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Detector de Bananada
Foto de Bohn Gass

Deputado · Câmara

Bohn Gass

PT · RS

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Elvino José Bohn Gass · 64 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 59 de 100, Meio Banana0406080100

59/100

Meio Banana

Faz o básico, mas deixa a desejar.

Nota maior que a de 55% dos deputados · média do partido: 57

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 78%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 78%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 0%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · 2012

Vota com o governo 97%das 36 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 100%das 50 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.bohngass@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5873
Gabinete
Gabinete 873, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de 2012

Presença nas sessões

78%

Esteve em 7 de 9 sessões

Melhor que 29% dos deputadosMédia do partido: 79%

Votou nas votações

78%

Registrou voto em 51 de 65 votações nominais

Melhor que 73% dos deputadosMédia do partido: 71%

Iniciativas que viraram lei

0

de 3 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 2 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

97%

Em 36 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 89% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.292 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 13/10/2026.

  • 27/05/2026

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de quebra de interstício da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho. Parabenizou a comissão, presidida pelo Deputado Alencar Santana, e o relator Deputado Reginaldo Lopes pelo trabalho realizado. Além disso, argumentou que a medida favorece a saúde, a produtividade e a qualidade de vida dos trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de quebra de interstício,Proposta de Emenda à Constituição,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - O Brasil, Presidente, na data de hoje vai fazer história. O Congresso vai fazer história. O Presidente Lula vai fazer história. As entidades, as centrais sindicais e os trabalhadores que estão nos acompanhando neste momento vão fazer história. Presidente, eu quero parabenizá-lo. A nossa Comissão, sob a Presidência do nosso Deputado Alencar Santana e graças à relatoria do Deputado Leo Prates, com a participação de todos os Deputados que foram autores de projetos, como o Deputado Reginaldo Lopes, vai apresentar para o Brasil o fim da escala 6 por 1! (Palmas.) A partir desta aprovação, a escala será 5 por 2 — de preferência 2 dias consecutivos de descanso — e entrará em vigor imediatamente, no prazo que o parecer apresentou, aprovado pela Comissão, a qual eu quero parabenizar. Em 1932 — não estávamos vivos à época — o Brasil comemorou a jornada de 8 horas diárias. Os Constituintes de 1988 foram sábios e aprovaram a redução da jornada de 48 horas para 44 horas semanais. É muito justo que neste momento, porque há vida além do trabalho, nós aprovemos aqui, fazendo história, esta redução da jornada para 40 horas semanais e o fim da escala 6 por 1. Isso é moderno. As empresas que já fazem isso têm seus trabalhadores sem tanto acidente de trabalho, sem tanto pedido de tratamento de saúde, sem tanto estresse, e, em muitas situações, têm mais produtividade, porque pensaram na qualidade de vida dos trabalhadores. Esses trabalhadores poderão ter um fim de semana melhor, poderão fazer uma viagem, poderão estudar, poderão se tratar melhor, poderão estar com a família, poderão participar de atos religiosos. Hoje isso está inviabilizado, porque muitas vezes fazem quase um trabalho escravo de segunda a sábado na escala 6 por 1. Presidente, é importante que se aprove a matéria hoje, por isso nós votaremos agora a quebra do interstício entre as duas votações, já que se trata de uma proposta de emenda à Constituição. Eu peço aos colegas Parlamentares a aprovação do requerimento, para que a gente possa entregar no dia de hoje esse grande benefício, fazendo história no nosso Brasil com o fim da escala 6 por 1 e a redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais. Era isso, Presidente.
  • 27/05/2026

    O Deputado encaminhou a votação do art. 6º do substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.951, de 2024, que altera a Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, a Lei nº 10.823, de 19 de dezembro de 2003, e a Lei Complementar nº 137, de 26 de agosto de 2010, para aperfeiçoar os marcos legais do seguro rural.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Eu pediria a atenção dos nobres colegas, porque a agricultura remete a muitas dificuldades. Como eu disse antes, a agricultura é uma atividade de risco, porque você coloca a melhor semente na terra, você faz a melhor adubação, mas, se não chove, ou se falta chuva, ou se a chuva é demais, ou se há granizo, você não colhe. O agricultor precisa ter estabilidade, precisa ter segurança na produção, de modo que, se houver uma alteração climática que lhe tire a oportunidade de produção, ele seja reembolsado, para continuar na atividade agrícola, para continuar produzindo o que orgulha tanto o nosso Brasil e abre para nós tantos mercados no mundo, que é, fundamentalmente, o alimento. Eu gostaria de chamar a atenção do Plenário. O art. 6º permite que o recurso para esse seguro seja retirado de dotação orçamentária do Proagro. E o que é o Proagro? O Proagro é exatamente uma proteção para o agricultor. Mais de 90% é feito pelo agricultor familiar. Nos últimos anos, pelo fato de não termos tido o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar — MDA no Governo golpista do Bolsonaro, desestruturou-se o programa. Muita gente usou o Proagro sem precisar dele, infelizmente, o que elevou as despesas de 5 bilhões ou 6 bilhões por ano para 11 bilhões de reais, e isso fez com que o Banco Central apertasse o torniquete e dificultasse o acesso para o agricultor. Com a volta do MDA — está aqui o Deputado Paulo Teixeira, que foi nosso Ministro —, nós retomamos a atividade, para que haja Proagro para os nossos agricultores, Deputado Marcon, e os valores caíram para os 5 bilhões ou 6 bilhões, que é o valor que está depositado no Orçamento para o Proagro. O projeto amplia a atuação do seguro rural, que é importante, mas não pode tirar os recursos do Proagro. Então, Presidente, o nosso destaque é para que seja excluída essa parte que permite a retirada de dinheiro do Proagro. Nós somos favoráveis ao seguro, nós queremos o seguro, mas sem prejudicar o agricultor familiar, que é a base da produção de alimentos no País. É esse o teor do destaque que a bancada do PT apresenta neste momento. Nós solicitamos votação favorável ao destaque. Obrigado, Presidente.
  • 27/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.951, de 2024, que altera a Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, a Lei nº 10.823, de 19 de dezembro de 2003, e a Lei Complementar nº 137, de 26 de agosto de 2010, para aperfeiçoar os marcos legais do seguro rural. Além disso, manifestou contrariedade à retirada de recursos do Proagro para o seguro rural e anunciou a apresentação de destaque com esse objetivo.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL) Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro),recursos,retirada,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós vivemos muitas sinistralidades no campo. A agricultura é uma atividade de risco: chuva, sol, temporais, dificuldades. Então, é fundamental que quem produz alimento, que quem está no campo tenha um seguro para usar quando houver sinistralidades. Nós defendemos que o Proagro seja retomado com mais força. O Proagro é fundamentalmente para a agricultura familiar e para o médio produtor. Nós vamos apresentar depois um destaque para que não sejam retirados recursos do Proagro para essa atividade do seguro rural. Orientamos favoravelmente ao projeto, ressalvado o destaque, porque há necessidade de que o agricultor e a agricultora estejam amparados quando perderem não por responsabilidade própria, mas porque choveu demais ou faltou chuva.
  • 27/05/2026

    O Deputado criticou a venda das fábricas de fertilizantes durante o Governo Bolsonaro, apontando a privatização da Fafen como fator que elevou os custos dos insumos para o agricultor, agravada pela guerra na Ucrânia. Em contraposição, destacou que o Governo Lula retoma a produção nacional de fertilizantes, defendendo a soberania brasileira e a redução dos custos para o agronegócio.

    Palavras-chave oficiais: Governo,Ex-presidente da República,Privatização,Fábrica,Fertilizante,Agricultura,Produção nacional,Partido dos Trabalhadores (PT)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Oriento pela federação. É importante que, quando nós discutirmos aqui fertilizantes, a gente pense na produção nacional, na soberania. O que aconteceu no Governo Bolsonaro foi a venda das fábricas de fertilizantes. Vocês votaram, com Bolsonaro, vendendo a Fafen. É óbvio que, quando venderam a Fafen — e veio a guerra na Ucrânia —, os insumos ficaram mais caros para o agricultor. Então, vocês do Bolsonaro operaram contra o agro. O Presidente Lula estava trabalhando para termos mais fábricas de fertilizantes. Agora, na retomada do Presidente Lula, nós estamos retomando as fábricas de fertilizantes que vocês venderam, venderam prejudicando o agro brasileiro com custos mais altos e não pensando na soberania. Nós precisamos ter fertilizantes com produção. Existe a possibilidade de importação, mas temos que desenvolver mais a nossa produção, porque são composições que são feitas para nós termos uma produção de insumos mais barata, com soberania brasileira.
  • 27/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado defendeu a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho, comparando a medida a marcos históricos de 1932 e 1988. Criticou a Oposição por resistir à proposta e apontou contradições da Direita em relação à isenção do Imposto de Renda, que teria permanecido em R$ 1.900,00 durante o Governo anterior, enquanto o Governo atual elevou o limite para R$ 5.000,00. Por fim, afirmou que a redução da jornada será aprovada sem redução salarial, garantindo mais dignidade aos trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Defesa Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),aumento,limite

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, colegas Deputados, 1932 ficou marcado na história. Foi neste ano que houve a redução para 8 horas diárias. Esse ano fez história! O ano de 1988, com a Constituição, também fez história: houve a redução de 48 horas para 44 horas semanais. Em 2026, o Congresso vai fazer história junto com o Presidente Lula, que fez esta proposta: redução de 44 horas para 40 horas semanais e fim da escala 6 por 1. Lá em 1932 e lá em 1988, os ricos e os Parlamentares da Direita diziam: "O País vai quebrar". Não quebrou! Em vez disso, deu-se dignidade para as pessoas. Aliás, a extrema direita não quer dignidade para as pessoas; quer apenas lucro para os grandes e corrupção, como no caso do Vorcaro, no qual estão envolvidos. Há outro argumento que eles usam: "O PT e a Esquerda querem isso só agora, no período eleitoral". Eles não raciocinam como nós raciocinamos. Eles raciocinam de acordo com o que fazem quando são Governo, porque eles, sim, só pensam no povo em época de eleição. Deram calote, deram benefícios só em períodos eleitorais. No ano passado, nós aprovamos a isenção do Imposto de Renda. Aliás, também houve uma contradição enorme, porque eles eram contra. Era isento do Imposto de Renda quem ganhava até 1.900 reais. Os demais trabalhadores pagavam Imposto de Renda porque, no Governo deles, o Governo do golpe, não atualizaram a tabela do Imposto de Renda. Nós aprovamos a isenção para quem ganha até 5 mil reais. Eles prometeram e não fizeram. Nós assumimos o compromisso e fizemos: é isento quem ganha até 5 mil reais. Eles eram contra, mas, quando se viram derrotados, desmoralizados, foram hipócritas e apresentaram uma emenda para isentar quem ganha até 10 mil reais. No Governo deles, quem ganhava acima de 1.900 reais pagava Imposto de Renda! Quando nós colocamos a isenção para quem ganha até 5 mil reais, eles quiseram que a isenção fosse para quem ganha até 10 mil reais. Agora eles também são contra. Eles não querem reduzir a jornada! Eles são contra! Eles fizeram uma emenda para que a regra entrasse em vigor só daqui a 10 anos. Olhem o absurdo! Eles se viram derrotados e, agora, estão se desmoralizando. Agora eles apresentam outra proposta. Nós vamos derrotar essa hipocrisia! Nós vamos aprovar a redução da jornada e fazer história! É redução da jornada sem redução de salário, para o povo trabalhador ter mais dignidade! Existe vida além do trabalho.
  • 26/05/2026

    O Deputado criticou o Presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, e o Senador Flávio Bolsonaro por declarações contraditórias envolvendo relações suspeitas com o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master. Ademais, comparou a mudança de posição do Partido Liberal (PL) sobre a escala 4 por 3 à atuação da legenda no debate sobre a isenção do Imposto de Renda, destacando que o partido passou a defender proposta mais ampla após perceber risco de derrota política na votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1. Ao final, condenou a hipocrisia dos Deputados do Partido Liberal (PL) ao tentarem enganar empresários e trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Presidente,Partido Liberal (PL),Senador,Empresário,Banco Master Partido Liberal (PL),Votação,Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Política trabalhista,Direito do trabalho,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, com o debate que está sendo feito aqui, a gente tem que fazer a seguinte pergunta: em quem do PL eu acredito? Flávio Bolsonaro se encontrou com o mafioso do Master, o Vorcaro, e disse assim: "Não, eu fui lá para acertar, não tem mais nada dele". E o Valdemar Costa Neto foi lá e disse o seguinte: "Não, ele foi lá para pedir dinheiro". Então, em quem eu posso confiar? No Flávio, que disse que não pegou dinheiro, ou no Presidente do PL? Eu não confio em nenhum dos dois. Agora eu vou dar um exemplo. Houve aqui o debate para a isenção de Imposto de Renda. No Governo de Jair Bolsonaro, do PL, o povo trabalhador que recebia até 1.900 reais pagava Imposto de Renda. O Lula apresentou a isenção para quem ganha até 5 mil reais. Eles eram contra. Quando viram que iam perder, apresentaram uma emenda com isenção para quem ganhava até 10 mil reais. Como eles estão vendo que vão perder a votação de 5 por 2, eles estão falando que querem 4 por 3. Atenção, empresários do Brasil! Eles querem 4 por 3! Que hipocrisia! Já que eles mentem, eu não confio em nenhum dos dois.
  • 26/05/2026

    O Deputado criticou o bolsonarismo por defender a escala 4 por 3 após apresentar emenda para que o fim da escala 6 por 1 entrasse em vigor em 10 anos. Ademais, afirmou que a Oposição será derrotada e que a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1, será aprovada com vigência imediata. Ao final, condenou a demagogia dos bolsonaristas e desafiou-os a votar primeiro pela escala 5 por 2, para depois discutirem a escala 4 por 3.

    Palavras-chave oficiais: Oposição política,Emenda,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Direito do trabalho,Política trabalhista,Extrema direita

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu fiquei estupefato aqui: o bolsonarismo está defendendo a escala de trabalho 4 por 3. Mas isso é uma revolução! Eles acabaram de fazer uma emenda para que o fim da escala 6 por 1 entrasse em vigor em 10 anos — em 10 anos! Agora eu acho que eles já sentiram o gostinho da derrota — porque eles vão perder, e nós vamos aprovar o fim da escala 6 por 1, que vai entrar em vigor logo —, e vêm com demagogia, brincando com assunto sério. Se eles realmente querem a redução da escala para 4 por 3, eu desafio eles a votarem conosco primeiro, pela escala 5 por 2, para depois nós votarmos com eles, pela escalara 4 por 3.
  • 26/05/2026

    O Deputado afirmou que surgiu uma “nova bomba” envolvendo o caso do Banco Master, alegando que o Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, teria repassado R$ 3 bilhões ao banco — incluindo recursos do Rioprevidência e da Cedae — e associou politicamente o caso ao Senador Flávio Bolsonaro. Citou também o Deputado Rodrigo Bacellar e o Deputado TH Jóias, mencionando investigações e supostas ligações com o crime organizado. Concluiu que, embora não seja possível afirmar diretamente que Flávio Bolsonaro tem vínculos com o Comando Vermelho, suas relações políticas estariam perigosamente próximas dessa facção criminosa.

    Palavras-chave oficiais: Banco Master,Governador,Rio de Janeiro (Estado),repasse,Companhia Estadual de Águas e Esgotos (RJ) (CEDAE),Previdência complementar,Senador,Deputado federal,associação,Crime organizado,Organização criminosa,investigação,relação,caráter político

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Surge uma nova bomba! O bolsonarista Cláudio Castro não repassou para a máfia do Master 1,5 bilhão de reais, como se imaginava, mas sim 3 bilhões de reais, dinheiro público do Rio de Janeiro. E não foi só dinheiro dos 235 mil aposentados e pensionistas do Rioprevidência não; repassou também dinheiro da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro — Cedae. Todo mundo sabe que quem mandava e desmandava no Governo Castro era Flávio Bolsonaro. E o homem forte do Flávio não era o Governador, mas o Deputado Estadual Rodrigo Bacellar, do PL bolsonarista, tanto é que Bacellar — e isso é público — era a pessoa que a família Bolsonaro tinha escolhido para suceder Castro. O Deputado Estadual Rodrigo Bacellar só não virou candidato porque foi preso. E por que foi preso? Porque a polícia descobriu ligações dele com o crime organizado. Foi ele quem vazou informações para outro Deputado do PL bolsonarista, o tal TH Jóias, ligado ao Comando Vermelho. Então, vejam, Castro é bolsonarista, Bacellar é bolsonarista, TH Jóias é bolsonarista. E todos são amigos do Flávio, correligionários dele. Não dá para afirmar, ao menos ainda, que o Flávio está ligado ao Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do País, mas as suas relações políticas estão próximas do Comando Vermelho. Obrigado.
  • 20/05/2026

    O Deputado parabenizou o Presidente da Sessão, Deputado Joaquim Passarinho, pela correção feita durante a votação da Emenda de Plenário nº 2 apresentada ao Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999; e afirmou que o gesto contribuiu para a boa convivência e o respeito entre os Parlamentares. Além disso, rebateu críticas de que a Esquerda teria votado sem conhecimento do projeto e sustentou que a proposta buscava criar instrumentos para punir práticas de preços abusivos. Ademais, defendeu a aplicação de multas e penas de reclusão contra responsáveis por aumentos considerados injustificados, argumentando que trabalhadores e consumidores não poderiam ser prejudicados por cobranças excessivas.

    Palavras-chave oficiais: Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,alteração,Lei dos Crimes contra a Ordem Tributária (1990),Preço,Combustível,Bens,Utilidade pública,Abuso do poder econômico,Multa,Reclusão,Votação,Esquerda política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Deputado Passarinho, eu quero parabenizá-lo pela sua postura, por nos ter alertado. Isso indica uma correção que deve ser feita. Repetimos o voto. É importante esse gesto para o nosso respeito e a boa convivência aqui. Então, quero parabenizá-lo. Sobre o que o colega Deputado diz, que nós votamos sem saber, não colou em nós — em nós da Esquerda não colou —, porque nós sabemos o que nós votamos. Talvez ele possa ter feito uma manifestação sobre a sua posição, porque parece que não leu o projeto. Nós lemos. O que nós estamos fazendo aqui é oferecendo para o Brasil um instrumento para que aqueles que tenham abusivos preços — é disto que nós estamos falando: abusivos preços —, sobre esses recaia uma punição, multa e punição, inclusive de reclusão. Não é possível que um cidadão que trabalha, que quer ajudar o Brasil, tenha preços abusivos praticados injustamente. Então, é essa a nossa posição.
  • 20/05/2026

    O Deputado defendeu a atuação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na fiscalização de práticas anticoncorrenciais e argumentou que a legislação já prevê mecanismos para apurar aumentos arbitrários de lucros. Além disso, afirmou que caberia ao órgão analisar diferenças entre preços de compra e venda de combustíveis para verificar eventual abuso econômico. Por fim, criticou tentativas de retirar competências do Cade e sustentou que não seria adequado estabelecer valores fixos em lei para caracterizar aumento abusivo de preços.

    Palavras-chave oficiais: Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade),fiscalização,aumento,Lucro,Legislação,Combustível,Abuso do poder econômico,Concorrência desleal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu fui instigado muitas vezes a responder uma questão. A Lei Anticoncorrencial diz claramente, no art. 36, III, que constitui infração "aumentar arbitrariamente os lucros". Vejam bem, é tão simples... O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - O que é? O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - O que é aumentar arbitrariamente os lucros? O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Peço que me explique. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - Vamos lá. Não sou eu nem V.Exa., vai ser o Cade. Nós queremos vincular o Cade. Agora, eles estão tirando o Cade. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Não há isso no projeto. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - O Cade é o órgão responsável por isso. O Cade vai ser acionado para que ele veja lá. Então, ele vai pegar uma nota, por exemplo, e vai ver que cara pagou "x" por um combustível, mas, quando for checar, verá que o cara comprou esse combustível por um valor bem menor. Então, há uma diferença clara, arbitrária. E um órgão responsável, conforme está na lei — e V.Exas. querem tirá-lo agora —, não vai poder ver isso. Está claro, está citado na lei. Estou lendo o artigo. Estou fazendo um esforço aqui para ler, porque alguns colegas não leram. Têm que ler. Agora, não vai estar previsto na lei aumento de 2 centavos. Querem que esteja previsto na lei aumento de 3 centavos, 5 centavos, 10 centavos? É isso que V.Exa. está pedindo? Isso é um absurdo! Isso não existe na lei. A lei dá a orientação, existe o órgão responsável, e vai haver o mecanismo para se fazer algo. Então, essa pergunta é desnecessária. Tenta-se provocar uma situação que não esclarece a questão às pessoas. Ou quer que eu fixe um valor? Isso eu não posso fazer em lei.
  • 20/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 2, apresentada ao Projeto de lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, mais uma vez, como é bom ter o texto para ler. O texto diz o seguinte: "Para fins de apuração do delito previsto neste artigo, o Ministério Público deverá firmar acordos de cooperação com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica — Cade". O Cade precisa ser provocado. Ele não pode simplesmente fazer qualquer intervenção. Isso nós estamos garantindo, para que fique dentro da legislação. Esse aspecto é muito importante. Se nós aceitarmos esta emenda, o projeto não vai ter sentido algum. Eu quero parabenizar o nosso querido Relator, o Deputado Merlong, que inicialmente previa 5 anos de pena, mas dialogou com a Oposição, conversou com os Deputados, e a reduziu para 4 anos. Nós, inclusive, achávamos que, com essa concordância do Relator, tão sensível ao diálogo, teríamos a aprovação por unanimidade. Agora vimos que, mesmo tendo havido conversa, não há unanimidade. Mas isso também faz parte da decisão política. Mas eu só queria registrar, então, se este destaque passar, que se perde o foco, se perde o sentido. Não se perde a exigência de controlar preço abusivo. É disso que nós estamos falando dentro da lei, provocando o Cade para fazer essa fiscalização. E é muito fácil identificar: se alguém compra, mediante nota fiscal, por um preço muito baixo e vende por um preço muito mais alto, essa diferença será vista. É óbvio, qualquer um pode ver isso. Então, nós precisamos dizer "não" aqui para que o texto faça sentido.
  • 20/05/2026

    O Deputado defendeu a regulação estatal como instrumento legítimo de combate a abusos, argumentando que o Projeto de lei nº 1.625, de 2026, em discussão não representa intervenção indevida, mas sim regulação prevista em lei. Além disso, traçou paralelo com outras formas de regulação já aceitas pela sociedade, como a proteção de crianças, adolescentes e mulheres. Também criticou os opositores ao associá-los aos ataques de 8 de janeiro, questionando a coerência de quem defende a democracia e, ao mesmo tempo, teria apoiado ações contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF).

    Palavras-chave oficiais: Combustível,Projeto de lei ordinária,Utilidade pública,Preço,aumento,proibição,Controle estatal,Defesa Brasília (DF),manifestação,Golpe de Estado,Deputado federal,associação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Não é nenhuma intervenção. Nós queremos, exatamente, que haja regulação quando alguém abusa. Quando alguém abusa e não há um Estado para fazer essa regulação, aí, sim, fica ao deus-dará. Aliás, quem não quer democracia quer fazer o que bem entende. Foi o que tentaram fazer ao quebrar esta Casa. Falam em democracia, e vieram quebrar o Senado. Falam em democracia, e quebraram o STF. Falam em democracia, e vieram quebrar esta Casa, onde os Deputados trabalham. Talvez, se tivesse acontecido o que vocês queriam, nós nem estaríamos falando aqui, porque vocês defenderam o golpe. Então, leiam os textos. Tudo está dentro da lei, sem intervenção, mas com regulação quando houver abuso. Quando há abuso contra crianças e adolescentes, regulamos; quando há abuso contra mulheres, regulamos. É para isto que existe o Estado: para regular preço. Parabéns, Lula, por regular preço!
  • 20/05/2026

    O Deputado defendeu a aprovação da proposta em debate e rebateu críticas da oposição, afirmando que o texto prevê punições apenas em casos de aumentos de preços considerados abusivos e dissociados de fundamentos econômicos verificáveis. Afirmou que a medida busca coibir práticas que prejudiquem os consumidores, com base em critérios técnicos e no uso de dados do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Também argumentou que o Projeto de lei nº 1.625, de 2026, em discussão, fortalece a proteção ao consumidor diante de eventuais aumentos considerados injustificados e ressaltou que a iniciativa reflete o compromisso do Governo Federal com a defesa do poder de compra da população.

    Palavras-chave oficiais: Combustível,Projeto de lei ordinária,Utilidade pública,Preço,aumento,proibição,Defesa

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, se o colega tivesse lido o projeto, não diria essa mentira. Está claro aqui que só haverá essa punição se a elevação de preços resultar em aumento dissociado de fundamentos econômicos verificados. É só isso. Então, tudo o que eles dizem é mentira. Leiam o projeto, por favor! Os dados do Cade vão ser usados para isso. Pode aumentar preço, mas não aumentar criminosamente. E quando aumentar criminosamente é preciso punir para defender o consumidor. O que eles estão dizendo é que, mesmo aumentando criminosamente, tem que deixar aumentar, o que pode prejudicar o consumidor. Não dá! Então, nós queremos que o projeto seja aprovado, porque Lula é responsável e está pensando no povo brasileiro. Agora, se alguém não leu o projeto e está falando mentiras... (Desligamento do microfone.)
  • 20/05/2026

    O Deputado defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que tipifica a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999, e dá outras providências (criminaliza o aumento abusivo do preço dos combustíveis). Além disso, destacou que a proposta busca punir distribuidoras que prejudicam postos e consumidores. Ademais, responsabilizou o Governo Bolsonaro e a Extrema Direita pela elevação dos preços dos combustíveis em decorrência da privatização da BR Distribuidora, da interrupção da ampliação do refino nacional, da venda de fábricas de fertilizantes e da política de paridade de preços internacionais (PPI). Ao final, defendeu o fortalecimento da Petrobras, a retomada de estaleiros no Rio Grande (RS) e a soberania nacional.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tipificação de conduta,criminalização,aumento,Preço,Combustível,Crime contra a ordem econômica,Distribuidor de combustível,Posto de combustível,Consumidor,Petróleo Brasileiro (Petrobras),Estaleiro,Rio Grande (RS),Soberania nacional,Governo federal Governo,Extrema direita,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Preço,Combustível,Privatização,Petrobras Distribuidora S.A,refinação,Venda,Fábrica,Fertilizante,Preços de Paridade de Importação (PPI)

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, aqui se diz muito que nós estamos elegendo os postos como vilões. Não é verdade. Aqui ninguém disse isso. O que nós estamos dizendo é que as distribuidoras, essas sim, prejudicam inclusive os postos e, através dos postos, os consumidores. Essa é a questão. O fato de nós estarmos aqui regulamentando e punindo quem faz esse exagero de preços é exatamente para defender o consumidor. E as regras são claríssimas. Portanto, é muito importante que esse projeto seja aprovado. E, mais do que isso, é bom que se diga o que nós tínhamos no Brasil, antes do golpe. Vejam quem defendeu o golpe: a extrema direita. Nós estávamos com um programa de mais refino no Brasil, e houve dois problemas: as empresas que estavam fazendo refino foram privatizadas, e o programa de ampliação do refino foi interrompido. Essa é a consequência do golpe. A interferência da venda dos postos BR nos preços é evidente. Foi anunciado à noite: "Vai reduzir o preço na refinaria". No dia seguinte, os postos BR da Petrobras baixavam o preço. Os outros postos que queriam vender tinham que baixar, senão a concorrência ia prejudicá-los, porque os postos da Petrobras baixaram. Depois que vocês venderam, com o Bolsonaro, que gosta muito do Vorcaro e de fazer filme, o que aconteceu? Essa foi a maior corrupção que se deu no Brasil: venderam os postos BR. Agora baixam o preço, e os postos BR não baixam. Todos os postos ficam com o preço alto, consequência da política do Bolsonaro, que ainda quer ser candidato à Presidência da República para prejudicar mais o Brasil. Eu não consigo entender. Isso é outro elemento. Assim fizeram com as fábricas de fertilizantes, pessoal. Atenção, agro brasileiro! Enquanto nós estamos lutando pela renegociação da dívida de vocês — inclusive, hoje, estive com o Ministro Dario Durigan para fazermos uma renegociação —, os insumos da agricultura aumentaram. E nós tínhamos no Brasil fábrica de fertilizantes. Pasme, Brasil! O Governo brasileiro do Bolsonaro vendeu as fábricas de fertilizantes, e o preço aumentou. Veio a guerra, e isso piorou ainda mais. Então, a culpa de nós termos preços tão altos é dessa política que vocês defendem. E agora que o Lula quer ter dureza com quem faz abuso do preço para defender o consumidor, vocês são contra? De que lado vocês estão? Só do filme do Vorcaro? Não é possível. Nós estamos aqui para defender que o Brasil possa retomar com força, por exemplo, os estaleiros que nós estamos fazendo no Rio Grande do Sul, em Rio Grande, e que a gente possa ter a Petrobras cada vez mais forte. Um plano foi anunciado pela nossa Presidente Petrobras para termos a autossuficiência. Estamos trabalhando para isso, para ter refino no Brasil. E vocês fizeram o Preço de Paridade de Importação, o PPI: aumenta lá fora, aumenta aqui. Não! Temos que ter o controle da soberania brasileira. É por isso que o Lula está certo em defender a soberania. Mas enquanto vocês batem continência para o Trump, dá nisso.
  • 20/05/2026

    O Deputado defendeu o Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que tipifica a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999, e dá outras providências (criminaliza o aumento abusivo do preço dos combustíveis), alegando que o Governo Lula busca proteger a população. Ademais, criticou Parlamentares da Oposição por estarem preocupados com a melhora do Presidente Lula nas pesquisas eleitorais e com a queda do Senador Flávio Bolsonaro, envolvido em denúncias a respeito do empresário Daniel Vorcaro. Ao final, responsabilizou o Governo Bolsonaro pela elevação do preço do óleo diesel.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tipificação de conduta,criminalização,aumento,Preço,Combustível,Bens,Utilidade pública,Crime contra a ordem econômica,Governo federal Oposição política,Pesquisa eleitoral,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Senador,Partido Liberal (PL),Pré-candidato a cargo eletivo,Denúncia,Banco Master,Empresário Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Preço,Óleo diesel

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, só quero lembrar uma frase que, talvez, todos já escutaram: "Ladrão roubando dinheiro roubado". Isso é coisa de filme. Essa turma está preocupada com o que aconteceu com o Vorcaro, com o Flávio Bolsonaro, que está despencando na pesquisas, e com o Lula, que está subindo. Então, eu compreendo a preocupação de vocês. Mas é coisa de filme: "Ladrão roubando dinheiro roubado". Nós estamos pensando no País. E o País, com o Presidente Lula, apresentou um projeto com dados objetivos. Nós estamos sendo lesados. O povo brasileiro está pagando mais caro pelo combustível. Não precisava ter aumentado 1 centavo nem faltar 1 litro de diesel, se não fosse o PL do Bolsonaro fazer o golpe, entregar a Petrobras, não fazer refino, fazer o PPI e dificultar a produção brasileira. É sobre isso que eles têm que responder. Agora, que nós queremos punir quem aumenta o preço do combustível para o povo, eles querem defender os caras que aumentam o preço para o povo. É desse lado que eles estão. Eles estão do lado que destrói o Brasil, beneficia as grandes refinadoras, passa o dinheiro para fora do Brasil. Agora, quando nós queremos cobrar, multar, para defender o povo brasileiro, como o Lula está fazendo, eles são contra isso. De que lado eles estão? É coisa de cinema: "Ladrão roubando dinheiro roubado". Expliquem essa situação que envolve Flávio Bolsonaro. Muito obrigado.
  • 20/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.564, de 2025, que altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei dos Crimes Ambientais), para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Maioria precisa liberar a bancada, por causa de partidos com posições diferentes. Mas eu quero manifestar a argumentação da nossa Ministra Marina. Nós reduzimos os impactos dos desmatamentos do País. Em boa parte, a razão é exatamente a fiscalização remota que foi feita. Só é identificado quem comete algo fora da regra, fora da lei. Senão, não vai ser autuado. Então, nós precisamos pensar no desenvolvimento do País e nos afirmar mundialmente. E, para nos afirmarmos na transição energética também, em que estamos ponteando no mundo, é fundamental preservar bem. Produzir e preservar; preservar e produzir — esse binômio tem que caminhar junto nesse processo. É fundamental que nós rejeitemos esse projeto. Portanto, a minha posição é "não". Obviamente, pela Maioria, nós precisamos liberar a bancada.
  • 20/05/2026

    O Deputado celebrou o anúncio do Presidente Lula de R$ 30 bilhões em crédito para motoristas de aplicativo e taxistas financiarem carros novos. Ademais, elogiou o Governo pela simplificação de regras para mototaxistas e motoboys e defendeu legislação que garanta segurança e estrutura a esses trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal,Crédito,Motorista de aplicativo,Taxista,Veículo novo,simplificação,Legislação,segurança

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Deputado Charles Fernandes, olhe que notícia boa: Lula lança crédito de até 30 bilhões de reais para motoristas de aplicativos e taxistas financiarem carros novos, 30 bilhões de reais! A cerimônia foi em São Paulo. Nós já tínhamos um programa importante sobre isso. E Lula, além de criar esse financiamento, simplifica as regras para o trabalho de mototaxistas e motoboys. Eu quero registrar aqui, Presidente Charles, o que disse o Presidente Lula: "Há espaço para todo mundo neste País. E qual é o papel do Governo? É facilitar a vida de vocês e não criar confusão. É por isso que nós estamos fazendo isso, para dizer para vocês: neste País, ninguém mais será visto como invisível. Todas as pessoas têm que ser vistas como seres humanos, não importa a escolaridade, não importa a religião, não importa o time por que torce e não importa a cor". Deputados, essa é a visão do Lula. O pessoal dos aplicativos, os motoboys, eles colocam a vida deles em risco para poderem sobreviver e sustentar suas famílias. Eles precisam de uma legislação adequada que lhes dê segurança e estrutura. E o Presidente Lula anuncia 30 bilhões de reais para viabilizar isso e melhorar a vida deles. Eu quero, de coração, fazer esse reconhecimento — mais um, entre tantos — ao Presidente Lula e dizer a esses irmãos que estão trabalhando no dia a dia que realmente possam usufruir desse belo programa que o nosso querido Presidente Lula anuncia. Gostaria que o meu pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado, Presidente.
  • 19/05/2026

    O Deputado orientou a bancada da votação da subemenda substitutiva do Projeto de Lei nº 3.066, de 2025, que institui medidas de enfrentamento e repressão aos crimes de pornografia de crianças e adolescentes relacionados ao uso de inteligência artificial e de técnicas de mascaramento de endereço de IP empregadas para viabilizar a prática de crimes relacionados à pornografia infantil na internet. Defendeu uma política transversal do Governo que combina punição e educação no enfrentamento à violência sexual. Citou declaração de um ex-Deputado, que chegou à Presidência do País, como exemplo de discurso que induz ao estupro, e ressaltou a necessidade de educação como instrumento de prevenção. Além disso, destacou a operação Caminhos Seguros, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com ações em todos os Estados brasileiros contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Base de apoio político,Governo Governo,Política pública,Educação,combate,Violência sexual,Ex-presidente da República,Estupro Operação policial,Ministério da Justiça e Segurança Pública,combate,Exploração sexual,Criança,Adolescente

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, o Governo tem uma política transversal, que bate não só na punição, mas também na educação. Inclusive, eu ouvi aqui um Deputado, que virou figura máxima da Presidência do País, dizer a uma colega Deputada "Eu não te estupro" e algo mais. São frases de pessoas que induzem ao estupro, à violência. E é bom que a gente diga isso, porque a educação precisa ser feita também. O Ministério da Justiça e Segurança Pública coordenou o Dia D da Operação Caminhos Seguros, "com ações intensificadas em todos os estados brasileiros no enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes". Então, eu quero orientar "sim" pelo Governo, para que haja punição e estrutura para impedir que ocorram essas ações nefastas e também haja educação.
  • 19/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva ao Projeto de Lei nº 3.066, de 2025, que institui medidas de enfrentamento e repressão aos crimes de pornografia de crianças e adolescentes relacionados ao uso de inteligência artificial e de técnicas de mascaramento de endereço de IP empregadas para viabilizar a prática de crimes relacionados à pornografia infantil na internet, altera a Lei nº 8.069, de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos) e a Lei nº 12.850/2013 (Lei das Organizações Criminosas) para recrudescer o tratamento penal aos criminosos sexuais. Além disso, defendeu o fortalecimento de mecanismos de investigação e punição contra redes criminosas e ressaltou iniciativas do Governo Federal, como a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente e operações conduzidas pelo Ministério da Justiça e pela Polícia Federal (PF).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto favorável Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente,Ministério da Justiça e Segurança Pública,Polícia Federal (PF),Governo federal

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sim, Presidente. Quero parabenizar o Deputado Osmar Terra, a Relatora, todas as pessoas que se envolveram neste projeto tão importante, porque nós precisamos desarticular as redes de pedofilia que, infelizmente, estão presentes na sociedade e lucram ou fazem negócios violentando crianças e adolescentes. Isso é muito importante, e o Presidente Lula, em toda a regulamentação do ECA Digital, foi muito enfático nesse aspecto de termos uma regulamentação de proteção. E hoje aqui avançamos no sentido de termos mecanismos de investigação e punição para aqueles que praticam e agridem as crianças e nossos adolescentes. Queria pedir, se for possível, 30 segundos mais, porque tenho divulgações importantes para a sociedade brasileira, para criarmos uma consciência de amor e de carinho contra esse desrespeito que, infelizmente, existe. O Governo do Brasil instituiu a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente. Trinta por cento das operações da Polícia Federal são contra o abuso e a exploração sexual infantil, e o Ministério da Justiça tem operações fortíssimas, combinadas com a Polícia Federal e outros setores, para realmente fazer esse combate, eu diria, com muita força, para desarticular as redes dos pedófilos que, infelizmente, existem. Tem que ser banido e punido quem praticar essa ação. "Tudo que puderes fazer a um desses pequeninos é a mim o fazes." Isso é até bíblico, Jesus Cristo disse. Então, quero parabenizar a todos. Acredito que esta votação vai ser unânime aqui. Damos o voto favorável: "sim" a esse empenho que esta Casa faz para evitar a violência contra crianças e adolescentes.
  • 19/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do artigo 14-B da Lei nº 5.889, de 1973, contido no artigo primeiro do Substitutivo do Senado Federal oferecido ao Projeto de Lei nº 715, de 2023, que dispõe sobre a compatibilidade entre o contrato de trabalho por safra e a condição de titular de benefícios sociais. Na oportunidade, defendeu a manutenção do Bolsa Família para trabalhadores safristas por até 3 meses e criticou as condicionantes incluídas pelo Senado, sob o argumento de que dificultariam o acesso ao benefício. Além disso, afirmou que o relatório apoiado pelo grupo buscava preservar a renda dessas famílias e ressaltou que as políticas públicas de transferência de renda contribuíram para a saída do Brasil do Mapa da Fome.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL) Bolsa Família,Mapa da Fome,Política pública,Transferência de renda,Justiça social

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero deixar bem esclarecido que, quando o safrista trabalha em até 3 meses, e é beneficiário do Bolsa Família, nós votamos pela manutenção do programa. O que o Senado fez foi colocar um conjunto de condicionantes que vão dificultar para este safrista que tem o Bolsa Família continuar mantendo esse benefício. Portanto, nós concordamos com o Relator, para que este safrista, em até 3 meses sendo safrista, possa continuar a receber o Bolsa Família. Nós votamos "não" ao projeto do Senado, para que o nosso relatório seja aprovado, e, em até 3 meses, as pessoas possam manter o Bolsa Família, que é uma renda importante. Aliás, diga-se de passagem, o Brasil saiu do Mapa da Fome, o Brasil tem política... (Desligamento do microfone.) A SRA. PRESIDENTE (Geovania de Sá. Bloco/REPUBLICANOS - SC) - Deputado Bohn Gass, V.Exa. tem mais 30 segundos. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - O Brasil tem política pública correta para ajudar aqueles que mais precisam, e isso efetivamente nos fez sair novamente do Mapa da Fome e ter um projeto amplo de renda social. Isso faz parte da manutenção dessas pessoas. Obrigado, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.