Pular para o conteúdo
Detector de Bananada
Foto de Luiz Lima

Deputado · Câmara

Luiz Lima

NOVO · RJ

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos

Baixar imagem para storyComparar com…

Bananômetro

Bananômetro: 91 de 100, Cara Bom0406080100

91/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 90

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 97%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 99%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Governo Lula (3º mandato)

Vota com o governo 22%das 844 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 96%das 901 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Luiz Lima

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.luizlima@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5504
Gabinete
Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Governo Lula (3º mandato)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 390 de 392 sessões

Melhor que 91% dos deputadosMédia do partido: 96%

Votou nas votações

97%

Registrou voto em 1.090 de 1.119 votações nominais

Melhor que 98% dos deputadosMédia do partido: 90%

Iniciativas que viraram lei

0

de 20 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 15 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

22%

Em 844 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 19%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.072 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 14/10/2026.

  • 12/08/2026

    O Deputado orientou o Partido Novo contrariamente ao Substitutivo do Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que trata da redução das alíquotas de tributos federais sobre a importação, a produção e a comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação. Além disso, criticou a situação das contas públicas e classificou a matéria como eleitoreira. Por fim, condenou a retirada do dispositivo que protegia os incentivos ao esporte de corte linear de 10% e destacou a apresentação de emenda para preservar esses recursos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Renúncia fiscal,Combustível,Combustível de aviação,Alíquota,Tributo federal,Contas públicas,Política fiscal,Eleições,Dispositivo legal,Incentivo fiscal,Esporte,Emenda,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o cartão de crédito do Governo estourou há muito tempo. É um roubo nas contas públicas já de 105 bilhões, orçamento da Educação e da Saúde comprometido. Se a gente estivesse com tudo azul, o Governo com superávit, tudo maravilhoso, O.k.., mas não está nada O.k.. É uma irresponsabilidade o que vocês estão fazendo! Projetinho eleitoreiro, projeto "oba-oba", fake news total! E eu vou aqui pelo esporte brasileiro — o COB acabou de me ligar aqui para informar — dizer que o inciso XIV, que garantia a proteção contra o corte linear de 10% nos incentivos ao esporte, foi retirado do texto. O Deputado Mauricio do Vôlei, do PL, já acaba de apresentar uma emenda para pelo menos garantir o equilíbrio no esporte brasileiro. Olha que coisa louca! Olha que projeto Frankenstein apresentado pelo Governo! O NOVO é "não"!
  • 11/08/2026Breves Comunicações

    O Deputado agradeceu ao Partido Novo pela indicação à reeleição e afirmou ter percorrido 92 Municípios do Rio de Janeiro, ressaltando a diversidade e os problemas de segurança e vulnerabilidade social no Estado. Além disso, criticou declarações de representantes do PT sobre São Paulo e o Rio de Janeiro, contestou dados sobre economia e custo de vida, comparou o poder de compra do salário mínimo nos Governos Bolsonaro e Lula e concluiu que o País perdeu renda e competitividade.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Candidato,Reeleição,Rio de Janeiro (Estado),Partido Novo (NOVO) Candidato a cargo eletivo,Partido dos Trabalhadores (PT),declaração,Economia,Política econômica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidenta Geovania de Sá. A gente chega a poucos dias do início da eleição, e eu quero agradecer muito ao Partido Novo por ter me indicado à reeleição de Deputado Federal para representar o Estado do Rio de Janeiro — eu estive presente em 92 Municípios, neste mandato, de Varre-Sai e Porciúncola, no norte do Estado, a Paraty, no sul do Rio de Janeiro. Trata-se de um Estado diverso, com Municípios de condições e necessidades diferentes. Há regiões onde há paz, e áreas, como no centro do Rio de Janeiro, no Sul Fluminense, onde a vulnerabilidade social e a criminalidade imperam. Locais como a Baixada Fluminense, São Gonçalo, a cidade do Rio de Janeiro e a Região dos Lagos sofrem com a invasão do tráfico e da milícia. A gente lida com realidades muito diferentes, que o candidato a Deputado Federal e a Deputado Estadual precisa conhecer. Presidenta Geovania de Sá, no domingo, tivemos dois debates com representantes do atual Governo brasileiro do PT: um sobre o Governo de São Paulo e outro sobre o Governo do Rio de Janeiro. Lembro que os dois Estados são os mais ricos economicamente da Federação, sendo que o Rio de Janeiro é o terceiro Estado mais populoso e São Paulo tem 44 milhões de habitantes. Haddad disse mentira atrás de mentira, a ponto de falar que a situação de São Paulo é pior do que a do Brasil. Eu não sei o que ele quis dizer, mas me parece que não conhece o interior e a cidade de São Paulo para comparar com o resto do País. Trata-se de um Estado em que as estradas têm 77% de avaliação positiva e o Brasil,30%; a renda familiar média é de 3 mil reais, contra 2 mil reais no País; a taxa de desemprego no Estado de São Paulo é a menor do Brasil; os recursos em relação à produção superam a média nacional. O maior trunfo do Governo de São Paulo é nunca ter tido o PT no poder. Esse é o maior mérito do Governo no Estado de São Paulo, que corresponde a 25% da população brasileira. No Rio de Janeiro, o soldado do Lula é o ex-Prefeito Eduardo Paes, que cumpriu quatro mandatos desde 2008, período em que todos os índices de vulnerabilidade social aumentaram. Ocupação irregular e insegurança: é responsabilidade da Prefeitura cuidar do seu território. É ela que cobra IPTU, permite invasão e crescimento desordenado, e depois vai cobrar do Estado. Eduardo Paes não foi ao debate, Deputada Silvia. Não foi! Ele foi pior do que o Haddad, que pelo menos teve coragem de ir. Mas ir ao debate para mentir! É o que aconteceu ontem na entrevista da CNN. Os repórteres da CNN, quando entrevistavam Haddad, ficavam constrangidos. É constrangedor ficar à frente de uma pessoa que já ocupou tantos cargos administrativos importantes no País, como o de Ministro da Economia, e vê-la mentir. Não sou eu que estou dizendo, não. Entrem no site da Lupa, na Internet, e digitem todos os pontos que foram citados pelo candidato ao Governo de São Paulo. Mas, no Rio de Janeiro, o Eduardo Paes simplesmente não foi, ignorou o Estado do Rio de Janeiro, que precisa de tanta seriedade, o Estado do Rio de Janeiro, que precisa se reerguer. Um Deputado do PT que me antecedeu disse que o alimento está mais barato no Governo Lula. Olha, eu acho que o senhor não visita os supermercados. Eu vou só citar o preço do saco de cimento. Você, brasileiro, que está construindo a sua casinha, saiba que o salário mínimo no Governo Bolsonaro, embora, em valor, fosse menor, tinha um poder de compra maior. Com um salário mínimo no Governo Bolsonaro, podíamos comprar 69 sacos de cimento; no Governo Lula, compramos 45 sacos — foi de 69 para 45. No Governo Bolsonaro, podíamos comprar 10 metros de areia; no Governo Lula, 8 metros de areia. Mas cimento e areia não enchem a nossa barriga. É de 25% a inflação dos alimentos no Governo Lula. A gente ficou mais pobre. Temos o salário mínimo mais baixo da América do Sul. Estramos à frente somente da Venezuela. É esse Governo que o Brasil quer que continue, esse Governo de insucesso, que cada vez fica mais distante dos nossos irmãos da América Latina — Uruguai, Argentina, Chile, Bolívia, Colômbia, Equador, todo mundo deslanchando, e o Brasil ficando para trás. Obrigado, Presidente Geovania.
  • 11/08/2026

    O Deputado afirmou que o Partido Novo não teve nomes envolvidos na lista do Banco Master nem no escândalo do INSS. Contestou a defesa do PT sobre ausência de relação com o caso, além de apontar ligações de sindicatos citados com o PT e mencionou a presença de figuras como Henrique Meirelles, Guido Mantega e Ricardo Lewandowski entre consultores do Banco Master, associando o episódio ao Governo do PT.

    Palavras-chave oficiais: Banco Master,Partido Novo (NOVO),Partido dos Trabalhadores (PT),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Benedita. Presidente Benedita, o Partido Novo — assim como pouquíssimos partidos aqui da Câmara dos Deputados — não tem nomes envolvidos na lista do Banco Master e no escândalo do INSS. Quando ouço o meu colega adversário do PT aqui dizer que o seu partido não tem relação nenhuma com o escândalo do INSS, preciso lembrar que os três maiores sindicatos que mais roubaram os aposentados têm ligações com o PT. São a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares — Contag, o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos — Sindnapi, cujo Vice-Presidente é irmão do Presidente Lula, e a Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais — Conafer, fundada com a presença do então Ministro do Trabalho, o Carlos Lupi, em 2011. Há foto disso. Depois, no Banco Master: Henrique Meirelles, Guido Mantega e Ministro Ricardo Lewandowski são os três principais consultores do Banco Master. São unha e carne com o Governo do PT. Obrigado, Presidente Benedita.
  • 15/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Partido dos Trabalhadores (PT), ao apontar que a legenda adota posturas distintas quando está no Governo e na Oposição. Além disso, defendeu que o confronto de ideias fortalece a democracia. Ademais, rebateu críticas de Parlamentares acerca de suas declarações sobre o pagamento de emendas pelo Governo Federal e sustentou que Deputados do PT receberam recursos de emendas de comissão (RP 8) para a área da saúde em 2025 e 2026. Adicionalmente, destacou que Deputados do Partido Novo não foram contemplados com esse tipo de emenda. Por fim, recriminou Parlamentares do PT por condenarem um mecanismo de transferência de recursos do qual também são beneficiários.

    Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Atuação parlamentar,Governo,Oposição política,Democracia,Pagamento,Emenda,Parlamentar,Governo federal,Deputado federal,Emenda de comissão,Partido Novo (NOVO)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Messias. É uma honra ter a sessão presidida por V.Exa. Deputado Messias, quando o PT está no Governo, ele quer "paz e amor", mas quando o PT está na Oposição, é "tiro, pancada e bomba". É sempre assim. Eu vivi Governo, de 2019 a 2022; e de 2023 a 2026, Oposição. É impressionante. Numa final olímpica de natação ou de atletismo, os oito atletas treinam diferente. Há atletas mais agressivos, mais disciplinados, menos disciplinados. Há atletas do primeiro mundo, do terceiro mundo, atletas que treinam descalços, com tênis. Cada Deputado aqui tem a sua maneira de ser. Não vamos vir com esse papinho de "paz e amor" o tempo todo, não. A humanidade evolui com divergência, com competição, com briga. O esporte se desenvolve com competição, senão os recordes mundiais não vão ser quebrados. É um querendo derrubar o outro, um querendo vencer o outro. Na natação é bater perna e espuma na cara, no mar, cotovelada, defendendo o seu espaço. Ninguém tira o que é meu.E aqui não vai ser diferente: eu sou competidor! Vou defender os meus eleitores do Rio de Janeiro. Eu ouvi aqui — e por isso estou voltando aqui —, dois Deputados falarem que eu estava desequilibrado porque falei que quem paga as emendas é o Governo Lula. O Governo Lula paga o RP 8, que, desde 2025, é nominal. De curiosidade, fui ao meu gabinete. Dois Deputados — um senhor e uma senhora —, cujos nomes não vou falar porque não vou ser deselegante, e eles não vão conseguir se defender, receberam emenda de Comissão na saúde, a RP 8, a antiga emenda secreta. Os dois Deputados são do PT: um recebeu 5 milhões e 526 mil, 4 milhões e 725 mil; e o outro, 3,5 milhões — os dois, na saúde —, e 5,3 milhões este ano. Os dois juntos receberam quase 20 milhões. Procurem o nome de um Deputado do NOVO. Vejam se ele recebeu emenda de Comissão na saúde. Vão olhar a ata para ver se há o nome de algum Deputado do Partido Novo nos anos de 2025 e 2026. Olha, é lamentável alguém subir àquela tribuna e mentir! Pode defender a sua posição. O.k. Pode ser de esquerda ou ser de direita ou não ser nada. Aqui 300 Deputados não são nada. Esse é que é o problema. Se fosse só a Esquerda e a Direita debatendo, saindo no pau, ia ser muito mais bonito para a democracia. O problema é o cara que não é nada. Então, Deputado Messias, fica aqui o registro. (Exibe celular.) Eu mostrei isso para os dois Deputados antes de eles saírem do plenário. Aí eles ficaram com cara de bobo. Eu vou repetir: a gente tem emendas impositivas iguais para todos os Deputados. O Governo pagou praticamente todas as emendas impositivas de quem é governo, de quem fala bem do Governo. A quem critica governo este Governo do PT não pagou nada. Isso não me prejudica não, porque o meu voto é de opinião. O voto deles é diferente, porque eles precisam de grana para abastecer os seus Municípios — grana! Trata-se de eleição de grana, de exploração de vulnerabilidade social, de exploração do caos, de exploração dos moradores do Rio de Janeiro que dependem de uma facilidade. Esse é o modus operandi dessa turma. Há gente que chega aqui com 300 mil votos, mas no Rio de Janeiro ninguém o conhece — ninguém conhece! Como é que o cara tem 300 mil votos, e ninguém o conhece?! Essa é a fantasia da democracia, que esses Deputados do PT sobem à tribuna para tentam defender. Está registrado aqui Deputado do PT recebendo, a rodo, a rodo, RP8. A emenda secreta de que eles falaram é a mesma coisa que RP8. Basta pesquisar na Comissão de Saúde. Peça ao seu assessor de gabinete que veja os nomezinhos. Se alguém atingir vocês, é só puxar lá. Eu não tenho nada contra quem recebeu. Eu sou contra é a pessoa demonizar uma forma de transferência de recursos que recebe. Obrigado, Presidente Messias.
  • 15/07/2026

    O Deputado afirmou concordar com a crítica do Deputado Tarcísio Motta sobre a falta de regras claras para o orçamento do Legislativo e o pagamento de emendas parlamentares. Defendeu que a função dos Deputados é legislar, e não distribuir recursos, mas, enquanto houver emendas, elas devem ser pagas de forma igualitária. Ademais, responsabilizou o Presidente Lula pela execução das emendas e acusou o Governo de favorecer aliados, desafiando o PT a comparar os percentuais pagos antes da eleição a partidos da base e ao Partido Novo.

    Palavras-chave oficiais: Orçamento público,Falta,transparência,Pagamento,Emenda,Governo federal,execução,favorecimento,Aliança política,comparação,Eleição,Partido Novo (NOVO),Partido dos Trabalhadores (PT)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Otoni, eu gostaria de concordar muito com o que o professor, o Deputado Tarcísio Motta, do PSOL do Rio de Janeiro, disse na tribuna agora em relação a regras, a orçamento do Legislativo e a pagamento de emendas. Eu reafirmo aqui: o Presidente Lula é, sim, o responsável pelo pagamento das emendas. E ele dá a velocidade que quer. Eu faço aqui um desafio para o PT apresentar o percentual de emendas impositivas que foram pagas antes da eleição e apresentem o que o Partido Novo recebeu de emendas impositivas antes da eleição. Não temos regras claras dentro da democracia brasileira! Eu acho que o nosso papel aqui é legislar, não é distribuir recursos. Já que há o recurso, ele tem que ser pago igualmente para todo mundo. É claro que o Governo está favorecendo aqueles que estão com ele. Obrigado, Presidente.
  • 15/07/2026

    O Deputado concordou com críticas ao modelo de distribuição de emendas parlamentares, mas atribuiu a responsabilidade ao Governo Lula, afirmando que a liberação de recursos influenciaria o apoio de Parlamentares ao Governo. Além disso, relatou que, quando presidiu a Comissão do Esporte (Cespo) em 2023, distribuiu as emendas entre todos os integrantes e declarou que não recebeu recursos da Comissão em 2025. Por fim, afirmou que apenas parte das emendas impositivas do Partido Novo teria sido paga por este ser partido de oposição e criticou a atuação do Governo Federal.

    Palavras-chave oficiais: Emenda,distribuição,Recursos públicos,destinação,Comissão do Esporte (Cespo),Governo federal,Partido Novo (NOVO),Emenda impositiva,Oposição política,Orçamento público

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Otoni, eu concordo com o Deputado que me antecedeu. Mas quem está pagando é o Governo Lula. Quem paga é o Governo Lula. Esse modus operandi é do Governo Lula. Esses Deputados que recebem recurso do Governo Lula votam com o Governo Lula. É uma fake news. Grande parte da oposição deste País é fake news. Eu fui Presidente da Comissão do Esporte em 2023. Tivemos 60 milhões de reais em emendas de Comissão, que eu dividi entre todos os participantes. Em 2025, a Comissão do Esporte teve 1 bilhão de reais. Eu recebi zero e fiz questão de receber zero. Agora, foram pagas 20% das emendas impositivas do Partido Novo, porque somos oposição. É um Governo fake news. E o modus operandi é do PT.
  • 15/07/2026entregue por escrito

    O Deputado defendeu que o Brasil volte a priorizar produtividade, competitividade e crescimento econômico, em vez de manter um Estado pesado, caro e burocrático. Além disso, criticou a carga tributária, a complexidade da legislação e o ambiente de negócios que punem quem produz e investe. Por fim, propôs simplificação de impostos, redução da burocracia e valorização do empreendedorismo, para que o País cresça com mais liberdade e menos intervenção estatal.

    Palavras-chave oficiais: Crescimento econômico,Competitividade,Tributação,Legislação,Investimento,Empreendedorismo,Política econômica

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, O Brasil precisa voltar a discutir aquilo que realmente muda a vida das pessoas: produtividade, competitividade e crescimento econômico. Enquanto o mundo avança em inovação, tecnologia e eficiência, nós continuamos perdendo tempo com um Estado pesado, caro e burocrático. O empreendedor brasileiro enfrenta uma carga tributária sufocante, uma legislação complexa e um ambiente de negócios que muitas vezes pune quem produz, quem emprega e quem investe. Não existe país rico que tenha ficado rico perseguindo quem gera riqueza. Não existe desenvolvimento sustentável baseado apenas em aumento de impostos e expansão permanente da máquina pública. O papel do Estado deve ser garantir segurança jurídica, infraestrutura, educação de qualidade e regras claras. O resto deve ficar nas mãos da sociedade, da iniciativa privada e de milhões de brasileiros que acordam cedo para trabalhar. Precisamos simplificar impostos, reduzir burocracias, incentivar o empreendedorismo e valorizar quem produz. Cada empresa que fecha representa empregos perdidos. Cada investimento que deixa o Brasil representa oportunidades desperdiçadas para a nossa população. O Brasil tem potencial para ser uma das maiores economias do mundo. Temos recursos naturais, talento, capacidade empreendedora e um povo trabalhador. O que falta é um ambiente em que o cidadão possa prosperar sem carregar o peso de um Estado que arrecada cada vez mais e entrega cada vez menos. Essa deve ser a missão desta Casa: construir um país onde o governo atrapalhe menos e o cidadão possa crescer mais. Muito obrigado.
  • 14/07/2026

    O Deputado criticou a Emenda de Plenário nº 2 apresentada ao Projeto de Lei nº 3.085, de 2026, que regulamenta o regime de relevância das questões de direito federal infraconstitucional para admissão dos recursos especiais no Superior Tribunal de Justiça — STJ e altera o Código de Processo Civil. Ademais, argumentou que a emenda enfraquece o texto e amplia a burocracia. Além disso, citou pesquisa de opinião segundo a qual a maioria dos brasileiros reprova a atuação do Poder Judiciário. Por fim, sustentou que o Congresso Nacional deve estar mais conectado às demandas da sociedade.

    Palavras-chave oficiais: Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Relevância (pressuposto constitucional),Direito federal infraconstitucional,admissibilidade,Recurso especial,Superior Tribunal de Justiça (STJ),Código de Processo Civil (2015),Pesquisa de opinião,Poder Judiciário,Congresso Nacional,Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, este destaque do PT enfraquece o texto. Ele não traz solução; ele traz burocracia. Eu vou citar aqui a pesquisa divulgada hoje pela Futura/Apex que diz que 52% dos brasileiros reprovam o segundo judiciário mais parcial do mundo; que 52% dos brasileiros reprovam que Ministros se envolvam com um julgado e nada aconteça; que 52% dos brasileiros reprovam decisões monocráticas; que 52% dos brasileiros querem o fim da farra dos intocáveis. A partir do momento em que você aprende a ouvir a população... Somente 28% dos brasileiros aprovam o Judiciário brasileiro. Eu vou repetir aqui: 28%! Isso significa que, a cada quatro brasileiros, apenas um está satisfeito com o STF. O que falta a este Congresso é conexão com a sociedade... (Desligamento do microfone.)
  • 14/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Decreto Legislativo nº 171, de 2026, que susta os efeitos do Decreto nº 12.887, de 23 de março de 2026, que amplia a Estação Ecológica de Taiamã, localizada nos Municípios de Cáceres e Poconé, Estado de Mato Grosso.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o projeto traz um ponto muito positivo, busca assegurar maior participação social nas decisões que envolvam ampliação de unidades de conservação. O que isso quer dizer? As pessoas que residem nesse local devem ser ouvidas. Pessoas que estão ali há 50 anos, há 80 anos, famílias que estão ali há 1 século não são ouvidas. As decisões partem aqui de Brasília. Esse é um projeto meritório que dá voz à população. Quanto à tomada de decisões, mais Municípios, mais Estados e menos Brasília! Aqui, Deputado que nunca esteve nessa área de preservação ecológica está cuspindo regras, sem viver naquela região. A conservação do meio ambiente é importante, mas é também importante o equilíbrio econômico e social. Afinal, nós, seres humanos, fazemos parte de uma cadeia e temos que privilegiar esse equilíbrio. A orientação é "sim".
  • 14/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado afirmou, com base em dados do Atlas da Violência, do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Saúde, que houve aumento de assassinatos de mulheres, negros, homossexuais e brancos durante o Governo Lula. Além disso, criticou políticas do Governo Federal e da Esquerda nas áreas de segurança pública, mencionou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635 e defendeu o endurecimento da legislação penal, com ampliação das penas para crimes graves. Por fim, declarou que o País deveria adotar tratamento igualitário para toda a população e rejeitou políticas baseadas na divisão entre grupos sociais.

    Palavras-chave oficiais: Atlas da violência,Segurança pública,Ministério da Justiça e Segurança Pública,Ministério da Saúde,Homicídio,Negros,Homossexual,Feminicídio,Brancos,Esquerda política,Governo federal,Política de segurança pública,Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental,Legislação penal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Hildo, é uma honra ter esta sessão presidida pelo senhor. Eu trago quatro fontes em relação ao aumento de assassinatos de mulheres, de negros e de homossexuais: Atlas da Violência, Anuário Brasileiro de Segurança Pública, Ministério da Justiça e Segurança Pública e Ministério da Saúde. Todas essas fontes apontam que, no Governo Lula, morreram mais mulheres, homossexuais e negros. Estão aqui os números. É fato. Não é uma mentira, não é uma invenção. Eu citei quatro fontes. Eu vou repetir: sob a administração do Governo Lula, matou-se mais negros, mulheres, homossexuais e brancos. Quanto aos homens brancos, héteros e católicos, parece que o Governo do PT não se importa. A gente se importa com todo mundo. Quando a gente tem votação para aumentar o tempo de permanência de pessoas que cometeram crimes hediondos, a Esquerda é contrária. Aumentamos para 80%. Eles queriam manter em 50%. Está aqui, é só vocês buscarem no Google os Deputados que foram contra o tempo de permanência de 80% para presos por crime hediondo. Agora, se você quiser sofrer homofobia mesmo, seja um homossexual de direita. Assim, você vai ver o que é preconceito em relação à sua escolha. Se você quer sofrer racismo, seja um negro de direita aqui no Brasil. Se você quiser sofrer machismo, misoginia, seja uma mulher de direita no Brasil. Faça isso, Deputada Julia. Assim se sente na pele. Este Governo quer dividir, e não somar. Cada vez mais, ele rema favoravelmente a uma divisão da população brasileira. Este é um Governo que entrega, ao final do seu mandato, o pior salário mínimo da América Latina! Só ganhamos da Venezuela! Este Governo, no Estado do Rio de Janeiro, foi responsável pela ADPF n° 635, responsável pelo aumento da vulnerabilidade social e, consequentemente, pelo assassinato de pessoas. Ele desacelerou o processo familiar, dilaceração da família, a vulnerabilidade social. Hoje, metade das crianças matriculadas no ensino básico no Rio de Janeiro não têm mais pai e mãe em casa. Isso é uma contribuição do aumento da violência, principalmente familiar. Deputados de esquerda, se V.Exas. querem realmente combater a violência, votem nesta Casa prisão perpétua para quem mata pessoas, para quem trafica, para quem sequestra, para quem assassina crianças. Eles não têm disposição de fazer isso. Tudo isso aqui é uma farsa. Tudo isso é um teatro! A partir do momento em que a gente cuidar de todos de forma igual, vamos ter uma Nação séria. Por enquanto, a Nação do PT é uma Nação de brincadeira. Obrigado, Presidente Hildo.
  • 14/07/2026

    O Deputado criticou o aumento do percentual de álcool na gasolina e contestou manifestações favoráveis à medida atribuídas ao Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. Em seguida, afirmou que a medida prejudicaria a frota antiga de veículos, sem reduzir o preço do combustível. Além disso, sustentou que a decisão protegia o Governo do PT e defendeu que o consumidor pudesse escolher entre diferentes misturas no posto de gasolina.

    Palavras-chave oficiais: aumento,percentual,Álcool anidro,Gasolina,Presidente da Câmara dos Deputados,Veículo,Prejuízo ao consumidor,Preço,Combustível,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hildo Rocha, há pouco eu ouvi uma declaração do Presidente da Câmara dos Deputados, o Sr. Hugo Motta, em que ele comemora o aumento do percentual do álcool na gasolina. Presidente Hugo Motta, não faça isso! Até julho de 2025, esse percentual era 27%; em agosto de 2025, passou para 30%; agora vai passar para 32% e está caminhando para 50%. Presidente Hugo Motta, a frota brasileira de veículos é antiga, e isso vai danificar os carros. O preço da gasolina vai continuar o mesmo, o carro vai rodar menos. Não faça isso! Não seja conivente com uma indicação absurda! E, pelo menos, se ela acontecer, que o consumidor possa escolher, no posto de gasolina, entre as opções de 25% de álcool, 30% de álcool e 35% de álcool. Essa é mais uma medida absurda protegendo um Governo irresponsável como o do PT. Obrigado.
  • 14/07/2026entregue por escrito

    O Deputado criticou o Governo Lula por priorizar o aumento da carga tributária em vez da redução de gastos e do aumento da eficiência da administração pública. Além disso, recriminou os Parlamentares do Partido dos Trabalhadores — PT por votarem contra a Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2026, que reduz a alíquota do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores — IPVA, argumentando que essa posição privilegia a arrecadação estatal em detrimento dos contribuintes. Ademais, defendeu a redução da carga tributária como forma de ampliar a liberdade econômica, o consumo e os investimentos. Por fim, sustentou que o Estado deve gastar os recursos públicos com maior responsabilidade e respeitar quem produz e empreende.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Carga tributária,Política fiscal,Gestão pública,Atuação parlamentar,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Alíquota,Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA),Arrecadação tributária,Contribuinte

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, O brasileiro não aguenta mais pagar impostos. Trabalha cada vez mais, vê seu poder de compra diminuir, convive com uma inflação que corrói a renda e, mesmo assim, o governo insiste na mesma receita: aumentar impostos. O governo do PT parece acreditar que todo problema se resolve colocando a mão no bolso do cidadão. Em vez de cortar desperdícios, rever privilégios e tornar a máquina pública mais eficiente, escolhe sempre o caminho mais fácil: arrecadar mais. E há um episódio que simboliza muito bem essa visão de mundo. Quando surgiu a proposta de reduzir a alíquota do IPVA de 4% para 1%, quem votou contra? Parlamentares do PT. É um gesto que revela uma concepção de Estado: para eles, o dinheiro deve permanecer nas mãos do governo, nunca nas mãos de quem trabalhou para conquistá-lo. Nós pensamos exatamente o contrário. O dinheiro pertence ao cidadão. É a família brasileira que sabe onde investir, como educar seus filhos, como cuidar da sua casa e do seu futuro. Quanto mais recursos ficam com as pessoas, maior é a liberdade, o consumo, o investimento e o crescimento da economia. O brasileiro está sufocado. Paga imposto sobre o salário, sobre o consumo, sobre os combustíveis, sobre os serviços, sobre o patrimônio. E, em troca, muitas vezes recebe serviços públicos precários, insegurança e uma máquina estatal cada vez maior. O papel do Estado não é retirar riqueza da sociedade para concentrá-la em Brasília. O papel do Estado é garantir segurança, justiça, educação e saúde de qualidade, gastando com responsabilidade e respeitando quem produz. É preciso inverter essa lógica. O Brasil não precisa de mais impostos. Precisa de um governo que gaste melhor, desperdice menos e confie mais no cidadão do que na burocracia. Defender a redução da carga tributária não é defender menos Estado por ideologia. É defender mais dignidade para quem acorda cedo, trabalha, empreende, gera empregos e sustenta este país. Muito obrigado.
  • 08/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado agradeceu ao Deputado Bebeto, homenageou a trajetória da Seleção Brasileira e mencionou a mãe, que acompanhou as cinco Copas do Mundo. Além disso, afirmou que o Rio de Janeiro tinha grande peso econômico, mas carecia de infraestrutura rodoviária, e criticou o Governo por negar a piora social e econômica do País. Por fim, defendeu a regulamentação das apostas esportivas para evitar prejuízos ao esporte e às famílias, comparando o tema às restrições já existentes à publicidade de cigarro.

    Palavras-chave oficiais: Seleção Brasileira de Futebol,Copa do Mundo,Elogio Crise econômica,Rio de Janeiro (Estado),Crise política regulamentação,Aposta esportiva

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Bebeto, que trouxe sua indignação em relação à Seleção Brasileira para nós que assistimos vitórias muito importantes tanto em 1994 como em 2002. Deputado Bebeto, eu estava fazendo as contas aqui, a minha mãe é de 1945, a Sra. Vitória Regia, que nasceu em Limoeiro, Pernambuco — eu sou do Rio de Janeiro —, e ela viu o Brasil conquistar as cinco Copas. Minha mãe tinha 13 anos em 1958, tinha 17 anos em 1962, tinha 25 anos em 1970. Então minha mãe, Dona Vitória Regia, é uma sortuda. Deputado Bebeto, parabéns pela sua dedicação às estradas do Rio de Janeiro! Suas audiências públicas foram muito oportunas. Hoje o Rio de Janeiro é o segundo Estado com a maior força econômica do País; 75% da energia produzida do petróleo e do gás vêm do Estado do Rio de Janeiro. As nossas RJs e algumas BRs estão muito aquém do que o Estado necessita para o seu amplo desenvolvimento. Deputado Bebeto, o discurso do atual Governo é de que estamos em pleno emprego, inflação controlada. É mentira! O aumento do número de moradores de rua foi de quase 100% — isso do Cadastro Único, voltado para programas sociais. Ontem, conversando com um amigo, eu lembrei um dos vídeos que envelheceram melhor que foi o da jornalista Daniela Lima, quando, se não me engano, ela era da CNN. Na vitória do Presidente Lula, ela dizia: "O povo quer se vestir bem. O povo quer comer picanha. O povo quer viajar, lotar aeroporto". Eu quero lembrar à Sra. Dani Lima que as ações da Assaí, em 2022, eram de 31 reais; hoje, em 2026, 8 reais. Sobre a Renner, ela falava: "Brasileiro quer se vestir bem". As ações da Renner, em 2022, eram de 30 reais e 73 centavos; hoje estão a 14 reais. "O povo vai lotar aeroporto". As ações da CVC, em 2022 — ela mirou na CVC apontando o dedo —, eram de 7 reais e 6 centavos; hoje, em 2026, 1 real. O País está no abismo, mas está pendurado lá com uma mãozinha, com a mãozinha esquerda. Todos os nossos índices pioraram. Empresas se mudaram para o Paraguai, o Bolsa Família está batendo recorde de assistencialismo, as pessoas estão descrentes, o poder aquisitivo despencou. No supermercado, quantas vezes um colega, um conhecido, uma pessoa descarta os produtos na fila do supermercado. O segundo assunto, Presidente Bebeto, é sobre as apostas. A gente está tendo uma audiência pública agora na Comissão do Esporte falando sobre apostas. Aqui está o Deputado Marcos Braz, um dos grandes representantes do futebol brasileiro, que esteve à frente do Flamengo nas maiores conquistas. Ele tem um projeto para que a aposta não faça 100% parte do cotidiano do esporte, ele vai falar sobre isso, é uma porta de entrada para maiores apostas. Ou a gente regulamenta as apostas esportivas, não somos contra a aposta, a gente não pode é fazer com que ela faça parte do cotidiano e venha prejudicar o esporte. O Brasil é pentacampeão, é o melhor do mundo. A gente não pode deixar que famílias sejam destruídas porque o orçamento familiar é posto em jogo. A gente não pode despejar milhões de propagandas, de informações dizendo que é um ganho de dinheiro fácil. Eu gostaria de lembrar que Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, nunca fez propaganda de cerveja e de cigarro, poucas pessoas lembram disso. O Pelé nunca fez anúncio de cigarro e de cerveja. Trazendo o cigarro como assunto, é proibido fazer publicidade de cigarro, é proibido fazer publicidade no esporte. Que o jogo tenha uma regulamentação parecida. Obrigado.
  • 07/07/2026outros
    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Subo hoje a esta tribuna para falar de um sentimento que, mais uma vez, tomou conta de milhões de brasileiros: a frustração pela eliminação da nossa Seleção Brasileira da Copa do Mundo. Perder faz parte do esporte. Como atleta olímpico, aprendi isso desde muito cedo. Mas o que preocupa o torcedor brasileiro não é apenas uma derrota. O que preocupa é perceber que ela parece ser consequência de anos de improviso, falta de planejamento e ausência de uma gestão moderna no futebol brasileiro. O Brasil é o país do futebol. Somos pentacampeões do mundo, temos uma das maiores tradições esportivas do planeta e produzimos talentos em todos os cantos do país. Ainda assim, convivemos há muitos anos com resultados muito abaixo da nossa história. É hora de olhar para dentro. A Confederação Brasileira de Futebol precisa ser mais transparente, mais profissional e mais comprometida com o futuro do futebol brasileiro. Uma instituição que administra um patrimônio tão valioso quanto a Seleção Brasileira não pode ser vista como uma caixa-preta, distante da sociedade e sem mecanismos claros de prestação de contas. O esporte de alto rendimento exige planejamento de longo prazo, gestão competente, formação de atletas, investimento nas categorias de base e decisões técnicas, não políticas. Essa reflexão vale para todo o esporte brasileiro. Sempre defendi, nesta Casa, que o esporte transforma vidas, forma cidadãos e projeta o Brasil para o mundo. Mas, para que ele alcance todo o seu potencial, é preciso que as entidades esportivas também sejam exemplos de boa governança, responsabilidade e transparência. O torcedor brasileiro continuará apoiando a Seleção. Isso nunca faltará. O que falta é que aqueles que dirigem o futebol brasileiro estejam à altura da paixão do nosso povo. Que essa eliminação não seja apenas mais uma decepção esquecida com o passar dos meses, mas o início de uma mudança profunda na forma como administramos o maior patrimônio esportivo do nosso país. Muito obrigado.
  • 07/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Federal pelo aumento do número de pessoas em situação de rua, atribuindo-o à fragilização dos vínculos familiares, à violência, ao desemprego e à condução das políticas públicas. Além disso, questionou a indicação de pessoas ligadas ao Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, para cargos na Confederação Brasileira de Futebol e condenou decisões judiciais por ele proferidas que beneficiaram o Presidente Lula em processos da Operação Lava Jato. Ao final, responsabilizou o Governo Federal pelos prejuízos dos Correios, condenou a gestão da empresa estatal e defendeu a derrota do Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições.

    Palavras-chave oficiais: População em situação de rua,Governo federal,Política pública,Violência,Desemprego,Política social Ministro do Supremo Tribunal Federal,Confederação Brasileira de Futebol (CBF),indicação,Decisão judicial,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Operação Lava Jato Governo federal,Prejuízo,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Partido dos Trabalhadores (PT),Eleições

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni. É uma honra ter esta sessão presidida pelo senhor. Presidente Otoni, nós andamos pelo Brasil e temos a impressão que o número de moradores de rua aumentou. E não é só impressão, não. O Cadastro Único voltado para programas sociais aponta um crescimento de 93% de dezembro de 2022, quando segundo o Cadastro Único tinha 198 mil moradores de rua e agora nós temos quase 400 mil em 3 anos e 6 meses do quinto Governo do PT neste século, do Lula 3. Quer dizer, aquele governo que fala que olha pelos pobres, realmente ele deve olhar para os pobres, mas lutando para que os pobres aumentem a quantidade, porque quando a pessoa vai morar na rua é porque ela perdeu a total esperança, que perdeu suas forças, fruto de inúmeras causas que geram a consequência de estar sem o lar, que é a queda no poder econômico, que é a queda no ambiente familiar. A assessoria do Partido Novo foi buscar explicações junto ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. O Ministério atribuiu o crescimento à fragilização de vínculos familiares, que o Presidente Lula assim que exerceu o seu terceiro mandato falou que a pauta da família era secundária. Depois o Ministério da Assistência Social Família e Combate à Fome fala que é casos de violência e abuso. Aí, quando a gente pauta aqui para aumentar a pena para criminoso, para estuprador, para assassino, para traficante, os Deputados da base do Governo são contra. Depois vem uma das causas de ter aumentado em quase 100% moradores de rua é o desemprego. Ora, bolas! A gente tem neste Governo dizendo que caiu o desemprego. Caiu o desemprego porque aumentou o Bolsa Família. Quem recebe Bolsa Família não é considerado desempregado. Morador de rua pode receber o Bolsa Família. Ora, é uma confusão! Desculpem-me aqui usar... Eu não vou usar. É uma incompetência. Quando a gente fala que, desde 2002, o Brasil não vai a uma final de Copa, que não tem nada a ver; que o Deputado Luiz Lima não pode misturar política com esporte. Ora, eu sou a mistura da política com o esporte: fui atleta olímpico e sou político, então, não tem como não misturar. Dizer que todas as políticas públicas no Brasil não têm a ver com a política. Quando a gente tem um Ministro do Supremo Tribunal Federal, Sr. Gilmar Mendes que, segundo a Revista Oeste, indica seis pessoas do seu vínculo de amizade, do seu instituto, para ocupar cargos importantes na CBF, não tem a ver? Sr. Gilmar Mendes que praticamente anulou todas as provas contra o Presidente Lula, que apagou a Operação Lava-Jato, que ressuscitou esse carma que a gente tem hoje no Brasil: uma energia negativa enorme. Quando a gente fala do Correios, também não tem nada a ver com o PT? Lula um, prejuízo; Lula dois, prejuízo; Dilma um, prejuízo; Dilma dois, prejuízo; chegam ao Temer, estanca; chega ao Governo Bolsonaro, os Correios dão lucro; vem o Lula três, prejuízo de 8,5 bilhões de reais, em 2025. A previsão de prejuízo para 2026 é de 10 bilhões de reais. Dez mil pessoas dos Correios serão postas nas ruas agora. Olhem, quem escolheu os administradores dos Correios foi o Presidente Lula e sua equipe: ou são idiotas ou são ladrões. E o povo é otário, porque, para dar 10 bilhões de reais de prejuízo a uma empresa estatal, que não tem concorrentes. Presidente Otoni, nem se juntar — com todo respeito aos dependentes químicos, aos cracudos — cem cracudos administrando os Correios, eles não darão o prejuízo de 10 bilhões de reais. É impossível! É impossível se chegar à margem de mais de 40 milhões de reais — mais até —, por dia, de prejuízo. É impossível. Então, já acendemos a luz vermelha há muito tempo, seja no símbolo do PT, ou no símbolo do fracasso. Ou a agente muda a direção deste País ou eu, sinceramente, não sei o que vai acontecer. Obrigado, Presidente.
  • 02/07/2026entregue por escrito

    O Deputado afirmou que o Brasil enfrentava grave crise fiscal, com déficit nominal em torno de 9% do PIB, e sustentou que o excesso de gastos públicos e o peso dos juros elevavam a dívida e encareciam a economia para trabalhadores, empresários, aposentados e famílias. Além disso, comparou o País a um “Banco Master” do mundo, criticou a dependência de juros altos para atrair capital e defendeu responsabilidade fiscal, controle de despesas, redução de desperdícios e melhor uso dos recursos, em vez de aumento de impostos.

    Palavras-chave oficiais: Crise fiscal,Déficit,Despesa pública,Juros,Dívida pública,Economia,Banco Master,comparação,Responsabilidade fiscal,redução,Desperdício de recursos,Imposto

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Sr. Presidente, O Brasil vive uma situação fiscal alarmante. Hoje, o déficit nominal do nosso país gira em torno de 9% do PIB. Para quem nos acompanha, isso significa algo simples: o governo gasta muito mais do que arrecada. E quando as contas não fecham, alguém paga a conta. Não existe mágica. O governo se endivida, emite títulos, toma dinheiro emprestado e paga juros cada vez maiores. O resultado é perverso: o Brasil se transformou em uma espécie de "banco master" do mundo. Para convencer investidores a aplicarem recursos aqui, somos obrigados a oferecer alguns dos juros mais altos do planeta. Enquanto países organizados atraem investimentos pela confiança, pela produtividade e pela segurança jurídica, o Brasil atrai capital pagando prêmios gigantescos para financiar a gastança do Estado. Hoje, boa parte desse déficit não vem nem de investimentos em infraestrutura, educação ou segurança. Vem do peso dos juros acumulados por anos de irresponsabilidade fiscal. É uma bola de neve. E quem paga essa conta? O trabalhador, o empresário, o aposentado, a dona de casa. Pagam através de juros altos no cartão de crédito, no financiamento da casa própria, no empréstimo para abrir um negócio e no encarecimento de toda a economia. Não existe desenvolvimento sustentável sem responsabilidade fiscal. Não existe justiça social baseada em dívida. Não existe prosperidade construída sobre déficits permanentes. O Brasil precisa parar de discutir como arrecadar mais e começar a discutir seriamente como gastar melhor e gastar menos. O caminho não é aumentar impostos. O caminho é controlar despesas, reduzir desperdícios e devolver credibilidade às contas públicas. Porque um país que vive eternamente no cheque especial não constrói futuro. Apenas empurra problemas para as próximas gerações. Muito obrigado
  • 01/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre crimes praticados em razão de misoginia.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto contrário,Partido Novo (NOVO)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, toda lei penal tem que ser superprecisa para que não haja insegurança jurídica. A gente lembra que a maioria da Esquerda votou contra a permanência, em presídios, de assassinos, estupradores, sequestradores. Houve aqui votações em que a gente teve oportunidade de aumentar o tempo de permanência nas prisões desses criminosos, mas não aconteceu. Agora, se a gente seguir o raciocínio do Ministro Alexandre de Moraes de crimes imprescritíveis, as declarações do Presidente Lula de que feministas têm grelo duro, de que se quiser bater em mulher, vai ter que bater em outro lugar, a declaração da Deputada Erika Hilton, Presidente da Comissão da Mulher, dizendo que mulheres são imbecis, essas declarações são somente babacas ou são declarações criminosas? Ao votarmos e aprovarmos aqui, o Lula e a Erika Hilton serão presos? Essa é a minha pergunta. Obrigado, Presidente. O NOVO, é claro, é "não".
  • 01/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a perda do poder de compra da população brasileira, afirmando que a inflação dos alimentos e a redução do patrimônio das famílias dificultam o acesso a itens básicos e comprometem a qualidade de vida. Ao relatar o caso de um casal de idosos que precisou substituir uma refeição por salgados devido aos preços elevados, atribuiu a situação à política econômica do Governo Federal. Também comparou indicadores patrimoniais do Brasil com os de outros países, defendeu maior valorização do trabalho e criticou propostas de redução da jornada de trabalho sem redução salarial, argumentando que medidas dessa natureza restringiriam oportunidades de emprego e contribuiriam para o aumento da dependência de programas assistenciais e do endividamento público.

    Palavras-chave oficiais: Qualidade de vida,Inflação,Política econômica,Poder aquisitivo,Governo federal,Alimento,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Patrimônio,Dependência econômica,População,Benefício assistencial,endividamento

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni de Paula. É uma honra ter esta sessão presidida por V.Exa. Deputado Otoni, quando a gente se torna incapaz de entrar no supermercado e de comprar o produto que a gente deseja — arroz, feijão, batata, quem sabe um iogurte, uma uva para os nossos filhos... E a gente vê a maioria do brasileiro no caixa do supermercado separando esses produtos, porque a conta não fecha. E a gente não está falando mais de discussão política, quem é de esquerda ou quem é de direita. Quem não consegue comprar um alimento para o filho sente no bolso. Muitas pessoas falam que a parte mais sensível do corpo humano é o bolso, porque a gente não pode e não consegue dar o que a gente deseja para a nossa família. Deputado Otoni, na sexta-feira passada, eu estava indo para São Paulo para um compromisso, uma entrevista. Eu fui pela Via Dutra de carro. Eu e o meu amigo Ítalo paramos ali na cidade Resende, numa daquelas paradas da Via Dutra, onde muitos ônibus têm parada, e há muitos idosos. E um casal de idosos estava se servindo ali junto comigo. Você tem a opção de comprar a comida, pesar o pratinho e vai pagar por quilo, ou você compra uns salgadinhos. E esse casal estava fazendo as contas ali. As comidas nas paradas da Via Dutra estão caras. Um pratinho bem feito vai sair entre 50 reais e 60 reais, com a carninha, com o arroz, com a saladinha, com a batata, e mais um refresco. Eles não tinham dinheiro. Eu até comentei com esse meu amigo Ítalo: "Poxa, Ítalo, o dinheiro não traz felicidade, mas, quando há falta do dinheiro, e a gente não consegue oferecer para a nossa parceira ou para o nosso parceiro um pratinho de comida..." A senhora, uma idosa, pegou o empanadinho de salsicha, e o senhor pegou a coxinha, por 14 reais cada um. Eu ali, é claro, fiquei sensibilizado com aquela situação, fiz o que tinha que ser feito: um ato de generosidade, que, na verdade, é muito mais para mim. Onde eu quero chegar? Inflação dos alimentos. O poder aquisitivo do brasileiro despenca. Nós do Partido Novo hoje recebemos um estudo do Banco Suíço, dizendo que 70% dos brasileiros têm um patrimônio inferior a 10 mil dólares, quer dizer que 70% dos brasileiros têm um patrimônio inferior a 50 mil reais, somando a sua casa, o seu automóvel, se tiver, somando o pouquinho que ele tem no banco. Enquanto isso, somente 8% no Brasil têm um patrimônio acima de 100 mil dólares, em torno de 500 mil reais. Na Espanha, França, Itália, 60% dos cidadãos têm patrimônio superior a 500 mil reais, na Austrália, 70% têm patrimônio superior a 500 mil reais. A gente está falando de um País que até pouco tempo era a quinta economia do mundo. É o quinto maior País em extensão territorial. Somos 65 vezes maior do que a Inglaterra, que está jogando agora contra o Congo, mas o nosso salário mínimo é o menor da América do Sul! A gente só supera o da Venezuela! Brasileiros, quando vocês vão abrir os olhos? Não é só na Copa do Mundo que o Brasil deixou de chegar à final, após a posse do Presidente Lula em 2002, não existe coincidência quando se destrói o principal produto do seu País, que é o futebol. Isso se estende à economia. Isso se estende à falta de disciplina, de ordem, de lei. É razoável um País que acha que vai trabalhar menos e ganhar a mesma coisa? É aceitável um País que acha que é normal proibir um brasileiro que quer trabalhar 6 dias na semana, um jovem de 20 anos, comissionado, que é garçom? O Governo do PT vai proibir o garçom de trabalhar os sábados ou os domingos? Se ele trabalhar de segunda a sexta, ele não vai poder trabalhar sábado, enquanto dois terços do salário dele vem de gorjeta? É um País que vive do assistencialismo e que estende o seu poder de perpetuação na miséria das pessoas. Quando este País vai olhar para quem dá certo no mundo? Fica aqui o meu recado, Deputado Otoni de Paula, porque agora está começando a aparecer vídeos de brasileiros inconformados no supermercado, um monte de vídeos. Nós já estamos denunciando isso há muito tempo. Os juros estão explodindo. A dívida já vai superar 100% do nosso PIB. Isso é um absurdo! Um forte abraço.
  • 01/07/2026entregue por escrito

    O Deputado manifestou solidariedade ao povo venezuelano em razão dos terremotos que atingiram o País, prestando condolências às famílias das vítimas e destacando a crise humanitária decorrente da tragédia. Além disso, enalteceu a atuação de bombeiros, profissionais de saúde, voluntários e equipes de resgate, ressaltando a importância da solidariedade entre os povos. Por fim, defendeu o fortalecimento de medidas de prevenção, infraestrutura, preparação para desastres e cooperação internacional para a proteção de vidas.

    Palavras-chave oficiais: solidariedade,Povo,Venezuela,Terremoto,Pêsames,Família,Vítima,Crise humanitária,Bombeiro civil,Profissional de saúde,Voluntário,resgate,prevenção,Infraestrutura,Desastre ambiental,Cooperação internacional

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo hoje a esta tribuna para prestar minha solidariedade ao povo venezuelano, que enfrenta uma das maiores tragédias de sua história recente. Os terremotos que atingiram o país deixaram milhares de mortos, feridos, desaparecidos e famílias inteiras sem suas casas, provocando uma enorme crise humanitária. As equipes de resgate seguem trabalhando contra o tempo, enquanto a dor e a incerteza tomam conta de milhares de lares. Nesses momentos, as diferenças políticas, ideológicas e diplomáticas devem dar lugar ao que existe de mais importante: a solidariedade entre os povos. A dor não conhece fronteiras. O sofrimento de uma mãe que perde um filho, de uma família que perde sua casa ou de uma criança que vê sua vida mudar em poucos segundos é universal. O Brasil e a Venezuela compartilham uma longa fronteira, laços históricos e milhares de famílias que convivem entre os dois países. Que o povo venezuelano saiba que encontra, no povo brasileiro, um vizinho solidário e fraterno. Também é momento de reconhecer o trabalho de bombeiros, médicos, enfermeiros, voluntários e profissionais de resgate que, muitas vezes colocando suas próprias vidas em risco, seguem buscando sobreviventes e levando esperança a quem perdeu quase tudo. São exemplos de coragem e de humanidade. Que esta tragédia também nos faça refletir sobre a importância da prevenção, da infraestrutura segura, da preparação para desastres e da cooperação internacional. Nenhum país está imune às forças da natureza, mas todos podem estar mais preparados para proteger vidas Deixo aqui minha mais sincera solidariedade às famílias das vítimas, aos feridos e a todo o povo venezuelano. Que Deus conforte os corações enlutados, fortaleça aqueles que trabalham no resgate e conceda dias melhores aos nossos irmãos da Venezuela. Muito obrigado.
  • 30/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Tribunal Superior do Trabalho (TST) por condenar a Ortobom sob a alegação de desequilíbrio de gênero nos cargos de chefia, argumentando que a empresa já era comandada por uma mulher. Além disso, apontou incoerências do TST, como gastos com sala VIP, carros de luxo e serviços domésticos para Ministros, e afirmou que o tribunal não refletia a diversidade que exigia das empresas. Por fim, defendeu que empresas deveriam priorizar resultado, e não imposições de proporcionalidade de gênero.

    Palavras-chave oficiais: Tribunal Superior do Trabalho (TST),Condenação,Empresa,Igualdade entre os sexos,Cargo de chefia,incoerência,Despesa pública,Justiça social

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Como a ideologia de esquerda traz uma concepção fracassada! E o Tribunal Superior do Trabalho — TST é o reflexo dessa ideologia de esquerda. O TST acabou de condenar, semana passada, a Ortobom, que tem uma fábrica no Paraná, em Arapongas, a pagar 300 mil reais, porque os 22 cargos de chefia da empresa são ocupados por homens. Mas o Ministro Relator que condenou a Ortobom se esqueceu de citar que a CEO, a "chefona", a pessoa que manda na Ortobom é a Carolina Pires, uma mulher. O mesmo TST, em 2025, se autodeclarou o tribunal da justiça social. O mesmo "tribunal da justiça social", entre aspas, queria reservar, gastando milhões de reais, numa sala no aeroporto aqui em Brasília, para que os Ministros esperassem os seus voos sem serem importunados pelas pessoas comuns. Isso está nos jornais. O mesmo TST, o tribunal de justiça social, comprou carro Lexus de 346 mil reais para todos os Ministros. O mesmo TST contratou, em 2025, uma empresa, para fazer serviços gerais nas residências dos Ministros, para trocar lâmpada, instalar máquina de lavar. Então, quem decide hoje quem o empresário tem que contratar, se é branco, se é negro, se é católico, se é judeu, se é LGBT, se é homem ou mulher, é um Ministro que nem sequer consegue trocar uma lâmpada. E, se ele for trocar a lâmpada, ele tem que contratar alguém com o dinheiro do mais simples pagador de impostos. Esse é o Tribunal Superior do Trabalho, que, entre os 27 Ministros, não tem um negro. Se ele tivesse que aplicar o que está aplicando à Ortobon, ele tinha que aplicar uma multa no próprio tribunal. São somente sete mulheres entre os 27 Ministros. E o Ministro Relator fala que a proporcionalidade na cidade de Arapongas, no Paraná, e no Estado do Paraná tem que ser de 50%. Ministro, uma empresa não vive de equilíbrio, de gênero, vive de resultado. A CEO da Ortobon é a Carolina Pires. Agora, imaginem se isto se estender para toda a loja, se o TST meter galho onde não é chamado, com o histórico que ele mesmo tem de falta de justiça social. Obrigado, Presidente Charles.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.