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Detector de Bananada
Foto de Luiz Carlos Hauly

Deputado · Câmara

Luiz Carlos Hauly

PODE · PR

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luiz Carlos Jorge Hauly · 76 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 86 de 100, Cara Bom0406080100

86/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 83% dos deputados · média do partido: 76

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 92%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 75%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 95%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 89%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 80%das 626 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 90%das 334 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.luizcarloshauly@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5421
Gabinete
Gabinete 421, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

92%

Esteve em 315 de 344 sessões

Melhor que 33% dos deputadosMédia do partido: 91%

Votou nas votações

75%

Registrou voto em 801 de 1.067 votações nominais

Melhor que 31% dos deputadosMédia do partido: 79%

Iniciativas que viraram lei

0

de 56 projetos apresentados (0%)

13 avançaram · 36 em andamento · 7 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

80%

Em 626 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 48% dos deputadosMédia do partido: 71%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

194 discursos na tribuna e 1 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 10/12/2019 a 14/09/2026.

  • 16/12/2025

    O Deputado afirmou que o País encerrava o ano em clima de sofrimento ao mencionar que pessoas presas pelos atos de 8 de janeiro de 2023 permaneceriam detidas e não passariam o Natal com suas famílias. Comparou a situação com dados de indultos, comutações de penas e saídas temporárias concedidas em anos anteriores, argumentando que haveria tratamento desproporcional em relação a esses presos, que classificou como pessoas do povo. Por fim, atribuiu responsabilidade ao Senado para corrigir a dosimetria das penas, manifestou expectativa de atuação do Senador Esperidião Amin e declarou sentir compaixão pelos envolvidos.

    Palavras-chave oficiais: Preso,Ato antidemocrático,Janeiro,Brasília (DF),desproporcionalidade,punição,Senado Federal,Responsabilidade,Dosimetria da pena,Projeto de lei ordinária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Brasil está ferido neste final de ano, terceiro ano, os 141 presos do dia 8 de Janeiro de 2023 continuarão na cadeia e não vão passar o Natal com as suas famílias. Ao ano passado, 40 mil pessoas foram indultadas pelo Governo e pelo Judiciário, 40 mil tiveram suas penas comutadas, 42 mil tiveram a saidinha, 2 mil não voltaram. O Brasil e o PT insistem, a Esquerda, em punir essas pessoas que são pessoas do povo. O Senado tem a responsabilidade de corrigir essa dosimetria feita aqui. Eu espero que o Senador Esperidião Amin faça o correto. Quem não perdoa pode não ser perdoado no futuro. Esse é o drama que vive a Nação brasileira. Eu tenho muito dó desse pessoal.
  • 16/12/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT), atribuindo aos últimos 17 anos de gestão federal a manutenção de altas taxas de juros, elevada tributação sobre o consumo e deficiências estruturais em saneamento, educação, saúde e segurança pública. Afirmou que a população manifesta insatisfação com a incapacidade do Governo Federal de promover mudanças estruturais e de modernizar políticas públicas ultrapassadas. Comparou negativamente o desempenho do Brasil ao de países emergentes como China e Índia, sustentando que o País perdeu competitividade e capacidade de crescimento. Por fim, defendeu a superação do atual projeto político em 2026 e a construção de um novo ciclo baseado em um Governo de Centro ou Centro-Direita, com foco em projeto de Estado, pacto federativo e pacto social.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Política pública,Política fiscal,Carga tributária,Taxa de juros,Política econômica,China,Índia,Eleições,Governo,Direita política,Centrão,Pacto federativo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Sem revisão do orador.) - Caríssimo Presidente Alberto Fraga, Deputado Geraldo Resende, senhoras e senhores, estamos no final do primeiro quarto do século XXI. Já se passaram 25 anos do terceiro milênio, e as ruas, o povo manda um recado aos governantes dos três Poderes no âmbito nacional, estadual e municipal: estão sofrendo pela incompetência e incúria dos governantes deste País. Eles mandam o recado de que não suportam mais pagar a mais alta taxa de juros do mundo no crédito comercial, no crédito bancário, no cartão de crédito e assim por diante. Mandam o recado de que não aguentam pagar a mais alta tributação de consumo do mundo. Mandam o recado de que, nas suas cidades, faltam muito esgoto e água encanada. Mandam o recado de que falta qualidade na educação, falta qualidade na saúde pública, falta qualidade na segurança pública. A insegurança, o homicídio, os baixos níveis de escolaridade estão presentes no Brasil do primeiro quarto do século XXI, no fracasso deste Governo, que completa 17 anos deste século no Poder. Lula e Dilma governam o País há 17 anos. E o que há para comemorar? Muito pouco. Os programas são os mesmos do século passado. Os projetos são os mesmos do século passado. Não há novidade nesse lado do Brasil com o Governo Lula, que já se esgotou. O próprio tempo o esgotou. Seus ideais de mudança não aconteceram. Enquanto isso, a China, que era comunista, se transforma num capitalismo comunista de Estado e dá um show no Brasil, ganha de 7 a 1, cresce, cresce sem parar. A Índia, os países emergentes, todos esses países derrotaram e continuam derrotando o Brasil. Para que serve um Governo, se não é para mudar uma geração, para promover uma mudança de paradigma? Chegou a hora, em 2026, de mandar Seu Lula para casa, com o seu desgoverno, com o seu Governo muito fraco, e começar uma nova etapa na vida política do Brasil, com um governante de centro, um governo mais centrado, de centro-direita, que possa atender os anseios da população brasileira com um projeto de Estado, um projeto de Nação, um pacto federativo, um pacto social. É isso que nós queremos para o Brasil. Chega de Lula e PT! Não têm mais o que dar para o País. É mais do mesmo de ontem, de anteontem, do fracasso das políticas públicas e do desenvolvimento nacional. Viva o Brasil!
  • 15/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo do Senado Federal oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei complementar,Podemos (PODE) (2016),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, esta é uma reforma suprapartidária. A emenda constitucional foi 100% do Congresso Nacional, emenda da Câmara e do Senado. O grupo de trabalho, o GT dos dois projetos, ouviu a União, os Estados, os Municípios, o empresário, o terceiro setor. E hoje este é um projeto da Câmara e do Senado, com o apoio de toda a sociedade. Quem sabe quanto é a alíquota hoje desses cinco impostos? Este telefone tem mais de 50% de imposto; uma geladeira, mais de 50% de imposto. A alíquota de um micro-ondas vai cair para 26%, 27%. Quem fala que a alíquota vai ser a maior do mundo precisa prestar atenção nas palavras do decano aqui. Eu estou catequizando há anos que a reforma é para as empresas, é para o consumidor. O consumidor vai ter uma redução de impostos de 30%, e as empresas também. Esse dinheiro vai ficar no bolso do consumidor e vai fazer o Brasil voltar a crescer e prosperar. Quanto vai diminuir? De 5% a 6% do PIB. Vai haver menos impostos, inadimplência, guerra fiscal, e isso nunca mais será cobrado do consumidor.
  • 15/12/2025

    O Deputado discutiu o Substitutivo do Senado Federal oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), e dá outras providências. Na oportunidade, elogiou o trabalho do Relator Mauro Benevides Filho e das equipes técnicas envolvidas, afirmando que, com a implementação a partir de 2027, o Brasil entrará em uma nova etapa de modernização econômica e tributária.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,favorável,Relator,Reforma tributária,modernização

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, Sras. e Srs. Parlamentares, um dos grandes momentos deste Parlamento está acontecendo: a votação do último projeto da estruturação do grande imposto de consumo do Brasil, que é o IVA, que aprovamos. E é mais do que um IVA, é um IVA 5.0. Essa vai ser a grande reforma da tributação do consumo, que tem a maior quantidade de tributos, um excesso de tributos, levando o Brasil a ter a maior carga tributária do mundo. De cada 4 reais arrecadados, 3 reais vêm do consumo e da folha. Portanto, 75% da arrecadação nacional vêm de impostos sobre o consumo e sobre a folha. Os cinco impostos que estão sendo eliminados hoje são os mais nocivos para a economia brasileira. Em substituição, veio um imposto simples, um imposto tecnológico, 5.0, totalmente descentralizado. Cada Município, cada Estado e a União vão receber diariamente o dinheiro. Os empresários vão receber os seus créditos financeiros diariamente, porque o crédito será financeiro. E aí entra o Modelo Abuhab, que, modéstia à parte, é o modelo que eu também defendi. O Deputado Mauro Benevides, grande Parlamentar, grande Secretário da Fazenda no Estado do Ceará e professor universitário fez um trabalho magnífico. Parabéns, Maurinho! Você honra esta Casa e o Parlamento com seu trabalho. Esta Casa conclui essa etapa. Vai faltar uma lei do Simples, que eu elaborei. Peço que a Casa analise o meu projeto, que também é tecnológico, 5.0; é uma revolução tecnológica e econômica. O Brasil levou 50 anos para implantar o seu IVA, que é o 176º IVA do mundo — ou seja, já existiam 175 IVAs no mundo. Esse é um imposto justo. Claro, não existe imposto realmente justo; se existisse, não seria uma imposição. Mas esse é o melhor dos impostos para essa área. Ele é uma regra de negócio, e as empresas não pagarão nem sequer um centavo de imposto. Pelo contrário, vão receber todos os impostos das suas compras em tempo real. Parabéns à União, aos Estados, aos Municípios, à Câmara, ao Senado, à Consultoria da Casa, ao Adriano e a toda a equipe! Todos sempre estiveram juntos. Parabenizo todos por esse magnífico trabalho. O Brasil, a partir de 2027, será um novo país.
  • 10/12/2025

    O Deputado relembrou que a história republicana brasileira registrou cerca de 20 anistias, citando exemplos desde o início da República até períodos recentes, e afirmou que a prerrogativa de concedê-las é do Congresso Nacional, não do Judiciário, mencionando, nesse contexto, a anulação dos processos do Presidente Lula pelo Ministro Fachin. Declarou que preferiria aprovar uma anistia política integral para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, que não teriam cometido golpe armado, mas atos de depredação pelos quais já estariam presos há três anos. Concluiu destacando que a anistia é um “gesto cristão”, associado ao perdão, e apelou para que o Parlamento adote essa postura.

    Palavras-chave oficiais: anistia,prerrogativa,Congresso Nacional,Poder Judiciário,anulação,Processo judicial,Presidente da República,Preso,Ato antidemocrático,Janeiro,Brasília (DF),depredação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu quero dizer ao PT e ao Governo que na história republicana brasileira houve 20 anistias: logo após a Proclamação da República, uma anistia para os insurgentes contrários à República; a anistia de 1895; a anistia de 1904; a anistia de 1910; a anistia de 1930; a anistia de 1934 e a de 1935, depois das insurreições tenentistas; a anistia de 1945; a anistia de 1955; a anistia de 1961, com a renúncia de Jânio Quadros; a anistia de 1979, a mais famosa e mais relevante da história republicana; a anistia pós-Constituinte; as principais anistias salariais, das quais o PT se valeu muito; a anistia a servidores, a reintegração de servidores; anistia, anistia e anistia. Quem anistiou Lula foi o Ministro Fachin, que anulou os processos contra ele. Isso é anistia do Judiciário! Quem tem a prerrogativa de dar anistia é o Parlamento. Isso está na Constituição. Busquem o texto constitucional e verão que é uma prerrogativa do Congresso. Eu, pessoalmente, preferiria dar anistia hoje só para aqueles que estão presos há 3 anos por causa do 8 de Janeiro. Nem Lula cumpriu 3 anos de prisão — ele cumpriu 540 dias. Eu gostaria de estar votando a anistia pura: não uma anistia material, mas uma anistia política. Entretanto, o desejo da maioria prevalece, com a redução das penas que estão propondo. Eu vou insistir em que as pessoas participantes do dia 8 de Janeiro fizeram manifestação sem armas, não deram golpe nenhum. Quebraram, depredaram e estão pagando 3 anos de cadeia. Anistia é um gesto desta Nação cristã, Presidente. Veja às costas de V.Exa. um crucifixo, e, à mesa, uma Bíblia. Quem não perdoa não é cristão.
  • 09/12/2025

    O Deputado parabenizou o Presidente Hugo Motta pela condução da pauta e destacou a importância do Projeto de Lei Complementar nº 125, de 2022, que trata sobre o devedor contumaz. Afirmou que a proposta avançou graças à Receita Federal e ao Secretário Barreirinhas, ao prever regras mais rígidas para quem declara e não paga tributos. Ressaltou, porém, que ainda persistiam os sonegadores, responsáveis por um dos maiores contenciosos tributários do mundo, com impacto bilionário no PIB. Além disso, apontou números elevados de dívida ativa, inadimplência e sonegação e criticou o Governo Lula por só recentemente enfrentar o problema.

    Palavras-chave oficiais: Pauta (processo legislativo),Projeto de lei complementar,Devedor contumaz,Sonegação fiscal,Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil,Processo tributário,Dívida ativa,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Parabenizo V.Exa. pela excelência da pauta de hoje, com a matéria do devedor contumaz — antes tarde do que nunca! Graças à Secretaria da Receita Federal, ao Secretário Barreirinhas, teremos uma lei mais dura para o devedor contumaz, que é aquele que declara e não paga. Contudo, ainda temos os sonegadores, aqueles que não declaram e não pagam. Temos o maior contencioso tributário do planeta Terra, que representa 75% do PIB e 9 trilhões de reais em contencioso. Temos 50% do PIB em dívida ativa, 3% do PIB ao ano em inadimplência e 8% do PIB ao ano em sonegação. O Lula está no Governo desde 2003, há 22 anos. Eles estão 17 anos no poder. Agora, no último ano, ele acordou para fazer o combate ao sonegador.
  • 09/12/2025

    O Deputado defendeu a agricultura brasileira como a mais moderna do mundo, com gestão agroambiental, e afirmou que produtores rurais não admitem trabalho escravo nem qualquer forma de exploração. Ademais, destacou o esforço desses profissionais, que trabalham sob sol, chuva, seca, com ou sem financiamento, enfrentando pragas e adversidades. Por fim, enalteceu a bancada rural do Congresso Nacional como defensora da produção de alimentos para o mundo e declarou que o Governo Lula deve gratidão à agricultura pelo crescimento econômico nacional.

    Palavras-chave oficiais: Agricultura,Produtor rural,Trabalho escravo,Bancada Ruralista,Congresso Nacional,Produção agrícola,Governo federal,Presidente da República,Agronegócio,Crescimento econômico

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Deputado disse um simples "sim". Eu só quero dizer que a agricultura brasileira, que nós defendemos, é a mais moderna do mundo, a mais agroambiental do mundo. O agricultor, o pecuarista, o piscicultor e o silvicultor brasileiro não aceitam trabalho escravo, não aceitam exploração. Eles não manipulam. Eles trabalham dia e noite, com chuva, com sol, com seca, com financiamento, sem financiamento, com praga, sem praga. Quem fala mal do agricultor brasileiro é aquele que quer o bifinho na mesa e que não quer trabalhar no sol como o agricultor. A bancada rural do Congresso Nacional é a bancada do bem, que produz comida para o mundo. O Governo Lula deveria agradecer à agricultura brasileira, porque, se o Brasil cresce, é graças a ela.
  • 09/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do inciso V do Art. 1º da Lei 13.178, de 2015, alterada pelo Art. 2º do Substitutivo do Senado Federal apresentado ao Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 2015. Na oportunidade, criticou a política fundiária do Governo Federal e a atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). Por fim, defendeu o Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas e concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Senado Federal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Podemos (PODE) (2016),Voto favorável,Política fundiária,Governo federal,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) Projeto de lei ordinária,anistia,Dosimetria da pena,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A legislação brasileira não permite invasão de terras, e o Governo permite que espoliem, que invadam terras. É ilegal o que fazem no Brasil o Governo do PT e o MST. O que está sendo feito aqui é legislação, dentro das regras da lei. Outra coisa, Presidente, anistia foi o que nós fizemos aqui. Aprovamos muitas anistias para os membros do PT, para os membros da Esquerda brasileira. Aprovamos a anistia para eles. Agora, para esses que estão desde o dia 8 de janeiro presos, a anistia é exclusiva, mas não financeira, a anistia é política. Nada de mexer no Código Penal. Anistia para o 8 de Janeiro é um dever desta Nação cristã.
  • 28/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado anunciou a apresentação de Projeto de Lei Complementar nº 194, de 2025, que institui o que nomeou de Super-Simples 5.0, uma proposta de modernização do regime tributário simplificado, visando comemorar os 20 anos do Simples Nacional e integrá-lo ao novo modelo do Imposto sobre Valor Agregado (IVA 5.0), com previsão de cobrança eletrônica instantânea e crédito universal. Defendeu que a nova sistemática ampliará a competitividade, longevidade, empregabilidade e rentabilidade das micro e pequenas empresas, beneficiando o comércio nacional. Ainda, informou que solicitou ao Presidente da Câmara, Deputado Hugo Motta, a criação de uma Comissão Especial para debater a matéria, com objetivo de antecipar a entrada do PLP em 2027, junto com a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), antes da incorporação do ISS e ICMS prevista para 2029. Por fim, conclamou o apoio de todos os partidos e entes federativos para a aprovação da medida, que representará uma revolução tributária.

    Palavras-chave oficiais: Autor (proposição legislativa),Projeto de lei complementar,Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES),Simples 5.0,Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES NACIONAL),Reforma tributária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Deputado Lula da Fonte, no ano que vem, o Super-Simples vai completar 20 anos, e, também no ano que vem, iniciam-se os primeiros processos para a implantação do IVA 5.0, que vai ser o mais moderno IVA do mundo, com cobrança eletrônica no ato da liquidação da nota fiscal. Eu preparei um projeto de lei para comemorar os 20 anos do novo Simples 5.0, no mesmo padrão da Lei Complementar nº 123, de 2006, a lei do Super-Simples, e do Super IVA. Teremos um super Super-Simples 5.0, totalmente eletrônico, com cobrança instantânea, com crédito universal, o que vai aumentar a competitividade de todas as micro e pequenas empresas instaladas no Brasil, vai elevar a longevidade das empresas, a empregabilidade e a rentabilidade, vai melhorar o desempenho do comércio nacional. Todos vão ganhar. Para isso, nós precisamos do apoio desta Casa. Se ela quer ser reformadora, transformadora, é preciso que os Líderes se debrucem sobre esse projeto que eu apresentei e que já está em tramitação. Já pedi ao Presidente da Casa, o Deputado Hugo Motta, que crie uma Comissão Especial para o IVA Super-Simples 5.0, para que ele entre em vigor em 2027, junto com a CBS, incluindo o ISS e ICMS, que estão previstos somente para 2029. Nós queremos antecipar para 2027 a vigência do Simples Nacional, em favor dos 9 milhões de micro e pequenas empresas e, quem sabe, também dos MEIs de todo o Brasil, e também queremos regularizar essa parte junto com a parte da CBS, federal. Essa seria uma grande revolução tributária em favor das micro e pequenas empresas, com um sistema totalmente eletrônico, crédito universal, sem burocracia. Haveria ganhos espetaculares para todos — formalização, emprego, melhoria das condições das empresas, concorrência. O Brasil teria muito a ganhar com essa nova modalidade. Estou aberto à discussão do tema. Vamos começar uma campanha nacional a partir da criação da Comissão Especial, em que podemos ter uma boa parceria de todos os partidos políticos, do Governo, dos Estados e dos Municípios.
  • 15/10/2025

    O Deputado realizou uma análise das políticas públicas de educação nos últimos 50 anos no Brasil, lamentando a ausência histórica de compromisso com a oferta de ensino em tempo integral. Informou que, dos 50 milhões de estudantes no País, 43 milhões estão em escolas públicas, mas apenas 10 milhões têm acesso à escola integral, o que considerou a maior falha estrutural de todos os Governos. Ademais, reiterou que o desenvolvimento do Brasil passa necessariamente pela educação em tempo integral e reforçou que a escola deve ser o local prioritário para as crianças. Por fim, criticou as prioridades dos governantes, que implementam políticas assistenciais, mas não investem estruturalmente na educação integral.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Educação,Política educacional,Investimento,Escola,Educação em tempo integral

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    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Dr. Zacharias Calil, é uma honra muito grande, com V.Exa. na Presidência, fazer uma análise desses últimos 50 anos de políticas públicas da educação brasileira. No Brasil, infelizmente, nenhum governante olhou para a educação integral das nossas crianças, dos nossos estudantes brasileiros. O Brasil tem hoje cerca de 50 milhões de estudantes, e 43 milhões está em escolas públicas. Só 10 milhões de estudantes têm acesso a escola integral. O restante não dispõe de escola em período integral. Esse é o maior erro, a maior falha estrutural do Brasil, de todos os Governos deste País. Eu só quero registrar que os avanços são importantes, os projetos são importantes, têm meu apoio, têm meu aplauso, mas, se o Brasil quer ser uma grande Nação, e será um dia, será pela educação, a educação de período integral. A escola é o santuário do aluno! Lugar de criança é na escola! É ali, em período integral, com turno, contraturno, que as crianças devem estar. Infelizmente, aqueles que mais precisam não têm escola de período integral. O Brasil precisa aprender com os governantes do Primeiro Mundo, tem que ir lá aprender. Quem quer ser Presidente da República tem que aprender, para depois querer governar o Brasil. É essa a minha recomendação, como veterano, decano desta Casa, Sr. Presidente. É uma falha grave. Faz Pé-de-Meia, faz vale cueca, faz tudo, mas não investe em escola de período integral.
  • 14/10/2025

    O Deputado celebrou o entendimento entre judeus, palestinos, muçulmanos e cristãos na Terra Santa, resultado de esforços internacionais pela paz no Oriente Médio. Expressou esperança de que o mesmo espírito de reconciliação alcance a Igreja Ortodoxa Russa e a Igreja da Ucrânia. Por fim, também defendeu o fim do conflito entre Rússia e Ucrânia, com o apoio de líderes europeus e ocidentais, conclamando a união dos líderes cristãos em favor da paz e do fim da guerra, que classificou como uma infâmia.

    Palavras-chave oficiais: Israel,Palestina,acordo,Rússia,Ucrânia,Igreja,Conflito,Paz

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Hugo Motta, damos graças a Deus porque os filhos de Abraão, Isaque e Jacó se entenderam lá na Terra Santa, com a intervenção de líderes do Mundo Novo. Judeus, palestinos, muçulmanos, cristãos estão unidos pela paz no Oriente Médio. Agora queremos a paz dos nossos irmãos da Igreja Ortodoxa Russa com a Igreja da Ucrânia. Que Deus os abençoe! Queremos a paz entre a Ucrânia a Rússia, com a intervenção dos líderes da Europa e do Ocidente. Que os líderes cristãos se unam pela paz! Que essa guerra, que é uma infâmia, chegue ao fim, como chegou a da Palestina com Israel!
  • 07/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou a consulta pública do Contran sobre a possibilidade de eliminar a fase prática das autoescolas, destacando que o Brasil possui um dos trânsitos mais violentos do mundo, com mais de 30 mil mortes anuais e centenas de milhares de mutilados. Defendeu que decisões de repercussão nacional sobre segurança viária devem ser discutidas no Congresso, onde é possível ouvir todas as partes interessadas, incluindo autoescolas, que geram mais de 300 mil empregos diretos e indiretos. Por fim, alertou que simplificar o processo de habilitação representa risco à vida, impunidade e falha nas políticas públicas de trânsito.

    Palavras-chave oficiais: Conselho Nacional de Trânsito (Contran),Consulta pública,eliminação,Aula prática,Centro de Formação de Condutores (CFC),Violência no trânsito,Debate,Congresso Nacional,Emprego,Habilitação para o casamento,Risco de morte,Política pública

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    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Charles Fernandes, trago um assunto de grande relevância e interesse público. O Brasil é um país onde morrem mais de 30 mil pessoas por ano nas estradas. E ainda há um número quatro ou cinco vezes maior que esse de pessoas mutiladas pelo trânsito brasileiro, que é um dos mais violentos do mundo. O Conselho Nacional de Trânsito — Contran lançou uma consulta pública para saber a opinião das pessoas sobre eliminar a fase das autoescolas. Com a experiência de homem público de oito mandatos e 50 anos de vida pública, eu entendo que o Contran está cometendo um grande equívoco. Esta matéria, Presidente Charles, é eminentemente do Congresso. Então, eu recomendo ao Presidente Hugo Motta — vou requerer a ele, V.Exa. também pode subscrever o requerimento — que ele traga esse processo do Ministério dos Transportes, do Contran, para dentro da Câmara dos Deputados, porque é aqui a Casa do Povo. Esta é uma matéria de repercussão nacional que mexe com vidas humanas, milhares de mutilados, mais de uma centena de milhares de mutilados nas estradas. A condução de veículo exige preparação, com teste teórico, teste presencial de conhecimento e também exame toxicológico. Então, a medida, que é aparentemente para facilitar, porque existe certo número de motoristas sem carteira, significa que a impunidade venceu, significa que é o fracasso das políticas públicas de Governo. Vamos trazer aqui, minha querida Deputada Ventura, esse debate para dentro do Congresso. Vamos tirá-lo do Contran e passar para esta Casa. É aqui que nós vamos ouvir todas as partes interessadas do País, especialmente as autoescolas, que geram, direta e indiretamente, mais de trezentos mil empregos. Há milhares de autoescolas que têm investimento, capital investido, e não é da noite para o dia que se deve criar uma incerteza dessas em nosso País. A recomendação é de bom senso e moderação ao Contran e ao Ministério dos Transportes.
  • 01/10/2025

    O Deputado criticou o sistema tributário brasileiro por ser regressivo, onerando mais os pobres que os ricos. Citou estudos da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) que mostram que quem ganha cerca de R$ 3 mil paga mais de 50% em impostos, enquanto os mais ricos pagam proporcionalmente menos. Além disso, sobre o Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas, afirmou que votará a favor, mas considera a medida eleitoreira e paliativa, sem corrigir as distorções estruturais. Por fim, defendeu uma reforma tributária justa e profunda.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Legislação Tributária Federal (pessoa física) (1995),redução,Imposto,Rendimento tributável,Tributação,Governo federal,Justiça tributária,Voto favorável,Eleições,Fundação Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA),Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe),Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp),Sistema tributário

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    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Charles Fernandes, senhoras e senhores, o Brasil tem o pior sistema tributário do mundo, tem a maior regressividade do mundo. O que é a regressividade? É a elevada carga tributária sobre os preços de bens e serviços consumidos pela população. A cada 4 reais arrecadados no Brasil, 3 reais vêm dos impostos sobre os preços, entre impostos de consumo e sobre a folha de pagamento. Nos Estados Unidos, só o equivalente a 1 real de imposto vem dos preços. Essa diferença é marcante. Quanto mais impostos sobre os preços, que é o chamado "imposto de consumo", mais regressiva é a carga tributária, ou seja, as famílias que ganham menos chegam a pagar o dobro, o triplo do que pagam os ricos. Há várias pesquisas, como a do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada — Ipea, a da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas — Fipe, de São Paulo e a da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo — Fiesp, entre outras, que calculam qual é a carga tributária sobre a renda das famílias e das pessoas. Pasmem: quem ganha dois salários mínimos — 3 mil reais — paga direta ou indiretamente mais de 50% de impostos; quem ganha acima de 50 mil reais não paga nem a metade do que paga essa pessoa. Agora vem o Imposto de Renda. Eu vou votar a favor. Quem votar contra é bobo, vai pagar nas urnas. É eleitoral. O projeto não tem nada de reparo estrutural. É um projeto eminentemente eleitoreiro. Se ganha até 3 mil reais, a pessoa já é isenta. Ele mandou proposta sobre isenção para quem ganha até 5 mil reais porque foi uma promessa de campanha, e o Relator, que é o ex-Presidente desta Casa, elevou esse valor para 7 mil e 300 reais. Ele vai diminuir "trezentão" em cada salário, o que dá três mil e poucos reais por ano. Ele resolveu o problema do imposto sobre os pobres? Não! O pobre continua pagando a mais alta carga tributária do mundo. É isto: engana. É uma peça de campanha política. Não tem nada a ver com a reestruturação do sistema de carga tributária sobre os pobres. Então, prestem atenção. Nesta Casa, quando o Governo e o partido do Governo estão muito espertos, tomem cuidado, porque vem chumbo eleitoreiro. Eu estou avisando, e quem avisa amigo é. É claro que eu quero que o pobre, no Brasil, pague quase nada de imposto, trabalhei por isso a vida inteira, mas luto por uma reforma justa, o que não é o caso desse projeto.
  • 24/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória nº 1.301, de 2025, que institui o Programa Agora Tem Especialistas, dispõe sobre o Grupo Hospitalar Conceição S.A., altera as Leis nºs 8.080, de 1990; 8.958, de 1994; 9.656, de 1998; 12.732, de 2012; 12.871, de 2013; e 13.958, de 2019.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Podemos (PODE) (2016),Voto contrário

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    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Podemos orienta "não" e parabeniza o Ministro Padilha pelos programas de excelência para diminuir as filas em todo o Brasil. O Ministério da Saúde tem feito um trabalho importante em favor do povo brasileiro que depende do SUS. O Ministro Padilha, com esse programa junto às Santas Casas, junto às entidades filantrópicas, com a redução de custos, trocando impostos por consultas, por cirurgias, mais esse programa de especialistas e outros programas, conta com o nosso apoio e merece os nossos parabéns. Este é o lado bom do Governo — dos demais eu não posso falar. A orientação é "não". Vamos votar o projeto e fazê-lo tramitar.
  • 17/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a apreciação do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política, ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Podemos (PODE) (2016)

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    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Hugo Motta, quero parabenizar V.Exa. Com sua juventude e seu talento, começa a pacificar a Casa. V.Exa. está dando hoje uma grande contribuição ao País, ao Congresso Nacional e ao Governo. Esta matéria é do Congresso. Não é do Governo, é matéria do Congresso e, dentro do Congresso, é de foro íntimo, de cada um de nós. O nosso partido, o Podemos, libera a bancada. Nós somos moderados. Estamos vendo que o contencioso aqui dentro está ficando pior a cada dia. Olhem a sessão de hoje. Queremos que V.Exa. designe um Relator moderado. Primeiro, vamos discutir uma anistia pontual para o dia 8. Depois vamos pensar nos outros casos, considerando anistia modulada, pagamento de penas pecuniárias. É muito simples. A história do Brasil, no Império e na República, está cheia de anistias concedidas pelo Parlamento. Nós não estaremos fazendo nada mais do que pacificar a Nação. A Nação pede por isso. E é o que nós queremos fazer.
  • 17/09/2025

    O Deputado afirmou que votaria a favor da Medida Provisória nº 1.300, de 2025, reconhecendo seu benefício à população pobre. No entanto, criticou a medida como demagógica, ressaltando que, apesar de ser positiva, não resolve problemas estruturais do País e chamou por governantes que promovam mudanças duradouras no Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Medida provisória,redução,Tarifa,Energia elétrica,Pobre,Demagogia,Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE),Voto favorável

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    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu estou votando a favor porque é um benefício para a população pobre, mas é véspera de eleição, 24 anos depois da criação do Programa Bolsa Escola, pelo Presidente Fernando Henrique, e depois de o Lula ter mudado o nome para "Bolsa Família", que foi sendo ampliado, ampliado, ampliado. Nesse período, a economia não cresceu, os pobres ficaram mais pobres, os ricos, mais ricos, e nós estamos aqui de novo ampliando o benefício. É bom? É bom. Vou votar a favor? Vou. Eu não sou louco para votar contra um programa social. Só que isso é uma demagogia. Não é disso que precisa o Brasil. Chega de jogar para a torcida! O Brasil precisa de governante sério, que mude o Brasil para sempre.
  • 17/09/2025

    O Deputado criticou a Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, que altera os arts. 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares, a chamada “PEC da blindagem”. Disse que, em oito mandatos, nunca precisou dessas proteções e que a Câmara deveria focar em pautas de real interesse nacional, pois decisões como essa só aumentam a rejeição popular ao Parlamento.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Prerrogativa constitucional,Imunidade parlamentar,Opinião pública,Congresso Nacional

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    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Brasil amanheceu estarrecido com a decisão da Câmara dos Deputados de ontem à noite sobre a ampliação dos privilégios e das prerrogativas que foi votada aqui. Trata-se de uma blindagem. Eu sou testemunha viva disso. Estou aqui há oito mandatos e nunca precisei nem das prerrogativas que existem hoje na Constituição brasileira. Jamais o Parlamento deveria ter votado essa matéria. Aqui, nós temos que votar matérias da maior importância, que estão paradas. O Brasil não gosta do Parlamento, e o Parlamento dá razão para o Brasil não gostar dele. Nós estamos cada dia mais nos afundando nessas bobagens de querer proteger quem não deve ser protegido. Vamos voltar à pauta necessária do Brasil. Queremos votar os pontos... (Desligamento do microfone.)
  • 16/09/2025

    O Deputado manifestou-se contrariamente à Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, que altera os arts. 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares e dá outras providências. Ademais, recordou sua trajetória parlamentar desde 1991, mencionando sua liderança no impeachment do ex-Presidente Collor e da ex-Presidente Dilma Rousseff, a atuação como Líder e Vice-Líder do Governo Fernando Henrique Cardoso e a sua atuação como Oposição aos Governos Lula e Dilma. Ao final, ressaltou que nunca precisou de leis especiais de prerrogativa para exercer seu mandato e que sempre defendeu o interesse público como Parlamentar honesto.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Prerrogativa constitucional,Parlamentar Deputado federal,Atuação parlamentar pregressa,Impeachment,Ex-presidenta da República,Ex-presidente da República,Oposição política,Líder do governo,Vice-líder do governo,Mandato parlamentar

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    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, prerrogativa do que e para quê? Cheguei a esta Casa em 1991. Liderei o impeachment do Presidente Collor, fui Líder e Vice-Líder do Governo Fernando Henrique, defendendo o Governo contra a oposição mais radical da história do Parlamento, que era o PT. Fui oposição ao Governo Lula 1 e 2, ao Governo Dilma 1 e 2. Liderei o impeachment contra a Presidente Dilma e nunca precisei de nenhuma lei de prerrogativa para o exercício do meu mandato. Sempre fui um Parlamentar autêntico, um verdadeiro brasileiro na defesa do interesse público. Nunca precisei da proteção da lei mais do que o cidadão tem. Por isso, eu estou contra qualquer privilégio ou qualquer prerrogativa, de que o Parlamentar honesto não precisa.
  • 03/09/2025

    O Deputado criticou a falta de investimento em educação integral no Brasil e afirmou que o País não avançou nesse tema nas últimas décadas. Acrescentou que apenas 22% dos 48 milhões de estudantes da educação básica estavam em tempo integral, deixando 38 milhões de crianças fora desse modelo. Por fim, defendeu que a prioridade nacional deveria ser garantir escola em tempo integral, com merenda, uniforme e tecnologia, e lançou o desafio para União, Estados e Municípios implementarem essa mudança estrutural.

    Palavras-chave oficiais: Educação em tempo integral,Investimento público,Defesa

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    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Altineu Côrtes, Sras. e Srs. Parlamentares, a minha fala nesta noite de quarta-feira é sobre a educação brasileira. Eu quero falar em alto e bom som que os governantes do Brasil, nesses últimos 50 anos, não foram competentes — podemos colocar mais anos: nos últimos 70 anos. O Brasil não tem educação em período integral para todas as suas crianças. O Brasil só tem educação em período integral para uma parte das suas crianças. Esse é o grande nó, essa é a grande vergonha deste País. Dos 48 milhões de estudantes do Brasil, hoje 38 milhões de estudantes dos ciclos básicos não estão no período integral. Menos de 10 milhões de estudantes, ou seja, 22% do total estão no período integral. Como é que o Brasil vai ser uma grande nação com crianças, estudantes, futuros adultos profissionais, sem educação em período integral? Isso é essência, e tudo o mais é cosmético. Discussão dos fundos e tudo o que fazemos aqui não chegam a fazer nenhuma mudança significativa na educação brasileira. O uso da tecnologia é quase nada na escola pública brasileira. Há 48 milhões de estudantes, quase 50 milhões, em escolas públicas, e 38 milhões não têm educação em período integral. O que nós poderíamos fazer com essas crianças? Qual é o custo da transformação do ensino dessas 38 milhões de crianças em ensino de período integral? Eu tenho esse custo. Seriam 112 bilhões de reais por ano. De onde sairia esse dinheiro? Pelos estudos que faço do Orçamento, dos gastos públicos, a maior despesa que o Brasil tem hoje é com a dívida pública, da União, de Estados e Municípios, cujos juros são, em média, de 1 trilhão e 200 bilhões de reais por ano. Quanto a banca paga de juros por ano? De 7% a 8%. Que tal o Governo, o País, o Congresso Nacional tomarem vergonha na cara e tirarem esses 112 bilhões de juros e, com uma tributação exclusiva, bancarem o ensino em período integral para todas as crianças em escolas públicas do Brasil? Faríamos uma revolução educacional no Brasil! Não estou aqui defendendo remendo, meia-sola, meia-boca. Estou falando de uma mudança integral da educação brasileira para 38 milhões de crianças que não têm escola em período integral! Podem olhar o sucesso dos Estados Unidos, da Coreia, da Alemanha, da França, da Inglaterra, dos países do Sudeste Asiático. O sucesso vem da educação em período integral: as crianças vão para a escola às 8 horas ou 9 horas da manhã e voltam às 5 horas da tarde. Lugar de criança é na escola, não é na rua, e com uniforme, sem governante fazendo demagogia com entrega de uniforme. Governante que faz demagogia com entrega de uniforme é canalha! É obrigação do Estado fornecer tudo, não é favor. É obrigação dele fornecer merenda e escola em período integral. A proposta está lançada. O desafio é para todos os governantes do Brasil — da União, dos Estados e dos Municípios —, é para o Congresso Nacional, para as Assembleias Legislativas e para as Câmaras Municipais. O desafio é para as três esferas de governo: com 10% dos juros, nós bancamos toda a educação em período integral. Orçamento há, solução há. Falta vergonha a este País!
  • 26/08/2025

    O Deputado defendeu a anistia para os envolvidos nos acontecimentos de 8 de janeiro. Afirmou que a medida ajudará a curar as feridas das famílias e da sociedade, além de contribuir para o funcionamento do Parlamento. Destacou que a anistia deveria ser tratada de forma restrita e exclusiva, sem interferência de outros processos em andamento, e reforçou a necessidade de resolver o tema de forma célere. Ressaltou ainda que a anistia representa um passo importante para a Nação brasileira.

    Palavras-chave oficiais: anistia,Golpe de Estado,participante,Ato antidemocrático

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    O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu oriento com o meu partido, mas quero dizer a V.Exa. que está na Presidência, ao Presidente Motta e aos Líderes: vamos votar já essa anistia para os envolvidos no dia 8 de janeiro! Essa é uma recomendação do decano aqui. Esse é um assunto pendente com a Nação brasileira. É preciso começar a curar as feridas das famílias, da sociedade e aqui dentro. Será possível ver como vai ajudar muito o Parlamento e o Brasil esta decisão de votar já, independentemente dos outros processos em curso, Presidente. Vamos liquidar esse assunto. O projeto está aí na Mesa, sugestão do Líder Sóstenes, sugestão que eu acompanho, estrita, modulada, restrita e exclusiva. Anistia já!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 18/12/2003 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.