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Detector de Bananada
Foto de Eduardo Velloso

Deputado · Câmara

Eduardo Velloso

SOLIDARIEDADE · AC

Centro-direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Eduardo Ovídio Borges de Velloso Vianna · 50 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 82 de 100, Cara Bom0406080100

82/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 69% dos deputados · média do partido: 75

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 91%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 84%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 72%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 48%das 659 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 78%das 514 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.eduardovelloso@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5292
Gabinete
Gabinete 292, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

91%

Esteve em 333 de 367 sessões

Melhor que 30% dos deputadosMédia do partido: 91%

Votou nas votações

84%

Registrou voto em 860 de 1.018 votações nominais

Melhor que 59% dos deputadosMédia do partido: 77%

Iniciativas que viraram lei

0

de 37 projetos apresentados (0%)

3 avançaram · 27 em andamento · 7 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

48%

Em 659 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 23% dos deputadosMédia do partido: 77%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

61 discursos na tribuna · de 14/02/2023 a 16/06/2026.

  • 11/06/2024

    O Deputado relatou a situação de isolamento de quatro Municípios no Acre. Mencionou também audiência pública sobre pessoas com transtorno do espectro autista, destacando o estudante Davi, que enfrenta dificuldades no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por falta de provas adaptadas. Por fim, fez um apelo ao Governo Federal para atender às necessidades educacionais do Acre, um Estado que sofre com isolamento, altos custos de mercadorias e problemas na malha aérea.

    Palavras-chave oficiais: Infraestrutura,Malha aérea,Educação,Pessoa com transtorno do espectro autista,Exame Nacional do Ensino Médio (Enem),Desenvolvimento regional,Acre,Município,Igualdade de oportunidade

    Ler a transcrição oficial
    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, nós Parlamentares temos um papel importante, principalmente para nossos Estados, para, de alguma forma, diminuir as desigualdades e levar desenvolvimento para os Municípios e para os nossos Estados. Esse final de semana, tive a oportunidade de estar em um dos quatro Municípios do nosso Estado totalmente isolados. Isolados por quê? Porque o órgão público foi contra até o direito de se construir uma estrada. Hoje participei de uma audiência pública, em uma Comissão da Câmara Federal, que tratava das pessoas com transtorno do espectro autista. E eu falo a V.Exas.: se já é difícil a inclusão dessas pessoas aqui no Centro-Oeste, no Sul, no Sudeste do Brasil, imaginem no Norte, imaginem naquela cidade totalmente isolada! Hoje, no Estado do Acre, temos quatro Municípios totalmente isolados. Era para estarem ligados aos restantes através de estradas, e hoje temos dificuldades na construção dessas estradas. E me comoveu muito o discurso do estudante Davi, lá do nosso Estado do Acre, que sonha em fazer uma faculdade pública. Isso hoje foi matéria de discussão nessa audiência. E eu falo a V.Exas.: ele prestou o ENEM como treineiro, e, por ter o transtorno do espectro autista, teve dificuldade porque a prova não é adaptada. Ele não tem condições de igualdade em relação aos outros, não tem aquilo que está na nossa Constituição, que é a igualdade. Existe prova diferenciada na escola, mas não existe nos concursos. Aqui vai um pedido para o Governo Federal. Nosso Estado já sofre demais. Já sofre com isolamento, já sofre com dificuldade de chegar lá mercadoria, tudo é mais caro, a malha aérea quase não chega lá. E agora, a educação, que é o que transforma a vida dos nossos jovens, o nosso futuro, no nosso Estado, está comprometida. O futuro das nossas crianças está comprometido, principalmente nos Estados do Norte. Então, aqui vai um apelo às nossas autoridades para que olhem com carinho essas dificuldades. De alguma forma, o nosso Estado, assim como o Estado do Rio Grande do Sul, passou por calamidade: em 19 Municípios, houve enchente. O SR. PRESIDENTE (Júlio Cesar. Bloco/PSD - PI) - Peço que conclua. O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC) - Precisamos salvar essas crianças, seja através de infraestrutura, seja através do que for preciso, para que o nosso Brasil tenha menor diferença entre o Norte e o restante do País. Eu gostaria que o meu pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil e pelos demais meios de comunicação da nossa Casa. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 11/06/2024

    O Deputado registrou com satisfação a presença de diversos Vereadores de Rio Branco (AC), incluindo João Marcos Luz, Antônio Morais, Raimundo Neném, Presidente da Câmara Municipal, Rutênio Sá e Lene Petecão.

    Palavras-chave oficiais: Rio Branco (AC),Vereador,Câmara Municipal,Saudação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. É com muita satisfação e honra que eu quero registrar a presença do Vereador João Marcos Luz; do nosso amigo Vereador Antônio Morais; do Presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, a nossa Capital, o Vereador Raimundo Neném; do nosso Vereador Rutênio Sá; e da Vereadora Lene Petecão, mulher que está aqui abrilhantando a nossa Casa. Sejam bem-vindos à nossa Casa! Aqui é a Casa do Povo, uma extensão da casa de vocês. Espero que gostem da visita, especialmente sob a Presidência do nosso amigo jogador de sinuca, que está me dando uma aula. (Risos.) Um abraço, Presidente! Muito obrigado.
  • 11/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou a presença do Vereador Rutênio Sá do Rio Branco (AC), elogiando seu trabalho focado na área da saúde, da qual ambos compartilham interesse, sendo o Vereador um dentista dedicado. Enalteceu a contribuição do Vereador na capital do Estado, ressaltando sua presença significativa na sessão da Casa.

    Palavras-chave oficiais: Vereador,Rio Branco (AC),Saudação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero hoje registrar com muita satisfação que estamos recebendo o Vereador Rutênio Sá, que tem um mandato muito voltado à área da saúde, que é minha área também. S.Exa. tem a formação em odontologia — é dentista — e faz um trabalho brilhante na nossa Capital. Queria registrar aqui na nossa Casa a brilhante presença do nosso Vereador. Obrigado, Presidente.
  • 05/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado abordou os desafios enfrentados por cidades após calamidades públicas, como enchentes, que devastam empresas e deixam muitas famílias em situações precárias. Ele destacou o impacto das enchentes recentes em Rio Branco e outras áreas do Acre, onde milhares ficaram desabrigados. Ele apresentou o Projeto de Lei nº 2.189, de 2024, que propõe a isenção de taxas de inscrição para concursos públicos para candidatos que moram em regiões afetadas por emergências ou calamidades reconhecidas pelo Governo Federal nos últimos 36 meses. Pediu o apoio dos colegas Parlamentares para a aprovação do projeto, que visa aliviar o fardo das vítimas dessas tragédias.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,isenção,Taxa de inscrição,Concurso público,Vítima,Calamidade pública,Situação de emergência,Enchente,Rio Branco (AC),Acre

    Ler a transcrição oficial
    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, como ficam as cidades após calamidade pública? Percebemos que existe uma devastação relativamente às empresas. Muitas delas não conseguem se reerguer. Como ficam aqueles pais de família que estavam empregados e têm que sustentar sua família, seu filho, sua filha? O que devemos fazer? Apresentei o Projeto de Lei nº 2.189, de 2024, e peço a todos os pares que o aprovemos, pois o considero de extrema relevância, especialmente para essas pessoas que estão passando por dificuldade. Às vezes, elas têm o sonho de fazer um concurso, e não têm condições de pagar a taxa de inscrição. Esse projeto de lei tem o objetivo de conceder isenção da taxa de inscrição para os candidatos que comprovarem residência em local em que houve reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública nos últimos 36 meses. Senhoras e senhores, no meu Estado, em 19 dos 22 Municípios houve alagação, assim como no Rio Grande do Sul. Rio Branco, a Capital do meu Estado, é um exemplo trágico. Neste ano, a enchente atingiu mais de 50 bairros, mais de 20 comunidades rurais. Mais de 4 mil pessoas ficaram desabrigadas só na nossa Capital. No Estado inteiro, mais de 70 mil pessoas foram afetadas. Isso aconteceu num Estado que já é pobre. Imaginem a situação após a enchente. E, hoje, quase ninguém mais se lembra do que aconteceu. Quero deixar esse pedido a todos os Deputados, a todas as Deputadas, para que apoiem esse PL, que vai fazer com que pessoas que comprovem que residem em cidades onde houve alagamento ou qualquer tipo de calamidade pública em relação a que exista comprovação federal, fiquem isentos da taxa de inscrição em concursos. Faço esse pedido a todos. Sr. Presidente, peço que autorize que esta fala seja divulgada pelos meios de comunicação desta Casa.
  • 04/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou a preocupante situação da saúde no seu Estado, especialmente a falta de leitos de UTI para adultos e crianças. Ele compartilhou uma experiência pessoal de quase perder sua filha devido à escassez desses recursos essenciais. Nos últimos 10 dias, lamentou a perda de mais de quatro crianças para um vírus que causa insuficiência respiratória, ressaltando a importância de uma intervenção eficaz do Governo Federal nessa questão. Além disso, enfatizou a necessidade de campanhas de doação de sangue, especialmente durante o "Junho Vermelho", para garantir o suprimento necessário para aqueles que precisam de transfusões sanguíneas, como os pacientes em UTIs. O Deputado também elogiou a gestão eficiente do Secretário de Saúde Manuel Barbosa em uma cidade vizinha ao Acre, destacando a importância de aprender com bons exemplos na área da saúde.

    Palavras-chave oficiais: Acre,Falta,Leito de unidade de tratamento intensivo - UTI,Vírus,Insuficiência respiratória,Saúde pública,Governo federal Junho Vermelho,Doação de sangue,Transfusão de sangue,Paciente grave Secretário de Estado,Saúde,Boca do Acre (AM),Elogio,gestão

    Ler a transcrição oficial
    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Boa tarde, Sras. Deputadas, Srs. Deputados. Eu venho aqui para falar de uma pauta que mexe com todos nós e que nos mobiliza: a saúde dos nossos brasileiros, das nossas crianças. No nosso Estado, hoje, nós observamos que faltam leitos de UTI tanto para adultos quanto para crianças. Recentemente, eu passei um sufoco muito grande: corri o risco de perder a minha filha. É o que acontece quando estamos diante da possibilidade de perder uma criança. Nos últimos 10 dias, perdemos mais de quatro crianças para um vírus que acarreta insuficiência respiratória e, depois, evolui para infecção bacteriana. Às vezes, essa perda se dá por se chegar tarde a uma UTI. Nós temos que refletir e pedir ajuda ao Governo Federal, a fim de que dê uma olhada, com carinho, para a nossa saúde. Quero ressaltar que nós estamos no Junho Vermelho, quando diminui muito a doação de sangue. Doar sangue significa doar vida, salvar o próximo. Várias cirurgias fazem com que pessoas precisem de doação de sangue. Várias pessoas que estão na UTI precisam de doação de sangue. Doar sangue é ter solidariedade, é incluir os menos favorecidos, é fazer com que alguém que esteja mal de saúde passe a ter uma vida saudável. Nós pedimos ao HEMOACRE e ao nosso Governo que se mobilizem, para que não aconteça a baixa que geralmente acontece nos meses que precedem as férias do mês de julho. Eu quero fazer um agradecimento. Na vida nós temos duas formas de aprender: ou aprendemos com o tempo ou aprendemos com quem sabe. Às vezes, nós não temos tempo e morremos antes de aprender. E aqui eu quero parabenizar o Secretário de Saúde Manuel Barbosa, de uma cidade do Amazonas vizinha ao Estado do Acre a qual eu tive a oportunidade de visitar. Ele administra uma cidade pequena chamada Boca do Acre e já bateu a meta, nos 3 primeiros meses de 2024, de cirurgia eletiva, de cirurgias de especialidades do ano inteiro. Nós temos que aprender com quem sabe. Eu tive a oportunidade de, neste final de semana, ir lá e aprender como ele lida com a saúde. Ele municipalizou o hospital, e fizeram uma parceria entre Prefeitura e Governo do Estado. Eu acredito que essa seja a saída para muitos hospitais do nosso interior do Estado do Acre que hoje padecem com dificuldades em atender a nossa população. Sr. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja veiculado nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 07/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado expressou solidariedade ao povo gaúcho diante das catástrofes climáticas no Rio Grande do Sul, destacando o envio de ajuda pelo Governador do Acre para socorrer o Estado. Parabenizou todos os oftalmologistas na figura de seu pai, Paulo Velloso, pelo Dia do Oftalmologista. Por fim, ressaltou sua atuação parlamentar junto ao Governo do Acre, destinando recursos orçamentários por meio de emendas para garantir atendimento e cirurgias oftalmológicas com hora marcada em todos os municípios acrianos.

    Palavras-chave oficiais: Desastre ambiental,Rio Grande do Sul,Mudança climática,Governador,Acre,Inundação,Enchente Homenagem,Dia do Oftalmologista,Pai,Deputado federal,Atuação parlamentar,Governo estadual,Acre,Município,Política de saúde,Tratamento médico,Cirurgia,Oftalmologia,Saúde pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero começar minha fala me solidarizando com todos os gaúchos e dizer que nós acrianos também sabemos o que é uma catástrofe. Neste ano, dos 22 Municípios do Estado do Acre, 17 foram afetados pelas cheias. Manifesto aqui a nossa solidariedade e digo que o Governador do Estado também mandou ajuda ao povo gaúcho, ao nosso querido Estado do Rio Grande do Sul. Mas hoje, dia 7 de maio, quero parabenizar todos os oftalmologistas, porque é o dia deles. Em nome de todos os oftalmologistas, quero parabenizar o meu pai, Paulo Velloso, que é oftalmologista há mais de 50 anos no nosso Estado do Acre. Vou falar sobre o avanço que o nosso mandato está conseguindo levar para o Estado. Quando retornei ao Acre, formado oftalmologista, em 2006, o nosso Estado tinha apenas um Município em que havia atendimento de oftalmologia, mas hoje a realidade é outra. Antes de me tornar Deputado, fiz um esforço e consegui levar atendimento a seis Municípios. Como Deputado, já tive o prazer e a honra de levar atendimento a todos os Municípios acrianos, aos 22 Municípios do Estado do Acre. Agora temos um desafio, desafio esse que, se Deus quiser, até o final do mandato vamos conseguir vencer. Eu quero que o Acre seja o primeiro Estado do Brasil em que haja atendimento e cirurgia com hora e data marcada em todos os Municípios. Não deve haver apenas mutirões. O compromisso é de que, se os Municípios mais distantes necessitam desse especialista, eles o terão, uma ou duas vezes por mês, serão atendidos por ele. Estamos tentando, através do Governo do Estado, através das nossas emendas, realizar esse feito, e tornar o Acre o primeiro Estado da República Federativa do Brasil a oferecer atendimento e cirurgia nessa área em todos os seus Municípios. Presidente, peço que este discurso seja divulgado por todos os meios de comunicação desta Casa e no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 24/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado homenageou o aniversário de fundação do Município de Tarauacá (AC), localizado na Região do Juruá, conhecida pela produção de abacaxis. Além disso, ressaltou sua atuação parlamentar, em parceria com a Prefeita Lucinéia Menezes, destinando recursos de emendas parlamentares no valor de um milhão e meio de reais para o tratamento do Transtorno do Espectro Autista e de quatrocentos e cinquenta mil reais para o desenvolvimento do plano diretor da cidade. Por último, celebrou o Dia da Agricultura, destacando o desenvolvimento do agronegócio no Acre.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem,Aniversário de emancipação política,Tarauacá (AC),Abacaxi,Produção agrícola,Emenda,Recursos orçamentários,Tratamento de saúde,Transtorno do Espectro Autista (TEA),Prefeita,Plano diretor,Atuação parlamentar Homenagem,Dia da Agricultura,Agronegócio,Acre

    Ler a transcrição oficial
    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Hoje quero falar de uma cidade, da cidade de Tarauacá, uma cidade localizada na região do Juruá, a qual é conhecida no Estado por produzir um dos maiores abacaxis do mundo. Existe lá abacaxi de todos os tamanhos e para todos os gostos. Hoje Tarauacá está fazendo 111 anos de fundação, e quero parabenizar a população tarauacaense pelo transcurso de mais 1 ano da sua cidade. Como representantes da saúde, nós sabemos das dificuldades enfrentadas pelas pessoas para o tratamento do Transtorno do Espectro Autista. Tarauacá é uma cidade distante mais de 400 quilômetros da nossa capital, que oferece excelente tratamento para crianças que sofrem com o Transtorno do Espectro Autista, que é um exemplo para todos os Municípios do Acre. Quero falar para a população de Tarauacá que nós destinamos 1 milhão e meio de reais exclusivamente para o tratamento do Transtorno do Espectro Autista. É um trabalho que nós estamos fazendo em conjunto com a Prefeita Lucinéia Menezes. Fazer o tratamento aqui na Região Centro-Oeste ou na Região Sudeste do Brasil já é difícil. Imaginem para quem mora num Município do interior do Acre. Então, esses recursos foram garantidos, o valor de 1 milhão e meio já está provisionado. Se Deus quiser, não vai parar esse tratamento. Ele está garantido para todo o ano de 2024. Pensando também em modelo de cidade e de crescimento, para que as cidades do interior cresçam de maneira sustentável, de maneira que possam dar o melhor a todos os cidadãos, porque sou acriano e sei da dificuldade que é viver na Região Norte do Brasil, garantimos o valor aproximado de 450 mil reais com a chamada "Emenda Pix", para que a Prefeita possa desenvolver um plano diretor decente para a cidade de Tarauacá. Finalizo dizendo que no último dia 20 foi comemorado o Dia da Agricultura. O Acre começa a se desenvolver na agricultura. O agronegócio vem salvando o Brasil, com a arrecadação, e o Acre quer se inserir nesse aprendizado que o resto do Brasil tem sobre agricultura. Quero parabenizar a todos os agricultores, a todos os que fazem o agronegócio. Sr. Presidente, eu peço que este meu discurso seja divulgado em todos os meios de comunicação da Casa, em especial no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 17/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado compartilhou sua experiência pessoal de luta pela vida de sua filha durante uma grave pneumonia. Descreveu a angústia de não encontrar assistência médica adequada em seu Estado, o Acre, e a jornada até Brasília e São Paulo em busca de tratamento. Agradeceu à equipe do Hospital Albert Einstein e à solidariedade e apoio da população acreana. Comprometeu-se a trabalhar pela construção de um hospital infantil digno em seu Estado, expressando sua determinação em evitar que outras famílias enfrentem a mesma situação.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Filha,Pneumonia,Acre,Hospital,Saúde

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Retorno a esta Casa depois de 4 meses de afastamento e aqui quero falar para toda a população sobre um dos momentos mais difíceis que passei na minha vida. Eu tenho uma filha de 9 anos, a Beatriz, que teve uma pneumonia grave, e pude sentir na pele o que é ter um filho doente. Durante esse tempo de internação, começamos uma peregrinação no meu Estado, o Acre, mas, naquele momento, não havia um cirurgião pediátrico para fazer a drenagem do tórax dela. Ela, filha de pai médico e de mãe médica. Saímos de UTI no ar e viemos para Brasília. Ficamos em um hospital aqui de Brasília, e foram mais 5 dias. Ela foi piorando, piorando, piorando, cada dia pior. E, no momento em que ela foi entubada, eu decidi levá-la para um hospital em São Paulo. Nós fomos ao Albert Einstein. Eu quero, aqui, agradecer a toda a equipe do Hospital Albert Einstein pelo carinho com que eu fui tratado. Eu quero agradecer à população do meu Estado, eu nunca vi aquilo, junto com a minha esposa Rejane, o carinho, as orações e tanta fé que aquele Estado depositou junto à nossa família. (O orador se emociona.) Hoje, eu sei qual é o sofrimento da população do Estado do Acre quando tem um filho que... No Acre não existe UTI em hospital particular, e naquele momento a UTI pública não tinha uma vaga. Eu sei que, talvez, por influência política, nós poderíamos conseguir a UTI, mas eu resolvi, por condição, sair de lá. E hoje eu assumo um compromisso com a nossa população. Eu não quero ver ninguém do meu Estado passar por aquele momento que eu passei. É a construção de um hospital da criança digno. E, aqui, eu quero pedir o apoio dos Parlamentares do Estado do Acre, para, juntos, conquistarmos esse avanço. Nós não temos, no nosso Estado, um hospital da criança digno para atender as nossas crianças, que são o futuro do nosso Estado. Eu finalizo agradecendo a todo cidadão acriano pelo carinho, pela fé. Peço aos nossos Parlamentares que, juntos, se Deus quiser, possamos construir um hospital da criança e dar a dignidade e a saúde que a nossa população merece. Meu muito obrigado, Acre, também por nos fazer Deputado neste momento. É graças a vocês. E eu vou lutar por isso a cada dia. Muito obrigado, Presidente. Eu peço que este discurso saia em todos os meios de comunicação desta Casa. E apenas mais 10 segundos, Presidente, para registrar a presença nesta Casa do nosso Secretário de Governo, Luiz Calixto, e do Assessor Especial do Governo, nosso famoso Deda, que já foi Prefeito várias vezes. Obrigado, Presidente, pelo carinho.
  • 13/12/2023Breves Comunicações

    O Deputado destacou suas recentes audiências públicas realizadas em todos os Municípios do Acre, visando se aproximar da população e compreender suas necessidades. Ressaltou a demanda por acesso a serviços de saúde especializados, especialmente no interior do Estado. Apontou a falta de empregos na capital e a importância do setor agropecuário. Destacou a necessidade de regularização fundiária para projetos de assentamento.

    Palavras-chave oficiais: Acre,Saúde pública,Emprego,Regularização fundiária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Senhoras e senhores, aqui eu falo para a nossa população, principalmente a do nosso Estado do Acre. Nesses últimos 2 meses, eu tive a oportunidade de realizar audiências públicas em todos os Municípios do nosso Estado. Isso nos torna mais popular. Além de popular, mais próximo da população, sabendo aquilo que a nossa população, que o nosso Estado anseia. Principalmente no interior, o que mais o povo pede é acesso a uma saúde digna, a uma saúde mais especializada. O cidadão faz a consulta básica com um médico generalista, mas não consegue dar continuidade àquele tratamento por vários motivos, como a falta do médico especialista e de uma política pública que chegue ao interior do Estado. Na capital, falta emprego, como já foi levantado. Hoje, eu tenho um diagnóstico da nossa realidade. Além da falta de emprego, falta também acesso às vias rurais. E aqui eu falo dos ramais. A base produtiva do nosso Estado é o agro, a pecuária, e agora está se expandindo o plantio cada vez mais de soja, milho, cana-de-açúcar. Nós nos deparamos, nas principais vias de acesso, com os projetos de assentamentos daquele cidadão que habita no nosso Estado há mais de 30 anos, 40 anos. E o Estado o impede de produzir. E o Estado o impede de plantar. E o Estado o impede de ter um rebanho para a sua sobrevivência. Quando ele chegou lá, ele era apenas um extrativista, que podia viver da borracha, da castanha. Mas hoje a realidade não é essa e as nossas leis não acompanharam. Quero deixar aqui registrado que fomos ao INCRA solicitar a regularização fundiária, para que esses projetos de assentamento se tornem em projetos que possam regularizar uma agricultura, uma pecuária, que possa dar sobrevivência digna ao meu povo. Sou acriano e quero para o meu povo aquilo que eu tenho: viver com dignidade. Da forma que eu vivo, espero que o meu povo viva. Por isso, estou aqui batalhando para que a nossa população, fazendo essas audiências públicas, para que a nossa população saiba que tem um Deputado que está trabalhando por ela. Sr. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado, Presidente.
  • 12/12/2023Breves Comunicações

    O Deputado saudou a presença do Secretário Municipal de Saúde de Acrelândia, Vitor Martinelli, na Câmara dos Deputados. Parabenizou a atuação do Prefeito de Acrelândia, Acre, e destacou a importância do agronegócio para a cidade. Por fim, reforçou seu compromisso, como parlamentar, em destinar recursos orçamentários para Acrelândia.

    Palavras-chave oficiais: Secretário de Município,Saúde,Acrelândia (AC),Atuação parlamentar

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Presidente, está aqui ao meu lado o nosso Secretário Municipal de Saúde de Acrelândia, Vitor Martinelli, junto à sua esposa, Raquel. Quero agradecer a presença deles. Acrelândia é uma cidade onde o agro é bastante forte no nosso Estado. Eu parabenizo o Prefeito pelo belo trabalho que vem fazendo junto à Secretaria Municipal de Saúde. Eu, como médico e, hoje, como Deputado, já estou de alguma forma ajudando o Município, ao levar recursos para lá. Fico muito honrado com a presença dele aqui na Casa do Povo. A todos de Acrelândia, o meu grande abraço. Presidente, peço, por favor, que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 18/10/2023Breves Comunicações

    O Deputado destacou a importância dos profissionais da saúde e da segurança pública que estiveram na linha de frente durante a pandemia da COVID-19. Ele pediu o apoio da Casa para a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 221, de 2023, de sua autoria, que propõe a contagem em dobro do tempo de serviço desses profissionais que atuaram durante a pandemia. Ressaltou a relevância de homenagear esses trabalhadores no Dia do Médico e expressou gratidão a todos que estiveram combatendo a COVID-19.

    Palavras-chave oficiais: Profissional de saúde,Profissional da segurança pública,Pandemia,Coronavírus,atuação,agradecimento,Homenagem Projeto de lei complementar,Profissional de saúde,Profissional da segurança pública,Tempo de serviço,Prazo em dobro Dia do Médico,Homenagem

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Senhoras e senhores, hoje eu quero falar de uma pauta bastante importante. Refiro-me a duas categorias que estavam na linha de frente durante a pandemia da COVID-19: os profissionais da segurança pública e os profissionais da saúde, que não pararam em nenhum momento sequer durante a pandemia. Nós tivemos várias perdas, principalmente nessas duas classes. Como forma de reconhecimento, eu peço ao Governo brasileiro que olhe para esses trabalhadores. Pensando nisso, nós apresentamos o Projeto de Lei Complementar nº 221, de 2023, que institui a contagem em dobro do tempo de serviço dos profissionais da saúde e dos profissionais da segurança pública cujas atividades foram exercidas durante a pandemia. Eu falo sem distinção do técnico de enfermagem, do auxiliar, do médico, do fisioterapeuta, de todos aqueles que, de alguma forma, deram sua contribuição, na linha de frente, para aqueles que mais necessitavam, durante a pandemia da COVID-19. No que se refere à segurança pública, estamos falando de agentes, policiais, daqueles que estavam na linha de frente para manter o nosso Estado de Direito e a nossa segurança pública. Nós tivemos muitas perdas. Hoje é o Dia do Médico. Eu sou médico e sei o quanto esse período foi sofrido. Esses trabalhadores, de alguma forma, estavam no meio de uma guerra quando a pandemia da COVID-19 estava no auge. Essa guerra tinha um inimigo desconhecido, o vírus, que estava ganhando a luta. O mundo inteiro estava atônito, parado, sem saber o que fazer. Hoje esses trabalhadores apresentam distúrbios psicológicos. Esses trabalhadores tiveram perdas familiares irreparáveis. Esses trabalhadores viveram situações que outras classes não viveram. Eles vivenciaram a morte de milhares de pessoas. Aquilo, de alguma forma, causou impactos psicológicos. Na defesa dessas duas classes, pedimos ao Governo brasileiro que conte em dobro o tempo de serviço de todos esses profissionais da segurança pública e da saúde. Não haveria dia melhor do que hoje para nós falarmos sobre isso aqui na tribuna, porque hoje é Dia do Médico, profissional que trabalha para salvar vidas. Dando continuidade, vou falar um pouco sobre o meu Estado, o Acre, que tem um serviço de saúde precário, porque, na Amazônia, a dificuldade de acesso às cidades é bastante grande. Temos hoje quatro cidades aonde só chegamos de avião. E a COVID-19 chegou a todos os locais, a todos os rincões. Aqui, como Parlamentar Federal do Estado do Acre, eu quero manifestar a todos os brasileiros a minha gratidão a esses profissionais por sua bravura. Você que é profissional da saúde e você que é profissional da segurança pública têm todo o meu respeito. Vocês estiveram na linha de frente do combate à COVID-19. Eu tenho certeza de que, nos últimos 100 anos, em nenhum momento nós vivemos um transtorno parecido com essa pandemia. Nossas vidas vão ficar marcadas para a eternidade. Em nome do Parlamento, peço ao Governo Federal que olhe para vocês com carinho. Peço a todos os Parlamentares o apoio a essas duas classes. A você que está assistindo à sessão, eu peço que fale com o seu Deputado. A você que é da saúde ou da segurança, eu peço que fale com o seu Deputado e solicite esse apoio, para que conte em dobro o seu tempo de serviço nesses 2 anos em que você esteve à frente do combate à COVID-19. Presidente, peço a divulgação, nos meios de comunicação desta Casa, deste nosso pronunciamento. Agradeço a gentileza que sempre tem com a minha pessoa. Obrigado, Presidente.
  • 27/09/2023Breves Comunicações

    O Deputado discorreu sobre a necessidade de acesso à informação sobre a ilegalidade do aborto no Brasil. Informou que uma em cada sete mulheres já passou por essa experiência, 52% antes dos 19 anos de idade. Enfatizou que é preciso levar esclarecimentos sobre o tema aos estudantes, especialmente adolescentes, para que se reduza o índice sem descriminalizar a prática. Mostrou que o número de abortos no País caiu em 2016 graças a campanhas informativas e alertou o Governo Federal sobre a necessidade de ampliar o acesso aos métodos anticoncepcionais e melhor informar a população de baixa renda, mais vulnerável. Posicionou-se contra a descriminalização do aborto e voltou a defender uma política de conscientização e de acesso aos métodos contraceptivos. O orador destacou que no Acre, seu Estado, é preciso desenvolver políticas para as jovens mulheres acerca do tema abordado.

    Palavras-chave oficiais: Aborto,Adolescente,Informação,Método contraceptivo,Defesa,descriminalização,contrário,Acre

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputada. Parabéns pela condução dos trabalhos na Presidência da sessão. Senhoras e senhores, eu venho falar de um tema que está sendo bastante discutido em todos os meios de comunicação, que é a descriminalização do aborto. Nós sabemos que uma em cada sete mulheres do nosso Brasil já passou por essa experiência. Quando vamos buscar relatos, percebemos que 52% dessas mulheres fizeram o aborto antes dos 19 anos. Insisto nesse dado porque, aos 19 anos, a pessoa está acabando de sair da adolescência, da formação para a vida adulta, e às vezes toma atitudes que a levam a fazer o aborto. Eu venho a esta tribuna dizer que temos que melhorar políticas de acesso à informação, para que se saiba que o aborto não é legal. Temos que levar esse conhecimento aos estudantes. Temos que levar esse conhecimento aos adolescentes. Temos que diminuir esse índice, que já vem melhorando, mas não descriminalizar a prática. Sabemos que, em 2010, 15% das mulheres já haviam feito um aborto. Em 2016, esse número caiu, graças ao conhecimento, graças à divulgação de informações. Eu estou aqui para, de alguma forma, alertar o Governo Federal. Em vez de ficarmos discutindo isso, temos que criar métodos anticoncepcionais, melhorar o acesso das mulheres a esses métodos, melhorar a informação para a população mais vulnerável, aquela de baixa renda, conforme mostram os nossos índices. Eu venho me colocar contra a descriminalização do aborto. Não sou a favor. A voz da rua é a voz que nos guia. Não podemos deixar que isso vire uma rotina. Temos, sim, que levar adiante essa política de conscientização e de acesso a métodos contraceptivos. Falo em nome do meu Estado, o Acre. Temos um dos piores índices de desenvolvimento. O Estado é pobre, pertencente à Amazônia, é um Estado de difícil acesso. De alguma forma, temos que desenvolver políticas para essas jovens mulheres, que às vezes estão embaladas por ideias que não são certas. Eu me solidarizo com toda a população brasileira. Sou contra o aborto. Estamos juntos para trabalhar. De alguma forma vamos levar o conhecimento às nossas jovens e ampliar o acesso aos contraceptivos. Eu gostaria que minha fala fosse transmitida no programa A Voz do Brasil. Obrigado, Presidente.
  • 20/09/2023

    O Deputado informou sobre a Semana do Clima, com o lema Nós podemos, nós faremos, realizada em Nova York, que contou com a participação de representantes do Estado do Acre. Passou a questionar, em seguida, a meta de desmatamento zero enquanto os produtores do Acre têm dificuldades para sobreviver devido ao baixo preço da carne e os altos custos de produção. Relatou sobre a impossibilidade de interligar a cidade de Cruzeiro do Sul ao Peru, em Pucallpa, devido a uma reserva indígena e questões ambientais relacionadas. Enfatizou que se esse problema não for resolvido, o Acre continuará pobre. Informou que o índice de desmatamento e de queimada no Estado caiu sete vezes em 2023 e, agora, aguarda que o Governo apresente propostas para o desenvolvimento. O orador afirmou que não é possível o povo acriano continuar a viver na pobreza e o produtor rural nem mesmo conseguir se alimentar.

    Palavras-chave oficiais: Semana,Clima,Evento,Nova Iorque (Estados Unidos),Política ambiental Pecuária,Produtor rural,Acre,Preço,Gado,Desmatamento zero,Rodovia,Peru (País),Terras indígenas,Mudança climática,Pobreza,Governo federal,Desenvolvimento sustentável,Política pública

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares e todos a que nos assistem aqui pela TV Câmara, eu venho a esta tribuna para falar da Semana do Clima, que está acontecendo na cidade de Nova York, onde estão vários representantes do nosso Estado e vários representantes do Brasil. Lá o lema é Nós podemos, nós faremos. No meu Estado do Acre, onde a base é a pecuária, o produtor rural, com o preço da arroba de boi, não consegue suprir o custo de produção ou vender no valor do bezerro que ele comprou. Como é que nós vamos falar para o nosso produtor, para o nosso agricultor sobre desmatamento zero, se temos no Estado um dos menores PIBs do Brasil? Como é que nós vamos falar que eles têm que ficar com 80% da terra intacta, sem retorno nenhum? Então, aqui eu espero das nossas autoridades federais saber o que nós faremos pelo nosso Estado do Acre. Hoje nós temos o Acre como um Estado que vive, como se diz popularmente, num beco sem saída, numa rua sem saída. O caminhão vai lotado de mercadoria para lá, mas o nosso Acre hoje não consegue nem ter retorno. O Estado não produz nada. Os caminhões voltam vazios, e isso aumenta o valor do frete. Por que falo isso? Porque hoje o Acre depende muito de uma ligação com nossos irmãos do Peru. E, devido a problemas de reserva indígena, a problemas de clima, falam que não podemos interligar a cidade de Cruzeiro do Sul à cidade de Pucallpa. Dizem que vai interferir no clima, que vai gerar desmatamento. Só que isso tudo leva à pobreza. Com a pobreza, o Acre pode ficar. Os nossos produtores não podem plantar direito; os nossos produtores têm que manter 80% da reserva. Ou essa reserva tem que ser remunerada ou nós temos que deixar o nosso Acre produzir — é simples. Não adianta. Este ano, o índice de desmatamento e de queimada foi sete vezes menor do que nos anos anteriores. Agora nós vamos esperar do Governo o que fará para desenvolver o nosso Estado. O que não dá, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, é viver na pobreza, com o nosso povo passando necessidade. Antigamente, vivia-se mal, mas hoje o nosso produtor rural quase não consegue alimentar-se, ou seja, vive na miséria. Presidente, eu peço que este discurso seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 20/09/2023Breves Comunicações

    O Deputado deu boas-vindas à Casa ao Diretor de Assuntos Legislativos da Associação dos Magistrados Brasileiros, Danniel Bomfim.

    Palavras-chave oficiais: Saudação,Magistrado,Diretor,Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB),Câmara dos Deputados

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero agradecer a V.Exa. por este tempo de 1 minuto. Estamos aqui ao lado de um amazonense que hoje é acriano, nosso magistrado Danniel Bomfim, Diretor de Assuntos Legislativos da Associação dos Magistrados Brasileiros. Portanto, quero registrar a presença deste nobre magistrado aqui na nossa Casa. Meu amigo Danniel, esta é a Casa do Povo, seja bem-vindo à nossa Casa. Que você possa, como Diretor de Assuntos Legislativos, avançar muito o Judiciário do nosso Acre e do nosso Brasil. Obrigado por sua presença nesta Casa. Obrigado, Presidente.
  • 19/09/2023Breves Comunicações

    O Deputado anunciou a liberação de recursos para construção de mais de 1.300 casas populares no Estado do Acre. Ressaltou a importância dessas habitações, especialmente em uma região da Amazônia que enfrenta desafios econômicos. Citou o impacto da queda do preço da arroba do boi na agricultura familiar, base da produção acriana. Enfatizou a necessidade de apoio do Governo Federal para o Acre. Mencionou recentes vendavais que afetaram a cidade de Mâncio Lima e se solidarizou com as famílias atingidas. O orador agradeceu ao Ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, pela liberação de mais de 70 milhões de reais para o Estado.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Recursos orçamentários,Acre,Prefeitura,Rio Branco (AC),construção,Habitação de interesse social,Pecuária,Preço,Gado,Agricultura familiar,Ministro de Estado,Ministério das Cidades,Governo federal,Apoio político,solidariedade,Família desabrigada,Desastre ambiental,Mâncio Lima (AC)

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Senhoras e senhores e todos que nos assistem pela TV Câmara, eu venho trazer uma notícia bastante gratificante para nós que somos Parlamentares. Na semana passada, eu tive a oportunidade de ajudar tanto a Prefeitura da Capital do Estado quanto o meu Estado do Acre na liberação para a construção de mais de 1.300 casas populares. O que significa isso? Hoje vivemos num Estado da Amazônia que está entre os mais pobres da nossa Federação brasileira. É um Estado que vem lutando para melhorar economicamente, mas nós encontramos várias dificuldades, entre elas a pecuária, que é uma das fontes de renda do nosso Estado. Na pecuária, hoje, conforme foi falado, o preço da arroba de boi está bastante preocupante para aqueles que vivem da agricultura familiar, base da produção do nosso Estado. Eu estou fazendo este relato para mostrar que a população do Estado do Acre precisa muito de uma ajuda do Governo Federal. Nós viemos aqui clamar ao Ministro Jader por essa ajuda. Lá na Amazônia, na semana passada, também tivemos vendavais, com mais de 100 quilômetros por hora, principalmente na cidade de Mâncio Lima, o que já reportei aqui — e deixo a minha solidariedade àquelas famílias atingidas. São mais de 100 famílias que de alguma forma foram atingidas. O Governo do Estado, com a construção dessas casas, vai conseguir dar dignidade às famílias. Hoje, uma família para ser feliz não precisa de muito. A pessoa para ser feliz precisa ter um bom emprego, precisa receber algo por mês que dê dignidade e sustento para sua família. Ter um lar e uma família estruturada, isso sim é uma felicidade. Então, eu quero agradecer ao Ministro Jader por ter concedido a liberação de mais de 70 milhões para o nosso Estado. Obrigado, Presidente. Eu peço que o meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil.
  • 30/08/2023Breves Comunicações

    O Deputado discursou em nome das pessoas com deficiência, especialmente focando na deficiência visual. Compartilhou preocupações sobre a dignidade e tratamento adequado para indivíduos com deficiências e anunciou a apresentação de projeto de lei que busca identificar pessoas com deficiência visual por meio de cores em suas bengalas. As bengalas com traços brancos identificariam cegueira total, as com traços verdes indicariam algum resquício de visão, e as com faixas brancas e vermelhas seriam para pessoas com deficiência visual e auditiva. O orador destacou os números alarmantes de deficiência visual no Brasil e ressaltou que a identificação por cores ajudaria outras pessoas a tratar aqueles com deficiência com mais cuidado e compreensão.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Autor (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,Pessoa com deficiência visual,Cores,Bengala,identificação,Deficiência auditiva,Política pública,Inclusão social

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado. Boa tarde, Srs. Deputados, senhoras e senhores que nos assistem pela TV Câmara. Hoje venho à tribuna falar em nome das pessoas que têm alguma forma de deficiência. Eu sou oftalmologista de formação e fui procurado por vários deficientes visuais, que vieram me solicitar algum projeto para que a sociedade possa identificá-los e tratá-los de forma digna, como eles merecem. E nesse ponto falo das pessoas que têm qualquer deficiência, seja ela física, seja ela intelectual, auditiva ou visual. O que importa é que todos tenham o direito de serem bem tratados. Como a minha área profissional trata da deficiência visual, esse é o dia a dia do oftalmologista, sei que, infelizmente, no Brasil, temos números alarmantes em termos de deficiência visual. Temos mais de 528 mil indivíduos caracterizados como cegos e por volta de 6 milhões de brasileiros com alguma forma de deficiência visual. E, quando nós estratificamos isso para a atuação no trabalho, essas pessoas têm certa dificuldade. E, além de ter essa dificuldade para o trabalho, elas também têm dificuldades, de alguma forma, de serem incluídas e tratadas como merecem. Então, eles me pediram que apresentasse um projeto para identificá-los, e nós protocolamos um projeto de lei que atenderá as pessoas que têm deficiência visual aumentada, por isso têm dificuldade de locomoção e usam bengala. As bengalas usadas por essas pessoas passarão a ser identificadas por cores. Como seriam essas cores? A bengala que tiver traços brancos identificará a pessoa que tem cegueira total. A bengala que tiver traços verdes identificará a pessoa que tem algum resquício de visão e consegue saber, pelo menos, se é dia ou se é noite. Por fim, a bengala que tiver faixas brancas e faixas vermelhas identificará a pessoa que, além de ter deficiência visual, também tem deficiência auditiva. Assim, as demais pessoas poderão tratar essas pessoas com deficiência como elas merecem, com mais cuidado. Presidente, peço que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado pelo tempo.
  • 29/08/2023

    O Deputado expressou preocupação com a falta de competitividade do Acre no cenário nacional e destacou a importância de promover o desenvolvimento econômico do Estado. Anunciou a realização da feira de negócios EXPOJURUÁ. O orador mencionou o Projeto de Lei nº 334, de 2023, que trata da desoneração da folha de pagamentos até 2027, visando beneficiar municípios com menos de 142 mil habitantes, uma medida que pode impulsionar a economia local.

    Palavras-chave oficiais: Desenvolvimento regional,Acre,Defesa Projeto de lei ordinária,Exoneração tributária,Folha de pagamento,Município

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje eu vim falar de um assunto muito importante, que é a competitividade dos Estados. Hoje o nosso Estado do Acre está em último lugar no ranking de competitividade dos Estados. Está em último lugar por quê? Num passado recente, o Acre já respondeu por 30% a 40% do PIB nacional, mas hoje ocupa o último lugar em competitividade. Algo está acontecendo. Aqui eu quero falar da importância de nós nos lembrarmos, de alguma forma, da Amazônia. Tanto os Estados da Amazônia quanto os Estados do Nordeste sofrem com a pobreza, sofrem com as dificuldades, sofrem com a falta de basicamente tudo aquilo que nós precisamos para o crescimento. Aqui eu falo de algo que vai melhorar muito a nossa economia. Em um passado recente, nós não pudemos explorar aquilo que hoje dizem ser sustentável. Nós somos a favor da sustentabilidade, mas queremos, de alguma forma, prosperar. Nós não podemos viver na miséria. Não podemos ocupar o último lugar em competitividade hoje. Na semana que vem, do dia 30 ao dia 3, no Vale do Juruá, haverá a EXPOJURUÁ, uma feira de negócios em que acontece uma movimentação do setor econômico em determinada região do nosso Estado. Hoje nós teremos na pauta uma matéria bastante importante: o Projeto de Lei nº 334, de 2023, que trata da desoneração da folha de pagamentos até 2027, o que ajuda principalmente os Municípios que têm menos de 142 mil habitantes, ou seja, 99% dos Municípios do nosso Estado. No Acre, dos nossos 22 Municípios, apenas um tem mais de 142 mil habitantes. Eu peço a todos que nos ajudem a prorrogar até 2027 a desoneração da folha, para que, de alguma forma, o Acre possa voltar a ter alguma competitividade. Obrigado, Presidente. Eu gostaria que o meu discurso fosse divulgado no programa A Voz do Brasil.
  • 29/08/2023Breves Comunicações

    O Deputado destacou a alarmante estatística de que doenças cardíacas estão causando a morte de quase um terço dos brasileiros. Mencionou o recente transplante cardíaco do apresentador Faustão e a fila de cerca de 400 pessoas aguardando por transplantes. Além disso, relembrou o aviso da OMS de que 500 milhões de brasileiros terão sua saúde comprometida até 2030 se não praticarem atividade física. O Parlamentar pediu ao poder público que incentive a prática de exercícios físicos e atenda às necessidades dos pacientes cardíacos na fila de transplante.

    Palavras-chave oficiais: Doença do sistema circulatório,Transplante de órgão ou tecido,Atividade física

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero chamar a atenção para uma notícia que saiu ontem no G1 sobre doenças do coração matarem quase um terço dos brasileiros no Brasil. Isso nos alarma muito, porque esses dias tivemos o apresentador Faustão passando por um transplante cardíaco e temos na fila por volta de 400 pessoas. Lembramos também que no ano passado a OMS avisou que, se as pessoas não fizerem atividade física, 500 milhões de brasileiros terão a saúde comprometida até 2030. Quero deixar esse dado alarmante e chamar a atenção do poder público para, de alguma forma, estimular as pessoas a fazerem exercícios físicos e trate daquelas que sofrem de doenças do coração e estão hoje na fila de transplante. Presidente, peço a V.Exa. que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado.
  • 16/08/2023Breves Comunicações

    Dificuldades enfrentadas pela população do Estado do Acre relativos à necessidade de deslocamento para a realização de tratamento contra o câncer. Elogio à aprovação do Projeto de Lei nº 2.952, de 2022, sobre a instituição da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS. Importância da celeridade na entrega dos resultados de exames para o enfrentamento do câncer.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer,Câncer,Tratamento de saúde,Sistema Único de Saúde (SUS),Governo estadual,Acre

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Hoje eu quero falar aos senhores e às senhoras que aqui estão, aos colegas que nos assistem pela TV Câmara sobre um assunto muito importante que, durante toda a campanha, nós frisamos e aqui estamos lutando, que é o combate ao câncer. Eu venho do Estado do Acre, um dos Estados mais pobres da Federação brasileira. E lá, pasmem, várias pessoas necessitam do tratamento de fora do domicílio, ou seja, se tratam fora do nosso Estado porque não existe o tratamento lá no nosso Estado. Trabalhando em prol de resolver isso, temos ainda uma maior dificuldade. O tratamento fora de domicílio é bom? É bom, ele resolve em parte, porque o tratamento do câncer é um tratamento arrastado, a pessoa tem que ficar 2, 3, 4, 5 anos fazendo o seguimento. Pagam a passagem, mas e a hospedagem? E a dignidade daquela família que está lá na outra cidade, longe do seu ente familiar? O tratamento não é o mesmo. Sabemos que o amor, a família e esse afeto curam. Quero parabenizar todos pela aprovação, ontem, nesta Casa, do Projeto de Lei nº 2.952, que institui a política nacional de prevenção e controle do câncer no âmbito do Sistema Único de Saúde. Por que nós sonhamos com isso e trabalhamos muito para que isso acontecesse? Porque não adianta só também termos o tratamento se o tempo de espera para uma primeira consulta, seja aquela para diagnóstico, demora mais de 30 dias no SUS. Os resultados de exames essenciais para o tratamento demoram de 20 a 50 dias em média no Brasil. Nos Estados do Norte e Nordeste, isso ainda é pior. Imaginem no meu pobre Estado do Acre, onde não temos quase recursos para isso. Lá, temos de 20 a 70 dias para se fazerem os exames e mais de 30 dias para um retorno, ou seja, para se ter o diagnóstico, temos mais de 6 meses de espera, o que é um absurdo. Então, esperamos que o Governo possa, de alguma forma, saber que moramos num País continental e que essas diferenças têm que ser vistas com carinho. Eu venho da área da saúde, sou um combatente e trago como um projeto meu de vida, enquanto for vivo, defender a igualdade de tratamento em todos os locais do Brasil, principalmente no meu Estado do Acre. Finalizo aqui parabenizando novamente todos nós e esperando que o Senado possa dar continuidade a esse projeto para que essa diferença acabe e que o nosso Governo do Estado do Acre possa olhar também com mais carinho para aqueles pacientes que precisam de um tratamento de câncer. Presidente Gilberto, eu gostaria que esse discurso constasse no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 09/08/2023Breves Comunicações

    Participação do orador no evento Diálogos Amazônicos, realizado ao ensejo da reunião da Cúpula da Amazônia, em Belém, Estado do Pará. Equilíbrio entre a preservação da floresta amazônica e a melhoria das condições de vida de extrativistas, produtores rurais e ribeirinhos.

    Palavras-chave oficiais: Floresta Amazônica,Evento,Belém (PA),preservação,Agricultura familiar,Defesa Acre,Floresta Amazônica,preservação,População,Pobreza

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    O SR. EDUARDO VELLOSO (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Presidente. Hoje eu quero falar de um assunto que é muito relevante para o nosso Estado do Acre. Há mais ou menos 40 anos, o Acre era um Estado bem desenvolvido. Se nós puxarmos mais ainda na história, lembraremos que o Estado do Acre já foi responsável por mais de 30% do PIB nacional. Nós ajudamos o Brasil. Há 40 anos, a cidade de Porto Velho, em Rondônia, era tão pequena que podia ser considerada um bairro da Capital Rio Branco, no nosso Estado do Acre. E, hoje, a cena que nós vivemos é como se Estado do Acre fosse um bairro da cidade de Porto Velho, no Estado de Rondônia. Antigamente, Porto Velho tinha 1 décimo da nossa agropecuária, tinha 1 décimo da nossa plantação para aquela época. E o que nós vivemos hoje é totalmente o contrário. Temos Rondônia como um dos maiores exportadores de grãos, como uma das maiores áreas de criação de gado, e o Estado do Acre ficou parado no tempo. O que o Estado fez? Ele preservou a nossa área. Eu estou falando disso porque eu tive a oportunidade de participar dos diálogos da Cúpula da Amazônia, em Belém. Quero ressaltar a receptividade do nosso Governador Helder Barbalho e do Ministro Jader Filho, que nos atenderam muito bem. Eu fui levar uma preocupação do Estado do Acre. Nós temos hoje mais de 80% da nossa floresta preservada, mas temos um dos maiores índices de pobreza do Brasil e um dos menores IDH. E o que isso gerou? Eu quis levar um alerta para o mundo de que a Floresta Amazônica precisa, sim, de sustentabilidade, mas precisamos mais do que isso. Precisamos nos lembrar do extrativista, do homem que vive da agricultura familiar, porque ele precisa viver bem. Não adianta termos uma riqueza imensa, a maior biodiversidade, uma das maiores concentrações de água doce do mundo e vivermos na pobreza. Esse foi o alerta que eu fiz durante os diálogos da Cúpula da Amazônia. Por isso, eu quero aqui fazer um apelo. Sim, nós temos que, de alguma forma, preservar a floresta, mas, antes disso, nós temos que deixar o nosso povo viver com dignidade. Era o que eu tinha a dizer. Presidente, peço que o meu discurso seja publicado no programa A Voz do Brasil. Obrigado.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 13/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.