
Nome civil: Dionilso Mateus Marcon · 62 anos
Bananômetro
82/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 67% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 93%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 87%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 95%das 770 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 97%das 771 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Telefone
- (61) 3215-5196
- Gabinete
- Gabinete 196, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
93%
Esteve em 365 de 391 sessões
Votou nas votações
87%
Registrou voto em 977 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 7 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
95%
Em 770 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
671 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 01/09/2026.
- 03/12/2025Breves Comunicações
O Deputado contestou as críticas dirigidas ao Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que alguns Parlamentares que atacam a Corte não têm legitimidade para fazê-lo. Ademais, sustentou que a democracia garante a existência dos Poderes e afirmou que, se o ex-Presidente Bolsonaro tivesse vencido as eleições, não haveria democracia devido ao golpe que estava sendo articulado em 2022. Além disso, recriminou os bolsonaristas presos e foragidos na Itália e nos Estados Unidos. Adicionalmente, tratou do preço do leite, relatando reuniões com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e o Vice-Presidente da República. Ao final, destacou medidas do Governo Federal para apoiar agricultores familiares, como compra de leite em pó, fiscalização e restrição de importações.
Palavras-chave oficiais: Crítica,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Discurso parlamentar,Democracia,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Eleições,Golpe de Estado (crime),Preso,Fuga (direito penal),Itália,Estados Unidos Preço,Leite,Deputado federal,Reunião,Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar,Ministro de Estado,Ministério da Agricultura e Pecuária,Vice-presidente da República,Governo federal,Compra,Leite em pó,Importação,fiscalização
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu estava ouvindo alguns Deputados atacarem o Supremo. Em primeiro lugar, alguns aqui não têm moral para nada, e falam do Supremo, caras que fazem de tudo contra a lei e contra as pessoas, e vêm aqui atacar o Supremo. O Supremo existe como a Câmara existe e como o Poder Executivo existe: porque existe democracia. Se Bolsonaro tivesse ganhado as eleições, não haveria democracia neste País, não haveria Supremo. Bolsonaristas estão presos por causa da organização de um golpe que quiseram dar em 2022. Agora, os bolsonaristas, os falsos patriotas, os que deveriam vir aqui prestar conta sobre os seus colegas a que está presa na Itália e os que fugiram para os Estados Unidos , eles não falam nada. Não falam nada, e querem que o Supremo diga "amém" para esses e tantos outros casos. Quero registrar a minha opinião política. Outra questão é o preço do leite. Nós temos uma audiência com o Ministro do Desenvolvimento Agrário e, ontem, falamos com o Ministro Carlos Fávaro. As organizações tiveram uma audiência com nosso Ministro da Indústria e Comércio, nosso companheiro Vice-Presidente da República. O Governo Federal, o Governo do Presidente Lula, está tratando com carinho nossos produtores de leite diante das dificuldades por que vêm passando, ao contrário do que fez o Governo anterior em relação aos pequenos agricultores: acabou com o MDA, com o Pronaf, enfim, não tinha nenhuma política para a agricultura familiar. O Governo Federal está se comprometendo a comprar leite em pó, aumentar a fiscalização e parar a importação. Esta é uma iniciativa em defesa dos nossos agricultores familiares, e nosso mandato está acompanhando de perto esta situação. Nós estamos discutindo e sabemos que não dá para deixar, por tanto tempo, o preço do leite como está. Do contrário, nossos agricultores familiares serão atingidos. O Governo Federal olhou e continua olhando para o agronegócio, trata com carinho a agricultura familiar, no que diz respeito ao preço do leite, do trigo, do pêssego, do arroz, porque nós sabemos que nossos agricultores merecem ganhar muito mais. Sr. Presidente, peço que meu discurso seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 26/11/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a pauta do dia na Câmara, afirmando que incluía projetos que, em sua avaliação, não respondiam às principais demandas da sociedade, o que classificou como de pouca relevância. Também se mostrou contrário à dispensa de presença no Plenário.
Palavras-chave oficiais: Pauta (processo legislativo),dispensa,Presença,Plenário da Câmara dos Deputados
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Icaro de Valmir. De antemão, vou fazer algo que nunca fiz aqui e pedir que o meu discurso seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Já que a nossa imprensa é tão canalha, talvez o programa A Voz do Brasil repercuta o que realmente acontece nesta Casa. Saiu a pauta do dia, Presidente, importantíssima para a Nação brasileira, colega Deputado Delegado Palumbo. Entre os projetos na pauta, nós temos o projeto de criação de cargos para o CNJ. É uma pauta fundamental! Como o Brasil pode andar, sem a criação de cargos para o CNJ? Outra matéria trata da doação de aeronaves para o Paraguai. Meu Deus do céu! Se nós não votarmos a doação de aeronaves para o Paraguai, como o nosso País vai poder andar? Nós temos também o projeto que trata da responsabilidade civil por danos causados por poluição com óleo. Há ainda outros projetos que são completamente inúteis. Aliás, inúteis não, porque a criação de cargos é muito importante para quem está esperando o seu espaço no CNJ, pago, obviamente, pelo cidadão brasileiro. Como se não fosse suficiente ter essa pauta, nós também tivemos a dispensa de presença hoje, no plenário, cidadão brasileiro. O Parlamentar não precisa mais estar aqui hoje e pode dar no pé de Brasília. Sabem para que tudo isso? Para que não haja pressão pela votação daquilo que o Brasil inteiro, que o cidadão de bem quer: a anistia. Fala-se tanto em democracia, colega Deputado Delegado Palumbo. Nesta Casa, mais de 300 Parlamentares votaram a favor do regime de urgência para o projeto de anistia, mas na democracia que os alecrins dourados do Supremo Tribunal Federal vivem, a representatividade do povo que aqui está não serve para nada. Nós estamos aqui para criar cargos, para votar projetos inúteis, enquanto inocentes perecem atrás das grades. Aliás, não só inocentes, mas também heróis nacionais, como o General Heleno, líder das forças no Haiti, homem que pacificou aquele país, também foram presos, enquanto canalhas do estilo do ex-Governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, que pegou pena de 400 anos por roubar do povo brasileiro, grava toda sexta-feira, em sua piscina aquecida, sabe-se lá em qual cobertura, um vídeo com dicas para o "sextou". Presidente, hoje o Brasil é um país triste. O Brasil em que nós vivemos é um país deprimido, no qual os representantes eleitos pelo sufrágio universal, por meio do voto, são feitos de palhaços por alguns que não querem colocar em pauta a votação da anistia, um clamor popular. Obrigado, Presidente. - 25/11/2025
O Deputado registrou a presença de Daiane Mello, Parlamentar do PL e mulher mais votada em Caxias do Sul (RS) na eleição recente. Destacou que ela já havia ficado de fora do pleito anterior por pequena diferença de votos e que seu desempenho atual refletiu trajetória de superação e ampla representatividade no Município. Afirmou que Daiane Mello simbolizava perseverança e servia como referência para quem buscava ingressar na vida pública. Expressou ainda a expectativa de que ela ocupasse futuramente uma cadeira na Câmara dos Deputados.
Palavras-chave oficiais: Militante político,Mulher,Caxias do Sul (RS),Saudação,Partido Liberal (PL)
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni. Agradeço ao colega Deputado Portugal por me permitir falar neste minuto. Estamos recebendo aqui a mulher mais votada em Caxias do Sul, na última eleição, Parlamentar do PL, a terceira mais votada da história da nossa cidade, com muita representatividade e uma história de superação. Ela ficou fora na eleição anterior por pouco mais de quarenta votos e, na última eleição, foi a mulher mais votada do Município, mostrando para todo mundo que é brasileira e não desiste nunca. Daiane Mello é um exemplo que devemos seguir para vencer na vida. Faço, então, o registro da presença aqui, Presidente, da Vereadora Daiane Mello. Tenho certeza de que um dia ela estará nesta Casa exercendo também o mandato de Deputada Federal. Obrigado. - 18/11/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Amigo e Presidente Igor Timo, às vezes é melhor ser surdo do que ouvir a Esquerda falar. Eu tive que ouvir que o nosso colega Deputado Derrite, um cara conhecido por combater o tráfico de drogas, por não ter medo de traficante, em seu relatório está defendendo os chefões do tráfico. Vejam vocês, brasileiros, que a bancada do tráfico, que vota sempre contra o endurecimento de penas para bandido, faz essa linha de raciocínio, em que, com todo o respeito, nem um jumento consegue acreditar. Basta pegarmos o histórico da bancada do tráfico aqui na Câmara: votaram contra a castração química para estuprador; votaram contra o Projeto de Lei nº 1.112, de 2023, que aumentava o tempo que bandido que cometia crime hediondo ia ficar na cadeia; votaram contra, na semana passada, permitir que o Luciano Hang mostrasse a cara de quem, em suas lojas, roubava. Agora, a bancada do tráfico, que teve os bandidos comemorando nas cadeias, quer fazer você, brasileiro, acreditar que um projeto que vai aumentar a pena de traficante é ruim. Sabem por quê? Eles contam com a Rede Globo, eles contam com a desinformação, para que esse tipo de narrativa fantasiosa engane algumas pessoas. Hoje, esta Câmara dos Deputados vota um projeto sério, que torna bandido bandido, que derruba a bandidolatria de anos da Esquerda, a defesa incansável do banditismo promovida pela Esquerda. Eles querem fazer que vocês, brasileiros, acreditem que quem é contra os bandidos são eles os bandidos que comemoram quando o líder deles, aquele que chamou o traficante de vítima da sociedade, ganhou a eleição. A gente até pode ouvir a Esquerda defender bandido, e é o que a gente sempre ouve aqui. Agora, querer fazer acreditar que o PSOL, que defende a liberdade da droga, ou seja, que defende que traficante possa ser o empresário do tráfico, está lutando neste plenário contra organizações criminosas, é duvidar demais da inteligência do brasileiro. Sejam honestos e defendam o que vocês sempre defenderam: os bandidos. Obrigado, Presidente. - 18/11/2025
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei de Combate ao Crime Organizado, o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei dos Crimes Hediondos, a Lei da Prisão Temporária, e a Lei de Execução Penal, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, somos contemporâneos. Sou um pouco mais velho do que V.Exa., apesar de não parecer. Estamos conservados. V.Exa. deve se lembrar de ter brincado de jogar bola na rua, quando tinha 8 anos, 10 anos, 12 anos, assim como eu e a maioria dos Parlamentares que aqui estão. Colega Deputado Guilherme Derrite, depois do advento do PT na Presidência da República e da tomada das ruas por drogados e traficantes, não mais se brinca nas ruas, não vemos nossos filhos brincar, assim como temos medo que brinquem e sejam assaltados, estuprados, roubados, porque a droga tomou conta do País, depois de 20 anos de PT no poder. Quem tem pelo menos 40 anos, como eu e o Presidente Hugo Motta, lembra-se da tranquilidade que era ir para a escola com 8 anos, 9 anos. O pai e a mãe não tinham medo, porque a segurança imperava no Brasil. Enquanto outros países, como El Salvador, evoluíram o seu sistema de segurança para que as pessoas de bem vivam em paz, aqui nós temos a bancada da "bandidolatria", a bancada do tráfico, da Esquerda, que gosta mesmo de bandido. Na semana passada, nós tivemos mais uma prova, nesta Casa, quando da apreciação do projeto da colega Deputada Bia Kicis, que propõe a divulgação de imagens daquele que for flagrado roubando. Como votou a Esquerda? Votou contra, defendendo o bandido. Mais uma vez, hoje, quanto ao projeto do colega Deputado Guilherme Derrite, que tem um histórico muito forte no combate a facções criminosas, quem está contra? Novamente, a "esquerdalha", os mesmos que destruíram a segurança do nosso País. Sr. Presidente, subo a esta tribuna para defender a apreciação do projeto e que esta Casa seja soberana. Quanto mais duras as penas e o combate ao tráfico, mais a bancada conservadora, das pessoas de bem, irá apoiá-lo, tenho certeza. Espero que o brasileiro não se esqueça de que, nesta Casa, existe um lado que quer que seus filhos não possam voltar a brincar de jogar bola na rua, que é o da bancada da Esquerda, que defende bandido, dia e noite, na Câmara dos Deputados. Obrigado, Presidente. - 18/11/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a reação de setores de Esquerda à declaração do Primeiro-Ministro da Alemanha, afirmando que ele apenas expressou satisfação em retornar ao seu país. Relacionou o episódio à realização da COP 30 em Belém (PA), que descreveu como teatro financiado com recursos públicos e marcado por infraestrutura precária. Também criticou a resposta do Presidente Lula e a fala do Prefeito Eduardo Paes, do Rio de Janeiro (RJ), que classificou como incidente internacional. Ao concluir, avaliou que as declarações ampliaram a repercussão negativa da COP 30 e reforçaram o comportamento inadequado de autoridades de Esquerda.
Palavras-chave oficiais: Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),Belém (AL),declaração,Primeiro-ministro,Alemanha,Presidente da República,Brasil,Prefeito,Rio de Janeiro (RJ),Infraestrutura,Esquerda política
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni! Subo a esta tribuna hoje para falar do ataque de pelanca que esquerdoides estão tendo por causa da fala do Primeiro-Ministro alemão sobre a alegria que ele teve em voltar para casa. Como tudo que fazem na vida, distorcem a realidade. O Primeiro-Ministro disse apenas que estava contente em voltar para seu país. Quando eu viajo, Presidente Otoni, uma das alegrias que tenho é a de voltar para o meu banheiro em casa. Essa alegria todo cidadão tem. Afinal, o nosso trono em casa é o nosso lugar sagrado. Ele simplesmente disse que estava feliz em voltar para a Alemanha, para Berlim. Mas o ataque de pelanca se espalhou. Ao brasileiro que não sabe digo que está acontecendo um teatro em Belém do Pará, onde cerca de 5 bilhões, dinheiro público, foram investidos para que Lula e Janja pudessem ficar lá num navio de altíssimo luxo, um iate de três andares, que queima tudo que pode em diesel, e eles foram falar sobre meio ambiente. O nobre Primeiro-Ministro alemão foi até esse evento. Aliás, foi um dos pouquíssimos líderes que se prestou a ir para Belém do Pará fazer esse teatro sobre a questão do clima. Ficou lá durante poucas horas. Não ficou muito contente com o que estava acontecendo lá em Belém. Viu a situação da cidade, que não tem saneamento básico, não tem água tratada. Basicamente, isto é o que o Brasil é de fato: um país atrasado quando comparado com o Primeiro Mundo. Isso é um fato, isso são números, isso é IDH, isso é comprovação, não é opinião. E vemos o ataque de pelanca dos esquerdoides. O Presidente Lula disse que o Primeiro-Ministro alemão teria gostado mais se tivesse ido a um bar no Pará. Vejam o nível do nosso Presidente, que se dirige a outro líder e diz que tudo se resolve com cachaça. Esse é o nível do Presidente que a gente tem. E alguém querendo aparecer, pois está meio apagado, o Prefeito do Rio de Janeiro, o Prefeito Eduardo Paes, vai lá e provoca um incidente internacional. Chamou o Primeiro-Ministro alemão, que simplesmente disse que estava feliz em voltar para casa, de, abrem-se aspas, "filhote de Hitler, vagabundo, nazista", fecham-se aspas. São palavras do Prefeito do Rio de Janeiro. Imaginem a repercussão, que já é horrível, da tal da COP, que não vai servir para nada, além de desviar recursos. Agora o Prefeito da cidade mais famosa do País chama o Primeiro-Ministro alemão, que apenas disse que estava feliz em voltar para casa, de filhote de Hitler e vagabundo. Este é o nível dos políticos de esquerda do País: quando não estão roubando, estão falando bobagem. Obrigado, Presidente. - 11/11/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a participação de Deputados da Esquerda na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) e os gastos do Presidente Lula com o navio alugado para o evento. Ademais, condenou o Governo Lula e sua base parlamentar por atuarem para impedir a votação de projeto de lei, que equipara facções criminosas a organizações terroristas. Além disso, apontou a incoerência de setores governistas que classificaram os vândalos do 8 de Janeiro de 2023 como terroristas, mas rejeitam aplicar essa definição às facções, apesar de seus métodos violentos, como ataques com drones e execuções brutais. Ao final, afirmou que essa resistência demonstra alinhamento do Governo Federal com os interesses das organizações criminosas.
Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Deputado federal,Presidente da República,Despesa pública,Embarcação,Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança de Clima (COP) (30:2025, Belém (PA)). Presidente da República,Bancada parlamentar,Base de apoio político,Projeto de lei ordinária,Organização criminosa,Terrorismo,equiparação,Votação,Ato antidemocrático,Governo federal,Política de segurança pública
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, é uma alegria falar, sob a sua presidência. Presidente, a maioria da Deputaiada, principalmente da Esquerda, está na "Flop 30", que pelo que parece foi criada para a turma passear e sabe-se lá mais o quê. A gente não vai entrar no mérito do navio que o Lula alugou para a sua amada Janja ir desfilar, pago com milhares e milhares de reais do dinheiro do povo brasileiro. Mesmo longe de Brasília, Lula e a bancada do tráfico conseguem prejudicar o País. Hoje, deveria ser votado o projeto que equipara as organizações criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho, a organizações terroristas, mas adivinhe, povo brasileiro, qual é a postura de Lula e de sua bancada do tráfico? Obviamente, contra o projeto. A gente precisa relembrar como o nível desse pessoal é baixo quando a gente fala em coerência. A gente tem aqui a reportagem da Globo, obviamente veículo oficial patrocinado com recurso público, que chamou os vândalos do 8 de janeiro de terroristas bolsonaristas. Para a Globo, aquela turma que estava lá com a Bíblia na mão ou vendendo algodão-doce é terrorista. A Contag, que é uma das maiores aliás, a maior organização criminosa que roubou o dinheiro do aposentado , também chamou os vândalos do 8 de Janeiro de terroristas. Eles, sim, são terroristas. A Deputada Gleisi Hoffmann, Presidente ad aeternum do PT, que agora está lá no Ministério, também chamou os integrantes que participaram do quebra-quebra de terroristas. Para eles, quebra-quebra é terrorismo. Mas a mesma Deputada Gleisi, Presidente, disse que o Governo é contra equiparar facção a terrorismo. O Governo Lula é contra equiparar facção a terrorismo. A mesma facção, caros brasileiros, que, através de drones, jogou bomba em policiais e moradores. E, vejam vocês, as mesmas facções que colocam pessoas vivas em tanques com jacarés para serem comidas. Para o PT e para a bancada do tráfico, isso não é terrorismo. Se alguém ainda tem dúvida, se não foi suficiente ver os presos comemorando a vitória de Lula, ver Lula usando o boné do CPX, se você ainda tem dúvida, depois que Lula disse que esses caras são vítimas, que a bancada do tráfico defende terrorista, marginal, pense um pouco, veja o que está acontecendo aqui hoje. Eles não querem tornar o PCC e o Comando Vermelho... (Desligamento do microfone.) - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Decreto Legislativo nº 3 de 2025, que susta os efeitos da Resolução nº 258, de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Na oportunidade, criticou a política de segurança pública do Governo Federal.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de decreto legislativo,Podemos (PODE) (2016),Voto contrário Política de segurança pública,Governo federal
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Podemos orienta, obviamente, "não". Vejam como que são as coisas. A bancada do tráfico, que gosta muito de defender traficante, votou contra o PL 1.112, nesta Casa, para que estupradores de crianças saiam antes da cadeia. Basta o povo brasileiro consultar isso que vai ver. Defendem estupradores, defendem traficantes, mas querem que bebês sejam assassinados. Este é o Governo Lula. Pessoas de bem, que têm valores, que têm princípios, não querem que o aborto seja legalizado. Presidente, minha mãe tinha um laudo para me abortar porque ela teve toxoplasmose. Se ela tivesse seguido o que eles defendem, eu não estaria aqui hoje, defendendo a vida com muito orgulho. "Não" ao adiamento, "sim" para suspender esse crime contra os bebês que essa gente quer cometer. - 04/11/2025Breves Comunicações
O Deputado lamentou as mortes de quatro agentes de segurança durante a operação policial no Rio de Janeiro e afirmou que o episódio demonstrava falhas graves na condução da ação. Destacou que tanto policiais quanto civis mortos eram vítimas de uma operação mal planejada e criticou o Governo do Estado por não ter solicitado apoio do Governo Federal. Ademais, comparou a situação com uma operação da Polícia Federal em São Paulo, na qual traficantes foram presos sem mortes. Mencionou também os preparativos para a COP 30 no Pará e elogiou o diálogo do Presidente Lula com outros países. Ao final, abordou a política de valorização do leite, destacando o compromisso do Governo Federal com agricultores e produtores rurais.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Rio de Janeiro (Estado),Falecimento,Polietileno tereftalato (PET),Falta,planejamento,Apoio logístico,Governo federal,comparação,operação,Polícia Federal (PF),ausência,Mortalidade Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),Presidente da República,Relações diplomáticas,Elogio Governo federal,atuação,valorização,Leite,Agricultor,Produtor rural
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente e Srs. Deputados, eu lamento a morte dos quatro membros da segurança no Rio de Janeiro. Só por isso já se percebe que a operação foi mal feita. Quatro cidadãos estavam lá a mando do Estado, e foi o Estado que assassinou eles. Disse uma mãe: "Meu filho morreu. Eu sou a mãe de um daqueles que foram encontrados mortos no mato, lá na favela do Alemão". Aqui não é esquerda, não é direita. Eu fico triste quando vejo um cidadão ser morto pode ser bandido, pode ser pessoa de bem. Isso mostra que alguma coisa de mal aconteceu. Outra questão: quando a Polícia Federal atacou os traficantes em São Paulo, nenhum deles foi morto, mas muitos foram presos. O Governo do Estado do Rio de Janeiro deveria ter pedido reforço ao Governo Federal, e ele não fez isso. Depois, na imprensa, quis dizer que o Governo Federal não tinha ajudado. Agora mais de cem comitivas oficiais do mundo inteiro vão estar no Estado do Pará, para participar da COP 30. Eu não vi, mas tenho quase certeza de que quem pediu reforço de segurança foi o Governador do Estado do Pará, Helder Barbalho, porque ele sabe que precisa de segurança, ele sabe que vão estar lá muitas autoridades nestes dias, para discutir a problemática do clima no Estado do Pará. Isso só veio para cá porque o Presidente da República faz a relação política com outros países, participa, respeita os outros países. É por isso que estão fazendo a COP 30 aqui no Brasil. Outra questão, para finalizar: eu já falei com o Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, com o Ministro da Agricultura e pecuária e com o Presidente da CONAB sobre a situação do preço do leite. O nosso Governo, do Presidente Lula, tem compromisso, sim, com quem produz alimento, tem compromisso, sim, com os nossos agricultores. O Presidente da CONAB, o companheiro Edegar Pretto, tem dito o seguinte: "Nós vamos comprar leite, para retirar do mercado, para aumentar o preço do leite para os nossos agricultores". Eu gostaria que as minhas duas falas, Presidente, fossem divulgadas no programa A Voz do Brasil. - 04/11/2025
O Deputado anunciou a presença de uma comitiva do norte do Rio Grande do Sul no plenário, composta por representantes de Erechim (RS) e Aratiba (RS), que defendem o asfaltamento de um trecho de 68 quilômetros da Rodovia Transbrasiliana (BR-153), entre Erechim e Passo Fundo (RS). Afirmou que a obra é aguardada há 50 anos e é essencial para a promoção do desenvolvimento regional. Ademais, ressaltou a necessidade de aprovação de uma emenda de bancada para viabilizar a pavimentação e parabenizou os Vereadores Clairton Balen e Marcia Balen pela mobilização em defesa da demanda. Por fim, declarou apoio à emenda que permita o início da obra.
Palavras-chave oficiais: Presença,Câmara dos Deputados,Comitiva,Vereador,Vereadora,Erechim (RS),Aratiba (RS),Emenda,Recursos orçamentários,Obra pública,Asfalto,Rodovia,Passo Fundo (RS),Infraestrutura,Desenvolvimento regional
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Gilson Daniel, eu quero anunciar que há aqui uma comitiva muito grande do norte do Rio Grande do Sul, centralizada pela cidade de Erechim. Encontram-se presentes o Vereador Clairton Balen, da cidade de Erechim, e a Vereadora Marcia Balen, Presidente da Câmara de Vereadores do Município de Aratiba, ambos participando dessa campanha. A Rodovia Transbrasiliana liga o extremo sul do Rio Grande do Sul, em Aceguá, até Marabá, lá no Pará. E, há 50 anos, estamos esperando que seja asfaltado um trecho pequeno, de 68 quilômetros, mas de uma importância muito grande. Eles estão aqui para mostrar aos Deputados Federais a necessidade, Presidente Charles, de uma emenda de bancada. Tenho certeza de que todos os Deputados, Deputadas e Senadores, uma boa parte deles vai aprovar o asfaltamento entre Erechim e Passo Fundo, necessário para interligar duas regiões, interligar o sul do Brasil com o norte do Brasil e também para trazer desenvolvimento. Então, meus parabéns ao Vereador Clairton Balen, que é conhecido na região como Balen da Feira, e à nossa Presidente da Câmara de Aratiba, Marcia Balen, que trabalha no hospital de Erechim e sabe muito bem a importância dessa BR. O nosso voto, claro, é pela emenda de bancada para iniciar essa obra, porque só falta esse pedaço pequeno. Muito obrigado. E gostaria que fosse divulgado o meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Deputado Marcon, obrigado pelo pronunciamento de V.Exa. Será atendido prontamente o pedido de divulgação no programa A Voz do Brasil. Quero agradecer ao Vereador e à Vereadora, que estão aqui na Capital Federal discutindo e trazendo demandas tão importantes ao nobre Deputado Marcon, que certamente, junto com a sua bancada de Deputados e Senadores, as levará para o seu Estado, para os seus Municípios. Parabéns, Vereadora, Vereador, por estarem aqui acompanhando esse nobre colega, o Deputado Marcon! O SR. MARCON (Bloco/PT - RS) - Obrigado, Presidente. Tenho certeza de que todos os Deputados têm o seu voto, e cada um é dono do seu voto, mas espero pela consideração e aprovação dessa emenda. - 28/10/2025
O Deputado criticou o Governo Lula, acusando-o de proteger traficantes e negar o enquadramento do Comando Vermelho e do PCC como organizações terroristas, apesar de ataques com drones a policiais e civis no Rio de Janeiro. Questionou a postura de Parlamentares da esquerda, alegando que votam contra projetos de endurecimento penal, e afirmou que o Governo teria priorizado criminosos em vez de cidadãos de bem, vinculando a comemoração da vitória eleitoral de Lula em 2022 por presos como exemplo do alinhamento do Governo com bandidos.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,proteção,Traficante,ausência,Enquadramento jurídico,Organização criminosa,Organização terrorista,utilização,Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT),Ataque violento,Policial,Rio de Janeiro (Estado),Parlamentar,Esquerda política,Votação,contra,Agravação penal,Proposição legislativa,Preso,Comemoração,Eleição,Presidente da República
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. O questionamento que todo brasileiro faz hoje em relação ao que está havendo no Rio de Janeiro é o seguinte: são atos de terroristas ou são atos de anjinhos? O Presidente Lula, tempos atrás, negou um pedido do Governo americano para que o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital fossem enquadrados como organizações terroristas. Hoje, esses anjinhos usaram drones para matar policiais, pessoas inocentes. Pergunto à bancada dos defensores de bandidos da Esquerda: vão continuar com a mesma postura ou vão mudar de ideia? Presidente, todos os projetos contra marginais que são votados nesta Casa têm o voto contrário da bancada do tráfico, da bancada do terror. Trago exemplos aqui. Um deles é o projeto a respeito das saidinhas, que o Lula vetou. Presidente Hugo Motta, V.Exa. colocou em pauta o Projeto de Lei nº 1.112, de 2023, que aumenta o tempo de cadeia para quem comete crime hediondo. Como eles votaram? Votaram contra! O que a gente viu hoje no Rio de Janeiro nada mais é do que o resultado do que o Lula falou na semana passada. Ele disse que traficante é vítima do usuário! Meu Deus do céu! Traficante é vítima do usuário?! Talvez seja por achar isso que ele negou ao Rio de Janeiro, um Estado comandado por organizações terroristas, o uso e o emprego de forças militares federais. Presidente, quando um dos maiores narcotraficantes do planeta Terra, o Nicolás Maduro, veio ao Brasil, o que o Lula fez? Estendeu um tapete vermelho ao seu aliado. Pergunto às famílias dos policiais que morreram hoje: vocês acham que Lula vai estender um tapete vermelho para recebê-los em Brasília? Ele não fará sequer uma nota para condenar o ato do Comando Vermelho. Ele não fará sequer uma nota, brasileiros. Sabem por quê? Quando Lula venceu a eleição, onde a vitória de Lula foi mais comemorada? Nas cadeias! Os bandidos comemoraram efusivamente a vitória do ex-presidiário. Hoje, Presidente, o Brasil está dividido entre a bancada que defende o cidadão de bem e a bancada que defende bandido. Eu tenho muito orgulho de estar do lado certo. Obrigado, Presidente. - 22/10/2025
O Deputado criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Ministro Alexandre de Moraes, afirmando que questionar as urnas eletrônicas se tornou “um crime” no Brasil, e que o debate sobre o voto impresso foi censurado. Citou as recentes condenações de pessoas por ataques ao sistema eleitoral, comparando as penas aplicadas — de até 17 anos de prisão — a crimes como o estupro, cuja pena, é menor. Argumentou que não há lei que tipifique como crime duvidar das urnas, o que configuraria um abuso do STF e um ataque à liberdade de expressão. Também criticou o Ministro Flávio Dino, lembrando que, antes de integrar o Supremo, o próprio Dino havia questionado a segurança das urnas e defendido o voto impresso quando era Deputado. Por fim, afirmou que o Brasil não vive mais sob uma democracia plena, mas sim sob uma “cleptocracia no STF”, acusando a Corte de agir politicamente e de aplicar “dois pesos e duas medidas” conforme a conveniência.
Palavras-chave oficiais: Liberdade de expressão,Democracia,Voto impresso,Sistema eleitoral,Processo eleitoral,Eleições,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Supremo Tribunal Federal (STF),Reforma eleitoral,Imunidade parlamentar,Censura
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Paulo. Presidente, subo a esta tribuna para falar de um assunto sobre o qual hoje no Brasil só é possível, talvez, falar desta tribuna. Afinal, pela Constituição, todos os Parlamentares são protegidos pelo art. 53, que permite a nós falarmos sobre qualquer assunto. Então, o assunto voto impresso, Presidente, hoje, segundo o Tribunal Superior ali, o STF, virou assunto proibido na democracia brasileira. Vejam bem, Presidente, que ontem pessoas foram condenadas a até 17 anos de cadeia por terem, em algum momento, duvidado das maquininhas aqui que contam os votos do Brasil. Para vocês terem uma ideia, é menos grave para o STF estuprar alguém do que duvidar das maquininhas. Segundo o art. 213, a pena para estupro é menor do que o STF definiu ontem como pena para quem ainda falar de voto impresso. Segundo o Ministro Alexandre de Moraes, o suprassumo, o rei, o alecrim dourado do Brasil, abrem-se aspas: "É mentira que ataque às urnas é liberdade de expressão". Segundo ele, é crime diz Moraes no STF. Só que, Presidente, não há lei no Brasil que diga que é crime duvidar das urnas eletrônicas. Inclusive, nós temos aqui o Sr. Flávio Dino, que agora é Ministro do Supremo Tribunal Federal Presidente, V.Exa. me deu 3 minutos, são 4. Peço mais um pouquinho. O SR. PRESIDENTE (Paulo Folletto. PSB - ES) - Fique tranquilo. O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS) - Dino disse ter sido vítima das urnas eletrônicas na eleição de 2010, ao citar fraude. Flávio Dino disse isso. Mas ele não para por aí, Presidente. Em 2009, ele foi Relator da reforma eleitoral e falou em diversos tuítes que a questão do voto impresso era algo fundamental para se ter credibilidade no processo eleitoral. E aí, eu pergunto ao cidadão brasileiro, que há pouco tempo viu Daniel Silveira ser condenado por algo que não existe também na Constituição, que é o flagrante perpétuo de delito, ou seja, Flávio Dino, agora Ministro da Suprema Corte, ainda tem em seu Twitter diversos tuítes atacando o sistema eleitoral brasileiro. Eu pergunto: ele será condenado a 17 anos de cadeia, como outros foram, por duvidar das maquininhas? Ele será preso? Ele ficará atrás das grades? Ou, por ser Ministro da Suprema Corte, ele será absolvido? O flagrante perpétuo colocou Daniel Silveira na cadeia porque, segundo o Ministro Alexandre de Moraes, um vídeo ou uma incitação que permanece na rede social é algo criminoso perpetuamente. Eu pergunto: Flávio Dino vai preso, Alexandre? Provavelmente, não. Porque nós não temos mais justiça no Brasil. Nós temos uma cleptocracia no STF. Obrigado, Presidente. - 15/10/2025
O Deputado contestou as críticas ao Governo Lula feitas por um Parlamentar que integrou o Governo Bolsonaro. Ademais, destacou que o Brasil foi recolocado no mapa da fome e no isolamento internacional durante o Governo anterior. Além disso, enalteceu o Governo Federal pela geração de empregos, pela política externa e econômica bem como pelos investimentos em saúde e educação. Ao final, criticou a Presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre (RS) por acionar a segurança pública contra manifestantes.
Palavras-chave oficiais: Discurso parlamentar,Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Mapa da Fome,Política externa,Governo federal,Geração de emprego,Política econômica,Investimento,Saúde,Educação Presidente,Câmara Municipal,Porto Alegre (RS),Violência policial,Manifestação pública
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Eu estava ouvindo aqui o ex-Ministro do Bolsonaro, que esteve no Governo que voltou o Brasil ao Mapa da Fome. O Presidente Lula tirou o Brasil do Mapa da Fome, tirou o Brasil do desemprego, tirou o Brasil do isolamento, porque estava isolado no mundo inteiro. O ex-Ministro do Bolsonaro deve ter chegado de paraquedas, de viagem de outras nações ele devia estar junto ao filho do Bolsonaro lá nos Estados Unidos , porque o Brasil do Lula é o Brasil da geração de emprego. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Fake news! O SR. MARCON (Bloco/PT - RS) - É o Brasil que tem relação com outros países. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Qual o número de moradores de rua no Brasil? O SR. MARCON (Bloco/PT - RS) - É o Brasil que vende aquilo que nós podemos vender para outros países. Então, alguém está fora da realidade, alguém não consegue entender que o Brasil está aumentando a economia, está aumentando a geração de emprego, está investindo na saúde, está investindo na educação. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Fake news! O SR. MARCON (Bloco/PT - RS) - Eu achei que ele ia repudiar a atitude da Presidente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, que hoje chamou a segurança pública para bater nos manifestantes lá no Rio Grande do Sul. O Governo Lula é o governo que está... (Desligamento do microfone.) - 14/10/2025Breves Comunicações
O Deputado apresentou o Projeto de Lei nº 4.386, de 2025, que institui o Dia Nacional do Amor-Próprio, a ser celebrado, anualmente, em 28 de fevereiro, proposto por um grupo de mulheres do Rio Grande do Sul, com o objetivo de promover a autoestima e o respeito entre as pessoas. Ademais, criticou a Direita, a extrema Direita e o Centrão por se aliarem aos bilionários, banqueiros e bets e rejeitarem na Câmara dos Deputados a Medida Provisória nº 1.303, de 2025, que tratava da tributação de aplicações financeiras e ativos virtuais no País, alcançando os super-ricos. Ao final, defendeu maior tributação sobre os mais ricos para financiar políticas públicas em benefício da população.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Dia Nacional do Amor-Próprio,Mulher,Rio Grande do Sul,Autor (proposição legislativa),Autoestima Direita política,Centrão,Extrema direita,Aposta esportiva,População rica,Banco,Tributação,Política fiscal,Política pública,População,Atuação parlamentar,Câmara dos Deputados,Medida provisória,Aplicação financeira,Criptoativos
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente Charles Fernandes. Eu apresentei, na Câmara, o Projeto de Lei nº 4.386, de 2025, a pedido de um grupo de mulheres do Rio Grande do Sul. Esse projeto estabelece o dia 28 de fevereiro como Dia Nacional do Amor-Próprio. Essa proposta visa estimular a autoestima das pessoas, o que é fundamental na área da saúde. Também é essencial para resgatar o valor das pessoas e, além disso, o amor entre as pessoas. Hoje, o ódio, a ganância, a violência, em especial o feminicídio, estão agredindo as pessoas em todo o País, e no Rio Grande do Sul não é diferente. Por isso eu apresento a proposta de criação do Dia Nacional do Amor-Próprio, que, no Rio Grande do Sul, já se transformou em lei. O outro tema do meu discurso é, de novo, a Câmara Federal, que, na semana passada, antes de aprovar o projeto da taxação dos super-ricos, dos bancos, das bets, preferiu ficar ao lado da minoria do povo. Existem algumas dúzias, algumas centenas de super-ricos, mas existe muita gente que precisa de investimento na área da saúde, na área da educação, nas áreas de assistência social, segurança, infraestrutura. Na Câmara Federal, a Direita, a extrema direita e o Centrão preferiram ficar ao lado dos BBBs, bilionários, banqueiros e bets, responsáveis pelo jogo com o qual pessoas gastam dinheiro que não deveriam gastar. Está na hora de, aqui na Câmara Federal, esses Deputados e Deputadas olharem para os seus eleitores. Eu tenho certeza de que, mesmo que os Deputados votem contra a população, quem vota neles é o povo trabalhador, é a classe média, é o peão, é o funcionário público, é o micro ou pequeno empresário, e, na hora em que os Deputados precisam votar para que seus eleitores tenham recursos, eles abandonam essas pessoas. Meu voto é favorável à cobrança de mais imposto do rico, para que haja dinheiro para a população brasileira. Sr. Presidente, eu queria que fosse divulgado no programa A Voz do Brasil o meu discurso, que trata dos dois temas. - 14/10/2025
O Deputado contestou as críticas ao Diretor-Geral da Polícia Federal (PF), Delegado Andrei Rodrigues. Além disso, declarou ter sido perseguido pelo Governo Bolsonaro e investigado por um ano e meio em razão de integrar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Partido dos Trabalhadores (PT). Ademais, defendeu o caráter técnico e isento da atual gestão da Polícia Federal e recordou que, no passado, a Polícia Rodoviária Federal precisou prestar esclarecimentos sobre sua atuação nas eleições de 2022.
Palavras-chave oficiais: Diretor-Geral,Polícia Federal (PF),Polícia Rodoviária Federal (PRF),Eleições,atuação Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Perseguição política,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Investigação criminal,Polícia Federal (PF)
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu ouvi aqui meu colega dizer que, no tempo do desgoverno Bolsonaro, nenhum Deputado foi perseguido pela Polícia Federal. Eu fui perseguido. Passei 1 ano e 6 meses sendo investigado, e só descobri isso depois que houve uma divergência entre os investigadores, que queriam ir à minha casa porque eu era e sou do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem terra e do PT. O nosso Diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, tem feito um trabalho técnico e não político e tem respeitado a Polícia Federal e todos os seus trabalhadores. O que eu sei é que a Polícia Federal e, principalmente, a Polícia Rodoviária Federal, tiveram que dar esclarecimento acerca das eleições de 2022. O Andrei é um cidadão cujo trabalho nós respeitamos muito. Eu gostaria, Sr. Presidente, que meu pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. - 01/10/2025
O Deputado comentou sobre a votação do Projeto de lei nº 1.087, de 2025, da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais e para a faixa de até 7.300 reais. Criticou a atuação da Direita e da extrema-direita, que propuseram uma emenda elevando a isenção para 10 mil reais, e afirmou que esses grupos não querem tributar os milionários, estimados em 140 mil pessoas, e pretendem cortar recursos de programas sociais, saúde e educação.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),redução,Contribuinte de alta renda,Tributação,Defesa,Extrema direita,Emenda,Crítica
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Paulo Folletto. Quero aqui dizer que hoje o Brasil está olhando novamente para este Plenário, que fará a votação de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais e também para quem ganha até 7.300 reais. O que mais me preocupa é que a Direita e a extrema direita, que são contra isso, estão vindo com uma emenda que trata de 10 mil reais em isenção. Isso mostra que eles querem bagunçar com tudo. Além disso, não querem votar o imposto para os milionários, que são 140 mil pessoas no Brasil inteiro, e querem tirar dinheiro dos programas sociais, da saúde e da educação. A Direita e a extrema direita não têm compromisso com a classe média, com os pequenos e com os pobres. Meu voto é "sim". Gostaria que minha fala fosse registrada no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 30/09/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o Presidente Lula e o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, afirmando que o Governo estaria disposto a negociar com os Estados Unidos para retirar as sanções da Lei Magnitsky contra Moraes e sua esposa, em troca da exploração de terras raras no Piauí. Disse que isso compromete a soberania nacional e acusou Lula de contradição, ao agir de forma oposta ao discurso que faz em defesa do país.
Palavras-chave oficiais: Soberania nacional,Terras raras,Piauí,Relações internacionais,Diplomacia,Estados Unidos,Lei Magnitsky (2012),Governo federal,negociação
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O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Icaro. Volto à tribuna depois do momento mais importante da minha vida: o nascimento da minha filha, que hoje completou 16 dias. Hoje, a gente vem um pouco mais pacífico à tribuna, mas a gente sabe que, no meio do discurso, vai se emocionar e vai acabar se perdendo mais uma vez. Presidente, a pergunta que não quer calar é: qual é o tamanho da dívida que o Lula tem com o Alexandre de Moraes? Ao que me parece, ao que se escuta aqui hoje, a soberania é menos importante do que a dívida que aquele cidadão tem com o alecrim dourado do Supremo Tribunal Federal. Eu explico para vocês. Hoje os noticiosos dão conta de que o covarde Lula... Aliás, o único Presidente do mundo que tem medo de se encontrar com o Presidente Trump se chama Luiz Inácio Lula da Silva. Imaginem o Brasil numa suposta guerra. Onde estaria Lula? Escondido, em posição fetal, no banheiro, porque, se em tempos de paz ele não consegue negociar com o Presidente americano, imaginem em tempos de guerra. Presidente, os noticiosos... E é por telefone, é bom que se diga. O Lula só aceita negociar por telefone, se possível, num volume baixo e sem ninguém gravando, para não repercutir no mundo as mentiras que ele conta aqui e que todo mundo sabe que são mentiras. Vocês pensam aí em casa: "Não, agora o Lula vai negociar a taxação, porque isso está, obviamente, impactando o Brasil, com desemprego, perda de investimentos". Não, não! Está aqui: Por telefone, Lula vai pedir a Trump que retire Magnitsky contra Moraes e esposa. Ai, pobrezinho do Xandeco! Manchete de agosto disse: Moraes diz que vai ignorar sanções de Trump e que STF não se dobra a ameaças. Ele mudou de ideia. Parece que perdeu o "Iphonezinho", parece que não pode mais viajar de avião, parece que não pode mais ter um site, parece que a esposa não pode mais ter o escritório de advocacia, que tinha grandes clientes que representavam muita grana para aquela empresa holding que eles tinham. Vocês sabem, brasileiros, em troca de que Lula quer salvar a cabeça do Alexandre de Moraes? Eu digo para vocês, está aqui: Em troca, brasileiro quer abrir para os EUA exploração de terras raras no Piauí. Vejam vocês que, há pouco tempo, o jornal O Tempo, de Minas Gerais, parece-me, noticiava: Lula faz discurso focado nos EUA e diz que não negocia terras raras. Mudou de ideia, porque o Xandeco disse: "Olhe, eu preciso do meu cartãozinho de crédito, os meus milhões têm que ser movimentados, mas para isso a gente vai ter que colocar a soberania no lixo". "Não, mas não há problema. Agora, esse discurso já terminou." Estou aqui há um bom tempo, e nenhum Parlamentar do PT falou em soberania nacional, até porque, para quem quer trocar terras raras para alguém ter uma continha no banco, não pode falar em soberania. Obrigado, Presidente. - 24/09/2025
O Deputado registrou seu reconhecimento à Comissão de Constituição e Justiça do Senado pela rejeição da Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, que altera os arts. 14, 27, 53, 102e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares e dá outras providências. Destacou que a medida, aprovada anteriormente pela Câmara, trataria de forma diferenciada os 513 Deputados e presidentes de partidos, incluindo casos que já estavam em investigação, como a operação envolvendo o PCC em São Paulo. Afirmou que o Senado, ao enterrar a PEC, preservou a política brasileira e a igualdade de tratamento entre os representantes eleitos. Também parabenizou o povo brasileiro, que se mobilizou nas ruas em protestos pelo País, ressaltando a importância da participação social na defesa da democracia e no controle das prerrogativas parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,alteração,prerrogativa,Parlamentar,Rejeição,Senado Federal
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero aqui parabenizar a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. Meus parabéns a todos os Senadores que enterraram a PEC da blindagem! O Senado salvou a Câmara Federal. Esta PEC da blindagem era uma vergonha para a política brasileira, uma vez que trataria de forma diferente os 513 Deputados, os presidentes de partido, inclusive os presidentes de partido que já tinham saído na imprensa, que tinham que dar esclarecimento sobre a operação do PCC em São Paulo. Portanto, registro a minha felicidade com a Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que enterrou a PEC da blindagem. Viva o povo brasileiro! Viva o povo que foi às ruas no sábado no Brasil inteiro! Presidente, peço a divulgação do meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. - 23/09/2025
O Deputado elogiou o Presidente Lula por sua participação na Organização das Nações Unidas (ONU), onde defendeu o povo palestino e se apresentou como líder que se preocupa com o Brasil e com o mundo. Ademais, ressaltou que, no último domingo, a população foi às ruas espontaneamente, sem articulação de igrejas ou organizações, para exigir que a Câmara dos Deputados respeite a vontade do povo brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Discurso político,Presidente da República,Organização das Nações Unidas (ONU),Povo,Palestina,Política externa Manifestação pública,Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar,Povo
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero registrar também o nosso reconhecimento ao Presidente da Nação, que esteve no encontro da ONU. O Presidente Lula defendeu ali o povo palestino, para que o mundo o enxergue com carinho. Os Estados Unidos são um dos que massacram o povo palestino e o mundo. Lula esteva de cabeça erguida, e fez o mundo olhar para o Brasil. É um Presidente que olha para o próprio povo e para o povo do mundo inteiro. Eu me sinto representado. Meus parabéns ao nosso Presidente da República! No domingo o povo foi às ruas espontaneamente, sem articulação das Igrejas, sem articulação de ninguém. Ele foi porque deseja que o Brasil seja respeitado, e esta Câmara tem que respeitar o povo brasileiro. Presidente, gostaria que o meu discurso fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. - 18/09/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a aprovação da chamada “PEC da blindagem” e a proposta de anistia, afirmando que elas transformam os 513 Deputados em juízes para liberar investigados por crimes como violência contra a mulher, tráfico ou corrupção. Classificou as medidas como uma “vergonha” e disse esperar que os eleitores dessem resposta nas próximas eleições. Atacou também a escolha de Eduardo Bolsonaro para Líder da Minoria, acusando-o de atuar contra o Brasil no exterior e de receber salário público para isso, e declarou seu voto contrário à anistia.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,blindagem,Parlamentar,Prerrogativa de foro,Aprovação,Câmara dos Deputados,Deputado federal,investigação,Crime,Violência doméstica,Violência contra a mulher,Tráfico,Corrupção,Eleitor,Resposta,Eleições,Projeto de lei ordinária,anistia,Preso,Ato antidemocrático,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Voto contrário Liderança da minoria,indicação,Deputado federal,Estados Unidos,articulação,Prejuízo,Brasil,Salário,Recursos públicos
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O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Hildo Rocha, Srs. Deputados, quem acompanhou as redes sociais, a TV Câmara, as redes sociais dos Deputados, a imprensa, que fez um trabalho excelente, viu que é uma vergonha para esta Casa a PEC da blindagem e agora a anistia. A PEC da blindagem foi votada. No caso de qualquer cidadão brasileiro que venha a ser acusado de ter cometido crime, quem faz a investigação é a polícia e quem realiza o julgamento é a Justiça. Agora, se algum dos 513 Deputados Federais for acusado de crime, são eles próprios que vão liberar o cara, que, por exemplo, bateu na mulher, ou realizou tráfico, ou praticou corrupção, com emendas secretas, e assim por diante. Isso é uma vergonha! É uma vergonha! Nós somos cidadãos brasileiros iguais aos 220 milhões de brasileiros. Pelo que foi feito aqui pela Direita, pela extrema direita, eu espero que a população brasileira, especialmente a gaúcha, dê o troco nas eleições do ano que vem. É uma vergonha! É uma vergonha! Meu povo brasileiro, quem falta ao seu posto de trabalho, quem não vai trabalhar, seja trabalhador da rede pública ou da rede privada, seja autônomo, não recebe salário, não tem renda. Mas o coordenador da anistia, o coordenador da campanha contra o Brasil nos Estados Unidos, que se chama Eduardo Bolsonaro, está recebendo salário, pago por esta Câmara. Agora, para continuar a maracutaia dele lá dos Estados Unidos, contra o povo brasileiro, é escolhido como Líder da Minoria. Mas que vergonha, povo brasileiro! Esse Deputado bolsonarista, filho de Bolsonaro, golpista, que trama lá nos Estados Unidos contra o povo brasileiro, contra a soberania nacional e contra as nossas riquezas, está recebendo salário. E agora, por incapacidade da Minoria da Câmara, foi nomeado Líder da Minoria. Vergonha para a política brasileira! Vergonha para a Câmara Federal! O salário do Deputado Federal é de 39 mil reais. Mas aqui parece que os falsos patriotas, a Direita e a extrema direita acham que isso é normal, acham que isso é bonito. O povo brasileiro tem que dar uma resposta a esses golpistas, esses tramistas. Eu quero dizer que o meu voto é contra a anistia, é "não". Sr. Presidente, gostaria que este pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.