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Detector de Bananada
Foto de Luiz Lima

Deputado · Câmara

Luiz Lima

NOVO · RJ

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 96 de 100, Cara Bom0406080100

96/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 99% dos deputados · média do partido: 92

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 96%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 93%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 85%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Governo Jair Bolsonaro

Vota com o governo 97%das 1.527 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 97%das 1.795 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.luizlima@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5504
Gabinete
Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Governo Jair Bolsonaro

Presença nas sessões

99%

Esteve em 414 de 419 sessões

Melhor que 96% dos deputadosMédia do partido: 97%

Votou nas votações

96%

Registrou voto em 1.887 de 1.971 votações nominais

Melhor que 98% dos deputadosMédia do partido: 96%

Iniciativas que viraram lei

2

de 59 projetos apresentados (3%)

6 avançaram · 31 em andamento · 20 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

97%

Em 1.527 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 96% dos deputadosMédia do partido: 77%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.080 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 14/10/2026.

  • 08/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado agradeceu ao Deputado Bebeto, homenageou a trajetória da Seleção Brasileira e mencionou a mãe, que acompanhou as cinco Copas do Mundo. Além disso, afirmou que o Rio de Janeiro tinha grande peso econômico, mas carecia de infraestrutura rodoviária, e criticou o Governo por negar a piora social e econômica do País. Por fim, defendeu a regulamentação das apostas esportivas para evitar prejuízos ao esporte e às famílias, comparando o tema às restrições já existentes à publicidade de cigarro.

    Palavras-chave oficiais: Seleção Brasileira de Futebol,Copa do Mundo,Elogio Crise econômica,Rio de Janeiro (Estado),Crise política regulamentação,Aposta esportiva

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Bebeto, que trouxe sua indignação em relação à Seleção Brasileira para nós que assistimos vitórias muito importantes tanto em 1994 como em 2002. Deputado Bebeto, eu estava fazendo as contas aqui, a minha mãe é de 1945, a Sra. Vitória Regia, que nasceu em Limoeiro, Pernambuco — eu sou do Rio de Janeiro —, e ela viu o Brasil conquistar as cinco Copas. Minha mãe tinha 13 anos em 1958, tinha 17 anos em 1962, tinha 25 anos em 1970. Então minha mãe, Dona Vitória Regia, é uma sortuda. Deputado Bebeto, parabéns pela sua dedicação às estradas do Rio de Janeiro! Suas audiências públicas foram muito oportunas. Hoje o Rio de Janeiro é o segundo Estado com a maior força econômica do País; 75% da energia produzida do petróleo e do gás vêm do Estado do Rio de Janeiro. As nossas RJs e algumas BRs estão muito aquém do que o Estado necessita para o seu amplo desenvolvimento. Deputado Bebeto, o discurso do atual Governo é de que estamos em pleno emprego, inflação controlada. É mentira! O aumento do número de moradores de rua foi de quase 100% — isso do Cadastro Único, voltado para programas sociais. Ontem, conversando com um amigo, eu lembrei um dos vídeos que envelheceram melhor que foi o da jornalista Daniela Lima, quando, se não me engano, ela era da CNN. Na vitória do Presidente Lula, ela dizia: "O povo quer se vestir bem. O povo quer comer picanha. O povo quer viajar, lotar aeroporto". Eu quero lembrar à Sra. Dani Lima que as ações da Assaí, em 2022, eram de 31 reais; hoje, em 2026, 8 reais. Sobre a Renner, ela falava: "Brasileiro quer se vestir bem". As ações da Renner, em 2022, eram de 30 reais e 73 centavos; hoje estão a 14 reais. "O povo vai lotar aeroporto". As ações da CVC, em 2022 — ela mirou na CVC apontando o dedo —, eram de 7 reais e 6 centavos; hoje, em 2026, 1 real. O País está no abismo, mas está pendurado lá com uma mãozinha, com a mãozinha esquerda. Todos os nossos índices pioraram. Empresas se mudaram para o Paraguai, o Bolsa Família está batendo recorde de assistencialismo, as pessoas estão descrentes, o poder aquisitivo despencou. No supermercado, quantas vezes um colega, um conhecido, uma pessoa descarta os produtos na fila do supermercado. O segundo assunto, Presidente Bebeto, é sobre as apostas. A gente está tendo uma audiência pública agora na Comissão do Esporte falando sobre apostas. Aqui está o Deputado Marcos Braz, um dos grandes representantes do futebol brasileiro, que esteve à frente do Flamengo nas maiores conquistas. Ele tem um projeto para que a aposta não faça 100% parte do cotidiano do esporte, ele vai falar sobre isso, é uma porta de entrada para maiores apostas. Ou a gente regulamenta as apostas esportivas, não somos contra a aposta, a gente não pode é fazer com que ela faça parte do cotidiano e venha prejudicar o esporte. O Brasil é pentacampeão, é o melhor do mundo. A gente não pode deixar que famílias sejam destruídas porque o orçamento familiar é posto em jogo. A gente não pode despejar milhões de propagandas, de informações dizendo que é um ganho de dinheiro fácil. Eu gostaria de lembrar que Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, nunca fez propaganda de cerveja e de cigarro, poucas pessoas lembram disso. O Pelé nunca fez anúncio de cigarro e de cerveja. Trazendo o cigarro como assunto, é proibido fazer publicidade de cigarro, é proibido fazer publicidade no esporte. Que o jogo tenha uma regulamentação parecida. Obrigado.
  • 07/07/2026outros
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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Subo hoje a esta tribuna para falar de um sentimento que, mais uma vez, tomou conta de milhões de brasileiros: a frustração pela eliminação da nossa Seleção Brasileira da Copa do Mundo. Perder faz parte do esporte. Como atleta olímpico, aprendi isso desde muito cedo. Mas o que preocupa o torcedor brasileiro não é apenas uma derrota. O que preocupa é perceber que ela parece ser consequência de anos de improviso, falta de planejamento e ausência de uma gestão moderna no futebol brasileiro. O Brasil é o país do futebol. Somos pentacampeões do mundo, temos uma das maiores tradições esportivas do planeta e produzimos talentos em todos os cantos do país. Ainda assim, convivemos há muitos anos com resultados muito abaixo da nossa história. É hora de olhar para dentro. A Confederação Brasileira de Futebol precisa ser mais transparente, mais profissional e mais comprometida com o futuro do futebol brasileiro. Uma instituição que administra um patrimônio tão valioso quanto a Seleção Brasileira não pode ser vista como uma caixa-preta, distante da sociedade e sem mecanismos claros de prestação de contas. O esporte de alto rendimento exige planejamento de longo prazo, gestão competente, formação de atletas, investimento nas categorias de base e decisões técnicas, não políticas. Essa reflexão vale para todo o esporte brasileiro. Sempre defendi, nesta Casa, que o esporte transforma vidas, forma cidadãos e projeta o Brasil para o mundo. Mas, para que ele alcance todo o seu potencial, é preciso que as entidades esportivas também sejam exemplos de boa governança, responsabilidade e transparência. O torcedor brasileiro continuará apoiando a Seleção. Isso nunca faltará. O que falta é que aqueles que dirigem o futebol brasileiro estejam à altura da paixão do nosso povo. Que essa eliminação não seja apenas mais uma decepção esquecida com o passar dos meses, mas o início de uma mudança profunda na forma como administramos o maior patrimônio esportivo do nosso país. Muito obrigado.
  • 07/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Federal pelo aumento do número de pessoas em situação de rua, atribuindo-o à fragilização dos vínculos familiares, à violência, ao desemprego e à condução das políticas públicas. Além disso, questionou a indicação de pessoas ligadas ao Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, para cargos na Confederação Brasileira de Futebol e condenou decisões judiciais por ele proferidas que beneficiaram o Presidente Lula em processos da Operação Lava Jato. Ao final, responsabilizou o Governo Federal pelos prejuízos dos Correios, condenou a gestão da empresa estatal e defendeu a derrota do Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições.

    Palavras-chave oficiais: População em situação de rua,Governo federal,Política pública,Violência,Desemprego,Política social Ministro do Supremo Tribunal Federal,Confederação Brasileira de Futebol (CBF),indicação,Decisão judicial,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Operação Lava Jato Governo federal,Prejuízo,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Partido dos Trabalhadores (PT),Eleições

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni. É uma honra ter esta sessão presidida pelo senhor. Presidente Otoni, nós andamos pelo Brasil e temos a impressão que o número de moradores de rua aumentou. E não é só impressão, não. O Cadastro Único voltado para programas sociais aponta um crescimento de 93% de dezembro de 2022, quando segundo o Cadastro Único tinha 198 mil moradores de rua e agora nós temos quase 400 mil em 3 anos e 6 meses do quinto Governo do PT neste século, do Lula 3. Quer dizer, aquele governo que fala que olha pelos pobres, realmente ele deve olhar para os pobres, mas lutando para que os pobres aumentem a quantidade, porque quando a pessoa vai morar na rua é porque ela perdeu a total esperança, que perdeu suas forças, fruto de inúmeras causas que geram a consequência de estar sem o lar, que é a queda no poder econômico, que é a queda no ambiente familiar. A assessoria do Partido Novo foi buscar explicações junto ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. O Ministério atribuiu o crescimento à fragilização de vínculos familiares, que o Presidente Lula assim que exerceu o seu terceiro mandato falou que a pauta da família era secundária. Depois o Ministério da Assistência Social Família e Combate à Fome fala que é casos de violência e abuso. Aí, quando a gente pauta aqui para aumentar a pena para criminoso, para estuprador, para assassino, para traficante, os Deputados da base do Governo são contra. Depois vem uma das causas de ter aumentado em quase 100% moradores de rua é o desemprego. Ora, bolas! A gente tem neste Governo dizendo que caiu o desemprego. Caiu o desemprego porque aumentou o Bolsa Família. Quem recebe Bolsa Família não é considerado desempregado. Morador de rua pode receber o Bolsa Família. Ora, é uma confusão! Desculpem-me aqui usar... Eu não vou usar. É uma incompetência. Quando a gente fala que, desde 2002, o Brasil não vai a uma final de Copa, que não tem nada a ver; que o Deputado Luiz Lima não pode misturar política com esporte. Ora, eu sou a mistura da política com o esporte: fui atleta olímpico e sou político, então, não tem como não misturar. Dizer que todas as políticas públicas no Brasil não têm a ver com a política. Quando a gente tem um Ministro do Supremo Tribunal Federal, Sr. Gilmar Mendes que, segundo a Revista Oeste, indica seis pessoas do seu vínculo de amizade, do seu instituto, para ocupar cargos importantes na CBF, não tem a ver? Sr. Gilmar Mendes que praticamente anulou todas as provas contra o Presidente Lula, que apagou a Operação Lava-Jato, que ressuscitou esse carma que a gente tem hoje no Brasil: uma energia negativa enorme. Quando a gente fala do Correios, também não tem nada a ver com o PT? Lula um, prejuízo; Lula dois, prejuízo; Dilma um, prejuízo; Dilma dois, prejuízo; chegam ao Temer, estanca; chega ao Governo Bolsonaro, os Correios dão lucro; vem o Lula três, prejuízo de 8,5 bilhões de reais, em 2025. A previsão de prejuízo para 2026 é de 10 bilhões de reais. Dez mil pessoas dos Correios serão postas nas ruas agora. Olhem, quem escolheu os administradores dos Correios foi o Presidente Lula e sua equipe: ou são idiotas ou são ladrões. E o povo é otário, porque, para dar 10 bilhões de reais de prejuízo a uma empresa estatal, que não tem concorrentes. Presidente Otoni, nem se juntar — com todo respeito aos dependentes químicos, aos cracudos — cem cracudos administrando os Correios, eles não darão o prejuízo de 10 bilhões de reais. É impossível! É impossível se chegar à margem de mais de 40 milhões de reais — mais até —, por dia, de prejuízo. É impossível. Então, já acendemos a luz vermelha há muito tempo, seja no símbolo do PT, ou no símbolo do fracasso. Ou a agente muda a direção deste País ou eu, sinceramente, não sei o que vai acontecer. Obrigado, Presidente.
  • 02/07/2026entregue por escrito

    O Deputado afirmou que o Brasil enfrentava grave crise fiscal, com déficit nominal em torno de 9% do PIB, e sustentou que o excesso de gastos públicos e o peso dos juros elevavam a dívida e encareciam a economia para trabalhadores, empresários, aposentados e famílias. Além disso, comparou o País a um “Banco Master” do mundo, criticou a dependência de juros altos para atrair capital e defendeu responsabilidade fiscal, controle de despesas, redução de desperdícios e melhor uso dos recursos, em vez de aumento de impostos.

    Palavras-chave oficiais: Crise fiscal,Déficit,Despesa pública,Juros,Dívida pública,Economia,Banco Master,comparação,Responsabilidade fiscal,redução,Desperdício de recursos,Imposto

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Sr. Presidente, O Brasil vive uma situação fiscal alarmante. Hoje, o déficit nominal do nosso país gira em torno de 9% do PIB. Para quem nos acompanha, isso significa algo simples: o governo gasta muito mais do que arrecada. E quando as contas não fecham, alguém paga a conta. Não existe mágica. O governo se endivida, emite títulos, toma dinheiro emprestado e paga juros cada vez maiores. O resultado é perverso: o Brasil se transformou em uma espécie de "banco master" do mundo. Para convencer investidores a aplicarem recursos aqui, somos obrigados a oferecer alguns dos juros mais altos do planeta. Enquanto países organizados atraem investimentos pela confiança, pela produtividade e pela segurança jurídica, o Brasil atrai capital pagando prêmios gigantescos para financiar a gastança do Estado. Hoje, boa parte desse déficit não vem nem de investimentos em infraestrutura, educação ou segurança. Vem do peso dos juros acumulados por anos de irresponsabilidade fiscal. É uma bola de neve. E quem paga essa conta? O trabalhador, o empresário, o aposentado, a dona de casa. Pagam através de juros altos no cartão de crédito, no financiamento da casa própria, no empréstimo para abrir um negócio e no encarecimento de toda a economia. Não existe desenvolvimento sustentável sem responsabilidade fiscal. Não existe justiça social baseada em dívida. Não existe prosperidade construída sobre déficits permanentes. O Brasil precisa parar de discutir como arrecadar mais e começar a discutir seriamente como gastar melhor e gastar menos. O caminho não é aumentar impostos. O caminho é controlar despesas, reduzir desperdícios e devolver credibilidade às contas públicas. Porque um país que vive eternamente no cheque especial não constrói futuro. Apenas empurra problemas para as próximas gerações. Muito obrigado
  • 01/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre crimes praticados em razão de misoginia.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto contrário,Partido Novo (NOVO)

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, toda lei penal tem que ser superprecisa para que não haja insegurança jurídica. A gente lembra que a maioria da Esquerda votou contra a permanência, em presídios, de assassinos, estupradores, sequestradores. Houve aqui votações em que a gente teve oportunidade de aumentar o tempo de permanência nas prisões desses criminosos, mas não aconteceu. Agora, se a gente seguir o raciocínio do Ministro Alexandre de Moraes de crimes imprescritíveis, as declarações do Presidente Lula de que feministas têm grelo duro, de que se quiser bater em mulher, vai ter que bater em outro lugar, a declaração da Deputada Erika Hilton, Presidente da Comissão da Mulher, dizendo que mulheres são imbecis, essas declarações são somente babacas ou são declarações criminosas? Ao votarmos e aprovarmos aqui, o Lula e a Erika Hilton serão presos? Essa é a minha pergunta. Obrigado, Presidente. O NOVO, é claro, é "não".
  • 01/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a perda do poder de compra da população brasileira, afirmando que a inflação dos alimentos e a redução do patrimônio das famílias dificultam o acesso a itens básicos e comprometem a qualidade de vida. Ao relatar o caso de um casal de idosos que precisou substituir uma refeição por salgados devido aos preços elevados, atribuiu a situação à política econômica do Governo Federal. Também comparou indicadores patrimoniais do Brasil com os de outros países, defendeu maior valorização do trabalho e criticou propostas de redução da jornada de trabalho sem redução salarial, argumentando que medidas dessa natureza restringiriam oportunidades de emprego e contribuiriam para o aumento da dependência de programas assistenciais e do endividamento público.

    Palavras-chave oficiais: Qualidade de vida,Inflação,Política econômica,Poder aquisitivo,Governo federal,Alimento,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Patrimônio,Dependência econômica,População,Benefício assistencial,endividamento

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni de Paula. É uma honra ter esta sessão presidida por V.Exa. Deputado Otoni, quando a gente se torna incapaz de entrar no supermercado e de comprar o produto que a gente deseja — arroz, feijão, batata, quem sabe um iogurte, uma uva para os nossos filhos... E a gente vê a maioria do brasileiro no caixa do supermercado separando esses produtos, porque a conta não fecha. E a gente não está falando mais de discussão política, quem é de esquerda ou quem é de direita. Quem não consegue comprar um alimento para o filho sente no bolso. Muitas pessoas falam que a parte mais sensível do corpo humano é o bolso, porque a gente não pode e não consegue dar o que a gente deseja para a nossa família. Deputado Otoni, na sexta-feira passada, eu estava indo para São Paulo para um compromisso, uma entrevista. Eu fui pela Via Dutra de carro. Eu e o meu amigo Ítalo paramos ali na cidade Resende, numa daquelas paradas da Via Dutra, onde muitos ônibus têm parada, e há muitos idosos. E um casal de idosos estava se servindo ali junto comigo. Você tem a opção de comprar a comida, pesar o pratinho e vai pagar por quilo, ou você compra uns salgadinhos. E esse casal estava fazendo as contas ali. As comidas nas paradas da Via Dutra estão caras. Um pratinho bem feito vai sair entre 50 reais e 60 reais, com a carninha, com o arroz, com a saladinha, com a batata, e mais um refresco. Eles não tinham dinheiro. Eu até comentei com esse meu amigo Ítalo: "Poxa, Ítalo, o dinheiro não traz felicidade, mas, quando há falta do dinheiro, e a gente não consegue oferecer para a nossa parceira ou para o nosso parceiro um pratinho de comida..." A senhora, uma idosa, pegou o empanadinho de salsicha, e o senhor pegou a coxinha, por 14 reais cada um. Eu ali, é claro, fiquei sensibilizado com aquela situação, fiz o que tinha que ser feito: um ato de generosidade, que, na verdade, é muito mais para mim. Onde eu quero chegar? Inflação dos alimentos. O poder aquisitivo do brasileiro despenca. Nós do Partido Novo hoje recebemos um estudo do Banco Suíço, dizendo que 70% dos brasileiros têm um patrimônio inferior a 10 mil dólares, quer dizer que 70% dos brasileiros têm um patrimônio inferior a 50 mil reais, somando a sua casa, o seu automóvel, se tiver, somando o pouquinho que ele tem no banco. Enquanto isso, somente 8% no Brasil têm um patrimônio acima de 100 mil dólares, em torno de 500 mil reais. Na Espanha, França, Itália, 60% dos cidadãos têm patrimônio superior a 500 mil reais, na Austrália, 70% têm patrimônio superior a 500 mil reais. A gente está falando de um País que até pouco tempo era a quinta economia do mundo. É o quinto maior País em extensão territorial. Somos 65 vezes maior do que a Inglaterra, que está jogando agora contra o Congo, mas o nosso salário mínimo é o menor da América do Sul! A gente só supera o da Venezuela! Brasileiros, quando vocês vão abrir os olhos? Não é só na Copa do Mundo que o Brasil deixou de chegar à final, após a posse do Presidente Lula em 2002, não existe coincidência quando se destrói o principal produto do seu País, que é o futebol. Isso se estende à economia. Isso se estende à falta de disciplina, de ordem, de lei. É razoável um País que acha que vai trabalhar menos e ganhar a mesma coisa? É aceitável um País que acha que é normal proibir um brasileiro que quer trabalhar 6 dias na semana, um jovem de 20 anos, comissionado, que é garçom? O Governo do PT vai proibir o garçom de trabalhar os sábados ou os domingos? Se ele trabalhar de segunda a sexta, ele não vai poder trabalhar sábado, enquanto dois terços do salário dele vem de gorjeta? É um País que vive do assistencialismo e que estende o seu poder de perpetuação na miséria das pessoas. Quando este País vai olhar para quem dá certo no mundo? Fica aqui o meu recado, Deputado Otoni de Paula, porque agora está começando a aparecer vídeos de brasileiros inconformados no supermercado, um monte de vídeos. Nós já estamos denunciando isso há muito tempo. Os juros estão explodindo. A dívida já vai superar 100% do nosso PIB. Isso é um absurdo! Um forte abraço.
  • 01/07/2026entregue por escrito

    O Deputado manifestou solidariedade ao povo venezuelano em razão dos terremotos que atingiram o País, prestando condolências às famílias das vítimas e destacando a crise humanitária decorrente da tragédia. Além disso, enalteceu a atuação de bombeiros, profissionais de saúde, voluntários e equipes de resgate, ressaltando a importância da solidariedade entre os povos. Por fim, defendeu o fortalecimento de medidas de prevenção, infraestrutura, preparação para desastres e cooperação internacional para a proteção de vidas.

    Palavras-chave oficiais: solidariedade,Povo,Venezuela,Terremoto,Pêsames,Família,Vítima,Crise humanitária,Bombeiro civil,Profissional de saúde,Voluntário,resgate,prevenção,Infraestrutura,Desastre ambiental,Cooperação internacional

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo hoje a esta tribuna para prestar minha solidariedade ao povo venezuelano, que enfrenta uma das maiores tragédias de sua história recente. Os terremotos que atingiram o país deixaram milhares de mortos, feridos, desaparecidos e famílias inteiras sem suas casas, provocando uma enorme crise humanitária. As equipes de resgate seguem trabalhando contra o tempo, enquanto a dor e a incerteza tomam conta de milhares de lares. Nesses momentos, as diferenças políticas, ideológicas e diplomáticas devem dar lugar ao que existe de mais importante: a solidariedade entre os povos. A dor não conhece fronteiras. O sofrimento de uma mãe que perde um filho, de uma família que perde sua casa ou de uma criança que vê sua vida mudar em poucos segundos é universal. O Brasil e a Venezuela compartilham uma longa fronteira, laços históricos e milhares de famílias que convivem entre os dois países. Que o povo venezuelano saiba que encontra, no povo brasileiro, um vizinho solidário e fraterno. Também é momento de reconhecer o trabalho de bombeiros, médicos, enfermeiros, voluntários e profissionais de resgate que, muitas vezes colocando suas próprias vidas em risco, seguem buscando sobreviventes e levando esperança a quem perdeu quase tudo. São exemplos de coragem e de humanidade. Que esta tragédia também nos faça refletir sobre a importância da prevenção, da infraestrutura segura, da preparação para desastres e da cooperação internacional. Nenhum país está imune às forças da natureza, mas todos podem estar mais preparados para proteger vidas Deixo aqui minha mais sincera solidariedade às famílias das vítimas, aos feridos e a todo o povo venezuelano. Que Deus conforte os corações enlutados, fortaleça aqueles que trabalham no resgate e conceda dias melhores aos nossos irmãos da Venezuela. Muito obrigado.
  • 30/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Tribunal Superior do Trabalho (TST) por condenar a Ortobom sob a alegação de desequilíbrio de gênero nos cargos de chefia, argumentando que a empresa já era comandada por uma mulher. Além disso, apontou incoerências do TST, como gastos com sala VIP, carros de luxo e serviços domésticos para Ministros, e afirmou que o tribunal não refletia a diversidade que exigia das empresas. Por fim, defendeu que empresas deveriam priorizar resultado, e não imposições de proporcionalidade de gênero.

    Palavras-chave oficiais: Tribunal Superior do Trabalho (TST),Condenação,Empresa,Igualdade entre os sexos,Cargo de chefia,incoerência,Despesa pública,Justiça social

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Como a ideologia de esquerda traz uma concepção fracassada! E o Tribunal Superior do Trabalho — TST é o reflexo dessa ideologia de esquerda. O TST acabou de condenar, semana passada, a Ortobom, que tem uma fábrica no Paraná, em Arapongas, a pagar 300 mil reais, porque os 22 cargos de chefia da empresa são ocupados por homens. Mas o Ministro Relator que condenou a Ortobom se esqueceu de citar que a CEO, a "chefona", a pessoa que manda na Ortobom é a Carolina Pires, uma mulher. O mesmo TST, em 2025, se autodeclarou o tribunal da justiça social. O mesmo "tribunal da justiça social", entre aspas, queria reservar, gastando milhões de reais, numa sala no aeroporto aqui em Brasília, para que os Ministros esperassem os seus voos sem serem importunados pelas pessoas comuns. Isso está nos jornais. O mesmo TST, o tribunal de justiça social, comprou carro Lexus de 346 mil reais para todos os Ministros. O mesmo TST contratou, em 2025, uma empresa, para fazer serviços gerais nas residências dos Ministros, para trocar lâmpada, instalar máquina de lavar. Então, quem decide hoje quem o empresário tem que contratar, se é branco, se é negro, se é católico, se é judeu, se é LGBT, se é homem ou mulher, é um Ministro que nem sequer consegue trocar uma lâmpada. E, se ele for trocar a lâmpada, ele tem que contratar alguém com o dinheiro do mais simples pagador de impostos. Esse é o Tribunal Superior do Trabalho, que, entre os 27 Ministros, não tem um negro. Se ele tivesse que aplicar o que está aplicando à Ortobon, ele tinha que aplicar uma multa no próprio tribunal. São somente sete mulheres entre os 27 Ministros. E o Ministro Relator fala que a proporcionalidade na cidade de Arapongas, no Paraná, e no Estado do Paraná tem que ser de 50%. Ministro, uma empresa não vive de equilíbrio, de gênero, vive de resultado. A CEO da Ortobon é a Carolina Pires. Agora, imaginem se isto se estender para toda a loja, se o TST meter galho onde não é chamado, com o histórico que ele mesmo tem de falta de justiça social. Obrigado, Presidente Charles.
  • 30/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o gasto de R$ 520 milhões do Governo Federal em publicidade às vésperas da eleição, afirmando que o recurso público foi usado como marketing político para ocultar problemas como violência, crime organizado, inflação dos alimentos e perda do poder aquisitivo. Além disso, homenageou a professora de educação física Ariana Severo, morta em acidente de moto em Nova Friburgo (RJ), e cobrou do Prefeito e da Câmara Municipal ações de educação no trânsito para conter a imprudência nas vias.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Marketing,Despesa pública,Publicidade,Eleição,Segurança pública,Inflação,Poder aquisitivo Homenagem póstuma,Professora,Acidente de trânsito,Nova Friburgo (RJ),Educação para o trânsito,Prefeito,Câmara Municipal

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Desculpe-me aqui pela correria. Presidente Charles Fernandes, nós sabemos que, no mundo do marketing, aquele que é mais falado e mais visto, normalmente, no imaginário das pessoas, é levado a se tornar o melhor — seja o melhor produto ou o melhor serviço. E o Governo petista sabe muito bem disso, tanto que está gastando 520 milhões de reais nestes próximos 3 meses até a eleição, no dia 4 de outubro. São 520 milhões de reais! Recursos do mais simples pagador de impostos não podem ser usados como megafone político ou marketing político. Nós temos uma série de prioridades no nosso País. Quando o Governo gasta 520 milhões de reais em publicidade, é porque a publicidade real dele não está sendo bem-feita; é porque precisa enganar as pessoas na televisão e no rádio. Hoje de manhã, eu estava indo para o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro para vir para cá. Passando ali na Linha Vermelha, pelo Complexo da Maré e pelo Complexo do Alemão — áreas extremamente vulneráveis, de vulnerabilidade social altíssima —, ouvi uma propaganda no rádio dizendo que o feminicídio está sendo combatido no Brasil e que basta ligar para o 180. Olhem, se uma mulher, dentro do Complexo do Alemão ou da Maré, ligar para o 180 pedindo socorro, a polícia não pode entrar na localidade porque ali é um Estado semi-independente. Que conto da carochinha, Governo Federal! Que mentira! "Estamos combatendo o crime organizado!" Também ouvi essa mentira como propaganda. É mentira! Se hoje entrarmos no Google Earth — e aqui eu vou citar um exemplo de um encontro que tive em Macaé, mencionado por um candidato ao Senado —, veremos que na Fazenda dos Mineiros, no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, já há um píer na direção da Baía de Guanabara para receber armamento. Você pode ver isso no Google. Enquanto isso, o Governo Federal, que é responsável pelo controle das nossas fronteiras marítima e terrestre e pelo nosso controle aéreo, nada faz. São 520 milhões de reais enganando a população. Eu ouvi outra propaganda, também no rádio, porque, a cada uma propaganda da iniciativa privada, há uma propaganda do Governo, falando que o brasileiro vai poder trabalhar menos e ganhar a mesma coisa. Mentira! Mentira! Estão te enganando novamente. A picanha está 100% mais cara em relação ao início do Governo. A inflação dos alimentos já beira 50% neste mandato. O poder aquisitivo do brasileiro despencou. É enganação pura. Povo brasileiro, olha quanto vocês ganhavam, ou seus pais, ou seus avós, há 24 anos, quando o Lula venceu a eleição em 2002. De lá para cá, empobrecemos — é nítido. A classe média não consegue mais pagar um colégio particular para o seu filho. A classe média não tem mais plano de saúde. A classe média não tem dinheiro para pagar um combustível para, no Rio e na Região dos Lagos, passar um fim de semana. Contudo, Presidente Charles, agora eu quero mandar um abraço para a família da Ariana Severo, professora de educação física, minha colega de profissão, 32 anos, que perdeu a vida em Nova Friburgo, no trânsito, num acidente de moto. Houve um choque entre duas motos, um casal numa moto e a Ariana em outra moto, ali na Av. Roberto Silveira, em Conselheiro Paulino, em Nova Friburgo. Testemunhas falam que a moto do casal estava transitando em alta velocidade, a Ariana perdeu a vida. Os outros dois estão severamente feridos. Então, eu quero mandar um abraço para as duas famílias, um beijo no coração dos familiares da Ariana e dizer que a irresponsabilidade no trânsito, no Município de Nova Friburgo, na região serrana, está demais. São muitas motos, aquelas motos com escapamento alterado, correndo, fazendo manobras que não são permitidas, pondo em risco as pessoas. Então, eu quero dar um alerta aqui ao Prefeito da cidade, à Câmara Municipal: que façam ações de educação no trânsito na cidade de Nova Friburgo, porque isso tem sido sistemático. Embora o controle da segurança esteja sendo muito bem feito pela Polícia Militar em Nova Friburgo, os acidentes de trânsito estão chamando muita atenção. Aos familiares e amigos da Ariana Severo, expresso todo o meu sentimento. Um abraço em todos vocês, e que ela vá em paz. Obrigado, Presidente.
  • 17/06/2026

    O Deputado criticou a política econômica do Governo Lula, destacando o déficit dos Correios e o aumento das despesas públicas, apesar do recorde de arrecadação federal. Ademais, sustentou que os recursos destinados ao combate ao crime organizado são insuficientes diante do avanço do tráfico de drogas e das milícias no Estado do Rio de Janeiro. Além disso, atribuiu a crise de segurança pública à omissão do Governo Federal, à má gestão estadual e municipal e às restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) às operações policiais na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635. Por fim, alertou que a influência do crime organizado compromete a liberdade de campanha e a integridade do processo eleitoral.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente da República,Política econômica,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Deficit,Despesa pública,Política fiscal,Arrecadação tributária Governo federal,Política de segurança pública,Recursos públicos,Rio de Janeiro (Estado),Crime organizado,Tráfico de droga,Milícia paramilitar,Governo estadual,Governo municipal,Supremo Tribunal Federal (STF),Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental,Operação policial,Processo eleitoral,Campanha eleitoral,Eleições,Organização criminosa

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Delegado Caveira, representando cada vez melhor o Estado do Pará e defendendo nosso País, no Plenário da Câmara dos Deputados. Deputado Caveira, sem crise hídrica, sem pandemia e com recorde de arrecadação em impostos, o Brasil fecha no vermelho, fecha em dívida. Como pode? Eu tenho um amigo no Rio de Janeiro, em Copacabana, que falou o seguinte, há umas três semanas, quando foi noticiado o prejuízo de 6 bilhões, nos Correios, no primeiro trimestre. Esse meu amigo se chama Leo e é um pouquinho mais velho que eu. Ele falou: "Luiz, eu sou empresário, tenho uma empresa, acho que nem que se você pusesse uns 200 cracudos num ginásio, com mais um monte de pessoas que têm vida sem balanço, não dariam um prejuízo de 6 bilhões a uma empresa. Não tem tempo. São milhões e milhões por dia de prejuízo. É uma máquina de dar prejuízo". Se você tem uma loja num shopping center, da qual ela dá prejuízo sucessivamente, você fecha a loja. Você parte para outra, você muda de shopping, ou você muda o ramo, ou você vê que não está preparado para dirigir um negócio. No caso dos Correios, não, ele insiste no erro. Ao contrário do Governo Bolsonaro, em que os Correios e as estatais não davam prejuízo para o contribuinte; no Governo Lula, dá prejuízo. São 215 bilhões de reais que ultrapassam o teto, votado e aprovado aqui pelo Plenário. Desses 215 bilhões de reais, somente 1% é destinado para combater o crime organizado. Eu vou repetir: dos 215 bilhões de reais que ultrapassaram o teto orçamentário só 1% foi para combater o crime organizado. Eu cito o meu Estado, o Rio de Janeiro, que tem 92 Municípios extremamente vulneráveis em relação ao tráfico de drogas e milícias. Municípios da região serrana onde não havia tráfico de drogas, agora há. Na Região dos Lagos: região de Macaé, Cabo Frio, Rio das Ostras, o tráfico de drogas está presente; Angra dos Reis, também. A gente está falando de cidades pequenininhas onde nem sequer há um roubo de veículo, mas há o tráfico de drogas. É uma sequência de erros no Rio de Janeiro, desde lá de trás, com Moreira Franco, com Marcelo Alencar; depois vieram Sérgio Cabral, Garotinho, Rosinha. A Deputada Federal Benedita também foi Governadora; se eu não me engano, foi a única que não foi presa. A gente tem uma sequência ali de temeridade, e o Rio de Janeiro sofrendo muito, muito. Empresas estão saindo da Grande Rio, metade da população está na capital do Rio de Janeiro. Eduardo Paes é Prefeito do Rio de Janeiro desde 2008, com exceção do intervalo de 2016 a 2020, em que Crivella foi o Prefeito. Depois ele retorna em 2020 e se reelege em 2024, mas nunca deu a atenção devida para a segurança, eximiu-se sempre. As áreas tomadas da cidade do Rio de Janeiro são áreas invadidas em sua maioria. Hoje é preciso conciliar em conversas com a polícia e com o traficante. O Prefeito do Rio tem que pedir autorização para entrar em determinadas áreas. O Rio de Janeiro não tem um Prefeito, tem 60 Prefeitos. Parte aqui da Câmara dos Deputados, como o PSB, que não conhece o Rio de Janeiro, entra com a ADPF nº 635 no Supremo, que impede incursão policial. O Rio de Janeiro vira um resort de bandido, recebendo traficante de toda parte do Brasil, porque a Polícia Civil e a Polícia Militar não podem mais combater o crime. O crime organizado cresceu. Hoje, Deputado Caveira, muita gente fala: "Há fraude na urna eletrônica". Não, há fraude bem antes, porque, se você fosse do Rio, você iria sentir. A gente não consegue — aliás, a gente não pode — fazer campanha política em determinadas áreas da cidade, e o Governo Federal nada faz. Em contrapartida, 90% dos presidiários votam no atual Governo. Então, quando a gente fala em fraude de urna, é preciso entender que a fraude da urna começa no processo, antes até de uma eleição. A fraude na urna, em seguida, vem quando o mesário autoriza você a votar. Não é o mesário que tem que autorizar você a votar, é você, digitando uma própria senha, assim como acontece num caixa eletrônico. Mas não, ele autoriza você. Isso não tem cabimento. Se você esquecer sua senha, não vota; assina um documento de que você esteve presente. Mas o Rio de Janeiro é isso, Deputado Caveira. Enquanto o Governo Federal, com responsabilidade, não resgatar o Rio de Janeiro, é tráfico de drogas entrando pela Baía de Guanabara, é tráfico de drogas entrando via aérea, via terrestre, via marítima, e nada se faz. Eu não quero que o Rio de Janeiro se torne o Haiti do continente americano. O Haiti, que compartilha a mesma ilha da República Dominicana, é uma válvula de escape para coisa errada, que gera muito dinheiro. É um porto que serve para receber droga e mandar para os Estados Unidos. Eu não quero que o Rio de Janeiro se torne essa válvula de escape de corrupção e de drogas, de um narcoestado que está se formando no nosso País. Obrigado, Deputado Caveira.
  • 17/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Presidente Lula por declarar que não é político de Esquerda, sustentando que a fala contradiz sua trajetória no Partido dos Trabalhadores (PT) e o apoio histórico recebido da Esquerda latino-americana. Ademais, condenou o Projeto de Lei nº 1.838, de 2026, do Poder Executivo, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1, afirmando que a medida aumentaria custos, prejudicaria trabalhadores com renda variável e agravaria a situação econômica do País. Além disso, destacou que o próprio Governo Federal retirou a urgência da matéria por reconhecer seus impactos negativos. Por fim, defendeu a posição contrária do Partido Novo à proposta e reprovou o PT por fomentar medidas que prejudicam a economia e o emprego.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),declaração,Esquerda política Projeto de lei ordinária,redução,Jornada de trabalho,Autor (proposição legislativa),Poder Executivo,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),urgência,Impacto econômico,Trabalhador,Partido Novo (NOVO),Emprego,Política trabalhista

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Delegado Caveira. É uma honra ter a sessão presidida por V.Exa. Hoje o Lula deu mais uma declaração que vai entrar para a história, ao menos muito pitoresca, porque há 40 anos ele se diz um líder de esquerda. Ele fundou o PT há mais de 40 anos. Sempre teve o apoio da Esquerda da América Latina. E hoje, em conversa no G7 com o Chanceler da Alemanha e com a líder do conselho monetário mundial, disse que não é um político de esquerda. Ou ele está mentindo ou ele está enganando sua própria militância. Mas eu queria dizer o seguinte. Fidel Castro e Hugo Chaves, antes de chegarem no poder, diziam também que não eram de esquerda. Então, parece que o Lula faz qualquer negócio — é triste falar isto de um presidente — para enganar as pessoas. Ele vê que o mundo que dá certo não é de esquerda. Ele vê que não há uma política comunista no G7, nesses países de sucesso de democracia, não é? A gente tem que excluir a China nesse sentido, porque lá o Presidente é eleito com 100% dos votos. Nem num condomínio com cinco apartamentos é comum ter 100% de unanimidade, é difícil! Agora, com 1 bilhão e 500 milhões de habitantes, ter 100% de votação pró-Presidente é muito raro! Deputado Caveira, retirada a urgência, pelo Governo, da votação 6 por 1, caiu a ficha. Depois do Editorial do Estadão de São Paulo e do Editorial da TV Bandeirantes, chega aqui para gente que Fim da 6x1 pode aumentar tarifas de ônibus em até 8%. O próprio Governo chegou à conclusão de que derrubar a 6 por 1, cair para a 5 por 2, vai prejudicar o próprio Governo. O custo de vida das pessoas vai aumentar. É claro que, em determinadas profissões, cabe a 5 por 2. Como a gente vai falar para um garçom, Deputado Caveira, cujos dois terços do seu salário vêm de gorjeta, que ele é proibido de trabalhar no sexto dia? Como você vai falar para um jovem de 22 anos que vende roupa no shopping center e ganha comissão, que ele é proibido de trabalhar no sábado ou no domingo, no mês de Natal, por exemplo, de dezembro? É uma inconsequência sem tamanho! Nós, do Partido Novo, não temos medo de orientar "não". É só a gente ligar a televisão — de CNN à Bandeirantes, à Rede Globo, ao SBT, à Jovem Pan — para ver que todos estão perplexos com essa irresponsabilidade de quebrar a economia, como o PT está quebrando. A gente tem IPCA a 8,2%. A reunião do Copom termina hoje à tarde, Deputado Caveira, e, possivelmente, os juros vão ser mantidos em 14,50%. É 100% da dívida do PIB — e este Governo pegou com 70% —, não tem como dar certo! O brasileiro ganha muito pouco! O salário mínimo se iguala ao de países dos quais nós estávamos muito à frente: Uruguai, Argentina, Paraguai. O Paraguai está recebendo empresas brasileiras. Foi o Governo, foi muito estranho... Ontem, a gente estava sentadinho aqui. Eu estava responsável pelo Partido Novo e ia orientar contrário de novo à escala 6 por 1, defendendo o brasileiro, defendendo o emprego do brasileiro. A informalidade está em 50%, o comércio está fechado no centro do Rio de Janeiro, há desemprego. Não é esta a solução! Brasileiros, isso é engana trouxa! O PT, desculpem-me — se você acreditou nesse conto da Carochinha —, o próprio PT retirou a urgência, o próprio Governo. O Presidente Hugo Motta sumiu com a 6 por 1 da pauta. Ele queria buscar uma alternativa ontem, e não conseguiu. Deputado Caveira, muito obrigado pela oportunidade. Desejo-lhe muito sucesso! Que nós possamos apagar o PT definitivamente do mapa do nosso País!
  • 16/06/2026outros
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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo hoje a esta tribuna para tratar da minha indicação do Instituto Ayrton Senna ao Prêmio Darcy Ribeiro de Educação de 2026. Esta não é apenas uma homenagem a uma instituição de excelência. É o reconhecimento de uma trajetória que há mais de três décadas transforma vidas, amplia oportunidades e reafirma o papel da educação como o mais poderoso instrumento de desenvolvimento humano e social do nosso país. O Instituto Ayrton Senna nasceu inspirado pelo legado de um dos maiores ídolos da história brasileira. Ayrton Senna representou para o mundo valores que marcaram gerações: determinação, disciplina, coragem, perseverança e amor pelo Brasil. Nas pistas, emocionava milhões ao carregar nossa bandeira com orgulho. Fora delas, deixou um legado ainda mais duradouro: a crença de que todo brasileiro merece a oportunidade de desenvolver seu potencial e construir seu próprio futuro. É exatamente essa missão que o Instituto vem cumprindo de forma exemplar. Ao longo de sua história, tem contribuído para fortalecer a educação pública brasileira por meio da pesquisa, da inovação e da construção de soluções educacionais que alcançam escolas, educadores e estudantes em todas as regiões do país. Seu trabalho vai além da aprendizagem tradicional. O Instituto compreende que educar é também desenvolver competências socioemocionais, formar cidadãos preparados para os desafios da vida, fortalecer a autonomia, a responsabilidade e a capacidade de sonhar e realizar. Merece destaque sua atuação estratégica em diferentes frentes: na produção de conhecimento e metodologias inovadoras; na disseminação em larga escala de práticas educacionais comprovadamente eficazes; na contribuição para o aperfeiçoamento das políticas públicas; e na mobilização da sociedade em torno de uma educação de qualidade para todos. Essas ações têm ajudado a reduzir desigualdades, ampliar oportunidades e oferecer perspectivas concretas para milhões de crianças e jovens brasileiros. Senhoras e Senhores, O Prêmio Darcy Ribeiro homenageia pessoas e instituições que compreendem a educação como instrumento de emancipação, cidadania e transformação nacional. Poucas organizações representam esse ideal de maneira tão consistente quanto o Instituto Ayrton Senna. Ao reconhecer esta instituição, reconhecemos também a importância de investir na educação como caminho para a construção de um Brasil mais justo, mais desenvolvido e mais humano. Reconhecemos o esforço de milhares de educadores, gestores e famílias que acreditam no poder transformador do conhecimento. E homenageamos um legado que continua vivo, inspirando novas gerações a acreditarem que o talento, quando encontra oportunidade, pode mudar destinos. Por todas essas razões, considero plenamente justa e meritória a indicação do Instituto Ayrton Senna ao Prêmio Darcy Ribeiro de Educação de 2026. Que esta homenagem simbolize nosso reconhecimento a uma instituição que, todos os dias, ajuda milhões de brasileiros a cruzarem a linha de chegada mais importante de todas: a da realização de seus sonhos por meio da educação. Muito obrigado
  • 16/06/2026

    O Deputado relatou participação, ao lado de outros Parlamentares, em reunião no Supremo Tribunal Federal (STF) para solicitar a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e afirmou ter percebido resistência de parte dos Ministros à iniciativa. Além disso, elogiou a receptividade dos Ministros André Mendonça e Luiz Fux durante o encontro. Na continuidade, manifestou preocupação com decisões judiciais recentes e defendeu a atuação de representantes da direita no debate político. Por fim, mencionou nomes ligados ao Banco Master e questionou possíveis relações entre a instituição financeira e figuras que ocuparam cargos de destaque em Governos anteriores e no Poder Judiciário.

    Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),prorrogação,Supremo Tribunal Federal (STF),Ministro do Supremo Tribunal Federal,Decisão judicial,Direita política,Banco Master,Poder Judiciário,Administração federal,Fraude bancária,Corrupção

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, eu quero compartilhar esse sentimento com a Deputada Adriana. Estivemos no STF pedindo aos Ministros a prorrogação da CPMI do INSS. Você lembra, Adriana, o olhar intimidatório deles com a gente? Gratuitamente. Estavam eu, a Deputada Adriana, o Deputado Marcel van Hattem, o Senador Carlos Viana e o Deputado Alfredo Gaspar. O Ministro André Mendonça e o ministro Luiz Fux nos receberam muito bem, mas aquele olhar intimidatório que a gente recebeu... eu não vou nominar aqui, porque a gente vive um período em que até senhor em Santa Catarina que faz Pix de 500 reais é condenado a 14 anos. Então, nós temos que ter responsabilidade para continuar nesse jogo defendendo a direita. Deputada Adriana, o que esperar do Banco Master? Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda da Dilma; Henrique Meirelles, ex-presidente central do banco Lula... Banco Lula, não, do PT, era do banco Lula; e Ricardo Lewandowski, consultor do Banco Master. Obrigado, Deputado Charles.
  • 16/06/2026

    O Deputado refletiu sobre o ambiente de tensão e desgaste emocional presente nos debates políticos, defendendo a importância do diálogo respeitoso entre pessoas com diferentes visões ideológicas. Nesse sentido, repudiou agressões e ataques disseminados na Internet contra representantes de distintas correntes políticas. Ao abordar a valorização da vida humana, relatou convicções pessoais relacionadas à oposição ao aborto e argumentou sobre a singularidade da existência de cada indivíduo a partir de sua ancestralidade. Também destacou que diferenças políticas não anulam sentimentos, valores e experiências compartilhadas pela sociedade. Por fim, defendeu a preservação da vida, o fortalecimento do debate honesto e a rejeição à violência motivada por divergências de natureza política.

    Palavras-chave oficiais: Ideologia política,Debate,Violência política (crime),Democracia,Ancestral,Aborto,respeito,divergência

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Eu cheguei aqui às 13h55min, já fiz alguns discursos hoje. Isto aqui é um massacre psicológico, ainda mais no momento em que a gente está vivendo. Os discursos costumam ser muito pesados, a gente reclama, a gente aponta, a gente fica revoltado, a gente não controla a nossa ansiedade em relação a lutar pelo que os nossos eleitores esperam da gente. O Deputado Chico Alencar fez um discurso, e eu gosto de ouvir o Deputado Chico Alencar porque, muitas vezes, apesar de discordar, eu tenho a certeza de que ele fala com muita sinceridade. O repúdio a essas agressões na Internet, Deputado Chico, valorizando muito pouco a humanidade e a nossa essência, tem de valer para os dois lados. Eu mesmo já sofri, eu mesmo já testemunhei Deputados de esquerda sofrendo agressões, Deputados de direita. E aí, Deputado Chico, eu venho em um momento de reflexão aqui. Uma das razões de eu ser contra o aborto é realmente perceber o quanto somos especiais. Eu estava assistindo a um programa outro dia na televisão e vi que, em 500 anos, nós estamos na 17ª geração. Nós temos 131 mil ancestrais em 500 anos, tanto eu como o Deputado Chico Alencar. São cerca de 65 mil casais que se encontraram para nós estarmos aqui. Bastava um casal falhar para que nós não estivéssemos aqui, pelo menos da forma que a gente é. Dessas 131 mil pessoas que nos antecederam, os nossos ancestrais, eu tenho a certeza de que, entre elas havia gente que pensava mais para a esquerda, outros mais para a direita. E o senhor também deve ter tido, entre os seus ancestrais, pessoas de direita. No fundo, no fundo, nós temos as mesmas emoções, os mesmos medos e somos milagres de Deus. Cento e trinta e uma mil pessoas, em 500 anos, para se conhecerem e, se nós estarmos aqui do jeito que estamos, é porque nós somos milagres. Eu compartilho da ideia do senhor: a gente não pode banalizar a vida, não. É por isso que eu vou lutar sempre para que a gente valorize a vida, para que a gente seja rigoroso, para que a gente defenda a vida e para que a gente possa ter diálogos abertos e honestos nos próximos anos, mesmo nós tendo pouca divergência. Nós não temos muita divergência, não. É impossível termos muitas divergências. As divergências são poucas, mas é uma pena que essas divergências hoje sejam capazes de levar a uma violência que a gente não deseja. Obrigado, Presidente.
  • 16/06/2026

    O Deputado repercutiu notícias divulgadas por veículos de comunicação brasileiros e italianos sobre decisão da Justiça da Itália relacionada à ex-Deputada Carla Zambelli. Além disso, afirmou que o entendimento adotado pela corte italiana reforçou críticas à atuação do Ministro Alexandre de Moraes em processos judiciais, sustentado que não era adequado concentrar as funções de vítima, relator e julgador em um mesmo processo. Ademais, mencionou avaliações atribuídas a instâncias internacionais que apontaram perseguição política conduzida sob aparência de legalidade. Por fim, utilizou esses argumentos para questionar a condução de procedimentos judiciais envolvendo o Ministro do Supremo Tribunal Federal.

    Palavras-chave oficiais: Repercussão geral,Decisão judicial,Itália,Ex-deputada federal,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Perseguição política

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Charles. O Deputado que me antecedeu citou o Ministro Alexandre de Moraes, e eu não poderia deixar de destacar o que foi noticiado em grande parte da imprensa aqui no Brasil e na Itália: "Ao livrar Carla Zambelli, Justiça italiana afirma: Alexandre de Moraes não é juiz". Presidente Charles, precisou a Justiça viajar todo o Atlântico, chegar à Itália, para chegar a uma conclusão óbvia: que você não pode ser vítima, relator e juiz no mesmo processo. Vou destacar aqui também um ponto que foi noticiado: “Cinco instâncias internacionais independentes chegaram ao mesmo diagnóstico: o que Moraes faz é perseguição política conduzida sob veste de toga". Obrigado, Presidente Charles.
  • 16/06/2026

    O Deputado saudou a presença, na Câmara dos Deputados, de Léo Síndico, pré-candidato a Deputado Federal pelo Partido Novo no Espírito Santo, e de Ney Flecha, pré-candidato a Deputado Estadual. Ademais, elogiou a atuação do Partido Novo em defesa do ex-Deputado Daniel Silveira, do Projeto de Lei da Anistia e dos ex-Deputados Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro. Além disso, apontou que a legenda representa de forma coerente o eleitorado brasileiro de Direita.

    Palavras-chave oficiais: Pré-candidato a cargo eletivo,Deputado federal,Deputado estadual,Partido Novo (NOVO),Espírito Santo (Estado),Câmara dos Deputados Partido Novo (NOVO),Ex-deputado federal,cassação,Perda de mandato parlamentar,Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático,Atuação parlamentar,Direita política

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Estou recebendo, com muita honra, aqui o Léo Síndico, pré-candidato a Deputado Federal pelo Partido Novo no Estado do Espírito Santo, e o Ney Flecha, pré-candidato a Deputado Estadual também pelo Espírito Santo. Os dois aqui representam o Partido Novo, o único partido que foi 100% contra a prisão do Daniel Silveira, o único partido 100% a favor do PL da Anistia, o único partido que defendeu 100% o ex-Deputado Alexandre Ramagem em relação à sua sustação penal. Foi o único partido, Léo e Ney, que defendeu 100% o Eduardo Bolsonaro para que ele não fosse cassado na Comissão de Ética. Então, temos muito orgulho do NOVO. Se você é do Espírito Santo e quer realmente representantes de direita, venham com o nosso partido. Nós somos 100% coerentes com a vontade do eleitor brasileiro de direita. Obrigado Ney! Obrigado Léo!
  • 16/06/2026

    O Deputado afirmou que os indicadores econômicos do País mostraram juros de 14,5%, IPCA de 8,2%, dívida pública em 100% do PIB e salário mínimo entre os piores da América do Sul, além de a cesta básica superar metade do piso salarial. Atribuiu a veículos de imprensa e ao Estado de São Paulo os dados apresentados e concluiu que a situação econômica não permitiria resultados positivos no curto prazo.

    Palavras-chave oficiais: Política econômica,Governo federal,Crítica

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, com todo o meu respeito ao Deputado Paulo Guedes, que é muito assíduo aqui e realmente representa quem vota nele, mas os números estão aqui — não sou eu que estou falando —, são do O Estado de S. Paulo, da Folha de S. Paulo, do jornal O Globo: juros de 14,5%. Está aqui: a reunião do Comitê de Política Monetária — Copom é hoje. Temos o pior salário mínimo da América do Sul! Só ganhamos da Venezuela. O custo da cesta básica supera a metade do salário mínimo! Eu não achei essas informações do nada, não seria irresponsável de trazê-las. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo — IPCA está 8,2%. Setenta por cento era a dívida do Produto Interno Bruto — PIB quando Lula assumiu. Hoje, é 100%! Não há como dar certo um País desse. Deputado Paulo, desculpe, mas não há como. Eu não tenho medo nenhum de afirmar que, ano que vem, conversamos.
  • 16/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado registrou que a crise econômica instalada no Brasil e citou indicadores como inflação elevada, juros altos, endividamento das famílias e aumento da dívida pública, além do impacto sobre o custo da cesta básica. Criticou a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que trata da redução da jornada de trabalho, afirmando que a medida afetou trabalhadores formais e informais, incluindo garçons que dependem de gorjetas e segmentos com alta informalidade. Também mencionou o fechamento de estabelecimentos comerciais, a automação em serviços e comparações com países da América Latina. Associou o cenário à carga tributária e defendeu mudanças na condução das políticas econômicas e trabalhistas no País.

    Palavras-chave oficiais: Crise econômica,Política econômica,Carga tributária Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Trabalho formal,Trabalho informal

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. É uma honra ter esta sessão presidida pelo senhor. Presidente Charles, a crise não está batendo na porta do Brasil, não; a crise já está instalada. Hoje, metade do salário mínimo não paga o custo da cesta básica. E a gente vai em qualquer supermercado de qualquer uma das 27 capitais do nosso País. E aí eu concordo que não há país que sobreviva com: IPCA a 8,2%; juros a 14,5% — a reunião do Copom começa hoje e termina amanhã; é bem possível que essa taxa se mantenha; 82% dos brasileiros endividados; 52% dos brasileiros inadimplentes. Olha, e tem mais. Quando o Governo Lula começou, a dívida era 70% do PIB. Agora é 100%. Olha, o Brasil é o Banco Master do mundo. Vai quebrar. Na verdade, já quebrou; é insustentável. O brasileiro que vai ao supermercado hoje... Quantas vezes a gente vê uma pessoa na nossa frente ou do nosso lado descartando produtos? O poder aquisitivo despencou. Essa votação da redução da jornada de trabalho para 5 por 2 bate muito com o editorial do jornal O Estado de S. Paulo da semana passada e com o editorial da Rede Bandeirantes de Televisão: Não faz sentido proibir o brasileiro de trabalhar. Nós recebemos, na semana passada, aqui representantes dos garçons do Brasil. Eles serão impedidos de trabalhar 6 dias na semana, sendo que dois terços do seu salário vêm de gorjetas. Que covardia que estão fazendo com os brasileiros! Cerca de 50% dos trabalhadores, Deputado Sérgio Turra, brilhante Deputado Federal do Rio Grande do Sul, são informais — 50%. Nos Estados do Nordeste, houve 100% de adesão à redução... Redução, não, à proibição. Proíbem o brasileiro que quer trabalhar. Votaram aqui justamente os Estados com o maior número de informalidade. Você chega ao Rio de Janeiro, Deputado Turra, na Rua da Carioca — a Rua da Carioca, há 200 anos, há 100 anos, há 50 anos, era o maior centro comercial do Brasil, quando a Capital Federal era no Rio de Janeiro até 1960 — e vê todas as lojas vazias. A gente vai aqui ao aeroporto, na loja do McDonald's, e já vê robôs atendendo a gente. Vocês acham que vão resolver algum problema com essas ações? Eu não tive nenhum problema e não tenho nenhum problema em me tornar, de certa forma, impopular. Isso é uma responsabilidade que a maioria aqui não tem. Eles têm medo de eleição, mas estão cagando e andando — desculpem a expressão — para o futuro do nosso País. Podem me cobrar daqui 1 ano, 2 anos, para ver como este País vai estar. Temos o menor salário mínimo da América Latina; só ganhamos da Venezuela. O Paraguai está recebendo muitas empresas de braços abertos. O País que, entre os trinta do mundo que mais cobram tributo, devolve menos à sociedade é o Brasil do PT. Eu não tenho medo de ser impopular. Eu tenho medo é de faltar com a verdade com os brasileiros que não conseguem enxergar o que eu estou enxergando. Obrigado, Presidente Charles. Obrigado, Deputado Turra.
  • 10/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a condução da política fiscal do Governo Federal e manifestou preocupação com o aumento dos gastos públicos, afirmando que medidas em discussão no Congresso Nacional colocaram em risco o equilíbrio das contas do País. Além disso, relatou participação em encontro com representantes de diversos setores econômicos para debater a proposta de redução da jornada de trabalho, sustentando que a medida poderia gerar impactos negativos para trabalhadores remunerados por comissão, gorjetas e produtividade. Ademais, argumentou que pequenas empresas enfrentariam dificuldades para ampliar contratações e absorver os custos decorrentes da mudança. Ao concluir, associou a proposta ao aumento do custo de vida, citou a perda do poder de compra da população e apontou preocupações com a inflação e a renda dos trabalhadores brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Eleição,Despesa pública,Equilíbrio fiscal,Senado Federal,Impacto econômico,redução,Jornada de trabalho,Trabalhador,Poder aquisitivo,Salário mínimo

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hildo. É uma honra ter esta sessão presidida pelo senhor. Presidente Hildo, não bastasse o editorial do jornal O Estado de S. Paulo de ontem, dia 9, com o seguinte título: “Lula quebra o Brasil para se reeleger”, à noite tivemos o editorial à noite, no telejornal da Band, no horário nobre da Band, indo na mesma linha, falando dos gastos públicos absurdos que ultrapassam 225 bilhões do teto de gastos, somente 1% dessa extrapolação de custos voltado para o combate ao crime organizado, e também falando no absurdo das votações que são postas aqui nesta Casa, ditas até no Senado, ontem, pelo Presidente Davi Alcolumbre, pautas que põem em risco os números e o equilíbrio fiscal do nosso País. Recebemos, há pouco, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, diversos setores trabalhistas, um debate com o Senador Portinho, com o Senador Rogerio Marinho, com o Deputado Gilson Marques, do Partido Novo de Santa Catarina, Deputado Marcel van Hattem, e eu estava presente também, vários setores preocupadíssimos com a aprovação da redução da jornada de trabalho. Temos diversos setores de trabalho: 50% das pessoas ativas são informais; 10% dos 50% no regime CLT trabalham numa escala maior do que 5 por 2, entre elas os garçons que nos procuraram. O garçom, dois terços da sua remuneração vem de gorjeta, o garçom vai ser proibido de trabalhar no sexto dia da semana. Então, esse papo de que o trabalhador vai ganhar a mesma coisa trabalhando menos é mentira. Garçom, comissionados, vendedores, pessoal que trabalha com venda de carro, corretor de automóveis, as pessoas que trabalham com comissão. Imagina os garçons! Imagina aqui na Vila Planalto, um pequeno restaurante com 10 funcionários vai ter que contratar mais três. Como é que vai contratar uma cozinheira para um dia extra? Eu estava conversando com a dona Marília. Olha, um absurdo o que foi aprovado aqui. O custo de vida vai aumentar, o trabalhador vai continuar com o mesmo salário... Olha o custo de vida que a gente tem aqui. Se a gente atravessar a rua e hoje almoçar num quiosque simples, a gente não vai pagar menos do que 25 reais, 30 reais numa refeição com arrozinho, com molho à campanha, com uma batatinha frita, com dois espetinhos de carne e coração. O poder aquisitivo do brasileiro está destruído, a inflação dos alimentos já passa de 50%. O salário mínimo a gente só ganha da Venezuela: 270 dólares. A gente perde para o Equador, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Argentina, Chile, Guiana Francesa, Guiana, Suriname. Presidente Hildo, obrigado pela oportunidade.
  • 09/06/2026outros
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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Sr. Presidente, O Brasil vive uma situação fiscal alarmante. Hoje, o déficit nominal do nosso país gira em torno de 9% do PIB. Para quem nos acompanha, isso significa algo simples: o governo gasta muito mais do que arrecada. E quando as contas não fecham, alguém paga a conta. Não existe mágica. O governo se endivida, emite títulos, toma dinheiro emprestado e paga juros cada vez maiores. O resultado é perverso: o Brasil se transformou em uma espécie de "banco master" do mundo. Para convencer investidores a aplicarem recursos aqui, somos obrigados a oferecer alguns dos juros mais altos do planeta. Enquanto países organizados atraem investimentos pela confiança, pela produtividade e pela segurança jurídica, o Brasil atrai capital pagando prêmios gigantescos para financiar a gastança do Estado. Hoje, boa parte desse déficit não vem nem de investimentos em infraestrutura, educação ou segurança. Vem do peso dos juros acumulados por anos de irresponsabilidade fiscal. É uma bola de neve. E quem paga essa conta? O trabalhador, o empresário, o aposentado, a dona de casa. Pagam através de juros altos no cartão de crédito, no financiamento da casa própria, no empréstimo para abrir um negócio e no encarecimento de toda a economia. Não existe desenvolvimento sustentável sem responsabilidade fiscal. Não existe justiça social baseada em dívida. Não existe prosperidade construída sobre déficits permanentes. O Brasil precisa parar de discutir como arrecadar mais e começar a discutir seriamente como gastar melhor e gastar menos. O caminho não é aumentar impostos. O caminho é controlar despesas, reduzir desperdícios e devolver credibilidade às contas públicas. Porque um país que vive eternamente no cheque especial não constrói futuro. Apenas empurra problemas para as próximas gerações. Muito obrigado

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.