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Detector de Bananada
Foto de Bohn Gass

Deputado · Câmara

Bohn Gass

PT · RS

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Elvino José Bohn Gass · 64 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 59 de 100, Meio Banana0406080100

59/100

Meio Banana

Faz o básico, mas deixa a desejar.

Nota maior que a de 44% dos deputados · média do partido: 61

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 76%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 83%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 0%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Governo Dilma Rousseff

Vota com o governo 88%das 443 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 98%das 545 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.bohngass@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5873
Gabinete
Gabinete 873, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Governo Dilma Rousseff

Presença nas sessões

76%

Esteve em 59 de 78 sessões

Melhor que 41% dos deputadosMédia do partido: 77%

Votou nas votações

83%

Registrou voto em 605 de 732 votações nominais

Melhor que 73% dos deputadosMédia do partido: 76%

Iniciativas que viraram lei

0

de 5 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 4 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

88%

Em 443 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 84% dos deputadosMédia do partido: 90%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.300 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 13/10/2026.

  • 20/05/2026

    O Deputado defendeu a aprovação da proposta em debate e rebateu críticas da oposição, afirmando que o texto prevê punições apenas em casos de aumentos de preços considerados abusivos e dissociados de fundamentos econômicos verificáveis. Afirmou que a medida busca coibir práticas que prejudiquem os consumidores, com base em critérios técnicos e no uso de dados do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Também argumentou que o Projeto de lei nº 1.625, de 2026, em discussão, fortalece a proteção ao consumidor diante de eventuais aumentos considerados injustificados e ressaltou que a iniciativa reflete o compromisso do Governo Federal com a defesa do poder de compra da população.

    Palavras-chave oficiais: Combustível,Projeto de lei ordinária,Utilidade pública,Preço,aumento,proibição,Defesa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, se o colega tivesse lido o projeto, não diria essa mentira. Está claro aqui que só haverá essa punição se a elevação de preços resultar em aumento dissociado de fundamentos econômicos verificados. É só isso. Então, tudo o que eles dizem é mentira. Leiam o projeto, por favor! Os dados do Cade vão ser usados para isso. Pode aumentar preço, mas não aumentar criminosamente. E quando aumentar criminosamente é preciso punir para defender o consumidor. O que eles estão dizendo é que, mesmo aumentando criminosamente, tem que deixar aumentar, o que pode prejudicar o consumidor. Não dá! Então, nós queremos que o projeto seja aprovado, porque Lula é responsável e está pensando no povo brasileiro. Agora, se alguém não leu o projeto e está falando mentiras... (Desligamento do microfone.)
  • 20/05/2026

    O Deputado defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que tipifica a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999, e dá outras providências (criminaliza o aumento abusivo do preço dos combustíveis). Além disso, destacou que a proposta busca punir distribuidoras que prejudicam postos e consumidores. Ademais, responsabilizou o Governo Bolsonaro e a Extrema Direita pela elevação dos preços dos combustíveis em decorrência da privatização da BR Distribuidora, da interrupção da ampliação do refino nacional, da venda de fábricas de fertilizantes e da política de paridade de preços internacionais (PPI). Ao final, defendeu o fortalecimento da Petrobras, a retomada de estaleiros no Rio Grande (RS) e a soberania nacional.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tipificação de conduta,criminalização,aumento,Preço,Combustível,Crime contra a ordem econômica,Distribuidor de combustível,Posto de combustível,Consumidor,Petróleo Brasileiro (Petrobras),Estaleiro,Rio Grande (RS),Soberania nacional,Governo federal Governo,Extrema direita,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Preço,Combustível,Privatização,Petrobras Distribuidora S.A,refinação,Venda,Fábrica,Fertilizante,Preços de Paridade de Importação (PPI)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, aqui se diz muito que nós estamos elegendo os postos como vilões. Não é verdade. Aqui ninguém disse isso. O que nós estamos dizendo é que as distribuidoras, essas sim, prejudicam inclusive os postos e, através dos postos, os consumidores. Essa é a questão. O fato de nós estarmos aqui regulamentando e punindo quem faz esse exagero de preços é exatamente para defender o consumidor. E as regras são claríssimas. Portanto, é muito importante que esse projeto seja aprovado. E, mais do que isso, é bom que se diga o que nós tínhamos no Brasil, antes do golpe. Vejam quem defendeu o golpe: a extrema direita. Nós estávamos com um programa de mais refino no Brasil, e houve dois problemas: as empresas que estavam fazendo refino foram privatizadas, e o programa de ampliação do refino foi interrompido. Essa é a consequência do golpe. A interferência da venda dos postos BR nos preços é evidente. Foi anunciado à noite: "Vai reduzir o preço na refinaria". No dia seguinte, os postos BR da Petrobras baixavam o preço. Os outros postos que queriam vender tinham que baixar, senão a concorrência ia prejudicá-los, porque os postos da Petrobras baixaram. Depois que vocês venderam, com o Bolsonaro, que gosta muito do Vorcaro e de fazer filme, o que aconteceu? Essa foi a maior corrupção que se deu no Brasil: venderam os postos BR. Agora baixam o preço, e os postos BR não baixam. Todos os postos ficam com o preço alto, consequência da política do Bolsonaro, que ainda quer ser candidato à Presidência da República para prejudicar mais o Brasil. Eu não consigo entender. Isso é outro elemento. Assim fizeram com as fábricas de fertilizantes, pessoal. Atenção, agro brasileiro! Enquanto nós estamos lutando pela renegociação da dívida de vocês — inclusive, hoje, estive com o Ministro Dario Durigan para fazermos uma renegociação —, os insumos da agricultura aumentaram. E nós tínhamos no Brasil fábrica de fertilizantes. Pasme, Brasil! O Governo brasileiro do Bolsonaro vendeu as fábricas de fertilizantes, e o preço aumentou. Veio a guerra, e isso piorou ainda mais. Então, a culpa de nós termos preços tão altos é dessa política que vocês defendem. E agora que o Lula quer ter dureza com quem faz abuso do preço para defender o consumidor, vocês são contra? De que lado vocês estão? Só do filme do Vorcaro? Não é possível. Nós estamos aqui para defender que o Brasil possa retomar com força, por exemplo, os estaleiros que nós estamos fazendo no Rio Grande do Sul, em Rio Grande, e que a gente possa ter a Petrobras cada vez mais forte. Um plano foi anunciado pela nossa Presidente Petrobras para termos a autossuficiência. Estamos trabalhando para isso, para ter refino no Brasil. E vocês fizeram o Preço de Paridade de Importação, o PPI: aumenta lá fora, aumenta aqui. Não! Temos que ter o controle da soberania brasileira. É por isso que o Lula está certo em defender a soberania. Mas enquanto vocês batem continência para o Trump, dá nisso.
  • 20/05/2026

    O Deputado defendeu o Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que tipifica a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999, e dá outras providências (criminaliza o aumento abusivo do preço dos combustíveis), alegando que o Governo Lula busca proteger a população. Ademais, criticou Parlamentares da Oposição por estarem preocupados com a melhora do Presidente Lula nas pesquisas eleitorais e com a queda do Senador Flávio Bolsonaro, envolvido em denúncias a respeito do empresário Daniel Vorcaro. Ao final, responsabilizou o Governo Bolsonaro pela elevação do preço do óleo diesel.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tipificação de conduta,criminalização,aumento,Preço,Combustível,Bens,Utilidade pública,Crime contra a ordem econômica,Governo federal Oposição política,Pesquisa eleitoral,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Senador,Partido Liberal (PL),Pré-candidato a cargo eletivo,Denúncia,Banco Master,Empresário Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Preço,Óleo diesel

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, só quero lembrar uma frase que, talvez, todos já escutaram: "Ladrão roubando dinheiro roubado". Isso é coisa de filme. Essa turma está preocupada com o que aconteceu com o Vorcaro, com o Flávio Bolsonaro, que está despencando na pesquisas, e com o Lula, que está subindo. Então, eu compreendo a preocupação de vocês. Mas é coisa de filme: "Ladrão roubando dinheiro roubado". Nós estamos pensando no País. E o País, com o Presidente Lula, apresentou um projeto com dados objetivos. Nós estamos sendo lesados. O povo brasileiro está pagando mais caro pelo combustível. Não precisava ter aumentado 1 centavo nem faltar 1 litro de diesel, se não fosse o PL do Bolsonaro fazer o golpe, entregar a Petrobras, não fazer refino, fazer o PPI e dificultar a produção brasileira. É sobre isso que eles têm que responder. Agora, que nós queremos punir quem aumenta o preço do combustível para o povo, eles querem defender os caras que aumentam o preço para o povo. É desse lado que eles estão. Eles estão do lado que destrói o Brasil, beneficia as grandes refinadoras, passa o dinheiro para fora do Brasil. Agora, quando nós queremos cobrar, multar, para defender o povo brasileiro, como o Lula está fazendo, eles são contra isso. De que lado eles estão? É coisa de cinema: "Ladrão roubando dinheiro roubado". Expliquem essa situação que envolve Flávio Bolsonaro. Muito obrigado.
  • 20/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.564, de 2025, que altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei dos Crimes Ambientais), para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Maioria precisa liberar a bancada, por causa de partidos com posições diferentes. Mas eu quero manifestar a argumentação da nossa Ministra Marina. Nós reduzimos os impactos dos desmatamentos do País. Em boa parte, a razão é exatamente a fiscalização remota que foi feita. Só é identificado quem comete algo fora da regra, fora da lei. Senão, não vai ser autuado. Então, nós precisamos pensar no desenvolvimento do País e nos afirmar mundialmente. E, para nos afirmarmos na transição energética também, em que estamos ponteando no mundo, é fundamental preservar bem. Produzir e preservar; preservar e produzir — esse binômio tem que caminhar junto nesse processo. É fundamental que nós rejeitemos esse projeto. Portanto, a minha posição é "não". Obviamente, pela Maioria, nós precisamos liberar a bancada.
  • 20/05/2026

    O Deputado celebrou o anúncio do Presidente Lula de R$ 30 bilhões em crédito para motoristas de aplicativo e taxistas financiarem carros novos. Ademais, elogiou o Governo pela simplificação de regras para mototaxistas e motoboys e defendeu legislação que garanta segurança e estrutura a esses trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal,Crédito,Motorista de aplicativo,Taxista,Veículo novo,simplificação,Legislação,segurança

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Deputado Charles Fernandes, olhe que notícia boa: Lula lança crédito de até 30 bilhões de reais para motoristas de aplicativos e taxistas financiarem carros novos, 30 bilhões de reais! A cerimônia foi em São Paulo. Nós já tínhamos um programa importante sobre isso. E Lula, além de criar esse financiamento, simplifica as regras para o trabalho de mototaxistas e motoboys. Eu quero registrar aqui, Presidente Charles, o que disse o Presidente Lula: "Há espaço para todo mundo neste País. E qual é o papel do Governo? É facilitar a vida de vocês e não criar confusão. É por isso que nós estamos fazendo isso, para dizer para vocês: neste País, ninguém mais será visto como invisível. Todas as pessoas têm que ser vistas como seres humanos, não importa a escolaridade, não importa a religião, não importa o time por que torce e não importa a cor". Deputados, essa é a visão do Lula. O pessoal dos aplicativos, os motoboys, eles colocam a vida deles em risco para poderem sobreviver e sustentar suas famílias. Eles precisam de uma legislação adequada que lhes dê segurança e estrutura. E o Presidente Lula anuncia 30 bilhões de reais para viabilizar isso e melhorar a vida deles. Eu quero, de coração, fazer esse reconhecimento — mais um, entre tantos — ao Presidente Lula e dizer a esses irmãos que estão trabalhando no dia a dia que realmente possam usufruir desse belo programa que o nosso querido Presidente Lula anuncia. Gostaria que o meu pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado, Presidente.
  • 19/05/2026

    O Deputado orientou a bancada da votação da subemenda substitutiva do Projeto de Lei nº 3.066, de 2025, que institui medidas de enfrentamento e repressão aos crimes de pornografia de crianças e adolescentes relacionados ao uso de inteligência artificial e de técnicas de mascaramento de endereço de IP empregadas para viabilizar a prática de crimes relacionados à pornografia infantil na internet. Defendeu uma política transversal do Governo que combina punição e educação no enfrentamento à violência sexual. Citou declaração de um ex-Deputado, que chegou à Presidência do País, como exemplo de discurso que induz ao estupro, e ressaltou a necessidade de educação como instrumento de prevenção. Além disso, destacou a operação Caminhos Seguros, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com ações em todos os Estados brasileiros contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Base de apoio político,Governo Governo,Política pública,Educação,combate,Violência sexual,Ex-presidente da República,Estupro Operação policial,Ministério da Justiça e Segurança Pública,combate,Exploração sexual,Criança,Adolescente

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, o Governo tem uma política transversal, que bate não só na punição, mas também na educação. Inclusive, eu ouvi aqui um Deputado, que virou figura máxima da Presidência do País, dizer a uma colega Deputada "Eu não te estupro" e algo mais. São frases de pessoas que induzem ao estupro, à violência. E é bom que a gente diga isso, porque a educação precisa ser feita também. O Ministério da Justiça e Segurança Pública coordenou o Dia D da Operação Caminhos Seguros, "com ações intensificadas em todos os estados brasileiros no enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes". Então, eu quero orientar "sim" pelo Governo, para que haja punição e estrutura para impedir que ocorram essas ações nefastas e também haja educação.
  • 19/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva ao Projeto de Lei nº 3.066, de 2025, que institui medidas de enfrentamento e repressão aos crimes de pornografia de crianças e adolescentes relacionados ao uso de inteligência artificial e de técnicas de mascaramento de endereço de IP empregadas para viabilizar a prática de crimes relacionados à pornografia infantil na internet, altera a Lei nº 8.069, de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos) e a Lei nº 12.850/2013 (Lei das Organizações Criminosas) para recrudescer o tratamento penal aos criminosos sexuais. Além disso, defendeu o fortalecimento de mecanismos de investigação e punição contra redes criminosas e ressaltou iniciativas do Governo Federal, como a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente e operações conduzidas pelo Ministério da Justiça e pela Polícia Federal (PF).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto favorável Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente,Ministério da Justiça e Segurança Pública,Polícia Federal (PF),Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sim, Presidente. Quero parabenizar o Deputado Osmar Terra, a Relatora, todas as pessoas que se envolveram neste projeto tão importante, porque nós precisamos desarticular as redes de pedofilia que, infelizmente, estão presentes na sociedade e lucram ou fazem negócios violentando crianças e adolescentes. Isso é muito importante, e o Presidente Lula, em toda a regulamentação do ECA Digital, foi muito enfático nesse aspecto de termos uma regulamentação de proteção. E hoje aqui avançamos no sentido de termos mecanismos de investigação e punição para aqueles que praticam e agridem as crianças e nossos adolescentes. Queria pedir, se for possível, 30 segundos mais, porque tenho divulgações importantes para a sociedade brasileira, para criarmos uma consciência de amor e de carinho contra esse desrespeito que, infelizmente, existe. O Governo do Brasil instituiu a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente. Trinta por cento das operações da Polícia Federal são contra o abuso e a exploração sexual infantil, e o Ministério da Justiça tem operações fortíssimas, combinadas com a Polícia Federal e outros setores, para realmente fazer esse combate, eu diria, com muita força, para desarticular as redes dos pedófilos que, infelizmente, existem. Tem que ser banido e punido quem praticar essa ação. "Tudo que puderes fazer a um desses pequeninos é a mim o fazes." Isso é até bíblico, Jesus Cristo disse. Então, quero parabenizar a todos. Acredito que esta votação vai ser unânime aqui. Damos o voto favorável: "sim" a esse empenho que esta Casa faz para evitar a violência contra crianças e adolescentes.
  • 19/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do artigo 14-B da Lei nº 5.889, de 1973, contido no artigo primeiro do Substitutivo do Senado Federal oferecido ao Projeto de Lei nº 715, de 2023, que dispõe sobre a compatibilidade entre o contrato de trabalho por safra e a condição de titular de benefícios sociais. Na oportunidade, defendeu a manutenção do Bolsa Família para trabalhadores safristas por até 3 meses e criticou as condicionantes incluídas pelo Senado, sob o argumento de que dificultariam o acesso ao benefício. Além disso, afirmou que o relatório apoiado pelo grupo buscava preservar a renda dessas famílias e ressaltou que as políticas públicas de transferência de renda contribuíram para a saída do Brasil do Mapa da Fome.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL) Bolsa Família,Mapa da Fome,Política pública,Transferência de renda,Justiça social

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero deixar bem esclarecido que, quando o safrista trabalha em até 3 meses, e é beneficiário do Bolsa Família, nós votamos pela manutenção do programa. O que o Senado fez foi colocar um conjunto de condicionantes que vão dificultar para este safrista que tem o Bolsa Família continuar mantendo esse benefício. Portanto, nós concordamos com o Relator, para que este safrista, em até 3 meses sendo safrista, possa continuar a receber o Bolsa Família. Nós votamos "não" ao projeto do Senado, para que o nosso relatório seja aprovado, e, em até 3 meses, as pessoas possam manter o Bolsa Família, que é uma renda importante. Aliás, diga-se de passagem, o Brasil saiu do Mapa da Fome, o Brasil tem política... (Desligamento do microfone.) A SRA. PRESIDENTE (Geovania de Sá. Bloco/REPUBLICANOS - SC) - Deputado Bohn Gass, V.Exa. tem mais 30 segundos. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - O Brasil tem política pública correta para ajudar aqueles que mais precisam, e isso efetivamente nos fez sair novamente do Mapa da Fome e ter um projeto amplo de renda social. Isso faz parte da manutenção dessas pessoas. Obrigado, Presidente.
  • 19/05/2026

    O Deputado fez uma ressalva à Lei de Proteção de Cultivares e defendeu que pequenos e médios agricultores preservem o direito de produzir sementes e mudas. Também manifestou voto favorável ao acordo para votação dos requerimentos e, por fim, destacou a necessidade de que a análise do mérito do Projeto de Lei nº 2.143, de 2025, em discussão, preserve a autonomia produtiva desses agricultores e proteja suas condições de permanência e desenvolvimento no campo.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Cultivo agrícola,Prazo,proteção,aumento,acordo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Nós queremos fazer uma ressalva importante à Lei de Proteção de Cultivares. Nosso pequeno e nosso médio agricultor não podem ficar alheios à possibilidade de produção de sementes e de mudas na agricultura. É esta a ressalva que nós queremos fazer, no momento em que há um acordo para a votação de requerimentos na data de hoje. Nós queremos manifestar nossa votação favorável ao acordo construído, mas, quanto ao mérito, nós queremos que o agricultor familiar e o médio produtor não tenham prejuízo nenhum em relação às suas sementes, à sua produção própria, e sim que eles possam ter continuidade em suas propriedades. Este é o registro. Muito obrigado.
  • 19/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.220, de 2019, que dispõe sobre o compartilhamento de infraestrutura física aérea de titularidade de prestadoras de serviços de distribuição de energia elétrica com prestadoras de serviços de telecomunicações, altera a Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, a Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, e a Lei nº 14.947, de 2 de agosto de 2024, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, houve um acordo entre os Líderes, sob a presidência de V.Exa., quando da votação do requerimento de urgência. Eu quero apenas antecipar uma ressalva quanto ao mérito: votar na urgência não significa votar a favor do mérito, porque, no momento em que se faz o compartilhamento e uso do cabeamento e do posteamento para uso coletivo, ele pode ser utilizado prioritariamente, no fundo, para áreas sociais. O que nós queremos ressalvar é que o Governo tem uma consulta para impedir que talvez estes recursos sejam direcionados para outras infraestruturas, e não sejam destinados ao que será o fundo, em prol das áreas sociais. É preciso fazer apenas esta adequação. Nós queremos conversar posteriormente sobre este ponto, mas o voto é favorável ao requerimento de urgência.
  • 19/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei Complementar nº 262, de 2019, que altera a Medida Provisória nº 2.156-5, de 24 de agosto de 2001, a Medida Provisória nº 2.157-5, de 24 de agosto de 2001, e a Lei Complementar nº 129, de 8 de janeiro de 2009, para permitir que as cooperativas sejam beneficiárias dos recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo também aprova este projeto porque ele estende esses repasses também para as cooperativas. É muito importante que elas também possam ser alcançadas e que isso esteja explícito na lei. Esses recursos são muito importantes. Nós votaremos a favor.
  • 19/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou uma emenda apresentada por Parlamentares da Oposição à Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que propõe o fim da escala de trabalho 6 por 1. Afirmou que a emenda da Direita bolsonarista descaracteriza o objetivo original do projeto ao permitir jornadas de até 52 horas semanais e ao prever que as mudanças só entrem em vigor após 10 anos. Ressaltou também que a emenda flexibiliza direitos trabalhistas, criticando possíveis reduções de intervalos e pausas na jornada. Por fim, defendeu a redução imediata da jornada semanal de 48 para 40 horas, com adoção da escala 5 por 2 e sem redução salarial, além de destacar apoio do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a propostas voltadas à redução da jornada de trabalho e ampliação da qualidade de vida dos trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Emenda,Oposição política,Direita política,descaracterização,Proposição legislativa,flexibilização,Direito do trabalho,Presidente da República,Qualidade de vida,Trabalhador

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputados e Deputadas, atenção, povo brasileiro, trabalhadores e trabalhadoras, eu denuncio aqui uma tramoia, um golpe dentro do projeto que acaba com a escala 6 por 1. A Direita bolsonarista fez uma emenda nesse projeto que acaba com a ideia central do próprio projeto. Eu vou dizer por quê. Porque essa emenda diz que o povo brasileiro poderá ter que trabalhar até 52 horas por semana. Isso mesmo: 52 horas por semana! Pior, a emenda joga o fim da escala 6 por 1 para daqui a 10 anos. Essa é a emenda apresentada pelos bolsonaristas, que destrói o projeto. Quero dizer mais. Há coisas nessa emenda que parecem inspiradas na escravidão. Sim: escravidão. Porque tira, por exemplo, pausas e intervalos no cálculo da jornada. Gente, isso é querer que o trabalhador more dentro da fábrica e não receba por isso. E voltam a coisa do negociado sobre o legislado daquela fatídica reforma trabalhista. Na prática, se houver uma negociação, a jornada pode ser qualquer uma. Ora, nós sabemos que as condições dessas "negociações", entre aspas, é a seguinte, para o trabalhador: aceita ou perde o emprego, reduz o salário ou é rebaixado. Isto é uma baita hipocrisia! Mas claro que, vindo da Direita bolsonarista, a emenda bota a conta no Governo. Se houver alguma ameaça à margem de lucro do patrão, o Estado que pague, porque, para essa gente, patrão nunca perde, é o trabalhador que deve perder. O Fundo de Garantia e o imposto da empresa são tirados. Tiram o custo da empresa e tiram o couro do trabalhador. Eu tenho aqui a Emenda nº 1. Está escrito no art. 4º que esta proposta de emenda à Constituição do fim da escala 6 por 1 entrará em vigor 10 anos após a sua publicação, e colocam um conjunto de condicionantes ainda. Serão avaliadas as condições para ver se ela entra em vigor, ou seja, poderá durar mais de 10 anos. A nossa política é clara: redução da jornada de 48 horas para 40 horas, é 5 por 2, sem redução do salário e com entrada em vigor imediatamente. Nós temos um grande aliado, que é o Presidente Lula. O Lula também mandou um projeto para cá neste sentido, que é para a sociedade e pela cidadania. Existe vida além do trabalho, para estar com a família, estudar, passear. É isso que nós queremos para o nosso povo. Portanto, é importante que a gente aprove o projeto do fim da escala 6 por 1, sem essa emenda nociva, que é a emenda dos bolsonaristas.
  • 13/05/2026

    O Deputado contestou o argumento de segurança jurídica apresentado pelo Relator, distinguindo as dívidas transferíveis à Sociedade Anônima do Futebol (SAF) como restritas ao objeto social do clube. Argumentou que a nova redação proposta ao Projeto de lei nº 2.978, de 2023, em discussão, ao limitar a responsabilidade apenas ao que for expressamente acordado, deixaria atletas e técnicos sem respaldo jurídico para cobrar direitos trabalhistas, uma vez que o clube original deixa de existir como interlocutor. Por fim, defendeu a redação anterior como mais adequada à proteção dos trabalhadores do esporte.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Sociedade anônima do futebol (SAF),Governança,Defesa,Segurança jurídica,Discurso parlamentar,Contestação

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Bem objetivamente, nobre Relator, quando V.Exa. fala da segurança jurídica, precisamos localizar bem. Não é qualquer dívida que vai passar posteriormente para a SAF. Aqui diz claramente, dívidas específicas do seu objeto social.Na verdade, é o que nós estamos tratando aqui. V.Exa. fala em segurança jurídica. Só que eu estou colocando a segurança jurídica do jogador de futebol. O jogador de futebol, de um time de futebol, não tem mais o time de futebol, o clube, ele tem agora uma SAF. Então, a segurança jurídica do objeto, do atleta, do clube, tem uma situação trabalhista. É do objeto, não é qualquer dívida. Então, em nome da segurança jurídica para a SAF, vai-se deixar inseguro o atleta. Nós estamos defendendo uma situação trabalhista. Esse atleta não tem mais o clube a quem recorrer, porque agora é a SAF. Ele não tem a quem cobrar. Vai cobrar de quem? Sem o direito que ele tem. Nesse sentido, o projeto anterior estava correto, porque ele diz claramente que não responderá por situações anteriores, exceto específica atividade do seu objeto social. E o que diz o projeto agora? Que só são daquilo que for expressamente escrito, acordado. Então, o clube anterior acordou que tal situação... Bom, talvez ele nem sabia se o cidadão esportista ou o técnico recorreu à Justiça e existe uma determinação judicial. De quem ele vai cobrar? Da SAF?
  • 13/05/2026

    O Deputado encaminhou a votação do Artigo 9 da Lei 14.193/2021, contido no art. 2 do texto do Senado apresentado ao Projeto de lei nº 2.978, de 2023, que altera a Lei nº 14.193, de 6 de agosto de 2021, a fim de aperfeiçoar a governança das Sociedades Anônimas do Futebol, resguardar os investidores e preservar os direitos dos clubes, dos profissionais do futebol e dos atletas em formação. Também fez registro político, contrastando a extinção do Ministério do Esporte no Governo Bolsonaro com a sua recriação e a criação da Universidade Federal do Esporte no Governo Lula, além de mencionar os áudios envolvendo o Senador Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,favorável Governo federal,Ministério do Esporte,Universidade Federal do Esporte (UFEsporte),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),gestão,Crítica Senador,Partido Liberal (PL),Banco Master,Proprietário,envolvimento,Filme,Financiamento

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Deputado Hildo Rocha, colegas Deputados, eu pediria atenção para este destaque que nós estamos fazendo. O Relator, Deputado Fred, concordou e votou favoravelmente ao conjunto dos elementos do projeto, que dá uma gestão mais eficaz para a SAF, Sociedade Autônoma do Futebol, que é muito importante. Já defendemos aqui a necessidade do esporte e registramos o estímulo que o Governo do Presidente Lula dá a ele. Lembro que o Governo passado até acabou com o Ministério do Esporte. O Governo Bolsonaro acabou com o Ministério dos Esportes. Nós não só retomamos o Ministério dos Esportes, como criamos a Universidade Federal do Esporte. Quero só fazer esse registro, para mostrar a nossa diferença. Aliás, tantos outros aspectos são diferentes. Flávio Bolsonaro passará a explicar agora uma outra grande diferença: Vorcaro patrocinar um filme para o seu pai. O que eu quero destacar aqui? Vocês imaginem a seguinte situação: o jogador de futebol não recebeu integralmente a sua remuneração trabalhista, então, entra na Justiça. Deputada Erika Kokay, era clube, e agora é SAF. O que diz a lei atual? Ela garante que a SAF passe a ter responsabilidade por indenizar aquele trabalhador — treinador ou qualquer um que tenha vínculo com o objeto social da SAF, por garantir esse direito do atleta, do trabalhador — aqui eu falo da situação trabalhista ou previdenciária. Agora, o que diz o novo projeto — e é este o destaque que nós estamos fazendo, especificamente este — é o seguinte: a sociedade anônima de futebol não responde pelas obrigações, exceto quando estas lhe forem expressamente transferidas. Então, se um clube anterior não transferiu expressamente a situação de delito que tinha em relação a um jogador de futebol que, por exemplo, não recebeu seu pagamento devido, a SAF não tem responsabilidade nisso. Mas isso nós não podemos aceitar. Isso é ignorar, é burlar uma situação de uma lei trabalhista desse atleta que trabalhou, ou o técnico, o organizador de uma atividade-fim. Isso está dito claramente. Então, nós queremos, sim, que volte o texto original, porque nele existe compromisso com as funções trabalhistas que não sejam expressamente anotadas no contrato. Esse é o destaque, e eu peço aprovação por parte dos colegas Deputados.
  • 13/05/2026

    O Deputado criticou o Governo anterior por extinguir Ministérios como os de Esportes, Cultura, Planejamento e Desenvolvimento Agrário, associando essas decisões ao retorno do País ao mapa da fome. Além disso, destacou que o Governo atual restituiu o Ministério dos Esportes, ampliou o programa bolsa-atleta, estimulou diversas atividades esportivas e criou a Universidade do Esporte, apresentando essas medidas como evidência do apoio do Presidente Lula ao setor.

    Palavras-chave oficiais: Bolsa-Atleta,ampliação,Ministério do Esporte,Universidade Federal do Esporte (UFEsporte) Governo federal,Bolsa-Atleta,ampliação,Ministério do Esporte,Universidade Federal do Esporte (UFEsporte),Defesa,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),gestão,Crítica

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós já fizemos um comentário anterior sobre o apoio necessário do Presidente Lula ao esporte quando definiu que deveria haver Ministério do Esporte. Quero enfatizar que o Governo passado acabou com o Ministério do Esporte. E o Governo passado também acabou com o Ministério da Cultura! O Governo passado também acabou com o Ministério do Planejamento, porque não fazia planejamento. O Governo passado também acabou com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, porque não estava preocupado com a produção de alimentos no País, e por isso nós voltamos ao Mapa da Fome. Bem, mas estamos tratando de esporte, então repito que ele acabou com o Ministério do Esporte. Foi isso que a turma do Bolsonaro fez. Nós, além de restituirmos o Ministério do Esporte, demos mais bolsa-atleta, estimulamos várias atividades e criamos a Universidade do Esporte. Essa é uma demonstração concreta do apoio do Presidente Lula para que o esporte esteja em alta.
  • 13/05/2026

    O Deputado defendeu o incentivo ao esporte como instrumento de promoção da saúde, da cultura e do desenvolvimento econômico. Ademais, exaltou o Presidente Lula pela recriação do Ministério do Esporte e pela criação da Universidade Federal do Esporte (UFEsporte). Destacou ainda a ampliação do Programa Bolsa Atleta, com mais de 10 mil bolsas concedidas em 2025 para preparação de atletas em competições nacionais e internacionais. Ao final, afirmou que o Governo Lula apoia o fortalecimento do esporte brasileiro e a conquista de títulos internacionais.

    Palavras-chave oficiais: incentivo,Esporte,Governo federal,Presidente da República,Política pública,Ministério do Esporte,Universidade Federal do Esporte (UFEsporte),Bolsa-Atleta,Competição esportiva,Esporte nacional,Competição esportiva internacional

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, toda vez que praticamos algum esporte, toda vez que se pratica o atletismo, nota-se que é algo a ser estimulado, para que mais gente incorpore atividade física à rotina, porque o esporte promove saúde e cultura, projeta o País, gera resultados econômicos. Em todos os sentidos, aplicar recursos em esportes e atividades recreativas e de integração é fundamental. O Governo do Presidente Lula recriou — pasmem, defensores do futebol! — o Ministério do Esporte. Havia sido extinto no Governo passado o Ministério dos Esportes, havia sido extinto! O Presidente Lula recriou o Ministério dos Esportes. O Governo do Presidente Lula criou agora uma Universidade do Esporte. Também estimulamos, e muito, o Programa Bolsa Atleta. Só em 2025, foram mais de 10 mil bolsas para atletas, para estes poderem se preparar e participar em disputas nacionais e internacionais, a fim de projetar o nosso País e o nosso esporte. Recentemente, tivemos a aprovação da Copa do Mundo Feminina, com apoio aos eventos e solenidades esportivas. Nós queremos dizer que o Presidente Lula, além de ter recriado o que o Governo passado destruiu, o Ministério dos Esporte, está dando todo o apoio para estimularmos o esporte no Brasil e para que o País possa continuar brilhando com títulos nacionais e internacionais. Era o que eu tinha a dizer, Sr. Presidente. Obrigado.
  • 13/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado exaltou o Governo Lula pela ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que recebem até 5 mil reais. Ademais, afirmou que a redução da tributação aumentou a renda disponível da população e estimulou a economia. Criticou ainda o ex-Presidente Bolsonaro pela ausência de reajuste da tabela do Imposto de Renda durante seu Governo. Ao final, defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 1.838, de 2026, de autoria do Presidente Lula, que extingue a escala 6x1, com adoção de jornada de cinco dias de trabalho e dois de descanso sem redução salarial.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Lei federal,Benefício fiscal,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Presidente da República,Autor (proposição legislativa),Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Política fiscal Governo federal,Presidente da República,Projeto de lei ordinária,redução,Jornada de trabalho,Repouso semanal,Política trabalhista,Direito do trabalho

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Ricardo Maia, colegas Deputados e Deputadas, ouçam este diálogo que eu tive com uma senhora. "O senhor é Deputado, não é?" "Sim, eu sou." "É do Lula?" "Sim, do Lula." "Ainda bem. O Lula precisa ter mais força." Eu pergunto: "Por que a senhora diz isso?" E ela responde: "Eu levei anos para ganhar 5 mil reais, mas não adiantava muito, por causa do Imposto de Renda. Aí, ele tirou isso, e eu vou dizer para o senhor, foi muito certo". Eu faço o resumo dessa conversa que eu tive com a D. Vera, professora que encontrei quando estava vindo agora para a Câmara. Ela fez a conta, já faz 5 meses que o Lula propôs e nós aprovamos a isenção do Imposto de Renda, mas talvez só agora as pessoas estejam sentindo o resultado disso. Um trabalhador que ganha até 5 mil reais pagava 312 reais de imposto por mês. Eu repito: 312 reais de Imposto de Renda por mês. Nesses 5 meses, a renda já aumentou 1.500 reais, valor que se deixou de pagar por causa do Lula. O Lula mandou esse projeto para nós e nós o aprovamos aqui. É bom lembrar que esse dinheiro vai para o mercado, vai para a padaria, vai para a loja. Ele aquece a economia. As pessoas gastam esse dinheiro, o que contribui enormemente para a economia. Então, eu agradeço a D. Vera, porque ela me abordou, conversou comigo sobre isso, e hoje nós estamos vendo como de fato essas medidas do Presidente Lula fazem bem ao povo brasileiro. E, quando a gente fala do Imposto de Renda, a gente tem que dizer: o Bolsonaro não reajustou a tabela do Imposto de Renda — foram 7 anos sem o reajuste, sem atualização. Com 1.900 reais de renda, o trabalhador pagava Imposto de Renda, o que é um absurdo. Isso é salário. O Lula imediatamente aumentou a isenção para 2 salários mínimos, e agora a isenção, zero de pagamento, é para quem ganha até 5 mil reais; e quem ganha até 7.350 reais tem desconto na tabela, o que é outra ajuda importante. São essas medidas que fazem com que o povo queira, sim, a continuidade de um Governo do Presidente Lula. Eu quero concluir aqui, Presidente, a minha fala, dizendo que no ano passado nós entregamos para o povo brasileiro a isenção do Imposto de Renda a pedido do Lula, que mandou esse projeto para nós aprovarmos. Neste ano, nós queremos entregar outra proposta importante para o Brasil, que é um projeto também do Presidente Lula: acabar com a escala 6 por 1. São 5 dias trabalhados, 2 dias de descanso, de preferência consecutivos, sem redução de salário. Isso é muito importante. Então, Presidente, eu quero fazer esses dois registros, principalmente, para a D. Vera, que me abordou e está feliz porque a cada mês ela deixa de pagar 312 reais que o Leão comia, que era o Imposto de Renda, e que por causa do Lula ela não paga mais. Gostaria que fosse divulgada essa mensagem no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado, Presidente.
  • 13/05/2026

    O Deputado homenageou o ex-Presidente do Uruguai José Mujica pelo primeiro ano de sua morte. Ademais, relatou visita realizada pouco antes do falecimento do líder uruguaio e destacou a simplicidade com que foi recebido em sua residência. Relembrou ainda a prisão e a tortura sofridas pelo ex-Presidente, afirmando que ele manteve a defesa da dignidade humana, da honestidade e da justiça social, sem ceder às exigências do mercado. Ao final, citou frase de José Mujica sobre a perseverança na luta enquanto existirem causas sociais.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem póstuma,Ex-presidente da República,Uruguai

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Não é só uma data, é memória viva, 1 ano sem Pepe Mujica. Eu tive o privilégio de estar com ele pouco antes da sua morte. Fui recebido na sua casa, de forma simples, como ele sempre foi. Ali, mais do que uma visita, foi uma aula. Ouvir Mujica era entender que política exige coragem, coerência e compromisso com o povo trabalhador. Mujica foi um homem que enfrentou a prisão, a tortura, saiu sem ódio, mas com uma convicção inabalável, a de que a política precisa servir à dignidade humana e não aos lucros de poucos. Enquanto muitos se ajoelham diante do mercado, ele mostrou que é possível governar com honestidade, simplicidade e justiça social, sem se vender, sem trair. Como diz o próprio Mujica: "Enquanto houver causas, estaremos na luta". Por isso, eu faço esta homenagem hoje a este grande líder internacionalista, Pepe Mujica. Pepe Mujica, presente!
  • 12/05/2026

    O Deputado destacou duas medidas do Governo Federal: a edição da Medida Provisória nº 1.357, de 2026, que retira a taxa de importação sobre compras internacionais de até 50 dólares, conhecida como "taxa das blusinhas"; e um conjunto de ações contra o crime organizado, com foco no corte do financiamento das organizações criminosas, no controle de armas e na retomada da gestão dos presídios pelo poder público.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Medida provisória,Taxa das Blusinhas (2024),Tributação,Remessa postal internacional,Segurança pública,Organização criminosa,Presídio,Arma de fogo

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, há duas notícias que eu gostaria de destacar. A primeira notícia é que o Presidente Lula hoje edita uma medida provisória para a famosa questão das taxas das blusinhas. Todos estão lembrados aqui. O Presidente Lula está retirando, através dessa medida provisória, o imposto das blusinhas, como ficou conhecido, cobrado naquela compra de até 50 dólares que você faz no exterior. Então, o Presidente Lula está retirando essa taxa de importação. A medida provisória foi anunciada neste momento. A segunda notícia importante do dia é todo um conjunto de medidas contra o crime organizado, para, com inteligência, atacar e asfixiar o crime na origem, onde sai o dinheiro para os criminosos. Haverá um cuidado para que não haja tanta arma e para que os presídios não estejam no controle dos bandidos, mas no controle do ente público. Parabéns, Presidente Lula!
  • 12/05/2026

    O Deputado defendeu a instalação de uma CPI para investigar o Banco Master e associou integrantes da Extrema Direita a decisões envolvendo a instituição financeira. Afirmou que o registro do banco ocorreu durante a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central e atribuiu ao atual presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, medidas de intervenção na instituição. Também citou relações entre políticos ligados ao bolsonarismo e operações do banco, mencionando viagens em aeronaves do empresário Daniel Vorcaro e financiamentos concedidos pela instituição. Rebateu acusações envolvendo familiares do Presidente Lula e afirmou que investigações apontaram irregularidades relacionadas a aliados da Oposição, incluindo o Senador Ciro Nogueira.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Banco Master,instalação,Defesa,investigação,Senador

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Luiz Lima, eu fiz referência ao Presidente da Casa, nosso querido Deputado Hugo Motta, porque nós queremos que ele encaminhe essa CPI que nós já assinamos. Então esse assunto já está superado. O que é importante dizer do Banco Master? O Banco Master não podia ter recebido o seu registo. Sabe quem registrou? Campos Neto, bolsonarista. Sabe quem fez a interdição para extinguir o banco? Galípolo, indicado pelo Lula. Quem tentou socorrer o Banco Master? O BRB, aqui de Brasília, o Ibaneis, bolsonarista. Quem colocou dinheiro no Banco Master? O Castro, do Rio de Janeiro, bolsonarista. Quem viajou com os aviões do Vorcaro? Isso incomoda eles, porque foi o colega deles que viajou nos aviões, de forma criminosa. Quem financiou sua mansão pelo banco? — o Presidente está preso. Foi também o Senador que eles estão defendendo para candidato à Presidente da República. Em todos os sentidos, todas as digitais estão ligadas à extrema direita. Nós queremos essa apuração, nós precisamos dessa apuração. Quando falam do Lulinha, perdoe-me, o Lulinha, o Lulinha, o Lulinha, não apareceu nada do Lulinha, mas os 500 mil reais da mesada apareceram para quem? Para o Ciro Nogueira. Está confirmado, provado. Na verdade, a extrema direita perdeu o seu discurso. Aqui, eles levantam uma coisa, não conferem nada. Falam do Lulinha quantas vezes? Nada, nada provado. Agora dos amigos deles, muita prova. É isso.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.