
Nome civil: Kim Patroca Kataguiri · 30 anos
Bananômetro
90/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 91% dos deputados · média do partido: 90
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 79%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 99%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 96%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 24%das 713 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 51%das 561 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.kimkataguiri@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5744
- Gabinete
- Gabinete 744, Anexo IV, 7º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 366 de 391 sessões
Votou nas votações
79%
Registrou voto em 893 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 263 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
24%
Em 713 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
625 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 13/10/2026.
- 08/07/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda ao Projeto de Lei nº 1.361, de 2025, que altera a Lei nº 14.260, de 2021, para tornar permanentes os incentivos à indústria da reciclagem.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu quero só marcar a orientação e justificar a orientação do Partido Missão. Como nós somos contra a concessão de benefícios tributários permanentes em revisão periódica, a orientação vai ser "não". Mas, de todo modo, eu quero registrar o meu apreço e o meu elogio ao trabalho do Relator, Deputado Arnaldo Jardim. - 08/07/2026
O Deputado agradeceu a aprovação unânime do Projeto de Lei nº 1.845, de 2025, que altera a Lei nº 11.445, de 2007, para dispor sobre o cálculo da tarifa do serviço de abastecimento de água em condomínios com múltiplas unidades imobiliárias e medidor único; e parabenizou o autor, Deputado Carlos Jordy, pela iniciativa. Além disso, afirmou que a proposição buscou reduzir o desperdício de água ao permitir que consumidores com menor consumo pagassem tarifas mais adequadas, o que tornaria a cobrança mais justa. Por fim, agradeceu às Lideranças partidárias e à Presidência da Câmara pela condução da votação da matéria.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Lei de Saneamento Básico (2007),Condomínio edilício,Hidrômetro,individualização,Consumo de água,Tarifa de água,Aprovação
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, primeiro eu quero agradecer ao Plenário pela aprovação unânime desta matéria. Quero também parabenizar o autor, o Deputado Carlos Jordy, que me pegou de susto no Colégio de Líderes, perguntando se eu queria relatar esta matéria. Ele disse: "É para melhorar a tarifa de água e tal", e eu topei. Tive que fazer, Deputado Gilberto, um intensivão relâmpago do setor de saneamento e água, mas consegui relatar a matéria. Consegui construir isso com o setor produtivo e com as Lideranças dos partidos desta Casa. Este é um projeto que combate o desperdício. Hoje você é incentivado a gastar mesmo que você não precise, porque você vai pagar a mesma coisa que pagaria se tivesse gastado menos. Barateia-se a conta de água para quem consome pouco. Eu moro sozinho. Então, como consumo pouco, a minha conta de água pode ficar mais barata, Deputado Cabo Gilberto. Reforçando, agradeço ao Plenário a votação, agradeço ao Deputado Carlos Jordy, agradeço ao Presidente Hugo Motta e ao Presidente Altineu Côrtes por pautar o projeto. Obrigado. - 08/07/2026
O Deputado proferiu parecer às Emendas de Plenário oferecidas ao Projeto de Lei nº 1.845, de 2025, que altera a Lei nº 11.445, de 2007, para dispor sobre o cálculo da tarifa do serviço de abastecimento de água em condomínios com múltiplas unidades imobiliárias e medidor único.
Palavras-chave oficiais: Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,alteração,Lei de Saneamento Básico (2007),Condomínio edilício,Hidrômetro,individualização,Consumo de água,Tarifa de água,Parecer (proposição legislativa)
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Ao término da discussão, foram apresentadas as Emendas de Plenário nº 1 e nº 2. No âmbito da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, eu voto pela constitucionalidade, juridicidade, boa técnica legislativa das emendas e, no mérito, pela rejeição. - 08/07/2026
O Deputado proferiu parecer ao Projeto de Lei nº 1.845, de 2025, que altera a Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, para dispor sobre o cálculo da tarifa do serviço de abastecimento de água em condomínios com múltiplas unidades imobiliárias e medidor único.
Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,alteração,Lei de Saneamento Básico (2007),Condomínio edilício,Edifício,Hidrômetro,individualização,Consumo de água,Tarifa de água,Tarifa de esgoto,Abastecimento de água
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, este é um projeto que visa, hoje, a acabar com a tarifa mínima de água e substituí-la por uma tarifa básica. Hoje, se um sujeito consome, por exemplo, 10 metros cúbicos de água, ele vai pagar a mesma coisa de um sujeito que consome zero, porque é como se você, Sargento Fahur, entrasse no bar e tivesse 50 reais de consumação: o cara que consumiu paga 50 reais, e o cara que não consumiu paga 50 reais também. O que a gente quer fazer é o seguinte assim funciona hoje a tarifa de água : se você não consumiu nada, você vai pagar pela cadeira em que você sentou, pelo garçom que te deu "oi", você vai pagar 15 reais; e o cara que consumiu vai pagar os 15 reais mais aquilo que ele consumiu. Basicamente, a gente está mudando a estrutura para dar mais justiça para as tarifas, principalmente para aquele consumidor que acaba pagando pelo consumo dos outros. Então, passamos para o voto, Presidente. "Voto do Relator a) Pressupostos de constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa Em relação à constitucionalidade formal, foram respeitados todos os aspectos relacionados à competência legislativa, à legitimidade da iniciativa parlamentar e ao meio adequado para o tratamento da matéria. A União detém competência privativa para legislar sobre diretrizes nacionais de saneamento básico (art. 21, XX, da Constituição Federal), a matéria não está sujeita a qualquer espécie de reserva de iniciativa, e a lei ordinária é o veículo adequado. Quanto à análise da constitucionalidade material das proposições, nada há que macule os projetos, que se amoldam aos princípios e regras que emanam da Constituição Federal. Quanto à juridicidade, consideramos que a proposição legislativa é jurídica, na medida em que inova o ordenamento jurídico e respeita os princípios gerais do direito. A técnica legislativa e a redação empregadas no projeto são adequadas, conformando-se perfeitamente à Norma Brasileira de Legística (Lei Complementar nº 95, de 1998). b) Mérito A cobrança de "tarifa mínima" ou "franquia de consumo" parte de uma lógica de volume presumido que, embora historicamente utilizada para assegurar previsibilidade de receita, produz hoje efeitos socialmente injustos e ambientalmente inadequados. Ao cobrar por volume que não foi necessariamente consumido, a franquia mínima pode penalizar usuários de baixo consumo, como famílias de menor renda ou pessoas que vivem sozinhas, e estimular o desperdício, já que o custo marginal do consumo até o limite da franquia é nulo. Ao impor o pagamento por volume não utilizado, o modelo pune o consumidor que utiliza pouca água e desestimula o uso racional dos recursos naturais. De acordo com o modelo atual, grande parte da arrecadação da concessionária não varia de acordo com o consumo efetivo de água. Essa situação pode até ser vantajosa do ponto de vista da estabilidade financeira da prestadora, mas gera distorções importantes do ponto de vista regulatório, ambiental e social. É importante reconhecer, contudo, que os serviços de saneamento possuem custos fixos relevantes, como a manutenção de redes e de estações de tratamento e a disponibilidade permanente da infraestrutura, que precisam ser financiados de forma estável. A simples proibição da cobrança pelo consumo mínimo, sem uma reestruturação tarifária, poderia gerar insegurança regulatória e comprometer o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão vigentes, transferindo custos de forma desordenada. Ademais, a vedação específica à cobrança de tarifa mínima apenas em relação aos condomínios com múltiplas unidades imobiliárias e medidor único poderia gerar sérias distorções em relação aos demais usuários do mesmo serviço, o que comprometeria o princípio da igualdade, essencial para a prestação de um serviço adequado. Diante desse cenário e corroborando o entendimento da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), exarado por meio da Norma de Referência nº 13/2025, entendemos que a estrutura tarifária deve ser composta por uma parcela fixa, correspondente à tarifa básica, e uma parcela variável, correspondente ao consumo real. A tarifa básica destina-se a remunerar a disponibilidade da infraestrutura e os custos fixos, enquanto a parcela variável garante que o usuário pague estritamente pelo que consumiu. Assim, a estrutura proposta induz o uso racional da água, aumenta a transparência e garante a modicidade tarifária, preservando ao mesmo tempo a sustentabilidade econômica dos prestadores. Essa mudança assegura que as concessionárias mantenham a sustentabilidade da prestação dos serviços, enquanto os usuários pagam de forma justa. A transição para esse modelo soluciona também a divisão de consumo em condomínios, pois veda expressamente a cobrança de "franquia" ou "volume mínimo" por unidade em qualquer unidade consumidora, incluindo os condomínios multifamiliares. Para mitigar impactos na arrecadação e garantir a viabilidade operacional, o substitutivo que apresentamos estabelece que a alteração da estrutura tarifária deve ser precedida de estudo de impacto socioeconômico e implementada mediante planos de transição aprovados pelo órgão regulador, preservando sempre o equilíbrio dos contratos. A proposta apresentada fundamenta-se na preservação da sustentabilidade econômico-financeira dos contratos de prestação dos serviços de saneamento em todo o País, assegurando que as concessionárias não experimentem ganhos ou perdas anormais de receita, de modo a garantir a continuidade e a adequada prestação dos serviços. Para tanto, o substitutivo prevê que os contratos e demais instrumentos de outorga de prestação de serviço em vigor sejam adequados no prazo de 4 anos, a partir da vigência da lei que se originar desses projetos, mediante plano de transição aprovado pela entidade reguladora competente. Importante salientar que o modelo que estamos propondo para a composição da tarifa de abastecimento de água e esgotamento sanitário, de parcela fixa mais tarifa variável (sem a cobrança de consumo mínimo), já vem sendo adotado por várias concessionárias brasileiras, como, por exemplo, a Saneago Saneamento de Goiás S.A.; a Copasa Companhia de Saneamento de Minas Gerais; a Casan Companhia Catarinense de Águas e Saneamento, e a Caesb Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal. Enfim, o substitutivo apresentado busca compatibilizar justiça tarifária, sustentabilidade econômico-financeira e uso racional dos recursos hídricos. A proposta supera distorções históricas associadas à cobrança de franquias mínimas de consumo, sem comprometer a estabilidade regulatória nem a continuidade da prestação dos serviços em níveis adequados, ao estabelecer uma transição gradual, tecnicamente fundamentada e conduzida pelas entidades reguladoras competentes. Trata-se de medida que alinha o modelo tarifário do setor de saneamento às diretrizes contemporâneas de transparência, modicidade das tarifas e sustentabilidade ambiental. Conclusão do voto Pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), única comissão a manifestar-se neste parecer de plenário, votamos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa, e, no mérito, pela aprovação do Projeto de Lei nº 1.845, de 2025, e do Projeto de Lei nº 968, de 2026, na forma do substitutivo anexo." - 08/07/2026
O Deputado celebrou a aprovação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 3.481, de 2026, que torna facultativa a adequação do calendário escolar ao período da Copa do Mundo Feminina de 2027, sustentando que a medida atende às preocupações de pais quanto ao cuidado dos filhos durante as férias escolares. Além disso, registrou o voto favorável do Partido Missão à proposta.
Palavras-chave oficiais: Partido Missão (MISSÃO),Voto favorável,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Calendário escolar,Lei Geral da Copa do Mundo Feminina da FIFA de 2027 (2026),Sistema de ensino,Férias escolares,Futebol feminino
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a urgência do projeto que a gente aprovou agora é fundamental porque muitos pais, inclusive, procuraram-me em relação a esse projeto, que criava a obrigatoriedade de conceder férias escolares no período da Copa Feminina, que nós teremos no ano que vem. Muitos pais estavam preocupados, porque eles não tinham essa programação, eles não tinham a possibilidade de cuidar dos seus filhos, de não mantê-los na escola com esse novo calendário que tinha sido imposto. A urgência do projeto que nós aprovamos agora torna meramente facultativo para a escola adequar suas férias ou não em vez de ser uma obrigação. Então, acho que esse é um projeto importante para atender vários pais que têm feito apelos de não fazer sentido e de prejudicá-los demais não ter onde deixar os seus filhos durante o período da Copa do Mundo Feminina. Então, registro o voto favorável do Partido Missão. - 07/07/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 41, de 2026, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e a destinação de recursos às ações de enfrentamento ao feminicídio e de garantia da vida de meninas e mulheres.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, eu quero começar elogiando o trabalho da Deputada Jandira porque, em termos de mérito, eu não tenho nenhum retoque a fazer. Acho que o texto avançou bastante em relação ao anterior. Mas eu tenho que dar a orientação "não" da MISSÃO, por causa do nosso posicionamento contra carimbar verba de qualquer natureza para qualquer tipo de política pública, da flexibilidade orçamentária do Poder Executivo, e não positivação legal de qualquer tipo de carimbo. A orientação é "não", Presidente. - 01/07/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de lei nº 5.695, de 2023, que tipifica penalmente a alteração de fotos, vídeos e som com o uso de sistema de Inteligência Artificial para praticar violência contra a mulher.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu acho que não repararam, mas esse texto na realidade está afrouxando a legislação em relação ao uso de IA contra as mulheres. Hoje, já existe uma lei colocando a pena com causa de aumento de 9 a 3 anos se você usa IA para agredir uma mulher. Esse texto restringe ao âmbito da violência doméstica, ou seja, só restringe àquelas mulheres com quem o homem tenha uma relação doméstica, e tem uma pena máxima menor, de 2 anos, quando a pena hoje é de 3 anos. Então, a gente está falando do afrouxamento de uma pena quando você usa a imagem de uma mulher e manipula com IA. Eu sinceramente acho que a maior parte do Plenário não está ciente exatamente daquilo que está votando. O Missão orienta "não". - 01/07/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre crimes praticados em razão de misoginia.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto contrário,Partido Missão (MISSÃO)
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a MISSÃO orienta "não". Uma das propostas do nosso partido é uma nova Constituição, para diversos pontos, mas um deles é o endurecimento das leis penais, inclusive prisão perpétua para feminicida e prisão perpétua para estuprador, pautas que mais uma vez infelizmente não contam com o apoio de boa parte deste Plenário, inclusive os defensores desse projeto que nós estamos votando agora. Presidente, há um caso que eu quero citar, que ocorreu nesta semana. Foi solto um sujeito que matou dez pessoas, a maior parte delas mulheres; estuprou três mulheres; matou a própria mulher, depois, matou o filho dessa mulher, e foi solto por causa da decisão do CNJ de acabar com os hospitais psiquiátricos de custódia. Eu apresentei esse projeto, que foi aprovado na CCJ. Ele não contou com o voto dos apoiadores do projeto da lei da misoginia. Então, o sujeito que matou sete mulheres está solto graças a uma medida que contou com resistência por parte da base do Governo, da Esquerda. Então, o discurso de defesa das mulheres não se sustenta. - 01/07/2026
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre crimes praticados em razão de misoginia. Criticou o apoio da Esquerda a medidas de proteção às mulheres, lembrando que houve voto contra o endurecimento de penas para estupradores e feminicidas.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, eu quero primeiro fazer um alerta. Os Parlamentares, principalmente da Esquerda, que hoje dizem estar enfrentando a misoginia, dizem estar protegendo as mulheres, quando nós votamos, nesse ano, projeto que endurecia as penas em relação a estupradores e feminicidas, votaram contra. Então, esse é o ponto: os crimes mais graves contra a mulher é matar uma mulher e estuprar uma mulher. E eles foram contra o endurecimento de penas nesse aspecto. E, mais, eu me lembro que pediram aqui, aqui do meu lado, na tribuna, para negociar no relatório, para ter o endurecimento só na reincidência, ou seja, só a partir do momento que você estuprasse a segunda mulher, só a partir do momento que você matasse a segunda mulher, que você poderia ter o endurecimento. Nós não cedemos, o Relator não cedeu. A gente aprovou o endurecimento sem o voto da Esquerda. Esse é o primeiro ponto que eu quero colocar. O segundo ponto que eu quero colocar, Presidente, é que eu não voto texto que não existe. Então, assim, hoje nós estamos fazendo o seguinte: dando uma carta branca, avançando no processo legislativo de um texto, que é o PL da Misoginia, só que não existe texto final. Nós não sabemos exatamente o que será votado, como já foi colocado aqui pela própria Deputada Tabata Amaral e pelo próprio Presidente. Então, não voto texto que não conheço, que não existe. Cito mais um ponto: o último texto que nós temos coloca conceitos absolutamente subjetivos, como indução de ofensa à dignidade da mulher. O que é induzir uma ofensa? Isso não existe hoje em crimes contra a honra, por exemplo, que é quando se fala de ofensa. Há outro ponto: na interpretação da lei, o juiz deve considerar discriminatória e não só em relação a mulheres, mas em relação a todos os grupos atitude que cause constrangimento ou vergonha. Há várias atitudes de Parlamentares aqui que me causam vergonha, vergonha alheia no caso. Mas a gente está falando, mais uma vez, de inserir no ordenamento jurídico um conceito que não existe, um conceito que é subjetivo e um conceito que pode ser utilizado da maneira que o juiz bem entender, sem que a gente tenha hoje nem doutrina, nem jurisprudência nem previsão na legislação. E um ponto final é que, no último texto que existe mais uma vez, eu estou falando sobre o último texto porque nós não sabemos se é o texto que a gente vai votar , tem ali um "jabuti" também dando poderes extraordinários, que mais uma vez não existem hoje em outras legislações, sobre suspensão de rede social. E isso não é só para o caso de misoginia, mas também para demais casos no geral. A gente está falando de dar poderes a um juiz suspender uma rede social, sem o trânsito em julgado, sem o exercício do direito de defesa, num projeto que supostamente deveria tratar de proteção às mulheres. Portanto, Presidente, sobre os pontos de ser subjetivo, sobre os pontos de não ter texto, sobre os pontos de criar novos critérios e novos conceitos, que não existem em nenhuma... E aqui eu não estou falando de misoginia, em si, eu estou falando de interpretação e de aplicação de uma lei penal, de novos conceitos que estão sendo criados, para os quais eu não vou dar margem. - 30/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei de Conversão nº 5, de 2026, que dispõe sobre o prazo de isenção, redução ou suspensão de tributos previstos nos regimes aduaneiros especiais de drawback no caso de importação de cacau.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei de conversão,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, esta medida provisória trata do drawback para a indústria que utiliza o cacau como matéria-prima. O drawback é um benefício para quem importa um insumo que será utilizado para um produto que depois será exportado. É suspenso o pagamento de tributos. O que a gente está falando, com a medida provisória, é o seguinte: "É melhor que o Brasil seja um produtor de commodities e um país que agrega menos valor para o seu produto do que um país com uma indústria forte". A gente está falando: "Brasil, exporte menos chocolate e mais cacau. Agregue menos valor para a sua produção". É aquilo que mais se critica no desenvolvimento da nossa indústria. O raciocínio é muito simples isso se faz no mundo inteiro : alguém que importa um insumo para processá-lo e, então, confeccionar um produto para exportação conta com uma suspensão de tributos, porque está agregando valor à indústria nacional. O Governo quer acabar com isso e enfraquecer a nossa indústria. Por isso, a orientação da MISSÃO é não. - 30/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 1.670, de 2026, que estabelece a idade máxima dos veículos que podem ser usados no serviço de táxi e prever linhas de financiamento para renovação de frota por instituições financeiras oficiais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Também vou orientar contrariamente à matéria. Na minha avaliação, este é mais um projeto que visa burocratizar a vida principalmente do profissional que precisa utilizar um um carro para ganhar o seu sustento. No começo do ano, havia um projeto, que felizmente a gente conseguiu barrar, que estabelecia vistorias obrigatórias de 5 em 5 anos para os carros de todas as pessoas. Agora estamos estabelecendo uma idade máxima, por assim dizer, para o veículo dos taxistas, está sendo criado esse novo prazo de validade para o carro dos taxistas, e estamos impondo essas vistorias, que, no final das contas, vão acabar em apreensão, vão acabar em multas, vão acabar em uma série de medidas que vão afetar principalmente a vida daquele taxista que não tem condição de comprar um carro novo. Então, isso afeta principalmente a vida dos mais vulneráveis, dos que têm menos condições. Portanto, o meu posicionamento é contrário à urgência. - 30/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência apresentado ao Projeto de Lei nº 2.525, de 2023, que institui a Política de Convivência com a Seca Nordestina.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu vou orientar "não", porque, como isso envolve a criação de uma zona econômica especial, eu acho importante que houvesse antes uma discussão sobre o impacto fiscal e a previsão de orçamento. Como não há, eu vou deixar a orientação "não", para fazer depois a discussão no relatório. - 17/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei º 4.133, de 2023, que dispõe sobre diretrizes para a formulação da política industrial, tecnológica e de comércio exterior brasileira.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Mais uma vez reforço que nós temos aqui os requisitos de conteúdo nacional, inclusive quando a gente fala de bens de capital, com critérios estabelecidos pelo BNDES e com a experiência que já tivemos. No nosso País, esse tipo de política só serviu para tirar dinheiro do bolso do trabalhador mais pobre e colocá-lo no bolso de Eike Batista, para tirar dinheiro do bolso do trabalhador mais pobre e colocá-lo no bolso dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Esse foi o resultado dessa política. Eu desafio alguém a apresentar algum estudo de economista sério, ortodoxo, respeitado, que tenha demonstrado que a política industrial dos últimos 20 anos, pautada nisso aqui que valeu a pena. Aliás, isso agrava, passa a margem de preferência de 20% para 30%. Agrava o erro que a gente comete hoje. Que alguém me mostre alguma instituição séria, um economista sério que tenha mostrado que essa política aumentou produtividade, gerou emprego, gerou renda e valeu a pena os investimentos de centenas de bilhões de reais. Não existe! Ninguém será capaz de me apresentar porque não existe. Nenhum economista sério vai falar que isso deu retorno para a sociedade. Vou explicar muito didaticamente o que está sendo feito aqui. Estamos tirando dinheiro do trabalhador mais pobre, dando esse instrumento para que o Governo faça isso e colocando no bolso de empresário corrupto que tem poder de lobby no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto. Nós estamos subsidiando a ineficiência, estamos protegendo uma indústria que vive de sugar recursos públicos. Eu não estou falando do industrial honesto, não estou falando do comerciante honesto, não estou falando do cara que está preocupado em produzir e gerar emprego. Não! Eu estou falando daquele cara que não vive de política industrial, não vive do que produz. Ele vive de sequestrar o orçamento público, vive de formar cartel para vencer licitações com base em política de conteúdo local. Nós estamos pegando o dinheiro público e dizendo: "Peguem esse dinheiro público e produzam coisas piores e mais caras". É isso que está sendo feito. É esse o desenho da política pública. Repito, não há um economista sério neste País que defenda esse desenho institucional. Se eu ligar agora para o Mansueto Almeida, para o Samuel Pessôa, para o Marcos Lisboa, para o Marcos Mendes, nenhum nenhum deles vai colocar que isso é política séria industrial de desenvolvimento de País. Isso é um fracasso, é um desastre, atestado pelas instituições mais sólidas e mais sérias de pesquisa de economia do nosso País. Esse desastre, aparentemente, vai ser aprovado, mas não com o meu voto, jamais com o meu voto. - 17/06/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei º 4.133, de 2023, que dispõe sobre diretrizes para a formulação da política industrial, tecnológica e de comércio exterior brasileira.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a gente está aqui basicamente fazendo uma reedição do fracasso da Lei de Informática. Eu quero perguntar aos Parlamentares aqui quem é que tem um celular nacional. Qual foi o resultado prático dessa lei? Quem aqui está agora usando um celular produzido no Brasil, de marca brasileira? Aliás, mostra aqui a Deputada Julia um iPhone. Eu acho que o único iPhone que tinha no Brasil era da Gradiente, que foi um grande fracasso. Aqui, aliás, mais cedo, eu usava no meu gabinete o notebook Positivo, que é comprado pela Câmara dos Deputados. É uma carroça. É horrível de trabalhar. É péssimo. A Lei de Informática foi um fracasso para desenvolver a informática no nosso País. E tinha essa mesma política de conteúdo local, tinha a mesma política de desoneração, de subvenção, de privilégio tributário e fracassou fragorosamente. A gente está repetindo a mesma fórmula. Os estudos demonstraram que a política industrial durante Lula 1, Lula 2, Dilma 1, Dilma 2 e agora estão para sair estudos sobre o novo PAC: todos esses incentivos que foram dados viraram lucro para o bolso do empresário que pegou esse incentivo. Não aumentou a produtividade, não fortaleceu a indústria nacional, não gerou emprego, não aumentou o PIB. Zero, zero. Tudo o que houve de política idêntica a essa nos últimos 20 anos no nosso País virou lucro na mão de empresário com poder de influência aqui dentro do Congresso e do Palácio empresários corruptos que formam cartel, que formam oligopólios; oligopólios e cartéis que ficarão ainda mais fáceis com essa lei. Essa é uma das piores leis que eu já vi nesta Legislatura. Isso é um desastre. É uma bomba. É realmente assustador que a maior parte do Parlamento, numa semana esvaziada, numa semana em que a votação é virtual, a gente vote uma atrocidade dessas. A gente coloca aqui os requisitos de conteúdo local, inclusive se tratando de máquina, equipamento, sistema... Bem de capital, gente, já é difícil, já é caro importar bem de capital. Uma das coisas mais burras que se tem para fazer é tributar a importação de bem de capital. É máquina, é para produzir aqui, é para fazer o produto aqui. Eu não estou exportando o commodity, eu não estou importando o produto manufaturado, feito, industrializado. Eu estou impedindo que o empresário brasileiro compre uma máquina que vai produzir mais barato, que vai produzir com mais qualidade, para comprar uma máquina mais cara que vai produzir pior. Então, Presidente, essa é uma política já comprovadamente fracassada. Quem diz isso não sou eu. Quem diz isso é o IPEA. Quem diz isso é a FGV. Quem diz isso são os maiores economistas do nosso País. Fracassou miseravelmente e a gente reforça e chancela agora nesta sessão na Câmara dos Deputados. - 17/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei º 4.133, de 2023, que dispõe sobre diretrizes para a formulação da política industrial, tecnológica e de comércio exterior brasileira.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto favorável
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu chamaria esse projeto ou de "Bolsa Atraso" ou de "Bolsa Milionário". Primeiro, por que Bolsa Milionário? A gente já tem 200 bilhões de reais em privilégios tributários concedidos para grandes empresários que têm poder de lobby dentro deste Congresso Nacional e no Palácio do Planalto. Os estudos do Ipea, da FGV, das instituições mais respeitadas do País mostraram que esses benefícios setoriais viraram lucro na mão desses grandes empresários, não geraram emprego, não geraram renda e não aumentaram a produtividade. E as principais políticas colocadas aqui são justamente as subvenções e as desonerações fiscais, que fracassaram como política pública no nosso País. Além disso, o Governo acabou de se orgulhar de ter derrubado a taxa das blusinhas. Um dos instrumentos dessa política é o imposto de importação, com mais taxas para importar, inclusive bem de capital. Bem de capital é máquina para produzir mais barato, para agregar mais valor à indústria nacional. Utiliza-se isso como um instrumento para o desenvolvimento da indústria. O MISSÃO orienta "sim". - 17/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 1.106, de 2023, que reconhece a Robótica como esporte de competição e de relevância educacional. Na oportunidade, relatou experiência pessoal na área de Processamento de Dados, mencionando estudos em programação e desenvolvimento de sistemas. Além disso, recordou debates realizados no âmbito da Comissão de Educação (CE) e do Conselho Nacional de Educação (CNE) para a inclusão do tema na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Por fim, defendeu a relevância da robótica, da automação e da inteligência artificial para o desenvolvimento do País e afirmou que o incentivo a essas áreas contribuiria para o futuro nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto favorável Processamento de dados,Biografia,Deputado federal,Orador Comissão de Educação (CE),Conselho Nacional de Educação (CNE),Base Nacional Comum Curricular (BNCC),Robótica,automação,Inteligência artificial
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a orientação é "sim". Eu quero dizer que eu estudei Processamento de Dados no Colégio Técnico de Limeira da Unicamp. Tenho saudades de aprender e de desenvolver linguagens de baixo nível, com o kit Arduino, que a gente utilizava para fazer o desenvolvimento. Eu, pessoalmente, sempre tive mais aptidão para lidar com as linguagens de alto nível, como C++, C-Sharp e Java. Aliás, aproveito esse momento para me solidarizar com todos os programadores que hoje trabalham com Java. Quando fui Presidente da Comissão de Educação, também incentivei este debate. Como disse o Deputado Tarcísio Motta, ele foi feito no Conselho Nacional de Educação, em 2022, para a Base Nacional Comum Curricular, e nós fomos bem-sucedidos em conduzir esse debate, em aprovar essa disciplina e colocar na BNCC. Eu acho que é uma indústria fundamental para o futuro do Brasil: a robótica, a automação, a inteligência artificial. Quanto mais nós pudermos incentivar, melhor. A orientação é "sim". - 17/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva apresentada ao Projeto de Lei nº 424, de 2015, que acrescenta o Inciso XXXII ao art. 24 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e altera o art. 3º da Lei nº 10.972, de 2 de dezembro de 2004, permitindo a dispensa de licitação para aquisição de hemoderivados pelo Sistema Único de Saúde - SUS.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o art. 74 da Lei de Licitações já trata sobre o caso de inexigibilidade quando só há um único fornecedor, quando só há um único agente capaz de fornecer aquele produto, fornecer aquele serviço, caso que, hoje, já é realidade da Hemobrás. Então, na minha avaliação, você estender e eu acho que inclusive há problema de técnica legislativa, haverá discordância na hora de se discutir a jurisprudência desta nova redação do Superior Tribunal de Justiça , eu acho problemático a gente incluir uma nova previsão de instituições públicas exclusivamente para o sistema de saúde, exclusivamente para um novo produto, quando hoje já não é exigível quando há uma única empresa. A gente pode estar impedindo a contratação, por meio de uma concorrência, de um produto melhor, melhor para o paciente, mais barato para o Sistema Único de Saúde e que dê mais qualidade de vida para o usuário final. Então, a orientação é "não", Presidente. - 17/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação das emendas do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 2.119, de 2019, que cria o Título de "Cidade Amiga do Idoso", a ser conferido às cidades que se destacarem na adoção de políticas e iniciativas que visam assegurar um tratamento mais digno as pessoas idosas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto favorável
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós orientamos "sim" e, no mesmo sentido do Deputado Gilson, também queríamos deixar o voto do partido Missão nos dois requerimentos de urgência que foram votados anteriormente. Obrigado. - 17/06/2026Homenagem
O Deputado discursou na Sessão Solene do Congresso Nacional, destinada à celebração dos 118 anos da imigração japonesa no Brasil. Ressaltou a importância histórica, econômica, política e humana da comunidade nikkei no Brasil. Além disso, defendeu o avanço do acordo de livre comércio entre Japão e Mercosul, argumentando que Brasil e Japão mantiveram relações de Estado estáveis e complementares, apesar das dificuldades econômicas enfrentadas por ambos os países. Por fim, relatou valores familiares ligados à disciplina e ao esforço, associados à tradição japonesa, e pediu o fortalecimento contínuo dos laços diplomáticos, comerciais e humanos entre as duas nações.
Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Congresso Nacional,Aniversário,Imigração,Japão
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Para discursar. Sem revisão do orador.) - Mina-sama, ohayou gozaimasu! Bom dia a todos. Quero começar cumprimentando o Presidente Luiz Nishimori, na figura de quem eu cumprimento todos os nikkeis brasileiros presentes, e também o Sr. Ishigaki, na figura de quem eu cumprimento todos os japoneses e autoridades japonesas presentes. Primeiro, eu quero parabenizar os japoneses pelo desempenho da Seleção Japonesa, que eu acho que já foi superior ao da Seleção Brasileira. Acho que isso é motivo de alegria. O Noguchi-san e o Akira-san, ex-Embaixador, sempre dizem que o sonho deles é o Japão encontrar o Brasil na final da Copa do Mundo. Infelizmente, pelas chaves, isso não será possível. Eu quero dizer da minha alegria com o recente avanço pequeno, mas importante que nós tivemos nas negociações do acordo de livre comércio do Japão com o Mercosul. Na semana passada, eu tive a oportunidade de ser Relator do Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e Singapura, e eu, apesar de ser Presidente da Frente Parlamentar Brasil Singapura, ficaria mais feliz se os nossos acordos com o Japão avançassem mais rapidamente do que os acordos com a Asean. Acho que nós temos laços muito mais fortes. Aliás, eu acredito que, do ponto de vista diplomático, não exista nenhum país que tenha laços mais fortes com o Brasil do que o Japão, porque são laços humanos, os mais preciosos que podem existir. Todos os anos, nós comemoramos o aniversário da imigração japonesa. Não preciso dizer todos aqui já sabem toda a trajetória de trabalho duro e de sofrimento que os nossos antepassados passaram para construir tudo isso. Sabemos do papel extremamente relevante que a comunidade nikkei tem hoje no Brasil, do ponto de vista econômico, do ponto de vista político e também do ponto de vista midiático. Nós temos vários jornalistas nikkeis ocupando posições de destaque. E me faria bastante feliz que a gente pudesse avançar nesse sentido. Acho que seria um acordo extremamente benéfico tanto para o Brasil quanto para o Japão, pois nós temos economias complementares. Ambos os países é preciso ser sincero aqui também passam por dificuldades. Eu estive no Japão em janeiro, junto com o Deputado Aihara, e tive a oportunidade de conhecer a minha família japonesa, em Nagano-ken, na cidade de Iijima. Eu pude ver a situação. Acho que um dos principais problemas pelos quais o Japão passa hoje é a diminuição da população. A economia necessita muito de mão de obra externa e tem dificuldades para continuar avançando, principalmente em relação aos seus pares na Ásia. O Brasil passa por dificuldades que todos nós conhecemos: avanço da nossa dívida pública, aumento da expectativa de inflação, dificuldades estruturais de produtividade nos últimos 40 anos. Nesse sentido, todos os anos, eu faço questão de reforçar a necessidade do fortalecimento da parceria entre os nossos dois países, para que possamos avançar. Eu quero fazer um relato pessoal sobre uma característica bastante japonesa. Apesar de ser sansei, eu acho que determinados valores acabam sendo passados independentemente da geração. Eu sempre gostei muito de língua portuguesa. Eu me lembro de que, na 4ª série, Deputado Aihara, participei de um campeonato de conjugação verbal. Eu cheguei à minha casa feliz e fui dizer ao meu pai: "Pai, eu fui bem no campeonato de conjugação verbal". E ele falou: "Que legal, filho! Foi o primeiro lugar?" Eu respondi: "Não, pai. Fui o segundo". Ele olhou para mim e falou: "Ah!" Eu comentei sobre esse episódio com uma das minhas irmãs, que me falou uma coisa que me marcou bastante, que eu acho que é algo bastante característico: "Essa cobrança do pai era a maneira que ele tinha de demonstrar amor por nós; era a maneira que ele tinha de demonstrar que queria que todos nós nos esforçássemos o máximo possível, para que, quando a gente crescesse, a gente pudesse ter sucesso, para que, quando a gente crescesse, a gente pudesse ter dado o nosso melhor na escola, ter tirado o máximo de 10 possível". O meu pai me dava 1 real a cada nota 10 que eu tirava. A nota 9,9 não era suficiente. Eu acho que isso é bastante representativo, porque, por vezes, não se entende a cobrança, não se entende a exigência de se dar o máximo possível, mas eu acho que, do ponto de vista japonês, é uma das maneiras de demonstrar afeto, principalmente dentro da família, para que cada um tenha o potencial de demonstrar muito mais o que é capaz. Essa era a maneira do meu pai de demonstrar amor. Eu tenho três irmãs mais velhas. Uma delas, inclusive, morava em Nagano há pouco tempo. Eu acho que isso funcionou para as minhas três irmãs. Eu fui o único que não fui bem-sucedido e tive que virar político. (Risos.) Uma é engenheira, outra é administradora, outra é artista plástica. Brincadeiras à parte, eu acho que esses valores passam de geração em geração e são muito marcantes em relação à história da imigração no Brasil. Eu queria agradecer a todos pela presença e desejar um feliz aniversário, digamos assim, à imigração. São 118 anos da imigração japonesa. Que os nossos laços e as nossas relações diplomáticas, comerciais e, acima de tudo, humanas possam ser os mais profícuos possível! Que tenhamos uma longa vida! Eu costumo dizer que as relações entre Brasil e Japão são as melhores relações diplomáticas que nós temos, porque, dependendo do nosso Presidente da República e dependendo dos Primeiros-Ministros, dos Chefes de Estado e de Governo da Europa, por exemplo, nós temos relações, por vezes, tumultuadas com líderes europeus, dependendo de quem lidera o Brasil e dependendo de quem lidera os países europeus. Agora, independentemente disso, durante todos esses anos e nós comemoramos o Tratado de Amizade Brasil-Japão há não muito tempo , independentemente de quem governou Brasil durante os últimos 100 anos, independentemente de quem governou o Japão durante os últimos 100 anos, as nossas relações sempre foram boas, as nossas relações sempre foram relações de Estado, as nossas relações sempre foram relações que sobreviveram aos Governos, que sobreviveram aos diferentes posicionamentos ideológicos dos Governos. Nós temos a oportunidade única neste momento de fortalecer ainda mais os nossos laços. Obrigado a todos. - 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo do Projeto de Lei nº 4.913, 2025, que torna obrigatória a emissão de atestado médico para acompanhante responsável legal de crianças menores de 12 (doze) anos, pelo período em que for recomendado o repouso da criança e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Missão (MISSÃO),Voto contrário
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O SR. KIM KATAGUIRI (MISSÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, esse é daqueles projetos com intenção boa, mas com efeito nefasto. Prejudica-se justamente aquele grupo que visa beneficiar. A partir do momento em que se coloca que, durante 1 ano, por 14 dias, o trabalhador tem o direito... Assim, é óbvio que isso é razoável, é evidente que todos gostariam que isso acontecesse na prática, mas vamos entender o efeito da política pública que, geralmente, é muito diferente da intenção. Estabelece-se que, durante 1 ano, o trabalhador pode faltar 14 dias para cuidar de um filho de 12 anos que esteja com uma enfermidade. O que vai acontecer é o incentivo perverso que se cria: pessoas que tenham filhos menores de 12 anos não sejam contratadas e, portanto, sejam mais prejudicadas do que beneficiadas porque, na hora de fazer o cálculo, o empreendedor que quer fechar a sua conta e, como a Deputada Adriana colocou, na maior parte dos casos é micro ou pequeno, vai buscar aquele que tem os menores riscos para os seus custos trabalhistas. Então, a gente está prejudicando justamente quem tem esses filhos. A orientação é "não".
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.