Pular para o conteúdo
Detector de Bananada
Foto de Gustavo Gayer

Deputado · Câmara

Gustavo Gayer

PL · GO

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Gustavo Gayer Machado de Araujo · 45 anos

Baixar imagem para storyComparar com…

Bananômetro

Bananômetro: 88 de 100, Cara Bom0406080100

88/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 86% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 88%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 84%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 20%das 773 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 89%das 623 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Gustavo Gayer

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.gustavogayer@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5737
Gabinete
Gabinete 737, Anexo IV, 7º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 374 de 391 sessões

Melhor que 60% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

88%

Registrou voto em 988 de 1.128 votações nominais

Melhor que 71% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 38 projetos apresentados (0%)

4 avançaram · 25 em andamento · 9 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

20%

Em 773 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 1% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

128 discursos na tribuna · de 08/02/2023 a 11/08/2026.

  • 20/06/2023Breves Comunicações

    Repúdio aos questionamentos da Senadora Eliziane Gama ao ex-Diretor-Geral da Polícia Rodoviária Federal, Relatora da CPMI destinada à investigação de atos antidemocráticos praticados contra as sedes dos Poderes da República. Decisão do governo petista de taxação do PIX, sistema de transferência monetária e pagamento eletrônico instantâneo. Declaração do Presidente da República sobre a vinculação do progresso à falta de dinheiro.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),manifestação,invasão,Poderes da União,Brasília (DF),Relatora,Depoimento,Polícia Rodoviária Federal (PRF) Governo,Esquerda política,Taxa,Pagamento Instantâneo (Pix),Pobreza

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Bom, acho que eu deveria começar a minha fala de hoje pedindo 1 minuto de silêncio ao nosso querido Plenário. Hoje eu vi a Relatora da CPMI levar uma surra vergonhosa. A Senadora Eliziane Gama praticamente enterrou a carreira política dela quando tentou questionar o Diretor da Polícia Rodoviária Federal. Eu estava imaginando por que a Esquerda tem tanta raiva, tanto ódio de um profissional da mais alta qualidade, um Diretor da Polícia Rodoviária Federal, e lembrei que foi justamente durante o período em que ele estava à frente dessa gloriosa corporação que o Brasil bateu recorde de apreensão de drogas no nosso País. Nós sabemos que o narcotráfico está intrinsecamente ligado aos partidos de esquerda e a toda essa ideologia nefasta. Eu acho que essas apreensões causaram um dano financeiro muito grande a esse partido. Por isso, talvez a Esquerda devesse fazer 1 minuto de silêncio, porque foi vergonhoso. Deputado Diego Garcia, eu estava assistindo àquilo e estava imaginando como um ser daquele conseguiu assumir a posição de Senadora. E ela ainda tem a capacidade de publicar nas redes sociais, como se tivesse ganhado o debate: "Com dados oficiais, desmontei a primeira narrativa do depoente. Entre as dez Unidades da Federação que mais apreendem drogas, nenhuma é da Região Nordeste". É uma CPMI do 8 de janeiro! O que isso tem a ver? Absolutamente nada! Mesmo tendo sequestrado a CPMI, depois de meses tentando impedir que ela acontecesse, a incompetência dessas pessoas é tamanha que, mesmo tendo maioria, não conseguem consolidar uma narrativa. Isso mostra que realmente o problema, quando os idiotas são maioria, é que acabamos sendo governados por eles. Fora isso, trago uma notícia interessante. Muitos de nós Parlamentares de direita, durante o período da campanha no ano passado, divulgamos que havia uma pretensão do Governo de esquerda de taxar o Pix. Muitos de nós tivemos nossos posts derrubados. Nossos nomes foram parar em inquéritos. Para a surpresa de ninguém, o Governo agora decidiu taxar o Pix, que é a forma de transição de dinheiro mais recorrente no Brasil hoje, inclusive muito usada por pequenos empresários, porque o Pix se refere a quantias de pequeno valor. Então, nós temos mais uma ação contra o pobre, mais uma concentração de dinheiro nas mãos dos mais ricos, tudo isso feito por aquele que veio para salvar a pobreza. Falando em pobreza, para terminar, Presidente, trago uma fala curiosa do chefe da facção que se senta na cadeira da Presidência. Aconteceu neste fim de semana. Ele disse que o problema do Brasil é não ter muito pobre. O certo, o progresso, Deputado Mauricio Marcon, é as pessoas terem menos dinheiro. Isso está gravado. Isso está registrado. Quem quiser assistir a essa fala pode ir ao Youtube e ver o Presidente dizendo que progresso é ter menos dinheiro, é ter pouco dinheiro. No entanto, eu não duvido nada que, até o fim do dia, a imprensa pegue a minha fala de agora e diga que é fake news, mesmo com o discurso dele gravado. Era só isso que eu queria deixar registrado, Presidente. Um abraço!
  • 14/06/2023Breves Comunicações

    Repúdio à recepção concedida pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com honrarias de Chefe de Estado, ao ditador venezuelano Nicolás Maduro. Agressão física praticada contra jornalista por agentes de segurança dos Presidentes da Venezuela e do Brasil. Protesto contra a realização de encontro do Foro de São Paulo, em Brasília, Distrito Federal. Protesto contra a não convocação do ex-Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional - GSI da Presidência da República, general Marco Edson Gonçalves Dias, pela CPMI destinada à investigação de atos de vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República. Anúncio da realização de grande manifestação popular contra o governo petista.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,gestão,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu vim aqui hoje falar sobre um dos momentos mais vergonhosos pelos quais o Brasil passou recentemente — talvez não só recentemente, mas desde o início da história do nosso País —, quando um Presidente da República recebeu um narcotraficante condenado nos Estados Unidos, torturador, assassino, e deu a ele uma recepção como se ele fosse um líder mundial, uma pessoa que representa a democracia — e nós sabemos que é essa a democracia que a Esquerda quer instaurar no nosso País. Como se isso já não fosse vergonhoso o bastante, a turma desse ditador narcotraficante agrediu uma jornalista de um dos maiores veículos de comunicação do nosso País, e não só a turma dele, como também os próprios seguranças do condenado que hoje senta na cadeira presidencial. Foi uma vergonha internacional, mais uma que ele acumula nesses 6 primeiros meses de volta à cena do crime. Quando nós achamos que essa página poderia ser virada, o Brasil leva mais um tapa na cara, meus amigos! Esse mesmo ex-condenado que hoje senta na cadeira presidencial está organizando um evento aqui no nosso País, aqui em Brasília, no dia 29 de julho, conhecido como Foro de São Paulo. Durante décadas, nós avisamos que o Foro de São Paulo era um grupo organizado, uma facção criminosa que tinha como intenção implantar o socialismo, o comunismo na América Latina, e muitos diziam que isso era uma teoria da conspiração, que isso não existia, que isso era mentira — inclusive, isso foi dito pelo próprio Lula. Agora, no dia 29, eles farão um evento aqui em Brasília. E, como se isso não fosse o bastante, foram convidados todos os piores e mais sanguinários traficantes Presidentes da Esquerda da América Latina. Estará aqui o Ortega, aquele que está prendendo padres, prendendo freiras, destruindo igrejas. Estará aqui de novo o Maduro, o narcotraficante condenado que agrediu uma jornalista. E estarão aqui vários outros ditadores, como Evo Morales. A lista é interminável. Eles estarão aqui para fazer o Foro de São Paulo em Brasília. E adivinhem o que esses ditadores, junto com o criminoso brasileiro da Presidência, vão discutir! Eles vão discutir democracia! Isso é impressionante. É como se você juntasse a família Nardoni para discutir como criar filhos. É mais um tapa na cara do povo brasileiro. Este é o Governo que está sequestrando o nosso País, assim como sequestrou a CPMI do 8 de Janeiro. É isso mesmo! Prestem atenção. A pessoa que tem mais acusações, mais evidências e mais provas contra ela, o general do Lula que estava passeando em prédio público no momento do vandalismo, que deu água aos vândalos, que adulterou documento oficial da ABIN, não será convocado para prestar depoimento, para responder a algumas perguntas. Aquele que tem todos os motivos para estar preso está sendo protegido pelos seus criminosos amigos. Enquanto isso, pessoas inocentes continuam presas, sem ter direito a defesa, sem nem sequer saber o que foi que fizeram. Esse é o caminho que o Brasil está seguindo. O Brasil está pulando a fase Argentina e está indo direto para a fase Venezuela. A prova disso é que, mais uma vez, nós teremos a vergonha de receber esse ditador aqui no nosso País no dia 29 de julho. Então, você que é patriota, que ama o nosso País, eu acho que o dia 29 de julho é uma boa data para nós estarmos nas ruas, pelo menos aqui em Brasília, para impedirmos que o Brasil se torne o palco, o epicentro, o berço dos ditadores da era moderna. Obrigado, Presidente.
  • 31/05/2023

    Discussão da Medida Provisória nº 1.154, de 2023, sobre a organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos Ministérios. 

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Medida provisória

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu acho que deve ter chegado à Mesa o requerimento em que solicito adicionar o tempo de Liderança. Por favor, o requerimento para adicionar o tempo de Liderança chegou aí? O SR. PRESIDENTE (Arthur Lira. Bloco/PP - AL) - Deputado Gayer, não chegou, não. O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO) - Não chegou? Foi pedido. Informaram-me que... O SR. PRESIDENTE (Arthur Lira. Bloco/PP - AL) - Não. O senhor pode falar para discutir. Quando o requerimento chegar, o senhor poderá usar o tempo solicitado. O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO) - Não, mas está aí. O SR. PRESIDENTE (Arthur Lira. Bloco/PP - AL) - Não está aqui no sistema. Está contando só o seu tempo. Quando o requerimento chegar, eu adiciono o tempo. O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO) - Obrigado, Presidente. Caros colegas Parlamentares, talvez esta seja a fala mais importante que eu faço desde que assumi o meu mandato como Deputado Federal. Sou um mero Parlamentar de primeiro mandato. Com certeza, não tenho a mesma experiência de boa parte do Congresso que está aqui hoje, mas gostaria de compartilhar a minha visão do que está acontecendo. Depois eu gostaria de saber se os senhores concordam com a visão que eu tenho ou não. Nós estávamos até agora — são quase 22 horas! — esperando que a sessão fosse iniciada, para que essa medida provisória pudesse ser apreciada e votada. Mas eu pergunto aos senhores: por que estamos até agora esperando para apreciar essa medida provisória? Por que ela não foi apreciada ontem? Por que ela não foi votada ontem? O que foi decidido entre quatro paredes, decisão da qual nós não participamos? Eu peço um favor aos senhores e às senhoras que estão aqui agora. Olhem na nuca de cada um! Os senhores enxergam uma etiqueta de preço? Eu tenho certeza de que não. Em 2018, o povo brasileiro tomou uma decisão. Foi uma decisão que eles pediram com muito clamor, com muita paixão, para que acabasse o balcão de negociação no País; para que nós, Deputados Federais, estivéssemos aqui representando os nossos eleitores; para que nós viéssemos aqui e representássemos a nossa base; para que nós tivéssemos a independência de votar de acordo com as nossas convicções. Nós não temos etiqueta de preço na nossa nuca. Nós não temos etiqueta de preço dos nossos valores. Pelo menos, é nisso que o povo brasileiro acredita. E hoje é uma oportunidade única de provar que ele está certo. O resultado desse placar aqui hoje não será esquecido. Os nomes que aparecerem nesse placar não serão apagados da história, porque o que está acontecendo aqui é uma tentativa do Governo de transformar o Congresso em um teatro. Nós somos marionetes de um teatro, meus colegas? Não, não somos! Nós estamos aqui para representar pessoas. Eu tenho total respeito aos Líderes do nosso partido. Eu tenho o mais absoluto respeito ao Presidente desta Casa. Mas somos respeitados da mesma forma ou apenas nos mandam votar para estabelecer um teatro neste Governo? Foram criados 17 Ministérios, para que nós sejamos dissipados do debate político. São 17 Ministérios para servir de cabide de emprego. São 17 Ministérios para servir para comprar Parlamentares. E o Brasil está olhando para essa votação de hoje. O Brasil está prestando atenção, porque, com o resultado que aparecer ali, vai ter a lista exata de quem tem uma etiqueta e de quem não tem, de quem tem valor e de quem tem preço. Um grupo de pessoas saiu de uma salinha e mandou nos grupos do partido: "É para votar dessa forma". Os senhores e as senhoras vão aceitar serem reduzidos a isso? Os seus milhares de eleitores aceitarão que os senhores sejam reduzidos a isso? Nós temos agora um momento de frear um governo que já se mostrou destrutivo, um governo que já está aumentando o desemprego, aumentando a criminalidade, aumentando a inflação, afugentando investidores, causando rombo. O que os senhores acham que este Governo vai conseguir fazer se nós dermos a ele mais maquinário, mais ferramenta, mais musculatura? Nós estaremos votando pela destruição do Brasil! Eu tenho certeza de que muitos que estão aqui agora estão me escutando. Caso contrário, eu não viria até aqui usar da minha voz. Eu tenho certeza de que muitos que estão me acompanhando agora concordam com o que eu falo. Neste momento, nós temos uma oportunidade única, num momento tão crucial quanto aquele, quando nós, ouvindo a nossa base, recusamos o PL da censura. Os senhores se lembram daquele dia, daquela vitória, da forma como nós fomos recebidos pelos nossos Estados, pela nossa base, pelos nossos eleitores, pelo povo brasileiro. Naquele dia, muitos dos senhores foram contrários à Liderança, foram contrários ao mandamento do partido, porque, naquele momento, colocaram o seu valor acima do preço — pois este momento é dez vezes mais importante do que aquele. Neste momento, nós podemos mostrar que o Congresso, é sim, independente, que nós somos, sim, fiéis aos nossos eleitores. Meus amigos, vamos dar 17 Ministérios a um governo que já nos considera compráveis. Os senhores já prestaram atenção? Escutem: os senhores já foram descartados por este Governo. O Ministro da Justiça já tem um plano B. Se a matéria não passar aqui, eles vão procurar a base sólida deles no STF. Esse é o apreço que esse Presidente tem pelo seu mandato. Esse Presidente considera cada um que está aqui apenas um boneco que têm etiqueta na nuca. E, de acordo com o seu comportamento e com o seu voto aqui hoje, o senhor poderá provar que ele está falando a verdade, e nós poderemos resgatar a grandeza desta Casa. Nestes últimos meses, nestes últimos anos, o Congresso vem se apequenando. A cada mês que passa, o Congresso vem se tornando cada vez menor, irrelevante, descartável. Nós temos esta oportunidade única de, em uma votação apenas, só uma, mostrar que nós somos soberanos, nós somos independentes, nós não nos vendemos. Não vai ser com cargos em Ministérios que eles vão nos comprar. Não vai ser com cargos no segundo escalão, não vai ser com recurso para emendas, como o 1,7 bilhão de reais que foi liberado ontem. Temos a oportunidade única e maravilhosa, quase um presente divino, de marcar este dia na história do Brasil. Não percam esta oportunidade! Eu respeito cada um dos Líderes que estão aqui, respeito o Presidente da Casa, mas penso que esta oportunidade não pode passar. Lembrem-se: ontem, o Presidente, que está articulando para que V.Exa. vote a favor dessa medida, recebeu no seu País um ditador que deu um murro em uma jornalista, um ditador que é condenado por narcotráfico. E os senhores querem dar mais cargos e mais musculatura para esse cidadão? Faz sentido isso? Os senhores acham que é isso o que o povo do Brasil quer? É isso que eles esperam dos senhores? Nós temos um criminoso na Presidência, e os senhores querem dar mais munição para a arma dele? Não percam esta oportunidade. Os senhores vão entrar para a história como o Congresso que começou a resgatar seu protagonismo na política brasileira, o que deveria ter acontecido há muito tempo. Deixem que ele use o seu plano B, afinal de contas, colegas, ele tem um plano B, não tem? O plano B é a base consolidada dele, como o próprio Estadão disse, que está lá no STF. Nós não somos o plano A ou o plano B deste Governo. Nós somos descartáveis. E a maneira que votarmos aqui hoje será a comprovação disso. Digo mais uma vez que o resultado deste placar não será esquecido, será marcado na memória do povo brasileiro como uma oportunidade que nós abraçamos para resgatar o protagonismo da Casa do Povo ou como um momento sobre o qual o Lula realmente estava certo. E o Brasil voltou. Voltou àquela época que o brasileiro pediu que acabasse: a época em que os Parlamentares eram compráveis e tudo era negociado. Obrigado a todos que me escutaram. Eu espero ter alcançado o coração de cada um dos Srs. Deputados e das Sras. Deputadas. O momento é agora!
  • 31/05/2023Breves Comunicações

    Tentativa do Governo Luiz Inácio Lula da Silva de cooptação de Parlamentares com liberação de emendas e oferta de cargos públicos para aprovação da Medida Provisória nº 1.154, de 2023, sobre o estabelecimento da organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos Ministérios. Solicitação aos Deputados de rejeição da matéria.

    Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Poder Executivo,Organização administrativa,contrário,Governo,Apoio político,liberação,Emenda,Recursos orçamentários

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Hoje é mais um daqueles momentos que pode ser um marco divisório da política brasileira. O novo Governo tem um slogan que é constantemente repetido: O Brasil voltou. E, quando ele fala que o Brasil voltou, sabemos que voltou para aquele balcão de negociações, para a tentativa de compra de Parlamentares, para a manipulação de partidos políticos, através de cargos de segundo escalão, de Ministérios. Será que é esse o Brasil para o qual queremos voltar? Somando-se a isso, nós temos um Governo que trata o Parlamento como lixo, quando fala abertamente que, se não aprovar o que ele quer aqui, ele vai usar o povo dele lá de cima, do STF. O Ministro da Justiça fala isso abertamente. E agora vou fazer um chamamento aos meus colegas Parlamentares: nós temos hoje uma oportunidade única que poucos Parlamentares tiveram ao longo das suas legislaturas, dos seus mandatos, de mostrar que nós somos independentes, de carimbar esta Casa como verdadeiramente a Casa do Povo, e não a Casa de quem paga emendas, e não a Casa de quem dá Ministérios. Hoje nós vamos apreciar aqui uma medida provisória deste Governo criminoso que criou 17 novos Ministérios, para que eles pudessem ser usados como negociação para comprar Presidente de partido, para comprar Parlamentar, para decidir como as pessoas aqui dentro vão votar. E não é isso que os nossos eleitores esperam de nós. Não é isso que o seu eleitor espera de você. O seu eleitor espera que você aja de acordo com as demandas de quem o colocou aqui, de quem lhe outorgou esse poder de ser um representante eleito, e não de acordo com as de um criminoso, descondenado, ex-presidiário, que quer determinar o seu comportamento aqui, através de Ministérios, de emendas. Hoje este Governo bateu mais um recorde. É o Governo dos recordes, mas dos recordes ruins. Ele liberou mais 1,7 bilhão de reais em emendas parlamentares para comprar o Parlamento, para que possa ter os seus 17 Ministérios a mais para poder comprar o Parlamento novamente! Isso está se retroalimentando! E nós temos hoje a oportunidade de dar um basta nisso. A população brasileira está testemunhando este Parlamento se apequenando a cada dia que passa. Hoje nós podemos dizer: chega! Nós não vamos mais ser reféns de emendas, de cargos, de Ministérios. Vamos representar o nosso povo, aqueles que nos escolheram. E essa mensagem vai ser retumbante. Será uma derrota não para este Governo, mas para este sistema podre, que retira do povo seu representante eleito, que transforma isto daqui numa casa de negociações de dinheiro público! Então, eu peço aos Srs. Parlamentares: vamos rejeitar a medida provisória, vamos impedir que este Governo use o dinheiro do povo para comprar os representantes eleitos. Nós temos hoje essa oportunidade. Agradeço a Deus por ter a oportunidade de hoje ser um Parlamentar independente e não alguém com uma etiqueta de preço, principalmente sendo pago por um descondenado, ex-presidiário. Obrigado, Presidente.
  • 30/05/2023

    Hipocrisia da Esquerda na defesa da liberdade de imprensa e na demonstração de condolências e simpatia à jornalista brasileira agredida durante coletiva concedida pelo Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Censura imposta a jornalistas da Direita.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Governo federal,Deputado federal,Esquerda política,Liberdade de imprensa,solidariedade,Jornalista profissional,Vítima,Agressão,Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI-PR),Censura,Jornalismo,Direita política,Perseguição política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nós ouvimos os nossos colegas da Esquerda falarem em defesa da liberdade de imprensa e demonstrarem condolências e simpatia em relação a essa jornalista que foi agredida. Quero lembrar que ela não foi agredida apenas por um segurança do narcotraficante que está aqui no Brasil agora, mas também pela própria segurança do Lula. Eles estavam falando de ataques do Presidente Bolsonaro, que se restringia apenas a palavras, porque ele se mostrava indignado com as mentiras e a desinformação da extrema imprensa brasileira, que ajudou a colocar esse condenado e ex-presidiário na Presidência. Eu quero lembrar também os jornalistas que estão censurados hoje no Brasil, dos quais parece que eles se esqueceram: Rodrigo Constantino, Paulo Figueiredo, Allan dos Santos, Guilherme Fiúza e vários outros, que são perseguidos e censurados por essa turma, essa turminha que está aí falando que sente simpatia pela jornalista que sofreu uma agressão, enquanto eles pedem que jornalistas sejam censurados.
  • 30/05/2023

    Discussão da Medida Provisória nº 1.164, de 2023, sobre a instituição do Programa Bolsa Família e a alteração da Lei nº 8.742, de 1993, sobre a organização da Assistência Social, e da Lei nº 10.820, de 2003, sobre a autorização para desconto em folha de pagamento.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Medida provisória,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Antes de começar a minha fala a respeito justamente da pauta que está sendo tratada aqui, agora, eu sinto dizer que infelizmente o ditador narcotraficante que está agora no nosso País com a sua comitiva de jagunços, também narcotraficantes, agrediu uma jornalista da Globo com socos. Essa é a democracia, esse é o amor que venceu. Se alguém souber do paradeiro dele, estão aqui 15 milhões de dólares, que são 75 milhões de reais. Isso daria muitas Bolsas Famílias. Queridos amigos, ao longo desses primeiros meses, milhões de pessoas foram retiradas do Bolsa Família. E isso veio de um governo que levantou a bandeira de que iria distribuir riqueza e acabar com a pobreza. Nós estamos vendo milhões de pessoas sendo retiradas do Bolsa Família. E o curioso é a escolha do nome para este programa: Bolsa Família. Mas o que nós sabemos — e isso é inquestionável — é que, ao longo das últimas 2 décadas, uma coisa que a Esquerda tem feito constantemente é atacar justamente as famílias. Talvez o ódio que esse pessoal tenha da família não seja tão grande quanto o ódio que eles têm do Brasil. Acharam que seria necessário tirar o nome "Auxílio Brasil" e colocar "Bolsa Família", talvez porque odeiam muito mais o Brasil do que odeiam as nossas famílias. Eles acabaram com o 13º do Auxílio Brasil, que foi uma vitória gigantesca para essas pessoas mais vulneráveis, as pessoas mais pobres, de quem a Esquerda diz tanto lutar em favor. Acabaram também com o crédito consignado, e vou dizer por quê. O crédito consignado para esses beneficiários lhes dava a possibilidade de investir num pequeno negócio, de se tornarem financeiramente independentes, de não precisarem mais desse assistencialismo e poderem caminhar com as próprias pernas. Mas, aí, essas pessoas se tornariam independentes justamente desses grilhões do PT e da Esquerda. E é por isso que eles terminaram com o auxílio consignado. Este Governo diz tanto que é a favor dos pobres, e está aqui: a falência das empresas disparou 43% nesses primeiros meses. A comida ficou mais cara, de acordo com o IBGE; temos uma previsão de rombo de 133 bilhões de reais; e o desemprego está subindo, assim como a inflação. Espero o próximo relatório da criminalidade, que também vai mostrar que esta subindo esse índice. Este Governo não se importa com os pobres. Este Governo se importa em ter mais pobres, mais miseráveis, porque é assim que eles conseguem manipular a população, mantendo-os na pobreza, mantendo-os na miséria. O SR. PRESIDENTE (Sóstenes Cavalcante. PL - RJ) - Peço que conclua. O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO) - Vou concluir, Presidente. É curioso que, antes, o Bolsa Família era de 80 reais. No "período de ouro do Brasil", como diz o PT, era de 80 reais. Agora, Bolsonaro passou para 600 reais. E eles se veem obrigados a manter o valor estipulado pelo Governo de direita, que não gosta dos pobres, de acordo com a narrativa daqueles sem cérebros da Esquerda. É isso aí, pessoal, mais uma vez estão tentando manter a população na pobreza, os amigos do maior genocida da América Latina. (Exibe cartaz.)
  • 23/05/2023Breves Comunicações

    Escândalos de corrupção ocorridos no governo petista. Submissão do Brasil a vexame internacional pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Instalação do crime organizado no Palácio do Planalto. Natureza revanchista da cassação do mandato parlamentar do Deputado Deltan Dallagnol pelo Tribunal Superior Eleitoral.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Presidente da República,Governo federal,Política externa,Japão,Organização criminosa,Corrupção afastamento,Juiz de direito,Operação Lava Jato,Poder Judiciário Crítica,Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Poder Judiciário,cassação,Perda de mandato parlamentar,Deputado federal,ex-procurador da república

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Boa tarde, queridos colegas desta Casa. Mais uma semana começa repleta de escândalos da facção criminosa que assumiu a Presidência do nosso País. Não bastasse a vergonha a que o Brasil foi submetido com essa viagem do Lula ao Japão, que mostrou, de uma vez por todas, que agora, sim, ao contrário do que dizia a imprensa nos últimos 4 anos, o Brasil virou motivo de chacota internacionalmente, como se isso não fosse bastante, tivemos ontem à noite um escândalo sobre o juiz que assumiu a Lava-Jato, conhecido como "Juiz Lula", um grande fã do chefe dessa facção criminosa, o que, por si só, já é um sintoma um tanto quanto preocupante, porque um juiz que deveria investigar a corrupção é fã do maior corrupto da história do País. Esse juiz foi sumariamente afastado do cargo, não só da Lava-Jato, mas da magistratura, por ter sido gravado numa ligação em que ameaçou o filho de um desembargador. Vejam quão curiosa é a situação em que o Brasil se encontra: não só temos o crime organizado sentado no Palácio do Planalto, como saímos da época em que tínhamos um juiz que prendia corruptos para outra em que um juiz idolatra corruptos e persegue aqueles que colocaram corruptos na prisão. A impressão que eu tenho, Presidente, é que o presídio foi invadido, deram as chaves para os criminosos e os criminosos estão prendendo os guardas. E essa sanha persecutória está cada vez mais obscena, está cada vez mais grotesca, mais agressiva. Semana passada nós testemunhamos, com muita tristeza, um Deputado que recebeu 344 mil votos ser cassado por essa mesma Justiça, meus colegas. Ele foi cassado pela presunção de que, talvez, num futuro qualquer, ele pudesse, quem sabe, ser condenado. Usaram a Lei da Ficha Limpa. No mesmo período em que estamos liberando traficantes, devolvendo helicóptero para traficante, liberando corruptos com sentenças de 400 anos, estamos cassando um Deputado honesto. Presidente, eu tenho minhas diferenças com o Deltan Dallagnol — quem me acompanha sabe —, mas cassar um Deputado honesto só porque ele prendeu corruptos... A verdade é uma só, brasileiros: os corruptos tomaram o poder e pretendem derrubar toda e qualquer pessoa que se posicione como obstáculo a essa corja, a essa caterva, a essa gangue que está tentando sequestrar o nosso País. Mas, graças a Deus, nós temos a verdade do nosso lado. Nós não vamos parar. Eles não vão ser capazes de derrubar e prender dezenas de milhões de brasileiros que querem viver em um País decente. Eu sei que o momento às vezes é triste e achamos que não há esperança, mas às vezes é preciso passar por um momento sombrio para aprender a valorizar a luz. O Brasil está passando agora pela sombra, pela escuridão total: falta de valores, falta de princípios, falta de Deus, falta da verdade. Mas nós vamos resgatar o nosso País, em nome dos nossos filhos. O que estão fazendo com o Deltan é apenas um prenúncio do que eles querem fazer com todo e qualquer Parlamentar que não se sujeite, que não seja o "L" diante dessa facção criminosa que está no Governo do nosso País. Nós não vamos desistir. Obrigado, Presidente.
  • 11/05/2023

    Criação, pela Comissão de Comunicação, da Subcomissão Especial de Combate à Censura. Não apoiamento da maioria do Congresso Nacional ao Governo Luiz Inácio Lula da Silva. Tentativa do Presidente da República de compra de Parlamentares com recursos do orçamento secreto.

    Palavras-chave oficiais: Subcomissão especial,combate,Censura,Comissão de Comunicação,Defesa,Liberdade de expressão Crítica,Governo federal,Esquerda política,Presidente da República,Agenda legislativa,Base de apoio político,Organização criminosa,Orçamento secreto,Pagamento,Emenda,Compra,Apoio político,Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Bom dia, queridos colegas. Primeiro, eu gostaria de felicitar esta Casa pela instalação da Subcomissão Especial sobre o Combate à Censura, na Comissão de Comunicação, da qual eu sou Presidente. Eu quero fazer um convite a todos, inclusive aos membros desta Casa: se você conhece alguém que foi censurado, agora nós temos uma plataforma, na Casa do Povo, para que as pessoas exponham seu caso e façam sua defesa, já que hoje as pessoas não podem mais defender a sua voz nas redes sociais, pelo risco de serem presas. Eu criei essa Subcomissão justamente para dar esse espaço a milhares de pessoas que foram, que estão sendo ou que, provavelmente, serão censuradas nessa nova democracia moderna em que vivemos. Quero também dizer para os nossos colegas ali da bancada da esquerda que algo não está fazendo sentido no Governo dos senhores. Nós já estamos completando 100 dias desde que assumimos o nosso mandato, em 2023, e até hoje, no Governo dos senhores, o chefe da facção criminosa não conseguiu pautar sequer uma proposta nesta Casa. Todos nós sabemos o porquê: ele não tem maioria e não tem apoio no Congresso. Deixa-me muito feliz saber que, apesar de todos os pesares, a maioria do povo e a maioria dos Parlamentares ainda têm o bom senso de não se aliar à facção criminosa, de não se aliar ao crime organizado. Além disso, algo me chama a atenção, Deputado Delegado Caveira: o Lula, que fez sua campanha batendo insistentemente na narrativa de que o orçamento secreto era o maior esquema de corrupção da história, agora decidiu liberar 9 bilhões de reais do orçamento secreto para tentar comprar o Parlamento — 1 bilhão para cada dedo. Mesmo após o STF ter decidido que o orçamento secreto é inconstitucional, o chefe da facção liberou esse orçamento para comprar Parlamentares. Nós não vivemos no mesmo Parlamento de 20 anos atrás, da época do mensalão, do petrolão. Nós vivemos hoje em um Parlamento que tem o mínimo de decência, o mínimo de compromisso com os eleitores e com o futuro do nosso País. Os Parlamentares não venderão suas almas por emendas do orçamento secreto, que, abro aspas, "foi o maior esquema de corrupção da história", fecho aspas, como disse o próprio chefe da facção criminosa. Nós estamos vivendo num momento em que vamos decidir, no Parlamento, se regredimos à época do mensalão, à época do petrolão, ou se ficamos atentos às demandas da nossa base, dos nossos eleitores. Para concluir, Presidente, quero reiterar o convite a todos que estão assistindo à sessão: se você é uma pessoa que foi censurada, agora, na Casa do Povo, nós criamos uma plataforma, um lugar onde você pode falar sobre essa perseguição. Talvez, daqui a algum tempo, você nem possa mais assistir ao que acontece aqui pelo seu celular, porque a intenção dos nossos colegas da Esquerda é acabar com a voz do povo, do Parlamento, de qualquer pessoa que se atreva a questionar essa sanha totalitária e autoritária desse pessoal. Lembro que Rússia, China e Irã são três países que não têm Telegram. Sabem qual país vai fazer parte dessa turma? O Brasil. Obrigado.
  • 10/05/2023Breves Comunicações

    Repúdio à suspensão pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, da plataforma de mensagens eletrônicas Telegram, diante do seu posicionamento contrário ao Projeto de Lei nº 2.630, de 2020, sobre a instituição da Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet (projeto de lei das fake news). Desrespeito da Suprema Corte ao Congresso Nacional. Transformação do Brasil em país ditatorial.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Internet,combate,Notícia falsa (fake news) Ministro do Supremo Tribunal Federal,Big techs,suspensão,Supremo Tribunal Federal (STF),Censura,Crítica,Aplicativo Telegram

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Amigos Parlamentares, eu tenho uma pergunta sincera para fazer a cada um dos senhores e das senhoras hoje: o que nós estamos fazendo aqui? Por que nós abandonamos as nossas famílias nos nossos Estados, a centenas, milhares de quilômetros de distância, para vir para cá? Porque nós fizemos um compromisso de representar as pessoas que nos elegeram, afinal de contas nós somos representantes eleitos pelo povo. Mas e se eu dissesse aos senhores que, talvez, nós estejamos fazendo parte da maior fake news da história, todos nós, cada um de nós, sem perceber? E sabe qual é a fake news? Que no Brasil existem três Poderes. Não existem três Poderes no Brasil! Todas as semanas, fica constatado, cada vez mais, que um dos Poderes, a Casa do Povo, tem sido descartado, tem sido jogado para o lado, abandonado e ignorado completamente, Presidente. O Poder que deveria ser o mais relevante, porque aqui nós representamos eleitores de todo o espectro político, está sendo destruído. E está sendo destruído por falas do Ministro da Justiça, pelo chefe da facção criminosa, que ocupa a cadeira presidencial, e pelo Judiciário, que decidiu que não é necessário mais o Congresso para fazer leis neste País. Para consternação de cada um de nós, hoje nós tivemos mais uma prova cabal de que nós não vivemos em uma democracia. Desculpe-me por falar isso, mas é a verdade. Nós não vivemos em uma democracia. O nosso iluminado Ministro Alexandre de Moraes acabou de determinar a suspensão de uma plataforma de mensagens que é usada por milhões de brasileiros para se comunicar, para trabalhar, para gerar renda, e por profissionais da saúde, que usam essa plataforma na sua profissão para salvar vidas. E essa suspensão se deu porque essa plataforma se posicionou, em defesa própria, contra um projeto de lei que quer instaurar a censura no nosso País. Diz a Esquerda que é pela liberdade de expressão, mas essa plataforma não pode usufruir dessa liberdade para se defender. Agora, ela está suspensa e ainda vai ter que publicar um texto, apoiando um projeto de lei ditatorial, senão pagará uma multa de 500 mil reais por hora. Isso é para impedir que pessoas como nós e pessoas como você que está aí nos assistindo possam usar suas redes sociais para dizer que 86% do mercado vê que o Brasil está indo pelo caminho errado com a Presidência do Lula, ou para dizer que esse mesmo Presidente, que fez a sua campanha em cima de uma plataforma, dizendo que o orçamento secreto era o maior esquema de corrupção da história, está determinando que sejam pagos 9 bilhões de reais do orçamento secreto para Deputados. E, para colocar a cereja no bolo — esse bolo de estrume que está virando o Estado brasileiro —, o STF, ignorando completamente o Congresso, os representantes eleitos pelo povo, acabou de determinar que, no dia 17 de maio, vai implementar a censura, sim. Seguindo o manual do nosso Ministro da Justiça comunista, no dia 17 de maio, eles vão apreciar o caso, vão aprová-lo, porque nós sabemos como está o lado ideológico daquela Suprema Casa, vão instaurar a ditadura e vão destruir as plataformas. E aí eu vou dizer o resultado: as plataformas vão embora do Brasil, e nós seremos um país igual à Coreia do Norte, igual a Cuba, pior que a Venezuela, porque na Venezuela ainda há acesso a algumas plataformas. Talvez, nós precisemos voltar a usar os Correios para podermos nos comunicar uns com os outros e exprimir as nossas opiniões. E é triste ver que uma parcela do meu País foi tão imbecilizada pela imprensa e pelo sistema educacional de doutrinação que não consegue perceber que nós estamos virando uma ditadura — virando, não, já somos. Obrigado.
  • 02/05/2023Breves Comunicações

    Contrariedade à aprovação do Projeto de Lei nº 2.630, de 2020, sobre a instituição da Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet (projeto de lei das fake news).

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,transparência,Rede social digital,Notícia falsa (fake news),Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet,Liberdade de expressão,Internet,Democracia

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Muitíssimo obrigado. Queridos colegas, eu acho que, pelo menos neste ano, nenhum dia será tão marcante quanto este e nenhuma decisão será tão impactante nas vidas do povo brasileiro quanto esta que nós estamos prestes a tomar. Primeiro, eu gostaria de dizer que é muito triste saber que o debate foi levado para um nível tão baixo quanto este ao que tem sido levado. Eu vejo, do outro lado da tribuna, Parlamentares do outro espectro político usarem tragédia e morte, usarem sofrimento de famílias brasileiras, de pais e de mães, para tentar empurrar goela abaixo uma narrativa que é completamente desconectada da realidade. É de partir o coração que estejamos debatendo num nível tão baixo assim. Eu vou tentar elevar o nível do debate conversando com os Srs. Parlamentares que estão agora no plenário. Eu sei que nós temos relacionamento com os Líderes dos nossos partidos, temos relacionamento com os Presidentes dos nossos partidos, mas a decisão que vamos tomar aqui hoje será um legado que vamos deixar para a próxima geração. Não votem pensando no que o seu Líder determinou! Não votem pensando naquele cargo ou naquela emenda! Votem pensando nos seus filhos! Eu tenho certeza de que todos nós temos isto em comum: o amor pelos nossos filhos. Votem para garantir que deixaremos para eles um país livre, não uma ditadura! E digo mais: talvez já seja tarde demais! Os acontecimentos dos últimos 2 dias já nos mostram que não será preciso aprovar esse PL para vivermos em uma ditadura, Coronel. Basta olhar o que este Governo tem feito nos últimos 2 dias, com uma perseguição à maior empresa de Internet do País; com o Alexandre de Moraes determinando que os Presidentes dessas empresas compareçam à Polícia Federal; com o Ministro da Justiça determinando que a empresa faça uma propaganda contra si própria, contra a própria existência. Talvez já seja tarde demais! Talvez esse PL já seja desnecessário! O que a Esquerda quer é nos calar, é nos silenciar. Isso tornará a situação tão grave, tão grave, que eu garanto para os senhores: todos nós nos envergonharemos de sermos Deputados no dia 2 de maio de 2023, se isso aqui passar. Eu não falo apenas pela baixeza do debate. Pensem no legado que ficará para o nosso País! Pensem no legado — entendam o peso dessa palavra! Pensem no legado que nós deixaremos! Escutem o clamor das ruas! Escutem o clamor das pessoas que agora, talvez pela última vez, estão usando as redes sociais e pedindo socorro! Se isso aqui passar, o efeito vai ser contrário. Nós jogaremos os nossos filhos para a deep web, aquela parte obscura da Internet, porque eles terão medo de usar a Internet padrão. Para concluir, Presidente, eu vou usar esses meus últimos 30 segundos, talvez no último dia em que nós ainda teremos o mínimo de liberdade, já que não existe liberdade de expressão no Brasil. Existe algo parecido, uma coisa amórfica, que é difícil de explicar, mas não é liberdade de expressão. Se esse PL passar, nós sentiremos vergonha pelo resto das nossas vidas. Pelo menos eu não quero ter esse sentimento diante dos meus filhos. Obrigado, Presidente.
  • 27/04/2023Breves Comunicações

    Prejuízos econômicos causados ao Brasil por gafes cometidas pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua viagem oficial a países europeus. Importância da CPI do MST e da CPMI destinada à investigação dos atos de vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República. Contrariedade à aprovação do Projeto de Lei nº 2.630, de 2020, sobre a instituição da Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet (projeto de lei das fake news).

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Notícia falsa (fake news),Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet,contrário Política externa,Partido dos Trabalhadores (PT),Crítica,Presidente da República,Relações internacionais Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),manifestação,Brasília (DF),invasão,Poderes da União,Vandalismo Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),invasão,Terras particulares

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Queridos colegas, bom dia a todos, nesta quinta-feira, quando terminamos uma semana muito conturbada aqui em Brasília. Eu estou vendo algo inédito e muito curioso nesta sessão do Plenário. Esta é primeira que eu subo à tribuna e não encontro do lado de lá nenhum Parlamentar da Esquerda, eles que sempre são tão ativos, tão presentes aqui no Plenário. Ali eu não vejo nenhum deles sentado. E eu vou explicar o porquê disso, queridos colegas e povo brasileiro. Esta foi mais uma semana terrível, uma semana de derrotas para a facção criminosa que ocupa a cadeira presidencial. Nós tivemos as gafes do Presidente em sua viagem para a Europa e tivemos a suspensão do contrato de aviões do Governo de São Paulo com a Ucrânia. Por causa das falas desastrosas do Presidente, 50 bilhões em investimentos no Brasil foram suspensos, o que pode custar até mesmo 10 mil empregos. O mais crucial de tudo foi a instauração de duas comissões de investigação que têm potencial de destruir este Governo e devolver essa quadrilha de volta para a prisão, de onde ela nunca deveria ter saído. Primeiro, foi instaurada a CPMI dos atos de vandalismo do 8 de janeiro. Essa CPMI vai mostrar a participação ativa dessa facção na fabricação daqueles atos. Eles estão tão desesperados que agora querem participar da Comissão que irá investigá-los. Tivemos também a criação da CPI do MST, que vai provar que essa quadrilha terrorista, que é financiada pela Esquerda há décadas, está agindo de forma criminosa hoje em dia, fomentada, mais uma vez, por este Governo criminoso. Mas há um detalhe desta semana que precisa da atenção de todo o povo do nosso País, querido amigo Deputado André. Eles estão tentando nos calar, justamente por causa dessas derrotas que eles estão tendo. E essas derrotas aconteceram porque hoje nós temos voz, porque hoje nós podemos acusá-los e mostrar os crimes que eles cometem. Eles querem aprovar agora um projeto de lei que está maquiado como se fosse um projeto contra fake news, contra discurso de ódio, contra terrorismo, mas a verdade é uma só: esse projeto de lei quer dar à facção criminosa que ocupa a cadeira presidencial o poder de determinar o que pode e o que não pode ser dito nas redes sociais, o poder de banir plataforma das redes sociais, assim como o poder de criminalizar a opinião pública em qualquer discurso político. É por isso que nós temos agora 6 dias para mobilizar o nosso País. Todos os que estão nos assistindo, todos os que estão aqui, colegas Parlamentares, temos alguns dias para mobilizar o nosso País, falar com os Parlamentares e impedir que este projeto seja aprovado, porque, se nós perdermos a nossa voz agora, se nós perdermos a nossa capacidade de nos posicionar, de mostrar os crimes que este Governo comete, de mostrarmos quão grave e acelerado tem sido o ritmo de destruição, nós não teremos a possibilidade de defender nenhum outro direito, como a nossa liberdade, a nossa propriedade privada, a nossa religião, a nossa fé. Nós perderemos a possibilidade de defendermos as nossas vidas, se esse PL for aprovado. Então, queridos amigos brasileiros, trabalhem ativamente nestes próximos dias. Um abraço.
  • 26/04/2023

    Tentativa, por militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST, de invasão da sede do Supremo Tribunal Federal em 2014.

    Palavras-chave oficiais: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),invasão,Supremo Tribunal Federal (STF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós acabamos de ouvir uma mentira. Eu queria corrigir uma informação: no dia 12 de fevereiro de 2014, o MST tentou, sim, invadir o STF. Inclusive, disse o Ministro Lewandowski: "Fui informado agora pela segurança de que o Tribunal corre o risco de ser invadido. Vamos fazer um intervalo na sessão". Foi o que disse o Ministro Lewandowski, que presidia a sessão no lugar do Ministro Joaquim Barbosa. Tentaram, sim, invadir o STF! Invadiram vários órgãos públicos aqui em Brasília. Não me venha com essa! O MST é um grupo terrorista, sim!
  • 25/04/2023Breves Comunicações

    Gafes, erros e equívocos cometidos pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sua recente visita a países europeus. Defesa de rejeição do Projeto de Lei nº 2.630, de 2020, sobre a instituição da Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet (projeto de lei das fake news).

    Palavras-chave oficiais: Viagem oficial,Portugal,Europa,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT) Projeto de lei ordinária,Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet,contrário,Notícia falsa (fake news)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, queridos colegas da Casa, hoje eu venho falar de pelo menos um pesadelo que nós estamos testemunhando há alguns dias e que está chegando ao seu fim, que é essa viagem do nosso Presidente à Europa. Nós nunca tivemos uma culminação de tantas gafes, de tantos erros, de tantos equívocos acontecendo numa única viagem presidencial. Primeiro que ele saiu daqui fugido, não podemos nos esquecer disso, quando surgiram as imagens do seu general participando do vandalismo aqui no Congresso Nacional. Para não ter que responder às perguntas dos jornalistas, ele adiantou a sua viagem — para não estar na imprensa. Só que o que ele não sabia é que ao chegar a Portugal — e a rejeição que existe contra ele aqui no Brasil também é espelhada na nossa colega nação portuguesa — descobriria que não poderia discursar no plenário, porque haveria uma manifestação contra ele, com cartazes de "Lugar de ladrão é na prisão". De onde eles tiraram essa ideia, não é mesmo? Lá, o pai dos pobres começa a fazer compras em lojas de luxo, a dar mais declarações espalhafatosas que colocam o Brasil numa situação de piada internacional ao defender a Rússia contra a Ucrânia e ao colocar Portugal e outras nações da União Europeia, assim como os Estados Unidos, como responsáveis por essa guerra que está acontecendo. Foi escrachado pela imprensa internacional. Depois, quando recebeu uma pergunta de uma jornalista em Portugal sobre o porquê de ele ter falado tamanho absurdo — pasmem, meus amigos —, o Presidente do Brasil se esqueceu de como falar em português. Ele simplesmente fingiu que não entendeu a pergunta para não ter que responder a essa indagação. Como se isso não fosse ruim o bastante, hoje houve uma manifestação contra ele. No Brasil? Não! O seu grau de putrefação, de destruição é tão grande que até mesmo pessoas de outras nações vão às ruas para protestar contra o Presidente brasileiro. Isso é inédito. Lembro que, quando Bolsonaro viajava — aquele, que era tão atacado pela imprensa —, era recebido por milhares de pessoas, em qualquer nação. Lula é recebido por centenas de pessoas, querendo expulsá-lo de sua nação. Se isso não fosse o suficiente, temos que testemunhar o Brasil virar uma piada internacional, mas pelo menos o Presidente fujão está usando uma gravata de mil reais, comprada pela "Esbanja", a nossa Primeira-Dama. Estamos vendo esse Governo tentando censurar a população do nosso País. Esse Governo criminoso está tentando censurar a liberdade de expressão, destruir por completo a capacidade que nós temos de vir aqui e fazer o que fiz agora, apontar para os escândalos, para os erros, para os gastos do dinheiro público por esse Governo criminoso, que chocou até mesmo a imprensa de Portugal. Eles estão tentando nos calar e vão fazer isso, através do PL da censura. Não se trata do PL das Fake News, que isso fique bem claro, mas do PL da censura, que nós vamos fazer de tudo para evitar que tenha bom êxito nesta Casa.
  • 12/04/2023

    Alteração do orçamento do INSS pelo Governo Federal. Vinculação entre a ideologia da Esquerda e atentados ocorridos no ambiente escolar.

    Palavras-chave oficiais: Crime,Governo federal,Dados,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Contestação,Discurso parlamentar,Esquerda política,Ideologia política,Família,Educação,Violência,Escola,Ceará,Defesa,Direita política,Cristianismo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Olá, caros colegas! Eu pensei em vir aqui hoje falar sobre mais um crime cometido pelo Governo, só que isso já se tornou notícia velha, já não espanta mais ninguém, na verdade é o que esperamos todos os dias. Só para que todos saibam, eu ia falar da pedalada dos 7 bilhões de reais, da alteração que o Governo fez em alguns dados para poder se enquadrar no INSS, o que já deveria levá-lo para um impeachment, quem sabe talvez até retirasse a facção da Presidência. Eu não vou falar sobre isso. Eu vou falar sobre algo que eu esperava que não fosse necessário, que haveria um mínimo de bom senso, de decência por parte dos Parlamentares desta Casa, que seria respeitar a dor das famílias que estão sofrendo com a perda da vida dos seus filhos e com o medo de deixar seus filhos nas escolas. É abominável testemunhar alguns Parlamentares do grupinho da facção criminosa da Esquerda virem aqui e tentarem colocar nas costas da Direita, dos conservadores, dos cristãos, o que está acontecendo hoje. Pois, então, eu vou falar a verdade, a verdade que a maioria de nós sabemos, mas às vezes optamos por não mencionar com medo de polêmica. O que nós estamos testemunhando hoje, meus amigos, é o resultado da engenharia social praticada pela ideologia da Esquerda ao longo dos últimos 40 anos, que ataca a estrutura da família, que tira Deus da escola, que tira Deus das nossas vidas, que ataca os cristãos, que sexualiza as crianças, que ensina na sala de aula que se deve, sim, odiar autoridade, que ensina na sala de aula que o criminoso é bonzinho e a sociedade é má, que se deve lutar contra a opressão, que confunde a cabeça dos nossos filhos, até mesmo a identidade deles, se são meninos ou meninas. Amigos, nós estamos testemunhando o resultado dessa ideologia. Onde vocês achavam que isso iria dar? Qual é o resultado que os senhores realmente acreditavam que viria de todos esses ataques aos pilares da nossa sociedade? Eu vou dizer qual é o resultado: famílias quebradas, homens e mulheres em guerra, brancos e negros em guerra, crianças e adultos em guerra, crianças frágeis, que não sabem lidar com suas emoções e frustrações, que não têm exemplos a seguir, que são ensinadas a agir com violência em qualquer situação de dificuldade, porque não houve ali uma família para lhes dar estabilidade emocional. Essa é a verdade! E tentar deturpar isso por um motivo político é canalhice! Então, deixem de canalhice! Não sejam canalhas e respeitem a dor das famílias! Vamos trabalhar para que isso pare de acontecer! Sobem à tribuna e usam isso de forma política — parabéns para vocês! —, mas na hora de adotar uma ação para impedir que uma criança seja assassinada amanhã, não fazem nada. Cadê os guardas nas escolas? Hoje, em mais uma escola, no Ceará, houve um ataque, com machadinha — não foi com arma de fogo, não foi por nenhum defensor de arma —, por mais uma criança doente. Até quando vocês vão transformar isso em ferramenta política? Tenham o mínimo de bom senso e de respeito! Era o que tinha a dizer. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 12/04/2023Breves Comunicações

    Repúdio ao discurso da Esquerda na defesa de Deputado do PCdoB acusado de assédio sexual.

    Palavras-chave oficiais: Deputada federal,Vítima,Assédio sexual,Deputado federal,Violência de gênero,Esquerda política,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu não vou demorar nem 1 minuto, só alguns segundos. Prometo. Não quero interromper mais, e eu acho que já está na hora de este assunto chegar ao fim. Eu só quero que fique registrado nos Anais da Casa o argumento usado pela turma da Esquerda para defender o assediador hoje, um evento escandaloso que aconteceu. O argumento é muito simples, e eu quero que os senhores prestem atenção, colegas: o.k. assediar uma Deputada, desde que esteja defendendo uma outra Deputada. Essa foi a mensagem passada aqui hoje. Então, a mensagem que está sendo passada, Deputados, é que, se os senhores forem sair em defesa de uma Deputada, os senhores podem assediar uma outra Deputada. É o cúmulo da hipocrisia o argumento que eles estão tentando usar para defender o coleguinha do PCdoB!
  • 11/04/2023Breves Comunicações

    Balanço negativo dos 100 primeiros dias de Governo Luiz Inácio Lula da Silva. Vinculação entre a doutrina ideológica da Esquerda e a sequência de ataques a escolas brasileiras.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Governo federal,Presidente da República,Desemprego,Política econômica,Política externa,Política ambiental,Política fiscal,Partido dos Trabalhadores (PT),Balanço,gestão,avaliação negativa Atentado,Escola,Violência,Segurança pública,Bullying,Crítica,Ideologia política,Esquerda política,Família

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Boa tarde, queridos colegas. Hoje, dia 11 de abril, nós estamos completando 100 dias do Governo Lula. Na verdade, hoje nós estamos testemunhando duas tragédias. A primeira tragédia diz respeito justamente aos 100 dias desse Governo, que, nos seus primeiros 3 meses, conseguiu assustar toda a população do Brasil e bateu recorde de escândalos no início de um governo no País. Nós estamos falando do aumento do desemprego, do aumento das invasões, da maior retirada da poupança da história — a população sabe que tem que deixar o dinheiro em casa, porque o Governo provavelmente vai roubar suas economias —, do segundo pior desempenho da bolsa desde 1995. A Odebrecht voltou a fechar contratos de 1 bilhão de reais com o Governo para financiar obras em outros países, no caso, uma ditadura. Cito ainda a queda de 8,12% do IBOVESPA; o recorde em desmatamento, mais uma vez sob a liderança da Marina Silva; o aumento da gasolina; o aumento da inadimplência do povo brasileiro, que está perdendo cada vez mais seu poder aquisitivo; o pior trimestre das montadoras em 19 anos; a inequívoca ligação do PT com o PCC; o Brasil virando piada internacional, chacota diante do mundo inteiro, depois que Lula disse que ia dar um jeito na guerra da Rússia com a Ucrânia, tomando uma cervejinha; o rombo de 41 bilhões de reais em fevereiro; a guerra contra o marco do saneamento; o aumento da picanha e da cerveja; e o FMI falando que o Brasil vai crescer abaixo da média do mundo. Tudo o que eu acabei de falar para vocês, queridos colegas, é fichinha perto da verdadeira tragédia que está acontecendo agora. Nós estamos testemunhando o resultado de décadas de engenharia social através da ideologia dos nossos colegas da Esquerda, da ideologia progressista e socialista. Nós estamos testemunhando o ataque à estrutura familiar, aos nossos valores, aos nossos princípios; o enaltecimento do bandido, do criminoso. Como consequência dessas famílias quebradas, como consequência desses ataques à nossa fé, como consequência desse sequestro ideológico que acontece dentro das salas de aula, nós estamos vendo uma geração doente. Os nossos jovens — a razão pela qual nós estamos aqui hoje, que é entregar um mundo melhor aos nossos filhos — estão doentes. Nós estamos presenciando uma sequência de ataques a escolas no País. Os pais, pasmem, estão com medo de levar os filhos para a escola. Primeiro, era o problema da doutrinação e, agora, ataques, tentativas de homicídio, essa violência, esse bullying que os jovens já não têm mais estrutura cognitiva para poder superar. Eles estão sucumbindo ao recurso da violência. Eu conversei hoje com a diretora de uma escola estadual, e ela me disse que falou com os alunos sobre o que estava acontecendo, e os alunos disseram assim: "Ah, professora, mas também, né? Ele estava sofrendo bullying, ele estava lutando contra a opressão". Que ideologia enfiou isso na cabeça dos nossos filhos? Onde estão os pais das nossas crianças para oferecer a estabilidade de uma família, um lar de valores, o autocontrole? Nós estamos fracassando como sociedade. Enquanto nós estamos falando de pautas superficiais, os nossos filhos estão pedindo ajuda. A nossa função é essa, meus amigos! Há uma frase que diz: "O maior teste de moralidade de uma Nação é a forma como ela protege e cuida dos nossos filhos". Está sobre os nossos ombros a responsabilidade de mudar isso agora!
  • 30/03/2023Breves Comunicações

    Desespero da Esquerda com o retorno do ex-Presidente Jair Bolsonaro ao Brasil. Apoio popular ao ex-Presidente da República. Ligação do governo petista com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital - PCC.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,retorno,recepção,Presidente da República,retirada,Veículo blindado,suspeita,Conspiração (crime),Partido dos Trabalhadores (PT),comprometimento,Organização criminosa Presidente da República,declaração

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Queridos amigos Parlamentares desta Casa, hoje é um dia um tanto quanto curioso. É palpável, qualquer pessoa consegue perceber que existe no ar um desespero na voz, no timbre, no comportamento dos nossos colegas da Esquerda. O que nós estamos vendo é que o retorno do Presidente Bolsonaro fez tremer as pernas desse pessoal, que achou que iria conseguir destruir o nosso País sem que houvesse um obstáculo, sem que houvesse uma oposição. Inclusive eu me sinto até na obrigação — veja a situação a que nós chegamos — de vir aqui conversar com meus colegas da Esquerda em defesa do Lula. Ouve-se, nos bastidores desta Casa, que estão todos pedindo que o Lula cale a boca, que o Lula pare de falar. Queridos colegas, não peçam isso ao seu Presidente. Deixem que ele fale bastante. É preciso que ele fale muito, porque isso facilita o nosso trabalho. Então, eu peço que os senhores respeitem o Presidente e o deixem continuar falando as besteiras dele. Como o próprio Bolsonaro disse, do jeito como as coisas estão indo, este Governo nem precisa de oposição. Mas uma coisa chamou a atenção. Hoje, o verdadeiro Presidente dos corações da maioria do povo brasileiro voltou ao território nacional, e, curiosamente, de novo, milhares de pessoas foram às ruas recebê-lo. Enquanto isso, o Presidente de V.Exas., aquele ligado ao PCC e facções criminosas, não pode andar nas ruas do país onde ele foi eleito. O Presidente Bolsonaro chegou ao aeroporto e foi recebido por milhares de pessoas. E, para este Governo não passar tanta vergonha, ele teve que ordenar à Polícia Federal que proibisse o Presidente de falar com o povo, meus amigos. Olhem que curioso! O Presidente foi proibido pela facção criminosa que está na Presidência de ser recebido pelo povo que estava lá para recebê-lo, para vê-lo, para mais uma vez apoiá-lo. E, ao chegar ao hotel onde fica a sede do PL, mais uma multidão estava lá aguardando para recebê-lo, mais uma vez, de verde e amarelo. Nem mesmo o ladrão de nove dedos, quando chegou aqui, foi recebido por esse número de pessoas. É um tanto quanto estranho, não é, meus amigos Parlamentares? Algo errado não está certo nessa equação. Já caminhando para a conclusão desta fala, quero dizer que uma coisa muito grave aconteceu. Durante o período em que Bolsonaro foi Presidente, ele nunca negou proteção a nenhum dos seus adversários, principalmente ao próprio Lula. Assim que eles ficaram sabendo que Bolsonaro voltaria para o Brasil, Lula ordenou que fosse retirado o carro blindado do Presidente. Espera lá! Nós estamos falando de um Governo que já tem ligação comprovada com o PCC, que já estava arquitetando para matar um Senador da República, inclusive o próprio Lula riu disso, e ele pede para retirar o carro blindado? Isso, sim, faz levantar muitas suspeitas. Tudo leva a crer que o PT e suas abrangentes outras organizações criminosas, como o PCC, já estão arquitetando um próximo assassinato. Só que, desta vez, o Brasil não vai deixar. Nós não vamos permitir isso. O Presidente será protegido. E não adianta tirar o carro blindado do nosso Presidente, porque ele vai voltar a sentar na cadeira presidencial, e Lula vai voltar para a prisão.
  • 29/03/2023Breves Comunicações

    Acusação do orador contra o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva por prática de corrupção e outros crimes. Ligação do PT com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital - PCC.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Esquerda política,atuação,Parlamentar,comportamento,Defesa,Presidente da República,Condenação judicial,Corrupção,Financiamento,Ditadura,Partido dos Trabalhadores (PT),comprometimento,Organização criminosa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Queridos colegas Parlamentares, eu gostaria de falar principalmente com as pessoas mais de centro-direita, de direita, que compõem o Parlamento aqui em Brasília. Vamos pegar leve com os nossos colegas de esquerda, colegas. Vamos baixar o tom. Vejam só, não deve ser fácil ser um Parlamentar de esquerda hoje e ter que vir aqui todos os dias defender um criminoso da estatura do Lula. Deve ser muito sofrido. Com certeza, essas pessoas estão com dificuldade de olhar para seus filhos, de olhar o seu próprio reflexo no espelho, de ter que vir aqui defender um criminoso que ri quando uma facção criminosa ameaça tirar a vida de um Senador da República; um criminoso que diz que policial não é gente; um criminoso que defende a legalização das drogas e do aborto; um criminoso que está destruindo a passo acelerado nosso País, de tal forma que, nem mesmo a imprensa, que fez campanha para ele, agora está conseguindo mais passar pano. Já existe o termo "os arrependidos do Lula". Só que os arrependidos do Lula já se tornaram a maioria do lado de lá, que fazia campanha para ele no ano passado. É impressionante a velocidade com que cresce a rejeição a esse ladrão. Eu me refiro a ele como ladrão porque ele está roubando o futuro do Brasil. Eu não vou nem me referir a todos os processos nos quais ele foi condenado e, posteriormente, descondenado pelos seus colegas escolhidos na Suprema Corte brasileira. Não! Isso são águas passadas. O roubo que está acontecendo agora é muito maior, muito mais danoso. Nós estamos falando de um chefe de uma facção que está roubando o futuro dos nossos filhos. Nós estamos falando de um cara que está agora tentando financiar ditaduras pelo mundo, voltando com o programa de escravidão Mais Médicos. Nós estamos falando de um cara que está fazendo reuniões com a China e a EBC para trazer a empresa estatal chinesa em parceria com a EBC ao Brasil. E a relação com o PCC já não é mais uma dúvida; é uma certeza. Antes, muitos de nós, colegas Parlamentares, fomos censurados, tivemos conteúdo retirado das redes sociais por afirmar que havia uma relação entre PT e PCC. Agora, nem mesmo a imprensa se atreve a fazer isso, tamanho o peso das evidências que nós já temos. Há um ditado que diz que, às vezes, é necessário passar por um período de escuridão para valorizar a luz. Nós estamos passando por um período de escuridão agora. Eu espero que o Brasil saia desse período mais forte, mais convicto, para que nós possamos nunca mais incorrer no erro de deixar um partido ligado a facção criminosa ocupar a Presidência do nosso País, de deixar que a imprensa do nosso País faça campanha por uma facção criminosa — agora, mesmo estando recebendo dinheiro como nunca antes na história, não consegue defender as façanhas e os feitos desse criminoso. Então, colegas Parlamentares, para concluir, peço-lhes que peguemos leve com nossos colegas de esquerda. Eles estão sofrendo muito. Eu tenho certeza de que deve ser muito difícil subir à tribuna todos os dias e defender o chefe da facção. Eu acredito que alguns sejam até obrigados a fazer isso, porque não querem ter o mesmo destino de Eduardo Campos, não querem ter o mesmo destino do Daniel, não querem ter o mesmo destino de antigos apoiadores do PT que sumiram do mapa repentinamente. Obrigado.
  • 28/03/2023Breves Comunicações

    Participação de empresários condenados pela Operação Lava-Jato na viagem oficial do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva à República Popular da China. Reprovação, por 90% da população brasileira, da declaração do Presidente da República a respeito do plano de assassinato do Senador Sergio Moro e sua família. Presença do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania para esclarecimento de sua visita, sem escolta armada, a comunidade dominada por facção criminosa.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,declaração,Organização criminosa,Homicídio,Ex-juiz Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),esclarecimento,Presença,Comunidade Andina das Nações (CAN),Rio de Janeiro (RJ) Presidente da República,Visita oficial,China,Comitiva,Empresário,Condenação,Operação Lava Jato

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Presidente, dando sequência à fala do meu colega Deputado que acabou de falar antes de mim, vamos lembrar também que está na China agora a escolha do Presidente Lula — ainda é difícil falar —, duas pessoas que foram condenadas na Operação Lava-Jato, inclusive delataram o Lula por ter recebido dinheiro de forma ilegal. O que é mais curioso e não cansa de chamar atenção é como duas pessoas condenadas na Lava-Jato e que delataram o descondenado Lula foram convidadas por ele para ir à China representar o Brasil. Como funciona essa lógica? Serão convidados por Lula também os Nardoni para ir à China representar as famílias brasileiras? É essa a lógica da Esquerda? Bom, pelo menos hoje nós podemos ter uma certeza. Nós sabemos hoje o número exato de psicopatas em nosso País. Foi feita uma pesquisa, que está em minhas mãos, e, de acordo com ela, 90% reprovam Lula por fala sobre armação de Moro. Aquela famigerada fala, meus queridos colegas, na qual ele zomba, ele ri de uma facção criminosa que ameaça matar e torturar a família de um Senador da República, 90% se dizem contra ela. Isso não é bom, Deputado. Isso quer dizer que nós temos em nosso País hoje 10% da nossa população tão ideologizada, tão sequestrada por essa nefasta ideologia, que acha que isso não é ruim. Entre essas pessoas está, obviamente, o Presidente da República, que foi o autor dessa fala, que, por si só, deveria ser considerada um crime. E neste momento nós temos o nosso Ministro da Justiça tendo que responder perguntas um tanto quanto absurdas — se nós vivêssemos em um País normal. Eu falo de perguntas como estas: "Como o senhor foi visitar uma área dominada por facção criminosa sem escolta da polícia? Quem lhe deu autorização? Que garantia o senhor teve de que nada seria feito contra a sua pessoa, sendo que nem uma ambulância pode entrar nessa área, com medo de levar bala; sendo que nem polícia entra nessas regiões?" Agora ele está tendo que se explicar lá. E, de agora em diante, eu quero que fique bem claro para os meus amigos Parlamentares da Esquerda, que, a partir de agora, todos os dias os seus líderes criminosos estarão aqui neste Congresso respondendo pelas besteiras, pelos crimes, pelos desfeitos e pelos estragos que os senhores estão acarretando ao nosso País. Não haverá nem sequer 1 dia de descanso. Se for pelas besteiras, provavelmente, o Flávio Dino passará mais tempo aqui do que no Ministério da Justiça.
  • 22/03/2023Breves Comunicações

    Repúdio à gestão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Envolvimento do governo petista com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital - PCC.

    Palavras-chave oficiais: Governo,Partido dos Trabalhadores (PT),atuação Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),comprometimento,Organização criminosa,planejamento,Homicídio,Senador,Ex-juiz

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GUSTAVO GAYER (PL - GO. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Tentarei ser o mais conciso possível, mas são muitas coisas a serem ditas. Da quinta-feira da semana passada até esta quarta-feira, eu preparei uma pequena lista dos maiores escândalos deste Governo, desta quadrilha que ocupou a Presidência do Brasil. Foi uma pequena lista que tem coisas como, por exemplo: o Paulo Pimenta, com uma casa de 1,6 milhão de reais, e declarou apenas 122 mil reais; o sigilo às visitas do Palácio; um lulista matando bolsonarista; a escalada do preço dos remédios; o Lula, que continua brigando com o Banco Central e colocando os seus terroristas da CUT para irem às ruas botar fogo no nosso País; a reforma tributária, que aumenta em 210% o setor de serviços, 33% dos transportes, 210% nas escolas; e 25% de imposto de consumo; os bancos que estão suspendendo os empréstimos consignados; o próprio Governo estima o estouro da inflação; os livros de economia agora estão obsoletos, não prestam mais, de acordo com aquele cidadão que nunca leu um livro na vida dele e ocupa a Presidência; nós temos a paralisação da produção das montadoras Volkswagen, General Motors, Hyundai e Stellantis e Mercedes-Benz; nós temos o Lula convidando um cara que o delatou e foi condenado na Lava-Jato para viajar com ele para a China. Repito: Lula convidou um cara que o delatou e foi condenado na Lava Jato para viajar com ele para a China! Mas isso acontece, não é? E aí nós temos uma frase ontem do Lula. Nós chegamos ao assunto que eu quero falar agora: no diálogo cabuloso. O diálogo cabuloso voltou, senhoras e senhores! Os senhores lembram-se daquela interceptação telefônica de 4 anos atrás, em que um líder do PCC disse que "com o PT nós tem diálogo cabuloso"? Depois disso, nós tivemos o contador do PCC, que também foi o mesmo contador do Lula; nós tivemos Vereador do PT em São Paulo ligado à lavagem de dinheiro com o PCC; nós tivemos o líder do PCC, Marcola, pego em interceptação telefônica dizendo que apoia o Lula; nós tivemos a transferência do Marcola para Brasília; nós tivemos o Flávio Dino indo a uma região dominada por facção criminosa. E depois, como se isso já não fosse o bastante, queridos senhores e senhoras, o diálogo voltou, mas o diálogo cabuloso. Num dia, o Lula faz uma ameaça, ele diz que chegou à Presidência para se vingar. Nesse mesmo dia, ele fala que vai ferrar com todo mundo. No dia seguinte, quando o chefe da maior quadrilha do Brasil disse que iria se vingar, nós descobrimos que a quadrilha do PCC estava planejando matar um Senador da República e outras figuras públicas. A pergunta é: Quais outras figuras públicas são essas? Eu? Alguns dos nossos Parlamentares de direita? São esses os alvos que poderão ser assassinados por essa quadrilha que ocupou o Governo do Brasil? Essa é a democracia da Esquerda! E sempre foi a democracia daqueles que assassinam quem pensa diferente. Estamos aqui para dizer que não temos medo do PCC. Não temos medo do Comando Vermelho nem de qualquer outra quadrilha que o Flávio Dino vá visitar ou que faça apoio aberto ao chefe da quadrilha, Lula. Nós vamos continuar defendendo os nossos valores, os nossos princípios e lutar contra a facção criminosa maior do Brasil que é o PT! Obrigado.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.