
Nome civil: Márcio Aurélio Corrêa · 46 anos
Bananômetro
73/100
período curto: nota baseada em 146 votações
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 38% dos deputados · média do partido: 71
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 100%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 76%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 66%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 36%das 78 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 53%das 91 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
100%
Esteve em 45 de 45 sessões
Votou nas votações
76%
Registrou voto em 111 de 146 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 6 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
36%
Em 78 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
50 discursos na tribuna · de 08/08/2023 a 05/12/2023.
- 31/08/2023
O Deputado parabenizou a Casa por ter desidratado projeto de lei do PSOL que obrigava a contratação de pessoas em situação de rua por empresários.
Palavras-chave oficiais: contrário,Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para População em Situação de Rua (PNTC PopRua),obrigatoriedade,Empresário,contratação,População em situação de rua,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Inclusão social,Política pública
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O SR. MÁRCIO CORREA (Bloco/MDB - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu não poderia deixar de me manifestar para parabenizar esta Casa por ter desidratado o projeto do PSOL que obrigava a contratação de moradores de rua por empresários. Eu só acredito nessa matéria porque estou aqui. Se me contassem isso lá fora, eu não acreditaria, não. O empresário gera emprego, gera renda, encontra uma burocracia sem fim e paga o sistema tributário mais complexo, as mais altas taxas de tributos. Agora, querem jogar em quem produz aquele que gera emprego, que gera renda, que paga os salários desta Casa a responsabilidade do Estado de fazer inclusão social, de criar centros de dignidade para os moradores de rua, que é um direito deles. Então, parabenizo esta Casa por ter desidratado esse projeto. Esse pessoal do PSOL não precisa ficar triste, não. Lá fora, há muitos moradores de rua. Saiam e os empreguem lá nos seus gabinetes, nas suas estruturas de Governo. Agora, fazerem graça com o chapéu alheio, jogarem essa responsabilidade em que produz no País, nós não vamos aceitar. De fato, isso é para acabar com o pequi de Goiás mesmo, Presidente. Muito obrigado. - 31/08/2023Breves Comunicações
O Deputado abordou o debate sobre a reforma tributária ocorrido no Senado Federal com a participação de Governadores. Expressou preocupação com a complexidade da proposta, que não deixa claro quais tributos os contribuintes deverão pagar, tornando a burocracia ainda mais difícil para o setor produtivo. Destacou que a reforma feriria o pacto federativo, criando um conselho de desenvolvimento que administraria recursos de Estados e Municípios. Enfatizou a importância dos incentivos fiscais para atrair investimentos, citando exemplos de empresas que trouxeram desenvolvimento econômico para a cidade de Anápolis, Estado de Goiás. Concluiu manifestando preocupação com o aumento da desigualdade regional e a necessidade de responsabilidade e compromisso do Congresso com o setor produtivo.
Palavras-chave oficiais: Reforma tributária,Burocracia,Desigualdade regional,Setor produtivo,Pacto federativo,Debate,Governador,Senado Federal Desenvolvimento regional,Benefício fiscal,Anápolis (GO),Incentivo fiscal Setor produtivo,Geração de emprego,Câmara dos Deputados,Responsabilidade
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O SR. MÁRCIO CORREA (Bloco/MDB - GO. Sem revisão do orador.) - Bom dia, Sr. Presidente. Quero hoje falar sobre o debate que houve esta semana, no Senado Federal, entre os Governadores, sobre a reforma tributária. Essa reforma que está sendo discutida há décadas é o grande gargalo para o aumento da produtividade do setor privado. Muitos dizem que a reforma tributária é o grande motor do desenvolvimento econômico do nosso País, mas, infelizmente, colocaram combustível adulterado nesse motor ou combustível batizado, como se diz lá em Goiás. É uma reforma tributária que não deixa claro qual tributo vai ser pago pelo contribuinte, no momento em que o setor produtivo vive grandes dificuldades no nosso País, em que enfrenta uma burocracia sem fim. Este é um dos países mais burocráticos do mundo. É uma reforma tributária que fere uma cláusula pétrea da Constituição Federal, o pacto federativo. Cria um conselho de desenvolvimento para praticamente administrar os recursos dos Estados e dos Municípios. Imaginem os Governadores e Prefeitos, apenas ordenadores de despesas, todas as semanas virem aqui com o pires na mão. Eu já disse que ficou muito claro o projeto de poder que há por trás dessa reforma tributária. Mas hoje eu quero falar, principalmente, sobre o fim dos incentivos fiscais, dos benefícios fiscais. Moro na cidade de Anápolis, onde a segunda maior força econômica é a indústria. Nós temos lá instalada uma montadora de automóveis que está entre as dez maiores do País, temos o maior polo farmacoquímico do País, que foi atraído pelos incentivos fiscais, sem falar da cadeia produtiva que essas indústrias geram no Município. Nesta semana participei de um evento na empresa CAOA, em Anápolis, no qual anunciaram o investimento de 3 bilhões e mais de 800 contratações, que serão realizadas ainda neste mês. Mas o que vai manter essas empresas na região? Essas empresas trouxeram um novo ciclo de desenvolvimento para muitos Municípios. A reforma tributária, de fato, vai aumentar a desigualdade regional e entre os Municípios. Setenta e cinco por cento dos financiamentos do BNDES vão para a Região Sul e para a Região Sudeste. Fala-se em guerra fiscal, mas a concorrência é o princípio básico do capitalismo. Eu, como anapolino, como goiano que compreende a importância dos benefícios fiscais, principalmente em regiões subdesenvolvidas, quero daqui parabenizar o Governador Ronaldo Caiado pelo enfrentamento que faz a essa reforma, que de fato vai aumentar a desigualdade regional no País. Que Deus nos abençoe e que esta Casa, quando esse texto voltar, tenha responsabilidade e compromisso com o setor produtivo, que gera emprego e renda no nosso País. - 30/08/2023Breves Comunicações
O Deputado manifestou suas condolências à Deputada Silvye Alves em razão do falecimento de sua mãe.
Palavras-chave oficiais: Falecimento,Mãe,Deputada federal,União Brasil,Goiás,Homenagem póstuma
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O SR. MÁRCIO CORREA (Bloco/MDB - GO. Sem revisão do orador.) - Quero só expressar meus sinceros sentimentos à nossa Deputada de Goiás, a mais bem votada, Deputada Silvye Alves, pelo falecimento de sua mãe hoje. A mãe da Deputada tinha uma história de caridade no Estado de Goiás. Minhas condolências para a nossa Deputada Silvye. Que Deus possa confortá-la, a família e todos os amigos. Obrigado, Sr. Presidente. - 24/08/2023
O Deputado expressou preocupação e indignação em relação à possível descriminalização da maconha em pauta no STF. Destacou que está representando a maioria cristã do país, que valoriza a família, e os princípios e valores morais. Lamentou a aparente omissão do Parlamento em relação a temas importantes. O Parlamentar também mencionou preocupação com uma pauta do Ministério da Saúde que, segundo ele, ataca a família e busca legalizar as drogas. No final, instou a Câmara dos Deputados e o Senado Federal a agirem em conformidade com os desejos da população.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Ministério da Saúde,descriminalização,Entorpecente,Porte de droga para consumo próprio,Congresso Nacional,atuação
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O SR. MÁRCIO CORREA (Bloco/MDB - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. O que me traz aqui hoje é um sentimento de preocupação, de indignação e de tristeza. Não estou aqui para representar meus anseios, meu desejo pessoal, mas para representar uma nação que é majoritariamente cristã, que defende a família, que defende princípios e valores. Hoje, no Supremo Tribunal Federal, estará em pauta a descriminalização da maconha. O que me traz este sentimento de preocupação é a omissão desta Casa e do Senado, que, às vezes, se preocupam com discussões que não fazem sentido, que não chegam a lugar nenhum. Infelizmente, o Parlamento está desmoralizado perante a opinião pública, porque tem sido invadido pelo Supremo Tribunal Federal. Aquela casa que tem o poder de julgar o que é constitucional e o que não é constitucional hoje está julgando quantos gramas de maconha o cidadão pode portar, pode usar. "Onde passa um boi, passa uma boiada", Deputado. Hoje estão legalizando a maconha. É isto que vai entrar em pauta depois: a legalização da cocaína, do crack. O que estará em pauta amanhã? Recentemente, passou a transitar uma pauta do Ministério da Saúde, homologada pela Ministra, que ataca família, que legaliza as drogas. De fato, esta Casa precisa colocar um freio de arrumação na situação em que se encontra o Brasil, um país majoritariamente cristão, que vem sendo atacado constantemente. Muitas das vezes, essa invasão do Supremo é por omissão e por falta, de fato, de Parlamentares compromissados verdadeiramente com a vida e com a família. Fica aqui o meu sentimento de indignação, mas também um sentimento de muita coragem para ir para esse enfrentamento. Apesar de jovem, apesar de estar há pouco tempo nesta Casa, estou convicto do que eu quero para este País. Então, quero, mais uma vez, provocar esta Casa, provocar o Senado Federal, para que possamos fazer jus ao voto que a população nos deu. Um forte abraço! Que Deus nos abençoe! - 24/08/2023Breves Comunicações
O Deputado parabenizou a deputada Soraya Santos (PL - RJ) por sua luta em prol do empoderamento e independência das mulheres. Destacou a importância de acabar com o ciclo de violência doméstica contra as mulheres e que a maneira eficaz de fazer isso é gerar oportunidades de trabalho para que elas tenham independência financeira. O Parlamentar instou o poder público a motivar, estimular e incentivar tanto a iniciativa privada quanto o setor público a oferecer tais oportunidades, permitindo que elas alcancem independência e dignidade plena.
Palavras-chave oficiais: Congratulação,Deputada federal,Atuação parlamentar,direitos,Mulher,Emancipação econômica,Empoderamento feminino,combate,Violência contra a mulher,Violência doméstica,Dados,Medida protetiva
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O SR. MÁRCIO CORREA (Bloco/MDB - GO. Sem revisão do orador.) - Quero parabenizar a Deputada Soraya Santos pela luta em prol do empoderamento e da independência da mulher. Ontem, eu recebi dados que informam que aumentou em mais de 100% o número de pedidos de medidas protetivas de mulheres, em relação à violência doméstica. Precisamos de fato acabar com esse ciclo. E a forma eficaz de se acabar com esse ciclo é gerar oportunidade de trabalho para as mulheres. As mulheres precisam de independência financeira para se livrarem dos agressores, daqueles covardes que aproveitam o poderio econômico em relação à mulher para praticar constantemente violência doméstica. Então, o poder público precisa, sim, motivar, estimular, incentivar não só a iniciativa privada como também o setor público a dar oportunidades às mulheres vítimas de violência doméstica, para que elas possam ter independência, ser donas de si e ter dignidade na plenitude. Obrigado, Presidente. - 17/08/2023Breves Comunicações
Discussão de mudanças climáticas no contexto mundial. Reexame da política hídrica nacional. Instituição de nova política ambiental no País.
Palavras-chave oficiais: Água,Política ambiental,Mudança climática,Recursos hídricos,reexame,Estiagem,Organização das Nações Unidas (ONU),Desenvolvimento sustentável,Sustentabilidade urbana
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O SR. MÁRCIO CORREA (Bloco/MDB - GO. Sem revisão do orador.) - Bom dia, caros colegas. Hoje eu quero falar de meio ambiente. As questões climáticas constam da pauta ambiental de todo o mundo. As mudanças climáticas estão no centro da discussão mundial. O ex-Secretário-Geral da ONU Kofi Annan disse que nós só vamos vencer essa guerra das mudanças climáticas se vencermos as batalhas dentro da cidade. Oitenta e cinco por cento da nossa população vive na cidade, uma organização maior que na Europa, mas, infelizmente, não temos um plano nacional que regulamente a forma de Municípios e Estados lidarem com o meio ambiente. Acompanho o assunto e vejo serem anunciados trilhões em investimentos em infraestrutura no País, cidades investindo milhões e milhões para recuperar erosões, mas a água sendo tratada de forma equivocada. Precisamos aprender a lidar com a nossa maior riqueza, que é a água. Neste período de estiagem, nós sofremos com a escassez hídrica. No período de chuva, sofremos com o excesso dessa mesma água, que destrói cidades, infraestrutura, invade casas, arrasta pontes. Isso acontece porque não temos uma política adequada para lidar com o meio ambiente. Gastam-se milhões para furar poços artesianos, mas não se encontra água, porque essa água não foi devolvida para o seu reservatório natural, que é o lençol freático. Precisamos, de fato, de uma política sustentável, para que esses gastos sejam realizados de forma sustentável, de maneira que a água, que é a maior bênção que nós temos no País, seja tratada de forma adequada e devolvida ao solo. Temos uma drenagem convencional, equivocada, em que coletamos a água e a jogamos nos rios. Essa água precisa ser coletada, infiltrada e devolvida para o solo. Moro na cidade de Anápolis, que recebe 1.600 milímetros de água por ano e falta água no período de estiagem. Israel vive o ano inteiro com água em abundância, recebendo 200 milímetros de água. A Austrália recebe 400 milímetros de água e dispõe dela o ano inteiro. Nossa política é equivocada. Muitos que criaram esse problema não estão preparados e capacitados para resolvê-lo. Precisamos, mais que pensar nas próximas eleições, pensar no futuro, pensar nas próximas gerações, pensar numa política sustentável para manter o nosso meio ambiente equilibrado. Deus nos abençoe! - 16/08/2023Breves Comunicações
Recente votação de projeto de lei sobre a atualização da tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde - SUS. Necessidade de transparência na fila do SUS, especialmente quanto às posições para realização de cirurgias, exames e tratamentos. Colapso no sistema de saúde, com muitos municípios terceirizando serviços de saúde para empresas contratadas sem critérios sólidos. Compromisso do orador de questionamento aos órgãos reguladores e ao Ministério Público Federal sobre as contratações de empresas terceirizadas no setor de saúde. Existência de milhares de pacientes na fila de espera para cirurgias eletivas e realização de exames no Município de Anápolis, Estado de Goiás.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,revisão periódica,Tabela,Sistema Único de Saúde (SUS),Governo federal,fiscalização,Terceirização
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O SR. MÁRCIO CORREA (Bloco/MDB - GO. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Presidente. Obrigado pela oportunidade. Hoje quero falar sobre a votação que tivemos ontem, que atualiza a tabela do SUS, um dos grandes gargalos da saúde pública. Não é compreensível um profissional receber, por uma cirurgia de mão, fratura de mão, 82 reais, assim como receber 82 reais por uma cirurgia de fratura de pé; 186 reais por uma fratura complexa de mandíbula. De fato, precisávamos, sim, dessa atualização, mas há problemas a serem sanados, problemas crônicos. O Governo Federal precisa atuar na regulação, na fiscalização da fila do SUS, para dar mais transparência e previsibilidade nos atendimentos à população. O doente, aquele que luta pela vida, quer saber a posição dele na fila, porque, se ele não conseguir a cirurgia, o atendimento ou o exame de diagnóstico no tempo adequado, ele vai buscar outro caminho para realizar o procedimento. É preciso, de fato, dar transparência à população sobre a fila do SUS. O Governo Federal precisa, sim, regular e fiscalizar. Presidente, eu também quero aproveitar a oportunidade para falar que nós temos um sistema modelo para o mundo, mas ele está colapsado. Hoje centenas de Municípios têm lavado as mãos e terceirizado nossa saúde, por empresas, que, muitas vezes, foram contratadas sem critérios. Nós temos a obrigação e o dever de trazer esse debate para que o Governo Federal traga critérios, traga uma regulamentação e traga uma diretriz para que os órgãos prestadores de serviços, na saúde, tenham capacidade técnica, financeira e operacional. Gasta-se muito, mas se oferece muito pouco na ponta. Ainda colocam os intermediários, que são as empresas terceirizadas, quando não há um lobista, no meio da operação, e quem paga o preço é o cidadão da ponta e o prestador de serviço. Deixo aqui o meu compromisso de provocar, sim, os órgãos reguladores e o Ministério Público Federal para essas contratações, principalmente aqueles que provocam um caos da saúde para realizar as contratações emergenciais. Eu moro na cidade de Anápolis, que tem o segundo maior PIB do Estado. Lá existem milhares de pacientes na fila de espera para cirurgias eletivas, fila de espera para os exames, e a saúde toda terceirizada na mão daqueles que às vezes nem conhecem a cidade nem têm compromisso com a população. Um forte abraço. Que Deus nos abençoe! - 15/08/2023Breves Comunicações
Protesto contra a rejeição pela Casa de emenda acerca da inclusão dos advogados no bojo do Projeto de Lei nº 996, de 2015, sobre alteração do Código Penal, da Lei dos Crimes Hediondos, da Lei nº 12.694, de 2012, e da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, para reconhecimento como atividade de risco permanente as atribuições inerentes ao Poder Judiciário e ao Ministério Público e para garantia aos seus membros de medidas de proteção, bem como recrudescimento do tratamento penal destinado aos crimes de homicídio e de lesão corporal dolosa contra eles, desde que no exercício da função ou em decorrência dela, ou contra seu cônjuge, companheiro ou parente, inclusive por afinidade, até o terceiro grau, em razão dessa condição. Solidariedade aos familiares, amigos e aos profissionais da advocacia em face do assassinato de 2 advogados no Estado de Goiás. Repúdio à declaração do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o comportamento covarde de cidadãos com porte de arma. Congratulações ao Governador Ronaldo Caiado pela redução da criminalidade em Goiás. Expectativa de apresentação de plano de combate ao crime pelo Governo Federal.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Homicídio qualificado,Ministério público,Magistratura,inclusão,Advogado Governador,Goiás,Elogio,Segurança pública
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O SR. MÁRCIO CORREA (Bloco/MDB - GO. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, caros colegas. O que me traz à tribuna nesta tarde é a necessidade de tratar de um projeto de lei que foi votado e aprovado por esta Casa na semana passada. Também foi votada uma emenda que incluía os advogados no rol previsto nesse projeto de lei. O projeto previa como homicídio qualificado aquele praticado contra membros do Ministério Público e magistrados. A emenda ao projeto de lei que incluía os advogados foi rejeitada por esta Casa. Eu fui um dos Deputados que votaram a favor da emenda. Vejam que coincidência ruim: neste último fim de semana, em que celebramos o Dia do Advogado, dois advogados foram alvejados em Goiás. Um advogado foi alvejado na cidade de Alexânia, a menos de 100 quilômetros de Brasília, por um cliente, um traficante. Outro advogado foi alvejado na frente do filho em Goiânia. Eu quero deixar registrada aqui a minha solidariedade aos amigos e aos familiares desses advogados e a toda a classe de advogados deste País. Ontem, eu acompanhei uma fala do Presidente em que ele disse que as pessoas que andam armadas são covardes. Na verdade, eu não consegui compreender se ele estava se referindo ao criminoso; se ele estava se referindo ao pai de família que luta pela proteção da sua família, pela sua sobrevivência; se ele estava se referindo ao comerciante; se ele estava se referindo ao produtor rural. Covarde, de fato, é um país que não consegue oferecer segurança para a sua população. Fica registrado aqui o meu repúdio à fala do Presidente, que precisa apresentar um plano claro para a segurança pública do Brasil, um país que gasta muito, mas avalia muito pouco. Não temos metas claras de políticas públicas. Eu quero fazer referência ao Governador do Estado de Goiás, que conseguiu reduzir em até 90% o número de roubos de automóveis, de estelionatos, de roubos a residências. Eu quero parabenizar o Governador do Estado de Goiás. Torço para que, em breve, o nosso Presidente, junto com o Ministro da Defesa, apresente um plano claro para a redução da criminalidade no nosso País. - 10/08/2023Breves Comunicações
Dificuldades enfrentadas pelo empreendedorismo no País. Repúdio à perseguição do governo petista ao agronegócio brasileiro. Protagonismo econômico exercido pelo setor agropecuário. Esvaziamento da CPI do MST pelo Governo Luiz Inácio Lula da Silva. Inadmissibilidade pelo Governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado, de invasões de propriedades privadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Agronegócio,Crítica,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Deputado federal,declaração,Repúdio
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O SR. MÁRCIO CORREA (Bloco/MDB - GO. Sem revisão do orador.) - Bom dia, Presidente. Bom dia a todos os presentes. Na minha primeira semana aqui nesta Casa, eu não poderia deixar de expressar meu sentimento em relação a esta minha passagem. Na primeira fala, eu tive a oportunidade de dizer, como empreendedor, o quanto quem empreende no Brasil tem encontrado dificuldades. Nós temos hoje um ambiente totalmente hostil a quem produz no nosso País. Eu ouvi, agora há pouco, um Deputado, em sua fala, marginalizar um dos setores produtivos mais importantes do nosso País: o agronegócio. Quem trabalha com agronegócio acorda nas madrugadas, enfrenta as imprevisibilidades do tempo, corre risco, mas, infelizmente, por uma visão ideológica, por uma visão preconceituosa, tem sido marginalizado, tem sido perseguido por este Governo. Eu, como goiano, compreendo a importância e o protagonismo econômico do agronegócio, que representa hoje quase 30% do PIB do nosso País, que representa um quinto da nossa mão de obra. O setor tem respondido a essas ofensas e a essa perseguição com muito trabalho. Prova disso foi o aumento do PIB, o aumento da produção, em relação à produção no ano passado, de 21% no primeiro trimestre. Então, aqui fica a minha solidariedade ao agronegócio, que passa por momentos difíceis. O setor do agronegócio tem sido chamado de fascista e de reacionário, por questões políticas. Porém, esse é o segmento do nosso País que tem maior poder de crescimento, maior potencial de crescimento. Não mudou o arcabouço legal, mas é muito nítido o quanto têm aumentado as invasões de terras do nosso País. Ontem ficou muito claro o rolo compressor do Governo na CPI do MST. E aqui eu quero até deixar um recado para essa turma do MST: vá devagar lá em Goiás, porque o Governador Ronaldo Caiado não passa o pano, não. O Governador Ronaldo Caiado tem sido enérgico e muito ativo em relação à proteção da propriedade privada e contra qualquer tipo de criminalidade, até do colarinho branco. Então, fica o meu repúdio às falas dos Deputados e à marginalização do agronegócio, um setor tão importante para o nosso País. E aqui fica a minha moção de parabéns à atuação do nosso Governador, que tem sido tão enérgico em relação à proteção da propriedade privada e contra qualquer tipo de criminalidade no Estado de Goiás. E falo aos Deputados que têm se sentido aqui, como ontem um Deputado falou, um grão de areia no deserto o que falei para S.Exa.: não vamos esmorecer, não, Deputado. A Palavra de Deus fala para não perdermos a esperança, porque Aquele que prometeu é fiel para cumprir. Um forte abraço. Que Deus abençoe o nosso País. - 08/08/2023Breves Comunicações
Agradecimento aos familiares, a servidores públicos e aos eleitores do Estado de Goiás, sobretudo aos anapolinos, pela assunção do mandato parlamentar. Conciliação entre a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento econômico, notadamente do setor agropecuário. Correção de distorções da Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, sobre a reforma tributária, aprovada pela Câmara dos Deputados.
Palavras-chave oficiais: agradecimento,Eleitor,Anápolis (GO),Atuação parlamentar,Deputado federal Agronegócio,Agropecuária,Preservação ambiental,Crescimento econômico Proposta de Emenda à Constituição,Reforma tributária,alteração,Senado Federal
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O SR. MÁRCIO CORREA (Bloco/MDB - GO. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Boa tarde, colegas. É com um sentimento de alegria, mas também de muita gratidão, que eu subo a esta tribuna. Sou grato, em primeiro lugar, a Deus, e depois a minha família, a meus pais, que são servidores públicos aposentados, o que conquistaram através do concurso público. E eu hoje tenho a missão de servir ao público, ser um servidor público, o que conquistei através do voto. Quero cumprimentar minha esposa, que se faz presente, meus filhos e, de uma maneira muito especial, todos os 60 mil goianos que me confiaram o voto, sobretudo os anapolinos, que me permitiram ser o mais votado da cidade. Quando eu fui disputar, agora, a minha primeira eleição para o Legislativo, pedi a Deus sabedoria e discernimento, em função do momento de crise institucional, política e moral que nós vivemos. E, mais que me permitisse levar uma palavra de esperança para o povo brasileiro, pedi a Deus que me desse sabedoria para levar uma palavra que de fato pudesse impactar a vida das pessoas, porque não é compreensível, meus caros colegas, nós vivermos neste País que é celeiro do mundo, o maior exportador mundial de proteína bovina, um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, mas esse alimento não chegar à boca de milhares de brasileiros. Nós vivemos num País considerado pelo Banco Mundial, no ranking Doing Business, um dos mais burocráticos do mundo. Por outro lado, temos 40% da nossa mão de obra na informalidade. Não é compreensível isso num país tão rico ambientalmente, com o meio ambiente sendo o centro das discussões no mundo. Hoje existem soluções ecologicamente sustentáveis e economicamente viáveis para todos os tipos de problemas ambientais, mas faltam soluções políticas. E esta Casa tem o dever de dar um rumo, de oferecer novos caminhos e uma nova forma de lidar com o meio ambiente. Não faz sentido, não é compreensível perdermos essa grande oportunidade, porque o grande gargalo para aumentar a produtividade do nosso País é a reforma tributária. E nós tivemos essa oportunidade aqui, nesta Casa, de tratar de uma reforma que é discutida há décadas, mas ela veio cheia de exceções, de penduricalhos, com quebra do pacto federativo. Ela deixa as obrigações e as competências para os Estados e os Municípios, mas quer deixar o recurso todo aqui em Brasília. É muito claro, colegas, o projeto de poder nesse grupo que aí está. Vão retirar os incentivos fiscais, mas não trazem uma compensação para a mão de obra nas regiões subdesenvolvidas. Eu moro na cidade de Anápolis, referência no polo farmacoquímico. Montadoras automobilísticas foram para lá à base dos incentivos. Que motivação haverá para essas empresas que geram milhares de empregos nessas regiões? A reforma traz um texto sem a clareza sobre qual tributo o setor produtivo vai pagar e tem uma visão equivocada dos gastos públicos em relação à restrição orçamentária. Aumentam os gastos e querem, mais uma vez, na oportunidade que temos de trazer um ciclo virtuoso para o País, um novo ciclo de desenvolvimento, trazer uma reforma tributária que não tem segurança jurídica. Quero aqui deixar o meu compromisso. Não sei o tempo que está reservado para mim nesta Casa, mas, acima de interesses políticos, pessoais ou partidários, defenderei aquilo em que eu acredito, defenderei meus valores e princípios, que são inegociáveis. Quero, mais uma vez, agradecer ao povo goiano e dizer que vocês terão um Deputado atuante. Que Deus abençoe a minha cidade de Anápolis, o Estado de Goiás e a nossa Nação! Um forte abraço!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 05/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.