que nos acompanham, vocês acham que a "petezada" vai aprovar esse projeto? Garanto a vocês que não! Eles vivem do suor alheio, do suor dos mais humildes, do suor daqueles que deram a vida para construir este País. As investigações continuam, e precisam acontecer nesta Casa. Lembro ao Presidente Hugo Motta que são atribuições do Parlamentar legislar e fiscalizar o Executivo. Se houve roubo ao que parece, foi de quase 100 bilhões , esta Casa não pode deixar investigar. Tenho certeza de que o Presidente Hugo Motta não vive do salário de aposentado, mas nós estamos aqui para defender aqueles que menos têm representantes. Obrigado, Presidente. - 29/04/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 3.469, de 2024, que altera a Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986 – Código Brasileiro de Aeronáutica, e a Lei nº 7.957, de 20 de dezembro de 1989, para dispor sobre medidas de aumento da capacidade de resposta do Poder Público frente às ocorrências de incêndios florestais e demais hipóteses que especifica. Além disso, ressaltou que restavam apenas quatro assinaturas para instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre desvios no INSS, que classificou como um roubo promovido pelo Governo Lula contra os aposentados. Rebateu a narrativa de que o escândalo teria se iniciado na gestão Bolsonaro e desafiou os Parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT) a provarem isso dentro da CPI. Declarou que a Oposição não teme investigações e defendeu que os maiores prejudicados são os aposentados. Por fim, acusou o PT de evitar a CPI por saber que os desvios ocorreram em sua gestão.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Obstrução parlamentar Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Corrupção,Partido dos Trabalhadores (PT),gestão,Ex-presidente da República
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Oposição solicita aos seus Parlamentares que não votem, porque nós estamos em obstrução até que a anistia seja pautada nesta Casa. Depois que atingirmos os 257 espero que não se atinja , a gente pode votar. Presidente, faltam apenas quatro assinaturas para investigar o roubo promovido pelo Governo Lula contra os aposentados deste País. A gente vê a Esquerda ir aos microfones e dizer que o escândalo começou no Governo Bolsonaro. Desafio os Parlamentares do PT: provem, na CPI, que começou no Governo Bolsonaro! Nós não temos medo de investigar, até porque os prejudicados são os mais pobres deste País, os aposentados. Sejam coerentes, vamos abrir a CPI e mostrar que "começou no Bolsonaro". Vocês não assinam porque sabem que quem bota a mão no dinheiro dos aposentados é o PT. - 29/04/2025
O Deputado ironizou falas anteriores sobre ditaduras, afirmando que "ditadura mata, mas só incomoda se não for de esquerda", citando os regimes de Cuba, Venezuela e Coreia do Norte como exemplos apoiados pela esquerda. Também rebateu o Deputado Guilherme Boulos sobre críticas ao iFood, sugerindo que Boulos deveria abrir uma empresa de entregas e oferecer os benefícios que considera adequados — completando que não o faz porque “sabe que vai quebrar".
Palavras-chave oficiais: Ditadura militar,Cuba,Coreia do Norte,Venezuela Serviço de entrega por aplicativo,Direitos do trabalhador,Gestão empresarial
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Quero apenas responder, Presidente, ao colega que falou aqui que ditadura mata. A cubana mata, a Esquerda apoia; a venezuelana mata, a Esquerda apoia; A norte-coreana mata, a Esquerda apoia. Então, se a ditadura mata, depende da ditadura se for de um amigo meu, está tudo bem; se for de um inimigo... Opa! Portanto, a coerência não existe. Respondendo ao colega Deputado Boulos, que estava aqui há alguns instantes, a respeito do que ele falou sobre o iFood, sugiro que o colega Boulos abra uma empresa de entregas. Aí ele pode oferecer todos os benefícios que ele achar justos. Assim, todo mundo fica feliz. Mas ele não abre porque sabe que vai quebrar. Era isso, Presidente. - 28/04/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o Ministro da Previdência, Carlos Lupi, afirmando que ele possui histórico de investigações por peculato, lavagem de dinheiro, caixa dois e improbidade administrativa, além de já ter sido demitido por suposta cobrança de propina. Acusou o Governo Lula de ter promovido encontros com sindicatos que, supostamente, atuam como organizações criminosas lesando aposentados. Mencionou ainda que um desses sindicatos, envolvido no escândalo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), seria dirigido pelo irmão do Presidente Lula, que, mesmo aos 83 anos, estaria envolvido na arrecadação indevida de recursos. Por fim, classificou a situação como um escárnio.
Palavras-chave oficiais: Ministério da Previdência Social,Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Aposentado,Organização criminosa,Governo federal
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Icaro, estou feliz em ver o amigo presidindo a sessão. Presidente, o que V.Exa. faria se visse, na rua, uma senhora de 80 anos tendo a sua bolsa levada por um meliante? V.Exa. reagiria, denunciaria o assalto ou pegaria o assaltante e o colocaria para cuidar da previdência de todos os brasileiros? Hoje, quero trazer aqui um pedacinho da ficha do nosso Ministro da Previdência, Carlos Lupi. Ele é investigado, Sr. Presidente, por peculato, lavagem de dinheiro, caixa dois, sob suspeita de ter desviado 4 milhões de reais. Ele também é réu por improbidade administrativa. E foi demitido do Governo de Dilma Rousseff porque cobrava propina para regularizar ONGs, entre outros delitos menores. Esse é o Ministro de Lula que cuida da Previdência Social! Quem poderia imaginar que os idosos deste País seriam lesados por esse tipo de meliante? Mas não para por aí, Sr. Presidente. A imprensa noticiou que, durante o Governo Lula, as entidades travestidas de sindicato, mas que na verdade são organizações criminosas compostas para roubar os velhinhos, tiveram pasmem! reuniões com o Governo Lula quinze vezes. De certo, foi para tratar da divisão desse roubo feito contra os nossos aposentos. É um escárnio o que a gente vê neste País. É uma vergonha que idosos tenham deixado de comprar medicamentos, de complementar a sua mesa, de comprar uma roupinha melhor, de pagar a conta de luz e de quitar a conta de água, porque o dinheiro estava indo para o bolso de marginais marginais! travestidos de sindicalistas. E, entre estes sindicatos, para surpresa de zero por cento dos brasileiros, há um que tem como dirigente o irmão do Presidente Lula. Esse irmão de Lula, aos 83 anos 83 anos! , não criou sequer um pingo de empatia pelo próximo e continua participando desse sindicato que embolsou mais de 100 milhões de reais isso foi só no sindicato dele , tirados dos aposentados. Tem gente que vota em bandido. Eu não voto. Obrigado, Presidente. - 23/04/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a atuação do Presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, que está envolvido em um escândalo de desvio de R$ 6,3 bilhões, prejudicando aposentados e pensionistas. Também questionou a demora do Governo Federal em afastá-lo oficialmente, mesmo após o afastamento judicial. Ironicamente, sugeriu que o PT poderia usar o nome de Stefanutto para futuras disputas políticas, afirmando que o esquema de corrupção se assemelhava a práticas de sindicatos, com desvio de recursos. Encerrou criticando o Governo e fazendo uma analogia entre as ações de Stefanutto e a tentativa de encontrar um sucessor para o Presidente Lula.
Palavras-chave oficiais: Presidente,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Aposentado,Pensionista,Corrupção,Governo federal,Sindicato,Candidato a cargo eletivo,Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente da República
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Bom, hoje o Brasil acordou com o novo nome que o PT tem para substituir Lula em 2026. Os requisitos para substituir Lula, todos sabemos, não são fáceis, não são poucos. Lula, chefe da maior organização criminosa que o planeta Terra já teve conhecimento, precisava de um nome à altura. E ele surgiu, em meio a operação da Polícia Federal. O nome dele é Alessandro Stefanutto, Presidente do INSS, que, às 14h22min da tarde, ainda não tinha sido demitido por Lula. Esse cidadão que comandava o INSS, que roubou dos aposentados 6,3 preste atenção, colega Deputado Palumbo bilhões de reais, não são milhões, são bilhões de reais, segue no Governo. Ele foi afastado pela Justiça, mas segue no INSS, seguindo os passos do seu Presidente. O PT, agora, certamente não deve afastá-lo. Pelo contrário, deve colocá-lo, talvez, no Ministério das Comunicações, afinal o Centrão não quer mais esse Ministério, está abandonando o Governo Agora, certamente Alessandro Stefanutto, que era Presidente do INSS, que roubava dos aposentados, vai ascender dentro da diáspora petista. Afinal, Lula, com seus 39% de aprovação, revelados hoje pelo Paraná Pesquisas, com quase 60% de rejeição, não tem mais como concorrer. E, claro, o PT precisa colocar alguém à sua altura. Mas, para explicar para o povo que está em casa, o esquema feito no INSS era muito semelhante ao que os sindicatos fazem com os trabalhadores. Tiram 20 cruzeiros ali, 30 pilas acolá, fazem contratos de prestação que ninguém assina, e o dinheiro vai para o bolso, obviamente, no caso do sindicato, dos sindicalistas. Neste caso aqui, a polícia apreendeu mais de 1 bilhão em imóveis dessa turma. É claro que a petezada vai dizer: "Olha, no nosso Governo estão investigando!" Mas, meu Deus, 6 bilhões 6 bilhões roubados!? Não precisa ter muitos olhos para enxergar que é rolo atrás de rolo. Parabéns ao PT, que estava com dificuldade de encontrar o sucessor de Lula. Mas, agora, com um comandante que conseguiu 6 bilhões de desvios, eu acho que o nome está definido. Obrigado, Presidente. - 22/04/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de lei n° 1, de 2025, que dispõe sobre a criação de oito varas federais no Estado de Santa Catarina, a transformação de cargos de juiz federal substituto na Justiça Federal da 4ª Região e a criação de cargos de juízes federais e dá outras providências. Além disso, relatou que o Deputado Pedro Lucas Fernandes teria recusado convite para assumir o Ministério das Comunicações, interpretando o gesto como sinal de desgaste do Governo. Também citou pesquisa do instituto Paraná Pesquisas apontando vantagem de Jair Bolsonaro sobre Lula .
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário Governo federal,Deputado federal,Ministro de Estado,convite Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Presidente da República,Pesquisa de opinião,Eleição
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. A Oposição orienta o voto "não". Quero trazer uma notícia ao Plenário. O Governo Lula tinha anunciado Pedro Lucas como o novo Ministro das Comunicações, Líder Sóstenes. Qual foi a resposta de Pedro Lucas? "Eu? Fora dessa barca furada!" Ele se mandou. A conversa que se tem aqui, brasileiro que nos acompanha, é que outros Parlamentares foram convidados e não quiseram. Este Governo acabou, terminou, está enterrado. Ninguém quer colocar sua digital num Governo podre como o de Lula. Hoje, o Paraná Pesquisa mostrou que Bolsonaro dá um olé em Lula, um olé. Parabéns ao colega Pedro Lucas Fernandes, que fez uma ótima escolha permanecendo aqui na Câmara dos Deputados. Fora, Lula! - 22/04/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 4.303, de 2024, que transforma cargos vagos da carreira de Técnico Judiciário em novos cargos da carreira de Analista Judiciário no Quadro Permanente do Superior Tribunal de Justiça.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição, Presidente, orienta "sim". Chamo a atenção para o que estamos discutindo aqui: aquele assunto, outrora já tratado na Casa, de novos cargos para a Justiça. Temos outras prioridades, como foi dito pelo próprio Presidente Hugo Motta, a serem discutidas. Em vez de discutir sobre cargos, temos que discutir, por exemplo, sobre a anistia. A maioria desta Casa, de forma individual, já assinou o pedido de urgência para ser votada a anistia. Então, neste momento, nós da Oposição orientamos "sim" e pedimos a esta Casa que vote as prioridades que os Deputados assim entenderam. Obrigado, Presidente. - 22/04/2025Breves Comunicações
O Deputado expressou consternação com o aumento dos casos de feminicídio no Rio Grande do Sul, mencionando a morte de seis mulheres na Sexta-Feira Santa e outras três recentemente, incluindo duas em sua cidade, Ronda Alta (RS). Reforçou a necessidade de políticas públicas efetivas, como o fortalecimento das delegacias da mulher, com estrutura adequada e pessoal qualificado. Também lamentou o falecimento do Papa Francisco, destacando sua postura progressista e humanista, suas falas em defesa da casa, da terra e dos direitos dos trabalhadores, além da defesa do diálogo e da união entre os povos.
Palavras-chave oficiais: Ronda Alta (RS),Feminicídio,Rio Grande do Sul Papa,Homenagem póstuma
Ler a transcrição oficial
O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero registrar aqui, com muita tristeza, que, no meu Estado, na Sexta-Feira Santa, seis mulheres foram mortas pelo feminicídio. Ontem, foram mais três, duas delas na minha cidade de Ronda Alta. Quanta violência contra a mulher! Nós precisamos nos conscientizar. Nós precisamos pegar esses homens que acham que podem fazer tudo e colocá-los na cadeia. Precisamos de políticas públicas para conscientizar as pessoas e para que as delegacias das mulheres funcionem com estrutura e recursos humanos. Outra questão: morreu ontem o nosso Papa Francisco. O Papa Francisco que abriu diálogo com todas as religiões. O Papa Francisco que disse uma frase que, para mim, resume o seu trabalho pastoral como o homem top da Igreja Católica: "Que todas as pessoas pudessem ter direito à casa, à terra e ao direito dos trabalhadores!" Perguntaram ao Papa: "Papa Francisco, o que você acha do casamento entre pessoas do mesmo sexo?" Ele respondeu: "Se é para unir, por que eu serei contra?" Outra frase do Papa foi a seguinte: "Nós não precisamos construir muros. Precisamos construir pontes". Ele quis reduzir, dizer que precisamos do diálogo. O Papa foi o Papa do povo do mundo inteiro, o Papa dos pobres. Gostaria de colocar meus dois discursos no programa A Voz do Brasil, Sr. Presidente. - 22/04/2025
O Deputado comentou uma pesquisa do instituto Paraná Pesquisas que aponta Jair Bolsonaro à frente de Lula em um eventual segundo turno, destacando que o instituto acertou o resultado das eleições de 2022. Criticou o atual Governo Federal, acusando-o de má gestão econômica, de transformar o Brasil em “paraíso de bandidos” e de acolher figuras envolvidas em corrupção internacional — como a ex-primeira-dama do Peru, condenada a 15 anos de prisão por lavagem de dinheiro. Acusou Lula de usar avião da FAB para trazer essa pessoa ao Brasil. Também denunciou o que chamou de "silêncio da esquerda" diante da soltura do Deputado Chiquinho Brazão, acusado de envolvimento no assassinato de Marielle Franco, e criticou decisões do Ministro Alexandre de Moraes, associando-as a injustiças seletivas. Encerrou afirmando que Bolsonaro será eleito em 2026 e que o País retomará o rumo.
Palavras-chave oficiais: Pesquisa de opinião,Instituto de pesquisa,Paraná,Ex-presidente da República,vitória,Segundo turno das eleições Governo federal,Política econômica,Corrupção,Asilo político,Ex-,Primeira-dama,Peru (País),Condenação,Lavagem de dinheiro Esquerda política,Silêncio,soltura,Acusado,Homicídio,Vereadora,Rio de Janeiro (RJ)
Ler a transcrição oficial
O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, obrigado. As redes sociais, neste momento, borbulham em decorrência de uma pesquisa do Paraná Pesquisas que mostra o ex-Presidente Bolsonaro, aquele que Barroso disse que derrotou não adianta mentir dizendo que não falou, porque falou , em primeiro, absoluto, 6 pontos à frente de Lula num eventual segundo turno. A "petezada" está ouriçada nas redes sociais, argumentando que a pesquisa é comprada, que a pesquisa não traduz a verdade. Eu fui atrás, Presidente Charles, da pesquisa para o segundo turno de 2022, do mesmo instituto. Pasmem, a pesquisa cravou na mosca o resultado eleitoral. Em 2022, 3 dias antes da eleição, a Paraná Pesquisas cravava 50,4% de votos para Lula e 49,6% de votos para Bolsonaro. O resultado ficou dentro da margem de erro. Mas alguns petistas, Presidente, não conseguem compreender por que, no mundo mágico em que eles vivem, de um Governo perfeito, a popularidade do líder corrupto deles está no chão. Nós poderíamos citar como motivo o desastre com as estatais. Nós poderíamos citar o PLDO para 2027, que diz que vai faltar dinheiro para pagar aposentadoria! Alô, alô, aposentados do Brasil, com essa administração vai faltar dinheiro para pagar a sua aposentadoria, e quem diz isso é o próprio Governo Federal. Nós poderíamos citar também a inflação descontrolada, os juros nas alturas... Mas, Presidente, um dos grandes motivos que levam Lula a perder no segundo turno, mesmo estando como Presidente, é que o Brasil virou definitivamente paraíso de bandido. O colega Deputado Delegado Paulo Bilynskyj, que me antecedeu, falava sobre o rolo da ex-Primeira-Dama do Peru, condenada pasmem, brasileiros a 15 anos de cana! Qual é o esquema? O da Odebrecht, o mesmo que financiou as campanhas petistas aqui no Brasil. Trago a manchete de um jornal peruano: Corruptos se protegem entre si. Isto é uma vergonha mundial! Também não é o Deputado Mauricio Marcon, é a imprensa peruana que está dizendo que Luiz Inácio Lula da Silva mandou ao Peru um avião, Presidente, pago com dinheiro público, avião da Força Aérea Brasileira, para trazer uma corrupta para habitar aqui no nosso País. Já não basta toda a bandidagem de corrupção que nós temos, agora nós vamos virar importadores de bandidos. Tenham certeza de que essa mulher, junto com o seu marido, ex-Presidente do Peru eleito com dinheiro roubado dos brasileiros, tem muito a acrescentar sobre os desvios feitos por Luiz Inácio Lula da Silva e sua quadrilha nos anos que antecederam o primeiro e o segundo mandato. Mas a coisa não para por aí, até porque no Brasil a monotonia não é uma normalidade. Nós tivemos agora, Presidente, um silêncio ensurdecedor da Esquerda, que por anos acusou o ex-Presidente Jair Bolsonaro de ter envolvimento com a morte de Marielle. O Ministro amado por eles, o Alexandre de Moraes, o "alecrim dourado" do Supremo, aquele que pode tudo, soltou o ainda Deputado que teria mandado matar Marielle. Não há um post, nem sequer da irmã de Marielle, que é Ministra no Governo Lula, reclamando da soltura de Chiquinho Brazão, acusado de ser o mandante da morte da Vereadora. Sabem por quê? Porque agora todo mundo sabe que Bolsonaro não tinha nada a ver com aquilo, então a Marielle não é mais necessária. A Marielle que descanse em paz! Ninguém mais fala da Marielle! Não há ninguém do PSOL com aqueles adesivos "Quem mandou matar Marielle?". Nada! Não há post, gritaria, nada! Marielle não importa mais. Quem mandou soltar foi o Ministro "alecrim dourado", amor da vida da Esquerda, e não se fala mais nada. Para fechar, Sr. Presidente, nós temos também o caso das drogas! O mesmo Ministro Alexandre de Moraes diz ao mundo que um blogueiro de direita refugiado na Espanha, país que disse que ele é um perseguido político, vale o mesmo que 52 quilos de cocaína, presos com um húngaro que deveria ser extraditado para a Espanha. O Brasil, Sr. Presidente, volto a dizer, virou paraíso de bandido! Nós já mandamos uma mensagem clara para o mundo: venham para o Brasil, refugiem-se nesta "república de bananas" onde, se você é corrupto, você ficará solto, mas, se você é como a D. Adalgiza, de 65 anos, que foi apanhada ali no 8 de janeiro sem nenhuma prova contra si, a D. Adalgiza que não tem passagem pela polícia, que trabalhava numa ONG para idosos em Brasília, você ficará preso como ela está e seus advogados já alertaram que ela irá se suicidar, pois está em depressão profunda. Para a D. Adalgiza, o "alecrim dourado" e a Esquerda querem cadeia eterna, mas para traficante, corrupto e assassino, como é o caso de Chiquinho Brazão, eles querem prisão domiciliar e todas as benesses que o "alecrim dourado" do Supremo pode oferecer. Isto é a Esquerda: a coisa mais nojenta do mundo. Jair Bolsonaro será eleito em 2026 e este País terá rumo novamente! Obrigado, Sr. Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.