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Detector de Bananada
Foto de Bohn Gass

Deputado · Câmara

Bohn Gass

PT · RS

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Elvino José Bohn Gass · 64 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 92 de 100, Cara Bom0406080100

92/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 98% dos deputados · média do partido: 75

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 88%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 88%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 95%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · 2022

Vota com o governo 27%das 353 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 99%das 409 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.bohngass@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5873
Gabinete
Gabinete 873, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de 2022

Presença nas sessões

96%

Esteve em 103 de 107 sessões

Melhor que 84% dos deputadosMédia do partido: 89%

Votou nas votações

88%

Registrou voto em 447 de 507 votações nominais

Melhor que 79% dos deputadosMédia do partido: 82%

Iniciativas que viraram lei

0

de 4 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 1 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

27%

Em 353 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 8% dos deputadosMédia do partido: 27%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.300 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 13/10/2026.

  • 13/10/2026

    O Deputado propôs aperfeiçoamentos ao Projeto de Lei nº 3.716, de 2026, que altera o rateio dos custos de contratação de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) e revoga dispositivo da Lei nº 10.848, de 2004. Ademais, sugeriu a divisão dos custos entre geradores e consumidores em leilões futuros, a análise prévia do impacto tarifário e a proteção dos consumidores de baixa renda, a fim de evitar encargos excessivos para ambas as partes.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,rateio,Custo,contratação,armazenamento,Energia elétrica,Bateria,Revogação,Dispositivo legal,Lei federal,Leilão,Impacto econômico,Tarifa de energia elétrica,Consumidor vulnerável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sobre o Projeto de Lei nº 3.716, de 2026, cuja urgência aprovamos para ser votado, eu apenas quero fazer uma observação do ponto de vista de mérito para ficar registrada nos Anais. Nós sugerimos alterações de mérito, como a adoção de aperfeiçoamento, o rateio misto entre consumidores e geradores na aplicação para leilões futuros, a exigência de análise prévia de impacto tarifário e salvaguardas para os consumidores de baixa renda, entre outros, para não termos apenas os geradores ou apenas os consumidores. Como está, onera-se um ou outro. Deve haver uma solução que seja mais compatível e não gere tanto impacto nem para o gerador nem para o consumidor. É apenas esse mérito que nós queremos construir na hora da aprovação de mérito. Era esse, Presidente, o nosso registro pela bancada do PT. Obrigado.
  • 13/10/2026

    O Deputado orientou favoravelmente a bancada da Federação Brasil da Esperança na votação da Subemenda Substitutiva oferecida ao Projeto de Lei nº 5.538, de 2019, que institui o Programa Nacional de Assistência Integral às Pessoas com Epilepsia. Ademais, defendeu o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e informou que buscaria aprimorar a proposição no Senado Federal.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Programa Nacional de Assistência Integral às Pessoas com Epilepsia,Política de saúde,Saúde pública,Sistema Único de Saúde (SUS),Senado Federal,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A orientação é favorável, Sr. Presidente, porque nós queremos um SUS cada vez mais forte. Este programa trata de epilepsia e do acompanhamento integral e assistência às pessoas que sofrem com esta doença e, por isso, é fundamental. Nós temos apenas alguns ajustes técnicos que, não tendo sido incorporados aqui, nós, com uma conversa, vamos trabalhar para que o Senado possa incorporá-los. Nossa orientação é favorável.
  • 13/10/2026
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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A orientação é favorável, porque nós queremos cada vez um SUS mais forte, e todo esse programa sobre epilepsia e ter o acompanhamento integral de assistência às pessoas que sofrem com essa doença é fundamental. Temos apenas alguns ajustes técnicos, que estão sendo conversados e que, em não tendo sido incorporados aqui, nós vamos trabalhar para que no Senado eles possam ser incorporados. Mas a nossa orientação é favorável.
  • 13/10/2026

    O Deputado afirmou que a mobilização de jovens e estudantes nas universidades refletiu o temor de cortes em políticas públicas, como universidades, Minha Casa, Minha Vida, reajuste do salário mínimo e aposentadorias, caso Bolsonaro vencesse. Além disso, sustentou que a proposta bolsonarista entregava riquezas aos Estados Unidos e restringia direitos, enquanto Lula venceria a eleição e manteria a defesa do povo e das políticas sociais.

    Palavras-chave oficiais: mobilização,Jovem,Universidade,Medo,corte,Política pública,Candidato,Extrema direita,Benefício assistencial,Riqueza,entrega,Estados Unidos,restrição,direitos

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quando vemos a preocupação dos colegas aqui com os jovens e estudantes que estão tomando o Brasil nas universidades, percebemos que isso está acontecendo porque o povo entendeu que o risco Bolsonaro é cortar as universidades — o jovem não vai ter mais universidade! As pessoas que querem habitação não vão ter mais o Minha Casa, Minha Vida. Quem quer reajuste do salário mínimo não vai ter mais reajuste do salário mínimo! Quem quer ter reajuste da aposentadoria não vai ter mais reajuste da aposentadoria! Esta é a proposta do Bolsonaro: entregar nossas riquezas aos Estados Unidos e chamar Milei para passar tesoura em todos os nossos direitos. É por isso que eles estão tão preocupados! Têm que ficar preocupados mesmo, porque Lula vai ganhar esta eleição. A mamata que vocês estão sempre tendo com os ricos, já que sempre defendem o andar de cima e nunca defendem o povo, vai acabar. Lula vai continuar Presidente do Brasil. Tenham certeza disso. É isso que realmente está preocupando, e muito, vocês.
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu havia solicitado para a gente não apreciar porque havia um esforço seu só de projetos mais consensualizados. Esse não está tendo, porque... O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Nós estamos votando apenas a urgência, não entrará o mérito. Esse foi o pedido que V.Exa. fez. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - Não, eu fiz para não apreciarmos nem o requerimento hoje, porque está ainda em tratativa. Nós estamos tirando dinheiro da saúde para colocar na educação. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Não, o requerimento será apreciado, Deputado Bohn Gass, porque foi fruto do acordo do Colégio de Líderes. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - Então, nós vamos votar a favor do requerimento, se foi o acordo, mas quero só deixar bem registrado que é um profundo debate, mexe na LDB e retira dinheiro da saúde para colocar na educação, ao contrário. Com isso nós não concordamos, a não ser que ... O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Nós vamos discutir o mérito, eu faço um compromisso com V.Exa. e com a bancada do Partido dos Trabalhadores, que nós não colocaremos o mérito para votar sem antes fazermos um amplo debate sobre o relatório. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - Obrigado, Presidente.
  • 13/10/2026

    O Deputado reconheceu o esforço da Presidência e dos Líderes para realizar a sessão atípica e votar matérias consensuadas, em meio ao segundo turno eleitoral. Além disso, afirmou que o requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.998, de 2025, em debate, transferia recursos da saúde para a educação, com impacto na LDB, e pediu o adiamento da apreciação da proposta para permitir diálogo com o Governo.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,transferência,Recursos públicos,Saúde,Educação,Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996),adiamento,Apreciação de proposição,Diálogo,Governo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, V.Exa. fez um esforço muito grande para esta reunião. Estamos tendo esta sessão atípica, ainda no período do segundo turno da eleição, e isso foi muito trabalhado. Quero parabenizar V.Exa. e os Líderes pelo esforço para trabalharmos matérias mais consensuadas na votação do dia de hoje. Especificamente este projeto, que é apenas um requerimento de urgência, está retirando recursos da saúde para a educação. Isso muda duas áreas estratégicas, mas retira de uma área para outra: da educação para a saúde. Isso mexe na LDB. Trata-se de um debate bastante profundo. A solicitação que faço, Presidente e colegas Líderes, é que este projeto não seja apreciado hoje. Acho que há um diálogo com o Governo sobre esta questão. Já que o esforço era termos mais matérias consensuadas, sugiro que não apreciemos este tema hoje. Este é um pedido que fazemos a V.Exa. e aos demais Líderes neste momento.
  • 13/10/2026
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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Quero apenas registrar que nós temos acordo no processo, mas gostaríamos que fosse levado adiante o parecer. A Deputada Alice registrou critérios transparentes e proporcionais para a cobrança das taxas pelo Escritório Geral de Arrecadação e Distribuição — Ecad. Quero apenas dizer que, no momento em que for apreciado o mérito, nós temos concordância. Obrigado.
  • 13/10/2026

    O Deputado registrou que havia acordo quanto ao processo e manifestou interesse na apreciação do parecer elaborado pela Deputada Alice, que estabelecia critérios transparentes e proporcionais para a cobrança de taxas pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). Por fim, confirmou a concordância da bancada quanto ao mérito do Projeto de Lei nº 888, de 2025, em debate.

    Palavras-chave oficiais: Acordo político,Votação,Projeto de lei ordinária,Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad),transparência,critério,proporcionalidade,Cobrança,Taxa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Quero apenas registrar que nós temos acordo no processo, mas gostaríamos que fosse levado adiante o parecer. A Deputada Alice registrou critérios transparentes e proporcionais para a cobrança das taxas pelo Escritório Geral de Arrecadação e Distribuição — Ecad. Quero apenas dizer que, no momento em que for apreciado o mérito, nós temos concordância. Obrigado.
  • 13/10/2026

    O Deputado rebateu afirmação de colega sobre suposta proibição de trabalho de garçons aos fins de semana, esclarecendo que a proposta defende o respeito ao dissídio sindical negociado, e não o autoritarismo. Além disso, criticou a Direita por buscar enfraquecer os sindicatos e convidou o colega a votar pelo reajuste salarial acima da inflação, medida que somente o PT defenderia.

    Palavras-chave oficiais: Contestação,Discurso parlamentar,Deputado federal,Partido Novo (NOVO),Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,proibição,Garçom,Fim de semana,Dissídio coletivo,Sindicato,Autoritarismo,Direita política,Reajuste salarial,Inflação,Partido dos Trabalhadores (PT)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero apenas saudá-lo e também refletir sobre uma referência que um colega Deputado fez aqui, de que estamos na urgência de eleições e de campanha, mas que seria proibido um garçom trabalhar aos sábados e domingos. Não, ninguém está proibindo. O que nós estamos defendendo é que haja um dissídio, no seu sindicato — que a Direita quer destruir —, para que, nesse dissídio, acordado em negociação sindical, ele possa fazer isso. É isso que nós estamos defendendo, mas respeitando o dissídio sindical, não o autoritarismo. Já que o Deputado se pôs tão generoso com os trabalhadores, quero convidá-lo a votar conosco o reajuste do salário para os trabalhadores, pois defende um programa que não tem nada de novo neste caso, que não reajusta o salário acima da inflação. Quem defende o reajuste do salário acima da inflação é o PT. Portanto, se eles querem ser generosos com o povo, que acompanhem o PT. Este é o convite que eu faço.
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero apenas saudá-lo e também refletir sobre uma referência que um colega Deputado fez aqui, de que estamos na urgência de eleições e de campanha, mas que seria proibido um garçom trabalhar aos sábados e domingos. Não, ninguém está proibindo. O que nós estamos defendendo é que haja um dissídio, no seu sindicato — que a Direita quer destruir —, para que, nesse dissídio, acordado em negociação sindical, ele possa fazer isso. É isso que nós estamos defendendo, mas respeitando o dissídio sindical, não o autoritarismo. Já que o Deputado se pôs tão generoso com os trabalhadores, quero convidá-lo a votar conosco o reajuste do salário para os trabalhadores, pois defende um programa que não tem nada de novo neste caso, que não reajusta o salário acima da inflação. Quem defende o reajuste do salário acima da inflação é o PT. Portanto, se eles querem ser generosos com o povo, que acompanhem o PT. Este é o convite que eu faço.
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero apenas saudá-lo e também refletir sobre uma referência que um colega Deputado fez aqui, de quando estávamos em dias de campanha, mas que seria proibido um garçom trabalhar aos sábados e domingos. Não, ninguém está proibindo. O que nós estamos defendendo é que haja um dissídio, no seu sindicato — que a Direita quer destruir —, para que, nesse dissídio, acordado em negociação sindical, ele possa fazer isso. É isso que nós estamos defendendo, mas respeitando o dissídio sindical, não o autoritarismo. E, já que se pôs tão generoso em relação aos trabalhadores, eu quero convidá-lo a que vote junto com a gente no reajuste do salário para os trabalhadores, porque defende um programa o NOVO — que não tem nada de novo neste caso! — que não reajusta o salário acima da inflação, e quem defende o reajuste acima da inflação é o PT. Então, se eles querem ser generosos com o povo, que acompanhem o PT. Esse é o meu convite.
  • 13/10/2026

    O Deputado celebrou a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, no Senado Federal, que trata do fim da escala 6 por 1, que passará a garantir dois dias de descanso para cada cinco dias trabalhados, além da redução da jornada semanal de 44 para 40 horas sem redução salarial. Criticou a oposição de Parlamentares de extrema direita à medida, alertando que o modelo de contratação por hora precariza as relações de trabalho e suprime direitos como auxílio-maternidade, 13º salário e férias. Por fim, atribuiu a conquista ao Presidente Lula e classificou a aprovação como uma vitória histórica para os trabalhadores brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Aprovação,Senado Federal,Repouso remunerado,Extrema direita,contratação,Precarização do trabalho,direitos,Presidente da República,vitória,Trabalhador

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Presidente Lula e o povo brasileiro terão uma grande vitória hoje no Senado da República: o fim da escala 6 por 1. Cada trabalhador terá 2 dias de descanso por 5 dias trabalhados. Nós vivenciamos este debate aqui na Câmara dos Deputados. E o pessoal da extrema direita, os bolsonaristas, a turma do Flávio Bolsonaro, eram contra, porque eles defendem os patrões e eles querem a contratação por hora. Isso significa que o trabalhador vai trabalhar 1 hora por dia, depois vai trabalhar 2 horas por dia, 3 horas por dia, e, dependendo do patrão, não vai ter mais salário inteiro. Se uma mãe tiver um nenê, não vai poder ter auxílio-maternidade, porque ela não trabalhou. Ela só vai ganhar se ela trabalhar. É isso mesmo. Você ouviu agora, acordou agora. É isso mesmo. Não vai ganhar. Não vai poder ter nenê. Ela não vai ganhar porque ela não trabalhou. Esse é o raciocínio. Contratado por hora é isso. Mulher não pode ter nenê porque, se ela não trabalhar, ela não vai receber, não vai ter mais auxílio-maternidade, não vai ter 13º Salário, não vai ter férias. "Ah, eu vou levar meu atestado de doença, e aí o patrão vai aceitar..." Vai aceitar o atestado, mas não vai pagar, porque você não trabalhou. Vai ser uma precarização total. Eles eram contra o fim da escala 6 por 1. Só que o povo a quis. E a Direita aqui na Casa votou a favor... Foram derrotados. Tiveram que votar conosco. Tiveram que votar ao lado do trabalhador. Foi a maior conquista que nós tivemos. Agora, no Senado, Flávio Bolsonaro é contra — Flávio Bolsonaro é contra! —, ele quer que as pessoas trabalhem 6 dias e descansem no sétimo dia. Gente, o povo trabalhador, no sétimo dia, não descansa: conserta a torneira que está estragada, corta a grama, lava o carro, limpa as coisas da casa, cozinha, conserta um filtro, troca uma lâmpada, faz o serviço de casa. Então, são 7 dias para o trabalhador. É isso que eles querem para o trabalhador. Agora Lula insistiu. O Senador Alcolumbre vai pautar a matéria. E, pasmem, já que é período de eleição, para não se antepor ao povo trabalhador, eles vão votar a favor. Essa é a maior derrota que Flávio está recebendo. Vai receber uma derrota dia 25, mas a maior recebe hoje. E Lula vai computar isso como uma grande vitória, que vai ser uma vitória para o trabalhador. Serão 2 dias de descanso, 5 dias de trabalho, redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas — o que deveria ter sido feito há muito tempo —, sem redução do salário. Essa é a maior conquista. Só por isso Lula já merece a nossa confiança para continuar mudando para melhor. Mudar para pior é coisa dos outros. Nós vamos mudar para melhor. Parabéns, Lula!
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Presidente Lula e o povo brasileiro terão uma grande vitória hoje no Senado da República: o fim da escala 6 por 1. Cada trabalhador terá 2 dias de descanso por 5 dias trabalhados. Nós vivenciamos este debate aqui na Câmara dos Deputados. E o pessoal da extrema direita, os bolsonaristas, a turma do Flávio Bolsonaro, eram contra, porque eles defendem os patrões e eles querem a contratação por hora. Isso significa que o trabalhador vai trabalhar 1 hora por dia, depois vai trabalhar 2 horas por dia, 3 horas por dia, e, dependendo do patrão, não vai ter mais salário inteiro. Se uma mãe tiver um nenê, não vai poder ter auxílio-maternidade, porque ela não trabalhou. Ela só vai ganhar se ela trabalhar. É isso mesmo. Você ouviu agora, acordou agora. É isso mesmo. Não vai ganhar. Não vai poder ter nenê. Ela não vai ganhar porque ela não trabalhou. Esse é o raciocínio. Contratado por hora é isso. Mulher não pode ter nenê porque, se ela não trabalhar, ela não vai receber, não vai ter mais auxílio-maternidade, não vai ter 13º Salário, não vai ter férias. "Ah, eu vou levar meu atestado de doença, e aí o patrão vai aceitar..." Vai aceitar o atestado, mas não vai pagar, porque você não trabalhou. Vai ser uma precarização total. Eles eram contra o fim da escala 6 por 1. Só que o povo a quis. E a Direita aqui na Casa votou a favor... Foram derrotados. Tiveram que votar conosco. Tiveram que votar ao lado do trabalhador. Foi a maior conquista que nós tivemos. Agora, no Senado, Flávio Bolsonaro é contra — Flávio Bolsonaro é contra! —, ele quer que as pessoas trabalhem 6 dias e descansem no sétimo dia. Gente, o povo trabalhador, no sétimo dia, não descansa: conserta a torneira que está estragada, corta a grama, lava o carro, limpa as coisas da casa, cozinha, conserta um filtro, troca uma lâmpada, faz o serviço de casa. Então, são 7 dias para o trabalhador. É isso que eles querem para o trabalhador. Agora Lula insistiu. O Senador Alcolumbre vai pautar a matéria. E, pasmem, já que é período de eleição, para não se antepor ao povo trabalhador, eles vão votar a favor. Essa é a maior derrota que Flávio está recebendo. Vai receber uma derrota dia 25, mas a maior recebe hoje. E Lula vai computar isso como uma grande vitória, que vai ser uma vitória para o trabalhador. Serão 2 dias de descanso, 5 dias de trabalho, redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas — o que deveria ter sido feito há muito tempo —, sem redução do salário. Essa é a maior conquista. Só por isso Lula já merece a nossa confiança para continuar mudando para melhor. Mudar para pior é coisa dos outros. Nós vamos mudar para melhor. Parabéns, Lula!
  • 13/10/2026
    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Messias Donato. Também quero lhe parabenizar pelo resultado eleitoral, V.Exa. que está presidindo os trabalhos neste momento. Eu quero falar aqui do que eu considero risco Bolsonaro para o Brasil. Se eu penso no salário mínimo, que vai ficar congelado, porque só tem o reajuste, na proposta do candidato Flávio, pela inflação, só corrige perda, eu imagino, se o Lula não tivesse reajustado o salário mínimo, acima da inflação de 2003 para cá, o salário mínimo, atenção, seria R$ 900, dados do Dieese, não são meus. Novecentos reais. Penso no salário mínimo, que vai ficar congelado, porque na proposta do candidato Flávio só existe o reajuste pela inflação, que só corrige perda. Imaginem se o Lula não tivesse reajustado o salário mínimo acima da inflação de 2003 para cá: atenção, o salário mínimo seria de 900 reais, conforme dados do Dieese, e não meus. O salário só chegou a 1.621 reais porque reajustamos a inflação e o crescimento econômico. Assim como fez o Jair Bolsonaro no golpe, ao congelar e só reajustar pela inflação, o salário dos trabalhadores ficará congelado nessa proposta. E como vai ficar o poder de compra das pessoas? Como o comércio vai vender? Como a indústria vai produzir? Se hoje estamos em um período de pleno emprego, praticamente, não é por acaso, mas porque reajustamos o salário mínico acima da inflação. Então, vai ter o congelamento do salário. A segunda grande preocupação do Risco Brasil com o Bolsonaro é a proposta de desvincular o reajuste dos aposentados do salário mínimo. Atenção, aposentados, pela proposta deles, nem essa correção da inflação irá acontecer. Os aposentados poderão nem receber esse reajuste. Por que desvincular o reajuste do aposentado do salário mínimo, que tem reajuste anual? Para não ter o reajuste anual para o aposentado. Poderá não haver nenhum reajuste. É isso que os aposentados têm que refletir nesse momento. Há um outro risco maior para nós, da agricultura. No Governo do Bolsonaro venderam as fábricas de fertilizantes. Então, os insumos, como ureia e adubo, ficaram muito mais caros. Ao entrar a guerra, a situação ficou pior ainda. O diesel e a gasolina já custavam mais de 8 reais. Havia lugar que estava 9 reais ou 10 reais. Venderam as fábricas. Destruíram o refino destruído no Brasil e venderam a BR Distribuidora. Então, tiraram a força do Governo de agir para defender o povo brasileiro. Mesmo assim, o Presidente Lula está defendendo os combustíveis, e não elevando esses preços. Se nós retomarmos os refinos, teremos preços ainda menores para quem produz na agricultura. Mas essa não é a proposta deles: é o livre mercado, é a paridade internacional, ou seja, levar o preço dos combustíveis às nuvens de novo. Portanto, vai aumentar o custo para quem produz na agricultura. Vejam o Minha Casa, Minha Vida. Não havia nenhum programa no Casa Verde e Amarela, do qual foram retirados 95% do orçamento no último ano do Governo Bolsonaro. Vou falar do Bolsa Família. Os Deputados, inclusive do PL, foram à Justiça contra o reajuste do Bolsa Família. Não adianta um candidato vir agora dizer que vai manter o Bolsa Família. Não, os seus Deputados foram à Justiça para impedir o reajuste do Bolsa Família! Para o Programa Farmácia Popular, ele anuncia cortes. Na verdade, ele quer entregar as nossas riquezas, com todos os minerais críticos que são tão importantes, para os Estados Unidos, e o Milei vai passar tesoura, cortando direitos. Enquanto estamos lutando por esses direitos — e o Senado vai aprovar agora o que já aprovamos aqui, garantindo 2 dias de descanso contra jornada 6 por 1 —, eles querem colocar 12 horas de trabalho, como na Argentina, ou implementar a contratação por hora, o que é praticamente uma escravidão! Não! Precisamos manter os direitos, e não passar tesoura. Se querem efetivar esse plano anunciado de mais de 200 bilhões de reais em cortes, vão cortar da saúde! Agora que nós estamos acabando com as filas dos hospitais, elas vão voltar a aumentar. Agora que estamos retomando os remédios do Farmácia Popular, vão acabar com esse programa. Nós estamos trabalhando para o SUS descentralizado em um sistema organizado no País, e vai cortar recursos. Vai cortar recursos do Mais Médicos para faltarem médicos, e nós estamos com um programa de ampliação dos médicos. E eu quero parabenizar os nossos estudantes do País! Eles entenderam o que é o corte, eles entenderam o que é a tesoura. Não existe mais Prouni; não existe mais o Enem; não há mais ampliação de universidades e institutos federais tecnológicos; não existem as universidades; não existe o Pé-de-Meia. Haverá corte em algum lugar, vai cortar. Vocês acham que essa extrema direita vai cortar dos bilionários e dos mais ricos? Nunca é nos poderosos, nunca é no andar de cima! É corte em cima do trabalhador! Então, é jovem que não vai poder fazer faculdade, são trabalhadores que terão que entrar na fila de novo ou que não terão atendimento no SUS. Este é o grande debate que o Brasil precisa fazer: o que significa entregar as riquezas, o que significa fazer cortes, passar a tesoura nos direitos e nos programas sociais do nosso povo. Vocês imaginam um agricultor familiar não ter mais o Pronaf? Vocês imaginam um agricultor familiar não ter mais o Proagro em épocas de crises climáticas? Vocês imaginam um agricultor não ter mais os programas tão importantes do PAA e do PNAE? É disso que nós estamos falando: o corte vai acontecer em algum lugar. "Ah, Bohn Gass, mas você está fazendo alarmismo aqui!" Não, eu não estou fazendo alarmismo, porque, quando o Bolsonaro governou, ele acabou com o Ministério do Desenvolvimento Agrário; ele acabou com o Ministério da Cultura; ele acabou com o Ministério do Planejamento; ele acabou com o Ministério do Trabalho; ele acabou com o reajuste do salário acima da inflação. Então, este é o tema real. O Brasil estava no Mapa da Fome, e nós o havíamos retirado com o Presidente Lula. E o Brasil voltou, são 33 milhões que voltaram ao Mapa da Fome. Se o Flávio chega agora e diz: "Eu quero fazer como o meu pai", vai continuar criando essa situação de instabilidade total. Imaginem os nossos mercados no exterior se eles brigam com o nosso maior comprador, que é praticamente a China ou outros países do mundo asiático, se criam problemas. Nós abrimos mercados, e nunca se abriu tanto mercado para quem vende na agricultura e no agronegócio, para quem vende na indústria. Nunca se abriu tanto mercado como nós abrimos com o nosso Governo do Presidente Lula. Nós vamos ter uma enorme dificuldade para o nosso País. Então, este é o debate que nós precisamos fazer. Quem vai colocar o Brasil na continuidade no mundo dos negócios? Quem vai garantir os programas internos? Quem vai fazer com que o povo continue tendo ganhos reais? Quem vai entregar nossas riquezas para o Trump ou chamar a tesoura do Milei para passar aqui nos direitos do nosso povo? Com certeza, este é o grande debate que a sociedade brasileira está fazendo neste momento. Quando o Presidente Lula anuncia, como anunciou hoje de novo, apoio para os nossos micro e pequenos empresários; quando nós anunciamos renegociação das dívidas para as pessoas não se endividarem e não se afundarem nas dívidas dos jogos de cassino, que estão dentro das casas por causa das bets... Eu não sei se vão liberá-las, como, talvez, vão liberar o Vorcaro ou outros grandes temas do grande sistema que está organizado em torno daqueles que sempre querem proteger, quem está envolvido em desvios, como o grande escândalo do Banco Master, Vorcaro e outros que têm os seus vínculos com esse time. Então, pessoal, este é o grande debate. Eu falo com preocupação e eu quero refletir com vocês o risco que realmente nós estamos vivendo neste momento com esse tipo de propostas apresentadas de entrega de riquezas e de cortes dos nossos direitos do povo brasileiro. Obrigado, Presidente.
  • 13/10/2026

    O Deputado alertou para os riscos que atribuiu à candidatura de Flávio Bolsonaro, com destaque para a possibilidade de restrições aos reajustes do salário mínimo e das aposentadorias, aumento dos combustíveis e cortes em programas sociais, o escândalo do Banco Master, além de manifestar preocupação com o endividamento das famílias. Criticou propostas de redução de gastos públicos e possíveis impactos sobre saúde, educação, agricultura familiar e direitos trabalhistas. Além disso, questionou a política de privatizações e a aproximação com modelos econômicos de Javier Milei. Por fim, defendeu as políticas do Governo Lula de valorização salarial, fortalecimento dos serviços públicos, apoio aos pequenos empresários e ampliação dos mercados internacionais.

    Palavras-chave oficiais: Candidatura,Senador,Reajuste salarial,Aposentadoria,Combustível,Programa social,corte,Despesa pública,Plano de governo,Plataforma política,Saúde,Educação,Agricultura familiar,Direito do trabalho,Privatização,Argentina,Política econômica Campanha eleitoral,Presidente da República,Reeleição,Mercado internacional

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Messias Donato. Também quero lhe parabenizar pelo resultado eleitoral, V.Exa. que está presidindo os trabalhos neste momento. Eu quero falar aqui do que eu considero risco Bolsonaro para o Brasil. Penso no salário mínimo, que vai ficar congelado, porque na proposta do candidato Flávio só haverá o reajuste pela inflação, que só corrige perda. Imaginem se o Lula não tivesse reajustado o salário mínimo acima da inflação, de 2003 para cá: atenção, o salário mínimo seria de 900 reais, conforme dados do Dieese, e não meus. O salário só chegou a 1.621 reais porque reajustamos a inflação e o crescimento econômico. Assim como fez Jair Bolsonaro, ao congelar e só reajustar pela inflação, o salário dos trabalhadores ficará congelado nessa proposta. E como vai ficar o poder de compra das pessoas? Como o comércio vai vender? Como a indústria vai produzir? Se hoje estamos em um período de pleno emprego, praticamente, não é por acaso, mas porque reajustamos o salário mínimo acima da inflação. Então, vai ter o congelamento do salário. A segunda grande preocupação do Risco Brasil com o Bolsonaro é a proposta de desvincular o reajuste dos aposentados do salário mínimo. Atenção, aposentados: pela proposta deles, nem essa correção da inflação irá acontecer. Os aposentados poderão nem receber esse reajuste. Se houver a desvinculação do reajuste do aposentado do salário mínimo, que tem reajuste anual, poderá não ter o reajuste anual para o aposentado. Poderá não haver nenhum reajuste. É sobre isso que os aposentados têm que refletir nesse momento. Há outro risco maior para nós da agricultura. No Governo do Bolsonaro, venderam as fábricas de fertilizantes. Então os insumos, como ureia e adubo, ficaram muito mais caros. Com a guerra, a situação ficou pior ainda. O diesel e a gasolina já custavam mais de 8 reais. Havia lugar que estava 9 reais ou 10 reais. Venderam as fábricas. Destruíram o refino no Brasil e ainda venderam a BR Distribuidora. Então, tiraram a força do Governo de agir para defender o povo brasileiro. Mesmo assim, o Presidente Lula está defendendo os combustíveis, e não elevando esses preços. Se nós retomarmos o refino, teremos preços ainda menores para quem produz na agricultura. Mas essa não é a proposta deles. A proposta deles é o livre mercado, é o preço de paridade internacional, ou seja, levar o preço dos combustíveis às nuvens de novo. Portanto, vai aumentar o custo para quem produz na agricultura. Vejam o Minha Casa, Minha Vida. Não havia nenhum programa no Casa Verde e Amarela, do qual foram retirados 95% do orçamento no último ano do Governo Bolsonaro. Vou falar do Bolsa Família. Os Deputados, inclusive do PL, foram à Justiça contra o reajuste do Bolsa Família. Não adianta um candidato vir agora dizer que vai manter o Bolsa Família. Não, os seus Deputados foram à Justiça para impedir o reajuste do Bolsa Família! Para o Programa Farmácia Popular, e aí vem a tesoura, ele anuncia cortes. Na verdade, ele quer entregar as nossas riquezas, com todos os minerais críticos que são tão importantes, para os Estados Unidos, e o Milei vai passar tesoura, cortando direitos. Enquanto estamos lutando por esses direitos — e o Senado vai aprovar agora o que já aprovamos aqui, garantindo 2 dias de descanso contra jornada 6 por 1 —, eles querem colocar 12 horas de trabalho, como na Argentina, ou implementar a contratação por hora, o que é praticamente uma escravidão. Não! Precisamos manter os direitos, e não passar a tesoura neles. Se querem efetivar esse plano anunciado de mais de 200 bilhões de reais em cortes, vão cortar da saúde! Agora que nós estamos acabando com as filas dos hospitais, elas vão voltar a aumentá-las. Agora que estamos retomando os remédios do Farmácia Popular, vão acabar com esse programa. Nós estamos trabalhando pelo SUS descentralizado em um sistema organizado no País, e vão cortar recursos. Vão cortar recursos do Mais Médicos para faltarem médicos, e nós estamos com um programa de ampliação dos médicos. Eu quero parabenizar os nossos estudantes do País! Eles entenderam o que é o corte, eles entenderam o que é a tesoura, o que é não haver mais Prouni; não haver mais Enem; não haver mais ampliação de universidades e institutos federais tecnológicos; não haver as universidades; não haver o Pé-de-Meia. Em algum lugar, vão cortar. Vocês acham que essa extrema direita vai cortar dos bilionários e dos mais ricos? Nunca é nos poderosos, nunca é no andar de cima! É corte em cima do trabalhador! Então, é jovem que não vai poder fazer faculdade, são trabalhadores que vão ter que entrar na fila de novo ou que não terão atendimento no SUS. Este é o grande debate que o Brasil precisa fazer: o que significa entregar as riquezas, o que significa fazer cortes, passar a tesoura nos direitos e nos programas sociais do nosso povo. Vocês imaginam um agricultor familiar não ter mais o Pronaf? Vocês imaginam um agricultor familiar não ter mais o Proagro em épocas de crises climáticas? Vocês imaginam um agricultor não ter mais os programas tão importantes do PAA e do Pnae? É disso que nós estamos falando: o corte vai acontecer em algum lugar. "Ah, Bohn Gass, mas você está fazendo alarmismo aqui!" Não, eu não estou fazendo alarmismo, porque, quando o Bolsonaro governou, ele acabou com o Ministério do Desenvolvimento Agrário; ele acabou com o Ministério da Cultura; ele acabou com o Ministério do Planejamento; ele acabou com o Ministério do Trabalho; ele acabou com o reajuste do salário acima da inflação. Então, este é um tema real. O Brasil estava no Mapa da Fome, e nós o havíamos retirado com o Presidente Lula. O Brasil voltou, 33 milhões de pessoas voltaram ao Mapa da Fome. Se o Flávio chega agora e diz: "Eu quero fazer como o meu pai", vai continuar criando essa situação de instabilidade total. Imaginem os nossos mercados no exterior se eles brigam com o nosso maior comprador praticamente, que é a China, ou outros países do mundo asiático, se criam problemas. Nós abrimos mercados, e nunca se abriu tanto mercado para quem vende na agricultura e no agronegócio, para quem vende na indústria. Nunca se abriu tanto mercado como nós abrimos com o nosso Governo do Presidente Lula. Nós vamos ter uma enorme dificuldade para o nosso País. Então, este é o debate que nós precisamos fazer. Quem dar ao Brasil continuidade no mundo dos negócios? Quem vai garantir os programas internos? Quem vai fazer com que o povo continue tendo ganhos reais? Quem vai entregar nossas riquezas para o Trump ou chamar a tesoura do Milei para passar aqui nos direitos do nosso povo? Com certeza, este é o grande debate que a sociedade brasileira está fazendo neste momento. Quando o Presidente Lula anuncia, como anunciou hoje de novo, apoio para os nossos micro e pequenos empresários; quando nós anunciamos renegociação das dívidas para as pessoas não se endividarem e não afundarem nas dívidas dos jogos de cassino, que estão dentro das casas por causa das bets... Eu não sei se vão liberá-las, como, talvez, vão liberar o Vorcaro ou outros grandes temas do grande sistema que está organizado em torno daqueles que sempre querem proteger quem está envolvido em desvios, como o grande escândalo do Banco Master, Vorcaro e outros que têm os seus vínculos com esse time. Então, pessoal, este é o grande debate. Eu falo com preocupação e eu quero refletir com vocês sobre o risco que realmente nós estamos vivendo neste momento com esse tipo de propostas apresentadas de entrega de riquezas e de cortes dos direitos do povo brasileiro. Obrigado, Presidente.
  • 13/10/2026Breves Comunicações
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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Deputado Charles Fernandes, colegas Deputados e Deputadas, eu também quero, neste retorno do primeiro turno, dizer gratidão aos 111.196 eleitores gaúchos que me reconduziram ao quinto mandato para a função de, aqui, representar bem o Estado do Rio Grande do Sul e o País. Mais uma vez, o Presidente Lula mostra o carinho e a atenção que ele tem com o seu povo ao anunciar para os micro e pequenos empreendedores medidas concretas que ajudam a realizar a antiga reivindicação deles, que é exatamente o que está no projeto, que o próprio Presidente mandou para esta Casa e está para ser votado, a ampliação do enquadramento de 81 mil reais para 110 mil reais no ano que vem e para 140 mil reais no ano seguinte, para que aqueles que estão endividados possam ter sua dívida anistiada e que têm dívidas financeiras com banco possam entrar num leilão para a renegociação das dívidas e para que esses micro e pequenos empreendedores tenham um aporte de até 5 mil reais para que eles possam efetivamente continuar desenvolvendo suas atividades. Eu conversei com muitos micro e pequenos empreendedores. Essa é uma solicitação que todos apresentaram. E o Presidente Lula foi sensível a essa reivindicação. E eu quero destacar isso, porque o Presidente Lula criou o MEI. Quem criou o MEI, pensando exatamente nesses pequenos empreendedores, foi o Presidente Lula. E, agora, ele faz, dialogando com eles, essas medidas positivas para eles. Eu queria falar isto para o País. Isso significa prosperidade para o trabalhador, para o micro e pequeno empreendedor. O Brasil precisa prosperar. Não podemos só pensar como a extrema direita, que quer que prospere só o rico, só quem tem dinheiro. Não, nós precisamos prosperar. Por isso, o melhor anúncio de prosperidade que foi feito é o que o Presidente Lula anunciou para o micro e pequeno empreendedor, que pode se desenvolver, que tem apoio do Governo, que vai poder prosperar. E essa prosperidade para o MEI, que foi criado pelo Presidente Lula, significa muito. São milhões de brasileiros que vão ter diretamente o benefício desta medida anunciada pelo Presidente Lula. E nós queremos prosperidade, eu repito, para a maioria da população, para todos que precisam, e não apenas para os super-ricos, esses que a extrema direita sempre protege. Eu voltarei a esta tribuna para falar de outro assunto, o fim da escala 6 por 1, mas neste momento eu preciso, Presidente, registrar — e peço apenas 30 segundinhos para poder concluir — o grande avanço e a grande preocupação deste homem que é um estadista, deste homem que pensa no Brasil, deste homem que quer que todos possam se desenvolver de forma sustentável, ao anunciar essas medidas para os nossos micro e pequenos empreendedores no País. É prosperidade para essa gente, é prosperidade para muitos, que poderão investir no Brasil e gerar desenvolvimento. Parabéns, Presidente Lula! Você está no caminho certo. E é isso que nós vamos seguir, neste momento, no nosso País. Muito obrigado.
  • 13/10/2026Breves Comunicações

    O Deputado agradeceu os eleitores gaúchos pela reeleição para o quinto mandato e elogiou as medidas anunciadas pelo Presidente Lula em favor de microempreendedores individuais (MEI) e pequenos empreendedores, destacando a ampliação do teto de faturamento anual de R$ 81 mil para até R$ 140 mil, a possibilidade de anistia de dívidas e aportes de até R$ 5 mil. Também contrastou essa política com o que classificou como priorização dos mais ricos pela extrema direita e anunciou que retornaria à tribuna para tratar da escala de trabalho 6 por 1.

    Palavras-chave oficiais: agradecimento,Eleitor,Rio Grande do Sul,Reeleição Governo federal,Microempreendedor Individual (MEI),Pequeno empresário,aumento,limite máximo,Receita bruta,Anistia tributária

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Charles Fernandes, colegas Deputados e Deputadas, eu também quero, neste retorno do primeiro turno das eleições, dizer "gratidão" aos 111.196 eleitores gaúchos que me reconduziram ao quinto mandato de Deputado Federal, para a função de aqui representar, e bem, o Estado do Rio Grande do Sul e o País. Falando em país, mais uma vez o Presidente Lula mostra o carinho com o povo e a atenção que dá a ele com o anúncio, para os pequenos e microempreendedores, de medidas concretas que ajudam a atender a antiga reivindicação deles, exatamente o que está no projeto que o próprio Presidente mandou para esta Casa e está para ser votado. Falo da ampliação do teto de faturamento anual para enquadramento como MEI, de 81 mil reais para 110 mil reais no ano que vem e para 140 mil reais no ano seguinte. Com isso, aqueles que estão endividados podem ter sua dívida anistiada e quem tem dívidas financeiras com banco podem entrar num leilão para renegociação de dívidas. Esses pequenos e microempreendedores poderão ter um aporte de até 5 mil reais para efetivamente continuar desenvolvendo suas atividades. Eu conversei com muitos pequenos e microempreendedores. Essa foi a solicitação que todos apresentaram. E o Presidente Lula foi sensível a essa reivindicação. Eu quero destacar isso porque o Presidente Lula criou o MEI. Quem criou o MEI, pensando exatamente nesses pequenos empreendedores, foi o Presidente Lula. E agora ele anuncia, após dialogar com eles, essas medidas positivas para eles. Eu queria falar isto para o País: isso significa prosperidade para o trabalhador, para o pequeno e microempreendedor. O Brasil precisa prosperar. Não podemos só pensar como a extrema direita, que quer que prospere só o rico, só quem tem dinheiro. Não. Nós precisamos prosperar. Por isso, o melhor anúncio, o que representa prosperidade, foi feito pelo Presidente Lula, para o pequeno e microempreendedor poder se desenvolver, com o apoio do Governo, e prosperar. Essa prosperidade para o MEI, que foi criado pelo Presidente Lula, significa muito. Milhões de brasileiros vão ter benefícios diretos com esta medida anunciada pelo Presidente Lula. Nós queremos prosperidade, eu repito, para a maioria da população, para todos os que precisam, e não apenas para os super-ricos, esses que a extrema direita sempre protege. Eu voltarei a esta tribuna para falar de outro assunto, sobre o fim da escala de trabalho 6 por 1, mas neste momento eu preciso, Presidente, registrar o grande avanço gerado pela grande preocupação desse homem que é um estadista, desse homem que pensa no Brasil, desse homem que quer que todos se desenvolvam de forma sustentável e que anunciou essas medidas para os pequenos e microempreendedores do País. É prosperidade para essa gente, é prosperidade para muitos, que poderão investir no Brasil e gerar desenvolvimento. Parabéns, Presidente Lula! Você está no caminho certo. É esse o caminho que nós vamos seguir, neste momento, no nosso País. Muito obrigado.
  • 13/10/2026Breves Comunicações
    Ler a transcrição oficial
    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Charles Fernandes, colegas Deputados e Deputadas, eu também quero, neste retorno do primeiro turno das eleições, dizer "gratidão" aos 111.196 eleitores gaúchos que me reconduziram ao quinto mandato de Deputado Federal, para a função de aqui representar, e bem, o Estado do Rio Grande do Sul e o País. Falando em país, mais uma vez o Presidente Lula mostra o carinho com o povo e a atenção que dá a ele com o anúncio, para os pequenos e microempreendedores, de medidas concretas que ajudam a atender a antiga reivindicação deles, exatamente o que está no projeto que o próprio Presidente mandou para esta Casa e está para ser votado. Falo da ampliação do teto de faturamento anual para enquadramento como MEI, de 81 mil reais para 110 mil reais no ano que vem e para 140 mil reais no ano seguinte. Com isso, aqueles que estão endividados podem ter sua dívida anistiada e quem tem dívidas financeiras com banco podem entrar num leilão para renegociação de dívidas. Esses pequenos e microempreendedores poderão ter um aporte de até 5 mil reais para efetivamente continuar desenvolvendo suas atividades. Eu conversei com muitos pequenos e microempreendedores. Essa foi a solicitação que todos apresentaram. E o Presidente Lula foi sensível a essa reivindicação. Eu quero destacar isso porque o Presidente Lula criou o MEI. Quem criou o MEI, pensando exatamente nesses pequenos empreendedores, foi o Presidente Lula. E agora ele anuncia, após dialogar com eles, essas medidas positivas para eles. Eu queria falar isto para o País: isso significa prosperidade para o trabalhador, para o pequeno e microempreendedor. O Brasil precisa prosperar. Não podemos só pensar como a extrema direita, que quer que prospere só o rico, só quem tem dinheiro. Não. Nós precisamos prosperar. Por isso, o melhor anúncio, o que representa prosperidade, foi feito pelo Presidente Lula, para o pequeno e microempreendedor poder se desenvolver, com o apoio do Governo, e prosperar. Essa prosperidade para o MEI, que foi criado pelo Presidente Lula, significa muito. Milhões de brasileiros vão ter benefícios diretos com esta medida anunciada pelo Presidente Lula. Nós queremos prosperidade, eu repito, para a maioria da população, para todos os que precisam, e não apenas para os super-ricos, esses que a extrema direita sempre protege. Eu voltarei a esta tribuna para falar de outro assunto, sobre o fim da escala de trabalho 6 por 1, mas neste momento eu preciso, Presidente, registrar o grande avanço gerado pela grande preocupação desse homem que é um estadista, desse homem que pensa no Brasil, desse homem que quer que todos se desenvolvam de forma sustentável e que anunciou essas medidas para os pequenos e microempreendedores do País. É prosperidade para essa gente, é prosperidade para muitos, que poderão investir no Brasil e gerar desenvolvimento. Parabéns, Presidente Lula! Você está no caminho certo. É esse o caminho que nós vamos seguir, neste momento, no nosso País. Muito obrigado.
  • 02/09/2026

    O Deputado informou que o Partido dos Trabalhadores (PT), a Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL) e a Federação PSOL REDE apresentaram petição ao Ministro Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), para cobrar transparência e isonomia nos casos Dark Horse e Banco Master. Além disso, questionou a atuação do Ministro André Mendonça, mencionou tratamento distinto a envolvidos e reunião com Vorcaro. Por fim, defendeu a apuração dos fatos, inclusive quanto a eventual suspeição do Relator.

    Palavras-chave oficiais: Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Federação PSOL REDE,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Banco Master,Filme documentário,transparência,Petição,Relator,Suspeição

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidenta. A nossa Federação do PT, Deputado Uczai, junto com a Federação do PSOL e da REDE, entrou com uma petição ao Ministro Fachin, do STF, pedindo transparência e isonomia no caso do filme Dark Horse e também no caso Master. Esse escândalo tem que ser apurado na integralidade e não na forma parcial que o Ministro André Mendonça está tomando hoje. Nós temos um candidato à Presidência da República, que é o Flávio Bolsonaro, que solicitou milhões, e o sigilo dele não foi aberto. Já em relação ao Senador Jaques Wagner e ao Ministro Alexandre de Moraes, ele o fez. Então, esse tratamento, que não é isonômico e não tem transparência, precisa ser apurado, ainda mais agora, quando o Ministro André Mendonça se encontrou — de forma sigilosa — no seu escritório particular com quem? Com o Vorcaro! Com o Vorcaro! Então, nós estamos pedindo aqui essa apuração para haver isonomia e transparência. Ninguém está acima da lei. Esses casos têm que ser apurados, o que pode, inclusive, ser levado à arguição de suspeição da tarefa dele como Relator no caso Master, nesse escândalo. Ele está parcial nesse processo! É isso o que tem que ser apurado. Nós queremos apuração de tudo, e não de forma parcial. Esta é a nossa petição.
  • 01/09/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 1.290, de 2022, que atualiza os valores de custas e emolumentos devidos no âmbito da Justiça do Trabalho. Além disso, rebateu críticas dirigidas ao Governo do Presidente Lula em relação a obras públicas. Contrastou o cenário atual com o de governos anteriores, em que rodovias precárias comprometiam o deslocamento de veículos, e destacou que o Brasil vivencia um período de reconstrução, com crescimento econômico, geração de empregos e aprovação de projetos culturais.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,atualização,Emolumento,Justiça do trabalho,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL) Resposta,Crítica,Governo federal,Obra pública,comparação,Rodovia,precariedade,reconstrução,Crescimento econômico

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    O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero apenas registrar aqui que a Deputada Soraya Santos apresentou o relatório com a atualização de preços que precisavam ser corrigidos. Quero registrar também que, muitas vezes, o pessoal acusa o Governo do Presidente Lula em função de obras, como foi colocado aqui há pouco. Eu vejo totalmente diferente a realidade do Brasil. Eu via notícias no Jornal Nacional, em governos passados, de que caminhões e ônibus não conseguiam se deslocar por rodovias. Vocês se lembram daquelas imagens? Não podiam se deslocar, iam como minhocas assim, passando nos buracos, caindo numa panela, na outra... Isso não existe mais. Hoje o Brasil está sendo reconstruído, e com investimentos. Não é por nada que o Brasil está sendo o mais respeitado do mundo: a economia está crescendo, o povo está empregado, e nós estamos aprovando um projeto de cultura, que é exatamente o contrário do que eles faziam.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.