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Foto de Bohn Gass

Deputado · Câmara

Bohn Gass

PT · RS

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Elvino José Bohn Gass · 64 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 59 de 100, Meio Banana0406080100

59/100

Meio Banana

Faz o básico, mas deixa a desejar.

Nota maior que a de 44% dos deputados · média do partido: 61

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 76%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 83%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 0%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Governo Dilma Rousseff

Vota com o governo 88%das 443 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 98%das 545 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.bohngass@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5873
Gabinete
Gabinete 873, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Governo Dilma Rousseff

Presença nas sessões

76%

Esteve em 59 de 78 sessões

Melhor que 41% dos deputadosMédia do partido: 77%

Votou nas votações

83%

Registrou voto em 605 de 732 votações nominais

Melhor que 73% dos deputadosMédia do partido: 76%

Iniciativas que viraram lei

0

de 5 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 4 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

88%

Em 443 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 84% dos deputadosMédia do partido: 90%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.300 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 13/10/2026.

  • 17/06/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda nº 102, apresentada à Medida Provisória nº 1.343, de 2026, que altera a Lei nº 13.703, de 2018, para criar a obrigatoriedade de cadastramento da operação de transporte e a geração do Código Identificador da Operação de Transporte - CIOT, e para dispor sobre medidas administrativas para o cumprimento da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda,Medida provisória,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, é muito importante que se diga que isto aqui é uma medida provisória. Quem emite medidas provisórias é o Governo. Então, foi o Presidente Lula que mandou para esta Casa a garantia do um piso para os nossos caminhoneiros do País. É importante que a gente diga isso. O Presidente Lula, preocupado com os nossos caminhoneiros do País, mandou um projeto para cá para eles terem um piso. É isso o que nós defendemos para os nossos caminhoneiros. Eles transportam a nossa produção no País. O nosso Relator, e eu quero parabenizar o Deputado Zé Trovão, fez o relatório debatendo com o Governo exatamente esse piso para os nossos caminhoneiros. E esta emenda retira o piso quando apresenta o transporte intermodal. É por isto que nós somos contra a emenda apresentada: nós queremos, nesta medida provisória, relatada aqui pelo Deputado Zé Trovão e enviada pelo Governo do Presidente Lula, garantir o piso, e esse destaque retira parte do piso. Portanto, somos contra o destaque, para garantir o piso para os nossos caminhoneiros, votando com o relatório apresentado pelo Deputado Zé Trovão.
  • 17/06/2026

    O Deputado comemorou o resultado da votação do Projeto de Lei nº 4.133, de 2023 e agradeceu ao Deputado Rodrigo Rollemberg pelo relatório, além de parabenizar o Vice-Presidente Geraldo Alckmin, à frente do Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e a Ministra Ester Dweck, do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), pela colaboração na construção do entendimento que permitiu a aprovação da matéria. Por fim, afirmou que a medida representa um marco de estímulo à produção industrial no País, com geração de empregos de qualidade, incentivo à ciência e tecnologia e valorização do conteúdo nacional.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Brasileira,Aprovação,Ministro de Estado,Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços,Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos,Produção industrial,Geração de emprego,Ciência e tecnologia

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Pelo Governo, eu ia fazer a orientação, mas, já que votamos, estamos felizes com o resultado. Quero apenas fazer um agradecimento. Quero parabenizar o Deputado Rodrigo Rollemberg pelo ótimo relatório e também a dois Ministérios. O Alckmin já foi referendado aqui pelo MDIC — Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, mas também quero parabenizar a Ministra Ester Dweck, do Ministério da Gestão e da Inovação — MGI, que foram muito colaborativos para que chegássemos a este entendimento e tivéssemos esta aprovação no dia de hoje, que faz um marco, um estímulo à produção industrial no País. Portanto, gera-se emprego com qualidade, ciência e tecnologia, conteúdo nacional, e isso é muito importante para o nosso País. Então, era apenas este registro, Presidente. Nós agradecemos.
  • 17/06/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei º 4.133, de 2023, que dispõe sobre diretrizes para a formulação da política industrial, tecnológica e de comércio exterior brasileira. Em seguida, elogiou a participação do Ministro da Fazenda, Dario Durigan, em audiência no Parlamento, afirmando que a exposição apresentou indicadores econômicos relacionados ao crescimento do País, ao controle da inflação, à geração de empregos, ao aumento da renda e à ampliação de mercados para produtos brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto contrário Ministro de Estado da Fazenda,Audiência pública (processo legislativo),Política econômica,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Primeiro, quero parabenizar o Ministro Dario Durigan, porque a vinda dele foi extraordinária. Mostrou os números — não fez discurso. Discurso é fácil de fazer, principalmente para quem está perdido, como o Vorcaro, e para quem sofre denúncias no caso do Banco Master. Ele falou de números: o Brasil cresce, controla a inflação, gera empregos, gera desenvolvimento; a renda do povo brasileiro cresce; mercados no mundo são abertos, o que é bom para todos. Essa foi uma presença qualificada. Ele respondeu todas as questões. Então, parabéns, Dario Durigan e Presidente Lula, por ter um Ministro da Fazenda desta qualidade para o nosso País. É bom para o País a gente ter referências assim. E aqui nós estamos trabalhando pela indústria, porque, infelizmente, os que falam contra o Governo desindustrializaram o Brasil, geraram desemprego. E nós estamos reindustrializando o nosso País. Para isso, nós precisamos ter políticas e programas como este, que pensam no conteúdo nacional, que pensam em inovação, que pensam em estímulos especiais para quem investe, produz e gera emprego, ciência e tecnologia aqui. Portanto, este é o Brasil que deve continuar crescendo, que está crescendo e que, com esses programas de desenvolvimento e diretrizes para a nossa indústria, vai poder crescer mais ainda! Nesse sentido, nós somos contra a retirada do projeto, porque quem quer retirá-lo não quer debater o desenvolvimento do País, não quer gerar emprego, não quer mais indústrias. Nós queremos mais indústrias, mais emprego, mais ciência e tecnologia! Portanto, "não" à retirada desta matéria.
  • 17/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado elogiou a participação do Ministro da Fazenda, Dario Durigan, em reunião conjunta da Comissão de Finanças e Tributação e da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, e defendeu a política econômica do Governo Lula. Sustentou que o Governo Federal tem promovido crescimento com distribuição de renda, geração de empregos, controle da inflação e proteção da soberania nacional diante de crises externas. Ademais, contrapôs esses resultados à política econômica do Governo Bolsonaro, que causou aumento dos combustíveis, inflação elevada e retorno do Brasil ao Mapa da Fome. Por fim, enalteceu o Governo Lula pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais e defendeu a votação, pelo Senado Federal, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Fazenda,Reunião conjunta,Audiência pública,Comissão de Finanças e Tributação (CFT),Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR),Política econômica,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Economia Lei federal,Benefício fiscal,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Votação,Senado Federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Delegado Caveira. Colegas Deputados e Deputadas, nesta manhã esteve conosco, numa reunião da Comissão de Finanças e Tributação e também da Comissão de Agricultura, o Ministro da Fazenda, o Sr. Dario Durigan. É muito importante que os Ministros realmente compareçam aqui, junto conosco. Foi impressionante a segurança, as informações precisas, os dados, as muitas informações corretas frente a várias mentiras que são apresentadas pela Oposição ou desconfianças ou desinformações. Isso mostra, de fato, ao Brasil e ao mundo como está, neste momento, a economia e a política do País no Governo do Presidente Lula. Sob a coordenação do Ministro Dario Durigan, nós estamos fazendo com que a economia cresça distribuindo renda, aumentando a renda, gerando emprego — não tivemos, por muito tempo na nossa história, tanta empregabilidade como temos agora —, controlando a inflação e realizando ações. Quando há guerra, tarifaço dos Estados Unidos, quando há qualquer situação assim, o Governo realiza ações imediatas, toma atitude, para defender o Brasil, sua soberania e o seu povo, para que os impactos dessas crises não afetem tanto o nosso povo. No Governo passado, quando havia guerras, quando havia dificuldades no mundo, pela política nefasta desse Governo, a nossa gasolina, por exemplo, custava o dobro do preço e o diesel custava mais do que o dobro. E nós submetíamos as lógicas do Brasil aos preços internacionais. O Brasil entrou no Mapa da Fome, a inflação passou de dois dígitos, uma inflação sem controle, o povo sofreu, e, só na época da eleição, o Bolsonaro tirou o ICMS dos Estados. Nós tivemos que pagar esse calote depois — não precisávamos pagar, mas pagamos —, e fizemos frente aos precatórios que não haviam sido pagos, honramos esse pagamento. Então, existe uma diferença total entre a nossa política, que dá estabilidade, dá avanços, e a do Governo passado, que foi tão desastroso, o Governo da extrema direita. É fundamental que a gente também diga que, na reforma tributária, nós demos um sinal importante: isentamos do Imposto de Renda quem ganha até 5 mil reais e cobramos das pessoas que têm altíssimos salários. Isso é o início de uma reforma tributária. E quero destacar, para concluir, que o fim da escala 6 por 1, que nós aprovamos aqui, precisa ser consagrado na votação no Senado Federal. Isso garante ao trabalhador 2 dias de descanso, não só 1 dia. Nós votamos aqui o fim da escala 6 por 1, 5 dias de trabalho e 2 dias de descanso, sem redução de salário, mas com a redução de 44 para 40 horas semanais. Isso trará um impacto na vida das pessoas, que poderão ficar com a família, poderão passear, estudar, descansar, fazer as tarefas de casa, ir para o culto, para a sua manifestação religiosa. Isso é muito importante, e o Senado ainda não votou. Toda essa conquista precisa ser consagrada. É exatamente isso que nós queremos do Senado. Votem o fim da escala 6 por 1! Obrigado.
  • 16/06/2026

    O Deputado registrou solidariedade ao Deputado Glauber Braga no retorno ao exercício do mandato e afirmou que sua suspensão não deveria ter ocorrido. Além disso, repercutiu decisão unânime da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal que condenou o ex-Deputado Eduardo Bolsonaro por atuação junto a autoridades dos Estados Unidos contra interesses do Brasil. Em seguida, sustentou que o ex-Parlamentar teria incentivado medidas adotadas pelo Presidente Donald Trump que afetaram empresas e empregos brasileiros, associando essa atuação à tentativa de interferir no julgamento do ex-Presidente Jair Bolsonaro. Por fim, defendeu a soberania nacional, a independência da Justiça brasileira e afirmou que agentes públicos não devem utilizar sua posição para atuar no exterior contra os interesses do País.

    Palavras-chave oficiais: solidariedade,Deputado federal,Mandato parlamentar,retorno,Pena injusta Condenação,Ex-deputado federal,Supremo Tribunal Federal (STF),Coação,Interesse nacional,Presidente,Estados Unidos,Soberania nacional,Ex-presidente da República

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. Deputado Glauber, eu quero desejar seu bom retorno a esta Casa, de onde V.Exa. não deveria ter saído, pelo seu trabalho. Que V.Exa. exerça a plenitude do seu mandato. V.Exa. sabe que tem toda a nossa solidariedade, nosso carinho, nossa atenção, como sempre. Presidente: "Por unanimidade, 1ª Turma do STF determina a condenação de Eduardo Bolsonaro". E o que diz o Ministro Alexandre de Moraes? "Não é função de um Deputado Federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio País". Essa coação que fazia no exercício do processo não pode ser aceitam, e foi por isso que ele foi condenado nesse momento. O que o Eduardo Bolsonaro dizia à época? "Povo brasileiro, coloque o seu agradecimento ao Presidente Donald Trump". Quem disse isso foi Eduardo Bolsonaro. Quando? No dia em que Trump aplicou um tarifaço contra as empresas e os empregos brasileiros. Qual era o contexto? Eduardo fugiu para os Estados Unidos, atuou para que Trump aplicasse medidas contra o Brasil — imaginem —, contra a nossa pátria brasileira. Para quê? Para tentar fazer com que essas medidas impedissem o julgamento do seu pai, o Jair Bolsonaro. Essa é a razão pela qual Eduardo passou a ser hoje mais um Bolsonaro condenado. O Brasil é um país soberano e um país soberano tem justiça independente. Que isso sirva de lição para que ninguém use, inclusive, a estrutura do povo brasileiro para atuar lá fora contra o Brasil. É o que Eduardo Bolsonaro fez. Por isso, a decisão unânime, hoje, da Primeira Turma do STF pela sua condenação.
  • 10/06/2026

    O Deputado destacou as ações anunciadas pelo Presidente Lula em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, com ênfase em programas e recursos destinados à restauração e à preservação ambiental, além do fortalecimento da sociobiodiversidade econômica do País. Na oportunidade, ressaltou o protagonismo do Brasil nas discussões ambientais internacionais após a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), realizada em Belém (PA), e mencionou iniciativas voltadas à transição energética. Por fim, assinalou que a crise climática mundial exigiu políticas públicas específicas, apontando as medidas anunciadas pelo Governo Federal como parte desse enfrentamento.

    Palavras-chave oficiais: Dia Mundial do Meio Ambiente,Governo federal,Política ambiental,Preservação ambiental,Sociobiodiversidade,Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),Transição energética,Crise climática,Política pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. Agenda ambiental. O Presidente Lula, em comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente, está anunciando vários programas, anunciou vários recursos, inclusive junto com o BNDES, na linha da restauração, da preservação ambiental, do respeito à sociobiodiversidade econômica do Brasil. E o Brasil até mesmo está ponteando a Pós-COP, conferência que realizamos há poucos dias, aqui em Belém, coordenada a partir do Brasil, junto com a ONU e os mecanismos internacionais. Nós estamos também na linha da transição energética para respeitar o meio ambiente, frente a essa grave crise ambiental mundial que nós estamos vivendo: a crise climática. E ela precisa ser enfrentada com políticas públicas, que são exatamente essas políticas públicas que o Presidente Lula está reforçando e anunciando neste Dia Mundial.
  • 09/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado comentou a suspensão de uma pesquisa eleitoral por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após questionamentos apresentados pelo Partido Liberal (PL) sobre a formulação de uma pergunta relacionada ao Senador Flávio Bolsonaro e a Daniel Vorcaro. Além disso, afirmou que a divulgação do episódio ampliou o debate público sobre as acusações envolvendo o Parlamentar e o Banco Master. Também criticou Flávio Bolsonaro, associando-o a supostas negociações financeiras e a denúncias divulgadas pela imprensa, bem como mencionou a repercussão negativa desses fatos nas pesquisas de opinião. Por fim, questionou a reação da população diante das acusações apresentadas e sustentou que os acontecimentos teriam impactado a imagem pública do Senador.

    Palavras-chave oficiais: Pesquisa eleitoral,Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Partido Liberal (PL),Censura,Senador,Banco Master,Imprensa,Denúncia,Pesquisa de opinião,Imagem social,Corrupção,Fraude bancária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Srs. Deputados, Sr. Presidente Hildo Rocha, que está presidindo os trabalhos neste momento, áudio bomba do Senador Flávio Bolsonaro junto ao Vorcaro. Esta é a pergunta do Atlas: "Como o povo brasileiro reagiu diante da prova de que 'Flávio Bolsomaster' ganhou 61 milhões de reais e ainda pediu mais dinheiro ao chefe da máfia que fez a maior fraude financeira da história do Brasil?" O PL disse que esta pergunta induziu as respostas e pediu a suspensão da pesquisa. O Ministro do TSE, Ministro Nunes Marques, aceitou a queixa e suspendeu a pesquisa. Foi tarde demais, porque o Brasil já tinha visto que Flávio Bolsonaro, não só nesta pesquisa, mas também nas demais, já estava derretendo. A Abep, que representa a empresa de pesquisa, diz que a suspensão é inconstitucional. Veremos se o Plenário do TSE vai concordar com Nuno Marques nessa decisão. Mas, se o PL queria esconder a verdade, o tiro saiu pela culatra. A pesquisa virou assunto do Brasil. Então, quem não sabia ficou sabendo da negociata que Bolsonaro fez com o Vorcaro, o que o fez despencar nas pesquisas, afinal, o Brasil viu que ali era a verdade. Flávio discursa contra a corrupção, mas pratica corrupção; diz que é contra o sistema, mas negocia milhões com o próprio sistema. Ele mente de manhã e é desmentido de tarde. Este é o verdadeiro filho do Jair, cujo sobrenome o povo não fala mais nas ruas. A partir de todo esse conhecimento das mentiras e das armações, das negociatas feitas com Vorcaro — mais notícias estão vindo dos financiamentos sujos que ele fez —, o povo já não fala mais o sobrenome de Bolsonaro, mas está cravando o nome de "Bolsomaster" por causa dessas negociatas. Então, eu repito a pergunta, se ela não faz todo o sentido: como o povo brasileiro reagiu diante da prova de que Flávio ganhou 61 milhões de reais e ainda pediu mais dinheiro ao chefe da máfia que fez a maior fraude financeira da história do Brasil?
  • 09/06/2026

    O Deputado manifestou oposição à Proposta de Emenda à Constituição nº 65, de 2023, que amplia a autonomia financeira, orçamentária e administrativa do Banco Central. Argumentou que a política monetária deve estar a serviço do povo e não do mercado financeiro, apontando que o Comitê de Política Monetária (Copom) ouve bancos, consultorias e federações empresariais, mas não a população. Citou documento de economistas segundo o qual a proposta fragiliza a fiscalização e o controle social da instituição, além de torná-la mais vulnerável à influência de lobistas do setor financeiro. Por fim, defendeu que o Banco Central deve estar orientado ao desenvolvimento nacional e à geração de empregos.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Banco Central do Brasil (Bacen),Regime jurídico,Autonomia financeira,Autonomia administrativa,ampliação,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Está para ser votada no Senado a autonomia do Banco Central. Sou contra a PEC 65, de 2023, que dá autonomia financeira, orçamentária e administrativa para o Banco Central. A definição de juro, crédito, inflação deve estar a serviço do povo, não do mercado. E quem decide esses juros e essa política? É o Comitê de Política Monetária — Copom. Quem ele ouve? Consultoria dos bancos, economistas, instituições financeiras, consultorias, federações empresariais — o mercado. Ele não ouve o Brasil real, do povo. E essa autonomia distancia cada vez mais o Banco Central do Brasil real, do povo. Presidente, eu peço só mais 30 segundinhos para colocar aqui o documento dos economistas falando sobre essa autonomia do Banco Central, em que dizem que fragiliza a fiscalização, o controle social e a responsabilização do Banco Central. Deixa o Banco Central mais vulnerável à interferência política de lobistas do setor financeiro sobre a nomeação de diretores e a composição do seu quadro funcional. Eu não tenho dúvida: essa ideia da independência é falsa, porque ela é dependente do sistema financeiro. O juro alto interessa a quem? Não interessa à nossa indústria, ao nosso País. Eu quero que o Banco Central seja dependente do Brasil, do seu desenvolvimento, da geração de emprego. Para isso, sou contra essa autonomia do Banco Central, contra a PEC 65.
  • 27/05/2026

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de quebra de interstício da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho. Parabenizou a comissão, presidida pelo Deputado Alencar Santana, e o relator Deputado Reginaldo Lopes pelo trabalho realizado. Além disso, argumentou que a medida favorece a saúde, a produtividade e a qualidade de vida dos trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de quebra de interstício,Proposta de Emenda à Constituição,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - O Brasil, Presidente, na data de hoje vai fazer história. O Congresso vai fazer história. O Presidente Lula vai fazer história. As entidades, as centrais sindicais e os trabalhadores que estão nos acompanhando neste momento vão fazer história. Presidente, eu quero parabenizá-lo. A nossa Comissão, sob a Presidência do nosso Deputado Alencar Santana e graças à relatoria do Deputado Leo Prates, com a participação de todos os Deputados que foram autores de projetos, como o Deputado Reginaldo Lopes, vai apresentar para o Brasil o fim da escala 6 por 1! (Palmas.) A partir desta aprovação, a escala será 5 por 2 — de preferência 2 dias consecutivos de descanso — e entrará em vigor imediatamente, no prazo que o parecer apresentou, aprovado pela Comissão, a qual eu quero parabenizar. Em 1932 — não estávamos vivos à época — o Brasil comemorou a jornada de 8 horas diárias. Os Constituintes de 1988 foram sábios e aprovaram a redução da jornada de 48 horas para 44 horas semanais. É muito justo que neste momento, porque há vida além do trabalho, nós aprovemos aqui, fazendo história, esta redução da jornada para 40 horas semanais e o fim da escala 6 por 1. Isso é moderno. As empresas que já fazem isso têm seus trabalhadores sem tanto acidente de trabalho, sem tanto pedido de tratamento de saúde, sem tanto estresse, e, em muitas situações, têm mais produtividade, porque pensaram na qualidade de vida dos trabalhadores. Esses trabalhadores poderão ter um fim de semana melhor, poderão fazer uma viagem, poderão estudar, poderão se tratar melhor, poderão estar com a família, poderão participar de atos religiosos. Hoje isso está inviabilizado, porque muitas vezes fazem quase um trabalho escravo de segunda a sábado na escala 6 por 1. Presidente, é importante que se aprove a matéria hoje, por isso nós votaremos agora a quebra do interstício entre as duas votações, já que se trata de uma proposta de emenda à Constituição. Eu peço aos colegas Parlamentares a aprovação do requerimento, para que a gente possa entregar no dia de hoje esse grande benefício, fazendo história no nosso Brasil com o fim da escala 6 por 1 e a redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais. Era isso, Presidente.
  • 27/05/2026

    O Deputado encaminhou a votação do art. 6º do substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.951, de 2024, que altera a Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, a Lei nº 10.823, de 19 de dezembro de 2003, e a Lei Complementar nº 137, de 26 de agosto de 2010, para aperfeiçoar os marcos legais do seguro rural.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Eu pediria a atenção dos nobres colegas, porque a agricultura remete a muitas dificuldades. Como eu disse antes, a agricultura é uma atividade de risco, porque você coloca a melhor semente na terra, você faz a melhor adubação, mas, se não chove, ou se falta chuva, ou se a chuva é demais, ou se há granizo, você não colhe. O agricultor precisa ter estabilidade, precisa ter segurança na produção, de modo que, se houver uma alteração climática que lhe tire a oportunidade de produção, ele seja reembolsado, para continuar na atividade agrícola, para continuar produzindo o que orgulha tanto o nosso Brasil e abre para nós tantos mercados no mundo, que é, fundamentalmente, o alimento. Eu gostaria de chamar a atenção do Plenário. O art. 6º permite que o recurso para esse seguro seja retirado de dotação orçamentária do Proagro. E o que é o Proagro? O Proagro é exatamente uma proteção para o agricultor. Mais de 90% é feito pelo agricultor familiar. Nos últimos anos, pelo fato de não termos tido o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar — MDA no Governo golpista do Bolsonaro, desestruturou-se o programa. Muita gente usou o Proagro sem precisar dele, infelizmente, o que elevou as despesas de 5 bilhões ou 6 bilhões por ano para 11 bilhões de reais, e isso fez com que o Banco Central apertasse o torniquete e dificultasse o acesso para o agricultor. Com a volta do MDA — está aqui o Deputado Paulo Teixeira, que foi nosso Ministro —, nós retomamos a atividade, para que haja Proagro para os nossos agricultores, Deputado Marcon, e os valores caíram para os 5 bilhões ou 6 bilhões, que é o valor que está depositado no Orçamento para o Proagro. O projeto amplia a atuação do seguro rural, que é importante, mas não pode tirar os recursos do Proagro. Então, Presidente, o nosso destaque é para que seja excluída essa parte que permite a retirada de dinheiro do Proagro. Nós somos favoráveis ao seguro, nós queremos o seguro, mas sem prejudicar o agricultor familiar, que é a base da produção de alimentos no País. É esse o teor do destaque que a bancada do PT apresenta neste momento. Nós solicitamos votação favorável ao destaque. Obrigado, Presidente.
  • 27/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.951, de 2024, que altera a Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, a Lei nº 10.823, de 19 de dezembro de 2003, e a Lei Complementar nº 137, de 26 de agosto de 2010, para aperfeiçoar os marcos legais do seguro rural. Além disso, manifestou contrariedade à retirada de recursos do Proagro para o seguro rural e anunciou a apresentação de destaque com esse objetivo.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL) Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro),recursos,retirada,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós vivemos muitas sinistralidades no campo. A agricultura é uma atividade de risco: chuva, sol, temporais, dificuldades. Então, é fundamental que quem produz alimento, que quem está no campo tenha um seguro para usar quando houver sinistralidades. Nós defendemos que o Proagro seja retomado com mais força. O Proagro é fundamentalmente para a agricultura familiar e para o médio produtor. Nós vamos apresentar depois um destaque para que não sejam retirados recursos do Proagro para essa atividade do seguro rural. Orientamos favoravelmente ao projeto, ressalvado o destaque, porque há necessidade de que o agricultor e a agricultora estejam amparados quando perderem não por responsabilidade própria, mas porque choveu demais ou faltou chuva.
  • 27/05/2026

    O Deputado criticou a venda das fábricas de fertilizantes durante o Governo Bolsonaro, apontando a privatização da Fafen como fator que elevou os custos dos insumos para o agricultor, agravada pela guerra na Ucrânia. Em contraposição, destacou que o Governo Lula retoma a produção nacional de fertilizantes, defendendo a soberania brasileira e a redução dos custos para o agronegócio.

    Palavras-chave oficiais: Governo,Ex-presidente da República,Privatização,Fábrica,Fertilizante,Agricultura,Produção nacional,Partido dos Trabalhadores (PT)

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Oriento pela federação. É importante que, quando nós discutirmos aqui fertilizantes, a gente pense na produção nacional, na soberania. O que aconteceu no Governo Bolsonaro foi a venda das fábricas de fertilizantes. Vocês votaram, com Bolsonaro, vendendo a Fafen. É óbvio que, quando venderam a Fafen — e veio a guerra na Ucrânia —, os insumos ficaram mais caros para o agricultor. Então, vocês do Bolsonaro operaram contra o agro. O Presidente Lula estava trabalhando para termos mais fábricas de fertilizantes. Agora, na retomada do Presidente Lula, nós estamos retomando as fábricas de fertilizantes que vocês venderam, venderam prejudicando o agro brasileiro com custos mais altos e não pensando na soberania. Nós precisamos ter fertilizantes com produção. Existe a possibilidade de importação, mas temos que desenvolver mais a nossa produção, porque são composições que são feitas para nós termos uma produção de insumos mais barata, com soberania brasileira.
  • 27/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado defendeu a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho, comparando a medida a marcos históricos de 1932 e 1988. Criticou a Oposição por resistir à proposta e apontou contradições da Direita em relação à isenção do Imposto de Renda, que teria permanecido em R$ 1.900,00 durante o Governo anterior, enquanto o Governo atual elevou o limite para R$ 5.000,00. Por fim, afirmou que a redução da jornada será aprovada sem redução salarial, garantindo mais dignidade aos trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Defesa Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),aumento,limite

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, colegas Deputados, 1932 ficou marcado na história. Foi neste ano que houve a redução para 8 horas diárias. Esse ano fez história! O ano de 1988, com a Constituição, também fez história: houve a redução de 48 horas para 44 horas semanais. Em 2026, o Congresso vai fazer história junto com o Presidente Lula, que fez esta proposta: redução de 44 horas para 40 horas semanais e fim da escala 6 por 1. Lá em 1932 e lá em 1988, os ricos e os Parlamentares da Direita diziam: "O País vai quebrar". Não quebrou! Em vez disso, deu-se dignidade para as pessoas. Aliás, a extrema direita não quer dignidade para as pessoas; quer apenas lucro para os grandes e corrupção, como no caso do Vorcaro, no qual estão envolvidos. Há outro argumento que eles usam: "O PT e a Esquerda querem isso só agora, no período eleitoral". Eles não raciocinam como nós raciocinamos. Eles raciocinam de acordo com o que fazem quando são Governo, porque eles, sim, só pensam no povo em época de eleição. Deram calote, deram benefícios só em períodos eleitorais. No ano passado, nós aprovamos a isenção do Imposto de Renda. Aliás, também houve uma contradição enorme, porque eles eram contra. Era isento do Imposto de Renda quem ganhava até 1.900 reais. Os demais trabalhadores pagavam Imposto de Renda porque, no Governo deles, o Governo do golpe, não atualizaram a tabela do Imposto de Renda. Nós aprovamos a isenção para quem ganha até 5 mil reais. Eles prometeram e não fizeram. Nós assumimos o compromisso e fizemos: é isento quem ganha até 5 mil reais. Eles eram contra, mas, quando se viram derrotados, desmoralizados, foram hipócritas e apresentaram uma emenda para isentar quem ganha até 10 mil reais. No Governo deles, quem ganhava acima de 1.900 reais pagava Imposto de Renda! Quando nós colocamos a isenção para quem ganha até 5 mil reais, eles quiseram que a isenção fosse para quem ganha até 10 mil reais. Agora eles também são contra. Eles não querem reduzir a jornada! Eles são contra! Eles fizeram uma emenda para que a regra entrasse em vigor só daqui a 10 anos. Olhem o absurdo! Eles se viram derrotados e, agora, estão se desmoralizando. Agora eles apresentam outra proposta. Nós vamos derrotar essa hipocrisia! Nós vamos aprovar a redução da jornada e fazer história! É redução da jornada sem redução de salário, para o povo trabalhador ter mais dignidade! Existe vida além do trabalho.
  • 26/05/2026

    O Deputado criticou o Presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, e o Senador Flávio Bolsonaro por declarações contraditórias envolvendo relações suspeitas com o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master. Ademais, comparou a mudança de posição do Partido Liberal (PL) sobre a escala 4 por 3 à atuação da legenda no debate sobre a isenção do Imposto de Renda, destacando que o partido passou a defender proposta mais ampla após perceber risco de derrota política na votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1. Ao final, condenou a hipocrisia dos Deputados do Partido Liberal (PL) ao tentarem enganar empresários e trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Presidente,Partido Liberal (PL),Senador,Empresário,Banco Master Partido Liberal (PL),Votação,Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Política trabalhista,Direito do trabalho,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Atuação parlamentar

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, com o debate que está sendo feito aqui, a gente tem que fazer a seguinte pergunta: em quem do PL eu acredito? Flávio Bolsonaro se encontrou com o mafioso do Master, o Vorcaro, e disse assim: "Não, eu fui lá para acertar, não tem mais nada dele". E o Valdemar Costa Neto foi lá e disse o seguinte: "Não, ele foi lá para pedir dinheiro". Então, em quem eu posso confiar? No Flávio, que disse que não pegou dinheiro, ou no Presidente do PL? Eu não confio em nenhum dos dois. Agora eu vou dar um exemplo. Houve aqui o debate para a isenção de Imposto de Renda. No Governo de Jair Bolsonaro, do PL, o povo trabalhador que recebia até 1.900 reais pagava Imposto de Renda. O Lula apresentou a isenção para quem ganha até 5 mil reais. Eles eram contra. Quando viram que iam perder, apresentaram uma emenda com isenção para quem ganhava até 10 mil reais. Como eles estão vendo que vão perder a votação de 5 por 2, eles estão falando que querem 4 por 3. Atenção, empresários do Brasil! Eles querem 4 por 3! Que hipocrisia! Já que eles mentem, eu não confio em nenhum dos dois.
  • 26/05/2026

    O Deputado criticou o bolsonarismo por defender a escala 4 por 3 após apresentar emenda para que o fim da escala 6 por 1 entrasse em vigor em 10 anos. Ademais, afirmou que a Oposição será derrotada e que a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1, será aprovada com vigência imediata. Ao final, condenou a demagogia dos bolsonaristas e desafiou-os a votar primeiro pela escala 5 por 2, para depois discutirem a escala 4 por 3.

    Palavras-chave oficiais: Oposição política,Emenda,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Direito do trabalho,Política trabalhista,Extrema direita

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu fiquei estupefato aqui: o bolsonarismo está defendendo a escala de trabalho 4 por 3. Mas isso é uma revolução! Eles acabaram de fazer uma emenda para que o fim da escala 6 por 1 entrasse em vigor em 10 anos — em 10 anos! Agora eu acho que eles já sentiram o gostinho da derrota — porque eles vão perder, e nós vamos aprovar o fim da escala 6 por 1, que vai entrar em vigor logo —, e vêm com demagogia, brincando com assunto sério. Se eles realmente querem a redução da escala para 4 por 3, eu desafio eles a votarem conosco primeiro, pela escala 5 por 2, para depois nós votarmos com eles, pela escalara 4 por 3.
  • 26/05/2026

    O Deputado afirmou que surgiu uma “nova bomba” envolvendo o caso do Banco Master, alegando que o Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, teria repassado R$ 3 bilhões ao banco — incluindo recursos do Rioprevidência e da Cedae — e associou politicamente o caso ao Senador Flávio Bolsonaro. Citou também o Deputado Rodrigo Bacellar e o Deputado TH Jóias, mencionando investigações e supostas ligações com o crime organizado. Concluiu que, embora não seja possível afirmar diretamente que Flávio Bolsonaro tem vínculos com o Comando Vermelho, suas relações políticas estariam perigosamente próximas dessa facção criminosa.

    Palavras-chave oficiais: Banco Master,Governador,Rio de Janeiro (Estado),repasse,Companhia Estadual de Águas e Esgotos (RJ) (CEDAE),Previdência complementar,Senador,Deputado federal,associação,Crime organizado,Organização criminosa,investigação,relação,caráter político

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Surge uma nova bomba! O bolsonarista Cláudio Castro não repassou para a máfia do Master 1,5 bilhão de reais, como se imaginava, mas sim 3 bilhões de reais, dinheiro público do Rio de Janeiro. E não foi só dinheiro dos 235 mil aposentados e pensionistas do Rioprevidência não; repassou também dinheiro da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro — Cedae. Todo mundo sabe que quem mandava e desmandava no Governo Castro era Flávio Bolsonaro. E o homem forte do Flávio não era o Governador, mas o Deputado Estadual Rodrigo Bacellar, do PL bolsonarista, tanto é que Bacellar — e isso é público — era a pessoa que a família Bolsonaro tinha escolhido para suceder Castro. O Deputado Estadual Rodrigo Bacellar só não virou candidato porque foi preso. E por que foi preso? Porque a polícia descobriu ligações dele com o crime organizado. Foi ele quem vazou informações para outro Deputado do PL bolsonarista, o tal TH Jóias, ligado ao Comando Vermelho. Então, vejam, Castro é bolsonarista, Bacellar é bolsonarista, TH Jóias é bolsonarista. E todos são amigos do Flávio, correligionários dele. Não dá para afirmar, ao menos ainda, que o Flávio está ligado ao Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do País, mas as suas relações políticas estão próximas do Comando Vermelho. Obrigado.
  • 20/05/2026

    O Deputado parabenizou o Presidente da Sessão, Deputado Joaquim Passarinho, pela correção feita durante a votação da Emenda de Plenário nº 2 apresentada ao Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999; e afirmou que o gesto contribuiu para a boa convivência e o respeito entre os Parlamentares. Além disso, rebateu críticas de que a Esquerda teria votado sem conhecimento do projeto e sustentou que a proposta buscava criar instrumentos para punir práticas de preços abusivos. Ademais, defendeu a aplicação de multas e penas de reclusão contra responsáveis por aumentos considerados injustificados, argumentando que trabalhadores e consumidores não poderiam ser prejudicados por cobranças excessivas.

    Palavras-chave oficiais: Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,alteração,Lei dos Crimes contra a Ordem Tributária (1990),Preço,Combustível,Bens,Utilidade pública,Abuso do poder econômico,Multa,Reclusão,Votação,Esquerda política

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Deputado Passarinho, eu quero parabenizá-lo pela sua postura, por nos ter alertado. Isso indica uma correção que deve ser feita. Repetimos o voto. É importante esse gesto para o nosso respeito e a boa convivência aqui. Então, quero parabenizá-lo. Sobre o que o colega Deputado diz, que nós votamos sem saber, não colou em nós — em nós da Esquerda não colou —, porque nós sabemos o que nós votamos. Talvez ele possa ter feito uma manifestação sobre a sua posição, porque parece que não leu o projeto. Nós lemos. O que nós estamos fazendo aqui é oferecendo para o Brasil um instrumento para que aqueles que tenham abusivos preços — é disto que nós estamos falando: abusivos preços —, sobre esses recaia uma punição, multa e punição, inclusive de reclusão. Não é possível que um cidadão que trabalha, que quer ajudar o Brasil, tenha preços abusivos praticados injustamente. Então, é essa a nossa posição.
  • 20/05/2026

    O Deputado defendeu a atuação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na fiscalização de práticas anticoncorrenciais e argumentou que a legislação já prevê mecanismos para apurar aumentos arbitrários de lucros. Além disso, afirmou que caberia ao órgão analisar diferenças entre preços de compra e venda de combustíveis para verificar eventual abuso econômico. Por fim, criticou tentativas de retirar competências do Cade e sustentou que não seria adequado estabelecer valores fixos em lei para caracterizar aumento abusivo de preços.

    Palavras-chave oficiais: Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade),fiscalização,aumento,Lucro,Legislação,Combustível,Abuso do poder econômico,Concorrência desleal

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu fui instigado muitas vezes a responder uma questão. A Lei Anticoncorrencial diz claramente, no art. 36, III, que constitui infração "aumentar arbitrariamente os lucros". Vejam bem, é tão simples... O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - O que é? O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - O que é aumentar arbitrariamente os lucros? O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Peço que me explique. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - Vamos lá. Não sou eu nem V.Exa., vai ser o Cade. Nós queremos vincular o Cade. Agora, eles estão tirando o Cade. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Não há isso no projeto. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - O Cade é o órgão responsável por isso. O Cade vai ser acionado para que ele veja lá. Então, ele vai pegar uma nota, por exemplo, e vai ver que cara pagou "x" por um combustível, mas, quando for checar, verá que o cara comprou esse combustível por um valor bem menor. Então, há uma diferença clara, arbitrária. E um órgão responsável, conforme está na lei — e V.Exas. querem tirá-lo agora —, não vai poder ver isso. Está claro, está citado na lei. Estou lendo o artigo. Estou fazendo um esforço aqui para ler, porque alguns colegas não leram. Têm que ler. Agora, não vai estar previsto na lei aumento de 2 centavos. Querem que esteja previsto na lei aumento de 3 centavos, 5 centavos, 10 centavos? É isso que V.Exa. está pedindo? Isso é um absurdo! Isso não existe na lei. A lei dá a orientação, existe o órgão responsável, e vai haver o mecanismo para se fazer algo. Então, essa pergunta é desnecessária. Tenta-se provocar uma situação que não esclarece a questão às pessoas. Ou quer que eu fixe um valor? Isso eu não posso fazer em lei.
  • 20/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 2, apresentada ao Projeto de lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto contrário

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, mais uma vez, como é bom ter o texto para ler. O texto diz o seguinte: "Para fins de apuração do delito previsto neste artigo, o Ministério Público deverá firmar acordos de cooperação com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica — Cade". O Cade precisa ser provocado. Ele não pode simplesmente fazer qualquer intervenção. Isso nós estamos garantindo, para que fique dentro da legislação. Esse aspecto é muito importante. Se nós aceitarmos esta emenda, o projeto não vai ter sentido algum. Eu quero parabenizar o nosso querido Relator, o Deputado Merlong, que inicialmente previa 5 anos de pena, mas dialogou com a Oposição, conversou com os Deputados, e a reduziu para 4 anos. Nós, inclusive, achávamos que, com essa concordância do Relator, tão sensível ao diálogo, teríamos a aprovação por unanimidade. Agora vimos que, mesmo tendo havido conversa, não há unanimidade. Mas isso também faz parte da decisão política. Mas eu só queria registrar, então, se este destaque passar, que se perde o foco, se perde o sentido. Não se perde a exigência de controlar preço abusivo. É disso que nós estamos falando dentro da lei, provocando o Cade para fazer essa fiscalização. E é muito fácil identificar: se alguém compra, mediante nota fiscal, por um preço muito baixo e vende por um preço muito mais alto, essa diferença será vista. É óbvio, qualquer um pode ver isso. Então, nós precisamos dizer "não" aqui para que o texto faça sentido.
  • 20/05/2026

    O Deputado defendeu a regulação estatal como instrumento legítimo de combate a abusos, argumentando que o Projeto de lei nº 1.625, de 2026, em discussão não representa intervenção indevida, mas sim regulação prevista em lei. Além disso, traçou paralelo com outras formas de regulação já aceitas pela sociedade, como a proteção de crianças, adolescentes e mulheres. Também criticou os opositores ao associá-los aos ataques de 8 de janeiro, questionando a coerência de quem defende a democracia e, ao mesmo tempo, teria apoiado ações contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF).

    Palavras-chave oficiais: Combustível,Projeto de lei ordinária,Utilidade pública,Preço,aumento,proibição,Controle estatal,Defesa Brasília (DF),manifestação,Golpe de Estado,Deputado federal,associação

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Não é nenhuma intervenção. Nós queremos, exatamente, que haja regulação quando alguém abusa. Quando alguém abusa e não há um Estado para fazer essa regulação, aí, sim, fica ao deus-dará. Aliás, quem não quer democracia quer fazer o que bem entende. Foi o que tentaram fazer ao quebrar esta Casa. Falam em democracia, e vieram quebrar o Senado. Falam em democracia, e quebraram o STF. Falam em democracia, e vieram quebrar esta Casa, onde os Deputados trabalham. Talvez, se tivesse acontecido o que vocês queriam, nós nem estaríamos falando aqui, porque vocês defenderam o golpe. Então, leiam os textos. Tudo está dentro da lei, sem intervenção, mas com regulação quando houver abuso. Quando há abuso contra crianças e adolescentes, regulamos; quando há abuso contra mulheres, regulamos. É para isto que existe o Estado: para regular preço. Parabéns, Lula, por regular preço!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.