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Foto de Luiz Lima

Deputado · Câmara

Luiz Lima

NOVO · RJ

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 93 de 100, Cara Bom0406080100

93/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 96% dos deputados · média do partido: 90

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 100%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 97%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 77%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 80%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · 2021

Vota com o governo 97%das 578 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 99%das 716 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.luizlima@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5504
Gabinete
Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de 2021

Presença nas sessões

100%

Esteve em 89 de 89 sessões

Melhor que 81% dos deputadosMédia do partido: 99%

Votou nas votações

97%

Registrou voto em 730 de 755 votações nominais

Melhor que 97% dos deputadosMédia do partido: 97%

Iniciativas que viraram lei

0

de 14 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 10 em andamento · 2 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

97%

Em 578 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 97% dos deputadosMédia do partido: 71%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.072 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 14/10/2026.

  • 14/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente Silvio, eu vou na linha do Deputado Cabo Gilberto: o Governo comemorando pesquisa. Se, no primeiro turno, as pesquisas apontavam que o Lula estava na frente e o Flávio ganhou e agora aponta que o Flávio está na frente, é porque a vantagem aumentou. Eu vou lembrar aqui de cabeça aqueles que foram aposentados por expulsória. O José Dirceu foi aposentado, o Deputado Paulo Pimenta foi aposentado, a Deputada Gleisi Hoffmann foi aposentada, a Deputada Benedita da Silva foi aposentada, a Deputada Erika Kokay foi aposentada. O PSOL não rompeu a cláusula de barreira, o PSOL não alcançou a cláusula de barreira e fica aqui comemorando. Com todo respeito aos Deputados, mas é democracia. Não alcançou! O PDT não alcançou a cláusula de barreira. Eu vou repetir: o PDT e o PSOL não alcançaram a cláusula de barreira. Vocês estão comemorando o quê? Obrigado, Presidente.
  • 14/10/2026Breves Comunicações
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Lula da Fonte! É uma honra ter a sessão presidida por V.Exa., ainda mais com V.Exa. representando o Pernambuco, Estado de nascimento da minha mãe. Minha mãe nasceu em Limoeiro, minha avó, em Salgadinho, e eu também tenho família em Carpina. Presidente Lula, eu estava acompanhando a sessão e vi muitos Deputados que defendem o atual desgoverno brasileiro, o desgoverno Lula, atribuírem discursos de apoio à ditadura ao Presidente Bolsonaro, ao Senador Flávio Bolsonaro. E, sentado ali, eu me lembrei de uma entrevista do Lula à revista Playboy, em 1979 — meu pai sempre me falava dessa entrevista. Na entrevista, ele elogia Mao Tsé-Tung, que, segundo ele, "também lutou por aquilo que achava certo, lutou para transformar alguma coisa". Mao Tsé-Tung governou a China durante 27 anos, só deixou de governar com a sua morte, matou 70 milhões de pessoas e deixou a China passando fome. Depois, o repórter da revista Playboy, em 1979, pergunta: "Alguém mais que você admira?" Ele disse que sim: "(...) Hitler (...) eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer". Hitler! Depois ele vem com: "O Fidel Castro, que também se dedicou a uma causa e lutou contra tudo". Depois, fala do aiatolá Khomeini: "Eu não conheço muito a coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do Xá foi um negócio sério". Outra pergunta: "As pessoas que você disse que admira derrubaram e ajudaram a derrubar governos. Mera coincidência?" Lula responde: "Não, não é coincidência, não. É que todos eles estavam ao lado dos menos favorecidos". Olha, em 1979, quer dizer, 47 anos depois, essa essência é a que permanece. É mais difícil ele fazer isso aqui no Brasil; a gente não vai deixar, o eleitor brasileiro não vai deixar. O eleitor brasileiro aposentou José Dirceu, aposentou a Deputada Erika Kokay, aposentou a Deputada Gleisi Hoffmann, aposentou a Deputada Benedita da Silva, aposentou o Deputado Paulo Pimenta, aposentou o Deputado Reimont, do Rio de Janeiro. O recado foi nas urnas, é democracia. O desgoverno Lula não entregou. Basta você ir ao supermercado, basta você ver o seu poder aquisitivo destruído, basta ver os mais de 30 milhões no Bolsa Família, que era um programa para dar chance ao cidadão de se reerguer, mas o cidadão fica com muito mais dificuldade de sair, CadÚnico, empresas no Paraguai, brasileiros atravessando a Ponte da Amizade num só sentido, Brasil-Paraguai. Eu vou encerrar aqui, Presidente Lula da Fonte, com um editorial de O Estado de S.Paulo: "Lula quebra o Brasil para se reeleger. Petista usa truques contábeis para esconder o aumento cavalar de despesas, lembrando as malfadadas pedaladas fiscais de Dilma. Mas a conta da dívida pública explosiva sempre chega". O editorial do Estadão lembra Orestes Quércia: "Quebrei o Banespa, mas elegi meu sucessor". Essa frase, atribuída ao ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia, resume uma forma de usar os instrumentos à disposição do governo, não para o bem comum, mas para proveito próprio. É amplamente sabido que o Governo Luiz Inácio Lula da Silva vem patrocinando uma série de medidas para tentar levantar sua popularidade e ajudar em sua reeleição. Mas ninguém, até o momento, havia tido paciência de somar todas as "pequenas bondades eleitorais" que, tomadas uma a uma, parecem inofensivas. O economista Marcos Mendes, em relatório da XP Investimentos, fez esse trabalho para o cidadão brasileiro. E o retrato não é nada bonito. Segundo o economista (...), somente neste ano foram nada menos do que 33 medidas diferentes, somando a incrível marca de R$ 215 bilhões em aumento de despesas ou redução de receitas. Em comparação, a malfadada PEC 126/2022, a chamada "PEC da gastança" liberou R$ 168 bilhões. O editorial encerra com a seguinte frase: "Hoje, sem espaço de manobra, com o Orçamento tomado por decisões populistas do passado e do presente, o governo Lula lança mão dos mesmos expedientes do governo Dilma. O final dessa história já conhecemos". Eu peço mais 30 segundos e eu encerro, Presidente. Presidente Lula, Flávio Bolsonaro vence em catorze Estados do País, catorze Estados brasileiros, que detêm 66% da população brasileira. Eu estou falando aqui de: Santa Catarina, com 66%; Roraima, 71%; Mato Grosso, 65%; Acre, 64%; Paraná, 59%; Mato Grosso do Sul; Rio Grande do Sul; Espírito Santo; Goiás; Rio de Janeiro; São Paulo; Distrito Federal; Tocantins; Minas Gerais. Partindo do princípio de que os apoiadores do Governo falam que Flávio Bolsonaro teve voto em lugares de milícia, eles estão falando que catorze Estados são lugares de milícia. E não é verdade. Flávio Bolsonaro, Presidente. Dia 25, é 22! Obrigado.
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "sim". Como foi mencionado aqui várias vezes que os estudantes e a juventude estão indo às ruas, olhem, nas pesquisas que a gente teve acesso, não há diferença considerável percentualmente dos jovens entre 16 e 24 anos que votam no Lula ou no Senador Flávio Bolsonaro. Lembro ao Deputado que representa o Paraná, que me antecedeu, que o Partido Novo fez cinco Deputados Federais no Paraná. O quinto não vai ocupar esta vaga porque não atingiu 20%. Mas o NOVO elegeu cinco Deputados Federais no Paraná e dez Deputados Federais no País. Rompemos a cláusula de barreira. O Deltan Dallagnol, eleito Senador, já está cotado para ser Ministro do STF no Governo Flávio Bolsonaro. Olha: isso é democracia. Obrigado, Presidente Hugo Motta.
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Parabéns pelo seu regresso, pela sua eleição! O Deputado que me antecedeu, assim como todos eles — vou repetir isto aqui —, vive na propaganda do PT. O Partido Novo se orgulha muito de ter orientado contrariamente, porque nós definitivamente não iremos jamais proibir alguém de trabalhar. Imaginem um garçom, que tem dois terços do seu salário vindos de gorjeta, proibido de trabalhar aos sábados e domingos, vou repetir, proibido de trabalhar. E eu faço uma pergunta. Durante a campanha eleitoral do Deputado que me antecedeu, ele trabalhou 50 dias consecutivos sem descanso. Os seus bandeirinhas de rua trabalharam 50 dias sem descanso. Então, quer dizer que, quando o trabalho é em benefício de si ou do seu grupo, pode. Agora, o garçom, o comissionado no shopping center, que é jovem, que ganha por comissão, eles vão ser proibidos de trabalhar? Isso é muito preocupante. Cuba começou assim. Cuba reduziu a escala de trabalho de 6 por 1 para 5 por 2, depois para 4 por 3, depois para 3 por 4, e hoje eles não têm mais escala de trabalho porque não têm trabalho. O que a gente precisa é de um salário digno, é de menos impostos. O trabalhador paga muito imposto, o empregador paga muito imposto. A gente está alertando aqui: o mundo de fantasia da propaganda do PT não existe em nenhum país que deu certo.
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Parabéns pelo seu regresso, pela sua eleição. O Deputado que me antecedeu, assim como todos eles, vive na propaganda do PT. O Partido Novo se orgulha muito de ter orientado contrariamente, porque nós definitivamente não iremos jamais proibir alguém de trabalhar. Imaginem um garçom, que tem dois terços do seu salário vindos de gorjeta, proibido de trabalhar aos sábados e domingos — eu vou repetir: proibido de trabalhar. E eu faço uma pergunta. Durante a campanha eleitoral do Deputado que me antecedeu, ele trabalhou 50 dias consecutivos sem descanso. Os seus bandeirinhas de rua trabalharam 50 dias sem descanso. Então, quer dizer que, quando o trabalho é em benefício de si ou do seu grupo, pode. Agora, o garçom, o comissionado no shopping center, que é jovem, que ganha por comissão, eles vão ser proibidos de trabalhar? Isso é muito preocupante. E Cuba começou assim. Cuba reduziu a escala de trabalho de 6 por 1 para 5 por 2, depois para 4 por 3, depois para 3 por 4, e hoje eles não têm mais escala de trabalho porque não têm trabalho. O que a gente precisa é de um salário digno, é de menos impostos. O trabalhador paga muito imposto, o empregador paga muito imposto. A gente está alertando aqui: o mundo de fantasia da propaganda do PT não existe em nenhum país que deu certo.
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, o Deputado que me antecedeu vive na propaganda do PT, não tem jeito. O desgoverno do PT é aquele comerciante que não entende o que o cliente quer. Eduardo Paes perde a eleição no Estado do Rio de Janeiro justamente porque colou a imagem dele à do Presidente Lula. Ele não precisava fazer isso. Ele ganhou as eleições para Prefeito em 2024 abrindo 20 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, que foi o Delegado Ramagem, nosso colega aqui. Ao se colar ao Presidente Lula, ele perde a eleição no primeiro turno. Isso é muito autoexplicativo. Em relação às manifestações, viu-se na televisão o que fizeram os eleitores do PT na Avenida Paulista: consumo de drogas, depredação, arruaça, desrespeito. Democracia é respeitar quem ganha no voto, e o PT nunca soube respeitar quem ganha no voto. A máscara de fascista cai muito bem para eles. Viva a democracia!
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, é com muita alegria que o Partido Novo supera a cláusula de barreira, muito em função desse rapaz aqui, eleito Senador pelo Rio Grande do Sul, Marcel van Hattem, que contagiou o Brasil. Foram nove Estados em que o Partido Novo superou 1,50%; e o Presidente Esteves, do Rio de Janeiro aqui, fomos um dos Estados em que a gente fez cumprir essa regra. Então, dez Deputados Federais eleitos pelo Partido Novo. Quem não acreditava, quem falou que o Partido Novo era pequenininho, olha, queimou a língua: três Senadores, quinze Deputados estaduais e, no Rio de Janeiro, Presidente Esteves, temos agora a Kelaine, numa eleição suplementar, na qual lidera as pesquisas na cidade de Itaguaí, eleição na mesma data de 25 de outubro e que, Marcel, nós podemos ter o primeiro Prefeito da história do Partido Novo no Estado do Rio de Janeiro. Muito obrigado, Marcel. Muito obrigado, Presidente Esteves.
  • 13/10/2026

    O Deputado celebrou o desempenho do Partido Novo, que superou a cláusula de barreira em nove Estados, e atribuiu o resultado, em parte, à atuação do Deputado Marcel van Hattem, eleito Senador pelo Rio Grande do Sul. Além disso, registrou a eleição de dez Deputados Federais, três Senadores e quinze Deputados estaduais, bem como a possibilidade de vitória de Kelaine em Itaguaí, o que poderia render a primeira Prefeita do partido no Rio de Janeiro.

    Palavras-chave oficiais: Partido Novo (NOVO),Cláusula de barreira,Eleições,Deputado federal,Candidato eleito,Senador,Rio Grande do Sul,Deputado estadual,Prefeita,Itaguaí (RJ)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, foi com muita alegria que o Partido Novo superou a cláusula de barreira, e isso se deu muito em função desse rapaz aqui, o Deputado Marcel van Hattem, que foi eleito Senador pelo Rio Grande do Sul e que contagiou o Brasil. Foram nove os Estados em que o Partido Novo superou 1,5% dos votos válidos. E o Rio de Janeiro — o Presidente Esteves está aqui conosco — foi um dos Estados em que a gente fez cumprir essa regra. Dez Deputados Federais foram eleitos pelo Partido Novo. Quem não acreditava no nosso partido, quem dizia que o Partido Novo era pequenininho queimou a língua. Elegemos também três Senadores e quinze Deputados estaduais. No Rio de Janeiro, Presidente Esteves, temos agora a Kelaine, na cidade de Itaguaí, numa eleição suplementar para Prefeito, na qual ela lidera, segundo as pesquisas. A eleição será na mesma data da eleição nacional: 25 de outubro. Deputado Marcel, nós poderemos ter a primeira Prefeita da história do Partido Novo no Estado do Rio de Janeiro. Muito obrigado, Deputado Marcel. Muito obrigado, Presidente Esteves.
  • 13/10/2026Breves Comunicações
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles, é uma honra ter esta sessão presidida por V.Exa. Presidente Charles, primeiro quero agradecer aos eleitores do Estado do Rio de Janeiro. Novamente, eu estou tendo o prazer e a honra de representá-los aqui na Câmara dos Deputados. Obrigado por cada voto de confiança. Nunca tive nenhum cargo no Governo do Estado do Rio de Janeiro, tampouco em Prefeituras, nunca tive um Prefeito me apoiando, seja nos 92 Municípios, é um voto de opinião, de dedicação. O Partido Novo supera a cláusula de barreira. O Partido Novo elege dez Deputados Federais para esta Casa. O Partido Novo elege três Senadores. Atingimos 1,50% dos votos em mais de nove Estados. Lembro aqui que houve Deputado do PSOL falando que eu estava num partideco. Quem não conseguiu atingir a cláusula de barreira foi justamente o PSOL. Olha, não subestimem ninguém na vida de vocês, não subestimem a verdade. Olha, eu ouvi Deputados aqui falando em números absurdos. O fato é o Governo Lula, o desgoverno Lula não entrega. O Brasil está estagnado nos anos 80 e 90. Basta você viajar à América do Sul, basta você viajar a países da Ásia, a países até como Marrocos, que está no norte da África. Estamos parados no tempo. O salário mínimo mais baixo da América do Sul está aqui no Brasil. Vamos excluir a Venezuela, que competir com a Venezuela não dá. O Lula apoiou aquele Governo do Chaves desde 98. Destruíram a Venezuela, agora querem destruir o Brasil. Poder aquisitivo destruído. Basta qualquer Deputado Federal ir a um supermercado e ver o preço dos alimentos, ver o salário das pessoas como estão baixos. Recorde de participantes do Bolsa Família, recorde de inscritos no CadÚnico, aumento de vulnerabilidade social, aumento de moradores de rua, aumento de barricadas, aumento de tráfico, aumento de feminicídio, aumento de assassinatos. Tudo isso no desgoverno Lula, no qual 95% dos presos, traficantes, assassinos e sequestradores fazem o L nos presídios. Manifestação da Avenida Paulista, domingo, depredação. Não sou eu que estou inventando, não. Olhem as imagens , eu vou botar no vídeo. Olhem as imagens das nossas manifestações na Paulista e olhem as imagens da Esquerda, domingo. Olhem o quebra-quebra, olhem o consumo de drogas, pessoas com o rosto coberto. Para quê? Por quê? Essa é a democracia que vocês querem? Essa é a democracia quando a gente vira o primeiro turno no voto e eles vão fazer passeata pela democracia? Quer dizer, a democracia que vale é só para eles? A vitória do adversário é um movimento antidemocrático? Isso é fascismo. O fascista são vocês, que não dão crédito para a vitória do outro. Olha, vocês sabem qual é o maior candidato dessa eleição? Não é nenhum opositor do Lula! É o "Fora, Lula"! O Brasil não aguenta mais! Tivemos o motoboy que colou adesivo no Rio de Janeiro a rodo; o prestador de serviço no Rio de Janeiro que colou o "Fora, Lula" no carro a rodo. Você sabe por quê? Eles não têm mais dinheiro em casa, não têm serviço. E aí vem Deputado aqui da base do Governo falar que é a favor da 5x2... Olha, na campanha de cada um aqui havia bandeirinha: "50 dias trabalhando sob o sol", "50 dias sem um dia descanso". Então, quer dizer, quando a pessoa trabalha para eles, não precisa descansar. O Deputado Federal faz 50 dias de campanha sem parar para descansar, aí pode. O brasileiro quer emprego. O brasileiro não quer dependência de Bolsa Família. Não existe projeto bom se você tira a liberdade, por exemplo, do garçom de trabalhar. Vocês já pensaram que o garçom brasileiro ganha dois terços do seu salário vindo de gorjeta e você está dizendo para ele que ele tem que ficar em casa sábado e domingo, sendo que o poder aquisitivo dele vai despencar?! Os comissionistas, os vendedores... A gente quer um Brasil livre. Eu peço mais 30 segundos para encerrar. Até o petista vai sorrir com a vitória do Flávio Bolsonaro. E eu já trago uma petista bem emblemática: Luiza Trajano, dona da Magazine Luísa. Sabe quantos por cento subiu ação da Magazine Luiza no dia 5 de outubro, após a vitória do Flávio Bolsonaro? Trinta por cento! A fortuna da Luiza Trajano aumentou em 1 bilhão e 200 milhões de reais. É tudo autoexplicativo. Só não enxerga quem não quer. Viva o Brasil! Dia 25 é 22!
  • 13/10/2026Breves Comunicações
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes, é uma honra ter esta sessão presidida por V.Exa. Presidente Charles, primeiro quero agradecer aos eleitores do Estado do Rio de Janeiro. Novamente, eu estou tendo o prazer e a honra de representá-los aqui na Câmara dos Deputados. Obrigado por cada voto de confiança. Nunca tive cargo no Governo do Estado do Rio de Janeiro, tampouco em Prefeituras — nunca tive um Prefeito me apoiando, nos 92 Municípios. É um voto de opinião, de dedicação. O Partido Novo supera a cláusula de barreira. O Partido Novo elege dez Deputados Federais para esta Casa. O Partido Novo elege três Senadores. Atingimos 1,5% dos votos em mais de nove Estados. Lembro aqui que houve Deputado do PSOL dizendo que eu estava num partideco. Quem não conseguiu atingir a cláusula de barreira foi justamente o PSOL. Olha, não subestimem ninguém na vida de vocês, não subestimem a verdade. Eu ouvi Deputados aqui falando em números absurdos. O fato é que o Governo Lula, o desgoverno Lula não entrega. O Brasil está estagnado nos anos 80 e 90. Basta você viajar à América do Sul, basta você viajar a países da Ásia, a países até como Marrocos, que está no norte da África. Estamos parados no tempo. O salário mínimo mais baixo da América do Sul está aqui no Brasil. Vamos excluir a Venezuela, porque competir com a Venezuela não dá. O Lula apoiou aquele Governo do Chaves desde 1998. Destruíram a Venezuela, agora querem destruir o Brasil. Poder aquisitivo destruído. Basta qualquer Deputado Federal ir a um supermercado e ver o preço dos alimentos, ver o salário das pessoas como está baixo. Recorde de participantes no Bolsa Família, recorde de inscritos no CadÚnico, aumento de vulnerabilidade social, aumento de moradores de rua, aumento de barricadas, aumento de tráfico, aumento de feminicídio, aumento de assassinatos. Tudo isso no desgoverno Lula, no qual 95% dos presos, traficantes, assassinos e sequestradores, fazem o L nos presídios. Manifestação na Avenida Paulista, no domingo: depredação. Não sou eu quem está inventando, não. Olhem as imagens, eu vou botar no vídeo. Olhem as imagens das nossas manifestações na Paulista e olhem as imagens da Esquerda, domingo! Olhem o quebra-quebra, olhem o consumo de drogas, pessoas com o rosto coberto! Para quê? Por quê? Essa é a democracia que vocês querem? Essa é a democracia quando a gente vira o primeiro turno no voto, e eles vão fazer passeata pela democracia? Quer dizer, a democracia que vale é só para eles? A vitória do adversário é um movimento antidemocrático? Isso é fascismo. O fascista são vocês, que não dão crédito para a vitória do outro. Vocês sabem qual é o maior candidato dessa eleição? Não é nenhum opositor do Lula, não! É o "Fora, Lula"! O Brasil não aguenta mais! Tivemos o motoboy que colou adesivo no Rio de Janeiro a rodo; o prestador de serviço no Rio de Janeiro que colou o "Fora, Lula" no carro a rodo. Você sabe por quê? Eles não têm mais dinheiro em casa, não têm serviço. E aí vem Deputado aqui da base do Governo dizer que é a favor da 5 por 2? Na campanha de cada um aqui havia bandeirinha: "Cinquenta dias trabalhando sob o sol, sem um dia de descanso". Quer dizer, quando a pessoa trabalha para eles, não precisa descansar. O Deputado Federal faz 50 dias de campanha sem parar para descansar, aí pode. O brasileiro quer emprego. O brasileiro não quer dependência de Bolsa Família. Não existe projeto bom se você tira a liberdade, por exemplo, do garçom de trabalhar. Vocês já pensaram que o garçom brasileiro ganha dois terços do seu salário vindo de gorjeta, e você está dizendo a ele que ele tem que ficar em casa sábado e domingo, sendo que o poder aquisitivo dele vai despencar? Os comissionistas, os vendedores... A gente quer um Brasil livre. Eu peço mais 30 segundos, para encerrar. Até o petista vai sorrir com a vitória do Flávio Bolsonaro. E eu já trago uma petista bem emblemática: Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza. Sabe em quantos por cento subiu a ação do Magazine Luiza no dia 5 de outubro, após a vitória do Flávio Bolsonaro? Trinta por cento! A fortuna da Luiza Trajano aumentou em 1 bilhão e 200 milhões de reais. É tudo autoexplicativo. Só não enxerga quem não quer. Viva o Brasil! Dia 25, é 22!
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, eu ouvi com muita atenção o Deputado que me antecedeu e quero dizer, primeiro, que o que ele disse é mentira. As áreas no Rio de Janeiro que deram a maior votação ao Flávio Bolsonaro foram Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Itanhangá. Eu mesmo fui o Deputado Federal mais bem votado da Barra da Tijuca. Segundo, nós fizemos uma campanha com adesivos com a inscrição "Fora, Lula!", e foi um sucesso no Rio de Janeiro — um sucesso. Eu desafio qualquer Deputado de esquerda a ficar no sinal do Barra Shopping distribuindo adesivos pró-Lula, enquanto distribuímos adesivos pró-Flávio Bolsonaro, para vermos quem vai entregar mais. Motoboys e prestadores de serviços eram os que mais colavam o adesivo "Fora, Lula!". Por quê? Porque são esses trabalhadores que querem trabalhar e prosperar que são mais afetados por este Governo. O poder econômico do brasileiro foi destruído. O Brasil tem o segundo menor salário mínimo da América do Sul. A gente só ganha da Venezuela. Obrigado.
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, eu ouvi com muita atenção o Deputado que me antecedeu. Primeiro, isso é mentira. As áreas no Rio de Janeiro que deram a maior votação ao Flávio Bolsonaro foram Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Itanhangá. Eu mesmo fui o Deputado Federal mais bem votado da Barra da Tijuca. Segundo, nós fizemos uma campanha de adesivo "Fora, Lula!" que foi um sucesso no Rio de Janeiro — um sucesso. Eu desafio qualquer Deputado de esquerda a ficar no sinal do BarraShopping distribuindo adesivo pró-Lula e pró-Flávio Bolsonaro, e vamos ver quem vai entregar mais. Motoboys e prestadores de serviço eram os que mais colavam o adesivo do "Fora, Lula!". Por quê? São esses trabalhadores que querem trabalhar e prosperar que são afetados. O poder econômico do brasileiro foi destruído. A gente tem o segundo menor salário mínimo da América do Sul, só ganha da Venezuela. Obrigado.
  • 12/08/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 230, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, para vedar a limitação de empenho e movimentação financeira das despesas relativas ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), e a Lei nº 9.998, de 17 de agosto de 2000, para os fins que especifica e defendeu o uso integral dos recursos do Fust para ampliar a conectividade e a inclusão digital. Sustentou que o projeto contrariou princípios do NOVO ao enfraquecer a Lei de Responsabilidade Fiscal, criar nova exceção ao contingenciamento e manter cobrança compulsória de natureza tributária sem discutir sua pertinência.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust),Limitação de empenho,Despesa,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, a orientação do Partido Novo é contra o projeto. É legítimo o objetivo de universalizar o acesso às telecomunicações, é razoável a crítica ao histórico de subutilização dos recursos do Fust. Contudo, a solução proposta pelo PLP 230/2025 é estruturalmente incompatível com os princípios do NOVO em dois níveis. Primeiro, seu núcleo é o enfraquecimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, por meio de nova exceção, mecanismo de contingenciamento; e, segundo, o projeto perpetua uma cobrança compulsória de natureza tributária sem questionar sua pertinência. O Partido Novo orienta "não".
  • 12/08/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 80, de 2026, que altera a Lei nº 14.301, de 7 de janeiro de 2022, para prorrogar o prazo de vigência da não incidência do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) prevista no art. 17 da Lei nº 9.432, de 8 de janeiro de 1997, nas navegações de cabotagem, interior fluvial e lacustre, desde que a origem ou o destino seja porto localizado na Região Norte ou Nordeste do País. Além disso, sustentou que a medida deveria abranger todo o País, pois a Região Sudeste também concentrava forte desigualdade social, com vulnerabilidades em Estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM),Navegação de cabotagem,Região Norte,Região Nordeste,procedência,Região Sudeste,abrangência

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, Oposição e Minoria liberam, e o Partido Novo orienta "não". A gente não consegue entender que, em 2026, quando ainda existe muita desigualdade na Região Sudeste, seja feito um projeto somente para o Norte e para o Nordeste. O projeto tinha que ser para o Brasil inteiro. Por que só para o Norte e o Nordeste? Por que só essa isenção para Norte e Nordeste, se há bolsas de vulnerabilidade social imensas na Região Sudeste do nosso País? A gente está falando de Rio de Janeiro, a gente está falando de São Paulo, a gente está falando de Minas Gerais, a gente está falando de Estados que têm índices de desenvolvimento humano tão baixos, ou mais baixos até do que várias regiões do Norte e do Nordeste. Então o Partido Novo é "não".
  • 12/08/2026

    O Deputado parabenizou os Autores e o Relator do Projeto de Lei nº 25, de 2024, que prevê a cassação da habilitação de motorista reincidente em abandono de animais no prazo de vinte e quatro meses. Além disso, relatou diálogo anterior com o Deputado Fred Costa sobre prioridades legislativas e afirmou que a defesa dos animais permanecia como pauta relevante, por integrarem a vida humana.

    Palavras-chave oficiais: Congratulação,Autor (proposição legislativa),Relator,Projeto de lei ordinária,cassação,Carteira Nacional de Habilitação (CNH),Infrator,abandono,Animal,Via pública,utilização,Veículo automotor,Atuação parlamentar,Direitos animais

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, quero parabenizar os autores, o Deputado Delegado Matheus Laiola, o Deputado Marcelo Queiroz, o Deputado Delegado Bruno Lima e o Deputado Célio Studart e o Relator Fred Costa. Esse projeto traz a possibilidade de o motorista ter a sua habilitação cassada, se ele for reincidente em abandono de animais no prazo de 24 meses. Parabenizo o Deputado Fred Costa. Em 2018, quando fui eleito, encontrei o Deputado Fred Costa em São Paulo, num curso político, e perguntei a ele: "Fred, não há outras políticas públicas prioritárias que a gente possa defender?" Calhou de eu representá-lo hoje aqui. Ele falou: "Luiz, se eu for esperar todo o tipo de política pública atingir a sua perfeição e eu não defender os animais, eu nunca vou conseguir defender os animais". Parabéns ao Relator, o Deputado Fred Costa, que, durante todo o seu mandato, tem defendido a pauta de respeito aos animais. Os animais fazem parte da vida de nós, seres humanos. Então, parabéns aos autores e ao Relator Fred Costa! Obrigado, Presidente Hugo Motta.
  • 12/08/2026

    O Deputado apresentou parecer à Emenda de Plenário nº 1, oferecida ao Projeto de Lei nº 25, de 2024, que acrescenta à Lei nº 9.537, de 1997, a classificação como infração gravíssima do uso de embarcação para abandonar ou auxiliar o abandono de animais em águas interiores. Além disso, a proposta previa multa, suspensão do certificado de habilitação por 12 meses, ampliação para 18 meses no caso de cães ou gatos, multa em dobro quando houvesse morte, afogamento ou lesão e cancelamento do certificado em caso de reincidência. Contudo, informou que o conteúdo já havia sido incorporado ao substitutivo e, por isso, defendeu a rejeição formal da emenda. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, manifestou-se pela sua constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,cassação,Carteira Nacional de Habilitação (CNH),Infrator,utilização,Veículo automotor,abandono,Animal,Via pública,Parecer (proposição legislativa),Emenda de plenário

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Para proferir parecer.) - Presidente, pela técnica legislativa, a emenda foi rejeitada, mas foi incorporada ao texto. Peço licença para ir direto ao voto do Relator. "I - Voto do Relator Durante a discussão da matéria, foi apresentada uma emenda de Plenário. A Emenda nº 1 acrescenta o art. 35-A à Lei nº 9.537, de 1997 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário), para classificar como infração gravíssima a conduta de utilizar embarcação — inclusive barco a motor, embarcação à vela, lancha ou moto aquática — em navegação interior, com o fim de abandonar ou auxiliar o abandono de animal em rios, lagos, baías, represas ou demais águas interiores, cominando as penalidades de multa e de suspensão do certificado de habilitação por 12 meses. O dispositivo prevê, ainda, a elevação da suspensão para 18 meses no caso de abandono de cão ou gato (§ 1º); a aplicação da multa em dobro em caso de morte, afogamento ou lesão do animal decorrente do abandono (§ 2º); e, na hipótese de reincidência no período de até 24 meses, o cancelamento do certificado de habilitação, nos termos do art. 25, inciso III, da Lei nº 9.537, de 1997 — preceito que elenca o cancelamento do certificado de habilitação entre as penalidades aplicáveis às infrações daquele diploma. Embora louvável a iniciativa do autor, cuja emenda efetivamente aprimora o projeto, sua rejeição se impõe neste momento processual, uma vez que o conteúdo já se encontra incorporado ao substitutivo anteriormente apresentado por este Relator. Ante o exposto, no âmbito das Comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Viação e Transportes, somos pela rejeição da Emenda de Plenário. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa da Emenda de Plenário. Deputado Fred Costa, Relator."
  • 12/08/2026

    O Deputado apresentou parecer favorável ao Projeto de Lei nº 25, de 2024, e aos apensados, ao afirmar que o abandono de animais por veículo representava crueldade incompatível com a Constituição e com a proteção da fauna. Além disso, defendeu sanções administrativas e penais mais severas, com agravamento em caso de morte, lesão ou reincidência, e concluiu pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa das proposições, com aprovação na forma do substitutivo.

    Palavras-chave oficiais: Parecer favorável,Projeto de lei ordinária,cassação,Carteira Nacional de Habilitação (CNH),Infrator,utilização,Veículo automotor,abandono,Animal,Via pública

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, eu peço licença para representar o Deputado Fred Costa em relação ao Projeto de Lei nº 25, de 2024. Peço permissão para ir direto ao voto do Relator. "A matéria em exame apresenta inequívoca relevância ambiental e civilizatória. O abandono de animais domésticos ou domesticados, em qualquer circunstância, representa prática de crueldade incompatível com o dever constitucional de proteção da fauna e com a vedação às condutas que submetam animais a tratamento cruel. A Constituição Federal, ao dispor sobre o meio ambiente ecologicamente equilibrado, impõe ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo, incluindo expressamente a proteção da fauna. A tutela dos animais, portanto, não se limita à dimensão ecológica estrita, mas alcança também a dimensão ética de prevenção à crueldade, ao sofrimento evitável, à negligência e ao abandono. A utilização de veículo para abandonar animal revela especial reprovabilidade. Em regra, a conduta envolve deslocamento deliberado do animal para local em que se pretende dificultar o retorno, o resgate ou a identificação do responsável. O meio empregado, portanto, não é neutro: ele potencializa o sofrimento do animal, agrava o risco de morte, atropelamento, fome, sede, doença, exposição climática e ataque por outros animais, além de prejudicar a segurança das vias. Os projetos apensados caminham na mesma direção de aperfeiçoar o sistema de proteção animal, seja pela criação de infração administrativa de trânsito, seja pela imposição de consequências mais severas ao condutor, seja pela tipificação penal expressa do abandono e da negligência material. Todos partem de uma premissa correta: o abandono não pode ser tratado como conduta de baixa gravidade ou de mera irregularidade administrativa. O Substitutivo aprovado pela CMADS tem o mérito de enfrentar o problema sob dupla perspectiva, administrativa e penal. Caracteriza como infração gravíssima o abandono de animal doméstico em via pública, com multa dez vezes, cassação da habilitação e recolhimento do documento. E também cria o art. 304-A, tipificando como crime abandonar, auxiliar ou se omitir em relação ao abandono de animal doméstico em via pública quando na direção de veículo automotor. Sob a perspectiva da Comissão de Viação e Transportes, a proposição é igualmente meritória. O Substitutivo da CVT cria infração gravíssima no Código de Trânsito Brasileiro, com multa e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses, agravada para 18 (dezoito) meses quando se tratar de cão ou gato. A opção é proporcional, pedagógica e operacionalmente aplicável pelos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito. Entretanto, a redação pode ser aprimorada para prever resposta mais severa em duas hipóteses: quando a conduta resultar em morte, atropelamento ou lesão do animal; e quando houver reincidência em período de até 24 (vinte e quatro) meses. Nesses casos, a multa em dobro e a cassação da Carteira Nacional de Habilitação são medidas adequadas ao grau adicional de reprovabilidade da conduta. Compete à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania examinar o mérito, a constitucionalidade, a juridicidade e a técnica legislativa do Projeto de Lei nº 25, de 2024, dos apensados e dos substitutivos aprovados pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e pela Comissão de Viação e Transportes. Quanto à constitucionalidade formal, a matéria insere-se no âmbito de competência legislativa da União. Há competência privativa da União para legislar sobre trânsito e transporte, bem como sobre navegação lacustre, fluvial e marítima e sobre direito penal. Além disso, a proteção da fauna e do meio ambiente também encontra fundamento constitucional próprio, permitindo a edição de normas gerais de proteção e repressão à crueldade contra animais. A iniciativa parlamentar é legítima, nos termos do art. 61, caput, da Constituição Federal, uma vez que a matéria não se enquadra nas hipóteses de iniciativa privativa de outro Poder. A espécie normativa escolhida, lei ordinária, também é adequada, pois inexiste reserva constitucional de lei complementar para a disciplina das infrações administrativas e penais aqui tratadas. Sob o prisma da constitucionalidade material, as proposições concretizam o art. 225 da Constituição Federal, especialmente a regra que impõe ao Poder Público o dever de proteger a fauna e vedar práticas que submetam animais à crueldade. Também se harmonizam com a segurança viária, a proteção ambiental, a função preventiva das sanções administrativas e a necessidade de aperfeiçoamento do sistema penal ambiental. A juridicidade está presente porque as proposições inovam no ordenamento jurídico, são dotadas de generalidade e abstração e se integram de modo coerente ao sistema normativo. O substitutivo ora apresentado promove ajustes destinados a afastar ambiguidades, evitar conflitos entre diplomas legais e preservar a proporcionalidade entre conduta e sanção. III - Conclusão do voto Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa dos Projetos de Lei nºs 25, de 2024; 236, de 2024; 257, de 2024; 951, de 2024 e 5.384, de 2025, apensados; do substitutivo adotado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e do substitutivo adotado pela Comissão de Viação e Transportes, e, no mérito, pela aprovação da matéria na forma do Substitutivo anexo. Deputado Fred Costa, Relator."
  • 12/08/2026

    O Deputado afirmou que apoiar a Emenda de Plenário nº 1, apresentada ao Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que reduz as alíquotas de tributos federais sobre a importação, a produção e a comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação, significava conter gastos e reduzir a irresponsabilidade no uso do dinheiro público, criticando a mudança de posição do PSOL. Além disso, destacou que os mais pobres pagaram, em média, 22% de imposto sobre alimentos, o que onerava fortemente compras básicas no supermercado. Por fim, defendeu a orientação do Partido Novo pelo voto favorável à emenda.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei complementar,fixação,Renúncia fiscal,Receita orçamentária,Impacto econômico,Mercado internacional,Fonte de energia,Petróleo,Combustível,Partido Novo (NOVO)

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, votar "sim" é conter os gastos, é exatamente isso. Poxa, o PSOL trocou. O PSOL tinha votado "sim". E o "sim" é conter gastos, justamente o contrário do que foi dito aqui pelo meu colega do PSOL. O "sim" é conter gastos, é diminuir o absurdo da irresponsabilidade com o recurso do mais simples trabalhador, aquele que paga de 22% a 25% de imposto sobre os alimentos. Hoje, quando o mais pobre brasileiro vai ao supermercado comprar um alimento para o seu filho, em média, ele está pagando 22% de imposto. Se ele gasta 500 reais, ele está gastando mais de 100 reais em imposto. Isso é mais do que o benefício distribuído pelo lucro do FGTS a 138 milhões de brasileiros, em apenas uma ida ao supermercado. O Partido Novo orienta "sim".
  • 12/08/2026

    O Deputado encaminhou a votação da Emenda de Plenário nº 1, apresentada ao Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que reduz as alíquotas de tributos federais sobre a importação, a produção e a comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação. Afirmou que o destaque do Partido Novo buscou exigir a identificação de ao menos 50% do impacto fiscal do projeto, pois o texto criava subsídios sem indicar a origem dos recursos nem o setor que seria sacrificado. Além disso, criticou as emendas de Comissão, comparou o ajuste das contas públicas ao orçamento doméstico e sustentou que a proposta favorecia eleitoralmente o Governo, embora pudesse reduzir o preço dos combustíveis.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Emenda de plenário,Projeto de lei complementar,fixação,Renúncia fiscal,Receita orçamentária,Impacto econômico,Mercado internacional,Fonte de energia,Petróleo,Combustível

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o destaque do Partido Novo é um destaque muito simples. Esse projeto abre a oportunidade de ter uma série de subsídios, e não indicam de onde virão os recursos para esses subsídios, ou pelo menos onde será sacrificado, qual setor de política pública será sacrificado. O que o Partido Novo apresenta nesse destaque é que pelo menos 50% desse novo rombo das contas públicas sejam discriminados, porque a gente tem que economizar num determinado setor, num setor em que há possibilidade de economizar como emenda Parlamentar, por exemplo, sugerido aqui pela bancada do PSOL, para vocês verem como na vida é impossível a gente discordar de alguém 100%. Eu concordo com o PSOL. As emendas parlamentares, as emendas de Comissão, um escândalo. Graças a Deus, o Partido Novo nunca recebeu emenda de Comissão. Eu entendo hoje a preocupação de como e por que eleger um Presidente da Câmara, quando um partido, mesmo tendo uma bancada de 100 Deputados, fala "não, vamos perder a Presidência da Comissão de Educação e não poderemos pautar as nossas políticas". Ah, vai contar essa história para outro, pô, 1 bilhão de emenda de Comissão, 1 bilhão de emenda de Comissão. Então, esse destaque do Partido Novo é justamente "olha, a gente vai dar esse subsídio, mas não vai haver emenda de Comissão da Saúde de 1 bilhão, não vai haver emenda de Comissão da Educação, não vai haver emenda de Comissão do Esporte, não vai haver emenda de Comissão do Turismo". Na vida, você tem que abrir mão de alguma coisa. Se na sua casa o seu cartão de crédito explodiu, você não pode sair sábado à noite para fazer um lanche no McDonald's ou jantar na churrascaria com a sua família. Você tem que guardar dinheiro para o supermercado, você tem que guardar dinheiro para o ônibus da sua família. É questão de prioridade, é tão fácil fazer conta. Se nós fizéssemos conta nesta Casa, como a gente faz conta na nossa própria casa, a gente não votaria a favor de um projeto como esse, que, à primeira vista, pode ser benéfico numa redução ali do preço do combustível, mas é uma bomba num lado da sociedade que está precisando de algo muito mais importante e vital. Então, é, sim, um projeto que favorece eleitoralmente o Governo, um Governo que a gente sabe que, dessa maneira, nos próximos anos, próximas décadas, não se sustenta. Obrigado, Presidente.
  • 12/08/2026

    O Deputado informou que o Partido Novo votou “sim” às Emendas de Plenário apresentadas ao Substitutivo oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que reduz as alíquotas de tributos federais sobre a importação, a produção e a comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação. Ressaltou ainda que tinha discordâncias em relação ao corte e à falta de proteção dos recursos do esporte. Além disso, criticou a ampliação da dívida pública e defendeu gasto público responsável para não comprometer os orçamentos da educação e da saúde do País.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Substitutivo,Projeto de lei complementar,fixação,Renúncia fiscal,Receita orçamentária,Impacto econômico,Mercado internacional,Fonte de energia,Petróleo,Combustível,Voto favorável,Esporte,Saúde,Educação,Dívida pública,Despesa pública,Partido Novo (NOVO)

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Deputado Motta, o Partido Novo vota "sim". Temos alguns pontos de discordância em relação a questões que nos preocupam muito. Uma dessas questões que eu citei tem uma ligação muito forte comigo, porque se refere ao corte à não proteção dos recursos do esporte. Há também o problema de se fazer dívida. É como se você que está em casa tivesse o seu cartão de crédito estourado há 2 meses e continuasse fazendo dívida atrás de dívida. Isso é uma irresponsabilidade. A gente luta há muito tempo no Brasil para ter gasto público com responsabilidade, e a gente não pode comprometer o orçamento da educação e da saúde do nosso País. Obrigado, Presidente Hugo Motta.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.