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Foto de Carla Dickson

Deputada · Câmara

Carla Dickson

PL · RN

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Hilkea Carla de Souza Medeiros Lima · 50 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 91 de 100, Cara Bom0406080100

91/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 98%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 91%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 86%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 64%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 41%das 379 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 78%das 203 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.carladickson@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5656
Gabinete
Gabinete 656, Anexo IV, 6º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

98%

Esteve em 190 de 193 sessões

Melhor que 83% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

91%

Registrou voto em 506 de 555 votações nominais

Melhor que 84% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 57 projetos apresentados (0%)

8 avançaram · 44 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

41%

Em 379 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 20% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

63 discursos na tribuna · de 17/06/2020 a 02/09/2026.

  • 28/10/2025

    A Deputada proferiu parecer ao Projeto de Lei nº 5.821, de 2023, que altera a Lei nº 11.664, de 29 de abril de 2008, que dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres do colo uterino e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), para dispor sobre ações direcionadas a ampliar os serviços de mamografia e de exames de triagem.

    Palavras-chave oficiais: Parecer do relator,Projeto de lei ordinária,prevenção,Câncer de colo do útero,Câncer de mama,Diagnóstico precoce,incentivo

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Para proferir parecer. Sem revisão da oradora.) - Bom dia, Presidente e demais colegas Deputados e Deputadas. Sra. Presidente, peço autorização para ir direto ao voto. "II - Voto da Relatora II.1 - Pela Comissão de Finanças e Tributação O Regimento Interno da Câmara dos Deputados (RI, arts. 32, X, “h”, e 53, II) e a Norma Interna da Comissão de Finanças e Tributação (NI/CFT) definem que o exame de compatibilidade ou adequação far-se-á por meio da análise da conformidade da proposição com o plano plurianual, a lei de diretrizes orçamentárias e o orçamento anual. Além disso, a NI/CFT prescreve que também nortearão a análise outras normas pertinentes à receita e despesa públicas. São consideradas como outras normas, especialmente, a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal — LRF. F (Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000). O art. 1º, §1º, da NI/CFT define como compatível 'a proposição que não conflite com as normas do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias, da lei orçamentária anual e das demais disposições legais em vigor' e como adequada 'a proposição que se adapte, ajuste-se ou esteja abrangida pelo plano plurianual, pela lei de diretrizes orçamentárias e pela lei orçamentária anual'. Ao determinar ampliação de unidades prestadoras de serviços de mamografia e dos exames de triagem, de modo a garantir que todas as mulheres recebam o atendimento demandado de forma tempestiva e célere, a proposta cria despesas públicas obrigatórias no âmbito do Sistema Único de Saúde — SUS. Pela natureza das despesas, as obrigações se enquadram na condição de obrigatórias de caráter continuado, nos termos do que prevê o art. 17 da LRF. Em tal situação, são aplicáveis os §§ 1º e 2º do referido dispositivo, segundo os quais o ato que cria ou aumenta despesa obrigatória de caráter continuado deve ser instruído com a estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes e estar acompanhado de comprovação de que a despesa criada ou aumentada não afetará as metas de resultados fiscais previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias — LDO, devendo ainda seus efeitos financeiros, nos períodos seguintes, serem compensados pelo aumento permanente de receita ou pela redução permanente de despesa. No mesmo sentido da LRF, o art. 129 da LDO para 2025 exige que a proposta que amplie despesas obrigatórias continuadas seja instruída com demonstrativo do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que devam entrar em vigor e nos dois subsequentes. Aplicam-se ao substitutivo aprovado na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher as mesmas considerações relativas à proposição principal. Já o substitutivo aprovado na Comissão de Saúde estabelece que o Sistema Único de Saúde (SUS) deverá adotar medidas para ampliar as unidades responsáveis pela realização de mamografias e exames de triagem, garantindo, assim, o acesso ágil e eficiente. Além disso, determina que o regulamento a ser editado disponha sobre diretrizes para a distribuição e instalação dos equipamentos de mamografia entre os entes federados, levando em conta a densidade populacional e as necessidades epidemiológicas locais. Portanto, confere caráter normativo à proposta, que não implica criação ou expansão direta de serviços, aspecto que é reforçado pela previsão de que a matéria seja regulamentada. II.2 - Pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania Quanto à constitucionalidade do projeto, cumpre observar que não há objeção quanto aos pressupostos de constitucionalidade do Projeto de Lei nº 499, de 2025. A proposição atende aos preceitos constitucionais formais concernentes à competência legislativa da União, às atribuições do Congresso Nacional e à legitimação de iniciativa parlamentar, nos exatos termos dos arts. 24, 48 e 61, todos da Constituição da República. Vale lembrar que, no que tange à saúde e assistência pública, a Constituição Federal consagrou a existência de competência administrativa comum entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios (art. 23, II e IX, da CF), assim como a competência concorrente entre União, Estados e Distrito Federal para legislar sobre proteção e defesa da saúde (art. 24, XII, da CF). No que respeita à constitucionalidade material, também há harmonia entre as alterações propostas com as disposições da Lei Maior. Conforme previsto no art. 198, a Carta Magna previu o atendimento integral na organização de ações e serviços públicos de saúde no âmbito de uma rede regionalizada e hierarquizada, o SUS. Assim, não há dúvida de que a medida ora proposta cumpre os citados preceitos constitucionais e aprimora, assim, a proteção da saúde coletiva. Com relação à juridicidade, a matéria revela-se adequada. O meio escolhido é apropriado para atingir o objetivo pretendido. O respectivo conteúdo possui generalidade e se mostra harmônico com os princípios gerais do Direito. No tocante à técnica legislativa, a proposição está conforme os preceitos da Lei Complementar nº 95, de 1998, que dispõe sobre a elaboração, alteração e consolidação das leis. II.1 - Conclusão do voto No âmbito da Comissão de Finanças e Tributação, somos pela: I - não implicação financeira ou orçamentária em aumento ou diminuição da receita e da despesa pública do Projeto de Lei nº 5.821, de 2023, desde que na forma do substitutivo aprovado na Comissão de Saúde; II - incompatibilidade e inadequação do substitutivo aprovado na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 5.821, de 2023, e dos substitutivos das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e de Saúde." Sala das Sessões, no dia de hoje. É o meu voto, Sra. Presidente.
  • 27/10/2025

    A Deputada elogiou a aprovação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 5.821, de 2023, que altera a Lei nº 11.664, de 29 de abril de 2008, que dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres do colo uterino e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), para dispor sobre ações direcionadas a ampliar os serviços de mamografia e exames de triagem. Destacou que a proposta busca facilitar o diagnóstico dos dois tipos de câncer que mais causam mortes entre mulheres no Brasil e ressaltou a importância de políticas públicas voltadas à prevenção. Afirmou que a medida representa um avanço na proteção e no cuidado com a saúde da mulher brasileira, especialmente durante o Outubro Rosa.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,prevenção,Câncer de colo do útero,Câncer de mama,Outubro Rosa

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sra. Presidente. Eu quero agradecer ao Plenário a aprovação dessa urgência. Nós estamos ainda no Outubro Rosa. A aprovação desse projeto será uma grande resposta desta Casa, no âmbito da saúde pública, porque nós iremos facilitar o diagnóstico de dois cânceres que mais matam mulheres no Brasil. E, associado ao projeto de lei que torna obrigatória a mamografia a partir dos 40 anos de idade, nós falaremos, sim, sobre políticas públicas, no âmbito da saúde, de proteção à mulher brasileira. Parabéns a esta Casa! Eu sei que amanhã nós comemoremos a saúde da mulher brasileira amplamente, no que tange à prevenção dos principais cânceres que matam as nossas mulheres aqui no Brasil. Muito obrigada.
  • 27/10/2025Breves Comunicações

    A Deputada lamentou o agravamento da crise no Rio Grande do Norte (RN), criticando os Governos Estadual e Federal do Partido dos Trabalhadores (PT), por não resolverem o problema da seca, que levou 65 Municípios a decretarem estado de emergência. Além disso, condenou a precariedade da educação, destacando que o Estado ocupa o último lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e apontou o colapso da saúde pública, com hospitais superlotados, falta de remédios, greve de servidores e aumento da dengue. Repudiou ainda a declaração do Presidente Lula de que traficantes são vítimas dos usuários, acusando-o de conivência com facções criminosas. Por fim, comparou a política de Lula à do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a quem elogiou pela firmeza na defesa da segurança pública.

    Palavras-chave oficiais: Crise,Rio Grande do Norte,Governo federal,Governo estadual,Partido dos Trabalhadores (PT),Seca,Estado de emergência,Município,Política educacional,Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb),Política de saúde,Saúde pública,Greve,Profissional de saúde,Dengue,Medicamento Presidente da República,declaração,Traficante,Vítima,Usuário,Entorpecente,Organização criminosa,Política de segurança pública,Estados Unidos

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. O Rio Grande do Norte afunda e pede socorro. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, sabem aquele filme Titanic? Pois bem, infelizmente eu vejo esse enredo triste e trágico acontecendo no meu Estado, o Rio Grande do Norte. Este é o Estado que trago agora. E lá não existe Leonardo DiCaprio que nos salve. Nos últimos dias, 65 cidades do Rio Grande do Norte tiveram estado de emergência decretado por causa da seca. É revoltante constatar que, depois de 20 anos de Governos do PT no Brasil e 8 anos de PT no Rio Grande do Norte, o nosso povo ainda sofre com a falta de água, um problema antigo, previsível e que já deveria ter sido superado. Eu pergunto: não era o PT que ia nos livrar da seca? Em tantos anos, ainda não tiveram tempo? O que vemos é o retrato do abandono e da incompetência administrativa. Enquanto bilhões são destinados a festas com viés ideológico e a campanhas publicitárias do Governo Federal, o sertanejo continua sem acesso ao básico: água para beber, produzir e sobreviver. Isso não é apenas falta de gestão, é falta de prioridade com quem mais precisa. Mas o descaso não para por aí. Os números da educação mostram outro triste relato. O Rio Grande do Norte amarga o último lugar no Ideb, com um índice de apenas 3,2 — o pior ensino médio público do Brasil. É uma vergonha nacional, especialmente quando lembramos que o Estado é governado por uma professora. Enquanto o Ceará e o Piauí avançam, o Rio Grande do Norte regride, prova de que o discurso ideológico não substitui competência e resultados. Como se não bastasse, a situação da saúde pública do nosso Estado é dramática: hospitais lotados, falta de remédios, greve de servidores e aumento da dengue, mostrando que o sistema entrou em colapso. A população sofre, enquanto o Governo finge normalidade. É a soma da má gestão estadual com o descaso do Governo Federal, que não enxerga o drama do povo potiguar. Senhoras e senhores, o Rio Grande do Norte afunda e pede socorro. O nosso povo merece mais do que promessas e narrativas, merece trabalho, eficiência e respeito. Deixo registrados aqui o meu apelo e o meu compromisso de que continuarei lutando por um Rio Grande do Norte forte, livre do atraso e da dependência, onde a educação, a saúde e a segurança voltem a ser prioridade. Sra. Governadora, o nosso povo não quer favor; quer apenas que o seu Governo funcione e que mostre a que veio, em vez destruir, como fez durante esses 8 anos, o nosso lindo Estado. Aproveito este momento para manifestar o meu repúdio à fala do Lula, que trata traficantes como reféns do povo de bem, reféns dos adictos, reféns de pessoas que estão presas ao mundo das drogas. Muitas vezes, essas pessoas não têm trabalho digno, não têm o que comer, não têm como dar sustento à família e, por desespero, acabam caindo no mundo das drogas, como uma maneira de esquecer a situação em que vivem. Traficante é vítima dos adictos, é vítima da população?! Poupe-me, Lula! Eu sei do seu conchavo com as facções. Eu sei do seu amor por bandido, por traficante. A paciência do brasileiro tem limite. Você passou vergonha na reunião com o Trump. Bem feito! Como a gente diz no Rio Grande do Norte, eu acho é pouco! Para lidar com um Governo incompetente, nada melhor do que um Governo de verdade, que mostra o que é proteger a população do próprio país, como o Governo Trump faz com os americanos. Eu agradeço a oportunidade. Quero que a minha fala conste no programa A Voz do Brasil e nos canais de comunicação desta Casa. Obrigada, Sr. Presidente.
  • 22/10/2025Breves Comunicações

    A Deputada criticou o Ministro Luís Roberto Barroso por, em seu último ato no Supremo Tribunal Federal (STF), votar a favor da descriminalização do aborto, afirmando que tal posição representa um “legado de morte” e agradecendo a entidades religiosas pela mobilização contrária à medida. Relembrou ainda que a legislação brasileira só permite o aborto em casos de risco de morte da mãe, inviabilidade do feto ou estupro. Ademais, denunciou que o Governo do Rio Grande do Norte está orientando alunos da rede pública em tempo integral a almoçarem em casa por falta de merenda escolar, enquanto destina recursos para festas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Ao final, condenou o descaso da Governadora com as crianças.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Voto,julgamento,descriminalização,Aborto Governo estadual,Governadora,Rio Grande do Norte,Aluno,Escola pública,Merenda escolar,Recursos públicos,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Rede pública de ensino

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, caros colegas, eu quero abordar alguns temas importantes desta semana. O primeiro é que o Ministro Barroso perdeu uma grande oportunidade de ficar calado e sair de cabeça erguida do STF. Ele fez questão de, como último ato, atacar vidas inocentes de crianças, no ventre de suas mães, quando deu o seu voto a favor da descriminalização do aborto. Ele deixa um legado de morte. No entanto, graças a Deus, foi derrubado por entidades religiosas o seu voto, que tornava possível a legalização do aborto no Brasil. O aborto, por três motivos, é considerado legal: quando a gravidez representa risco de vida da mãe, quando é resultado de estupro e quando é inviável a vida do feto após o nascimento. Essa é a grande fala daqueles que querem tornar o aborto algo normal. Já que estamos falando de direitos das crianças, quero fazer uma denúncia. V.Exas. sabiam que o Governo do Estado do Rio Grande do Norte está recomendando que as crianças que estudam na rede pública, em tempo integral, almocem em suas casas? É isso mesmo! Falta comida nas escolas públicas estaduais do Rio Grande do Norte, falta dinheiro para a comida dos alunos, falta material para atender os pacientes do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, mas sobra dinheiro para fazer uma festa de 4 dias para o MST — serão 4 dias de festa, com dinheiro público, em novembro. Nesse evento, no ano passado, uma artista bêbada fez uma apresentação artística em que queimava um livro, em alusão à Bíblia Sagrada. Ainda chamam isso de arte. Ah, se fosse o Alcorão, eles não teriam coragem de fazer isso! Uma das coisas que eu quero trazer aqui é a afronta às nossas crianças: primeiro, foi o ex-Ministro Barroso — graças a Deus, saiu do Supremo! — e, segundo, a Governadora do Estado do Rio Grande do Norte, que mostra, como boa professora que é, a falta de cuidado com as nossas crianças. Sr. Presidente, eu quero que a minha fala seja divulgada no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigada.
  • 15/10/2025Breves Comunicações

    A Deputada manifestou contentamento pela aprovação da emenda parlamentar ao Projeto de Lei nº 1.924, de 2025, o Marco Legal da Primeira Infância, que reconheceu o início da vida no ventre materno e fortaleceu os direitos do nascituro. Destacou que essa decisão representou um avanço contra a geração abortista e as diferentes narrativas distorcidas dos partidos de Esquerda. Ainda, enfatizou a necessidade de reafirmar conceitos como maternidade, infância, família e vida, diante das disputas ideológicas atuais. Por fim, em referência ao Dia do Professor, parabenizou os profissionais que conduzem os alunos à cidadania, mas criticou a parte do magistério das instituições públicas, especialmente universidades e institutos federais, que é militante e doutrinadora de viés esquerdista.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Emenda,Marco Legal da Primeira Infância (2016),Direitos do nascituro,Aborto,Esquerda política,Vida,Nascimento Homenagem,Dia do Professor Crítica,Professor,Escola pública,Universidade pública,Instituto federal,Universidade federal,Ideologia política,Esquerda política,Militância política,Militante político

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente Calil, é com muita alegria que subo à tribuna, na semana da criança, para falar sobre um presente que esta Câmara nos deu ontem ao aprovar uma emenda parlamentar ao Projeto de Lei nº 1.924, de 2025, o Marco da Primeira Infância, que garante que a vida e a infância começam no ventre materno. É um grande passo contra a geração abortista que estamos vendo aí e um grande passo em relação aos direitos do nascituro. Parece óbvio falar que a vida começa no ventre, mas, na situação atual, em que há narrativas distorcidas de partidos de esquerda, nós temos que reafirmar o conceito do que é ser mulher, do que é ser família, do que é ser criança, do que é a vida. Esta Câmara, ao aprovar o Marco da Primeira Infância e, principalmente, a emenda da Deputada Chris Tonietto, deu um passo gigantesco na proteção da vida desde o nascimento. Outra coisa importante que celebramos hoje é o Dia do Professor. Ao mesmo tempo que celebramos aqueles que nos trazem o conhecimento desde o início, com as primeiras letras, com as primeiras palavras, eu quero deixar claro aqui que existe, infelizmente, uma classe que se julga professor, mas que são verdadeiros doutrinadores nas escolas públicas de ensino médio, nos institutos federais e nas instituições universitárias públicas do Brasil. São verdadeiros profissionais do desserviço, profissionais que em nada contribuem para a educação brasileira; pelo contrário, são verdadeiros profissionais instrutores de militantes de esquerda, que confundem as famílias. E isso chega ao ponto de eu não saber se parabenizo uma mãe cujo filho passou na universidade pública federal ou se peço a ela que entre em jejum, em oração, para que seu filho não se perca no meio do que a gente vê atualmente. É uma pena! Eu sei que temos professores dignos de parabéns, professores que honram a sua profissão e que realmente conduzem os seus alunos à cidadania, a serem verdadeiros cidadãos na nossa sociedade. A esses profissionais eu dou os meus parabéns. Sr. Presidente, eu gostaria que a minha fala fosse divulgada no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigada.
  • 08/10/2025Breves Comunicações

    A Deputada manifestou solidariedade a Israel e repúdio ao ataque do Hamas ocorrido em 7 de outubro de 2025, criticando professores que celebraram o episódio. Afirmou que há doutrinação ideológica nas universidades e alertou para o avanço do discurso de ódio no ambiente acadêmico. Em seguida, comentou a crise humanitária em Gaza, responsabilizando o Hamas pelo sofrimento da população local. No campo nacional, condenou o aumento de impostos e a Medida Provisória nº 1.303, de 2025, questionando a coerência do Governo na taxação dos super-ricos. Encerrando, declarou apoio a Israel e defendeu um Brasil com menor carga tributária.

    Palavras-chave oficiais: solidariedade,Israel,Ataque violento,Hamas,Crise humanitária,Faixa de Gaza,Proselitismo,Ideologia política,Discurso de ódio,Universidade,Brasil,Educação contrariedade,Medida provisória,Tributação,Aplicação financeira,Carga tributária,incoerência,Governo federal,Presidente da República,Contribuinte de alta renda

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, caros colegas, é com muita tristeza que subo a esta tribuna para falar sobre ontem, 7 de outubro de 2025, o triste dia do genocídio provocado pelo Hamas sobre o povo de Israel. O que me preocupa é ver professores, como os do sindicato de São Paulo, comemorando, ovacionando os terroristas! Como ainda estamos em um Estado Democrático de Direito, os professores podem crer em quem quiserem, podem até acreditar no Presidente Lula, o Governo mais mentiroso que já existiu. Tudo bem, o problema é deles! A questão é que esses professores doutrinam em todo o Brasil nossos filhos, nos institutos federais e nas universidades públicas. Psicopatas com discurso de ódio se infiltram nas universidades e destroem as mentes de uma geração inteira, que passam a propagar esse discurso de ódio, chegando a matar quem pensa diferente. Comemorar o 7 de outubro com festa e alegria é algo que me faz pensar que tipo de seres humanos estamos nos tornando. "Discurso de ódio da Esquerda não é ódio, é narrativa do amor!" "Aumentar impostos não é piorar a situação dos pobres, é reajustar a economia!" Como o líder maior da mentira já instruiu, uma mentira repetida várias vezes vai se tornar verdade, principalmente, para quem não tem escolaridade, como já mostrou a mídia estatal. "E o que acontece em Gaza, Carla? Crianças também estão morrendo, com fome e com as bombas." É verdade! É inaceitável o que o Hamas está fazendo com o próprio povo. Eles roubam a ajuda humanitária enviada por outros países, inclusive, por Israel, bem como colocam as armas, todo o arsenal deles, em escolas e hospitais, fazendo o próprio povo de escudo humano. Isso a mídia comprada não mostra. E a política brasileira? Ah, vamos bem, bem mais pobres, com tanto aumento de impostos. Fico pensando quanto o líder maior do PT, que está na Presidência da República, vai pagar de imposto na taxação dos super-ricos. Sim, porque ele é milionário. Ele é um dos super-ricos, como está declarado na Receita Federal, sem dizer o que ficou de fora e não declarado nos paraísos fiscais. Eu sou a favor do Brasil. Eu sou a favor de Israel. Eu sou contra a MP 1.303. Chega de tanta taxação! Sr. Presidente, peço que minha fala seja divulgada no programa A Voz do Brasil e nas redes de comunicação desta Casa. Muito obrigada.
  • 01/10/2025

    A Deputada denunciou a demora do Governo do Rio Grande do Norte, sob gestão da Governadora Fátima Bezerra, em ceder terreno para a construção de um centro de referência para crianças atípicas em Natal (RN). Afirmou que uma emenda de R$ 1,4 milhão de 2021 foi perdida porque o Estado demorou mais de um ano e meio para assinar a cessão, levando o Ministério da Saúde a retirar o recurso empenhado. Concluiu acusando o Governo Estadual de falta de sensibilidade com as famílias e desrespeito ao trabalho parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Centro de Referência em Atenção a Crianças e Adolescentes (CRAD),Centro de referência em saúde,Criança,Criança com deficiência,Natal (RN),Empenho da despesa,Ministério da Saúde,Governo estadual,Emenda,Terreno,construção,Cessão de crédito,Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu vim até aqui fazer uma denúncia sobre o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, sobre a falta de sensibilidade da Governadora Fátima Bezerra com as crianças atípicas, com as famílias atípicas da cidade de Natal. Eu mandei uma emenda de 1 milhão e 400 mil reais em 2021, e o Governo do Estado passou 1 ano e meio para conseguir a assinatura da governadora sobre a cessão de um pedaço de terra para a construção de um centro de referência. Pasmem, senhores: o Ministério da Saúde acabou de retirar todo o recurso já empenhado, desde 2021, por causa da demora na cessão do terreno. Este é o Governo do PT, este é o Governo Fátima, que não tem respeito nenhum pelas crianças, nem pelo trabalho dos Deputados Federais desta Casa. Esta é minha denúncia. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 30/09/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou que o País atravessava um período delicado, em que a corrupção voltou a figurar como uma das maiores preocupações da população, citando pesquisa da Ipsos que mostrou que 38% dos brasileiros apontaram esse problema como central. Atribuiu a retomada desse cenário à volta do PT ao poder, relacionando-o a escândalos recentes, como o desvio de dinheiro dos aposentados do INSS. Ademais, criticou a política internacional do Governo Federal por se alinhar a regimes autoritários e romper relações com democracias, citando a postura adotada em relação ao conflito em Gaza e a Israel. Ainda, defendeu a criação da Frente Parlamentar Brasil-Israel, pedindo adesão de colegas para alcançar o número necessário de assinaturas. Por fim, convocou a população para participar de uma caminhada pela anistia (Projeto de Lei nº 2.162, de 2023) em 7 de outubro, em Brasília.

    Palavras-chave oficiais: Fraude,Corrupção,Pesquisa,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Desconto fraudulento em benefício previdenciário,Aposentado,Pensionista Política externa,Israel,Governo federal,Ideologia política,Faixa de Gaza,Conflito,Relação internacional Frente parlamentar,Brasil,Israel,Apoiamento,criação,Assinatura convocação,Caminhada,manifestação,Projeto de lei ordinária,anistia,Outubro

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, caros colegas, é inegável que o Brasil vem vivendo um momento triste e delicado. Foram 4 anos sem manchetes de roubos e desvios de recursos públicos. Mas bastou o PT voltar ao poder, e esse tema voltou com força. E quem diz isso não é Carla Dickson, não, é a nossa população. Ouçam isto: uma pesquisa recente, publicada pela Ipsos, mostrou que 38% dos brasileiros apontam a corrupção como sua maior preocupação. Embora a violência siga como principal temor, mencionada por 43% dos entrevistados, é a corrupção que volta a ganhar força na agenda pública. Esses dados nos chamam a fazer uma reflexão. Por que será que quase metade da nossa sociedade voltou a temer a corrupção? Será que tem a ver com um Presidente condenado por corrupção, preso e depois descondenado para voltar à cena do crime? Será que tem a ver com mais um escândalo em larga escala, como o roubo dos aposentados do INSS? O que todos têm em comum? Eu respondo: duas letras, PT. Se estamos de mal a pior internamente, fora das nossas fronteiras seguimos passando vergonha. Infelizmente, a política externa do atual Governo é frágil e ideológica. Prefere alinhar-se às ditaduras sanguinárias a fortalecer laços com grandes democracias. Ontem assistimos a Donald Trump — esse, sim, um líder que protege o seu povo e o seu país — apresentar um plano de paz para Gaza, um plano que contempla a anistia a integrantes do Hamas que entregarem as suas armas, além da possibilidade da criação do Estado Palestino. Enquanto isso, a postura do atual Presidente brasileiro sobre esse conflito foi virar as costas para Israel, chamando-o de genocida, e calar-se diante das atrocidades do Hamas e de outros grupos terroristas. Nós, do Parlamento, temos a obrigação de mostrar que nem todos apoiam essa posição do Governo. Temos formas de nos manifestar também em apoio ao lado certo, ao lado do bem. Peço, inclusive, a colaboração das Sras. e dos Srs. Parlamentares que ainda não assinaram o pedido de criação da Frente Parlamentar Brasil-Israel — só faltam vinte assinaturas —, para darmos legitimidade a um instrumento de paz, justiça e reconhecimento. Precisamos de firmeza dentro e fora do nosso País. O povo brasileiro já não aguenta mais, quer ordem e paz, e é isso que nós, da Direita, vamos continuar defendendo. Convoco todos os que amam realmente o Brasil e a democracia para que, no dia 7 de outubro, em frente à Catedral de Brasília, às 16 horas, saiamos em caminhada pacífica com os familiares dos presos políticos do dia 8 de Janeiro. Anistia ampla, geral e irrestrita já! Eu peço que o meu discurso esteja no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação desta Casa. Obrigada.
  • 23/09/2025Breves Comunicações

    A Deputada defendeu a anistia ampla, geral e irrestrita aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro, afirmando que não aceitaria soluções intermediárias como a dosimetria, que abriria espaço para contestação no Supremo Tribunal Federal. Em seguida, criticou o Ministro Alexandre de Moraes, acusando-o de crimes encobertos pela mídia e pela Esquerda, a quem responsabilizou por um plano de implantação de ditadura. Além disso, condenou a atuação de universidades públicas, que classificou como espaços de doutrinação, intolerância e desrespeito religioso. Em tom crítico, comparou anistiados de 1979 aos atuais presos, afirmando que o Brasil estaria melhor se não houvesse perdão àqueles militantes.

    Palavras-chave oficiais: anistia,participante,Ato antidemocrático,Dosimetria da pena,Supremo Tribunal Federal (STF),Ministro do Supremo Tribunal Federal,Esquerda política,Proselitismo político,Universidade pública,Desrespeito a crenças e símbolos religiosos

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Anistia ampla, geral e irrestrita! Não aceitaremos menos que isso. Dosimetria? Isso não cabe a nós do Congresso. Isso é um prato cheio para o STF declarar inconstitucionalidade. Quero lembrar aqui que essa anistia será para todos, inclusive para o Seu Alexandre de Moraes, que está tendo seus crimes, um a um, escancarados por Tagliaferro, tanto nesta Casa como no Senado. Fato esse que a mídia comprada faz cara de paisagem e se cala, assim como a Esquerda, que está de conluio para colocar em prática o plano macabro de implantar uma ditadura neste País. A morte de sete pessoas não conta para os direitos humanos, afinal são fascistas, golpistas, todo esse mantra usado para tornar seres humanos conservadores da Direita — apenas os da Direita — em animais indignos de justiça e do devido processo legal. Para os direitos humanos, se fossem traficantes, mandantes do assassinato de Marielle, estupradores, esses, sim, são humanos e merecem todo o cuidado e proteção, inclusive prisão domiciliar. Desumanizar seus oponentes é a maior arma utilizada pela Esquerda, a começar pelos jovens nas universidades públicas e institutos federais, que estão sendo as maiores vítimas da perversidade deste Governo. Pergunte para os pais que choram as perdas em vida dos seus filhos, que antes eram carinhosos, adeptos às suas famílias, e hoje são rebeldes, debochados e consideram a família um mal a ser combatido. O pior são os professores que doutrinam os nossos jovens, inclusive aplaudindo a morte de um ser desumanizado por ser conservador. Onde estão o respeito à opinião alheia, o direito do contraditório, a arte do debate para o crescimento dos nossos alunos? E também o que esperar de reitores de universidades, como vemos nas mídias, que militam com mentes cauterizadas e cumprem à risca o plano de tornar este País numa Venezuela? É uma vergonha a falta de respeito e a intolerância religiosa que estamos presenciando nas universidades brasileiras. Não aceitamos nada menos que a anistia ampla, geral e irrestrita para presos do 8 de Janeiro e para todos que se opõem ao sistema ditatorial do Supremo Tribunal Federal. O único juiz que provou ter idoneidade para estar sentado na Suprema Corte, o Ministro Fux, disse que deposição de um Governo legitimamente constituído é o que exige a lei para configurar um golpe. Golpes não resultam de atos isolados ou de ações de multidões com pouca articulação. E o que falar, Sr. Presidente, da hipocrisia em forma de carnaval, pão e circo desse fim de semana? Anistiados por sequestro, assaltos, atentados em 1979 tiveram a cara de pau de gritar "sem anistia!" para idosos, grávidas, pipoqueiros e mães de família. Se eu pudesse voltar no tempo, gostaria de saber o que teria acontecido com o Brasil se esses hipócritas que tiveram benefício — inclusive recebem 12 mil reais por mês, como o Presidente Lula e a ex-guerrilheira Dilma... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço a V.Exa. que conclua, por favor, Deputada. A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN) - Queria saber como o Brasil estaria hoje se esse povo não tivesse sido anistiado. Na minha concepção, estaríamos bem melhor, e o Brasil livre, de verdade. Anistia ampla, geral e irrestrita para todos! Presidente, eu gostaria que a minha fala fosse divulgada no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação desta Casa.
  • 17/09/2025

    A Deputada afirmou que o assassinato de Charlie Kirk pela extrema esquerda serviu como uma semente para o conservadorismo. Declarou a tentativa de silenciar conservadores por meio do medo e da violência, citando casos como Miguel Uribe e Bolsonaro. Assegurou ainda que a voz conservadora se levantaria mais forte na Câmara, e muitos esquerdistas se converteram ao conservadorismo, pois a Esquerda mata.

    Palavras-chave oficiais: Militante político,Homicídio,Extrema esquerda,Conservadorismo

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, caros colegas, venho aqui relatar que, para uma árvore crescer, a semente tem que ser enterrada e morrer. Charlie Kirk é a semente brutalmente assassinada pela extrema esquerda. E o seu enterro, a sua morte, fala muito mais alto ao coração conservador do que as suas palavras em vida. Eu quero deixar aqui uma palavra de reflexão. Achavam que iam nos paralisar pelo medo. A América Latina é um lugar difícil para quem é de direita. Vejam o caso de Miguel Uribe. Vejam o caso de Bolsonaro com a facada. Nos Estados Unidos, Charlie Kirk foi assassinado com um tiro na garganta; Donald Trump sofreu uma tentativa de assassinato, simplesmente porque diz a verdade. Mas não vão nos calar! Tudo o que foi levantado agora, através da voz do assassinato de Charlie Kirk, vai ecoar cada vez mais forte. E a voz do conservadorismo, pelo menos a minha, vai se levantar cada vez mais forte nesta Câmara, nesta Casa, e por todo o Brasil. O bom é que muitos esquerdistas estão se convertendo ao conservadorismo porque viram a verdade: a Esquerda mata!
  • 20/08/2025

    A Deputada manifestou solidariedade ao Pastor Silas Malafaia e à Pastora Elizete Malafaia, criticando a abordagem que receberam no aeroporto. Destacou que o Pastor não foi acusado de crimes como roubo, corrupção ou violência, afirmando que a ação configuraria uma tentativa de silenciar líderes cristãos.

    Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (RJ),Aeroporto Internacional Galeão Antônio Carlos Jobim,Pastor evangélico,Abordagem policial,solidariedade

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu venho aqui me solidarizar com o Pastor Silas Malafaia e a Pastora Elizete Malafaia pela forma truculenta com que eles foram abordados hoje, no aeroporto. O Pastor Silas Malafaia não está sendo acusado de roubo, corrupção ou violência. Ele está sendo atacado por falar a verdade e por pregar valores cristãos que incomodam o sistema. Isso não é justiça, é tentativa de calar a voz dos cristãos. Quando um pastor, um padre, um ungido pelo Senhor é intimidado, todos os cristãos são ameaçados. Hoje é Malafaia; amanhã pode ser qualquer um de nós. Podem confiscar passaportes, podem tentar silenciar líderes, mas jamais conseguirão calar os cristãos desta Nação, porque, enquanto houver um cristão de pé neste País, haverá voz profética, haverá coragem e haverá esperança. Pastor Silas Malafaia, conte conosco aqui... (Desligamento do microfone.)
  • 20/08/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou a decisão da CPMI, conduzida pelo Senador Carlos Viana, que solicitou a quebra de sigilo bancário do irmão do presidente Lula e de Carlos Lupi. Criticou decisões do STF, especialmente do ministro Alexandre de Moraes, relacionadas à interrupção da gestação, responsabilizando também o Presidente Lula pela revogação de medidas protetivas. Comparou o atual cenário político brasileiro a regimes autoritários de países como Venezuela, Cuba, China, Irã e Palestina, afirmando que tais sistemas restringem direitos religiosos, femininos e da população LGBTQIA+. Encerrou dizendo que o Brasil vive uma democracia relativa.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,criação Ministro do Supremo Tribunal Federal,Abuso de autoridade,Crítica

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, hoje é um dia de vitórias para a democracia e para a Oposição brasileira. A CPMI, que está sendo conduzida pelo Senador Carlos Viana, já mostrou que não está para brincadeira e acabou de pedir a quebra do sigilo bancário do irmão de Lula e de Carlos Lupi. Outro ponto para comemoração é a aprovação, também pelo Senado, da PEC do voto impresso. Sr. Presidente, hoje eu subo nesta tribuna também para fazer uma reflexão sobre a lei mais democrática da humanidade: a lei da semeadura. Mesmo que Alexandre de Moraes queira revogá-la, não conseguirá. Toda plantação é facultativa, mas, uma vez plantada, a colheita será obrigatória. A plantação que a maioria do STF tem feito terá uma colheita de tremer as estruturas desta Nação. Infelizmente, quando grande parte do povo planta mal, todos colhem coisas más. Em 2022, a plantação no 13 foi uma péssima escolha. Hoje colhemos o retorno do assassinato intraútero de bebês, autorizado de forma monocrática quando Alexandre de Moraes derrubou o decreto do CFM que proibia assistolia fetal, mais uma vez não deixando os médicos serem médicos. O sangue dessas crianças assassinadas está em suas mãos, Alexandre de Moraes, bem como nas mãos de Lula, que revogou o decreto que protegia as crianças desde a gestação. Outro ponto: se a ditadura da Esquerda prestasse, o povo da Venezuela não estaria saindo às ruas pelo fim da era Maduro, que já passou de madura e está apodrecendo um país lindo como a Venezuela. Se gostam tanto de um regime que oprime o povo, por que não vão morar na Venezuela ou em Cuba? Lá, o regime de destruição econômica já está estabelecido. Deixem o Brasil, ou, então, vão para a China! Tenho apenas uma lembrança para os que se dizem evangélicos e são da Esquerda: não levem para lá a Bíblia. Vocês podem ser mortos por estarem com uma Bíblia. A Palavra de Deus, que os evangélicos tanto prezam, não é bem-vinda nessa ditadura. Eu não entendo como alguém se diz evangélico e é de esquerda. Água e óleo não se misturam. Por que não vão morar no Irã, no atual regime? Vão todos para lá! Só não recomendo isso à comunidade LGBTQIA+. Por favor, fiquem no Brasil, porque, se forem a sua amada "Palestina livre", vocês vão lacrar demais nas redes sociais, aparecendo em forcas em praça públicas. E às feministas eu recomendo: usem burca, porque na "Palestina livre" vocês podem ser espancadas pelo simples fato de serem mulheres. Essa plantação eu não fiz, mas, como ainda estamos em uma democracia relativa, mas ainda democracia, colhemos o que a maioria escolheu. Essa culpa eu não carrego. Sr. Presidente, peço a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigada.
  • 13/08/2025Breves Comunicações

    A Deputada questionou se a Esquerda realmente protege crianças e adolescentes, criticando propostas como a regulamentação das redes sociais, que classificou como tentativa de censura. Também acusou o Governo Lula de fragilizar políticas de proteção infantil, citando a revogação do decreto que restringia o aborto, a falta de regulamentação do Cadastro Nacional de Pedófilos, a extinção da Secretaria Nacional da Primeira Infância e o corte de benefícios a crianças com autismo.

    Palavras-chave oficiais: proteção,Ambiente virtual,Proposição legislativa,Criança,regulamentação Governo federal,Aborto,Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais,regulamentação,Criança,Autismo,Benefício de Prestação Continuada (BPC),extinção,Crítica

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, caros colegas, subo a esta tribuna hoje para fazer um questionamento muito importante, frente a tudo o que vem acontecendo no Brasil e que foi exposto por Felca, em relação à adultização e à sexualidade precoce das nossas crianças. Eu venho questionar se a Esquerda realmente protege crianças e adolescentes no Brasil ou se a proposta que está sendo colocada, de regulamentação das redes sociais, é um belo de um jabuti, com o qual quer colocar em pauta a censura nas redes sociais. Será que a Esquerda gosta mesmo de proteger crianças? Vejamos algumas situações. O Governo Lula defende criança como? Derrubando o Decreto nº 10.770, de 2021, e hoje permite o aborto no Brasil em qualquer idade gestacional? Isso é defender crianças? Para mim, se intrauterina, já é criança, já tem que ter seus direitos garantidos. Ele defende crianças quando não cria o Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais? Esta lei, aprovada por esta Casa há 7 meses, não entrou em vigor ainda por falta de regulamentação. Ele diz que cuida de crianças, mas não observamos o seu apoio à primeira infância no Brasil. Pelo contrário. Uma das suas primeiras ações, quando assumiu, foi a de acabar com a Secretaria Nacional da Primeira Infância, secretaria essa que cuidava do chamado Programa Criança Feliz, de extrema importância no Brasil. Agora vejamos outros casos. A Esquerda não assinou a CPI que queria investigar o tráfico de crianças e a exploração sexual na Ilha de Marajó. Isso é cuidar das crianças? A Esquerda votou contra o aumento de penas para crimes hediondos — pedofilia é crime hediondo. A Esquerda também votou contra a castração química de estupradores e pedófilos. Isso é cuidar das crianças? E nem falamos do corte do BPC para crianças com autismo. Quero aqui fazer uma denúncia. Esta Casa derrubou o veto do Presidente Lula ao dispositivo que tornava obrigatórias as reavaliações de laudos. Esta Casa derrubou o veto. Não precisa mais, mas, lá no Rio Grande do Norte e em vários lugares do Brasil, ainda as estão solicitando. Isso é cuidar das crianças? Agora querem surfar na onda legítima, importante e urgente de uma problemática levantada em relação à adultização e sexualização das nossas crianças. E querem fazer isso propondo o PL da censura, a regulamentação das redes. Se quisessem mesmo cuidar das crianças, não deixavam o STF formar cinco votos a favor da presença de crianças nas paradas LGBTQIA+, as paradas gays — lugar em que há bebidas e drogas e a sexualização é bem presente, como podemos ver nas imagens das redes sociais. Sr. Presidente, eu quero que esta minha fala seja registrada nos Anais da Câmara dos Deputados e divulgada pelo programa A Voz do Brasil. Vamos pensar: isso é defender criança? Os fatos falam mais do que a narrativa criada.
  • 02/07/2025Breves Comunicações

    A Deputada criticou o uso de recursos públicos pelo Governo Federal, ironizando a Força Aérea Brasileira (FAB) como uma “agência de turismo” apelidada de "FABTur". Afirmou que a FAB estaria sendo usada para fins pessoais e políticos, como viagens internacionais luxuosas, transporte de aliados e figuras polêmicas, enquanto negaria suporte a causas humanitárias, como o traslado de brasileiros mortos no exterior. Também acusou o Governo Lula de desprezar a segurança nacional e de promover alianças com ditaduras, além de responsabilizá-lo por censura, escândalos envolvendo familiares e aumento de impostos. Rejeitou a justificativa de que o aumento do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) afetaria apenas os ricos, afirmando que a carga tributária recairá sobre os mais pobres. Por fim, reforçou a crítica à quantidade de viagens do Presidente e à postura da esquerda no Congresso em defesa do decreto do IOF.

    Palavras-chave oficiais: Recursos públicos,Força Aérea Brasileira (FAB),Segurança nacional,Governo federal,Despesa pública,Gestão pública Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Carga tributária,Política fiscal

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, caros colegas, hoje venho fazer propaganda da mais recente agência de turismo do Brasil, a "FABTur", a nova agência de turismo que funciona com dinheiro público e com os seguintes objetivos de funcionamento. Precisa ir ao ginecologista? Chame a "FABTur". Precisa passear na França com várias malas e com garantia de exclusividade a bordo? Chame a "FABTur". Ela garante um avião com capacidade para 230 passageiros todinho para você. Outra coisa: você pode levar tudo que quiser, até mesmo mala de dinheiro dos aposentados, porque ninguém vai examinar a sua bagagem. A "FABTur" também pode mandar buscar os seus amigos em qualquer lugar do mundo, desde que sejam corruptos e ladrões contumazes do Erário público. Se for de partido de esquerda, voa até na calada da noite. Atenção: a "FABTur" está proibida pelo Governo Federal de fazer traslados de corpos de brasileiros mortos por acidente no exterior, exceto se houver pressão ou comoção nacional e apenas após decreto presidencial. Outra classe que a "FABTur" está proibida de carregar são os 213 milhões de pequenos tiranos. Apenas os oito grandes tiranos podem fazer uso dos seus serviços. A "FABTur" está impossibilitada de várias coisas, inclusive de proteger o espaço aéreo brasileiro. Motivo: falta de combustível, devido aos gastos absurdos com as 139 viagens internacionais para oitenta países desde 2023. Presidente, a proteção do espaço aéreo, a defesa das fronteiras e a dignidade e honra de militares da Força Aérea Brasileira e das Forças Armadas são supérfluos para este Governo, que prepara, junto com o Supremo, a instalação de uma Venezuela aqui no Brasil. O povo brasileiro assiste à dilapidação das Forças Armadas, a parcerias com as piores ditaduras do mundo, à censura nas redes sociais e à contínua vergonha internacional que o casal presidencial nos faz passar pela sua total falta de diplomacia e senso do ridículo. Mas está tudo bem no País do futebol, da picanha e da cervejinha. Afinal de contas, o que vale é alimentar a mentira de que o IOF só atinge os ricos e fazer uma cortina de fumaça para que o povo brasileiro esqueça que o Presidente já elevou ou criou 24 impostos e deixou os aposentados sem respostas a respeito do dinheiro roubado pelo seu irmão. "Deputada Carla, como vai a 'FABTur'?" Ela vai bem. Obrigada. Está aguardando a próxima viagem internacional. É muito engraçado ver, desta tribuna ou aí do plenário, a Esquerda gritando, clamando por aumento de impostos, proferindo uma mentira após a outra. O IOF vai atingir, sim, o bolso do pobre. Você acha que os empresários e os investidores vão arcar com essa conta sozinhos? Jamais! Obrigada, Sr. Presidente.
  • 17/06/2025Breves Comunicações

    A Deputada expressou indignação com a postura do Governo Lula em relação ao conflito no Oriente Médio e ao Irã. Manifestou solidariedade a Israel, destacando o direito do país à autodefesa diante das ameaças do regime iraniano e de grupos como Hamas e Hezbollah. Criticou a Esquerda por silenciar diante das violações de direitos humanos no Irã, como perseguições a mulheres, cristãos e LGBTQIA+. Reprovou também a política externa do Governo Lula, citando o atracamento de navios iranianos no Brasil e o envio de recursos ao Hamas. Afirmou estar ao lado de Israel em defesa da paz, da vida e da liberdade.

    Palavras-chave oficiais: Conflito,Oriente Médio,Irã,Israel,Defesa pessoal,Hamas,Hezbollah,Esquerda política,violação,Direitos humanos,Silêncio,Política externa,Governo federal

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, caros colegas, subo a esta tribuna hoje com um misto de tristeza e vergonha. A minha tristeza é por ver o que está acontecendo com milhares de pessoas no Oriente Médio, por ver um povo que precisa constantemente, durante a história, defender o direito à sua existência, à sua liberdade e à sua segurança, o povo de Israel. Diante das ameaças explícitas do regime iraniano, que financia grupos terroristas como o Hezbollah e o Hamas, o Estado de Israel exerce o mais básico dos direitos: o direito à legitima defesa. O Brasil ama Israel. Somos gratos pela ajuda humanitária no desastre de Brumadinho. E me sinto envergonhada com a atual liderança desta Nação. Sinto vergonha do Presidente Lula, sinto vergonha da hipocrisia gritante da Esquerda nacional e internacional. Essa mesma Esquerda, que se diz defensora dos direitos humanos, das mulheres, dos movimentos LGBTQIA+ e da liberdade religiosa, neste caso, cala-se ou apoia um regime como o do Irã, que pune com açoites, ou até mesmo com a morte, aquelas que ousam mostrar sem querer uma parte do corpo ou do cabelo. Luta pela liberdade? Nem pensar! Lá se enforcam homossexuais em praça pública e se perseguem cristãos e outras minorias religiosas com brutalidade. O regime iraniano promove o terror como política de Estado, promove treinamentos militares, fornecendo armas e incitando o ódio ao povo judeu. Israel é uma democracia e respeita as liberdades individuais. Israel respeita cristãos, judeus, muçulmanos, mulheres, comunidades LGBTQIA+ e todos os seus cidadãos. Minha vergonha se estende, mais uma vez, ao Presidente, que colocou o Brasil no alvo de países antiterroristas, quando deixou navios iranianos atracarem no Brasil para levar sei lá o quê — provavelmente, urânio para armas atômicas. Lula me envergonha com suas atitudes e falas de caráter antissemita. Este é um Governo que manda recursos para o Hamas e compara o trabalho na faixa de Gaza à ação de Hitler no Holocausto. Estou falando de um Presidente que hoje vendeu parte da Amazônia no leilão do petróleo e que, nas suas dezenas de viagens internacionais, expõe o Brasil a vexames e gastos de muito dinheiro público. Este é um Governo que manda 27 milhões de reais para o Caribe com a desculpa de matar a fome dos caribenhos, enquanto, no Brasil, há crianças que comem água com farinha na merenda escolar. Este Governo, população de Israel, não merece crédito nem respeito. Concluo dizendo que, se o Irã deixasse as armas hoje, haveria paz; se Israel deixasse as armas de lado, não haveria mais Israel. Eu não hesito: nessa guerra, estou ao lado de Israel pelo direito de existir, pelo direito de se defender e, sobretudo, pelo direito de viver em paz. Am Yisrael chai. Peço que minha fala seja divulgada pelo programa A Voz do Brasil e pelos meios de comunicação desta Casa. Obrigada.
  • 17/06/2025

    A Deputada registrou que seu voto acompanhou a orientação do União Brasil na apreciação dos vetos, embora não tenha conseguido enviar a cédula eletronicamente. Informou que estava em contato com a Diretoria de Tecnologia da Câmara (Ditec) durante o processo de votação e solicitou um relatório para comprovar as tentativas de envio. Defendeu a pensão vitalícia para crianças com microcefalia e ao laudo definitivo para pessoas com deficiência, considerando ambos temas de grande relevância para mães e crianças.

    Palavras-chave oficiais: Voto,Apreciação de proposição,Veto presidencial,registro Pensão vitalícia,Vítima,Microcefalia,Laudo médico,Pessoa com deficiência,caráter definitivo

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) – Sr. Presidente, gostaria que consignasse nas notas taquigráficas a minha votação em consonância com o União Brasil na questão dos vetos. Até este momento, eu estava com a Ditec, e não entendemos o porquê de não ter conseguido enviar a minha cédula, principalmente para a derrubada do veto em relação à pensão vitalícia da microcefalia e, também, sobre a questão do laudo definitivo, que é de extrema importância para as nossas crianças e para as nossas mães. Eu pedi um relatório à Ditec para dizer todos os momentos em que eu entrei em contato com eles, e não consegui enviar a minha cédula, mas deixo consignado o meu voto com o União Brasil. Obrigada.
  • 11/06/2025Breves Comunicações

    A Deputada criticou o Governo Federal por suposta autorização de exploração de petróleo em áreas sensíveis como a Foz do Amazonas, Fernando de Noronha (PE) e terras indígenas, marcada para o dia 17 de junho, no que classificou como "desgoverno do PT". Afirmou que o leilão, do 5º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão, estaria ocorrendo sem autorização do Ibama e ignorando alertas do Ministério Público Federal sobre os riscos ambientais. Além disso, denunciou a omissão de ambientalistas e artistas que, segundo ela, silenciam diante dessas contradições. Também criticou os gastos do Governo Lula com viagens internacionais e condenou declarações do Presidente sobre o conflito no Oriente Médio, classificando-as como antissemitas.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,autorização,Fernando de Noronha (PE),Terras indígenas,Petróleo,exploração,Crítica,Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),Ministério Público Federal (MPF),Risco ambiental Presidente da República,Viagem em missão oficial,Oriente Médio,Conflito,declaração,Antissemitismo,Crítica

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Eu peço a atenção de todos aqui presentes para uma fala muito importante, que virou capa e notícia de jornais no Brasil — de poucos jornais. O desgoverno do PT está vendendo agora, no dia 17 de junho, sem autorização do Ibama, a Foz do Amazonas, Fernando de Noronha e terras indígenas. Pois é, para o dia 17 de junho está marcado o leilão de exploração do petróleo, intitulado 5º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão. Pergunto: onde estão os pseudoambientalistas? Onde estão os artistas que querem salvar a Amazônia e que veem a Petrobras e o atual Governo vendendo para empresas internacionais parte da Amazônia, colocando em risco toda a vida existente na Bacia da Foz do Amazonas? Este Governo é de maquiagem e contradição. Enquanto quer mostrar ao mundo que é um exemplo de sustentabilidade, vendendo a imagem de um país verde, na verdade e na surdina vem desobedecendo às ordens do Ministério Público Federal, que já alertou para os danos ambientais e riscos de acidentes sem precedentes na Amazônia e no litoral nordestino, porque também está em risco Fernando de Noronha. Isso sem falar na invasão de terras indígenas na região do Parecis, em Mato Grosso. Pergunto aos Srs. Parlamentares: V.Exas. estão cientes disso? Pelo jeito, não. A ausência de notícias nas mídias e a falta de informação para as comunidades locais diretamente impactadas são notórias. E, falando em contradição, enquanto observamos o Brasil afundar em corrupção e escândalos, o casal presidencial faz chacota com a cara do povo brasileiro, esbanjando dinheiro público em viagens internacionais. A viagem pode ter sido até bancada pelo casal ou pelo Governo da França, mas a comitiva — por sinal, envergonha-me ver alguns Parlamentares festejando o esbanjamento do dinheiro público — notoriamente foi paga com o nosso dinheiro. Estima-se, sem os gastos do último desperdício financeiro na França, que o Governo já gastou mais de 50 milhões de reais do ano passado para cá com viagens. Eu, particularmente, acho até pouco para os 3,5 bilhões de reais investidos em marketing, que só fazem o povo brasileiro passar vergonha em terras internacionais. Convenhamos, é vergonhoso ver o mandatário deste País sendo corrigido em âmbito mundial sobre falas sem noção de uma guerra de que ele nada entende. Mais uma vez, Lula conseguiu ratificar o título de persona non grata por Israel ao emitir falas absurdas e irresponsáveis ao comparar o Governo israelense com Hitler. Antissemitismo puro! Isso sem falar no papel ridículo de bobo da corte que o Presidente faz ao deitar ao chão, expondo o Brasil em escala mundial a uma vergonha. Só sei de uma coisa: salvar a Amazônia não é algo que está na prioridade deste Governo nem dos artistas brasileiros que se fazem com a Lei Rouanet.
  • 07/05/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou a Sessão Solene em homenagem à criação do Estado de Israel, na qual conversou com o Embaixador Daniel Zonshine e reiterou que o povo brasileiro valoriza Israel, em contraste com o atual Governo, que, supostamente, enviaria recursos ao Hamas. Em seguida, comemorou sua participação na Caminhada Pacífica pela Anistia Humanitária ao lado do ex-Presidente Jair Bolsonaro. Celebrou a decisão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que aprovou a suspensão de ação penal contra o Deputado Delegado Ramagem, acusado em inquérito por tentativa de golpe, e afirmou que essa decisão representaria a resistência da Câmara contra intervenções de outro poder e a defesa da separação institucional. Encerrou o discurso com saudações patrióticas e religiosas.

    Palavras-chave oficiais: Israel,Aniversário de fundação,Homenagem,Sessão solene,Hamas,Governo federal anistia,Ex-presidente da República Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Ação penal,Deputado federal,Suspensão (penalidade),Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Princípio da separação dos Poderes

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, caros colegas, hoje é um dia de festa nesta Casa. Tivemos uma sessão solene de homenagem à Data Nacional de Criação do Estado de Israel, em que tive a honra de conversar com o Embaixador de Israel, Daniel Zonshine. Lembrei ao Embaixador que o povo brasileiro, diferentemente deste atual Governo, que manda recurso até para o Hamas, respeita e ama a Nação de Israel. Outro ponto de alegria e de emoção foi a caminhada de que acabei de participar agora, a Caminhada Pacífica pela Anistia Humanitária. Foi lindo ver o povo, em plena quarta-feira à tarde, caminhar conosco e com o Presidente Bolsonaro. Outra vitória foi a que aconteceu há pouco na CCJ, em que foi aprovada a suspensão de ação por golpe de Estado, que nunca houve, em que o Deputado Delegado Ramagem foi citado. A Câmara mostra que tem força para se levantar contra os desmandos de um poder que teima em intervir nesta Casa e não obedece à separação dos Poderes, além de criar uma democracia relativa. Agora, aguardamos que a coerência da CCJ seja estabelecida no Plenário. Viva o Brasil! Viva Israel! Bendita a nação cujo Deus é o Senhor! Obrigada, Sr. Presidente.
  • 06/05/2025Breves Comunicações

    A Deputada defendeu a instalação imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar fraudes no INSS, que já somaram mais de R$ 90 bilhões, incluindo o escândalo recente de empréstimos consignados sem autorização. Cobrou a adesão de Deputados da Esquerda, especialmente do Rio Grande do Norte, ao pedido de CPI, e acusou sucessivos governos, de Dilma a Lula, de omissão ou envolvimento. Mencionou ainda uma associação pesqueira do Rio Grande do Norte, suspeita de envolvimento no esquema. Afirmou que aposentados e pensionistas devem acionar a Justiça e reivindicar seus direitos, classificando os desvios como um ataque direto à população idosa.

    Palavras-chave oficiais: Fraude,Corrupção,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Aposentado,Pensionista,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Obrigada. Sr. Presidente, caros colegas, povo brasileiro, subo nesta tribuna para falar sobre a situação atual de escândalos e fraudes do INSS, que, junto com esse novo escândalo de empréstimos consignados sem autorização, já ultrapassa 90 bilhões de reais. Sim, 90 bilhões de reais. A CPI do INSS deve ser uma prioridade nesta Casa. Os culpados devem ser identificados e penalizados por todo o mal que estão fazendo aos nossos idosos, aposentados e pensionistas. E pergunto aqui por que ninguém da Esquerda assinou o pedido de abertura da CPI. Onde estão os Deputados de Esquerda do Rio Grande do Norte? Por que vocês não assinam a CPI? Esta é a hora de colocar tudo às claras, já que a fraude tem uma linha do tempo que começou em 2016, com o Governo Dilma, passa pelo Governo Temer, Governo Bolsonaro, e tem toda a sua explosão de roubo no Governo Lula. Gostam tanto de falar: "Golpe! Golpe!" Na verdade, golpe vocês estão dando nos nossos idosos, não querendo que o Governo de vocês seja investigado. Eu quero, sim, que a CPI seja instalada, inclusive para esclarecer o papel de uma associação do Rio Grande do Norte ligada à pesca. Ela tem como ponto principal a pesca. E é uma vergonha que essa associação roube de vovôs e vovós que trabalharam a vida toda pagando impostos e agora estão na miséria. Eu faço um apelo a todos os aposentados e pensionistas do Brasil, não só do Rio Grande do Norte: corram para os bancos e agências do INSS para baixar o total de roubos que essa quadrilha, instalada no desgoverno Lula, aprontou com vocês. Entrem na Justiça, façam ação coletiva, peçam reembolso, danos morais e busquem todos os seus direitos! Atenção, Ministério Público, Conselho dos Idosos, protejam essa população que foi e está sendo roubada por este Governo de ladrão de idosos! E como não sabemos a quantidade de idosos que estão envolvidos e quantos morreram sendo roubados desde 2016, eu chamo isto aqui de genocídio. Isso, sim, é genocídio. Eu peço que a minha fala seja divulgada no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigada.
  • 22/04/2025Breves Comunicações

    A Deputada criticou o que classificou como silêncio seletivo diante da decisão que concedeu prisão domiciliar ao suspeito de ser mandante do assassinato de Marielle Franco, apontado como militante de esquerda. Afirmou que o caso foi usado politicamente contra o conservadorismo representado, pelo ex-Presidente Jair Bolsonaro. Também questionou o uso de aeronave da FAB no transporte da ex-Primeira-dama do Peru e criticou declarações do Ministro Alexandre de Moraes, associando um blogueiro bolsonarista a um narcotraficante. Mencionou ainda a greve nos Correios e a destinação de recursos da Lei Rouanet, reiterando críticas ao silêncio de artistas e movimentos feministas.

    Palavras-chave oficiais: Prisão domiciliar,Autor intelectual,Homicídio,Vereadora,Rio de Janeiro (RJ) Aeronave,Força Aérea Brasileira (FAB),Ex-,Primeira-dama,Peru (País) Greve,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) Lei Rouanet (1991),Crítica

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    A SRA. CARLA DICKSON (Bloco/UNIÃO - RN. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, caros colegas, muitas coisas aconteceram em uma semana, e eu quero destacar algumas aqui para vocês. Em primeiro lugar, vimos o silêncio ensurdecedor dos que antes enchiam o saco, ou melhor, as redes sociais, dizendo: "Quem matou Marielle?" Pois bem, descobriram que foi um militante de esquerda que foi preso. E, agora, como presente de Alexandre de Moraes, o mandante do assassinato recebeu a liberação para ir para casa por questões de doença. Eu fico enojada com a hipocrisia de muitas feministas de plantão que nada disseram contra essa decisão. Estão caladas! Sr. Presidente, eu acabo de perceber que, de fato, as vítimas foram Marielle e seu motorista. Eles foram vítimas de pessoas que, com esse silêncio ensurdecedor, usaram seus assassinatos, para não dizer seus cadáveres, como palanque político. Eles foram vítimas de um jogo de poder em que tudo vale a pena para tirar da frente o seu grande inimigo, que eu não digo que é a pessoa Jair Messias, não, porque é só uma pessoa, eu digo que é Bolsonaro. O que Bolsonaro representa? Representa o conservadorismo, a família, a proteção da criança, o crescimento do País e assim vai. Em segundo lugar, vimos os vexames internacionais. A dupla dinâmica entrou em ação, e o Brasil virou manchete: Os corruptos se protegem. Presidente, gostaria de saber por que o avião da FAB foi enviado para dar fuga à criminosa Primeira-Dama do Peru. Fico me perguntando: ué! não foi o atual Presidente que ensinou o caminho da Odebrecht, ou melhor, o caminho da roça para o casal presidencial corrupto do Peru? Outro vexame internacional foi o Sr. Ministro Alexandre de Moraes comparar um blogueiro bolsonarista que fala demais a um traficante de drogas procurado na Espanha, preso com 52 malas com drogas. Isso, sim, é uma bela de uma crise diplomática produzida por essas duas pessoas. Pelo menos isso expôs a realidade do que acontece no Brasil. Temos, sim, perseguidos políticos. E vimos ainda o vexame dos Correios. Começaram lá uma greve porque estão há 3 meses sem receber, mas a gente observa que, em meio a todo esse prejuízo, 4 milhões de reais foram dados ao Gilberto Gil, aquele que falava da Amazônia e que está com o bolso cheio de dinheiro da Lei Rouanet, assim como esses artistas globais. Cadê a Amazônia? Por eles, a Amazônia pode queimar, ficar só o graveto, desde que os bolsos deles estejam cheios, cheios de dinheiro da Lei Rouanet. É uma pena, é uma pena que o silêncio dos artistas e o silêncio ensurdecedor das feministas tenham causado tantas vítimas: a Amazônia e Marielle. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2020 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.