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Foto de Luiz Lima

Deputado · Câmara

Luiz Lima

NOVO · RJ

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 96 de 100, Cara Bom0406080100

96/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 99% dos deputados · média do partido: 92

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 96%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 93%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 85%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato anterior (2019–2023)

Vota com o governo 97%das 1.527 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 97%das 1.795 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.luizlima@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5504
Gabinete
Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato anterior (2019–2023)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 415 de 420 sessões

Melhor que 96% dos deputadosMédia do partido: 97%

Votou nas votações

96%

Registrou voto em 1.887 de 1.971 votações nominais

Melhor que 98% dos deputadosMédia do partido: 96%

Iniciativas que viraram lei

2

de 59 projetos apresentados (3%)

6 avançaram · 31 em andamento · 20 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

97%

Em 1.527 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 96% dos deputadosMédia do partido: 77%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.080 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 14/10/2026.

  • 14/10/2026

    O Deputado questionou a comemoração de pesquisas eleitorais por integrantes do Governo Lula e afirmou que os resultados do primeiro turno contrariaram os levantamentos anteriores. Além disso, mencionou Parlamentares que, segundo declarou, foram aposentados compulsoriamente e destacou que o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e o Partido Democrático Trabalhista (PDT) não alcançaram a cláusula de barreira. Por fim, criticou a celebração dos resultados eleitorais por representantes desses partidos.

    Palavras-chave oficiais: Pesquisa eleitoral,Primeiro turno,Campanha eleitoral,Presidência da República,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Partido Democrático Trabalhista (PDT),Cláusula de barreira,Resultado eleitoral

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente Silvio, eu vou na linha do Deputado Cabo Gilberto: o Governo comemorando pesquisa. Se, no primeiro turno, as pesquisas apontavam que o Lula estava na frente e o Flávio ganhou e agora aponta que o Flávio está na frente, é porque a vantagem aumentou. Eu vou lembrar aqui de cabeça aqueles que foram aposentados por expulsória. O José Dirceu foi aposentado, o Deputado Paulo Pimenta foi aposentado, a Deputada Gleisi Hoffmann foi aposentada, a Deputada Benedita da Silva foi aposentada, a Deputada Erika Kokay foi aposentada. O PSOL não rompeu a cláusula de barreira, o PSOL não alcançou a cláusula de barreira e fica aqui comemorando. Com todo respeito aos Deputados, mas é democracia. Não alcançou! O PDT não alcançou a cláusula de barreira. Eu vou repetir: o PDT e o PSOL não alcançaram a cláusula de barreira. Vocês estão comemorando o quê? Obrigado, Presidente.
  • 14/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente Silvio, eu vou na linha do Deputado Cabo Gilberto: o Governo comemorando pesquisa. Se, no primeiro turno, as pesquisas apontavam que o Lula estava na frente e o Flávio ganhou e agora aponta que o Flávio está na frente, é porque a vantagem aumentou. Eu vou lembrar aqui de cabeça aqueles que foram aposentados por expulsória. O José Dirceu foi aposentado, o Deputado Paulo Pimenta foi aposentado, a Deputada Gleisi Hoffmann foi aposentada, a Deputada Benedita da Silva foi aposentada, a Deputada Erika Kokay foi aposentada. O PSOL não rompeu a cláusula de barreira, o PSOL não alcançou a cláusula de barreira e fica aqui comemorando. Com todo respeito aos Deputados, mas é democracia. Não alcançou! O PDT não alcançou a cláusula de barreira. Eu vou repetir: o PDT e o PSOL não alcançaram a cláusula de barreira. Vocês estão comemorando o quê? Obrigado, Presidente.
  • 14/10/2026Breves Comunicações
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Lula da Fonte! É uma honra ter a sessão presidida por V.Exa., ainda mais com V.Exa. representando o Pernambuco, Estado de nascimento da minha mãe. Minha mãe nasceu em Limoeiro, minha avó, em Salgadinho, e eu também tenho família em Carpina. Presidente Lula, eu estava acompanhando a sessão e vi muitos Deputados que defendem o atual desgoverno brasileiro, o desgoverno Lula, atribuírem discursos de apoio à ditadura ao Presidente Bolsonaro, ao Senador Flávio Bolsonaro. E, sentado ali, eu me lembrei de uma entrevista do Lula à revista Playboy, em 1979 — meu pai sempre me falava dessa entrevista. Na entrevista, ele elogia Mao Tsé-Tung, que, segundo ele, "também lutou por aquilo que achava certo, lutou para transformar alguma coisa". Mao Tsé-Tung governou a China durante 27 anos, só deixou de governar com a sua morte, matou 70 milhões de pessoas e deixou a China passando fome. Depois, o repórter da revista Playboy, em 1979, pergunta: "Alguém mais que você admira?" Ele disse que sim: "(...) Hitler (...) eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer". Hitler! Depois ele vem com: "O Fidel Castro, que também se dedicou a uma causa e lutou contra tudo". Depois, fala do aiatolá Khomeini: "Eu não conheço muito a coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do Xá foi um negócio sério". Outra pergunta: "As pessoas que você disse que admira derrubaram e ajudaram a derrubar governos. Mera coincidência?" Lula responde: "Não, não é coincidência, não. É que todos eles estavam ao lado dos menos favorecidos". Olha, em 1979, quer dizer, 47 anos depois, essa essência é a que permanece. É mais difícil ele fazer isso aqui no Brasil; a gente não vai deixar, o eleitor brasileiro não vai deixar. O eleitor brasileiro aposentou José Dirceu, aposentou a Deputada Erika Kokay, aposentou a Deputada Gleisi Hoffmann, aposentou a Deputada Benedita da Silva, aposentou o Deputado Paulo Pimenta, aposentou o Deputado Reimont, do Rio de Janeiro. O recado foi nas urnas, é democracia. O desgoverno Lula não entregou. Basta você ir ao supermercado, basta você ver o seu poder aquisitivo destruído, basta ver os mais de 30 milhões no Bolsa Família, que era um programa para dar chance ao cidadão de se reerguer, mas o cidadão fica com muito mais dificuldade de sair, CadÚnico, empresas no Paraguai, brasileiros atravessando a Ponte da Amizade num só sentido, Brasil-Paraguai. Eu vou encerrar aqui, Presidente Lula da Fonte, com um editorial de O Estado de S.Paulo: "Lula quebra o Brasil para se reeleger. Petista usa truques contábeis para esconder o aumento cavalar de despesas, lembrando as malfadadas pedaladas fiscais de Dilma. Mas a conta da dívida pública explosiva sempre chega". O editorial do Estadão lembra Orestes Quércia: "Quebrei o Banespa, mas elegi meu sucessor". Essa frase, atribuída ao ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia, resume uma forma de usar os instrumentos à disposição do governo, não para o bem comum, mas para proveito próprio. É amplamente sabido que o Governo Luiz Inácio Lula da Silva vem patrocinando uma série de medidas para tentar levantar sua popularidade e ajudar em sua reeleição. Mas ninguém, até o momento, havia tido paciência de somar todas as "pequenas bondades eleitorais" que, tomadas uma a uma, parecem inofensivas. O economista Marcos Mendes, em relatório da XP Investimentos, fez esse trabalho para o cidadão brasileiro. E o retrato não é nada bonito. Segundo o economista (...), somente neste ano foram nada menos do que 33 medidas diferentes, somando a incrível marca de R$ 215 bilhões em aumento de despesas ou redução de receitas. Em comparação, a malfadada PEC 126/2022, a chamada "PEC da gastança" liberou R$ 168 bilhões. O editorial encerra com a seguinte frase: "Hoje, sem espaço de manobra, com o Orçamento tomado por decisões populistas do passado e do presente, o governo Lula lança mão dos mesmos expedientes do governo Dilma. O final dessa história já conhecemos". Eu peço mais 30 segundos e eu encerro, Presidente. Presidente Lula, Flávio Bolsonaro vence em catorze Estados do País, catorze Estados brasileiros, que detêm 66% da população brasileira. Eu estou falando aqui de: Santa Catarina, com 66%; Roraima, 71%; Mato Grosso, 65%; Acre, 64%; Paraná, 59%; Mato Grosso do Sul; Rio Grande do Sul; Espírito Santo; Goiás; Rio de Janeiro; São Paulo; Distrito Federal; Tocantins; Minas Gerais. Partindo do princípio de que os apoiadores do Governo falam que Flávio Bolsonaro teve voto em lugares de milícia, eles estão falando que catorze Estados são lugares de milícia. E não é verdade. Flávio Bolsonaro, Presidente. Dia 25, é 22! Obrigado.
  • 14/10/2026Breves Comunicações

    O Deputado rebateu as acusações de autoritarismo contra a direita e lembrou que o Presidente da República elogiou ditadores no passado. Além disso, criticou a economia do atual Governo, com a perda de poder aquisitivo e os gastos eleitoreiros de 215 bilhões de reais citados pelo jornal *O Estado de S.Paulo*. Por fim, celebrou a vitória conservadora em catorze Estados brasileiros e descartou qualquer ligação desses eleitores com milícias.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Ditadura,País estrangeiro,Política econômica,Recursos financeiros,Reeleição,Crítica Presidência da República,Candidatura,Senador,Partido Liberal (PL),Ente federado,Eleitorado

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Lula da Fonte! É uma honra ter a sessão presidida por V.Exa., ainda mais com V.Exa. representando o Pernambuco, Estado de nascimento da minha mãe. Minha mãe nasceu em Limoeiro, minha avó, em Salgadinho, e eu também tenho família em Carpina. Presidente Lula, eu estava acompanhando a sessão e vi muitos Deputados que defendem o atual desgoverno brasileiro, o desgoverno Lula, atribuírem discursos de apoio à ditadura ao Presidente Bolsonaro, ao Senador Flávio Bolsonaro. E, sentado ali, eu me lembrei de uma entrevista do Lula à revista Playboy, em 1979 — meu pai sempre me falava dessa entrevista. Na entrevista, ele elogia Mao Tsé-Tung, que, segundo ele, "também lutou por aquilo que achava certo, lutou para transformar alguma coisa". Mao Tsé-Tung governou a China durante 27 anos, só deixou de governar com a sua morte, matou 70 milhões de pessoas e deixou a China passando fome. Depois, o repórter da revista Playboy, em 1979, pergunta: "Alguém mais que você admira?" Ele disse que sim: "(...) Hitler (...) eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer". Hitler! Depois ele vem com: "O Fidel Castro, que também se dedicou a uma causa e lutou contra tudo". Depois, fala do aiatolá Khomeini: "Eu não conheço muito a coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do Xá foi um negócio sério". Outra pergunta: "As pessoas que você disse que admira derrubaram e ajudaram a derrubar governos. Mera coincidência?" Lula responde: "Não, não é coincidência, não. É que todos eles estavam ao lado dos menos favorecidos". Olha, em 1979, quer dizer, 47 anos depois, essa essência é a que permanece. É mais difícil ele fazer isso aqui no Brasil; a gente não vai deixar, o eleitor brasileiro não vai deixar. O eleitor brasileiro aposentou José Dirceu, aposentou a Deputada Erika Kokay, aposentou a Deputada Gleisi Hoffmann, aposentou a Deputada Benedita da Silva, aposentou o Deputado Paulo Pimenta, aposentou o Deputado Reimont, do Rio de Janeiro. O recado foi nas urnas, é democracia. O desgoverno Lula não entregou. Basta você ir ao supermercado, basta você ver o seu poder aquisitivo destruído, basta ver os mais de 30 milhões no Bolsa Família, que era um programa para dar chance ao cidadão de se reerguer, mas o cidadão fica com muito mais dificuldade de sair, CadÚnico, empresas no Paraguai, brasileiros atravessando a Ponte da Amizade num só sentido, Brasil-Paraguai. Eu vou encerrar aqui, Presidente Lula da Fonte, com um editorial de O Estado de S.Paulo: "Lula quebra o Brasil para se reeleger. Petista usa truques contábeis para esconder o aumento cavalar de despesas, lembrando as malfadadas pedaladas fiscais de Dilma. Mas a conta da dívida pública explosiva sempre chega". O editorial do Estadão lembra Orestes Quércia: "Quebrei o Banespa, mas elegi meu sucessor". Essa frase, atribuída ao ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia, resume uma forma de usar os instrumentos à disposição do governo, não para o bem comum, mas para proveito próprio. É amplamente sabido que o Governo Luiz Inácio Lula da Silva vem patrocinando uma série de medidas para tentar levantar sua popularidade e ajudar em sua reeleição. Mas ninguém, até o momento, havia tido paciência de somar todas as "pequenas bondades eleitorais" que, tomadas uma a uma, parecem inofensivas. O economista Marcos Mendes, em relatório da XP Investimentos, fez esse trabalho para o cidadão brasileiro. E o retrato não é nada bonito. Segundo o economista (...), somente neste ano foram nada menos do que 33 medidas diferentes, somando a incrível marca de R$ 215 bilhões em aumento de despesas ou redução de receitas. Em comparação, a malfadada PEC 126/2022, a chamada "PEC da gastança" liberou R$ 168 bilhões. O editorial encerra com a seguinte frase: "Hoje, sem espaço de manobra, com o Orçamento tomado por decisões populistas do passado e do presente, o governo Lula lança mão dos mesmos expedientes do governo Dilma. O final dessa história já conhecemos". Eu peço mais 30 segundos e eu encerro, Presidente. Presidente Lula, Flávio Bolsonaro vence em catorze Estados do País, catorze Estados brasileiros, que detêm 66% da população brasileira. Eu estou falando aqui de: Santa Catarina, com 66%; Roraima, 71%; Mato Grosso, 65%; Acre, 64%; Paraná, 59%; Mato Grosso do Sul; Rio Grande do Sul; Espírito Santo; Goiás; Rio de Janeiro; São Paulo; Distrito Federal; Tocantins; Minas Gerais. Partindo do princípio de que os apoiadores do Governo falam que Flávio Bolsonaro teve voto em lugares de milícia, eles estão falando que catorze Estados são lugares de milícia. E não é verdade. Flávio Bolsonaro, Presidente. Dia 25, é 22! Obrigado.
  • 13/10/2026

    O Deputado comemorou a derrota eleitoral de lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT), entre elas Paulo Pimenta, Gleisi Hoffmann, Benedita da Silva, Reimont, José Dirceu e Erika Kokay. Ademais, parabenizou os eleitores brasileiros pelo resultado das urnas e criticou o Governo Lula pelo descumprimento de promessas e pela perda do poder aquisitivo dos trabalhadores. Por fim, manifestou confiança na derrota do Presidente Lula no segundo turno das eleições presidenciais.

    Palavras-chave oficiais: Eleições,Partido dos Trabalhadores (PT),Político,Governo federal,Poder aquisitivo,Trabalhador,Plataforma política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, Deputado Cabo Gilberto Silva, quero só registrar meus parabéns aos eleitores brasileiros que demitiram os medalhões do PT: Paulo Pimenta, demitido; Gleisi Hoffmann, demitida; Benedita da Silva, demitida; Reimont, demitido; José Dirceu, demitido; Erika Kokay, demitida. E, no dia 25 de outubro, o demitido será o descondenado Lula. Parabéns, eleitor brasileiro! Você fez justiça, porque um governo que não entrega, que só promete e que deixa o trabalhador brasileiro com o menor poder aquisitivo dos últimos 30 anos não merece governar o País. A justiça foi feita. Foi o eleitor que decidiu nas urnas e demitiu esses sete medalhões do PT. Obrigado, Presidente.
  • 13/10/2026

    O Deputado orientou favoravelmente a bancada do Partido Novo na votação da Subemenda Substitutiva oferecida ao Projeto de Lei nº 5.538, de 2019, que institui o Programa Nacional de Assistência Integral às Pessoas com Epilepsia. Ademais, contestou a ideia de que a juventude e os estudantes apoiavam majoritariamente o Presidente Lula. Além disso, destacou a eleição de dez Deputados Federais pelo Partido Novo, cinco deles no Paraná, e a superação da cláusula de barreira. Por fim, declarou que Deltan Dallagnol, eleito Senador, era cotado para integrar o Supremo Tribunal Federal (STF) em eventual Governo Flávio Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Programa Nacional de Assistência Integral às Pessoas com Epilepsia,Partido Novo (NOVO),Voto favorável Juventude,Eleições,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT) Eleições,Deputado federal,Partido Novo (NOVO),Cláusula de barreira indicação,Senador,Partido Novo (NOVO),Ministro do Supremo Tribunal Federal,Governo,Candidato a cargo eletivo,Partido Liberal (PL)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "sim". Foi mencionado aqui, várias vezes, que os estudantes e a juventude estão indo às ruas. Pelas pesquisas a que tivemos acesso, não há diferença considerável, percentualmente, dos jovens entre 16 e 24 anos que votam em Lula ou no Senador Flávio Bolsonaro. Lembro ao Deputado que representa o Paraná, que me antecedeu, que o Partido Novo elegeu cinco Deputados Federais no Paraná. O quinto não vai ocupar esta vaga porque não atingiu 20%. O NOVO elegeu cinco Deputados Federais no Paraná e dez Deputados Federais no País. Rompemos a cláusula de barreira. Deltan Dallagnol, eleito Senador, já está cotado para ser Ministro do STF no Governo Flávio Bolsonaro. Isso é democracia! Obrigado, Presidente Hugo Motta.
  • 13/10/2026
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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "sim". Como foi mencionado aqui várias vezes que os estudantes e a juventude estão indo às ruas, olhem, nas pesquisas que a gente teve acesso, não há diferença considerável percentualmente dos jovens entre 16 e 24 anos que votam no Lula ou no Senador Flávio Bolsonaro. Lembro ao Deputado que representa o Paraná, que me antecedeu, que o Partido Novo fez cinco Deputados Federais no Paraná. O quinto não vai ocupar esta vaga porque não atingiu 20%. Mas o NOVO elegeu cinco Deputados Federais no Paraná e dez Deputados Federais no País. Rompemos a cláusula de barreira. O Deltan Dallagnol, eleito Senador, já está cotado para ser Ministro do STF no Governo Flávio Bolsonaro. Olha: isso é democracia. Obrigado, Presidente Hugo Motta.
  • 13/10/2026

    O Deputado criticou a escala de trabalho 6x1, defendida pelo PT, e ressaltou que o Partido Novo orientou contra a medida por considerar que proibir trabalhadores de atuar aos sábados e domingos prejudica categorias como garçons e comissionados, que dependem desses dias para complementar a renda. Argumentou que a medida é contraditória, uma vez que Parlamentares contrários à escala trabalharam intensamente durante campanhas eleitorais. Além disso, comparou a proposta à trajetória de Cuba, onde reduções sucessivas da jornada culminaram em desemprego. Por fim, defendeu salários dignos e redução da carga tributária como soluções reais para os trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Partido Novo (NOVO),Orientação de bancada,Voto contrário,proibição,Trabalhador,Fim de semana,Prejuízo,Garçom,contradição,Parlamentar,Campanha eleitoral,comparação,Cuba,Desemprego,Carga tributária,Salário,Partido dos Trabalhadores (PT)

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Parabéns pelo seu regresso, pela sua eleição! O Deputado que me antecedeu, assim como todos eles — vou repetir isto aqui —, vive na propaganda do PT. O Partido Novo se orgulha muito de ter orientado contrariamente, porque nós definitivamente não iremos jamais proibir alguém de trabalhar. Imaginem um garçom, que tem dois terços do seu salário vindos de gorjeta, proibido de trabalhar aos sábados e domingos, vou repetir, proibido de trabalhar. E eu faço uma pergunta. Durante a campanha eleitoral do Deputado que me antecedeu, ele trabalhou 50 dias consecutivos sem descanso. Os seus bandeirinhas de rua trabalharam 50 dias sem descanso. Então, quer dizer que, quando o trabalho é em benefício de si ou do seu grupo, pode. Agora, o garçom, o comissionado no shopping center, que é jovem, que ganha por comissão, eles vão ser proibidos de trabalhar? Isso é muito preocupante. Cuba começou assim. Cuba reduziu a escala de trabalho de 6 por 1 para 5 por 2, depois para 4 por 3, depois para 3 por 4, e hoje eles não têm mais escala de trabalho porque não têm trabalho. O que a gente precisa é de um salário digno, é de menos impostos. O trabalhador paga muito imposto, o empregador paga muito imposto. A gente está alertando aqui: o mundo de fantasia da propaganda do PT não existe em nenhum país que deu certo.
  • 13/10/2026
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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Parabéns pelo seu regresso, pela sua eleição! O Deputado que me antecedeu, assim como todos eles — vou repetir isto aqui —, vive na propaganda do PT. O Partido Novo se orgulha muito de ter orientado contrariamente, porque nós definitivamente não iremos jamais proibir alguém de trabalhar. Imaginem um garçom, que tem dois terços do seu salário vindos de gorjeta, proibido de trabalhar aos sábados e domingos, vou repetir, proibido de trabalhar. E eu faço uma pergunta. Durante a campanha eleitoral do Deputado que me antecedeu, ele trabalhou 50 dias consecutivos sem descanso. Os seus bandeirinhas de rua trabalharam 50 dias sem descanso. Então, quer dizer que, quando o trabalho é em benefício de si ou do seu grupo, pode. Agora, o garçom, o comissionado no shopping center, que é jovem, que ganha por comissão, eles vão ser proibidos de trabalhar? Isso é muito preocupante. Cuba começou assim. Cuba reduziu a escala de trabalho de 6 por 1 para 5 por 2, depois para 4 por 3, depois para 3 por 4, e hoje eles não têm mais escala de trabalho porque não têm trabalho. O que a gente precisa é de um salário digno, é de menos impostos. O trabalhador paga muito imposto, o empregador paga muito imposto. A gente está alertando aqui: o mundo de fantasia da propaganda do PT não existe em nenhum país que deu certo.
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Parabéns pelo seu regresso, pela sua eleição. O Deputado que me antecedeu, assim como todos eles, vive na propaganda do PT. O Partido Novo se orgulha muito de ter orientado contrariamente, porque nós definitivamente não iremos jamais proibir alguém de trabalhar. Imaginem um garçom, que tem dois terços do seu salário vindos de gorjeta, proibido de trabalhar aos sábados e domingos — eu vou repetir: proibido de trabalhar. E eu faço uma pergunta. Durante a campanha eleitoral do Deputado que me antecedeu, ele trabalhou 50 dias consecutivos sem descanso. Os seus bandeirinhas de rua trabalharam 50 dias sem descanso. Então, quer dizer que, quando o trabalho é em benefício de si ou do seu grupo, pode. Agora, o garçom, o comissionado no shopping center, que é jovem, que ganha por comissão, eles vão ser proibidos de trabalhar? Isso é muito preocupante. E Cuba começou assim. Cuba reduziu a escala de trabalho de 6 por 1 para 5 por 2, depois para 4 por 3, depois para 3 por 4, e hoje eles não têm mais escala de trabalho porque não têm trabalho. O que a gente precisa é de um salário digno, é de menos impostos. O trabalhador paga muito imposto, o empregador paga muito imposto. A gente está alertando aqui: o mundo de fantasia da propaganda do PT não existe em nenhum país que deu certo.
  • 13/10/2026

    O Deputado criticou o PT e o Presidente Lula, afirmando que a gestão petista teria se afastado das demandas da população e prejudicado alianças políticas no Rio de Janeiro, com reflexos na disputa de Eduardo Paes. Além disso, associou manifestações na Avenida Paulista a depredação e desrespeito, e sustentou que democracia exigia respeito ao resultado das urnas.

    Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente da República,gestão,demanda,População,Prejuízo,Aliança política,Governo estadual,Eleições,Rio de Janeiro (Estado),manifestação,Avenida,São Paulo (SP),depredação,desrespeito,Democracia,Resultado eleitoral

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, o Deputado que me antecedeu vive na propaganda do PT, não tem jeito. O desgoverno do PT é aquele comerciante que não entende o que o cliente quer. Eduardo Paes perde a eleição no Estado do Rio de Janeiro justamente porque colou a imagem dele à do Presidente Lula. Ele não precisava fazer isso. Ele ganhou as eleições para Prefeito em 2024 abrindo 20 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, que foi o Delegado Ramagem, nosso colega aqui. Ao se colar ao Presidente Lula, ele perde a eleição no primeiro turno. Isso é muito autoexplicativo. Em relação às manifestações, viu-se na televisão o que fizeram os eleitores do PT na Avenida Paulista: consumo de drogas, depredação, arruaça, desrespeito. Democracia é respeitar quem ganha no voto, e o PT nunca soube respeitar quem ganha no voto. A máscara de fascista cai muito bem para eles. Viva a democracia!
  • 13/10/2026
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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, o Deputado que me antecedeu vive na propaganda do PT, não tem jeito. O desgoverno do PT é aquele comerciante que não entende o que o cliente quer. Eduardo Paes perde a eleição no Estado do Rio de Janeiro justamente porque colou a imagem dele à do Presidente Lula. Ele não precisava fazer isso. Ele ganhou as eleições para Prefeito em 2024 abrindo 20 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, que foi o Delegado Ramagem, nosso colega aqui. Ao se colar ao Presidente Lula, ele perde a eleição no primeiro turno. Isso é muito autoexplicativo. Em relação às manifestações, viu-se na televisão o que fizeram os eleitores do PT na Avenida Paulista: consumo de drogas, depredação, arruaça, desrespeito. Democracia é respeitar quem ganha no voto, e o PT nunca soube respeitar quem ganha no voto. A máscara de fascista cai muito bem para eles. Viva a democracia!
  • 13/10/2026
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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, é com muita alegria que o Partido Novo supera a cláusula de barreira, muito em função desse rapaz aqui, eleito Senador pelo Rio Grande do Sul, Marcel van Hattem, que contagiou o Brasil. Foram nove Estados em que o Partido Novo superou 1,50%; e o Presidente Esteves, do Rio de Janeiro aqui, fomos um dos Estados em que a gente fez cumprir essa regra. Então, dez Deputados Federais eleitos pelo Partido Novo. Quem não acreditava, quem falou que o Partido Novo era pequenininho, olha, queimou a língua: três Senadores, quinze Deputados estaduais e, no Rio de Janeiro, Presidente Esteves, temos agora a Kelaine, numa eleição suplementar, na qual lidera as pesquisas na cidade de Itaguaí, eleição na mesma data de 25 de outubro e que, Marcel, nós podemos ter o primeiro Prefeito da história do Partido Novo no Estado do Rio de Janeiro. Muito obrigado, Marcel. Muito obrigado, Presidente Esteves.
  • 13/10/2026

    O Deputado celebrou o desempenho do Partido Novo, que superou a cláusula de barreira em nove Estados, e atribuiu o resultado, em parte, à atuação do Deputado Marcel van Hattem, eleito Senador pelo Rio Grande do Sul. Além disso, registrou a eleição de dez Deputados Federais, três Senadores e quinze Deputados estaduais, bem como a possibilidade de vitória de Kelaine em Itaguaí, o que poderia render a primeira Prefeita do partido no Rio de Janeiro.

    Palavras-chave oficiais: Partido Novo (NOVO),Cláusula de barreira,Eleições,Deputado federal,Candidato eleito,Senador,Rio Grande do Sul,Deputado estadual,Prefeita,Itaguaí (RJ)

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, foi com muita alegria que o Partido Novo superou a cláusula de barreira, e isso se deu muito em função desse rapaz aqui, o Deputado Marcel van Hattem, que foi eleito Senador pelo Rio Grande do Sul e que contagiou o Brasil. Foram nove os Estados em que o Partido Novo superou 1,5% dos votos válidos. E o Rio de Janeiro — o Presidente Esteves está aqui conosco — foi um dos Estados em que a gente fez cumprir essa regra. Dez Deputados Federais foram eleitos pelo Partido Novo. Quem não acreditava no nosso partido, quem dizia que o Partido Novo era pequenininho queimou a língua. Elegemos também três Senadores e quinze Deputados estaduais. No Rio de Janeiro, Presidente Esteves, temos agora a Kelaine, na cidade de Itaguaí, numa eleição suplementar para Prefeito, na qual ela lidera, segundo as pesquisas. A eleição será na mesma data da eleição nacional: 25 de outubro. Deputado Marcel, nós poderemos ter a primeira Prefeita da história do Partido Novo no Estado do Rio de Janeiro. Muito obrigado, Deputado Marcel. Muito obrigado, Presidente Esteves.
  • 13/10/2026Breves Comunicações

    O Deputado agradeceu aos eleitores do Rio de Janeiro e destacou o desempenho do Partido Novo nas eleições, com a eleição de dez Deputados Federais e três Senadores e o cumprimento da cláusula de barreira. Em seguida, criticou o Governo Federal, atribuindo-lhe a perda do poder aquisitivo, a vulnerabilidade social e o aumento da criminalidade. Contestou manifestações de adversários políticos na Avenida Paulista e defendeu o movimento Fora, Lula!. Além disso, argumentou que os brasileiros precisam de empregos e liberdade para trabalhar, citando os impactos de mudanças na jornada de trabalho sobre garçons e vendedores comissionistas. Por fim, mencionou a valorização das ações do Magazine Luiza após o resultado eleitoral que atribuiu à vitória de Flávio Bolsonaro no primeiro turno.

    Palavras-chave oficiais: Reeleição,Rio de Janeiro (Estado),Partido Novo (NOVO),Cláusula de barreira,Governo federal,Economia,Segurança pública,Poder aquisitivo,Vulnerabilidade social,Jornada de trabalho,Emprego,Liberdade econômica,Eleição,Presidente da República

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes, é uma honra ter esta sessão presidida por V.Exa. Presidente Charles, primeiro quero agradecer aos eleitores do Estado do Rio de Janeiro. Novamente, eu estou tendo o prazer e a honra de representá-los aqui na Câmara dos Deputados. Obrigado por cada voto de confiança. Nunca tive cargo no Governo do Estado do Rio de Janeiro, tampouco em Prefeituras — nunca tive um Prefeito me apoiando, nos 92 Municípios. É um voto de opinião, de dedicação. O Partido Novo supera a cláusula de barreira. O Partido Novo elege dez Deputados Federais para esta Casa. O Partido Novo elege três Senadores. Atingimos 1,5% dos votos em mais de nove Estados. Lembro aqui que houve Deputado do PSOL dizendo que eu estava num partideco. Quem não conseguiu atingir a cláusula de barreira foi justamente o PSOL. Olha, não subestimem ninguém na vida de vocês, não subestimem a verdade. Eu ouvi Deputados aqui falando em números absurdos. O fato é que o Governo Lula, o desgoverno Lula não entrega. O Brasil está estagnado nos anos 80 e 90. Basta você viajar à América do Sul, basta você viajar a países da Ásia, a países até como Marrocos, que está no norte da África. Estamos parados no tempo. O salário mínimo mais baixo da América do Sul está aqui no Brasil. Vamos excluir a Venezuela, porque competir com a Venezuela não dá. O Lula apoiou aquele Governo do Chaves desde 1998. Destruíram a Venezuela, agora querem destruir o Brasil. Poder aquisitivo destruído. Basta qualquer Deputado Federal ir a um supermercado e ver o preço dos alimentos, ver o salário das pessoas como está baixo. Recorde de participantes no Bolsa Família, recorde de inscritos no CadÚnico, aumento de vulnerabilidade social, aumento de moradores de rua, aumento de barricadas, aumento de tráfico, aumento de feminicídio, aumento de assassinatos. Tudo isso no desgoverno Lula, no qual 95% dos presos, traficantes, assassinos e sequestradores, fazem o L nos presídios. Manifestação na Avenida Paulista, no domingo: depredação. Não sou eu quem está inventando, não. Olhem as imagens, eu vou botar no vídeo. Olhem as imagens das nossas manifestações na Paulista e olhem as imagens da Esquerda, domingo! Olhem o quebra-quebra, olhem o consumo de drogas, pessoas com o rosto coberto! Para quê? Por quê? Essa é a democracia que vocês querem? Essa é a democracia quando a gente vira o primeiro turno no voto, e eles vão fazer passeata pela democracia? Quer dizer, a democracia que vale é só para eles? A vitória do adversário é um movimento antidemocrático? Isso é fascismo. O fascista são vocês, que não dão crédito para a vitória do outro. Vocês sabem qual é o maior candidato dessa eleição? Não é nenhum opositor do Lula, não! É o "Fora, Lula"! O Brasil não aguenta mais! Tivemos o motoboy que colou adesivo no Rio de Janeiro a rodo; o prestador de serviço no Rio de Janeiro que colou o "Fora, Lula" no carro a rodo. Você sabe por quê? Eles não têm mais dinheiro em casa, não têm serviço. E aí vem Deputado aqui da base do Governo dizer que é a favor da 5 por 2? Na campanha de cada um aqui havia bandeirinha: "Cinquenta dias trabalhando sob o sol, sem um dia de descanso". Quer dizer, quando a pessoa trabalha para eles, não precisa descansar. O Deputado Federal faz 50 dias de campanha sem parar para descansar, aí pode. O brasileiro quer emprego. O brasileiro não quer dependência de Bolsa Família. Não existe projeto bom se você tira a liberdade, por exemplo, do garçom de trabalhar. Vocês já pensaram que o garçom brasileiro ganha dois terços do seu salário vindo de gorjeta, e você está dizendo a ele que ele tem que ficar em casa sábado e domingo, sendo que o poder aquisitivo dele vai despencar? Os comissionistas, os vendedores... A gente quer um Brasil livre. Eu peço mais 30 segundos, para encerrar. Até o petista vai sorrir com a vitória do Flávio Bolsonaro. E eu já trago uma petista bem emblemática: Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza. Sabe em quantos por cento subiu a ação do Magazine Luiza no dia 5 de outubro, após a vitória do Flávio Bolsonaro? Trinta por cento! A fortuna da Luiza Trajano aumentou em 1 bilhão e 200 milhões de reais. É tudo autoexplicativo. Só não enxerga quem não quer. Viva o Brasil! Dia 25, é 22!
  • 13/10/2026Breves Comunicações
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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles, é uma honra ter esta sessão presidida por V.Exa. Presidente Charles, primeiro quero agradecer aos eleitores do Estado do Rio de Janeiro. Novamente, eu estou tendo o prazer e a honra de representá-los aqui na Câmara dos Deputados. Obrigado por cada voto de confiança. Nunca tive nenhum cargo no Governo do Estado do Rio de Janeiro, tampouco em Prefeituras, nunca tive um Prefeito me apoiando, seja nos 92 Municípios, é um voto de opinião, de dedicação. O Partido Novo supera a cláusula de barreira. O Partido Novo elege dez Deputados Federais para esta Casa. O Partido Novo elege três Senadores. Atingimos 1,50% dos votos em mais de nove Estados. Lembro aqui que houve Deputado do PSOL falando que eu estava num partideco. Quem não conseguiu atingir a cláusula de barreira foi justamente o PSOL. Olha, não subestimem ninguém na vida de vocês, não subestimem a verdade. Olha, eu ouvi Deputados aqui falando em números absurdos. O fato é o Governo Lula, o desgoverno Lula não entrega. O Brasil está estagnado nos anos 80 e 90. Basta você viajar à América do Sul, basta você viajar a países da Ásia, a países até como Marrocos, que está no norte da África. Estamos parados no tempo. O salário mínimo mais baixo da América do Sul está aqui no Brasil. Vamos excluir a Venezuela, que competir com a Venezuela não dá. O Lula apoiou aquele Governo do Chaves desde 98. Destruíram a Venezuela, agora querem destruir o Brasil. Poder aquisitivo destruído. Basta qualquer Deputado Federal ir a um supermercado e ver o preço dos alimentos, ver o salário das pessoas como estão baixos. Recorde de participantes do Bolsa Família, recorde de inscritos no CadÚnico, aumento de vulnerabilidade social, aumento de moradores de rua, aumento de barricadas, aumento de tráfico, aumento de feminicídio, aumento de assassinatos. Tudo isso no desgoverno Lula, no qual 95% dos presos, traficantes, assassinos e sequestradores fazem o L nos presídios. Manifestação da Avenida Paulista, domingo, depredação. Não sou eu que estou inventando, não. Olhem as imagens , eu vou botar no vídeo. Olhem as imagens das nossas manifestações na Paulista e olhem as imagens da Esquerda, domingo. Olhem o quebra-quebra, olhem o consumo de drogas, pessoas com o rosto coberto. Para quê? Por quê? Essa é a democracia que vocês querem? Essa é a democracia quando a gente vira o primeiro turno no voto e eles vão fazer passeata pela democracia? Quer dizer, a democracia que vale é só para eles? A vitória do adversário é um movimento antidemocrático? Isso é fascismo. O fascista são vocês, que não dão crédito para a vitória do outro. Olha, vocês sabem qual é o maior candidato dessa eleição? Não é nenhum opositor do Lula! É o "Fora, Lula"! O Brasil não aguenta mais! Tivemos o motoboy que colou adesivo no Rio de Janeiro a rodo; o prestador de serviço no Rio de Janeiro que colou o "Fora, Lula" no carro a rodo. Você sabe por quê? Eles não têm mais dinheiro em casa, não têm serviço. E aí vem Deputado aqui da base do Governo falar que é a favor da 5x2... Olha, na campanha de cada um aqui havia bandeirinha: "50 dias trabalhando sob o sol", "50 dias sem um dia descanso". Então, quer dizer, quando a pessoa trabalha para eles, não precisa descansar. O Deputado Federal faz 50 dias de campanha sem parar para descansar, aí pode. O brasileiro quer emprego. O brasileiro não quer dependência de Bolsa Família. Não existe projeto bom se você tira a liberdade, por exemplo, do garçom de trabalhar. Vocês já pensaram que o garçom brasileiro ganha dois terços do seu salário vindo de gorjeta e você está dizendo para ele que ele tem que ficar em casa sábado e domingo, sendo que o poder aquisitivo dele vai despencar?! Os comissionistas, os vendedores... A gente quer um Brasil livre. Eu peço mais 30 segundos para encerrar. Até o petista vai sorrir com a vitória do Flávio Bolsonaro. E eu já trago uma petista bem emblemática: Luiza Trajano, dona da Magazine Luísa. Sabe quantos por cento subiu ação da Magazine Luiza no dia 5 de outubro, após a vitória do Flávio Bolsonaro? Trinta por cento! A fortuna da Luiza Trajano aumentou em 1 bilhão e 200 milhões de reais. É tudo autoexplicativo. Só não enxerga quem não quer. Viva o Brasil! Dia 25 é 22!
  • 13/10/2026Breves Comunicações
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes, é uma honra ter esta sessão presidida por V.Exa. Presidente Charles, primeiro quero agradecer aos eleitores do Estado do Rio de Janeiro. Novamente, eu estou tendo o prazer e a honra de representá-los aqui na Câmara dos Deputados. Obrigado por cada voto de confiança. Nunca tive cargo no Governo do Estado do Rio de Janeiro, tampouco em Prefeituras — nunca tive um Prefeito me apoiando, nos 92 Municípios. É um voto de opinião, de dedicação. O Partido Novo supera a cláusula de barreira. O Partido Novo elege dez Deputados Federais para esta Casa. O Partido Novo elege três Senadores. Atingimos 1,5% dos votos em mais de nove Estados. Lembro aqui que houve Deputado do PSOL dizendo que eu estava num partideco. Quem não conseguiu atingir a cláusula de barreira foi justamente o PSOL. Olha, não subestimem ninguém na vida de vocês, não subestimem a verdade. Eu ouvi Deputados aqui falando em números absurdos. O fato é que o Governo Lula, o desgoverno Lula não entrega. O Brasil está estagnado nos anos 80 e 90. Basta você viajar à América do Sul, basta você viajar a países da Ásia, a países até como Marrocos, que está no norte da África. Estamos parados no tempo. O salário mínimo mais baixo da América do Sul está aqui no Brasil. Vamos excluir a Venezuela, porque competir com a Venezuela não dá. O Lula apoiou aquele Governo do Chaves desde 1998. Destruíram a Venezuela, agora querem destruir o Brasil. Poder aquisitivo destruído. Basta qualquer Deputado Federal ir a um supermercado e ver o preço dos alimentos, ver o salário das pessoas como está baixo. Recorde de participantes no Bolsa Família, recorde de inscritos no CadÚnico, aumento de vulnerabilidade social, aumento de moradores de rua, aumento de barricadas, aumento de tráfico, aumento de feminicídio, aumento de assassinatos. Tudo isso no desgoverno Lula, no qual 95% dos presos, traficantes, assassinos e sequestradores, fazem o L nos presídios. Manifestação na Avenida Paulista, no domingo: depredação. Não sou eu quem está inventando, não. Olhem as imagens, eu vou botar no vídeo. Olhem as imagens das nossas manifestações na Paulista e olhem as imagens da Esquerda, domingo! Olhem o quebra-quebra, olhem o consumo de drogas, pessoas com o rosto coberto! Para quê? Por quê? Essa é a democracia que vocês querem? Essa é a democracia quando a gente vira o primeiro turno no voto, e eles vão fazer passeata pela democracia? Quer dizer, a democracia que vale é só para eles? A vitória do adversário é um movimento antidemocrático? Isso é fascismo. O fascista são vocês, que não dão crédito para a vitória do outro. Vocês sabem qual é o maior candidato dessa eleição? Não é nenhum opositor do Lula, não! É o "Fora, Lula"! O Brasil não aguenta mais! Tivemos o motoboy que colou adesivo no Rio de Janeiro a rodo; o prestador de serviço no Rio de Janeiro que colou o "Fora, Lula" no carro a rodo. Você sabe por quê? Eles não têm mais dinheiro em casa, não têm serviço. E aí vem Deputado aqui da base do Governo dizer que é a favor da 5 por 2? Na campanha de cada um aqui havia bandeirinha: "Cinquenta dias trabalhando sob o sol, sem um dia de descanso". Quer dizer, quando a pessoa trabalha para eles, não precisa descansar. O Deputado Federal faz 50 dias de campanha sem parar para descansar, aí pode. O brasileiro quer emprego. O brasileiro não quer dependência de Bolsa Família. Não existe projeto bom se você tira a liberdade, por exemplo, do garçom de trabalhar. Vocês já pensaram que o garçom brasileiro ganha dois terços do seu salário vindo de gorjeta, e você está dizendo a ele que ele tem que ficar em casa sábado e domingo, sendo que o poder aquisitivo dele vai despencar? Os comissionistas, os vendedores... A gente quer um Brasil livre. Eu peço mais 30 segundos, para encerrar. Até o petista vai sorrir com a vitória do Flávio Bolsonaro. E eu já trago uma petista bem emblemática: Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza. Sabe em quantos por cento subiu a ação do Magazine Luiza no dia 5 de outubro, após a vitória do Flávio Bolsonaro? Trinta por cento! A fortuna da Luiza Trajano aumentou em 1 bilhão e 200 milhões de reais. É tudo autoexplicativo. Só não enxerga quem não quer. Viva o Brasil! Dia 25, é 22!
  • 13/10/2026

    O Deputado contestou declarações do Deputado Otoni de Paula e negou a afirmação de que Flávio Bolsonaro teria obtido maior votação em áreas controladas por milícias no Rio de Janeiro. Em contraponto, apontou Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Itanhangá como regiões de maior votação do Senador. Além disso, relatou o sucesso de uma campanha de distribuição de adesivos com a frase Fora, Lula! e desafiou Deputados de Esquerda a realizar ação semelhante em frente ao Barra Shopping. Afirmou ainda que motoboys e prestadores de serviços aderiram à campanha por serem prejudicados pelo Governo Federal. Por fim, criticou a perda de poder aquisitivo no Brasil e afirmou que o País tinha o segundo menor salário mínimo da América do Sul, à frente apenas da Venezuela.

    Palavras-chave oficiais: Contestação,Pronunciamento parlamentar,Senador,Milícia,Rio de Janeiro (Estado),Eleição,Campanha eleitoral,Partido dos Trabalhadores (PT),Motoboy,Governo federal,Economia,Poder aquisitivo,Salário mínimo

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, eu ouvi com muita atenção o Deputado que me antecedeu e quero dizer, primeiro, que o que ele disse é mentira. As áreas no Rio de Janeiro que deram a maior votação ao Flávio Bolsonaro foram Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Itanhangá. Eu mesmo fui o Deputado Federal mais bem votado da Barra da Tijuca. Segundo, nós fizemos uma campanha com adesivos com a inscrição "Fora, Lula!", e foi um sucesso no Rio de Janeiro — um sucesso. Eu desafio qualquer Deputado de esquerda a ficar no sinal do Barra Shopping distribuindo adesivos pró-Lula, enquanto distribuímos adesivos pró-Flávio Bolsonaro, para vermos quem vai entregar mais. Motoboys e prestadores de serviços eram os que mais colavam o adesivo "Fora, Lula!". Por quê? Porque são esses trabalhadores que querem trabalhar e prosperar que são mais afetados por este Governo. O poder econômico do brasileiro foi destruído. O Brasil tem o segundo menor salário mínimo da América do Sul. A gente só ganha da Venezuela. Obrigado.
  • 13/10/2026
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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, eu ouvi com muita atenção o Deputado que me antecedeu e quero dizer, primeiro, que o que ele disse é mentira. As áreas no Rio de Janeiro que deram a maior votação ao Flávio Bolsonaro foram Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Itanhangá. Eu mesmo fui o Deputado Federal mais bem votado da Barra da Tijuca. Segundo, nós fizemos uma campanha com adesivos com a inscrição "Fora, Lula!", e foi um sucesso no Rio de Janeiro — um sucesso. Eu desafio qualquer Deputado de esquerda a ficar no sinal do Barra Shopping distribuindo adesivos pró-Lula, enquanto distribuímos adesivos pró-Flávio Bolsonaro, para vermos quem vai entregar mais. Motoboys e prestadores de serviços eram os que mais colavam o adesivo "Fora, Lula!". Por quê? Porque são esses trabalhadores que querem trabalhar e prosperar que são mais afetados por este Governo. O poder econômico do brasileiro foi destruído. O Brasil tem o segundo menor salário mínimo da América do Sul. A gente só ganha da Venezuela. Obrigado.
  • 13/10/2026
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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, eu ouvi com muita atenção o Deputado que me antecedeu. Primeiro, isso é mentira. As áreas no Rio de Janeiro que deram a maior votação ao Flávio Bolsonaro foram Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Itanhangá. Eu mesmo fui o Deputado Federal mais bem votado da Barra da Tijuca. Segundo, nós fizemos uma campanha de adesivo "Fora, Lula!" que foi um sucesso no Rio de Janeiro — um sucesso. Eu desafio qualquer Deputado de esquerda a ficar no sinal do BarraShopping distribuindo adesivo pró-Lula e pró-Flávio Bolsonaro, e vamos ver quem vai entregar mais. Motoboys e prestadores de serviço eram os que mais colavam o adesivo do "Fora, Lula!". Por quê? São esses trabalhadores que querem trabalhar e prosperar que são afetados. O poder econômico do brasileiro foi destruído. A gente tem o segundo menor salário mínimo da América do Sul, só ganha da Venezuela. Obrigado.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.