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Foto de Marcon

Deputado · Câmara

Marcon

PT · RS

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Dionilso Mateus Marcon · 62 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 81 de 100, Cara Bom0406080100

81/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 67% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 93%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 87%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 27%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 97%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 95%das 770 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 97%das 771 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.marcon@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5196
Gabinete
Gabinete 196, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

93%

Esteve em 365 de 391 sessões

Melhor que 44% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

87%

Registrou voto em 977 de 1.128 votações nominais

Melhor que 67% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 7 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 6 em andamento · 0 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

95%

Em 770 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 85% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

671 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 01/09/2026.

  • 12/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Presidente Lula por sua atuação política em relação ao Rio Grande do Sul, condenando o leilão suspeito de compra de arroz importado e a atuação da Advocacia-Geral da União (AGU) contrária à ação judicial promovida pela OAB-RS junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), que pleiteia a anistia para as dívidas do Estado com a União.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,Importação,Arroz,Leilão (licitação),Advocacia-Geral da União (AGU),Ação judicial,Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Subseção,Anistia tributária,Dívida pública,União,Supremo Tribunal Federal (STF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, posso provar que Luiz Inácio Lula da Silva odeia o Rio Grande do Sul, odeia o Estado e odeia os gaúchos. Se já não bastasse o escândalo de corrupção sobre o desastre gaúcho com a compra de arroz, em que ontem houve o fiasco de que uma queijaria, uma locadora e uma sorveteria iriam fornecer arroz, custando bilhões de reais, em que certamente alguém levaria boa parte — ou seja, o Governo Lula está comprando coisas para desviar dinheiro em cima da tragédia do Rio Grande do Sul —, agora recebemos uma informação que eu confesso que fui atrás para verificar se era verídica: a AGU acionou o Supremo para que a medida que pede a anistia da dívida do Estado do Rio Grande do Sul não seja aprovada pelo STF. Algum tempo atrás, a OAB do Estado, vendo que o Estado tinha pegado emprestados 9 bilhões, já pagou 45 e ainda deve quase 100, entrou no Supremo Tribunal Federal para que essa dívida fosse anistiada. Pois bem, a tragédia veio, o Estado foi destruído, e nós, nesta Casa, junto à Oposição, tentamos aprovar uma emenda que anistiava a dívida do Rio Grande do Sul. Os petistas, por óbvio, foram contrários e, pior, me chamaram de propagador de fake news, pois eles não teriam votado contra a anistia do Rio Grande do Sul. Trouxe aqui a peça da AGU pedindo ao Ministro Fux para que recuse a anistia do Estado. Além disso, também trouxe três fontes de reportagem para que nenhum acéfalo venha dizer que estou propagando fake news. CNN: Governo pede que Supremo negue pedido de extinção da dívida do Rio Grande do Sul. GZH: União pede ao STF que rejeite a ação para extinguir dívida do Rio Grande do Sul. O Sul: Governo federal pede ao Supremo rejeição de processo da OAB para zerar a dívida do Rio Grande do Sul. A verdade é uma só, gaúchos: Lula está usando a nossa tragédia para roubar e para não anistiar a nossa dívida. Lula odeia o Rio Grande do Sul. Era isso que eu tinha a dizer, Sr. Presidente.
  • 11/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado agradeceu ao Governo do Presidente Lula pelo apoio ao Rio Grande do Sul, destacando o carinho e a atenção dedicados aos gaúchos. Destacou a liberação de recursos pelo Governo para o pagamento de salários de trabalhadores com carteira assinada, empregadas domésticas e pescadores, beneficiando mais de 430 mil pessoas. Ademais, ressaltou sua atuação como Parlamentar e coordenador da bancada gaúcha na defesa do Estado e da agricultura, enfatizando a necessidade de apoio diferenciado para agricultores que sofreram perdas significativas. Por fim, criticou a Direita política por se opor à redução do preço do arroz, alegando que a compra governamental suspensa prejudicou os consumidores.

    Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,Governo federal,Trabalhador,Salário,Auxílio financeiro,Atuação parlamentar Direita política,Arroz,Preço,Leilão,suspensão

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, em primeiro lugar, eu quero agradecer ao Governo Federal do Presidente Lula, que tem tratado o Rio Grande do Sul com o máximo de carinho, com amor os nossos gaúchos. Também houve um show em São Paulo neste fim de semana com todos os brasileiros e brasileiras. O Governo — nós acompanhamos —, quinta-feira passada, abriu recursos para ajudar a pagar o salário dos trabalhadores que têm carteira assinada. Ele repassou recursos também para o salário das empregadas domésticas e dos pescadores. São mais de 430 mil trabalhadores que o Governo Federal vai ajudar. Nós estamos participando disso diretamente, como Parlamentar, como coordenador da bancada gaúcha. Todas as atividades nós não temos perna para acompanhar, mas algumas acompanhamos com muita firmeza, defendendo o nosso Estado e o nosso povo. Também defendemos que sejam olhados com carinho — e o Governo está olhando — os nossos assentados, a nossa agricultura familiar, os médios e os grandes agricultores, aqueles que perderam a sua colheita, que perderam seus bens de produção. Conforme a perda, uma anistia ou ajuda o Governo Federal tem que dar para o nosso agricultor. Não dá para tratar os diferentes igualmente, porque, no Rio Grande do Sul, houve agricultores de todos os portes que colheram bem a sua safra. No entanto, há uma parte dos nossos agricultores que perdeu sua produção. Eles plantaram duas vezes e não conseguiram colher, como ocorreu com a safra do arroz. Mais de 600 mil toneladas de arroz foram perdidas no Rio Grande do Sul. É uma pena que houve toda essa confusão, mas o arroz está com um preço muito elevado no Rio Grande do Sul. E essa compra que o Governo fez e suspendeu ia ajudar o consumidor, ia ajudar aqueles que precisam comer. A turma da Direita não gosta que o consumidor vá à prateleira e encontre o arroz a 4 reais. Esses dias tinha arroz... (Desligamento do microfone.) O SR. MARCON (Bloco/PT - RS) - ... lá no Rio Grande do Sul. Então, de 4 reais, valor do arroz que o Governo tinha comprado, para 11 reais é uma boa diferença. A Direita fascista não quer, a qualquer custo, que o consumidor coma alimentos mais baratos, com as políticas do Governo do Presidente Lula. Sr. Presidente, gostaria que este discurso fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 05/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Presidente Lula pelo Projeto de Lei nº 914, de 2024, que institui o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Programa Mover); estabelece a política de conteúdo local; altera o Decreto-Lei nº 1.804, de 3 de setembro de 1980; e revoga dispositivos da Lei nº 13.755, de 10 de dezembro de 2018, criando a taxação de compras de baixo valor, como roupas da China, argumentando que a medida afeta negativamente os pobres. Comparou a política atual com a do ex-Presidente Bolsonaro, que era contra a taxação de importações abaixo de 50 dólares. Destacou o déficit de mais de 800 milhões de reais dos Correios no primeiro trimestre de 2024, sugerindo que a incompetência ou corrupção voltou ao Governo. Defendeu que, em vez de aumentar impostos sobre os pobres, o Governo deveria reduzir impostos para produtores nacionais. Enfatizou a posição da Oposição contra qualquer tipo de aumento de impostos.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Taxa,Compra,China,Imposto de Importação Governo,aumento,Tributação Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Deficit

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Gilberto Nascimento. Caros colegas que nos acompanham, subo a esta tribuna hoje para falar das blusinhas da China. Você que fez o L com força, porque ele ia taxar os ricos, porque agora rico ia pagar imposto no Brasil, está vendo Lula taxando as suas comprinhas de blusinhas da China. Sr. Presidente, pior do que um ato presidencial como esse é tentar esconder o DNA da proposta. O Presidente Bolsonaro, que muitos diziam que perseguia os pobres, não deixava pobre se desenvolver, comprar roupa e não sei o quê, foi contra veementemente a taxação de importações por menos de 50 dólares. Porém, aí vem (expressões retiradas por determinação da Presidência), condenado em três instâncias por 19 juízes, e tenta passar um projeto vergonhoso, humilhante, que vai fazer os pobres pagarem imposto por comprar bugiganga da China. De algum lugar tem que se retirar mesmo recurso, afinal parece que a incompetência ou a ladroagem voltou. Ontem, os Correios, que tentam maquiar os números para não deixar a incompetência exposta, divulgaram — pasmem, brasileiros! — o resultado só do primeiro trimestre de 2024: um déficit, ou seja, um prejuízo de mais de 800 milhões de reais. E você que é pobre e compra essas blusinhas vai pagar com impostos esse prejuízo. No ano passado, o prejuízo já era de quase 600 milhões de reais, ao contrário do que acontecia no Governo de quem não rouba, de Jair Bolsonaro, que dava lucro para mais de bilhão. Meu recado, Sr. Presidente, é o seguinte: a Oposição deixou muito claro que é contra a cobrança de imposto sobre blusinha. Se querem equalizar a indústria nacional, que tirem os impostos de quem produz no Brasil e de quem vende no Brasil. Eu sou comerciante, Sr. Presidente, lá na minha cidade. Nunca me prejudicaram. Ofereço bom serviço, bom produto, produtos fabricados no Brasil. No entanto, se alguém quer, por sua incompetência, taxar os pobres que compram produtos de fora, que pelo menos admita que faça isso. Eu e a Oposição somos contra, colega Deputado Luiz Lima, qualquer tipo de imposto. Aliás, nós desta Casa, desde que Lula assumiu, só discutimos aumento de impostos, DPVAT, blusinha, e por aí vai. O brasileiro não aguenta mais! Enquanto isso, nosso Fiscal tem um déficit de mais de 1 trilhão de reais. Para onde é que está indo o dinheiro? Acho que todo brasileiro sabe. Obrigado.
  • 04/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado lamentou a falta de ação do Governo Federal diante da catástrofe climática no Rio Grande do Sul, criticando o Presidente Lula por priorizar medidas desfavoráveis ao Estado. Condenou a decisão do Governo de comprar arroz, prejudicando a economia local e a arrecadação tributária de ICMS pelo Estado. Argumentou que, em vez disso, os 7 bilhões de reais destinados à compra de arroz deveriam ser usados para salvar empregos, como sugeriu o Governador Eduardo Leite. Ademais, elogiou o ex-Ministro Paulo Guedes pelo programa de manutenção de emprego e renda, criado durante a pandemia. Ao final, fez um apelo para que o Governo Federal proteja os empregos e a agricultura no Rio Grande do Sul.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul,Importação,Arroz,Economia,Arrecadação tributária,Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS),Governador,Geração de emprego,Agricultura,Política agrícola Ex-ministro de Estado,Ministério da Economia (2019-2023),Pandemia do Coronavírus,Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Gilberto Nascimento. Há um ditado, Presidente, que resume bem a situação do Rio Grande do Sul: "Muito ajuda quem não atrapalha". O Rio Grande do Sul, como é sabido por todo o povo brasileiro, atravessa momentos inimagináveis por causa de um desastre natural. Se fôssemos um país em que a Presidência tivesse compromisso com o seu povo, teríamos certamente o Presidente auxiliando para que os estragos do nosso Estado pudessem ser minimizados. Não é o que vemos, neste momento, no Estado do Rio Grande do Sul. Lula, que gastou muito e muito tempo tentando convencer Parlamentares a manter seu veto para que marginais saíssem da cadeia e que, basicamente, esquece o Estado do Rio Grande do Sul, agora faz uma medida que vai destruir os agricultores que plantam arroz no nosso Estado. E não é só isso. Hoje, a Cruzoé traz uma informação de que a compra de arroz, que deve ser na cifra de 7 bilhões de reais, deve tirar do Estado do Rio Grande do Sul cerca de meio bilhão de reais de ICMS. É uma compra de arroz, Sr. Presidente, desnecessária. Como já foi dito pelos agricultores, a safra, quase em sua totalidade, já havia sido colhida. Por que o Estado brasileiro quer destruir o que sobrou do Rio Grande do Sul? Qual é a intenção dele? É se vingar, porque Lula levou uma sova eleitoral no Rio Grande do Sul? Só pode ser isso, não faz sentido! O Governador Eduardo Leite, por quem eu não nutro nenhum apreço, fez ontem um pedido inteligente ao Governo Federal: que se apliquem esses 7 bilhões de reais para salvar empregos no Estado do Rio Grande do Sul. Não precisa mais inventar a roda, Presidente. Paulo Guedes, o melhor Ministro da Economia que este País já teve, em meio à pandemia, criou um programa de manutenção de emprego e renda que funcionava assim: o Governo assegurava parte dos salários, e a empresa se comprometia a não demitir os trabalhadores. Qualquer pessoa minimamente entendida — não precisa ser um gênio da economia — sabe que isso vai garantir emprego e, principalmente, renda, que vai movimentar a economia. No entanto, o nosso Governo, chefiado por uma pessoa que já dispensa comentários, prefere destruir o que sobrou do Estado: a agricultura, os empregos que lá continuam a existir, até que as empresas fechem as portas. Fica o pedido aqui, Sr. Presidente, de um gaúcho que recebe dezenas de mensagens de agricultores, empresários e empregados com medo de perder os seus empregos: que o Governo pegue este dinheiro que vai atochar comprando e distribuindo arroz, que não precisa... E quero acreditar que este dinheiro não seja para outros fins que não posso citar aqui no microfone. Aliás, há Ministro envolvido em suposto caso de desvio de recursos, com rolo com arroz. Que o Estado brasileiro, o Executivo Federal, faça um esforço verdadeiro para salvaguardar os empregos gaúchos e para manter o homem no campo plantando arroz e outras coisas. Se não quer ajudar, Presidente, que pelo menos não atrapalhe! Muito obrigado, Presidente Gilberto.
  • 28/05/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do Veto Parcial nº 8, de 2024, aposto ao Projeto de Lei nº 2.253, de 2022, que dispõe sobre a monitoração eletrônica do preso, prevê a realização de exame criminológico para progressão de regime e extingue o benefício da saída temporária.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Veto parcial,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,Oposição política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Para orientar a bancada. Sem revisão do orador.) - A Oposição, Presidente, de forma muito clara e tranquila, tem uma mensagem para quem defende bandido. O maior Presidente que este País já teve disse: "É só não roubar, não matar, não estuprar que não vai para a cadeia!" Quem defende bandido vai estar representado naquele painel hoje. A Oposição quer que bandido fique e apodreça na cadeia! Nós somos pela derrubada do veto. Lugar de bandido é na prisão! Quem defende bandido nesta Casa — está muito claro — é a Esquerda, é o Governo, é o Lula. Vamos derrubar o veto!
  • 23/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado lamentou a devastação causada pelas enchentes no Rio Grande do Sul, mencionando cidades severamente afetadas. Emocionado, criticou o Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, acusando-o de abusos e injustiças, como prisões arbitrárias e a decisão de permitir a assistolia fetal em fetos com mais de 22 semanas, que ele descreveu como desumana. Expressou esperança de que o Senado, nas eleições de 2026, seja dominado por direitistas que possam destituir Moraes e responsabilizá-lo por suas ações.

    Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,Crise climática Ministro do Supremo Tribunal Federal,Abuso de poder,Autoritarismo,Conduta arbitrária,Prisão,Assistolia fetal,Crueldade,Direita política,Senado Federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Bom, acho que dispensa comentários o que vem acontecendo no nosso Rio Grande do Sul. Para quem não tem ainda ciência do que aconteceu, há lugares em que realmente a água subiu. Quando ela baixar, vai deixar um rastro de destruição. Em outros lugares, como Lajeado, Cruzeiro do Sul, Roca Sales, os Municípios simplesmente foram varridos do mapa. Não existe mais Município naqueles locais. É um quadro realmente de muita tristeza. Sr. Presidente, confesso que subo a esta tribuna, nesta quinta-feira, com o plenário praticamente vazio, bastante emocionado. Um Ministro do Supremo Tribunal Federal, o Alexandre de Moraes, já ultrapassou todos, todos os caminhos possíveis da maldade. As monstruosidades perpetradas por esse Ministro precisam cessar. Eu não vou falar da morte do Clezão, no ano passado, eu não vou falar das dezenas, das centenas de pessoas inocentes que foram presas injustamente, que ficaram dias, meses, anos presas, eu não vou falar aqui, Sr. Presidente, do ex-assessor do Presidente Jair Bolsonaro, preso por supostamente ter ido aos Estados Unidos, e depois ficou comprovado que ele não foi, inclusive pelo Estado americano, mas segue preso, jogado por Alexandre de Moraes numa masmorra, porque espera que ele fale algo que não aconteceu. Ontem à noite, eu me deparei com mais um caso absurdo. A Revista Oeste trouxe a seguinte manchete: Moraes manda prender homem de 68 anos pelo 8 de janeiro, mesmo com recurso pendente e câncer em estágio avançado. Se isso não é uma monstruosidade, vamos falar sobre monstruosidades agora. O Ministro Alexandre de Moraes derrubou uma norma do CFM — Conselho Federal de Medicina que proibia a assistolia fetal. "Mas o que é isso, Marcon?". Eu vou explicar para vocês que estão em casa. O Conselho Federal de Medicina, caro Presidente, proibiu que esta prática, a assistolia fetal, fosse feita em bebês com mais de 22 semanas. Enquanto vinha para a Câmara, agora, escutava relatos do Alexandre Pittoli, jornalista da Rádio Auri Verde Bauru, que leu uma carta explicando o que é essa monstruosidade. Sr. Presidente, V.Exa. sabe por que o Conselho Federal de Medicina proibiu a assistolia fetal no feto com mais de 22 semanas? Porque, depois de 22 semanas, o bebê tem ossos, e, se for feita uma curetagem na mãe, os ossos podem danificar alguns órgãos da mãe. "O que é a assistolia fetal, então, Marcon?". A assistolia fetal, liberada pelo Ministro Alexandre de Moraes, a pedido, é óbvio, do PSOL, consiste nisto: o médico pega uma seringa e tenta achar a veia do coração de um bebê de 6 a 9 meses, para injetar potássio no seu coração, e assim ele morrer, sair morto da mãe. Porque, após 22 semanas, se fosse feita uma cesárea forçada, o bebê sairia vivo, e os médicos teriam que ou estrangular ou asfixiar ou arrancar o pescoço do bebê fora, para matá-lo. Se isso não é uma monstruosidade, não sei mais o que é monstruosidade. Você de casa acha que o Ministro Alexandre de Moraes tomou a decisão correta? Sr. Presidente, ele permitiu algo que o Conselho Federal de Medicina Veterinária proibiu em 2012! É proibido matar uma vaca, é proibido matar um rato, é proibido matar um gato dessa forma. Mas um bebê inocente de 6 meses, 7 meses, 8 meses, 9 meses poderá ser assassinado com a assistolia fetal. Pittoli diz que existem imagens disso, do bebê tentando fugir da agulha. Esse procedimento é feito sem anestesia nenhuma. Muitas vezes, o médico precisa injetar várias vezes a seringa, até acertar o coração do bebê. Se isso não é uma monstruosidade, se isso não é coisa do mal, eu confesso para vocês que eu não sei mais o que é. Então, hoje no Brasil, segundo o Ministro Alexandre de Moraes, se a mulher, com 9 meses de gestação, quiser matar o seu bebê, se alegar que foi estuprada, o médico poderá dar essa injeção no coração do feto inocente. Para terminar, Sr. Presidente, quero deixar uma mensagem para o Ministro Alexandre de Moraes. O ano de 2026 está aí, Ministro. Tenho certeza de que o Senado será composto por maioria de direitistas. O senhor perderá o seu cargo, e eu espero que, por esses e tantos outros crimes que cometeu, o senhor apodreça na cadeia. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 22/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Federal por abandonar o Rio Grande do Sul e por beneficiar a Rede Globo através de Projeto de Lei, além de recriminar o Ministro da Fazenda Fernando Haddad por suas declarações sobre as contas públicas. Adicionalmente, repudiou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que declarou prescrita a pena do ex-Ministro José Dirceu, acusado de corrupção. Ademais, reprovou o Ministro do STF, Dias Toffoli, pela decisão favorável a Marcelo Odebrecht, empresário e réu confesso de esquemas de corrupção, ressaltando a diferença de tratamento conferido aos presos pelas manifestações do dia 8 de janeiro (atos antidemocráticos) na Esplanada dos Ministérios.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Rio Grande do Sul,Rede Globo de Televisão,Projeto de lei ordinária,Ministro de Estado da Fazenda,Contas públicas Supremo Tribunal Federal (STF),prescrição,Pena,Ex-ministro de Estado,Político,Partido dos Trabalhadores (PT),Ministro do Supremo Tribunal Federal,Decisão judicial,favorável,Empresário,Réu confesso,Corrupção,Preso,Manifestação pública,Ato antidemocrático,Esplanada dos Ministérios (Brasília, DF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Bom, é uma pena que nós Parlamentares tenhamos apenas 3 minutos para explanar o momento que vive o País. Poderíamos falar aqui da tragédia do Rio Grande do Sul e do abandono do Governo Federal aos gaúchos. Poderíamos falar do PL da Globo, que é uma forma de o Governo tentar mandar dinheiro para a Rede Globo, a emissora oficial do regime. Poderíamos falar da bizarrice que foi o Haddad dizer hoje que as contas públicas estão equilibradas. Acho que ele não passou da segunda série no colégio, porque não sabe que o sinalzinho de mais significa positivo e o sinalzinho de menos significa negativo. Ele precisa de um pouco mais de matemática básica. Poderíamos falar aqui de vários assuntos que norteiam o nosso País. Mas hoje não há como não comentar desta tribuna o dia nebuloso que viveu nessa terça-feira todo homem e mulher de bem deste País, quando o Supremo Tribunal Federal, em mais um vexame histórico, livrou bandidos da cadeia. Senão vejamos: Zé Dirceu, mentor do maior esquema de corrupção deste País, teve sua pena dada como prescrita. Vejam, prescreveu a pena. Nem os Ministros do STF tiveram coragem de dizer que ele não é um corrupto. Ele tinha sido acusado e julgado por corrupção, e infelizmente não cumpriu toda a sua pena. Mas o pior não para por aí. Após livrarem Zé Dirceu da cadeia, que é o lugar onde ladrão deve estar, nós tivemos uma decisão que ultraja todo cidadão de bem brasileiro. Dias Toffoli, conhecido como o amigo do amigo do meu pai, colocado lá para livrar petistas do xilindró, tomou uma decisão que vai ficar nos Anais da República como algo vergonhoso. Ele livrou Marcelo Odebrecht, réu confesso de esquemas de corrupção — réu confesso! Disse que ele não poderia ser julgado, pelo seguinte, abram-se aspas: "Diante do conteúdo dos frequentes diálogos entre magistrado e procurador (...), fica clara a mistura da função de acusação com a de julgar, corroendo-se as bases do processo penal democrático". É engraçado que Dias Toffoli, ao julgar os presos do 8 de janeiro, que não têm a conta bancária de Marcelo Odebrecht nem o seu prestígio, esqueceu que o próprio Ministro Alexandre de Moraes é vítima, segundo ele próprio, julgador e acusador. Fica a pergunta: que Justiça é essa que livra Marcelo Odebrecht por uma conversa vazada, e pune pessoas do 8 de janeiro sem prova, sem nada, quando o próprio juiz é a vítima, o julgador e o acusador? Em breve, guardem isso, Marcelo Odebrecht entrará na Justiça para pedir indenização por danos morais por ter sido condenado por corrupção contra o povo brasileiro. É uma vergonha, Sr. Presidente!
  • 21/05/2024

    O Deputado encaminhou a votação do § 13 do Artigo 2 da Subemenda Substitutiva apresentada ao  Projeto de Lei nº 709, de 2023, que altera a Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993, para dispor sobre impedimentos aplicados aos ocupantes e invasores de propriedades em todo o território nacional.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Subemenda substitutiva,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu fiquei até este momento para falar porque eu sei que este projeto é um projeto de luta de classe. Hoje é o Movimento Sem Terra. Amanhã, serão as cotas dos negros e dos índios. Depois de manhã, será a repressão aos pobres. Eu sou do Movimento Sem Terra, assim como o Deputado Valmir Assunção, o Deputado João Daniel e a Esquerda que está aqui. Nós assumimos isso quantas e quantas vezes, neste Parlamento, e nós somos chamados de bandidos, nós que somos do Movimento Sem Terra. E os bonzinhos aqui chegam para assumir pela primeira vez já com tornozeleira. Será que os bandidos somos nós do Movimento Sem Terra? Outra questão. Foi feita a lei antiterrorismo aqui. Quem é que está na Papuda, condenado por ser terrorista? É o pessoal do Movimento Sem Terra? Hein? Hein, fascista? É o pessoal do Movimento Sem Terra? Não. São aqueles dos episódios de 8 de janeiro, que vieram aqui destruir o Palácio, o Supremo, a Câmara. Esses estão sendo condenados como terroristas. E agora querem acusar o Movimento Sem Terra? Outra questão. O Movimento Sem Terra é tido como invasor de terras. Quem é que tem as terras? Quantas propriedades alguns de vocês do agronegócio tiraram dos legítimos donos? Vocês são grileiros, ocupam terra devoluta, terra pública. Vamos levantar isso em âmbito nacional. Perderam na moral e no voto na CPI e agora estão querendo implementar a CPI contra o Movimento Sem Terra aqui na prática! Outra questão. Eu sou assentado, companheiro Deputado Bohn Gass, que sempre esteve junto conosco na luta. Eu sou assentado. Domingo eu estava no meu assentamento. Lá há mais de 25 pessoas fazendo marmitas para levar para Canoas, para dar comida para as pessoas que estão na enchente. Isso estava acontecendo lá no meu assentamento. Em Viamão havia outra cozinha comunitária. Nós somos bandidos? Nós somos bandidos? Bandido não pode fazer concurso público! Vocês não têm coragem de dizer que sem-terra não pode ser Deputado. Eu ocupei mais de 15 vezes para ter a minha terra, para ter a minha área. Por que vocês não me proíbem? Porque eu tenho voto. Eu tenho voto e estou no sétimo mandato. Vocês não têm vergonha de vir com este projeto? Vocês não têm coragem de vir para a disputa e mostrar produção. Mostrem a produção... (Desligamento do microfone.) O SR. MARCON (Bloco/PT - RS) - Este projeto é da turma do Bolsonaro, é daqueles que odeiam o pobre, é daqueles que odeiam o povo. Hoje é o sem-terra, amanhã será a cota dos negros. E depois vão querer fazer lei contra as mulheres, contra o povo que luta. O Movimento Sem Terra é um movimento popular que briga por justiça, por dignidade, por cidadania e pelo direito à terra. E eu quero aqui fazer comparação com vários de vocês... (Desligamento do microfone.)
  • 21/05/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento de discussão do Projeto de Lei nº 709, de 2023, que dispõe sobre impedimentos aplicados aos ocupantes e invasores de propriedades em todo território nacional.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição, Presidente, orienta a favor do fim da discussão. O MST é a prova da incompetência da Esquerda, que está há uma década e meia no Governo, e não resolveu o problema. Aliás, não resolve problema nenhum, talvez para ter o gado de que ela tanto fala votando nela. Eu quero chamar a atenção para uma coisa. Presidente, antes V.Exa. mencionou que este projeto havia passado pela CCJ. Ele é constitucional. A Esquerda já disse que, mesmo que esta Casa vote favoravelmente, que o Senado vote favoravelmente, que o ex-condenado vete, e nós derrubemos o veto, ela recorrerá ao Supremo Tribunal Federal, uma atitude que desmerece, mais uma vez, esta Casa. Acalmem-se! V.Exas. vão perder hoje, mas, como sempre, vão ganhar no Supremo. Esta é a democracia do Brasil, uma democracia que, infelizmente, não está mais funcionando. Obrigado.
  • 21/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou números alarmantes sobre a recente tragédia no Rio Grande do Sul: 463 municípios afetados, 157 óbitos, 88 desaparecidos e quase 700 mil desalojados. Criticou o Governador Eduardo Leite e o Prefeito de Porto Alegre (RS), Sebastião Melo, por ignorarem alertas científicos e técnicos que poderiam ter mitigado a catástrofe, priorizando agendas fiscais. Elogiou o Governo Federal e o Presidente Lula pela alocação de mais de 100 bilhões de reais em programas de auxílio. Enfatizou a importância da solidariedade, agradecendo a ajuda de outros estados e países vizinhos, e reforçou o compromisso de reconstruir o Estado gaúcho.

    Palavras-chave oficiais: Chuva,Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul,Desastre ambiental,Poder público

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    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente, Deputado Pompeo de Mattos. Estamos juntos nesta luta para salvar o nosso povo gaúcho. Vou trazer aqui números muito tristes. Municípios afetados: 463. Só faltaram 36 Municípios para que 100% do Rio Grande do Sul tivesse sido afetado. Óbitos: 157. Pessoas desaparecidas: 88. Aqueles que vão aparecendo não aparecem com vida, aparecem porque estão mortos debaixo da água. Então, o número de desaparecidos vem diminuindo, mas vai aumentando o número de óbitos nesta tragédia no Rio Grande do Sul. Desalojados: quase 700 mil pessoas. Afetados: quase 2 milhões e meio de pessoas no Rio Grande do Sul. O absurdo, Deputado João Daniel, é que o Governador Eduardo Leite, que não quer que se ache culpado, em 2023, tinha informações dos técnicos, dos cientistas, de que agora iríamos ter essa enchente no Rio Grande do Sul. Mas nada foi feito para evitar essa tragédia climática, porque a agenda do Governador era a agenda fiscal, para aumentar imposto no Rio Grande do Sul. Ele comemorou quando cedeu à venda dos muros dos cais de Porto Alegre, que fazem a contenção da água, para não entrar na cidade. Poderia ter sido evitado, no mínimo, 50% do que aconteceu. Há outra questão. O DMAE, nossa empresa pública de água e saneamento, também disse ao Prefeito Sebastião Melo que a manutenção das bombas estava aquém do que se necessitava. Sebastião Melo, Prefeito de Porto Alegre, se fez de surdo. Não foi ver os diques, não foi ver as casas de bomba. Nada fez para que isso pudesse ser amenizado. O Prefeito de Porto Alegre e o Governador são os dois que não querem que sejam levantados os culpados. Não são culpados, mas isso é ineficiência de quem está administrando o Estado e a capital, Porto Alegre. Mais uma vez, quero parabenizar o Governo Federal, o Presidente Lula, pelo que está fazendo pelo Rio Grande. Já são mais de 100 bilhões de reais em programas para salvar a nossa família gaúcha. Hoje, o Rio Guaíba está baixando. O Rio Guaíba é o maior rio que banha a região metropolitana, mas essa água está indo para o sul do Estado, para os Municípios de São Lourenço, Pelotas, Rio Grande, com nível acima da enchente de 1941. Nós poderíamos ter feito prevenção. Criticam o Governo Lula porque botou o Ministro Pimenta. Quem critica é porque não quer que o Lula ajude o povo gaúcho. A quem queira disputar voto digo o seguinte: primeiro vamos disputar a vida do povo, reconstruir a cidade, reconstruir as famílias. Eu só tenho que agradecer a todos que ajudam o Rio Grande do Sul. Posso falar dos Estados brasileiros, dos Municípios, dos Municípios do Estado de Santa Catarina — muitos estão ajudando o Rio Grande do Sul —, de outros Estados, de outros Municípios, e também de países vizinhos. Muito obrigado. Ninguém solta a mão do povo gaúcho. Vamos reconstruir conjuntamente o nosso Estado. Muito obrigado. Gostaria que meu pronunciamento fosse veiculado no programa A Voz do Brasil, Sr. Presidente.
  • 15/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado expressou sua gratidão à Câmara pela aprovação do projeto de lei complementar sobre a negociação da dívida do Rio Grande do Sul. Destacou que o Governo Federal anistiou os juros de 12 bilhões de reais e adiou o pagamento de dívida de 11 bilhões de reais até 2026 para auxiliar na recuperação da tragédia. Além disso, mencionou que o Presidente Lula anunciou medidas para o Estado, incluindo investimentos em habitação, recuperação econômica e infraestrutura. Criticou aqueles que agem de má-fé ao não quererem que o problema do povo gaúcho seja resolvido. Concluiu reforçando a importância da seriedade e honestidade na política.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,renegociação,Dívida,Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,Governo federal,reconstrução,Auxílio financeiro,Política

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    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Venho aqui, em primeiro lugar, agradecer a esta Câmara e ao Relator do projeto, o nosso Deputado Afonso Motta, a aprovação da negociação da dívida do Rio Grande do Sul. O Governo Federal anistia os juros de 12 bilhões de reais para o Rio Grande do Sul para ajudar na recuperação da tragédia e adia o pagamento de dívida de 11 bilhões de reais até 2026. Além disso, as negociações estão abertas com todos os Estados para discutir as suas dívidas com a União. Outra questão de que eu quero falar é que o Governo do Presidente Lula está lá no Rio Grande do Sul, na cidade de São Leopoldo, anunciando pela terceira vez medidas para o Estado. Quanto à questão da moradia, para os beneficiários do Programa Minha Casa, Minha Vida, tanto de nível 1 quanto de nível 2, anuncia a construção e a compra de casas prontas por meio de leilões — havendo leilão, o Governo vai comprar — e também de prédios para reformar e oferecer moradia popular. O Governo vai disponibilizar 50 bilhões de reais para a micro, a pequena e a grande empresa, para recuperar a economia e manter os empregos, inicialmente, com juro zero e até um juro um pouco mais alto. O Governo vai ajudar os Municípios a construírem escola, creche e também vai ajudar com mobiliário interno, necessário nas escolas. A mesma questão ocorre nos hospitais e também nos postos de saúde. Está lá no Rio Grande do Sul o Ministro Renan Calheiros Filho, que andou na Serra Gaúcha hoje de manhã e agora está em Cachoeira do Sul, no centro do Estado, não só olhando, mas operando para melhorar as rodovias federais. O Governo Federal está pagando a restituição do Imposto de Renda. Ele tinha que pagá-lo junto para todos os Estados, mas a prioridade é o Rio Grande do Sul. O Governo também vai adiantar o FGTS pela segunda ou terceira vez no Rio Grande do Sul. Eu tenho dito: como tem gente maldosa na política! Política tem que ser feita com seriedade, com honestidade. Eu quero dizer que conheço o Rio Grande do Sul e andei nas enchentes. Não vamos soltar, como disse o Presidente Lula, a mão dos nossos gaúchos. Temos que reconstruir mais de 200 mil casas que estão embaixo d'água. Há 2 milhões e 200 mil pessoas atingidas e ainda há aqueles que agem de má-fé porque não querem que o Lula resolva o problema do povo gaúcho. Gostaria que a minha fala fosse divulgada no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 15/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou os Deputados Federais gaúchos do Partido dos Trabalhadores (PT) que votaram contra a emenda, cujo objetivo era anistiar a dívida pública do Rio Grande do Sul com a União, ao Projeto de Lei Complementar nº 85, de 2024, que autoriza a União a postergar o pagamento da dívida de entes federativos afetados por calamidade pública. Além disso, destacou que o Governo do Partido dos Trabalhadores (PT) já perdoou dívidas de países africanos, já considerou perdoar multas de presos até vinte mil reais, e é leniente com a dívida de Cuba com o Brasil, entretanto, é incapaz de perdoar as dívidas do Estado do Rio Grande do Sul.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Rio Grande do Sul,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto contrário,Destaque,Emenda,Anistia tributária,Dívida pública,Projeto de lei complementar,suspensão,Pagamento,Calamidade pública,Política fiscal,Governo federal

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Colega Deputado Pompeo, este Deputado está sendo acusado pelos petistas do Rio Grande do Sul de divulgar fake news. Ora! Eu tenho cara de petista para mentir, Presidente? Não tenho. Então, nada melhor do que trazer documentos para mostrar o que foi votado ontem nesta Casa, quando Parlamentares gaúchos do PT votaram contra a anistia da dívida do Rio Grande do Sul, o que não foi o seu caso, Presidente Pompeo, que votou a favor, assim como eu. Vamos ao que está escrito na letra fria da lei. Diz lá o art. 2º do projeto aprovado que a União fica autorizada a postergar — repito, postergar —, parcial ou integralmente, parcelas do pagamento da nossa dívida. Ou seja, não fica autorizada a anistiar. O que nós Parlamentares, sob a liderança do colega Deputado Marcel, fizemos? Protocolamos uma emenda e um destaque — está aqui a emenda — que dizia o seguinte: Art. 2º........................................................................................ § 13 (...) as parcelas de que trata o § 1º deste artigo ficam anistiadas pelo prazo de 36 meses (...). Os petistas do Rio Grande do Sul votaram contra! Eles acreditam que nós temos que pagar as parcelas que estão sendo prorrogadas. Das duas, uma, colega Deputado Pompeo: ou não leram o projeto ou estão mentindo. Mas vamos para uma novidade agora. Eu nem tinha trazido essa novidade antes. Houve também a Emenda nº 4, gaúchos, do Deputado Marcel van Hattem. Essa emenda dizia o seguinte: Art. 2º.......................................................................................... § 13 No caso do Estado do Rio Grande do Sul e dos seus municípios afetados pela calamidade pública (...) as dívidas de que trata o § 1º deste artigo ficam anistiadas de forma definitiva. Justificativa. O objetivo desta emenda é anistiar toda a dívida do Estado do Rio Grande do Sul e de seus municípios. Para quê? Para que as pessoas que estão sem casa, os trabalhadores que estão sem emprego, as pessoas que estão sem estradas possam ser atendidas pelo Estado brasileiro, que tanto tirou do Rio Grande do Sul nos últimos anos. Alguns argumentam o seguinte: "Deputado Marcon, isso é inconstitucional". Que engraçado! Pesquisem no Google a expressão "PT perdoa". Vocês vão achar notícia de que o PT tem dificuldade de receber 3 bilhões de reais de Cuba. Outra notícia, do fim do ano passado, diz: Lula avalia "perdoar" multas de presos de até R$20.000. Presidiário vale mais do que gaúcho. E, por fim, em 2013, no Governo de Dilma Rousseff: Brasil perdoa quase US$ 900 milhões em dívida de países africanos, o que daria hoje mais ou menos 6 bilhões de reais. Então, colega Deputado Pompeo, assim como o senhor, eu e mais 23 Parlamentares do Rio Grande do Sul votamos a favor de ajudar os nossos irmãos e nós mesmos, que temos contato com muitas pessoas que estão desabrigadas e em dificuldade, mas a verdade é que 7 Parlamentares gaúchos votaram contra a anistia. Nós sairemos, gaúchos, de uma dívida de 94 bilhões de reais para uma dívida de mais de 105 bilhões de reais ao fim dos 36 meses, e quem vai pagar é o contribuinte gaúcho. Então, petezada, pare de mentir! Se não sabem o que estão votando, leiam o projeto antes de votar. Obrigado, Presidente.
  • 14/05/2024

    O Deputado contestou afirmação da Deputada Erika Kokay sobre a dívida do Rio Grande do Sul com a União e citou a correção monetária. Defendeu que recursos financeiros entrem nos cofres do Estado para enfrentar a crise provocada pelas enchentes, ressaltando a gravidade da situação.

    Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,União,Dívida,Correção monetária,Recursos financeiros,Enchente,Inundação

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, com todo respeito à colega que me antecedeu, o que não podemos, como gaúchos, é mentir para o povo gaúcho, dizendo que são 23 bilhões de reais. Ou não sabem fazer conta ou pegaram uma narrativa pela metade. Nós vamos sair de uma dívida, cara colega Deputada Kokay, de 93 bilhões de reais e vamos terminar, com a correção monetária, no mínimo, em 104 bilhões de reais. Que conta é essa? Meu Deus! "Ah, mas só vai ter correção monetária." Sim, mas nós vamos sair de 93 bilhões de reais para receber, em 36 meses, uma dívida maior de 12 bilhões de reais. Cara colega Deputada Kokay — eu vou citá-la pelo respeito que tenho por V.Exa. —, se não entrar dinheiro no caixa do Estado, nós continuaremos vivendo uma situação de guerra. A situação é desesperadora. Não é uma brincadeira. Não podemos subir à tribuna e mentir para as pessoas. Não são 23 bilhões de reais. Isso é mentira.
  • 14/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado agradeceu aos gestores públicos, voluntários, Governos Estadual e Federal, e às Forças Armadas pela ajuda diante da maior enchente em 80 anos no Rio Grande do Sul, que deixou 1,5 milhão de desabrigados e resultou em 148 mortes. Ele criticou a exploração política da tragédia, pediu união e solidariedade para a reconstrução do Estado, e agradeceu especialmente ao Presidente Lula por sua presença e apoio contínuos. Ele também destacou o apoio emocional de eventos como o treino aberto do Atlético Mineiro, que reuniu 43 mil pessoas em solidariedade aos gaúchos.

    Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Inundação,Desastre ambiental,Enchente,Governo estadual,Governo federal,solidariedade,reconstrução,Presidente da República,exploração,caráter político

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    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Pompeo de Mattos, Sras. e Srs. Deputados, subo a esta tribuna para fazer um agradecimento. Nós temos no Rio Grande do Sul a maior enchente dos últimos 80 anos. Fala-se da enchente de 1941, mas esse é um jogo ninguém quer ganhar. Em 1941, o nível do Rio Guaíba chegou a 5,27 metros. Seu nível, na última semana, passou dos 5,37 metros e, hoje, aumentou de novo. Mais de 1,5 milhão de gaúchos estão desabrigados, 148 pessoas perderam suas vidas, mais de 100 pessoas estão desaparecidas, mais de 446 Municípios decretaram estado de emergência, e 46 Municípios decretaram estado de calamidade pública. O Rio Grande do Sul está um caos. De sexta-feira para sábado, no Município de Eldorado do Sul, que fica ao lado de Porto Alegre, em torno de 2 mil pessoas passaram a noite na BR, porque não tinham onde se acolher. Em muitos lugares, os viadutos serviram de pista para que as pessoas pudessem ficar fora das águas. Quero agradecer aos gestores públicos, independentemente de sigla partidária; aos voluntários, que não são poucos, tanto do Rio Grande do Sul como de todo o País e, inclusive, de outros países; ao Governo do Estado; e ao Governo do Presidente Lula. Mais de 20 mil militares das Forças Armadas estão no Rio Grande do Sul. O Presidente Lula já esteve no Rio Grande do Sul pela segunda vez e estará lá amanhã novamente, com a preocupação de salvar vidas e reconstruir o Estado. Nós queremos dizer que, se alguém quiser fazer política, por favor, faça política quando o nosso povo gaúcho conseguir erguer a cabeça. Ao se sair às ruas, veem-se pessoas de cabeça baixa, pessoas chorando, casas cobertas de água — 50 mil casas em um Município, 30 mil casas em outro Município. Há Municípios totalmente cobertos pela água. Estão embaixo de água 40% do meu Município de Nova Santa Rita, que fica na Região Metropolitana de Porto Alegre. Há perda de produção agrícola, perda de emprego, perda de vidas. Os hospitais estão alagados. Então, eu peço aos políticos maldosos que façam política quando o povo gaúcho estiver sorridente, quando o povo puder erguer a cabeça, porque hoje os gaúchos não conseguem fazê-lo, pela tristeza que carregam por terem perdido tudo. Divulgadores de fake news, fascistas, por favor, façam política outra hora. Eu sou oposição ao Governo do Estado, mas não tenho coragem de fazer oposição para tirar vantagem do sofrimento das pessoas. Eu entrei na água para salvar vidas, estive lá ajudando as pessoas e não tirei nenhuma foto. Quero aqui agradecer. Nessa tragédia, ainda bem que o povo do Rio Grande do Sul tem o Presidente Lula, um Presidente humano, um Presidente que disse: "Nós vamos dar as mãos e ajudar a reconstruir o Rio Grande, que hoje está destruído. As águas estão aumentando, e não há previsão de quando irão baixar". Quero, mais uma vez, antes de encerrar, agradecer o apoio do povo gaúcho, do povo brasileiro, do povo latino-americano, do nosso Governo e também dos esportistas e artistas. E eu quero aqui, sem ofender ninguém, dizer que nos emocionou muito o ato do Atlético Mineiro. Aquele treinamento que o Galo fez, abrindo os portões para que 43 mil pessoas fossem lá apoiar os gaúchos, nos deixou emocionados. Quero agradecer ao Atlético Mineiro, ao Palmeiras, aos nossos atletas do Rio Grande do Sul e de outros Estados, aos artistas, aos anônimos — seis ônibus foram de São Paulo para o Rio Grande do Sul — e a tantos outros cujos nomes não citaremos para não esquecer ninguém. Então, muito obrigado. Estamos juntos. Agradeço ao Presidente Lula, ao Governador do Estado, às gestões municipais. Agradeço também à gestão do Prefeito — não sei de que partido é — do Município de Bombinhas, em Santa Catarina, que estava hospedado lá no seu companheiro partidário. O Prefeito, abaixado dentro do... (Desligamento do microfone.) O SR. MARCON (Bloco/PT - RS) - ... a Prefeitura de Bombinhas, em Santa Catarina, como tantos outros que estão lá para ajudar o nosso povo. Quem quiser fazer política o faça quando o povo gaúcho puder sorrir e erguer a cabeça. Agora é momento de reconstrução. Muito obrigado.
  • 24/04/2024

    O Deputado criticou o Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, por sua tentativa de aumentar a tributação sobre os produtos da cesta básica e pela proposta de aumento da alíquota do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) de 17% para 19%, sobrecarregando os cidadãos gaúchos.

    Palavras-chave oficiais: Governador,Rio Grande do Sul,Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS),Cesta básica,Alíquota,Política fiscal,Carga tributária

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    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu venho aqui, em primeiro lugar, para repudiar a atitude do nosso Governador, do Governador do Estado do Rio Grande do Sul, o Sr. Eduardo Leite. Na campanha eleitoral ele falava que não ia aumentar a alíquota do ICMS, mas fez uma tentativa de aumentar o imposto de vários produtos da cesta básica, da produção agrícola, da produção do nosso agricultor, e agora vai passar a alíquota do ICMS de 17% para 19%. Não tem cabimento essa atitude do Governador do nosso Estado. Cobrar imposto não significa arrecadação, porque o povo vai comprar menos. Quem paga o imposto é a população, na hora da compra, e quem vende vai receber menos. Nós somos totalmente contrários a essa posição do Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Sr. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 24/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado registrou que agendou uma visita do Ministro dos Transportes ao Rio Grande do Sul para discutir as obras nas rodovias federais, realizadas em prol do desenvolvimento estadual. Destacou os investimentos de 1,4 bilhão de reais feitos pelo Governo Federal do Presidente Lula no ano anterior e antecipou que os investimentos para o ano em curso serão ainda maiores.

    Palavras-chave oficiais: Rodovia federal,Rio Grande do Sul,recuperação

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    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Pompeo de Mattos, agradecendo ao Deputado Bohn Gass a precedência, eu quero registrar que hoje agendamos com nosso Ministro dos Transportes, Renan Filho, visita ao Rio Grande do Sul, na sexta-feira que vem, dia 3 de maio, às 9 horas, para falar com o povo gaúcho sobre as obras nas rodovias federais, obras do Presidente Lula, aquelas que têm projeto e que estão sendo feitas em prol do desenvolvimento do nosso Estado. Eu gostaria de divulgar esse convite no programa A Voz do Brasil e nas mídias sociais da Câmara dos Deputados, a fim de convidar os gaúchos para ouvirem o Ministro dos Transportes falar que no ano que passou foi investido 1,4 bilhão de reais pelo Governo Federal do Presidente Lula em obras no Rio Grande do Sul e que, com certeza, os investimentos para este ano serão maiores ainda. Sr. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação da Casa e, em especial, no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 24/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado levantou questões preocupantes sobre a recente licitação de quase 200 milhões de reais para combater fake news, vencida por agências supostamente ligadas ao PT. Apontou que as empresas vencedoras possuem conexões estreitas com figuras proeminentes do PT, como Fernando Haddad, Luiz Inácio Lula da Silva e Gleisi Hoffmann, sugerindo um possível conflito de interesses. Ressaltou o risco de desvios de dinheiro em contratos superfaturados, mencionando o histórico de corrupção do passado. Expressou sua preocupação com a destinação de recursos públicos enquanto os custos de vida para os cidadãos aumentam, destacando as dificuldades enfrentadas pela população.

    Palavras-chave oficiais: Notícia falsa (fake news),combate,Licitação,Empresa,Partido dos Trabalhadores (PT),Conflito de interesses

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Caros brasileiros, o ano era 2005, e um entre tantos escândalos de corrupção do Governo Lula aparecia. Naquela oportunidade, era o mensalão, denunciado por nada mais, nada menos que Marcos Valério, o operador do sistema com agências de publicidade. Marcos Valério, em delação, disse que o PT tinha um caixa dois baseado nessas agências. Pois bem, caro colega Deputado Gayer, quase 20 anos se passaram, e O Antagonista, minutos atrás, estampava a seguinte manchete: Agências amigas do PT vencem megalicitação de Lula. O valor? Quase 200 milhões de reais. Para quê? Supostamente para combater fake news. O critério que foi usado para escolher as empresas foi — aspas — "a melhor técnica". Pasmem! Quais foram as empresas que ganharam? A Área Comunicação, associada a Otávio Antunes, marqueteiro de Fernando Haddad, o Ministro da Economia; a Usina Digital, vinculada ao marqueteiro da última campanha de Luiz Inácio Lula da Silva; a BR+, que tem conexões com o casal narizinho e lindinho, os Deputados Gleisi e Lindbergh Farias; e, por fim, a Moringa, que tinha a preferência de Paulo Pimenta. Quarenta e nove milhões de reais, dinheiro de cada brasileiro que trabalhou e gerou impostos, vão para cada uma dessas empresas, totalizando 200 milhões de reais. Sabem por que é fácil para uma agência digital desviar dinheiro, caros colegas? Porque ela estipula que o serviço que vai vale 50 milhões de reais, por exemplo, e o custo é de 1 milhão de reais. Então um valor "x" fica para o laranja, e o resto vai para o bolso de alguém. Era isso o que acontecia 20 anos atrás. Não quero acreditar, colega Deputado Gayer, que essas empresas tenham sido escolhidas por algum interesse, afinal, estão envolvidas com Haddad, com o marqueteiro de Lula, com a Deputada Gleisi, que é a Presidente do PT, e uma tem a preferência de Paulo Pimenta. Mais 200 milhões de reais do nosso dinheiro vão para o ralo. Enquanto isso, está mais caro fazer a compra no mercado, está difícil manter o filho na escola, está difícil pegar a condução, está difícil encontrar um serviço. Quem poderia imaginar que a volta do amor também traria a volta da corrupção? Obrigado, Sr. Presidente.
  • 23/04/2024

    O Deputado conclamou os demais Parlamentares a derrubarem o Veto Parcial nº 8, de 2024, aposto ao Projeto de Lei nº 2.253, de 2022, que altera a Lei nº 7.210, de 1984 (Lei de Execução Penal), para dispor sobre a monitoração eletrônica do preso, prever a realização de exame criminológico para progressão de regime e restringir o benefício da saída temporária ("saidinha"). Ademais, criticou o Governo Lula pela liberação de recursos orçamentários, derivados de emendas parlamentares, para conquistar votos favoráveis à manutenção do veto das "saidinhas". Por último, acusou o Presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, de omissão diante das inconstitucionalidades cometidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em razão de ser beneficiado pela liberação de recursos de suas emendas parlamentares.

    Palavras-chave oficiais: Derrubada de veto,Projeto de lei ordinária,restrição,Saída temporária,Preso,Prisão,Governo federal,Presidente da República,liberação,Pagamento,Emenda,Parlamentar,Recursos orçamentários,Apoio político Presidente do Senado Federal,omissão,Inconstitucionalidade,Supremo Tribunal Federal (STF),Recursos orçamentários,Emenda,liberação,Governo federal

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, caro colega e amigo Pompeo de Mattos. Nesta quarta-feira, caro colega Pompeo, deve ser realizada uma sessão do Congresso Nacional, se mais uma vez não for cancelada, ou adiada ou se não for inventada alguma desculpa para que ela não aconteça. Alerto os brasileiros de que amanhã, se tudo der certo, devemos votar e derrubar, eu espero, o veto do Presidente Lula em defesa do marginal na questão das saidinhas, saidinhas essas que ceifam a vida de pais e mães de família. Meninas são estupradas com essas saidinhas, assaltos são cometidos. O Congresso, que milagrosamente votou algo bom para a população, encontrou em seu Presidente um defensor de bandidos, de marginais e de tudo o que há de pior na sociedade brasileira. Mas eu quero fazer um alerta. Estava agora há pouco lendo as notícias, e me chamou a atenção algo que salta aos olhos: o Governo, nos últimos dias, já liberou para seus aliados — pasmem, colegas — 5,1 bilhões de reais em emendas. Com qual objetivo, caro colega? Comprar o voto de quem tem preço nesta Casa, e não tem valor. Com qual objetivo? Manter o veto das saidinhas. Caro brasileiro, você que é trabalhador, você que sai de casa pela manhã, que trabalha e gera impostos, saiba que esses impostos vão para o caixa do Governo, para que ele compre Parlamentares, para que eles mantenham a prerrogativa de vagabundos de saírem da cadeia para estuprar a sua filha, para matar o seu marido. E o pior: há Parlamentar que aceita isso. Vou citar um nome, que salta aos olhos. Muita gente se pergunta: "Meu Deus, por que o Pacheco não faz nada? Por que o Pacheco vê esses absurdos, essas inconstitucionalidades sendo cometidos no STF, finge-se de morto e nada faz?". Dinheiro é a resposta, caro brasileiro. Só o Rodrigo Pacheco recebeu, em emendas, 24 milhões de reais na última semana. Então, se você se pergunta por que esse cidadão não defende o povo brasileiro, por que não defende a Constituição, a resposta, ao que parece, é dinheiro. Com o meu voto, brasileiro, você pode contar. Vou votar pela manutenção do fim das saidinhas, porque lugar de bandido é na cadeia, ao contrário do que pensam o Presidente da República e este Governo. Obrigado, Sr. Presidente, Deputado Pompeo de Mattos.
  • 23/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado compartilhou sobre uma audiência recente com a Ministra Simone Tebet e a bancada gaúcha, destacando projetos de desenvolvimento e integração com os países do MERCOSUL promovidos pelo Governo do Presidente Lula e pela Esquerda. Ele elogiou essas iniciativas de integração de infraestrutura, social e econômica entre os países para facilitar o comércio e o desenvolvimento regional. Parabenizou o Presidente Lula e a Ministra Simone Tebet por seus esforços nesse sentido.

    Palavras-chave oficiais: Ministra de Estado,Ministério do Planejamento e Orçamento,Bancada estadual,Rio Grande do Sul,Mercado Comum do Sul (Mercosul),Governo federal,Esquerda política,Desenvolvimento regional,Integração econômica,Relações internacionais

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    O SR. MARCON (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero relatar que tivemos uma audiência agora há pouco com a Ministra Simone Tebet e com a bancada gaúcha. Saí de lá com muito esclarecimento a respeito de projetos de Brasil. O Governo do Presidente Lula, a Esquerda deste País têm projetos de desenvolvimento e de integração com os países do MERCOSUL. São projetos de integração de infraestrutura, na área social e de desenvolvimento, com todos os países, para comercializarmos a nossa produção e também comprarmos desses países. Meus parabéns ao Presidente Lula! Meus parabéns à Ministra Simone Tebet! Fomos lá novamente também para conversar sobre a nossa Transcampesina, que liga... (Desligamento do microfone.) O SR. MARCON (Bloco/PT - RS) - Presidente, peço que coloquem o meu discurso no programa A Voz do Brasil.
  • 17/04/2024

    O Deputado criticou o Governo, destacando o investimento de 200 milhões de reais em contratos de comunicação digital para combater "fake news". Ironizou o uso desse montante para enganar o povo com mentiras, mencionando a licitação como a maior da história do setor. Sugeriu que o Governo Lula recorre à mídia paga para difundir uma narrativa fictícia de prosperidade, contrastando com a realidade percebida nas redes sociais por brasileiros conscientes. Enfatizou que a era das grandes emissoras como única fonte de informação acabou, agora que a verdade é contada por pessoas comuns.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Notícia falsa (fake news),Mídia,Rede social digital,Propaganda

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    O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Se me permite, só quero fazer uma correção. Eu não sou da capital, eu sou do interior, lá da colônia. O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSD - SP) - Mas representa o Estado todo. O SR. MAURICIO MARCON (Bloco/PODE - RS) - É verdade, Sr. Presidente. Deixada a devida brincadeira de lado, Sr. Presidente, subo a esta tribuna para falar de um Governo que é imbatível no desastre. Todo dia nós subimos a esta tribuna, e falta tempo para falar de tanta desgraça que o Governo Lula produz. Hoje trago uma do jornal O Globo. Está faltando dinheiro para O Globo, hein? Vamos aumentar o orçamento, senão eles até falam a verdade, se não pagar! Diz a reportagem: "Contra fake news, Governo Lula fará contrato de — pasmem, brasileiros, prestem atenção — 200 milhões de reais para comunicação digital". É a maior licitação da história do setor de comunicações. Nunca antes, na história deste País, alguém teve que investir tanto dinheiro para enganar o povo com suas mentiras. Se não, vejamos: esta licitação é usada com o verniz para combater as fake news. Ora, Sr. Presidente, engraçado que na Rede Globo, nessas mídias pagas aí, nunca há fake news, porque eles falam o que o Governo paga para falar. Mas na rede social a situação é um pouquinho diferente, porque lá as pessoas que têm discernimento, que vão ao mercado, que pagam seus impostos e veem o País desmoronando, sabem que o País não está bem. Então, o que o Governo vai fazer? Pegar o dinheiro das pessoas que são pagos através de impostos, tirar 200 milhões disso, para pagar o Sr. Felipe Neto, provavelmente, a Choquei, que deve estar participando, para que os brasileiros acreditem que a picanha chegou, que agora ninguém mais passa fome, ninguém morre de dengue, que o Lula não foi condenado em três instâncias, que a Globo não mente, que o Ministro Alexandre de Moraes não profere decisões inconstitucionais. Talvez o maior empecilho para o Governo Lula seja a rede social. Ao contrário do Governo 1 e 2 de Lula, em que só a Globo contava as histórias, hoje, a história é contada por pessoas isentas que sabem a realidade deste País. Então, tenho um recado para os brasileiros: trabalhem, trabalhem muito, porque Lula precisa pagar a mídia para enganar vocês. Obrigado, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.