
Nome civil: Kim Patroca Kataguiri · 30 anos
Bananômetro
90/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 91% dos deputados · média do partido: 90
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 79%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 99%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 96%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 24%das 713 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 51%das 561 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.kimkataguiri@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5744
- Gabinete
- Gabinete 744, Anexo IV, 7º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 366 de 391 sessões
Votou nas votações
79%
Registrou voto em 893 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 263 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
24%
Em 713 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
625 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 13/10/2026.
- 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 573, de 2024, que autoriza a destinação de recursos oriundos de sites, redes sociais e plataformas digitais de entes públicos aos Fundos de Cultura.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto contrário,Partido Missão (MISSÃO)
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Tenho uma preocupação em linha, mas um pouquinho em outro sentido, da do Deputado Tarcísio. Por exemplo, agora nós estamos sendo transmitidos, enquanto TV Câmara, pelo YouTube. Se a gente permite que a TV Câmara seja monetizada, eu só vou conseguir assistir à TV Câmara sem anúncios no YouTube, ou seja, sem ter que esperar que passe alguma propaganda de 15 ou de 30 segundos, se eu assinar o YouTube Premium. Esse tipo de problema que a gente pode vislumbrar no futuro é de que um cidadão pode querer ter um acesso fácil a uma informação que está sendo disponibilizada publicamente, por exemplo, assistir a uma sessão do Supremo, e lhe aparecer a propaganda de um tênis. Eu acho complicado. Eu confesso que à primeira vista eu pensei: "Isso gera receita para o Estado sem nenhum prejuízo para o cidadão", mas, quando se analisa com calma, de fato isso pode causar um prejuízo para a informação no longo prazo. Então, vou orientar "não", Presidente. - 16/06/2026
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 5.500, de 2019, que altera o art. 113 do Decreto Lei 2.848, de 7 de dezembro de 2019 para impedir a prescrição da pena de condenado que foge do presídio, argumentando que a fuga não poderia premiar quem já teve o crime comprovado e a condenação transitada em julgado. Além disso, afirmou que a proposta era razoável e poderia reunir apoio amplo, inclusive de bancadas mais garantistas, para evitar que o Estado perdesse o direito de punir o criminoso e que a vítima ficasse sem justiça.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quanto a este projeto, acho que a legislação já deveria ser essa. Infelizmente, se a gente fosse explicar isso para a população lá fora, seria uma coisa incompreensível. Hoje, no caso de um condenado fugir de um presídio já foi comprovado que cometeu um crime, a sentença já transitou em julgado , se ele permanecer um tempo suficiente foragido da cadeia, o crime prescreve, ou seja, o Estado perde o direito de punir aquele criminoso, porque já se passou tempo demais desde o momento em que ele cometeu aquele crime, desde o momento em que houve a garantia do direito de ele ser punido, até o momento daquela punição. Então, Presidente, este é um projeto razoável. Acredito até que a gente vai conseguir algo muito raro nesta Casa, que é a aprovação por unanimidade, porque é uma coisa razoável. No Colégio de Líderes, o Deputado Tarcísio disse que eu poderia contar com o voto do PSOL na urgência desta matéria, porque nem o PSOL, que é o baluarte garantista desta Casa, seria contrário. O Deputado Tarcísio está dizendo que, se eu falar demais, ele muda de posição calma. Eu vou parar de falar porque vou contar com o seu apoio. Eu gosto de dizer que, quando se trata de uma matéria consensual, temos o apoio do NOVO ao PSOL, como vai ser o caso desta matéria. Só para explicar: o sujeito foge do estabelecimento prisional, já foi condenado, e, dependendo do crime que ele cometeu, se ele permanecer um tempo suficiente foragido, fora das mãos do Estado, o Estado perde o direito de puni-lo. Portanto, a própria vítima e todos aqueles que foram prejudicados por aquele crime têm que viver com a injustiça de ver um sujeito que, comprovadamente cometeu um crime, fugiu da cadeia e, por ter fugido da cadeia, ele é premiado com o direito de não ser mais punido. Então, peço o voto para a aprovação da urgência deste projeto. - 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 1.157, de 2026, que altera a Lei nº 7.716, de 8 de janeiro de 1989, para instituir mecanismos de proteção e assistência integral à vítima de crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, com foco no atendimento especializado e na não revitimização.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a MISSÃO orienta "não", porque, apesar dos aspectos positivos do projeto, talvez a gente possa discutir isso no relatório, eu não acho razoável a gente equiparar na priorização. Hoje, os crimes que têm prioridade na Justiça são feminicídio, estupro, homicídio, latrocínio. A gente colocar os crimes raciais nessa mesma categoria... Não tenho a menor dúvida de que racismo é um crime gravíssimo e que a pessoa que o comete deve ser punido com duras penas. Agora, colocar na Justiça já entupida de processos, como os que nós temos hoje , com o mesmo grau, com a mesma qualidade, com a mesma gravidade que os crimes graves que já são colocados? A respeito do outro ponto, da dotação orçamentária, o Brasil também tem muitos problemas graves, e cada Município, cada Estado e a própria União precisam entender quais são as medidas mais urgentes a se tomar, sem que a gente crie nenhum tipo de vinculação ou priorização orçamentária engessada em lei. A nossa orientação é "não". - 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a apreciação do Projeto de Lei Complementar nº 230, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, para vedar a limitação de empenho e movimentação financeira das despesas relativas ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, e a Lei nº 9.998, de 17 de agosto de 2000, para os fins que especifica.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Partido Missão é contrário, primeiro, porque é uma proposta que não tem estimativa de impacto, que é um requisito para todas as propostas que tramitam nesta Casa; segundo, porque não tem fonte de financiamento, e eu acho que isso é o mais importante, porque a gente estaria beneficiando um setor sem saber qual setor a gente estaria prejudicando. Então, existe o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, existe o descumprimento do art. 103 do ADCT e o descumprimento da própria Lei de Diretrizes Orçamentárias. Assusta-me um pouco a base do Governo estar favorável, porque o próprio Governo diz que é contra estender ou criar novos benefícios tributários sem que haja avaliação de impacto, sem que sejam criteriosos em relação a isso. Ainda assim a base está votando sem estimativa de impacto, sem fonte de receita e depois vem apelar ao Presidente Hugo Motta para que segure pautas-bomba quando o próprio Governo faz o seu trabalho. Então, o Missão orienta "não". - 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva oferecida ao Projeto de Lei Complementar nº 337, de 2017, que altera a Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, que institui a Lei Orgânica da Advocacia-Geral da União.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei complementar,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu realmente continuo vendo com muita desconfiança o texto, primeiro, porque eu não veria tanta pressão por parte do Advogado-Geral da União se fosse apenas uma reestruturação formal. Se não houvesse nenhuma mudança material, não haveria essa pressão política para que essa matéria avançasse. O principal argumento utilizado aqui é o seguinte: não existe mudança de fato, nada vai mudar na realidade, todos os órgãos que já estão subordinados à Advocacia-Geral da União vão continuar subordinados. Eu duvido muito que haveria essa mobilização política em torno dessa matéria se fosse para não mudar nada. A mim causa preocupação a possibilidade de diminuir a autonomia das autarquias, a autonomia das agências reguladoras, a autonomia do Banco Central e, ao mesmo tempo, dar superpoderes para que o Advogado-Geral da União avoque para si causas que não deveriam ser da sua competência, que não deveriam estar na sua alçada, pela influência política a qual ele está sujeito. Então, a gente orienta "não". - 16/06/2026
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 337, de 2017, que altera a Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, que institui a Lei Orgânica da Advocacia-Geral da União.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,favorável
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, quero externar minha preocupação e dialogar aqui com o Relator em relação a este projeto, que tem dado muita polêmica e trata do aumento de poderes da Advocacia-Geral da União, especialmente do chefe, que é o Sr. Jorge Messias. Diversos procuradores, especialmente ligados ao Banco Central e especialmente ligados às autarquias, têm se manifestado no sentido de que isso é uma centralização de poder nas mãos de Jorge Messias e uma tentativa até de aumentar os seus poderes, para, eventualmente, viabilizar sua nomeação para o Supremo Tribunal Federal, como diz nota oficial. Isto também tem precedentes, Relator. Há a tentativa que foi feita, inicialmente em debates, na Constituinte de 1988 e, depois, um julgamento de mandado de injunção, em que o Supremo teria reconhecido, apesar do vínculo evidente, a não subordinação e a não absorção por parte das carreiras dos procuradores da União em relação à Advocacia-Geral da União. Vi, hoje mais cedo, também em notícia da Folha de S.Paulo, que há uma preocupação no sentido de que o próprio AGU poderia avocar para si decisões envolvendo o Banco Central. Ainda trago um histórico recente sobre o uso da influência, o uso do poder político do Presidente da República em relação ao Advogado-Geral da União, para ele pressionar mudanças de decisões, mudanças de pareceres no Ministério de Minas de Energia. Também haveria uma intervenção na autonomia do Banco Central, quando a gente sabe que, felizmente, hoje nós temos um Banco Central autônomo, com liberdade para atuar e com liberdade para fiscalizar. Não à toa, num escândalo envolvendo as autoridades mais poderosas da República de esquerda, de direita, de centro, do Supremo Tribunal Federal , o Banco Central do Brasil ainda teve autonomia para promover a liquidação de um banco que envolvia dezenas de bilhões de reais em escândalos de corrupção e envolvia gente tão poderosa. Então, neste diálogo com o Relator, o Deputado Lafayette, que eu respeito, e com essas preocupações que foram colocadas, eu peço a retirada de pauta deste projeto. Entendo que ele foi aprovado por ampla maioria, tanto por parte da Esquerda como por parte da Direita, na Comissão de Constituição e Justiça. Eu não sou membro da Comissão, então não pude votar. Mas acho que o Plenário deveria tratar este assunto com um pouco mais de calma, com um pouco mais de serenidade, para que todos entendessem quais são as repercussões deste texto, de por que existir, por um lado, o interesse de vendê-lo como uma modernização das carreiras na Advocacia-Geral da União e, por outro lado, uma resistência dos próprios servidores que serão afetados por essa legislação. Obrigado, Presidente. - 16/06/2026
O Deputado reforçou o convite para a cerimônia em comemoração aos 118 anos da imigração japonesa no Brasil, a ser realizada no dia seguinte, às 9 horas, no Plenário da Câmara dos Deputados. Além disso, destacou a atuação do Deputado Luiz Nishimori no fortalecimento das relações entre Brasil e Japão e manifestou reconhecimento à trajetória do parlamentar. Por fim, convidou Parlamentares e demais participantes da Casa a prestigiarem a celebração da data.
Palavras-chave oficiais: Evento,Imigração,Japão,Grupo Parlamentar Brasil-Japão,celebração,Aniversário,Deputado federal,Atuação parlamentar,Cultura nipo-brasileira,Homenagem
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu vou reforçar o convite do Deputado Luiz Nishimori, que é o meu veterano aqui eu brinco que o Deputado Nishimori é senpai, meu professor, meu sensei aqui nesta Casa. Então, quero convidar para a comemoração, amanhã, dos 118 anos da imigração japonesa. O Deputado Luiz Nishimori disse que depois vai pagar um barril de saquê vai ser de graça para todo mundo que participar. Todos estão convidados. Será amanhã, às 9 horas. - 09/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a Mensagem nº 86, de 2023, que submete à apreciação do Congresso Nacional a Convenção nº 190 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a Eliminação da Violência e do Assédio no Mundo do Trabalho, assinada em Genebra, em 21 de junho de 2019, durante a 108ª Conferência Internacional do Trabalho.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Mensagem do Poder Executivo,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, esta é mais uma convenção que traz conceitos absolutamente subjetivos, os quais vão deteriorar o já inseguro mercado de trabalho brasileiro e agravar os problemas de contratação que já existem. Aqui, obviamente, sempre se colocam palavras bonitas para tentar justificar o enfrentamento ao assédio ou a coisas a que todos são favoráveis, mas, quando analisamos as definições, vemos que a violência e o assédio são caracterizados como "um conjunto de comportamentos e práticas inaceitáveis ou ameaças de tais comportamentos e práticas que sejam suscetíveis de causar dano econômico". O que vem a ser "uma ameaça de um comportamento inaceitável capaz de causar um dano econômico"? Isso é absolutamente subjetivo em um ambiente onde já existe muita insegurança no trabalho. Portanto, a nossa orientação é "não". - 09/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a Mensagem nº 85, de 2023, que submete à apreciação do Congresso Nacional a Convenção nº 156, de 1981, da Organização Internacional do Trabalho - OIT, sobre Igualdade de Oportunidades e de Tratamento para os Trabalhadores Homens e Mulheres: Trabalhadores com Responsabilidades Familiares, assinada em Genebra, em 23 de junho de 1981, durante a 67ª sessão da Conferência Internacional do Trabalho.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Mensagem do Poder Executivo,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero registrar o voto "não". E quero dizer que, na última experiência que eu tive em Genebra nas negociações da OIT, ficou muito claro para mim que os países europeus sugerem e colocam força a uma série de recomendações que só visam prejudicar os países africanos, o Brasil, outros países da América Latina, especialmente os países emergentes. Fica muito claro que eles impõem uma série de restrições em relação ao nosso mercado de trabalho. O Brasil é o país que mais assinou as convenções da OIT. E, nos países europeus em há o voto triplo dos sindicatos, dos empregadores e dos governos, os governos e os sindicatos europeus votam a favor de uma recomendação que depois os seus governos não assinam. O Brasil e os países africanos e da América Latina assinam, ficam em desvantagem competitiva em relação aos países europeus, e discursa-se para lá e para cá como se fosse uma grande conquista a gente ser signatário da maior parte das convenções da OIT. Registro o voto "não". - 09/06/2026
O Deputado proferiu parecer ao Projeto de Decreto Legislativo nº 571, de 2026, que aprova o texto do Acordo de Livre Comércio entre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e a República de Singapura, assinado no Rio de Janeiro, em 7 de dezembro de 2023. Na oportunidade, argumentou que a iniciativa ampliaria oportunidades comerciais, inclusive para o agronegócio, e fortaleceria a inserção internacional do bloco. Além disso, destacou indicadores econômicos e educacionais de Singapura como exemplos de desenvolvimento e ressaltou a importância estratégica da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean). Por fim, sustentou que a diversificação de parceiros comerciais reduziria dependências econômicas e ampliaria a capacidade de adaptação do Brasil diante das transformações do cenário geopolítico mundial.
Palavras-chave oficiais: Projeto de decreto legislativo,Aprovação,Ato internacional,Acordo de Livre Comércio,Mercado Comum do Sul (Mercosul),Singapura,Cooperação internacional,Comércio internacional,Parecer (proposição legislativa),Ásia,Indicador econômico,Agronegócio,Indicador educacional,Parceiro comercial
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente e Srs. Deputados, vou direto ao voto. "II Voto do Relator Hoje me dirijo a este Plenário com a missão de relatar um importante instrumento de fortalecimento da economia do Brasil e de nossos parceiros no Mercosul. Trata-se do Acordo de Livre Comércio entre o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e a República de Singapura, instrumento assinado pelos Estados Partes do Mercosul Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e por Singapura, na cidade do Rio de Janeiro, no dia 7 de dezembro de 2023. O Acordo constitui o primeiro instrumento de livre comércio firmado entre o Mercosul e um país da região da Ásia-Pacífico, o que constitui oportunidade comercial única, por se tratar de região de maior dinamismo econômico no mundo. Com esse Acordo, o Brasil e o países do Mercosul terão acesso privilegiado a um dos mais relevantes polos comerciais da atualidade, com potencial de se converter em porta de entrada para o amplo mercado de bens e serviços formado pelos demais países asiáticos. O texto traz, ainda, avanços significativos na estruturação de arcabouço jurídico aplicável aos investimentos, em consonância com o paradigma contemporâneo dos Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos. O Acordo estabelece uma área de livre comércio, em conformidade com o Artigo XXIV do GATT 1994 e com o Artigo V do GATS. Para tanto, as Partes acordaram a eliminação substancial das tarifas de importação aplicáveis ao comércio bilateral. Com a entrada em vigor do Acordo, a República de Singapura consolidará isenção tarifária imediata e integral à totalidade dos produtos exportados pelo Mercosul. O Mercosul, por sua vez, compromete-se a eliminar progressivamente as tarifas incidentes sobre 95,8% das linhas tarifárias, percentual que representa aproximadamente 91% do valor histórico das importações originárias de Singapura. Essa desgravação tarifária pelo Mercosul será conduzida gradualmente, em até 15 anos após a entrada em vigor do instrumento. No entanto, produtos nacionais considerados particularmente sensíveis ficam excluídos desse compromisso, a exemplo de máquinas e aparelhos elétricos, instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos, entre outros. O Acordo também trará benefícios diretos ao agronegócio brasileiro, ao estipular regras que asseguram previsibilidade, transparência e celeridade aos procedimentos aduaneiros de importação, exportação e trânsito de bens, por meio da adoção de padrões internacionais e do uso intensivo de tecnologia da informação. São disposições que favorecem a inserção de produtos agropecuários brasileiros nos mercados do sudeste asiático, diversificando os destinos das nossas exportações e consolidando Singapura como parceiro estratégico para a agropecuária brasileira. Na temática ambiental, o preâmbulo do Acordo já reafirma o compromisso das partes com a promoção do comércio internacional de forma contribuir para o desenvolvimento sustentável em suas dimensões econômica, social e ambiental. O texto incentiva a responsabilidade corporativa e a conduta empresarial diligente quanto à mitigação de impactos adversos ao meio ambiente. O Brasil resguarda, ainda, seu direito inerente de regulamentar a proteção do meio ambiente e a conservação de seus recursos naturais para atingir objetivos legítimos de bem-estar público. O acordo também avança na modernização dos processos de contratações públicas, no fortalecimento da segurança jurídica e na ampliação da integração econômica internacional de nosso setor público. Trata-se de um modelo equilibrado de abertura de mercados públicos, estruturado sobre princípios de transparência, publicidade, isonomia, integridade e competitividade. Em visada mais ampla, acreditamos que a aprovação e a ratificação do presente Acordo expandem com vigor nossa rede comercial, tendo como base o diálogo qualificado e o respeito à soberania do Estado. Em um cenário econômico mundial extremamente complexo, esse acordo nos abre novas oportunidades, nos aproxima de outras regiões do mundo e fortalece os laços econômicos e políticos que unem os países do Mercosul. Em perspectiva mais ampla, a aprovação e a ratificação deverão consolidar a vigorosa expansão de nossa rede comercial, alicerçada no diálogo qualificado e na igualdade soberana entre os Estados. Em um complexo cenário econômico global, esse acordo nos abre novas fronteiras e oportunidades, ao mesmo tempo em que torna ainda mais sólidos os laços que há décadas unem os países do Mercosul, aproximando-nos de outras regiões do mundo e fomentando o entendimento baseado no respeito mútuo. Ante o exposto, no âmbito das Comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, Indústria, Comércio e Serviços e de Desenvolvimento Econômico, voto pela aprovação do Projeto de Decreto Legislativo nº 571, de 2026. No âmbito da Comissão de Finanças e Tributação, voto pela adequação financeira e orçamentária e, no mérito, pela aprovação do Projeto de Decreto Legislativo nº 571, de 2026. Pela Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania, voto pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Decreto Legislativo nº 571, de 2026." Permita-me apenas fazer uma consideração, Presidente. Eu sou Presidente da Frente Parlamentar Brasil-Singapura. Tive a oportunidade de conhecer esse país, que, pessoalmente, creio ser o mais rico daqueles que eu tive a oportunidade de conhecer. Lembro, inclusive, que, na semana em que eu fui, havia saído um estudo mostrando que os salários dos trabalhadores mais pobres de Singapura estavam em torno de 15 a 20 mil reais. Então, trata-se de um país riquíssimo, um país baseado numa economia de mercado, ao mesmo tempo em que possui um Estado que atuou fortemente na formação de mão de obra, na educação, um país exemplar na educação. Aliás, nós tivemos a oportunidade de visitar a Universidade Lee Kuan Yew, que é uma das referências, uma das primeiras da Ásia a figurar entre as melhores do mundo. Então, trata-se de um país que é exemplo. O Sudeste Asiático hoje é uma das uma das regiões que mais crescem no mundo, um exemplo de desenvolvimento. O Brasil tem muito a aprender com isso. Esse acordo é extremamente benéfico, inclusive, mais benéfico para nós do que para Singapura, mais benéfico para o Mercosul do que para Singapura. Nós ainda impusemos condições mais duras de negociação do nosso lado da mesa e, ainda assim, a República de Singapura aceitou. Então, eu acho que o Brasil tem muito a aprender com os países da Asean Associação das Nações do Sudeste Asiático , e esse acordo vem numa linha de que nós precisamos, porque cada vez mais a gente precisa se libertar da dependência que nós temos de determinados polos econômicos e nos relacionar com a maior parte de atores políticos e econômicos possível do mundo, porque a gente não sabe, no atual clima que nós vivemos da geopolítica, qual o momento em que o mundo pode entrar em conflito, a quais cadeias nós podemos perder acesso. Portanto, o maior número de parceiros comerciais que pudermos ter, melhor, ainda mais considerando a Asean, que hoje é a região do mundo que mais cresce. Obrigado, Presidente. - 09/06/2026
O Deputado registrou a presença do Vereador Mateus Batista, de Joinville (SC), durante audiência pública realizada na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) sobre o Bolsa Família. Além disso, relatou preocupação apresentada pelo Parlamentar municipal a respeito de supostos casos em que beneficiários em situação de vulnerabilidade, especialmente pessoas em situação de rua, teriam seus cartões do programa controlados por traficantes para aquisição de drogas. Na continuidade, afirmou que a questão também afetaria regiões do Estado de São Paulo e defendeu a necessidade de atenção do Poder Público para que o benefício cumpra sua finalidade de combate à pobreza e à miséria. Por fim, agradeceu a visita do Vereador e manifestou reconhecimento à sua atuação política.
Palavras-chave oficiais: Comissão de Finanças e Tributação (CFT),Joinville (SC),Bolsa Família,Vereador,Pessoa em situação de vulnerabilidade social,Pessoa em situação de rua,Tráfico de droga,São Paulo (Estado),Segurança pública,Poder público,Pobreza,Dependente químico,Atuação parlamentar,Audiência pública (processo legislativo)
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu estou aqui com o Mateus Batista, que é meu amigo, meu colega de Movimento Brasil Livre, Vereador em Joinville; queria agradecer e saudar a presença dele, que veio participar hoje de uma audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação em relação ao Bolsa Família. Uma preocupação que ele tem visto muito em Santa Catarina é traficantes tomarem esses cartões do benefício e moradores de rua sendo reféns desses traficantes, utilizando esse benefício para comprar droga, quando, na realidade, ele deveria ser um instrumento de enfrentamento à pobreza, de enfrentamento à miséria. Ele me trouxe essa preocupação, eu trouxe essa preocupação aqui para a Câmara dos Deputados, porque é um problema que também afeta muito o meu Estado, o Estado de São Paulo, a cidade de São Paulo, a Região Metropolitana de São Paulo, de maneira geral. Então, gostaria de agradecer ao Vereador Mateus Batista, dar as boas-vindas a ele em Brasília. Não tenho a menor dúvida de que é uma questão de tempo ele estar aqui não como Vereador, mas como Deputado Federal. Obrigado, Presidente. - 27/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda Aglutinativa nº 1, apresentada à Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho. Além disso, declarou que a base do Governo buscou o Presidente Hugo Motta para apresentar uma emenda aglutinativa e evitar a votação direta sobre a escala 4x3, evidenciando a incoerência entre o discurso e o voto de Deputados do PT. Afirmou, ainda, ter votado contra a matéria, classificando-a como populismo.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda aglutinativa,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário,Populismo,Regimento Interno da Câmara dos Deputados,incoerência,Partido dos Trabalhadores (PT),Base de apoio político
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, o Partido Missão orienta "não". Quero ressaltar que a base do Governo buscou o Presidente Hugo Motta para fazer uma manobra e não ser obrigada a votar contra a escala 4 por 3. Eu votaria contra, assim como votei "não" agora, contra o populismo por parte da base do Governo, e votaria "não" na escala 4 por 3. Agora, essa mesma coerência e essa mesma coragem não parece ter o Partido dos Trabalhadores, que votaria "não" à escala 4 por 3, mas, para não marcar o seu voto, buscou o Presidente Hugo Motta para fazer uma manobra, apresentar a emenda aglutinativa e não colocar a sua digital no voto que defende nos bastidores. Então, só acho que precisa ser claro e que a população saiba que há muita gente aqui algumas centenas, eu diria que defende uma coisa no bastidor, mas, na hora de colocar a digital, não tem coragem. A orientação é "não" Presidente. - 27/05/2026
O Deputado encaminhou a votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o Art. 7º inciso XII da Constituição Federal, para reduzir a duração máxima semanal do trabalho.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Proposta de Emenda à Constituição
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, mais uma vez vou reforçar: colocar um texto na Constituição dizendo que não existe escala 6 por 1 não acaba com a escala 6 por 1. Cito países em que os trabalhadores trabalham menos e ganham mais do que no Brasil: Noruega, Suécia, Dinamarca, Itália, Alemanha. Nenhum desses países tem escala ou jornada de trabalho prevista na Constituição. Todos eles seguiram não com uma classe política populista e demagoga, mas com um debate sério, dizendo onde colocar o dinheiro público, para que o país se desenvolvesse e os trabalhadores pudessem receber mais da riqueza gerada por esse país. Esses países ficaram mandando dinheiro não como uma solução mágica e populista. Eles investiram em produtividade, em infraestrutura, em ciência e em tecnologia, tudo o que o Brasil, nos últimos 40 anos, escolheu não fazer o País escolheu o caminho fácil, preguiçoso e populista. Nós tivemos uma sequência de presidentes da República que estavam preocupados em apresentar o Orçamento apenas para vencerem a próxima eleição, zero preocupados em fazer o País crescer, gerar emprego, gerar renda e fazer com que o Brasil fosse um país desenvolvido, o que já poderia ser. Nos nossos pares, os países emergentes, a produtividade aumentou 128%; no Brasil, 18%. Se nós tivéssemos tido governos decentes nos últimos 40 anos, hoje o trabalhador já poderia produzir o mesmo que produz atualmente trabalhando quatro vezes menos, mas tivemos uma sequência de governos que aprovaram medidas como estas, populistas, que não representam nada na prática, que não têm mudança material, que não têm mudança prática na economia, que não geram aumento de produtividade, pelo contrário: nós só ficamos para trás. Nós ficamos humilhantemente para trás dos nossos pares, dos países em desenvolvimento, nos últimos 40 anos. Enquanto este Parlamento se recusar a fazer um debate sério e ficar perdendo tempo com um projeto que não muda em nada a vida do trabalhador, nós vamos continuar reféns do subdesenvolvimento. O problema não é a falta de leis. O problema não é a falta de texto na Constituição. Se texto na Constituição resolvesse e mais nada, nós teríamos educação, saúde, segurança, habitação, lazer. Tudo isso está na Constituição! Alguém tem alguma coisa disso hoje? Não! Não se trata do que está na Constituição, mas sim para onde o dinheiro vai, como é administrado, qual é a competência do Governo. Podem colocar mais alguma coisa na Constituição, e vão colocar! Como eu avisei, o painel tem maioria esmagadora contra mim. E o que isso vai mudar? Nada! Obrigado. - 27/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento de discussão da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o Art. 7º inciso XII da Constituição Federal, para reduzir a duração máxima semanal do trabalho.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a MISSÃO orienta "não". Eu acho irônico que uma das propostas tenha sido apresentada por uma Parlamentar que tem mais falta do que presença. Ela quer falar sobre jornada e escala de trabalho, mas nem sequer compareceu à votação da própria proposição. Mais do que isso, repito: não vou mentir para o trabalhador, não vou mentir dizendo que essa é a solução para acabar com a escala 6 por 1, que daqui a 1 ano o trabalhador vai estar trabalhando só 5 dias na semana. Isso é mentira, isso é enganação, isso é mau-caratismo ideológico, que, infelizmente, está sendo promovido aqui e vai contar com o apoio de boa parte do Plenário. Recebo algumas mensagens falando: "Ah, mas você nunca mais vai ganhar eleição. Você não vai mais conseguir apoio nenhum". Bom, eu tenho mandato para exercer a minha convicção. No momento em que eu não puder mais exercê-la, eu não preciso mais ter mandato. Obrigado, Sr. Presidente. - 27/05/2026
O Deputado discutiu a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho. Manifestou oposição à PEC sobre a escala 6 por 1, argumentando que a medida não alteraria a realidade dos trabalhadores e que a aprovação representaria uma promessa falsa. Defendeu que a solução real exigiria cortes de impostos, de privilégios tributários para grandes empresários, de emendas parlamentares e de supersalários de juízes e promotores. Além disso, criticou a recusa do Parlamento em debater os R$ 200 bilhões em benefícios fiscais e os R$ 60 bilhões em emendas, e apontou que menos de 30 Deputados assinaram a emenda que propôs para reduzir tais privilégios. Por fim, rejeitou também as contrapropostas do Partido Liberal, classificando-as como irresponsabilidade.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Proposta de Emenda à Constituição,contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, mais uma vez eu digo o que já disse mais cedo: eu não vou enganar o trabalhador, como a maior parte deste Plenário infelizmente vai fazer. Eu não vou mentir para o trabalhador dizendo para ele que, com a aprovação desta proposta de emenda à Constituição, vai acabar a escala 6 por 1. Eu não vou mentir para o trabalhador dizendo que, a partir de uma mudança no texto da Constituição Federal, depois de 60 dias ou de 1 ano, ele não mais vai trabalhar na escala 6 por 1. Essa é uma solução fácil e populista, que não se aplica na prática. Hoje podem me xingar, hoje podem me fazer perder a eleição, hoje posso ser execrado, mas, quando passar 1 ano, e a PEC entrar em vigor, e o trabalhador perceber que está trabalhando os mesmos 6 dias e que não melhorou em absolutamente nada a sua vida, eu vou fazer questão de lembrar que fui um dos poucos a ter coragem de falar a verdade no plenário. A solução é muito mais difícil, é muito mais dura e envolve enfrentamentos que este Parlamento não tem coragem de fazer. Hoje o trabalhador trabalha 3 dias por semana só para pagar imposto. Esta discussão o Parlamento não faz. Se houvesse essa mudança material na nossa economia, o trabalhador trabalharia menos recebendo mais, e não a mesma coisa. Mas para cortar imposto é preciso cortar gasto, e os Deputados não querem fazer essa discussão. Os Deputados não têm a coragem de enfrentar os 200 bilhões de reais de privilégio tributário que vai para grande empresário que tem influência, que paga a campanha de muita gente que chega a este Parlamento, de gente que chega ao Palácio do Planalto. Essa coragem de enfrentar o debate difícil não têm. O debate de cortar 60 bilhões de reais em emendas parlamentares este Congresso também não quer fazer. Eu me disponho a, de cada centavo de emenda parlamentar do meu mandato, abrir mão, para reduzir imposto, para o trabalhador de fato poder trabalhar menos, e a não enganá-lo dizendo que com esta PEC ele vai trabalhar menos. Agora, a maioria esmagadora não está disposta a fazer esse debate. Quando eu apresentei emenda a esta mesma PEC para de fato permitir que o trabalhador trabalhe menos e possa receber mais, cortando o privilégio que nós Parlamentares temos e supersalário de juízes e promotores, menos de trinta Deputados desta Casa a assinaram. Dois bilhões de reais é o que custa o Congresso Nacional todos os anos para a sociedade brasileira. Há 7 anos eu tento pautar nesta Casa a discussão sobre corte de carro oficial, sobre corte de financiamento de gasolina para Deputado, sobre corte de apartamento funcional, sobre corte de alimentação para Deputado. Ninguém quer fazer o debate que de fato muda a vida do trabalhador. Só querem fazer discursinho mole, populista e demagogo para levar na onda eleitoreira deste ano. Não há problema. Vão ter aumento de voto, vão ser aplaudidos promovendo uma mentira que sabem que é mentira. Isso é o mais cruel. Vocês realmente acham que os quinhentos Deputados que vão colocar o voto e vão aprovar esta PEC são quinhentos Deputados que defendem o trabalhador? Vocês realmente acham que os quinhentos Deputados que vão colocar o voto no painel defendem o trabalhador? Se defendessem, o trabalhador não estaria na miséria em que está hoje. Acreditem: é muito mais plausível que quinhentos Deputados estejam querendo enganar vocês, mentir para vocês com uma pauta que não vai melhorar a vida de vocês, que não vai mudar absolutamente nada, que vai fazer vocês irem para a informalidade ou serem demitidos ou continuarem na escala 6 por 1 recebendo 1 hora extra, que vai ser comida pela inflação. É exatamente isso o que vai acontecer. Que me cobrem isso daqui a 1 ano. Quisera eu que esta PEC entrasse em vigor imediatamente, porque eu não teria que esperar 1 ano, até as pessoas verem que eu tenho razão, que elas estão sendo enganadas. Infelizmente, eu discordo do que foi feito aqui pelo Partido Liberal, ou seja, respondeu populismo com mais populismo, respondeu com a escala 4 por 3 ou 3 por 4. Não vai acontecer. É uma irresponsabilidade, é mentir em dobro para o trabalhador. Eu não vou fazer parte dessa estratégia, eu não vou fazer parte desse destaque, eu não vou mentir para o trabalhador, nem no destaque do PL, nem no mérito do Governo do PT, Presidente. Obrigado. - 27/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.951, de 2024, que altera a Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, a Lei nº 10.823, de 19 de dezembro de 2003, e a Lei Complementar nº 137, de 26 de agosto de 2010, para aperfeiçoar os marcos legais do seguro rural.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Partido Missão orienta "não". A gente já tem um Orçamento que é 92% de despesas obrigatórias, e cria-se aqui mais uma despesa obrigatória, não na Constituição, mas em legislação infraconstitucional. O Executivo precisa ter poder de Executivo. É só no Brasil que a gente vive essa esquizofrenia orçamentária em que o Poder Executivo decide menos da metade da destinação do Orçamento. E a gente vai carimbar ainda mais despesas? Por mais que haja acordo com o Governo acerca do limite do valor a ser enviado no PLOA, ainda assim nós estamos positivando, nós estamos colocando na lei que teremos uma despesa de caráter continuado, obrigatório. Daí o nosso posicionamento contrário, Presidente. - 27/05/2026
O Deputado orientou a bancada o substitutivo do Projeto de Lei nº 699, de 2023, que institui o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert), altera as Leis nº 10.925, de 23 de julho de 2004, nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, e nº 12.431, de 24 de junho de 2011, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Partido Missão orienta "não", primeiro porque é uma política pública muito mal desenhada para a concessão de um privilégio tributário que não vai ter nenhuma análise para benefício nacional. Aliás, todos os privilégios tributários que se dizem transitórios, no final das contas, tornam-se permanentes sem que a gente tenha nenhuma análise se eles funcionaram bem, se de fato trouxeram soberania, se de fato trouxeram a produção de fertilizantes nacional em nível competitivo. Outro ponto é o aspecto de política de conteúdo local que essa produção de fertilizantes está trazendo no último texto do Relator, que mudou de última hora, trazendo esse aspecto também, a que somos absolutamente contrários. Então, parece-me um benefício setorial sem preocupação republicana com o País, parece-me um benefício setorial do qual não vai haver nenhuma análise em relação à sua eficiência, à sua eficácia, ou se a sua finalidade foi atingida. E me parece mais uma vez um benefício que a gente cria agora para ser temporário, mas que sempre vai ser prolongado, prorrogado ao longo dos anos, até nunca mais terminar. O MISSÃO orienta "não". - 27/05/2026Breves Comunicações
O Deputado declarou oposição à Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho, classificando-a como populismo e demagogia, e traçou paralelo com a inclusão dos direitos das empregadas domésticas na Constituição no Governo Dilma, que resultou em aumento da informalidade. Argumentou que a redução real da jornada de trabalho exige corte de gastos e de impostos, e assinalou que o trabalhador brasileiro destina três dias semanais ao pagamento de tributos. Além disso, criticou a baixa adesão dos parlamentares à proposta de corte de privilégios do Legislativo, do Executivo, do Judiciário e do Ministério Público.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu não minto, e também não vou mentir para o trabalhador. Eu não vou participar desta farsa e deste teatro. Pretende-se fingir que, com a aprovação de um texto na Constituição, o trabalhador vai passar a trabalhar com a escala 5 por 2. Isso já foi feito. Esse mesmo populismo já foi usado, há 10 anos, no Governo Dilma, quando ela disse que as empregadas domésticas teriam os direitos garantidos porque seriam colocados na Constituição. Mas, 10 anos depois, o que aconteceu? O aumento de informalidade. Se eu sou a favor do fim da escala 6 por 1? Óbvio. Quem é contra que o trabalhador tenha tempo de estudar, tenha tempo para ficar com a família, tenha tempo para cuidar dos filhos, tenha um tempo de lazer? Ninguém é contra isso, é óbvio. Agora, eu não vou mentir para o trabalhador, dizendo que é porque está escrito na Constituição que a escala vai ser 5 por 2, que, na vida prática dele, isso vai acontecer. Isso eu não vou fazer, porque é mentira. E a maior parte dos senhores que vai votar esta PEC e vai aprovar esta PEC e eu vou ser derrotado sabe disso. Aliás, o melhor cenário, para mim, seria nem haver transição, seria começar agora. Quanto antes começar, antes as pessoas vão saber que é uma farsa, que a vida delas não mudou, não melhorou, e que elas não vão trabalhar menos. Querem fazer com que o trabalhador trabalhe menos e ganhe mais? Cortem gastos, cortem impostos. Você, trabalhador, até amanhã, dia 28 de maio, todos os dias que trabalhou foram para pagar imposto. Nenhum dia, até amanhã, você trabalhou para o próprio sustento, para sua família. Você não trabalhou sequer para o seu patrão. Por 3 dias da semana, você não trabalha para você, você não trabalha para o seu patrão, você trabalha para o Governo. Agora, o Governo quer inverter o jogo para esconder a própria incompetência, o fracasso por ter nossa produtividade aumentado 18%, enquanto nos outros países emergentes ela aumentou 130%, nos últimos 20 anos, para jogá-la na conta do empregador, como se ele fosse o vilão que quisesse fazer você trabalhar 6 dias na semana. Eles apresentam essa PEC, quando a verdadeira discussão é: quando nós vamos parar de trabalhar 3 dias por semana só para pagar a conta do Governo, só para pagar supersalário de juiz e de promotor, só para pagar privilégio de Deputado. Eu propus que houvesse corte na elite do Legislativo, do Executivo, do Judiciário e do Ministério Público, e menos de trinta Deputados assinaram. Na hora de cortar na própria carne para trazer benefício para o trabalhador, pouquíssimos Deputados apoiam. Agora, na hora de fazer populismo e demagogia, teremos 450 votos no painel. - 26/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei (PL) nº 5.868, de 2025, que dispõe sobre os direitos de pessoas com diabetes mellitus tipo 1 e sobre ações voltadas à promoção de sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Partido Missão (MISSÃO)
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, só dizer da orientação sim do Missão. De projeto bom a gente fala pouco para votar logo. O Parlamento já aprovou a matéria nesse sentido, infelizmente, o Presidente Lula vetou, mas agora a gente traz esse avanço. Sim, Presidente. - 26/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento em regime de urgência para a apreciação do Projeto de Lei nº 68, de 2025, que altera a Lei nº 14.192, de 2021, que dispõe sobre a violência política de gênero, e a Lei nº 4.737, de 1965 (Código Eleitoral), para incluir medidas específicas de proteção e apoio a mulheres em espaços de poder que sofram violência política de gênero.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,Partido Missão (MISSÃO)
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é ainda pior do que eu falei na tribuna. Nós temos aqui a atenção especial da Polícia e do Ministério Público para líder sindical, para quem ocupa a liderança de instituição privada. Sim, para um empresário, para uma empresária, vai ter atenção especial por parte da Polícia, por parte do Ministério Público! É concessão de medida protetiva, sem boletim de ocorrência, para um tipo subjetivo. Dessa maneira, eu até faria um apelo para os colegas da oposição fazer orientação no painel não contra esse projeto que visa dar proteção especial da Polícia para líder sindical, para líder de ONG que critica a Polícia. Prioridade no Ministério Público não é razoável e não tem a ver com proteção em relação à mulher, gente! A Oposição tem o dever de votar contrário a esse projeto, o texto é ruim, o texto vai para além daquilo que estava no projeto original, existem pontos que não têm relação com isso. A orientação da Missão é não, Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.